do dia do (fervor do) Clube.

© dia do clube | fotos da curva
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[no passado Sábado] decorreu a sexta edição do “Dia do Clube“. eu nem era para ir, mas depois vieram com o choradinho habitual: “ah e tal, se tu não fores, nem vale a pena a malta organizar aquilo, desiste-se, pronto, ficapróano, cumócampeonato”…
já se sabe que sou um coração de manteiga e lá fiz o favor de comparecer. e não é que, maijuma vez, valeu muito a pena?

sobre o que por lá se passou, saberão o que vierem a saber mas, por aqui, não será. apareçam na próxima edição e já não precisam de se fazerem passar por alcoviteiras.

o importante mesmo é dar os parabéns! […]
assim, trato mesmo eu disso: muitos parabéns! à Organização, por tudo ter sido impecável, mas sobretudo pelo trajecto (ascendente) – aquele que eu acompanhei, desde uma salinha na Biblioteca de Espinho ao Estádio do Dragão [passando pelo Auditório José Maria Pedroto, aquando da primeira edição]. caraças, parecem o [Fernando Gomes]!

ainda mais: parabéns ao FCP! principalmente por ter sabido devolver à casa a que pertence este encontro de Portistas e por ter, enfim, acarinhado e endossado, da forma correta, o evento; pelo espaço e pela presença nos painéis; mas, acima de tudo, pelo reconhecimento do esforço dos dedicados organizadores, culminando na presença inesperada, mas bem-vinda, do Presidente.
[portanto e sem ironias] parabéns FC Porto! demorou, mas foi! este é o caminho, sem receio dos nossos, sem trelas e mordaças e cartilhas. e, lá está: sempre que os Portistas se sentem bem-vindos em sua casa, retribuem com a gratidão e com o carinho que nos merece quem dá a vida pelo Clube. […]

perfeito!

in a tasca do Silva | Maio de 2017.
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caríssim@,

faço minhas as palavras do Silva: não será aqui que se irá saber o muito que foi (bem) debatido sobre a actualidade do quotidiano azul-e-branco. também eu lanço o convite (desafio?) a que quem quiser e puder, na próxima edição marque presença e o testemunhe com os seus próprios olhos. estou certo de que não dará por mal empregue o seu precioso tempo.

mesmo assim, não resisto a partilhar contigo este momento aqui (em vídeo), da autoria do Paulo Bizarro – um dos organizadores de um evento que começou tímido, em Julho de 2012 e que actualmente é a demonstração de que o Portismo entre os adeptos está bem vivo e recomenda-se.
aliás, aquele vídeo é só um (bom) exemplo da veracidade do que afirmo e só por manifesta maledicência se pode inferir que nele se procede a um qualquer tipo de «lavagem gratuita» – seja isso lá o que for. adiante.

o áudio, que também se disponibiliza aqui (em formato mp3) é da da autoria do guitarrista clássico João Dias. e foi assim que se procedeu à abertura dos trabalho da parte da tarde: com um momento arrepiante e que me emocionou bastante (e que ainda o consegue fazer).

por último, mas não menos importante, quero afirmar que foi mesmo muito bom rever alguns de vós, que também resolveram despender algum do seu precioso tempo num conBíBio salutar e que já deixou saudades.
a ver se nos reencontramos em 2018, se Deus quiser! 😉

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disse!
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despeito (meu).

futuro© porto canal
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caríssim@,

vou ser siso, conciso, preciso, curto e grosso.
vem este intróito a propósito do “Universo Porto – da bancada” de ontem (vídeo aqui), em que participaram o tridente habitual – o moderador do programa, Tiago Girão, o Director de Comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques e o comentador e antigo jornalista da rtp, José Cruz), secundados pelo duo dinâmico da novel página “Baluarte Dragão“, Pedro Bragança e Diogo Faria. explico.

primeiro, confesso a minha estupefacção pelo “desaparecimento” de Bernardino Barros do painel de comentadores residentes do programa em causa.
sem qualquer efectiva ‘inside information‘, deduzo que possa ser pela sua participação no programa de Domingo, na estação de televisão de Queluz (não, obrigado; não fumo), a qual se poderá revelar incompatível com o programa transmitido no Porto Canal – o qual habitualmente “casca” forte e feio naquela outra, e apesar da sua moderação (da do Bernardino Barros, entenda-se)…

depois, também confesso a minha incredulidade por, nos últimos três programas, termos assistido a uma autêntica propaganda, sem qualquer precedente nos alinhamentos anteriores daquele, a uma página na rede social Facebook®, editada por jovens adeptos portistas na defesa intransigente dos interesses do Futebol Clube do Porto.
não está em causa (nem estará!) a Qualidade efectiva daquele espaço no faceboKas, que possui efectiva e comprovadamente, assim como nunca estará a identidade e a idoneidade e a seriedade dos seus autores – os quais desconheço, em absoluto.
agora, o motivo do meu reparo é somente este: houvesse uma rubrica em que se promoviam outras páginas afectas ao Clube, para além de blogues de referência desse mundo que é a bluegosfera – alguns deles, com (bem) mais de dois meses de existência – e tal não seria mal interpretado por mim; como tal não se verifica, apesar de já ter feito chegar tal sugestão a quem de direito e bem antes daquela “promoção” (descarada?), eis-me aqui…

assim, de igual modo confesso publicamente o início da minha descrença num programa que tinha como um verdadeiro baluarte na programação do Porto Canal, a qual até parecia endireitar-se em termos comunicacionais, e em nada comparáveis a um Passado recentíssimo.
pois que tinha o programa “Universo Porto – da bancada” como “um oásis”, um esteio naquela defesa dos interesses do Clube, totalmente desinteressada e muito apaixonada, por quem o produz; a partir de ontem, estou com essa estranha sensação de que aquele mais não é do que uma (espécie de) “coutada”, onde uns são filhos e outros enteados (ou menos, até) – à semelhança de outros tantos “programas” no mesmo canal, apresentados por alguma da prole de alguns dos mais proeminentes quadros da $AD portista…

em suma:
já tinha achado estranha a promoção inicial à referida página, há três semanas atrás, num momento nada próprio e bastante desadequado no alinhamento do programa; como outros quantos, inclusive nossos detractores, fiquei com a sensação de que a página em causa era (é?) “algo” oficioso em nome do Clube, tal a informação que divulgava, sobretudo algum teor que não se encontra disponível publicamente numa rápida pesquisa no Google® (e depois de desmascarados os célebres, por que muito «gloriosos», cartilheiros); desde ontem, considero que aquele duo é oficialmente um instrumento do e ao serviço, do Clube.

e, chegados a este ponto, é óbvio que estou triste e amargurado, sentindo-me até um pouco despeitado (que não com ciúmes só por si, mas também).
“falando” só por mim, que aqui ando a bitaitar desde 2008 (no “falecido” Tomo I), e enquanto administrador de um blogue afecto à causa portista, é óbvio que gostava de ver algum reconhecimento público pela parte do meu clube do coração. não é esse o fito que me move, conforme escrevi no meu manifesto, em Novembro de 2013, porquanto que esta luta desabrida é completamente desinteressada e muito altruísta; mas, se uns têm aquele reconhecimento por parte da casa-mãe, porque é que eu também não o poderei ter?!*
[* a pergunta é meramente retórica, pois que sei bem qual é a sua resposta.]

no fundo, é tão-somente isto o que motivou a redacção (agreste) destas linhas (#notmadeinporta18): o sentimento de um certo ressentimento, por uma mágoa causada pela parte de quem sincera e honestamente não esperava que (também) me magoasse desta forma.
mas, não será por estas razões que deixarei de simpatizar quem sempre Amei indefectivelmente, que muito já me deu e, estou certo, ainda terá muito mais para nos oferecer.
e, dia 27 de Maio, se Deus quiser, lá estarei, para o encontro anual com alguns de vós, naquela que será já a sua sexta edição, e que nasceu da carolice (e do forte empenho. e do enorme brio profissional. e do basto altruísmo.) de outr@s tant@s portistas dos quatro costados, e que demonstram que há Qualidade noutros baluartes, que não se esgota só naquela página
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disse!
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e é (muito) isto…

© google | Tomo III
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… parece que houve um grande evento, de e para portistas, em Rio Tinto, naquela que já é a sua quinta edição, apesar da apropriada mudança do nome (que se aprova) e da nova roupagem (que está supimpa!).
infelizmente, por motivos profissionais de final-de-semana, não pude comparecer, mas já soube que foi um dia fantástico, em todos os aspectos, com o registo público dos merecidos votos de parabéns! aos organizadores de tamanho acontecimento e de tão nobre causa, em prol desse Amor comum: o Futebol Clube do Porto.

… parece que já se vai planificando a nova época, ao arrepio dos imensos rumores que se vão debitando por aí (na bluegosfera) e por ali (nos ‘mentideros‘ do costume).
assim sendo, bem-vindo!, João Carlos Teixeira. e que todas as tuas (legítimas) expectativas correspondam às dos adeptos deste «grande clube», como tão bem descreveste, preferencialmente no sítio mais indicado para tal: dentro das quatro linhas.

… parece que continuamos a dar cartas no bilhar, para “agradar” (e sustentar o que disse) o ‘pesetero‘ do sr. luís.
desta feita e à quarta jornada, consolidámos a liderança na ‘final six‘ do campeonato nacional e conseguimos a “dobradinha” em ‘pool‘ feminino.

… parece que o Casillas não foi titular, hoje, frente à congénere checa.
para mim, acho que foi fixe para o De Gea poder desopilar um pouco da sua mais recente rotina, e para os detractores do primeiro terem assunto de conversa para os próximos dias.

… parece que há muito assunto interessante para se comentar, mas a minha vontade é igual ou inferior a zero, porquanto que todo o meu universo futebolístico, para 2016/2017, só regressa ao activo a 28 do corrente mês de Junho. até lá, está a ser uma grande de uma pasmaceira (e sem fim à vista)…

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disse!
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guerras do alecrim e da manjerona…

© google | Tomo III
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« 2. Soube, pela crónica do Pedro Marques Lopes, meu amigo e correligionário, que o “Dragões Diário” me tinha desferido um ataque infame, em resposta à minha discordância expressa sobre a contratação de NES. Não a li e nem sequer me dou ao trabalho de a ir ler. Tenho coisas muitos mais interessantes e urgentes para fazer na vida, do que ler os textos pestilentos que alguns cobardes anónimos publicam na net e, neste caso, a mando de outrem.
Uma das decisões mais acertadas e saudáveis da minha vida foi a de nunca pertencer ou frequentar redes sociais, blogues e coisas afins: poupo tempo, poupo paz de espírito e poupo-me ao nojo de conhecer, mais de perto, o rosto da insídia, da calúnia, da inveja, da absoluta miséria moral dessa gentinha que substitui o debate de opinião pela facilidade do insulto e da calúnia anónima. No mundo em que fui educado, as pessoas têm a sua opinião, justificam-na e assinam por baixo; o resto é esgoto. E o mínimo que posso fazer é dar-lhes a saber que nem sequer perco tempo a lê-los.
»

Miguel Sousa Tavares, in ‘pravda’ (aqui).
deduz-se que depois de ter ido caçar perdizes (sóbrio).

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caríssima(o),

as linhas (#notmadeinporta18forsure), ali em cima, são um excerto da mais recente NORTADA, pela pena do “nosso” ‘enfant terríBel’, Miguel Sousa Tavares, sob o título “a hora do Espírito Santo” (aqui). são palavras duras, pejadas de raiva e carregadas de muita indignação, que se compreeendem, e que, apesar de terem um destinatário (muito) concreto – quem assina a ‘e-letter’ do Clube – provocaram-me mal-estar e um certo desconforto emocional.
acima de tudo, recuso-me a ser apelidado de «esgoto» só porque administro um blogue. não me refugio no covarde anonimato (que abomino), sequer numa qualquer alcunha (vulgo ‘nickname’), pois tenho nome próprio e dou a cara por ele, com muita honra e orgulho, assinando todas as declarações que teço. mais: o blogue que administro é um espaço de discussão pública em torno de um Amor comum a muitas(os) de nós, o qual, ao longo das suas três edições, nunca serviu para caluniar e/ou insultar os seus pares “só porque sim”, antes pelo contrário. aqui, desde Sempre e porque assim fui ensinado, preza-se o Respeito e prima-se pelo bom-nome dessa instituição centenária que é o Futebol Clube do Porto. e, tal como o autor da prosa em causa, também nada se pretende receber em troca, a não ser (por vezes) o grato reconhecimento de quem tem a pachorra para me ler – pelo que me recuso a entrar nessas guerrinhas de medidor de portismo, o qual, como se sabe, não é maior (nem menor) do que o teu, tão-somente diferente.

assim sendo, é por “isto” tudo que me senti ofendido com aquelas palavras. e que (ainda) não consegui calar a minha revolta interior. e que, por saber que quem as escreveu, (cobardemente?) recusa-se a receber correio dos seus leitores, mesmo que lhe seja dirigido via CTT, em carta registada com aviso de recepção, redigi este texto para também expressar publicamente o que me vai na alma: que é de uma injustiça tal que o Miguel Sousa Tavares inclua, no que apelida de «gentinha» e de «esgoto» muitos de nós, ‘bloggers’ desse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera que, em prol do Clube e ao contrário de muitos opinadores, como o Andersen, que recebem consideráveis avenças, são tudo menos «o rosto da insídia, da calúnia, da inveja, da absoluta miséria moral».
e, para comprovar que assim não o são, fica desde já lançado o repto à figura em causa para, já no próximo dia 11 de Junho, um Sábado, bem pela fresquinha, comparecer no Dia do Clube, o qual terá lugar em Rio Tinto (mais informação aqui). constatará, com os seus próprios olhos, que está muito equivocado e pejado de ideias-feitas e de lugares-comuns, sobre as redes sociais – ou sobre alguns dos “segmentos” destas últimas.
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por último, num comprimento de onda bem diferente mas que, mesmo assim, não deixa de ser igualmente importante, algo completamente surreal (ou talvez não).
consta que a juíza Anabela Gomes Marques, a propósito daquela acção que o 5lb intentou contra o ‘chiclas’, e que lhe atribuiu o (irrisório? risível? ridículo? anedótico? patético?) valor de 14 milhões de euros de indemnização – «um euro por cada adepto», afirmou-se, na altura – considerou «ineptas» as “provas” apresentadas, pelo 5lb, naquela petição judicial contra jorge jeBus. e afirmo «consta que», porquanto que tem sido uma não-notícia para os me(r)dia tugas, que tudo têm feito para a remeter para uma nota de rodapé. e, por «ineptas» entenda-se, em linguagem leiga, que o Tribunal considerou que «faltam elementos que clarifiquem aquela acção» apresentada contra um seu antigo funcionário. e que, agora, os advogados da agremiação de Carnide «têm 10 dias úteis para reformular a petição judicial inicial». e que, caso a nova argumentação seja aceite pelo Tribunal, então avançar-se-á para julgamento (cuja primeira sessão está já marcada para o dia 5 de Janeiro de 2017).
por outro lado, caso a juíza considere que a «ineptidão da petição se mantém», então ela será declarada nula e o caso nem sequer irá a julgamento, com o 5lb a não poder a voltar a apresentar uma outra acção pelos mesmos factos. esta segunda hipótese é a mais plausível, o que seria uma derrota, em toda a linha, mesmo as #madeinporta18, contra quem andou a propagandear que o Carnide se sentira «lesado» pela mudança de camisola que o jeBus fez – qual corno, no fundo, que é sempre o último a saber das novidades… e, por «corno», entendam-se (também) todos aqueles «14 milhões de adeptos» do 5lb, mesmo os ilegais, que foram incluídos numa acção judicial em seu nome, e com a “agravante” de verem o seu lampionismo ter o valor (simbólico, ou não) de um mísero euro. adiante.
como aquela segunda hipótese – de tudo ser considerado uma grande falácia, vulgo «inépcia» – é a que “mais pernas tem para andar”, já há quem se movimente para fazer pressão alta sobre a juíza do processo em causa (vídeo elucidativo aqui). fossem aquelas palavras proferidas por um vice-presidente do FC Porto, num processo em que o Clube estivesse visado… já teriam caído o Carmo, a Trindade, os Clérigos, a Sé, a Misericórdia, os Congregados, os Grilos, a de S. Francisco, Cedofeita, e outra tanta mais igrejas da ImBicta

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disse!
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(breve) resumo da semana…

20160508_182254© Tomo III
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caríssima(o),

a “posta de pescada”® que se segue vai fazer jus à imagem de marca deste local da bluegosfera; portanto, estaremos na presença de (mais) um texto um tanto ao quanto para o extenso, vulgo testamento, o qual, salvo melhor opinião (mesmo a do Silva!), poderá (deverá?) ser “consumido” em breves doses, diárias ou não, ao longo dos próximos dias (e, se possível, bem reg(r)adas). está feito o aviso e dado o conselho 😉

antes de tudo, deixa-me agradecer a tua paciência pelo tempo em que estive ausente, reafirmando o meu gosto em poder regressar ao teu conBíBio. já agora e a propósito de salutares conBíBios, convém recordar que estão abertas as inscrições para o “V Encontros da Bluegosfera“, actualmente sob nova designação, mas com o mesmo espírito de sempre. o evento (público e gratuito) terá lugar a 11 de Junho de 2016, no auditório da Escola Secundária de Rio Tinto (localização aqui). aquelas podem ser feitas preenchendo este formulário aqui. eu já o fiz! e tu, atreves-te? 😉

depois, porque é da mais elementar justiça e no seguimento de um estado de espírito comum a tantos outros bloggers, quero parabenizar todo o plantel (muito azul-e-branco) da nossa equipa B, respectiva equipa técnica e ‘staff‘, e corpo dirigente, pela conquista de um título, que teve tanto de merecido como de inédito, inclusive a nível europeu.
como a foto acima documenta e a convite de um de vós, marquei presença em Pedroso, não só para assistir ao Clássico, mas principalmente para, ao vivo e a cores, bater as merecidas palmas àqueles artífices. foi a minha primeira vez naquele estádio, em quatro anos de vida da nossa equipa B, qual adepto do “fc festas”, portanto 😉
e começo a minha crónica por aqui: é preciso Amar mesmo muito o Clube, no seu Todo, para se acompanhar a equipa B nos jogos em casa. é que o Estádio de Pedroso fica (mesmo!) no cu de Judas, mas um pouco ainda mais à frente de onde aquele perdeu as suas botas… de repente, como que a Civilização desaparece, o GPS perde-se connosco, “a maria” cala-se quando deveria cantar (se calhar, em solidariedade para com a $AD portista, quem sabe?…), e eis que entramos no Portugal “puro”, “duro”, “cru”, onde as ruas são mais estreitas do que o espaço para as notas que preenche o vazio na minha carteira: um Portugal que não se compadece com informações precisas sobre o local de destino, a não ser que se pergunte (o que e está provado, para um Homem é tudo menos concebível), ou então que se siga “a maralha”, com a devida indumentária, reconhecida até no deserto. e “isto”, em pleno concelho de Vila Nova de Gaia (!!!). foi o suficiente para, mesmo tendo saído de casa com muita antecedência, ter chegado ao estádio aquando do nosso primeiro golo. dizem que foi o Verdasca que o marcou; eu não sei, pois só o vi à noite, na televisão…
ou seja: considero que muita da ausência de público, em Pedroso, (também) passa pela dificuldade em chegar ao Estádio, o qual até possui muito boas condições, se comparado com a maioria dos da Liga em causa. sincera e honestamente, desconheço como lá se pode chegar sem ser por viatura própria. mas, desde já informo que, se tivesse que utilizar transportes públicos, dificilmente o faria do concelho da Maia ao de Gaia. seriam, pelo menos, duas horas de viagem, entre autocarro, metro e comboio, numa “viagem sem fim“.

entretanto e como já foi mencionado por essa bluegosfera fora, também se tratou da conquista de um título que, pelo opróbrio, infame, torpe, vil, indigno, covarde, inenarrável, asqueroso, cúmplice e vergonhoso silêncio, da generalidade dos me(r)dia tugas, pelos vistos causou muito incómodo àqueles, mais afoitos (por que igualmente céleres) a comunicar tudo o que envolva as agremiações da Segunda Circular, nem que seja a “encher chouriços”… de facto, a forma abjecta, rasteira, soez, como aquela conquista foi noticiada, sendo remetida para “singelas” notas de rodapé, em todos os canais dedicados à Informação, deveria (sobretudo) causar embaraço aos seus responsáveis, porquanto que houve um atropelo às regras de bem Informar (já para não mencionar os evidentes, por que descarados, menosprezos aos deveres de Isenção, Imparcialidade e Profissionalismo). mas, o que eu sobretudo lamento, é que, em mais um caso de notório desrespeito para com o bom-nome e a história de um centenário Clube nacional, os maiores responsáveis deste não se tenham insurgido, em tempo próprio e nos locais devidos, optando por (mais) um incompreensível silêncio. de facto, ele há coisas que eu não consigo entender e por mais boa-vontade que tenha…

num outro diapasão, mas ainda sobre esta mesma temática, refiro que concordo, quase em absoluto, com a visão de Pedro Marques Lopes para a nossa Formação, no seu mais recente BRASÃO ABENÇOADO (aqui), sob o título “olhar para a prata da casa“, publicado na edição impressa do pravda da Travessa da Queimada, desta Sexta-feira (aqui). o único ponto de discórdia e depois de alertado pelo Jorge Vassalo, prende-se com o que o escriba pretende de Iker Casillas para as próximas duas épocas: eu continuo a achar que o guarda-redes espanhol é indubitavelmente uma mais-valia para nós, e que muito do descalabro desportivo desta época passa pela débil defesa que tivemos e à qual ele foi alheio. mas isto sou eu, que curto bués o Iker e o tenho em grande estima e consideração. e que acredito que ele ainda vai ser mais útil para nós, para o Clube e para a Cidade, do que já é…
ah! já agora, porque merece ser (re)visto e inclusive para memória futura, partilho contigo aqui, o vídeo do mais recente programa “azul-e-branco”, da autoria de Ricardo Amorim, dedicado, em exclusivo, àquele feito inédito.
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© papa pinto da costa | Tomo III
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entretanto, no mesmíssimo dia em que (já) se passaram três anos desde o inolvidável momento “special K, todo este “rectângulo à beira-mar (im)plantado”® pôde contemplar (mais) uma capa absurdamente ridícula e pela parte do pravda da Travessa da Queimada (imagem aqui), esse pasquim que mais não é do que o órgão de comunicação (para lá de) oficioso do clube do regime, e a propósito de um negócio mil(h)ionário.
não pretendo tecer muitos considerandos “técnicos” sobre aquele, mormente porque desconheço os seus pormenores – mas não deixo de estar curioso sobre qual será o valor total das comi$$ões envolvidas (ou será que essas só acontecem mais a Norte do Mondego?), e surpreso sobretudo do momento em que ele é anunciado (antes de um Europeu de futebol, com diversos clubes a disputar o cotovelado… o jogador. será sinónimo de “falta de ar”? é que estou certo que, se fosse connosco, seria essa a dedução primeira de muitos «gloriosos» comentadores da praça)… acima de tudo, o que legitimamente questiono é o que se aventa aqui, principalmente porque e à data de hoje, ainda não surgiu nenhuma certidão de nascimento do catraio (?), pela parte de quem de direito e de quem mais interesse tem em calar (“abafar”?) todo este incómodo ruído.

no que a mim me diz respeito, enquanto adepto de Futebol e para lá dos valores em causa, este miúdo aqui será sempre o meu/nosso «menino de ouro»: (ainda) com idade de júnior, já tem, no seu (ainda) curto curriculum, duas épocas completas na equipa principal de futebol profissional, do seu clube do coração, nas mais diversas competições de clubes (inclusive na Champions).
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© google | Tomo III
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entrementes e num último assomo de «glorioso» brio, qual “estrebuchar do morto”, «nomeações» volta a fazer das suas. depois de muita Paixão, em Vila do Conde, agora vamos ter que “bem receber” o Xistrema. e, para que não subsistam quaisquer dúvidas sobre quem se deseja para novo campeão, “toma lá” um Almeida em Carnide e aquele que não se desejava, de todo!, em Braga (e como se explica, desmascarando toda uma trama, aqui)… parece-me bem, dado que está em linha e na senda do que têm sido estes últimos cinco anos, com especial relevo para os últimos dois, pelo abjecto #colinho
mas, pior do que o que se “cozinha” na liga principal, é a autêntica desfaçatez que maquiavelicamente se urde para a Segunda Liga, com duas estratégicas nomeações: para a recepção ao Freamunde, o carnide vai ter muita Paixão do seu lado; e para que, em termos de Secretaria, tudo esteja “controlado”, nada como deslocar o “talhante” do Mota para Oliveira de Azeméis, não vá o Leixões (in)tentar qualquer gracinha…

tendo bem presente a última partida do 5lb, onde nos sonegaram (pelo menos) duas grandes penalidades e sem margem para dúvidas, e considerando todo este ignóbil processo de nomeações a dedo, confesso que nunca desejei tanto uma descida de divisão do Carnide como agora!
e, se tal vier a acontecer, não escondo que haverá muito regozijo da minha parte, assim como uma “dedicatória” especial a esse “feito”, e tudo! e quero lá saber se me apelidam de anti-5lb ou de outro epíteto qualquer, porquanto que será sempre para o lado que dormirei melhor.
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© google | Tomo III
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já aconteceu comigo (aqui, aqui e aqui), já fizeram o mesmo com a página “papa Pinto da Costa” (aqui) e, mais recentemente, com a “sporting comédia de Portugal” (aqui), «ambas as duas» no faceboKas. refiro-me, em concreto, a denúncias (anónimas) sobre o uso indevido de imagens e/ou divulgação pública de vídeos, violando os famigerados «direitos de autor/direitos de propriedade intelectual».
para quem desconhece, o que acontece, na maior parte das vezes, é que aquelas denúncias não partem das empresas detentoras dos direitos de transmissão, por exemplo, de jogos de futebol, antes de «gloriosos» anónimos que, em nome daquelas, fazem queixinhas junto das administrações das redes sociais que as ajudam a difundir/massificar, para que as retirem de circulação – numa máxima que visa (mais ou menos) algo como “se não está no Youtubiu e/ou faceboKas é porque nunca aconteceu”. e este é um (epi)fenómeno assaz curioso, no sentido em que se retiram de circulação e/ou visualização, exemplos paradigmáticos em que só uma agremiação, ou elementos conotados com esta, está envolvida: o carnide (vulgo 5lb). ou seja: só há queixas de anónimos lampiões, deveras incomodados com o que se desmonta em relação à agremiação que tanto bajulam e que muito prevarica.
para eles, o meu desprezo será sempre a melhor “arma”, com as razões para os execravelmente desconsiderar a estarem devidamente explanadas aqui, nessa minh
a “‘ode’ aos anónimos, esses covardes“.

portanto, para quem “sofre na pele” e se incomoda bastante com esses vis ataques, e mesmo sendo de um clube (muito) rival, e considerando que é muito salutar haver sentido de Humor (apesar de o Zucher considerar o contrário, ou alguém em nome deste), quero, com todo o desportivismo que me assiste, manifestar a minha solidariedade para com esta luta contra essa espécie de censura moderna – a qual visa o bloqueio de páginas, de vídeos, de imagens, de gif’s e de afins. e, acima de tudo, manifestar publicamente que esta mesma censura, que incomoda, concede-nos o alento necessário para continuar, pois significa que somos “incómodos” – e tal só pode ser encarado como um factor positivo, apesar de haver sempre aquela “pedra no sapato”, de pensarmos “filhos de uma grande meretriz, de profissão duvidosa (no sentido em que ninguém duvida como ganha a Vida)”.

e foi por perceber que “quanto mais incomodar, melhor” que, desde o último final de semana, o Tomo III também está presente no Instagram® (página oficial aqui) e no Twitter® (página oficial aqui).

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disse!
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culpas no cartório

amote© Bruno Sousa
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caríssima(o),

antes de tudo, peço-te desculpa pelo meu silêncio. ainda estou “de luto“. mais uma vez. ainda me custa digerir “isto” tudo, mormente a última derrota, a qual está tão, mas tão atravessada, que ainda não durmo direito (no dia do jogo, só às 05h da matina de Domingo; esta madrugada, eram 02h e ainda estava acordado, com a minha esposa a chamar-me de «maluquinho da bola» e outros quejandos…). como confidenciava um de vós, esta manhã, estas derrotas sucessivas já não nos deveriam causar assim tanta mossa, porque como que nos «anestesiam», colocando-nos num «estado de dormência». a verdade é que, a mim, incomodam-me. muito. de sobremaneira, ao ponto de ainda não a ter esquecido, 72h depois, influenciando (e como!) o meu estado de espírito (amorfo) e o meu humor (de fugir. até o “gosma da selva” parece mais simpático do que eu)…
“certamente que melhores dia virão”, foi a minha frase de despedida. e é sobre este ponto que quero reflectir contigo, o qual se relaciona com o que o caríssimo Amigo Jorge Vassalo (bem a propósito) escreveu aqui e aqui.

acima de tudo e sem querer “escarafunchar” (muito) numa ferida ainda bem aberta, convém puxar o filme atrás e perceber como é que se chegou ao ponto actual. sinteticamente, para mim, foram estes os momentos principais:

» 06 de maio de 2014: Julen Lopetegui é anunciado como treinador da equipa principal, do nosso clube do coração, para um «projecto de três anos».

» Maio de 2015: mais de trinta anos depois, o 5lb celebra um bicampeonato, sustentado num absurdo #colinho. os me(r)dia tugas são unânimes em dar o FC Porto como o «grande perdedor» baseando a sua tese no «forte investimento da SAD», mas que não seria caso único, a nível nacional, como se veio a comprovar aqui. a SAD azul-e-branca segura Julen Lopetegui, apesar de este ter ganho Ø (zero) títulos.

» 24 de Novembro de 2015: o FC Porto falha um objectivo fulcral, para o Clube, sobretudo a nível de recita$: a (sempre necessária) passagem aos oitavos-de-final da Champions, e “cai” para a Liga Europa.

» 02 de Janeiro de 2016: derrota no clássico ante a agremiação do Lumiar, no “reino dos viscondes falidos de Alvaláxia”® (15ª jornada), perdendo-se a liderança do campeonato, conquistada na jornada anterior. àquela data de Janeiro, tratou-se da 4ª derrota do FC Porto nos últimos 10 jogos e em todas as competições, desde a de 24 Novembro, ante o Dínamo de Kiev, para a Liga dos Campeões, e depois de se ter mantido invicto durante mais de 3 meses. sobe de tom a contestação a Julen Lopetegui, depois do “caldo entornado”, com a massa assoBiativa, aquando daquele momento no jogo ante o Rio Ave.

» 21 de Janeiro de 2016: José Peseiro é apresentado como novo treinador do FC Porto, com um «contrato válido até Junho de 2017».

» 30 de Abril de 2016: (nova) derrota ante o spórtém (32ª jornada). em 19 jogos oficiais, com José Peseiro à frente da equipa, apresentamos os seguintes números: 11 vitórias e 08 derrotas; 29 golos marcados, 23 golos sofridos…
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estes são os factos de uma época que nos envergonha a todos – sobretudo a Miguel Sousa Tavares, como escreve aqui, na sua mais recente NORTADA, sob o título “a fase da vergonha“… época essa que ainda não findou, e por muito que (secretamente) se deseje que termine o mais rápido possível. também ia escrever “e de forma indolor”, mas tal não é possível e por mais «anestesiado» que esteja(mos)…
é óbvio que a responsabilidade maior, por este estado de coisas, é da Direcção da $AD azul-e-branca e dos elementos que a compõem, com Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa à cabeça. mas, não nos iludamos: nós todos, enquanto adeptos do Clube, também temos uma quota-parte nesta catástrofe, tornando o quotidiano azul-e-branco quase insustentável, num (quase) “estado de sítio”, onde tudo e todos se contestam, e nada serve para nos acalmar o Ego, tal e qual como o escrevi em finais de Janeiro último (aqui).
e, comungando do que defende o Jorge, nos seus dois últimos escritos, também eu sou da opinião que temos mesmo que mudar atitudes e mentalidades que só nos prejudicam, sobretudo no apoio que (não) damos à nossa Equipa do coração e com a honrosa excepção das nossas claques (porquanto que, não fossem elas e sobretudo elas, haveria velórios bem “mais animados” do que um qualquer jogo naquele que deveria ser o nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos).
acima de tudo, acho inconcebível que se crie um clima de hostilização tal, para com a nossa equipa (!!!) e em nossa própria casa (!!!), ao ponto absurdamente ridículo de haver treinadores adversários que disso já fazem estratégia (!!!).
acima de tudo, acho inacreditável que se assobie mais rápido um passe transviado, de um jogador da nossa equipa (e por mais chateados com um F bem maiúsculo que possamos estar), do que o constante anti-jogo dos adversários, sempre à cata do famigerado pontinho.
acima de tudo, acho extraordinário que todo um estádio, maioritariamente pejado de portistas indefectíveis, não crie um autêntico clima de “agressividade” para com os verdadeiros artistas do apito, aqueles apitadores que persistem e insistem em nos provocar, em todos os jogos, inclusive (e sobretudo?) nesses, no nosso recinto, por exemplo, trajando (quase) sempre naquela cor berrante.

em suma, é como bem questionam o Jorge e outros ‘bloggers‘, igualmente preocupados com o rumo “monstruoso” que a soberba da nossa “exigência” está a atingir: qual o tipo de incentivo e/ou apoio que pretendemos contribuir para com o nosso Clube e que espécie de adeptos queremos ser?
não nos enganemos: muito do nosso futuro também passa por estas questões, transversais a nomes (hipotéticos, ou não) de treinadores e de jogadores, e independentemente da modalidade em causa – sim!, que os projectos desportivos para as de pavilhão já começam a ser desacreditados…
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post scriptum I
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isto” que foi afirmado aqui não é grave? eu acho que é.
e o que têm (ou terão) a dizer as instâncias superiores do nosso comezinho futebolzinho tuga? será que vão agir em conformidade com o que é inusitadamente insinuado ou voltarão a fingir que nada foi dito, varrendo a porcaria para debaixo de um tapete que já não a consegue esconder mais?
é que recordo-me muito bem do que instilou esse «indivíduo», na semana que antecedeu a nossa ida a Guimarães – aqui, a partir da 1:44′:55” – e do escarcéu que promoveu (junto com outros “papagaios” de serviço), qual advogado (do Diabo), a propósito de uma «defesa da honra» do mesmíssimo treinador que agora vilipendeia publicamente, motivando esta reacção do Sérgio Conceição aqui.
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post scriptum II
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diaclube© dia do Clube
(clicar na imagem para ampliar)
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vem aí nova edição dos “Encontros da Bluegosfera“, agora sob novo nome, mas com o mesmo espírito. eu pretendo lá estar! 😉
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disse!
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not@s soltas de um jogo muito competente (e algo mais)…

danilo© zerozero
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1)

tristes dias que têm sido estas três últimas semanas. não poder exercer, de pleno direito, algo que faço por carolice, desde Julho de 2008, por receio de (sérias) represálias no local onde labuto, anda a mexer com o meu sistema nervoso… bem tento compreender a situação em que me encontro, mas não tem sido (nada) fácil…
infelizmente para todas(os) nós, nem sequer o Futebol conseguiu apagar esta minha mágoa, pelo menos até hoje – e já lá vamos. não poder “purgar” o meu estado de alma por aquelas exibições confrangedoras ante o Chelsky, o CD Nacional da Madeira (sobretudo os últimos 15 da segunda parte, jogados na manhã da última Segunda-feira, onde nem um remate fizemos!) e sobretudo o Feirense (para a Taça de Portugal), colocou-me num estado para lá do razoavelmente suportável em termos de inquietação interior e mormente de irritação exterior… enfim: melhores dias virão com certeza. adiante.

portanto, é da elementar justiça que este primeiro ponto seja dirigido a TI, visitante regular deste espaço, cuja lealdade sinceramente agradeço do fundo do coração, dando-te a conhecer o ponto da situação Presente. e este não melhorou (nada) desde a minha última referência ao dito cujo, pelo que estou em crer que o adágio “Ano Novo, Vida Nova”, em 2016, fará todo o sentido… adiante.
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2)

este segundo ponto interlaça-se com o anterior porquanto que é um agradecimento muito especial ao “bLuE bOy” e à sua “mafaldinha” por terem proporcionado todas as condições para mais um salutar conBíBio do “bibó FC Porto, car@go!” – vídeo aqui.
foi mais um jantar, pleno de oportunidade e de Portismo, onde, entre os nossos e sem interferências externas (entenda-se: leitores que não são afectos ao nosso clube do coração), se pôde debater (sobretudo) o Presente do nosso Clube, com fito a um Futuro que se deseja risonho. quem marcou presença sabe (bem) ao que me estou a referir 😉
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3)

sobre o encontro desta noite.
excepto nos últimos quinze minutos do primeiro tempo, acho que em termos de jogo-jogado, este foi a antítese daqueles que aludi ali em cima. com muita certeza, espicaçados pelo que aconteceu na Madeira, com aquela equipa que traja em tons de verde-pijaminha e sem querer claudicar como na época passada, nesse mesmo estádio, mas ante o CD Nacional (impossível, para mim, esquecê-lo!), entrámos fortes, agressivos (no bom sentido do termo), pressionantes, em busca do primeiro golo – o qual viria a ser obtido por Danilo (para mim, o melhor em campo, esta noite), antes dos dez minutos, em mais um lance de bola parada. esta época e se a contabilidade não me atraiçoa e em todas as competições, já é o décimo primeiro golo em tais condições – contabilidade essa que não ficaria por aí, pois que Aboubakar também “molhou a sopa” em livre marcado por Miguel Layún (nova assistência, a sua sétima para a nossa comezinha liguinha).

confesso que estava ansioso antes do apito inicial, mas que aquela cabeçada do Danilo espantou os “fantasmas” que teimavam em assombrar o meu (ainda) inquieto espírito. a Equipa estabilizou, não caiu cedo na tentativa de adormecer o jogo e/ou de procurar novo golo com a jogada em U defensivo (lateral para o defesa central, que distribui para o lateral contrário que devolve ao central, que passa para o médio defensivo, que rompe em direcção à nossa grande área, devolvendo para o central que, pressionado pelo adversário, despacha…) em vez daquela outra em V ofensivo (com sentido de ruptura, bem mais vertical, procurando os extremos para cruzar para a área, onde se encontra o ponta-de-lança).
em suma: gostei bastante da exibição, cuja cereja no topo do bolo foi o golaço de bandeira do Herrera (em nítido crescendo de forma, o qual ainda não significa melhor habilidade no passe…), depois de mais uma jogada com muita nota artística do Corona, e o único amargo de boca foi o golo sofrido, todo ele (também) made in FC Porto…
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4)

Rúben Neves.
depois de toda uma semana em que o jornalixo tuga fez questão de salientar que se encontrava a um singelo amarelo de falhar o encontro ante os verde-pijaminhas, em pleno antro governado pelo burro do Carvalho, demonstrou que os seus tenros dezoito aninhos são superiores a toda essa ingerência externa, sempre maldizente e plena de veneno e de fel. muito superiores até, repletos de classe pura, mas daquela que não é fabricada artificialmente por aquele mesmo jornalixo, entenda-se!
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5)

Julen Lopetegui.
vive tempos conturbados, sendo, por vezes, o “bode respiratório” por algum desacerto que se (pres)sente no Clube; noutras, contribui significativamente e sobretudo esta época, para o desatino exibicional do grupo que comanda (mormente quando, com uma única substituição, mexe em toda a restante equipa – algo que não se verificou, hoje).
o meu único reparo, hoje, vai no sentido em que, às vezes, até dá a entender que se quer pôr a jeito, quando não há necessidade para tal. explico.
o marcador assinalava uns claros 3-0, pelo que o resultado estava (mais do que) feito. faltavam cerca de dez minutos para o epílogo de uma partida já sem história. aqueciam Bueno e André Silva. tal como eu, a nação está sôfrega pela estreia do internacional português na primeira equipa. Lopetegui opta pelo espanhol. sincera e honestamente, ouviu uma monumental assobiadela totalmente desnecessária e por culpa própria, sendo que a dita “apanhou” o ‘kinder’ Bueno em modo de dano colateral…
de facto, ele há coisas que não consigo entender, por mais boa vontade que tenha e por muito que o nosso querido líder (in)tente explicar (aqui)…. é que não se compreende… mesmo!
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6)

imagem que vale mais do que mil palavras:
(e com o desejo de que haja continuidade nesta nova dinâmica de vitória)
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duo© sapo.desporto
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7)

por último mas não menos importante, estão de PARABÉNS:

» a nossa equipa B. quem tiver coragem para ler o que, na época passda, por esta altura, se escrevia acerca da dita e de Luís Castro, certamente corará de vergonha, por muitos dos torpes insultos que lhes foram destinados, e interrogar-se-á se estamos na presença do mesmo grupo de trabalho;

» a nossa equipa feminina de natação, octacampeã nacional;

» a nossa equipa de hóquei em patins, pela extraordinária e histórica vitória na Catalunha, cujo aquele fatídico último minuto, no verdadeiro antro do estado lampiânico não apaga o que se está a fazer de bem, esta época – e da qual não espero títulos no imediato, porquanto que tudo o que se constrói “de raiz” leva o seu tempo a amadurecer;

» a equipa de andebol, comandada pelo ‘rookie‘ Ricardo Costa.
já. não. há. palavras.

» a equipa de basquetebol da Ovarense, porque a derrota copiosa que nos infligiu só nos ajudará a crescer num Futuro que perspectivo bastante sólido.

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disse!
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(não foi) um Sábado qualquer…

capa© fotos da curva | Tomo III
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caríssima(o),

feliz coincidência: aconteceu precisamente sete anos após o meu início nestas lides cibernáuticas, no (entretanto precocemente desaparecido) TOMO I  o primeiro volume desta aventura e que, hoje, ainda me deixa muitas saudades e me traz muitas (e boas!) recordações.
acusa-me de saudosista, que eu não me importo e será sempre para o lado que dormirei melhor. quem gere um blogue, com o passar do tempo, apercebe-se da umbilicalidade que persiste e subsiste entre a redacção dos escritos, deste lado, e a sua leitura, pela tua parte. e de como cada uma dessas redacções é, passe o exagero hiperbólico, como um filho. se assim o fizeres, acredito que facilmente compreenderás o meu mais profundo desalento e a dor que senti quando, em Maio de 2011, apercebi-me de que um bando de energúmenos tinha pirateado o servidor onde estava (também) alojado o TOMO I. não restou pedra sobre pedra daquele espaço. e assim se justifica o surgimento do segundo volume: o TOMO II.
nesse entretanto, pude ir conhecendo alguns de vós, portistas indefectíveis e portadores de um portismo que, não só me faz vibrar, como também me serve de exemplo: os Dragões de Ouro deste espaço público de discussão. esse conhecimento também foi adquirido através de salutares conBíBios, amiúde proporcionados pelo Bibó FC Porto, cara@go! e mais recentemente, pelos Encontros da Bluegosgera“®.

portanto e antes de tudo, é da mais elementar justiça que publicamente se parabenizem os responsáveis por aquele tamanho feito, numa obra que, apesar da sua quarta edição, em cada uma delas empresta e cada vez mais, uma assombrosa manifestação de um estado de alma que não se explica, só se sente e com imenso fervor clubista: o portismo.
assim sendo e pela tarefa hercúlea de terem dirigido uma emissão (inclusive on line‘) com imenso profissionalismo, à mistura de alguma carolice, e de uma dedicação apaixonada e desinteressada, a um Amor comum, há que felicitar toda a organização dos IV Encontros da Bluegosfera“; a saber, os caríssimos: bLuE bOy e Mafaldinha (bibó FC Porto, car@go!), Jorge (porta19), José Correia (reflexão portista), Nuno Góis (mística do dragão), Pedro blue‘ (fotos da curva). nunca será demais agradecer-lhes todo o salutar conBíBio que nos proporcionaram, num Sábado quente, em Espinho.

depois, quero manifestar o meu agrado e o meu mais profundo gosto, por ter revisto alguns de vós, desde o Jorge Vassalo (FC Porto universal), ao José Lima (a mística azul-e-branca), ao Z (blueoverlap), ao Fernando Kosta (kosta de alhabaite), ao Paulo Bizarro e Pedro Cardona (os filhos do dragão), ao Hélder Russo (memória portista) e, claro está!, ao Silva (a tasca do Silva).
foi mesmo muito bom! e gratificante! e retemperador!
acima de tudo, foi um Sábado muito bem passado, em companhia de portistas dos quatro costados, a debater temas desse ponto de convergência, desse algo mais que nos une mais do que nos separa, desse Amor comum, que dá pelo nome de Futebol Clube do Porto a outra paixão das nossas vidas.

sem entrar em muitos detalhes sobre a temática debatida, pois que o Silva já o fez e bem, só posso expressar o meu desejo para que haja uma quinta edição. e para que hajam mais participações ao vivo e a cores se bem que cinquenta convivas já é um número que considero ser muito considerável. e que haja novo convite para uma estrela mediática e portista poder lançar as suas bitaitadas, pois que será sempre uma mais-valia este ano coube a Bernardino Barros ser o impulsionador do evento. e que o Clube, à semelhança do que proporcionou somente na sua primeira edição, não se coíba das suas responsabilidades e não se alheie de quem tanto lhe proporciona, muitas vezes sabe-se lá como e em que condições: a sua massa adepta (parte dela, é certo, mas mesmo assim adepta. e indefectível. e dos quatro costados. e portista). fica lançado o repto…

antes de finalizar esta prosa e numa nota mais particular, faço votos sinceros para que este trio de ataque rápido e eficaz se possa encontrar já em Agosto, aquando da apresentação da Equipa principal de futebol aos sócios e massa adepta, e à assoBiativa também com alguma certeza, no final de semana de 08 e 09 desse mês prazenteiro e tão inestimavelmente tuga.
fica então lançado o repto místico, o qual se alarga a quem dele quiser participar por gosto e por Bem. 😀

por último e como já terás depreendido, este espaço encontra-se em #modo’férias’. ainda não é oficial, mas quase, pelo que a regularidade na minha comunicação para contigo só regressará ao activo a partir do próximo mês de… Agosto. 😀

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disse!
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