‘br@são abençoado’ do dia e de como se escamoteia a Realidade…

pml271115© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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caríssima(o),

sem qualquer desprimor para o email aberto que, esta madrugada, dirigi a Julen Lopetegui, e o qual te convido a (re)ler aqui, mas eu sei que o segundo e o terceiro termos de pesquisa com maior procura, neste espaço de discussão pública, dão pelo nome de BRASÃO ABENÇOADO… já agora, informo-te que o primeiro e que subsiste desde os tempos do (entretanto desaparecido) ‘Tomo I‘, é NORTADA

sobre o texto em apreço, o qual pode ser lido aqui e sob um título para o qual não restam dúvidas, nada mais tenho a acrescentar, a não ser a manifestação pública do meu agradecimento a Pedro Marques Lopes por ter conseguido expressar todo o meu sentimento após o descalabro de Terça-feira e também por aliviar um pouco o cinzentismo do meu estado de espírito actual.
os mesmíssimos votos também foram dirigidos pessoalmente, o qual teve a gentileza de responder, agradecendo aquelas (sentidas) palavras.

já sobre a edição impressa, do pravda da Travessa da Queimada, desta Sexta-feira (aqui), aí há algo mais a escrever. e, como estou com a corda toda, apesar das contra-indicações médicas, cá vai disto:

» começa logo na página 02, com o inqualificável título do artigo de um dragão de ouro do Clube, o qual, por certo dilacerado com o estrondo da derrota de Terça-feira, rendeu-se à facilidade em “malhar” no treinador basco socorrendo-se do que mais torpe pode existir em termos de (não) argumentação: a adulteração propositada do nome de outrem.
de facto, Pedro Marques Lopes é único, tal como em tempos o foi Rui Moreira – dois senhores na arte do sentido crítico com espírito construtivo.

» prossegue nas páginas 16 e 17 com a promoção de mais um ‘crack made in‘ carnide, e para o qual estão escancaradas as portas da Selecção Nacional – uma “sorte” que não tem (nem terá) Ruben Neves – mas esse é um capítulo que não pretendo dissertar porquanto que tudo o que envolva a “equipa (que decididamente não é) de todos nós”® não me interessa para rigorosamente nada.

» depois, a páginas 23, o sabujo do paulo pinto “descobre a pólvora”: «maxi custou dois milhões. teve um prémio de assinatura por chegar livre».
u-a-u… u-a-u… a sério? f*d@-se! ninguém diria… bem, parece mesmo que “almoços grátis” só mesmo lá para os lados de carnide, via Museu da Cerveja… e para não perguntar por quanto terá ficado o prémio de assinatura de contrato de Júlio César… certamente que terá sido um dois pratinhos de picanha (pois que a maminha está pela hora da morte)…
(assim como também é intelectualmente desonesto quando apresenta alguns dos números referentes ao Relatório&Contas consolidado do primeiro trimestre do exercício 2015/2016. se é certo que o «Passivo cresce», como faz questão de frisar por mais do que uma vez, também não é menos verdade que: «o Capital Próprio do Grupo atinge, em Setembro de 2015, o valor de 93.437M€ – o que reflecte uma estrutura patrimonial robusta»; «Activo Líquido cresce 52.488M€, face a 30 de Junho de 2015, atingindo um montante global de 411.723m€»; se «o Passivo total cresce 42.155M€, para os 318.287M€; no entanto a dívida financeira líquida desce 1.928M€ face a 30 de Junho de 2015»… também não deixa de ser curioso como, perdendo-se o principal patrocínio nas camisolas, o valor registado em “Publicidade e Sponsorização”, no período em causa, só difere, para 2014/2015, em 15 mil euros… outros há que nem com Emirates lá vão…).

» mas, o supra-sumo da desfaçatez, da canalhice jornalística e da publicação de inverdades, está reservado para o (nada) Bonzinho do sr. joão, o qual, a páginas 39, daquela edição imprensa, num artigo sob o auspicioso título “que mal fiz eu a Deus?!”, motivou o envio do seguinte email:

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Bonzinho: não sejas um ignóbil “jornalista” daqueles bem mauzinhos.

na tua crónica de hoje, sob o título “que mal fiz eu a Deus?!”, afirmas a páginas tantas, para demonstrares uma teoria da treta, cuja falácia se desmente numa penada:

« […] outro exemplo: nos últimos quinze anos, o FC Porto chegou por três vezes aos quartos-de-final da Champions, mas só numa delas, em 2008/2009, foi campeão em Portugal. »

eu sei que vos dói – e muito! ainda! – mas, «nos últimos quinze anos», pázinho, o FC Porto foi campeão nacional e campeão europeu, estávamos em 2003/2004.

não sejas assim, Bonzinho: um anti-portista básico (por que primário).

Sou quem sabes, Bonzinho.

Miguel Lima | Tomo III

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por último e para quem tiver esse interesse:

» a edição impressa de Quarta-feira (25/11), do pravda (aqui), na qual o papagaio do gabriel é (novamente) igual a si próprio e à agremiação cuja cor defende, nem que para isso tenha que (mais uma vez) atacar a honorabilidade dos apitadores tugas, em mais uma vil e desprezível tentativa de os condicionar – agora que o #colinho mudou-se, de armas e bagagens, para o outro lado da rua.

» a edição impressa de ontem (26/11), do mesmo pravda (aqui), na qual, a páginas 46, ainda jorra um autêntico esgoto a céu aberto, pela pena de um tratante...

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disse!
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13 thoughts on “‘br@são abençoado’ do dia e de como se escamoteia a Realidade…

  1. Dois pontos:
    1º Pedro Marques Lopes parece aquele Mestre que aparece nas Florestas e nos dá aquela Pedra, amuleto… e nos volta a dar uma certa alegria.
    Muito Excelente!

    2º Depois daquela terça tiveste um estômago bem duro para ler tal lixo tóxico.
    Com essa carta dás mais um bom cartucho de balas a entranhar tal ser.

    Abraços.

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  2. Publicava, mas deixei de publicar, desde há duas semanas, os artigos de Paulo Teixeira Pinto.
    O de hoje é um asco, mas ainda se torna mais nojento porque 90% dos artigos de PTP são a falar de tudo menos do FCP; só fala do FCP para bater no mesmo de sempre…

    Terça-feira foi mau, custou a digerir, mas se não somos capazes de olhar para a frente…

    Abraço

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  3. Imbicto Miguel,

    Tão mau, ou pior do que as figuras de terça, foi a inacreditável conferência de imprensa de antevisão ao jogo da próxima jornada, dada por Lopetegui. Repito: inacreditável!
    Discurso medíocre, formatado e, uma vez mais – que tanto me irritou desde sempre -: falar de pedrinhas como se fossem pedregulhos, quase a fazer lembrar o Fonseca nos considerandos sobre os adversários…
    E a cereja em cima do risco ao meio: “perdemos um jogo em dezoito”… Nem foi “um”, nem foram “dezoito”.
    Estou possesso, pá! Possesso com uma espécie de alfinetada abstraída da realidade, numa forma sonsa de abordar a “razão” do adepto que fez passar ironicamente por exigente.
    Mais! Sinceramente, estou pelos cabelos pela argumentação forçada acerca dos penáltis e de bater em teclas gastas.
    Ou é para ir com tudo e ganhar, ou mais vale estar calado. De treta estou eu cheio, depois de tanto o ter defendido. Mas receio que continue tudo igual, do alto da sua perspectiva umbilical.
    Confesso que esperei outra atitude, hoje. Estou profundamente desiludido.

    E se aquilo que o Jorge Vassalo diz sobre PdC não responder a questões de associados for verdade, não há muito mais a dizer. Somando a isso, a forma indescritível como os negócios ganham contornos… vá… “complexos”, nas teias dos empresários e das compras, recompras e interpostas entidades (a ler o mais recente desabafo do TdD). Estamos todos, mais ou menos tolerantes, a chegar a um ponto de saturação extrema, na soma das atitudes vindas de todos os sectores executivos do clube..

    Ou muito me engano, ou isto vai acabar muito, mas muito mal.

    Imbicto abraço e perdoa-me o desabafo! Se calhar, amanhã a cabaça volta ao lugar, porque já não me sinto.

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    1. ’tás maluco?! são comentários/desabafos destes que são necessários, pois são pró-activos e construtivos nas críticas (justas) que se tecem – ao invés dos “lápis afiados” desta vida, sempre prontos para a sua reflexiva maledicência… adiante.

      1)
      de facto é tão-somente uma derrota em dezasseis jogos oficiais. ou duas, num total de vinte e três, se considerarmos os jogos de pré-época.
      o problema não está (e como bem referes) no ter sido a primeira, mas pela forma como aconteceu, pelo estrondo que causou e pela repercussão das suas ondas de choque – cujos efeitos esperam-se que não sejam devastadores…

      2)
      de facto, o discurso de Lopetegui parece “manso” – e sem qualquer ironia na interpretação destas palavras, por favor.
      mas é o seu discurso e estou em crer que não o mudará. eu não desgosto, principalmente da sua frontalidade, apesar de reconhecer que, por vezes, tem que ser mais agressivo e deixar de ser “choninhas”.
      2.1)
      quanto à questão das grandes penalidades, acho que estás a ser injusto, pois que ele limitou-se a constatar um facto e em resposta a uma pergunta provocatória de um pé-de-microfone… do lixo tóxico do grupo confina – e este é que é o pomo da discórdia. se fosse eu a mandar, não haveria lugar às conferências de antevisão (somente para o Porto Canal) e as respostas nas conferências de Imprensa seriam lacónicas, através de monossílabos, para os órgãos que tanto nos “estimam”.

      3)
      os teus dois últimos parágrafos têm a minha anuência e a minha solidariedade, pois também eu partilho desses receios legítimos. mais: no Presente e cada vez mais, a figura do sócio está a dar lugar à do cliente. e este facto também não augura nada de positivo…

      abr@ço
      Miguel | Tomo III

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    2. Imbicto Miguel,

      A noite fez-me bem… 😀 Mas não mudei muito de ideias.
      Vamos lá ver…

      O que sempre me irritou em Lopetegui foi a forma PÚBLICA de encarar os adversários. Ainda que entenda a intencionalidade na lógica de grupo e de foco, isso pode, de certa forma, deixar transparecer um certo medo (vulgo, “caguice”) do risco provocatório e motivacional concreto, nomeadamente ao encarar (com o respeito que outros não sabem ter) como normal a superioridade do seu clube, mas tendo em atenção as tais surpresas e condicionantes – como a forma como o Sporting se “viu grego” para ultrapassar o nosso adversário de hoje. Não creio que seja producente esta forma de ser “coisinho”, ou “choninhas”.
      Isto não significa, porém, a minha abstracção e discordância do seu estilo. É antes uma observação que sempre tive e da qual já falei por várias vezes no Imbicto. Acho bem a animosidade para com os lixeiros do léxico e da informação, tendo em conta a forma persistente com que sempre tentaram martelá-lo e como relegam o nosso “espaço” nos seus serviç(inh)os aos dez minutos da praxe, cheinhos de pressa e curtinhos de tempo. Mas a lei protege-os e poderíamos estar perante um enquadramento legal previsto devido à igualdade no acesso à informação, se fosse dada a primazia ao Porto Canal pré-clube. E sim, estou de acordo contigo em relação ao modus distintivo entre o Porto Canal e o(s) resto(s) – nem que seja para dar um sentido mais óbvio que ainda não lhe encontrei como órgão (agora) oficial do clube, fugindo assim a eventuais discriminações alegadas dos senhores jornalistas, sempre com a mania da perseguição.

      Tomando agora o caminho dos penáltis… Eu não acho que Lopetegui não tenha razão. Tem. É factual, estatístico e verificável. Porém, a forma e o momento com que introduz a temática soa quase a desculpa.
      Não é, portanto, a factualidade, mas o momento, que merecem a minha reprovação.

      Hoje, quase inesperadamente, acho que vai ser um dia perigoso (espero estar enganado no pressentimento). Mantenho tudo o que disse de Lopetegui até hoje, mas esperava um “homem novo”. E isso, meu caro, isso é imperdoável – seja o perdão/ arrependimento nele ausente, seja na direcção que lhe possa, eventualmente, “impor” textos decorados, desmascarados pela “falta de entrosamento” de Layún, na última conferência de imprensa e com o respectivo recurso às cábulas. 😀

      Desculpa lá estar a alongar-me, mas coiso… Prefiro vir discutir em caixas de comentários, a quente, a estar a escrever textos sem pensar no meu espaço.

      Imbicto abraço!

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