do telelixo tuga (parte II)…

tvtrash© google | Tomo III
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caríssima(o),

a presente “posta de pescada”® surge no «inconseguimento» destoutra aqui, datada de Outubro de 2015, a qual permanece tão, mas tão actual…

contrariando-me (porque já não tenho muita paciência para tal) e em virtude de ainda ter alguma dificuldade em adormecer, ontem dediquei-me a assistir àquele “p’og’aminha” dedicado ao monólogo de uma “ratazana” (nada santinha), no qual não é sequer concedido o devido (por que necessário) direito ao contraditório.
o que a figura em causa proferiu aqui, ao longo de quase uma hora, daria para muita escrita; a mim, deu-me para revirar as entranhas por várias vezes, sobretudo naquela parte em que se recusou a comparar o mais recente triunfo do Leicester, no sempre competitivo campeonato inglês, com aquele outro do Boavista FC, em 2000/2001, “argumentando” da seguinte forma (e cito, com os destaques a negrito a serem da minha responsabilidade):
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« imaginas um «láister»* (sic) português? sim!, tivemos um Boavista FC, mas porquê? porque foi uma extensão de um determinado poder que estava absolutamente enraizado naquela altura [e que] fazia parte do “Sistema”. eu diria que foi uma compensação que, a certa altura, foi gerada de acordo com aquilo que foi uma extensão de um poder caracterizado de uma determinada maneira, em que determinados ‘players’ tinham uma influência fundamental. e só por isso – independentemente dos méritos desportivos, que nós podemos encontrar nestas circunstâncias – e só por isso é que o Boavista FC foi campeão» [aqui, a partir do minuto 08′] 

[* pronuncia-se “léster“, já agora, pelas razões invocadas aqui (no idioma original), e que se resume a esse facto, tão ‘very british‘, de os súbditos de Sua Majestade gostarem de “comer” sílabas de palavras esdrúxulas, por forma a falarem ainda mais depressa e ninguém perceber pevide do que dizem, ainda para mais com aquela pronúncia tão característica…]
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“muito giro”, não é? pois é, pois é… eu, que nem sou do Boavista e guardo más recordações do clube com nome de rotunda, senti-me ofendido com aquelas declarações…
e o “p’og’aminha” continua, nessa mesma senda, de total achincalhamento televisivo e com igual impunidade, por parte das autoridades competentes, rumo ao vórtice estonteante de passar em claro a notícia do dia: as buscas da PJ às SAD’s das agremiações da Segunda Circular e da congénere bracarense, no âmbito da “Operação Matrioskas“. nada. de. nada. nem uma singela referência ao facto de o visado ser o presidente (russo) da SAD da União de Leiria, acusado de branqueamento de capitais… aliás, ontem assistiu-se a mais um «glorioso» branqueamento capital e no que aos me(r)dia tugas diz respeito, e em relação a esta notícia em particular: foi notório o esforço em “ilibar” os responsáveis das SAD’s afectas à Segunda Circular de toda aquela operação da PJ, ao contrário, por exemplo, do que foi noticiado no âmbito da “Operação Fénix“, com enormes chamadas de capa em todos os pasquins do jornalixo tuga e espampanantes aberturas, em todos os espaços noticiosos, de todos os canais informativos, inclusive os generalistas – em (só) mais uma «gloriosa» dualidade de critérios editoriais, por parte de quem de direito…

já agora e a propósito do que insinuou o “cachalote” que incendeia a estação de Queluz (não, obrigado! não fumo), de uma forma vil, torpe, mesquinha, mas sempre muito «gloriosa», no último programa (vídeo aqui), a SAD do Vitória SC comunicou, no decurso do dia de ontem, que irá «agir em conformidade».
espero bem que aquele «indivíduo» sente os seus dois cuzinhos (o respectivo e o que tem à frente) “no mocho”. e que, caso não consiga provar o que insidiosamente sugeriu, seja por isso punido; e que, no seu contrário, as instâncias que regulam o Desporto, a nível nacional, ajam em conformidade e averigúem de onde parte “a bufa” e/ou quem é “a toupeira”.

ah! já me esquecia.
pelos vistos, haverá muita Paixão em Vila do Conde. permite-me citar o que Sérgio Conceição terá proferido aquando da partida ante o Carnide, e que motivou nova suspensão:
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« não tens personalidade, seu filho da p*t@! metes-me nojo, seu filho da p*t@! cabrão de merd@! não vales nada! mas o que é que tu queres, meu grande cabrão? não passas de um cabrão prepotente! »
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sugestão musical:

Heróis do Mar, “paixão“.

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disse!
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6 thoughts on “do telelixo tuga (parte II)…

  1. Enquanto estes media forem capitalistas e não nacionalistas, então será o mesmo circo de sempre.

    Desta vez não é bruno paixão como o seu coração “segue”, mas sim um ‘bruno ódio’, pelo alvo que ele tem sempre na mira.

    PS:
    Belo professor que saíste. 🙂

    Abraços.

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  2. Considero que as palavras de Sérgio Conceição devam ser condenadas. Se há coisa que Bruno Paixão sempre demonstrou foi ter personalidade. Uma personalidade vermelha e podre. Acho que está bem esse castigo. O que eu ainda não consegui ouvir foi porque razão ele foi expulso. Estas declaracoes são apenas causadas pela personalidade e pela mãe de Bruno Paixão.

    Abraços

    Liked by 1 person

    1. @ pyrokokus

      o que o Sérgio disse foi tão-somente algo parecido com o que, em tempos, o Co Adriaanse e o Vítor Fernandez disseram, e com o mesmo palhaço a apitar: “é falta!”. e, em “ambas as três” situações, o cabrão considerou-as “ofensivas”. daí o castigo…

      ps:
      desculpa só responder agora, mas esta semana foi de loucos…

      abr@ço forte
      Miguel | Tomo III

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  3. @ pyrokokus

    de acordo com a hiperligação para o teor dos impropérios do Sérgio, eis o que consta num relatório com muita Paixão:

    «
    Após a expulsão, recusou-se a deixar o banco de suplentes, tendo mesmo sido necessária a intervenção dos restantes elementos do banco para que o treinador saísse. Por essa razão, aliás, o jogo ficou interrompido durante dois minutos.
    O treinador da equipa visitante protestou de forma incorrecta, dizendo ‘isto não é falta’, num acto de comportamento irresponsável e difamatório.

    »

    assim de repente, lembra-me um castigo idêntico ao Co Adriaanse, curiosamente (ou talvez não…) com o mesmo apitador tuga ao barulho…
    em suma: não passa, nem passará, de um g’anda filho daquela meretriz, de profissão duvidosa (no sentido em que ninguém duvida do que faz para ganhar a Vida), vulgo p*t@. e haverá sempre Campo Maior para recordar…

    abr@ço
    Miguel | Tomo III

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