dois (breves) apartes.

© google | 92º minuto
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em relação ao renato:
todos os jogadores devem competir, mas nunca disse que os jogadores tinham que jogar os 90 minutos e em todos os jogos, isso não é possível!
o que disse é que os jogadores devem estar integrados sempre nos grupos e depois participarem nos jogos.
O renato tem sido chamado, com regularidade, aos habituais 18 convocados, na equipa do bayern münchen
[valente escarro], com uma excepção por um problema de gripe. e tem sido utilizado várias vezes, ao longo dos jogos.
isso, para mim, é suficiente
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Fernando Santos, seleccionador nacional, 16 de Março de 2017.
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caríssim@,

não há nada mais para afirmar sobre este não-assunto, a não ser o que a imagem abaixo (bem) elucida, com números que não podem ser contestados (porquanto que são os oficiais) e tendo por comparação um outro jogador, que não é afecto ao FC Porto, dentro do mesmo escalão Sub-21 [pigarro] e que actua no mesmo sector e desempenha as mesmas funções, dentro de campo, que o ‘deus’ renato das sandes:
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© zerozero | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)
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mas eu compreendo o verdadeiro problema (imbróglio?) de Fernando Santos e de outros seleccionadores que entretanto e num Passado recente, têm passado pela #equipaquedecididamentenaoedetod@snos: o agente desportivo de Francisco Geraldes é outro que não o que verdadeiramente controla os destinos das convocatórias da “selecção”.
e «isso, para mim, é suficiente» o bastante para, não só me manter indiferente como até detestar a “selecção”. e cada vez mais. e por mais títulos que conquistem.
é que e para todo o Sempre, #aminhaseleccaotrajadeazulebranco.
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© google | 92º minuto
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Tribunal Arbitral do Desporto [TAD] negou o pedido do spórtém e decidiu arquivar o ‘caso dos vouchers‘. esta é uma decisão que também já tinha sido tomada pela Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga e pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol [FPF].
o TAD justificou a decisão por considerar que «não houve qualquer ilícito disciplinar» na oferta dos ‘Kits Eusébio’ a árbitros
[e aos delegados ao jogo. e aos observadores dos árbitros.], por parte do 5lb.

estas foram as razões que o Tribunal invocou para arquivar o caso:

» as ofertas do 5lb a árbitros, aos observadores destes e a delegados, eram feitas «após os jogos» – algo que era «prática generalizada dos clubes participantes nas competições nacionais de futebol».

» as ofertas foram sempre realizadas «de forma absolutamente transparente […], na presença dos delegados da FPF e depois de estes, ou de um dos elementos das forças policiais, questionarem os árbitros sobre se os elementos afectos ao 5lb poderiam aceder ao balneário para as concretizarem».

» as ofertas não eram feitas «de molde a colocar em causa a integridade e a credibilidade, dos referidos agentes desportivos, nem tão pouco aptas a afectar a imparcialidade dos mesmos e, com isso, a Verdade Desportiva».

» o TAD considera que «não resulta minimamente provado nos autos nem é crível inferir que as ditas “ofertas” e “presentes” tivessem o significado de uma solicitação ou de um convite, a uma actuação parcial, por parte dos árbitros».

» o TAD também considera que, do ponto de vista do preenchimento do tipo de ilícito [“Corrupção da Equipa de Arbitragem”], afigura-se muito pouco relevante saber qual o custo efectivo da refeição, salientando que «tratam-se de refeições e não mais do que isso!».

» o TAD explica que [com aquelas ofertas] «ficou provado que o 5lb não pretendeu por qualquer meio e/ou forma, directa e/ou indirectamente expressa e/ou tacitamente solicitado e/ou sugerido, a qualquer árbitro principal, a qualquer árbitro assistente, a qualquer observador e a qualquer Delegado da LPFP, uma actuação parcial e atentatória do regular decurso dos jogos […] e de forma a beneficiar as suas equipas principal e B, e/ou a prejudicar as equipas adversárias em algum(ns) jogo(s) concreto(s), por aquelas disputado(s), nas competições nacionais em que participam».

» conclui o acórdão que «a oferta do “kit Eusébio”, nas concretas circunstâncias em que se verificou, não é apta a preencher o tipo de ilícito disciplinar “Corrupção da Equipa de Arbitragem”, previsto e punido pelo nr. 1, do art. 62º, do Regulamento Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, nem qualquer outra infracção disciplinar, ainda que indiciariamente [sic]».

.in sapodesporto, 16 de Março de 2017.
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então, está tudo bem quando tudo acaba bem (para o 5lb), certo? errado!
por exemplo, mais do que se (in)tentar saber o custo efectivo de cada refeição, importa afirmar que comprovadamente o 5lb ofereceu lembranças com valor comercial – algo que é liminarmente proibido e taxativamente referido no documento “Normas e Instruções para Árbitros“, emanado pelo Conselho de Arbitragem da FPF, a páginas 42 (concretamente no capítulo III, referente a situações findo o jogo, no seu ponto 5. “lembranças”).
mas, como se trata da “instituição”, as «concretas circunstâncias em que tudo se verificou» não passam de meras suposições fantasiosas de quem as denunciou, pelo que ‘no pasa nada‘…

ai se tudo isto, mais a célebre questão do #Cardinalcircus tivesse ocorrido mais a Norte do Rio Mondego e os seus protagonistas fossem afectos a um clube da ImBicta e que não o Boavista! já não haveria alfaiates e/ou prontos-a-vestir, em número suficiente, para suprir as (avantajadas) necessidades de todas as «gloriosas» virgens ofendidas que por aí pululam…

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disse!
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