chupa-chups! [editado]

futuro© google
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caríssim@,

um misto de emoções invade-me desde há mais de (quase) três horas, pelo que prevejo que só Amanhã (talvez) é que farei a minha análise à partida desta noite. 

posto isto, antes de tudo, primeiro do que tudo, e com o pouco de racional que consigo manter num estado de espírito em permanente ebulição, quero desejar esta vitória aos indefectíveis portistas – àqueles que não vacilam, aos de todas as horas e que marcam presença em todos os momentos (sobretudo nos negativos, “quando tudo arde à sua volta”), que não se dão como derrotados antes do tempo, que se recusam a enveredar por um negativismo crónico.
a estrondosa vitória desta noite é sobretudo para eles. e para aquele meio milhar de adeptos que, no mítico ‘stadio olímpico di Roma’ emudeceram perto de quarenta mil ‘tiffosi giallorossi’ e fizeram com que os nossos heróis se sentissem em casa, desde o primeiro minuto de uma partida épica. e obviamente para Nuno Espírito Santo e para o grupo de trabalho que lidera – os verdadeiros artífices de uma proeza [obrigado pela pertinente correcção, “mestre”] que, mais do que «do futebol português» (e como é prazenteiramente costume afirmar-se nestas ocasiões), é antes inteiramente pintada em tons azuis-e-brancos – pois que se trata de uma efeméride do portismo, e do Futebol Clube do Porto, e das suas gentes, e de mais ninguém (sim!, sou egoísta a este ponto, porquê? há azar?).
e quem diria que esse mesmo grupo, tão contestado nos últimos dias (semanas) onde se duvidou de tudo e de todos se questionou, conseguiria o “tal” milagre a que aludi na semana passada?… fica aqui o registo de que só se é derrotado quando se desiste de lutar; e como dos fracos não reza a História…

por último, concede-me este (breve) desabafo que está aqui, “entaladinho”:
certamente que a vitória desta noite não é dirigida aos Sousa Tavares desta vida – os tais que, ainda antes do início do encontro desta noite, e inebriados no negrume do seu derrotismo, já se davam por vencidos (© dragão até à morte), outra vez, (in)tentando arrastar os outros, os indefectíveis, para o seu abismo sem fim.
confesso que não consegui ler mais do que o ponto nr. 1 daquela que, para mim, foi a última NORTADA que me permiti ler. para mim, chega! não estou mais para ler alguém que se diz “portista” e que se comporta pior do que o pior do ‘chouriço’ – o mesmo que nos desejou uma cabazada (vídeo “para a posteridade” aqui) e que, neste momento, volta a ter que ir dormir para a garagem lá do barraco onde habita, tal é o tamanho do melão (e como amanhã é dia de labuta, e ele levanta-se cedo, e demora a desinchar…). mas, ao menos este último não disfarça o seu “desportivismo”, travestido de um asco e de um anti-portismo básico e primário (por que doentiamente crónico), ao contrário do ‘enfant terríBel’, que é um lobo da pior espécie em pele de cordeiro.

assim sendo, para os tristes dos Sousa Tavares desta vida, e para todos os outros comentadores do jornalixo e dos me(r)dia tugas que ainda fazem contas aos minutos que a nossa equipa do coração jogou em superioridade numérica (e que não passam desse facto para justificar a nossa vitória desta noite, ao mesmo tempo que demonstram toda a sua “gloriosa” azia) e que em relação aos seus comentários, a dez minutos do fim da partida, fizeram com que pensasse, de mim para alguns de vós, que já assisti a discursos fúnebres mais alegres e dinâmicos do que, por exemplo, aos do duo de abéculas plantadas no estúdio da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, olhem:

chupa-chups®! CHUPA: chups!

 

disse!

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14 thoughts on “chupa-chups! [editado]

  1. Não consigo ver a marca do chupa-chupa… ah! já vi: RGS!!!!

    Grande vitória dos que sempre acreditaram. Quanto aos MST, Rodolfos e outros aziagos: é pá, mudem de canal quando o FC PORTO estiver a jogar!
    E agora, toca ir a Alvalade vencer para continuarmos invictos em jogos oficiais…

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  2. Miguel, bom dia!

    acho que a oferta do “chupa-chupa” é incorrecta: é só para quem só merece; alguns apenas são dignos de… mer*%

    quantas vezes eu esperei, nestes últimos 3 anos, por afirmações deste calibre pelo FC Porto!
    afinal era disto, e foi por isto, que eu escolhi este clube!
    acredito que isto é como “coçar” – o que é preciso é começar!

    uma palavra, se me permite, para o Felisberto (creio que será o mesmo que leio no blogue do Dragão Vila Pouca):
    dos muitos comentários que fui lendo, que manifestavam a crença numa vitória, foi aquele que sempre me pareceu mais confiante – com serenidade. aah!, portista do carago! você acredita!

    um abraço

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    1. @ Luís

      bom dia, Luís. muito bom dia! 😀

      (no mínimo) fomos dois a torcer por uma noite como a de ontem. pelo épico da proeza e só tendo em linha de conta os confrontos em solo italiano, acho que teremos que recuar àquela igualmente sublime noite em Milão, em 1996/1997, quando silenciámos San Siro.

      e, sim!, o Felisberto é o mesmo e o seu portismo igualmente genuíno 😀

      ps:
      a oferta do chupa-chups é para tod@s; a parte do “chupa!” é que é só para alguns – não sei se me faço entender 😉

      abr@ço
      Miguel | Tomo III

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  3. BOM DIA, Miguel!!!

    Hoje, como ganhámos, só escrevo duas coisitas:
    1)
    Hoje só os PORTISTAS têm direito a festejar… os “portistas” que se reduzam ao seu maldizer…
    2)
    Para o ‘gosma da selva’:
    Chupa meu Filho duma Grande Puta!!! Continua a desejar e a destilar o teu ódio que isso é precisamente a “gasolina” que eu(nós) preciso(amos), para ser(mos) SEMPRE melhor(res) do que tu e a merda do teu clubezeco…

    Acordaram o MONSTRO… 😉

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  4. Alguns iluminados da nossa praça, com mais tempo de antena do que seria suposto e tendo em conta o nível de competências que os formata, e também o sectarismo que os acompanha, permitem-se análises do tipo:
    – o FC Porto beneficiou das expulsões.

    Atendendo à indigência mental que sempre preside às suas “doutas” considerações, não deixa de ser demonstrativo de que a única coisa que os motiva é ver o FC Porto na mó de baixo. Afinal, este tem sido o mal que os acompanha há muito anos. Faz o FC Porto o papel do espelho, na história da bruxa má!

    Ah, e quanto às expulsões, temos de ver, nas razões da sua existência, uma estratégia que não resultou: afinal de contas, colocar fora de campo um adversário que, pela sua entrega, obstava aos objectivos do italiano, foi um desígnio. E, sendo assim, as expulsões fizeram parte do plano, mas daquele que os derrotou.
    De modos que ver os idiotas de Paredes ou doutro sítio qualquer, a rebolarem-se feitos idiotas, como um tal de Borges, com assento nas SIC’s cá do burgo, dá um gozo do caraças!

    Viva o FC Porto! (para eles é pior que “óleo de fígado de bacalhau”)

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  5. Oh Miguel, não acredite em tudo que lê: a maior parte do pobo “chupava” aquele chupa-chups – ainda por cima está embrulhado e tudo.
    Vitória do Querer, da Humildade, da Solidariedade – e não vale mencionar as expulsões porque, aquando da 1ª, já ganhávamos e não estava a descortinar domínio romano. E não esqueçamos a “tradição” violenta da equipa da Roma, na época passada e que levou Spalletti a referi-la na conferência de Imprensa de ontem [Terça-feira].
    Foi mais fácil? Foi! E deixamos, agora, de ter os mesmos problemas? Não! Mas demos um passo em frente numa vertente importantíssima: na confiança. Poderemos perder em Alvalade – é “normal” – mas eles sabem que será mais difícil, porque sente-se garra, mais coragem, e também porque, afinal, existem “cones” capazes de decidirem na hora certa. Sim, estes mesmos que ainda se mantêm no plantel.

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    1. @ ega

      foi “fácil” porque tornámos o jogo mais acessível para nós e para os nossos interesses – com uma entrada de rompante, que surpreendeu a formação romana e em tudo idêntica ao que fizeram no Dragão, mas totalmente desvalorizada pelos comentadores da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão.
      as expulsões foram consequência do bom trabalho que se estava a exercer em todos os sectores da AS Roma.
      quanto ao desafio a disputar no reino distante dos viscondes falidos de Alvaláxia, concordo com a sua argumentação, sustentada naquele que considero ser o principal factor: a confiança que o resultado de ontem conferiu ao grupo de trabalho à disposição do Nuno.

      abr@ço forte
      Miguel | Tomo III

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