duas coisitas (in)significantes…

fcp011

© getty images
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caríssima(o),

enquanto, entre nós, nos degladiamos em “guerrilhas urbanas” fratricidas, mormente sobre questões menores, como pormenores de um acto eleitoral que já ocorreu, e em que a Oposição marcou presença noutro local que não o próprio e o mais indicado para se “fazer ouvir”, hoje há a registar que:
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1)

paulo pereira cristóvão foi acusado de «corrupção activa por obtenção de dados sigilosos, nomeadamente de 196 árbitros de futebol, através de funcionários das finanças», em novo processo paralelo ao do #Cardinalcircus.
sim!, já sei que convém salientar que estamos num Estado de Direito, onde vigora (ou assim deveria…) o Princípio máximo de que ‘in dubio pro reo‘ – excepto, claro está, se o constituído arguido for alguém da Direcção do FC Porto (situação em que a condenação é sumária, em praça pública e sem direito a recurso da decisão primeira e primária). mas e à luz dos factos provados pelo Ministério Público, os quais (repito) se relacionam com o #Cardinalcircus, não está nada fácil a defesa do arguido visconde – o qual, também convém recordar, aquando daqueles factos, era um vice-presidente em pleno exercício de funções (infelizmente, para muitos) que não de um qualquer clube a Norte do Rio Lis, antes da agremiação do Lumiar…

portanto, vou aguardar pelos desenvolvimentos (contorcionistas?) dessa mesmíssima Justiça Desportiva que foi tão lesta e tão solícita, a inocentar aquela agremiação, tida como “impoluta”, de factos que, se forem provados na Justiça Cível, deverão ter, entre outras consequências, e de acordo com os regulamentos em vigor, a sua descida de divisão.
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2)

os hep7acampeões nacionais de andebol caíram de pé, em Carnide.
compreende-se a festa (também) na sede da federação daquela modalidade, pois que “aqueles malandros” já estavam a ser (para lá de) incómodos, tal a hegemonia que patenteiam. tudo valeu para a (in)tentar quebrar: desde a continuação, pelo seu segundo ano, de um abjecto ‘play-off‘, passando por um absurdo calendário (com inqualificáveis pausas injustificáveis), terminando em “gloriosas” arbitragens que deveriam fazer corar de vergonha os responsáveis pelo sector, tamanha que foi a dualidade de critérios evidenciada pelas várias duplas que nos calharam na rifa, mas que, creio, não lhes incomodará nem um pouquinho…

para todos eles, uma péssima novidade: para a próxima época desportiva estaremos por cá. outra vez. para mal dos vossos pecados.

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disse!
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12 thoughts on “duas coisitas (in)significantes…

  1. A cena do andebol é de mais… Somos melhores, foram 22 jogos seguidos sem derrotas, uma seleção nacional à nossa custa…
    – Mas fomos muito patinhos também. Termos perdido o segundo jogo do play off, caindo na cena dos últimos segundos, não podia ter estado na agenda! Depois ficou tudo muito mais difícil… Já sabíamos do roubo da final da taça, tínhamos que ter aberto os olhos !
    Umas lições de malícia com o Mourinho ou de como fazer mind games nas conferências… – Vir falar no final que fomos roubados, não adianta muito.
    Mas, enfim, primeiro ano do RC altamente positivo. Deus queira que tenha aprendido. Não nos basta sermos melhores: temos também de ser mais espertos!…

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  2. Está tudo normal, eles vão ganhar o campeonato nacional de futebol(calabotes aos montes em quase todos os jogos), e no andebol também para lá caminham e pelo mesmo método, à trincalela, país de gatunos.
    Abraço
    Manuel da Silva Moutinho

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  3. Ele está acusado, mas quanto tempo irá demorar esta acusação até cristovão estar atrás das grades? Milion dollar question.

    No andebol, só tenho a dizer que para o ano temos o campeonato “normal” de volta, e quero ver como irá ser.
    Já querem infectar o andebol com o que acontece no futebol.
    Enfim, esta liga tem de ser ganha pelo ABC. A par do FC Porto são os 2 verdadeiros clubes de andebol nacional.

    Abraços.

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    1. @ johan

      permite citar-me, em comentário no blogue do caríssimo Vila Pouca:

      ” só pode afirmar o que afirmou quem não viu o jogo. pior: quem não viu esta eliminatória, tamanha foi a dualidade de critérios exibida nos quatro jogos realizados.

      mérito do adversário? pois claro que sim. pergunte à dupla Martins, de Leiria, como se faz “o mérito do adversário”. ontem, por exemplo, por mais do que uma vez que o 5lb incorreu em jogo passivo. sabe quantas vezes foi assinalado? tantas quantas a de um golo nosso em contra-ataque.

      a verdade é uma e uma só, cujos factos demonstram-no: fomos gamados, roubados, espoliados, acima de tudo, na nossa dignidade. tudo foi feito para se evitar o octa. lastimo que o Clube nada tenha feito de concreto para o evitar, remetendo-se a mais um incompreensível silêncio, quando o que se pedia era um murro na mesa. e essa questão dos livres de sete metros é só uma parte da gritante dualidade de critérios, no sentido em que nunca houve os correspondentes dois minutos de exclusão em muitos lances em que se travou o remate com bloqueio do braço – falta grave, com direito a essa sanção. e isto é tudo menos ser-se calimero, antes denunciar o que se pretende esconder.

      cumprimentos,
      Miguel Lima | Tomo III

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