dos comensais e outros que tais…

cocinamedieval© google
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caríssima(o),

esta “posta de pescada”® surge sobretudo depois destes pertinentes alertas, lançados pelo caríssimo Jorge Vassalo, no seu (muito azul) “Porto universal” (aqui). retenho-me, acima de tudo, na questão comensal, que ocorreu a 22 de Fevereiro, do corrente ano da graça de NSJC, de 2016, no restaurante “verde gaio”, mesmo em frente ao mercado de Campo de Ourique, em plena Capital do Império. o nome do dito até pode ser verde, mas os “ilustres” comensais, que por lá passaram, são de outra cor, rival àquela, como a imagem documenta:
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fotos© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)
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obviamente que não haverá nada de errado em irmos jantar e/ou cear com os amigos. aliás, outros já o fizeram (ainda farão?), como se comprova na imagem abaixo, estávamos em Setembro de 2009:
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cdaniel

© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)
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agora: jornalistas conviverem, em amena cavaqueira, com actuais dirigentes de clubes, isso não deixa de ser suspeito. e eticamente reprovável, porquanto que, com toda a legitimidade, se pode questionar do Rigor, da Imparcialidade e do profissionalismo dos primeiros. para além de que não é descabido interligar-se e estabelecerem-se relações (nada) especulativas, sobre o muito que publica o grupo cofina [escarro] e/ou a estação de carnaxide [duplo escarro] acerca do quotidiano do estado lampiânico, e a forma desabrida com que muitas vezes (sempre?) encobrem o que de menos positivo por lá existe – por exemplo, sobre o mais recente nojo no processo #porta18.
o despudor não tem limites, de facto. é que estou certo das manchetes que não se fariam se, ao invés, “isto” se passasse um pouco mais a Norte, e os protagonistas fossem outros. aliás, se dúvidas houver, basta estar atento aos noticiários para se perceber um pouco do histerismo jornalístico, por exemplo, acerca da “visita de cortesia” dos SuperDragões à taverna do pai do apitador ferreira, lá para os lados de Fafe – terra conhecida pela Justiça (nem que seja aquela feita pelas próprias mãos)… estão, todos eles, os do jornalixo tuga, muito preocupados com o bem-estar do senhor. ao contrário de outros, com menos “sorte”, consta que não lhe endireitaram o maxilar e/ou arranjaram espaço para dois ou três implantes dentários… e, enquanto se fala sobre o que terá (ou não) acontecido, escamoteia-se a verdade e que é só uma: o apitador, que é uma merd@ de árbitro, realizou uma arbitragem condizente com a sua categoria (de merd@), “desbloqueando” um jogo que se avizinhava complicadito para o 5lb, ao assinalar uma grande penalidade que só existiu na sua cabeça (de merd@)… e que ainda se dá ao desplante de redigir este comunicado de merd@ (aqui) – ficando a (pertinente) dúvida se foi uma assessoria que o fez por ele e em seu nome, ou se foi mesmo o próprio a tomar essa atitude (com todo o risível e todo o ridículo, desta última hipótese, como se depreenderá)…
pois que, para mim, tudo não passa de um folclore despropositado. até parece que os elementos dos Super não podem ir jantar onde bem lhes apetece! é que, ao contrário dos sabujos e dos pés-de-microfone, aqueles não têm que ser imparciais no seu apoio indefectível ao Clube. e mais: este tipo de “visitas de cortesia” (visitas profiláticas?) só pecam por tardias, e deveriam ter mais regularidade. é que já chega de sermos vilipendiados em termos de arbitragens, inclusive em nossa própria casa, onde qualquer “cão”, munido com um apito na boca, nos ultraja! chega de andarmos a ser comidos por lorpas e por morcões, como no tempo «dos bons rapazes»! chega desta mansidão!

a propósito dessa “nossa” mansidão e desse “nosso” sepulcral, inexplicável, incompreensível e execrável (ensurdecedor) silêncio – sobretudo na cúpula do P(h)oder -, eis (mais) duas imagens que evidenciam toda esta dualidade de critérios que amiúde se denuncia – sejam eles editoriais, jornalísticos, arbitrais ou outros:
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#épenálteporra:
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maxi© Tomo III
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(neste ângulo, percebe-se claramente (i) que o Victorio Páez é “ceifado”, (ii) que o jogador do moreirense chega atrasado para fazer o corte, e (iii) que toca primeiro no nosso jogador antes de o fazer na chichinha. é uma imagem que não passa, com a mesma regularidade que outras e de outros ângulos, em todos os programas de “debate” sobre futebol, vá-se lá saber porquê…)
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#ógordocompraunsóculos:
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gordo© superporto
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(dispenso comentários, os quais deixo exclusivamente para ti)
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já agora e a propósito de adeptos indefectíveis, recomendo vivamente a visualização deste vídeo aqui. é que “isto“, para quem gosta, é t-o-p!
e, já se sabe como é: se é reconhecido, de forma meritória, “nesse enorme país que é o Estrangeiro”®, entre muros é alvo de uma inveja mesquinha sem fim, pelo que a notícia não passará noutros canais que não aqueles afectos à cor azul-e-branca…

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por último, não menos importante, e em complemento ao que o caríssimo Belho, do (extremamente azul) “imBicto poema“, oportunamente escreveu aqui, e ao que o “tribunal do dragão” denunciou aqui e da mais elementar Justiça que exige que se faça (aqui), eis um vídeo apropriado para a ocasião (aqui), com todos os créditos a residirem na pessoa do Pedro Cardona.

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sugestão musical:

comme restus, “ristórante de merd@“.
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disse!
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6 thoughts on “dos comensais e outros que tais…

  1. Eu disse logo que era ‘penálte‘! Logo no estádio! Até mandei um sms e tudo. 😉
    E sim, foi a essa mesma conclusão que chegámos, no sitio das hamburguesas do costume: Penalty!
    Agora, podem dizer o que quiserem, é tinto. ‘penálte‘ de tinto, portanto.

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    1. eu acho que essa estória do sms está enviesada 😉

      fui consultar os canhenhos, e parece que houve “alguém” que afirmou assim e primeiramente (antes dos hamburgueres e do tintol, portanto): «na bola».
      e, depois, houve “outro alguém” que respondeu assim: «chamada rótula».
      e o “alguém” primeiro, retorquiu: «daqui pareceu. mas se foi na rótula, é pena não ter sido [… priBado]».
      e a troca de sms continua, num tom muito informal e, como refiro, priBado, a envolver simpáticos epítetos um tanto ou quanto homofóbicos e tal 😀

      abr@ço
      Miguel | Tomo III

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  2. É, Miguel: davas para um bom detective. Olhem só estas provas todas!

    Há um cheiro a medo, que tresanda, a pairar em alguns cantos deste portugal. Não te cheira?
    E eu a pensar que eram bifes a passar da validade…

    Uma vénia aos verdadeiros adeptos do desporto.

    Abraços.

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