da indignação.

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(clicar na imagem para ampliar)

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o grupo sportivo carnidense informa que não comparecerá, este Sábado, em Gondomar, na ‘final four’ da Taça de Portugal de Hóquei em Patins.
esta decisão da Direcção do 5lb justifica-se pelas necessidade e urgência, de se tomar uma posição clara que demonstre o estado de degradação que atingiu, este ano, a cúpula da modalidade, e o total desacordo com alguns critérios – ou com a falta deles… – da parte da Direcção da Federação Portuguesa de Patinagem (FPP), e dos órgãos que a compõem – Conselho de Arbitragem, Conselho de Disciplina e Conselho de Justiça.

importa realçar que esta decisão nada tem a ver com as outras três equipas que, de forma meritória, conquistaram o direito legítimo de competir, nesta fase final da prova, pela conquista da Taça de Portugal 2016/17.

ao longo de toda a época, a equipa de Hóquei em Patins do 5lb foi sentindo que muito dificilmente poderia jogar em igualdade de circunstâncias com outros competidores no Campeonato Nacional, por circunstâncias alheias à mera e sã competição desportiva.
perante evidentes sinais de dualidade de critérios nos bastidores (!!!), de decisões erradas em pista e de sucessivas nomeações de árbitros difíceis de compreender, jogadores e equipa técnica levaram a definição do campeão até à última jornada, com assinalável resiliência e espírito competitivo. mas infelizmente o pior estava para acontecer: no decorrer do ‘derby’ de Alverca [sic] – intenso, competitivo, uma autêntica final –, ficou clara a inexistência de imparcialidade em algumas decisões – quer para quem o viu no pavilhão, quer para os muitos milhares que acompanharam as incidências da emotiva partida pela televisão.
(algo que ficou bem expresso, pela forma como foi anulado de forma inexplicável, a poucos segundos do apito final, o golo que daria o 6-5 e muito provavelmente a conquista do 24º Campeonato para o 5lb.) 

[…]

no final de tudo isto, parece que os únicos a quem foi “tirado o sono” foi aos atletas, técnicos, dirigentes e adeptos do carnidense, como o comprovam declarações públicas de alguns responsáveis de órgãos pertencentes à FPP, ou até a nomeação para o jogo da meia-final da Taça de Portugal.

nas últimas cinco temporadas, o 5lb sagrou-se duas vezes Campeão Europeu, conquistou muitas provas do calendário nacional com as suas equipas seniores masculina e feminina (que também venceu uma Liga Europeia), colaborou para o desenvolvimento do hóquei em patins jovem, organizou eventos e participou em iniciativas de promoção à modalidade e, em conjunto com os outros clubes, contribuiu para as grandes audiências televisivas do hóquei em patins.
acabou, contudo, por ser ignorado e perseguido durante toda esta temporada. a anulação de um campeonato a 23 segundos do final, sem qualquer motivo para tal, é apenas o espelho de uma época em que nunca houve igualdade de circunstâncias.

o carnidense toma esta inédita decisão na sua história, não apenas por interesse próprio, mas acima de tudo pelo bem da modalidade.
é impossível que o profissionalismo, dedicação, empenho e paixão de clubes como o 5lb continue a conviver e a estar dependente do amadorismo e de “velhos hábitos” que vigoram no hóquei nacional – desde a primeira divisão às divisões inferiores, dos seniores à formação, do masculino ao feminino.

que fique claro: tudo isto nada tem que ver com o FC Porto e a UD Oliveirense, cujas equipas lutaram arduamente pelo título nacional e que beneficiarão, também, em igual medida ao 5lb, das evoluções positivas que se verifiquem nas estruturas que organizam as competições em Portugal.

[…] 

capital do império, 23-06-2017.
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caríssim@,

na véspera da noite de S. João, mais uma “martelada” na credibilidade de uma agremiação gerida por meninos mimalhos, com um péssimo perder (por que também não se sabem comportar quando ganham) e desprovidos de qualquer Desportivismo.

em suma:
ainda não digeriram o empate do (e cito) «derby de Alverca» e consequente perda do campeonato para o eterno rival, tão-somente porque o palhacito que começou a comemorar efusivamente o suposto golo da vitória, para gáudio de bruno ferreira (o sabujo da tvi24 que exultou como se não houvesse Amanhã), o fez com o corpo – o que contraria o disposto no subponto 1.2., do nr. 1, do art. 17 (“jogando a bola: normas específicas”), das Regras da modalidade

portanto, mais do que uma pífia indignação lampiã, fruto de uma organização que se julga e, pior!, que efectiva e comprovadamente se comporta como um Estado (mesmo que lampiânico) dentro do próprio Estado (o de Direito), sinto vergonha por este tipo de comportamentos estéreis, que visam tão-somente condicionar os responsáveis da modalidade para o Futuro, que não só o mais imediato.
estou certo que os dirigentes do FC Porto já estarão avisados para o que daqui poderá advir para o nosso clube do coração. e que não se espere algo de bom, antes pelo contrário..
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agora apague tudo!
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#lifegoeson

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« […] aos adeptos do FC Porto, o meu único conselho é estarem calados. de cada vez que falam põem em causa as suas próprias conquistas aldrabonas. trocam os 4 títulos do 5lb pelos 20 que alcançaram com a mesma batotice? então, aguentem-se! reajam: arranjem melhor fruta. »
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caríssim@,

apesar da Dor, do Luto, do Vazio, a Vida continua, certo? certo..
assim sendo e porque não consigo permanecer mais calado, eis-me aqui – e com todo o Respeito pelo que os funestos acontecimentos deste último final-de-semana me merecem.

as palavras acima pertencem a um quintela basto fedorento – um odiozinho de estimação, assim para o verde calimero, e que remonta aos primórdios do (precocemente desaparecido) ‘Tomo I‘.
aquelas foram-me dadas a conhecer por um de vós, via e-mail (!!!) e foram retiradas deste lixo tóxico aqui – num manual de autêntica filha-da-putice, redigido por um certificada e comprovadamente filho daquela meretriz, afilhada de profissão mais do que duvidosa (no sentido em que ninguém duvida para o que “trabalha”).
também eu fiquei como tu, quando as li: com uma vontade louca de partir para cima dele como se não houvesse Amanhã. mas, depois, recordei-me que temos (devemos!) que ser muito superiores a este tipo de gentalha, que só vive em chafurdar na lama a que apelidam de “vida” e que certamente é bem mais niquenta do que a pintam para o Exterior… e tenho para aí duas mil razões para o considerar, estejam elas pela ImBicta, ou pela capital do império, ou até na Pérola do Atlântico (sendo que aposto mais nesta última hipótese).

assim sendo e para os quintelas desta vida:
para lá de lhes recordar os nomes de mário luís, ‘o chinês‘ e de howard king, (d)o ‘elefante branco, e de lhes avivar a memória com estórias como a do manaca, questiono-me se saberão como conquistaram o campeonato nacional de futebol sénior, na (já longínqua) época de 2001/2002?… eu respondo, de pronto: 17 grandes penalidades assinaladas. outra vez e mais devagar: dezassete. penáltes. de-zas-se-te. é que nem nos tempos do ‘pito dourado..
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neste entretanto e a propósito de um outro apito, bem mais «glorioso» (por que muito mais, imensamente #divino), no último programa do “seu” espaço de verdadeiro monólogo escatológico, o precário (do) guerra, entre os bastos ‘soundbytes que por lá debitou, houve um que registei com particular “agrado”: aquele em que aponta este #processodivino como uma hipótese de «corrupção» a nível desportivo. nada mais errado; é, isso sim, de um caso de tráfico de influências e ao mais alto nível, do nosso comezinho futebolzinho, e punível por Lei.
e também foi curioso como, mais uma vez, não se discutiu o teor dos e-mails da discórdia (mormente dentro do Estado Lampiânico). é como se aqueles nunca tivessem existido, a não ser na fértil imaginação dos adeptos portistas. pena que a Realidade seja assim mesmo: cruel.
já quanto à forma como aqueles terão sido obtidos, considero que as pessoas que administram o Clube não são ingénuas ao ponto de os divulgarem pública e massivamente, sem qualquer protecção jurídica…

e, já agora, numa altura em que tanto se apela à Memória e se desenterram as trapaças do ‘pito dourado, convém recordar o que está disposto no Código do Processo Penal acerca da divulgação pública de escutas:
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« não é permitida, sob pena de desobediência simples, a publicação, por qualquer meio, de conversações ou comunicações interceptadas no âmbito de um processo, salvo se não estiverem sujeitas a segredo de justiça e os intervenientes expressamente consentirem na publicação. »
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ponto 4., do artigo 88º, do Código do Processo Penal.
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foi o disposto no malandro daquele artigo que inviabilizou que as ditas escutas do ‘pito dourado fossem aceites pelos Tribunais competentes – que não por aquela espécie de “tribunal”, presidido pelo justiceiro do ricardo costa [escarro nojento], e que desencadeou o processo do ‘pífio final’. um artigo tão, mas tão infame que, veja-se lá!, não foi ao encontro das vontades daquele, sequer das dos milhões de lampiões e de alguns milhares de calimeros.
no fundo e como pude ler por aí, uma «uma tecnicalidade que tornou inúteis as escutas». maldita «tecnicalidade» [a que vulgarmente se apelida de Lei]..
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por último, três breves notas sobre a conquista do campeonato nacional de hóquei em patins:

1)
a fé era tanta e tão gloriosa, que a Federação da modalidade optou por deixar o troféu daquela conquista em Almada. correu-lhes mal.
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2)
resumir toda uma época a um lance polémico é de uma desonestidade intelectual atroz. por exemplo e neste mesmo jogo, o livre directo que dá o 4° golo do 5lb é precedido de um penalty não assinalado na outra área – e que, a ser concretizado, daria o 6° golo para o spórtém.
(e não irei esquecer a autêntica escandaleira que foi o jogo anterior do 5lb, contra a Oliveirense – idêntica àquela outra partida, ante o Juventude de Viana. ou como foi obtida a vitória, ante o spórtém, na primeira volta deste campeonato. ele houve para todos os gostos e como denuncia a página ‘guerreiros da invicta’.)

em suma e nas palavras de um dos nossos:
« é normal que, no meio de tanto cartão azul, de grandes penalidades e de livres directos, sempre a favorecerem-vos [5lb], se sintam ofendidos quando vos assinalam alguma coisa contra. com as crianças é exactamente igual. »
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3)
porque, na entrada para a última e decisiva jornada, não dependíamos exclusivamente de nós e porque é justo reconhecê-lo, agradecer a preciosa ajuda do Sporting na conquista de um campeonato com muita emoção até ao (literalmente) seu final.
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agora apague tudo!
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#neverforget

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caríssim@,

bem sei que há muito por dizer, por contar, por refilar, por barafustar, mas há datas que não se esquecem, porque nos ficam cravadas no coração (mais do que gravadas na nossa memória). o primeiro dia do corrente mês de Maio é, para mim, uma dessas datas.

23 anos depois, ainda é muito difícil “digerir” o que aconteceu sensivelmente pela hora do almoço, com a confirmação fatal a ser anunciada ao Mundo ao final da tarde daquele (para todo o Sempre) funesto Domingo de 1994.
aliás, ainda é extrema e dolorosamente delicado, para mim, controlar a Emoção quando me recordo de tudo o que envolveu o seu desaparecimento precoce…

bem sei que Roland Ratzenberger também sucumbiu naquele dia horrífico; mas o Ayrton é que é o meu ídolo. e, com a sua morte, também chegou ao fim, para mim, o encanto de uma modalidade que me fazia ser um dos (bastos) maluquinhos que, madrugadas adentro, assistiam também aos treinos livres e às sessões de classificação, para os grandes prémios dos EUA, do Japão e da Austrália, numa altura em que a perícia dos pilotos se sobrepunha (e de que maneira!) às habilidades da Mecânica. e da Engenharia. e da Aerodinâmica. e afins…
agora, sincera e honestamente, nada me importa da F1. nem sequer sei quem é o mais recente campeão da modalidade… quero dizer: até sei quem é, mas não quero saber. sou egoísta a esse ponto! para mim, a 01 de Maio de 1994, desapareceu “o meu” Campeão. foi o derradeiro ponto final.

um ano depois da minha última recordação desta sombria data, fica o registo público do lamento que ainda sinto. e do quão “frio” ainda está o meu coração. e mesmo com um dia de atraso sobre aquela.

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disse!
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(breve) resumo de nove dias

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telegráfica nota informativa (como intróito):
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sim!, é verdade: esta “posta” vai honrar a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera. aguente-se à bomboKa quem vier por Bem. e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
ah! e a disposição dos acontecimentos, sobre os quais me pronunciarei adiante, obedece à sua inversa ordenação cronológica, bem entendido.
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caríssim@,

obviamente que principio sobre o feito épico, de ontem, no andebol e em pleno antro calimero, no (dito) Casal Vistoso (que não o outro, o outrora muito “ventoso“). pude assistir a toda a segunda parte da partida em causa e resumidamente afirmo que soube muito bem – não só o triunfo em causa (alicerçado numa recuperação fantasticamente extraordinária de oito golos sem resposta a doze minutos do seu término), mas sobretudo o ter emudecido todo um pavilhão e todo um estúdio de uma “televisão de marquise“, que rejubilavam com uma derrota que veio a acontecer para o lado que menos contava com a dita… afinal, não são só os lampiões que têm por hábito festejar antes do tempo… ah!, e tudo contra uma dupla de árbitros que, enfim… mais do que “de orelha”, foi de encomenda – um facto que, a acrescentar à paupérrima exibição dos muito vermelhos e basto rubros, tiago monteiro e antónio trinca, no passado Sábado, ante o actual campeão da modalidade, só vem confirmar a minha suspeição de que, os próximos catorze encontros que faltam disputar (quatro da fase regular mais os dez da fase final), trarão muitas “surpresas” destas pelo caminho… nada a que já não se esteja (infelizmente) habituado, dado que, (também) no andebol tuga, somos efectiva e comprovadamente o alvo a abater há (pelo menos) uma década.
e é por tudo “isto” somado que a euforia da Equipa, nos balneários, é muito justificada. bastante justificada. basto justificada. justificadíssima, aliás. mas, convém recordá-lo e sempre com a (má) lembrança do que aconteceu na pretérita temporada, «ainda não ganhamos nada».
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já tudo foi (re)dito, muito dissecado, bem (ou mal) argumentado, inclusive refutado, sobre o Clássico do passado Sábado. alegrando-me com o resultado final, com a vitória, com as exibições de todos (mormente de Marcano, de Felipe, de Danilo, de Óliver, de Brahimi e de Corona), congratulando-me com a portentosa estreia de Soares (bué da fixe, tás a bêre?) e concordando com a crítica generalizada àquela sofrível (e muito sofrida) segunda parte (a antítese da equipa que, nos primeiros 45′, foi aguerrida, combativa e muito digna),  confesso-te que ainda fico agastado com o estafado “argumento” do «ganhámos (apesar do treinador)» – como se tudo fosse possível acontecer sem um líder no comando….
bem sei que o Nuno não cativa e não motiva as massas – associativa, adepta e sobretudo a assoBiativa (curiosamente mais calada do que quando «o Basco» por aqui estava…) – e bastas vezes parece não encarnar o significado do chavão “somos Porto!” – por exemplo, quando encorna que não deve expor os verdadeiros “roubos de catedral” a que temos assistido, na presente temporada, optando por leves críticas “sem sal” e algumas vezes em nosso prejuízo. mas, que diabo!, a quem se deve a mudança de atitude de Brahimi e de Corona, esta época, (bem) mais afoitos nas tarefas defensivas? a quem se deve a solidez defensiva (em completo antagonismo para a pretérita)? a quem se deve a aposta (certamente que de risco) em jovens jogadores, mormente portugueses? e, bem mais importante (pelo menos para mim), a quem se devem as (muito) visíveis União e Espírito de Grupo, numa Equipa que, há uma época, mais parecia uma manta de retalhos, com cada elemento a “remar para seu lado” e longe dos objectivos colectivos a que se propunham? com (muita) certeza que não é ao divino Espírito Santo…
também sei que o futebol praticado, por esta mesma Equipa, muitas vezes não entusiasma por aí além e que, nalgumas delas (a sua esmagadora maioria?), assemelha-se ao de uma equipinha pequenina, refugiada no “pontapé para a quinta” e/ou no “chutão para o avançado”; mas e a bem da Verdade, quem de nós esperaria que, mesmo com todos os defeitos que a Equipa e o treinador possuem, a esta altura, à vigésima jornada, estivéssemos a um singelo ponto de distância do líder (e basto proclamado treta-campeão) e com nove a separa-nos do terceiro lugar? quem é que, de nós e para lá do sempre optimista do Silva [hello! hello! 😀 ], no início da presente época desportiva, acreditava mesmo que esta Equipa seria capaz de lutar pela conquista de um campeonato que, para os me(r)dia em geral e para o jornalixo tuga em particular, só seria discutido entre as agremiações afectas à Segunda Circular? pois…

em suma e sobre este capítulo:
seria muito bom, muito positivo, que houvesse mais união entre os portistas em torno desta Equipa, que tanto merece, e obviamente do seu treinador (o qual tem muitos pecadilhos, com certeza que sim!, mas também e como já o referi, algumas virtudes) – união essa que não deve ser encarada como uma espécie de acrisia, antes pelo contrário. o que não desejo é que sejamos “mais papistas do que o próprio Papa”, pelo menos para o Exterior, oferecendo trunfos a quem nos deseja “todo o bem” deste mundo e do outro, e dando a imagem de uma reinante discórdia, entre uma massa que deveria estar mais sólida do que betão, para que os outros possam perpetuar a sua (dita) «gloriosa» hegemonia de três anos de basto #colinho…
mas, hey!, esta é tão-somente a minha opinião; tal não significa que (i) haja outras, com (muita) certeza que discordantes e que (ii) aquela seja a única verdadeiramente insofismável e inquestionável (que não é, nem sequer tem essa pretensão, antes pelo contrário!).
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ganhou tudo o que havia para se conquistar no Futebol praticado ao mais alto nível. e já viu de tudo e de tudo um pouco já vivenciou, na primeira pessoa, naquele mesmo mundo, muito restrito e basto restritivo ao comum mortal.
mesmo assim, resolveu dar um novo rumo (sobretudo) à sua vida pessoal e escolheu-nos em detrimento de todos os outros clubes e de todas as outras latitudes que (ainda) sonham com ele – como não se cansa de o referir nas mais variadas entrevistas que já concedeu, inclusive ao canal do nosso Clube do coração (aqui e aqui).

temos, no nosso seio, um galáctico e um jogador como poucos tiveram. assim de repente e salvaguardando as devidas distâncias, talvez só Preud’homme, na década de ’90, quando esteve por Carnide – e obviamente que tido como um «santo», mas com muito melhor Imprensa do que o ‘portero‘ natural de Móstoles (nos arrabaldes de Madrid).
temos, na nossa cidade, em plena ImBicta, um dos seus melhores embaixadores, o qual não se cansa de a promover, quase diariamente e de forma gratuita e muito altruísta, nas suas contas pessoais, nas mais diversas redes sociais.

portanto:
somos uns privilegiados por o podermos ver, inclusive ao vivo e a cores, a comemorar, como a imagem acima documenta, uma vitória sobre os calimeros depois de uma defesa soberba, daquelas que garantem campeonatos. e eu, ao invés de o questionar e/ou duvidar, já sinto é saudades do dia em que ele já não estará por cá…
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«é importante os nossos adversários começarem a dar um pouco mais de luta», afirmou, ufano, em Dezembro de 2013, um inchado burro do Carvalho.

«ganhar lá não é novidade para nós, mesmo sabendo que vamos ter algumas complicações», afirmou, soberbo, na véspera do encontro, um execrável (em tempos, tido como) «catedrático».

são só dois exemplos, para memória futura e que não esqueço, do asco que tenho em relação, não só às abéculas em causa, mas também à agremiação calimero-viscondessa – a qual e ao contrário do que muitos apregoam, em nada difere da lampiã, a não ser na cor que ostenta, assim mais para o verde-pijaminha (verde-musgo?).
foi também por essa razão que comemorei (e comemorarei) efusivamente as nossas vitórias sobre eles: a de Sábado, no futebol e a de ontem, no andebol.
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a imagem acima é só (mais) um exemplo do incómodo que entretanto começamos a causar junto do ‘establishment‘ que gravita em redor do comezinho futebolzinho da tugalândia – entenda-se: os me(r)dia e todo um jornalixo tugas.
o outro, que retenho na memória e que partilho contigo, é o de, por dois dias consecutivos, nos serviços noticiosos da estação (cada vez mais, menos) pública de televisão, a vitória da agremiação de Carnide sobre o actual último classificado do campeonato ter sido merecedora de honras de abertura (!!!). u-a-u! somos mesmo inconvenientes para o P(h)oder que grassa naquele mesmíssimo futebolzinho da tugalândia…
aliás, a sede de “vingança” pela nossa vitória ante os calimeros e o desejo em regressar ao poleiro era tanta que, antes de jogarem e depois do nosso triunfo estar consumado, ainda permaneciam no lugar cimeiro de uma classificação gloriosamente desvirtuada e como se confirma aqui
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© google | Tomo III
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num Passado recente, fui lesto a criticar tudo o que envolvia o (então) “torto” Canal, da sua programação à evidente e então (muito) visível degradação dos seus cenários e mobiliário. actualmente e apesar de ainda não ser um mundo perfeito, longe disso!, tenho que ser ainda mais rápido do que o Hulk a ultrapassar o badocha do rochemback (vídeo aqui), em 2008, (resumo da partida em causa aqui), e parabenizar a novel estrutura do FC Porto com o pelouro da Comunicação do Clube.

está portanto de parabéns! essa estrutura pela evidente aposta em mais FC Porto na programação – com o programa “Universo Porto – da bancada” à cabeça, pela assertividade que patenteia – e, também, no novo cenário que indubitavelmente o embeleza e que a imagem acima tão bem documenta.
com aquele fundo, indelevelmente jogamos sempre em casa!
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© google | Tomo III
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e por “falar” em jogar em casa, não poderia manifestar publicamente o meu regozijo pela divulgação daquela notícia oficial que deu conta de que o Estádio do Dragão, o nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, desde 01 de Fevereiro de 2017 que se encontra «pago na totalidade».
indiscutivelmente somos mesmo diferentes, e para melhor. e trata-se de uma operação que irá enriquecer (literalmente) e de que forma!, o património do Clube. e adorei o facto dessa mesmíssima operação ter sido processada no segredo dos deuses e sem alaridos bacocos.

podemos não ser o mais-maior-grande da tugalândia, mas e de forma indelével, “contra tudo, contra todos e contra os tolos”, somos comprovadamente o melhor Clube português. actos como este só reforçam esta minha forte convicção.
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disse!
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and now, for something completely…

© bill watterson | Tomo III
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… stupid? *
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caríssim@,

uma breve pausa no meu (longo?) interregno para manifestar publicamente algum regozijo.
este meu contentamento prende-se, não só porque é quase, quase Sexta-feira; porque o nosso FC Porto, em futebol, venceu e somente pela segunda vez, em território belga, frente ao campeão em título, e a contar para a «xampes» (naquela que foi a primeira vitória em três partidas já disputadas); porque a equipa B conseguiu não perder, num registo distante da primeira volta da época transacta e apesar de todas as contrariedades e de todas as vicissitudes, que o plantel às ordens de Luís Castro tem tido (a Qualidade, esta época, está a ser “trabalhada”, como o tinha sido há três anos atrás); porque, em andebol, levámos de vencida o carnide de Braga, num encontro pleno de emoção e de comoção; porque a equipa de basquetebol até esteve benzinho, ante os gigantes de Antuérpia; porque o nosso querido líder voltou a falar à maralha (lá está…) depois daquela vitória na Bélgica, mas sobretudo porque acontecimentos a nível particularmente pessoal fazem com que esteja feliz. e não, não vou ser papá pela segunda vez…

assim se explicam (ou talvez não, não sei bem…) estas brevíssimas linhas (#notmadeinporta18) de júbilo folguedo.
e agora, com a tua licença, voltarei para aquela minha espécie de “retiro espiritual”, onde isoladamente continuarei a fazer “coisas“, na esperança de que Sábado não tarde, nem demore.
até esse momento, os meus votos honestos e sinceros, de que continues a ser (muito) feliz!
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* título inspirado nesta obra-prima dos Monty Python.
(e já se sabe que não se deve (pode?) confundir a obra-prima do mestre com a prima do mestre-de-obras…)
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disse!
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¡ moltes gràcies, campió ! (*)

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« Este troféu é especial por ser o último que conquistei no FC Porto, mas acredito que será o primeiro de muitos para esta equipa. Tenho a certeza que vão ganhar muitas coisas, no Futuro.
Dedico esta vitória aos adeptos e ao grupo, para que comece a ganhar a partir daqui e nunca mais pare!
O “segredo” foi a união da equipa e o apoio dos nossos incríveis adeptos.
Assim é sempre muito mais difícil perder.
»
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Edo Bosch, 19-06-2016.
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caríssima(o),

faço minhas as palavras (repletas de amargura) do meu Amigo Jorge Vassalo, acerca das mais recentes declarações de Helton. tal como ele, também eu não gostei n-a-d-a de as ter lido e considero-as como um recado, em forma de pressão, “para dentro” quando, no meu entendimento, todas as mensagens desse teor devem ser ditas “lá dentro” (© ega, todos os direitos pela feliz expressão), longe dos holofotes dos me(r)dia tugas, tão ávidos deste “maná” portista…
com doze anos de casa, o homem do violão já deveria saber “o que a casa gasta”, e não se prestar a este tipo de figurinhas, as quais não são dignas de um campeão (que o foi), sequer de um capitão (que deixou de o ser), muito menos de um portista (que afirma que é e que eu não duvido).

fica o contraste de atitude, com os votos expressos, ontem, pelo nosso Edo Bosch, naquele que foi o seu último desafio com o brasão abençoado ao peito, antes de rumar à Juventude de Viana. que diferença (enorme)!
e é por a saber que a lamento e que legitimamente duvido, enquanto adepto, que o sr. Arruda venha a ter um comportamento em tudo idêntico ao de Edo Bosch, o qual foi demasiado nobre na hora da saída – tal e qual como, por exemplo, o grande Reinaldo Ventura, há um ano, sempre (e até à presente data) sem uma palavra de rancor para com o seu clube do coração, mas que não soube acautelar condignamente a sua saída.
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© google | Tomo III
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entretanto e para actualizar as declarações de um figo seco, consta que:

» foi um fim-de-semana muito proveitoso para o Desporto Adaptado do FC Porto. no ténis de mesa, em termos colectivos, a equipa portista venceu tudo o que havia para conquistar, esta temporada (António Macedo e Pedro Cardoso sagraram-se bicampeões nacionais, por equipas, tendo Pedro Cardoso conquistado o título de Campeão Nacional). na natação, a época encerrou com os Campeonatos Nacionais de Verão, que decorreram na Póvoa de Varzim, tendo o FC Porto conquistado um total de 19 medalhas (09 de ouro, 04 de prata e 06 de bronze) e a atleta Ana Barbosa batido 3 recordes nacionais (nos 50 metros livres, nos 100 metros livres e nos 100 metros costas). no boccia, Pedro da Clara e Carla Oliveira disputaram o ‘Bisfed Boccia World Open’, que também se realizou na Póvoa de Varzim, tendo Pedro da Clara alcançado, pela primeira vez, a final de uma prova internacional e conquistado a medalha de prata, após a derrota frente ao eslovaco Samuel Andrejcik no jogo da decisão final.

» vencemos a Taça de Portugal, em hóquei em patins, frente ao actual campeão da Europa da modalidade e tal como a tv do pravda da Travessa da Queimada não se cansou de o referir, na transmissão da partida de ontem (quer nos comentários, quer nas imagens daquela, a cada quinze segundos).
e convém referir que colocámos um ponto final num (longo) jejum que perdurava desde 2012/2013, altura em que conquistámos o nosso último troféu – precisamente a Taça de Portugal da modalidade em causa – daí que tenha sido (bem) porreira a festa, pá!
(e, para quem tiver esse interesse, há uma segunda parte desta “posta de pescada”®, onde se seguem mais cinco imagens, para mim icónicas, deste enorme, grande, saboroso, triunfo.)

» a nossa equipa de ciclismo triunfou, individual e colectivamente, na 8ª edição do “Grande Prémio Memorial Bruno Neves”, a terceira prova da Taça da Portugal de Elite daquela modalidade.

» na secção de bilhar, os dragões sagraram-se campeões nacionais de bilhar às três tabelas, com um feito inédito na modalidade, em Portugal: 24 vitórias em outros tantos jogos (14 na primeira fase e 10 na ‘Final Six‘).
Este fina-de-semana, os dragões também conquistaram a Taça de Portugal de Snooker, naquele que é o primeiro título, da história do clube, nesta variante do bilhar.
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mas e não me canso de o repetir, para os “canelas” que por aqui gravitam a despejar a sua bílis, num Português macarrónico, a conquista de todos estes títulos em nada substitui a inconsolável mágoa de uma época desportiva m-i-s-e-r-á-v-e-l, em termos de futebol profissional, no escalão sénior.
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« primeira fila

Ferreira Nunes foi, nos últimos anos, o todo-poderoso da arbitragem e o responsável pela classificação dos árbitros. Para uns, entre os quais nos incluímos, fez um mandato deplorável; mas, para outros, foi de uma eficácia inquestionável. Entre outras “façanhas”, foi ele que conseguiu despromover um dos melhores árbitros do País [Marco Ferreira], e manter, no primeiro escalão, apesar de ter ficado em lugar de descida, um outro [Bruno Paixão].
Agora, menos de um mês depois da “comissão de serviço”, eis que surge, na primeira fila, em pleno camarote presidencial do Pavilhão da Luz, no jogo de futsal entre o 5lb e o spórtém. Lá diz o ditado: os amigos são para as ocasiões, e nunca trates mal quem te trata tão bem…
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in dragões diário, 19-06-2016.
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uma imagem. mil palavras. para memória futura.

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disse!
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(*) título idêntico a esta missiva aqui, datada de Julho de 2012, dirigida a outro enorme campeão e cujo teor se mantém para Edo Bosch.
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voltinha ao bilhar grande…

© google | Tomo III
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« O FC Porto já não ganha nada há três anos; a única coisa que ganhou, este ano, foi no bilhar. »

luís figo, a 01 de Junho de 2016. deduz-se que sóbrio.
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caríssima(o),

as declarações acima (vídeo aqui) são da autoria do próprio, o qual, segundo o Silva, não passa de (e cito) «um conas», num silogismo que envolve (muita) fruta e vindo directamente de um gajo que afirma que, daquela, é mais dado a bananas e papaias… adiante. não me irei debruçar sobre elas, apesar de terem servido de mote à presente “post@” (título incluído) e de, assim num repente, ter pensado “nisto” aqui e aqui
mais informo que o que a seguir se expõe não pretende mascarar, seja de que forma for, o descalabro desportivo que ocorreu, na época finda, no escalão máximo da modalidade que dá nome ao nosso clube do coração e de Sempre, antes corroborar a resposta pronta que o «pesetero» em causa mereceu por parte de quem assina a e-letter do Clube.
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© fc porto
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mesmo desconsiderados por todos os me(r)dia tugas, na sua quase total generalidade, aquela que (por eles, claro!) não é tida como a melhor escola de formação deste “rectângulo à beira-mar (im)plantado”® e que não abre telejornais com os títulos desportivos que conquista, sagrou-se bicampeã de futebol em Juniores A (actual escalão sub-19).
trata-se de um feito desportivo que, para o Clube, já não era conseguido desde 1993/1994, e logo num ano em que a equipa B se sagrou campeã da Segunda Liga – num título oficial que custa a engolir a muito “boa gente”, mas que é para ser tido em conta precisamente por isso mesmo: é tão-somente um título de uma competição oficial, organizada por uma entidade legalmente… oficial e instituída por quem de Direito, e não de uma qualquer taça lat(r)ina.
ou seja: ninguém nos liga, não somos chamadas de capa de pasquins, nem temos os habituais invertebrados do costume a fazer pressão pelos nossos. ainda bem que assim é, porque será sempre sinal de que fomos vitoriosos. e de que estamos a ser incómodos. e isso s(er)ão sempre sinais positivos, apesar do incómodo da discriminação por parte dos useiros e vezeiros sabujos do costume.
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© fc porto
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no início da tarde de ontem, necessitei de me deslocar ao centro da ImBicta. foi um filme, onde sobressaíam as filas intermináveis para lá se entrar (e algumas bichas pelo caminho). só (bem) mais tarde é que me apercebi do porquê daquelas (das primeiras, bem entendido!): a W52-FC Porto-Porto Canal acabara de vencer o “Grande Prémio JN”, em ciclismo, com Rinaldo Nocentino a vencer a etapa que acabou em plena Av. dos Aliados e Rafael Reis a sagrar-se o vencedor da 26ª edição daquela prova (a mesma onde o spórtem/tavira se quedou pelo terceiro lugar. espera-se novo comunicado do burro do Carvalho a qualquer momento).
tudo sobre rodas, portanto. e com mais uma «gloriosa» ausência de destaque nos mesmíssimos me(r)dia tugas.
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© fc porto
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onde também não se meteu água foi na natação. este final-de-semana, Diana Durães bateu o recorde nacional absoluto nos 200 metros livres, cumprindo a distância em 2’02”,40 minutos, no “32º Meeting Internacional do Porto”, que decorreu na nova (por que remodelada) Piscina de Campanhã.
não se trata de um título ‘per si’, mas de um feito desportivo que muito nos deve embevecer.
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© ojogo
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curiosamente, neste final-de-semana, o nosso único “sorriso amarelo” aconteceu… no bilhar. tal como a foto acima documenta, na final da Taça da Europa de clubes de bilhar às três tabelas (vulgo carambola), pela quarta vez que ficámos pelo primeiro lugar dos últimos.
deste amargo de boca, retive as seguintes palavras de Daniel Sanchez, via “FC Porto para sempre“:
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« o FC Porto, um dia, vai ganhar [esta prova]! esta é a melhor equipa em que já joguei. com o João Ferreira e o Rui Costa, dentro de dois anos, o FC Porto vai ter uma grande equipa! e o João vai ser um jogador de nível mundial! »
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ah!, quase que me esquecia… convém referir que se tratou de uma competição efectiva e comprovadamente com clubes europeus, mas da Europa mesmo!, e não “daquela Europa“, segundo jorge jeBus
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© google
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contra tudo, contra todos e contra os tolos da federação da modalidade em causa, ainda não foi desta que uma agremiação afecta à Segunda Circular venceu o campeonato nacional de séniores, em andebol, já lá vão nove anos.
desta vez, consta que «a equipa de andebol do 5lb sofreu um ABC» [® Sérgio Mayor de Andrade], para «glorioso» desgosto de quem tudo, mas mesmo tudo!, (in)tentou para que fosse outro o desfecho final. bem feito, pá! ficaram com um amargo de boca e ganharam um “andar diferente” para os próximos tempos…
neste entretanto e apesar da festança final dos comandados de Carlos Resende (vídeo aqui), parece que, mais uma vez e só esta época (!!), os reincidentes ilegais da agremiação de Carnide provocaram desacatos (vídeo aqui), com um elemento da equipa do 5lb a ter que intervir para que males maiores não acontecessem a uma criança indefesa (vídeo aqui). cenas lamentáveis, mas que mais não são do que a sua imagem de marca mais actual.

no fundo, bem lá no fundo e regressando ao campeonato em causa, a imagem que se segue será sempre aquela que dele guardarei, pela forma “suja” como nos foi sonegada a possibilidade de disputar a final de um injusto ‘play-off‘:
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lance_roubo© porto canal | Tomo III
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por último e na minha opinião, “a” imagem de (mais) uma lenda que nos deixa, para poder (enfim!) brilhar no firmamento:
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© sport bible
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disse!
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entretanto e enquanto se espera por um ‘godot’…

custosb© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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portanto e enquanto para uns são comi$$õe$, para outros são (e cito) «outros custos do negócio». então, está bem… deve ser mais «gloriosamente» chique apelidar comi$$õe$ dessa forma… porque é disso mesmo que se trata: comi$$õe$ e nada mais, nem menos, do que comi$$õe$, usem-se os eufemismos que se quiserem.
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andebol© um sítio rasca
(clicar na imagem para ampliar)
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u-a-u. quanto empenho, por parte de uma federação para com um clube e ao arrepio da legislação em vigor…
será, de facto, motivo para se questionar o porquê dos (ir)responsáveis da Federação da modalidade em causa proporem um «recinto neutro» por causa dos «gloriosos» adeptos i-le-gais da agremiação de Carnide…
é que curiosamente (ou talvez não), recordei-me do episódio da imagem ali em baixo, que data de 2007, e no qual os (ir)responsáveis da modalidade não revelaram qualquer empenho numa situação em tudo idêntica àquela outra – não se desse o facto dos adeptos portistas já serem detentores de bilhete para assistir à partida em causa:
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hoquei2007© menosfutebol
(clicar na imagem para ampliar)
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por último, e acerca da imagem que se segue:
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nes© google | Tomo III
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acho que qualquer um de nós tem amigos benfiquistas e/ou conhece alguns quantos lampiões (a diferença entre estes encontra-se explanada aquiaqui, aqui e também aqui). e, se um deles fizesse muita questão em que marcássemos presença, num evento público, no qual ele seria figura de destaque, acho que seria de muito mau tom não o fazermos só por causa das eventuais diferenças clubistas. considero que nunca poderia ser “por aí” que se poderia alegar a nossa ausência – arriscando-nos a colocar as quezílias do futebol à frente da Amizade (e, para mim, há valores que “não se vendem”, e a Amizade é um deles).
foi o que aconteceu, ontem, com Nuno Espírito Santo, que foi convidado para apresentar o livro do mais acérrimo lampião de Paredes, e mesmo que na (má) companhia da múmia paralítica do Cairo – «ambos os dois» acérrimos anti-portistas primários (por que básicos), é certo…
e, numa altura em que não há nenhum dado oficial que garanta que o autor da expressão «somos Porto» será o próximo treinador do nosso clube do coração, confesso que não entendo (aceito?) o burburinho e, nalguns casos (muitos), a indignação extrema, com recurso a insultos (inclusive) sobre a sua pessoa, por ele ter ido àquele evento… assim, manifesto publicamente estas minhas incredulidade e estupefacção, com algum estupor à mistura… acho que se está a fazer uma tempestade num copo de água, sem qualquer líquido lá dentro e que se atingem inimagináveis proporções do Ridículo só porque ainda não foi anunciado publicamente quem será o sucessor de Julen Lopetegui – e dado que José Peseiro foi sempre encarado como uma solução de recurso – disparando-se a torto, a direito e enviesado, sobre tudo e sobre todos, e sobre todas as questões (mesmos as mais estapafúrdias)…
esta é a minha forma de pensar sobre este (não-)assunto; admito que haja outras igualmente válidas.

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em suma:

continuemos “preocupados” com os nossos e a tratar-lhes “da saúde”, quando o verdadeiro “inimigo” se encontra fora de portas. fora das nossas portas.
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disse!
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‘in your face!’ (afundanço)

fcp© fc porto
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caríssima(o),

não sei se já sabes, mas, quatro anos depois da tormenta,  com uma descida à divisão CN2 pelo meio, permanência de dois anos na ‘proliga’ e subida ao principal escalão naquele segundo ano,

somos campeões de basquetebol sénior!

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do feito em si e da grandiosidade que encerra, já muito foi dito por esse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera, pelo que sou mais um a expressar, desta forma, o enorme contentamento, que extravasa o meu espírito, pelo bom porto que assomou este projecto, e que tantas dúvidas (e inquietações) suscitou aquando da suspensão da modalidade.
é que e para lá daquela pertinente questão temporal, convém sempre realçar que o orçamento do 5lb é (pelo menos) três vezes superior ao do nosso FC Porto. e que, até Sábado, era o tretacampeão em título, numa modalidade em que se sentia “dono e senhor” (incontestável e incontestado)…

assim, em complemento ao que entretanto já foi escrito aqui, aqui e aqui,  e depois de (re)vistas as imagens da enorme festa que se seguiu àquela brilhante conquista, quero salientar o grande privilégio que é, para mim, ser Amigo de alguns dos elementos desse indefectível grupo de adeptos portistas que acompanha (também) todas as equipas de todas modalidades em que o Clube se encontra envolvido. para todos eles, o meu mais sentido elogio e a expressão pública do meu sentimento de uma grande gratidão.
se é certo que a Equipa foi gigante e Moncho López extraordinário, não será menos correcto afirmar que o público do dragão e sobretudo aquele grupo, foi admiravelmente colossal. muito desta conquista também passa por eles, como os jogadores (justamente) reconheceram no final
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tinsley02© porto canal | tomo III
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entretanto, para mim, esta é a imagem deste ‘play-off‘: um jogador, de altura mediana para a modalidade em causa, e que se torna gigante entre os demais, à semelhança de toda uma equipa e conforme já foi referido no início destas linhas (#notmadeinporta18forsure).
e obviamente que não me refiro ao lance em si, com uma espectacularidade em tudo idêntica à de uma partida da NBA, mas também – e cujo vídeo pode ser revisto aqui e as imagens (em formato GIF) aqui e aqui.
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nocu© google
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por último e sem pretender que seja o ponto fulcral e/ou fundamental e/ou determinante e/ou capital e/ou mais importante desta conquista, é, para mim, impossível não dedicar cinco (breves) palavrinhas à abécula que, há quatro anos atrás, protagonizou cenas que tiveram tanto de lamentável como de tristeza, à semelhança da personalidade do indivíduo em questão:

que vá comer NuKu!
(como as galinhas, as bolachas e como tanto gosta, segundo consta)

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e, depois de tudo o que protagonizou naquele jogo, ter a distinta latosa de afirmar «o 5lb sabe respeitar os outros nas derrotas», não é de uma desfaçatez tamanha, antes de uma verdadeira filha-da-putice. é que, tenho para mim, porque assim fui ensinado, quem não sabe vencer, jamais saberá perder!

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disse!
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curt@s (e grossas)…

basquetebol© google | Tomo III
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caríssima(o),

o descalabro desportivo, do passado Domingo, em Oeiras, (como que) “cegou-me”, só que numa escala bem menor do que ao “nosso” ‘enfant terríBel‘, como se comprova na sua mais recente NORTADA, sob o “auspicioso” título “quando se faz tudo para se perder… consegue-se!” (aqui e também aqui), presente na edição impressa, do pravda da Travessa da Queimada, desta Terça-feira (também aqui) – e cuja qualidade, para uma leitura fácil e acessível, não é, de facto, a melhor, motivo pelo qual e desde já, te apresento as minhas desculpas.
mas, do quotidiano azul-e-branco, felizmente que aquele não foi o único evento desportivo onde o brasão abençoado participou. assim sendo, é da maior e da mais elementar justiça, que se destaquem as vitórias: do hóquei em patins, no sempre e tradicionalmente difícil pavilhão de Paço de Arcos, avançando para a ‘final four‘ da Taça de Portugal; dos Sub-19, na recepção ao Paços de Ferreira e que permite manter a liderança isolada, rumo ao tão ambicionado bicampeonato; do basquetebol, no primeiro jogo da final dos ‘play-off‘ e do brio patenteado na segunda partida, num encontro onde, sempre em desvantagem nos três primeiros períodos (18-23, 32-42 e 62-68), o 5lb logrou a reviravolta no quarto e último parcial.

já agora e a propósito dessas duas partidas de basquetebol:
mais uma vez, a (basta e muito «gloriosa») edição ‘online‘ do pravda da Travessa da Queimada, patenteou a sua falta de brio e de profissionalismo, em se ser jornalista desportivo [tosse], não conseguindo disfarçar a azia, essa sua «gloriosa» bílis, sempre que a agremiação, para a qual são um órgão de comunicação (mais do que) oficioso, e para cujo «glorioso» pagode (agora dizem que são «catorze milhões»…) ridiculamente se transformam em meros comerciantes de papel jornal, os desilude.
mais uma vez, verificou-se uma estúpida diferença de tratamento editorial (ia escrever jornalístico…), onde foi gritante o destaque que mereceu a derrota que o 5lb nos infligiu, em relação à vitória que lhes impusemos no Sábado: aquela teve «gloriosas» honras na página principal, quando esta última foi remetida para lá de meio da página do separador “modalidades”, e muito depois de outras notícias (porventura, bem mais) importantes para o estado lampiânico – inclusive antes daquela outra que referia que o ABC acabara de se sagrar vencedor da última edição da ‘Taça Challenge’, em andebol, ante o… 5lb, pois então!
são uma cambada de tristes, é o que é… e, apesar de todos os convites para galas dos Dragões de Ouro que tiverem, sempre que puder, cá estarei para denunciar estas filhas-da-putice.
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basquetebol© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)
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nota prévia e muito pertinente:
que fique bem claro que não foi pela arbitragem do ‘shôr‘ artur soares (e que já teve melhores) dias que o FC Porto perdeu aquela final da Taça de Portugal, antes por erros próprios (e inadmissíveis em alta competição).

a imagem acima é uma súmula desta outra aqui, onde se comprova que não houve erros de grande monta e que a partida em causa foi mesmo tranquila para o sexteto de árbitros que nela estiveram envolvidos. mesmo assim, não há como escamotear esse facto evidente de que houve um(a) matrafona que, em todas as grandes penalidades, lá deu os dois passos em frente da praxe – sim!, lampiões, tal e qual como o Beto, ou até o artur, em 2014.
agora, mais do que carpir por essa “mágoa”, pergunto-me onde estarão os mesmos que tanto atacaram o Beto, a 15 de Maio de 2014 e que, dois anos volvidos (!!!), ficaram emudecidos, caladinhos que nem ratos (que são), no mesmíssimo pasquim onde vomitam todo o seu anti-portismo básico (por que primário)?… ah!, já sei! consciente e deliberadamente optaram por parabenizar o 5lb do Minho, pelo «brilhante jogo» que realizaram: todos ao ataque, bem fechadinhos atrás da linha do meio campo.

neste entretanto, jorge coroado, no artigo “há muito a mudar“, na edição impressa, desta Terça-feira, do pasquim editado pelo ‘quim oliveirinha (aqui), escreve que (e cito) «não consegui entender como nenhum dos elementos da equipa de arbitragem, colocados sobre a linha de baliza, descortinou que matrafona se adiantou sempre antes da execução dos atacantes!», legitimamente questionando «para onde olhavam os juízes de baliza?». eu acho que sei a resposta (aqui)…
ah! e mais do que «bom senso», acho que as recomendações do International Board vão mais no sentido de que se cumpram as leis do jogo, mormente o disposto na Lei #14.
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basquetebol© el mundo
(clicar na imagem para ampliar)
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o quê?! comissões?! transferências inflacionadas?! esquema muito próximo de uma escandalosa («gloriosa»?) lavagem de dinheiro?! a envolver o 5lb?! não pode ser! a reportagem do jornal espanhol ‘El Mundo‘ (aqui e aqui) com toda a certeza que está equivocada, tal e qual aquela outra, do ‘L’Equipe‘, em Julho de 2015 (aqui), a propósito das transferências para o AS Mónaco! isso de comi$$õe$ é só a Norte do Mondego, pá!

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disse!
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