moralismos da treta.

futuro© google
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[…] o problema está em nós: nós enquanto Povo, nós como matéria-prima de um País. e porque pertenço a um país onde a “esperteza”, a “chico-espertice portuguesa” congénita – essa falta de qualidade humana, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui, até se converter em casos escandalosos em diferentes áreas da Sociedade, como, por exemplo, na Política – é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o Euro.

[…] é muito bom ser-se Português. mas, quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda…
não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam “um messias”. nós é que temos que mudar! um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.

está, portanto, muito claro: somos nós, Portugueses – O Povo de Portugal, de um País e de um Estado de direito – que temos que mudar!
sim!, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: por exemplo, desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos enquanto somos demasiado tolerantes com o Fracasso. é a indústria da Desculpa e da Estupidez…

agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável por tudo “isto”, por toda esta “esperteza saloia”, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir!) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido, de sonso.
sim, decidi procurar o responsável e estou seguro de que o encontrarei assim que me olhar num espelho. aí o encontrarei, ele que estará diante dos meus olhos.
aí está! e não precisarei de procurá-lo noutro lado...

Eduardo Prado Coelho, “construir um País: precisa-se de matéria prima para construir um País”, Público (2007?).

in “palavras soltas.
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caríssim@,

para lá dos “chicos-espertos” e da sua bacoca saloiice, e onde me incluo (na prática de algumas acções do meu dia-a-dia, confesso), também não tolero lá muito bem os falsos moralistas da treta, sobretudo esses sabujos que labutam no jornalixo tuga (precariamente ou não, que isso não interessa para o caso em apreço). foi o que me aconteceu, hoje, quando resolvi adquirir a edição impressa do pravda da Travessa da Queimada, e por forma a ter acesso ao mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes (já lá vamos), e que inclui um artigo “simpático” sobre o ‘tikinho’ Soares, pela pena (trémula?) de paulo pinto.
depois de contribuir monetariamente com um euro para o lucro da ‘Sociedade Vicra Desportiva, SA’, que é quem gere os destinos do pasquim em causa, tive acesso à leitura de quatro artigos basto moralistas, pretendendo parecer isentos, rigorosos, íntegros, correctos, honrados, plenos de Decência e de Justiça, quando não passam de escritos «gloriosamente» desonestos, falsos, imorais, dissimulados e suficientemente hipócritas. e que, após a sua leitura – para quem tiver essa vontade e/ou um estômago forte – entroncam no teor do escrito que serve de intróito a esta “posta”, da autoria de Eduardo Prado Coelho, que desconhecia, em absoluto, e tive acesso pelo comentário do “kostadinov”, no blogue do caríssimo Vila Pouca.

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resumidamente:

» os artigos em causa, que podem ser lidos aqui, referem-se ao (muito risível) editorial do “intestino” (do) delgado “os inocentes, os outros e o silêncio”; ao nojo do ricardo quaresma (que não é o ‘mustang’) “não assobiem para o lado” e ao destilar de bílis do “senador pateta” (do) cervan “clássico é (quase) decisivo”. todos eles abordam hipocritamente a questão da nossa tentativa de “invasão” do antro de Carnide, cujo objectivo declarado são o de se ter dez mil portistas a torcer pela nossa Equipa do coração, mormente o apelo feito por Fernando Madureira para que se encontrem «vias alternativas»* na obtenção de mais do que os 3250 ingressos a que os adeptos do FC Porto têm por Lei.
todos eles, mais a cambada de lampiões que gravita nos me(r)dia e no restante jornalixo da tugalândia, particularmente preocupados com o «incentivo a comportamentos potencialmente explosivos». [longo suspiro]
tenho pena que não manifestem esses mesmos receios (também) quando os i-le-gais afectos ao 5lb e que beneficiam de apoio da “instituição”, se deslocam à ImBicta, “esquecendo-se” (como sempre…) de que, por serem i-le-gais e “sobreviverem” à margem da Lei, podem prevaricar com ainda mais gozo e que, isso sim!, é uma questão de efectiva (in)Segurança Pública, porquanto que todos temos conhecimento dos «comportamentos (literalmente) explosivos» dos i-le-gais afectos ao 5lb.
mas, pronto… como também são «gloriosos», deixá-los lá, na sua (triste) vidinha, que até são “bons moços“, de “boas famílias” e não fazem mal a ninguém; os outros, os do Norte, é que são uns maus, uns pulhas, uns bandidos soezes, que só sabem fazer visitas a Fafe e ‘graffitar‘ paredes e coisas que tais…
(* a propósito da questão dos bilhetes para o Clássico em Carnide, recomendo a leitura desta notícia aqui, publicada no pravda, logo bastante pertinente por que muito próxima das fontes oficiais do 5lb.)

» no rol daqueles artigos, também merece destaque (pela negativa) o abjecto “quem é o DDT?”, da autoria de josé couceiro – esse mesmo, ex-treinador do FC Porto na época 2004/2005 (de muito má memória) e o ardil principal do anti-jogo praticado pelo vitória fc, no passado Domingo.
acima de tudo, comprovadamente e nas suas próprias palavras, este Zé é «um PBS» da pior espécie, pois que se trata de um gajo que «puxa bem o saco» à sua sardinha, mesmo quando esta tresanda a podr
e.
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© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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BRASÃO ABENÇOADO do dia (aqui e aqui, em ficheiro jpg, e também aqui e aqui, mas em pdf), presente na edição impressa, desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, a qual não está (e nem estará) disponível na “papelaria” (aqui), devido ao encerramento compulsivo desta última, em Setembro de 2016.
obviamente que estou de acordo com tudo – mas mesmo tudo!, ouBistes, ó Silva? 😀 – o que o cronista teceu, inclusive naquela parte do «desespero» lampiónico.

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disse!
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desconsolo.

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nota introdutória:

esta “posta de pescada”® vai ser para o compridota. ou seja e como não poderia deixar de o ser, honrará com os pergaminhos e com aquela que é a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as bastas (© Silva) hiperligações e as diversas imagens, que não só para memória futura mas também.
e, claro está!, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
e porque esta já vem um pouco em atraso, que ontem não me apeteceu escrever, como consequência de tal acto surge no efectivo conseguimento destas outras aqui e aqui (do caríssimo Silva) e desta aqui (do caríssimo Vila Pouca), cuja leitura se recomenda (e muito).
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sinteticamente, sobre o jogo de Domingo, e sem quaisquer “paninhos quentes”, que os meninos são jobens, sim senhor, mas já têm idade e arcaboiço suficientes para levar uns calduços à maneira:
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» perdemos o jogo* por pura incompetência nossa, ponto final, parágrafo.
de nada nos adianta estarmos a clamar por (mais) três penáltes sonegados e mesmo que com a razão unânime dos ex-apitadores tugas (aqui) – sendo que, confesso, só vejo “matéria de facto” no atropelamento ao Brahimi; os outros, que existiram, são (efectivamente) «de televisão». tínhamos mais é que marcar golos em número superior aos dos meninos do Sado. só que, o que nos foi permitido verificar, sobretudo aquando do regresso das cabines, foi um amorfo reinício de jogo e a verdadeira antítese do que o público no Dragão exigia (e lhes deveria ter sido concedido pela Equipa) – pois que o que se pedia, no mínimo, era partir para cima daqueles, sem dó nem piedade, na procura incessante do segundo e, se possível, do terceiro (e do quarto) golos.
e o vergonhoso anti-jogo (aqui), que também é denunciado pela e-letter do Clube, já deveria ter sido antecipado na preparação do mesmo – porque, mesmo que o Dragão seja uma «fortaleza», é certo sabido que, quem nos defronta, vem (no mínimo) com um “autocarro de dois andares” e com a artimanha do anti-jogo grosseiro desde o primeiro segundo. e tal é independente da cor das camisolas, porquanto que até o 5lb o fez, esta época.
(* perdemos, sim senhor, porque o empate, em si mesmo, teve o mesmíssimo travo amargo a uma derrota copiosa.)

» também eu não compreendi o porquê de uma mudança no figurino táctico, para o Campeonato, depois de uma série de (pelo menos) quatro exibições muito convincentes – tondela, clube da rotunda, Nacional e arouca -, onde se marcaram 16 (dezasseis) golos e não se sofreu um único (!). o regresso do duplo-pivôt, aquele “chuveirinho” final, com o ‘plus‘ do reaparecimento do “pinheiro” Depoitre, intranquilizaram-me. e muito!
depois de um exigente jogo, na passada Terça-feira, sobretudo em termos físicos, onde se jogou mais de 60’ minutos em inferioridade numérica, não percebi por que razão se sujeitaram o Danilo e o Óliver a trabalhos forçados, num meio-campo sempre, mas invariavelmente sempre em inferioridade numérica, ante os sabujos do Sado. assim como não entendi a titularidade de Corona que, apesar do golão que marcou e do toque maldoso que sofreu, a meio-campo, logo nos instantes iniciais da partida, nunca me pareceu “fresco” para os requisitos que este jogo impunham.
mas, “isto” sou eu, que não pesco nada de futebol ao mais alto níBel; o Nuno é que é o treinador e deveria ser ele a explicar as razões por detrás das suas escolhas – quanto mais não seja para sossego dos quase cinquenta mil adeptos que se deslocaram ao Dragão (muito) confiantes e que de lá saíram com um melão maior do que as orelhas do Dumbo de Carnide, a par das do Guedes (que entretanto está em Paris, por #quinzemilhoesvezesdois). como não o fez e deu a impressão de estar à espera de uma qualquer intervenção do Espírito Santo, mormente nos instantes finais da partida, “contentei-me” com o que foi aventado no ‘pós-match’, no Porto Canal, sobretudo pelo Rui Cerqueira…

» o que mais me custa, do empate de Domingo e para lá de algum “esvaziamento” do ânimo da massa adepta portista, é saber e ter a nítida percepção daquele que, na minha opinião, é o principal factor que o mesmo encerra: o termos concedido “gasolina” ao nosso próximo adversário – uma inesperada “gasolina” (aqui), depois do empate que obtiveram em Paços de Ferreira.
um exemplo paradigmático, mas elucidativo: se, a partir das 22h30m de Sábado, reinou um basto silêncio fúnebre em todos os me(r)dia da tugalândia – com sorrisos amarelos e «gloriosas» desconfianças no Futuro (mesmo no mais próximo) – desde Domingo, sensivelmente pelas 20h30m, renasceu-lhes a Esperança e, com ela, regressaram os sorrisos rasgados, e os alarves considerandos às nossas incapacidades (que as temos), e as omissões às arbitragens (que no dia anterior eram pior do que «vergonhosas»), e as cínicas referências à nossa inaptidão que já (per)dura há 445 dias (‘and still counting‘…).
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o escrito acima é da autoria do “intestino” (do) Delgado, (mais) um sabujo avençado, a soldo de uma «gloriosa» causa, desta feita no pravda da Travessa da Queimada.
aquele n-o-j-o, repleto de muito cinismo e basta hipocrisia, data de Dezembro de 2016, logo após a derrota do 5lb na Pérola do Atlântico, ante o marít’mo, e vem em complemento ao que entretanto o caríssimo Vila Pouca já denunciou:
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« […] estes e outros vendilhões do templo que andam por aí, estão muito preocupados e enchem a boca com o facto do Futebol Português perder representatividade nas provas da UEFA, e apontam vários problemas.
mas, por que não aproveitaram e «carregaram» sobre o vergonhoso anti-jogo dos setubalenses, e condenaram veementemente o comportamento anti-desportivo da equipa de José Couceiro? Seria pedir muito, sobre isso? Talvez…
mas, a verdade é que, sobre o que aconteceu no Dragão, nada!, zero!, nicles!, «bola!». e porquê? porque deu um jeitaço ao 5lb e isso sobrepõe-se a tudo o resto
. »
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também convém reavivar a memória, inclusive a alguns “iluminados” que por aqui persistem gravitar. é que, àquela derrota e às palavras duras do sonsoo marít’mo parou-nos de várias formas, umas melhores outras piores. deixo essa análise para os comentadores. eu quero é focar-me na minha equipa.»] e do ilusãofomos parados de várias maneiras. mas vamos lutar pelo tetra até à última gota de suor. não quero falar do árbitro, mas fomos parados de várias maneiras.»], acerca da arbitragem de vasco santos, o Conselho de Arbitragem da FPF, liderado pelo salmonelas (© Silva) do fontelas gomes, em menos de 48h, veio logo a terreiro defender a sua “dama”, enviando uma carta a pugnar para que que treinadores e jogadores contribuam para o aumento do tempo útil de jogo. eis alguns excertos daquela:
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« esta temporada, temos detectado, com muita preocupação, o aumento do número de paragens de jogo e a crescente duração das mesmas. o Conselho de Arbitragem da FPF quer combater o antijogo, porque entende ser uma atitude que viola o espírito do jogo e de respeito pelo espectador.
vem, deste modo o CA/FPF alertar para este problema, comunicar as instruções dadas aos árbitros, mas, mais do que isso, solicitar que todos os actores se empenhem em transformar positivamente o espectáculo.

[das referidas recomendações aos árbitros] apela-se à sensatez e à coragem na atribuição dos tempos de compensação, mesmo que tal implique durações “anormais”.
foi recordado aos árbitros que, sempre que se deparem com uma situação de reiterada conduta para gastar tempo, devem ser interventivos, avisando publicamente e agindo disciplinarmente se necessário
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portanto e tendo bem presentes as palavras de Bernardino Barros, para os avençados afectos ao 5lb – e que, neste entretanto, já puxaram da cassete e da propaganda goëbbelianas, e começaram a massacrar-nos os ouvidos com as “piscinas” do André Silva e com o «exagero» dos dois tempos de descontos [5′ na primeira parte, 7′ na segunda] – sendo curto, grosso, preciso, conciso e descendo ao nível daqueles:

fodei-vos, pá!, mais à vossa azia!
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por último e não menos importante:

quem «exige Respeito» tem que se dar ao respeito, o que não é o caso do 5lb. de todo e como se comprova aqui, aqui e aqui, por exemplo.

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disse!
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Porto final.

futuro© fotos da curva
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caríssim@,

acima de tudo, o jogo de ontem, em Turim, teve um resultado final e foi o corolário de uma exibição que não envergonham ninguém, sobretudo (e muito principalmente) de quem é portista. e não foi exclusivamente por nossa causa que, em 2018/2019, o futebol tuga só terá um representante com entrada directa na ‘Champions; nessa demanda «gloriosa» pela procura de “bodes respiratórios“, principie-se pela mentalidade de alguns (muitos?) “catedráticos” que pululam nosso comezinho futebolzinho, a começar pelo supra-sumo da agremiação do Lumiar.

numa curtíssima análise, plena de clichês, frases-feitas, chavões futeboleiros e lugares-comuns: caímos de pé, ante um opositor que gastou, num só reforço, 80% do orçamento do FC Porto para esta época, e que, pelo investimento concretizado, assume-se como um fortíssimo candidato a vencer a ‘Champions‘. e tal não se trata de uma qualquer desculpa, pela derrota final de 0-3 (no cômputo das duas mãos) e/ou de um qualquer assomo de uma vitória moral; antes da constatação do que aconteceu dentro das quatro linhas, numa partida de 180’.

por outro lado e numa vertente (bem) mais positiva, ainda bem que o Clube está muito grato à sua massa adepta. foram indubitavelmente uns adeptos do outro mundo, tod@s aqueles que, ontem, abafaram todo um estádio ‘gobbi‘.
e de nada serve a alguns pasquineiros abordar tal questão pelo facto de estar a decorrer um «protesto»; o agradecimento de toda a Equipa, no final, e o reconhecimento dos ‘tiffosi’ da ‘rubentus’ é quanto me basta, depois do show nas bancadas – e para lá do gesto do Fernando Madureira e da calorosa recepção no Aeroporto Francisco Sá Carneiro.
de facto, ele há coisas que nenhum «lapião» conseguirá compreender. nunca!
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futuro© getty images | fotos da curva | 92º minuto
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a imagem acima refere-se a uma entrada “a varrer”, protagonizada por um jogador ‘rubentino’ e que quase deixava o Layún feito num… quadrado.
aquela aconteceu ao minuto 11′ e passou «gloriosamente» “despercebida” em tudo o que foi resumo à partida, excepto neste aqui, de uma estação de televisão… russa.
talvez a dureza (rudeza?) daquela entrada não esteja bem explícita, pelo que a imagem que se segue “falará” (bem) melhor do que eu:

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em suma:
fossem aplicados os critérios de arbitragem (basto rigorosos) da primeira mão e provavelmente haveria mais estórias para contar sobre a partida de ontem.
e este é um facto que nenhum pasquim do jornalixo tuga, muito menos canal de televisão dos me(r)dia cá do burgo, resolveu apontar, mas que aconteceu, de facto. e que, mais uma vez e porque tal é conveniente para se passar a mensagem* foi «gloriosamente» sonegado.

* a mensagem de que fomos eliminados, curiosamente tal e qual como o 5lb (mas com menos golos sofridos e com menos humilhação, e mesmo que se alegue que a juBe esteve «em modo de treino» (!!!) contra nós e tal e coiso), e olvidando-se esse facto de que, em 180′, jogámos 115′ em inferioridade numérica – curiosamente (ou talvez não…), o argumento utilizado pelos mesmos sabujos, aquando da nossa eliminatória ante a AS Roma, para justificar a «facilidade» da nossa passagem à fase de grupos.
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já a imagem acima serve só de memória futura, expondo-se o Antes e o Depois de Dortmund: isto é, da jactante bazófia seguiu-se uma inversão da Realidade, apontando-se O caminho que afinal sempre esteve presente, mesmo depois da ca-ba-za-da que sofreram.
a capa da direita é só a primeira desse contraste e a primeira que mereceu honras de destaque – curiosa e coincidentemente a aludir à nossa eliminação. e como não acredito em coincidências…
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por último, a imagem acima é só um exemplo do porquê desta notícia aqui ser um «glorioso» logro.
fosse o pizza… o piç… o estrábico punido convenientemente e quando efectiva e comprovadamente prevaricou para amarelo (pelo menos), e o coxo do sonso não afirmaria «não estar preocupado» com esse assunto
como o pizz… o piç… como o estrábico não o foi nem é!, continua a reinar com a gente e a grassar a impunidade, para alegria geral da maralha do Estado Lampiânico e para que o desígnio nacional se cumpra.

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disse!
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gloriosa jactância nacional.

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caríssim@,

pois então, mais uma “chapa 4” no campeonato, desta feita pelo 5lb, ante os pastéis do Belém… acontece que, aos meus olhos, mesmo que tolhido pela cor azul-e-branca, aquela foi uma goleada fajuta, uma «gloriosa» farsa e a tresandar a frete – mais um, pelos insuspeitos amiguinhos do costume, sempre bem (dis)postos a (literalmente) abrir as perninhas perante quem lhes acerta as conta$, numa depauperada $AD
senão, vejamos e tendo em consideração o resumo da partida (aqui):

» o primeiro golo, obtido logo aos 11′ (conferindo uma tão necessária tranquilidade para o resto do jogo), teve uma «gloriosa» assistência do célebre miguel rosa, com uma intrépida “peitaça” onde se pedia, antes, que, sei lá!, tivesse mais cabecinha «e que assim»…
mas, hey!, isto sou eu a afirmá-lo, pode haver opiniões diferentes e divergentes, sobre um lance que, tivesse como protagonista um qualquer jogador afecto à formação do FC Porto e a labutar numa espécie de clube satélite, tivesse feito um atraso em tudo idêntico ao do rosa saltitante

» o segundo, para lá da espectacular defesa, mas com os olhinhos, do redes cristiano figueiredo, também tem esse ‘plus‘ de demonstrar que este Belém também está pronto para participar no campeonato nacional de ragby, tal foi a forma valorosa que o seu quarteto defensivo protegeu a linha de fundo, não fosse o 5lb marcar um ensaio, «e que assim»…
acontece é que se tratava de uma partida de futebol, e aquele quarteto defensivo ofereceu todo o tempo do Mundo e todo o terreno de jogo, para que o mitra grego facturasse um golo fácil.

» o terceiro golo foi uma frangalhada do cristiano figueiredo, que viu (muito bem) a bola partir, mas esteve (muito mal) a lançar-se tardiamente para a defender.

» o quarto golo não deveria ter contado, porque foi mais um fora-de-jogo descarado.

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em suma: tudo serve, mas mesmo t-u-d-o serve – e como se comprova aqui, em mais uma “engenharia financeira” que, se fosse sediada mais a Norte, ui! ui!, qual já não seria o falatório… – para que a treta do «glorioso» desígnio nacional do tetra cumpra o seu destino e o 5lb consiga, pela primeira vez na sua história (repleta de muiiiitas estórias), o que nós já conseguimos por duas vezes.
e para que os prostitutos dos me(r)dia e do jornalixo tugas prossigam com a sua «gloriosa» jactância, propositadamente olvidando o destaque que os nossos resultados desportivos também deveriam merecer.

mas, como o referi ontem e mesmo percebendo (mas nunca o aceitando, sequer de ânimo leve!) que sempre foi assim este “estado de graça”, (também) é assim que “gosto” deles: jactantes, soberbos, arrogantes, altivos, «gloriosos».
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futuro© papa Pinto da Costa
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para logo mais, as minhas expectativas mantêm-se: mesmo contra todas as probabilidades e contra o que diz a história dos embates ante a ‘rubentus’, acredito que seremos capazes de fazermos um jogo (a) sério, isto é e (re)afirmando o que partilhei ontem: apesar de não contar com a passagem aos quartos-de-final, estou convicto num bom jogo, em que honraremos com os pergaminhos do brasão abençoado, e de que também seremos capazes de marcar (pelo menos) um golito.
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forza FCPorto, vince per noi !!!

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disse!
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porque hoje é Segunda-feira…

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caríssim@,

as capas dos pasquins afectos à Segunda Circular, presentes na imagem acima encerram, em si mesmas, acima de tudo, por tudo e sobretudo, essa «gloriosa» azia por não desarmarmos na disputa pelo primeiro lugar.
em suma: duas goleadas, por números idênticos, mas com destaques (muito) distintos – por que infligidas por clubes de regiões diferentes. e não há como o negar, pois que nem sequer houve lugar a duas capas distintas para as regiões dos clubes em causa.

é mesmo salutar e certamente que muito gratificante, mormente para a “Estrutura” do Futebol Clube do Porto (a principiar na Direcção e terminando no mais comum do adepto, passando por toda a equipe técnica e pelos jogadores que constituem o plantel), perceber que, de repente e num imprevisto intante – inclusive para a esmagadora maioria da massa adepta portista – passamos a “contar para a totobola” e que afinal não estávamos dados como “mortos” e submissos à peleja, no máximo, pelo terceiro lugar do campeonato.
e, confesso, já há muito tempo que não acordava a cantarolar cânticos das nossas claques. e este só pode ser (também) um bom sinal para o futuro que tod@s nós desejamos para o próximo mês de Maio – e que nos é tão querido – mas cujo trajecto ainda comporta nove finais, a começar já no próximo Domingo, ante o Vitória de Setúbal, e depois da nossa ida a Turim.
e, deste último encontro, a contar para a ‘Champions‘, e mesmo com as altas expectativas (soberba?) do dani alves [escarro], espero que a Equipa saia de Itália de cabeça erguida, isto é: apesar de não contar com a passagem aos quartos-de-final (seria, já por si, um feito inédito. mas recordo-me sempre de, em Maio de 2014, o 5lb ter eliminado a ‘rubentus’, nas meias finais da Taça UEFA, com um empate em casa desta última…), estou convicto num bom jogo, em que seremos capazes de honrar com os pergaminhos do brasão abençoado. e acho que também seremos capazes de marcar (pelo menos) um golito…
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por último e antes de ir descomprimir, afirmar que a imagem acima, de um dos avençados da $AD do Estado Lampiânico, serve, não só “de gasolina” para que Maio, seja possível nos Aliados e na varanda do Estádio do Dragão, mas também para memória futura. e para se compreender um pouco mais do asco que sinto pela esmagadora maioria do benfiquismo dos lampiões, que não confundo com alguns prezados benfiquistas – que os há, a começar, por exemplo, em Júlio Machado Vaz, o qual, como figura pública, seria sempre incapaz de publicar um nojo como aquele ali em cima.

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disse!
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de um «cretino», que não passa(rá) de um «vintém» [com adenda e editado]

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o Soares chegou “em bruto”: corria para trás quando os outros corriam para a frente. houve um quadro técnico que o ajudou muito, num ano e meio e não vi, em nenhum momento, neste período em que ele foi para o FC Porto, uma referência ao quadro técnico do Nacional, que o detectou lá num “Candal” ou num “Rio Tinto” qualquer do Brasil, que o trouxe e que lhe permitiu ser, hoje, o que ele é. até parece que não passou pelo Nacional…

como ser humano, espero que vá o mais longe possível, desejo-lhe a maior sorte. mas há duas coisas, na Humanidade, que, a mim, me incomodam: uma é a ingratidão e a outra é a ganância. quando as pessoas, por omissão, que é o caso, denunciam alguma ingratidão… então, não lhe terei grande coisa a dizer em relação a esse jogador… por isso, sobre esse jogador, poucas referências tenho a fazer. mas desejo-lhe a maior sorte como profissional.
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manuel machado, treinador do fc arouca, 09 de Março de 2017.
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foi muito importante para mim. acho que foi um enorme passo para mim ter feito esses 14 golos e ter ajudado o Nacional.
o treinador manuel machado ajudou bastante, nesse aspecto. ele  [manuel machado, na altura treinador do Nacional da Madeira] falava-me sobre o que eu tinha que fazer, o que tinha que melhorar. eu acho que… sou muito grato a ele, também. e deu tudo certo, no Nacional. e… bola para a frente.
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‘tiquinho’ Soares, jogador do FC Porto, 16 de Fevereiro de 2017.
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caríssim@,

não há nada mais para afirmar sobre este não-assunto, a não ser que, se não o é, até parece que está em marcha uma (espécie de) campanha para se tentar descredibilizar a melhor contratação do último defeso – primeiro, acusá-lo de ser “piscineiro”, agora “isto”…
e, já agora, que seria bom que o «cretino» em causa, se não quiser passar por «um vintém», como acusou o outro, em 2009, se retratasse antes do início da partida, junto de quem de direito – o mesmo jogador que, em devido tempo, afirmou estar-lhe «muito grato».
é que, «na Vida, por muito que a gente pinte de amarelo, de vermelho, de azul, para encher jornais, ele há coisas que não mudam, que são valores absolutos, valores profissionais». o reconhecer (d)o Erro, a assumpção da culpa e de que julgámos muito mal o carácter do Outro, é só um deles.
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adenda pertinente, em 11-03-2017:
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neste entretanto, o manuel já pediu desculpas públicas ao Soares e ao FC Porto, por um episódio que tem tanto de lamentável como de «surreal», e para o qual ele foi o único (por que principal) instigador.
mesmo assim e apesar da postura do jogador (que lhe ofereceu a camisola do jogo) e do Clube, eu não o desculpo. e não o desculpo sobretudo porque, ao invés de assumir as suas próprias culpas, distribuiu-as pelo jornalixo tuga e pelos sabujos e pelos pés-de-microfone, que se limitaram a difundir as suas alarvidades. para além de que mentiu, com todos os dentes que tem na sua boca, quando afirmou que não leu nada da entrevista do Soares na Imprensa: certamente que não lhe fizeram chegar a edição do pasquim do ‘quim oliveirinha, no dia seguinte àquela (aqui).
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neste entretanto e como a imagem acima o comprova, já há quem esteja a aproveitar aquelas declarações infelizes, de alguém que nunca tive em boa conta, confesso, e que, na altura em que as proferiu, até dava a entender que estava com três ou quatro copitos a mais no bucho: a capa do ‘pravda‘ omite «gloriosa» e descaradamente o devido contraditório, por parte do jogador do FC Porto, dando a entender que o actual treinador do fc arouca tem toda a Razão do seu lado; a capa do pasquim do ‘quim oliveirinha remete a estória toda para uma singela nota de rodapé.
e esta “situação” é bem pior nas tvwc‘s da tugalândia, com o devido contraditório a ser sonegado de uma forma soez, torpe, vil, indigna dos princípios que deveriam nortear quem se afirma “jornalista”. mas, como quem trabalha nos me(r)dia e no jornalixo tugas, fá-lo a Sul e a soldo de bastos interesses capitais, estamos conversados…
curiosamente (ou talvez não), são os mesmíssimos me(r)dia e jornalixo tugas que já não têm qualquer decoro em assumir a sua «gloriosa» cor, como se demonstra aqui
... «perdemos», disse ele. e na primeira pessoa do plural (!!!)…

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a propósito da capa do ‘pravda‘:

» assinale-se esse «glorioso» maquilhar de mais uma «gloriosa» derrota do 5lb na Europa – a segunda, esta época, por números superiores a 03 golos encaixados. no fundo, trata-se de uma alteração superficial de algo que efectivamente aconteceu – uma goleada -, de se inverter o rumo dos acontecimentos para algo que já é mais do que um desígnio nacional – o tetra da treta – e de se “massajar o ego” ao Estado Lampiânico, por forma a que este não esmoreça (ainda mais?).
e, já agora, se dúvidas houver do que afirmo, compare-se aquela capa com estas aqui, datadas de Abril de 2015, logo a seguir ao nosso descalabro em Munique.

» num cantinho, está uma espécie de “aviso amarelo” para os 4 atletas do FC Porto que “estão à bica” para acumularem cinco cartões amarelos no campeonato e antes da nossa visita ao antro de Carnide – Victorio Páez, André², Ruben Neves e Corona. “isto” surge, mais uma vez, quando o Clássico jogar-se-á daqui a duas jornadas… acho que não há necessidade de dizer seja o que for sobre algumas manobras de coação que vão persistindo por aí…
já agora e só por curiosidade, vou estar atento aos amarelos que o apitador Luís Ferreira irá mostrar aos atletas do Paços de Ferreira – o adversário do 5lb na jornada 26. é que Mateus, Gegé, Whelton, Ivo Rodrigues, Barnes e Pedrinho, titulares dos ‘castores’, estão todos “à bica”…
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por último e antes da nossa entrada em campo, quero afirmar que, para um portista dos quatro costados, é absolutamente imperdível a grande, enorme entrevista ao “bicho”, ontem, aos microfones do Porto Canal – aqui (parte 1) e aqui (parte 2), para quem a quiser (re)ver. provavelmente e na minha opinião, a melhor dos últimos tempos a um jogador do FC Porto.
e também que aqui e aqui (em ficheiros jpg) e igualmente aqui (mas em formato pdf), com a devida cortesia do caríssimo Vila Pouca, tens acesso ao mais recente BRASÃO ABENÇOADO, presente na edição impressa, desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, a qual não está (e nem estará) disponível na “papelaria” (aqui), devido ao encerramento compulsivo desta última, em Setembro de 2016.

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disse!
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imagem do dia.

© google | 92º minuto
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caríssim@,

as capas do pravda, presentes na imagem acima (e também aqui, mas sem qualquer edição) são um “regalo” para quem, hoje, não está com um sorriso (muito) amarelo no rosto.
já agora, recordo que, em 2015/2016, numa época de muito má memória para os portistas e depois de uma abrupta mudança de equipa técnica, a eliminatória contra o Borussia Dortmund, no cômputo das duas mãos, ficou num total de 0-3, a favor dos alemães. é só para relembrar os mais esquecidos, que persistem em nos “esfregar” aquela eliminatória contra o bayern [escarro valente]…

aquelas capas também servem, não só para memória futura da chacota a que a do lado esquerdo está a ser alvo, mormente junto de quem não é «lapião» [sic], mas inclusive para demonstrar à saciedade, com exposição pública e pela enésima vez, o ridículo em que se torna essa «gloriosa» diferenciação de tratamento “jornalístico” que o pasquim em causa assume e de uma forma (mais do que) oficiosa, relativamente ao clube do regime (vulgo agremiação de Carnide; 5lb para ser mais preciso) e em relação aos demais adversários àquele…
confesso que não me recordo de uma única capa com igual mensagem destinada aos adeptos do FC Porto, inclusive no pasquim do ‘quim oliveirinha e que os paneleir… paineleir… que os comentadores afectos ao 5lb insistem e persistem em conotar como um órgão de informação oficioso do clube mais representativo da ImBicta…

no meu entendimento, as mesmas capas servem igualmente para fazer um pertinente alerta a quem sofre pelo azul-e-branco, no sentido de não se embandeirar em arco e de não nos arvorarmos em soberbos arrogantes, com a copiosa derrota que o Dortmund infligiu ao 5lb – e por mais saborosa que esta nos tenha sabido.
a mim soube, confesso. e não me importo de o partilhar contigo e por mais «anti-5lb»* que me considerem e por mais «medíocre, pequenino, mesquinho e infausto» possa parecer aos olhos dos «gloriosos» lampiões que por aqui gravitam e na bluegosfera em geral. tal será sempre para o lado que dormirei (bem) melhor, e na exacta proporção das “boas sortes” que aqueles nos desejam. sempre. e seja em que competição for.
mesmo assim, convém recordar que, na próxima Quarta-feira, também temos uma deslocação difícil. e que os ‘gobbi‘ da ‘rubentus‘ terão um reforço de (pelo menos) mais «seis milhões» de fiéis torcedores, não só pela nossa derrota, mas sobretudo por uma verdadeira cabazada das antigas. portanto: contenção nos “festejos“, por causa do karma e o camandro…

* que não sou! primeiro, antes de tudo e sobretudo, sou um fervoroso adepto incondicional do Futebol Clube do Porto. e quero mais é que o 5lb safoda. e que o spórtém vá «bardamerda», também. assim mesmo: com as letras todas.
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© google | 92º minuto
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já agora e no seguimento de uma pertinente prosa do “tribunal”:

em Fevereiro de 2013, redigi um textinho sobre a cantilena que a imagem acima alude. a minha opinião não mudou, entretanto, antes pelo contrário: apesar de perceber o verdadeiro asco que tod@s os adept@s portistas sentem pelo 5lb, ele há momentos que não consigo compreender porque aquele cântico é entoado – sobretudo quando não o dito cujo não está envolvido. aliás, este é O argumento utilizado pelos lampiões para nos (in)tentarem ferir com o retrucar do dito, acusando-nos de uma suposta «menoridade» e até de alguns «complexos de inferioridade» para com o 5lb (!!!).
a partir de hoje, tal deixará de ser uma razão objectiva, para se tornar numa falácia e em mais um «gloriosos» logro pois, como se comprova aqui e de uma forma bem audível, não estamos sozinhos nessa questão da «menoridade», antes pelo contrário. e é de todo pertinente informar que o que se entoa, de forma insultuosa, no antro em causa e pelos i-le-gais do costume, aconteceu na época 2014/2015, num 5lb vs. gverreiros lampiões do Minho.

ah! e cansa ter que explicar a quem não é da ImBicta e sofre por uma cor que não o azul-e-branco, que a alcunha «tripeiro» abrange todos os cidadãos nascidos na cidade do Porto e independentemente da sua cor clubista…
«tripeiro eu sou / e levo o FCPorto no meu coração»…

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disse!
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‘br@são abençoado’ do dia e mais umas coisitas…

© pravda
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BRASÃO ABENÇOADO do dia (aqui, aqui e aqui, em ficheiro jpg, e também aqui e aqui, mas em pdf), presente na edição impressa, desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, a qual não está (e nem estará) disponível na “papelaria” (aqui), devido ao encerramento compulsivo desta última, em Setembro de 2016.
obviamente que estou de acordo com o cronista acerca do ataque cerrado ao «polvo», que ainda persiste em “fazer das suas” – com o exemplo fulcral a ser o do reaparecimento desse «glorioso» centro-avante, o ‘nomeações’; aliás, as que constam da ementa para este final-de-semana são muito “simpáticas” e sintomáticas do que os «vermes» do «polvo» pretendem que aconteça antes da nossa visita àquele antro onde, em tempos, a Luz apagou (com estrondo) e até choveu do chão: a perda de preciosos pontos, permitindo o nosso afastamento para o líder da treta.
o mesmo já não posso afirmar acerca do que tece sobre a prestação do Nuno, o qual, para mim, esteve tudo menos «impecável», no encontro da última Quarta-feira – e sustento essa minha percepção com o muito que é descrito, sobre ele, aqui, aqui, aqui, aqui (!!) e aqui.

já agora e acerca do nosso treinador:
há já algum tempo que considero que ele, o Nuno, escala e prepara a Equipa em função do adversário que vai defrontar no jogo mais imediato, não utilizando um mesmo sistema táctico para todos os jogos.
também já não é de agora e sobretudo quando vou ao estádio, que tenho a percepção que é o treinador-adjunto, Rui Pedro Silva, quem se assume mais como treinador de campo e o Nuno como uma espécie de ‘manager’ – como que uma espécie de revisitação da importância que o bitó tinha para o £ibras-Boas, numa versão 2.0 (mas mais para o fraquinho, confesso e desde já peço desculpa se estou a ofender alguém, mas não é essa, sequer!, a minha intenção com este meu desabafo).
e também não é dos últimos jogos que me parece que o futebol (ou a espécie deste…) que o Nuno vem sustentando assenta numa teoria mais dada a equipinhas de con@s do que a um plantel que ostenta o Brasão Abençoado. tenho para mim que se privilegia em demasia o «pragmatismo» e o resultadismo mais imediato que marca o placard, do que a exibição ‘per se‘ – algo como: o que importa é vencer e temos que o conseguir, nem que seja com bolas despejadas para o atacante (vulgo: nas costa da defesa contrária) e/ou crença no Espírito Santo. é óbvio que há muito mérito, esta época, de factos como a solidez defensiva e a União que se vai granjeando no grupo de trabalho ao seu dispor; mas e mais uma vez peço desculpa se estou a ofender alguém, não me consigo rever neste futebol de cueiros, pelo que partilho da mais recente opinião de Jorge Massada (aqui).
ah! e o facto de estar a partilhar este meu pensamento contigo não significa que esteja descrente para o que resta da presente temporada, antes pelo contrário: continuo firme na minha convicção de que seremos campeões nacionais e de que, em Maio próximo, estaremos a comemorar o nosso vigésimo oitavo título de campeão do escalão máximo do nosso comezinho futebolzinho

#contratudocontratod@scontraostolosecontraocolinhoecontraopolvoecontraosvermeseoraioqueospartaatod@s.
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© pravda
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neste entretanto, a edição desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, é toda ela um «glorioso» maná de massagem ao ego de todo o Estado Lampiânico, sobretudo e mormente com a entrevista de 08 páginas ao “deus” renato das sandes – esse enorme “activo” actualmente efectivo-ao-banco do todo-poderoso bayern münchen [valente escarro], numa espécie de recordar aos demais que ele, o “golden boy” existe, é vivo mas como não anda por aqui, no burgo, há menos visibilidade do que (não) faz por lá… adiante.

sendo concreto:
depois de lido o dossier dedicado ao nosso FC Porto, com singelas 04 páginas – aqui, aqui e aqui, no formato gif, e também aqui e aqui mas pdf;
depois de lidas as opiniões dos pasquineiros lampiões de serviço do joão (nada, mesmo nada) bonzinho e do senador pateta cervan – aqui, aqui e aqui, no formato gif, e também aqui e aqui mas pdf, e para quem tiver estômago;
e depois de “analisada” a capa ali em cima, da edição de ontem do mesmíssimo pravda da Travessa da Queimada, comprova-se:

a mensagem que a propaganda do Estado Lampiânico difunde em massa para o «glorioso» rebanho é a de estabelecer um inenarrável (por que absurdo) paralelismo entre a arbitragem do alemão felix brych [escarro], na passada Quarta-feira, com a do imberbe luís ferreira, na Sexta, frente ao tondela.
mais uma vez remeto o meu comentário a este inefável esforço das forças de bloqueio do «polvo» e dos seus «vermes», para a adenda pertinente da minha prosa de ontem: não há um portista que justifique a derrota do FC Porto, aos pés da rubentus, exclusivamente com uma arbitragem tipo prokop 2.0, em absoluto.
mais: o que o Nuno afirmou foi (e cito) «sem querer melindrar o trabalho do árbitro, o árbitro podia ter contemporizado e ter tomado outra decisão, porque a falta não é agressiva nem pôs em causa a integridade física do adversário». só que onde os pasquineiros, os pés-de-microfone e os autênticos sabujos dos me(r)dia e jornalixo tugas rebuscam, é na expressão «o árbitro podia ter contemporizado» – algo que, na sua opinião, luís ferreira deveria ter transigido para o tondela e não fez. temos pena (mas não muita)…

em suma: as duas arbitragens não são comparáveis, de todo!, porquanto que o apitador alemão sempre deu a entender um exacerbado proteccionismo para com os ‘gobbi‘, ao contrário da aplicação do apitador tuga em manter uma coerência com o jogo que estava a ser praticado por “ambas as duas” equipas lusas – e, mesmo assim, com evidentes erros e em nosso prejuízo.
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por último e para finalizar, ainda houve tempo para perceber que foi melhor para tod@s nós, portistas, que o santinho do assis tivesse migrado para outras paragens, ditas mais gverreiras – e como se pode ler – aqui, aqui e aqui, no formato jpg, e também aqui e aqui em pdf, e para quem não for muito sensível do estômago...

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disse!
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de duas (meras) preocupações…

© google | Tomo III
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caríssim@,

como já o referi ontem, e no seguimento do que entretanto já foi (muito bem) denunciado aqui, aqui, aqui e aqui, contra todas as expectativas geradas no início do campeonato – mormente as que foram criadas (gloriosamente aventadas?) pelos me(r)dia em geral e pelo jornalixo desportivo em particular, aqui na tugalândia – estamos nos lugares cimeiros do campeonato, a um singelo pontinho da liderança.
desconheço se quem (ainda) é líder está todo borradinho e/ou tem insónias e/ou sonha com o bicho papão e/ou sofre de uma angústia sem fim; essas questões não me/nos dizem respeito, porque não nos são transversais, apesar de eventualmente podermos estar a contribuir para que aconteçam. e como é que o (não) sei? simples: é só constatar que, em momentos de um eventual (evidente?) aperto, surge sempre, mas invariavelmente sempre em socorro da «gloriosa» instituição, o seu maior reforço, o “Nomeações”.
esta jornada não será excepção, com a curiosidade daquele reforço jogar em três tabuleiros, em três jogos-chave: o desta noite, em Carnide, na recepção ao Arouca; o de amanhã, em Guimarães, quando defrontarmos o Vitória SC; o de Domingo, no Bessa, entre o clube da rotunda e os gverreiros lampiões do Minho. e atente-se bem nestas “coincidências”: teremos o rubro do Mota para talhar, a seu bel-prazer, o que houver que fender esta noite; amanhã haverá xistrema; no Domingo teremos uma imensa Paixão no jogo em causa e tendo em vista a jornada seguinte… ainda bem que eu não acredito em coincidências, pelo que (quase que) aposto que nos estão a tentar “fazer a cama”…
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© google | Tomo III
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até vou mais longe e tendo em linha de conta o que a imagem acima revela:
à presente data, em 21 jogos oficiais, o moço só apitou 10 da Primeira Liga; destes, só 5 envolveram os actuais primeiros 5 classificados; destes, 2 envolveram o Vitória e 1 o nosso Clube do coração (aquele, ante os gverreiros).
ou seja: a época em curso, para o ‘shôr’ carlos, está a ser mediana (para o baixo…), tal e qual o nível das suas apitadelas. então, qual o motivo da sua nomeação para um jogo de alto risco? não haveria ninguém melhor classificado para o fazer? vai-se a ver e se calhar não. ou então, não convinha nada, mas mesmo nada, que houvesse… acho que estou mais inclinado para esta última (hipotética) hipótese.

no fundamental e o que realmente me preocupa:
que a Equipa consiga trazer de Guimarães o que mais nos interessa e que são os três pontos – com ou sem xistrema.
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© google | Tomo III
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como muitos de nós já o referiram e conforme a imagem acima o revela, parece que algum do jornalixo tuga só agora acordou para a Realidade. em concreto e colocando os nomes nos (literalmente) bois, só depois de Terça-feira – com a revelação no último “Universo Porto – da bancada“, por parte do actual Director de Comunicação do Clube, Francisco J. Marques – é que na redacção do pravda da Travessa da Queimada se descobriu que, no contrato de empréstimo de Óliver Torres, há uma cláusula obrigatória de aquisição dos seus direitos desportivos…

para os mais esquecidos, convém recordar o que foi oficialmente declarado à CMVM, em dois comunicados distintos (um em Agosto de 2016, o outro no decurso do dia de ontem):
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© google | Tomo III
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e se, ontem, para os sabujos do pravda, éramos «obrigados a pagar 20 M€» pelo nosso “maestrinho” [© Vassalo], hoje já somos «obrigados a vender» para garantirmos que por cá continua e sem ferir os regulamentos da UEFA [longo suspiro]…

bem sei que «a língua portuguesa é muito traiçoeira» e tal, mas dava jeito que, no pravda da Travessa da Queimada (e não só), houvesse alguém que conseguisse interpretar correctamente o Português. é que e de acordo com aqueles comunicados:

» o empréstimo do Óliver «contempla a opção de compra definitiva» dos direitos desportivos do jogador por 20 M€ (vinte milhões de euros);

» a $AD do Clube exerceu essa opção a 09 de Fevereiro de 2017;

» «após o término do contrato de empréstimo em vigor» iniciar-se-á um novo contrato de trabalho com o jogador; 

» o término do presente empréstimo acontecerá a 31 de Dezembro de 2017.
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ou seja: aqueles vinte milhões de euros só entrarão na contabilidade do Relatório&Contas afecto ao primeiro semestre da temporada de 2017/2018, o qual certamente incluirá, entre outras rubricas, vendas de “activos” do Clube e (bem mais importante) um novo valor referente aos “Activos Tangíveis”, onde consta o Estádio do Dragão, totalmente amortizado a 01 de Fevereiro de 2017 e com naturais reflexos ao nível dos Capitais Próprios da $AD portista (por via da Sociedade Porto Estádio).

em suma e assim concluo:
os sabujos “preocupam-se muito” porque há que “lançar poeira para o ar” e (in)tentar desunir a massa adepta portista, por forma a que os outros, ditos «gloriosos», possam continuar a reinar.
faço votos sinceros para não haja muitos de nós a cair neste conto do vigário, porque um portista que se preze não “come gelados com a testa”, nem é visto por lorpa e/ou morcão.

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disse!
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concertação externa

© google
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caríssim@,

aviso, desde já e porque o interregno dura quase há uma semana, que esta “posta de pescada”® será um tanto ou quanto extensa – vulgo testament… texto longo – pelo que não descurará aquela que é a imagem de marca deste espaço da bluegosfera. portanto e se assim o entenderes, não te esqueças de ir ao frigorífico buscar um chá de cevada, para acompanhares ao longo desta leitura (que será igualmente longa). e não!, não se trata de um eufemismo, pelo que não precisas de ir à rua, que está muito frio e tal; é mesmo ali à cozinha, onde guardas as geladinhas

também informo que a mesma vem no seguimento das denúncias que surgiram no último “Universo Porto – da bancada” (vídeo aqui) e destas outras aqui e aqui (da autoria do caríssimo Vila Pouca), e destoutras aquiaqui, aqui e aqui (da autoria do caríssimo Jorge Vassalo), cujos seus teor e finalidade subscrevo e na íntegra*.
(*e é para que se possa afirmar, à boca cheia, que, de facto, «isto dos blogues portistas está tudo concuminado» [sic], que efectivamente «somos todos uma cambada, uma seita do pior», e que «só publicamos as opiniões que a $AD nos impinge»… diz que, por vezes, também pensamos pela nossa própria cabeça, mas tem dias, porque é muito raro (para além de proibido)… <modo de ironia ‘off’>).

vamos lá, então, que se faz tarde e eu tenho os chouriços a curar…
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© google | Tomo III
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sim!, as duas capas que o pravda da Travessa da Queimada trouxe à estampa, no passado final-de-semana, são basto (© Silva) risíveis. basicamente, aos sabujos e pés-de-microfone, a soldo no jornalixo e nos me(r)dia tugas, saiu-lhes um «autocarro» pelo «mal menor» – a tod@s eles, sem excepção. temos pena (mas não muita)…

sim!, é verdade que o «professor» rui [pausa para sonora gargalhada] armou-se num finório velhaco dissimulado, quando afirmou (e cito, também para memória futura, com os negritos a serem da minha responsabilidade):

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« foi um início atípico, a todos os níveis, nós a falhar algumas bolas e o Boavista a marcar nas três ocasiões que criou.
há um conjunto de irregularidades, mas não vou ser eu que vou estar a discutir isso.
há um conjunto de situações menos positivas, mas quero é falar de Futebol.
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ele sabe, tal&qual como tod@s nós, que não precisa de abrir a boca.
ele sabe que há muito “boa gente” que se presta (preza?) a fazer o “trabalho de sapa” (ou será no Sapo, em Penafiel?…).
ele sabe que basta imitar o “parsidente”, e deixar que sejam os peões de brega a passar a “gloriosa” mensagem (cassete? propaganda?), muitas vezes previamente concertada e tantas e tantas vezes estudada, por forma a não falhar rigorosamente nada.
assim como ele sabe que só pode gozar deste beneplácito porque se encontra por Carnide. aliás, se dúvidas houver (que não há!), tome-se como exemplo o do «catedrático» da Segunda Circular que, só por ter atravessado a rua, já não tem o estatuto de que beneficiava há meros dois anos…
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© google
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a imagem gif acima data de um jogo, em em Setembro de 2015, a contar para a Champions. ainda hoje estou convencido de que foi pelo seu resultado final e pelo seu significado, que aí, em Kiev, começou o princípio do fim para «o basco», no nosso Clube.
ela está exposta para aqueles que julgam que o terceiro golo da agremiação portuense com nome de rotunda, em pleno galinheiro, foi «ilegal». é que, também ainda hoje, não esqueço o enxovalho público a que tod@s nós fomos sujeit@s, não só pelos lampiões, mas sobretudo por aqueles mesmos pasquineiros referidos ali em cima, que então atestaram da sua legalidade. efectiva e comprovadamente não têm coluna vertebral. nem dignidade. nem brio profissional. nem rigor. nem isenção. são uma cambada cheia de truques jornalísticos da treta, é o que é…
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© pravda
(clicar na imagem para ampliar)

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a imagem acima refere-se ao mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes, patente na edição impressa do pravda de hoje, e que também pode ser lido aqui, aqui e aqui (em jpg) e aqui (em pdf), e com o qual concordo. em. absoluto. (ouBistes, ó Silva? 😉 ).

dessa edição impressa fazem parte duas entrevistas: uma ao bitó pereira (aqui) e outra ao burgesso do sousa cintra (aqui). duas breves notas, sobre “ambas as duas”:

» da entrevista ao bitó ressalta a ideia de alguém muito ressabiado para com o FC Porto – não só nas pessoas que o dirigem, mas também para com os seus adeptos (massa assoBiativa em particular).
dessa entrevista, ressalvo aquela passagem em que afirma «vamos ver quando é que o FC Porto volta a ganhar». por mim, até podemos demorar mais dezanove anos que manterei, não só o meu Amor indefectível para com o Clube, como a mesma opinião sobre o bitó: bom moço, que já foi mais humilde do que o que é (ou então enganou bem…), mas que pôs a equipa a praticar um futebol que me deu sono. e por mais do que uma vez. e inclusive no estádio. e não fosse o Kelvin, em dois momentos, no Estádio do Dragão, ante os gverreiros lampiões do Minho, e não teria havido o “tal” ‘special K’.
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» a entrevista ao burgesso tem honras de chamada de capa, no pasquim em causa, destacando-se um «no meu tempo era tudo viciado». lá dentro, a páginas 08, em grandes parangonas, lá vem o (estafado) «era Pinto da Costa a comandar as arbitragens» [longo suspiro].
a minha pergunta é só uma e sobre um «notável» da agremiação que ficou com a fama de depositar dois mil euros, a mando de um seu vice-presidente no activo, na conta de um árbitro assistente nas vésperas de uma partida para a Taça de Portugal: haverá responsabilidade criminal para este “cavalheiro”? é que o que ele afirma é grave, e punível na Justiça cível por crime de difamação, calúnia e injúria.

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disse!
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