#lifegoeson

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« […] aos adeptos do FC Porto, o meu único conselho é estarem calados. de cada vez que falam põem em causa as suas próprias conquistas aldrabonas. trocam os 4 títulos do 5lb pelos 20 que alcançaram com a mesma batotice? então, aguentem-se! reajam: arranjem melhor fruta. »
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caríssim@,

apesar da Dor, do Luto, do Vazio, a Vida continua, certo? certo..
assim sendo e porque não consigo permanecer mais calado, eis-me aqui – e com todo o Respeito pelo que os funestos acontecimentos deste último final-de-semana me merecem.

as palavras acima pertencem a um quintela basto fedorento – um odiozinho de estimação, assim para o verde calimero, e que remonta aos primórdios do (precocemente desaparecido) ‘Tomo I‘.
aquelas foram-me dadas a conhecer por um de vós, via e-mail (!!!) e foram retiradas deste lixo tóxico aqui – num manual de autêntica filha-da-putice, redigido por um certificada e comprovadamente filho daquela meretriz, afilhada de profissão mais do que duvidosa (no sentido em que ninguém duvida para o que “trabalha”).
também eu fiquei como tu, quando as li: com uma vontade louca de partir para cima dele como se não houvesse Amanhã. mas, depois, recordei-me que temos (devemos!) que ser muito superiores a este tipo de gentalha, que só vive em chafurdar na lama a que apelidam de “vida” e que certamente é bem mais niquenta do que a pintam para o Exterior… e tenho para aí duas mil razões para o considerar, estejam elas pela ImBicta, ou pela capital do império, ou até na Pérola do Atlântico (sendo que aposto mais nesta última hipótese).

assim sendo e para os quintelas desta vida:
para lá de lhes recordar os nomes de mário luís, ‘o chinês‘ e de howard king, (d)o ‘elefante branco, e de lhes avivar a memória com estórias como a do manaca, questiono-me se saberão como conquistaram o campeonato nacional de futebol sénior, na (já longínqua) época de 2001/2002?… eu respondo, de pronto: 17 grandes penalidades assinaladas. outra vez e mais devagar: dezassete. penáltes. de-zas-se-te. é que nem nos tempos do ‘pito dourado..
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neste entretanto e a propósito de um outro apito, bem mais «glorioso» (por que muito mais, imensamente #divino), no último programa do “seu” espaço de verdadeiro monólogo escatológico, o precário (do) guerra, entre os bastos ‘soundbytes que por lá debitou, houve um que registei com particular “agrado”: aquele em que aponta este #processodivino como uma hipótese de «corrupção» a nível desportivo. nada mais errado; é, isso sim, de um caso de tráfico de influências e ao mais alto nível, do nosso comezinho futebolzinho, e punível por Lei.
e também foi curioso como, mais uma vez, não se discutiu o teor dos e-mails da discórdia (mormente dentro do Estado Lampiânico). é como se aqueles nunca tivessem existido, a não ser na fértil imaginação dos adeptos portistas. pena que a Realidade seja assim mesmo: cruel.
já quanto à forma como aqueles terão sido obtidos, considero que as pessoas que administram o Clube não são ingénuas ao ponto de os divulgarem pública e massivamente, sem qualquer protecção jurídica…

e, já agora, numa altura em que tanto se apela à Memória e se desenterram as trapaças do ‘pito dourado, convém recordar o que está disposto no Código do Processo Penal acerca da divulgação pública de escutas:
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« não é permitida, sob pena de desobediência simples, a publicação, por qualquer meio, de conversações ou comunicações interceptadas no âmbito de um processo, salvo se não estiverem sujeitas a segredo de justiça e os intervenientes expressamente consentirem na publicação. »
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ponto 4., do artigo 88º, do Código do Processo Penal.
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foi o disposto no malandro daquele artigo que inviabilizou que as ditas escutas do ‘pito dourado fossem aceites pelos Tribunais competentes – que não por aquela espécie de “tribunal”, presidido pelo justiceiro do ricardo costa [escarro nojento], e que desencadeou o processo do ‘pífio final’. um artigo tão, mas tão infame que, veja-se lá!, não foi ao encontro das vontades daquele, sequer das dos milhões de lampiões e de alguns milhares de calimeros.
no fundo e como pude ler por aí, uma «uma tecnicalidade que tornou inúteis as escutas». maldita «tecnicalidade» [a que vulgarmente se apelida de Lei]..
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por último, três breves notas sobre a conquista do campeonato nacional de hóquei em patins:

1)
a fé era tanta e tão gloriosa, que a Federação da modalidade optou por deixar o troféu daquela conquista em Almada. correu-lhes mal.
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2)
resumir toda uma época a um lance polémico é de uma desonestidade intelectual atroz. por exemplo e neste mesmo jogo, o livre directo que dá o 4° golo do 5lb é precedido de um penalty não assinalado na outra área – e que, a ser concretizado, daria o 6° golo para o spórtém.
(e não irei esquecer a autêntica escandaleira que foi o jogo anterior do 5lb, contra a Oliveirense – idêntica àquela outra partida, ante o Juventude de Viana. ou como foi obtida a vitória, ante o spórtém, na primeira volta deste campeonato. ele houve para todos os gostos e como denuncia a página ‘guerreiros da invicta’.)

em suma e nas palavras de um dos nossos:
« é normal que, no meio de tanto cartão azul, de grandes penalidades e de livres directos, sempre a favorecerem-vos [5lb], se sintam ofendidos quando vos assinalam alguma coisa contra. com as crianças é exactamente igual. »
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3)
porque, na entrada para a última e decisiva jornada, não dependíamos exclusivamente de nós e porque é justo reconhecê-lo, agradecer a preciosa ajuda do Sporting na conquista de um campeonato com muita emoção até ao (literalmente) seu final.
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agora apague tudo!
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tretas (ou balelas), em imagens várias.

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caríssim@,

diz que vencemos a prestigiada ‘premier league international cup (sub-23)’, que vai na sua terceira edição.
diz que vencemos categoricamente e por goleada, num Stadium of the Light (Estádio da luz…), mas desta feita em Sunderland (no Nordeste britânico, bem lá nos confins).
e, mas agora dizemo-lo nós, portistas de alma e de coração (embora ainda muito tretamente amargurado), que se tratou indelével e indubitavelmente de um «feito histórico» – e depois de, na sua primeira edição, em 2014/2015, também termos atingido a final, mas capitulado aos pés de um Manchester City “dos” Angus Gunn (terceiro guarda-redes do actual plantel principal dos citizens), Aleix García e Kelechi Ihanacho (ambos com 727 minutos974 minutos e 08 golos na equipa A “de” Pep Guardiola respectivamente).
e diz que, mais uma vez, tal proeza do futebol de formação luso, mas ao nível dos clubes, passou muito ao largo da Informação, mas só cá pela tugalândia, que a internacional soube dar o devido destaque, inclusive pelo clube vencido [«crushed by a FCPorto masterclass»].
e diz também que as (gloriosas?) vozes dissonantes “argumentam” com o sempre estafado “ah! e tal, que foi contra [o Sunderland], que ninguém conhece. nem devem saber jogar futebol!”. pois… exacto… é só o mesmo Sunderland que figura entre as doze melhores academias de futebol em Inglaterra, certo? o mesmo Sunderland que, nos quiartos-de-final daquela competição, despachou a equipa de formação do Athletic de Bilbao – uma das melhores dos nossos “vizinhos” – sem qualquer apelo, nem nenhum agravo, certo? e curiosamente (ou talvez não…) o mesmíssimo Sunderland que venceu o grupo A, onde figurava o outro representante português, certo? pooooois… ok!… contem-me estórias…

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para a História, para o nosso historial e para o palmarés do Clube, figura o segundo título internacional dos (ainda) campeões em título da nossa comezinha Segunda Liga. e as palmas dos espectadores britânicos à nossa portentosa exibição.
e obviamente, e como não poderia deixar de ser nestas alturas, essa confrangedora (por que basto «gloriosa») azia e que se documenta, não só na imagem acima – então a capa do lixo tóxico do grupo cofina é um “espanto”: «a Europa é nossa» certamente que sim, sobretudo em tons azuis-e-brancos! – mas igualmente nas duas imagens abaixo, a propósito de uma precocemente propalada conquista da (igualmente prestigiante) UEFA Youth League, perante um «frágil» Cazino Salzburg, o qual nem precisou de ingerir muitos ‘red bulls’ para relembrar, a quem de direito, a «gloriosa» profecia de Béla Guttmann:
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disse!
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a nossa primeira vez.

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«Pai! da próxima vez quero ir a um jogo a sério!»

o ano de 2017 estava fresquinho, acabadinho de chegar. e a promessa, feita em Maio de 2016, depois de um jogo de hóquei em patins, no Dragãozinho, mantinha-se; aliás, desde essa altura que era reavivada, principalmente quando se assistia a uma partida de futebol: «quando é que vou ver o FC Porto?», perguntava, ansioso. e muito impaciente, também.
a resolução já estava tomada desde a semana anterior, em conversa com quem igualmente “veste calças”, lá em casa: no dia a seguir ao seu aniversário ia ao treino aberto do FC Porto. «vai ser uma bela prenda de anos!», pensou o Pai assim que teve essa brilhante ideia. e, desde esse momento, não mais sossegou.
até que o dia chegou, prazenteiro, com o friozinho tão característico de um mês de Janeiro na ImBicta. mas o Pai era todo ele um vulcão de emoção, na ânsia de perceber quão feliz ira ficar o seu rebento, um cachopo já com cinco anos de idade – tantos quantos os títulos seguidos de que se recorda de ter visto, ‘in loco‘, o “seu” FC Porto ganhar. de uma assentada. e agora seria o “nosso” FC Porto, para desgosto do sogro e do cunhado, rubros de tristeza pelo facto do «glorioso» não ser o seu fervor primeiro.
estava “em pulgas”, portanto. e com múltiplos pensamentos, todos eles em sintonia com uma só cor, quando se abarcam das imediações daquele que se espera que também venha a ser o seu teatro de sonhos azuis-e-brancos. ele permanecia sobretudo calado, fazendo algumas perguntas de circunstância sobre onde iam e para fazer o quê. mesmo na fila para entrar no Estádio, não transparecia muito do que o Pai testemunharia a seguir, sensivelmente pelas 16h08m, de 01 de Janeiro de 2017: aquele «U-A-U!» tão próprio de um miúdo que entra pela primeira vez num estádio de futebol. e que belo que lhe pareceu o nosso Dragão, mesmo num treino aberto aos adeptos!

sem querer ser muito maçudo, findo o treino, no alto dos seus já cinco anitos, acabados de fazer de véspera, afirma convictamente que «da próxima vez, quero ir a um jogo a sério!».
foi feita nova promessa, quando houvesse oportunidade, sobretudo em termos de horário, que pelas 21h30m o cachopo já tem que estar na caminha.
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«Pai! compras-me uma bandeira?»

em pleno Dia do Pai “teve um vibe“: «vou levá-lo ao Dragão, no próximo Domingo! jogo às 18h, acaba pelas 20h30m. janta-se com a malta, mas não se demora (muito). pelas 22h30m estamos em casa. perfeito!», foi o que pensou.
meu dito, meu feito: no dia a seguir lá estava, numa Loja Azul a aproveitar a promoção do seu dia e para que o puto pudesse conhecer, de facto, o ambiente do Dragão. e seria especial, porque previa-se casa cheia – o que veio efectivamente a acontecer.
a surpresa do cumprimento da promessa de Janeiro só aconteceu depois do almoço de Domingo, quando ele perguntou por que é que estava a vestir aquela que também deseja ardentemente que venha a ser a sua “segunda pele”. «vou ao Dragão! e tu vais comigo. queres ir com o Pai ao Dragão?». «não! quero ir ao parque, antes». o seu mundo desabou e nada mais existia. um catraio de cinco anos acabara de lhe puxar o tapete, com tudo o que de inesperado encerra aquele «não». «fod@-se!».
depois do valente soco no estômago que sofrera, recomposto do baque no coração e apanhados os cacos do seu desgosto, perguntou-lhe, com toda a calma que o momento impunha (e que lá conseguiu arranjar): «queres mesmo ir ao parque? olha que não dá tempo para ires ao parque e depois ao Dragão! ou vais a um ou vais a outro! aos dois não é possível!». «é claro que quero ir ao Dragão! estava a brincar contigo, Pai!», disse um garoto de cinco anos de idade. e lá fomos, rumo ao nosso teatro de sonhos, para contentamento do petiz e gáudio do Pai.

ao contrário do que aconteceu no treino aberto, desta feita era ele quem demonstrava (muita) impaciência em chegar. e rápido, mas tal não era possível: a enchente que se previra, dificultava o acesso ao Estádio e as suas imediações eram uma massa humana vestida de azul-e-branco, da cabeça aos pés. milhares de portistas já vagueavam junto “à sua fé”, que a partida começaria dali a duas horas. já quem permanecia calado era o Pai, mais preocupado em não largar a mão do seu filho.
«Pai! compras-me uma bandeira?», perguntou ao passar por uma banca que também vendia cachecóis, enquanto subíamos a Alameda, junto ao Centro Comercial com o mesmo nome. «depois, quando o jogo acabar. agora não pode ser». voltou a insistir e a resposta foi igualmente negativa, com a explicação suplementar de que não se pode entrar com bandeiras no Estádio.
dali, partimos em direcção ao sítio habitual onde se concentram os indefectíveis do costume, sempre que há jogo em casa. foi o seu primeiro contacto com a malta dos blogues (e não só), e a empatia foi recíproca. ainda hoje fala deles, pelo que terá forçosamente que haver uma próxima vez.
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«Pai! quero ir fazer xixi!»

sim!, não vi o golaço do Corona. e estava no Estádio, mais concretamente num dos wc a ajudar o ‘piKachu’ a “fazer nr. 1”. depois do jogo que a Equipa (não) estava a fazer naquela primeira parte, desejei que ele tivesse vontade (pelo menos) mais quatro vezes, para felicidade e contentamente de um tasqueiro de quem ele gostou basto de conhecer. mas tal não veio a acontecer, ao contrário do balde de água fria com que tod@s nós fomos “brindados”…
tod@s? não! ao contrário de muit@s, ele não se importou com a derrota que acarretou aquele empate. na sua inocência e na sua pueril infância, finda a partida, também desgastado com a felicidade (genuína!) de ter estado no Estádio do Dragão, e já com a sua bandeira na mão – a que ele escolheu, sem ajuda de ninguém! – lá ia, pela rua fora, a agitá-la com a alegria inata de uma criança que viveu um dia em cheio por ter ido à bola com o Pai
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e a bandeira lá está, no seu quarto, «azul, branca, indomável, imortal», na Esperança de que também seja dele o Futuro do Futebol Clube do Porto.
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futuro© 92º minuto
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disse!
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(breve) resumo de nove dias

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telegráfica nota informativa (como intróito):
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sim!, é verdade: esta “posta” vai honrar a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera. aguente-se à bomboKa quem vier por Bem. e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
ah! e a disposição dos acontecimentos, sobre os quais me pronunciarei adiante, obedece à sua inversa ordenação cronológica, bem entendido.
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caríssim@,

obviamente que principio sobre o feito épico, de ontem, no andebol e em pleno antro calimero, no (dito) Casal Vistoso (que não o outro, o outrora muito “ventoso“). pude assistir a toda a segunda parte da partida em causa e resumidamente afirmo que soube muito bem – não só o triunfo em causa (alicerçado numa recuperação fantasticamente extraordinária de oito golos sem resposta a doze minutos do seu término), mas sobretudo o ter emudecido todo um pavilhão e todo um estúdio de uma “televisão de marquise“, que rejubilavam com uma derrota que veio a acontecer para o lado que menos contava com a dita… afinal, não são só os lampiões que têm por hábito festejar antes do tempo… ah!, e tudo contra uma dupla de árbitros que, enfim… mais do que “de orelha”, foi de encomenda – um facto que, a acrescentar à paupérrima exibição dos muito vermelhos e basto rubros, tiago monteiro e antónio trinca, no passado Sábado, ante o actual campeão da modalidade, só vem confirmar a minha suspeição de que, os próximos catorze encontros que faltam disputar (quatro da fase regular mais os dez da fase final), trarão muitas “surpresas” destas pelo caminho… nada a que já não se esteja (infelizmente) habituado, dado que, (também) no andebol tuga, somos efectiva e comprovadamente o alvo a abater há (pelo menos) uma década.
e é por tudo “isto” somado que a euforia da Equipa, nos balneários, é muito justificada. bastante justificada. basto justificada. justificadíssima, aliás. mas, convém recordá-lo e sempre com a (má) lembrança do que aconteceu na pretérita temporada, «ainda não ganhamos nada».
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já tudo foi (re)dito, muito dissecado, bem (ou mal) argumentado, inclusive refutado, sobre o Clássico do passado Sábado. alegrando-me com o resultado final, com a vitória, com as exibições de todos (mormente de Marcano, de Felipe, de Danilo, de Óliver, de Brahimi e de Corona), congratulando-me com a portentosa estreia de Soares (bué da fixe, tás a bêre?) e concordando com a crítica generalizada àquela sofrível (e muito sofrida) segunda parte (a antítese da equipa que, nos primeiros 45′, foi aguerrida, combativa e muito digna),  confesso-te que ainda fico agastado com o estafado “argumento” do «ganhámos (apesar do treinador)» – como se tudo fosse possível acontecer sem um líder no comando….
bem sei que o Nuno não cativa e não motiva as massas – associativa, adepta e sobretudo a assoBiativa (curiosamente mais calada do que quando «o Basco» por aqui estava…) – e bastas vezes parece não encarnar o significado do chavão “somos Porto!” – por exemplo, quando encorna que não deve expor os verdadeiros “roubos de catedral” a que temos assistido, na presente temporada, optando por leves críticas “sem sal” e algumas vezes em nosso prejuízo. mas, que diabo!, a quem se deve a mudança de atitude de Brahimi e de Corona, esta época, (bem) mais afoitos nas tarefas defensivas? a quem se deve a solidez defensiva (em completo antagonismo para a pretérita)? a quem se deve a aposta (certamente que de risco) em jovens jogadores, mormente portugueses? e, bem mais importante (pelo menos para mim), a quem se devem as (muito) visíveis União e Espírito de Grupo, numa Equipa que, há uma época, mais parecia uma manta de retalhos, com cada elemento a “remar para seu lado” e longe dos objectivos colectivos a que se propunham? com (muita) certeza que não é ao divino Espírito Santo…
também sei que o futebol praticado, por esta mesma Equipa, muitas vezes não entusiasma por aí além e que, nalgumas delas (a sua esmagadora maioria?), assemelha-se ao de uma equipinha pequenina, refugiada no “pontapé para a quinta” e/ou no “chutão para o avançado”; mas e a bem da Verdade, quem de nós esperaria que, mesmo com todos os defeitos que a Equipa e o treinador possuem, a esta altura, à vigésima jornada, estivéssemos a um singelo ponto de distância do líder (e basto proclamado treta-campeão) e com nove a separa-nos do terceiro lugar? quem é que, de nós e para lá do sempre optimista do Silva [hello! hello! 😀 ], no início da presente época desportiva, acreditava mesmo que esta Equipa seria capaz de lutar pela conquista de um campeonato que, para os me(r)dia em geral e para o jornalixo tuga em particular, só seria discutido entre as agremiações afectas à Segunda Circular? pois…

em suma e sobre este capítulo:
seria muito bom, muito positivo, que houvesse mais união entre os portistas em torno desta Equipa, que tanto merece, e obviamente do seu treinador (o qual tem muitos pecadilhos, com certeza que sim!, mas também e como já o referi, algumas virtudes) – união essa que não deve ser encarada como uma espécie de acrisia, antes pelo contrário. o que não desejo é que sejamos “mais papistas do que o próprio Papa”, pelo menos para o Exterior, oferecendo trunfos a quem nos deseja “todo o bem” deste mundo e do outro, e dando a imagem de uma reinante discórdia, entre uma massa que deveria estar mais sólida do que betão, para que os outros possam perpetuar a sua (dita) «gloriosa» hegemonia de três anos de basto #colinho…
mas, hey!, esta é tão-somente a minha opinião; tal não significa que (i) haja outras, com (muita) certeza que discordantes e que (ii) aquela seja a única verdadeiramente insofismável e inquestionável (que não é, nem sequer tem essa pretensão, antes pelo contrário!).
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ganhou tudo o que havia para se conquistar no Futebol praticado ao mais alto nível. e já viu de tudo e de tudo um pouco já vivenciou, na primeira pessoa, naquele mesmo mundo, muito restrito e basto restritivo ao comum mortal.
mesmo assim, resolveu dar um novo rumo (sobretudo) à sua vida pessoal e escolheu-nos em detrimento de todos os outros clubes e de todas as outras latitudes que (ainda) sonham com ele – como não se cansa de o referir nas mais variadas entrevistas que já concedeu, inclusive ao canal do nosso Clube do coração (aqui e aqui).

temos, no nosso seio, um galáctico e um jogador como poucos tiveram. assim de repente e salvaguardando as devidas distâncias, talvez só Preud’homme, na década de ’90, quando esteve por Carnide – e obviamente que tido como um «santo», mas com muito melhor Imprensa do que o ‘portero‘ natural de Móstoles (nos arrabaldes de Madrid).
temos, na nossa cidade, em plena ImBicta, um dos seus melhores embaixadores, o qual não se cansa de a promover, quase diariamente e de forma gratuita e muito altruísta, nas suas contas pessoais, nas mais diversas redes sociais.

portanto:
somos uns privilegiados por o podermos ver, inclusive ao vivo e a cores, a comemorar, como a imagem acima documenta, uma vitória sobre os calimeros depois de uma defesa soberba, daquelas que garantem campeonatos. e eu, ao invés de o questionar e/ou duvidar, já sinto é saudades do dia em que ele já não estará por cá…
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«é importante os nossos adversários começarem a dar um pouco mais de luta», afirmou, ufano, em Dezembro de 2013, um inchado burro do Carvalho.

«ganhar lá não é novidade para nós, mesmo sabendo que vamos ter algumas complicações», afirmou, soberbo, na véspera do encontro, um execrável (em tempos, tido como) «catedrático».

são só dois exemplos, para memória futura e que não esqueço, do asco que tenho em relação, não só às abéculas em causa, mas também à agremiação calimero-viscondessa – a qual e ao contrário do que muitos apregoam, em nada difere da lampiã, a não ser na cor que ostenta, assim mais para o verde-pijaminha (verde-musgo?).
foi também por essa razão que comemorei (e comemorarei) efusivamente as nossas vitórias sobre eles: a de Sábado, no futebol e a de ontem, no andebol.
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a imagem acima é só (mais) um exemplo do incómodo que entretanto começamos a causar junto do ‘establishment‘ que gravita em redor do comezinho futebolzinho da tugalândia – entenda-se: os me(r)dia e todo um jornalixo tugas.
o outro, que retenho na memória e que partilho contigo, é o de, por dois dias consecutivos, nos serviços noticiosos da estação (cada vez mais, menos) pública de televisão, a vitória da agremiação de Carnide sobre o actual último classificado do campeonato ter sido merecedora de honras de abertura (!!!). u-a-u! somos mesmo inconvenientes para o P(h)oder que grassa naquele mesmíssimo futebolzinho da tugalândia…
aliás, a sede de “vingança” pela nossa vitória ante os calimeros e o desejo em regressar ao poleiro era tanta que, antes de jogarem e depois do nosso triunfo estar consumado, ainda permaneciam no lugar cimeiro de uma classificação gloriosamente desvirtuada e como se confirma aqui
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num Passado recente, fui lesto a criticar tudo o que envolvia o (então) “torto” Canal, da sua programação à evidente e então (muito) visível degradação dos seus cenários e mobiliário. actualmente e apesar de ainda não ser um mundo perfeito, longe disso!, tenho que ser ainda mais rápido do que o Hulk a ultrapassar o badocha do rochemback (vídeo aqui), em 2008, (resumo da partida em causa aqui), e parabenizar a novel estrutura do FC Porto com o pelouro da Comunicação do Clube.

está portanto de parabéns! essa estrutura pela evidente aposta em mais FC Porto na programação – com o programa “Universo Porto – da bancada” à cabeça, pela assertividade que patenteia – e, também, no novo cenário que indubitavelmente o embeleza e que a imagem acima tão bem documenta.
com aquele fundo, indelevelmente jogamos sempre em casa!
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e por “falar” em jogar em casa, não poderia manifestar publicamente o meu regozijo pela divulgação daquela notícia oficial que deu conta de que o Estádio do Dragão, o nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, desde 01 de Fevereiro de 2017 que se encontra «pago na totalidade».
indiscutivelmente somos mesmo diferentes, e para melhor. e trata-se de uma operação que irá enriquecer (literalmente) e de que forma!, o património do Clube. e adorei o facto dessa mesmíssima operação ter sido processada no segredo dos deuses e sem alaridos bacocos.

podemos não ser o mais-maior-grande da tugalândia, mas e de forma indelével, “contra tudo, contra todos e contra os tolos”, somos comprovadamente o melhor Clube português. actos como este só reforçam esta minha forte convicção.
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disse!
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tónico suplementar [editado]

© google | Tomo III
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caríssim@,

em primeiro lugar: bom dia/boa tarde/boa noite! (dependendo do hemisfério e do fuso horário onde te encontras).
em segundo lugar: o FC Porto, à distância de um singelo pontinho «do lugar onde queremos estar»*.
[* bem sei que estamos classificados naquele que é tido como o primeiro lugar dos últimos; mas, há sensivelmente quinze dias, não dependíamos exclusivamente de nós para almejarmos o topo da tabela classificativa.]

apesar das nuvens e do cinzento deste dia, o Sol brilha por cima daquelas, radioso. há esperança, car@go!
por outro lado, “cautelas e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém”. ou seja: ainda há muito campeonato pela frente, ainda há muitos pontos em disputa, ainda nada foi ganho.
mas, confesso, o resultado de ontem – a vitória do Vitória FC ante o 5lb, num jogo que considerei improvável destes serem lavados de vencida por aqueles, tal a afinidade do seu presidente com o Orelhas – é, para mim e no meu entendimento, o tónico necessário – aquele ‘plus‘ – para superarmos o desafio do próximo Sábado. era algo que aguardava já há algum tempo. e, como já o referi, agora depende só de nós, do nosso trabalho, da nossa tenacidade, da nossa entrega, da nossa raça, do nosso esforço, do nosso brio, do nosso orgulho enquanto Portistas.
e acho que a Equipa também o saberá, pelo que, a partir deste momento, veremos a fibra de que é feita e, mais importante, se tem a estaleca necessária para voos mais altos – curiosamente voos que não lhe destinaram no início da presente temporada desportiva, sobretudo e mormente pelos mesmos que, agora, se encontram nos hiper a comprar fraldas anatómicas, tal é o fedor que se (pres)sente dos receios que emanam, e que, veja-se a ironia!, naquela altura, até aventaram que o FC Porto teria como máximo de ambição a disputa pelo terceiro lugar com os gverreiros lampiões do Minho (e, por inerência, a vaga de acesso ao ‘play-off‘ de acesso à fase de grupos da Champions), tal era a “gloriosa” convicção que os dois primeiros lugares estariam destinados («reserBados»?) às agremiações afectas à Segunda Circular… nem chegávamos (sequer!) a contar para o totobola, quanto mais para os lugares cimeiros…
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por último e tendo em consideração o que se explana nas duas imagens que “embelezam” estas linhas (#notmadeinporta18):

é fodid… [ahaam] é tramado com um F bem maiúsculo sofrer uma falta para grande penalidade e o apitador tuga de serviço não a assinalar, não é? é mesmo fodid… [humm] chato com esse F bem maiúsculo… pois é… nós já vamos a experimentar essa sensação há (pelo menos) vinte grandes penalidades a esta data… portanto e para os garnisés que por aqui passam e amiúde deixam os seus “gloriosos” bitaites, os quais invariavelmente têm como destino o arquivo geral, a minha resposta para vocês é só uma (e cito-vos de cor):
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«jogainde mazé à bola, pá! [sic] chorões do car@lho!
pensava que os calimeros só vestiam de verde, afinal…»
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ah! e pensava que este tipo de recepção era apanágio só de um clube mais a Norte do Rio Mondego; afinal, não é um exclusivo nosso, e até parece que os “meninos de coro” até a tiro tiveram que ser dispersados…

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post scriptum pertinente:
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© google | Tomo III
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« reconhecemos oficialmente a Taça Intercontinental como um torneio intercontinental e não mundial, uma vez que era disputada entre representantes de apenas dois continentes.
desta forma, os dois troféus conquistados, em 1987 e 2004, são reconhecidos pela FIFA, mas não como títulos mundiais
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portanto, para que não restem dúvidas e ao contrário das taças lat(r)inas, a FIFA reconhece oficialmente as Taças Intercontinentais que o FC Porto disputou e conquistou, por duas vezes, e que outros (ditos “gloriosos”) só as disputaram (e delas saíram goleados).
aliás, os Portistas, qualquer um de nós, sempre se referiram àqueles troféus como Taça Intercontinental e nunca como Mundial de Clubes – e apesar dos esforços que alguns me(r)dia tugas e todo o jornalixo da tugalândia fizeram (e ainda fazem…), só para posteriormente poderem ter o (“glorioso”?) prazer de escarrapachar nojos “jornalísticos” como este aqui.

[esta é uma resposta com destinatário definido e que veio para cá arvorar-se em mais-maior-grande, mas só se for da rua dele.]

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disse!
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chupa-chups! [editado]

futuro© google
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caríssim@,

um misto de emoções invade-me desde há mais de (quase) três horas, pelo que prevejo que só Amanhã (talvez) é que farei a minha análise à partida desta noite. 

posto isto, antes de tudo, primeiro do que tudo, e com o pouco de racional que consigo manter num estado de espírito em permanente ebulição, quero desejar esta vitória aos indefectíveis portistas – àqueles que não vacilam, aos de todas as horas e que marcam presença em todos os momentos (sobretudo nos negativos, “quando tudo arde à sua volta”), que não se dão como derrotados antes do tempo, que se recusam a enveredar por um negativismo crónico.
a estrondosa vitória desta noite é sobretudo para eles. e para aquele meio milhar de adeptos que, no mítico ‘stadio olímpico di Roma’ emudeceram perto de quarenta mil ‘tiffosi giallorossi’ e fizeram com que os nossos heróis se sentissem em casa, desde o primeiro minuto de uma partida épica. e obviamente para Nuno Espírito Santo e para o grupo de trabalho que lidera – os verdadeiros artífices de uma proeza [obrigado pela pertinente correcção, “mestre”] que, mais do que «do futebol português» (e como é prazenteiramente costume afirmar-se nestas ocasiões), é antes inteiramente pintada em tons azuis-e-brancos – pois que se trata de uma efeméride do portismo, e do Futebol Clube do Porto, e das suas gentes, e de mais ninguém (sim!, sou egoísta a este ponto, porquê? há azar?).
e quem diria que esse mesmo grupo, tão contestado nos últimos dias (semanas) onde se duvidou de tudo e de todos se questionou, conseguiria o “tal” milagre a que aludi na semana passada?… fica aqui o registo de que só se é derrotado quando se desiste de lutar; e como dos fracos não reza a História…

por último, concede-me este (breve) desabafo que está aqui, “entaladinho”:
certamente que a vitória desta noite não é dirigida aos Sousa Tavares desta vida – os tais que, ainda antes do início do encontro desta noite, e inebriados no negrume do seu derrotismo, já se davam por vencidos (© dragão até à morte), outra vez, (in)tentando arrastar os outros, os indefectíveis, para o seu abismo sem fim.
confesso que não consegui ler mais do que o ponto nr. 1 daquela que, para mim, foi a última NORTADA que me permiti ler. para mim, chega! não estou mais para ler alguém que se diz “portista” e que se comporta pior do que o pior do ‘chouriço’ – o mesmo que nos desejou uma cabazada (vídeo “para a posteridade” aqui) e que, neste momento, volta a ter que ir dormir para a garagem lá do barraco onde habita, tal é o tamanho do melão (e como amanhã é dia de labuta, e ele levanta-se cedo, e demora a desinchar…). mas, ao menos este último não disfarça o seu “desportivismo”, travestido de um asco e de um anti-portismo básico e primário (por que doentiamente crónico), ao contrário do ‘enfant terríBel’, que é um lobo da pior espécie em pele de cordeiro.

assim sendo, para os tristes dos Sousa Tavares desta vida, e para todos os outros comentadores do jornalixo e dos me(r)dia tugas que ainda fazem contas aos minutos que a nossa equipa do coração jogou em superioridade numérica (e que não passam desse facto para justificar a nossa vitória desta noite, ao mesmo tempo que demonstram toda a sua “gloriosa” azia) e que em relação aos seus comentários, a dez minutos do fim da partida, fizeram com que pensasse, de mim para alguns de vós, que já assisti a discursos fúnebres mais alegres e dinâmicos do que, por exemplo, aos do duo de abéculas plantadas no estúdio da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, olhem:

chupa-chups®! CHUPA: chups!

 

disse!

pedalagem nicada…

futuro© google | Tomo III
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caríssima(o),

dizem que é o desporto de Verão, desde sempre (bem mais do que o futebol de praia). dizem que a nossa prova rainha deveria competir, de igual para igual, com as das congéneres italiana, espanhola e francesa (exactamente por esta ordem de importância). dizem que arrebata multidões, por esse país fora, tal e qual como um qualquer (vulgar?) festival da época em apreço.
para mim, confesso que o ciclismo é bastante estimulante para “preparar” condignamente uma boa sesta – com um ligeiro, quase (muito) suave ruído de fundo (vulgo comentários) e uma luz, estilo penumbra (somente raiada pelas frinchas ténues das persianas), a conferirem o ambiente perfeito para o tão desejado cochilo. ai que saudades!, agora que o escrevo… 😀
mesmo assim e pese embora o meu (quase total) desinteresse pela modalidade em causa, não poderia deixar de parabenizar a nossa equipa W52-FC Porto-Porto Canal pela brilhante conquista da 78ª edição da Volta a Portugal em bicicleta. e, claro está, Rui Vinhas, pelo (muito suado) triunfo final, que lhe garantiu uma amarelinha que lhe fica muito catita – 34 anos depois de Marco Chagas o ter conseguido (em 1982) e 32 anos depois da suspensão da modalidade.
e, como refere a página oficial do Clube, «este foi o 13º triunfo de um ciclista azul-e-branco na geral individual (à frente de spórtém e 5lb, com 09) e também o 13º em termos colectivos (logo atrás vem o spórtém, com 12)».

já agora e por “falar” em Marco Chagas, uma palavra de apreço para a coragem que demonstrou, em directo, ao criticar o facto de a estação oficial de transmissão da prova, em nova desfaçatez e em mais uma demonstração de que, quando a cor dominante não é outra, dita mais «gloriosa», o serviço público (ou o pouco que ainda vai prestando) é mandado às malvas, por ter optado pela programação pimbalhesca que a vem caracterizando ao invés da festa dos legítimos vencedores da prova.
fui alertado para tal, podendo-o confirmar ‘a posteriori‘ e com recurso às gravações da box: a transmissão da Volta a Portugal, na estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, foi abruptamente interrompida no seu principal canal, sendo que as imagens dos festejos e da vitória final tiveram lugar no seu canal de informação o qual se acede somente via cabo. (in)felizmente não fui o único a calar esta revolta, em novo capital atropelo dos interesses dos adeptos do FC Porto mas, sobretudo e principalmente, da glória que os ciclistas da W52-FC Porto-Porto Canal deveriam merecer – tal e qual como outros, em tempos, também tiveram esse direito
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sugestão musical:

taxi, “tv-wc (também aqui).
(e porque esta malha aqui era demasiado óbvia)

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disse!
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do dia em que Portugal apagou a ‘ville lumière’…

© google | Tomo III
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caríssima(o),

múltiplos factores, diversos entre si e bastante diversificados no geral, têm impedido este nosso contacto regular. mesmo tendo-o previsto e avisado-te atempadamente desta inevitável “fatalidade”, mais uma vez, penitencio-me por tal, apelando às tuas boa-vontade, bondade e benevolência. e, claro está, agradecendo, sempre!, essa tua regularidade nas visitas (quase) diárias, e mesmo quando o que encontras já é Passado. 😉

desde o nosso último contacto muito se passou, sobretudo com a “equipa que (decididamente não) é de tod@s nós”: consta que se sagrou campeã europeia de futebol, em séniores. e é sobre este feito inédito que desejo tecer alguns considerandos, se me permites.

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i) #euqueromaisequeaseleccaosafuod
@.

desde que começou o Euro2016, ou até um pouco antes (já nem sei bem ao certo)… vou reformular: desde que o sOcolari resolveu “brincar” (mas de uma forma muito séria) com a dignidade, o brio, o profissionalismo e a idoneidade dos profissionais do FC Porto, estávamos em 2004, que deixei de ligar, com muito afinco, ao quotidiano que envolve aquela que, para mim, é uma equipa na qual jogam múltiplos interesses, em diferentes “tabuleiros” e onde o nosso clube do coração sempre foi menosprezado, desprezado e mal-tratado, desde o início. neste Europeu, os exemplos paradigmáticos e convém recordá-los para memória futura, foram André² e Danilo Pereira: o primeiro ajudou a equipa das quinas, ainda na fase de apuramento e até ter-se “esbardalhado” em dois jogos amigáveis e onde foi o único seleccionável a participar em «ambos os dois» (!!); Danilo Pereira viu sempre um wc, com cláusula de rescisão de 45M€, passar-lhe à frente nas preferências do seleccionador, mesmo quando foi visível que aquele tem melhor posicionamento, jogo aéreo e saída de bola do que este último. ah!, e que, ao invés deste, não quadra o adversário com os olhinhos e/ou espera que um colega de sector faça o trabalho que lhe compete, antes pelo contrário…
aqui chegados, é para mim perfeitamente plausível que a selecção “não me aqueça, nem me arrefeça”: tal não significa que não veja os jogos e/ou que lhe deseje qualquer mal; mas e ao invés do que acontece com o nosso clube do coração, não perco noites de sono com as derrotas, nem vou para a Baixa celebrar as vitórias – pois que foi assim com o #Euro2004, com um inqualificável amargo de boca, e agora com este #Euro2016, de muito boa memória para tod@s nós.
e, assim sendo, acho que está explicado o porquê do sub-título ali em cima e da ‘hashtag‘ que utilizei nalgumas publicações nas redes sociais em que o Tomo III está presente.

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ii) #aminhaseleccaotrajadeazulebranco.

mesmo assim, é óbvio que fiquei muito feliz pela conquista deste Europeu, sobretudo pelos nossos Emigrantes, dispersos “nesse enorme país que é o Estrangeiro”®, mormente por todos aqueles que residem em França. acredito seriamente que a manhã de 11 de Julho terá sido o pináculo da Portugalidade por terras gaulesas, em que o que pôde e/ou certamente que terá sido confundido com altivez, por parte de muitos ‘baguettes‘, mais não foi do que o eclodir daquela que, até então, se assumia como uma silenciosa revolução por parte da gente tuga – aquela que diariamente tem que suportar, intrépida, o chauvinismo, a ignomínia, a infâmia e algum xenofobismo à mistura, por parte dos gálicos. como alguém o referiu – já não sei quem, mas foi no faceboKas – para estes últimos o meu desejo é só um e depois do enorme melão que ainda têm (e terão) que suportar: comam croissants que isso passa!
e é por isso que subscrevo as palavras de Miguel Sousa Tavares, na sua mais recente NORTADA, sob o título “os emigrantes” (aqui e aqui em jpeg, aqui em pdf), publicada na edição de ontem, Terça-feira, do pravda da Travessa da Queimada.

só que, depois, há o outro lado, o daquele reverso da medalha que torna toda a minha alegria quase que efémera: o do jornalixo e o da imediata mediatização da generalidade dos me(r)dia tugas, sempre prontos a salientar tudo o que gravite em torno da centralizada capital de um “Império” que, por isso e apesar disso, não deixa de ser serôdio e a tresandar a bafio e a mofo.
e, então, como que acordado de um sonho que entretanto virou pesadelo, sobretudo por quem tanto quer “dourar” o que não corresponde à Realidade, não posso deixar de concordar com o que é expresso e/ou denunciado aquiaqui, aqui e aqui, solidarizando-me mormente nas suas indignação e raiva. e, como que instintivamente, busco a minha zona de conforto predilecta, a qual traja de azul-e-branco.

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iii) #orgulho.

mais do que a suprema humilhação de terem antecipado uma derrota lusitana, não concebendo qualquer outro resultado que não fosse uma vitória tricolor e como se demonstra aqui e aqui, o que me deixa muito, mas mesmo muito orgulhoso, é a expressão de enorme felicidade de um homem que já representou a nossa cor e que nunca deixará de ser um de nós, como se encontra patente neste vídeo aqui, depois de ter visto o que a imagem abaixo documenta para a posteridade (e com mais resolução aqui e aqui, e vídeo da jogada aqui):
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© google | Tomo III
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e, sim!, Éder, eu vou comer croissants até já não poder andar mais, antes rebolar… 😀

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disse!
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voltinha ao bilhar grande…

© google | Tomo III
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« O FC Porto já não ganha nada há três anos; a única coisa que ganhou, este ano, foi no bilhar. »

luís figo, a 01 de Junho de 2016. deduz-se que sóbrio.
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caríssima(o),

as declarações acima (vídeo aqui) são da autoria do próprio, o qual, segundo o Silva, não passa de (e cito) «um conas», num silogismo que envolve (muita) fruta e vindo directamente de um gajo que afirma que, daquela, é mais dado a bananas e papaias… adiante. não me irei debruçar sobre elas, apesar de terem servido de mote à presente “post@” (título incluído) e de, assim num repente, ter pensado “nisto” aqui e aqui
mais informo que o que a seguir se expõe não pretende mascarar, seja de que forma for, o descalabro desportivo que ocorreu, na época finda, no escalão máximo da modalidade que dá nome ao nosso clube do coração e de Sempre, antes corroborar a resposta pronta que o «pesetero» em causa mereceu por parte de quem assina a e-letter do Clube.
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© fc porto
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mesmo desconsiderados por todos os me(r)dia tugas, na sua quase total generalidade, aquela que (por eles, claro!) não é tida como a melhor escola de formação deste “rectângulo à beira-mar (im)plantado”® e que não abre telejornais com os títulos desportivos que conquista, sagrou-se bicampeã de futebol em Juniores A (actual escalão sub-19).
trata-se de um feito desportivo que, para o Clube, já não era conseguido desde 1993/1994, e logo num ano em que a equipa B se sagrou campeã da Segunda Liga – num título oficial que custa a engolir a muito “boa gente”, mas que é para ser tido em conta precisamente por isso mesmo: é tão-somente um título de uma competição oficial, organizada por uma entidade legalmente… oficial e instituída por quem de Direito, e não de uma qualquer taça lat(r)ina.
ou seja: ninguém nos liga, não somos chamadas de capa de pasquins, nem temos os habituais invertebrados do costume a fazer pressão pelos nossos. ainda bem que assim é, porque será sempre sinal de que fomos vitoriosos. e de que estamos a ser incómodos. e isso s(er)ão sempre sinais positivos, apesar do incómodo da discriminação por parte dos useiros e vezeiros sabujos do costume.
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© fc porto
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no início da tarde de ontem, necessitei de me deslocar ao centro da ImBicta. foi um filme, onde sobressaíam as filas intermináveis para lá se entrar (e algumas bichas pelo caminho). só (bem) mais tarde é que me apercebi do porquê daquelas (das primeiras, bem entendido!): a W52-FC Porto-Porto Canal acabara de vencer o “Grande Prémio JN”, em ciclismo, com Rinaldo Nocentino a vencer a etapa que acabou em plena Av. dos Aliados e Rafael Reis a sagrar-se o vencedor da 26ª edição daquela prova (a mesma onde o spórtem/tavira se quedou pelo terceiro lugar. espera-se novo comunicado do burro do Carvalho a qualquer momento).
tudo sobre rodas, portanto. e com mais uma «gloriosa» ausência de destaque nos mesmíssimos me(r)dia tugas.
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© fc porto
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onde também não se meteu água foi na natação. este final-de-semana, Diana Durães bateu o recorde nacional absoluto nos 200 metros livres, cumprindo a distância em 2’02”,40 minutos, no “32º Meeting Internacional do Porto”, que decorreu na nova (por que remodelada) Piscina de Campanhã.
não se trata de um título ‘per si’, mas de um feito desportivo que muito nos deve embevecer.
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© ojogo
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curiosamente, neste final-de-semana, o nosso único “sorriso amarelo” aconteceu… no bilhar. tal como a foto acima documenta, na final da Taça da Europa de clubes de bilhar às três tabelas (vulgo carambola), pela quarta vez que ficámos pelo primeiro lugar dos últimos.
deste amargo de boca, retive as seguintes palavras de Daniel Sanchez, via “FC Porto para sempre“:
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« o FC Porto, um dia, vai ganhar [esta prova]! esta é a melhor equipa em que já joguei. com o João Ferreira e o Rui Costa, dentro de dois anos, o FC Porto vai ter uma grande equipa! e o João vai ser um jogador de nível mundial! »
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ah!, quase que me esquecia… convém referir que se tratou de uma competição efectiva e comprovadamente com clubes europeus, mas da Europa mesmo!, e não “daquela Europa“, segundo jorge jeBus
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© google
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contra tudo, contra todos e contra os tolos da federação da modalidade em causa, ainda não foi desta que uma agremiação afecta à Segunda Circular venceu o campeonato nacional de séniores, em andebol, já lá vão nove anos.
desta vez, consta que «a equipa de andebol do 5lb sofreu um ABC» [® Sérgio Mayor de Andrade], para «glorioso» desgosto de quem tudo, mas mesmo tudo!, (in)tentou para que fosse outro o desfecho final. bem feito, pá! ficaram com um amargo de boca e ganharam um “andar diferente” para os próximos tempos…
neste entretanto e apesar da festança final dos comandados de Carlos Resende (vídeo aqui), parece que, mais uma vez e só esta época (!!), os reincidentes ilegais da agremiação de Carnide provocaram desacatos (vídeo aqui), com um elemento da equipa do 5lb a ter que intervir para que males maiores não acontecessem a uma criança indefesa (vídeo aqui). cenas lamentáveis, mas que mais não são do que a sua imagem de marca mais actual.

no fundo, bem lá no fundo e regressando ao campeonato em causa, a imagem que se segue será sempre aquela que dele guardarei, pela forma “suja” como nos foi sonegada a possibilidade de disputar a final de um injusto ‘play-off‘:
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lance_roubo© porto canal | Tomo III
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por último e na minha opinião, “a” imagem de (mais) uma lenda que nos deixa, para poder (enfim!) brilhar no firmamento:
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© sport bible
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disse!
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‘in your face!’ (afundanço)

fcp© fc porto
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caríssima(o),

não sei se já sabes, mas, quatro anos depois da tormenta,  com uma descida à divisão CN2 pelo meio, permanência de dois anos na ‘proliga’ e subida ao principal escalão naquele segundo ano,

somos campeões de basquetebol sénior!

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do feito em si e da grandiosidade que encerra, já muito foi dito por esse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera, pelo que sou mais um a expressar, desta forma, o enorme contentamento, que extravasa o meu espírito, pelo bom porto que assomou este projecto, e que tantas dúvidas (e inquietações) suscitou aquando da suspensão da modalidade.
é que e para lá daquela pertinente questão temporal, convém sempre realçar que o orçamento do 5lb é (pelo menos) três vezes superior ao do nosso FC Porto. e que, até Sábado, era o tretacampeão em título, numa modalidade em que se sentia “dono e senhor” (incontestável e incontestado)…

assim, em complemento ao que entretanto já foi escrito aqui, aqui e aqui,  e depois de (re)vistas as imagens da enorme festa que se seguiu àquela brilhante conquista, quero salientar o grande privilégio que é, para mim, ser Amigo de alguns dos elementos desse indefectível grupo de adeptos portistas que acompanha (também) todas as equipas de todas modalidades em que o Clube se encontra envolvido. para todos eles, o meu mais sentido elogio e a expressão pública do meu sentimento de uma grande gratidão.
se é certo que a Equipa foi gigante e Moncho López extraordinário, não será menos correcto afirmar que o público do dragão e sobretudo aquele grupo, foi admiravelmente colossal. muito desta conquista também passa por eles, como os jogadores (justamente) reconheceram no final
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tinsley02© porto canal | tomo III
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entretanto, para mim, esta é a imagem deste ‘play-off‘: um jogador, de altura mediana para a modalidade em causa, e que se torna gigante entre os demais, à semelhança de toda uma equipa e conforme já foi referido no início destas linhas (#notmadeinporta18forsure).
e obviamente que não me refiro ao lance em si, com uma espectacularidade em tudo idêntica à de uma partida da NBA, mas também – e cujo vídeo pode ser revisto aqui e as imagens (em formato GIF) aqui e aqui.
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nocu© google
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por último e sem pretender que seja o ponto fulcral e/ou fundamental e/ou determinante e/ou capital e/ou mais importante desta conquista, é, para mim, impossível não dedicar cinco (breves) palavrinhas à abécula que, há quatro anos atrás, protagonizou cenas que tiveram tanto de lamentável como de tristeza, à semelhança da personalidade do indivíduo em questão:

que vá comer NuKu!
(como as galinhas, as bolachas e como tanto gosta, segundo consta)

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e, depois de tudo o que protagonizou naquele jogo, ter a distinta latosa de afirmar «o 5lb sabe respeitar os outros nas derrotas», não é de uma desfaçatez tamanha, antes de uma verdadeira filha-da-putice. é que, tenho para mim, porque assim fui ensinado, quem não sabe vencer, jamais saberá perder!

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disse!
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