imagem do dia.

© google | 92º minuto
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caríssim@,

as capas do pravda, presentes na imagem acima (e também aqui, mas sem qualquer edição) são um “regalo” para quem, hoje, não está com um sorriso (muito) amarelo no rosto.
já agora, recordo que, em 2015/2016, numa época de muito má memória para os portistas e depois de uma abrupta mudança de equipa técnica, a eliminatória contra o Borussia Dortmund, no cômputo das duas mãos, ficou num total de 0-3, a favor dos alemães. é só para relembrar os mais esquecidos, que persistem em nos “esfregar” aquela eliminatória contra o bayern [escarro valente]…

aquelas capas também servem, não só para memória futura da chacota a que a do lado esquerdo está a ser alvo, mormente junto de quem não é «lapião» [sic], mas inclusive para demonstrar à saciedade, com exposição pública e pela enésima vez, o ridículo em que se torna essa «gloriosa» diferenciação de tratamento “jornalístico” que o pasquim em causa assume e de uma forma (mais do que) oficiosa, relativamente ao clube do regime (vulgo agremiação de Carnide; 5lb para ser mais preciso) e em relação aos demais adversários àquele…
confesso que não me recordo de uma única capa com igual mensagem destinada aos adeptos do FC Porto, inclusive no pasquim do ‘quim oliveirinha e que os paneleir… paineleir… que os comentadores afectos ao 5lb insistem e persistem em conotar como um órgão de informação oficioso do clube mais representativo da ImBicta…

no meu entendimento, as mesmas capas servem igualmente para fazer um pertinente alerta a quem sofre pelo azul-e-branco, no sentido de não se embandeirar em arco e de não nos arvorarmos em soberbos arrogantes, com a copiosa derrota que o Dortmund infligiu ao 5lb – e por mais saborosa que esta nos tenha sabido.
a mim soube, confesso. e não me importo de o partilhar contigo e por mais «anti-5lb»* que me considerem e por mais «medíocre, pequenino, mesquinho e infausto» possa parecer aos olhos dos «gloriosos» lampiões que por aqui gravitam e na bluegosfera em geral. tal será sempre para o lado que dormirei (bem) melhor, e na exacta proporção das “boas sortes” que aqueles nos desejam. sempre. e seja em que competição for.
mesmo assim, convém recordar que, na próxima Quarta-feira, também temos uma deslocação difícil. e que os ‘gobbi‘ da ‘rubentus‘ terão um reforço de (pelo menos) mais «seis milhões» de fiéis torcedores, não só pela nossa derrota, mas sobretudo por uma verdadeira cabazada das antigas. portanto: contenção nos “festejos“, por causa do karma e o camandro…

* que não sou! primeiro, antes de tudo e sobretudo, sou um fervoroso adepto incondicional do Futebol Clube do Porto. e quero mais é que o 5lb safoda. e que o spórtém vá «bardamerda», também. assim mesmo: com as letras todas.
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© google | 92º minuto
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já agora e no seguimento de uma pertinente prosa do “tribunal”:

em Fevereiro de 2013, redigi um textinho sobre a cantilena que a imagem acima alude. a minha opinião não mudou, entretanto, antes pelo contrário: apesar de perceber o verdadeiro asco que tod@s os adept@s portistas sentem pelo 5lb, ele há momentos que não consigo compreender porque aquele cântico é entoado – sobretudo quando não o dito cujo não está envolvido. aliás, este é O argumento utilizado pelos lampiões para nos (in)tentarem ferir com o retrucar do dito, acusando-nos de uma suposta «menoridade» e até de alguns «complexos de inferioridade» para com o 5lb (!!!).
a partir de hoje, tal deixará de ser uma razão objectiva, para se tornar numa falácia e em mais um «gloriosos» logro pois, como se comprova aqui e de uma forma bem audível, não estamos sozinhos nessa questão da «menoridade», antes pelo contrário. e é de todo pertinente informar que o que se entoa, de forma insultuosa, no antro em causa e pelos i-le-gais do costume, aconteceu na época 2014/2015, num 5lb vs. gverreiros lampiões do Minho.

ah! e cansa ter que explicar a quem não é da ImBicta e sofre por uma cor que não o azul-e-branco, que a alcunha «tripeiro» abrange todos os cidadãos nascidos na cidade do Porto e independentemente da sua cor clubista…
«tripeiro eu sou / e levo o FCPorto no meu coração»…

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disse!
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(breve) resumo de ontem, hoje…

© FC Porto
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caríssima(o),

antes de ir assar sardinhas, que o lume já está a arder, eis uma súmula do dia de ontem, sobretudo para memória futura «e que assim», sendo que também há imagens, mas só para que o breve epítome doutrinal não seja (ainda) mais maçudo…
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o nosso clube do coração começou o dia (de ontem) a lançar um comunicado.
sucintamente, insurge-se contra uma rábula (de muito mau gosto, diga-se…) que a estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão exibiu na véspera, em horário (ainda) nobre.
como nele é referido e muito bem, «a RTP tem a obrigação de honrar a sua condição de estação pública, não só por também ser paga pelos nossos impostos, mas sobretudo por ter o estatuto de “Serviço Público” e ser considerada bandeira do nosso País». infelizmente e como se pode comprovar no vídeo aqui, não foi isso que aconteceu, achincalhando-se a figura do Presidente, ainda no exercício de funções, mais titulado a nível mundial e, por inerência, atentando-se ao bom-nome e à honorabilidade daquele, bem como de uma instituição desportiva nacional centenária. mas, parece que a tradição já não é o que era, se é que alguma vez o foi, inclusive para aqueles lados…
de facto, fossem outras as personagens e os clubes “satirizados” na rábula em causa, e o meu desprezo e a minha revolta seriam idênticos; talvez não fosse tão contundente na crítica, mas censuraria, na mesma e na sua Essência, a irreflexão dessa forma muito leviana com que se pretende fazer “humor” pelos lados (mais obscuros, porquanto mais «gloriosos») daquela “estação de televisão” [tosse], acima de tudo e sobretudo desrespeitando-se a centenária História do(s) visado(s)…
é que e em total contraponto com a ironia rasca, ordinária, reles, tão típica de gentalha de botequins e de tavernas, de vão de escada, presente na rábula em causa, foi para mim de todo impossível não esboçar um sorriso largo, bem rasgado, quando li o que as imagens abaixo documentam
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© google
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© luís afonso | público
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e, dando azo ao teor do segundo cartoon, ontem, de manhã, bem pela fresquinha, houve algo insólito, perto de um lago, em Lyon (França) e que já extravasou as fronteiras gaulesas. consta que envolveu um microfone, um “jornalista” de uma “estação de televisão” de puro telelixo [vómito], e o CRtriste®.
para quem só acordou hoje e desconhece do que se fala e/ou para quem pretende (re)ver as imagens:

» aqui disponibiliza-se o vídeo integral do insólito;

» aqui disponibiliza-se o vídeo só com o insólito;

» aqui, aqui e aqui, disponibilizam-se gifs do insólito.
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não serei hipócrita: apesar de não gostar da figura de Ronaldo, pelos motivos expostos aqui, considero que esteve brilhante, mais uma vez, para com uma “estação de televisão” que mais não é do que jornalixo puro e duro, e que é a imagem dos me(r)dia tugas actualmente: uma corja de vendidos, de sabujos e de pés-de-microfone, apoiantes convictos do serôdio centralismo atávico que tolda este “rectângulo à beira-mar (im)plantado”® à gerações sem fim, sempre dispostos a curvarem-se perante as agremiações da Segunda Circular (mormente do clube do Regime) e impacientes por zurzirem no quotidiano azul-e-branco, demonstrando à saciedade toda a sua imparcialidade e todo o seu “brio” profissionais…
mais uma vez, só lamento que o nosso Clube ainda não tenha adoptado tais atitudes para quem tanto e com muito afinco, diária e exclusivamente só vive a denegrir, a desprestigiar, a desrespeitar, a achincalhar, a escarnecer, tudo o que envolva o quotidiano do nosso clube do coração. e, atenção!, que não me refiro só aos pascácios que gravitam pelo grupo cofina, porquanto que há (bem) mais por aí e que mereciam igual tratamento como o CRtriste® concedeu à “manhatêbê”- só que, ao invés daqueles, até são convidados para uma gala dos Dragões de Ouro…
e, para quem se insurgiu com a atitude da vedeta lusa, acusando-o de tudo e do seu contrário (principalmente nas sórdidas redes sociais, onde grassa uma triste impunidade), convinha saber-se dos principais motivos que levaram àquela atitude de quem já está pelos cabelinhos para com os mesmíssimos sabujos que tanto o vilipendiam
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© faceboKas®
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acho que qualquer um de nós, nas mesmas condições, agiria (no mínimo) de forma igual e, se calhar, atiraria algo mais do que o famigerado microfone ao lago – por exemplo, o sabujo que o segurava (mas isto, já sou eu a especular)…
ah! e para que não se pense que não há Jornalistas que se indignam para com os seus pares, recomendo a leitura deste artigo aqui, da autoria de fernanda câncio (que também se dá à liberdade de emitir as suas opiniões somente em letra minúscula) e estoutro aqui, de Tiago Marques (jornalista do Porto Canal).
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© google | Tomo III
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« Imaginem o FC Porto (e, se não forem portistas, adaptem ao vosso clube do coração, sff) a jogar uma prova qualquer, num grupo (por absurdo e sem qualquer desprimor para os clubes que serão citados) contra o FC Paços de Ferreira, o FC Arouca e o CD Tondela. olhem, por exemplo, uma Taça da Liga, mas “a doer” e com prémios idênticos aos praticados na Champions.
Imaginem que o FC Porto é incapaz de ganhar o raio de um jogo sequer!; que é super-favorito, mas que joga mal e porcamente, e que se vê “à rasquinha” para para passar a fase de grupos e atingir os oitavos-de-final.
Imaginem que o FC Arouca, o adversário no nosso último jogo do grupo que nos calhou em Sorte, já apurado para a etapa seguinte, até se dá ao luxo de poupar jogadores titularíssimos e em risco de suspensão, devido a uma possível acumulação de amarelos, e mesmo assim nos marca 3 golos (!!!).

Imaginem também que, com o mesmíssimo FC Arouca, já apurado e sem se preocupar em ter que atacar desenfreadamente, o FC Porto tem a oportunidade de tentar ganhar o jogo e de poder vir a ter, numa fase a eliminar, uma condição muito mais “simples”, podendo vir a defrontar adversários teoricamente mais acessíveis, e que o seu treinador, mesmo assim, mete mais um trinco em campo e não arrisca n-a-d-a: não ataca, não remata, não pressiona, limitando-se a ver o adversário trocar a bola na defesa, sem mostrar qualquer ambição.

Algum portista sentir-se-ia orgulhoso dessa equipa? Algum portista sentir-se-ia identificado com essa equipa e essa atitude? Algum portista rever-se-ia nessa equipa, e na sua alma? Algum portista ficaria eufórico com essa miserável qualificação?
É que eu só sentiria (sinto!) vergonha. »
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não acrescento nada mais às palavras do João Ferreira, as quais subscrevo e corroboro, na íntegra, porque são um resumo perfeito dos três jogos, da “equipa que (decididamente não) é de todos nós”®, nesta fase de grupos.
mais: ontem, a meio da primeira parte, com aquela confrangedora exibição a entrar dentro de minha casa, enviei um sms, para alguns de vós, a dar conta de que «fosse no Dragão, e a massa assoBiativa do Clube já estava a actuar». como não foi jogado no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, o que se ouvia, mesmo timidamente, era um apoio à equipa das quinas, porque os assobios partiam da enorme falange de apoio húngara…

entretanto e mesmo sem saber o que por aí virá, nos (ainda muitos) jogos que falta disputar, para mim, este é O golo do torneio em causa:
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© google | Tomo III
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para finalizar e para posterior reflexão, mesmo que à mesa e regada com um bom tinto, consta que «99.85%» dos fãs do Borussia Dortmund já renovaram o seu lugar anual, no Westfalenstadion.
já sei que se trata de um clube com uma dimensão à parte da nossa, e que a sua massa adepta é (muito) especial (por que singular), no panorama futebolístico europeu; mesmo assim, convém recordar que se trata do mesmo clube que, há duas temporadas, terminou em 7º lugar no campeonato, tendo andado a lutar pela manutenção no escalão máximo do futebol alemão até à jornada 21 (de um total de 34)…

e agora, com a tua licença, vou gozar o S. João com a família e preparar-me para um final-de-semana intensíssimo a nível musical.
com o regresso prometido para a próxima Terça-feira, dia 28 de Junho, até lá ficam expressos os meus votos sinceros de

um feliz S. João!
(para ti e para os que te são mais queridos)

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disse!
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então, em que é que ficamos? [‘br@são abençoado’ incluído]

serpa© pravda
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caríssima(o),

é certo que quero acreditar!, mas, assim, desta forma, convenhamos que fica um pouco difícil… é que, para mim, não há nada pior do que a mentira. explico.
hoje, ao “adquirir” a edição impressa do pravda da Travessa da Queimada (aqui) e porque “gosto” de o começar a ler da última para a primeira página, fui confrontado com o que se expõe na imagem acima. e, para lá de ter ficado mal disposto, o dia começou logo (muito) pior. depois do que (não) se soube do que (não) terá sido dito, pela voz do Presidente, na última Assembleia Geral Extraordinária, fica a dúvida pertinente: quem é que está a falar verdade? é certo que não estive na reunião, mas como tenho Pedro Marques Lopes em (muito) boa conta…

percebendo que poderei estar a ser (muito, demasiado) precipitado e também tremendamente injusto na minha avaliação, sincera e honestamente considero que o nosso querido líder, neste aspecto, “ficou muito mal na fotografia”. quem me visita, sabe do meu odiozinho de estimação para com o o «belenense» do ‘sinhôre‘ serpa. e o que, em tempo próprio, afirmei sobre aquele abjecto convite: acima de tudo, tratou-se de uma afronta ímpar, por parte do Presidente, para com a massa adepta do Clube, convidando – e, pelos vistos, «com insistência» – para estar presente, em “nossa casa”, uma figura do jornalixo tuga que diariamente edita um pasquim onde as afrontas ao prestígio, à História e sobretudo ao bom-nome do Futebol Clube do Porto são uma constante (para lá de um modo de vida, e de uma fonte de rendimento).
é (também) por esse motivo e por estar liminarmente contra o convite em causa que, desde aquela data de 02 de Dezembro de 2015, me deixei de importunar (muito) com o que os sabujos e/ou pés-de-microfone, que «gloriosamente» gravitam por aquela redacção, escrevem sobre nós e pelo ódio que sobre nós (in)tentam destilar… (mais) um exemplo exemplar: ontem, um verdadeiro cabrão, que se julga o verdadeiro artista do humor em forma de ‘cartoon‘ e que, em Abril de 2015, demonstrou bem o carácter que possui (ou a sua falta) e a fibra de que é feito, desenhou o nojo que se segu
e:
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cart© pravda | ricardo galvão
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eu, que me recordo bem de algumas Assembleias Gerais (recentes), “bem quentes” inclusive para os sabujos e para os pés-de-microfone, lá para os lados da Segunda Circular – aqui, aqui, aqui e aqui – estive quase-quase para lhe endereçar uma “mensagem engraçada”. mas, depois, pensei para comigo: “mas por que raio é que me vou chatear se, quem de direito, não se importa minimamente com ‘isto‘?”. e, então, fiquei na paz do Senhor, e comigo também. e, ainda hoje, acho que foi o que fiz melhor. pode haver quem pense o contrário de mim e considere que se deva intervir, merecendo-me o meu maior respeito por tal. mas, desculpem-me, só que, nesta altura, é mesmo assim: não. estou. para. me aborrecer. ponto final.
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pml180316© pravda
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por último, três breves notas:

» ali em cima disponibilizo o mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes (aqui), presente na edição impressa, desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada (aqui).
escusado será dizer e mais uma vez, que concordo, em absoluto, com o que Pedro Marques Lopes defende. em. absoluto. palavra. por. palavra.
e relembrar que as edições impressas do pravda da Travessa da Queimada, como já é do conhecimento geral, são “armazenadas” no respectivo arquivo (aqui) – desde a presente data até 05 de Dezembro de 2015.

» naquela mesma edição impressa, a páginas 20 e 21, há uma interessante entrevista ao calimero william carvalho. pois eu prefiro esta aqui, a páginas 08 a 11, ao “nosso” Danilo Pereira. tem muito mais “sumo”.

» o “fornecedor” de edições impressas, dos pasquins tugas que amiúde leio, do “supermercado” onde me costumo abastecer, por um qualquer motivo que desconheço, adopta uma marca-de-água bastante… «gloriosa» para o meu/nosso gosto. por também a mim me “importunar” a dita cuja, mas compreender a razão da sua existência, desde já: (i) peço-te sinceras desculpas por tal facto e pelos eventuais transtornos que te possa causar, e (ii) sugiro que não ligues ao “excremento” a que essa mesmíssima marca-de-água alude.

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disse!
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(breves) not@s soltas, nesta pausa estival… [actualizado com ‘br@são abençoado’]

cartoon_rg© pravda | ricardo («não gostas, não compras») galvão
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confesso que estou curiosíssimo para saber qual será o desfecho do novo protesto formalmente oficial do spórtém, junto da UEFA “do” (ex?) amigalhaço do ‘franciú‘ do Platini.
suponho que terão o mesmíssimo destino que as apresentadas em Novembro de 2014

ai se o Ridículo pagasse imposto…
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carrillo© pravda
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a capa e correspondente notícia, da imagem acima, encontram-se presentes na edição impressa do pravda desta Quinta-feira (aqui).
três citações a reter, com itálicos, negritos e sublinhados da minha autoria: 
«acordo verbal», «processo que já dura há dois anos» e «hoje, porém, o spórtém ‘respira’ melhor do ponto de vista financeiro».

desconheço se o nosso FC Porto está mesmo interessado no peruano, dado que a fonte do rumor não passa de uma ratazana do jornalixo tuga.
o que “sei” (ou julgo saber…), é que haveria muito “boa gente” «desnorteada» com uma notícia destas um pouco mais a Norte desse reino falaciosamente fantasista da calimerolândia…
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jeBus© pravda
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e dado que hoje “encornei” para os lados da agremiação do Lumiar, não posso deixar de sugerir a leitura das verdadeiras contas de merceeiro que eduardo marques apresenta aqui, a páginas 06.
então não é que o sabujo em causa se “esqueceu” de acrescentar os valores pagos ao jeBus para se mudar para o outro lado da estrada? ou será que a tal «saúde financeira», que até já possibilita «respirar melhor» e mesmo sem as verbas, entretanto orçamentadas, da «xampions», fazem com que essas mil(h)enas sejam «pienners» num orçamento de “amendoins torrados”?

mais (e a propósito da notícia dos «153 euros»):
será que o Conselho de Disciplina conhece o conceito de «reincidência» e o seu correspondente significado, aplicado na prática?

ai se o Ridículo matasse…
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cartoon_bc© pravda | luís afonso
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ficarei à espera de um cartoon idêntico se e/ou quando o Rui Vitória e/ou o ‘chiclas‘ fizerem e/ou repetirem uma época como a do nosso FC Porto, em 2014/2015…
obviamente que aguardarei sentado, para não me cansar (muito), que a idade já pesa, tal e qual a minha proeminente barriga…
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sneves© pravda
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por último, o editorial de ontem, do «clubisticamente imparcial» santos neves, merecia um e-mail a mandá-lo para três ou quatro sítios que nós cá sabemos, inclusive para as saias da meretriz que o gerou…
por respeito à Educação e ao Civismo que os meus pais me deram, à minha sanidade e ao meu bem-estar emocional, conscientemente preferi mandá-lo bardamerd@ bem baixinho, quase inaudível…
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adenda às 20h17m, de 03 de Setembro:
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cpinho© google
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« No jogo com o 5lb quisemos dar uma prenda aos muitos emigrantes, naturais de Arouca, que estavam de férias em Portugal. Com o regresso desses emigrantes aos países onde vivem e trabalham, essa opção [defrontar o FC Porto igualmente em Aveiro] não faz sentido. »
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ó senhor “inginheiro”* Carlos Pinho, presidente do FC Arouca – filial nr. 40 do FC Porto:
(* com esse ar de magano e de magnânimo “dótor”, ali na fotografia, só pode ser “inginheiro”, car@go! e se não tiver o respectivo canudo, o senhor “inginheiro” tem ares de quem, com certeza, gosta de ser tratado por “inginheiro”. incha-lhe o peito, inflamam-lhe os pulmões e, tal como os pavões, abre-se o seu verdadeiro olho para o negócio… adiante),

olhe, senhor “inginheiro” Carlos Pinho, “con su permiso“, desejo que o senhor “inginheiro” vá para o real car(v)alho que o penetre como a uma meretriz, e sem dó nem piedade!
o senhor “inginheiro” deve pensar que os portistas são como o senhor “inginheiro”, que ainda acredita no Pai Natal e come geladinhos com a testa «e que assim»…
o senhor “inginheiro” ficaria muito melhor na fotografia – expressão coloquial, para não ser levada à letra, que o senhor “inginheiro” é feio que até dói -, se afirmasse que foi pelo carcanhol que desviou o jogo, ante o carnide, para Aveiro – pilim que rolou certamente, quer em termos de receita de bilheteira, bem como de “luvas”, por debaixo das portas daquele elefante branco, fruto de um despesismo atroz, #madeforEuro2004.
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‘br@são abençoado’ do dia:
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pml040915b© pravda
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BRASÃO ABENÇOADO do dia (aqui), presente na edição impressa do pravda da Travessa da Queimada, desta Sexta-feira (aqui)..

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disse!
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três imagens, dois textos…

jmaiab© pasquim do ‘quim oliveirinha
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texto presente na edição impressa do pasquim do quim oliveirinha de ontem (aqui) e com o qual concordo plenamente.
pelo que é aventado, compreende-se perfeitamente o escarcéu levantado por algumas «gloriosas» aventesmas, como esta aqui
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bfelixb© pravda
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textos patentes nas duas últimas edições impressas do pravda da Travessa da Queimada (aqui a de ontem, Quarta-feira; aqui a de hoje, Quinta-feira) e com os quais concordo, em abstracto…
e confirma-se o adágio popular: até um relógio avariado está certo duas vezes ao dia…
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cartoonb© ricardo galvão | pravda
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mais um coiso sem graça alguma, desvirtuando e descontextualizando a Realidade dos factos e provido de muito anti-portismo básico (por que primário).
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disse!
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novos tempos, novas vontades?

pentabw© os filhos do dragão | Tomo III
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caríssima(o),

em relação à (mais do que provável) partida de JacKson Martínez para o Atlético de Madrid e a propósito de uma brevíssima troca de mensagenscom um imBicto velho, peço-te a maior atenção para o que se segue:
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« Talvez Jackson merecesse mais do que um post em que se funde com outro interveniente. Talvez Jackson merecesse isso e mais, muito mais. Merece, mas não o vou tratar com mais dignidade do que aquela com que tratou o FC Porto: sendo um profissional inolvidável, que lutou até ao limite das suas forças o jogo no Allianz Arena é exemplo disso – pelo impossível; um homem extraordinário que nos deu muito, mas que sempre fez questão em tratar-nos como aquilo que somos: uma entidade patronal. E, assim sendo, de mim, com todo o profissionalismo, o meu obrigado, mas não te darei mais do que aquilo que nunca nos deste: um lugar especial a não ser o dos números e da incontornável estatística, com a respectiva estátua no Museu e com Dragões de Ouro no bolso, demasiadamente banalizados para me sentir ofendido com quem os recebe. »

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caríssimo velho, reproduzo um parágrafo que sintetiza, na perfeição, aquele que também é o meu estado de espírito relativamente ao jogador em causa.
estou-lhe grato pelos golos, alguns deles de belíssimo efeito, e por alguns momentos sublimes. contudo, não tenho memória curta, pelo que não esqueço nem perdoo, as muitas declarações à Imprensa a pedir mudança de ares.

eu tenho mesmo pena de os tempos correntes serem, de facto, outros. com a política desportiva praticada pelo nosso FC Porto a ser assente em ciclos de três a quatro anos por jogador (o bastante para o lapidar”), cada vez mais somos encarados como um clube trampolim.
esta é uma realidade que me dói, enquanto adepto. e é o suficiente para que situações como a do Jackson não sejam meros casos isolados. e que equipas compostas quase em exclusivo com a ”prata da casa” já façam parte do Passado.

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fruto da colheita de ’75, as minhas recordações mais imediatas são as das conquistas, inclusive as internacionais, sendo que o hiato maior que sofri durou três anos de seca. dos feitos tugas, o nosso PENTA é o que guardo com maior carinho, talvez por o ter acompanhado mais de perto, pois que, nessa altura, era associado do clube, com lugar catiBo na bancada central do (saudoso) Estádio das Antas.
recordando essas épocas mí(s)ticas, com o apoio imprescindível de muitos de vós, portistas dos quatro costados e indefectíveis bloggers, apercebemo-nos de que, na sua esmagadora maioria, os onze-base, na sua essência, eram constituídos pela tal prata da casa“: jogadores tornados homens, oriundos dos nossos escalões de formação e com experiência de futebol de barba rija noutras paragens, até pararem nas Antas. a veterania do calo, esse era adquirido nos treinos, rasgadinhos como convém, e sempre pelos (in)suspeitos do costume: os atletas com mais anos de FC Porto nas pernas e que, em boa hora, Bernardino Barros tem recuperado, na sua rubrica “entrevista de carreira”. os jogadores estrangeiros, normalmente provinham de equipas tugas, com conhecimento das manhas do nosso comezinho futebol (por vezes, um pouco indígena), ou então, apesar da sua juventude, já tinham algum estatuto nos seus países de origem (mormente algumas internacionalizações no curriculum).

sem pretender ser (muito, ou ainda mais) fastidioso, o que veio alterar este figurino foi a famigerada Lei Bosman. actualmente o paradigma mais próximo daquela, são os fundos e a questão da third-party ownership.
o nosso Clube paulatinamente foi-se adaptando, com maior ou menor dificuldade, a estas realidades. se, a nível interno, conseguimos feitos únicos, a nível internacional (entenda-se: europeu), apesar do brio que legitimamente nos assiste, a verdade é que ainda somos um clube de dimensão média, se comparados com os tubarões. e que, no Presente, só muito dificilmente poderemos almejar a sonhar com a vitória final numa prova como a Champions. o tormento de Munique ensinou-nos isso mesmo, e da forma mais dura. e bruta. 
tal e qual a Realidade.

para lá do foro desportivo, o que esta rigorosa, severa (agreste?) Realidade nos traz é que há jogadores, sobretudo pela via seus empresários, que nos vêem «apenas e só» e em exclusivo, só como uma porta de entrada no futebol europeu, e por forma a se mostrarem àqueles mesmos tubarões“: o fito final do seu último objectivo de carreira, e que passa pela celebração do contrato de trabalho de uma vida.
e que, por inerência, principalmente devido àquele mesmíssimo ciclo de três a quatro anos, fica muito difícil criar uma relação umbilical, de tal forma próxima com o Clube, que os faça voltar atrás na decisão de permanecer entre nós ad aeternum (entenda-se: mais do que aquele período. não!… do que aquele ciclo. não!… do que aqueles anos. também não!… vocês sabem ao que me refiro, porr@! que mentes perversas!). o exemplo mais recente que encontro é o de Ljubinko Drulović, já que Lucho González foi um caso à parte…
e é que nem vale a pena referir que, muitos desses jogadores (para não escrever a sua esmagadora maioria), só tiveram sucesso desportivo (leia-se: títulos) enquanto envergaram o nosso manto sagrado, pois que valor€$ mais a£tos se elevam, sobrepondo-se ao do êxito desportivo… Radamel Falcao foi (talvez) a excepção àquela minha afirmação.

noutro diapasão, mas relacionado com a temática em apreço, há também o despontar de novos valores da nossa formação. mas, já se sabe que, no nosso FC Porto, não há tempo (paciência?) para se ter Tempo. acredito que, com Julen Lopetegui, haverá um pouco mais de tempo para que se regresse ao tempo referido no início deste testament… deste texto, mas há algo que não mudará com o Tempo: quem ingressar na primeira equipa tem que ser um vencedor nato, no sentido em que tem que renderno imediato (mas não dessa forma, porr@!) e sem margem para errar (muito) de forma sistémica e sistemática, somente para evoluir. exemplo perfeito“: Ruben Neves.

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em suma:

os tempos são, de facto outros.
haja o bom senso, por parte de quem chega e pela primeira vez, de encarar o desafio FC Porto com o profissionalismo e sobretudo o respeito, que se exigem. assim, por inerência, algum recato, algum comedimento, alguma contenção, alguma prudência e principalmente algum tino, será sempre exigível na altura de se tornarem públicas «certas e determinadas» declarações – estejam a Direcção e o Departamento de Comunicação à altura das suas responsabilidades.
e, claro!, haja alguma capacidade para se tolerar contrariedades, dissabores, infelicidades, com os mais novos, por forma a que superem, com perseverança, as suas naturais limitações, tendo em vista o sucesso desejado por todas as partes envolvidas no processo.
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post scriptum pertinente:
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apipa© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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a pipinha de água muito choca continua com as suas diatribes, lá pela Travessa da Queimada, destilando o seu mais puro anti-portismo básico (por que primário).
«perguntem aos do FC Porto», escreveu ele, na edição impressa do pravda em causa de ontem, Quarta-feira de S. João (aqui)
«aos do FC Porto»… registei o seu tom sobranceiro, altivo, soberbo.
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cartoon© pravda
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eis o exemplo máximo de como se pratica a «gloriosa» defesa do Carnide, lá pela Travessa da Queimada, num cartoon constante na sua edição impressa de hoje, Quinta-feira (aqui).
retratados como abutres, «os do FC Porto»… registei o seu tom arrogante, insolente, grosseiro.

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disse!
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de três paninhos quentes… [editado]

cartoon© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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três comentários, três ideias, três vezes concordo em absoluto.
(e obviamente que o título desta “posta” só pode ser irónico)

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magro vai ao ataque,
23 de Maio de 2015

o meu resumo da época, a frio e após tudo estar terminado:

o que correu bem:

– não fomos assim tão maus para merecer este final deprimente em casa.
fizemos 82 pontos, aparentemente é a segunda média de pontos por jogo mais alta de sempre de um segundo classificado e num campeonato a 3 pontos. só o 5lb, no ano do Kelvin, fez uma média superior e não foi campeão. esta média de pontos daria para ser campeão em 16 dos 20 campeonatos a 3 pontos!

– somos a equipa com menos derrotas no campeonato
– somos a 2ª equipa dos principais campeonatos europeus com menos derrotas (5 no total, sendo que o Chelsea conta com 4)

– somos a melhor defesa do campeonato
– somos a melhor defesa dos principais campeonatos europeus (33 golos sofridos)

– fizemos uma campanha na Champions muito boa!
estragámos tudo com aqueles 45min em Munique, mas o adversário não é/era qualquer um. Ver “o que correu mal”…

– tivemos uma produção de jogo significativamente superior à do ano anterior, e até mesmo ao adversário!
– melhorámos a posse de bola (em quantidade e qualidade), a qualidade de passe (Herrera, põe-te fino nesse aspecto!), a produção de lances de golo (acho que foi o FC Porto que mais lances criou)

o que correu mal:

– não soubemos jogar feio.
creio que é a grande lição que o treinador tirou desta sua dupla aprendizagem (treinar uma equipa e jogar num campeonato diferente).
“jogar feio” é perceber que o jogo não está a correr bem, que a equipa não está a conseguir meter os processos em jogo, que a criatividade não está a sair… quando assim é, há que jogar para o 1-0 e meter a bola na bancada sem vergonha nenhuma, seja o adversário o Penafiel ou o 5lb andor. ao invés, quisemos sempre fazer as coisas bem, forçámos o nosso estilo mesmo quando ele não entrava em jogo.
aprendemos. não vamos voltar a cair na mesma ilusão!

– o mesmo para a Europa a jogar contra colossos. É preciso alguma experiência para travar avalanches daquelas. Naquele caso, era preciso, logo após o 1-0, mandar o guarda-redes para o chão, para ser assistido durante 3 ou 4min. e, se viesse o 2-0, como veio a acontecer, outra vez para o chão. é feio? é claro que é! mas preferem isso ou 6 no bucho?

– o bloqueio mental das viagens a Sul. há o copo meio cheio (só perdemos um jogo a Sul, com o Marítimo), e o copo meio vazio (não ganhámos nenhum a sul! 5lb andor, sporting, Belém, Estoril, Nacional, Marítimo! foi demais!).
é preciso corrigir isto rapidamente, e isso significa ganhar o primeiro jogo a Sul, da próxima época, impreterivelmente!

– saber contrariar aquilo que é normal: o 5lb andor ser levado ao colo.
vamos ser sérios: sempre foi assim! e nós sempre soubemos cerrar os dentes e jogar o suficientepara sermos superiores a isso! não julguem que será diferente na próxima época! nós é que temos de jogar muito mais para que nem com isso eles lá cheguem!

– a falta de arrojo no jogo decisivo: os últimos 20min, na luz, tinham de ser em cima, com as forças todas no limite. não foram, nem nos descontos se sentiu que a equipa ia dar o forcing final. não sei se foi cansaço de Munique, se frustração, se falta de vontade de alguns jogadores. só sei que deveria ter acontecido e não aconteceu. são nestes detalhes que se perdem campeonatos

– o conformismo na derrota: nisto estou ao lado do treinador, a 99%! prefiro muito mais um treinador quase à pancada com o adversário pela frustração de ver o campeonato fugir, do que ver jogadores aos sorrisos e abraços com o adversário no mesmo jogo.
o meu verdadeiro FC Porto, no final daquele jogo, recolhia ao balneário com raiva e frustração. nunca aos beijos e abraços. não é preciso andar à porrada (é a diferença dos 99% para 100%), mas daí até estarmos felizes e conformados vai uma distância demasiado grande. Atitude!

– algum excesso de juventude: não tenho nada contra o Fabiano, mas o Helton traz peso à média de idades. e isso ajuda a dar tranquilidade à equipa. já o Quaresma, com 31 anos, tem comportamentos de um chavalo com 11. o Evandro também poderia ter jogado mais, sobretudo nas fases em que era preciso experiência e maturidade.

via com bons olhos a entrada de um médio bastante experiente, uma espécie de Lucho um bocadinho mais novo.
vamos lá ver se há disso no mercado a preço acessível.
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(anónimo) PT,
23 de Maio de 2015

noutro contexto, o estatístico, se todos revelámos um enorme descontentamento, porque não estamos habituados a perder, observando Campeonatos com 34 Jornadas e cuja vitória valha 3 pontos, este, que já terminou para nós, foi o 12º Campeonato, tem o FC Porto de Lopetegui, apesar da perda de alguns pontos inusitados, entre os melhores.
por exemplo, fizemos 82 pontos, tal como o FC Porto Campeão Europeu de Mourinho, versão 2004.
recordo os melhores registos pontuais, com 34 Jornadas:

02/03 86 Pontos – treinador: Mourinho!
2º – 96/97 85 Pontos – treinador: Oliveira!
3º – 95/96 84 Pontos – treinador: Robson!
4º – 03/04 82 Pontos – treinador: Mourinho!
5º – 14/15 – 82 Pontos – treinador: Lopetegui!
6º – 98/99 79 Pontos – treinador: F. Santos!
7º – 05/06 79 Pontos – treinador: Adriaanse!
8º – 97/98 77 Pontos – treinador: Oliveira!

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recordo que o FC Porto de Lopetegui, fez melhor do que muitos Portos campeões: foi ex-aequo com o FC Porto de Jesualdo versão 2007/08 (13 golos sofridos em 30 jornadas), a melhor defesa dos últimos 20 anos.

falhámos na Taça de Portugal, mas não fomos goleados, em Coimbra, como com Vítor Pereira nessa prova.

na Champions, fizemos o que já não fazíamos desde 2009: atingimos os Quartos-de-Final!

não!, não é este um discurso “paternalista” ou de tolerância, mas sobretudo relembrar que fizemos coisas boas, nesta época, como por exemplo confirma o registo pontual, com a melhor pontuação da segunda volta do Campeonato, mesmo com jogos intensos de Champions. mas isso não apaga, por exemplo, o Restelo ou a Choupana!

finalmente, repito e recordo que o 5lb andor, no primeiro terço da primeira volta, com uma “manta de retalhos” (muitas ausências da temporada anterior), com Champions, jogavam mal e ganhavam pior; porém, em 17 Jornadas penosas, apenas perderam 5 pontos no Campeonato. nesta segunda volta, num processo com rotinas, sem Champions e Taça de Portugal, perderam 12 pontos, em 16 Jornadas (mais do dobro dos pontos perdidos na primeira volta, em que ganharam, por exemplo, ao último, na Luz, de forma sofrida e com golo irregular).

o factual não engana e não apaga o que foi a primeira volta da vergonha, deste Campeonato APAF.
todavia, não escondo, que, em muitos jogos, pusemo-nos a jeito. mas, sobretudo, a imagem que fica do 5lb andor é esta segunda volta com bons jogos, e muita Imprensa escrita/falada a omitir a vergonhosa primeira volta de “amparo” declarado…
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tribunal do dragão,
12 de Maio de 2015

e tudo resume-se de forma muito simples: é por culpa própria que, à data, o FC Porto não tem mais do que 78 pontos. mas é pelos factores externos que todos conhecem que o 5lb andor tem 81 pontos.
factores esses que o FC Porto, sobretudo a nível directivo, não combateu como deveria.
a SAD construiu (a valente preço, que exigiu a Lopetegui valorização de activos e ao plantel uma excelente Champions – objetivos cumpridos) um bom plantel, mérito nisso, mas há que se mentalizar de algo: o tempo dos campeonatos em piloto automático acabou.

esta é uma lição a aprender para o último triénio do 13º mandato de Pinto da Costa, onde não poderemos repetir a passividade demonstrada esta época. repetindo os erros, não há forma de pensar em 2016-2020.

[…]

2015-16 tem que começar já!

– as velhas críticas do costume.
uma dúzia de cantos, zero de perigo (ps: o golo de Jackson é um lance que acontece 1 ou 2 vezes na carreira de um jogador,que nasce da inspiração de predestinados e não de planos de treino).
é gritante a falta de evolução no FC Porto nas bolas paradas desde o início da época. até mesmo em livres cruzados para a grande área, é extremamente raro vermos algum jogador ganhar uma bola de cabeça e criar perigo. livres batidos de qualquer maneira, movimentações na área que não revelam grande estudo prévio agora como há 6 meses: se Lopetegui não consegue evoluir a equipa neste aspecto, que se contrate alguém, para reforçar a equipa técnica, que o consiga.

por outro lado, a falta de verticalidade em vários momentos do jogo.
somos uma equipa de posse, de ataque planeado, que joga mais com a cabeça do que com o pulmão. mas, num contexto de futebol português, temos que saber jogar em mais de 30 metros, atacar com velocidade e agressividade o último terço do campo e encurtar a distância nas transições. isso não significa mudar o estilo de jogo, antes readaptá-lo.

se não melhorarmos estes dois aspectos, em 2015-16 poderemos repetir erros há muito detectados. e o FC Porto, como qualquer clube profissional, tem o direito a errar, desde que trabalhe para corrigir esses erros.
2015-16 tem que começar já.
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disse!
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[feito pelo wordpress, através de um telemóvel inteligente, por um tipo um pouco burro para estas novas tecnologias…]

leitura em dia do trabalhador… [‘brasão abençoado’ incluído]

cartoon2© Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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caríssima(o),

antes de tudo, informo-te que a imagem acima é uma adulteração tendo por base o pertinente comentário do Felisberto, na posta“® de ontem.
a dita cuja foi enviada, via faceboKas‘®, para o artola…, para o “artista” em causa. não possui a qualidade plástica do original, mas a mensagem que se pretende transmitir penso que está lá, que está (bem) presente. o que pode variar são os adjectivos que se pretendem empregar; essas cambiantes deixo-as para ti. no fundo, é tudo humor

depois e porque este é um final-de-semana prolongado, e para lá do estado tempo que propicia bastantes momentos em família, para quando te apetecer fazer uma (breve) pausa, recomendo-te:
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» a leitura atenta de um artigo de opinião (versão PDF aqui), publicado num jornal espanhol o el norte de castilla” (aqui).
trata-se de (mais) uma evidência de que, do lado de lá da fronteira, a «gloriosa» “propaganda goëbbeliana tem alguma dificuldade em vingar com a mesma facilidade com que (ainda) vai vencendo neste rectângulo à beira-mar (im)plantado“®
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» a leitura do mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes, sob o título a pequenez dos adversários do FC Porto” (aqui).
nele incluo mais um exemplo do isento e do rigoroso brio profissional de quem labuta no pravda editado pelo sinhôre serpa; no caso em apreço, é sobre como se consegue retirar uma ideia do seu contexto original, desvirtuando todo o seu significado, e conferindo-lhe o devido destaque na capa do pasquim em causa. um espectáculo de jornalixo tuga, ao mais alto níBel (rasca)…
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» a edição impressa desta Sexta-feira, primeiro dia do mês de Maio, do pravda editado pelo sinhôre serpa (aqui).
para lá do artigo de Pedro Marques Lopes, há mais pontos de interesse mormente a breve entrevista a Alberto Bueno (pág. 06), o novo modelo de prova para a Taça de Portugal (pág. 23), e o fantabulástico excremento sob a forma de editorial do sinhôre delgado (pág. 40) – no qual se percebe, mais uma vez, como se tecem considerandos avulsos sempre, mas sempre, por aquela cartilha da «gloriosa» “propaganda goëbbeliana.
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» a visualização deste vídeo aqui, onde está bem patente o que significa a expressão jogador à Porto.
é tão-somente a entrevista de Bernardino Barros a António André. para (re)ver aqui, as vezes que forem necessárias e sempre que o coração fique ansioso e/ou apertado e/ou sobressaltado com minudências sobre o fim de ciclo e outros quejandos.
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disse!
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das virgens ofendidas do ‘jornalixo’ tuga [‘brasão abençoado’ incluído]…

virge© google | Tomo III

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caríssima(o),

em vésperas do clássico que (certamente) irá decidir o próximo campeão nacional e depois da nossa estrondosa queda na Alemanha, eis que se (pres)sente alguma azáfama nalguns órgãos de (des)informação, do nosso jornalixo tuga.
em concreto, refiro-me ao que estes fufos escreveram ontem (aqui) e hoje (aqui), nas respectivas edições impressas do pravda do sinhôre serpa, a propósito do quotidiano azul-e-branco.
considero que, leitura feita, não haverá muito mais para comentar, a não ser estas duas breves questões:
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1)
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depois de tudo isto, que é só uma ínfima amostra e que não é de agora, antes desde Abril de 1982  muitos parabéns!, sr. Presidente!, pelos 33 anos à frente dos destinos do nosso Amor comum , como é que estes pasquins ainda têm a permissão para entrar nas instalações do Clube?!
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a sério que não compreendo, de todo!, e que aceito com extrema relutância.
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2)
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como é que estas abéculas pretendem que, quem gosta de futebol e mormente do Futebol Clube do Porto, depois dos escritos em causa e sempre com essa inconfundível imagem de marca que dá pelo nome de anti-portismo básico (por que primário), permaneça candidamente calmo, ternurento e afável se com eles se cruzar na rua, ou noutro sítio qualquer?!
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acredito que nem Mahatma Gandhi teria tanta calma se fosse adepto incondicional como qualquer um de nós…
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aliás e sobre estas virgens ofendidas do jornalixo tuga, que amiúde comportam-se como autênticos sabujos deste último, acho-lhes imensa piada quando se revoltam junto de quem os lê e discorda dos seus ofensivos escritos, amiúde bloggers, e utiliza os chavões habituais de ser «do Belenenses», de ser «imparcial» e de ser «isento», intercalados com uma linguagem tão brejeira que faria corar de vergonha, não só quem redigiu o Código Deontológico da classe profissional em causa, mas sobretudo os seus progenitores.
a mais recente vítima desta espécie de bullying foi o nosso caríssimo dragão Vila Pouca (aqui); mais exemplos desta espécie de jornalistas sérios aqui e aqui.

por último e para quem tiver interesse, divulgo à saciedade, o último BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes, sob o auspicioso título até os comemos!” (aqui).
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disse!

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