dessas pinturas (rupestres?)…

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a ‘taberna da esquiça‘, do pai de jorge ferreira (“árbitro” do jogo entre Estoril e 5lb, esta Terça-feira), foi vandalizada, esta madrugada, com referências a inocêncio calabote [n-o-j-o].
«aqui venera-se calabote», com as siglas «SD» e «86», foi a mensagem deixada nas paredes do estabelecimento comercial – isto depois de uma partida onde os encarnados venceram com um golo polémico, visto que o mitra do grego estava em fora-de-jogo.

em declarações à Antena1 [escarro], o próprio jorge ferreira reagiu garantindo não se sentir «intimidado», embora tema pelos seus familiares:

« não tenho medo, não tenho receio. mas temo pela integridade física dos meus mais próximos. sinto-me triste e cansado. lutamos por fazer o melhor… pelos vistos já não podemos fazer o que gostamos, mas nada me vai impedir de fazer o que gosto. nada me move contra ninguém. não é com pequenez que me vão tirar da arbitragem. »

a GNR situa-se perto do local [mesmo em frente à taberna] onde se verificou o incidente, mas, quando chamados a intervir, já não conseguiram identificar qualquer autor do acto.
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in
zerozero | Março de 2017.
(com adulterações ao texto original, da minha responsabilidade
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caríssim@,

obviamente que se condena todo o tipo de violência, seja contra quem for e independentemente das circunstâncias, ou não vivêssemos num Estado de Direito [discurso polido e politicamente correcto].
acontece que, no Futebol e no estado actual do nosso comezinho futebolzinho tuga, eu apoio que se combata o “fogo com fogo”, numa espécie de lex talionis, mas sem tirar olhos (e dado que os dentes ficaram por conta do senhor proença). e é por essa mesma razão que, em Fevereiro de 2016, apoiei a visita de elementos dos Super Dragões àquele estabelecimento comercial, a qual adjectivei de profiláctica e referindo os porquês para tal apoio. hoje continuo a considerar que a mesma foi pró-activa, e num estado de «coacção» muito aquém deste aqui, e que envolveu um dos apitadores tugas “vítimas” da suposta «invasão do Centro de Treinos do Pólo Profissional dos Árbitros, na cidade da Maia, por parte de elementos afectos à claque do FCP».

já agora e sobre o acto de vandalismo puro, ao qual os Super são alheios, cito o ‘blogger‘ “franco baresi” quando este afirma, no estabelecimento do caríssimo Vila Pouca:
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« porque é que eu acho que quem ‘graffitou’ a tasca de Fafe foi a mando do 5lb:
» os SuperDragões [SD], quando quiseram marcar uma posição forte, foram pessoalmente e à vista de todos, à tasca em causa;
» a simbologia dos SD não inclui “ésses” e “dês” com ângulos rectos, à laia da extrema-direita (como era apanágio na simbologia das SS), e, não esquecer, que também está presente na dos “no name” gays [valente escarro] porque os SD são uma claque apolítica;
» o último jogo do árbitro em causa foi numa competição para a qual o FC Porto já não tem quaisquer interesses desportivos e pese embora [o apitador] se tenha “enganado” a favor do 5lb ‘as usual’. pergunta-se: tanta arbitragem revoltante envolvendo a equipa do FC Porto e foi logo “saltar a tampa” ao(s) pintor(es) nesse jogo onde o FC Porto não participou?!;
» esse evento sucede àquela acusação, por parte do 5lb, de que a claque do FC Porto “aterrorizou” os árbitros – um truque que eu já desmontei aqui e que não passa de uma mentira, de uma falácia;
» há antecedentes de incriminação dos SD em “factos alternativos” – por exemplo, o célebre caso da “agressão” ao anão, vulgo chouriço, na Foz, em Março de 2011 – o mesmo que, à data, ainda não apresentou qualquer queixa na PSP;
» e, por último, mas não menos despiciendo, reparem que quem pintou a tasca não conseguiu insultar veementemente, ou pelo menos dizer mal, do 5lb, o arqui-inimigo sempre presente – pelo que a inibição psicológica é por demais evidente [assim como a referência a calabote, muito querido para as bandas de Carnide]»
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mas, mais do que o acto de vandalismo em si e dessa curiosidade de estes epifenómenos ocorrerem somente nos meses de Fevereiro e/ou de Março – provavelmente porque é quando surgem as verdadeiras decisões dos campeonatos, afirmo eu… – há ainda aquela outra «gloriosa» coincidência do avençado do 5lb, no último programa da estação de queluz (não, obrigado. não fumo) – aqui, sensivelmente a partir dos 6′ – no seu monólogo peidalmente visceral, a propósito de exemplificar episódios de «coação», ter trazido à colação precisamente aquela visita dos SuperDragões à taverna dos pais do apitador em causa.
certamente que tal não passou de uma «gloriosa» simultaneidade de acontecimentos diversos que convergiram numa mesma direcção e com um mesmíssimo sentido… acontece que eu não acredito em coincidências, assim como tenho bem presente o que se afirma aqui, aqui e aqui. e que mantenho que há de facto e comprovadamente concertação entre os paneleir… entre os habituais comentadores afectos à agremiação de Carnide, e por mais desmentidos que o façam – risíveis ou não.
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disse!
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desmascarar o que já foi feito…

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nota introdutória:

esta “posta de pescada”® é a segunda de duas, vem no seguimento do que escrevi aqui, e no que entretanto já foi sendo (e muito bem) denunciado aqui (e-letter Dragões Diário), aqui e aqui (no imperdível “Universo Porto – da bancada“) e aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aquiaqui, aqui, aqui, aqui e aqui (na sempre inefável bluegosfera).
como não poderia deixar de ser, também vai honrar os pergaminhos e a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as bastas (© Silva) hiperligações e as diversas imagens (inclusive em gif), que não só para memória futura mas também.
e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral...
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caríssim@,

eu sou do tempo das diatribes entre o Paulinho Santos e o joão vieira pinto, o primeiro “piscineiro” de que tenho memória e muito anterior ao lima (aqui), ao jon-ass (aqui), ou ao guedes (aqui). num desses “bons momentos” (aqui), o primeiro “menino de ouro” (anterior ao deus renato das sandes, portanto) teve que ser operado ao maxilar porque e de acordo com a lenda, foi ao encontro do cotovelo do caxineiro. para a história, fica o registo da suspensão de três meses para o jogador portista enquanto o “menino” esteve de molho.
esta estória entronca no que a imagem acima regista e cujo lance pode ser (re)visto aqui: se a lesão que o Corona sofreu fosse mais grave do que as imagens documentam, é minha opinião que o jogador/lenhador que cometeu aquela ‘talochada’ deveria ficar o mesmo tempo que o internacional mexicano tivesse para recuperar. afinal, o precedente foi instituído em Março de 1998 (e, a meu ver, muito bem); desde então, não mais foi aplicado (e, a meu ver, mal, como se comprova).
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© ojogo | FC Porto para sempre
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de tudo o que pude ‘ouler’ sobre o que aconteceu no Domingo, no Bessa, mormente sobre a “arbitragem” do vermelhíssimo veríssimo, há dois lances que não mereceram qualquer destaque me(r)diático, mas que aconteceram de facto:

» um fora-de-jogo muito mal assinalado a Soares, sensivelmente aos 50′, em que este seguia isolado para a área do clube da rotunda, e depois de uma excelente desmarcação de André²;

» uma dupla falta, a meio-campo, cometida pelo mesmo lenhador (carraça), sensivelmente aos 92′, “ambas as duas” merecedoras (no mínimo) de cartão amarelo – o que, no caso, seria o segundo para aquele. então a entrada sobre o Alex Telles, até arrepia…
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em suma:
o que fica do ‘derby‘ é (também) o cheiro a uma “encomenda” que só não foi avante porque fomos bravos, valentes, valorosos – tod@s nós, da Equipa, ‘staff’ técnico e dirigentes, aos adeptos obviamente.
e que houve uma gritante («gloriosa»?) dualidade de critérios na aplicação das Leis do Jogo.
e que, no meio do sururu, ao intervalo, gostei muito de ver o Nuno a defender os seus, sem esperar pelo divino Espírito Santo.
e que o Victorio Páez foi expulso, por acumulação de amarelos por “isto” aqui:
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neste entretanto, o 5lb realizou dois jogos, ambos decididos por lances duvidosos (no mínimo e para ser gentil) e em encontros em que se estavam a ver gregos para levar de vencida o chaves (em casa, para o campeonato) e o estoril (na Amoreira, na primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal).
eis duas imagens que, na minha óptica, resumem o que se passou nesses encontros:
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parece que, apesar de alguma unanimidade entre ex-apitadores (aqui), estes lances não foram merecedores de constar no rol das queixinhas que o Orelhas apresentou aos salmonelas do Conselho de Arbitragem da FPF.
e diz que o sonso não se quis pronunciar sobre o primeiro lance (também aqui, com forte expressão corporal) e que, no segundo, afirmou (e cito) «os pés estão em jogo, o corpo não» (!!!), quando o grego, antes do passe, estava plantado na grande área. é certo que este sonso só fala «quando tiver que falar», mas quando o faz, mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo. ai!, espera lá… ups…
e que o Orelhas concedeu uma entrevista ao lixo tóxico do grupo cofina, para debitar a habitual propaganda e sossegar as hostes acerca do tão propalado tetra da treta, o novo desígnio nacional.
e que houve uma revisitação “muito fixe” de Christian Fischer, mas sem qualquer punição para o luís grande – talvez porque tenha sido (mais) uma ilusão, talvez em homenagem aos 400 jogos, talvez porque seja (novamente) um elemento integrante do clube do regime, talvez…
e que, perante este desvirtuar da (tão propalada) verdade desportiva – com a validação irregular de um lance capital e que decidiu os primeiros 90′ de uma partida de (pelo menos) 180′ – e depois de todo o frenesim em torno do jogo ante o tondela, consta que não houve quaisquer rasgar das vestes pela parte dos pés-de-microfone e dos sabujos habituais do jornalixo tuga, e que estas foram as capas dos pasquins de hoje:
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em tudo “isto”, uma certeza: aconteceu em período carnavalesco e para não ser levado a mal pelos demais. pois eu não gostei nem um bocadinho…
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bem sei que a “posta” já vai longa, mas este último capítulo vem ao encontro de tudo o que então afirmei, com epicentro na foto em cima.
aqui, aqui e também aqui, temos acesso a umas «gloriosas» escutas que envolvem habituais comentadores afectos à agremiação de carnide. o seu teor é muito interessante, sobretudo se o (cor)relacionarmos com estas imagens aqui, aqui e aqui. ou seja: os três porquinhos, presentes naquela imagem ali em cima, e que negam sempre que não há concertação sobre a propaganda a difundir nos programas de “debate televisivo” sobre o nosso comezinho futebolzinho, foram caços “com a boca na botija”. mais uma vez. e as justificações que entretanto apresentaram – aqui e aqui em texto; aqui em vídeo e por puro divertimento no que se alega em defesa do indefensável – são (no mínimo) muito risíveis e muito pouco convincentes.
é que toda a gente que gasta um pouco do seu tempo a ‘ouver’ tais programas [olá, Jorge! 😉 ] já lhes destapou a careca, há muito: é óbvio que há concertação, tal é a similaridade dos temas que abordam, bem como das expressões que empregam. as últimas e a propósito da nossa cor, são «a escola de mergulhos do Dragão» – visando o André Silva e o Soares – e a «invasão do Centro de Treinos do Polo Profissional dos Árbitros na cidade da Maia por parte de elementos afectos à claque do FCP» – cuja falácia é muito bem desmentida aqui.

em conclusão:
é conveniente estarmos atentos ao que a propaganda nos (in)tenta impingir, mas igualmente e sobretudo unidos* em torno da nossa Equipa do coração, tendo presente que o “inimigo”, esse «polvo» assente em muito #colinho e sempre envolto num #mantoprotector, reside fora de portas e não vacila perante aquele que é o desígnio nacional: o tetracampeonato da treta.
(* sendo que União não significa que sejamos acríticos; estas, a existir – e existem, porque o Clube não é perfeito – têm é que ser justas e tecidas com sentido de responsabilidade porque desengane-se quem considera que a bluegosfera é exclusiva dos portistas…)
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disse!
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