not@s soltas de (mais) um título ‘pelo canudo’…

andresilva© google | André Silva
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caríssima(o),

vinte e quatro horas depois, está (muito) difícil…
tal como para ti, também eu ainda não consigo articular seja o que for sobre O jogo que valeria toda uma (espécie) de “pré-época” e onde sempre se admitiu que seria «para vencer». desde Abril que se sabia que esse era o objectivo; aliás: o único objectivo para o que restava de toda uma época para não mais esquecer (e à semelhança da de 2013/2014)…
felizmente que, no meio da maralha da bluegosfera, e para lá dos intocáveis, ainda há quem consiga falar claro às gentes, expondo a nu toda a nossa dor (e que também é a sua, e que me merece muita credibilidade e ainda mais solidariedade, sobretudo porque… esteve lá!, em Oeiras. o que, vai-se a ver, parece que faz toda a diferença na douta análise que tece e nos considerandos que elabora, e vice-versa).

depois do que (não) vi, em diferido, e sabendo de que tudo tinha sido consumado em benefício do 5lb minhoto, e depois de ter gramado mais de nove horas (!) num ambiente basto e hostil (por que decorreu num espaço demasiado vermelho para o meu gosto, com sorrisos muito largos e bastante rasgados, que testaram a minha paciência para lá do suportável, o suficiente para desejar enfiar dois ou três bananos nalgumas trombas…), “apraz-me” registar que há mesmo muito trabalhinho pela frente para os responsáveis por todo este descalabro – a começar obviamente pela administração da $Ad/Clube, cujos elementos deveriam ler o texto sobre o respeito (ou a falta deste) que alguma massa adepta vai manifestando por quem deveria ter, acima de tudo, a nossa gratidão. mas parece que os créditos de mais de trinta anos começam a esgotar-se (rapidamente?) e que aqueles (ir)responsáveis não auscultam as redes sociais…
assim, aqui chagados, quero mesmo acreditar que tudo já estará a ser feito, devidamente antecipado e portanto planeado, para que esta tenha sido uma época sem exemplo (e à semelhança da de 2004/2005). é que, quando se pensava que já tínhamos batido no fundo das profundezas do nosso profundo fundo desportivo, esta espécie de “plantel” que vestiu o nosso manto sagrado durante (quase) onze longos, penosos, humilhantes meses, conseguiu sempre “cavar” mais um palmo de terra para um buraco que parece não ter fim – pelo que é realmente pertinente a questão de “onde está o fundo?“.
só espero que esta espécie de “jazigo”, em que nos encontramos, não tenha um “calvário” em tudo idêntico àqueles 14 anos que os lampiões penaram, nos finais da década de ’90, e aos 15 que os calimeros vão padecendo. ou seja: esta é, de facto, a hora das decisões. e todos nós somos chamados a intervir – mas esse é tópico para outra conversa…
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© google | Tomo III
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este será sempre um grande golo em qualquer parte do Mundo (vídeo aqui e aqui, para memória futura), excepto por este “rectângulo à beira-mar (im)plantado”®, bastante conspurcado por um abjecto Centralismo, e besuntado por um despotismo a tresandar a mofo, a bafio, a ginginha e a couratos – portanto, demasiado serôdio para o meu gosto tripeiro (que prefere uma bela sandes de presunto da badalhoca, bem “regada” com uma Super Bock gelatina e à maneira).
e acredito que aquele postal também teve como destinatário um célebre enginheiro, o qual cobardemente (por que a soldo de outrem e de uma forma preferencialmente dúbia) optou por seleccionar somente quem faz parte da trupe Mendes, ao invés de quem efectivamente tem mérito (inclusive desportivo) para estar presente em França.
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josues© zerozero
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depois do «profissionalismo» de Novembro de 2014, eis uma versão Tozé 2.0 em pleno estádio municipal de Oeiras…
confesso que começo a ficar farto destes autênticos bardamerd@s que envergaram o nosso manto sagrado e que, para demonstrar à $AD, que os seus administradores erraram nas suas dispensas e/ou empréstimos, jogam com tudo e como nunca o fizeram, e enquanto foram um dos nossos. e não será o bater no peito, e os gestos de perdão, e as lágrimas (de crocodilo?) no final das partidas, que me fazem pensar diferente do que considero agora: não merecem o meu aplauso, antes a minha indignação. e, se pudesse, uma bisga bem no meio dos olhos.

já agora: quem esteve à espera que josué servisse como uma (espécie de) “moeda de troca” para se ter rafa (nem que fosse já em Janeiro último), deve continuar assim: à espera, e bem sentadinho. e a “rezar” para que os negócios (obscuros?) entre o dumbo de Carnide e o borra-botas da Pedreira não se concretizem – quiçá, via Madrid (ou Valência. ou Manchester.), como os mais recentes rumores
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palhacos© google
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aquele ar de «gloriosa» felicidade, por parte do huguinho, enquanto assiste à defesa fulcral de um(a) matrafona – que só faz exibições portentosas contra nós e que abre as pernas, qual p*t@ barata de cinco contos, aos outros – mais não é do que o epílogo “perfeito” de cinco anos de consulado pereirista. e a confirmação de que o sector da arbitragem, no Portugal “de” Lisboa, é uma gloriosa filha-da-putice, onde verdadeiros filhos da p*t@ comportam-se pior do que as profissionais daquela profissão (nada) duvidosa – no sentido em que não há dúvidas sobre o que fazem para ganhar a Vida…
é por isso que estou em crer que a mudança, a que se assistirá em breve, nesse sector, não irá mudar velhos hábitos, somente um recolocar de novos “peões de brega” ao serviço do clube do regime.

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disse!
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9 thoughts on “not@s soltas de (mais) um título ‘pelo canudo’…

  1. Infelizmente épocas para esquecer têm sido recorrentes.

    O problema é gigante. Não é só o treinador. É todo um plantel sem pingo de vergonha. As declarações do Helton, no final, são motivo de despedimento por justa causa. Ainda por cima vindas da pessoa mais velha do plantel. Se não sabiam a razão do desaparecimento da mística, aí está ela.

    Muita coisa tem de mudar. Não precisamos de estrelas. Queremos quem honre a camisola. Quem não desista. E, ontem, poucos lutaram.

    Simplesmente acho que isto já dura há tempo demais. Desde a saída de AVB que se iniciou este processo.

    Não estou crente numa mudança que nos volte a colocar no nosso lugar.

    Abraços

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    1. @ pyrokokus

      eu quero (voltar) a acreditar, apesar da minha legítima desconfiança. acho que chegamos a uma espécie de ‘grau zero’ do Portismo. e que, a partir de agora, só podemos “subir”. quero acreditar que será sempre a subir -e não de uma forma invertida, em que somos nós que estamos ao contrário e não o resto do Mundo…

      abr@ço
      Miguel | Tomo III

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  2. Obrigado pela referência. E pelo abracinho de consolação.

    Há coisas que nos escapam na bancada: não tinha noção da perfeição do golo, porque já ia de rojo, com o Herrera, para não deixar a bola sair. Mas há outras que se notam melhor: a solidão do Zé, perdido nas suas dúvidas; a put@ da entrada do Aboubakar, atrasada porque… reduzimos para 1-2; as pernas que falharam, um mês de “pré-época” depois, no prolongamento; e, ainda mais, a falta de um sinal do banco, um “safoda malta! Vamos para cima deles mesmo que seja ao pé coxinho!”. Nada!, só uma longa espera pelo cadafalso que poderia tornar um vilão em herói. Não tornou. Fuck!

    Abraço

    Liked by 1 person

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