da força da capital ‘diktat’ [‘brasão abençoado’ incluído]

diktat© google
.

caríssima(o),

antes de tudo, quero agradecer a gentileza de todas as respostas dadas ao desafio lançado ontem, em jeito de brincadeira e de carolice.

o ‘pyroKoKus‘ foi o vencedor, com um tiro certeiro no que se pedia:
nesse ansioso afã sôfrego e desenfreado, em (de)mo(n)strar um «glorioso» serviço à nação, o huguinho trocou a data, o local e o adversário da primeira conquista internacional de Beto, excepto num dado e que é tão-somente o denominador comum em «ambas as duas» situações: foi o Futebol Clube do Porto que marcou presença nessas finais.

portanto, pyroKoKus, quando vieres à InBicta e se assim o entenderes e te interessar, há um cimbalino à tua espera 😀
(só te peço é para avisar com alguma antecedência, num sempre obrigatório encontro de agendas.)
.

noutro diapasão, mas igualmente importante (ou então, não… diz-me tu, se considerares o contrário).
tendo em linha de conta o que pertinentemente se pergunta aqui e o que é denunciado aqui, em mais um exemplo desse rigor jornalístico de Isenção e Imparcialidade do nosso jornalixo tuga, lastimo, cada vez mais, que a realidade presente do nosso clube do coração, em termos de comunicação (ou de falta desta), demonstre que este se refugia numa concha inaudível aos constantes queixumes, não só dos seus adeptos, mas também e sobretudo dos seus associados. e que, cada vez mais, se volte para si mesmo, num despudor para com quem deveria ser o seu fito primeiro e numa atitude que pode ser encarada como de total insensibilidade para quem tanto dá ao Clube (e que não só de forma financeira, mas principalmente deste modo).
sincera e honestamente, já não há como o sonegar, nem adornar, nem colocar paninhos quentes, nem tapar o que quer que seja com uma peneira“: mais do que o comum adepto portista, o sócio do Futebol Clube do Porto merece mais respeito por parte da Direcção deste, no sentido em que tem o direito a ser informado do quotidiano daquele. tal não significa, por absurdo, que se deva auscultar a massa associativa para toda e qualquer «transacção de activos» (jargão economês para transferências de jogadores“), antes e por exemplo:
.

» que aquela seja informada de qual o rumo desportivo que o Clube levará a médio prazo (num ciclo até seis anos) e de quais serão os objectivos a que se propõe atingir nesse período de tempo; 

» ou de qual é o fito da actual política comunicacional do Clube (onde se inclui o propósito da gestão de conteúdos do Porto Canal);

» ou o que se pretende com o sócio do FC Porto actual: um cliente e nada mais do que isso, ou alguém que participe activamente no Clube? e essa participação activa pressupõe que seja membro de uma das claques do Clube?

.
são só três exemplos, em total sintonia com este questionário aqui, e reforçam o que nele se apela: uma clarificação, por parte de quem de Direito, junto de quem o tem mais do que ninguém e que, perante este ensurdecedor silêncio e vasto vazio de informação, como que se sente órfão e desamparado. e, note-se bem, que quando afirmo «por parte de quem de Direito», não estou a depositar esse ónus exclusivamente em Jorge Nuno Pinto da Costa, antes em alguém com responsabilidades, na Direcção do Clube, para se expressar em nome do FC Porto algo que, por exemplo, não consigo reconhecer a Francisco J. Marques, e por maior consideração que por ele tenha e maior mérito que possua na redacção da newsletter Dragões Diário.
.

todo este (eventual) relambório vai desembocar em mais um «glorioso» testemunho dessa capital diktat, patente na edição impressa do pravda da Travessa da Queimada, desta Sexta-feira (aqui), mormente no que é denunciado aqui, pelo caríssimo dragão Vila Pouca
e, já agora: não será pelo pasquim em causa o repetir ad nauseam e à boa praxe da propaganda goëbbeliana, que o jon-ass’ será bola de prata, para a época que findou. mais do que se insurgir contra a malandro do bandeirinha que invalidou aquele golito, essas virgens ofendidas e o próprio ass do jon, deveriam lamentar não terem conseguido o troféu em causa por culpa própria. é certo que lhe bastava só um golo, mas ele teve ou não teve, no jogo de possível consagração, ocasiões de sobra, para lá do lance invalidado, para fazer um hat-trick‘? pois teve… o que falhou então? a malfadada ansiedade certamente. e o seu historial neste aspecto (ir)relevante de marcar mais do que dois golos por partida, numa notícia que, a 23 de Maio último, rezava assim:

« a tarefa do avançado não é fácil, pois, ao longo da sua carreira, apenas por três vezes conseguiu alcançar um ‘hat-trickem 2010, ao serviço do Grémio, em 2013/14, pelo Valência, e já esta temporada, de águia ao peito, no triunfo por 3-2 sobre o Covilhã, a contar para a Taça de Portugal. »

.
querer muito, tentar tudo e não conseguir alcançar o objectivo, dói. mas pior do que isso, é ficar chateado com um F maiúsculo e sonegar (omitir?) as causas que estão a jusante do fracasso e que muito contribuem para o seu infortúnio (inêxito?) para além de ser uma autêntica palhaçada…
.

por último, e na divulgação do mais recente BRASÃO ABENÇOADO de Pedro Marques Lopes, sob o título não perguntes o que o FC Porto pode fazer por ti” (aqui), informo que o mesmo traz incluso o última patetice do senador cervan (aqui). o motivo é simples e está (devidamente) identificado, pois que aquele seria dos últimos «figurões» que veria (leria) a defender Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa. sim!, a sério. e é (mesmo) sério.
.

.
disse!
.

Anúncios

4 thoughts on “da força da capital ‘diktat’ [‘brasão abençoado’ incluído]

  1. Imbicto Miguel,

    Estamos em perfeita sintonia quanto à descaracterização da pessoa em causa, que assina a DD em nome da “estrutura”. Já estou cansado e qualquer dia serei acusado de estar constantemente a indicar defeitos no “órgão” em causa, mas é quase inevitável. O estilo, o despropósito, a banalidade descritiva… Algo que poderia correr tão bem e que se queima a si e todos os que estão conotados com a DD, infelizmente…

    Já agora… não sabia que era preciso ganhar concursos aqui do estaminé para tomar um cimbalino com V. Exª 😉

    Sem catastrofismos, mas geralmente, este tipo de coisas, para mau indicador, tem tudo para acabar mal. Esperemos que assim não seja.

    Imbicto abraço!

    Gostar

    1. ImBicto “velho”,

      1)
      a ‘newsletter’ surgiu a destempo, quando o imparável #colinho já estava consumado.
      a divulgação, no jornalixo tuga, de algumas das verdades factuais que nela se escreveu, mostra que esse caminho não estava de todo errado. agora e no meu entendimento, não deve ser utilizada exaustivamente e “só porque sim!”, sob pena de, num futuro próximo, deixar de causar impacto.
      portanto, há que delinear muito bem a estratégia comunicacional da próxima época, por forma a, por exemplo, não voltarmos a sobrecarregar o treinador numa função para a qual certamente haverá outros melhor indicados para tal – e sem desprimor para o trabalho meritório de Lopetegui na defesa intransigente do bom-nome do Clube. e para que essa defesa não surja só de forma virtual, pois que há momentos em que um murro na mesa causa mais impacto do que uma tonelada de comunicados. sempre ouvi dizer que a Palavra não se deve gastar, enquanto preciosa arma, por forma a não se tornar vulgar.

      2)
      felizmente, até à data, essa Lei de Murphy não se aplicou. todas e todos quantos tive o privilégio de conhecer por intermédio deste “maravilhoso mundo que é a bluegosfera”® revelaram-se de portistas afáveis e de bom trato. alguns tornaram-se bons Amigos, inclusive.
      o passatempo foi só isso mesmo: uma brincadeira em si mesmo.
      portanto, há sempre tempo e espaço para um cimbalino com quem partilha deste Amor comum que dá pelo nome majestoso e ImBicto de Futebol Clube do Porto. com ou sem passatempos. haja agenda para tal 🙂
      (por exemplo: se Deus quiser e tudo correr pelo melhor, amanhã estarei no jantar do blogue “bibó FC Porto, car@go!”)

      abr@ço
      Miguel | Tomo III

      Liked by 1 person

  2. Miguel,
    É isso mesmo: a Palavra não se deve gastar! Nunca. O grande Eugénio de Andrade, tripeiro de gema, disse-o da melhor maneira possível num dos grandes poemas da língua Pátria. E tenho muitas vezes a sensação que é isso que exigimos: que o presidente seja um de nós, que berre como nós, que apareça a ter conversas de café ou posts de blog. Sempre. Já o fez? Já! Mas este, para o bem é para o mal, é um tempo outro. Só nós somos iguais. E o Porto, somos nós!
    Igualmente de acordo, nada de confusões, com o belo do murro na mesa quando ele se impõe! Faltou? Sim, faltou. Tens razão.
    Abraco.

    Gostar

vocifera | comenta | sugere (registo necessário)

Please log in using one of these methods to post your comment:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s