da questão ‘ass’, ‘jon-ass’ (e não só, mas também)…

jebus01© zerozero
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caríssima(o),

antes de tudo, as minhas sinceras e honestas desculpas por não ter conseguido (sequer!) avisar-te de que haveria uma interrupção na nossa comunicação por um período superior a cinco dias… como houve, de facto.
motivos de força maior levaram-me a Alfândega da Fé e não tive como te informar de tal situação… pelos eventuais transtornos causados, desde já reitero o pedido de desculpas inicial.

felizmente consegui dizer alguma coisita, mesmo que recorrendo a palavras de outros indefectíveis portistas dos quatro costados como nós.
de certa forma e exceptuando o contexto específico da coisa, foi uma experiência única, no sentido em que, tratando-se da primeira vez que utilizei uma aplicação exclusivamente dedicada a esta forma de se publicar, de forma virtual, textos sobre uma realidade bastante… real  a do nosso FC Porto  até correu bem. aquele singelo textinho, com imensos ctrl+c seguidos de muitos ctrl+v só demorou uma horita e meia a ver a luz (f**@-se!) do dia… nem foi assim tão mau… deu para passar o tempo entretidito…

neste mês, para nós portistas, de um Maio, maduro Maio em que tal não significa viver no e para o nosso Passado desportivo, mas tão-somente (re)lembrar o muito que custou alcançar esses feitos, por forma a que mais se consigam atingir (haja essa vontade nas vindouras gerações de futuros portistas!) –, neste entretanto, a secção de Andebol, do nosso clube do coração, sagrou-se HEP7Acampeã, num feito único, a nível nacional e que não teve (sequer!) direito a um singelo rodapé em todos os canais de informação do jornalixo tuga, inclusive no dia a seguir ao dito cujo. e conseguido contra tudo, contra todos e contra as «gloriosas» duplas que nos arbitra(ra)m.
estão efectivamente de parabéns! os rapazes de Ljubomir Obradović.*

quem também está de parabéns! é a secção de Basquetebol do Clube, embora com uma designação diferente. mais uma vez, fomos campeões da proliga, com 31 vitórias em outros tantos jogos disputados…
agora que o grande Moncho renovou por mais cinco anos, espera-se que o salto para a competição maior do basquetebol tuga seja dado já na próxima época. não espero títulos no imediato, antes que se perturbe o mais maior grande do planeta e arredores, liderados por um tipinho execrável e abjecto.

* fico feliz por Julen Lopetegui ter marcado presença nessa inolvidável partida de andebol. tal como qualquer um de nós, terá percebido um pouco mais do que significa #ser porto. e um pouco mais sobre a nossa #mística. e de que fibra é feita a nossa #raça. e do porquê de se afirmar à saciedade #contratudoecontratodos. é que todos esses ingredientes foram a jogo, no passado Sábado.

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noticia© pravda
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quem também está de “parabéns!” é o nosso jornalixo tuga.
explico, em dois exemplos.
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exemplo um

como não tenho memória de passarinho, não me esqueço do que se pediu a Edo Bosh, em Janeiro de 2013, por uma resposta excessiva a uma cuspidela. mais do que «doze jogos», houve muito boa gente que pediu a sua irradiação a mesma gentinha” (gentalha?) que conscientemente, mas igualmente de uma forma abjecta e despudorada, optou pelo silêncio cúmplice ao que se passou aqui, no último final-de-semana, em Vila Franca de Xira (vídeo aqui).
trata-se da mesma gentalha” (gentinha?) que relegou para segundo plano a violência numa festa que já não acontecia há 31 anos no sentido em que só a noticiou porque aconteceu em directo, na exacta proporção do que sonegou relativamente aos confrontos em Guimarães, que ainda têm muito por que contar
fosse outro o clube envolvido, e estou certo que já se teriam rasgado todas as vestes, de todos os vendilhões, de todos os templos da Capital do Império.
não!, não estou espantado com tudo isto“; «apenas e só» reafirmo o meu mais veemente repúdio por esta gritante dualidade editorial, com total e livre acesso às instalações do meu clube do coração. ele há coisas que, mais do que não perceber, custa-me aceitar…
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exemplo dois

a celebração de um feito desportivo que já não acontecia por Carnide há mais de trinta anos, mais do que o tresandar a mofo que se lhe deu, também trouxe consigo essa «certa e determinada» bafienta mentalidade salazarenta,  tão bem descrita aqui e replicada também aqui  na «gloriosa» assumpção do axioma de que quem não for lampião só pode ser mau chefe de família. e este pressuposto é válido para a questão que subjaz no título da presente posta de pescada“®.
lá está… eu, que não tenho memória de passarinho, nem preciso de recuar ao ridículo (por que absurdo) recorde de golos anulados a Radamel Falcao, em 2010/2011, impedindo-o de lutar pelo troféu em causa com o voleibolista cardozo. basta-me sustentar a minha indignação com os dados da temporada que ora findou e, por exemplo, com o golo anulado a JacKson, em Coimbra.
mesmo assim, muita daquela boa gente prefere a versão passada pela indignação do chiclas, esquecendo-se que, minutos antes do golo mal anulado, tal como aquele outro ao Jackson, jon-ass’ falhou um golito cantado, na cara do guarda-redes do clube do guardanapo… são pormenores que, no caso em apreço, se revelam pormaiores de enorme monta… e que definem os valores finais das transferências.
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por último, para memória futura e para quem tiver interesse, numa prosa que já vai longa, divulgo o que de melhor se publicou no pravda da Travessa da Queimada, por forma a que se perceba mesmo bem ao que se refere quando se assume que há um «manto sagrado» e um regresso de uma «mentalidade salazarenta».
tal é devidamente exposto:
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» na edição impressa de hoje, Quarta-feira (aqui), mormente no artigo do pipa da água choca, sob o título cheira a lisboa, cheira a título, a páginas 39;

» na edição impressa de Terça-feira (aqui) e para lá da mais recente NORTADA, do nosso enfant terríBel, Miguel Sousa Tavares, sob o título a ressaca (aqui), e do destaque de quatro-páginas-quatro (!!!) de festarola nos paços do concelho da Capital do Império, com especial relevo para as declarações do seu edil, e da autêntica desonestidade intelectual entre o que é reportado a páginas 06 com o que é noticiado a páginas 09 – e conforme o caríssimo dragão Vila Pouca o denunciou oportunamente aqui , mormente com a última guerrinha do sinhôre fernando, a páginas 39, sob o título faltou o manto a jon-ass‘”;

» na edição impressa de Segunda-feira (aqui) e no último excremento do sinhôre delgado, sob o título Lopetegui: talvez sim, talvez não…, o qual seria merecedor de novo e-mail aberto mas que, por motivos de força maior, ficará certamente para outra oportunidade;

» na edição impressa de Domingo (aqui) e para lá de dez-páginas-dez (!!!) sobre o «inferno ter tocado o céu» 31 anos depois, mormente no editorial do sinhôre serpa e na abjecta capa do pasquim em causa por não ter qualquer referência ao nosso HEP7A em andebol;

» na edição impressa de Sábado (aqui), mormente  no editorial do sinhôre fernando e no mais recente vómito do sinhôre serpa a gestão das inconveniências , a páginas 39.

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em suma:

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palha© google | anti-lampião
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disse!
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3 thoughts on “da questão ‘ass’, ‘jon-ass’ (e não só, mas também)…

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