mensagem para o rui gosma da selva…

original© google | Tomo III
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rui gosma da selva,

para lá da questão da tua menoridade – não só em termos de estatura, mas sobretudo intelectual -, és um ser ignóbil, rasca, mesquinho, e que, em ti mesmo, compila e representa tudo o que mais detesto num lampião crónico – algo que é bem diferente de se ser um benfiquista convicto (vide a diferença aqui).
e, se dúvidas houvesse  do que afirmo, o teu abjecto artigo de opinião de hoje (aqui), publicado no ‘pravda’ da Travessa da Queimada (edição impressa completa aqui, a páginas 36), confirma-o. 
já agora, ‘pravda’ esse que, e como é do conhecimento geral, trata-se do órgão de comunicação (mais do que) oficioso da agremiação que defendes, e que é sempre tão, mas tão solícito a defender as suas questões, a suportar as suas agruras e, claro!, a vibrar com as suas alegrias.

portanto e assim concluo: «fruta» tens tu, num sítio onde o sítio não brilha. só não sei se será uma banana, um ananás (ainda com a respectiva rama), um melão ou «ambos os três»…

“disse!”
»
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post scriptum pertinente:

mensagem enviada para a abécula em causa, via ‘faceboKas‘®.
como é óbvio, não espero qualquer resposta da criatura…
fi-lo porque, como se sabe, gosto de ler o ‘pravda‘ da última página para o seu início. e, depois da “notícia, filha de pai incógnito”, a páginas 40 (aqui) – onde, mais uma vez, surge o ‘pravda‘ em defesa dos interesses lampiónicos, desta feita contra-argumentando o nosso querido líder (mas que raio terá dado a Pinto da Costa para convidar este tipo de gentalha para a gala que deveria ser exclusiva do Portismo?!)… -, logo a seguir deparo-me com o artigo do asno (aqui). foi demais para a minha “camioneta”, e não sosseguei enquanto não descarreguei as minhas raiva, indignação e revolta.

e, agora, ‘bute lá ver o nosso «mágico Porto!» 😀

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disse!
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‘br@são abençoado’ do dia e de como se escamoteia a Realidade…

pml271115© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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caríssima(o),

sem qualquer desprimor para o email aberto que, esta madrugada, dirigi a Julen Lopetegui, e o qual te convido a (re)ler aqui, mas eu sei que o segundo e o terceiro termos de pesquisa com maior procura, neste espaço de discussão pública, dão pelo nome de BRASÃO ABENÇOADO… já agora, informo-te que o primeiro e que subsiste desde os tempos do (entretanto desaparecido) ‘Tomo I‘, é NORTADA

sobre o texto em apreço, o qual pode ser lido aqui e sob um título para o qual não restam dúvidas, nada mais tenho a acrescentar, a não ser a manifestação pública do meu agradecimento a Pedro Marques Lopes por ter conseguido expressar todo o meu sentimento após o descalabro de Terça-feira e também por aliviar um pouco o cinzentismo do meu estado de espírito actual.
os mesmíssimos votos também foram dirigidos pessoalmente, o qual teve a gentileza de responder, agradecendo aquelas (sentidas) palavras.

já sobre a edição impressa, do pravda da Travessa da Queimada, desta Sexta-feira (aqui), aí há algo mais a escrever. e, como estou com a corda toda, apesar das contra-indicações médicas, cá vai disto:

» começa logo na página 02, com o inqualificável título do artigo de um dragão de ouro do Clube, o qual, por certo dilacerado com o estrondo da derrota de Terça-feira, rendeu-se à facilidade em “malhar” no treinador basco socorrendo-se do que mais torpe pode existir em termos de (não) argumentação: a adulteração propositada do nome de outrem.
de facto, Pedro Marques Lopes é único, tal como em tempos o foi Rui Moreira – dois senhores na arte do sentido crítico com espírito construtivo.

» prossegue nas páginas 16 e 17 com a promoção de mais um ‘crack made in‘ carnide, e para o qual estão escancaradas as portas da Selecção Nacional – uma “sorte” que não tem (nem terá) Ruben Neves – mas esse é um capítulo que não pretendo dissertar porquanto que tudo o que envolva a “equipa (que decididamente não é) de todos nós”® não me interessa para rigorosamente nada.

» depois, a páginas 23, o sabujo do paulo pinto “descobre a pólvora”: «maxi custou dois milhões. teve um prémio de assinatura por chegar livre».
u-a-u… u-a-u… a sério? f*d@-se! ninguém diria… bem, parece mesmo que “almoços grátis” só mesmo lá para os lados de carnide, via Museu da Cerveja… e para não perguntar por quanto terá ficado o prémio de assinatura de contrato de Júlio César… certamente que terá sido um dois pratinhos de picanha (pois que a maminha está pela hora da morte)…
(assim como também é intelectualmente desonesto quando apresenta alguns dos números referentes ao Relatório&Contas consolidado do primeiro trimestre do exercício 2015/2016. se é certo que o «Passivo cresce», como faz questão de frisar por mais do que uma vez, também não é menos verdade que: «o Capital Próprio do Grupo atinge, em Setembro de 2015, o valor de 93.437M€ – o que reflecte uma estrutura patrimonial robusta»; «Activo Líquido cresce 52.488M€, face a 30 de Junho de 2015, atingindo um montante global de 411.723m€»; se «o Passivo total cresce 42.155M€, para os 318.287M€; no entanto a dívida financeira líquida desce 1.928M€ face a 30 de Junho de 2015»… também não deixa de ser curioso como, perdendo-se o principal patrocínio nas camisolas, o valor registado em “Publicidade e Sponsorização”, no período em causa, só difere, para 2014/2015, em 15 mil euros… outros há que nem com Emirates lá vão…).

» mas, o supra-sumo da desfaçatez, da canalhice jornalística e da publicação de inverdades, está reservado para o (nada) Bonzinho do sr. joão, o qual, a páginas 39, daquela edição imprensa, num artigo sob o auspicioso título “que mal fiz eu a Deus?!”, motivou o envio do seguinte email:

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Bonzinho: não sejas um ignóbil “jornalista” daqueles bem mauzinhos.

na tua crónica de hoje, sob o título “que mal fiz eu a Deus?!”, afirmas a páginas tantas, para demonstrares uma teoria da treta, cuja falácia se desmente numa penada:

« […] outro exemplo: nos últimos quinze anos, o FC Porto chegou por três vezes aos quartos-de-final da Champions, mas só numa delas, em 2008/2009, foi campeão em Portugal. »

eu sei que vos dói – e muito! ainda! – mas, «nos últimos quinze anos», pázinho, o FC Porto foi campeão nacional e campeão europeu, estávamos em 2003/2004.

não sejas assim, Bonzinho: um anti-portista básico (por que primário).

Sou quem sabes, Bonzinho.

Miguel Lima | Tomo III

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por último e para quem tiver esse interesse:

» a edição impressa de Quarta-feira (25/11), do pravda (aqui), na qual o papagaio do gabriel é (novamente) igual a si próprio e à agremiação cuja cor defende, nem que para isso tenha que (mais uma vez) atacar a honorabilidade dos apitadores tugas, em mais uma vil e desprezível tentativa de os condicionar – agora que o #colinho mudou-se, de armas e bagagens, para o outro lado da rua.

» a edição impressa de ontem (26/11), do mesmo pravda (aqui), na qual, a páginas 46, ainda jorra um autêntico esgoto a céu aberto, pela pena de um tratante...

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disse!
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da desilusão da minha frustração (ou do seu inverso)…

julen03© the guardian
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caro Julen,

antes de tudo, permite-me o tom cordialmente informal nesta missiva. não nos conhecemos pessoalmente, mas já foram tantas as vezes que estivemos próximos – seja nesse local mágico, que dá pelo nome de Estádio do Dragão (o meu teatro de sonhos azuis-e-brancos), seja quando me entras pela sala de estar, via televisão cá de casa – que quase que te considero da família.
e é sobre aquele “quase” de que te quero falar.

por esta altura já estarás ao corrente da mossa que a exibição da passada Terça-feira criou na massa adepta portista. se ainda não estás, convido-te a dar uma vista de olhos aqui, aqui, aqui e aqui, aqui e aqui, aqui, aquiaqui e aqui. em todos estes espaços, de gente abnegada em prol do Clube, nesse “marabilhoso mundo que é a bluegosfera”®, encontrarás um denominador comum, um sentimento que trespassa a Alma de cada um deles e da minha, tão, mas tão forte como cruéis punhais a dilacerarem um peito nu: frustração (a antítese da tal “illusión” que tanto apregoas).

tu sabes que foi mau, Julen. mau demais para ser verdade, e depois de teres vendido a ilusão de que, no «jogo mais importante do ano», tudo iríamos fazer para levar de vencida um adversário poderoso. e falhámos, Julen. redondamente. com (muito) estrondo. com uma dor idêntica à de um murro que nos é desferido no estômago, vindo do Nada. e a um travo amargo de derrota mais insuportável que um pestilento hálito matinal, depois de se ter emborcado a garrafeira toda lá de casa.

sobre o jogo em si, quem sou eu para te dar lições sobre questões técnico-tácticas-coiso? ninguém! mas se hoje, 72h depois do descalabro, ainda estou completamente fodido dos cornos, também quero acreditar que no balneário terá havido tudo menos sorrisinhos, palmadinhas nas costas e afins, a começar por ti, enquanto responsável máximo pelo grupo de trabalho à tua disposição – um grupo de trabalho escolhido por ti e com a anuência da SAD azul-e-branca, é bom lembrá-lo.
e sim, Julen, fomos humilhados em nossa casa, no nosso reduto, no tal jogo «mais importante do ano», como o classificaste – um jogo onde fizemos n-a-d-a para inverter um rumo que se começou a traçar ainda no papel, com essa tua “invenção” em abdicares de um produtivo 1-4-4-2 para as competições em detrimento de um 1-4-3-3 estilo “auto-estrada” para o golo adversário. e em teres deixado um pêndulo do nosso meio-campo sentado no banco de suplentes. e, depois, tudo o que se seguiu – e decisões dúbias do car(b)allo à parte…

e essa noção do ridículo que fizemos durante aqueles 90′, Julen, isso é que ainda me dói. porque e ao contrário das ‘hashtags’ da moda, fomos tudo menos “Porto” na Terça-feira: acima de tudo não suámos a camisola; não quisemos levar de vencida as adversidades que um autêntico dínamo ucraniano nos impôs; rendemo-nos inapelavelmente a um conjunto que começou a vencer nas provocatórias declarações antes da partida, as quais não soubemos capitalizar como a necessária “gasolina” para a “incendiar” como deveríamos…
ou seja, Julen: fomos uma cambada de morcões, semelhantes a um conjunto de perús bêbados, sem qualquer rumo naquelas imensas quatro linhas sem fim à vista. e fomos lorpas o suficiente para acreditarmos, já nos descontos, que ainda era possível inverter o que a Realidade nos espetava nas fuças, à força toda. eu pelo menos fui, Julen. e ainda estou dorido (também) por ter acreditado – tal e qual como nas outras cinco (dolorosas) derrotas e na esmagadora maiorias dos (perturbadores) catorze empates que já amealhámos em sessenta e sete jogos oficiais, à data desta mágoa que transporto no coração e da qual te dou conta. e, convém recordá-lo, Julen, em todos esses momentos infelizes, o “sentido de oportunidade” em que aconteceram, fazem com que muita da massa adepta do FC Porto tenha alguma razão para considerar que tu e a equipa ao teu dispor, falham nas alturas decisivas. eu já me rendo a essa evidência, assim como a esse facto que atesta que, quando acontecem esses infortúnios, fazemo-lo com sublime estrondo, ao ponto de, por exemplo, a derrocada de Terça-feira estar prestes a colocar em causa toda uma época desportiva, sobretudo na necessária confiança que se pretende transmitir (também) para a massa adepta…
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em suma, Julen:
estou (literalmente) doente desde Terça-feira, à noite. o meu coração não aguentou e fui de urgência a um hospital do Grande Porto (adoro esta expressão, mesmo quando não me quero referir ao meu clube de Sempre). a dor foi muita e ultrapassou a amargura de um resultado que transpareceu tudo o que não fizemos em campo, ao ponto de me ter chateado mesmo valente, pois que, a a partir do remate do André² à barra, não me recordo de mais nada. porque “eclipsei”, Julen. mas eu fi-lo quase no final da partida e enquanto adepto; tu e os ‘niños’ que tens ao teu dispor, fizeram-no desde muito cedo, assim a modos que a partir dos 20′ e não mais se encontraram – ao contrário da minha pessoa, que já regressou a casa e está a contrariar as ordens da médica (boa gente, todos os dias e com um sorriso muito feminino…).
neste momento, Julen, não tenho como o esconder: sinto-me traído por ti e pelos teus. alguns dos que visitam o estaminé desta «ovelha choné» sabem o quanto dou o corpo às balas (e aos “lápis afiados”) em tua defesa e dos ideais (e do modelo de jogo) que preconizas para a Equipa – não porque me devas seja o que for, ou porque estou em dívida para contigo, antes porque és o treinador do Futebol Clube do Porto, logo e por inerência, um dos meus, car@go! e até podes ser teimoso como uma mula – que és, Julen! que és! – e inventares amiúde, com resultados desastrosos para todas as partes envolvidas – que o fazes, Julen! e sabe Deus como isso me irrita… -, mas também és um dos meus/nossos, e enquanto Pinto da Costa quiser que sejas o seu treinador. e, estou certo, serás portista quando houver a necessária necessidade de Mudança. mas esses, são outros “quinhentos”, porque, neste entretanto, tens um enorme desafio à tua frente: reconquistar a minha confiança e a de muitos (?) portistas que, tal como eu, ainda padecem com estes revezes, com estas derrotas que nos humilham – mais pelo facto de alimentarem a corja que gravita pelo jornalixo tuga, de lhes conferirem tema de conversa e de cachota por (mais) alguns dias, do que pelo resultado em si. curiosamente a mesma corja de sabujos que tanto te despreza desde o primeiro dia que chegaste à ImBicta e à qual te deixam só, abandonado ao teu (triste) Fado…
e se tiveres dúvidas do que escrevo e ainda tiveres tempo para tal, convido-te a dares uma vista de olhos ao que se escreveu aqui e aqui (no pravda da Travessa da Queimada), ou aqui e aqui no pasquim do ‘quim oliveirinha), nas edições impressas a seguir à derrota vexante de Terça-feira. ficarás a saber que quem te quer é a massa adepta portista – ou pelo menos, alguma desta. temo que já só uma ínfima parte, com a esmagadora maioria prestes a brindar-te com assobios, vaias e sabe-se lá que mais, sempre que claudicares e desde a tua primeira hesitação…

portanto, Julen, está nas tuas mãos reconquistares essa confiança que, no Presente, está amachucada, amarrotada, amorfa, enxovalhada, descrente. e muito. a começar já no próximo Sábado, ante o Tondela, em Aveiro, naquela que será a primeira partida do que resta de uma época que ainda vai no seu primeiro terço…

abr@ço
(sem ser muito forte, que ainda estou combalido)
Miguel | Tomo III

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[mensagem enviada, via faceboKas®, para a página oficial de Julen Lopetegui]

‘no further questions’*…

steveb© google
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exmo senhor
Vítor Serpa,

sim, sou eu! outra vez.
“quem?!”: Miguel Lima, o fervoroso adepto do Futebol Clube do Porto e, caso ainda não esteja recordado da minha pessoa, sou o “chato do gajo do blogue Tomo III“… exacto!, esse mesmo…

peço desculpa por o incomodar numa tarde de Quinta-feira, do corrente mês de Novembro, ainda por cima tão soalheira, mas ele há coisas que não podem esperar por um Amanhã, sequer por um “em breve”.

pela presente mensagem, quero pronunciar-me sobre o seu editorial “uma questão de credibilidade“, da edição impressa de Domingo, do passado dia 08 (aqui), mormente naquela parte em que afirma (e cito):
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vserpa© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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com todo o respeito, permita-me discordar da sua afirmação, socorrendo-me de um episódio que, passados onze anos, ainda enche, não só a boca de muita gente, mas também as capas de todos os pasquins da nossa praça e que dá pelo nome de “pífio dourad…” – desculpe-me, que a minha memória dirige-se sempre para as decisões lavradas em tribunal. quero-me reportar ao processo “Apito Dourado”, com tramitação desportiva no julgamento justiceiro de nome “Apito Final”.
como pessoa inteligente que é, acho que compreenderá onde quero chegar na questão das lembranças – recordando-o que o clube inicialmente visado nas escutas do processo “apito dourado” era o Gondomar, por oferecer, «por simpatia», lembranças «de cortesia» sob a forma de minúsculos apitos dourados de filigrana…

assim sendo, sr. Vítor, a mais recente questão a envolver lembranças de cortesia, por parte da agremiação com assento em Carnide, pode ser tudo menos o que o sr. afirma naquele editorial, porquanto que e como é noticiado pelo lixo tóxico do grupo Cofina, na sua edição impressa do passado dia 16 (aqui), replicar por oito vezes a nossa «cortesia» para com um mesmo árbitro, é exagerar numa questão de urbana amabilidade (ou amável delicadeza) – curiosamente uma notícia que não foi alvo de destaque nas edições que se seguiram no pasquim que edita.
(e ‘isto’ sem querer imiscuir-me no porquê de também serem brindados, com aquela mesma «cortesia», os delegados ao jogo e os observadores dos árbitros, inclusive nas partidas a envolverem a equipa B daquela agremiação… ou no foco da argumentação, em defesa de quem a pratica, recair numa falácia – pois que os regulamentos vigentes na nossa terrinha não mencionam qualquer valor, antes estipulam, nas “Normas e Instruções para Árbitros” da FPF, a páginas 42, que «os árbitros podem aceitar recordações sem valor comercial»…)

mas eu presumo saber o porquê do Sr. Vítor afirmar que tudo “isto” não passam de «folclores»; afinal, trata-se da agremiação (supostamente) com maior número de adeptos e aquela para onde se canalizam todos os esforços de venda de papel-jornal – vulgo público-alvo.
é que, estou certo que fosse outro o Clube envolvido, com sede mais a Norte, e não teríamos a complacência do jornalixo tuga para com todo este silêncio ensurdecedor em torno de uma questão de «gloriosa» c-o-a-c-ç-ã-o.

para finalizar e sem lhe querer tirar (ainda) muito mais tempo, informo-o que o objectivo desta mensagem, mais do que pretender glosar com a caricatura de toda esta situação, pretende demonstrar ao sr. que há portistas que percebem muito bem as intenções do jornalixo tuga em (in)tentar branquear aquela mesma de «gloriosa» c-o-a-c-ç-ã-o.
e que, podemos ser tudo para quem vive lá longe, na Capital do Império, mas não nos tomem por lorpas ou por morcões, que não comemos geladinhos com a testa: o que vocês estão a fazer é tudo menos Jornalismo com total Isenção, Profissionalismo, Rigor, Ética e Deontologia, antes revoltar os fundadores daquele que, em tempos, era tido como um jornal de referência («a bíblia do Desporto») e agora não passa de um mero pasquim.

despeço-me, apresentando os meus melhores cumprimentos e reescrevendo a minha ideia final, patente em mensagens anteriores, por ser algo em que acredito:

«sei que “isto” mais não é do que um desabafo de alguém que gosta de Futebol e é indefectível portista. se comparado, com a situação económica do nosso País, por exemplo, este assunto são «pienners»…
mas, também compreenderá que não poderia ficar calado com (mais) esta incongruência do foro do tratamento jornalístico que o seu jornal “brinda” os leitores afectos ao FC Porto diariamente…»
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somos Porto!, car@go!
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!

o administrador do Tomo III
Miguel Lima

»

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curiosidade:
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capasv© pravda | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)
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* ‘no further questions‘: não tenho mais perguntas.

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disse!
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acerca do ‘manto protector’…

mantobb© google
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e-mail enviado para a ‘newsletter‘ “dragões diário“:

(e que surge no seguimento das denúncias, à data e hora destas linhas, aqui, aqui, aqui e aqui)
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exmos senhores,

o meu nome é Miguel Lima e sou um fervoroso adepto do Futebol Clube do Portocaso ainda não estejam recordados da minha pessoa, sou o “chato do gajo do blogue ‘Tomo III’ “… exacto!, esse mesmo…

peço desculpa por incomodar numa solarenga tarde, de uma Segunda-feira, em pleno mês de Agosto, mas ele há coisas que não podem esperar por um Amanhã, sequer por um “em breve”.

pela presente mensagem, apresento-vos nova pertinente reclamação, enquanto subscritor da newsletter do Clube e enquanto seu leitor regular (por que diário, assíduo).
o motivo desta surge no seguimento do meu e-mail anterior e no «inconseguimento» do Clube em reagir, em tempo útil, ao célebre «manto protector».

mais do que as minhas palavras, permitam-me citar José Fernando Rio, comentador no “Porto Canal”, nomeadamente o ponto 5.:

«

4. O 5lb acabou a golear, num jogo em que podia ter perdido. Não fosse Júlio César e a inépcia dos avançados estorilistas, e o resultado teria sido outro. Vimos um 5lb tolhido durante 75 minutos e que só se mostrou depois do Estoril ter feito duas alterações simultâneas e “suicidas”. Foram quatro, mas se o jogo continuasse, teriam sido ainda mais.
O spórtém ganhou ao Tondela já quando ninguém o esperava, nem mesmo os calimeros. Enquanto teve forças, o spórtém dominou e chegou à vantagem; já na segunda parte, o Tondela reagiu, equilibrou a partida e chegou à justa igualdade e, até ao final do jogo, nenhuma das equipas se superiorizou à outra.

5. Vítor Pereira está de parabéns. Ontem, [na ‘cesta de pão’], Tiago Martins perdoou, logo aos 10 minutos, uma grande penalidade ao 5lb. O iLusão empurra o jogador do Estoril dentro da área [vídeo do lance aqui] e o juiz lisboeta finge que não vê. A isto se chama #colinho.
Na Sexta-feira, em Aveiro, Carlos Xistra valida um golo em fora-de-jogo ao Tondela e assinala uma grande penalidade (duvidosa) a favor do spórtém, no seguimento de um lançamento lateral irregular. Isto no final de uns injustificados cinco minutos de descontos…

Na Supertaça, Jorge Sousa anula mal um golo ao spórtém e perdoa uma grande penalidade clara sobre Gaitan…
“Isto” já para não falar da performance atabalhoada de Fábio Veríssimo, no Estádio do Dragão…

Para começo, não está mal.

»

sincera e honestamente, faço votos sinceros para que o Clube, por uma sua voz oficial e/ou pela sua newsletter, tome uma posição, a fim de se evitarem: (i) o escândalo da “verdade desportiva” da época transacta, (ii) os silêncios ensurdecedores e quase cúmplices, da Estrutura Portista perante aquela, (iii) o reclamar tardio pelo pugnar da verdadeira Verdade Desportiva, que entretanto se impunha e (iv) a imagem de autênticos “meninos de coro” (para não afirmar: morcões, lorpas, cepos, ingénuos) que passámos para a Opinião Pública, em geral, e para os nossos detractores, em particular.
escuso-me a relembrar a velha máxima do Mestre («enquanto fomos bons rapazes fomos sempre comidos») perante aquele regafofe e pela tomada de posição que, de facto, se impõe…
despeço-me, apresentando os meus melhores cumprimentos e reescrevendo a minha ideia final, patente em mensagens anteriores, por ser algo em que acredito:

«sei que “isto” mais não é do que um desabafo de alguém que gosta de Futebol e é indefectível portista. se comparado, com a situação económica do nosso País, por exemplo, este assunto «são ‘pienners’»…
mas, também compreenderão que não poderia ficar calado com (mais) esta incongruência, por parte de quem lida com os leitores afectos ao FC Porto diariamente…»
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somos Porto!, car@go!
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!

o administrador do blogue ‘Tomo III
Miguel Lima

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disse!
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acerca do ‘nomeações’…

nomeacoes

© google | Tomo III
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e-mail enviado para a ‘newsletter‘ “dragões diário“:
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boa tarde!

o meu nome é Miguel Lima e sou um fervoroso adepto do Futebol Clube do Portocaso ainda não estejam recordados da minha pessoa, sou o “chato do gajo do blogue ‘Tomo III’ “… exacto!, esse mesmo…

peço desculpa por incomodar numa tarde de uma Quarta-feira, em pleno mês de Agosto, mas ele há coisas que não podem esperar por um Amanhã, sequer por um “em breve”.

pela presente mensagem, apresento-vos uma pertinente reclamação, enquanto subscritor da vossa ‘newsletter’ e leitor regular (por que diário e assíduo) da mesma.

o motivo desta mensagem prende-se com o que amiúde é referido por todo esse “maravilhoso mundo que é a bluegosfera”®, sobretudo aqui e aqui.
quero acreditar que o Clube aprendeu com um passado recentíssimo, em que (perdoem-me a expressão, mas) “acordou demasiado tarde para a Vida” e para o efeito do “nomeações”, nesse vergonhoso #colinho a que todos nós assistimos, em 2014/2015.

assim sendo, faço votos sinceros para que, antes do jogo que nos oporá ao Vitória Sport Club, o Futebol Clube do Porto, pela “voz” da sua ‘newsletter’, responda à autêntica provocação que é a nomeação de um árbitro de categoria internacional… desculpem, não é assim… de um árbitro que passou recentemente à categoria de Internacional, depois de ter cumprido todos os pressupostos e todos os requisitos legais… também não é assim… de um personagem, de seu nome Fábio Veríssimo, que, graças a múltiplos favores, e tal como Tiago Martins, sabe-se lá como é que chegou a árbitro, quanto mais a Internacional (quer-se dizer: saber, até sabemos; não há é voz activa e com força suficiente para o denunciar).
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em suma:

tal como muitos portistas indefectíveis, e porque (i) não espero que seja outra vez o treinador da equipa principal a fazê-lo e sozinho, porque (ii) não quero acreditar em novos silêncios comprometedores («enquanto fomos bons rapazes fomos sempre comidos», lembram-se?), e porque (iii) há a necessidade de denunciar esta autêntica pouca-vergonha e logo à primeira jornada do campeonato, conto convosco para não deixarem passar em claro mais esta artimanha, mais esta marosca, mais esta autêntica filha-da-putice do “nomeações” – e bem a tempo de se evitar novo #colinho…

despeço-me, apresentando os meus melhores cumprimentos e reescrevendo a minha ideia final, patente em mensagens anteriores, por ser algo em que acredito:

« sei que “isto” mais não é do que um desabafo de alguém que gosta de Futebol e é indefectível portista. se comparado com a situação económica do nosso País, por exemplo, este assunto «são ‘pienners’»…
mas, também compreenderão que não poderia ficar calado com (mais) esta incongruência sobre o quotidiano afecto ao FC Porto»

somos Porto!, car@go!
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!

o administrador do blogue ‘Tomo III
Miguel Lima

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disse!
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o Pipa precisa de ajuda, coitado (*)… [actualizado]

pipacb© pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)

«

caro sr. Pipa,

no seguimento do seu artigo de opinião, publicado no dia de hoje, Quarta-feira, dia 04 de Março do ano da graça de 2015, onde afirma «nos outros jornais europeus, o clássico foi ignorado ou despachado numa breve [nota] telegráfica», venho ajudá-lo na pesquisa que o sr., enquanto jornalista, deveria ter tido o cuidado de encetar e consciente e deliberadamente não o fez:

reuters (aqui)

globalpost [EUA] (aqui)

UEFA (aqui)

eurosport (aqui)

daily mail [Inglaterra] (aqui)

the guardian [Inglaterra] (aqui)

fox (aqui)

germanijak [Croácia] (aqui)

trendolizer [Suécia] (aqui)

forsiden [Noruega] (aqui)

wort [Luxemburgo] (aqui)

sportskeeda [Índia] (aqui)

spyghana [Gana] (aqui)

china.org [China] (aqui)

zeenews [Nova Zelândia] (aqui)

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é certo que o sr. Pipa se refere a «jornais [de referência] europeus».

mas, repare que, na listagem acima, constam duas agências noticiosas europeias, dois jornais britânicos e o próprio site da UEFA (!!!).

mais: nem necessitei de muito trabalho para encontrar os links acima, sabe? como o fiz? uma rápida pesquisa no google® com as palavras-chave: tello+porto+hattrick

quando se quer ser goëbbeliano, o sr. Pipa encontra-se «gloriosa» e indubitavelmente na linha da frente, ao comando desse desígnio na primeira cadeira, da primeira fila.

disse!

o administrador do Tomo III
Miguel Lima

»

(*) coitado no sentido desse exacto significado.

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post scriptum’s pertinentes:

1)

de facto, não há como o pasquim da Travessa da Queimada para omoficar o que se passa pela Segunda Circular, como se pode (re)ler aqui.

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2)

estatística da «gloriosa» liga colo-colinho-andor-lampiónico :

14 pontos com intervenção directa de erros de arbitragem
07 grandes penalidades por marcar a favor dos adversários
03 grandes penalidades mal marcados a favor do 5lb
07 golos precedidos e/ou através de irregularidades
04 golos indevidamente anulados aos adversários.
02 expulsões mal assinaladas a favor do 5lb
03 expulsões por assinalar contra o 5lb
0 pontos perdidos por erros de arbitragem
0 golos sofridos com irregularidades
06 jogadores sem impedimentos físicos que não defrontaram o 5lb, ex-clube

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de facto, é mesmo muita fruta! 

disse!