a nossa primeira vez.

futuro© 92º minuto
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«Pai! da próxima vez quero ir a um jogo a sério!»

o ano de 2017 estava fresquinho, acabadinho de chegar. e a promessa, feita em Maio de 2016, depois de um jogo de hóquei em patins, no Dragãozinho, mantinha-se; aliás, desde essa altura que era reavivada, principalmente quando se assistia a uma partida de futebol: «quando é que vou ver o FC Porto?», perguntava, ansioso. e muito impaciente, também.
a resolução já estava tomada desde a semana anterior, em conversa com quem igualmente “veste calças”, lá em casa: no dia a seguir ao seu aniversário ia ao treino aberto do FC Porto. «vai ser uma bela prenda de anos!», pensou o Pai assim que teve essa brilhante ideia. e, desde esse momento, não mais sossegou.
até que o dia chegou, prazenteiro, com o friozinho tão característico de um mês de Janeiro na ImBicta. mas o Pai era todo ele um vulcão de emoção, na ânsia de perceber quão feliz ira ficar o seu rebento, um cachopo já com cinco anos de idade – tantos quantos os títulos seguidos de que se recorda de ter visto, ‘in loco‘, o “seu” FC Porto ganhar. de uma assentada. e agora seria o “nosso” FC Porto, para desgosto do sogro e do cunhado, rubros de tristeza pelo facto do «glorioso» não ser o seu fervor primeiro.
estava “em pulgas”, portanto. e com múltiplos pensamentos, todos eles em sintonia com uma só cor, quando se abarcam das imediações daquele que se espera que também venha a ser o seu teatro de sonhos azuis-e-brancos. ele permanecia sobretudo calado, fazendo algumas perguntas de circunstância sobre onde iam e para fazer o quê. mesmo na fila para entrar no Estádio, não transparecia muito do que o Pai testemunharia a seguir, sensivelmente pelas 16h08m, de 01 de Janeiro de 2017: aquele «U-A-U!» tão próprio de um miúdo que entra pela primeira vez num estádio de futebol. e que belo que lhe pareceu o nosso Dragão, mesmo num treino aberto aos adeptos!

sem querer ser muito maçudo, findo o treino, no alto dos seus já cinco anitos, acabados de fazer de véspera, afirma convictamente que «da próxima vez, quero ir a um jogo a sério!».
foi feita nova promessa, quando houvesse oportunidade, sobretudo em termos de horário, que pelas 21h30m o cachopo já tem que estar na caminha.
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«Pai! compras-me uma bandeira?»

em pleno Dia do Pai “teve um vibe“: «vou levá-lo ao Dragão, no próximo Domingo! jogo às 18h, acaba pelas 20h30m. janta-se com a malta, mas não se demora (muito). pelas 22h30m estamos em casa. perfeito!», foi o que pensou.
meu dito, meu feito: no dia a seguir lá estava, numa Loja Azul a aproveitar a promoção do seu dia e para que o puto pudesse conhecer, de facto, o ambiente do Dragão. e seria especial, porque previa-se casa cheia – o que veio efectivamente a acontecer.
a surpresa do cumprimento da promessa de Janeiro só aconteceu depois do almoço de Domingo, quando ele perguntou por que é que estava a vestir aquela que também deseja ardentemente que venha a ser a sua “segunda pele”. «vou ao Dragão! e tu vais comigo. queres ir com o Pai ao Dragão?». «não! quero ir ao parque, antes». o seu mundo desabou e nada mais existia. um catraio de cinco anos acabara de lhe puxar o tapete, com tudo o que de inesperado encerra aquele «não». «fod@-se!».
depois do valente soco no estômago que sofrera, recomposto do baque no coração e apanhados os cacos do seu desgosto, perguntou-lhe, com toda a calma que o momento impunha (e que lá conseguiu arranjar): «queres mesmo ir ao parque? olha que não dá tempo para ires ao parque e depois ao Dragão! ou vais a um ou vais a outro! aos dois não é possível!». «é claro que quero ir ao Dragão! estava a brincar contigo, Pai!», disse um garoto de cinco anos de idade. e lá fomos, rumo ao nosso teatro de sonhos, para contentamento do petiz e gáudio do Pai.

ao contrário do que aconteceu no treino aberto, desta feita era ele quem demonstrava (muita) impaciência em chegar. e rápido, mas tal não era possível: a enchente que se previra, dificultava o acesso ao Estádio e as suas imediações eram uma massa humana vestida de azul-e-branco, da cabeça aos pés. milhares de portistas já vagueavam junto “à sua fé”, que a partida começaria dali a duas horas. já quem permanecia calado era o Pai, mais preocupado em não largar a mão do seu filho.
«Pai! compras-me uma bandeira?», perguntou ao passar por uma banca que também vendia cachecóis, enquanto subíamos a Alameda, junto ao Centro Comercial com o mesmo nome. «depois, quando o jogo acabar. agora não pode ser». voltou a insistir e a resposta foi igualmente negativa, com a explicação suplementar de que não se pode entrar com bandeiras no Estádio.
dali, partimos em direcção ao sítio habitual onde se concentram os indefectíveis do costume, sempre que há jogo em casa. foi o seu primeiro contacto com a malta dos blogues (e não só), e a empatia foi recíproca. ainda hoje fala deles, pelo que terá forçosamente que haver uma próxima vez.
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«Pai! quero ir fazer xixi!»

sim!, não vi o golaço do Corona. e estava no Estádio, mais concretamente num dos wc a ajudar o ‘piKachu’ a “fazer nr. 1”. depois do jogo que a Equipa (não) estava a fazer naquela primeira parte, desejei que ele tivesse vontade (pelo menos) mais quatro vezes, para felicidade e contentamente de um tasqueiro de quem ele gostou basto de conhecer. mas tal não veio a acontecer, ao contrário do balde de água fria com que tod@s nós fomos “brindados”…
tod@s? não! ao contrário de muit@s, ele não se importou com a derrota que acarretou aquele empate. na sua inocência e na sua pueril infância, finda a partida, também desgastado com a felicidade (genuína!) de ter estado no Estádio do Dragão, e já com a sua bandeira na mão – a que ele escolheu, sem ajuda de ninguém! – lá ia, pela rua fora, a agitá-la com a alegria inata de uma criança que viveu um dia em cheio por ter ido à bola com o Pai
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e a bandeira lá está, no seu quarto, «azul, branca, indomável, imortal», na Esperança de que também seja dele o Futuro do Futebol Clube do Porto.
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futuro© 92º minuto
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disse!
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(breve) resumo de nove dias

© google | Tomo III
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telegráfica nota informativa (como intróito):
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sim!, é verdade: esta “posta” vai honrar a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera. aguente-se à bomboKa quem vier por Bem. e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
ah! e a disposição dos acontecimentos, sobre os quais me pronunciarei adiante, obedece à sua inversa ordenação cronológica, bem entendido.
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caríssim@,

obviamente que principio sobre o feito épico, de ontem, no andebol e em pleno antro calimero, no (dito) Casal Vistoso (que não o outro, o outrora muito “ventoso“). pude assistir a toda a segunda parte da partida em causa e resumidamente afirmo que soube muito bem – não só o triunfo em causa (alicerçado numa recuperação fantasticamente extraordinária de oito golos sem resposta a doze minutos do seu término), mas sobretudo o ter emudecido todo um pavilhão e todo um estúdio de uma “televisão de marquise“, que rejubilavam com uma derrota que veio a acontecer para o lado que menos contava com a dita… afinal, não são só os lampiões que têm por hábito festejar antes do tempo… ah!, e tudo contra uma dupla de árbitros que, enfim… mais do que “de orelha”, foi de encomenda – um facto que, a acrescentar à paupérrima exibição dos muito vermelhos e basto rubros, tiago monteiro e antónio trinca, no passado Sábado, ante o actual campeão da modalidade, só vem confirmar a minha suspeição de que, os próximos catorze encontros que faltam disputar (quatro da fase regular mais os dez da fase final), trarão muitas “surpresas” destas pelo caminho… nada a que já não se esteja (infelizmente) habituado, dado que, (também) no andebol tuga, somos efectiva e comprovadamente o alvo a abater há (pelo menos) uma década.
e é por tudo “isto” somado que a euforia da Equipa, nos balneários, é muito justificada. bastante justificada. basto justificada. justificadíssima, aliás. mas, convém recordá-lo e sempre com a (má) lembrança do que aconteceu na pretérita temporada, «ainda não ganhamos nada».
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© google | Tomo III
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já tudo foi (re)dito, muito dissecado, bem (ou mal) argumentado, inclusive refutado, sobre o Clássico do passado Sábado. alegrando-me com o resultado final, com a vitória, com as exibições de todos (mormente de Marcano, de Felipe, de Danilo, de Óliver, de Brahimi e de Corona), congratulando-me com a portentosa estreia de Soares (bué da fixe, tás a bêre?) e concordando com a crítica generalizada àquela sofrível (e muito sofrida) segunda parte (a antítese da equipa que, nos primeiros 45′, foi aguerrida, combativa e muito digna),  confesso-te que ainda fico agastado com o estafado “argumento” do «ganhámos (apesar do treinador)» – como se tudo fosse possível acontecer sem um líder no comando….
bem sei que o Nuno não cativa e não motiva as massas – associativa, adepta e sobretudo a assoBiativa (curiosamente mais calada do que quando «o Basco» por aqui estava…) – e bastas vezes parece não encarnar o significado do chavão “somos Porto!” – por exemplo, quando encorna que não deve expor os verdadeiros “roubos de catedral” a que temos assistido, na presente temporada, optando por leves críticas “sem sal” e algumas vezes em nosso prejuízo. mas, que diabo!, a quem se deve a mudança de atitude de Brahimi e de Corona, esta época, (bem) mais afoitos nas tarefas defensivas? a quem se deve a solidez defensiva (em completo antagonismo para a pretérita)? a quem se deve a aposta (certamente que de risco) em jovens jogadores, mormente portugueses? e, bem mais importante (pelo menos para mim), a quem se devem as (muito) visíveis União e Espírito de Grupo, numa Equipa que, há uma época, mais parecia uma manta de retalhos, com cada elemento a “remar para seu lado” e longe dos objectivos colectivos a que se propunham? com (muita) certeza que não é ao divino Espírito Santo…
também sei que o futebol praticado, por esta mesma Equipa, muitas vezes não entusiasma por aí além e que, nalgumas delas (a sua esmagadora maioria?), assemelha-se ao de uma equipinha pequenina, refugiada no “pontapé para a quinta” e/ou no “chutão para o avançado”; mas e a bem da Verdade, quem de nós esperaria que, mesmo com todos os defeitos que a Equipa e o treinador possuem, a esta altura, à vigésima jornada, estivéssemos a um singelo ponto de distância do líder (e basto proclamado treta-campeão) e com nove a separa-nos do terceiro lugar? quem é que, de nós e para lá do sempre optimista do Silva [hello! hello! 😀 ], no início da presente época desportiva, acreditava mesmo que esta Equipa seria capaz de lutar pela conquista de um campeonato que, para os me(r)dia em geral e para o jornalixo tuga em particular, só seria discutido entre as agremiações afectas à Segunda Circular? pois…

em suma e sobre este capítulo:
seria muito bom, muito positivo, que houvesse mais união entre os portistas em torno desta Equipa, que tanto merece, e obviamente do seu treinador (o qual tem muitos pecadilhos, com certeza que sim!, mas também e como já o referi, algumas virtudes) – união essa que não deve ser encarada como uma espécie de acrisia, antes pelo contrário. o que não desejo é que sejamos “mais papistas do que o próprio Papa”, pelo menos para o Exterior, oferecendo trunfos a quem nos deseja “todo o bem” deste mundo e do outro, e dando a imagem de uma reinante discórdia, entre uma massa que deveria estar mais sólida do que betão, para que os outros possam perpetuar a sua (dita) «gloriosa» hegemonia de três anos de basto #colinho…
mas, hey!, esta é tão-somente a minha opinião; tal não significa que (i) haja outras, com (muita) certeza que discordantes e que (ii) aquela seja a única verdadeiramente insofismável e inquestionável (que não é, nem sequer tem essa pretensão, antes pelo contrário!).
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ganhou tudo o que havia para se conquistar no Futebol praticado ao mais alto nível. e já viu de tudo e de tudo um pouco já vivenciou, na primeira pessoa, naquele mesmo mundo, muito restrito e basto restritivo ao comum mortal.
mesmo assim, resolveu dar um novo rumo (sobretudo) à sua vida pessoal e escolheu-nos em detrimento de todos os outros clubes e de todas as outras latitudes que (ainda) sonham com ele – como não se cansa de o referir nas mais variadas entrevistas que já concedeu, inclusive ao canal do nosso Clube do coração (aqui e aqui).

temos, no nosso seio, um galáctico e um jogador como poucos tiveram. assim de repente e salvaguardando as devidas distâncias, talvez só Preud’homme, na década de ’90, quando esteve por Carnide – e obviamente que tido como um «santo», mas com muito melhor Imprensa do que o ‘portero‘ natural de Móstoles (nos arrabaldes de Madrid).
temos, na nossa cidade, em plena ImBicta, um dos seus melhores embaixadores, o qual não se cansa de a promover, quase diariamente e de forma gratuita e muito altruísta, nas suas contas pessoais, nas mais diversas redes sociais.

portanto:
somos uns privilegiados por o podermos ver, inclusive ao vivo e a cores, a comemorar, como a imagem acima documenta, uma vitória sobre os calimeros depois de uma defesa soberba, daquelas que garantem campeonatos. e eu, ao invés de o questionar e/ou duvidar, já sinto é saudades do dia em que ele já não estará por cá…
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© google | Tomo III
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«é importante os nossos adversários começarem a dar um pouco mais de luta», afirmou, ufano, em Dezembro de 2013, um inchado burro do Carvalho.

«ganhar lá não é novidade para nós, mesmo sabendo que vamos ter algumas complicações», afirmou, soberbo, na véspera do encontro, um execrável (em tempos, tido como) «catedrático».

são só dois exemplos, para memória futura e que não esqueço, do asco que tenho em relação, não só às abéculas em causa, mas também à agremiação calimero-viscondessa – a qual e ao contrário do que muitos apregoam, em nada difere da lampiã, a não ser na cor que ostenta, assim mais para o verde-pijaminha (verde-musgo?).
foi também por essa razão que comemorei (e comemorarei) efusivamente as nossas vitórias sobre eles: a de Sábado, no futebol e a de ontem, no andebol.
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© google | Tomo III
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a imagem acima é só (mais) um exemplo do incómodo que entretanto começamos a causar junto do ‘establishment‘ que gravita em redor do comezinho futebolzinho da tugalândia – entenda-se: os me(r)dia e todo um jornalixo tugas.
o outro, que retenho na memória e que partilho contigo, é o de, por dois dias consecutivos, nos serviços noticiosos da estação (cada vez mais, menos) pública de televisão, a vitória da agremiação de Carnide sobre o actual último classificado do campeonato ter sido merecedora de honras de abertura (!!!). u-a-u! somos mesmo inconvenientes para o P(h)oder que grassa naquele mesmíssimo futebolzinho da tugalândia…
aliás, a sede de “vingança” pela nossa vitória ante os calimeros e o desejo em regressar ao poleiro era tanta que, antes de jogarem e depois do nosso triunfo estar consumado, ainda permaneciam no lugar cimeiro de uma classificação gloriosamente desvirtuada e como se confirma aqui
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© google | Tomo III
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num Passado recente, fui lesto a criticar tudo o que envolvia o (então) “torto” Canal, da sua programação à evidente e então (muito) visível degradação dos seus cenários e mobiliário. actualmente e apesar de ainda não ser um mundo perfeito, longe disso!, tenho que ser ainda mais rápido do que o Hulk a ultrapassar o badocha do rochemback (vídeo aqui), em 2008, (resumo da partida em causa aqui), e parabenizar a novel estrutura do FC Porto com o pelouro da Comunicação do Clube.

está portanto de parabéns! essa estrutura pela evidente aposta em mais FC Porto na programação – com o programa “Universo Porto – da bancada” à cabeça, pela assertividade que patenteia – e, também, no novo cenário que indubitavelmente o embeleza e que a imagem acima tão bem documenta.
com aquele fundo, indelevelmente jogamos sempre em casa!
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© google | Tomo III
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e por “falar” em jogar em casa, não poderia manifestar publicamente o meu regozijo pela divulgação daquela notícia oficial que deu conta de que o Estádio do Dragão, o nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, desde 01 de Fevereiro de 2017 que se encontra «pago na totalidade».
indiscutivelmente somos mesmo diferentes, e para melhor. e trata-se de uma operação que irá enriquecer (literalmente) e de que forma!, o património do Clube. e adorei o facto dessa mesmíssima operação ter sido processada no segredo dos deuses e sem alaridos bacocos.

podemos não ser o mais-maior-grande da tugalândia, mas e de forma indelével, “contra tudo, contra todos e contra os tolos”, somos comprovadamente o melhor Clube português. actos como este só reforçam esta minha forte convicção.
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disse!
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tónico suplementar [editado]

© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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caríssim@,

em primeiro lugar: bom dia/boa tarde/boa noite! (dependendo do hemisfério e do fuso horário onde te encontras).
em segundo lugar: o FC Porto, à distância de um singelo pontinho «do lugar onde queremos estar»*.
[* bem sei que estamos classificados naquele que é tido como o primeiro lugar dos últimos; mas, há sensivelmente quinze dias, não dependíamos exclusivamente de nós para almejarmos o topo da tabela classificativa.]

apesar das nuvens e do cinzento deste dia, o Sol brilha por cima daquelas, radioso. há esperança, car@go!
por outro lado, “cautelas e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém”. ou seja: ainda há muito campeonato pela frente, ainda há muitos pontos em disputa, ainda nada foi ganho.
mas, confesso, o resultado de ontem – a vitória do Vitória FC ante o 5lb, num jogo que considerei improvável destes serem lavados de vencida por aqueles, tal a afinidade do seu presidente com o Orelhas – é, para mim e no meu entendimento, o tónico necessário – aquele ‘plus‘ – para superarmos o desafio do próximo Sábado. era algo que aguardava já há algum tempo. e, como já o referi, agora depende só de nós, do nosso trabalho, da nossa tenacidade, da nossa entrega, da nossa raça, do nosso esforço, do nosso brio, do nosso orgulho enquanto Portistas.
e acho que a Equipa também o saberá, pelo que, a partir deste momento, veremos a fibra de que é feita e, mais importante, se tem a estaleca necessária para voos mais altos – curiosamente voos que não lhe destinaram no início da presente temporada desportiva, sobretudo e mormente pelos mesmos que, agora, se encontram nos hiper a comprar fraldas anatómicas, tal é o fedor que se (pres)sente dos receios que emanam, e que, veja-se a ironia!, naquela altura, até aventaram que o FC Porto teria como máximo de ambição a disputa pelo terceiro lugar com os gverreiros lampiões do Minho (e, por inerência, a vaga de acesso ao ‘play-off‘ de acesso à fase de grupos da Champions), tal era a “gloriosa” convicção que os dois primeiros lugares estariam destinados («reserBados»?) às agremiações afectas à Segunda Circular… nem chegávamos (sequer!) a contar para o totobola, quanto mais para os lugares cimeiros…
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© google | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)

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por último e tendo em consideração o que se explana nas duas imagens que “embelezam” estas linhas (#notmadeinporta18):

é fodid… [ahaam] é tramado com um F bem maiúsculo sofrer uma falta para grande penalidade e o apitador tuga de serviço não a assinalar, não é? é mesmo fodid… [humm] chato com esse F bem maiúsculo… pois é… nós já vamos a experimentar essa sensação há (pelo menos) vinte grandes penalidades a esta data… portanto e para os garnisés que por aqui passam e amiúde deixam os seus “gloriosos” bitaites, os quais invariavelmente têm como destino o arquivo geral, a minha resposta para vocês é só uma (e cito-vos de cor):
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«jogainde mazé à bola, pá! [sic] chorões do car@lho!
pensava que os calimeros só vestiam de verde, afinal…»
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ah! e pensava que este tipo de recepção era apanágio só de um clube mais a Norte do Rio Mondego; afinal, não é um exclusivo nosso, e até parece que os “meninos de coro” até a tiro tiveram que ser dispersados…

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post scriptum pertinente:
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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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« reconhecemos oficialmente a Taça Intercontinental como um torneio intercontinental e não mundial, uma vez que era disputada entre representantes de apenas dois continentes.
desta forma, os dois troféus conquistados, em 1987 e 2004, são reconhecidos pela FIFA, mas não como títulos mundiais
»
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portanto, para que não restem dúvidas e ao contrário das taças lat(r)inas, a FIFA reconhece oficialmente as Taças Intercontinentais que o FC Porto disputou e conquistou, por duas vezes, e que outros (ditos “gloriosos”) só as disputaram (e delas saíram goleados).
aliás, os Portistas, qualquer um de nós, sempre se referiram àqueles troféus como Taça Intercontinental e nunca como Mundial de Clubes – e apesar dos esforços que alguns me(r)dia tugas e todo o jornalixo da tugalândia fizeram (e ainda fazem…), só para posteriormente poderem ter o (“glorioso”?) prazer de escarrapachar nojos “jornalísticos” como este aqui.

[esta é uma resposta com destinatário definido e que veio para cá arvorar-se em mais-maior-grande, mas só se for da rua dele.]

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disse!
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chupa-chups! [editado]

futuro© google
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caríssim@,

um misto de emoções invade-me desde há mais de (quase) três horas, pelo que prevejo que só Amanhã (talvez) é que farei a minha análise à partida desta noite. 

posto isto, antes de tudo, primeiro do que tudo, e com o pouco de racional que consigo manter num estado de espírito em permanente ebulição, quero desejar esta vitória aos indefectíveis portistas – àqueles que não vacilam, aos de todas as horas e que marcam presença em todos os momentos (sobretudo nos negativos, “quando tudo arde à sua volta”), que não se dão como derrotados antes do tempo, que se recusam a enveredar por um negativismo crónico.
a estrondosa vitória desta noite é sobretudo para eles. e para aquele meio milhar de adeptos que, no mítico ‘stadio olímpico di Roma’ emudeceram perto de quarenta mil ‘tiffosi giallorossi’ e fizeram com que os nossos heróis se sentissem em casa, desde o primeiro minuto de uma partida épica. e obviamente para Nuno Espírito Santo e para o grupo de trabalho que lidera – os verdadeiros artífices de uma proeza [obrigado pela pertinente correcção, “mestre”] que, mais do que «do futebol português» (e como é prazenteiramente costume afirmar-se nestas ocasiões), é antes inteiramente pintada em tons azuis-e-brancos – pois que se trata de uma efeméride do portismo, e do Futebol Clube do Porto, e das suas gentes, e de mais ninguém (sim!, sou egoísta a este ponto, porquê? há azar?).
e quem diria que esse mesmo grupo, tão contestado nos últimos dias (semanas) onde se duvidou de tudo e de todos se questionou, conseguiria o “tal” milagre a que aludi na semana passada?… fica aqui o registo de que só se é derrotado quando se desiste de lutar; e como dos fracos não reza a História…

por último, concede-me este (breve) desabafo que está aqui, “entaladinho”:
certamente que a vitória desta noite não é dirigida aos Sousa Tavares desta vida – os tais que, ainda antes do início do encontro desta noite, e inebriados no negrume do seu derrotismo, já se davam por vencidos (© dragão até à morte), outra vez, (in)tentando arrastar os outros, os indefectíveis, para o seu abismo sem fim.
confesso que não consegui ler mais do que o ponto nr. 1 daquela que, para mim, foi a última NORTADA que me permiti ler. para mim, chega! não estou mais para ler alguém que se diz “portista” e que se comporta pior do que o pior do ‘chouriço’ – o mesmo que nos desejou uma cabazada (vídeo “para a posteridade” aqui) e que, neste momento, volta a ter que ir dormir para a garagem lá do barraco onde habita, tal é o tamanho do melão (e como amanhã é dia de labuta, e ele levanta-se cedo, e demora a desinchar…). mas, ao menos este último não disfarça o seu “desportivismo”, travestido de um asco e de um anti-portismo básico e primário (por que doentiamente crónico), ao contrário do ‘enfant terríBel’, que é um lobo da pior espécie em pele de cordeiro.

assim sendo, para os tristes dos Sousa Tavares desta vida, e para todos os outros comentadores do jornalixo e dos me(r)dia tugas que ainda fazem contas aos minutos que a nossa equipa do coração jogou em superioridade numérica (e que não passam desse facto para justificar a nossa vitória desta noite, ao mesmo tempo que demonstram toda a sua “gloriosa” azia) e que em relação aos seus comentários, a dez minutos do fim da partida, fizeram com que pensasse, de mim para alguns de vós, que já assisti a discursos fúnebres mais alegres e dinâmicos do que, por exemplo, aos do duo de abéculas plantadas no estúdio da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, olhem:

chupa-chups®! CHUPA: chups!

 

disse!

pedalagem nicada…

futuro© google | Tomo III
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caríssima(o),

dizem que é o desporto de Verão, desde sempre (bem mais do que o futebol de praia). dizem que a nossa prova rainha deveria competir, de igual para igual, com as das congéneres italiana, espanhola e francesa (exactamente por esta ordem de importância). dizem que arrebata multidões, por esse país fora, tal e qual como um qualquer (vulgar?) festival da época em apreço.
para mim, confesso que o ciclismo é bastante estimulante para “preparar” condignamente uma boa sesta – com um ligeiro, quase (muito) suave ruído de fundo (vulgo comentários) e uma luz, estilo penumbra (somente raiada pelas frinchas ténues das persianas), a conferirem o ambiente perfeito para o tão desejado cochilo. ai que saudades!, agora que o escrevo… 😀
mesmo assim e pese embora o meu (quase total) desinteresse pela modalidade em causa, não poderia deixar de parabenizar a nossa equipa W52-FC Porto-Porto Canal pela brilhante conquista da 78ª edição da Volta a Portugal em bicicleta. e, claro está, Rui Vinhas, pelo (muito suado) triunfo final, que lhe garantiu uma amarelinha que lhe fica muito catita – 34 anos depois de Marco Chagas o ter conseguido (em 1982) e 32 anos depois da suspensão da modalidade.
e, como refere a página oficial do Clube, «este foi o 13º triunfo de um ciclista azul-e-branco na geral individual (à frente de spórtém e 5lb, com 09) e também o 13º em termos colectivos (logo atrás vem o spórtém, com 12)».

já agora e por “falar” em Marco Chagas, uma palavra de apreço para a coragem que demonstrou, em directo, ao criticar o facto de a estação oficial de transmissão da prova, em nova desfaçatez e em mais uma demonstração de que, quando a cor dominante não é outra, dita mais «gloriosa», o serviço público (ou o pouco que ainda vai prestando) é mandado às malvas, por ter optado pela programação pimbalhesca que a vem caracterizando ao invés da festa dos legítimos vencedores da prova.
fui alertado para tal, podendo-o confirmar ‘a posteriori‘ e com recurso às gravações da box: a transmissão da Volta a Portugal, na estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, foi abruptamente interrompida no seu principal canal, sendo que as imagens dos festejos e da vitória final tiveram lugar no seu canal de informação o qual se acede somente via cabo. (in)felizmente não fui o único a calar esta revolta, em novo capital atropelo dos interesses dos adeptos do FC Porto mas, sobretudo e principalmente, da glória que os ciclistas da W52-FC Porto-Porto Canal deveriam merecer – tal e qual como outros, em tempos, também tiveram esse direito
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sugestão musical:

taxi, “tv-wc (também aqui).
(e porque esta malha aqui era demasiado óbvia)

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disse!
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do dia em que Portugal apagou a ‘ville lumière’…

© google | Tomo III
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caríssima(o),

múltiplos factores, diversos entre si e bastante diversificados no geral, têm impedido este nosso contacto regular. mesmo tendo-o previsto e avisado-te atempadamente desta inevitável “fatalidade”, mais uma vez, penitencio-me por tal, apelando às tuas boa-vontade, bondade e benevolência. e, claro está, agradecendo, sempre!, essa tua regularidade nas visitas (quase) diárias, e mesmo quando o que encontras já é Passado. 😉

desde o nosso último contacto muito se passou, sobretudo com a “equipa que (decididamente não) é de tod@s nós”: consta que se sagrou campeã europeia de futebol, em séniores. e é sobre este feito inédito que desejo tecer alguns considerandos, se me permites.

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i) #euqueromaisequeaseleccaosafuod
@.

desde que começou o Euro2016, ou até um pouco antes (já nem sei bem ao certo)… vou reformular: desde que o sOcolari resolveu “brincar” (mas de uma forma muito séria) com a dignidade, o brio, o profissionalismo e a idoneidade dos profissionais do FC Porto, estávamos em 2004, que deixei de ligar, com muito afinco, ao quotidiano que envolve aquela que, para mim, é uma equipa na qual jogam múltiplos interesses, em diferentes “tabuleiros” e onde o nosso clube do coração sempre foi menosprezado, desprezado e mal-tratado, desde o início. neste Europeu, os exemplos paradigmáticos e convém recordá-los para memória futura, foram André² e Danilo Pereira: o primeiro ajudou a equipa das quinas, ainda na fase de apuramento e até ter-se “esbardalhado” em dois jogos amigáveis e onde foi o único seleccionável a participar em «ambos os dois» (!!); Danilo Pereira viu sempre um wc, com cláusula de rescisão de 45M€, passar-lhe à frente nas preferências do seleccionador, mesmo quando foi visível que aquele tem melhor posicionamento, jogo aéreo e saída de bola do que este último. ah!, e que, ao invés deste, não quadra o adversário com os olhinhos e/ou espera que um colega de sector faça o trabalho que lhe compete, antes pelo contrário…
aqui chegados, é para mim perfeitamente plausível que a selecção “não me aqueça, nem me arrefeça”: tal não significa que não veja os jogos e/ou que lhe deseje qualquer mal; mas e ao invés do que acontece com o nosso clube do coração, não perco noites de sono com as derrotas, nem vou para a Baixa celebrar as vitórias – pois que foi assim com o #Euro2004, com um inqualificável amargo de boca, e agora com este #Euro2016, de muito boa memória para tod@s nós.
e, assim sendo, acho que está explicado o porquê do sub-título ali em cima e da ‘hashtag‘ que utilizei nalgumas publicações nas redes sociais em que o Tomo III está presente.

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ii) #aminhaseleccaotrajadeazulebranco.

mesmo assim, é óbvio que fiquei muito feliz pela conquista deste Europeu, sobretudo pelos nossos Emigrantes, dispersos “nesse enorme país que é o Estrangeiro”®, mormente por todos aqueles que residem em França. acredito seriamente que a manhã de 11 de Julho terá sido o pináculo da Portugalidade por terras gaulesas, em que o que pôde e/ou certamente que terá sido confundido com altivez, por parte de muitos ‘baguettes‘, mais não foi do que o eclodir daquela que, até então, se assumia como uma silenciosa revolução por parte da gente tuga – aquela que diariamente tem que suportar, intrépida, o chauvinismo, a ignomínia, a infâmia e algum xenofobismo à mistura, por parte dos gálicos. como alguém o referiu – já não sei quem, mas foi no faceboKas – para estes últimos o meu desejo é só um e depois do enorme melão que ainda têm (e terão) que suportar: comam croissants que isso passa!
e é por isso que subscrevo as palavras de Miguel Sousa Tavares, na sua mais recente NORTADA, sob o título “os emigrantes” (aqui e aqui em jpeg, aqui em pdf), publicada na edição de ontem, Terça-feira, do pravda da Travessa da Queimada.

só que, depois, há o outro lado, o daquele reverso da medalha que torna toda a minha alegria quase que efémera: o do jornalixo e o da imediata mediatização da generalidade dos me(r)dia tugas, sempre prontos a salientar tudo o que gravite em torno da centralizada capital de um “Império” que, por isso e apesar disso, não deixa de ser serôdio e a tresandar a bafio e a mofo.
e, então, como que acordado de um sonho que entretanto virou pesadelo, sobretudo por quem tanto quer “dourar” o que não corresponde à Realidade, não posso deixar de concordar com o que é expresso e/ou denunciado aquiaqui, aqui e aqui, solidarizando-me mormente nas suas indignação e raiva. e, como que instintivamente, busco a minha zona de conforto predilecta, a qual traja de azul-e-branco.

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iii) #orgulho.

mais do que a suprema humilhação de terem antecipado uma derrota lusitana, não concebendo qualquer outro resultado que não fosse uma vitória tricolor e como se demonstra aqui e aqui, o que me deixa muito, mas mesmo muito orgulhoso, é a expressão de enorme felicidade de um homem que já representou a nossa cor e que nunca deixará de ser um de nós, como se encontra patente neste vídeo aqui, depois de ter visto o que a imagem abaixo documenta para a posteridade (e com mais resolução aqui e aqui, e vídeo da jogada aqui):
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© google | Tomo III
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e, sim!, Éder, eu vou comer croissants até já não poder andar mais, antes rebolar… 😀

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disse!
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voltinha ao bilhar grande…

© google | Tomo III
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« O FC Porto já não ganha nada há três anos; a única coisa que ganhou, este ano, foi no bilhar. »

luís figo, a 01 de Junho de 2016. deduz-se que sóbrio.
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caríssima(o),

as declarações acima (vídeo aqui) são da autoria do próprio, o qual, segundo o Silva, não passa de (e cito) «um conas», num silogismo que envolve (muita) fruta e vindo directamente de um gajo que afirma que, daquela, é mais dado a bananas e papaias… adiante. não me irei debruçar sobre elas, apesar de terem servido de mote à presente “post@” (título incluído) e de, assim num repente, ter pensado “nisto” aqui e aqui
mais informo que o que a seguir se expõe não pretende mascarar, seja de que forma for, o descalabro desportivo que ocorreu, na época finda, no escalão máximo da modalidade que dá nome ao nosso clube do coração e de Sempre, antes corroborar a resposta pronta que o «pesetero» em causa mereceu por parte de quem assina a e-letter do Clube.
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© fc porto
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mesmo desconsiderados por todos os me(r)dia tugas, na sua quase total generalidade, aquela que (por eles, claro!) não é tida como a melhor escola de formação deste “rectângulo à beira-mar (im)plantado”® e que não abre telejornais com os títulos desportivos que conquista, sagrou-se bicampeã de futebol em Juniores A (actual escalão sub-19).
trata-se de um feito desportivo que, para o Clube, já não era conseguido desde 1993/1994, e logo num ano em que a equipa B se sagrou campeã da Segunda Liga – num título oficial que custa a engolir a muito “boa gente”, mas que é para ser tido em conta precisamente por isso mesmo: é tão-somente um título de uma competição oficial, organizada por uma entidade legalmente… oficial e instituída por quem de Direito, e não de uma qualquer taça lat(r)ina.
ou seja: ninguém nos liga, não somos chamadas de capa de pasquins, nem temos os habituais invertebrados do costume a fazer pressão pelos nossos. ainda bem que assim é, porque será sempre sinal de que fomos vitoriosos. e de que estamos a ser incómodos. e isso s(er)ão sempre sinais positivos, apesar do incómodo da discriminação por parte dos useiros e vezeiros sabujos do costume.
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© fc porto
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no início da tarde de ontem, necessitei de me deslocar ao centro da ImBicta. foi um filme, onde sobressaíam as filas intermináveis para lá se entrar (e algumas bichas pelo caminho). só (bem) mais tarde é que me apercebi do porquê daquelas (das primeiras, bem entendido!): a W52-FC Porto-Porto Canal acabara de vencer o “Grande Prémio JN”, em ciclismo, com Rinaldo Nocentino a vencer a etapa que acabou em plena Av. dos Aliados e Rafael Reis a sagrar-se o vencedor da 26ª edição daquela prova (a mesma onde o spórtem/tavira se quedou pelo terceiro lugar. espera-se novo comunicado do burro do Carvalho a qualquer momento).
tudo sobre rodas, portanto. e com mais uma «gloriosa» ausência de destaque nos mesmíssimos me(r)dia tugas.
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© fc porto
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onde também não se meteu água foi na natação. este final-de-semana, Diana Durães bateu o recorde nacional absoluto nos 200 metros livres, cumprindo a distância em 2’02”,40 minutos, no “32º Meeting Internacional do Porto”, que decorreu na nova (por que remodelada) Piscina de Campanhã.
não se trata de um título ‘per si’, mas de um feito desportivo que muito nos deve embevecer.
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© ojogo
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curiosamente, neste final-de-semana, o nosso único “sorriso amarelo” aconteceu… no bilhar. tal como a foto acima documenta, na final da Taça da Europa de clubes de bilhar às três tabelas (vulgo carambola), pela quarta vez que ficámos pelo primeiro lugar dos últimos.
deste amargo de boca, retive as seguintes palavras de Daniel Sanchez, via “FC Porto para sempre“:
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« o FC Porto, um dia, vai ganhar [esta prova]! esta é a melhor equipa em que já joguei. com o João Ferreira e o Rui Costa, dentro de dois anos, o FC Porto vai ter uma grande equipa! e o João vai ser um jogador de nível mundial! »
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ah!, quase que me esquecia… convém referir que se tratou de uma competição efectiva e comprovadamente com clubes europeus, mas da Europa mesmo!, e não “daquela Europa“, segundo jorge jeBus
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© google
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contra tudo, contra todos e contra os tolos da federação da modalidade em causa, ainda não foi desta que uma agremiação afecta à Segunda Circular venceu o campeonato nacional de séniores, em andebol, já lá vão nove anos.
desta vez, consta que «a equipa de andebol do 5lb sofreu um ABC» [® Sérgio Mayor de Andrade], para «glorioso» desgosto de quem tudo, mas mesmo tudo!, (in)tentou para que fosse outro o desfecho final. bem feito, pá! ficaram com um amargo de boca e ganharam um “andar diferente” para os próximos tempos…
neste entretanto e apesar da festança final dos comandados de Carlos Resende (vídeo aqui), parece que, mais uma vez e só esta época (!!), os reincidentes ilegais da agremiação de Carnide provocaram desacatos (vídeo aqui), com um elemento da equipa do 5lb a ter que intervir para que males maiores não acontecessem a uma criança indefesa (vídeo aqui). cenas lamentáveis, mas que mais não são do que a sua imagem de marca mais actual.

no fundo, bem lá no fundo e regressando ao campeonato em causa, a imagem que se segue será sempre aquela que dele guardarei, pela forma “suja” como nos foi sonegada a possibilidade de disputar a final de um injusto ‘play-off‘:
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lance_roubo© porto canal | Tomo III
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por último e na minha opinião, “a” imagem de (mais) uma lenda que nos deixa, para poder (enfim!) brilhar no firmamento:
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© sport bible
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disse!
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‘in your face!’ (afundanço)

fcp© fc porto
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caríssima(o),

não sei se já sabes, mas, quatro anos depois da tormenta,  com uma descida à divisão CN2 pelo meio, permanência de dois anos na ‘proliga’ e subida ao principal escalão naquele segundo ano,

somos campeões de basquetebol sénior!

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do feito em si e da grandiosidade que encerra, já muito foi dito por esse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera, pelo que sou mais um a expressar, desta forma, o enorme contentamento, que extravasa o meu espírito, pelo bom porto que assomou este projecto, e que tantas dúvidas (e inquietações) suscitou aquando da suspensão da modalidade.
é que e para lá daquela pertinente questão temporal, convém sempre realçar que o orçamento do 5lb é (pelo menos) três vezes superior ao do nosso FC Porto. e que, até Sábado, era o tretacampeão em título, numa modalidade em que se sentia “dono e senhor” (incontestável e incontestado)…

assim, em complemento ao que entretanto já foi escrito aqui, aqui e aqui,  e depois de (re)vistas as imagens da enorme festa que se seguiu àquela brilhante conquista, quero salientar o grande privilégio que é, para mim, ser Amigo de alguns dos elementos desse indefectível grupo de adeptos portistas que acompanha (também) todas as equipas de todas modalidades em que o Clube se encontra envolvido. para todos eles, o meu mais sentido elogio e a expressão pública do meu sentimento de uma grande gratidão.
se é certo que a Equipa foi gigante e Moncho López extraordinário, não será menos correcto afirmar que o público do dragão e sobretudo aquele grupo, foi admiravelmente colossal. muito desta conquista também passa por eles, como os jogadores (justamente) reconheceram no final
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tinsley02© porto canal | tomo III
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entretanto, para mim, esta é a imagem deste ‘play-off‘: um jogador, de altura mediana para a modalidade em causa, e que se torna gigante entre os demais, à semelhança de toda uma equipa e conforme já foi referido no início destas linhas (#notmadeinporta18forsure).
e obviamente que não me refiro ao lance em si, com uma espectacularidade em tudo idêntica à de uma partida da NBA, mas também – e cujo vídeo pode ser revisto aqui e as imagens (em formato GIF) aqui e aqui.
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nocu© google
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por último e sem pretender que seja o ponto fulcral e/ou fundamental e/ou determinante e/ou capital e/ou mais importante desta conquista, é, para mim, impossível não dedicar cinco (breves) palavrinhas à abécula que, há quatro anos atrás, protagonizou cenas que tiveram tanto de lamentável como de tristeza, à semelhança da personalidade do indivíduo em questão:

que vá comer NuKu!
(como as galinhas, as bolachas e como tanto gosta, segundo consta)

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e, depois de tudo o que protagonizou naquele jogo, ter a distinta latosa de afirmar «o 5lb sabe respeitar os outros nas derrotas», não é de uma desfaçatez tamanha, antes de uma verdadeira filha-da-putice. é que, tenho para mim, porque assim fui ensinado, quem não sabe vencer, jamais saberá perder!

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disse!
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‘newsflash’ | notícia de última hora

basquetebol© google
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caríssima(o);

num rigoroso exclusivo para este espaço de discussão pública (é assim que costumam ser anunciadas “notícias bombásticas“, não é? é que eu só vejo o Porto Canal…), eis uma notícia de última hora, a qual, à data e hora destas linhas, confirma-se plenamente:

o Futebol Clube do Porto tem treinador para a sua equipa principal!
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u-a-u! u-a-u! u-a-u! t-o-p! t-o-p! t-o-pé, não é? ah pois é, bebé! ah pois é! e quem é que conseguiu essa informação? euzinho, aqui!
mas, há mais, há muito mais: ao que consta, o seu nome é José Vítor dos Santos Peseiro, mais conhecido, no mundo da bola, por “pé frio”, vá-se lá saber porquê…
aliás, para sermos rigorosos: o FC Porto, à data e hora destas linhas (#notmadeinporta18forsure), até se dá a esse extravagante “luxo” de estar a pagar a dois treinadores e a duas equipas técnicas (!!), para comandar uma espécie de plantel, numa época desportiva de muito má memória – sendo que a outra equipa é aquela «do basco» Julen Lopetegui.
hã! hã! quem é o maior, quem é? quem. é. o. maior?
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brincadeiras à parte, acho incrível como há portistas que se indignam por, nesta altura, «a Estrutura» ainda não ter anunciado o (hipotético?) nome do (hipotético?) novo treinador do Clube, porventura fazendo com que tenhamos esse recorde absoluto de, numa mesma época desportiva, estarmos a pagar a três treinadores e a três equipas técnicas (!!!)…
desconheço se, quem se insurge por tal – e com “argumentos” em tudo muito idênticos a este: «até o Paços de Ferreira já anunciou o novo treinador. já nós… caminhamos para o Abismo e a passos largos!» (li muitos “argumentos” como este, em diversas páginas afectas ao Clube, no faceboKas) – também trabalha. mas trabalhar não de forma virtual, i.e., com os dedos, teclando efusivamente à frente de um monitor para fóruns, blogues e afins, antes para um Patrão e/ou Chefe físico e cujos perdigotos que expele são bastante reais, sobretudo naquelas alturas em que ferve em água nenhuma, e que portanto não se solidariza (mas mesmo nada!) com dores emocionais, mormente daquelas que resultam de péssimas épocas futebolísticas…
quero acreditar que sim, que aqueles “críticos” trabalham. assim sendo, proponho o seguinte exercício especulativo, mas que considero bastante elucidativo da actual realidade, na $AD/Clube:

façamos de conta que estamos contentes no nosso posto de trabalho, por exemplo, enquanto fiéis de um armazém, de uma grande empresa. somos competentes o suficiente ao ponto de, um dia, o nosso Chefe nos chamar ao Gabinete dele, no segundo andar – o da Direcção (!) e onde nunca temos acesso! -, para nos propor o seguinte:
– Zé, nos três anos que trabalhas para nós, tens sido exemplar e demonstras muitas capacidades, inclusive de liderança. e é por isso que te vamos propor uma promoção, e não queremos ouvir um “não” como resposta. vais substituir o Júlio, enquanto Chefe de Armazém. vais ganhar mais, mas também terás mais responsabilidades. a primeira é reformulares o Armazém, de forma a este ser mais eficaz nas entradas e saídas de mercadoria. tudo tem que ser ainda mais perfeito do que já é, mas que, mesmo assim, apresenta falhas. identifica-as, propõe alternativas e, sendo aceites, corrige-as. tens seis meses para esta tarefa. depois desse prazo, falaremos.

o Zé (ou seja, nós), lá foi à sua vida, todo feliz e contente. depois de ter dado (um)a boa nova à “patroa”, motivado e galvanizado, elaborou um projecto que, na sua mente e em teoria, não teria como falhar. apresentou a proposta à Direcção, que a aprovou, por maioria, confiando na palavra dada pelo Zé de que «não iria deixar ficar mal» a empresa para a qual trabalha, e que confiou nas suas capacidades. para tal, ia também necessitar da ajuda dos seus, até então, companheiros de trabalho, em quem reconhecia competência e potencialidades. «é preciso trabalhar bem, confiarmos uns nos outros e que eles acreditem na competência que têm. eles sabem da exigência e do stress de uma empresa desta dimensão, mas estão aqui porque são bons», afirmou convictamente.

acontece, porém que a Vida é tramada com um F bem maiúsculo e aqueles em quem reconhecia Vontade e Qualidade, foram os primeiros a claudicar.
mais: as suas teorias nunca tiveram a devida (por que necessária) correspondência prática, pelo que a tarefa que a Direcção lhe incumbiu ruiu pela base. ao final de seis longos meses, o Armazém encontrava-se (bem) pior do que quando o Júlio partiu. e o Zé estava com uma imagem bastante negativa, aos olhos de todos quantos consigo lidaram, dos seus companheiros à Direcção, passando pela funcionária da limpeza.

“e agora, Zé?”, é a pergunta que se segue, não é? pois é…
não nos esqueçamos de que, neste exercício, fomos contratados para desempenharmos a função de fiel de armazém e que posteriormente fomos alvo de uma promoção.
sendo assim, o que acham que deveria acontecer ao Zé (ou seja, a nós)? (i) permanecer na empresa, respeitando um contrato de trabalho válido e legal, mas sabendo de ante-mão que os colegas (e a Direcção) já não nos podem ver pela frente? (ii) aceitar a nota de culpa, que nos despede por justa causa, por termos falhado numa função para a qual não estávamos talhados, e sairmos com “uma mão à frente e outra atrás” (e regressarmos à anterior vidinha)? (iii) apresentarmos a nossa carta de despedimento, e sairmos como na situação anterior (com “uma mão à frente e outra atrás”, sem perspectivas de, tão cedo, encontrarmos novo local de trabalho)? (iv) permanecermos irredutíveis na nossa nova missão, batendo o pé a tudo e a todos, sobretudo aos que diariamente teimam em nos apontar as falhas, só as falhas e nada mais do que as falhas? (v) propormos, à Direcção, o regresso às funções de fiel de armazém, com a consequente perda de regalias e de corte no vencimento (o que significa ter que “devolver” o Mercedes XLS acabadinho de comprar e que tanta inveja tem causado lá no bairro)?…
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caríssima(o),
repito-me: “isto” não é a porr@ da PlayStation®, onde se pode sempre voltar atrás quando as coisas não correm de feição; antes é a dura e crua da Realidade, a qual é pior do que uma p*t@, insensível a qualquer virgem que lhe apreça pela frente (ou por detrás). e é com este tipo de situações que a $Ad portista tem que lidar actualmente. e todos os dias.
assim, para mim, mais do que anunciar um novo treinador, a $AD tem outros dois por resolver e, na minha perspectiva, bem mais importantes. sim, dois! não um, mas dois: são eles os “problemas” Julen Lopetegui e (provavelmente) José Peseiro.
assim sendo, tenham lá calma, sosseguem a passarinha e mais do que teorizações inócuas sobre quem será o (hipotético?) novo treinador, aguardem antes pelas notícias oficiais que nos informem de que aqueles dois nomes, referidos no parágrafo anterior, chegaram a acordo com os representantes do Clube. tal significará, no imediato, que está desbloqueada a (hipotética?) apresentação do (hipotético?) novo treinador. ou acham que gostariam de ver chegar um palhaço qualquer, ao vosso lado, acompanhado pelo vosso Patrão, em que este vos diz secamente: “Zé, este é o ‘coiso‘ e vai ocupar o teu posto de trabalho e desempenhar a tua função, com efeitos imediatos. tu és o elo mais fraco, adeus“. não gostariam, pois não? acho eu que nem José Peseiro, e por muito má que tenha sido a sua prestação, entre nós…

ah! e façam-me um grande favor: não emprenhem pelos olhos e/ou pelos ouvidos, com capas sensacionalistas como esta aqui que, quando se vai a ver e sobretudo ler o seu interior (aqui), verifica-se que se tratam tão-somente de “notícias” pífias, sem qualquer base de sustentação, a não ser rumores, e com a agravante de estes terem sido primeiramente difundidos por outrém… em suma: muito mau jornalismo.
já agora, e para quem tiver esse interesse mórbido, aqui tens acesso à edição impressa do pravda “de ónte”, e aqui à edição impressa “d’oje”, Sexta-feira, onde os rumores continuam e até tiveram direito a destaque (sob a forma de tema do dia) na dita – a qual também inclui o mais recente artigo de opinião de Pedro Marques Lopes, na sua rubrica habitual BRASÃO ABENÇOADO, sob o título “Presente, Futuro e a nova época (parte I)” (aqui).
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por último, não posso deixar de recomendar a leitura do escrito mais recente de jorge coroado (aqui), publicado na edição do pasquim editado pelo ‘quim oliveirinha, sob o título “a execução das grandes penalidades“, e no qual aborda “a tal” questão do «bom senso» que o árbitro deve ter, aquando da sua marcação, e sobre a qual me indignei aqui.
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post scriptum pertinente:
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basquetebol© google
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faz hoje vinte e nove anos, num mês de Maio que, para nós, portistas indefectíveis e dos quatro costados, é muito maduro.
não mais se esquece(m)! 😉

(e esta recordação nada tem de saudosista, nem pretende viver do e no Passado, seja ele recente ou não. o que se pretende é que esta conquista, a nossa primeira a nível internacional, inspire os demais, i.e., e a saber: os novos jogadores que por aí virão envergar o nosso manto sagrado e ostentar o nosso brasão abençoado ao peito, e sobretudo e bem mais importante, as novas gerações de portistas indefectíveis. é bom que se conheça o nosso Passado, para almejarmos a um Futuro (bem) melhor!)

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disse!
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(breve) resumo da semana…

20160508_182254© Tomo III
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caríssima(o),

a “posta de pescada”® que se segue vai fazer jus à imagem de marca deste local da bluegosfera; portanto, estaremos na presença de (mais) um texto um tanto ao quanto para o extenso, vulgo testamento, o qual, salvo melhor opinião (mesmo a do Silva!), poderá (deverá?) ser “consumido” em breves doses, diárias ou não, ao longo dos próximos dias (e, se possível, bem reg(r)adas). está feito o aviso e dado o conselho 😉

antes de tudo, deixa-me agradecer a tua paciência pelo tempo em que estive ausente, reafirmando o meu gosto em poder regressar ao teu conBíBio. já agora e a propósito de salutares conBíBios, convém recordar que estão abertas as inscrições para o “V Encontros da Bluegosfera“, actualmente sob nova designação, mas com o mesmo espírito de sempre. o evento (público e gratuito) terá lugar a 11 de Junho de 2016, no auditório da Escola Secundária de Rio Tinto (localização aqui). aquelas podem ser feitas preenchendo este formulário aqui. eu já o fiz! e tu, atreves-te? 😉

depois, porque é da mais elementar justiça e no seguimento de um estado de espírito comum a tantos outros bloggers, quero parabenizar todo o plantel (muito azul-e-branco) da nossa equipa B, respectiva equipa técnica e ‘staff‘, e corpo dirigente, pela conquista de um título, que teve tanto de merecido como de inédito, inclusive a nível europeu.
como a foto acima documenta e a convite de um de vós, marquei presença em Pedroso, não só para assistir ao Clássico, mas principalmente para, ao vivo e a cores, bater as merecidas palmas àqueles artífices. foi a minha primeira vez naquele estádio, em quatro anos de vida da nossa equipa B, qual adepto do “fc festas”, portanto 😉
e começo a minha crónica por aqui: é preciso Amar mesmo muito o Clube, no seu Todo, para se acompanhar a equipa B nos jogos em casa. é que o Estádio de Pedroso fica (mesmo!) no cu de Judas, mas um pouco ainda mais à frente de onde aquele perdeu as suas botas… de repente, como que a Civilização desaparece, o GPS perde-se connosco, “a maria” cala-se quando deveria cantar (se calhar, em solidariedade para com a $AD portista, quem sabe?…), e eis que entramos no Portugal “puro”, “duro”, “cru”, onde as ruas são mais estreitas do que o espaço para as notas que preenche o vazio na minha carteira: um Portugal que não se compadece com informações precisas sobre o local de destino, a não ser que se pergunte (o que e está provado, para um Homem é tudo menos concebível), ou então que se siga “a maralha”, com a devida indumentária, reconhecida até no deserto. e “isto”, em pleno concelho de Vila Nova de Gaia (!!!). foi o suficiente para, mesmo tendo saído de casa com muita antecedência, ter chegado ao estádio aquando do nosso primeiro golo. dizem que foi o Verdasca que o marcou; eu não sei, pois só o vi à noite, na televisão…
ou seja: considero que muita da ausência de público, em Pedroso, (também) passa pela dificuldade em chegar ao Estádio, o qual até possui muito boas condições, se comparado com a maioria dos da Liga em causa. sincera e honestamente, desconheço como lá se pode chegar sem ser por viatura própria. mas, desde já informo que, se tivesse que utilizar transportes públicos, dificilmente o faria do concelho da Maia ao de Gaia. seriam, pelo menos, duas horas de viagem, entre autocarro, metro e comboio, numa “viagem sem fim“.

entretanto e como já foi mencionado por essa bluegosfera fora, também se tratou da conquista de um título que, pelo opróbrio, infame, torpe, vil, indigno, covarde, inenarrável, asqueroso, cúmplice e vergonhoso silêncio, da generalidade dos me(r)dia tugas, pelos vistos causou muito incómodo àqueles, mais afoitos (por que igualmente céleres) a comunicar tudo o que envolva as agremiações da Segunda Circular, nem que seja a “encher chouriços”… de facto, a forma abjecta, rasteira, soez, como aquela conquista foi noticiada, sendo remetida para “singelas” notas de rodapé, em todos os canais dedicados à Informação, deveria (sobretudo) causar embaraço aos seus responsáveis, porquanto que houve um atropelo às regras de bem Informar (já para não mencionar os evidentes, por que descarados, menosprezos aos deveres de Isenção, Imparcialidade e Profissionalismo). mas, o que eu sobretudo lamento, é que, em mais um caso de notório desrespeito para com o bom-nome e a história de um centenário Clube nacional, os maiores responsáveis deste não se tenham insurgido, em tempo próprio e nos locais devidos, optando por (mais) um incompreensível silêncio. de facto, ele há coisas que eu não consigo entender e por mais boa-vontade que tenha…

num outro diapasão, mas ainda sobre esta mesma temática, refiro que concordo, quase em absoluto, com a visão de Pedro Marques Lopes para a nossa Formação, no seu mais recente BRASÃO ABENÇOADO (aqui), sob o título “olhar para a prata da casa“, publicado na edição impressa do pravda da Travessa da Queimada, desta Sexta-feira (aqui). o único ponto de discórdia e depois de alertado pelo Jorge Vassalo, prende-se com o que o escriba pretende de Iker Casillas para as próximas duas épocas: eu continuo a achar que o guarda-redes espanhol é indubitavelmente uma mais-valia para nós, e que muito do descalabro desportivo desta época passa pela débil defesa que tivemos e à qual ele foi alheio. mas isto sou eu, que curto bués o Iker e o tenho em grande estima e consideração. e que acredito que ele ainda vai ser mais útil para nós, para o Clube e para a Cidade, do que já é…
ah! já agora, porque merece ser (re)visto e inclusive para memória futura, partilho contigo aqui, o vídeo do mais recente programa “azul-e-branco”, da autoria de Ricardo Amorim, dedicado, em exclusivo, àquele feito inédito.
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© papa pinto da costa | Tomo III
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entretanto, no mesmíssimo dia em que (já) se passaram três anos desde o inolvidável momento “special K, todo este “rectângulo à beira-mar (im)plantado”® pôde contemplar (mais) uma capa absurdamente ridícula e pela parte do pravda da Travessa da Queimada (imagem aqui), esse pasquim que mais não é do que o órgão de comunicação (para lá de) oficioso do clube do regime, e a propósito de um negócio mil(h)ionário.
não pretendo tecer muitos considerandos “técnicos” sobre aquele, mormente porque desconheço os seus pormenores – mas não deixo de estar curioso sobre qual será o valor total das comi$$ões envolvidas (ou será que essas só acontecem mais a Norte do Mondego?), e surpreso sobretudo do momento em que ele é anunciado (antes de um Europeu de futebol, com diversos clubes a disputar o cotovelado… o jogador. será sinónimo de “falta de ar”? é que estou certo que, se fosse connosco, seria essa a dedução primeira de muitos «gloriosos» comentadores da praça)… acima de tudo, o que legitimamente questiono é o que se aventa aqui, principalmente porque e à data de hoje, ainda não surgiu nenhuma certidão de nascimento do catraio (?), pela parte de quem de direito e de quem mais interesse tem em calar (“abafar”?) todo este incómodo ruído.

no que a mim me diz respeito, enquanto adepto de Futebol e para lá dos valores em causa, este miúdo aqui será sempre o meu/nosso «menino de ouro»: (ainda) com idade de júnior, já tem, no seu (ainda) curto curriculum, duas épocas completas na equipa principal de futebol profissional, do seu clube do coração, nas mais diversas competições de clubes (inclusive na Champions).
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© google | Tomo III
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entrementes e num último assomo de «glorioso» brio, qual “estrebuchar do morto”, «nomeações» volta a fazer das suas. depois de muita Paixão, em Vila do Conde, agora vamos ter que “bem receber” o Xistrema. e, para que não subsistam quaisquer dúvidas sobre quem se deseja para novo campeão, “toma lá” um Almeida em Carnide e aquele que não se desejava, de todo!, em Braga (e como se explica, desmascarando toda uma trama, aqui)… parece-me bem, dado que está em linha e na senda do que têm sido estes últimos cinco anos, com especial relevo para os últimos dois, pelo abjecto #colinho
mas, pior do que o que se “cozinha” na liga principal, é a autêntica desfaçatez que maquiavelicamente se urde para a Segunda Liga, com duas estratégicas nomeações: para a recepção ao Freamunde, o carnide vai ter muita Paixão do seu lado; e para que, em termos de Secretaria, tudo esteja “controlado”, nada como deslocar o “talhante” do Mota para Oliveira de Azeméis, não vá o Leixões (in)tentar qualquer gracinha…

tendo bem presente a última partida do 5lb, onde nos sonegaram (pelo menos) duas grandes penalidades e sem margem para dúvidas, e considerando todo este ignóbil processo de nomeações a dedo, confesso que nunca desejei tanto uma descida de divisão do Carnide como agora!
e, se tal vier a acontecer, não escondo que haverá muito regozijo da minha parte, assim como uma “dedicatória” especial a esse “feito”, e tudo! e quero lá saber se me apelidam de anti-5lb ou de outro epíteto qualquer, porquanto que será sempre para o lado que dormirei melhor.
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já aconteceu comigo (aqui, aqui e aqui), já fizeram o mesmo com a página “papa Pinto da Costa” (aqui) e, mais recentemente, com a “sporting comédia de Portugal” (aqui), «ambas as duas» no faceboKas. refiro-me, em concreto, a denúncias (anónimas) sobre o uso indevido de imagens e/ou divulgação pública de vídeos, violando os famigerados «direitos de autor/direitos de propriedade intelectual».
para quem desconhece, o que acontece, na maior parte das vezes, é que aquelas denúncias não partem das empresas detentoras dos direitos de transmissão, por exemplo, de jogos de futebol, antes de «gloriosos» anónimos que, em nome daquelas, fazem queixinhas junto das administrações das redes sociais que as ajudam a difundir/massificar, para que as retirem de circulação – numa máxima que visa (mais ou menos) algo como “se não está no Youtubiu e/ou faceboKas é porque nunca aconteceu”. e este é um (epi)fenómeno assaz curioso, no sentido em que se retiram de circulação e/ou visualização, exemplos paradigmáticos em que só uma agremiação, ou elementos conotados com esta, está envolvida: o carnide (vulgo 5lb). ou seja: só há queixas de anónimos lampiões, deveras incomodados com o que se desmonta em relação à agremiação que tanto bajulam e que muito prevarica.
para eles, o meu desprezo será sempre a melhor “arma”, com as razões para os execravelmente desconsiderar a estarem devidamente explanadas aqui, nessa minh
a “‘ode’ aos anónimos, esses covardes“.

portanto, para quem “sofre na pele” e se incomoda bastante com esses vis ataques, e mesmo sendo de um clube (muito) rival, e considerando que é muito salutar haver sentido de Humor (apesar de o Zucher considerar o contrário, ou alguém em nome deste), quero, com todo o desportivismo que me assiste, manifestar a minha solidariedade para com esta luta contra essa espécie de censura moderna – a qual visa o bloqueio de páginas, de vídeos, de imagens, de gif’s e de afins. e, acima de tudo, manifestar publicamente que esta mesma censura, que incomoda, concede-nos o alento necessário para continuar, pois significa que somos “incómodos” – e tal só pode ser encarado como um factor positivo, apesar de haver sempre aquela “pedra no sapato”, de pensarmos “filhos de uma grande meretriz, de profissão duvidosa (no sentido em que ninguém duvida como ganha a Vida)”.

e foi por perceber que “quanto mais incomodar, melhor” que, desde o último final de semana, o Tomo III também está presente no Instagram® (página oficial aqui) e no Twitter® (página oficial aqui).

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disse!
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