(breve) resumo de nove dias

© google | Tomo III
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telegráfica nota informativa (como intróito):
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sim!, é verdade: esta “posta” vai honrar a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera. aguente-se à bomboKa quem vier por Bem. e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
ah! e a disposição dos acontecimentos, sobre os quais me pronunciarei adiante, obedece à sua inversa ordenação cronológica, bem entendido.
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caríssim@,

obviamente que principio sobre o feito épico, de ontem, no andebol e em pleno antro calimero, no (dito) Casal Vistoso (que não o outro, o outrora muito “ventoso“). pude assistir a toda a segunda parte da partida em causa e resumidamente afirmo que soube muito bem – não só o triunfo em causa (alicerçado numa recuperação fantasticamente extraordinária de oito golos sem resposta a doze minutos do seu término), mas sobretudo o ter emudecido todo um pavilhão e todo um estúdio de uma “televisão de marquise“, que rejubilavam com uma derrota que veio a acontecer para o lado que menos contava com a dita… afinal, não são só os lampiões que têm por hábito festejar antes do tempo… ah!, e tudo contra uma dupla de árbitros que, enfim… mais do que “de orelha”, foi de encomenda – um facto que, a acrescentar à paupérrima exibição dos muito vermelhos e basto rubros, tiago monteiro e antónio trinca, no passado Sábado, ante o actual campeão da modalidade, só vem confirmar a minha suspeição de que, os próximos catorze encontros que faltam disputar (quatro da fase regular mais os dez da fase final), trarão muitas “surpresas” destas pelo caminho… nada a que já não se esteja (infelizmente) habituado, dado que, (também) no andebol tuga, somos efectiva e comprovadamente o alvo a abater há (pelo menos) uma década.
e é por tudo “isto” somado que a euforia da Equipa, nos balneários, é muito justificada. bastante justificada. basto justificada. justificadíssima, aliás. mas, convém recordá-lo e sempre com a (má) lembrança do que aconteceu na pretérita temporada, «ainda não ganhamos nada».
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© google | Tomo III
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já tudo foi (re)dito, muito dissecado, bem (ou mal) argumentado, inclusive refutado, sobre o Clássico do passado Sábado. alegrando-me com o resultado final, com a vitória, com as exibições de todos (mormente de Marcano, de Felipe, de Danilo, de Óliver, de Brahimi e de Corona), congratulando-me com a portentosa estreia de Soares (bué da fixe, tás a bêre?) e concordando com a crítica generalizada àquela sofrível (e muito sofrida) segunda parte (a antítese da equipa que, nos primeiros 45′, foi aguerrida, combativa e muito digna),  confesso-te que ainda fico agastado com o estafado “argumento” do «ganhámos (apesar do treinador)» – como se tudo fosse possível acontecer sem um líder no comando….
bem sei que o Nuno não cativa e não motiva as massas – associativa, adepta e sobretudo a assoBiativa (curiosamente mais calada do que quando «o Basco» por aqui estava…) – e bastas vezes parece não encarnar o significado do chavão “somos Porto!” – por exemplo, quando encorna que não deve expor os verdadeiros “roubos de catedral” a que temos assistido, na presente temporada, optando por leves críticas “sem sal” e algumas vezes em nosso prejuízo. mas, que diabo!, a quem se deve a mudança de atitude de Brahimi e de Corona, esta época, (bem) mais afoitos nas tarefas defensivas? a quem se deve a solidez defensiva (em completo antagonismo para a pretérita)? a quem se deve a aposta (certamente que de risco) em jovens jogadores, mormente portugueses? e, bem mais importante (pelo menos para mim), a quem se devem as (muito) visíveis União e Espírito de Grupo, numa Equipa que, há uma época, mais parecia uma manta de retalhos, com cada elemento a “remar para seu lado” e longe dos objectivos colectivos a que se propunham? com (muita) certeza que não é ao divino Espírito Santo…
também sei que o futebol praticado, por esta mesma Equipa, muitas vezes não entusiasma por aí além e que, nalgumas delas (a sua esmagadora maioria?), assemelha-se ao de uma equipinha pequenina, refugiada no “pontapé para a quinta” e/ou no “chutão para o avançado”; mas e a bem da Verdade, quem de nós esperaria que, mesmo com todos os defeitos que a Equipa e o treinador possuem, a esta altura, à vigésima jornada, estivéssemos a um singelo ponto de distância do líder (e basto proclamado treta-campeão) e com nove a separa-nos do terceiro lugar? quem é que, de nós e para lá do sempre optimista do Silva [hello! hello! 😀 ], no início da presente época desportiva, acreditava mesmo que esta Equipa seria capaz de lutar pela conquista de um campeonato que, para os me(r)dia em geral e para o jornalixo tuga em particular, só seria discutido entre as agremiações afectas à Segunda Circular? pois…

em suma e sobre este capítulo:
seria muito bom, muito positivo, que houvesse mais união entre os portistas em torno desta Equipa, que tanto merece, e obviamente do seu treinador (o qual tem muitos pecadilhos, com certeza que sim!, mas também e como já o referi, algumas virtudes) – união essa que não deve ser encarada como uma espécie de acrisia, antes pelo contrário. o que não desejo é que sejamos “mais papistas do que o próprio Papa”, pelo menos para o Exterior, oferecendo trunfos a quem nos deseja “todo o bem” deste mundo e do outro, e dando a imagem de uma reinante discórdia, entre uma massa que deveria estar mais sólida do que betão, para que os outros possam perpetuar a sua (dita) «gloriosa» hegemonia de três anos de basto #colinho…
mas, hey!, esta é tão-somente a minha opinião; tal não significa que (i) haja outras, com (muita) certeza que discordantes e que (ii) aquela seja a única verdadeiramente insofismável e inquestionável (que não é, nem sequer tem essa pretensão, antes pelo contrário!).
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© google | Tomo III
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ganhou tudo o que havia para se conquistar no Futebol praticado ao mais alto nível. e já viu de tudo e de tudo um pouco já vivenciou, na primeira pessoa, naquele mesmo mundo, muito restrito e basto restritivo ao comum mortal.
mesmo assim, resolveu dar um novo rumo (sobretudo) à sua vida pessoal e escolheu-nos em detrimento de todos os outros clubes e de todas as outras latitudes que (ainda) sonham com ele – como não se cansa de o referir nas mais variadas entrevistas que já concedeu, inclusive ao canal do nosso Clube do coração (aqui e aqui).

temos, no nosso seio, um galáctico e um jogador como poucos tiveram. assim de repente e salvaguardando as devidas distâncias, talvez só Preud’homme, na década de ’90, quando esteve por Carnide – e obviamente que tido como um «santo», mas com muito melhor Imprensa do que o ‘portero‘ natural de Móstoles (nos arrabaldes de Madrid).
temos, na nossa cidade, em plena ImBicta, um dos seus melhores embaixadores, o qual não se cansa de a promover, quase diariamente e de forma gratuita e muito altruísta, nas suas contas pessoais, nas mais diversas redes sociais.

portanto:
somos uns privilegiados por o podermos ver, inclusive ao vivo e a cores, a comemorar, como a imagem acima documenta, uma vitória sobre os calimeros depois de uma defesa soberba, daquelas que garantem campeonatos. e eu, ao invés de o questionar e/ou duvidar, já sinto é saudades do dia em que ele já não estará por cá…
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© google | Tomo III
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«é importante os nossos adversários começarem a dar um pouco mais de luta», afirmou, ufano, em Dezembro de 2013, um inchado burro do Carvalho.

«ganhar lá não é novidade para nós, mesmo sabendo que vamos ter algumas complicações», afirmou, soberbo, na véspera do encontro, um execrável (em tempos, tido como) «catedrático».

são só dois exemplos, para memória futura e que não esqueço, do asco que tenho em relação, não só às abéculas em causa, mas também à agremiação calimero-viscondessa – a qual e ao contrário do que muitos apregoam, em nada difere da lampiã, a não ser na cor que ostenta, assim mais para o verde-pijaminha (verde-musgo?).
foi também por essa razão que comemorei (e comemorarei) efusivamente as nossas vitórias sobre eles: a de Sábado, no futebol e a de ontem, no andebol.
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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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a imagem acima é só (mais) um exemplo do incómodo que entretanto começamos a causar junto do ‘establishment‘ que gravita em redor do comezinho futebolzinho da tugalândia – entenda-se: os me(r)dia e todo um jornalixo tugas.
o outro, que retenho na memória e que partilho contigo, é o de, por dois dias consecutivos, nos serviços noticiosos da estação (cada vez mais, menos) pública de televisão, a vitória da agremiação de Carnide sobre o actual último classificado do campeonato ter sido merecedora de honras de abertura (!!!). u-a-u! somos mesmo inconvenientes para o P(h)oder que grassa naquele mesmíssimo futebolzinho da tugalândia…
aliás, a sede de “vingança” pela nossa vitória ante os calimeros e o desejo em regressar ao poleiro era tanta que, antes de jogarem e depois do nosso triunfo estar consumado, ainda permaneciam no lugar cimeiro de uma classificação gloriosamente desvirtuada e como se confirma aqui
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© google | Tomo III
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num Passado recente, fui lesto a criticar tudo o que envolvia o (então) “torto” Canal, da sua programação à evidente e então (muito) visível degradação dos seus cenários e mobiliário. actualmente e apesar de ainda não ser um mundo perfeito, longe disso!, tenho que ser ainda mais rápido do que o Hulk a ultrapassar o badocha do rochemback (vídeo aqui), em 2008, (resumo da partida em causa aqui), e parabenizar a novel estrutura do FC Porto com o pelouro da Comunicação do Clube.

está portanto de parabéns! essa estrutura pela evidente aposta em mais FC Porto na programação – com o programa “Universo Porto – da bancada” à cabeça, pela assertividade que patenteia – e, também, no novo cenário que indubitavelmente o embeleza e que a imagem acima tão bem documenta.
com aquele fundo, indelevelmente jogamos sempre em casa!
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© google | Tomo III
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e por “falar” em jogar em casa, não poderia manifestar publicamente o meu regozijo pela divulgação daquela notícia oficial que deu conta de que o Estádio do Dragão, o nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, desde 01 de Fevereiro de 2017 que se encontra «pago na totalidade».
indiscutivelmente somos mesmo diferentes, e para melhor. e trata-se de uma operação que irá enriquecer (literalmente) e de que forma!, o património do Clube. e adorei o facto dessa mesmíssima operação ter sido processada no segredo dos deuses e sem alaridos bacocos.

podemos não ser o mais-maior-grande da tugalândia, mas e de forma indelével, “contra tudo, contra todos e contra os tolos”, somos comprovadamente o melhor Clube português. actos como este só reforçam esta minha forte convicção.
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disse!
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and now, for something completely…

© bill watterson | Tomo III
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… stupid? *
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caríssim@,

uma breve pausa no meu (longo?) interregno para manifestar publicamente algum regozijo.
este meu contentamento prende-se, não só porque é quase, quase Sexta-feira; porque o nosso FC Porto, em futebol, venceu e somente pela segunda vez, em território belga, frente ao campeão em título, e a contar para a «xampes» (naquela que foi a primeira vitória em três partidas já disputadas); porque a equipa B conseguiu não perder, num registo distante da primeira volta da época transacta e apesar de todas as contrariedades e de todas as vicissitudes, que o plantel às ordens de Luís Castro tem tido (a Qualidade, esta época, está a ser “trabalhada”, como o tinha sido há três anos atrás); porque, em andebol, levámos de vencida o carnide de Braga, num encontro pleno de emoção e de comoção; porque a equipa de basquetebol até esteve benzinho, ante os gigantes de Antuérpia; porque o nosso querido líder voltou a falar à maralha (lá está…) depois daquela vitória na Bélgica, mas sobretudo porque acontecimentos a nível particularmente pessoal fazem com que esteja feliz. e não, não vou ser papá pela segunda vez…

assim se explicam (ou talvez não, não sei bem…) estas brevíssimas linhas (#notmadeinporta18) de júbilo folguedo.
e agora, com a tua licença, voltarei para aquela minha espécie de “retiro espiritual”, onde isoladamente continuarei a fazer “coisas“, na esperança de que Sábado não tarde, nem demore.
até esse momento, os meus votos honestos e sinceros, de que continues a ser (muito) feliz!
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* título inspirado nesta obra-prima dos Monty Python.
(e já se sabe que não se deve (pode?) confundir a obra-prima do mestre com a prima do mestre-de-obras…)
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disse!
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¡ moltes gràcies, campió ! (*)

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« Este troféu é especial por ser o último que conquistei no FC Porto, mas acredito que será o primeiro de muitos para esta equipa. Tenho a certeza que vão ganhar muitas coisas, no Futuro.
Dedico esta vitória aos adeptos e ao grupo, para que comece a ganhar a partir daqui e nunca mais pare!
O “segredo” foi a união da equipa e o apoio dos nossos incríveis adeptos.
Assim é sempre muito mais difícil perder.
»
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Edo Bosch, 19-06-2016.
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caríssima(o),

faço minhas as palavras (repletas de amargura) do meu Amigo Jorge Vassalo, acerca das mais recentes declarações de Helton. tal como ele, também eu não gostei n-a-d-a de as ter lido e considero-as como um recado, em forma de pressão, “para dentro” quando, no meu entendimento, todas as mensagens desse teor devem ser ditas “lá dentro” (© ega, todos os direitos pela feliz expressão), longe dos holofotes dos me(r)dia tugas, tão ávidos deste “maná” portista…
com doze anos de casa, o homem do violão já deveria saber “o que a casa gasta”, e não se prestar a este tipo de figurinhas, as quais não são dignas de um campeão (que o foi), sequer de um capitão (que deixou de o ser), muito menos de um portista (que afirma que é e que eu não duvido).

fica o contraste de atitude, com os votos expressos, ontem, pelo nosso Edo Bosch, naquele que foi o seu último desafio com o brasão abençoado ao peito, antes de rumar à Juventude de Viana. que diferença (enorme)!
e é por a saber que a lamento e que legitimamente duvido, enquanto adepto, que o sr. Arruda venha a ter um comportamento em tudo idêntico ao de Edo Bosch, o qual foi demasiado nobre na hora da saída – tal e qual como, por exemplo, o grande Reinaldo Ventura, há um ano, sempre (e até à presente data) sem uma palavra de rancor para com o seu clube do coração, mas que não soube acautelar condignamente a sua saída.
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© google | Tomo III
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entretanto e para actualizar as declarações de um figo seco, consta que:

» foi um fim-de-semana muito proveitoso para o Desporto Adaptado do FC Porto. no ténis de mesa, em termos colectivos, a equipa portista venceu tudo o que havia para conquistar, esta temporada (António Macedo e Pedro Cardoso sagraram-se bicampeões nacionais, por equipas, tendo Pedro Cardoso conquistado o título de Campeão Nacional). na natação, a época encerrou com os Campeonatos Nacionais de Verão, que decorreram na Póvoa de Varzim, tendo o FC Porto conquistado um total de 19 medalhas (09 de ouro, 04 de prata e 06 de bronze) e a atleta Ana Barbosa batido 3 recordes nacionais (nos 50 metros livres, nos 100 metros livres e nos 100 metros costas). no boccia, Pedro da Clara e Carla Oliveira disputaram o ‘Bisfed Boccia World Open’, que também se realizou na Póvoa de Varzim, tendo Pedro da Clara alcançado, pela primeira vez, a final de uma prova internacional e conquistado a medalha de prata, após a derrota frente ao eslovaco Samuel Andrejcik no jogo da decisão final.

» vencemos a Taça de Portugal, em hóquei em patins, frente ao actual campeão da Europa da modalidade e tal como a tv do pravda da Travessa da Queimada não se cansou de o referir, na transmissão da partida de ontem (quer nos comentários, quer nas imagens daquela, a cada quinze segundos).
e convém referir que colocámos um ponto final num (longo) jejum que perdurava desde 2012/2013, altura em que conquistámos o nosso último troféu – precisamente a Taça de Portugal da modalidade em causa – daí que tenha sido (bem) porreira a festa, pá!
(e, para quem tiver esse interesse, há uma segunda parte desta “posta de pescada”®, onde se seguem mais cinco imagens, para mim icónicas, deste enorme, grande, saboroso, triunfo.)

» a nossa equipa de ciclismo triunfou, individual e colectivamente, na 8ª edição do “Grande Prémio Memorial Bruno Neves”, a terceira prova da Taça da Portugal de Elite daquela modalidade.

» na secção de bilhar, os dragões sagraram-se campeões nacionais de bilhar às três tabelas, com um feito inédito na modalidade, em Portugal: 24 vitórias em outros tantos jogos (14 na primeira fase e 10 na ‘Final Six‘).
Este fina-de-semana, os dragões também conquistaram a Taça de Portugal de Snooker, naquele que é o primeiro título, da história do clube, nesta variante do bilhar.
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mas e não me canso de o repetir, para os “canelas” que por aqui gravitam a despejar a sua bílis, num Português macarrónico, a conquista de todos estes títulos em nada substitui a inconsolável mágoa de uma época desportiva m-i-s-e-r-á-v-e-l, em termos de futebol profissional, no escalão sénior.
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« primeira fila

Ferreira Nunes foi, nos últimos anos, o todo-poderoso da arbitragem e o responsável pela classificação dos árbitros. Para uns, entre os quais nos incluímos, fez um mandato deplorável; mas, para outros, foi de uma eficácia inquestionável. Entre outras “façanhas”, foi ele que conseguiu despromover um dos melhores árbitros do País [Marco Ferreira], e manter, no primeiro escalão, apesar de ter ficado em lugar de descida, um outro [Bruno Paixão].
Agora, menos de um mês depois da “comissão de serviço”, eis que surge, na primeira fila, em pleno camarote presidencial do Pavilhão da Luz, no jogo de futsal entre o 5lb e o spórtém. Lá diz o ditado: os amigos são para as ocasiões, e nunca trates mal quem te trata tão bem…
»
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in dragões diário, 19-06-2016.
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uma imagem. mil palavras. para memória futura.

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disse!
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(*) título idêntico a esta missiva aqui, datada de Julho de 2012, dirigida a outro enorme campeão e cujo teor se mantém para Edo Bosch.
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voltinha ao bilhar grande…

© google | Tomo III
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« O FC Porto já não ganha nada há três anos; a única coisa que ganhou, este ano, foi no bilhar. »

luís figo, a 01 de Junho de 2016. deduz-se que sóbrio.
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caríssima(o),

as declarações acima (vídeo aqui) são da autoria do próprio, o qual, segundo o Silva, não passa de (e cito) «um conas», num silogismo que envolve (muita) fruta e vindo directamente de um gajo que afirma que, daquela, é mais dado a bananas e papaias… adiante. não me irei debruçar sobre elas, apesar de terem servido de mote à presente “post@” (título incluído) e de, assim num repente, ter pensado “nisto” aqui e aqui
mais informo que o que a seguir se expõe não pretende mascarar, seja de que forma for, o descalabro desportivo que ocorreu, na época finda, no escalão máximo da modalidade que dá nome ao nosso clube do coração e de Sempre, antes corroborar a resposta pronta que o «pesetero» em causa mereceu por parte de quem assina a e-letter do Clube.
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© fc porto
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mesmo desconsiderados por todos os me(r)dia tugas, na sua quase total generalidade, aquela que (por eles, claro!) não é tida como a melhor escola de formação deste “rectângulo à beira-mar (im)plantado”® e que não abre telejornais com os títulos desportivos que conquista, sagrou-se bicampeã de futebol em Juniores A (actual escalão sub-19).
trata-se de um feito desportivo que, para o Clube, já não era conseguido desde 1993/1994, e logo num ano em que a equipa B se sagrou campeã da Segunda Liga – num título oficial que custa a engolir a muito “boa gente”, mas que é para ser tido em conta precisamente por isso mesmo: é tão-somente um título de uma competição oficial, organizada por uma entidade legalmente… oficial e instituída por quem de Direito, e não de uma qualquer taça lat(r)ina.
ou seja: ninguém nos liga, não somos chamadas de capa de pasquins, nem temos os habituais invertebrados do costume a fazer pressão pelos nossos. ainda bem que assim é, porque será sempre sinal de que fomos vitoriosos. e de que estamos a ser incómodos. e isso s(er)ão sempre sinais positivos, apesar do incómodo da discriminação por parte dos useiros e vezeiros sabujos do costume.
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© fc porto
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no início da tarde de ontem, necessitei de me deslocar ao centro da ImBicta. foi um filme, onde sobressaíam as filas intermináveis para lá se entrar (e algumas bichas pelo caminho). só (bem) mais tarde é que me apercebi do porquê daquelas (das primeiras, bem entendido!): a W52-FC Porto-Porto Canal acabara de vencer o “Grande Prémio JN”, em ciclismo, com Rinaldo Nocentino a vencer a etapa que acabou em plena Av. dos Aliados e Rafael Reis a sagrar-se o vencedor da 26ª edição daquela prova (a mesma onde o spórtem/tavira se quedou pelo terceiro lugar. espera-se novo comunicado do burro do Carvalho a qualquer momento).
tudo sobre rodas, portanto. e com mais uma «gloriosa» ausência de destaque nos mesmíssimos me(r)dia tugas.
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© fc porto
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onde também não se meteu água foi na natação. este final-de-semana, Diana Durães bateu o recorde nacional absoluto nos 200 metros livres, cumprindo a distância em 2’02”,40 minutos, no “32º Meeting Internacional do Porto”, que decorreu na nova (por que remodelada) Piscina de Campanhã.
não se trata de um título ‘per si’, mas de um feito desportivo que muito nos deve embevecer.
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© ojogo
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curiosamente, neste final-de-semana, o nosso único “sorriso amarelo” aconteceu… no bilhar. tal como a foto acima documenta, na final da Taça da Europa de clubes de bilhar às três tabelas (vulgo carambola), pela quarta vez que ficámos pelo primeiro lugar dos últimos.
deste amargo de boca, retive as seguintes palavras de Daniel Sanchez, via “FC Porto para sempre“:
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« o FC Porto, um dia, vai ganhar [esta prova]! esta é a melhor equipa em que já joguei. com o João Ferreira e o Rui Costa, dentro de dois anos, o FC Porto vai ter uma grande equipa! e o João vai ser um jogador de nível mundial! »
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ah!, quase que me esquecia… convém referir que se tratou de uma competição efectiva e comprovadamente com clubes europeus, mas da Europa mesmo!, e não “daquela Europa“, segundo jorge jeBus
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© google
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contra tudo, contra todos e contra os tolos da federação da modalidade em causa, ainda não foi desta que uma agremiação afecta à Segunda Circular venceu o campeonato nacional de séniores, em andebol, já lá vão nove anos.
desta vez, consta que «a equipa de andebol do 5lb sofreu um ABC» [® Sérgio Mayor de Andrade], para «glorioso» desgosto de quem tudo, mas mesmo tudo!, (in)tentou para que fosse outro o desfecho final. bem feito, pá! ficaram com um amargo de boca e ganharam um “andar diferente” para os próximos tempos…
neste entretanto e apesar da festança final dos comandados de Carlos Resende (vídeo aqui), parece que, mais uma vez e só esta época (!!), os reincidentes ilegais da agremiação de Carnide provocaram desacatos (vídeo aqui), com um elemento da equipa do 5lb a ter que intervir para que males maiores não acontecessem a uma criança indefesa (vídeo aqui). cenas lamentáveis, mas que mais não são do que a sua imagem de marca mais actual.

no fundo, bem lá no fundo e regressando ao campeonato em causa, a imagem que se segue será sempre aquela que dele guardarei, pela forma “suja” como nos foi sonegada a possibilidade de disputar a final de um injusto ‘play-off‘:
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lance_roubo© porto canal | Tomo III
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por último e na minha opinião, “a” imagem de (mais) uma lenda que nos deixa, para poder (enfim!) brilhar no firmamento:
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© sport bible
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disse!
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entretanto e enquanto se espera por um ‘godot’…

custosb© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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portanto e enquanto para uns são comi$$õe$, para outros são (e cito) «outros custos do negócio». então, está bem… deve ser mais «gloriosamente» chique apelidar comi$$õe$ dessa forma… porque é disso mesmo que se trata: comi$$õe$ e nada mais, nem menos, do que comi$$õe$, usem-se os eufemismos que se quiserem.
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andebol© um sítio rasca
(clicar na imagem para ampliar)
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u-a-u. quanto empenho, por parte de uma federação para com um clube e ao arrepio da legislação em vigor…
será, de facto, motivo para se questionar o porquê dos (ir)responsáveis da Federação da modalidade em causa proporem um «recinto neutro» por causa dos «gloriosos» adeptos i-le-gais da agremiação de Carnide…
é que curiosamente (ou talvez não), recordei-me do episódio da imagem ali em baixo, que data de 2007, e no qual os (ir)responsáveis da modalidade não revelaram qualquer empenho numa situação em tudo idêntica àquela outra – não se desse o facto dos adeptos portistas já serem detentores de bilhete para assistir à partida em causa:
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hoquei2007© menosfutebol
(clicar na imagem para ampliar)
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por último, e acerca da imagem que se segue:
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nes© google | Tomo III
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acho que qualquer um de nós tem amigos benfiquistas e/ou conhece alguns quantos lampiões (a diferença entre estes encontra-se explanada aquiaqui, aqui e também aqui). e, se um deles fizesse muita questão em que marcássemos presença, num evento público, no qual ele seria figura de destaque, acho que seria de muito mau tom não o fazermos só por causa das eventuais diferenças clubistas. considero que nunca poderia ser “por aí” que se poderia alegar a nossa ausência – arriscando-nos a colocar as quezílias do futebol à frente da Amizade (e, para mim, há valores que “não se vendem”, e a Amizade é um deles).
foi o que aconteceu, ontem, com Nuno Espírito Santo, que foi convidado para apresentar o livro do mais acérrimo lampião de Paredes, e mesmo que na (má) companhia da múmia paralítica do Cairo – «ambos os dois» acérrimos anti-portistas primários (por que básicos), é certo…
e, numa altura em que não há nenhum dado oficial que garanta que o autor da expressão «somos Porto» será o próximo treinador do nosso clube do coração, confesso que não entendo (aceito?) o burburinho e, nalguns casos (muitos), a indignação extrema, com recurso a insultos (inclusive) sobre a sua pessoa, por ele ter ido àquele evento… assim, manifesto publicamente estas minhas incredulidade e estupefacção, com algum estupor à mistura… acho que se está a fazer uma tempestade num copo de água, sem qualquer líquido lá dentro e que se atingem inimagináveis proporções do Ridículo só porque ainda não foi anunciado publicamente quem será o sucessor de Julen Lopetegui – e dado que José Peseiro foi sempre encarado como uma solução de recurso – disparando-se a torto, a direito e enviesado, sobre tudo e sobre todos, e sobre todas as questões (mesmos as mais estapafúrdias)…
esta é a minha forma de pensar sobre este (não-)assunto; admito que haja outras igualmente válidas.

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em suma:

continuemos “preocupados” com os nossos e a tratar-lhes “da saúde”, quando o verdadeiro “inimigo” se encontra fora de portas. fora das nossas portas.
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disse!
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‘in your face!’ (afundanço)

fcp© fc porto
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caríssima(o),

não sei se já sabes, mas, quatro anos depois da tormenta,  com uma descida à divisão CN2 pelo meio, permanência de dois anos na ‘proliga’ e subida ao principal escalão naquele segundo ano,

somos campeões de basquetebol sénior!

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do feito em si e da grandiosidade que encerra, já muito foi dito por esse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera, pelo que sou mais um a expressar, desta forma, o enorme contentamento, que extravasa o meu espírito, pelo bom porto que assomou este projecto, e que tantas dúvidas (e inquietações) suscitou aquando da suspensão da modalidade.
é que e para lá daquela pertinente questão temporal, convém sempre realçar que o orçamento do 5lb é (pelo menos) três vezes superior ao do nosso FC Porto. e que, até Sábado, era o tretacampeão em título, numa modalidade em que se sentia “dono e senhor” (incontestável e incontestado)…

assim, em complemento ao que entretanto já foi escrito aqui, aqui e aqui,  e depois de (re)vistas as imagens da enorme festa que se seguiu àquela brilhante conquista, quero salientar o grande privilégio que é, para mim, ser Amigo de alguns dos elementos desse indefectível grupo de adeptos portistas que acompanha (também) todas as equipas de todas modalidades em que o Clube se encontra envolvido. para todos eles, o meu mais sentido elogio e a expressão pública do meu sentimento de uma grande gratidão.
se é certo que a Equipa foi gigante e Moncho López extraordinário, não será menos correcto afirmar que o público do dragão e sobretudo aquele grupo, foi admiravelmente colossal. muito desta conquista também passa por eles, como os jogadores (justamente) reconheceram no final
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tinsley02© porto canal | tomo III
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entretanto, para mim, esta é a imagem deste ‘play-off‘: um jogador, de altura mediana para a modalidade em causa, e que se torna gigante entre os demais, à semelhança de toda uma equipa e conforme já foi referido no início destas linhas (#notmadeinporta18forsure).
e obviamente que não me refiro ao lance em si, com uma espectacularidade em tudo idêntica à de uma partida da NBA, mas também – e cujo vídeo pode ser revisto aqui e as imagens (em formato GIF) aqui e aqui.
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nocu© google
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por último e sem pretender que seja o ponto fulcral e/ou fundamental e/ou determinante e/ou capital e/ou mais importante desta conquista, é, para mim, impossível não dedicar cinco (breves) palavrinhas à abécula que, há quatro anos atrás, protagonizou cenas que tiveram tanto de lamentável como de tristeza, à semelhança da personalidade do indivíduo em questão:

que vá comer NuKu!
(como as galinhas, as bolachas e como tanto gosta, segundo consta)

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e, depois de tudo o que protagonizou naquele jogo, ter a distinta latosa de afirmar «o 5lb sabe respeitar os outros nas derrotas», não é de uma desfaçatez tamanha, antes de uma verdadeira filha-da-putice. é que, tenho para mim, porque assim fui ensinado, quem não sabe vencer, jamais saberá perder!

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disse!
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curt@s (e grossas)…

basquetebol© google | Tomo III
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caríssima(o),

o descalabro desportivo, do passado Domingo, em Oeiras, (como que) “cegou-me”, só que numa escala bem menor do que ao “nosso” ‘enfant terríBel‘, como se comprova na sua mais recente NORTADA, sob o “auspicioso” título “quando se faz tudo para se perder… consegue-se!” (aqui e também aqui), presente na edição impressa, do pravda da Travessa da Queimada, desta Terça-feira (também aqui) – e cuja qualidade, para uma leitura fácil e acessível, não é, de facto, a melhor, motivo pelo qual e desde já, te apresento as minhas desculpas.
mas, do quotidiano azul-e-branco, felizmente que aquele não foi o único evento desportivo onde o brasão abençoado participou. assim sendo, é da maior e da mais elementar justiça, que se destaquem as vitórias: do hóquei em patins, no sempre e tradicionalmente difícil pavilhão de Paço de Arcos, avançando para a ‘final four‘ da Taça de Portugal; dos Sub-19, na recepção ao Paços de Ferreira e que permite manter a liderança isolada, rumo ao tão ambicionado bicampeonato; do basquetebol, no primeiro jogo da final dos ‘play-off‘ e do brio patenteado na segunda partida, num encontro onde, sempre em desvantagem nos três primeiros períodos (18-23, 32-42 e 62-68), o 5lb logrou a reviravolta no quarto e último parcial.

já agora e a propósito dessas duas partidas de basquetebol:
mais uma vez, a (basta e muito «gloriosa») edição ‘online‘ do pravda da Travessa da Queimada, patenteou a sua falta de brio e de profissionalismo, em se ser jornalista desportivo [tosse], não conseguindo disfarçar a azia, essa sua «gloriosa» bílis, sempre que a agremiação, para a qual são um órgão de comunicação (mais do que) oficioso, e para cujo «glorioso» pagode (agora dizem que são «catorze milhões»…) ridiculamente se transformam em meros comerciantes de papel jornal, os desilude.
mais uma vez, verificou-se uma estúpida diferença de tratamento editorial (ia escrever jornalístico…), onde foi gritante o destaque que mereceu a derrota que o 5lb nos infligiu, em relação à vitória que lhes impusemos no Sábado: aquela teve «gloriosas» honras na página principal, quando esta última foi remetida para lá de meio da página do separador “modalidades”, e muito depois de outras notícias (porventura, bem mais) importantes para o estado lampiânico – inclusive antes daquela outra que referia que o ABC acabara de se sagrar vencedor da última edição da ‘Taça Challenge’, em andebol, ante o… 5lb, pois então!
são uma cambada de tristes, é o que é… e, apesar de todos os convites para galas dos Dragões de Ouro que tiverem, sempre que puder, cá estarei para denunciar estas filhas-da-putice.
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basquetebol© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)
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nota prévia e muito pertinente:
que fique bem claro que não foi pela arbitragem do ‘shôr‘ artur soares (e que já teve melhores) dias que o FC Porto perdeu aquela final da Taça de Portugal, antes por erros próprios (e inadmissíveis em alta competição).

a imagem acima é uma súmula desta outra aqui, onde se comprova que não houve erros de grande monta e que a partida em causa foi mesmo tranquila para o sexteto de árbitros que nela estiveram envolvidos. mesmo assim, não há como escamotear esse facto evidente de que houve um(a) matrafona que, em todas as grandes penalidades, lá deu os dois passos em frente da praxe – sim!, lampiões, tal e qual como o Beto, ou até o artur, em 2014.
agora, mais do que carpir por essa “mágoa”, pergunto-me onde estarão os mesmos que tanto atacaram o Beto, a 15 de Maio de 2014 e que, dois anos volvidos (!!!), ficaram emudecidos, caladinhos que nem ratos (que são), no mesmíssimo pasquim onde vomitam todo o seu anti-portismo básico (por que primário)?… ah!, já sei! consciente e deliberadamente optaram por parabenizar o 5lb do Minho, pelo «brilhante jogo» que realizaram: todos ao ataque, bem fechadinhos atrás da linha do meio campo.

neste entretanto, jorge coroado, no artigo “há muito a mudar“, na edição impressa, desta Terça-feira, do pasquim editado pelo ‘quim oliveirinha (aqui), escreve que (e cito) «não consegui entender como nenhum dos elementos da equipa de arbitragem, colocados sobre a linha de baliza, descortinou que matrafona se adiantou sempre antes da execução dos atacantes!», legitimamente questionando «para onde olhavam os juízes de baliza?». eu acho que sei a resposta (aqui)…
ah! e mais do que «bom senso», acho que as recomendações do International Board vão mais no sentido de que se cumpram as leis do jogo, mormente o disposto na Lei #14.
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basquetebol© el mundo
(clicar na imagem para ampliar)
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o quê?! comissões?! transferências inflacionadas?! esquema muito próximo de uma escandalosa («gloriosa»?) lavagem de dinheiro?! a envolver o 5lb?! não pode ser! a reportagem do jornal espanhol ‘El Mundo‘ (aqui e aqui) com toda a certeza que está equivocada, tal e qual aquela outra, do ‘L’Equipe‘, em Julho de 2015 (aqui), a propósito das transferências para o AS Mónaco! isso de comi$$õe$ é só a Norte do Mondego, pá!

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disse!
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(breve) resumo do final-de-semana, à Quarta-feira…

simbolo© Cândido Costa | Tomo III
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caríssima(o),

eis (mais) um rescaldo sobre o último final-de-semana desportivo: o meu.
e, sim!, é verdade: pois que, mais uma vez, estaremos na presença de um outro textinho ligeiramente longo (por que “a fugir” para o extenso), vulgo testamento. assim sendo e como já vem sendo habitual, recomendo a sua leitura em boa companhia e, se calhar, em mais do que uma vez. para não gastar, nem te cansares (muito)… 😉
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acerca do último encontro para a Liga, no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos (mas que, na temporada que findou ontem, tendeu mais para os pesadelos…), principio pela polémica que a hora de marcação do dito gerou nalguns de nós: eu não me opus àquela e não me oporei a que, já na próxima época, haja jogos a uma hora um pouco mais para o matinal. considero é que o impacto que a mesma terá, em quem efectivamente consome o nosso comezinho futebolzinho, será (sempre?) inversamente proporcional às receitas que se prevêem gerar com essa possível venda de direitos de transmissão para novos mercados, nomeada e mormente o asiático.
e atenção que não se trata de ser uma espécie de “Belho do Restelo”, numa temática que ainda não saiu de um projecto, de uma intenção; antes, trata-se de ter a consciência de que a visibilidade do que se passa intra-muros é parca no Exterior. e que, salvaguardando as partidas que envolvem os três clubes (ditos) “grandes”, são só alguns (poucos) jogos que cativam interesse “lá fora”, principalmente os que envolvem as equipas candidatas a lugares europeus e que vão participando, com alguma regularidade, naquelas competições.
acima de tudo e a concretizar-se essa hipótese de jogos matinais ao final-de-semana, faço votos para que se assista a alguma equidade na sua distribuição, e que não sejam sempre os mesmos “a sofrer” com essas inovações ‘made in‘ Capital do Império. e, já agora, que o nosso Clube potencie uma verdadeira campanha de angariação de público, mormente jovem, para encher o Dragão nesses jogos – por exemplo, possibilitando que sócios, com lugar anual ou não, adquiram bilhetes a um preço (bem) mais económico do que os cinco euros que “pediram” para a partida ante a agremiação com nome de rotunda, nomeadamente em função da idade do acompanhante. considero que seria uma forma muito interessante de se cativarem as novas gerações a ir ao estádio, lançando-lhes as necessárias “sementes”, sobretudo as desse hábito salutar de irem ao estádio assistir, ao vivo e a cores, a um jogo de futebol.

já em relação à partida que pude assistir, via televisão, enquanto degustava o tão necessário pequeno-almoço antes de ir labutar, concordo com as análises que se encontram aqui, aqui, aqui e aqui, porquanto que vimos o mesmo jogo e, salvo um ou outro pormenor, fizemos as mesmas análises individuais.
mas, ainda sobre aquela, três notas breves, sintéticas, taxativas:

i)
enorme Layún. há jogadores que se destacam dos demais (também) por gestos como este, bem superiores a um qualquer golaço ao ângulo

ii)
obrigado, André, pelo sorriso que me proporcionaste. e também eu chorei contigo, de raiva, por tudo o que passaste – sobretudo nessa angústia de marcar o primeiro golo pelos AA, que tardava, mas que quero acreditar que chegou em boa hora (e num prenúncio do que pode vir por aí…).

iii)
reafirmo que muito do que aconteceu, esta época, também é culpa nossa, enquanto adeptos, e de quem não compreende os momentos de um jogo de futebol. na partida em apreço, foi na (enorme) responsabilidade que depositariam nos pés do André e do muito que poderiam julgar na eventualidade dele falhar a marcação do respectivo penalty – e já para não referir no grau de confiança, por parte do atleta, nessa eventualidade, o qual desceria a pique e bem mais rápido do que uma “piscina” do jon-ass…
amiguinhas(os): “isto” não é a PlayStation®, onde se pode sempre voltar atrás quando as coisas não correm de feição; antes é a dura e crua da Realidade, a qual é pior do que uma p*t@, insensível a qualquer virgem que lhe apreça pela frente (ou por detrás). e é o motivo, quiçá principal, para o facto de haver quem aposte no desestabilizar da nossa equipa do coração, fazendo disso táctica de jogo. e é triste, muito triste, perceber que a nossa equipa do coração joga mais “tranquila” longe do nosso reduto…
assim sendo, uno a minha voz aos descontentes com esta (recorrente e abjecta) situação e àqueles que desejam que a massa assoBiativa meta o respectivo onde melhor lhe aprouver, a começar já na próxima época (e, se calhar, porventura já será tarde). é que e no meu entendimento, dispensa-se bem este tipo de “adeptos”, mais intuitivos e assertivos, a assobiar os seus e a colocar uma desnecessária (por que aberrante) pressão em quem deveriam apoiar, antes e acima de tudo, e de todos os demais, do que aos nossos adversários. e no nosso reduto!!! ou seja: confesso publicamente o esgotar da minha paciência para com esta questão (da massa assoBiativa, entenda-se)…
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casaco© Tomo III
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em três dias sarapintados num tom completamente diferente do meu gosto pessoal, que perduram há tempo mais do que suficiente para um completo fastio meu e dos demais correlegionários, e plenamente alimentado pela totalidade dos me(r)dia tugas – tão, mas tão ávidos pela consumação de um feito desportivo que, para a nossa cor, dista tão-somente de três singelos anos desde a sua última vez (e que até precede o segundo Tetra do Clube) – resolvi ir trabalhar com a indumentária que a foto acima documenta.
tal “apenas e só” pretende realçar que é também nestes momentos que deveremos estar de corpo e alma, com o nosso clube do coração. e, porque labuto numa escola secundária do Grande Porto (é tão graciosamente feliz, esta expressão!), pude constatar que não estive só nesta maneira de manifestar publicamente o Amor indefectível pelo Futebol Clube do Porto, sobretudo nalguns (muitos) alunos que a frequentam, e independentemente do género (algo que me surpreendeu pela positiva). e foi também uma forma de “matar”, à nascença, as (mais do que) previsíveis bocas (foleiras) dos adeptos «do Leixões» (curiosamente, ou talvez não…, nada preocupados com os contornos da investigação “jogo duplo”) e para lá dos poucos, mas muito saborosos, elogios de como estava “bem vestido”.
já agora, uma adenda pertinente: para se saber Vencer é necessário saber Perder (e vice-versa). se esta premissa vale para muitos de nós, portistas dos quatro costados, deveria ser igualmente válida para os adeptos afectos às agremiações da Segunda Circular. infelizmente não é a esse Desportivismo que vamos assistindo, antes a um cenário de autêntico “lavar de roupa suja” pela parte de algumas das “comadres” mais ariscas daquelas, com linguagem própria dos aidos mais reles e mais sórdidos da Capital. mas e como sempre, (também) nesta questão, há quem considere que assim é que se está bem, e que os prevaricadores e os “maus” só residem a Norte do Mondego…
ah! e não deixo de achar muita piada àqueles que só a partir desta época, que ora finda, descobriram o verdadeiro escroque que é o “chiclas”, da sua (fraca) personalidade e da ausência de valores que apresenta, em todas as situações, num convencimento que vai muito para lá de umas (saloias) Arrogância e Soberba. e é por isso mesmo que a capa desta Quarta-feira, do prava da Travessa da Queimada, não é mais do que uma piadola, cuja “veracidade” nela contida é idêntica às autenticidade e verdade desportivas, da permanência da equipa B do Carnide, na Segunda Liga.
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farense© “antas” | Tomo III
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a propósito da questão da permanência da equipa B do Carnide, na Segunda Liga: para lá do que é oportunamente denunciado aqui e aqui, e de um pertinentíssimo vídeo sobre como será designada a edição da temporada que ora finda – uma tal de “liga vouchers” (aqui). ou será “liga de uma mala (chique)”? (aqui) -, eis uma breve descrição sobre a imensa Paixão que aconteceu em Faro, pela pena do (in)suspeito portal de desporto do Sapo, com os destaques a serem da minha responsabilidade:
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«[…] A equipa da casa que, ao intervalo, já vencia por 2-0, adiantou-se no marcador aos 23 minutos, na transformação de uma grande penalidade, a castigar uma falta de Ivan Perez, junto à quina da área do Freamunde. O “árbitro” Bruno Paixão parecia ter assinalado apenas falta fora da área, mas, depois de alguma hesitação e de conferenciar com os árbitros auxiliares, acabou por marcar a grande penalidade, que Gonçalo Guedes converteu. O 5lb-B que, até então, tentava apenas contrariar a supremacia do adversário nos primeiros minutos da partida, chegava à vantagem no marcador num lance discutível que surpreendeu toda a equipa do Freamunde.
A perder, o conjunto nortenho, que precisava de vencer e de beneficiar dos desaires de Feirense e de Portimonense – empataram ambos -, começava a ver fugir-lhe o sonho da subida de divisão, mas ainda tentava, sem êxito, anular a desvantagem: Robson atirou à barra da baliza de Miguel Santos, aos 31 minutos, e, logo a seguir, Ivan Perez apareceu “estatelado” na grande área do 5lb-B. Bruno Paixão nada assinalou e o jogador do Freamunde, já com um cartão amarelo, não protestou…
O jogo ficou praticamente decidido aos 40 minutos, com a segunda grande penalidade assinalada a favor do 5lb-B, a castigar nova falta (clara) de Ivan Perez, agora sobre Dálcio Gomes, dentro da grande área do Freamunde. Ivan Perez viu o segundo cartão amarelo e respectivo vermelho e Gonçalo Guedes fez o seu segundo golo da tarde, na transformação da grande penalidade, colocando o 5lb-B a vencer por 2-0, resultado que se manteve até ao intervalo. […]»
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como já foi aventado noutros lugares, inclusive na bluegosfera, duas grandes penalidades e uma expulsão, num curto espaço de tempo (pouco mais de quinze minutos), são situações que muitos clubes não se podem arvorar de terem sido beneficiados, sobretudo na Segunda Liga, inclusive nesta época. o mesmo já não pode afirmar a agremiação que, em 2011, beneficiou de três grandes penalidades (!!!) naquele mesmo espaço de temporal, era Rui Vitória o treinador adversário – o mesmo que, nessa altura, falou em «justiça relativa» e actualmente que não está para «se preocupar com arbitragens»…
e, sabendo-se desse histórico com muita Paixão, mormente quando joga o Carnide, é perfeitamente natural e normal, que se aventem suposições para os factos descritos ali em cima. e que se questionem as razões que subjazem àquelas tomadas de (in)decisão. e, claro!, que legitimamente se suspeite do porquê de o processo “jogo duplo” não ter conseguido chegar à freguesia de Carnide – à semelhança, por exemplo, do que aconteceu com o Pífio Dourado e com aquela sua limitação geográfica, porquanto que as «gloriosas» investigações da morgadinha da ‘mizé‘ terminaram no distrito de Leiria, precisamente quando se soube que o ‘dumbo‘ escolhia árbitros como qualquer um de nós uma camisa para vestir, logo pela fresquinha da manhã…
e é (também) por todas estas razões que não tenho qualquer pena, por nova descida de divisão, da agremiação mais representativa de Faro, cujos adeptos são mesmo muito “farenses”, e como a imagem ali em cima documenta, com os créditos da dita a serem devidos ao ‘shôr‘ Fred. aliás, não deixa de ser irónico haver uma filial do spórtém a torcer «gloriosamente» pelo Carnide…
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hegemonias© marca
(clicar na imagem para ampliar)
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a imagem acima, de um (in)suspeito jornal espanhol, não merece muitos comentários da minha parte. é só mais uma demonstração exemplar do que se pretende aferir sobre questões de hegemonia.
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roubo© google
(clicar na imagem para ampliar)
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a propósito de hegemonias, mas desta feita, no hóquei em patins:
depois de um decacampeonato, a nossa última vez foi em 2012/2013 – aquela em que perdemos, para o 5lb, a hipótese de voltarmos a ser campeões da Europa da modalidade. curiosamente (ou talvez não) o mesmo 5lb que, este Domingo, o voltou a repetir tal feito, (literalmente) à custa da Oliveirense – assim mesmo, sem quaisquer aspas. e, para lá da memória futura, por forma a que não restem dúvidas sobre as diferenças entre aquelas duas conquistas, eis um vídeo elucidativo (aqui) a denunciar a arbitragem amiga que houve este Domingo e que levou o Tó Neves a proferir estas declarações aqui.
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rrsanches© rr
(clicar na imagem para ampliar)
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por último, um título nada católico e bastante ofensivo, até, sobre uma notícia a propósito do quotidiano da “equipa que (decididamente não) é de todas(os) nós”® – já para não referir insultuoso, por exemplo, para com o CRtriste: o que eu queria abordar sobre aquela já foi escrito pelo Jorge Vassalo aqui, e que eu subscrevo. na íntegra.
e é (também) por estas razões que, cada vez mais e desde 2004, o meu pensamento, em relação àquela, é:

a minha selecção traja de azul-e-branco e mora no Estádio do Dragão!

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disse!
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de uma enorme pena (lamento)…

dragaostadium

© lipinho ferreira
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caríssima(o),

três breves notas:

(sim!, ando em modo sintético. escrevinhar a partir de um telemóvel, mesmo que inteligente, é demasiado complicado para a minha ignorante burrice, porquanto que não possuo todas as ferramentas informáticas convenientes para fazer o que mais gosto e tanto gozo me dá: divulgar com o máximo de Qualidade possível. mesmo assim, vamos operando alguns “milagres”.)
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1) espaço L., de Julen.

não vi a (espécie de) “entrevista” a Julen Lopetegui (vídeo aqui).
até estava para o fazer e em directo, mas optei antes por (re)ver esta outra aqui, ao “nosso” Derlei, o ninja. e, depois, como “bom” «papalvo» que sou, à primeira parte do documentário sobre as 48h que antecederam a eleição do nosso querido líder (vídeo aqui) [com a segunda parte do mesmo a poder ser (re)vista aqui]. só então resolvi fazer novo ‘flash back‘ no Tempo, para escutar o que o ex-treinador já tinha proferido anteriormente ao jornal AS (aqui e aqui).
a sério que não perdi pouco mais do que cinco minutos, do meu (muito) precioso tempo, com “aquilo“. para lá do macarrónico portunhol de uma autêntica pé-de-microfone, completamente impreparada para a “encomenda”, chateou-me que esta não estivesse editada com o mínimo que se lhe exigia: as correspondentes legendas (mormente para se perceber o teor das perguntas). esta situação foi entretanto resolvida, a preceito, para o resumo aqui; porém, já não conseguiu evitar o embaraço (público) de nova tentativa de achincalhamento por parte de uma “estação de televisão”, que também é paga com os meus impostos e que, se pudesse, não o faria. de todo! como bem lembra o “Antas”, trata-se de «um clube de “freteiros” ao serviço da propaganda», exemplificando com o início deste vídeo aqui, momentos antes do nosso FC Porto entrar em campo, em Viena, e com a sempre nojenta (por que abjecta e indecorosa, e que nunca é alvo da devida reciprocidade) referência ao clube do regime. já agora, o ar de “felicidade espontânea” (aqui), por parte da abécula em causa, de seu nome mário rui de castro, pela conquista daquele troféu, é “qualquer coisa”… apetece afirmar que já se viram funerais mais alegres… adiante.

portanto: não vi a entrevista de Lopetegui à “querida rtp”, na qual até deu para elogiar um “querido inimigo”… tudo o que (não) sei sobre a dita devo-o ao que fui lendo pela bluegosfera, e pelos ‘mentideros‘ – os mesmos que, durante dezoito meses, destilaram sobre «o basco» o mesmo ódio visceral que, em tempos, tinham para com José Mourinho, mantiveram com o £ibras-Boas e prosseguiram com Vítor Pereira, e que agora, decorridos meros três meses da sua substituição no cargo, apresentam estes n-o-j-o-s, para gáudio de um «glorioso» pagode:
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pasquins© Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)
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mesmo assim, retenho a seguinte frase, de toda uma tentativa torpe de ridicularização, zombaria e escarnecimento públicos, com o bom-nome e o prestígio de uma instituição centenária, que é o Futebol Clube do Porto: «conheci uma pessoa que agora não reconheço».
e, de facto, eu já não reconheço este Lopetegui. e já não consigo simpatizar com este Lopetegui. não sou ingrato ao ponto de esquecer as alegrias que me proporcionou, e que foram algumas; mas, talvez fosse mesmo eu a «ovelha choné» em teimar em defendê-lo, inclusive da massa assoBiativa do Clube, tal e qual como o fiz com todos os outros treinadores que envergaram o brasão abençoado ao peito, anteriores a ele, só porque ele – ‘helasse‘! – era o treinador da equipa principal de futebol profissional do meu clube de Sempre… e, se calhar, porventura o defeito residia mesmo em mim, que teimava em ver benesses num futebol que os outros afirmavam ser equivalente à simbologia da cor do nosso equipamento alternativo, algo bem diferente de cacau puro… sem querer (re)mexer muito “na ferida”, que ainda continua “aberta”, fomos «ambos os dois» muito teimosos, em muitos aspectos, ao longo da época passada – a qual terminou sem a obtenção de um único título conquistado, e para lá do #colinho que existiu. para mim, haverá sempre dois momentos maus: aquela partida, ante o Nacional, e aquela substituição que deveria ter acontecido… adiante.

posto isto e porque, de todas as zangas das “comadres” deste “divórcio”, só conheceremos o que os intervenientes desejam que se torne massivamente público, o meu desejo também se encontra expresso nas suas palavras, dirigidas a Pinto da Costa: «que siga o seu caminho e que me deixe seguir o meu, porque já lá vai um tempo desde a minha saída».
acima de tudo, lastimo que se tenha chegado a este ponto de ruptura, que leva a Direcção da $AD do Clube a ter que despender verbas para pagar a dois treinadores da equipa principal e quando só um é que está ao activo… espero bem que não seja um ponto sem retorno… com certeza que não o será.
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2) espaço H., de andebol.

não!, ainda não digeri a derrota de anteontem. mas, sobretudo, ainda não consegui encarar o silêncio do Clube em torno de uma autêntica roubalheira, e que não aconteceu só neste último jogo, antes durante todas as quatro partidas, numa gritante dualidade de critérios. e, a meu ver, o problema é exactamente este: ninguém “grita”, ninguém dá o “murro na mesa” que se impunha antes do cair de pé e ante um adversário que, como todos os outros, excepto nós, se borrifou para a fase regular e se preparou para o “mais importante”: o ‘play-off‘.
e quando é que deveria ter ocorrido esse brado? logo depois deste escândalo aqui, preferencialmente no mesmo dia e com “réplica institucional”, que não só na ‘e-letter‘ no dia a seguir… é que ainda me está atravessado aquele derradeiro lance (vídeo aqui), o último da partida, e que ditou a nossa derrota. e ao que é que nós assistimos, entretanto? a mais um incómodo silêncio, com o treinador Ricardo Costa, sozinho, a clamar por Justiça, depois de mais uma «muito infeliz nomeação desta dupla de árbitros, para este jogo»…
agora… agora, é tarde. demasiado tarde. e todos esses foguetes, lançados em homenagem à nossa estrondosa queda, ainda ribombam por esse Portugalzinho fora, centralizado no epicentro onde tudo acontece e é importante (pois que todo o resto «é paisagem»), e para bem da sobrevivência da modalidade em causa – tal e qual como acontece(u) com o hóquei, durante dez fastidiosos anos, mas só para quem não sofre pelo azul-e-branco como nós…
e, se dúvidas houver sobre o que aqui escrevo, desabafando contigo os meus lamentos, Pedro Marques Lopes explica-o melhor do que ninguém aqui, a páginas 36, no seu mais recente artigo de opinião, sob o título “a promissora arbitragem”.
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3) espaço F., de abjecta vassalagem.

sempre detestei o SC Farense. a par do marít’mo, é outro daqueles meus odiozinhos de estimação. portanto, foi com um misto de estupefacção e de desejo para que “tudo de bom” lhes aconteça, que soube do que aqui se denuncia, e bem a propósito.
infelizmente e talvez porque uma das agremiações envolvidas é tão-somente a que «gloriosamente» se arvora em ser «o melhor projecto de formação português», nada do que ali se delata teve eco nos me(r)dia tugas – os mesmos que, estou em crer, algo parecido tivesse acontecido com um clube mais a Norte, e teriam manchetes infindáveis para (pelo menos) uma semana…

mas, este será um tópico para certamente se regressar mais tarde, finda a época desportiva, numa segunda Liga sem qualquer pingo de Honra – sobretudo depois de se saber, em concreto, quem é o campeão, quem sobe ao primeiro escalão e quem desce aos distritais.
acima de tudo, lamento pelo jogador Harramiz, que, devido a um «desconhecimento» pela parte de quem deveria ser profissional, vê o seu nome arrastado para um episódio (no mínimo) caricato – mais um, no nosso comezinho futebolzinho tuga, como o Manaca também o foi. e o Mateus.

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disse!
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duas coisitas (in)significantes…

fcp011

© getty images
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caríssima(o),

enquanto, entre nós, nos degladiamos em “guerrilhas urbanas” fratricidas, mormente sobre questões menores, como pormenores de um acto eleitoral que já ocorreu, e em que a Oposição marcou presença noutro local que não o próprio e o mais indicado para se “fazer ouvir”, hoje há a registar que:
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1)

paulo pereira cristóvão foi acusado de «corrupção activa por obtenção de dados sigilosos, nomeadamente de 196 árbitros de futebol, através de funcionários das finanças», em novo processo paralelo ao do #Cardinalcircus.
sim!, já sei que convém salientar que estamos num Estado de Direito, onde vigora (ou assim deveria…) o Princípio máximo de que ‘in dubio pro reo‘ – excepto, claro está, se o constituído arguido for alguém da Direcção do FC Porto (situação em que a condenação é sumária, em praça pública e sem direito a recurso da decisão primeira e primária). mas e à luz dos factos provados pelo Ministério Público, os quais (repito) se relacionam com o #Cardinalcircus, não está nada fácil a defesa do arguido visconde – o qual, também convém recordar, aquando daqueles factos, era um vice-presidente em pleno exercício de funções (infelizmente, para muitos) que não de um qualquer clube a Norte do Rio Lis, antes da agremiação do Lumiar…

portanto, vou aguardar pelos desenvolvimentos (contorcionistas?) dessa mesmíssima Justiça Desportiva que foi tão lesta e tão solícita, a inocentar aquela agremiação, tida como “impoluta”, de factos que, se forem provados na Justiça Cível, deverão ter, entre outras consequências, e de acordo com os regulamentos em vigor, a sua descida de divisão.
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2)

os hep7acampeões nacionais de andebol caíram de pé, em Carnide.
compreende-se a festa (também) na sede da federação daquela modalidade, pois que “aqueles malandros” já estavam a ser (para lá de) incómodos, tal a hegemonia que patenteiam. tudo valeu para a (in)tentar quebrar: desde a continuação, pelo seu segundo ano, de um abjecto ‘play-off‘, passando por um absurdo calendário (com inqualificáveis pausas injustificáveis), terminando em “gloriosas” arbitragens que deveriam fazer corar de vergonha os responsáveis pelo sector, tamanha que foi a dualidade de critérios evidenciada pelas várias duplas que nos calharam na rifa, mas que, creio, não lhes incomodará nem um pouquinho…

para todos eles, uma péssima novidade: para a próxima época desportiva estaremos por cá. outra vez. para mal dos vossos pecados.

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disse!
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