não havia necessidade…

pdc© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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caríssima(o),

é verdade que andamos, todas(os)!, bem lixados (com um enormíssimo F bem maiúsculo) da mona, completamente passados dos carretos, com um humor insuportável (pior do que uma gaja com o spm), com uma vontade (louca?) de quilhar “isto tudo” (e novamente com outro F bem maiúsculo).
é certo que andamos descontentes, incrédulos, desmotivados e sobretudo descrentes, inclusive em nós próprios e na nossa força (que a temos, atenção! nunca ela nos abandonou e nós a ela. só desconhecemos que esmoreceu um pouco. mas ela existe. e “anda” por aí. e em força).
é seguro que tudo “isto não passa de «uma alface»*, e que se quer acreditar que será passageira – só não se sabe é quando; mas, lá está!, acredita-se que esteja para breve (está para breve, não está?).
(* expressão para “uma fase” mas que “alguém”, já um pouco ébrio, empregou uma vez, sem exemplo, e como que “pegou” e não mais se esqueceu).

assim sendo, o que a notícia (filha de pai incógnito) acima refere, publicada na edição impressa desta Quinta-feira do pravda, seguida daquele editorial do ‘shôr‘ serpa (tão preocupadinho connosco, como nós pela vida sexual das abéculas…), é perfeitamente escusado… como foi referido no último Universo Porto, no Porto Canal, pela voz de Bernardino Barros, não é tendo por base os insultos gratuitos, as ameaças veladas e aquele tipo de “palhaçadas” tristes, que se consegue fazer passar a mensagem de indignação total e de veemente repúdio pela situação actual do Clube. pelo menos, não é essa a minha convicção…
já agora, nunca, como nos tempos actuais, foram tão lidos os meus e-mails abertos, dirigidos (sobretudo) à “corja” que gravita pela redacção da Travessa da Queimada, vá-se lá saber porquê…

é (também) por tudo “isto“, que a entrevista do nosso querido líder, logo mais, no Porto Canal, às 21h30m, reveste-se de grande importância. eu pelo menos considero que é importante…
e, desafiado pelo Silva – sim, esse mesmo! – aceitei o repto e partilhei as minhas expectativas para a dita cuja:
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«

1)
acima de tudo e por respeito aos sócios, gostava que apresentasse o seu programa para o quadriénio a que se propõe ser o líder do Clube, as principais linhas-mestras pelas quais o norteará.

2)
‘óspois’, gostaria (muito) de saber como será a composição do plantel portista da próxima temporada, bem mais do que a equipa que o apoiará na Direcção.
não espero a confirmação de reforços “de peso” (que não cachalotes, estilo gordobern e outros guerras que tais), mas perceber se a aposta passará, de forma indelével e sem inusitados receios, pela Formação.

3)
seguidamente e sem querer ser chato, qual o rumo no plano comunicacional – sobretudo o que será feito, de facto, para não voltarmos a este estado de completa mansidão.
estou f-a-r-t-o de ser “o corno”, por assim dizer, acerca do que (não) se consegue comunicar, no Clube actualmente. e, como eu, outros mais. é que esta luta é diária, intensa e vive do momento; já nós, via órgãos oficiais do Clube e em que nunca como agora, tivemos tantas plataformas ao nosso dispor, parecemos que comunicamos “por sinais de fumo” quando os outros já o fazem via fibra… por exemplo: de que adianta referir que fomos espoliados na meia-final de andebol, ante o carnide, mais de 72h depois da partida?… e infelizmente, como este episódio, outros mais.

relacionado com este ponto, gostava muito de saber o que será o Porto Canal na próxima época: mais do mesmo – nem generalista, nem “coiso” – ou se haverá mais azul-e-branco na programação?
(e, se for possível, que explique o que efectivamente sucedeu nos convites aos directores dos pasquins lisbonenses, na última gala dos Dragões de Ouro. já o fez por duas vezes e correu mal; pode ser que, à terceira, seja de vez…)

4)
obviamente que não estou à espera de pedidos de perdão; nunca o fez, nunca o fará. mas gostava que, se fosse possível, explicasse aos accionistas e, já agora aos associados, sendo que há muitos portistas que são ambos, qual é a verdade nas relações empresariais entre pai e filho. o que afirmou em Janeiro há muito que está desmentido…

5)
sem (re)mexer muito na ferida, que ainda está (bem) aberta, que explique o que de mal aconteceu na planificação desta temporada. e que assuma os erros cometidos. ficar-lhe-ia muito bem.

acho que, para já, é só.

»

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entretanto e já depois de ter “cozinhado” estas linhas (#notmadeinporta18), o Silva faz-me isto aqui… não havia necessidade, caramba! cabrão do gajo, que me roubou a temática… oportunista, é o que tu és, Silva! 😀

.
disse!
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2 thoughts on “não havia necessidade…

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