‘br@são abençoado’ do dia e mais umas coisitas…

© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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BRASÃO ABENÇOADO do dia (aqui, aqui e aqui, em ficheiro jpg, e também aqui e aqui, mas em pdf), presente na edição impressa, desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, a qual não está (e nem estará) disponível na “papelaria” (aqui), devido ao encerramento compulsivo desta última, em Setembro de 2016.
obviamente que estou de acordo com o cronista acerca do ataque cerrado ao «polvo», que ainda persiste em “fazer das suas” – com o exemplo fulcral a ser o do reaparecimento desse «glorioso» centro-avante, o ‘nomeações’; aliás, as que constam da ementa para este final-de-semana são muito “simpáticas” e sintomáticas do que os «vermes» do «polvo» pretendem que aconteça antes da nossa visita àquele antro onde, em tempos, a Luz apagou (com estrondo) e até choveu do chão: a perda de preciosos pontos, permitindo o nosso afastamento para o líder da treta.
o mesmo já não posso afirmar acerca do que tece sobre a prestação do Nuno, o qual, para mim, esteve tudo menos «impecável», no encontro da última Quarta-feira – e sustento essa minha percepção com o muito que é descrito, sobre ele, aqui, aqui, aqui, aqui (!!) e aqui.

já agora e acerca do nosso treinador:
há já algum tempo que considero que ele, o Nuno, escala e prepara a Equipa em função do adversário que vai defrontar no jogo mais imediato, não utilizando um mesmo sistema táctico para todos os jogos.
também já não é de agora e sobretudo quando vou ao estádio, que tenho a percepção que é o treinador-adjunto, Rui Pedro Silva, quem se assume mais como treinador de campo e o Nuno como uma espécie de ‘manager’ – como que uma espécie de revisitação da importância que o bitó tinha para o £ibras-Boas, numa versão 2.0 (mas mais para o fraquinho, confesso e desde já peço desculpa se estou a ofender alguém, mas não é essa, sequer!, a minha intenção com este meu desabafo).
e também não é dos últimos jogos que me parece que o futebol (ou a espécie deste…) que o Nuno vem sustentando assenta numa teoria mais dada a equipinhas de con@s do que a um plantel que ostenta o Brasão Abençoado. tenho para mim que se privilegia em demasia o «pragmatismo» e o resultadismo mais imediato que marca o placard, do que a exibição ‘per se‘ – algo como: o que importa é vencer e temos que o conseguir, nem que seja com bolas despejadas para o atacante (vulgo: nas costa da defesa contrária) e/ou crença no Espírito Santo. é óbvio que há muito mérito, esta época, de factos como a solidez defensiva e a União que se vai granjeando no grupo de trabalho ao seu dispor; mas e mais uma vez peço desculpa se estou a ofender alguém, não me consigo rever neste futebol de cueiros, pelo que partilho da mais recente opinião de Jorge Massada (aqui).
ah! e o facto de estar a partilhar este meu pensamento contigo não significa que esteja descrente para o que resta da presente temporada, antes pelo contrário: continuo firme na minha convicção de que seremos campeões nacionais e de que, em Maio próximo, estaremos a comemorar o nosso vigésimo oitavo título de campeão do escalão máximo do nosso comezinho futebolzinho

#contratudocontratod@scontraostolosecontraocolinhoecontraopolvoecontraosvermeseoraioqueospartaatod@s.
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© pravda
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neste entretanto, a edição desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, é toda ela um «glorioso» maná de massagem ao ego de todo o Estado Lampiânico, sobretudo e mormente com a entrevista de 08 páginas ao “deus” renato das sandes – esse enorme “activo” actualmente efectivo-ao-banco do todo-poderoso bayern münchen [valente escarro], numa espécie de recordar aos demais que ele, o “golden boy” existe, é vivo mas como não anda por aqui, no burgo, há menos visibilidade do que (não) faz por lá… adiante.

sendo concreto:
depois de lido o dossier dedicado ao nosso FC Porto, com singelas 04 páginas – aqui, aqui e aqui, no formato gif, e também aqui e aqui mas pdf;
depois de lidas as opiniões dos pasquineiros lampiões de serviço do joão (nada, mesmo nada) bonzinho e do senador pateta cervan – aqui, aqui e aqui, no formato gif, e também aqui e aqui mas pdf, e para quem tiver estômago;
e depois de “analisada” a capa ali em cima, da edição de ontem do mesmíssimo pravda da Travessa da Queimada, comprova-se:

a mensagem que a propaganda do Estado Lampiânico difunde em massa para o «glorioso» rebanho é a de estabelecer um inenarrável (por que absurdo) paralelismo entre a arbitragem do alemão felix brych [escarro], na passada Quarta-feira, com a do imberbe luís ferreira, na Sexta, frente ao tondela.
mais uma vez remeto o meu comentário a este inefável esforço das forças de bloqueio do «polvo» e dos seus «vermes», para a adenda pertinente da minha prosa de ontem: não há um portista que justifique a derrota do FC Porto, aos pés da rubentus, exclusivamente com uma arbitragem tipo prokop 2.0, em absoluto.
mais: o que o Nuno afirmou foi (e cito) «sem querer melindrar o trabalho do árbitro, o árbitro podia ter contemporizado e ter tomado outra decisão, porque a falta não é agressiva nem pôs em causa a integridade física do adversário». só que onde os pasquineiros, os pés-de-microfone e os autênticos sabujos dos me(r)dia e jornalixo tugas rebuscam, é na expressão «o árbitro podia ter contemporizado» – algo que, na sua opinião, luís ferreira deveria ter transigido para o tondela e não fez. temos pena (mas não muita)…

em suma: as duas arbitragens não são comparáveis, de todo!, porquanto que o apitador alemão sempre deu a entender um exacerbado proteccionismo para com os ‘gobbi‘, ao contrário da aplicação do apitador tuga em manter uma coerência com o jogo que estava a ser praticado por “ambas as duas” equipas lusas – e, mesmo assim, com evidentes erros e em nosso prejuízo.
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por último e para finalizar, ainda houve tempo para perceber que foi melhor para tod@s nós, portistas, que o santinho do assis tivesse migrado para outras paragens, ditas mais gverreiras – e como se pode ler – aqui, aqui e aqui, no formato jpg, e também aqui e aqui em pdf, e para quem não for muito sensível do estômago...

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disse!
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2 thoughts on “‘br@são abençoado’ do dia e mais umas coisitas…

  1. É verdade que, à conta dos resultados positivos que temos tido na liga, isso tem sido algo que nos tolhe um pouco a vista ao tipo de futebol que (não) se tem praticado. Mas, atendendo ao tempo que temos vivido, sempre é melhor um treinador resultadista e que nos faça sair desta “seca”, e que nos coloque num rumo vitorioso.
    É o tal “fazer muito com (muito) pouco”…

    Pode ser que, a sermos campeões, esta época, a próxima traga um melhor futebol, mais “pensado”. Mas, para isso, é preciso que o NES veja bem os jogos que temos feito, e saiba ter mentalidade para fazer melhorias. Por exemplo: sabe-se que, com Óliver em campo, mais os extremos nas suas devidas posições e em 4-3-3, o FC Porto joga mais fluído.
    A ver se isso irá acontecer já esta época, em alguns jogos, e que faça o NES mudar de ideias.

    Quanto à arbitragem europeia/portuguesa, para ser sincero alguns árbitros estrangeiros já começam a ganhar certos vícios que aqui em Portugal já estão entranhados. Ou seja e tomando por referência o futebol inglês: tem-se mais tendência em favorecer o Chelsea ou um Manchester City, e prejudicar em algo, equipas como o Liverpool ou Arsenal. Depois, temos casos mais conhecidos em Espanha, onde se luta muito pelo favorecimento tanto da parte de Barça como do Real.

    Mas e aqui reside o busílis da questão: lampiões a falar de arbitragens?! É quase como bebés perceberem como funcionam os drones. Ou seja: NADA!

    PS: Nova decoração da casa, muito ‘fancy‘… 🙂

    Abraços.

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    1. Filipe,

      muito obrigado! pela visita e pelas gentis palavras!

      começo pelo teu ‘post scriptum‘: acho que estava na hora de mudar e sobretudo de conferir um pouco mais de “azul” a este espaço, nomeadamente no seu título. espero que tenha sido para melhor 😉

      quanto ao “resto”, pois que eu fico ‘loco’ com tudo “isto”. confesso que não estou habituado, porventura porque fui (muito) mal habituado. mas sei que “estamos aí”, que estamos na luta; as situações mais recentes comprovam-no.

      abr@ço
      Miguel | 92º minuto

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