‘br@são abençoado’ do dia e duas (breves) reflexões…

pml231015© pravda
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caríssima(o),

nada tenho a acrescentar em relação ao que muito bem explana o nosso caríssimo Pedro Marques Lopes, no seu mais recente BRASÃO ABENÇOADO (aqui), no qual faz uma súmula desta última semana, inclusive dos temas mais “quentes” e que muito “boa gente” se recusa a abordar, alegando «gloriosos» “esquecimentos” para que os ditos cujos sejam remetidos para debaixo de uma (actualmente, demasiado) ondulante “carpete”

já agora, um esclarecimento que se impõe:
provavelmente para não sofrer queixas e/ou censuras e/ou acções em tribunal, por parte de quem de direito, como está a acontecer com alguns espaços de partilha pública, o “supermercado” onde me abasteço, para ler “au bórliù” as edições do pravda da Travessa da Queimada, só as disponibiliza, aos seus clientes e amigos, a partir das 20h. assim se justifica o facto de não as ter podido repartir contigo mais cedo, inclusive os artigos de opinião dos únicos portistas que lá escrevem. pelo sucedido, as minhas desculpas por um qualquer eventual inconveniente que te esteja a causar.
assim sendo e para memória futura:

» a edição impressa do pravda de Terça-feira (aqui);

» a edição impressa do pravda de Quarta-feira (aqui), onde se auguravam «gloriosas» perspectivas de sucesso, em território turco, e onde se criticou o «pragmatismo» portista ante os israelitas do Maccabi de Tel-Aviv;

» a edição impressa do pravda de Quinta-feira (aqui), com toda uma «gloriosa» desilusão a ser muito bem “massajada”, a fim de se evitarem males maiores para o ‘derby‘ da Segunda Circular deste Domingo;

» a edição impressa do pravda desta Sexta-feira (aqui), a qual ainda não tive oportunidade de ler.
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primeira reflexão:
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tugasv© google
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acho que se trata de uma imagem que vale por mil palavras, e sobretudo que em nada desvirtua o que escrevi aqui, em Março de 2012, na tradução de um sentimento que não esmorece nunca.
mais uma vez reafirmo que uma derrota do carnide não suplanta(rá) (nunca!) uma vitória do meu clube do coração, seja em que modalidade for e independentemente da competição em causa. mas confesso que um mau resultado das «papoilas saltitantes» ajuda (e muito!) a passar (bem) melhor o que sobra da semana até ao nosso próximo encontro – sobretudo quando se tem, como no meu caso particular, por colegas de trabalho, indefectíveis “leixonenses”, os quais nunca se cansam de me (re)lembrar a «fruta», os «quinhentinhos», o pito dourado, o pito final, e todas essas cassetes (mais do que) gastas…
curiosamente, na actualidade, a “crista” daqueles “leixonenses” de berço «glorioso» anda um pouco murcha, em baixo, ao ponto de não tolerarem, como mote para uma bela conversa de contra-argumentação àquelas falácias, temas que lhes são tão característicos como as “linhas” (tortas? direitas? enviesadas?) da #porta18; como sejam as filhas-da-putice dos #jantaresnomuseu, ou do #mantoprotector, ou do #colinho; como essa (ainda) impune condição de ilegalidade, por parte dos «arruaceiros» do costume e que acompanham o “rebanho” para todo o lado, a qual se vem perpetuando desde 1996, e que já lhes valeram pesados castigos da UEFA (só faltando mesmo a interdição da “cesta de pão” para, pelo menos, um joguito à porta fechada. já esteve mais longe de acontecer…). enfim… um rol de acontecimentos que e como bem referiu o nosso querido líder: 

« No meio de tanta anormalidade que vejo todos os dias, já acho tudo normal. Só acho uma coisa interessante: há coisas que se têm passado no futebol português, que não vou individualizar porque não é preciso, que se se passassem no FC Porto, a esta hora, até já estavam na CNN. (…) Não estou a individualizar este, nem aquele; estou a falar de tudo o que se passa, que passa levemente. É como o poema do Augusto Gil: “batem leve, levemente”… Mas, se fosse no FC Porto, não bateriam levemente: já estaríamos mortos, nesta altura. »

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segunda reflexão:
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contas© FC Porto | Tomo III
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não sou TOC, ROC, auditor, contabilista, nem sequer possuo outro qualquer cargo e/ou função nessa área, tão tecnicamente especializada, nem tenho pretensões de as vir a almejar num futuro próximo. sou demasiado leigo para tal, destoando dos meus progenitores, os quais sempre labutaram em torno dos livros, dos balanços e dos POC’s (ainda existem?).

serve este intróito para te dar conta de alguma estranheza minha pela (“feliz”?) coincidência de, após um polémico texto, publicado no “tribunal do dragão”, e onde se analisa a projecção da necessidade da FC Porto SAD ter que encaixar 72,591M€ em transacções com passes de jogadores, logo o lixo tóxico do grupo cofina disso faz alarde numa chamada de capa.
pois bem… como não acredito em coincidências, e porque logo houve algum alarido nalgumas caixas de comentários, desse “maravilhoso mundo que é a bluegosfera”®, tenho a afirmar que:

» a aposta da FC Porto SAD, desde os tempos anteriores à sua génese, mormente desde 1982, é numa gestão de risco. em tempos, Adelino Caldeira explicou no que é que esta consiste.

» em Outubro de 2013, Antero Henrique concedeu uma grande entrevista ao pasquim do ‘quim oliveirinha. dela destaquei a parte em que se refere à necessidade de um «nível alto de competitividade no plantel», do lema «um plantel, três equipas» (onde deverá existir uma ligação forte entre o plantel principal, a equipa B e os sub-19), aliado aos «ciclos de três anos» para um jogador (pois há a consciência de que «virão clubes mais fortes e com os quais não conseguimos competir»).

» isso é tudo muito bonito e eu até estou de acordo, mas, enquanto adepto portista, legitimamente pergunto: não estaremos, a curto/médio prazos, a transformar o Clube exclusivamente numa plataforma giratória de jogadores – vulgo “clube-trampolim”? e quais são os riscos inerentes a esta «gestão de risco»?
à partida, encontro os três principais inconvenientes, a saber: a perda de «mística», de identidade do Clube, no seu balneário; a permanente reconstrução de um plantel principal, com todo o “desgaste” que tal acarreta (sobretudo) para o treinador; a falta de jogadores de referência no e com o Clube.
infelizmente temo que, nestes casos, não haverá dinheiro que pague o facto de se poder vir a ter um balneário muito profissional, sem dúvida, mas sem um único jogador que se possa afirmar convictamente: “é um jogador à Porto, car@go! e mai nada!”. não estou a afirmar que é esta a actual realidade, antes que há essa probabilidade num curto espaço de tempo – um risco bem real. acredito que os dirigentes do Clube também já o terão perspectivado e que, tal como muitos de nós, também não o desejem. as contratações de Sérgio Oliveira e André², e as promoções de Ruben Neves, Gonçalo Paciência e André Silva aos seniores, indiciam que estaremos num caminho certo e totalmente oposto àqueles meus (legítimos) receios.

daqui, parto para os valores expostos no gráfico ali em cima, e explico o que é que eles representam.
antes de tudo, não quis saber se serão mesmo necessários 72 milhões de euros, ou outro valor qualquer, pois parto do princípio que haverá essa contingência: a premência em vender alguns jogadores aos grandes “tubarões” europeus. quais? não avento nomes, nem é esse o fito desta reflexão.
assim, o que fiz foi, a partir dos Relatórios&Contas consolidados da SAD portista e que podem ser consultados aqui, compilar os valores referentes única e exclusivamente à rubrica “proveitos com transacções de passes“.
e a conclusão principal que se chega é que estes têm vindo paulatinamente a subir, e num “volume” bastante substancial e bem considerável – em menos de três épocas, a média de receitas quase que triplicou (!!!). e, também, se pode concluir que, nas últimas três projecções, os valores apontados só não foram atingidos uma vez, numa época de (muito) má memória para nós – mas, mesmo assim, dentro da média dos resultados alcançados nas temporadas anteriores.
ou seja e partindo do pressuposto que Julen Lopetegui voltará a potenciar jogadores como o fez na época transacta, e mesmo sem a conquista de qualquer título: acredito que as projecções previstas serão atingidas, com maior ou menor dificuldade. e que, mesmo que não sejam, o Clube já estará a trabalhar em alternativas para as suplantar – entenda-se: a encontrar outras fontes de receita que possam suprir aquelas necessidades. e que quaisquer manifestações de exuberante pessimismo, pela eventual “catástrofe” de não se conseguirem todos aqueles milhões, pecam por um «certo e determinado» exagero antes de tempo…

e agora, se me dás licença, vou-me preparar para assistir ao ‘derby’ da Segunda Circular, enquanto não chega a hora do desafio verdadeiramente importante para nós: o embate ante os gverreiros comandados pelo Fonseca:
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gato© google
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sugestão musical:

the cat empire, steal the light.

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disse!
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4 thoughts on “‘br@são abençoado’ do dia e duas (breves) reflexões…

  1. Valha-te aquele fulano que não me grama assim muito! Na segunda reflexão, levantas um problema, e expressas um receio, e na mesma penada expões a solução que…está a ser adotada. Ou seja, tudo bem! Receio de quê nesse caso?
    Quanto ás continhas, não esquecer quero orçamento conta com os oitavos da Champions. E olha que ir para além disso é a dif€r€nça do caraças…
    Já te dou um cachaço, espera aí 🙂
    Abraço

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