not@s soltas de uma vitória sem lamentações…

fcp© zerozero
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1)

objectivo principal cumprido: vitória, um pouco expressiva para o futebol praticado, na primeira viagem a Israel e em território do adversário e quase, quase a conseguirmos o que se propôs atingir no início da competição, ie, o apuramento para a fase seguinte (oitavos-de-final da mais importante competição de clubes, a nível mundial). falta um singelo pontinho para tal.

em suma: também “já cá cantam” mais 1.5M€ em caixa…
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2)

neste jogo muito bem conseguido pelo nosso clube do coração, onde todos os sectores trabalharam por igual e em prol da Equipa, acima de tudo destaco o desempenho do meio-campo. num só adjectivo: formidável!
todos foram preponderantes, mas a presença de Danilo sobressaiu; nem se deu pelo facto de Evandro ter sido titular pela primeira vez, esta época (e perdoa-se o amuo aquando da substituição); o capitão Ruben Neves foi igual a si próprio, pleno de maturidade futebolística no alto dos seus 18 anitos; e André² foi o dínamo de um sector que fez mexer com o jogo desde o seu início – principalmente a transmitir muita segurança e extrema coesão.

em suma: gostei bastante e estou à espera que haja continuidade neste capítulo de coerência exibicional, e já na próxima partida, ante o Vitória de Setúbal.
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3)

talvez esteja a ser injusto para com os emblemas do nosso comezinho futebol tuga, supostamente de “primeira divisão” (logo: a sua esmagadora maioria, e para não ser mauzinho e afirmar que é a sua totalidade…), mas, mais uma vez, fica (com)provado que, quando o adversário pretende disputar o jogo pelo jogo, sem “estacionar autocarros” de três e quatro andares, “plantando-se” tão-somente no seu meio-campo defensivo e considerando que os seus ataques ocorrerão «apenas e só» por demérito exclusivamente nosso, fica muito difícil travar o futebol praticado por este FC Porto “de” Julen Lopetegui.
é certo que há erros – nenhuma equipa é perfeita, e o nosso FC Porto tem lacunas -, mas nota-se trabalho, dedicação, empenho e sobretudo rigor no que se pretende explanar no relvado.
e talvez esteja a exagerar (muito?), mas há momentos em que a equipa “mecaniza-se” como um relógio suíço, onde cada jogador sabe perfeitamente o que fazer e como fazê-lo, em cada momento do jogo. não sei se concordarás com esta minha observação, mas, quase duas horas após o término da partida de Haifa, ainda é esta a percepção que (man)tenho.

assim sendo e no seguimento do desejo formulado no ponto anterior, cabe a Julen Lopetegui encontrar o antídoto para o “tal” campeonato assente, em exclusivo, na «matemática do pontinho»*.
eu acredito que, no que ainda falta de campeonato e mesmo tendo presente todas as incidências da época transacta – em que, para lá do #colinho, também houve momentos em que claudicámos por culpa própria -, iremos encontrar a solução, o antídoto para essas “muralhas” que só prezam o anti-jogo e só praticam a antítese de uma disputa sadia de um desafio de futebol.

em suma: máxima concentração, para os próximos encontros a contar para o campeonato, precisa-se!
#nãohámaisdesculpascarv@lhodasilva!
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4)

Iker Casillas.
a importância de ter um guarda-redes com estatuto (bem) superior e de renome mundial, tal como noutras partidas, também ficou patente no jogo de hoje: teve quatro intervenções de altíssimo nível, uma delas a corrigir um erro por si provocado (aquando de uma má reposição em jogo, a partir de um deficiente pontapé-de-baliza).
pode não marcar golos, mas as defesas que faz para evitá-los, a remates adversários, concedem-nos preciosos pontos (sendo que, na ‘Champions‘, também são sinónimo de contos). e, estou certo e ciente disso, pontos esses que ainda nos virão a dar títulos.

em suma: desde Vítor Baía, que não sentia tanta segurança na defesa das nossas redes…
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5)

* «matemática do pontinho»

trata-se de um conceito trazido à baila por um de nós, portista de coração (mas, acima de tudo, que guardo como um Amigo e que em boa hora “fiz” neste meio), de seu nome Jorge Vassalo, e que ainda hoje é alvo de chacota, de maledicência e de soberba arrogância por parte de quem, afirmando-se adepto do nosso clube, só costuma tecer doutos considerandos nos momentos que considera mais oportunos (os de infortúnio…) e, nos outros (ou seja: naqueles que nos colocam sorrisos no rosto), refugia-se num cobarde silêncio, à espera daquela outra oportunidade, para tecer as suas verborreias.

não quero, com estas linhas, afirmar que sou mais portista do que seja de quem for (que não sou!), ou que percebo de futebol a pacotes (que não percebo!), ou que sou o dono da Verdade em relação ao quotidiano azul-e-branco, ou a qualquer outro (que também não sou e nem pretendo ser!).
só não esqueço tudo o que foi comentado, sobretudo na forma escrita, nesse “marabilhoso mundo que é a bluegosfera”®, a partir do episódio do «zelota». e esclarecer que não perdoo a quem tudo faz para denegrir publicamente a imagem de alguém que abnegadamente e sem qualquer fito que não seja a partilha de um Amor comum, o transmite de forma universal e todos os dias, desde 24 de Outubro de 2014…
portanto: o que deveria ser motivo de respeito, transforma-se em zombaria, em escárnio, tão próprio de quem deveria merecer o meu desprezo. infelizmente e porque não sou feito de ferro, nem insensível à murmuração que tanto grassa por aí, fica assim registado (mais uma vez…) o meu lamento e o meu inconformismo para com as “verdades” desses que, no seu sapiente mundo virtual, são tudo menos «ovelhas chonés», pois está claro! e mesmo que, para o «rebanho», aquelas não passem de verdades da treta…

em suma: eu estou feliz pelo nosso FC Porto ter vencido. e tu?

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disse!
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4 thoughts on “not@s soltas de uma vitória sem lamentações…

    1. não, ainda não vi. mas houve um que já me desejou “felicidades”… a sério que não entendo este tipo de mentalidade, tão tacanha. confesso que me começa a aborrecer um pouquinho… também sei que deveria seguir em frente, mas não consigo – nesse sentido em que “quem não sente, não é filho de boa gente”.

      abr@ço
      Miguel | Tomo III

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    1. @ Filipe

      reconheço a mais-valia de Helton e estou-lhe muito grato pelos títulos que nos ajudou a conquistar, mas confesso que não sinto nele a mesma confiança que deposito no Iker desde o primeiro momento que soube da sua vinda para o nosso FCPorto. e ainda não lhe consegui desculpar aquelas declarações em Belém, na época passada e a entrevista que deu ao Jogo, no defeso.

      abr@ço forte
      Miguel | Tomo III

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