dragão de ouro: João Santos

dragoes_ourob© google

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caríssima(o),

a primeira vez que nos encontrámos (*), mais à sua inseparável companheira, a Ana Neves, foi em Novembro de 2014, no pré-match que antecedeu a partida ante o Nacional (aqui), a contar para a jornada 09, do actual campeonato do “colo-colinho”.
àquele, outros mais se sucederam, sempre com “aquele” fervor clubista, que lhe faz brilhar o olhar e o enaltece num orgulho portista desmesurado.
por o perceber, em todas aquelas vezes, quis saber um pouco mais sobre o portismo que o move e que nele reside.

(*) informa-me o próprio que, afinal, aquela primeira vez aconteceu, a propósito do “III Encontro da Bluegosfera”, estávamos em Junho de 2014.
confesso que já não me recordava… esta memória já não é o que era… dizem que deve ser de não ingerir alimentos ricos em ferro «e que assim»… tenho, para mim, que é mais o factor PDI😀

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assim sendo e sem mais delongas, na rubrica binte perguntas a… os dragões de ouro deste espaço de discussão pública , o ilustre convidado deste mês é o caríssimo João Santos, de seu nome de baptismo. 

faço votos sinceros para que também desfrutes desta minha alegria em poder partilhar contigo alguns dos seus pensamentos sobre o quotidiano azul-e-branco e que, como eu, te deixes surpreender com alguns dos factos contidos na entrevista que se segue.
é já a seguir a este (brevíssimo) intróito, na segunda parte desta posta de pescada“®.

por último, não menos importante e não é mentira nenhuma:

João, muito obrigado! por teres aceite participar nesta brincadeira (um pouco séria), e em aceder responder, com gosto, a uma entrevista que revela muito do teu portismo!

abr@ço forte!
Miguel | Tomo III

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tarja_amorcamisolab© google

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binte perguntas a… João Santos

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I. dados biográficos (gerais)

nome: João Santos

data de nascimento (mês, ano): Outubro de 1989

signo do Zoodíaco: balança

naturalidade e residência (concelho, distrito): Vila Nova de Gaia, Porto

área de actividade profissional: contabilidade

estado civil: solteiro

nr. de rebentos: zero
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II. entrevista

1. João, primeira “entrada a pés juntos”: o que é para ti ser portista, o que é «ser Porto»© – para utilizar a expressão tão em voga?
Ser portista é ter capacidade de superação, não baixar os braços, combater os que julgam que somos inferiores. É mostrar a toda essa bandalheira, que por aí anda, que o FC Porto é uma instituição que merece respeito e, ano após ano metê-los no seu devido lugar.
Ser portista é arreganhar os dentes, mostrar garra, paixão. É estar a desfalecer e correr até à linha e chutar para canto, como fez o Pedro Emanuel, há uns anos atrás, contra o Inter de Milão. É acreditar que é sempre possível, e ter o prazer de ver o Kelvin chutar. É estar sempre pronto a combater as adversidades que nos põem à frente.
Ser portista é uma benção que não se pode partilhar.

2. que influências tiveste na escolha do nosso clube do coração ou foi uma decisão exclusivamente tua? e recordas-te de quando nasceste para o FC Porto, ie, quando aconteceu aquele momento – “o” momento – em que soubeste que eras mesmo portista e disso não haveria quaisquer dúvidas?
A influência que tive para ser portista vinda de outras pessoas penso que foi muito próxima do zero, para não dizer nenhuma mesmo.
O meu pai é do FC Porto só para dizer que tem um clube, visto que, por exemplo e muitas vezes, só no dia seguinte é que sabe o resultado dos jogos. Ou seja, é do FC Porto mas não segue e/ou acompanha a vida do clube. O meu avô era Vimaranense e lembro-me de ele me tentar converter em adepto do Vitória, mas não teve sorte. Aliás, tinha eu para aí uns seis anos e, por altura do Natal, o FC Porto ganhou ao Guimarães e gozei com ele que me fartei. (Certamente alguém me estava a espicaçar, mas não me recordo quem).

Sou portista pois é o clube que representa a minha cidade, os valores em que acredito, e representa uma região ostracizada por essa capital imunda.
Para a segunda parte da questão nunca tive dúvidas, Miguel 😀

3. ainda te lembras da primeira vez que entraste num estádio de futebol? e já agora: qual foi o estádio, quando foi (basta o ano), que equipas jogaram e qual o resultado final?
Lembro-me muito mal… Deve ter sido foi por volta de 1996 e demos para aí 3 ou 4… Também não me recordo do adversário… Já se caminhava para o fim da época porque tenho memórias de, no fim da partida, os jogadores chutarem bolas para a bancada e de estarem pintados na cara e no cabelo.
[João, terá sido este encontro aqui, em 1995, na última jornada, frente ao Tirsense? eu também estive lá! 😀 ]

4. no decurso das perguntas anteriores e no teu entendimento, consideras que a «mística» do nosso clube do coração ainda existe ou, pelo contrário, está a ser substituída subtilmente pelas “pipocas” e pelos adeptos do «FC Festas»? desenvolve a tua resposta, por favor. os “testamentos” são a imagem de marca deste espaço de discussão 😀
Cada um apoia como quer e vive o Clube com a consciência que tem.
Eu estou sempre lá. Nunca falto à chamada. Vou lá dar apoio, força, motivação, o que seja. Só assim podemos cobrar, também.
Os adeptos do «FC Festas», que só vão lá para estar no jogo com o Penafiel, a mim, repugnam-me e é só!
Ou seja: «ser Porto» é comer estes gajos c@r***o! É perceberem que, apesar de só nos quererem derrubar, nós somos cada vez mais fortes e unidos. É não fazermos o jogo deles! É não desarmar! É não os deixar dormir descansados! É ir à luta! É responder em campo ao que nos fazem fora dele! É dar um grito de revolta! Todos os que estamos sempre unidos, nós sim!, “somos Porto!”

5. qual a tua primeira recordação – a mais imediata – de “sentires o pulsar da turbe” no saudoso Estádio das Antas, se é que chegaste a “estar” nas Antas? justifica a resposta.
Das Antas lembro-me de pouca coisa…
Mas o final do jogo que referi ali em cima [vídeo aqui] foi um autêntico fim do mundo e de muita felicidade, .até ao momento em que cheguei ao carro… mal estacionado…
Ah!, e perdi o meu cachecol quando fui ao urinol  um momento triste… Também me lembro disto, sempre.

6. uma pergunta que se impõe (e que será recorrente nesta rubrica): concordaste com a demolição do Estádio das Antas? porquê?
Tinha de ser!
Em nome do Progresso, precisávamos um estádio novo.
As Antas… tudo bem que eram as Antas, mas, para os dias de Hoje, o Estádio do Dragão responde muito melhor às expectativas. Sendo assim, concordo.

7. à data [Março de 2015], qual foi o melhor desafio de futebol que assististe “ao vivo e a cores” e que nunca esquecerás? porquê?
(
não contam para esta estatística as partidas televisionadas, ok?)

Foi o banho de bola que demos ao Basileia, este mês [vídeo aqui]. Nem mais!
Este ano, temos visto bom futebol, ali no DragãoOs 6-0 ao Bate Borisov [vídeo aqui] também foram 90 minutos muito bons. São recentes e fáceis de relembrar.
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Também adorei também o jogo com o spórtém, para a Taça, em Novembro de 2008, no reino distante de Alvaláxia“®  aquele jogo que certamente todos se recordam, com a cena do Hulk ir a por ali fora, a correr como se fosse um Ferrari, e o Rochemback atrás dele, como se fosse um tractor agrícola, com os pneus furados [vídeo do lance aqui (e sem som)] 😀
Atenção que a época estava difícil, até esse jogo, o qual, para mim, iniciou a reviravolta. Estivemos a perder (golo do Liedson – sim!, esse mesmo, que em em 8 anos em Portugal só foi campeão quando veio meia dúzia de meses para o FC Porto. e “muito obrigado!” pela assistência para o Kelvin, já agora), depois empatámos, fomos roubados o resto do jogo e com muita paixão, vejam lá! Ele foi penaltys, ele foi vermelhos: foi um roubo descarado.
Fomos a penaltys e o grande Helton atirou-se sempre para a minha esquerda; no quinto penalty atira-se para a direita e defende o remate do Abel! Foi uma explosão de alegria e de raiva pelo que entretanto tinha acontecido [vídeo dos penaltys aqui].
Boas memórias

8. se tivesses poder na estrutura do nosso clube do coração, o que farias para internacionalizar (ainda mais) a marca “Futebol Clube do Porto”?
refere (um máximo de) três exemplos (práticos, exequíveis, exemplares) e em que os três b’s se apliquem
(bom, barato e bantajoso), por favor.
Para mim, o melhor meio de se internacionalizar o Clube é contratando jogadores estrangeiros, pois a Imprensa do país de origem e os adeptos do anterior clube, começam a seguir mais afincadamente o FC Porto para ver o desempenho do jogador. Veja-se o caso do Brahimi: o faceboKas“® do FC Porto, agora, está cheio de argelinos por causa dele.
Estágios de pré-época por esses países também ajuda muito e dá mais notoriedade ao FC Porto (mas isto, no último ano, foi feito. há é que dar continuidade).

Depois, há a Internet, o meio de internacionalização mais barato que há, e, por inerência, o poder das redes sociais, que é imenso. Actualmente o FC Porto também está mais atento a esta situação.
escola ‘Dragon Force‘ na Colômbia também está a ajudar a que, cada vez mais, o Clube seja conhecido por esse mundo fora.

Agora. se eu lá estivesse, o que faria para internacionalizar ainda mais o Clube?
Para mim, a forma mais fácil do Clube se internacionalizar é vencer nas competições internacionais. Este ano, os resultados desportivos estão a ajudar. Portanto, a melhor solução passa por comprar jogadores bons, baratos e bantajosos. 😀
E isto sem obviamente nunca se subestimar o poder que o merchansing tem, logo, com a necessidade de mais lojas com produtos do FC Porto à venda por esse mundo fora e onde haja forte influência/marca/presença de adeptos do Clube – sinónimo de mais produtos vendidos da marca FC Porto, o que origina que mais pessoas andem equipadas à Porto, o que confere mais visibilidade nas ruas.

9. segunda “entrada a pés juntos”: achas mesmo que o nosso clube é «regional» – no sentido depreciativo que foi proferido pelo actual sacristão no Estabelecimento Prisional da Carregueira?
desenvolve os teus considerandos, sff.

«Regional» é o clube deles certamente! Afinal, quem tem o nome de bairro no clube são eles!
Nós somos a representação de uma cidade (InBicta, já agora) e de um povo (o mais forte, também). Somos o expoente máximo de combate aos poderes instalados na capital e em tudo o que representa o centralismo  os que secam tudo à volta deles. Mas, para seu azar, nós estamos aqui, e, na maior parte dos casos, em melhores condições.
Ah!, e o nosso grande amor é conhecido mundialmente; não é confundido, como os outros, com o «Sporting de Gijon», ou como o «benfica lisbon»… Indubitavelmente, lá fora, o FC Porto é (re)conhecido como o melhor clube de Portugal!

10. esta pergunta também será recorrente nesta rubrica, pela sua pertinência e tendo em consideração os climas eleitorais nos clubes (ditos) «grandes» lá para os lados da Segunda Circular, e todas as “peripécias” em torno das últimas eleições presidenciais para as agremiações de lá.
assim, pergunto-te: temes que o mesmo possa acontecer quando Pinto da Costa abdicar de concorrer à presidência do nosso clube? porquê?
sustenta a tua resposta com três razões/factores principais.

Não!, não temo.
O FC Porto, na pessoa de Pinto da Costa, já terá acautelado o futuro em relação a isso certamente. Caberá aos sócios separar o trigo do joio, pois vão aparecer muitos cães para um só osso“; mas, mantenho a confiança de que os portistas saberão o que é melhor para todos nós.

Nunca será fácil substituir o melhor dirigente desportivo de todos os tempos, mas a estrutura não é composta por um bando de analfabetos! Acredito que ficaremos bem entregues.
Três factores? Dou-te quatro:
«
Competência, Rigor, Paixão e Ambição», Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa dixit.

11. Paulo Pereira Cristóvão. ‘Cardinal circus’. dois mil euros. ex-vice-presidente do spórtém. corrupção. «constituído arguido por sete crimes». «detido por suspeitas de envolvimento numa rede que se dedicava ao assalto de residências [sendo o seu] responsável pela sinalização de potenciais vítimas dos roubos».
consegues estabelecer a relação de causalidade dos factos em apreço? e consegues teorizar sobre o que já teria acontecido se tal tivesse desenrolado geograficamente bem mais para Norte da Segunda Circular, e com outros personagens neste “
filme” nada ficcional?
justifica as tuas respostas.

Se fosse com o nosso Clube ainda hoje era notícia de abertura de telejornal. E ainda seria um regabofe: manchetes bombásticas atrás de manchetes bombásticas, campanhas para nos rebaixar enquanto Clube.
Também tenho a certeza absoluta que certos (tele)jornais iriam fazer de tudo para pôr o FC Porto «a pagar em todas as frentes».
Resumindo: iria ser um autêntico fim do mundo em cuecas.

12. e face aos acontecimentos mais recentes na actual edição da Liga Portuguesa – vide a rubrica “lampionagens” e “calimerolândia” -, achas que é uma “teoria da constipação”® ou os clubes da Segunda Circular têm mesmo uma política de (in)justiça e de (im)parcialidade diferente dos demais adversários na Liga?
ou somos (
?) nós que conseguimos melhor “fruta” e mais “quinhentinhos” do que os outros, os ditos «impolutos»?
no teu entendimento, qual(ais) a(s) razão(ões) para que tal esteja a acontecer (se é que está…)? e que solução encontrarias para que, na próxima temporada, tal já não se verificasse (se é que se verifica)?

Estes assuntos têm sido muito discutidos pela bluegosfera.
Não é nada a que infelizmente já não estejamos habituados… Ele é estorilgates, ele é túneis, ele é, há dois anos, o campeonato do «limpinho limpinho, limpinho»…
O ano passado, com os jogos que fazíamos, o medo de nós era tanto que, assim de repente e de memória,  fomos assaltados no pombal, em alvalixo, na Choupana e na Amoreira. Enfim… São tantos jogos que não entendo a necessidade… É que apregoavam que era «o pior FC Porto dos últimos 30 anos» e, ainda assim, tiveram de nos arrumar para canto com arbitragens muito más.
E este ano é inqualificável! Está tudo completamente feito para as gaivotas serem bicampeãs, como já denunciaste, por exemplo, aqui, e que reflecte o que temos vindo a afirmar sobre
quem é o verdadeiro beneficiado pelas arbitragens, neste campeonato viciado.
Para isto acabar, não sei se será totalmente eficaz, mas defendo o regresso do sorteio condicionado o mais rápido possível.

13. olhemos para o nosso actual “estado de graça” e para o quotidiano do nosso clube do “coraçom”, e tendo presente as tuas expectativas para a presente época 2014/2015:
como avalias a qualidade do nosso plantel principal de futebol? por exemplo, consideras que existem lacunas? quais são elas (a existir)? e quais são as suas principais virtudes? quem é a estrela mais cintilante?
justifica as tuas respostas.

Não tenho nada, nada mesmo!, a criticar este ano: jogadores de qualidade, de muita qualidade aliás! Um grande treinador, que os faz crescer e muito! Várias opções tácticas viáveis e sem perda de qualidade no onze.
Estou mesmo satisfeito, esta época. Não fosse esta a liga colo-colo e considero que até poderia ser um passeio… Já teríamos uns dez pontos de avanço para o segundo classificado, que seria o spórtém.

14. aprofundemos ainda mais a questão anterior e façamos aquele exercício (quase recorrente e do) “’tipo: ‘suponhamos que’…”.
“suponhamos que” eras o treinador principal do clube (‘
you wish!’ 😀 ) e que a SAD te “impunha” um orçamento de 100M€ (cem milhões de euros) para o plantel, cuja base é o actual, à data desta entrevista [Março de 2015].

o exercício que te proponho é a tua reformulação do plantel e se considerares que tal é necessário. deixo-te umas ‘piquenas‘ recomendações: que (i) não te esqueças das expectativas individuais dos jogadores e/ou dos seus empresários, (ii) dos jogadores do clube sob empréstimo e (iii) da existência da equipa B.
desenvolve a tua resposta, por favor. já sabes que os “
testamentos” são a imagem de marca deste espaço de discussão.

Sinceramente este ano não fazia reformulação nenhuma. Ficava com esse orçamento para manter os que cá estão, mais os salários dos actuais emprestados.

15. decorrente da pergunta anterior, o projecto da nossa equipa B tem pernas para andar ou será um “flop”? qual o teu prognóstico?
justifica as tuas respostas.

Claro que tem pernas para andar!
A cada ano que passa aparece mais do que um jogador a mostrar futebol. Sei muito bem que a nossa maior promessa nem por lá passou (Rúben Neves), mas este foi um caso atípico – venda de Fernando, faltava comprar médios titulares para entrar logo na equipa, a lesão do Mikel… Mas, verdade seja dita, concedo 100% do mérito a Lopetegui, neste (e noutros) assunto(s).
A nossa formação necessita da equipa B: jogam na 2ª Liga e ainda têm agora o torneio internacional, em Inglaterra. para além de que muitos dos jogadores da B também participaram no torneio UEFA Youth League.
Tudo isto darão uma experiência e uma competitividade que não poderiam ter nas nossas competições muito caseirinhas. Para além de que prefiro jogadores nossos, da primeira equipa, a rodar na nossa equipa B do que emprestados a clubes de segunda divisão (inclusive europeia). É que, assim, estarão sempre “perto de casa” e poderão ter um acompanhamento que os outros clubes de segunda liga dificilmente lhes poderão oferecer.

16. uma pergunta (muito) directa: qual a tua opinião sobre o novo sítio oficial do FC Porto (no geral)? costumas consultá-lo com regularidade? e o que achas da fidedignidade/actualidade dos seus conteúdos? é mesmo novo ou é igual ao anterior, somente com uma nova “roupagem” / ‘lifting’ / grafismo?
Nos meus tempos livres moro totalmente em blogues afectos ao FC Porto.
Ao site do Clube não vou muitas vezes; quando o faço é mais para confirmar a veracidade de certas notícias ou, ao fim de semana, para ler a crónica ao jogo da equipa.

16.1. e concordas com a actual política de Comunicação do FC Porto (sobretudo para o “exterior”) nomeadamente com a aquisição do “Porto Canal”? porquê? e o que mudarias (a haver mudanças, na tua opinião)?
Este ano, por tudo o que se está a passar, talvez fosse necessário uma maior comunicação com os adeptos/sócios.
O “Porto Canal” lá se vai safando ao transmitir os jogos do clube e com os programas em que participam o Bernardino Barros e o Cândido Costa. Mas, muito do conteúdo que passa no “Porto Canal“, para mim, não tem interesse, nem serve os melhores interesses do Futebol Clube do Porto. Poderia e deveria ser utilizado como um forma de comunicação mais forte, mais agressiva e mais incisiva  ainda para mais este ano!
As restantes politicas de comunicação do clube estão assim-assim“: temos as páginas oficiais no Facebook, no Twitter e no Instagram, onde partilham lá bastante coisa, mas e depois? Deveriam passar isso para o “Porto Canal” também, e vice-versa, pois não há cruzamento/partilha de informação!
O canal do Youtube é cada vez mais utilizado, o que acho muito bem e apoio. Mas acho que o Clube também deveria partilhar, no canal do Youtube, os seus maiores momentos desportivos, pois tem muito pouco desse tipo de conteúdo. Seria fenomenal que o Clube, por si e de forma oficial, e não apenas pela carolice de alguns dos adeptos, disponibilizasse esses momentos à distância de um clique.

17. qual a tua opinião sobre o actual estado de alma do nosso clube em relação às modalidades (ditas)“amadoras” e em que está profissionalmente envolvido?
em concreto, o que te pergunto é se o trabalho desenvolvido terá Futuro, se está no bom caminho, se dará frutos, se os projectos têm solidez (a todos os níveis), ou se poderá haver outros exemplos com o que aconteceu à suspensão» do basquetebol sénior?
Já sabes que estás à
bontadinha 😀

Na minha opinião, as modalidades estão a melhorar.
Os resultados no Andebol são fantásticos, a todos os níveis; no Hóquei continuamos fortes e apesar de uma ligeira renovação da equipa; os rapazes do basket estão a caminho de carimbar o regresso à elite nacional.
Em suma: confio em quem dirige as modalidades para as conduzir a um bom porto.

18. esta pergunta (também) é recorrente neste tipo de entrevistas.
das seguintes opções, descreve o teu sentimento mais profundo (se possível) após uma derrota do nosso clube do coração:
[só pode ser uma opção. Selecciona-a a negrito, por favor.]

a. – não durmo direito nessa noite
b. – que ninguém me fale durante as próximas vinte e quatro horas, pelo menos
c. – apetece-me mandar tudo para um sítio (ou dois) que eu cá sei
d. – extravaso o meu sentimento na bluegosfera®, sobretudo em respostas aos “comentários” dos lampiões (mormente anónimos) de serviço
e. – para lá de mandar tudo para mais dois ou três sítios que eu cá sei e de que me lembrei agora, vou (literalmente) queimar calorias para a Marginal de Gaia, invectivando tudo e todos que me aparecem pela frente (sobretudo de vermelho e/ou verde vestidos).
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19. à data [Março de 2015] e na tua opinião, qual o melhor onze de jogadores que envergaram a camisola do FC Porto, qual o melhor banco (22 jogadores no total, portanto) que já viste jogar, «ao vivo e a cores», e qual o melhor treinador que passou pelo clube?

onze titular [4-3-3]:

Vítor Baía; José Bosingwa, Ricardo Carvalho, Jorge Costa, Álvaro ‘palito‘ Pereira; Costinha, Deco, Maniche; incríBel‘ Hulk, Mário Jardel, Ricardo Quaresma.

suplentes:

Helton; Pepe, Otamendi; paulo assunção, Lucho; Falcao, Jackson Martínez.

melhor treinador:

[andré £ibras-boas] e Vítor Pereira.
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[para mim, «ambos os dois» formam um treinador perfeito: [o £ibras] pela parte motivacional e Vítor Pereira pela parte táctica. Os dois, em conjunto, são o melhor treinador que se pode ter. Já sei que tivemos outros grandes treinadores, mas não os vi (falam-me em Pedroto, Siska, Artur Jorge, Ivic…). Já pelo futebol que vi, refiro aqueles «ambos os dois» pois que, se formassem um só, seria um sucesso mundial.]

.
(sabes que, com uns tenrinhos 25 anos de idade, não vi tantos jogadores como a maioria dos adeptos. e, dos anos 90, pouco me lembro.)
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20. eras visitante regular do TOMO II – agora, TOMO III.
duas sub-perguntas:

i) como tiveste contacto com este espaço, i.e., como me encontraste?

Pelo Google certamente.

ii) peço-te o favor de indicares um aspecto positivo deste espaço e um aspecto (ou mais do que um…) que gostasses de ver corrigido e/ou melhorado.

Gosto e aprecio a tua forma diferente de escrever, bem como partilhares o lixo que circula por essa imprensa fora 😀
Quanto aos aspectos negativos, a “casa” é tua! Tu fazes o que queres! 😉

21) não há. chegamos ao FIM!. 😉
Muito Obrigado! pela tua colaboração!
espero que a entrevista tenha sido do teu agrado!

.

disse!
.

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6 thoughts on “dragão de ouro: João Santos

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