not@s soltas (atrasadas)…

 

20150406 - FC PORTO - ESTORIL PRAIA© fotos da curva

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caríssima(o),

antes de tudo, duas pertinentes advertências:

1)

devido exclusivamente a afazeres profissionais, a regularidade na apresentação (quase) diária de postas de pescada“® sofrerá algumas perturbações, digamos assim.
aliás, deu para perceber no atraso da publicação desta, a qual já o deveria ter sido. bem sei que não existe qualquer obrigatoriedade, e que tudo isto é carolice e tal, mas considero que nos habituei mal😀
veremos o que o Futuro nos reserBa, inclusive neste aspecto, sendo certo que tal não significa qualquer ponto final, sequer um ponto e vírgula e muito menos reticências.
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2)

em consonância com o ponto anterior e devido àquele atraso na sua publicação, a presente posta de pescada“® servirá de complemento ao muito que já foi escrito aqui, pelo caríssimo dragão Vila Pouca. e será um pouco extensa. e também terá muito material de leitura. e alguns bonecos.
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sobre a manita com que, mais uma vez (foi a terceira), esta época, a nossa equipa do coração brindou os cerca de 29200 espectadores que resolveram ir ao nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, onde me incluo, já muito foi dito e sobretudo escrito, mormente nesse maravilhoso mundo que é a bluegosfera“®, pelo que não irei repisar o que (à data e hora, e, no meu entendimento, muito bem) se analisa e se afirma aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, e aqui, sobre a partida em causa.
apenas quero destacar que a arbitragem de bruno esteves não foi isenta de erros. para além dos apontados pelo pasquim da Trabessa da Queimada (aqui) e pelo tribunal de ojogo‘” (aqui), não me esqueço: da sua benevolência para com o guarda-redes estorilista até ao primeiro golo portista (aquele apertar de chuteiras, ainda antes dos dez minutos de jogo, é de compêndio…); da rapidez e a abnegação com que amarelou Herrera e Ruben Neves, e da dualidade de critérios em termos de entradas duras (ainda estou para perceber como filipe gonçalves terminou a partida só com um  amarelo, tanta foi a lenha que distribuiu com gosto…).
e que, em todos aqueles locais de referência, há um denominador comum: o (pungente? doloroso? dramático?) decréscimo de comentários em relação ao que aconteceu no último desafio, na maldita pérola do Atlântico, para a ex-taça da bjeKa“® e nessa senda bem tuga do que é ser português: só saber criticar por criticar, sem sequer ter a hombridade de apresentar uma singela sugestão sobre como melhorar tantos e tamanhos aspectos negativos.
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infelizmente também há sempre um ou outro comentário que, apesar da exibição, do resultado final, das suas condicionantes e dos seus condicionalismos, apresenta a porr@ de um defeito best@
por exemplo: depois do que aconteceu no último jogo e da gritante falta de atitude, só quem nunca praticou um desporto federado é que poderia julgar que a partida seriam favas contadas. aqueles vinte minutos iniciais demonstraram bem, não só a ansiedade do público no Dragão, mas sobretudo as brasas em que a Equipa se apresentou. não que a bola tivesse picos e/ou queimasse, mas não saía redonda dos pés de muitos dos jogadores portistas, pois que o ritmo cardíaco impunha que não se falhasse um passe sequer. pois o que se assistiu, naquele período, foi a um jogo pouco fluído e com muitos nervos à mistura. não o entender, não o compreender e sobretudo, assobiar e posteriormente criticar a Equipa num momento tão crucial como aquele período de tempo, é não perceber patavina do que se trata quando se abordam questões relativas a um desporto colectivo. e confundir Exigência com Hostilidade (caseira). e já nem quero abordar o meu repúdio a tais críticas pela realidade nua e crua destes factos evidenciados aqui
já agora e porque é da mais elementar justiça reconhecê-lo, louve-se a atitude das claques, a puxar pelo nosso FC Porto e a incentivar os jogadores na procura do tão ansiado golo, pois que, se não fossem elas, duvido que tivéssemos ido para as cabines a vencer por 2-0…

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a dor daquelas críticas (na sua maioria, descomedida) é proporcionalmente inversa às que são tecidas pelos nossos «gloriosos» arqui-inimigos, no sentido em que, destes últimos, sabemos sempre com o que (não) podemos contar.
outro exemplo fulcral: desde a mais recente entrevista de Julen Lopetegui ao Porto Canal (vídeo aqui), que se assiste a uma campanha (certamente que orquestrada, urdida e maquinada) pelas mesmas best@s e pelos mesmos sabujos que jornalisticamente encobriram e de uma forma bem «gloriosa» o que se passou abaixo do distrito de Leiria, aquando dos processos Apito Dourado” e Apito Final.
aquela campanha visa desacreditar as coerentes e irrefutáveis críticas de Lopetegui, em relação ao verdadeiro escândalo arbitral que se tem assistido ao longo deste campeonato do «glorioso» colo-colinho e do «glorioso» andor, as quais são tecidas depois daquele ser inquirido pelos mesmos sabujos que agora o atacam e tentam difamar. exemplos práticos do que afirmo podem ser lidos aqui, com particular destaque para o execrável e xenófobo artigo de opinião assinado por vítor serpa, sob o título a lenga-lenga de um basco papista” (aqui).
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esta gentalha do jornalixo tuga esquece-se do adágio popular que refere que a Verdade (inclusive a desportiva) é como aquela gordura vegetal que, mais cedo ou mais tarde, tende a tornar à superfície.
mais um exemplo: o sr. com apelido de prato de bacalhau – portista desde berço, como é do conhecimento geral , no seu último artigo de opinião malmequer, bem-me-quer [sic] (aqui), confirma uma suspeita que muitos lampiões faziam por escarnecer de quem o afirmava, mormente se fosse andrade
outro exemplo, ainda: aqueles são os mesmíssimos sabujos que, a mando de quem está acima do editor para o qual trabalham, distribuem palha a rodos para quem «gloriosamente» a quer consumir. esta Terça-feira, o pasquim da Travessa da Queimada, na senda do que tem feito desde que me conheço, publica mais uma capa interessante (aqui)  no sentido em que, para sossegar as hostes lampiónicas após nova exibição sofrível e mais uma goleada portista, erroneamente enfatiza um facto que não o é, e como se desmente no próprio texto de miguel cardoso pereira (!!!)  o mesmíssimo “jornalista” que assina um tema de capa (aqui) que vale pelo seu todo. e que me tranquiliza quanto ao Futuro (inclusive aos mais imediato)
(e são os mesmos sabujos que se riem a bom rir, com situações caricaturais como esta aqui, ou estoutra aqui, esquecendo-se do passado recentíssimo das agremiações por quem tanto padecem.)
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para finalizar, para memória futura e por ordem cronológica, deixo-te com o último BRASÃO ABENÇOADOmais do que um treinador” (aqui) e com a última NORTADAhá derrotas que marcam mesmo” (aqui), pela pena dos mesmos suspeitos de sempre.
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disse!
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11 thoughts on “not@s soltas (atrasadas)…

  1. Obrigado Miguel… custou… mas deu para ler tudinho, hiperligações e tudo 😉

    É um regalo vir cá e ter “à mão” o que de melhor se escreve na “bluegosfera”!!!

    Posta a leitura em dia, passarei também a chamar aos pipoqueiros e assobiadores de portistasMST’s!!!

    Abr@ço!!!

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    1. @ Loureiro

      não tens nada que agradecer; eu é que estou sempre devedor da vossa paixão pelo Clube e pela vossa lealdade para com este que vos escreve, na regularidade das vossas visitas.
      (“falo” no plural, pois que obviamente não me dirijo só a ti, mas também 😀 )

      abr@ço forte
      Miguel | Tomo III

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