do mal dos outros…

futuro© google | Tomo III
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caríssim@,

consta, por aí, sobretudo e mormente em portais afectos ao FC Porto, que “isto” está tudo uma valente merda: que quem de direito perdeu o tino (que não este, car@go! ainda ontem fez uma exibição soberba!) e o rasto ao carcalhol, pois que não há pilim nem para croquetes; que o ‘shôr’ Antero já deveria estar no olho da rua há muito, «que é outro que tal»; que o Alexandre é que está a fzer a cama ao pai e a foder esta merda toda, com as comi$$ões a falarem mais alto do que os interesses do Clube; que próprio Nuno também tem culpas no cartório, pois «está mais do que visto» que não percebe pevide disto (principalmente porque sim e também porque foi guarda-redes e, como se sabe, os guarda-redes não dão bons treinadores de campo, ou já não tivéssemos tido essa experiência num Passado bem recente); que está tudo feito para que o Mendes nos volte a “entalar”, sobretudo na novela com o Rafa (e na outra com o Magala. e também com a do Óliver – foda-se que o gajo está em todas!). enfim e em suma: vai ser o fim do Mundo em trusses, e não irá restar pedra sobre pedra.
assim sendo e tendo por base esta “posta de pescada”® do Jorge aqui, eis que irei abrir uma (ligeira) excepção e concentrar-me-ei, mas só por brevíssimos momentos, no quotidiano dos nossos arqui-rivais (“inimigos” fidalgais?) e só para fazer umas ténues comparações – e tudo porque nem tudo (lá está) é exposto no jornalixo, sequer nos me(r)dia tugas, porque não convém. e porque não dá nenhum jeito. e porque eles é que são os bons e nós os maus. e porque as agremiações de lá de baixo são mais do que as mães e nós não chegamos a ter um milhão de apoiantes sequer… ah! a ordem pelas quais as apresentarei refere-se ao grau de importância que confiro às mesmas agremiações e depois de “descontado” todo o meu Amor pelo meu clube do coração.
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i) agremiação de Carnide.
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» «supônha-mos [sic] que» adquiríamos os restantes 50% dos direitos económicos e desportivos de um «activo» que, na época transacta, foi efectivo ao banco e pelo valor de 12M€ (doze milhões de euros). e que, com esta operação, o custo total do «activo» cifra(va)-se «perto dos 22M€ (sensivelmente dois adriáns, portanto);

» suponhamos que temos no plantel outro «activo», exímio marcador de cantos, que veio a um “custo zero” na ordem dos 2.925M€ e que recebe 193 mil euros ilíquidos para nem sequer alinhar na equipa B;

» «supunhá-mos [sic] que» uma referência de balneário; que, em catorze longos anos, (também) nos acompanhou nas nossas maiores vitórias desportivas, chegando inclusive e tal como o líder de então, a ajoelhar-se perante a nossa superioridade, e que, depois de ver todo o seu labor devidamente recompensado pela Direcção da agremiação em causa, é (literalmente) despachado para um clube da Premier… ship (o equivalente inglês à nossa Segunda Liga), supostamente para fazer «o último contrato da sua carreira» mas quando oficiosamente se sabe que foi por ter levado do Carrillo – esse mesmo, e que também terá chegado «gloriosamente» a “custo zero” (falta saber é por quanto terá ficado o prémio de assinatura e o valor das comi$$ões do empresário. ah, espera! é um jogador do 5lb? então não há cá este tipo de custos associados à aquisição dos seus direitos desportivos e económicos);

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o que é que já não se teria escrito por aí? ainda seria o fim do Mundo em trusses ou já seria o Apocalipse? pois…

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ii) agremiação do Lumiar.
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» “supenhámes” que tínhamos prometido ao nosso artilheiro-mor (aquele que chegou, em 2013, “a troco” de 250 mil euros), na última renovação de contrato, não lhe “cortarmos as pernas” caso surgisse uma proposta que fosse financeiramente vantajosa para todas as partes envolvidas. e que, depois desta ter aparecido, e por mais do que uma vez, volta-se atrás com a palavra anteriormente dada, num ‘modus operandi‘ bastante comum por aquelas bandas. e que o jogador, cansado de tanta hipocrisia, resolve forçar a saída, “ameaçando” com um novo episódio tal e qual como em 2014;

» “çepunhámes” que, depois de o paizinho ter vindo a público dar uma entrevista, e de o “líder” ter afirmado que não cede a pressões porque (e cito) «até me facilita a vida: deixo de me preocupar e a decisão fica tomada», surge um interessado num «activo» que recentemente se sagrou campeão europeu a nível de selecções. e que esse interessado, actualmente cheio “dele”, (con)cede num(a espécie de) negócio que envolve «um empréstimo do jogador, por uma época, com o spórtém a receber 10M€ e, no segundo ano, entra em vigor uma opção de compra obrigatória no valor de 35M€». e que, não satisfeito, aquele líder resolve esticar o “negócio” ao seu limite, por forma a que aquele chegue aos 50M€, quando o clube italiano não pretende ultrapassar os 30M€;

» suponhamos que (ainda) temos um plantel composto por trinta e um elementos (o nosso ainda tem vinte e seis), e que ainda estamos no mercado à procura de soluções, e que a questão dos excedentários está a ser resolvida a conta-gotas;

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quantas vestes já não se teriam rasgado? quantos cartões de sócio já não se teriam rasgado? quantos ‘posts‘ «de indignação» já não se teriam escrito? e será que não estaríamos, isso sim!, na presença do armagedão? pois…

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concluindo o meu ponto de vista:
mantenhamos a (necessária) calma. é que quem dirige os destinos do Clube até pode ser uma besta, aos olhos de alguns (poucos, daqueles que não se assumem nos momentos próprios), mas já anda “nisto” há tempo mais do que suficiente para perceber que o seu capital de confiança e de credibilidade, perante os associados, (também) se está a esgotar, pelo que que tem todo o interesse em ser bem sucedido na presente campanha – e com o nome de Antero Henrique obviamente e na minha opinião, a ter que ser incluído neste rol de assumpção de responsabilidades, e em resposta “esperta” a um de vós, que gosta de se armar em “espertinho” (vulgo “ao cagalhão”).

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sugestão musical:

Metallica, “the four horsemen“.

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disse!
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9 thoughts on “do mal dos outros…

  1. Boas.

    Lamento mas não consigo concordar contigo. Em especial depois de não substituírem o Depoitre, nem que fosse por um apanha-bolas qualquer.

    Para mim esta Administração deixou de ter qualquer tipo de desculpa.
    Sou Portista e sempre serei, apoiarei sempre o Clube; mas esta Administração só terá o meu apoio no dia em que se demitir.

    Abraços

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    1. @ pyrokokus

      respeito (muito) a tua opinião. não podemos concordar em tudo, certo? portanto e numa frase ‘very British’, “let’s agree in disagree, shall we?” 🙂

      no fundamental: que consigamos levar de vencida todos os nossos objectivos, a começar já amanhã, ante um adversário poderoso, é o que desejo. esse será um Sucesso de todos e para tod@s nós.

      abr@ço forte (e obrigado pela partilha pública do teu sentimento)
      Miguel | Tomo III

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  2. Disse!, e disse muito bem.
    Não sei o que passa pelos adeptos, talvez seja das temperaturas elevadas. Anda tudo nervoso. Safa! Obrigada Miguel por não perder de vista a globalidade da questão. …

    (Também houve quem dissesse que o ciclismo iria ser mais outro barrete… )

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  3. O que me deixa de sorriso na boca é que para além daquele “tri-campeonato” ganho como se sabe e daquela taça no meio do deserto, a vergonha ainda mora para aquelas bandas.

    É verdade: estamos a fazer “cenas” nunca antes vistas no Nosso FC Porto, mas que não chegam à paspalhice que mora lá para baixo.
    O que leva uma parte dos nossos adeptos a entrar “em pânico” é que estávamos habituados a um padrão de boa gestão; mas, por qualquer razão, abordamos um outro padrão e agora estamos a “pagar” por essa alternativa.
    Felizmente que este ano não veio “o tal” camião TIR de jogadores, e soubemos ver o que tínhamos.
    Mas, uma coisa é certa: o que a SAD está a fazer e o que o treinador e plantel podem fazer, pode diferenciar se nos proporcionamos a apoiar treinador e jogadores.

    Abraços.

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    1. @ Filipe

      não esquecer que o mercado fecha a 02 de Setembro, pelo que aquele “camião” ainda pode descarregar lá pelo Olival. muito do que se joga esta noite também poderá influenciar a sua vinda…

      quanto ao «padrão de boa gestão», esse sempre foi o mesmo, desde 1982 e assenta na mesmíssima componente de risco; esta época o que está a dar a (forte) impressão é de que “não há ar” para grandes vôos…

      abr@ço
      Miguel | Tomo III

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