Porto final.

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caríssim@,

acima de tudo, o jogo de ontem, em Turim, teve um resultado final e foi o corolário de uma exibição que não envergonham ninguém, sobretudo (e muito principalmente) de quem é portista. e não foi exclusivamente por nossa causa que, em 2018/2019, o futebol tuga só terá um representante com entrada directa na ‘Champions; nessa demanda «gloriosa» pela procura de “bodes respiratórios“, principie-se pela mentalidade de alguns (muitos?) “catedráticos” que pululam nosso comezinho futebolzinho, a começar pelo supra-sumo da agremiação do Lumiar.

numa curtíssima análise, plena de clichês, frases-feitas, chavões futeboleiros e lugares-comuns: caímos de pé, ante um opositor que gastou, num só reforço, 80% do orçamento do FC Porto para esta época, e que, pelo investimento concretizado, assume-se como um fortíssimo candidato a vencer a ‘Champions‘. e tal não se trata de uma qualquer desculpa, pela derrota final de 0-3 (no cômputo das duas mãos) e/ou de um qualquer assomo de uma vitória moral; antes da constatação do que aconteceu dentro das quatro linhas, numa partida de 180’.

por outro lado e numa vertente (bem) mais positiva, ainda bem que o Clube está muito grato à sua massa adepta. foram indubitavelmente uns adeptos do outro mundo, tod@s aqueles que, ontem, abafaram todo um estádio ‘gobbi‘.
e de nada serve a alguns pasquineiros abordar tal questão pelo facto de estar a decorrer um «protesto»; o agradecimento de toda a Equipa, no final, e o reconhecimento dos ‘tiffosi’ da ‘rubentus’ é quanto me basta, depois do show nas bancadas – e para lá do gesto do Fernando Madureira e da calorosa recepção no Aeroporto Francisco Sá Carneiro.
de facto, ele há coisas que nenhum «lapião» conseguirá compreender. nunca!
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a imagem acima refere-se a uma entrada “a varrer”, protagonizada por um jogador ‘rubentino’ e que quase deixava o Layún feito num… quadrado.
aquela aconteceu ao minuto 11′ e passou «gloriosamente» “despercebida” em tudo o que foi resumo à partida, excepto neste aqui, de uma estação de televisão… russa.
talvez a dureza (rudeza?) daquela entrada não esteja bem explícita, pelo que a imagem que se segue “falará” (bem) melhor do que eu:

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em suma:
fossem aplicados os critérios de arbitragem (basto rigorosos) da primeira mão e provavelmente haveria mais estórias para contar sobre a partida de ontem.
e este é um facto que nenhum pasquim do jornalixo tuga, muito menos canal de televisão dos me(r)dia cá do burgo, resolveu apontar, mas que aconteceu, de facto. e que, mais uma vez e porque tal é conveniente para se passar a mensagem* foi «gloriosamente» sonegado.

* a mensagem de que fomos eliminados, curiosamente tal e qual como o 5lb (mas com menos golos sofridos e com menos humilhação, e mesmo que se alegue que a juBe esteve «em modo de treino» (!!!) contra nós e tal e coiso), e olvidando-se esse facto de que, em 180′, jogámos 115′ em inferioridade numérica – curiosamente (ou talvez não…), o argumento utilizado pelos mesmos sabujos, aquando da nossa eliminatória ante a AS Roma, para justificar a «facilidade» da nossa passagem à fase de grupos.
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já a imagem acima serve só de memória futura, expondo-se o Antes e o Depois de Dortmund: isto é, da jactante bazófia seguiu-se uma inversão da Realidade, apontando-se O caminho que afinal sempre esteve presente, mesmo depois da ca-ba-za-da que sofreram.
a capa da direita é só a primeira desse contraste e a primeira que mereceu honras de destaque – curiosa e coincidentemente a aludir à nossa eliminação. e como não acredito em coincidências…
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por último, a imagem acima é só um exemplo do porquê desta notícia aqui ser um «glorioso» logro.
fosse o pizza… o piç… o estrábico punido convenientemente e quando efectiva e comprovadamente prevaricou para amarelo (pelo menos), e o coxo do sonso não afirmaria «não estar preocupado» com esse assunto
como o pizz… o piç… como o estrábico não o foi nem é!, continua a reinar com a gente e a grassar a impunidade, para alegria geral da maralha do Estado Lampiânico e para que o desígnio nacional se cumpra.

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disse!
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ganhámos (o direito a sonhar)

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caríssim@,

antes de tudo, duas advertênciasum pedido e um ‘off-reco(rd):

» advertências:
esta “posta de pescada” vai ser um tanto ou quanto para o looong… para o comprid… vai ser um testament… vai honrar com a imagem de marca deste espaço de discussão pública.
esta “posta” vai ter muitas imagens (e não são dessas).

» pedido:
como já deves ter reparado, ultimamente a frequência com que comunico contigo não é tão regular quanto o desejável. comparando com um Passado recentíssimo, deixou de ser (quase) diária para se cingir uma intermitência pior do que as hesitações de passe do Herrera em zonas nevrálgicas do meio-campo.
tal deve-se (sobretudo) a motivos profissionais, os quais me impedem desse contacto harmoniosamente contínuo que tanto prezo e estimo, e que, no Presente, não é possível (de todo!).
assim sendo e mais uma vez, os meus sinceros pedidos de desculpas por quaisquer eventuais transtornos que te possa causar.

» ‘off-reco(rd)‘:
senhoras e senhores da tap, e do turismo de lisbo… de “portugal”, e da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, e das demais entidades públicas e/ou privadas que ficaram “muito contentes” com o facto da cidade do Porto, pela terceira vez e, desta feita, por total unanimidade (forasteira), ter conseguido o honroso galardão de “Destino Turístico Europeu de 2017“:
a vossa azia é (também) a “gasolina” que faz mover esta Região e o motivo principal pelo qual a reivindicação de mais e melhor descentralização, é muito premente, nos tempos que correm. não compreender que, com aquele prémio, quem vence é igualmente todo um País com pouco mais de 92000 km², é ser demasiado atávico, mesquinho, desditoso, para com toda a restante «paisagem» daquele e que é tudo menos subserviente (servil?) àquela outra e a quem diariamente (in)tenta que se lhe deve prestar vassalagem – ou não fosse a capital do Império… -, mas que, invejosa, não tolera os sucessos da primeira – o tal «resto» que (dizem) não passa de «paisagem».
pelos vistos, é a esta diversidade de «paisagens», com total primazia para a cidade do Porto, que os forasteiros que nos visitam preferem e que quem reside na dita capital do Império persiste em apelidar de «bacoco» por, por exemplo, não compreender o bairrismo intrínseco às suas gentes (algo que faz parte do seu ADN e que não se consegue explicar por palavras) – e já para não referir essa evidência de não perceber as multiplicidades geográfica e demográfica, que a expressão «o Norte» encerra nela própria (como se a região do Alto Douro fosse em tudo idêntica à do Minho, e o Vale do Sousa fosse similar à Ria de Aveiro)…
resumidamente e para não ser (ainda mais) fastidioso:
«que la chupen y que la sigan chupando. y sigan mamando.» ¡y olé, carago!
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neste entretanto, parece que ganhámos em Guimarães e conquistámos o castelo – um feito que, para o campeonato, já não era conseguido desde Fevereiro de 2013. e refiro «parece» porque, depois do muito que pude ler por essa bluegosfera fora e nalgumas redes sociais, o desânimo por não ter havido “ópera” superou o facto de termos levado de vencida dois obstáculos muito difíceis: o spórtém (na nossa fortaleza) e o Vitória (no seu reduto).
p
ara lá do que entrementes (brilhantes) escreveu o Silva e da muito bem observada questão da competência, da autofagia à Porto assertivamente abordada pelo Jorge e da pertinente crítica construtiva aos críticos daquela partida pela parte do caríssimo Vila Pouca, permite-me só esta observação (pertinente?):

é certo que, no jogo em causa e depois da exibição frente aos calimeros, durante muito tempo (deu a impressão que) não jogámos um caralho, tal a forma como se preferiu a solidez da defesa em detrimento dos méritos de um ataque (continuado?) e da famigerada «posse de bola» (mesmo que inócua) – e, no meu entendimento, há uma explicação para que tal tenha sucedido (e já lá vamos).
e é correcto afirmar-se que, em grande parte da partida, houve um permanente sobressalto em cada portista, sempre com a pergunta pendente de “quando é que este gajo [o Nuno] faz alguma coisa? está à espera que chova, só pode… ou então, da intervenção do divino Espírito Santo (nem que seja o de orelha)”…
e, sim!, só após a entrada do Diogo Jota é que soubemos controlar a partida e desferir o “golpe de misericórdia” na mesma e nas aspirações do Vitória SC (e não só) em relação a um hipotético empate.
mas, mesmo assim, ganhámos, porra! outros anos houve e até muito recentes, em que jogámos bem melhor do que no Sábado e perdemos (ou empatámos, o que vai dar ao mesmo em termos de “sabor” e de amargura), para gáudio dos mesmos que, em tempos (não muito) idos, se agarravam ao «pragmatismo» nas vitórias e, agora, (in)tentam-nos lançar poeira (#madeinporta18 ?) com estatísticas que, no cômputo geral, apenas e só referem o que, para mim, é Essencial: marcámos mais golos do que o adversário – com (ou sem) muita posse de bola, com menos cantos do que os outros, com mais remates enquadrados (ou não), quero lá saber! na fase em que estamos no campeonato e com todas as vicissitudes por que já passámos, mais do que “sonatas” e/ou “cantatas“, eu só quero os três pontos em cada um dos jogos que nos faltam disputar; o resto é paisagem (ou «’peaners‘»).

ou seja (e em suma):
é como afirma o “4lusos” e eu corroboro (com os destaques a serem da minha responsabilidade):
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« é evidente que há trabalho feito. É evidente que isto não cai do céu. É claro que o treinador tem a sua responsabilidade e mérito, mesmo que aqui e acolá, eu veja muitas lacunas nas suas decisões (recentes e distantes), em vários jogos e em momentos decisivos de alguns jogos.
sou (e fui!) muito crítico, não raras vezes, em relação a Nuno Espírito Santo [NES]; mas e se for motivo para elogiar, também sei dar-lhe mérito e reconhecer-lhe qualidades, e fá-lo-ei sem qualquer tipo de hesitação.
não sou apologista de NES, nem da forma como dirige e gere a equipa durante os jogos; mas tenho a forte esperança de que possa levar esta equipa a bom porto, dando (e acho que ainda esta época) uma alegria a todos os sócios e adeptos portistas. »
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e, também, como afirma o sr. Remígio Costa:
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« na hora de aproveitar um belo (e útil) triunfo há (ainda) quem insista em ver o “copo meio vazio”. facilitam a vida aos que fazem o trabalho sujo dos nossos adversários, tentando desprestigiar e desvalorizar os nossos sucessos… »
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e, de certa forma, não deixam de ter a sua razão. e tomemos por exemplo o jogo de ontem, a contar para a Champions, em que o Borussia visitou a agremiação de Carnide. rezam as famigeradas estatísticas da partida em causa que o 5lb levou um banho de bola e que, não fosse o seu guarda-redes, a humilhação seria inevitável. porém e para quem (como eu) não viu o jogo, o que as capas dos pasquins lá do burgo transmitem são autênticos orgasmos punheteiros (aqui), com números em tudo idênticos aos que apresentámos ante o todo-poderoso actual terceiro classificado da Liga…
ou seja: o que sobra, para contar à maralha lampiónica, é a vitória ante um super-Dortmund (mesmo que em crise) e o facto de estarem em vantagem para a segunda mão desta eliminatória; ao contrário de muitos de nós e de José Manuel Ribeiro, hoje no seu editorial “memento mori” (aqui), e por mais Razão que lhes assista, ninguém se preocupou em transmitir a ideia de um 5lb recolhido e acantonado no seu meio-campo, à espera de um milagre (que curiosamente viria a acontecer)…
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© google | Tomo III
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a propósito da partida de Guimarães, há algo que, para mim, dela não se pode dissociar: a vergonhosa arbitragem do xistrema.
sem querer ser muito enfadonho, tenho, para mim, que a “encomenda” esteve lá, bem presente no D. Afonso Henriques, e que tudo (in)tentou mas…. não teve a Sorte pelo seu lado. é que muito do (nosso) jogo pastoso da primeira parte também se deveu (e muito!) às inúmeras apitadelas do ‘shôr‘ carlos, sempre muito solícito a interromper o seu normal desenvolvimento, assinalando (de pronto!) todas as faltas, faltinhas e faltecas, a favor do Vitória, e num fulgor inversamente proporcional ao “pau” que permitiu (sempre!) aos jogadores da equipa visitada. e, se dúvidas houver do que afirmo, a imagem que se segue é basta elucidativa:
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© google | Tomo III
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“ah! mas houve um ‘penálte’ a favor do Guimarães, aos 38′. foi descarado o benefício em vosso favor! não fosse o árbitro e o Victorio Páez não teria terminado o jogo! tem vergonha na cara!”
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com mais ou menos insultos à mistura, este foi um comentário (dos vários) que recebi nos últimos dias. percebe-se o teor e o alcance da “indignação” lampiónica, muito pouco dada a ser afrontada com a “tal” verdade desportiva por que tanto pugna(va).
convém recordar que, aos 38′, estava 0-1, a favor do FC Porto e que o Victorio viu um amarelo aos 40′. se eventualmente tivesse visto amarelo aos 38′, tal significaria que, a partir desse momento, e num jogo hipotético que não veio a acontecer, teria o mesmo recato que demonstrou no que restou da partida.
mesmo assim e para os lampiões que por aqui passam, eis duas imagens que (também) ajudarão a elucidar as suas mentes (torpes):
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© google | Tomo III
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© google | Tomo III
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[diz que este não conta como ‘penálte’. que o vesgo do piç… que o vesgo do pizzi também fez falta igual, contra o spórtém e que não contou… pois, ‘tá bem abelha… tivesse este lance ocorrido na nossa grande área, e com muita certeza que teria sido assinalada grande penalidade (com posterior expulsão do Danilo, bem entendido).]

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ah! e sobre a questão da «vergonha na cara»:

(não) ter «vergonha na cara» é andar a apregoar, aos quatro ventos, que há «ameaças a árbitros» mas só a Norte, e mesmo que perpetradas por dois indivíduos que vestiam artefactos identificáveis com uma das claques legalizadas do FC Porto e que qualquer um de nós pode comprar, independentemente do clube do coração…, “esquecendo-se”, de uma forma «gloriosa», de também abordar estas ameaças aqui e que (pasme-se!) foram devidamente comprovadas em Tribunal.
(não) ter «vergonha na cara» é fazer alarde de «muita coação» “esquecendo-se”, de uma assaz «gloriosa», que “a tal” coacção já remonta à década de ’90 (pelo menos) e também para os lados de Carnide.
(não) ter «vergonha na cara» é fazer um banzé com os «buracos azuis» sonegando (mas de forma «gloriosa»!) que a actual direcção da $AD do 5lb deve a este mundo e ao outro também – (pelo menos) ao BPN e ao BES.

(não) ter «vergonha na cara» é um pouco de tudo isto, “esquecendo-se” que a agremiação por que sofrem do coração tem muitos (bastos!) “telhados de vidro” que convém ocultar da mesmíssima maralha para quem diariamente se fazem capas jactantes (vulgo fardos de palha) como estas aqui.
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© Tomo III
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por último e em relação à imagem acima, a qual não encontrei em nenhum lado e sobre um lance – aqui, a partir dos 01:32:38 – que não aparece descrito em nenhum “relato” dos pasquins que o fizeram ‘online‘.

este lance passou em claro ao apitador de serviço. se tivesse sido julgado e conforme o refere o tribunal de ex-apitadores (aqui), muito provavelmente o adrien [valente escarro] não teria terminado a partida em Moreira de Cónegos e (espanto!) muito provavelmente não teria a oportunidade de marcar o terceiro golo dos calimeros. mas, mais do que esse hipotético “se”, a visualização daquele lance, no imediato, recordou-me aquele outro, o da expulsão do imbula, no Bessa, no ano passado, para a Taça de Portugal (aqui).
ou seja: mais uma vez questiono sobre quais são os critérios para este tipo de lances? é que, se os há, são muito “difusos” e propensos às mais diversificadas interpretações (opiniões)… ‘oh, wait!‘…

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disse!
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«ganhámos (apesar do treinador)»

© zerozero
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caríssim@,

antes de tudo, uma pertinente advertência:

com o texto que se segue, o qual será ligeiramente para o looongo, aos olhos de alguns (muitos?) talvez vá parecer que sou o tolinho que se encontra na auto-estrada, em contra-mão, e que julga os outros condutores – todos eles! – por considerar que são os que estão errados, e não ele… aliás: não é «talvez», é mesmo! mas não me importo, pois estou consciente do “erro” que estou a cometer, qual ovelha choné a remar contra a maré [rima propositada]…
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(re)vi a partida deste último Sábado, ontem, em diferido e na tranquilidade do lar, e depois do muito desassossego que pude ler na bluegosfera. aqui chegados, confesso publicamente, não só a minha douta ignorância sobre essa sapiência que é o Futebol, assim como a minha incredulidade perante tanta crítica – acérrima, feroz, tenaz, acre e, com certeza, que igualmente válida (e não me compete julgá-la, antes pelo contrário, e nem sequer é essa a razão de ser desta prosa) – e logo numa vitória…

acusem-me de resultadista; sincera e honestamente quero lá saber! de há uns seis anos a esta parte (pelo menos), aquando da passagem do bitó Pereira, pelo nosso clube do coração, que coloco o pragmatismo do resultado final à frente de outras questões – em tempos, tidas como «de ópera» que, como é do conhecimento geral, é mais lá para os lados do S. Carlos, na capital do império (da ‘piovra‘). por exemplo: desde aquela altura, quando me desloco ao nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, (supostamente aquela que deveria ser «a nossa fortaleza»), existem três resultados possíveis com que poderemos ser brindados, no final das partidas, quando e num Passado (já nada) recente, quando ia às Antas, só considerava a vitória como o único plausível.
talvez esteja a ser exacerbadamente altivo e sobranceiro, ao afirmá-lo, mas será sempre para o lado que dormirei melhor, porque é o que sinto actualmente. esta minha atitude é também uma forma de me defender das expectativas (sempre altas) que tenho quando joga o meu clube de Sempre. pode parecer incongruente, mas desde aquela altura, a do bitó – em que cheguei a assistir a jogos ao vivo e a cores que (literalmente) me fizeram adormecer, tal era o soporífero do “futebol” praticado, assente numa estéril posse de bola e no «o Hulk resolve» – que me sinto assim: espero que se consiga a vitória, nem que seja com um golo em fora-de-jogo, nos instantes finais da partida (‘oh! wait!‘…). e é por demais evidente e óbvio que continuo a perder noites de sono com os nossos desaires, tal&qual como tu, mas isso, agora, não vem (nada) para o caso…

estas recordações assaltaram-me ontem, enquanto revia o jogo de Sábado, o qual, pelos vistos e depois daquelas críticas todas, é ligeiramente diferente daquele visionado pel@s demais portistas da bluegosfera (e não só). explico.
do que me foi dado ver, mais uma vez o nosso treinador adoptou uma espécie de sistema táctico em função do adversário que a equipa defrontava a seguir à última partida. desta feita, fê-lo utilizando um esquema de 4 médios o zona nevrálgica do meio-campo, prescindindo de extremos “puros” – algo que, por exemplo, em tempos idos, José Mourinho fez em todos os desafios que o FC Porto disputou para as competições europeias, nas épocas 2002/2003 e seguinte. e diz que o Prof. Jesualdo Ferreira também o fez e por mais do que uma vez, e com relativo sucesso… e já sei que os plantéis são todos diferentes, e que as qualidades futebolísticas dos médios de agora e de então não podem ser comparáveis (há quem advogue perda de Qualidade…), e que qualquer coincidência de esquemas tácticos entre esses tempos e os de Hoje é pura especulação e uma total perda de Tempo… mas, não foi o Nuno, e não um qualquer Espírito Santo de vão-de-escada, que afirmou que (e cito): «não há um sistema táctico, há uma ideia: os laterais estão constantemente projectados; os médios que envolvem, que rompem; e os avançados que estão sempre perto da grande área adversária. assim, em 60 metros, não há um sistema que se possa identificar, não há 4-4-2, nem 4-3-3. há uma ideia!»? e não foi o mesmo Nuno que afirmou (e cito): «a minha mensagem é única e coerente. acredito fielmente na Comunicação. acho que os jogadores ouvem o que dizemos, sentem o que dizemos e tentam reproduzir isso nos 90 minutos. nem sempre foi assim, mas na maioria das vezes sim. não vejo necessidade de mudar a linha de Comunicação de, como ouço, “dar murros na mesa”. o importante é passar uma mensagem coerente e clara para os jogadores»? então, qual a surpresa de, na Amoreira, termos jogado com quatro médios?! pelo que afirma e em Absurdo, até poderemos jogar sem avançados frente ao spórtém…
o importante a reter, pelo menos para mim e considerando aquele pragmatismo que expus ali atrás, é que houve a assumpção de um erro na explanação daquele sistema de 4 médios. é que e pela primeira vez, Nuno resolveu mexer na Equipa e corrigir um sistema que não estava a resultar (de todo!) ainda na primeira parte do encontro. eu acho que esteve bem em emendar a sua decisão primeira, mas e pelo que pude ler na bluegosfera, até parece que foi cometido um qualquer sacrilégio… aliás, recordo-me de outras partidas “deste” FC Porto, “do” Espírito Santo, na primeira volta, em que nem chegámos a esgotar as três substituições a que temos direito por Lei e quando o jogo “pedia” algo (substancialmente) mais* (melhor?)…
[* dá para compreender um pouco mais (melhor?) a minha actual condição de “resignação”, aquele afirmar de um certo pragmatismo?…]

na partida na Amoreira também deu-se o caso de os primeiros 45′ terem sido amorfos, sem muita chama, sempre a dar a sensação de que estávamos a disputar a partida, mais do que para a vencer, antes para não sairmos de lá sem qualquer ponto conquistado. (infelizmente) já não é a primiera vez que o sinto e a gota de água, para mim, foram aqueles inexplicáveis vinte minutos finais da partida ante o 5lb, no Dragão – em que conscientemente se optou por resguardar o 1-0, qual equipinha pequenina e ante um adversário que, desde o primeiro minuto, se preocupou em não perder (aliás, aqueles festejos efusivos por se ter conseguido um empate, ao minuto 92′, assim o indiciam…).
por outro lado, também vi, ao longo dos 90′, que esta Equipa tem fibra, tem raça, tem carácter, tem garra e não se dá por vencida antes do apito final – e numa clara antítese, por exemplo, para a época transacta. nota-se, sente-se o Espírito de Grupo – e só assim se poderão justificar as reacções de Casillas e de Marcano, ao golo sofrido na Amoreira (num lance fortuito do Estoril, é certo, mas num remate perfeito e só defensável com os olhinhos). e, acho eu, esse deverá ser um mérito que, com toda a Justiça, se deverá imputar ao actual treinador do FC Porto**, ou não será assim?
[** curiosamente o mesmíssimo treinador cujos seus festejos, aquando do nosso segundo golo, foram postos em causa/severamente criticados/alvo de censura (!!!) – como se tivesse que haver um qualquer código de posturana altura de um momento orgásmico, como é o de um golo a favor do FC Porto…]
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em suma e como bem afirma o RCBC, na sua mais recente prosa:

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« a pergunta que me coloco a mim próprio é: será razoável “pedir lagosta com champanhe”, até ao final do campeonato, em vez de “um bom bitoque com batata frita e coca-cola”?
para mim, a focalização até ao final da época deverá centrar-se sobretudo em termos um nível de eficácia e de competência, que nos permita arrecadar o máximo de pontos possível, com maior ou menor fulgor exibicional. […] sinceramente já estou preparado para assistir a “concertos de bombo” (e não «de ópera») e a “comer bitoque com batata frita” até ao final do campeonato. não se trata de falta de ambição ou de exigência, trata-se de realismo. »
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também me foi dado ver e dentro do possível que a (fraca, péssima) realização da transmissão televisiva o permitiu, que e mais uma vez nesta época (que ainda não terminou), e tal&qual como as anteriores duas, que tivemos que lutar contra tudo, contra todos e contra os tolos do costume – i.e., e não há como o sonegar, contra uma equipa de apitadores que souberam (muito) bem ao que foram e desde o seu início (desde a sua nomeação). tenho para mim que o “servicinho” estava muito bem encomendado…

façamos um exercício simples de “supônhamos que” [brincadeira].
imaginemos que aquele fora-de-jogo, muito mal assinalado pelo mesmo bandeirinha que foi incessantemente pressionado pelo “illusionista” igualmente natural do País Basco, mas que comanda o Estoril, e que aconteceu aos 6′ do encontro, e que a imagem acima documenta o que a realização da transmissão televisiva não repetiu e o tribunal do pasquim do ‘quim oliveirinha não analisou, sonegando esse facto de forma despudorada, não o era. imaginemos que o lance decorria com a normalidade que deveria ter acontecido, e que faríamos o golo – algo muito provável de poder ter acontecido, não fosse esse lance indevidamente invalidado.
aos 7′ minutos, a vencer por 0-1, num campo tradicionalmente difícil e ante um opositor que, contra nós, não cede e tudo faz para (pelo menos) empatar o resultado – e ao invés do que acontece quando os outros, ditos “gloriosos”, lá vão passear – o jogo seria outro, certo? porventura não teria havido aquela sofreguidão final, aquela ânsia na procura de um golo que tardava em acontecer. e, se calhar, muitas das críticas que se teceram (e que ainda se tecem…), não teriam visto a luz do dia, correcto? pois…
mas, não foi nada disso que aconteceu e os 2 golos que marcámos também o foram contra a “encomenda” (do) oliveira, o apitador que nos sonegou duas grandes penalidades, não concedeu a lei da vantagem aos 18’, num lance em que optou por assinalar a falta (que existiu!) sobre Diogo Jota, quando Herrera e André² seguiam isolados para um golo certo, e que foi basto permissivo com a distribuição de “lenha”, de “cacete”, de “pau”, de porrada velha, por parte dos canarinhos – e que não os de Terras de Vera Cruz, que esses também sabem jogar à bola. os da Amoreira é mais às pernas dos jogadores…

já agora, um parêntesis para afirmar que a autêntica roubalheira, em termos de arbitragens, esta época, também atinge os jogos da Segunda Liga, mormente aqueles em que intervém o campeão nacional em título.
a imagem que se segue é só mais um exemplo, e refere-se à partida de 14 de Janeiro último, ante o Aves, num empate muito amargo…

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© google | Tomo III
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é por demais evidente o adiantamento do guardião do Desportivo local, no momento em que Fede Varela remata – algo que escapou ao apitador de serviço, certamente que por dificuldades de visão total desse lance, do ponto (nada) privilegiado em que se encontrava [modo de ironia ‘off‘]…
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© fotos da curva | Tomo III
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por último, uma palavrinha para quem se diverte com o rebentamento de petardos em jogos de futebol e considera que (e cito) «’no pyro, no party, no fun‘»:

o vosso lugar não é no Futebol.
aliás: o vosso lugar é bem longe de recintos desportivos, estádios de futebol incluídos.
o que vocês fizeram, este Sábado, só dá razão a tod@s os que nos querem “muito bem” e que gloriosamente aguardam por momentos como esses para nos entalarem bem entaladinhos – por exemplo, no recolher de dados e/ou de factos em que as nossas claques estejam envolvidas e independentemente dos seus membros que prevaricaram, para imporem ao Clube (pelo menos) um jogo à porta fechada por «comportamento incorrecto do público» e «arremesso perigoso de objectos» – uma sanção prevista no art. 178º do Regulamento Disciplinar da Liga.

(e, note-se bem, que prezo muito o trabalho meritório das claques portistas, mas ele há momentos em que a crítica também deve ser tecida, de uma forma justa e objectiva, para o Bem de tod@s quant@s amam o Clube e independentemente da forma como o sentem.)
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e, chegados aqui, com a interrupção da partida por duas vezes – uma delas quando estávamos a massacrar a defesa estorilista e dentro do que a adjectivação daquele verbo (massacrar) comporta na partida em causa – estou certo de que a multa que será dirigida à $AD portista, esta semana, será muito avultada* – porventura num total de 300 UCs (ponto 2., do art. 186º), sendo que cada UC tem o valor de 78 euros… «é só fazer as contas», parafraseando o outro… e também estou certo de que, apenso àquela multa, estará um aviso de que não haverá contemplações, numa próxima vez, porque… não haverá lugar a uma próxima vez.
[* a multa teve um total de 9028 euros (aqui, a pág. 7 e 8)].
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disse!
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para memória futura (parte IV)…

© google | Tomo III
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… não!, as arbitragens não explicam a nossa péssima prestação na corrente edição da ex-taça da bjeKa (ou taça da carica, ou da crica, ou do do raio que a parta!), nem o nosso descalabro exibicional nos três jogos da fase de grupos da mesma, sobretudo porque houve muitos erros da nossa parte – alguns deles “de palmatória”, inclusive a partir das ordens emanadas do banco de suplentes, via Espírito Santo. por exemplo, a jogada do lance do golo dos cónegos principia numa precipitação do Boly, que não soube o que fazer com a chichinha numa condição defensiva: ao invés de um alívio “para as couves”, optou por endossar a dita, pelo solo (!!!), para o médio mais próximo; deu raia, um dos de xadrez verde antecipou-se e precipitou a queda de todo um instável caralho de bartas (dislexia propositada, pois o que queria escrever era caralho de bestas)…

mais: o apoio incansável, indefectível e incondicional, daqueles que marcam sempre presença e em todos os jogos, mesmo nesta competição da treta, merecia mais respeito. ou seja: não concebo aquela entrada em falso na segunda parte, depois de uma primeira mais para o sensaborona. a partir do momento em que o onze que iniciou a partida indiciava que estávamos na luta por uma ida ao reinos dos Algarves, o reinício do jogo deveria mostrar à saciedade essa mesma luta; ao invés, viu-se uma equipa à espera da Sorte dos acontecimentos, a qual viria a revelar-se madrasta. mais uma vez…

em suma (e dentro do que a minha aparente calma permite expressar):
só espero que este retrocesso, em dois “singelos jogos” e depois do bom que se conseguiu no mês de Dezembro, não nos devolva a uma realidade que se pensava estar ultrapassada: a de se ter que ouvir, com inusitada regularidade, os (sempre abjectos) «temos que levantar a cabeça» e «enquanto for matematicamente possível…» – não sei se me faço entender…
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© google | Tomo III
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… não!, não há premeditação. não!, não há condicionamento. não!, não há proteccionismo. não!, não há nada de anormal, só «erros humanos». e muito calimerismo da nossa parte. e a visualização de fantasmas onde eles não existem, sequer em armários esconsos. e o fantástico tecer de inventivas fantasias fantasiosas… nós é que «estamos mal habituados» e não sei mais o quê…
o problema (entre vários), é que aquele atropelamento à rectaguarda, o qual certamente será salvaguardado (aclamado?) ‘a posteriori‘ pelo actual vice-presidente do Conselho de Arbitragem – “o tal” cujo nome surge numas escutas onde Pinto da Costa não é interveniente, e que, em 2010, foi capaz disto aqui – priva-nos de um jogador influente para o desafio que Paços de Ferreira confere. e esse prejuízo efectivo não terá forma de ser “reparado”, sequer de nos ser ressarcido (antes ganham as galinhas dentes)…

mas aquele gaguejar do bruno prata, nos “comentários” ao jogo, na estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, não dando a entender o que a Realidade tornava (mais do que, bem para lá do) evidente, entrando pelos nossos olhos adentro… aquele gaguejar, seguido de um incómodo silêncio de três a quatro segundos, em directo (!!!), “diz-me” que estamos a ser r-o-u-b-a-d-o-s à descarada! e que já não há vergonha em gozarem connosco e com o prestígio, o bom-nome e o reconhecimento, que uma instituição centenária como o Futebol Clube do Porto – que o é, de facto! – merece. e, também e se calhar mais importante, que se lastima que quem deveria e em primeiro lugar, zelar por aqueles interesses, que são os de tod@s @s portistas, só agora “tenha acordado para a Vida”, mas já com quase quatro anos de atraso… certamente que não foi por falta de aviso, inclusive pela parte daqueles que tanto critica

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disse!
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#forrobodo | #untaggable

© fotosdacurva
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#bandeira
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por motivos vários, diversos e diversificados, não pude ver o jogo.
tudo o que (não) sei é graças ao que amiúde se vai divulgando nesse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera. e ao Universo Porto de ontem, no Porto Canal (vídeo aqui). e, também e igualmente importante, aos sms de alguns de vós, que muito prezo e estimo, e que me foram dando conta da revolta que (também) grassava no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos.
e é por isso que compreendo (muito bem) as palavras do Jorge, quando considera «fundamental» que a nossa «fortaleza» o seja de facto: num Todo e numa simbiose perfeitas, numa total Comunhão entre Equipa e Público em geral. não se trata de uma divisão entre Indefectíveis (onde incluo as Claques do Clube), massa adepta, massa associativa e massa assoBiativa; trata-se, isso sim!, de percebermos que, durante os 90′, “o(s) Inimigo(s)” e o(s) foco(s) da nossa revolta / fúria / agitação / indignação / whateveryoumention são o(s) outro(s), o(s) que não enverga(m) o nosso manto sagrado. e que é um total disparate, de um inenarrável Absurdo, estarmos a criar ainda mais tensão entre os nossos. aliás, arrisco-me a afirmar que, fosse num Passado recentíssimo e tivesse estado presente “aquele” público, tão solícito e sempre pronto a manifestar o seu desagrado, e ontem não teríamos levado de vencida um Desportivo como há muito não se via…
ah!, e em relação ao Chaves: cá estarei para verificar se aquela garra, de ontem à noite, não terá sido só “fogo de vista”. no mínimo, espero iguais empenho, compromisso e arrebatamento, quando defrontarem os nossos principais rivais – #notsportemlisbon incluído.

no fundamental:
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perceber que já incomodamos e mesmo com o muito que ainda há para fazer na estabilização da Equipa – uma Equipa com muito carácter, diga-se! – leva-me a acreditar que se está num caminho correcto – sinuoso e com imensos altos e baixos, é certo, mas, mesmo assim, com o fito e com o propósito acertados (e ao invés daquele Passado recentíssimo)…

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© google | Tomo III
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#comimensador
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estou certo que, para quem foi ao estádio, este terá sido mais um momento de enorme emoção, comoção e exaltação.
e, para o “nosso” Comendador e para a restante Equipa, foi (mais) um “grito de Ipiranga“, expresso num balázio que só se aninhou nas redes de (mais) uma espécie de ma(t)rafona, dos muitos que ainda pululam no nosso comezinho futebolzinho tuga. confesso que não tenho pachorra nenhuma para aqueles e que o seu ar de desalento, como a imagem ali em cima documenta, é inversamente proporcional aos meus júbilo e regozijo – para além da vontade imensa que me ocorre, nesses momentos, de os mandar para a matrafona, da rameira, que eventualmente os terá parido e que trabalha esporadicamente, à noite, em zonas escusas (® Ana Ferreira).

no fundamental:
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«que la chupen y que la sigan chupando. y sigan mamando

d10s, Maio de 2014.

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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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#gloriosaazia
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no seguimento da citação do maior (pelo menos, para mim), as capas dos pasquins desportivos de hoje corroboram a (sentida) pirose do mamute lampião que, ontem, aos microfones dos estúdios da estação de queluz (não, obrigado. não fumo…), no #prolongamento, teve o glorioso desplante de afirmar que o Desportivo de Chaves foi «clara e objectivamente prejudicado» (!!!). se calhar não é só o Pina que precisa de ir a um oculista, tal a dificuldade deste em dar por certo que houve (pelo menos, e mais uma vez…) uma grande penalidade evidente que nos foi (novamente…) sonegada… e aquela tirada de fincar que o golo anulado ao André Silva «foi correctíssima»?… sem comentários…
para esses verdadeiros p-a-l-h-a-ç-o-s – e sem qualquer ofensa para os profissionais de tão nobre arte circense – dedico-lhes as imagens que se seguem, “com muito amor e carinho”, no seguimento do espírito da quadra que entretanto se celebra (vende?):
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© ojogo | FC Porto para sempre
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© fotosdacurva
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© Tomo III | fotosdacurva
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#forrobodo
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« de uma vez para sempre tem de acabar este forrobodó! »
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seja bem-aparecido, sr. Presidente! gostei mesmo muito de o ouvir *, ontem!
esperemos que as suas palavras surtam efeito. ainda deveremos ir a tempo…

* para os “artistas” que se dedicam a bloquear vídeos (in)oportunos para os seus gloriosos interesses, informo, desde já, que possuo o original do vídeo com as declarações em causa. o único trabalho que terei é o de (voltar) a publicar aquelas…

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disse!
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#cincazeroSilva

© UEFA | getty images
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caríssim@,

“não há fome que não traga fartura”, “não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe um dia”, lá diz o PoBão.
já o Jorge gosta de citar o CR(jánãotão)Triste, optando por aquele lúdico, que lhe disseram um dia, algures em 2010: «os golos é como o ketchup: quando aparece, aparece tudo de uma vez [sic]».
já o Silva é mais prático (pragmático?): para todos os jogos em que o nosso Grande Amor está envolvido, o prognóstico habitual é o que “empresta” o título a esta prosa e que, de certa forma, até lhe confere algum brilho, algum ‘glamour‘ (ao título desta “posta de pescada”®, bem entendido – que o Silva é moço rude do campo e não liga a estas paneleirices. 😉 estou a reinar contigo, meu velho. sabes bem que já não és um moço, que essas tuas brancas não enganam. 😀 ).

hoje foram cinco golos, naquela que, para mim, foi a exibição da época até à presente data. tudo correu bem, a todos os intervenientes: Nuno não inventou e escalou o onze que se previa; considero que não houve um jogador abaixo do rendimento geral da Equipa (vulgo “patinho feio”); André Silva regressou aos golos e ao acerto na marcação das grandes penalidades (basta que o guarda-redes cumpra as leis do jogo e o juiz da partida as faça respeitar…); o público puxou pela Equipa do primeiro ao último minuto e esta correspondeu, numa simbiose e numa sintonia perfeitas (fosse sempre assim!).
é certo que marcar cedo ajudou, e muito! (quanto mais não seja, a descomprimir). mas e ao invés de um Passado recente, fomos à procura do golo seguinte, pelo que o 3-0 ao intervalo é um reflexo de uma superioridade que não merece contestação. e nem o regresso mais afoito dos ingleses, após o descando, perturbou a concentração da Equipa, a qual soube reagir da melhor forma: procurando o 4-0 – o qual viria a acontecer fruto de uma arbitragem isenta (mas já lá vamos).
de facto, fosse sempre assim e o carrossel de emoções que se está a viver, nesta época, não teria tido tantos sobressaltos…

vencemos uma partida fundamental para as aspirações da Equipa, na presente temporada e ganhámos mais uns cobres para uns cofres que se julgam depauperados e sôfregos de preciosos euros – uma partida em que só dependíamos de nós para levar de vencida este desafio. e aqui permite-me três notas:

1) os nossos detractores afirmam que o grupo que nos calhou em Sorte era «demasiado fácil». confesso que, em Teoria, este até possa ser considerado acessível. mas convém recordar que (i) nós viemos dos ‘play off’ (mesmo tendo eliminado a toda-poderosa AS Roma) e que (ii) não fomos considerados os favoritos a vencer este grupo, antes uma das equipas a poder passar à fase seguinte (a par dos campeões inglês e belga em título).
(ah! e se o Leicester jogou «desfalcado», esta noite – porventura mais preocupado com o jogo do próximo Domingo – também não é menos verdade que o København defrontou uma espécie de Brugge B…)

2) não deixa de ser curioso que esses mesmos detractores, quando defrontam adversários que já nos calharam “na rifa”, normal e mormente capitalizam resultados desportivos diferentes dos nossos, tendencial e preferencialmente negativos.
exemplos: em 2013/2014, para a Liga Europa, defrontámos um Nápoles não muito diferente do actual, sendo que vencemos a primeira mão, em nossa casa, e empatámos, em Itália, a dois golos; a última vez que defrontámos o Beşiktaş, também para aquela competição, foi na época 2010/2011, e vencemos na Turquia por 3-1 e empatámos no Dragão a uma bola; na época transacta, de muito má memória e com todas as vicissitudes a ela inerentes, ante o Dortmund, perdemos os dois jogos da eliminatória, num ‘score‘ total de 3-0 (sendo que o spórtém não fez muito melhor).

3) o resultado desta noite não teria sido possível com uma “arbitragem à portuguesa”. para começar, o segundo canto, do qual resultou o nosso primeiro golo, não teria sido assinalado (considerar-se-ia que o redes não transpôs o terreno de jogo com a bola na sua posse); o golo do Corona teria sido anulado porque se invocaria que, aquando do cruzamento do Alex Telles, a bola teria saído do terreno de jogo; no golo do Brahimi ter-se-ia marcado fora-de-jogo a este último aquando do remate de calcanhar; nem por sombras seria grande penalidade sobre André Silva; no do Diogo Jota teria sido assinalado pé alto na disputa de bola com o defesa esquerdo da formação britânica.

em suma:
foi uma grande jogatana, ante o campeão inglês em título e que, tal como uma equipa algures em 2010, igualmente campeã em título e que também jogou de encarnado no nosso reduto, foi brindado com uma manita à maneira. e, esta noite, tal como naquela, também houve uma exibição de gala e golos a rodos e para todos os gostos. os meus predilectos seguem já abaixo, e pela minha ordem de preferência, em formato gif para perpetuação futura.
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© google | Tomo III
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Madjer foi, mais uma vez, revisitado no Estádio do Dragão.
desta feita, o toque de calcanhar aonteceu pelo seu compatriota Brahimi, o qual, diga-se em abono da Verdade, fez um jogão. e que, com o aproximar de Janeiro, e da concentração da selecção argelina para a CAN, certamente que já está a deixar saudades nalguns sectores das mesmíssimas bancadas que sempre o invectivaram, em tempos não muito idos e que nada têm em comum com o seu primeiro ano entre nós. mas mesmo nada de n-a-d-a. basta dizer que actualmente este Brahimi ajuda na defesa, quando antes só o fazia com os olhinhos, e mal…

mais do que a finalização (sublime) presente na imagem acima, convido-te a (re)ver a jogada completa deste golo e a atentares nas movimentações do dito jogador, e na forma como “fez jogar” a equipa em todo aquele lance. poderás fazê-lo no vídeo aqui e/ou nas imagens gif aqui e aqui (jogada corrida) e aqui e aqui (repetições).
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© google | Tomo III
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portanto: uma finalização irrepreensível de Corona (outro mal-amado da época passada e que, na presente, está claramente transfigurado e para melhor). e “sem espinhas”. e sem deixar cair a chichinha no chão. um golo de bandeira, pois ‘tá claro!
ah! e dizem que o Alex Telles não sabe cruzar… ya, ok…!

convido-te a (re)ver a jogada completa deste golão no vídeo que disponibilizo aqui e/ou nas imagens gif aqui e aqui (jogada corrida) e aqui e aqui (repetições). não tens nada que agradecer; eu sei que sou um querido!. 😉

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por último e antes de me recolher para os meus aposentos, afirmar que tudo “isto” só terá sido possível porque, no passado Sábado, um puto de 18 anos acabou com uma malapata que durava há cinco jogos, devolveu Alma, Garra e Crença à Equipa, e muita Confiança à massa adepta portista (inclusive à assoBiativa). tal não significa que já somos “os maiores da nossa rua”, antes que estamos cientes de que o valor desta Equipa não é assim tão mau quanto o pintam – e apesar dos desenhos triple marfel® do Espírito Santo.

ah! e citando o Ribas, «depois de tanta crítica e de tanto gozo, no final-de-semana, à conta de festejos efusivos por um triunfo para o campeonato, fica a certeza que festejámos tanto uma goleada hoje como outros uma derrota, ontem. curiosidades. apenas isso».

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disse!
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então, é assim:

© Tomo III
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caríssim@,

brevíssimas (por que telegráficas) not@s soltas, sobre o encontro de ontem, ante o “todo-poderoso” Club Brugge, sendo que, por imperativos “técnico-logístico-lógicos”, só tive acesso à partida, via “inácio”, a partir do golo do André Silva:

» tivesse conseguido aquela conexão mais cedo, e provavelmente aquele já poderia ter sido o segundo (ou o terceiro) da Equipa. e, assim, teríamos evitado aquela segunda parte fraquinha, paupérrima, com “futebol” desgarrado e desregrado, em que mais parecemos o Setúbal do passado Sábado do que o grande FC Porto das noites europeias [momento para suspirar de saudade]…
(também se poderia ter dado o caso inverso e que é este: tivesse eu não me conectado, de todo!, e o Preud’homme teria levado muito mais para contar, lá para a Bélgica. mas, não quero ir por aí, por esses caminhos ínvios, de “pés frios” e outros quejandos…)
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» .

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Herrera esteve noutro lado porque o 16, que até perdeu a moeda ao ar, não esteve em campo – ou pelo menos não pareceu estar. Otávio, do outro lado, idem quase aspas-aspas. Ou seja: sobraram oito homens que tiveram de fazer o trabalho de dez, com a agravante de jogarem contra uma equipa que usou as armas que tinha e que abriu o jogo pelas alas, para poder aproveitar a pouca cobertura que é natural na táctica de Nuno.
O 4-1-3-2 pode funcionar muito bem contra equipas fortes e usando as transições rápidas e as desmarcações na frente; é até muito interessante e dá-nos alguma agilidade ofensiva, mas todos têm de trabalhar. Explica-se: jogar sem extremos implica colocar o ónus de criatividade no meio-campo e obriga a que os dois avançados recuem bastante no terreno em trabalho ofensivo e que também pressionem o centro em tarefas defensivas, cansando-se ainda mais. Obriga, também, a que os laterais tenham setas “à Football Manager”, a começarem na zona recuada e a subirem até à área contrária, cansando-se muito mais. Obriga a que o médio, que até joga no centro do terreno
[o ponto G do meio-campo], procure espaços para receber a bola e a passar rapidamente poir aqueles que conseguir vislumbrar, libertando-se da pressão defensiva. E tudo isto envolve um jogo apoiado, em que cada jogador tem de fazer o seu papel. Quando dois deles não o fazem, marimbando-se, o resto da equipa desmorona-se e rebenta fisicamente; daí que as entradas de Ruben e de Corona tenham sido muito importantes, mas pecaram por tardias – porque, por aquela altura, já a equipa estava a cuspir sangue e a respirar pela boca…

[…] não sabia que iríamos ser tão pequenos a pensar no jogo. É isto que vamos ter até ao fim da época, em jogos mais complicados?
Para lá do aparente paradoxo de um jogo contra o Brugge ser um jogo complicado (sim, é Champions! Mas, até aí, há níveis de cinzento e bem visíveis), é este jogo de receber a esférico no meio-campo, ver as desmarcações dos dois avançados e enviar-lhes a ‘chichinha’ em profundidade, pelo ar ou pela relva, para bem longe dos nossos defesas, que até foram “puxados” mais para a frente, e à procura de um desequilíbrio que permita ultrapassar o adversário em lances-chave rápidos e directos?! Parece-me muito pouco francamente…
Até compreendo que a escolha de Nuno tenha tentado romper com o futebol de “posse pela posse” de Lopetegui; mas aquela, a  de Nuno, parece uma aula de Gestão de Recursos Humanos usando tudo menos os testículos. Estocadas rápidas e recuo imediato?! Estrutura defensiva com permissividade assustadora e permeabilidade constante?! Má cobertura dos espaços, distracção na saída de bola e passes falhados que a minha filha, de três anos, se soubesse, abanaria de imediato a cabeça e diria “eu faço miór, papá!”, e sem pestanejar?!
É é “nisto” em que estamos transformados?! Numa equipa que defende uma vantagem de 1-0 em que, e ao contrário do que acontecia, por exemplo, com Mourinho, a segunda parte do resultado parece estar em permanente perigo de ser alterada?!

É enervante ver tão pouco nos ombros de tanto trabalho. E é desgastante ver os jogadores a cansarem-se (notas altas para o seu esforço, que não está sequer em questão), para correrem mais do que devem, porque não perceberam o que fazer em tantas situações de jogo corrido…
Raios! Em Agosto não podia pedir muito mais, mas, em Novembro, já posso berrar e exigir bem mais do que “isto”!
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cito o Jorge, naquela que considero ser a melhor análise que já li sobre a presente temporada – e sem desprimor para os demais ‘compagnons de route‘ deste mundo da bluegosfera – tão-somente para corroborar aquela parte, da conferência de Imprensa de ontem, em que Nuno afirma que «ainda falta caminho», e bem ao contrário do Espírito Santo que, momentos antes, na frase anterior (e para ser preciso), confidenciava que «estamos mais próximos daquilo a que queremos chegar». certamente que esta última tirada foi para desanuviar o ambiente…
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» no seguimento daquele inconseguimento da Equipa, ontem, e sobretudo no decurso da segunda parte, houve momentos em que não parava de pensar: “se for assim, no próximo Domingo, estamos feitos!”. e, a cada jogada de ataque dos belgas, desfalcadíssimos como se sabe, e que, mesmo com a sua equipa C, conseguiam desbaratar a nossa defesa, aquela minha preocupação aumentava. aliás e para ser honesto: ainda não parei de pensar que, se for como ontem, poderemos passar um mau bocado… e também ainda não parei de me preocupar com este meu pensamento (uno).
(e longe de mim vá o agoiro, porque tudo o que desejo é o Sucesso.)
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» Iker voltou a ser fulcral, ao garantir(-nos) preciosos pontos e os tão necessários contos (ou euros), com uma tremenda defesa, a dez minutos do final da partida, e quando a nossa defesa tremia por todos os lados…
Casillas foi, por isso mesmo, preponderante neste desfecho feliz, tal e qual como André Silva. mas só este último é que é alvo de elogios e encómios, entre os portistas; aquele outro persiste em ser mal-visto, e denegrido, e enxovalhado, entre alguns daqueles que o deveriam defender dos detractores (injustamente, digo eu. e com muita vergonha à mistura, também)…
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» Herrera foi herrível (© Jorge). outra vez. esta época. tal e qual como em muitas outras ocasiões, ao longo das três que já leva entre nós. ‘so, what’s new?‘… mas pior, bem pior!, foram os artolas que o assobiaram indecente e incessantemente, aquando da sua substituição.
por mais desgaste emocional que o jogador mexicano nos provoque – e como provoca! que o diga o antigo sofá do Felisberto! – que diabo!, era o Capitão da nossa Equipa do coração a abandonar o terreno de jogo, e não um adversário a tentar “queimar tempo”, ou um qualquer burgesso afecto ao Carnide.
em suma: foi (mais) um momento horrífico, em pleno Estádio do Dragão (!!!) e que muito me envergonha por saber que o jogador – ou qualquer outro da nossa Equipa – não o merece: não daquela forma e quando deixou tudo o que tem (e o que sabe, mesmo que, aos nossos olhos, pareça pouco) em campo.
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» noutro diapasão e recordando-me das capas que se fizeram no ano passado, nos momentos em que aquela minha preocupação não me assalta o Espírito, questiono-me como teria sido se o Dortmund tivesse perdido, ontem… ou será que não perdeu, mesmo? é que, depois disto aqui, já nem sei…
e como seriam as capas, hoje, se tivéssemos perdido pontos? ui! que forrobodó que não seria! como vencemos (mesmo que a jogar mal), vai por aí uma azia “que nem é bom”… enfim…
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disse!
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o FC Porto perdeu(-se)…

futuro© FC Porto
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« os adeptos este ano têm sido extremamente apoiantes e compreendem que estamos numa fase de transição.
estão com a equipa e, ainda no último jogo, mostraram que estão com a Equipa, mesmo sofrendo nos minutos iniciais. quando digo “adeptos”, não digo todos os que vão ao estádio; são mesmo os adeptos do FC Porto. não podemos esquecer que, por contratos comerciais, temos que dar umas centenas de convites que, depois, as empresas não estão preocupadas em entregá-los a portistas. sabemos de gente que vai lá  
[ao Estádio], não para desfrutar, mas para mandar umas assobiadelas. aqui [em Leicester] não acontece, pois vêm os portistas e não os que não são adeptos. »

Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa | 26 de Setembro de 2016
(presidente, em palavras ao Porto Canal. vídeo aqui, a partir dos 2’49”)
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caríssim@,

no meu entendimento, toda e qualquer análise que se possa tecer à vergonhosa exibição (mais uma…) de ontem, em Leicester, terá que ter por base de sustentação aquelas palavras ali em cima, da autoria do nosso querido líder, mormente a passagem que refere que (e cito) «estamos numa fase de transição». este é um dado novo, sobretudo porque recordo-me (muito) bem e tenho que o trazer à colação, em Abril último, o discurso oficial (mesmo que presidencial), ia noutro sentido – no de se terem identificado os erros de um Passado muito recente (sobretudo os últimos quatro anos) e de se estar a construir «uma equipa à imagem do carácter dos jogadores [veteranos] do FC Porto».
mesmo com a “promessa” de não garantir títulos, foi “vendida” a mensagem de que algo (para) diferente e para melhor do que, até então, estava a ser (mal) feito, iria ser concretizado. eu “comprei” essa mensagem, acreditando que o Futuro, mesmo com “dores de crescimento”, poderia ser efectivamente melhor, mais risonho, mais azul, do que esse Passado (de má memória). (pelo menos) desde Abril e nessa espécie de “pré-época”, em nenhum momento foi aflorada a questão de se estar numa «fase de transição». e, repito-me, este é um dado novo e que ajuda a perceber o muito do nosso actual (des)Norte. explico.

se, por «fase de transição», se entender que esta será uma nova época sem a promessa de conquista efectiva de títulos, e por muito «carácter» que se tente “impregnar” no actual plantel, então “estamos conversados”: somos efectiva e comprovadamente o ‘outsider‘ dos (ditos) três grandes, inclusive com menos favoritismo do que os gverreiros (lampiões) do Minho na disputa pela terceira vaga para a próxima edição da Champions. aliás, só assim e no que julgo (não) saber, se poderá compreender a própria construção do actual plantel, o qual, para lá de todas as carências – em quase todos os sectores (mormente na questão central da defesa e, já agora, do ataque) – e também em relação às “outra$” carncia$, tem a média de idades mais jovem dos seus mais directos competidores.
mas – e há sempre um (maldito) “mas” – também convém referir que há questões, na constituição de um plantel tão jovem como este, que ficam difíceis de se perceber, mesmo à luz (salvo seja!) de uma «fase de transição»: por exemplo, por que é que não se apostou ainda mais em jogadores da formação do Clube – e refiro-me concretamente aos exemplos do Gudiño, do Rafa, do Vítor García, do Ivo e do Gonçalo Paciência? bem sei que eles têm que “ganhar calo” na Primeira Divisão, ao invés de andarem a aquecer os bancos em alguns dos “eirados” desta última mas, para mim, faria mais sentido integrá-los, desde já, neste plantel do que haver a indefinição de se poderem juntar ao grupo “mais lá para a frente”. assim, sim!, haveria a confirmação de uma (e cito) «aposta séria na Formação».

se, por outro lado, por esta mesma «fase de transição», se entender que se pretende desresponsabilizar, seja quem for, a começar e a terminar no máximo responsável pelos destinos do Clube e/ou da $AD, por um eventual (novo) descalabro desportivo, então a “emenda ainda é pior do que o próprio soneto” – no sentido em que a margem de manobra, a ser este o caso, já não é muita, e para não afirmar que até se encontra num (muito) ténue fio de confiança, inclusive pela parte de muitos daqueles «adeptos portistas», o qual ameaça quebrar a qualquer momento – vide estes textos exemplares (e muito exemplificativos) aqui e recentemente aqui.

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tudo o que acima afirmei entronca no inenarrável jogo de ontem, em Leicester. para mim e para os meus olhos, foi mau demais para ter sido verdade. perante o “belenenses” da Premier League [© Silva, aqui], a jogar como qualquer “tondela” ante nós, fomos para lá de vulgares e não soubemos, nunca!, impor a nossa condição de, entre todos os representantes desta edição, só o Barça e o Real Madrid terem igual número de presenças na Champions – um facto que, por si só, deveria bastar para podermos ter feito história, pela primeira vez, em terras de Sua Majestade. a verdade, é que, ontem, houve mais uma estória para contar, na nossa (vasta) história de infortúnios na Bretanha, a qual foi sentenciada pelo cotovelador-mor que mais abomino na actualidade – e para gáudio de uma besta a quem desejo, todos os “santos” dias, que lhe cresça um pinheiro (atravessado) onde o Sol definitivamente não brilha.
acima de tudo, considero que não houve Vontade (os dez minutos iniciais e os últimos dez da segunda parte, não servem para contestar esta minha convicção, pois legitimamente pergunto: e os restantes setenta minutos serviram para quê?…); houve erros técnicos em demasia (por que regressaram André² e Adrián das cabines?! por que se jogaram mais de setenta minutos com linhas baixas, ante uma equipa que pratica jogo directo para a área adversária? qual é a verdadeira missão do Óliver, nesta equipa? a quem cabe a construção inicial do jogo da equipa? qual a razão para nunca se ter procurado a linha de fundo para cruzar, sabendo-se das dificuldades do filho do Peter nos cruzamentos?); houve demasiados erros individuais e colectivos, numa equipa que pareceu estar sempre, mas mesmo sempre, aquém (e além) das suas responsabilidades – e não foram os últimos dez minutos da partida e uma arbitragem (muito) para o “caseirinha” (como é habitualmente recorrente no apitador turco), que me farão mudar de opinião.

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em suma (e para não maçar ainda mais):

custa-me muito escrever estas linhas e de estar com este sentimento (de desolação, bem mais do que tristeza. e de algum (in)conformismo à mistura), precisamente no dia em que o nosso clube do coração comemora cento e vinte e três anos de idade *. e assim se justifica o título desta prosa…
é mesmo mau. demais. para. ser. verdade…

* estou tão, mas tão fodido, e com um F bem maiúsculo, que já antecipo algumas mensagens a gozar com a data de constituição do nosso Clube.
a esses, (in)vulgar e (in)variavelmente adeptos daquela agremiação criada nas traseiras de uma «farmácia», numa época em que esta se escrevia «pharmácia» e que adoptou, como data de criação, o ano da agremiação mais antiga naquela agregação (!!!), o meu veemente desejo de que continuem a ir para a putinha que vos pariu, mas sempre com muito “respeito” entre nós e como assim tem que ser, entre verdadeiros desportistas

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disse!
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chupa-chups! [editado]

futuro© google
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caríssim@,

um misto de emoções invade-me desde há mais de (quase) três horas, pelo que prevejo que só Amanhã (talvez) é que farei a minha análise à partida desta noite. 

posto isto, antes de tudo, primeiro do que tudo, e com o pouco de racional que consigo manter num estado de espírito em permanente ebulição, quero desejar esta vitória aos indefectíveis portistas – àqueles que não vacilam, aos de todas as horas e que marcam presença em todos os momentos (sobretudo nos negativos, “quando tudo arde à sua volta”), que não se dão como derrotados antes do tempo, que se recusam a enveredar por um negativismo crónico.
a estrondosa vitória desta noite é sobretudo para eles. e para aquele meio milhar de adeptos que, no mítico ‘stadio olímpico di Roma’ emudeceram perto de quarenta mil ‘tiffosi giallorossi’ e fizeram com que os nossos heróis se sentissem em casa, desde o primeiro minuto de uma partida épica. e obviamente para Nuno Espírito Santo e para o grupo de trabalho que lidera – os verdadeiros artífices de uma proeza [obrigado pela pertinente correcção, “mestre”] que, mais do que «do futebol português» (e como é prazenteiramente costume afirmar-se nestas ocasiões), é antes inteiramente pintada em tons azuis-e-brancos – pois que se trata de uma efeméride do portismo, e do Futebol Clube do Porto, e das suas gentes, e de mais ninguém (sim!, sou egoísta a este ponto, porquê? há azar?).
e quem diria que esse mesmo grupo, tão contestado nos últimos dias (semanas) onde se duvidou de tudo e de todos se questionou, conseguiria o “tal” milagre a que aludi na semana passada?… fica aqui o registo de que só se é derrotado quando se desiste de lutar; e como dos fracos não reza a História…

por último, concede-me este (breve) desabafo que está aqui, “entaladinho”:
certamente que a vitória desta noite não é dirigida aos Sousa Tavares desta vida – os tais que, ainda antes do início do encontro desta noite, e inebriados no negrume do seu derrotismo, já se davam por vencidos (© dragão até à morte), outra vez, (in)tentando arrastar os outros, os indefectíveis, para o seu abismo sem fim.
confesso que não consegui ler mais do que o ponto nr. 1 daquela que, para mim, foi a última NORTADA que me permiti ler. para mim, chega! não estou mais para ler alguém que se diz “portista” e que se comporta pior do que o pior do ‘chouriço’ – o mesmo que nos desejou uma cabazada (vídeo “para a posteridade” aqui) e que, neste momento, volta a ter que ir dormir para a garagem lá do barraco onde habita, tal é o tamanho do melão (e como amanhã é dia de labuta, e ele levanta-se cedo, e demora a desinchar…). mas, ao menos este último não disfarça o seu “desportivismo”, travestido de um asco e de um anti-portismo básico e primário (por que doentiamente crónico), ao contrário do ‘enfant terríBel’, que é um lobo da pior espécie em pele de cordeiro.

assim sendo, para os tristes dos Sousa Tavares desta vida, e para todos os outros comentadores do jornalixo e dos me(r)dia tugas que ainda fazem contas aos minutos que a nossa equipa do coração jogou em superioridade numérica (e que não passam desse facto para justificar a nossa vitória desta noite, ao mesmo tempo que demonstram toda a sua “gloriosa” azia) e que em relação aos seus comentários, a dez minutos do fim da partida, fizeram com que pensasse, de mim para alguns de vós, que já assisti a discursos fúnebres mais alegres e dinâmicos do que, por exemplo, aos do duo de abéculas plantadas no estúdio da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, olhem:

chupa-chups®! CHUPA: chups!

 

disse!

not@s soltas de um ‘milagre’ pequeno…

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i) not@ de abertura.

no meu entendimento, antes de tudo, convém referir que:

» estamos a disputar uma eliminatória de 180′ ante o terceiro classificado, do campeonato italiano, da época transacta e no qual foi a equipa mais concretizadora, com mais de 80 golos marcados (nós “só” marcámos 67…);

» este poderoso adversário, e considerando só as aquisições de direitos desportivos e económicos de jogadores, para a presente época, e à data e hora destas linhas, já investiu perto de 110M€ – tanto quanto o nosso orçamento global;

» como o referi anteriormente e se não é mesmo assim, tudo leva a crer que a formulação e que a (in)definição do nosso plantel, para esta época, está “dependente” da passagem à fase de grupos da Champions. e deve ser por esta razão que se vão cometendo algumas argoladas que não lembram ao Menino Jesus (e não!, não me refiro ao «catedrático»)…
(e não adianta estar agora a clamar por “e ses…” e por “se fosse eu…”, que já não adianta para nada: é com o plantel actual que vamos (in)tentar um milagre.)

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podem parecer três aspectos despiciendos, sem qualquer significância por aí além, mas acho que ajudam a perceber um pouco mais da valia do opositor que temos pela frente – e que, em bom Português, foi tão-somente a “fava” do sorteio deste ‘play-off‘, no sentido em que ninguém o desejava defrontar.

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ii) do jogo em si (e per si).

tal como tu, ao final da primeira meia hora de jogo estava a ver a nossa vidinha a andar (muito, bastante) para trás, e a considerar que tudo ficaria decidido já neste encontro, e que não seria a nosso favor, e ao contrário das expectativas criadas…
tudo estava desligado, desconectado, amorfo, “não casava” nada com ninguém. os jogadores da equipa italiana recreavam-se no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos a seu bel-prazer, principalmente porque o nosso meio-campo como que os “convidava” a atacar, sem clemência, a nossa área e para estupefacção daqueles. não irei aqui particularizar acções individuais no sentido em que, como Equipa, todos, sem excepção, estiveram muito mal (equipa técnica incluída).
nesse período e (muito) para lá da «discrição» a que aludiu Nuno, ficaram expostas as limitações do actual plantel, sobretudo para o que por aí virá em termos de competições europeias. até pode ser que este dê para “consumo interno”, mas para aquelas será um autêntico milagre a passagem ao objectivo (primeiro?) mais imediato e que é o pote de ouro – e acho que não há como o negar. mais: trinta minutos depois do início da partida e vasculhando num passado (muito) recente (e muito presente, também)
, só me recordo de uma equipa ter tido tanta posse de bola com sentido e com objectividade: chama-se Dínamo de Kyiv, e foi a responsável por aquele traumatismo ucraniano que viria a afectar a nossa época transacta…
portanto, foi um pouco “natural” que lá surgisse o que se vinha a evitar mais com o coração do que com a cabeça (e com os pés do Alex): o inevitável golo forasteiro, no seguimento de (mais) uma bola parada [suspiro], e de mais uma tentativa frustrada de corte ao primeiro poste, com a chichinha a respingar nas pernas de Felipe e a trair o Iker
a seguir… bem, a seguir como que terá dado um “clique” a toda a gente e, num assomo de brio e de raça, tentámos reverter essa situação (muito, deveras) desfavorável para nós. ainda levámos com mias um ou outro susto da equipa giallorossi, mas conseguimos uma espécie de “milagre” nos restantes sessenta minutos da partida – é certo que foi um “milagre” pequenito (devido ao resultado final, ao “intervalo” desta partida de 180′), mas mesmo assim um “milagre” (porque não chegámos a levar a abada que temia à meia hora de jogo).

acima de tudo e socorrendo-me a uma data de clichés futeboleiros, fica-me na retina o brio de todos os jogadores que envergaram o brasão abençoado ao peito, não havendo, no meu entendimento, quem o tivesse desrespeitado.
acho que todos suaram a camisola, “comeram a relva” e deram o melhor de si num jogo em que efectiva e comprovadamente não fomos (nem somos, nem seremos) os favoritos. e é por isso mesmo que, de certa forma, “estou satisfeito” com o que se passou ontem, no Dragão: mais do que o desconforto de um empate – e que pode vir a ser comprometedor, porquanto que estamos obrigados a marcar (pelo menos) um golo no Olímpico de Roma – gostei da entrega e da atitude pela parte de um grupo de jogadores a que se pode apelidar efectivamente de Equipa, pois que souberam colocar os interesses daquele à frente dos seus próprios interesses. por exemplo e tendo presente o jogo de ontem, não me recordo de haver quem tivesse invariavelmente rodado sobre o seu próprio eixo a fim de descobrir espaços que só existem no seu sub-consciente, e quando o que invariavelmente se pede é o toque curto para a desmarcação rápida (aquilo a que vulgarmente se apelida de “2×1”)…

ah! e para quem acha que «já estamos “fora da carroça”», e que os restantes noventa minutos que faltam disputar «serão só um pró-forma», recordo que há sempre um Nápoles para cada uma dessas descrenças.
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iii) análise individual.

Iker – há quem só retenha a fífia (ou, como lhe apelidou o Cândido Costa, «erro técnico») aos 12′ e nada mais do que aquela; pois eu recordo bem da forma como evitou o segundo golo da AS Roma, aos 25′, em três remates sucessivos, sendo que um deles foi mesmo à queima-roupa. mais “isto” sou eu que gosto bastante do nosso ‘portero‘, sendo seu admirador confesso…

Victorio Páez – jogo de rotação máxima, onde (mais uma vez) ficaram bem patentes (i) a sua entrega e determinação ao jogo, (ii) a idade que começa a pesar nas pernas e que lhe impede de fazer as “piscinas” que o jogo exige e que ele quer fazer, (iii) as limitações que possui a nível defensivo, recorrendo bastas vezes à “ratice” (a mesma que, em tempos idos, lhe abominava e que agora convenientemente reconheço que é útil).

Alex Telles – só ele acreditou que era possível evitar o golo de Džeko, aos 12′, salvando a pele de Iker. já a deste foguete brasileiro foi deixada em campo, onde esteve particularmente bem melhor a atacar do que a defender (pois que foram algumas as vezes que Salah lhe disse “adeus”).

Felipe – não se deixou afectar pelo auto-golo e foi igual a si próprio: abnegado, lutador, viril. quando souber “dosear” o seu ímpeto ante um adversário mais matreiro e mais propenso para a “queda artística”, estou certo que será caso sério.

Marcano – foi “certinho”, assertivo e regular, e bastante providencial nas dobras a Alex, a Danilo e até a Max… ao Victorio Páez. tendo em linha de conta que, desde a sua exibição, na final da Taça de Portugal, não era bem visto no seio de alguma massa adepta (onde me incluo), foi bem bom o que conseguiu produzir, ontem.

Danilo – tal como o resto da equipa, “andou aos papéis” e muito perdido no campo, naqueles 30′ iniciais. depois, conseguiu concentrar-se e encontrar-se com o futebol que sabe que consegue jogar, tendo ajudado (e muito!) a estancar aquela sangria de ataques viperinos italianos.
(confesso que gostava mais de o ver jogar a central, libertando outros jogadores do plantel para uma tarefa para a qual ainda apresenta limitações: sair a jogar com a bola redondinha. ontem, no decurso daqueles nefastos 30′, também foi isso que pensei…).

Herrera – tal como com os seus companheiros de sector, depois daquele pesadelo inicial, encontrou-se e passou a atinar e a assentar o seu futebol – actualmente feito de passes curtos e verticais, no sentido da procura de espaços mais próximos da área adversária. apareceu amiúde na grande área romana, liberto de marcação e com probabilidades fortes de ser feliz e de nos deixar muito contentes, mas a redondinha nunca lhe chegou aos pés nessas ocasiões.

André² – pode ser impressão minha, mas acho que não está em boa forma física. e que tal dura desde o final do ano civil de 2015, depois da lesão contraída ao serviço da “equipa que (decididamente não) é de tod@s nós”®, depois de dois jogos “amigáveis”. o futebol que tem nos pés, para dar e vender, também não se coaduna com as actuais funções que lhe pedem para desempenhar – sobretudo mais defensivas e no centro do terreno, numa espécie de “duplo pivot” que não chega bem a sê-lo. pode ser que…, não é? pois é, pois é...

Adrián López – os comentadeiros da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão admiraram-se com o seu rendimento. porventura estavam à espera que fosse a versão 2.0 do taarabt ou 3.1 do labyad… correu-lhes mal, ao contrário da exibição deste jogador espanhol que “deu o litro” e, tal como Herrera, apareceu sempre em zonas de finalização. por exemplo, o penalti que nos foi assinalado resulta de um cabeceamento do espanhol. outro: não fora o corte providencial com a mão, por parte de Palmieri, e Adrián estava em boa posição para poder concretizar. e marcou um golo de belo efeito, mas não contou.
ah!, quase que me esquecia deste facto relevante: desde que chegou ao Dragão e já lá vão três anos, pela primeira vez foi brindado com palmas pela parte da mesma plateia que lhe é (muito) hostil. já não era sem tempo, digo eu…

Otávio – quem foi ao Dragão, ontem, não pode ter saído desagradado com o perfume do futebol deste enorme talento. na minha retina e para lá de todos os lances ofensivos que criou, fica-me aquele sprint, rumo à nossa área, pelos 70′, para desarmar o sioux Nainggolan. e conseguiu-o.

André Silva – mais um golo, num penalty muito bem marcado (e no qual depositava confiança, mas com o cachecol que tinha na mão a ser bem torcido, tantos eram os meus nervos). foi esforçado, lutando sozinho contra duas torres que não lhe deram descanso e que o deixaram muito mal-tratado – aliás, tendo sido vítima de uma agressão, aos 69′, aquando da marcação de um livre, num lance que o vesgo do holandês viu mas não quis punir adequadamente o infractor.
teve várias oportunidades para juntar mais um à sua conta pessoal, mas falhou-as todas. se acho isso bem? é pá, não me fodam! é um puto com 20 anos! já muito faz ele e tendo em consideração a responsabilidade que tem em ombros (e nos pés. e na cabeça, também).

Layún – entrou para render o André², mas com a missão de ajudar o Victorio Páez nas tarefas defensivas. e para a marcação das bolas paradas. e para fazer um remate perigoso mas que embateu nas pernas de um defensor italiano.

Corona – entrou para um futebol mais vertical, rumo à área adversária. conseguiu-o a espaços, pois não foi capaz de decidir assertivamente nos (poucos) duelos individuais que travou (sobretudo com Florenzi).

Evandro – só compreendo a sua entrada em campo e em detrimento da do Ruben, numa perspectiva de poder “estancar” a luta no meio-campo e numa altura em que, apesar do cansaço evidente (por estar a jogar com 10), os romanos conseguiam equilibrar a contenda. e de conscientemente se optar pela experiência do médio brasileiro para o que restava da partida e ao menos se conseguir o empate ( o resultado “menos mau” dos três possíveis). se assim foi, o objectivo foi conseguido, porque não comprometeu.

a propósito daquela substituição, abro uma excepção para fazer a minha análise ao que “vi” dessa situação:
acima de tudo, não embarco nas críticas à opção de Nuno Espírito Santo, por este ter feito entrar o Evandro e consequentemente “ter promovido” o choro compulsivo do Ruben. tratou-se de uma opção técnica e ele está lá para as tomar e arcar com a suas consequências. pois logo se especulou (e muito!) com esse episódio – até se aventou que teria sido o último jogo do Ruben (!!!)… – tentando-se criar um caso onde não houve razões para tal, mormente pela parte do jornalixo tuga, tão ávido em fazer esquecer as quezílias que fazem com que o luís grande “vá de carrillo“… não sei porquê, nesse momento recordei-me do célebre episódio da substituição falhada do André Silva.
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futuro© UEFA | Tomo III
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obviamente que é impossível não abordar uma pequena análise à “arbitragem” de björn kuipers [escarro] e ‘sus muchachos‘.
a boa notícia é que esta equipa, esta comandita, esta cambada, não marcará presença no Olímpico de Roma, na próxima Terça-feira; a má notícia é que, de facto, dá a impressão que há, na UEFA, quem faça tudo por tudo para que o favoritismo da equipa romana prevaleça acima de tudo, de tod@s e em honra dos intre$$es que estão inerentes…

neste entretanto:

» perdoou o vermelho directo ao parvalhão belga que agrediu o André Silva, quando este se isolava rumo a um golo (mais do que) provável, e conforme a imagem acima documenta;

» recordou-nos Basileia, em novo momento caricato, por ter voltado atrás na decisão de validar um golo cujas dúvidas de um hipotético fora-de-jogo só são dissipadas via televisão;

» ao contrário daquele lance, não consultou o árbitro de baliza, aquando do autêntico lance de andebol que Palmieri protagonizou na área da formação romana (aqui, aos 01’02”), mesmo a fechar a primeira parte – numa grande penalidade tão evidente que, se não fosse assinalada numa hipotética situação contrária, até faria ruir o Coliseu de Roma;

» viu a agressão sobre André Silva, aos 70′, mas não a quis punir convenientemente, optando por chamar os jogadores à ilharga e conferir-lhes o respectivo “puxão de orelhas”;

» foi sempre (muito) lesto a apitar contra nós, sobranceiro para com os nossos, e parcimonioso para com os arruaceiros romanos.
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bem… Terça-feira há mais, com certeza. antes, há um Estoril para levar de vencida.

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disse!
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