… porque hoje é Terça-feira.

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eles enterram o País, o Povo aguenta,
mas qualquer dia a bolha rebenta.
de boca em boca, nas redes sociais,
ouvem-se verdades que não vêm nos jornais.

boss ac, Sexta-feira.
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caríssim@,

diz que também será hoje, mas eu não acredito. acho que tudo o que havia para denunciar já o foi e em tempo útil, e que o programa desta noite servirá tão-somente para desmentir os gloriosos cartilheiros do costume (aqui, aqui, aqui e também aqui). aliás e sobre este assunto, o Jorge Vassalo já o expôs, de forma brilhante, aqui, numa súmula (mais do que) perfeita. é que, depois do FC Porto (pela voz do seu Director de Comunicação), do Expresso, do JN, parece que agora já é a própria PJ que mente…
infelizmente para alguns (muitos. quase 14 milhões, não é?…), aquelas “mentiras” pendem sempre e invariavelmente em desfavor para um mesmo lado: aquele que ainda não conseguiu desmentir a existência dos famigerados e-mails. curiosamente as mesmíssimas mensagens electrónicas que não foram apagadas e que revelam, acima de tudo, uma intrincada rede de troca de favores, a qual denuncia um ilustre (por que glorioso) tráfico de influências, decisivo para o desfecho de muitos dos títulos “conquistados” no tão ambicionado tetra da treta – e como o enfant terríBel, Miguel Sousa Tavares, aqui denuncia, a páginas 36

portanto, vou repetir e bem devagarinho: tráfico. de. influências *.
sim!, pois que, por muito que se queira fazer passar a ideia de que poderá haver indícios fortes de corrupção – mas muito difícil de se (com)provar – do que não restará muitas dúvidas – porque o teor dos e-mails é por demais evidente – é que há princípios de provas consubstanciadas num crime punível pela legislação desportiva em vigor também com descida de divisão.

assim sendo e mais uma vez:
convém esmorecer. não há que ceder o flanco, sequer desanimar, desalentar, perder o ânimo. desde o começo que sabíamos que iria ser assim: com muita luta e na garra. porque sempre foi (e será!) assim. o «polvo» é imenso, basto tentacular e manobra em muitos sectores da comezinha Sociedade tuga, ainda muito afecta ao (bafiento) #nacionalbenfiquismo.
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* « quem, por si ou por interposta pessoa, com o seu consentimento ou ratificação, solicitar ou aceitar, para si ou para terceiro, vantagem patrimonial ou não patrimonial, ou a sua promessa, para abusar da sua influência, real ou suposta, junto de qualquer entidade pública; quem, por si ou por interposta pessoa, com o seu consentimento ou ratificação, der ou prometer vantagem patrimonial ou não patrimonial às pessoas referidas no número anterior. »

art. 335º (Tráfico de influência), da Secção II (dos crimes contra a realização do Estado de direito), do Capítulo I (dos crimes contra a segurança do Estado), do Título V (dos crimes contra o Estado), do Livro II (parte especial), do Código Penal Português.
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a notícia replicada na imagem acima é elucidativa: o programa “universo Porto – da bancada” é a menina dos olhos da estação, a sua “jóia da coroa” e algo por que os portistas (que não só afectos à bluegosfera, mas também) há muito pugnavam, clamavam, exigiam.
para a próxima época, que se avizinha a passos largos (a sua preparação começa já no próximo dia 03 de Julho) o que peço é que este programa seja melhorado com uma presença que, por um lado, faça “esquecer” a presença Bernardino Barros (que, devido a exigências da tvi, não pode fazer parte do painel) e, por outro, seja tão ou mais interventivo e pungente como aquele.
já agora e se não for pedir demais, seria óptimo que houvesse (pelo menos) mais um programa com o cariz do “universo Porto – da bancada”, porquanto que será necessário que o que se divulgar às Terças-feiras não deverá cair no esquecimento até esse dia da semana seguinte. e, com o devido respeito pelos intervenientes, não é o “universo Porto” das Sextas-feiras que o consegue, antes pelo contrário…
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© Bruno Sousa
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por último, os “baluartes” encetaram uma demanda contra o menosfutebol.
trata-se de uma iniciativa louvável e que se incentiva, porque demonstra a força que efectiva e comprovadamente existe no universo portista: em menos de 24h, aquele reduto do lampião mateus perdeu cinco mil seguidores
tal até pode não ser um grande registo, se quem reparar nesse número for afecto ao carnidense (porque só representa 3,74% num pressuposto falacioso de 14 milhões); mas o mesmo já não se passará se for um potencial patrocinador daquela página muito, demasiado rubra para o meu gosto…

assim sendo, torna-se óbvio que há que continuar com esta campanha: este móbil não se pode esgotar numa disputa somente contra o menosfutebol, porque há muitos mais órgão de… “comunicação social” que nos desejam “muito bem”; a saber (e cito-os de cor e sem qualquer ordem de relevância em particular):
abola, record, correio da manha, dn, i, sol; rtp, rtp3, sic, sic-n, sic-radical, tvi, tvi24, cmtv, sporttv, bola-tv; menosfutebol, zerozero; antena1, antena3, rr, tsf, rfm, rádio comercial.

em todos aqueles agentes dos me(r)dia e do jornalixo tugas, indubitavelmente ao serviço de gloriosos interesses, sobretudo ao longo destes últimos quatro anos, nunca lhes senti tanto asco, tanto nojo, tanto repúdio, pela sua verdadeira falta de Isenção, de Rigor, de Brio, de Profissionalismo;
nunca, como nestes últimos quatro anos, em todos eles se (pres)sentiu uma gloriosa jactância, assente num tetra da treta, forjado pelo que os e-mails da discórdia vêm revelando;
nunca, como nestas últimas quatro semanas, em todos eles, lhes antecipo um friozinho no estômago sempre que surge uma Terça-feira pela frente. e hoje é dia!

em suma:
que também se siga igual conduta para aqueles lixos referidos ali em cima. Ontem já era tarde…
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agora apague tudo!
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#frutavermelhaparadormir

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a “fruta” que não era fruta.

o Tribunal de Instrução Criminal do Porto decidiu não levar a julgamento o presidente do FC Porto, Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa, no processo do “Apito Dourado”, relativo a um jogo que os ‘dragões’ disputaram, na época 2003/2004, com o Estrela da Amadora.
o que estava em causa? suspeitas de corrupção denunciadas por Carolina Salgado, ex-companheira de Pinto da Costa.

“enrolado” como está aquele processo, este seria apenas mais um episódio da saga que entretém – e há-de continuar a entreter… – os portugueses, que tendem a ver em Pinto da Costa a “encarnação do Mal”.
a verdade é que este foi um dos casos em que a equipa liderada por Maria José Morgado – a nova salvadora do País – mais investiu. porquê? Por conter em si elementos suficientes para entreter o Povo.
não seria “delicioso” apanhar o presidente do FC Porto num processo (que até já fora arquivado por falta de provas) em que o Ministério Público sustentava que teriam sido fornecidas prostitutas à equipa de arbitragem daquele jogo, em 2003/2004, e que lhe teria sido propiciado um jantar como contrapartida por violação das regras de jogo? seria muito “delicioso”. porque estava lá tudo: o submundo da prostituição, ligado à troca de favores; fartos jantares para, no meio de gozosas risadas, comemorar as tropelias; árbitros ansiosos por passar uma noite de arromba com companhia… enfim: a prova provada de como Pinto da Costa e o FC Porto “driblavam” as regras para alcançar o sucesso.

o que entendeu o juiz que, ontem, decidiu arquivar o processo? tão-somente “isto”: «só ficcionando ou conjecturando [seria possível encontrar] um nexo de causalidade entre os factos» relatados naquele, isto é: entre o resultado obtido pelo FC Porto, na partida contra o Estrela e a «fruta», não há relação possível.
mais: mesmo do ponto de vista técnico, o juiz entendeu que não houve violação de regras no jogo FC Porto vs. Estrela da Amadora, e de acordo com as perícias, designadamente em lances capitais.
e mais ainda: o magistrado afirmou que as escutas realizadas no âmbito do processo “Apito Dourado” «não poderiam ser consideradas» para este processo específico [ponto 4., do artigo 88º, do Código de Processo Penal].

as críticas à equipa liderada por Maria José Morgado são severas.
se um juiz entende que não há qualquer «nexo de causalidade» entre os factos, isso só pode significar uma de duas coisas: ou a investigação foi mal feita (ao ponto de não fornecer matéria de facto para a acusação), ou a acusação estava previamente determinada independentemente dos factos que viessem a apurar-se.
aeja como for, quando um magistrado dá uma “pancada” deste tamanho num processo tão mediático, a última coisa que podemos fazer é ficar descansados com a Justiça que temos.
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Paulo Ferreira (JN) | Julho de 2008.
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caríssim@,

anos. muitos anos. demasiados. mais de uma década. quase uma Eternidade. pelo que, mais uma vez e tal como tu, confesso publicamente o meu cansaço, a minha exaustão na sua audição, qual ladainha monocórdica, normal e invariavelmente pelos mesmos, os (afirmado pelos próprios) “impolutos” (!!!).
falo do quê? da «fruta», do «chocalate», das «meias-de-leite»,  e do diabo a sete, com que os adeptos das agremiações afectas à Segunda Circular nos foram brindando desde o “rebentamento” do escandaloso processo ‘pito dourado – e assim adjectivado porque resultou num gasto incomensurável de dinheiros públicos para tão pífia vitória final (e se é que houve alguma).
e assim também se justifica a introdução a este meu desabafo, nas palavras de um sub-director do JN, à data de 2008, numa súmula do que resultou aquele mesmo processo.

ontem, com as revelações bem terrenas de mais um capítulo do #apitodivino, no programa “universo Porto – da bancada”* (vídeo aqui), acho que começou o fim daquela enfadonha lengalenga. certamente que não cessará a partir do dia de hoje, mas acredito piamente que doravante será repetida menos vezes (‘ad aeternum‘ e ‘ad nauseam‘)…

* para quem tiver esse interesse e de uma forma sintética:

» aqui tem acesso a um novo desmascarar da “seriedade” muito precária do assalariado também ele precário, mas que ocupa um cargo de relevo na estrutura comunicacional do 5lb;
» 
aqui tem acesso uma troca de e-mails entre pessoas ligadas ao carnidense, sobre como fazer pressão sobre o Conselho de Disciplina para interditar os estádios do Dragão e Pedreira (em Braga, onde o 5lb ainda iria jogar);
» aqui
tem acesso a um nexo de causalidade entre o e-mail divulgado pelo ‘expresso’ e o que aconteceu ao apitador tuga em questão;
» aqui tem acesso à gravidade do que é exposto num e-mail de um anterior Presidente da Mesa da Assembleia-geral da LPFP;
» aqui tem acesso à (para mim) revelação da noite: a existência de “fruta” muito rubra para dormir – para além de que se (com)prova que o 5lb, num afã de glorioso P(h)oder, também controla a vida íntima e paralela de alguns apitadores, com a nefasta (lá está!) influência de poder coagir as pessoas em causa a fazer tudo aquilo que aquela agremiação precisa.
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pelo exposto, é por demais evidente que começa a ser demasiado complicado para o «polvo» controlar os seus «tentáculos».
e, como a imagem acima o revela, também se verifica uma missão basto espinhosa para os artífices da propaganda do Estado Lampiânico conseguirem “abafar” tantos factos que, correlacionados entre si, tramam o carnidense “ao mais alto níBel” – apesar de ainda o tentarem, remetendo para notas laterais e/ou de rodapé algo que, numa cor mais para o azul, seria honra de destaque de capa inteira (e referindo-me somente ao exemplo dos pasquins desportivos. é que as capas de hoje, dos periódicos generalistas, metem muito nojo, tal a gloriosa irrelevância que concederam à denúncia de tão graves ocorrências).
e é manifestamente incontestável que está a ser muito difícil perceber e/ou entender (sequer aceitar!) a complacência, a parcimónia, o comedimento, o silêncio, a aparente inacção das entidades – públicas e desportivas – perante tanto escândalo, o qual será tudo menos «um completo desespero de uma figura sinistra» e nas palavras de alguém que tem o seu rabo tão trilhado que deveria estar mais moderado (mais sóbrio?) nas suas declarações…
é muito por “isto” tudo – e que não é pouco! – que subscrevo o texto que se segue, da autoria do Director do pasquim do ‘quim oliveirinha:
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em suma:
veremos o que se seguirá, numa estratégia de divulgação que subscrevo: aos bochechos, e para os fazer sofrer (arder?) lentamente, em lume (aparentemente) muito brando, mas que “queima”, que “chamusca”, que causa dor e desconforto, e também alguma ansiedade. aliás, basta ouvi-los nas últimas horas: caladinhos que nem ratos, como cães com o rabo enfiado entre as pernas.
para memória futura ficam aquelas declarações, reproduzidas não só na imagem lá em cima, mas também aqui (num vídeo engraçado do Fábio Silva), por parte de um outro alguém que deve ter mesmo agenda muito cheia (de “fruta” vermelha para dormir?…) para ainda não ter conseguido encontrar um buraquinho onde encaixar uma entrevista à estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão.
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agora apague tudo!
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«apenas quero ser um menino querido para vocês e fazer o meu trabalho»

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artigo 65º
exercício e abuso de influência

1. o clube que directa ou indirectamente exerça ou abuse, da sua influência, real ou suposta, junto de qualquer agente desportivo, representante, agente ou funcionário da Federação (FPF) ou da Liga (LPFP), com o fim de obter comportamento ou decisão, destinados a modificar ou a falsear a veracidade e a autenticidade de documentos, procedimentos e deliberações, assim como o resultado ou o desenvolvimento regular dos jogos das competições desportivas, será punido com a sanção de descida de divisão e acessoriamente com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 250 UC e o máximo de 1000 UC.

2. se o ilícito for cometido na forma de tentativa, o clube será punido com a sanção de subtracção de pontos na classificação geral, a fixar entre o mínimo de cinco e o máximo de oito pontos e acessoriamente com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 100 UC e o máximo de 500 UC.

3. se a prova em que os factos forem praticados for disputada por eliminatórias, o clube, para além das sanções previstas nos números anteriores, será punido:
a) no caso do nr. 1, com a sanção de desclassificação da prova em curso e a sanção de exclusão da prova por um período a fixar entre o mínimo de uma e o máximo de três épocas desportivas;
b) no caso do nr. 2, com a sanção de desclassificação da prova em curso.

4. os clubes são considerados responsáveis, nos termos dos números anteriores, pelos factos cometidos directa ou indirectamente por qualquer dos seus dirigentes ou representantes (ainda que de facto) e funcionários, e bem assim pelos demais agentes desportivos a si vinculados.
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in Regulamento Disciplinar da LPFP, a páginas 26.
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artigo 61º
exercício e abuso de influência

1. o clube que, de forma directa ou indirecta, exerça ou abuse, da sua influência, real ou suposta, junto de qualquer agente desportivo, funcionário ou representante da FPF, ou de qualquer sócio ordinário desta [LPFP], com o propósito ou o intuito de obter comportamento ou decisão, destinados a modificar ou a falsear a veracidade e a autenticidade de documentos, procedimentos ou deliberações, ou ainda o regular desenvolvimento dos jogos, é sancionado com multa a fixar entre 50 a 250 UC, e ainda com exclusão da competição a fixar entre 1 e 3 épocas desportivas.

2. quando cometida na forma de tentativa, a infracção é sancionada com multa 25 a 125 UC e ainda:
a) nas provas por pontos, com a sanção de derrota e subtracção entre 3 e 5 pontos na classificação geral, por cada jogo tentado viciar;
b) nas provas por eliminatórias, com a exclusão da competição por período a determinar entre 1 e 3 épocas desportivas.

3. o clube é responsável pela actuação dos seus dirigentes, representantes e colaboradores, bem como por qualquer funcionário a si vinculado.
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in Regulamento Disciplinar da FPF, a páginas .
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caríssim@,

transcrevo a legislação desportiva em vigor para que não subsistam quaisquer dúvidas relativamente ao que está em causa com o que foi bombasticamente divulgado, ontem, no programa “universo Porto – da bancada” (aqui).

não vou acrescentar muito mais ao que, neste entretanto, já tem vindo a ser amplamente comentado sobretudo na bluegosfera e nalguma comunidade calimera, e basto abafadinho naquelas afectas ao carnidense (e como não poderia deixar de o ser).
acima de tudo, destaco o que o Miguel Guedes escreveu aqui, para o JN e subscrevo, na íntegra, o que o nosso Silva defende aqui, na sua “tasca”, para este caso em que se demonstra à saciedade um claro, evidente e nada «irrelevante», abuso/tráfico de influência no mundo do nosso comezinho futebolzinho tuga – e com uma consequência séria para a Verdade Desportiva do campeonato de 2014/2015 (e seguintes).
também acrescento que, por muito menos, desceu o Boavista de divisão (em 2008), assim como a rubentus, Lazio e Fiorentina, em 2006. mas e apesar do que o ‘ex-special one’ afirmou em tempos, não se compara a “grandeza” dos respectivos em se fazer Justiça, quando estão em causa os sistemas judiciários Português e Italiano.
assim sendo, haja coragem em, pelo menos, investigar-se a fundo o que se denunciou e com um mínimo de Rigor, Isenção e Profissionalismo. e, se não for pedir muito, preferencialmente sem quaisquer evidências de gloriosas clubites – sabendo-se dos quadros da PJ que fazem (ou fizeram) parte da Comissão de Honra das várias candidaturas do Orelhas, o «Primeiro-ministro», à presidência do carnidense. é que parece que há mesmo alguma veracidade na existência dos e-mails...
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por último, repito o que afirmei ontem:

« entrementes e com muitos mentirosos a (in)tentarem abafar tudo o que conseguirem, o pravda da Travessa da Queimada vai trilhando um caminho editorial que desfaz todas as suspeitas que poderiam existir sobre a cor mais do que o que oficiosa que por lá se defende, e cuja compilação das capas desde a passada Quarta-feira é só (mais) uma prova do que afirmo. »

faço votos sinceros para que (i) nunca mais se convidem direcções de pasquins para as galas “Dragões de Ouro” e para que (ii) já esta época, as conferências de Imprensa não sejam tão “mansas” para com os sabujos e/ou pés-de-microfone afectos ao jornalixo tuga – uma vez que, por Lei, não se pode vedar o acesso destes àquelas.
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* sobre a revista ‘Dragões’:

talvez ainda não seja do conhecimento geral, mas o FC Porto disponibiliza gratuitamente e de forma digital, as edições da revista do Clube.
para tal, basta aceder aqui e preencher um formulário muito simples, com dados que não lesam a identidade de ninguém – como sejam o nome e um email válidos. depois de feito esse passo fundamental, temos acesso a todas as edições da revista (repito), em formato digital, e com o ‘plus‘ de que se pode fazer o ‘download’ das mesmas.
quem tiver esse interesse, pode ler aqui a última edição da revista (#367).

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agora apague tudo!
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do sacudir a água do capote.

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« havia dois caminhos:
era fácil apresentar resultados positivos: no último dia de mercado, por exemplo, ofereceram-nos 30 milhões de euros [M€] por Herrera, 40M€ por Danilo e quiseram pagar a cláusula de rescisão do André Silva que, na altura, era de 25M€. aí teríamos feito 95M€ e, em vez de apresentarmos um resultado negativo, íamos apresentar um resultado positivo de 40 e tal M€.
mas, a nossa opção foi aguentar os jogadores. tivemos prejuízo, mas os “activos” continuaram cá; o André Silva até renovou contrato…. não é só pelo dinheiro: é também pelo prestígio, porque o FC Porto, a par do Manchester United, é quem tem mais presenças na ‘Champions’. e, depois, porque tínhamos a AS Roma para tentar eliminar, logo a seguir. se perdêssemos esses três jogadores e em cima da pré-eliminatória, as nossas possibilidades de eliminar o adversário iam diminuir muito.
foi uma opção e conseguimos o objectivo de ir para a ‘Champions’ e esse prejuízo já está menor.
»

Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa | Novembro de 2016.
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« se o FC Porto vai ter de vender jogadores? é evidente que sim! qualquer um dos [clubes ditos] grandes tem de fazer mais-valias em transacções de jogadores. nenhum dos orçamentos dos grandes será equilibrado sem mais-valias.
as finanças não são preocupantes, mas obrigam a ter bom senso e a não repetir algumas operações. basta ver as contas: houve um prejuízo considerável. o treinador [Nuno Espírito Santo] não quis vender os que podiam ser vendidos, como Danilo, Herrera e André Silva, o que conduziu a problemas financeiros. 
»

Fernando Manuel dos Santos Gomes | Junho de 2017.
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caríssim@,

meio ano separam estas declarações. em seis “singelos” meses, o que antes tinha sido uma clara aposta no Futuro passou a um clamoroso erro de um Passado recente, cujo atestado de incompetência foi lavrado para o elo mais fraco e que já não faz parte (sequer) do nosso Presente.
confesso que, tal como o Paulo Teixeira aqui, também eu não gostei deste “sacudir de água do capote”, deste passar a responsabilidade de um projecto financeiro cujo fito se desconhece – a não ser que se alicerça no risco (como sempre foi, desde o início, em 1982) e cujo endividamento crescente preocupa (de sobremaneira) o sócio e/ou accionista e/ou adepto portista. mas não gostei mesmo n-a-d-a de se fazerem dos sócios e/ou accionistas uma cambada de burros, que “enfarda palha” com gosto e que se encontram sempre disponíveis para tal.
como afirmou aqui o caríssimo Rui Valente, «a gratidão não é um cheque em branco». e temo que, com atitudes como esta, aquela se esgote mais rapidamente do que o Espírito Santo do Nuno a afirmar «somos Porto». a minha pelo menos está a esvair-se como areia de uma ampulheta, e não é pela (recente) falta de títulos..
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» aqui há a confirmação de uma «denúncia anónima» na plataforma do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), para além daquela no Porto Canal.

» aqui confirma-se que um pasquim será sempre um pasquim, independentemente de quem nele labute, com mais (ou menos. bem menos, até) responsabilidade editorial. no fundo e como canta o livre pensador Gabriel, se ajoelhou vai ter que rezar; e como os pasquins afectos ao clube do regime adoram “rezar” em prol de causa gloriosas!…
pelo segundo dia consecutivo, o pravda da Travessa da Queimada não faz qualquer chamada de capa a este sério caso de corrupção e como se pode comprovar aqui, numa edição impressa de quarenta páginas, só em duas delas (e, mesmo assim, ao de leve) é que faz referência a este escândalo; pelo segundo dia consecutivo, o lixo tóxico do grupo cofina [escarro] remete aqueles factos para um local “menos visível” na capa…
ai se tudo “isto” fosse pintado a tons mais azuis… ui! já não haveria stock de túnicas para os cartilhados puristas do Estado Lampiânico…

» aqui está uma súmula de todo este processo, que fede pior do que o precário guerra quando acaba de jogar futebol (pelo Damaiense ou outro clube qualquer), e somente através do que vem sendo publicado pelo pasquim editado pelo quim oliveirinha – apesar de tudo, o “menos mal” de «ambos os três» pasquins diários desportivos da tugalândia.

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disse!
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#euponhoemcausaomeritodo5lb

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caríssim@,

pois então que, ontem, no “universo Porto – da bancada“, num programa que entretanto se estava a tornar sensaborão e um pouco sem a graça (e sobretudo a irreverência) de Bernardino Barros, foi lançada uma “bomba informativa” (aqui e aqui): nela é revelada uma troca de e-mails, à época de 2013-2014 – a primeira do «basco» Julen Lopetegui, a famigerada do #colinho – entre o ex-apitador adão mendes (conhecido por «o árbitro vermelho») e o precário guerra, onde efectivamente se (com)prova que o carnidense está «dez anos à frente da demais concorrência», mas pelos piores motivos.
nessa troca de e-mails afirma-se despudoradamente que «hoje, quem nos prejudicar sabe que é punido», num reporte à força do 5lb nos bastidores do comezinho futebolzinho da tugalândia. mais adiante e numa linguagem codificada, a fazer recordar os batidos (por que estafados) “argumentos” lampiânicos da «fruta» e das «meias-de-leite», sustenta-se que (e cito para memória futura):
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« […] temos que “rezar e cantar bem”. quanto às “missas”, temos “bons padres” para todas elas. […] temos, hoje, árbitros que, não sendo internacionais, têm demonstrado excelentes prestações: bruno esteves, manuel mota, jorge ferreira, nuno almeida, vasco santos, hugo pacheco, rui silva e paulo baptista, que está a fazer uma excelente época.
o “primeiro-ministro” é um grande homem e um grande líder, conheço as suas capacidades. 5lb manda mesmo e os outros já não mexem nada
. »
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e, como tão bem se desmonta toda esta trama aqui, não há mesmo como o negar: o «primeiro-ministro» do Estado Lampiânico realmente soube como «fazer isto por outro lado».
agora, não posso deixar de manifestar o meu profundo desagrado com tudo o que o meu clube do coração (ainda) não conseguiu fazer com este manancial de informação:

» não soube promover condignamente o programa (pelo menos) nas 24h que o antecederam, sequer nos canais de informação oficiais do Clube – entenda-se: Porto Canal e redes sociais;

» revelou um amadorismo atroz na hora da apresentação da “bomba”, recorrendo, mais uma vez, à inócua leitura de um documento sem sequer o divulgar também em imagem, para todo um vasto auditório surpreso com o teor daquele;

» não houve uma alma caridosa, de um painel de três elementos mais um ‘rookie blue’, que tivesse sido capaz de correlacionar aquela denúncia com os «árbitros protegidos», os ‘made in’ inatel by antónio rola.
foda-se! a sério que não ocorreu a ninguém que “isto” é só uma ponta de um imenso tentáculo de um monstruoso polvo?! não me lixem com um F bem maiúsculo!….
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mas, o pior de tudo “isto“, foi o Director de Comunicação do Clube, Francisco J. Marques, como que ter depositado em outrém a responsabilidade de denunciar este esquema de corrupção, quando o que se exigia, no momento, era o anúncio de que o Futebol Clube do Porto já o tinha feito, de forma oficial, junto das entidades competentes para o analisar – as mesmas entidades que foram muito céleres a elaborar todo um processo forjado e que culminou no pito dourado. debalde.
assim sendo, foi sem surpresa que hoje, Quarta-feira, aquelas foram as chamadas de capa na tugalândia… e só alguém muito inocente (crente?) é que poderia considerar que o jornalixo tuga iria corroborar uma posição contra o clube do regime.
no final de contas, tudo se resumiu ao destaque no pasquim do ‘quim oliveirinha ( o “tal” que inevitavelmente nos é erroneamente associado…) e a singelas notas de rodapé nos principais telejornais dos me(r)dia tugas; nem o próprio Porto Canal fez destaque principal a tal notícia nos seus telejornais (!!!)…
a sério que não consigo compreender “isto“, por mais boa-vontade que tenha…
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[acho que se dispensam comentários para o que a imagem acima demonstra, a não ser referir que o Estado Português somos tod@s nós e não só alguns dos cidadãos que cá habitam (gravitam?).]
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por último e para desanuviar, aqui poderás ler a entrevista de Joana Marques à revista “viva Porto!” do corrente mês de Junho.

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adenda a 08-06-2017:

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» aqui há a confirmação de uma «denúncia anónima» na plataforma do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), para além daquela no Porto Canal

» aqui confirma-se que um pasquim será sempre um pasquim, independentemente de quem nele labute, com mais (ou menos. bem menos, até) responsabilidade editorial: pelo segundo dia consecutivo, o pravda da Travessa da Queimada não faz qualquer chamada de capa a este sério caso de corrupção; pelo segundo dia consecutivo, o lixo tóxico do grupo cofina [escarro] remete aqueles factos para um local “menos visível” na capa…
ai se tudo “isto” fosse pintado a tons mais azuis… ui!

» aqui está uma súmula de todo este processo, através do que vem sendo publicado pelo pasquim editado pelo ‘quim oliveirinha – apesar de tudo, o “menos mal” de «ambos os três» pasquins diários desportivos da tugalândia.

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disse!
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despeito (meu).

futuro© porto canal
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caríssim@,

vou ser siso, conciso, preciso, curto e grosso.
vem este intróito a propósito do “Universo Porto – da bancada” de ontem (vídeo aqui), em que participaram o tridente habitual – o moderador do programa, Tiago Girão, o Director de Comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques e o comentador e antigo jornalista da rtp, José Cruz), secundados pelo duo dinâmico da novel página “Baluarte Dragão“, Pedro Bragança e Diogo Faria. explico.

primeiro, confesso a minha estupefacção pelo “desaparecimento” de Bernardino Barros do painel de comentadores residentes do programa em causa.
sem qualquer efectiva ‘inside information‘, deduzo que possa ser pela sua participação no programa de Domingo, na estação de televisão de Queluz (não, obrigado; não fumo), a qual se poderá revelar incompatível com o programa transmitido no Porto Canal – o qual habitualmente “casca” forte e feio naquela outra, e apesar da sua moderação (da do Bernardino Barros, entenda-se)…

depois, também confesso a minha incredulidade por, nos últimos três programas, termos assistido a uma autêntica propaganda, sem qualquer precedente nos alinhamentos anteriores daquele, a uma página na rede social Facebook®, editada por jovens adeptos portistas na defesa intransigente dos interesses do Futebol Clube do Porto.
não está em causa (nem estará!) a Qualidade efectiva daquele espaço no faceboKas, que possui efectiva e comprovadamente, assim como nunca estará a identidade e a idoneidade e a seriedade dos seus autores – os quais desconheço, em absoluto.
agora, o motivo do meu reparo é somente este: houvesse uma rubrica em que se promoviam outras páginas afectas ao Clube, para além de blogues de referência desse mundo que é a bluegosfera – alguns deles, com (bem) mais de dois meses de existência – e tal não seria mal interpretado por mim; como tal não se verifica, apesar de já ter feito chegar tal sugestão a quem de direito e bem antes daquela “promoção” (descarada?), eis-me aqui…

assim, de igual modo confesso publicamente o início da minha descrença num programa que tinha como um verdadeiro baluarte na programação do Porto Canal, a qual até parecia endireitar-se em termos comunicacionais, e em nada comparáveis a um Passado recentíssimo.
pois que tinha o programa “Universo Porto – da bancada” como “um oásis”, um esteio naquela defesa dos interesses do Clube, totalmente desinteressada e muito apaixonada, por quem o produz; a partir de ontem, estou com essa estranha sensação de que aquele mais não é do que uma (espécie de) “coutada”, onde uns são filhos e outros enteados (ou menos, até) – à semelhança de outros tantos “programas” no mesmo canal, apresentados por alguma da prole de alguns dos mais proeminentes quadros da $AD portista…

em suma:
já tinha achado estranha a promoção inicial à referida página, há três semanas atrás, num momento nada próprio e bastante desadequado no alinhamento do programa; como outros quantos, inclusive nossos detractores, fiquei com a sensação de que a página em causa era (é?) “algo” oficioso em nome do Clube, tal a informação que divulgava, sobretudo algum teor que não se encontra disponível publicamente numa rápida pesquisa no Google® (e depois de desmascarados os célebres, por que muito «gloriosos», cartilheiros); desde ontem, considero que aquele duo é oficialmente um instrumento do e ao serviço, do Clube.

e, chegados a este ponto, é óbvio que estou triste e amargurado, sentindo-me até um pouco despeitado (que não com ciúmes só por si, mas também).
“falando” só por mim, que aqui ando a bitaitar desde 2008 (no “falecido” Tomo I), e enquanto administrador de um blogue afecto à causa portista, é óbvio que gostava de ver algum reconhecimento público pela parte do meu clube do coração. não é esse o fito que me move, conforme escrevi no meu manifesto, em Novembro de 2013, porquanto que esta luta desabrida é completamente desinteressada e muito altruísta; mas, se uns têm aquele reconhecimento por parte da casa-mãe, porque é que eu também não o poderei ter?!*
[* a pergunta é meramente retórica, pois que sei bem qual é a sua resposta.]

no fundo, é tão-somente isto o que motivou a redacção (agreste) destas linhas (#notmadeinporta18): o sentimento de um certo ressentimento, por uma mágoa causada pela parte de quem sincera e honestamente não esperava que (também) me magoasse desta forma.
mas, não será por estas razões que deixarei de simpatizar quem sempre Amei indefectivelmente, que muito já me deu e, estou certo, ainda terá muito mais para nos oferecer.
e, dia 27 de Maio, se Deus quiser, lá estarei, para o encontro anual com alguns de vós, naquela que será já a sua sexta edição, e que nasceu da carolice (e do forte empenho. e do enorme brio profissional. e do basto altruísmo.) de outr@s tant@s portistas dos quatro costados, e que demonstram que há Qualidade noutros baluartes, que não se esgota só naquela página
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disse!
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tretas (muito nossas).

© fotos da curva
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quero agradecer a grande lição de vida que o NES me deu hoje: um dia, quando for na rua e me assaltarem, devo parabenizar o gatuno.
sempre a aprender…

quanto ao resto…
dois penaltis?! e ainda gozam descaradamente connosco! é triste… ao longo desta época, vimos situações muito mais flagrantes a não serem assinaladas, e hoje é isto. ou é puro gozo ou então é para, no final do campeonato, aparecermos com 9 ou 10 penaltis a favor e dar a impressão de que não temos qualquer razão de queixa.
ainda sobre gozo: parece que os corruptos, ontem, no galinheiro, distribuíram cartolinas onde se podia ler que essa é que é a “cartilha” deles. tão espirituosos que eles são, ao nível da infame campanha do #colinho… nada como desvirtuar a Realidade…

sobre a censura à faixa, uma nota só:
devemos muito ao presidente, mas, antes dele, já existia o FC Porto, tal como continuará a existir depois dele. não queira o sr. presidente fazer figura de Robert Mugabe que, aos 93 anos, ainda (des)governa o Zimbabwe.
das qualidades de um verdadeiro líder fazem parte o saber ouvir os seus e o saber quando sair. não é censurando quem sempre apoiou e que quer o melhor para o Clube, que se vai a lado algum. e, repito, o FC Porto não é propriedade privada de ninguém, mesmo daqueles que lhe deram imenso, porque também foi o Clube que lhes deu a visibilidade de que, Hoje, ainda gozam.

termino ainda com uma referência a África (e não só):
a Costa do Marfim, a Nigéria, o Brasil, ou mesmo a Birmânia, construíram novas capitais em locais remotos desses países a fim de lhes conferir mais desenvolvimento e que este também fosse sustentado (está certo… ao mesmo tempo também foi para encher os bolsos a “alguns”…); neste momento, o Egipto prepara uma nova capital administrativa e económica para descongestionar o sobre-lotado Cairo; o Canadá, a Austrália, os próprios EUA, não têm a capital na sua maior cidade. já aqui, no país dos broncos, insiste-se e persiste-se em levar tudo para a região de Lisboa e Vale do Tejo: mais estações de Metro, mais aeroportos, mais portos para cargas e descargas, mais, mais… para os outros – a suposta «paisagem», o grunho e parolo «resto» – ficam as sobras.
desde (pelo menos) o séc. XVI que vivemos (n)uma macrocefalia, que levou a um crescimento desproporcionado da Capital do Império em relação ao resto do País. e, mesmo assim, continuamos a ver as gentes a sair às ruas em Castelo Branco, em Beja, em Portalegre, em Bragança, na Guarda – em regiões preferencialmente do Interior, totalmente menosprezadas e desprezadas pelo Poder Central, do qual o clube corrupto (ainda) é o seu símbolo maior.
e se me custa ver gente a festejar na minha terra natal (Castelo Branco), então na cidade do Porto… enfim… e lamento que não haja um benfiquista que reconheça o óbvio: que este (treta-)campeonato foi ganho graças a factores extra-futebol.

se vale tudo para ganhar? parece que sim. e é também por isso que o País está como está: com uma dívida pública que nem nos nossos piores dias.
c
onclusão a tirar? somos um País de gente desonesta porque, se não se importam de ganhar dessa forma no Futebol, também não se importam de o fazer em tudo o resto, em todos os outros sectores da actividade económica. e tal é triste, muito triste.

saúde. João.
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caríssim@,

não poderia estar mais de acordo com este (muito) pertinente comentário do João, no espaço de discussão do caríssimo Vila Pouca – um dos meus blogues de referência. aliás, considero ser difícil discordar do mesmo, com argumentos válidos e sustentados, sobretudo pela parte de quem é conhecedor do que nele se aventa, mormente naquelas regiões mais desfavorecidas do País…

mesmo assim, permite-me apenas três singelas notas:

1.)
aguardei pelo “universo Porto – da bancada” de ontem (vídeo aqui) para perceber melhor a situação da censura das tarjas. acima de tudo, apraz-me saber que «tudo está bem», nas palavras do Director de Comunicação do Clube – o que poderá significar que houve entendimento entre as partes envolvidas, com o devido (e desejado) “enterrar do machado de guerra” e posterior “fumar no cachimbo da paz”.
mesmo assim, tal não significa que quem, como eu, se deslocou, no passado Domingo, ao nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, de lá tenha saído com uma imagem muito triste, basto cinzenta, com todo um episódio que em nada dignificou aquelas mesmas partes – na altura, em contenda. pelo menos, foi assim que abandonei o estádio, enquanto ouvia as palavras de ordem dos elementos da claque: com o coração apertado, o Espírito sombrio e o olhar perdido num Futuro incerto…
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2.)
numa singela frase, por certo nada inocente – «é a realidade dos resultados. parabéns ao campeão. nós continuamos o nosso caminho – o de formar uma equipa que possa conseguir títulos.» – Nuno conseguiu desbaratar todo o meu trabalho de uma época a desmascarar o «polvo» que subsiste no nosso comezinho futebolzinho tuga. o meu, o de tod@s @s ‘bloggers’ afectos à bluegosfera (e não só), e também o daquele programa referido no ponto anterior.
e foi mesmo, mas mesmo “muito agradável” ouvir todos os «gloriosos» cartilheiros, logo no próprio dia e na Segunda-feira seguinte, a citarem o ainda treinador da equipa principal de futebol do Clube, e a insurgirem-se contra a sua (mais do que) provável rescisão contratual.
e, por muito que ele invoque «a grande confiança num contrato que existe», não haverá Espírito Santo que o mantenha no reino do Dragão, na próxima época*.
[* não!, não tenho bases sólidas (por que oficiais) para sustentar esta minha forte convicção, só um ‘feeling’.]
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3.)
que fique expresso, desde já, o meu mais firme desejo para que o FC Porto, e como se prevê, não seja beneficiado, no próximo Domingo, em Moreira de Cónegos.
e que fique bem claro que nunca desejarei a derrota do meu Clube do coração, seja em que circunstância for.
mas – e há sempre um “mas”… – confesso que, no caso em apreço, não me importarei que se percam os pontos suficientes para que o Moreirense permaneça na Primeira Liga e consequentemente a agremiação (curiosamente muito lampiã) de Tondela desça à divisão mais condizente com a sua categoria (ou a falta desta)
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disse!
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medidas diferentes (para os ilegais de sempre).

futuro© fotosdacurva | rui oliveira | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)
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caríssim@,

ao contrário da prosa de ontem, esta será uma “posta de pescada”® um pouco mais leBezinha, e vem no seguimento do que entretanto foi (muito bem) denunciado no último “Universo Porto – da Bancada” – e que podes (deves!) (re)ver aqui.
a questão que me importa aflorar nas próximas linhas (que não #madeinporta18) é tão-somente o reforço do meu mais profundo desagrado por esse completo desrespeito pelas normas vigentes em relação aos i-le-gais do 5lb, do beneplácito de que estes usufruem perante os demais adeptos dos clubes rivais (e devidamente legalizados), e do perfeito (por que «glorioso») conluio que grassa entre eles e com quem deveria zelar pelo garante da Lei. vamos lá, então!

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do muito que se afirmou nos estúdios da Senhora da Hora, importa referir que também se comprovaram, com dados, factos, datas, nomes e até matrículas de viaturas (!!!), não só a ilegalidade mas igualmente e, por inerência, esse escabroso estado de «gloriosa» impunidade que reina sobre os grupos organizados de “adeptos” afectos ao 5lb.
também foi referido que esse clima contrário à Lei e que esse estado de consentida tolerância para com os efectivamente i-le-gais do 5lb, e como é (ou deveria ser…) do conhecimento geral, têm sobre si o “manto protector” dos me(r)dia e do jornalixo tugas – vulgo “o quarto p(h)oder” – para além das entidades que deveriam primar para que aqueles mesmos estados não acontecessem num (supostamente…) Estado de Direito – a começar na LPFP e FPF, e a terminar nas de Segurança Pública.
mais: provou-se, pela enésima vez, que o “quarto p(h)oder” tem duas formas diametralmente opostas de comunicar/informar factos idênticos quando estão em causa grupos de adeptos afectos a clubes distintos, com prejuízo para os que estão sediados mais a Norte do Mondego, porquanto que os deveres de Rigor e de Isenção se encontram (literalmente) ausentes.
pior: (com)provou-se que as forças de Autoridade e de Segurança públicas «gloriosamente» olvidam tudo o que envolva o 5lb e os seus grupos de “adeptos” i-le-gais, os quais usufruem de apoios e de regalias concedidas pela Direcção da agremiação em causa, e num espírito total e diametralmente contrário à legislação em vigor – a saber: Lei nr. 52/2013, de 30 de Julho, Secção III (“grupos organizados de adeptos”), art. 14º (“apoio a grupos organizados de adeptos”).
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futuro© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)
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posto (tudo) “isto“, a imagem ali em cima é só mais uma prova do que (re)afirmo e uma súmula “perfeita” do que se demonstra à saciedade, no programa em causa – sendo que teve por base os respectivos comunicados, emanados pelo Conselho de Disciplina [CD] da FPF, a reportar os castigos aplicados aos jogos em causa.
assim sendo, atente-se nestes factos, igualmente graves por quem os fez, mas cujos tratamentos disciplinares foram grosseiramente díspares:

» aquando da ida à Amoreira, os adeptos afectos ao FC Porto comportaram-se mal, com arremessos de tochas, rebentamento de petardos e interrupção da partida por uma vez.
o CD, para além da multa pecuniária (já lá vamos), abriu um procedimento disciplinar, com base no disposto no ponto 2.), do art. 181º, do Regulamento Disciplinar da LPFP (“agressão simples com reflexo no jogo por período igual ou inferior a 10 minutos”). deduz-se que seja pela “lesão” provocada no guarda-redes moreira [escarro], que imediatamente se lançou para o relvado aquando do lançamento de uma tocha… para o lado contrário onde se encontrava…
já a multa pecuniária, pela «reincidência» do arremesso das tochas e do rebentamento de petardos, teve o “singelo” valor de 5738,00€.

» aquando da visita a Santa Maria da Feira, os i-le-gais afectos à “instituição” tiveram os comportamentos que se demonstram aqui, aqui e também aqui.
foi, de facto, uma partida atribulada também fora das quatro linhas, de onde resultou inclusive um ferido – um repórter fotográfico, que teve que receber tratamento hospitalar para regressar à sua vidinha.
convém salientar que e de acordo o mesmíssimo Regulamento Disciplinar da LPFP, aquele incidente é punível com o que vem disposto no ponto 1.), do art. 182º (“agressões graves a espectadores e outros intervenientes”). mas, no caso e no partida em apreço, não houve qualquer abertura de procedimento disciplinar, apesar da sua gravidade e… lá está!, inclusive mencionado no comunicado, «reincidência».
e por “falar” em reincidência: a multa pecuniária, por essa «reincidência» do arremesso de tochas e rebentamento de petardos, teve o “singelo” valor de 2525,00€ – bem menos de metade de 5738,00€…

» no Sábado passado, os mesmos i-le-gais afectos ao 5lb fizeram a festa e soltaram a franga, desta feita em Paços de Ferreira. mas e ao contrário de Santa Maria da Feira, não há imagens. nem vídeos. nem bastos relatos dos incidentes (pormenorizados, ou não), seja nos me(r)dia seja no jornalixo tugas. ou seja: como que não aconteceu, apesar do comunicado do Paços de Ferreira e do que vem descrito no relatório dos delegados da FPF ao jogo…
aliás: das longas descrições, no comunicado a reportar os castigos aplicados àquela partida, dá para se perceber que os mesmíssimos i-le-gais afectos ao 5lb fizeram mesmo a macaca e pintaram a manta, naquele concelho do Vale do Sousa. e que, no espaço de meros quinze dias, voltaram a ser… como é que é, mesmo o termo?… isso: «reincidentes».
mas, neste clima de «gloriosa» tolerância para com quem prevarica semana sim, semana também, voltou-se a atropelar o disposto naquele mesmíssimo Regulamento Disciplinar da LPFP, sendo que não houve qualquer abertura de procedimento disciplinar.
ah! e por nova «reincidência» de arremesso de tochas e de rebentamento de petardos, a multa pecuniária teve o “singelo” valor de 5585,00€. – ainda assim, inferior àqueles 5738,00€, portanto…
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em suma e pegando em dois ou três chavões do futebolês:

1)
isto” é brincar ao Futebol, tomando os adeptos portistas por tolos, que comem geladinhos com a testa e que enfardam palha, como os demais “carneiros” afectos ao 5lb.
não somos, não comemos e estas «gloriosas» discrepância, discriminação e idiossincrasia, para lá da revolta que nos causa, só nos torna mais fortes. e resolutos em derrotar quem tanto nos odeia e disso faz o seu modo de vida – mormente nos me(r)dia e no jornalixo da tugalândia.

2)
pelo exposto e parafraseando o burro do Carvalho:
«bardamerda» para todos esses indigentes de Espírito – santo ou não, que não me importa rigorosamente nada a crença de cada um.

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disse!
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(breve) resumo de nove dias

© google | Tomo III
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telegráfica nota informativa (como intróito):
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sim!, é verdade: esta “posta” vai honrar a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera. aguente-se à bomboKa quem vier por Bem. e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
ah! e a disposição dos acontecimentos, sobre os quais me pronunciarei adiante, obedece à sua inversa ordenação cronológica, bem entendido.
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caríssim@,

obviamente que principio sobre o feito épico, de ontem, no andebol e em pleno antro calimero, no (dito) Casal Vistoso (que não o outro, o outrora muito “ventoso“). pude assistir a toda a segunda parte da partida em causa e resumidamente afirmo que soube muito bem – não só o triunfo em causa (alicerçado numa recuperação fantasticamente extraordinária de oito golos sem resposta a doze minutos do seu término), mas sobretudo o ter emudecido todo um pavilhão e todo um estúdio de uma “televisão de marquise“, que rejubilavam com uma derrota que veio a acontecer para o lado que menos contava com a dita… afinal, não são só os lampiões que têm por hábito festejar antes do tempo… ah!, e tudo contra uma dupla de árbitros que, enfim… mais do que “de orelha”, foi de encomenda – um facto que, a acrescentar à paupérrima exibição dos muito vermelhos e basto rubros, tiago monteiro e antónio trinca, no passado Sábado, ante o actual campeão da modalidade, só vem confirmar a minha suspeição de que, os próximos catorze encontros que faltam disputar (quatro da fase regular mais os dez da fase final), trarão muitas “surpresas” destas pelo caminho… nada a que já não se esteja (infelizmente) habituado, dado que, (também) no andebol tuga, somos efectiva e comprovadamente o alvo a abater há (pelo menos) uma década.
e é por tudo “isto” somado que a euforia da Equipa, nos balneários, é muito justificada. bastante justificada. basto justificada. justificadíssima, aliás. mas, convém recordá-lo e sempre com a (má) lembrança do que aconteceu na pretérita temporada, «ainda não ganhamos nada».
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© google | Tomo III
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já tudo foi (re)dito, muito dissecado, bem (ou mal) argumentado, inclusive refutado, sobre o Clássico do passado Sábado. alegrando-me com o resultado final, com a vitória, com as exibições de todos (mormente de Marcano, de Felipe, de Danilo, de Óliver, de Brahimi e de Corona), congratulando-me com a portentosa estreia de Soares (bué da fixe, tás a bêre?) e concordando com a crítica generalizada àquela sofrível (e muito sofrida) segunda parte (a antítese da equipa que, nos primeiros 45′, foi aguerrida, combativa e muito digna),  confesso-te que ainda fico agastado com o estafado “argumento” do «ganhámos (apesar do treinador)» – como se tudo fosse possível acontecer sem um líder no comando….
bem sei que o Nuno não cativa e não motiva as massas – associativa, adepta e sobretudo a assoBiativa (curiosamente mais calada do que quando «o Basco» por aqui estava…) – e bastas vezes parece não encarnar o significado do chavão “somos Porto!” – por exemplo, quando encorna que não deve expor os verdadeiros “roubos de catedral” a que temos assistido, na presente temporada, optando por leves críticas “sem sal” e algumas vezes em nosso prejuízo. mas, que diabo!, a quem se deve a mudança de atitude de Brahimi e de Corona, esta época, (bem) mais afoitos nas tarefas defensivas? a quem se deve a solidez defensiva (em completo antagonismo para a pretérita)? a quem se deve a aposta (certamente que de risco) em jovens jogadores, mormente portugueses? e, bem mais importante (pelo menos para mim), a quem se devem as (muito) visíveis União e Espírito de Grupo, numa Equipa que, há uma época, mais parecia uma manta de retalhos, com cada elemento a “remar para seu lado” e longe dos objectivos colectivos a que se propunham? com (muita) certeza que não é ao divino Espírito Santo…
também sei que o futebol praticado, por esta mesma Equipa, muitas vezes não entusiasma por aí além e que, nalgumas delas (a sua esmagadora maioria?), assemelha-se ao de uma equipinha pequenina, refugiada no “pontapé para a quinta” e/ou no “chutão para o avançado”; mas e a bem da Verdade, quem de nós esperaria que, mesmo com todos os defeitos que a Equipa e o treinador possuem, a esta altura, à vigésima jornada, estivéssemos a um singelo ponto de distância do líder (e basto proclamado treta-campeão) e com nove a separa-nos do terceiro lugar? quem é que, de nós e para lá do sempre optimista do Silva [hello! hello! 😀 ], no início da presente época desportiva, acreditava mesmo que esta Equipa seria capaz de lutar pela conquista de um campeonato que, para os me(r)dia em geral e para o jornalixo tuga em particular, só seria discutido entre as agremiações afectas à Segunda Circular? pois…

em suma e sobre este capítulo:
seria muito bom, muito positivo, que houvesse mais união entre os portistas em torno desta Equipa, que tanto merece, e obviamente do seu treinador (o qual tem muitos pecadilhos, com certeza que sim!, mas também e como já o referi, algumas virtudes) – união essa que não deve ser encarada como uma espécie de acrisia, antes pelo contrário. o que não desejo é que sejamos “mais papistas do que o próprio Papa”, pelo menos para o Exterior, oferecendo trunfos a quem nos deseja “todo o bem” deste mundo e do outro, e dando a imagem de uma reinante discórdia, entre uma massa que deveria estar mais sólida do que betão, para que os outros possam perpetuar a sua (dita) «gloriosa» hegemonia de três anos de basto #colinho…
mas, hey!, esta é tão-somente a minha opinião; tal não significa que (i) haja outras, com (muita) certeza que discordantes e que (ii) aquela seja a única verdadeiramente insofismável e inquestionável (que não é, nem sequer tem essa pretensão, antes pelo contrário!).
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© google | Tomo III
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ganhou tudo o que havia para se conquistar no Futebol praticado ao mais alto nível. e já viu de tudo e de tudo um pouco já vivenciou, na primeira pessoa, naquele mesmo mundo, muito restrito e basto restritivo ao comum mortal.
mesmo assim, resolveu dar um novo rumo (sobretudo) à sua vida pessoal e escolheu-nos em detrimento de todos os outros clubes e de todas as outras latitudes que (ainda) sonham com ele – como não se cansa de o referir nas mais variadas entrevistas que já concedeu, inclusive ao canal do nosso Clube do coração (aqui e aqui).

temos, no nosso seio, um galáctico e um jogador como poucos tiveram. assim de repente e salvaguardando as devidas distâncias, talvez só Preud’homme, na década de ’90, quando esteve por Carnide – e obviamente que tido como um «santo», mas com muito melhor Imprensa do que o ‘portero‘ natural de Móstoles (nos arrabaldes de Madrid).
temos, na nossa cidade, em plena ImBicta, um dos seus melhores embaixadores, o qual não se cansa de a promover, quase diariamente e de forma gratuita e muito altruísta, nas suas contas pessoais, nas mais diversas redes sociais.

portanto:
somos uns privilegiados por o podermos ver, inclusive ao vivo e a cores, a comemorar, como a imagem acima documenta, uma vitória sobre os calimeros depois de uma defesa soberba, daquelas que garantem campeonatos. e eu, ao invés de o questionar e/ou duvidar, já sinto é saudades do dia em que ele já não estará por cá…
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© google | Tomo III
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«é importante os nossos adversários começarem a dar um pouco mais de luta», afirmou, ufano, em Dezembro de 2013, um inchado burro do Carvalho.

«ganhar lá não é novidade para nós, mesmo sabendo que vamos ter algumas complicações», afirmou, soberbo, na véspera do encontro, um execrável (em tempos, tido como) «catedrático».

são só dois exemplos, para memória futura e que não esqueço, do asco que tenho em relação, não só às abéculas em causa, mas também à agremiação calimero-viscondessa – a qual e ao contrário do que muitos apregoam, em nada difere da lampiã, a não ser na cor que ostenta, assim mais para o verde-pijaminha (verde-musgo?).
foi também por essa razão que comemorei (e comemorarei) efusivamente as nossas vitórias sobre eles: a de Sábado, no futebol e a de ontem, no andebol.
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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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a imagem acima é só (mais) um exemplo do incómodo que entretanto começamos a causar junto do ‘establishment‘ que gravita em redor do comezinho futebolzinho da tugalândia – entenda-se: os me(r)dia e todo um jornalixo tugas.
o outro, que retenho na memória e que partilho contigo, é o de, por dois dias consecutivos, nos serviços noticiosos da estação (cada vez mais, menos) pública de televisão, a vitória da agremiação de Carnide sobre o actual último classificado do campeonato ter sido merecedora de honras de abertura (!!!). u-a-u! somos mesmo inconvenientes para o P(h)oder que grassa naquele mesmíssimo futebolzinho da tugalândia…
aliás, a sede de “vingança” pela nossa vitória ante os calimeros e o desejo em regressar ao poleiro era tanta que, antes de jogarem e depois do nosso triunfo estar consumado, ainda permaneciam no lugar cimeiro de uma classificação gloriosamente desvirtuada e como se confirma aqui
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© google | Tomo III
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num Passado recente, fui lesto a criticar tudo o que envolvia o (então) “torto” Canal, da sua programação à evidente e então (muito) visível degradação dos seus cenários e mobiliário. actualmente e apesar de ainda não ser um mundo perfeito, longe disso!, tenho que ser ainda mais rápido do que o Hulk a ultrapassar o badocha do rochemback (vídeo aqui), em 2008, (resumo da partida em causa aqui), e parabenizar a novel estrutura do FC Porto com o pelouro da Comunicação do Clube.

está portanto de parabéns! essa estrutura pela evidente aposta em mais FC Porto na programação – com o programa “Universo Porto – da bancada” à cabeça, pela assertividade que patenteia – e, também, no novo cenário que indubitavelmente o embeleza e que a imagem acima tão bem documenta.
com aquele fundo, indelevelmente jogamos sempre em casa!
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© google | Tomo III
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e por “falar” em jogar em casa, não poderia manifestar publicamente o meu regozijo pela divulgação daquela notícia oficial que deu conta de que o Estádio do Dragão, o nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, desde 01 de Fevereiro de 2017 que se encontra «pago na totalidade».
indiscutivelmente somos mesmo diferentes, e para melhor. e trata-se de uma operação que irá enriquecer (literalmente) e de que forma!, o património do Clube. e adorei o facto dessa mesmíssima operação ter sido processada no segredo dos deuses e sem alaridos bacocos.

podemos não ser o mais-maior-grande da tugalândia, mas e de forma indelével, “contra tudo, contra todos e contra os tolos”, somos comprovadamente o melhor Clube português. actos como este só reforçam esta minha forte convicção.
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disse!
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do Assis, esse santinho…

© google | Tomo III
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caríssim@,

provavelmente já virei tarde com os meus bitaites, mas tenho que o escrever. mesmo. sob pena de explodir (e estou certo de que não será só de raiva acumulada, mas também).

diz que esta Segunda-feira, o nosso querido líder terá contactado o seu homólogo do Desportivo de Chaves «a desobrigá-lo do compromisso que tinha para com o FC Porto, em relação ao jogador rafael assis» – e cujo nome de baptismo escrevi propositadamente em minúsculas, por corresponder ao seu “enorme estatuto” enquanto pessoa, e como se constatará adiante.

nas palavras de Francisco J. Marques, actual Director de Comunicação do FC Porto, no mais recente episódio do programa “Universo Porto – da bancada” (vídeo integral aqui), o Clube desistiu daquela contratação «tendo em conta o comportamento do jogador brasileiro e do seu empresário* – ou melhor: da pessoa com que se fez acompanhar [Marcelo Lipatin**] na reunião que teve lugar no Estádio do Dragão, na passada Sexta-feira».
(* consta que o jogador, até àquela reunião, era representado/agenciado pela MNM Sports Management – uma sociedade, entre outros, dos antigos futebolistas do Vitória SC Pedro Mendes, Nuno Assis e Fernando Meira…)
(** antigo futebolista uruguaio, com passagem por Portugal e actualmente… exacto, agente de jogadores, devidamente credenciado, proprietário da Lipatin Sports…)

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no entanto, também consta por aí
 que, depois daquela reunião, o jogador brasileiro terá ficado «ressentido com o que por lá se passou, principalmente por não ter sido possível tirar uma fotografia com a camisola do clube, ficar com uma cópia do contrato ou até tirar uma fotografia ao contrato». mas, como a fonte dessa “notícia” é o pravda da Travessa da Queimada, estamos conversados acerca da sua fiabilidade e/ou veracidade e/ou verdade…

convém também não esquecer que, até àquela reunião, o médio defensivo brasileiro estava a ser disputado por nós e pelos gverreiros lampiões do Minho, os quais e nas palavras do seu novel treinador (basto azeiteiro), até terão ficado algo (des)agradados pela nossa intromissão naquele negócio, «numa manifestação claríssima de grande respeito do FC Porto pelo sc braga»***.
(*** curiosamente ou talvez não, a mesmíssima agremiação que demonstrou «um grande respeito» pelo FC Porto no negócio (desvio?) do outro rafa para carnide, promovendo um leilão que ultrapassou todas as regras de cordialidade que deveriam imperar sempre e não só agora – ou melhor, na altura em que o chulão do jorge simão, esse azeiteiro!, resolveu invocar a tal «manifestação claríssima de grande respeito»… e é também a mesmíssima agremiação que demonstrou, de forma clara e inequívoca, um «grande respeito» pelo FC Porto com esta nomeação para o galardão de «guerreiro solidário» (!!!), na sua mais recente gala.)
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em suma e nesta amálgama de factos (poucos), aos quais se somam suposições e/ou falácias próprias de ‘mentideros‘, e aos quais se subtraem (sobressaem?) julgamentos de carácter e/ou de personalidade – no caso deste assis, a sua falta:

» à justificação oficial do Clube para que este negócio tenha abortado, e por mais «pífio» que aquele argumento possa parecer aos demais (e conforme pude ler por aí, nas caixas de comentários da bluegosfera), parece que o jogador brasileiro terá optado pelo imediatismo das milenas imediatas com que os despeitosos dos bracarenses lhe acenaram, ao invés de permanecer em terras flavienses, sob contrato do FC Porto, e com a garantia de que, em Julho estaria com um salário bem melhor do que o actual.

» também se torna por demais evidente que, àquela (nada despicienda) questão monetária, o jogador optou por um projecto desportivo que se encontra e estará sempre aquém do do FC Porto, e por mais anos que estivermos sem ganhar um título de campeão nacional, e por mais (patéticas) declarações* de “amor patético” (platónico? placónico?) que se teçam.
(* «disputar títulos»?! no sc braga?! ok… Taça de Portugal e ex-taça da bjeKa… já não é mau, não senhor. quanto ao «tamanho do clube» dos gverreiros, ele é inversamente proporcional ao da nossa dignidade enquanto portistas – e por mais arrogante, sobranceira, soberba, insolente, que possa parecer esta minha afirmação.

» é igualmente perceptível que o Clube recomeçou a valorizar aquele que deverá ser o padrão maior na contratação de um jogador, e para lá dos seus dotes futebolísticos: o Carácter da sua personalidade – e o do assis está muito aquém do exigido para os padrões de um clube como é o Futebol Clube do Porto. e este é um facto que, no meu entendimento, ultrapassa questões (igualmente válidas, com certeza) como sejam as do nosso clube do coração actualmente já não cativar como num Passado recente, ou as das implicações que os constrangimentos financeiros impõem no seu quotidiano.
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por tudo “isto”, não me importo mesmo nada que o “santinho” (de pau oco?) do assis tenha romado a outras sés, porventura mais abastadas do que a nossa; o Futuro também a poderá desmentir, mas estou certo de que este encarregar-se-á de confirmar a firme convicção, de quem comanda os destinos da $AD portista, de que aquele era um mau negócio, que não no seu plano desportivo. é que acho que tod@s nós ainda nos recordamos das lições retiradas com o paulo assunção
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disse!
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