Porto final.

futuro© fotos da curva
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caríssim@,

acima de tudo, o jogo de ontem, em Turim, teve um resultado final e foi o corolário de uma exibição que não envergonham ninguém, sobretudo (e muito principalmente) de quem é portista. e não foi exclusivamente por nossa causa que, em 2018/2019, o futebol tuga só terá um representante com entrada directa na ‘Champions; nessa demanda «gloriosa» pela procura de “bodes respiratórios“, principie-se pela mentalidade de alguns (muitos?) “catedráticos” que pululam nosso comezinho futebolzinho, a começar pelo supra-sumo da agremiação do Lumiar.

numa curtíssima análise, plena de clichês, frases-feitas, chavões futeboleiros e lugares-comuns: caímos de pé, ante um opositor que gastou, num só reforço, 80% do orçamento do FC Porto para esta época, e que, pelo investimento concretizado, assume-se como um fortíssimo candidato a vencer a ‘Champions‘. e tal não se trata de uma qualquer desculpa, pela derrota final de 0-3 (no cômputo das duas mãos) e/ou de um qualquer assomo de uma vitória moral; antes da constatação do que aconteceu dentro das quatro linhas, numa partida de 180’.

por outro lado e numa vertente (bem) mais positiva, ainda bem que o Clube está muito grato à sua massa adepta. foram indubitavelmente uns adeptos do outro mundo, tod@s aqueles que, ontem, abafaram todo um estádio ‘gobbi‘.
e de nada serve a alguns pasquineiros abordar tal questão pelo facto de estar a decorrer um «protesto»; o agradecimento de toda a Equipa, no final, e o reconhecimento dos ‘tiffosi’ da ‘rubentus’ é quanto me basta, depois do show nas bancadas – e para lá do gesto do Fernando Madureira e da calorosa recepção no Aeroporto Francisco Sá Carneiro.
de facto, ele há coisas que nenhum «lapião» conseguirá compreender. nunca!
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futuro© getty images | fotos da curva | 92º minuto
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a imagem acima refere-se a uma entrada “a varrer”, protagonizada por um jogador ‘rubentino’ e que quase deixava o Layún feito num… quadrado.
aquela aconteceu ao minuto 11′ e passou «gloriosamente» “despercebida” em tudo o que foi resumo à partida, excepto neste aqui, de uma estação de televisão… russa.
talvez a dureza (rudeza?) daquela entrada não esteja bem explícita, pelo que a imagem que se segue “falará” (bem) melhor do que eu:

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em suma:
fossem aplicados os critérios de arbitragem (basto rigorosos) da primeira mão e provavelmente haveria mais estórias para contar sobre a partida de ontem.
e este é um facto que nenhum pasquim do jornalixo tuga, muito menos canal de televisão dos me(r)dia cá do burgo, resolveu apontar, mas que aconteceu, de facto. e que, mais uma vez e porque tal é conveniente para se passar a mensagem* foi «gloriosamente» sonegado.

* a mensagem de que fomos eliminados, curiosamente tal e qual como o 5lb (mas com menos golos sofridos e com menos humilhação, e mesmo que se alegue que a juBe esteve «em modo de treino» (!!!) contra nós e tal e coiso), e olvidando-se esse facto de que, em 180′, jogámos 115′ em inferioridade numérica – curiosamente (ou talvez não…), o argumento utilizado pelos mesmos sabujos, aquando da nossa eliminatória ante a AS Roma, para justificar a «facilidade» da nossa passagem à fase de grupos.
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já a imagem acima serve só de memória futura, expondo-se o Antes e o Depois de Dortmund: isto é, da jactante bazófia seguiu-se uma inversão da Realidade, apontando-se O caminho que afinal sempre esteve presente, mesmo depois da ca-ba-za-da que sofreram.
a capa da direita é só a primeira desse contraste e a primeira que mereceu honras de destaque – curiosa e coincidentemente a aludir à nossa eliminação. e como não acredito em coincidências…
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por último, a imagem acima é só um exemplo do porquê desta notícia aqui ser um «glorioso» logro.
fosse o pizza… o piç… o estrábico punido convenientemente e quando efectiva e comprovadamente prevaricou para amarelo (pelo menos), e o coxo do sonso não afirmaria «não estar preocupado» com esse assunto
como o pizz… o piç… como o estrábico não o foi nem é!, continua a reinar com a gente e a grassar a impunidade, para alegria geral da maralha do Estado Lampiânico e para que o desígnio nacional se cumpra.

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disse!
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dos ilegais…

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SECÇÃO III | grupos organizados de adeptos

art. 14º: apoio a grupos organizados de adeptos.

1) é obrigatório o registo dos grupos organizados de adeptos junto do IPDJ, I.P., tendo para tal que ser constituídos previamente como associações, nos termos da legislação aplicável ou no âmbito do associativismo juvenil.
2) o incumprimento do disposto no número anterior veda liminarmente a atribuição de qualquer apoio, por parte do promotor do espectáculo desportivo, nomeadamente através da concessão de facilidades de utilização ou cedência de instalações, apoio técnico, financeiro ou material.
3) os apoios técnicos, financeiros e materiais, concedidos a grupos organizados de adeptos, são objecto de protocolo com o promotor do espectáculo desportivo, a celebrar em cada época desportiva, o qual é disponibilizado, sempre que solicitado, à força de segurança e ao IPDJ, I. P.
4) o protocolo a que se refere o número anterior identifica, em anexo, os elementos que integram o respectivo grupo organizado.
5) é expressamente proibido o apoio a grupos organizados de adeptos que adoptem sinais, símbolos e expressões que incitem à violência, ao racismo, à xenofobia, à intolerância nos espectáculos desportivos, ou a qualquer outra forma de discriminação, ou que traduzam manifestações de ideologia política.
6) a concessão de facilidades de utilização ou a cedência de instalações a grupos de adeptos constituídos nos termos da presente lei é da responsabilidade do promotor do espectáculo desportivo, cabendo-lhe, nesta medida, a respectiva fiscalização, a fim de assegurar que nestas não sejam depositados quaisquer materiais ou objectos proibidos ou susceptíveis de possibilitar ou de gerar actos de violência, de racismo, de xenofobia, ou de intolerância, nos espectáculos desportivos, ou qualquer outra forma de discriminação, ou ainda que traduzam manifestações de ideologia política.
7) o incumprimento do disposto no presente artigo, pelo promotor do espectáculo desportivo, pode determinar, enquanto as situações indicadas nos números anteriores se mantiverem, a realização de espectáculos desportivos à porta fechada.
8) a sanção prevista no número anterior é aplicada pelo IPDJ, I.P.
9) o disposto nos nrs. 2), 5) e 6) é aplicável, com as devidas adaptações, a qualquer outra entidade que pretenda conceder facilidades ou apoios a qualquer grupo organizado de adeptos.
10) a entidade que pretenda conceder facilidades ou apoios, a qualquer grupo organizado de adeptos, tem de confirmar previamente junto do IPDJ, I.P. a susceptibilidade de aquele grupo poder beneficiar dos mesmos.
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in Lei nr. 52/2013, de 30 de Julho.
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caríssim@,

há que não ter receio e adjectivar os “bois” pelo que efectivamente são: i-le-gais! uma comandita de i-le-gais porquanto que estão contrários à Lei. e, pior!, porque disso fazem um «glorioso» alarde, como nesta entrevista aqui, datada de Junho de 2015 e que permanece tão actual. e não deixa de ser sintomática aquela passagem em que um ilegal afirma taxativamente «a única entidade perante a qual nos devemos identificar é o 5lb e isso já acontece enquanto sócios. é uma “filosofia”: sem nome, sem cara. e é esse o nosso orgulho. e, para os que possam prevaricar, dá mais jeito que assim seja» (!!!).
sempre foi assim, sempre assim será: consideram-se acima da Lei, agem como tal e ainda têm o tácito beneplácito das entidades que supostamente os deveriam controlar, investigar, fiscalizar, punir. portanto, o sub-mundo das suas i-le-gais claques e que ilegalmente suportam, não poderia deixar de ser diferente, não é?… ai se fosse connosco!

o que quero afirmar com estas breves linhas (#notmadeinporta18) é que não há “meninos santinhos” no mundo das claques e independentemente da cor dos clubes que as suportam, muito menos as que estão afectas à agremiação de Carnide.
tal é um facto comprovado e que, se sei o quanto custa perceber junto dos me(r)dia e do jornalixo tugas, já tenho alguma dificuldade em aceitar junto do universo portista. assim sendo, convém que também estejamos alertas para a profusão de uma «gloriosa» propaganda lampiónica que, neste entretanto, o que a imagem ali em cima tão bem retrata.
convém salientar que são só alguns dos «gloriosos» episódios que os i-le-gais têm protagonizado nos últimos tempos – sobretudo na última década. e que, de facto, ostentam e vangloriam uma gloriosa «”filosofia”» que se distingue comprovadamente das demais, pois que tem apenso um rol (infindável?) de actos que efectivamente deve encher de «orgulho» quem a suporta, a começar pela Direcção daquela agremiação… repito: ai se tudo “isto” fosse connosco e com as claques afectas ao FC Porto..
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SUBSECÇÃO II | infracções disciplinares muito graves

art. 174º: invasões e distúrbios colectivos com reflexo grave no jogo.

1) o clube cujos sócios ou simpatizantes invadam o terreno de jogo com o propósito de protestar, agredir ou ameaçar qualquer das pessoas referidas no nr. 1 do artigo anterior*, ou provoquem distúrbios que determinem que justificadamente o árbitro não dê início ou reinício ao jogo, ou o dê por findo antes do tempo regulamentar, é punido com a sanção de realização de jogos à porta fechada a fixar entre o mínimo de um e o máximo de três jogos e acessoriamente com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 100 UC e o máximo de 200 UC.
2) em caso de reincidência o limite mínimo da sanção acessória de multa prevista no número anterior é elevado para 150 UC.

* art. 173º: agressões graves em geral.

1) o clube cujo sócio ou simpatizante agrida fisicamente elementos da equipa de arbitragem, agentes de autoridade em serviço, delegados e observadores da Liga, dirigentes, jogadores e treinadores, coordenador de segurança, assistentes de recinto desportivo e demais agentes desportivos, ou qualquer pessoa autorizada por Lei ou Regulamento, a permanecer no terreno de jogo, de forma a dar causa a que justificadamente o árbitro não dê início ou reinício ao jogo, ou o dê por findo antes do termo regulamentar, é punido com as sanções de derrota, realização de jogos à porta fechada a fixar entre o mínimo de um e o máximo de três jogos, e acessoriamente com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 125 UC e o máximo de 250 UC.

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SUBSECÇÃO III | infracções disciplinares graves

art. 183º: arremesso perigoso de objectos com reflexo no jogo.

1) o clube cujos sócios ou simpatizantes arremessem, para dentro do terreno de jogo, objectos, líquidos ou quaisquer outros materiais que, pela sua própria natureza, sejam idóneos a provocar lesão de especial gravidade aos elementos da equipa de arbitragem, agentes de autoridade em serviço, delegados e observadores da Liga, dirigentes, jogadores e treinadores, e demais agentes desportivos, ou qualquer pessoa autorizada por Lei ou Regulamento, a permanecer no terreno de jogo e que, dessa forma, determinem que o árbitro justificadamente atrase o início ou reinício do jogo, ou levem à sua interrupção não definitiva, é punido com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 50 UC e o máximo de 100 UC.
2) em caso de reincidência, o clube infrator é punido com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 100 UC e o máximo de 200 UC
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in Regulamento Disciplinar da Liga 2016/2017.
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caríssim@,

tendo presente:

» o que a imagem acima retrata e o que os vídeos aqui, aqui e também aqui não deixam margem para dúvidas;

» o disposto no actual Regulamento Disciplinar, aprovado pelos Clubes que compõem a Liga Portuguesa de Futebol (muito pouco) Profissional;

» o que o caríssimo Vila Pouca tão assertivamente já denunciou aqui e aqui;

» essa «gloriosa» dicotomia do tratamento jornalístico (ou da sua ausência, sobretudo em relação ao Rigor e à Isenção) dados a um mesmo tema, transversal a todas as claques de futebol,

convém recordar à saciedade que:

» os graves incidentes verificados em Santa Maria da Feira, no passado Sábado, foram protagonizados tão-somente pelos i-le-gais que suportam a agremiação de Carnide, que são ilegalmente apoiados pela actual Direcção do 5lb, e que (ainda) são tolerados pelas mesmas forças de autoridade que, antes de tudo, deveriam zelar para que os actos perpetrados por aqueles i-le-gais não acontecessem;

» mais de 72h depois daqueles terem ocorrido e até terem tido “honras” de destaque internacional, ainda não houve um décimo do ruído me(r)diático a que estes aqui foram sujeitos, e pelos mesmos sabujos e pés-de-microfone do jornalixo tuga;

» ao contrário dos protagonizados pelos SuperDragões, na Amoreira, as virgens ofendidas – o tal «coro das velhas» que o Bernardino Barros denunciou existir – ainda não vieram a terreiro pugnar por uma qualquer interdição do estádio onde aqueles i-le-gais actuam a preceito, antes pelo contrário: esse “coro” tudo tem feito para que aqueles incidentes passem despercebidos junto das mesmas entidades a quem, em Janeiro último, pediam para punir eficaz e severamente o FC Porto.
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em suma:
não nos tomem por tolos, que o Sol, quando nasce é para tod@s, tal e qual como os Regulamentos que amiúde vêem a luz do dia, apesar de alguma «gloriosa» gabarolice que alguns i-le-gais persistem em alardear.
já é mais do que tempo desses i-le-gays serem punidos no rigor dos mesmos Regulamentos que invocam quando as situações acontecem com clubes mais a Norte.
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post scriptum pertinente:
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ó burro do Carvalho: «bardamerda» para ti também, pá!
(e aproveita o momento e leva contigo tod@s quant@s te veneram, pá!)

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disse!
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três breves not@s…

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caríssim@,

no dia de hoje, ficamos a saber, sobretudo pela Imprensa internacional, que Leandro Bacuna e pelo que as imagens documentam, está suspenso de toda a actividade profissional por seis jogos – tudo porque, no passado Sábado, o médio-centro do Aston Villa (clube inglês a militar no escalão secundário, o ‘Championship’), viu cartão vermelho directo, já em período de descontos, por ter encostado a cabeça ao bandeirinha do encontro ante o Derby County.
por cá, na tugalândia, no nosso comezinho futebolzinho, o sr. luís grande continua, há mais de 400 jogos, a passear uma “girafal” impunidade. ilusões de que nem todos se podem “orgulhar”…
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© google | 92º minuto
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serve a imagem acima para documentar (mais) uma situação de “massagem ao Ego”, não só do sonso, mas sobretudo da «gloriosa» massa adepta lampiã.
convém é não esquecer o que o mesmo pravda trazia à estampa em Junho de 2013, não se vá dar o (A)caso de a história se repetir…
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© Match Worn Shirts FC Porto | 92º minuto
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há precisamente dois anos “nascia” este espaço – a terceira parte de uma aventura que teve o seu início em Julho de 2008.
mais de uma boa vintena de boas (porque sólidas) Amizades construídas, mais de quatrocentas “postas de pescada”® depois e perto de 240 mil visitas efectivas (que não visualizações de página), o espírito de Comunicação e de partilha públicas mantêm-se, apesar da actual inconstância no meu contacto para contigo.

neste entretanto, houve uma (espécie de) “remodelação”, a qual incluiu uma mudança de nome, basicamente porque decidi conferir um pouco mais de “azul” ao espaço. e porque “Tomo III” era uma nomenclatura algo vaga para o quotidiano azul-e-branco – menos para mim e para quem me segue desde aquele primeiro momento, em 2008.
(sobre o nome actual: bem sei que o mesmo sugere um momento muito grato a qualquer portista dos quatro costados que se preze e por tudo que o envolve; acontece que, para mim, aquele minuto recorda-me igualmente este momento aqui, ocorrido na presente temporada, o qual também ainda me faz vibrar, e emocionar, e rejubilar, e com o mesmo vigor, tal e qual como o outro.)

e tal como o referi noutras alturas, todo este esforço e toda esta dedicação, existe graças a ti, por ti e para ti. e este é um sentimento que não se altera(rá).

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disse!
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desmascarar o que já foi feito…

© google | 92º minuto
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nota introdutória:

esta “posta de pescada”® é a segunda de duas, vem no seguimento do que escrevi aqui, e no que entretanto já foi sendo (e muito bem) denunciado aqui (e-letter Dragões Diário), aqui e aqui (no imperdível “Universo Porto – da bancada“) e aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aquiaqui, aqui, aqui, aqui e aqui (na sempre inefável bluegosfera).
como não poderia deixar de ser, também vai honrar os pergaminhos e a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as bastas (© Silva) hiperligações e as diversas imagens (inclusive em gif), que não só para memória futura mas também.
e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral...
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caríssim@,

eu sou do tempo das diatribes entre o Paulinho Santos e o joão vieira pinto, o primeiro “piscineiro” de que tenho memória e muito anterior ao lima (aqui), ao jon-ass (aqui), ou ao guedes (aqui). num desses “bons momentos” (aqui), o primeiro “menino de ouro” (anterior ao deus renato das sandes, portanto) teve que ser operado ao maxilar porque e de acordo com a lenda, foi ao encontro do cotovelo do caxineiro. para a história, fica o registo da suspensão de três meses para o jogador portista enquanto o “menino” esteve de molho.
esta estória entronca no que a imagem acima regista e cujo lance pode ser (re)visto aqui: se a lesão que o Corona sofreu fosse mais grave do que as imagens documentam, é minha opinião que o jogador/lenhador que cometeu aquela ‘talochada’ deveria ficar o mesmo tempo que o internacional mexicano tivesse para recuperar. afinal, o precedente foi instituído em Março de 1998 (e, a meu ver, muito bem); desde então, não mais foi aplicado (e, a meu ver, mal, como se comprova).
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© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)

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de tudo o que pude ‘ouler’ sobre o que aconteceu no Domingo, no Bessa, mormente sobre a “arbitragem” do vermelhíssimo veríssimo, há dois lances que não mereceram qualquer destaque me(r)diático, mas que aconteceram de facto:

» um fora-de-jogo muito mal assinalado a Soares, sensivelmente aos 50′, em que este seguia isolado para a área do clube da rotunda, e depois de uma excelente desmarcação de André²;

» uma dupla falta, a meio-campo, cometida pelo mesmo lenhador (carraça), sensivelmente aos 92′, “ambas as duas” merecedoras (no mínimo) de cartão amarelo – o que, no caso, seria o segundo para aquele. então a entrada sobre o Alex Telles, até arrepia…
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em suma:
o que fica do ‘derby‘ é (também) o cheiro a uma “encomenda” que só não foi avante porque fomos bravos, valentes, valorosos – tod@s nós, da Equipa, ‘staff’ técnico e dirigentes, aos adeptos obviamente.
e que houve uma gritante («gloriosa»?) dualidade de critérios na aplicação das Leis do Jogo.
e que, no meio do sururu, ao intervalo, gostei muito de ver o Nuno a defender os seus, sem esperar pelo divino Espírito Santo.
e que o Victorio Páez foi expulso, por acumulação de amarelos por “isto” aqui:
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© google | 92º minuto
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neste entretanto, o 5lb realizou dois jogos, ambos decididos por lances duvidosos (no mínimo e para ser gentil) e em encontros em que se estavam a ver gregos para levar de vencida o chaves (em casa, para o campeonato) e o estoril (na Amoreira, na primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal).
eis duas imagens que, na minha óptica, resumem o que se passou nesses encontros:
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© google | 92º minuto
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© google | 92º minuto
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parece que, apesar de alguma unanimidade entre ex-apitadores (aqui), estes lances não foram merecedores de constar no rol das queixinhas que o Orelhas apresentou aos salmonelas do Conselho de Arbitragem da FPF.
e diz que o sonso não se quis pronunciar sobre o primeiro lance (também aqui, com forte expressão corporal) e que, no segundo, afirmou (e cito) «os pés estão em jogo, o corpo não» (!!!), quando o grego, antes do passe, estava plantado na grande área. é certo que este sonso só fala «quando tiver que falar», mas quando o faz, mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo. ai!, espera lá… ups…
e que o Orelhas concedeu uma entrevista ao lixo tóxico do grupo cofina, para debitar a habitual propaganda e sossegar as hostes acerca do tão propalado tetra da treta, o novo desígnio nacional.
e que houve uma revisitação “muito fixe” de Christian Fischer, mas sem qualquer punição para o luís grande – talvez porque tenha sido (mais) uma ilusão, talvez em homenagem aos 400 jogos, talvez porque seja (novamente) um elemento integrante do clube do regime, talvez…
e que, perante este desvirtuar da (tão propalada) verdade desportiva – com a validação irregular de um lance capital e que decidiu os primeiros 90′ de uma partida de (pelo menos) 180′ – e depois de todo o frenesim em torno do jogo ante o tondela, consta que não houve quaisquer rasgar das vestes pela parte dos pés-de-microfone e dos sabujos habituais do jornalixo tuga, e que estas foram as capas dos pasquins de hoje:
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© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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em tudo “isto”, uma certeza: aconteceu em período carnavalesco e para não ser levado a mal pelos demais. pois eu não gostei nem um bocadinho…
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© google | 92º minuto
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bem sei que a “posta” já vai longa, mas este último capítulo vem ao encontro de tudo o que então afirmei, com epicentro na foto em cima.
aqui, aqui e também aqui, temos acesso a umas «gloriosas» escutas que envolvem habituais comentadores afectos à agremiação de carnide. o seu teor é muito interessante, sobretudo se o (cor)relacionarmos com estas imagens aqui, aqui e aqui. ou seja: os três porquinhos, presentes naquela imagem ali em cima, e que negam sempre que não há concertação sobre a propaganda a difundir nos programas de “debate televisivo” sobre o nosso comezinho futebolzinho, foram caços “com a boca na botija”. mais uma vez. e as justificações que entretanto apresentaram – aqui e aqui em texto; aqui em vídeo e por puro divertimento no que se alega em defesa do indefensável – são (no mínimo) muito risíveis e muito pouco convincentes.
é que toda a gente que gasta um pouco do seu tempo a ‘ouver’ tais programas [olá, Jorge! 😉 ] já lhes destapou a careca, há muito: é óbvio que há concertação, tal é a similaridade dos temas que abordam, bem como das expressões que empregam. as últimas e a propósito da nossa cor, são «a escola de mergulhos do Dragão» – visando o André Silva e o Soares – e a «invasão do Centro de Treinos do Polo Profissional dos Árbitros na cidade da Maia por parte de elementos afectos à claque do FCP» – cuja falácia é muito bem desmentida aqui.

em conclusão:
é conveniente estarmos atentos ao que a propaganda nos (in)tenta impingir, mas igualmente e sobretudo unidos* em torno da nossa Equipa do coração, tendo presente que o “inimigo”, esse «polvo» assente em muito #colinho e sempre envolto num #mantoprotector, reside fora de portas e não vacila perante aquele que é o desígnio nacional: o tetracampeonato da treta.
(* sendo que União não significa que sejamos acríticos; estas, a existir – e existem, porque o Clube não é perfeito – têm é que ser justas e tecidas com sentido de responsabilidade porque desengane-se quem considera que a bluegosfera é exclusiva dos portistas…)
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disse!
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ganhámos (o direito a sonhar)

© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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caríssim@,

antes de tudo, duas advertênciasum pedido e um ‘off-reco(rd):

» advertências:
esta “posta de pescada” vai ser um tanto ou quanto para o looong… para o comprid… vai ser um testament… vai honrar com a imagem de marca deste espaço de discussão pública.
esta “posta” vai ter muitas imagens (e não são dessas).

» pedido:
como já deves ter reparado, ultimamente a frequência com que comunico contigo não é tão regular quanto o desejável. comparando com um Passado recentíssimo, deixou de ser (quase) diária para se cingir uma intermitência pior do que as hesitações de passe do Herrera em zonas nevrálgicas do meio-campo.
tal deve-se (sobretudo) a motivos profissionais, os quais me impedem desse contacto harmoniosamente contínuo que tanto prezo e estimo, e que, no Presente, não é possível (de todo!).
assim sendo e mais uma vez, os meus sinceros pedidos de desculpas por quaisquer eventuais transtornos que te possa causar.

» ‘off-reco(rd)‘:
senhoras e senhores da tap, e do turismo de lisbo… de “portugal”, e da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, e das demais entidades públicas e/ou privadas que ficaram “muito contentes” com o facto da cidade do Porto, pela terceira vez e, desta feita, por total unanimidade (forasteira), ter conseguido o honroso galardão de “Destino Turístico Europeu de 2017“:
a vossa azia é (também) a “gasolina” que faz mover esta Região e o motivo principal pelo qual a reivindicação de mais e melhor descentralização, é muito premente, nos tempos que correm. não compreender que, com aquele prémio, quem vence é igualmente todo um País com pouco mais de 92000 km², é ser demasiado atávico, mesquinho, desditoso, para com toda a restante «paisagem» daquele e que é tudo menos subserviente (servil?) àquela outra e a quem diariamente (in)tenta que se lhe deve prestar vassalagem – ou não fosse a capital do Império… -, mas que, invejosa, não tolera os sucessos da primeira – o tal «resto» que (dizem) não passa de «paisagem».
pelos vistos, é a esta diversidade de «paisagens», com total primazia para a cidade do Porto, que os forasteiros que nos visitam preferem e que quem reside na dita capital do Império persiste em apelidar de «bacoco» por, por exemplo, não compreender o bairrismo intrínseco às suas gentes (algo que faz parte do seu ADN e que não se consegue explicar por palavras) – e já para não referir essa evidência de não perceber as multiplicidades geográfica e demográfica, que a expressão «o Norte» encerra nela própria (como se a região do Alto Douro fosse em tudo idêntica à do Minho, e o Vale do Sousa fosse similar à Ria de Aveiro)…
resumidamente e para não ser (ainda mais) fastidioso:
«que la chupen y que la sigan chupando. y sigan mamando.» ¡y olé, carago!
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neste entretanto, parece que ganhámos em Guimarães e conquistámos o castelo – um feito que, para o campeonato, já não era conseguido desde Fevereiro de 2013. e refiro «parece» porque, depois do muito que pude ler por essa bluegosfera fora e nalgumas redes sociais, o desânimo por não ter havido “ópera” superou o facto de termos levado de vencida dois obstáculos muito difíceis: o spórtém (na nossa fortaleza) e o Vitória (no seu reduto).
p
ara lá do que entrementes (brilhantes) escreveu o Silva e da muito bem observada questão da competência, da autofagia à Porto assertivamente abordada pelo Jorge e da pertinente crítica construtiva aos críticos daquela partida pela parte do caríssimo Vila Pouca, permite-me só esta observação (pertinente?):

é certo que, no jogo em causa e depois da exibição frente aos calimeros, durante muito tempo (deu a impressão que) não jogámos um caralho, tal a forma como se preferiu a solidez da defesa em detrimento dos méritos de um ataque (continuado?) e da famigerada «posse de bola» (mesmo que inócua) – e, no meu entendimento, há uma explicação para que tal tenha sucedido (e já lá vamos).
e é correcto afirmar-se que, em grande parte da partida, houve um permanente sobressalto em cada portista, sempre com a pergunta pendente de “quando é que este gajo [o Nuno] faz alguma coisa? está à espera que chova, só pode… ou então, da intervenção do divino Espírito Santo (nem que seja o de orelha)”…
e, sim!, só após a entrada do Diogo Jota é que soubemos controlar a partida e desferir o “golpe de misericórdia” na mesma e nas aspirações do Vitória SC (e não só) em relação a um hipotético empate.
mas, mesmo assim, ganhámos, porra! outros anos houve e até muito recentes, em que jogámos bem melhor do que no Sábado e perdemos (ou empatámos, o que vai dar ao mesmo em termos de “sabor” e de amargura), para gáudio dos mesmos que, em tempos (não muito) idos, se agarravam ao «pragmatismo» nas vitórias e, agora, (in)tentam-nos lançar poeira (#madeinporta18 ?) com estatísticas que, no cômputo geral, apenas e só referem o que, para mim, é Essencial: marcámos mais golos do que o adversário – com (ou sem) muita posse de bola, com menos cantos do que os outros, com mais remates enquadrados (ou não), quero lá saber! na fase em que estamos no campeonato e com todas as vicissitudes por que já passámos, mais do que “sonatas” e/ou “cantatas“, eu só quero os três pontos em cada um dos jogos que nos faltam disputar; o resto é paisagem (ou «’peaners‘»).

ou seja (e em suma):
é como afirma o “4lusos” e eu corroboro (com os destaques a serem da minha responsabilidade):
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« é evidente que há trabalho feito. É evidente que isto não cai do céu. É claro que o treinador tem a sua responsabilidade e mérito, mesmo que aqui e acolá, eu veja muitas lacunas nas suas decisões (recentes e distantes), em vários jogos e em momentos decisivos de alguns jogos.
sou (e fui!) muito crítico, não raras vezes, em relação a Nuno Espírito Santo [NES]; mas e se for motivo para elogiar, também sei dar-lhe mérito e reconhecer-lhe qualidades, e fá-lo-ei sem qualquer tipo de hesitação.
não sou apologista de NES, nem da forma como dirige e gere a equipa durante os jogos; mas tenho a forte esperança de que possa levar esta equipa a bom porto, dando (e acho que ainda esta época) uma alegria a todos os sócios e adeptos portistas. »
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e, também, como afirma o sr. Remígio Costa:
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« na hora de aproveitar um belo (e útil) triunfo há (ainda) quem insista em ver o “copo meio vazio”. facilitam a vida aos que fazem o trabalho sujo dos nossos adversários, tentando desprestigiar e desvalorizar os nossos sucessos… »
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e, de certa forma, não deixam de ter a sua razão. e tomemos por exemplo o jogo de ontem, a contar para a Champions, em que o Borussia visitou a agremiação de Carnide. rezam as famigeradas estatísticas da partida em causa que o 5lb levou um banho de bola e que, não fosse o seu guarda-redes, a humilhação seria inevitável. porém e para quem (como eu) não viu o jogo, o que as capas dos pasquins lá do burgo transmitem são autênticos orgasmos punheteiros (aqui), com números em tudo idênticos aos que apresentámos ante o todo-poderoso actual terceiro classificado da Liga…
ou seja: o que sobra, para contar à maralha lampiónica, é a vitória ante um super-Dortmund (mesmo que em crise) e o facto de estarem em vantagem para a segunda mão desta eliminatória; ao contrário de muitos de nós e de José Manuel Ribeiro, hoje no seu editorial “memento mori” (aqui), e por mais Razão que lhes assista, ninguém se preocupou em transmitir a ideia de um 5lb recolhido e acantonado no seu meio-campo, à espera de um milagre (que curiosamente viria a acontecer)…
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© google | Tomo III
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a propósito da partida de Guimarães, há algo que, para mim, dela não se pode dissociar: a vergonhosa arbitragem do xistrema.
sem querer ser muito enfadonho, tenho, para mim, que a “encomenda” esteve lá, bem presente no D. Afonso Henriques, e que tudo (in)tentou mas…. não teve a Sorte pelo seu lado. é que muito do (nosso) jogo pastoso da primeira parte também se deveu (e muito!) às inúmeras apitadelas do ‘shôr‘ carlos, sempre muito solícito a interromper o seu normal desenvolvimento, assinalando (de pronto!) todas as faltas, faltinhas e faltecas, a favor do Vitória, e num fulgor inversamente proporcional ao “pau” que permitiu (sempre!) aos jogadores da equipa visitada. e, se dúvidas houver do que afirmo, a imagem que se segue é basta elucidativa:
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© google | Tomo III
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“ah! mas houve um ‘penálte’ a favor do Guimarães, aos 38′. foi descarado o benefício em vosso favor! não fosse o árbitro e o Victorio Páez não teria terminado o jogo! tem vergonha na cara!”
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com mais ou menos insultos à mistura, este foi um comentário (dos vários) que recebi nos últimos dias. percebe-se o teor e o alcance da “indignação” lampiónica, muito pouco dada a ser afrontada com a “tal” verdade desportiva por que tanto pugna(va).
convém recordar que, aos 38′, estava 0-1, a favor do FC Porto e que o Victorio viu um amarelo aos 40′. se eventualmente tivesse visto amarelo aos 38′, tal significaria que, a partir desse momento, e num jogo hipotético que não veio a acontecer, teria o mesmo recato que demonstrou no que restou da partida.
mesmo assim e para os lampiões que por aqui passam, eis duas imagens que (também) ajudarão a elucidar as suas mentes (torpes):
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[diz que este não conta como ‘penálte’. que o vesgo do piç… que o vesgo do pizzi também fez falta igual, contra o spórtém e que não contou… pois, ‘tá bem abelha… tivesse este lance ocorrido na nossa grande área, e com muita certeza que teria sido assinalada grande penalidade (com posterior expulsão do Danilo, bem entendido).]

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ah! e sobre a questão da «vergonha na cara»:

(não) ter «vergonha na cara» é andar a apregoar, aos quatro ventos, que há «ameaças a árbitros» mas só a Norte, e mesmo que perpetradas por dois indivíduos que vestiam artefactos identificáveis com uma das claques legalizadas do FC Porto e que qualquer um de nós pode comprar, independentemente do clube do coração…, “esquecendo-se”, de uma forma «gloriosa», de também abordar estas ameaças aqui e que (pasme-se!) foram devidamente comprovadas em Tribunal.
(não) ter «vergonha na cara» é fazer alarde de «muita coação» “esquecendo-se”, de uma assaz «gloriosa», que “a tal” coacção já remonta à década de ’90 (pelo menos) e também para os lados de Carnide.
(não) ter «vergonha na cara» é fazer um banzé com os «buracos azuis» sonegando (mas de forma «gloriosa»!) que a actual direcção da $AD do 5lb deve a este mundo e ao outro também – (pelo menos) ao BPN e ao BES.

(não) ter «vergonha na cara» é um pouco de tudo isto, “esquecendo-se” que a agremiação por que sofrem do coração tem muitos (bastos!) “telhados de vidro” que convém ocultar da mesmíssima maralha para quem diariamente se fazem capas jactantes (vulgo fardos de palha) como estas aqui.
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por último e em relação à imagem acima, a qual não encontrei em nenhum lado e sobre um lance – aqui, a partir dos 01:32:38 – que não aparece descrito em nenhum “relato” dos pasquins que o fizeram ‘online‘.

este lance passou em claro ao apitador de serviço. se tivesse sido julgado e conforme o refere o tribunal de ex-apitadores (aqui), muito provavelmente o adrien [valente escarro] não teria terminado a partida em Moreira de Cónegos e (espanto!) muito provavelmente não teria a oportunidade de marcar o terceiro golo dos calimeros. mas, mais do que esse hipotético “se”, a visualização daquele lance, no imediato, recordou-me aquele outro, o da expulsão do imbula, no Bessa, no ano passado, para a Taça de Portugal (aqui).
ou seja: mais uma vez questiono sobre quais são os critérios para este tipo de lances? é que, se os há, são muito “difusos” e propensos às mais diversificadas interpretações (opiniões)… ‘oh, wait!‘…

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disse!
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(breve) resumo de nove dias

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telegráfica nota informativa (como intróito):
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sim!, é verdade: esta “posta” vai honrar a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera. aguente-se à bomboKa quem vier por Bem. e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
ah! e a disposição dos acontecimentos, sobre os quais me pronunciarei adiante, obedece à sua inversa ordenação cronológica, bem entendido.
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caríssim@,

obviamente que principio sobre o feito épico, de ontem, no andebol e em pleno antro calimero, no (dito) Casal Vistoso (que não o outro, o outrora muito “ventoso“). pude assistir a toda a segunda parte da partida em causa e resumidamente afirmo que soube muito bem – não só o triunfo em causa (alicerçado numa recuperação fantasticamente extraordinária de oito golos sem resposta a doze minutos do seu término), mas sobretudo o ter emudecido todo um pavilhão e todo um estúdio de uma “televisão de marquise“, que rejubilavam com uma derrota que veio a acontecer para o lado que menos contava com a dita… afinal, não são só os lampiões que têm por hábito festejar antes do tempo… ah!, e tudo contra uma dupla de árbitros que, enfim… mais do que “de orelha”, foi de encomenda – um facto que, a acrescentar à paupérrima exibição dos muito vermelhos e basto rubros, tiago monteiro e antónio trinca, no passado Sábado, ante o actual campeão da modalidade, só vem confirmar a minha suspeição de que, os próximos catorze encontros que faltam disputar (quatro da fase regular mais os dez da fase final), trarão muitas “surpresas” destas pelo caminho… nada a que já não se esteja (infelizmente) habituado, dado que, (também) no andebol tuga, somos efectiva e comprovadamente o alvo a abater há (pelo menos) uma década.
e é por tudo “isto” somado que a euforia da Equipa, nos balneários, é muito justificada. bastante justificada. basto justificada. justificadíssima, aliás. mas, convém recordá-lo e sempre com a (má) lembrança do que aconteceu na pretérita temporada, «ainda não ganhamos nada».
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já tudo foi (re)dito, muito dissecado, bem (ou mal) argumentado, inclusive refutado, sobre o Clássico do passado Sábado. alegrando-me com o resultado final, com a vitória, com as exibições de todos (mormente de Marcano, de Felipe, de Danilo, de Óliver, de Brahimi e de Corona), congratulando-me com a portentosa estreia de Soares (bué da fixe, tás a bêre?) e concordando com a crítica generalizada àquela sofrível (e muito sofrida) segunda parte (a antítese da equipa que, nos primeiros 45′, foi aguerrida, combativa e muito digna),  confesso-te que ainda fico agastado com o estafado “argumento” do «ganhámos (apesar do treinador)» – como se tudo fosse possível acontecer sem um líder no comando….
bem sei que o Nuno não cativa e não motiva as massas – associativa, adepta e sobretudo a assoBiativa (curiosamente mais calada do que quando «o Basco» por aqui estava…) – e bastas vezes parece não encarnar o significado do chavão “somos Porto!” – por exemplo, quando encorna que não deve expor os verdadeiros “roubos de catedral” a que temos assistido, na presente temporada, optando por leves críticas “sem sal” e algumas vezes em nosso prejuízo. mas, que diabo!, a quem se deve a mudança de atitude de Brahimi e de Corona, esta época, (bem) mais afoitos nas tarefas defensivas? a quem se deve a solidez defensiva (em completo antagonismo para a pretérita)? a quem se deve a aposta (certamente que de risco) em jovens jogadores, mormente portugueses? e, bem mais importante (pelo menos para mim), a quem se devem as (muito) visíveis União e Espírito de Grupo, numa Equipa que, há uma época, mais parecia uma manta de retalhos, com cada elemento a “remar para seu lado” e longe dos objectivos colectivos a que se propunham? com (muita) certeza que não é ao divino Espírito Santo…
também sei que o futebol praticado, por esta mesma Equipa, muitas vezes não entusiasma por aí além e que, nalgumas delas (a sua esmagadora maioria?), assemelha-se ao de uma equipinha pequenina, refugiada no “pontapé para a quinta” e/ou no “chutão para o avançado”; mas e a bem da Verdade, quem de nós esperaria que, mesmo com todos os defeitos que a Equipa e o treinador possuem, a esta altura, à vigésima jornada, estivéssemos a um singelo ponto de distância do líder (e basto proclamado treta-campeão) e com nove a separa-nos do terceiro lugar? quem é que, de nós e para lá do sempre optimista do Silva [hello! hello! 😀 ], no início da presente época desportiva, acreditava mesmo que esta Equipa seria capaz de lutar pela conquista de um campeonato que, para os me(r)dia em geral e para o jornalixo tuga em particular, só seria discutido entre as agremiações afectas à Segunda Circular? pois…

em suma e sobre este capítulo:
seria muito bom, muito positivo, que houvesse mais união entre os portistas em torno desta Equipa, que tanto merece, e obviamente do seu treinador (o qual tem muitos pecadilhos, com certeza que sim!, mas também e como já o referi, algumas virtudes) – união essa que não deve ser encarada como uma espécie de acrisia, antes pelo contrário. o que não desejo é que sejamos “mais papistas do que o próprio Papa”, pelo menos para o Exterior, oferecendo trunfos a quem nos deseja “todo o bem” deste mundo e do outro, e dando a imagem de uma reinante discórdia, entre uma massa que deveria estar mais sólida do que betão, para que os outros possam perpetuar a sua (dita) «gloriosa» hegemonia de três anos de basto #colinho…
mas, hey!, esta é tão-somente a minha opinião; tal não significa que (i) haja outras, com (muita) certeza que discordantes e que (ii) aquela seja a única verdadeiramente insofismável e inquestionável (que não é, nem sequer tem essa pretensão, antes pelo contrário!).
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ganhou tudo o que havia para se conquistar no Futebol praticado ao mais alto nível. e já viu de tudo e de tudo um pouco já vivenciou, na primeira pessoa, naquele mesmo mundo, muito restrito e basto restritivo ao comum mortal.
mesmo assim, resolveu dar um novo rumo (sobretudo) à sua vida pessoal e escolheu-nos em detrimento de todos os outros clubes e de todas as outras latitudes que (ainda) sonham com ele – como não se cansa de o referir nas mais variadas entrevistas que já concedeu, inclusive ao canal do nosso Clube do coração (aqui e aqui).

temos, no nosso seio, um galáctico e um jogador como poucos tiveram. assim de repente e salvaguardando as devidas distâncias, talvez só Preud’homme, na década de ’90, quando esteve por Carnide – e obviamente que tido como um «santo», mas com muito melhor Imprensa do que o ‘portero‘ natural de Móstoles (nos arrabaldes de Madrid).
temos, na nossa cidade, em plena ImBicta, um dos seus melhores embaixadores, o qual não se cansa de a promover, quase diariamente e de forma gratuita e muito altruísta, nas suas contas pessoais, nas mais diversas redes sociais.

portanto:
somos uns privilegiados por o podermos ver, inclusive ao vivo e a cores, a comemorar, como a imagem acima documenta, uma vitória sobre os calimeros depois de uma defesa soberba, daquelas que garantem campeonatos. e eu, ao invés de o questionar e/ou duvidar, já sinto é saudades do dia em que ele já não estará por cá…
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«é importante os nossos adversários começarem a dar um pouco mais de luta», afirmou, ufano, em Dezembro de 2013, um inchado burro do Carvalho.

«ganhar lá não é novidade para nós, mesmo sabendo que vamos ter algumas complicações», afirmou, soberbo, na véspera do encontro, um execrável (em tempos, tido como) «catedrático».

são só dois exemplos, para memória futura e que não esqueço, do asco que tenho em relação, não só às abéculas em causa, mas também à agremiação calimero-viscondessa – a qual e ao contrário do que muitos apregoam, em nada difere da lampiã, a não ser na cor que ostenta, assim mais para o verde-pijaminha (verde-musgo?).
foi também por essa razão que comemorei (e comemorarei) efusivamente as nossas vitórias sobre eles: a de Sábado, no futebol e a de ontem, no andebol.
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a imagem acima é só (mais) um exemplo do incómodo que entretanto começamos a causar junto do ‘establishment‘ que gravita em redor do comezinho futebolzinho da tugalândia – entenda-se: os me(r)dia e todo um jornalixo tugas.
o outro, que retenho na memória e que partilho contigo, é o de, por dois dias consecutivos, nos serviços noticiosos da estação (cada vez mais, menos) pública de televisão, a vitória da agremiação de Carnide sobre o actual último classificado do campeonato ter sido merecedora de honras de abertura (!!!). u-a-u! somos mesmo inconvenientes para o P(h)oder que grassa naquele mesmíssimo futebolzinho da tugalândia…
aliás, a sede de “vingança” pela nossa vitória ante os calimeros e o desejo em regressar ao poleiro era tanta que, antes de jogarem e depois do nosso triunfo estar consumado, ainda permaneciam no lugar cimeiro de uma classificação gloriosamente desvirtuada e como se confirma aqui
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num Passado recente, fui lesto a criticar tudo o que envolvia o (então) “torto” Canal, da sua programação à evidente e então (muito) visível degradação dos seus cenários e mobiliário. actualmente e apesar de ainda não ser um mundo perfeito, longe disso!, tenho que ser ainda mais rápido do que o Hulk a ultrapassar o badocha do rochemback (vídeo aqui), em 2008, (resumo da partida em causa aqui), e parabenizar a novel estrutura do FC Porto com o pelouro da Comunicação do Clube.

está portanto de parabéns! essa estrutura pela evidente aposta em mais FC Porto na programação – com o programa “Universo Porto – da bancada” à cabeça, pela assertividade que patenteia – e, também, no novo cenário que indubitavelmente o embeleza e que a imagem acima tão bem documenta.
com aquele fundo, indelevelmente jogamos sempre em casa!
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e por “falar” em jogar em casa, não poderia manifestar publicamente o meu regozijo pela divulgação daquela notícia oficial que deu conta de que o Estádio do Dragão, o nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, desde 01 de Fevereiro de 2017 que se encontra «pago na totalidade».
indiscutivelmente somos mesmo diferentes, e para melhor. e trata-se de uma operação que irá enriquecer (literalmente) e de que forma!, o património do Clube. e adorei o facto dessa mesmíssima operação ter sido processada no segredo dos deuses e sem alaridos bacocos.

podemos não ser o mais-maior-grande da tugalândia, mas e de forma indelével, “contra tudo, contra todos e contra os tolos”, somos comprovadamente o melhor Clube português. actos como este só reforçam esta minha forte convicção.
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disse!
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concertação externa

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caríssim@,

aviso, desde já e porque o interregno dura quase há uma semana, que esta “posta de pescada”® será um tanto ou quanto extensa – vulgo testament… texto longo – pelo que não descurará aquela que é a imagem de marca deste espaço da bluegosfera. portanto e se assim o entenderes, não te esqueças de ir ao frigorífico buscar um chá de cevada, para acompanhares ao longo desta leitura (que será igualmente longa). e não!, não se trata de um eufemismo, pelo que não precisas de ir à rua, que está muito frio e tal; é mesmo ali à cozinha, onde guardas as geladinhas

também informo que a mesma vem no seguimento das denúncias que surgiram no último “Universo Porto – da bancada” (vídeo aqui) e destas outras aqui e aqui (da autoria do caríssimo Vila Pouca), e destoutras aquiaqui, aqui e aqui (da autoria do caríssimo Jorge Vassalo), cujos seus teor e finalidade subscrevo e na íntegra*.
(*e é para que se possa afirmar, à boca cheia, que, de facto, «isto dos blogues portistas está tudo concuminado» [sic], que efectivamente «somos todos uma cambada, uma seita do pior», e que «só publicamos as opiniões que a $AD nos impinge»… diz que, por vezes, também pensamos pela nossa própria cabeça, mas tem dias, porque é muito raro (para além de proibido)… <modo de ironia ‘off’>).

vamos lá, então, que se faz tarde e eu tenho os chouriços a curar…
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sim!, as duas capas que o pravda da Travessa da Queimada trouxe à estampa, no passado final-de-semana, são basto (© Silva) risíveis. basicamente, aos sabujos e pés-de-microfone, a soldo no jornalixo e nos me(r)dia tugas, saiu-lhes um «autocarro» pelo «mal menor» – a tod@s eles, sem excepção. temos pena (mas não muita)…

sim!, é verdade que o «professor» rui [pausa para sonora gargalhada] armou-se num finório velhaco dissimulado, quando afirmou (e cito, também para memória futura, com os negritos a serem da minha responsabilidade):

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« foi um início atípico, a todos os níveis, nós a falhar algumas bolas e o Boavista a marcar nas três ocasiões que criou.
há um conjunto de irregularidades, mas não vou ser eu que vou estar a discutir isso.
há um conjunto de situações menos positivas, mas quero é falar de Futebol.
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ele sabe, tal&qual como tod@s nós, que não precisa de abrir a boca.
ele sabe que há muito “boa gente” que se presta (preza?) a fazer o “trabalho de sapa” (ou será no Sapo, em Penafiel?…).
ele sabe que basta imitar o “parsidente”, e deixar que sejam os peões de brega a passar a “gloriosa” mensagem (cassete? propaganda?), muitas vezes previamente concertada e tantas e tantas vezes estudada, por forma a não falhar rigorosamente nada.
assim como ele sabe que só pode gozar deste beneplácito porque se encontra por Carnide. aliás, se dúvidas houver (que não há!), tome-se como exemplo o do «catedrático» da Segunda Circular que, só por ter atravessado a rua, já não tem o estatuto de que beneficiava há meros dois anos…
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© google
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a imagem gif acima data de um jogo, em em Setembro de 2015, a contar para a Champions. ainda hoje estou convencido de que foi pelo seu resultado final e pelo seu significado, que aí, em Kiev, começou o princípio do fim para «o basco», no nosso Clube.
ela está exposta para aqueles que julgam que o terceiro golo da agremiação portuense com nome de rotunda, em pleno galinheiro, foi «ilegal». é que, também ainda hoje, não esqueço o enxovalho público a que tod@s nós fomos sujeit@s, não só pelos lampiões, mas sobretudo por aqueles mesmos pasquineiros referidos ali em cima, que então atestaram da sua legalidade. efectiva e comprovadamente não têm coluna vertebral. nem dignidade. nem brio profissional. nem rigor. nem isenção. são uma cambada cheia de truques jornalísticos da treta, é o que é…
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© pravda
(clicar na imagem para ampliar)

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a imagem acima refere-se ao mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes, patente na edição impressa do pravda de hoje, e que também pode ser lido aqui, aqui e aqui (em jpg) e aqui (em pdf), e com o qual concordo. em. absoluto. (ouBistes, ó Silva? 😉 ).

dessa edição impressa fazem parte duas entrevistas: uma ao bitó pereira (aqui) e outra ao burgesso do sousa cintra (aqui). duas breves notas, sobre “ambas as duas”:

» da entrevista ao bitó ressalta a ideia de alguém muito ressabiado para com o FC Porto – não só nas pessoas que o dirigem, mas também para com os seus adeptos (massa assoBiativa em particular).
dessa entrevista, ressalvo aquela passagem em que afirma «vamos ver quando é que o FC Porto volta a ganhar». por mim, até podemos demorar mais dezanove anos que manterei, não só o meu Amor indefectível para com o Clube, como a mesma opinião sobre o bitó: bom moço, que já foi mais humilde do que o que é (ou então enganou bem…), mas que pôs a equipa a praticar um futebol que me deu sono. e por mais do que uma vez. e inclusive no estádio. e não fosse o Kelvin, em dois momentos, no Estádio do Dragão, ante os gverreiros lampiões do Minho, e não teria havido o “tal” ‘special K’.
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» a entrevista ao burgesso tem honras de chamada de capa, no pasquim em causa, destacando-se um «no meu tempo era tudo viciado». lá dentro, a páginas 08, em grandes parangonas, lá vem o (estafado) «era Pinto da Costa a comandar as arbitragens» [longo suspiro].
a minha pergunta é só uma e sobre um «notável» da agremiação que ficou com a fama de depositar dois mil euros, a mando de um seu vice-presidente no activo, na conta de um árbitro assistente nas vésperas de uma partida para a Taça de Portugal: haverá responsabilidade criminal para este “cavalheiro”? é que o que ele afirma é grave, e punível na Justiça cível por crime de difamação, calúnia e injúria.

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disse!
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«imagens inéditas»…

© google | Tomo III
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caríssim@,

em complemento ao que entretanto já foi (muito bem) escrito aqui, aqui, aqui, aqui e aqui, e que subscrevo, na íntegra, permite-me tecer só uns breves considerandos. atão, é assim (e situações pessoais à parte, tais como: dificuldade em adormecer e de uma forma calma, relaxada, tranquila; manter o bom humor, inclusive em família; ser cordato com os adversários):
depois do problemático empate com (imenso) sabor a derrota, em Paços de Ferreira, é por demais evidente que está muito difícil o assalto ao primeiro lugar do campeonato e, por inerência, o fim apotropaico do glorioso tetra da treta… no segundo lugar, (actualmente) a seis pontos de distância do que mais almejamos, num comezinho campeonatozinho fundamentado na estratégia do pontinho (e desde que seja ante o FC Porto e nunca, mas nunca!, contra o 5lb), é mesmo muita fruta*
também foi por demais evidente que, depois de uma semana como há muito não se via no Departamento de Comunicação do Clube, aquela “derrota” foi muito além de um tiro no pé: foi, por exemplo, o suficiente para um “pardal” arvorar-se em mais-maior-grande, num jogo em que foi muito pequenino. foi também o motivo principal para o «professor rui» conferir-nos uma certeira alfinetada, e que ainda me causa “urticária”. e foi o mote perfeito para os sabujos do costume, a soldo no jornalixo tuga, saírem a terreiro em defesa da sua mui gloriosa dama**, atacada (vilipendiada?) pelo mauzão do “bicho papão” do Norte. mau. muito mau. basto, até.

* o «polvo» que grassa pelo nosso comezinho futebolzinho é assaz curioso. por exemplo, não se impede de manifestar um glorioso exacerbamento clubístico, com um fervor incomum e, inclusive, incomparável – sequer nos idos anos ’90 (aqueles que os lampiões e o bêbado da Cunha, vulgarmente associam ao famigerado «sistema»).
para lá dos nomes que comummente se conotam com o 5lb – e que não é o da sua filial em Castelo Branco (bela localidade que permite mais uma rápida associação, em relação ao quotidiano da agremiação de Carnide, desta feita sobre a famigerada #porta18) – ele é o rui oliveira, ele é o valter rufo, ele é o luís godinho, ele é o fábio veríssimo e mais recentemente o «primo» bruno vieira
acho eu que são demasiados nomes de apitadores que estão no activo. acho eu que assim se explicam os campos inclinados sempre em nosso prejuízo e sempre a favor daquela agremiação. acho eu que, se aqueles nomes manifestassem publicamente uma devoção ardente pelo azul-e-branco, já teriam caído a Sé, o Carmo, a Trindade, os Clérigos, a Misericórdia, os Grilos, a de S. Francisco, os Congregados e demais igrejas do Grande Porto – assim como muitos alfaiates não teriam mãos a medir, tantas seriam as vestes rasgadas por aqueles mesmíssimos sabujos dos me(r)dia nacionais e do jornalixo tuga…

** eis só (mais) um exemplo do muito que esses crápulas, esses jornaleiros da treta, fazem em prol da “instituição”.
Segunda-feira de manhã, bem pela fresquinha, o lixo tóxico do grupo cofina – esse esgoto a céu aberto do jornalixo tuga – divulgou um vídeo onde alegava «imagens inéditas da expulsão de Danilo», em Moreira de Cónegos (e que também se divulga aqui, para se evitarem cliques em sítios muito pouco recomendáveis na Internet).
a legenda que acompanha esse vídeo refere que (e cito):

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« a expulsão de Danilo em casa do Moreirense, numa partida que ditou o afastamento do FC Porto da Taça CTT, causou muita polémica, pois os dragões e o próprio médio, dizem que o choque com o árbitro Luís Godinho foi acidental.
o Rascord teve acesso a novas imagens do lance, onde se percebe o que aconteceu nos momentos imediatamente anteriores, e que ajudam a perceber os motivos da expulsão do internacional português.
»
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de «imagens inéditas», de facto só se aquelas se referirem aos fios que são visíveis no lado esquerdo e que causam demasiado “ruído” na sua visualização. dos «motivos da expulsão», nem o próprio apitador os saberá, a qual foi ridicularizada em todo o planeta Terra. da «muita polémica», essa ainda dá que falar, porquanto que ninguém da FPF desmentiu o que a e-letter do Clube refere, com veemência, aqui
o que eu gostava de saber é como é que esses vendilhões de uma classe por demais subserviente e servil aos interesses do Carnide, tiveram a verdadeira desfaçatez, a autêntica filha-da-putice de publicar um vídeo cujo original é pertença do porco do hugo gil – uma página (mais do que) oficiosa do 5lb no faceboKas (!!!). e depois admiram-se de que sejam apelidados de prostitutos e de outros epítetos tais, porque, com estes actos conscientes, efectivamente demonstram à saciedade que o são!

já agora e sobre o lance do vídeo em questão:
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© google | Tomo III
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nesta imagem gif (não vá o vídeo ser gloriosamente denunciado…), logo no seu início, percebe-se o atraso deliberado do jogador do moreirense para o seu guarda-redes e que seria motivo para se assinalar um livre indirecto dentro daquela grande área, e a favor do FC Porto – lance sonegado pelo go(r)dinho e muito criticado pelos jogadores portistas, Danilo inclusive.
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© google | Tomo III
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nesta imagem gif percebe-se que o que o ‘rascord’ explicitamente alega ser «nada acidental», mais não é do que o Danilo a ganhar posição no terreno de jogo por forma a evitar um contra-ataque da equipa de Moreira de Cónegos.
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por último e bem mais importante:

muitos parabéns!, Jorge, pela honrosa menção do teu nome e do teu blogue no “Universo Porto” de Segunda-feira*.

vídeo integral do programa aqui. a parte mais importante do programa aqui.
(e para memória futura – porque comprova-se que “eles” lêem a bluegosfera)

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disse!
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para memória futura (parte IV)…

© google | Tomo III
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… não!, as arbitragens não explicam a nossa péssima prestação na corrente edição da ex-taça da bjeKa (ou taça da carica, ou da crica, ou do do raio que a parta!), nem o nosso descalabro exibicional nos três jogos da fase de grupos da mesma, sobretudo porque houve muitos erros da nossa parte – alguns deles “de palmatória”, inclusive a partir das ordens emanadas do banco de suplentes, via Espírito Santo. por exemplo, a jogada do lance do golo dos cónegos principia numa precipitação do Boly, que não soube o que fazer com a chichinha numa condição defensiva: ao invés de um alívio “para as couves”, optou por endossar a dita, pelo solo (!!!), para o médio mais próximo; deu raia, um dos de xadrez verde antecipou-se e precipitou a queda de todo um instável caralho de bartas (dislexia propositada, pois o que queria escrever era caralho de bestas)…

mais: o apoio incansável, indefectível e incondicional, daqueles que marcam sempre presença e em todos os jogos, mesmo nesta competição da treta, merecia mais respeito. ou seja: não concebo aquela entrada em falso na segunda parte, depois de uma primeira mais para o sensaborona. a partir do momento em que o onze que iniciou a partida indiciava que estávamos na luta por uma ida ao reinos dos Algarves, o reinício do jogo deveria mostrar à saciedade essa mesma luta; ao invés, viu-se uma equipa à espera da Sorte dos acontecimentos, a qual viria a revelar-se madrasta. mais uma vez…

em suma (e dentro do que a minha aparente calma permite expressar):
só espero que este retrocesso, em dois “singelos jogos” e depois do bom que se conseguiu no mês de Dezembro, não nos devolva a uma realidade que se pensava estar ultrapassada: a de se ter que ouvir, com inusitada regularidade, os (sempre abjectos) «temos que levantar a cabeça» e «enquanto for matematicamente possível…» – não sei se me faço entender…
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© google | Tomo III
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… não!, não há premeditação. não!, não há condicionamento. não!, não há proteccionismo. não!, não há nada de anormal, só «erros humanos». e muito calimerismo da nossa parte. e a visualização de fantasmas onde eles não existem, sequer em armários esconsos. e o fantástico tecer de inventivas fantasias fantasiosas… nós é que «estamos mal habituados» e não sei mais o quê…
o problema (entre vários), é que aquele atropelamento à rectaguarda, o qual certamente será salvaguardado (aclamado?) ‘a posteriori‘ pelo actual vice-presidente do Conselho de Arbitragem – “o tal” cujo nome surge numas escutas onde Pinto da Costa não é interveniente, e que, em 2010, foi capaz disto aqui – priva-nos de um jogador influente para o desafio que Paços de Ferreira confere. e esse prejuízo efectivo não terá forma de ser “reparado”, sequer de nos ser ressarcido (antes ganham as galinhas dentes)…

mas aquele gaguejar do bruno prata, nos “comentários” ao jogo, na estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, não dando a entender o que a Realidade tornava (mais do que, bem para lá do) evidente, entrando pelos nossos olhos adentro… aquele gaguejar, seguido de um incómodo silêncio de três a quatro segundos, em directo (!!!), “diz-me” que estamos a ser r-o-u-b-a-d-o-s à descarada! e que já não há vergonha em gozarem connosco e com o prestígio, o bom-nome e o reconhecimento, que uma instituição centenária como o Futebol Clube do Porto – que o é, de facto! – merece. e, também e se calhar mais importante, que se lastima que quem deveria e em primeiro lugar, zelar por aqueles interesses, que são os de tod@s @s portistas, só agora “tenha acordado para a Vida”, mas já com quase quatro anos de atraso… certamente que não foi por falta de aviso, inclusive pela parte daqueles que tanto critica

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disse!
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#forrobodo | #untaggable

© fotosdacurva
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#bandeira
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por motivos vários, diversos e diversificados, não pude ver o jogo.
tudo o que (não) sei é graças ao que amiúde se vai divulgando nesse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera. e ao Universo Porto de ontem, no Porto Canal (vídeo aqui). e, também e igualmente importante, aos sms de alguns de vós, que muito prezo e estimo, e que me foram dando conta da revolta que (também) grassava no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos.
e é por isso que compreendo (muito bem) as palavras do Jorge, quando considera «fundamental» que a nossa «fortaleza» o seja de facto: num Todo e numa simbiose perfeitas, numa total Comunhão entre Equipa e Público em geral. não se trata de uma divisão entre Indefectíveis (onde incluo as Claques do Clube), massa adepta, massa associativa e massa assoBiativa; trata-se, isso sim!, de percebermos que, durante os 90′, “o(s) Inimigo(s)” e o(s) foco(s) da nossa revolta / fúria / agitação / indignação / whateveryoumention são o(s) outro(s), o(s) que não enverga(m) o nosso manto sagrado. e que é um total disparate, de um inenarrável Absurdo, estarmos a criar ainda mais tensão entre os nossos. aliás, arrisco-me a afirmar que, fosse num Passado recentíssimo e tivesse estado presente “aquele” público, tão solícito e sempre pronto a manifestar o seu desagrado, e ontem não teríamos levado de vencida um Desportivo como há muito não se via…
ah!, e em relação ao Chaves: cá estarei para verificar se aquela garra, de ontem à noite, não terá sido só “fogo de vista”. no mínimo, espero iguais empenho, compromisso e arrebatamento, quando defrontarem os nossos principais rivais – #notsportemlisbon incluído.

no fundamental:
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perceber que já incomodamos e mesmo com o muito que ainda há para fazer na estabilização da Equipa – uma Equipa com muito carácter, diga-se! – leva-me a acreditar que se está num caminho correcto – sinuoso e com imensos altos e baixos, é certo, mas, mesmo assim, com o fito e com o propósito acertados (e ao invés daquele Passado recentíssimo)…

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© google | Tomo III
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#comimensador
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estou certo que, para quem foi ao estádio, este terá sido mais um momento de enorme emoção, comoção e exaltação.
e, para o “nosso” Comendador e para a restante Equipa, foi (mais) um “grito de Ipiranga“, expresso num balázio que só se aninhou nas redes de (mais) uma espécie de ma(t)rafona, dos muitos que ainda pululam no nosso comezinho futebolzinho tuga. confesso que não tenho pachorra nenhuma para aqueles e que o seu ar de desalento, como a imagem ali em cima documenta, é inversamente proporcional aos meus júbilo e regozijo – para além da vontade imensa que me ocorre, nesses momentos, de os mandar para a matrafona, da rameira, que eventualmente os terá parido e que trabalha esporadicamente, à noite, em zonas escusas (® Ana Ferreira).

no fundamental:
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«que la chupen y que la sigan chupando. y sigan mamando

d10s, Maio de 2014.

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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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#gloriosaazia
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no seguimento da citação do maior (pelo menos, para mim), as capas dos pasquins desportivos de hoje corroboram a (sentida) pirose do mamute lampião que, ontem, aos microfones dos estúdios da estação de queluz (não, obrigado. não fumo…), no #prolongamento, teve o glorioso desplante de afirmar que o Desportivo de Chaves foi «clara e objectivamente prejudicado» (!!!). se calhar não é só o Pina que precisa de ir a um oculista, tal a dificuldade deste em dar por certo que houve (pelo menos, e mais uma vez…) uma grande penalidade evidente que nos foi (novamente…) sonegada… e aquela tirada de fincar que o golo anulado ao André Silva «foi correctíssima»?… sem comentários…
para esses verdadeiros p-a-l-h-a-ç-o-s – e sem qualquer ofensa para os profissionais de tão nobre arte circense – dedico-lhes as imagens que se seguem, “com muito amor e carinho”, no seguimento do espírito da quadra que entretanto se celebra (vende?):
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© ojogo | FC Porto para sempre
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© fotosdacurva
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© Tomo III | fotosdacurva
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#forrobodo
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« de uma vez para sempre tem de acabar este forrobodó! »
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seja bem-aparecido, sr. Presidente! gostei mesmo muito de o ouvir *, ontem!
esperemos que as suas palavras surtam efeito. ainda deveremos ir a tempo…

* para os “artistas” que se dedicam a bloquear vídeos (in)oportunos para os seus gloriosos interesses, informo, desde já, que possuo o original do vídeo com as declarações em causa. o único trabalho que terei é o de (voltar) a publicar aquelas…

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disse!
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