interregno (parte II)

© google | Tomo III
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caríssim@,

foi como referi “em antes”:

ultimamente a frequência com que comunico contigo não é tão regular quanto o desejável. e, se comparando com um Passado recentíssimo, deixou de ser (quase) diária para se cingir uma intermitência pior do que as hesitações de passe do Herrera em zonas nevrálgicas do meio-campo.
tal deve-se (sobretudo) a motivos profissionais e, nos últimos dias, a motivos de saúde, os quais me impedem daquele contacto harmoniosamente contínuo que tanto prezo e estimo, e que, no Presente, não é possível (de todo!).

assim sendo e mais uma vez, os meus sinceros pedidos de desculpas por quaisquer eventuais transtornos que este “interregno” te possa (estar a) causar.

até esse reencontro, ao qual não coloco qualquer data, por não conseguir prever quando poderá ocorrer, o meu desejo é somente um e o mesmo de sempre:

faz o favor de ser feliz!

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até breve!

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Miguel Lima | penta1975
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disse!
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interregno.

© google
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caríssim@,

peço-te muita desculpa, mas vou ter que fazer nova interrupção neste nosso contacto, por motivos vários (sobretudo profissionais).

espero que esta (nova) pausa seja tão breve quanto a minha vontade em regressar ao activo, e com a regularidade – e o Respeito. principalmente este último – que me mereces.

até esse reencontro, ao qual não coloco qualquer data, por não conseguir prever quando poderá ocorrer, o meu desejo é somente um e o mesmo de sempre:

faz o favor de ser feliz!

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até breve!

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Miguel Lima | penta1975
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(in)coerências…

© ojogo | FC Porto para sempre
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um mês depois…
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© ojogo | FC Porto para sempre
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não há como não concordar * com as opiniões que se seguem (e que se republicam para memória futura)…

[* dupla negativa propositada]
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© ojogo | FC Porto para sempre
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entretanto, aviso que, devido a afazeres vários e diversos, haverá novo interregno neste nosso contacto (mesmo que virtual), com o regresso previsto para a próxima Segunda-feira, dia 19 de Dezembro – salvo qualquer imprevisto e/ou imponderável que o Acaso teça.

neste (breve) hiato temporal, faço votos para que o nosso Amor comum prossiga na (boa) senda de resultados desportivos que estão nos antípodas de há um mês atrás, a começar já contra o clube do guardanapo, esta Quinta-feira…
ai!, desculpa. agora que, ao que parece, estamos de boas relações, aquele já não pode ser apelidado de «clube do guardanapo»… pois é… mas como, para mim, será sempre, mas sempre um odiozinho de estimação, e apesar do que julgue o nosso querido líder… olha!, assim como o Vitória SC, por não esquecer (sequer perdoar!) aquela desfaçatez de tentar entrar, na Champions, pela porta do cavalo, com as outras aventesmas. e é por isso que, para mim, é totalmente incompreensível o que aconteceu na passada Quinta-feira, no Porto (?) Canal. e, vai daí, até nem estranho (muito), depois do que pude ler (e divulguei à saciedade) aqui

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disse!
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sair do casulo…

© Tomo III
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caríssim@,

antes de tudo, as minhas sinceras desculpas pelo (novo) interregno.
de facto, ele há coisas que efectivamente não consigo controlar, sendo que o volume de trabalho, nesta altura, é uma delas. aliás, trata-se de um volume considerável – tão considerável como o da imagem gif ali em cima, ao ponto de quase, quase me fazer “arrebentar o nervo”, não sei se me faço entender…
este interregno também me está a ajudar a reflectir no que representa o Tomo III actualmente na bluegosfera. não sendo um espaço de referência, nem tendo essa pretensão, não deixa de ser assinalável que, mesmo num espaço de quinze dias sem que se redija uma singela linha (obviamente que #notmadeinporta18), cerca de cem visitantes despendam, em média, pelo menos de dois minutos para o ler. ou seja: dá-me forças (e a tão necessária vontade) para continuar, e mesmo sabendo que, daqueles cem visitantes, nem tod@s sofrem pelo nosso grande Amor e de forma incondicional – isto é, e para que não haja mal-entendidos: nem tod@s são portistas desde berço… e como é somente para estes últimos que escrevo, estamos conversados…
assim sendo, veremos que sinais o que o Futuro se encarregará de nos transmitir, e qual a leitura que deles farei. a actual é a de que efectivamente e com algum lamento da minha parte, não tenho condições para a tão necessária, por que regular, conectividade (quase) diária.

durante estes quinze dias muito aconteceu em termos desportivos.
por exemplo, passámos de um estado deprecivo-catatónico-errático durante cinco longos (e penosos) empates, para um êxtase só comparável ao de 2013, no último jogo. é claro que e ao contrário de 2004, não vencemos uma Champions, no passado Sábado; mas também é certo afirmar-se que e ao contrário dos nossos queridos detractores, que invocam a falácia daquele “argumento”, também não fizemos uma figurinha só por termos obtido um empate, na casa do adversário, em tempo de compensação, mas depois de termos passado mais de uma hora a jogar reconhecidamente como equipa pequenina, como uma equipinha de bairro (seja de Campanhã, de Carnide, do Lumiar ou outro qualquer).
para que se perceba, no passado Sábado houve lágrimas de suprema felicidade, jorradas numa verdadeira descarga de adrenalina, inclusive por este que te escreve, porque e como muito bem afirma José Fernando Rio: 

« o valor desta vitória vai muito além dos 3 pontos arrecadados: ela significa o regresso às vitórias depois de 3 empates consecutivos (5 em todas as competições); significa também o regresso aos golos, depois de 4 jogos empatados a zero, e fez com que os resultados voltassem a condizer com as exibições – é que o FC Porto não merecia nenhum daqueles empates (talvez com a excepção do jogo no Restelo…). esta vitória também era fundamental porque significava uma aproximação relevante à liderança e porque vêm aí jornadas que podem resultar numa reviravolta total do campeonato. »
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nestes quinze dias também deu para perceber que efectivamente temos um plantel desequilibrado e deficitário em alguns sectores-chave (alas e frente de ataque); que há quem defenda que a aposta na formação é um Acaso (ocaso?), fruto de manigâncias, na $AD, que correram mal e que, ao invés, dever-se-ia apostar em jogadores feitos e com experiência – e mesmo que tal seja o inverso do que pugnavam há somente dois anos atrás; que não há paciência, na massa adepta em geral, para as perdidas dos nossos jovens jogadores – omitindo, por exemplo, que até alguns daqueles jogadores experientes também passaram por momentos de algum desaparecimento (assim de repente, lembro-me da “seca” de seis jogos de Jackson); que ainda há lacunas em termos técnico-tácticos, as quais bastas vezes não correspondem aos desenhos triple marfel® do nosso treinador; que este último tem um discurso que não empolga a massa associativa, motivando amiúde as críticas acérrimas da assoBiativa, o que pode significar também que se vai esvaindo algum do (pouco) capital de crédito que ainda tem; que efectiva e comprovadamente o nosso querido líder, nos últimos tempos, dá a impressão que só gosta de falar “de cima da burra”…
estes foram alguns aspectos que retive dos muitos comentários que pude ler, nesse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera, neste entretanto. acima de tudo, confesso que também eu passei por um verdadeiro carrossel de emoções: desde o duvidar das qualidades do nosso treinador – mormente depois daquele azedo empate ante o 5lb e do que não se produziu em Belém – passando pela descrença nas capacidades da $AD para esta inversão de rumo (seja ele qual for), até ao renegar toda a ingenuidade patente na nova forma de comunicar do Espírito Santo… mas, qual crente («contorcionista»?) que me assumo, bastou um jogo como o do passado Sábado para perceber que posso estar errado. redondamente errado (porquanto que ganhei alguns gramas a mais, neste hiato). explico.
se é certo que me custou a digerir aquele empate ante o 5lb e a (in)capacidade do Herrera em (não) herrar®, não será menos correcto afirmar que também fizemos 60′ de altíssimo níBel (pena os jogos terem 90′ mais os descontos).
nos últimos tempos (talvez desde os tempos do Prof. Jesualdo Ferreira) não me recordo de um treinador do FC Porto, para a taça da crica/liga/ex-taça da bjeKa/whatevercauseidontgiveafucktothatshit ter apostado em três jogadores da formação; o Nuno fê-lo e, no meu entendimento, muito bem.
como não possuímos todos os dados e só se sabe o que se quer que se saiba “de lá de dentro”, confesso que também me causou estranheza o marasmo em que caíram as performances desportivas de Brahimi e de João (Carlos Teixeira; mas só João na camisola e no anúncio da sua entrada em campo), sendo que “ambos os dois” aproveitaram a oportunidade daquela (espécie de) competição, mas só o argelino é que recuperou a presença nas convocatórias. pode ser que, um dia, o Espírito Santo explique o porquê dos constantes eclipses do português dado que e está visto, o Nuno não envereda por um caminho idêntico ao de Guardiola, o que se lamenta. já Depoitre e Adrián López parecem ter cavado ainda mais as suas “sepulturas”, depois de não terem conseguido tirar proveito dos minutos que o técnico lhes concedeu. já Varela é “um caso” que nem o Silvestre, seu alter ego, consegue explicar.

em suma e porque não pretendo tirar protagonismo ao Silva e à sua mais recente imagem de marca: que aquele jogo de Sábado tenha continuidade, não só já amanhã, mas sobretudo no próximo Domingo, em Santa Maria da Feira, a partir das 16h. nada menos do que uma vitória (se possível contundente) fará com que todo este esforço possa ter sido em vão, «penso eu de que»…

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disse!
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pause | pausa

© google | Tomo III
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caríssim@,

não dá mais (para já!).

vou continuar com esta (espécie de) pausa até ter condições para poder manter um contacto regular contigo.
no Presente, efectiva e concretamente não consigo fazê-lo, sequer de uma forma (ir)regular.

até esse reencontro, ao qual não coloco qualquer data, por não conseguir prever quando poderá ocorrer (se é que irá ocorrer…), o meu desejo é somente um:

faz o favor de ser feliz!

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até breve!

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Miguel Lima | penta1975
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and now, for something completely…

© bill watterson | Tomo III
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… stupid? *
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caríssim@,

uma breve pausa no meu (longo?) interregno para manifestar publicamente algum regozijo.
este meu contentamento prende-se, não só porque é quase, quase Sexta-feira; porque o nosso FC Porto, em futebol, venceu e somente pela segunda vez, em território belga, frente ao campeão em título, e a contar para a «xampes» (naquela que foi a primeira vitória em três partidas já disputadas); porque a equipa B conseguiu não perder, num registo distante da primeira volta da época transacta e apesar de todas as contrariedades e de todas as vicissitudes, que o plantel às ordens de Luís Castro tem tido (a Qualidade, esta época, está a ser “trabalhada”, como o tinha sido há três anos atrás); porque, em andebol, levámos de vencida o carnide de Braga, num encontro pleno de emoção e de comoção; porque a equipa de basquetebol até esteve benzinho, ante os gigantes de Antuérpia; porque o nosso querido líder voltou a falar à maralha (lá está…) depois daquela vitória na Bélgica, mas sobretudo porque acontecimentos a nível particularmente pessoal fazem com que esteja feliz. e não, não vou ser papá pela segunda vez…

assim se explicam (ou talvez não, não sei bem…) estas brevíssimas linhas (#notmadeinporta18) de júbilo folguedo.
e agora, com a tua licença, voltarei para aquela minha espécie de “retiro espiritual”, onde isoladamente continuarei a fazer “coisas“, na esperança de que Sábado não tarde, nem demore.
até esse momento, os meus votos honestos e sinceros, de que continues a ser (muito) feliz!
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* título inspirado nesta obra-prima dos Monty Python.
(e já se sabe que não se deve (pode?) confundir a obra-prima do mestre com a prima do mestre-de-obras…)
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disse!
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vou ali e venho já (talvez)…

© bruno catalanoTomo III
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caríssim@,

ele há momentos na Vida em que não dá. mesmo!
em que tudo o que fazemos parece ser insuficiente para reverter a tão inefável e inquestionável questão superlativa de “todo o Mundo” cair sob os nossos ombros – dos poucos (únicos?) que o sustentam, enquanto mais ninguém se parece marimbar para esse nosso esforço. e com a agravante de, não só nos criticarem, como ainda se rirem nas nossas costas (porquanto que a frontalidade passou por essas best@s quando elas se encontravam a roncar mais alto do que o filho da puta do taxista do máximo a clamar por uma virgindade perdida, e a babar todo o seu travesseiro feito da palha mais putrefacta e em plena decomposição. também foi nesse preciso momento que a cobardia delas se apossou). adiante.

assim sendo e mais uma vez, peço-te desculpas, mas haverá novo interregno nesta minha página de indefectível comunhão por esse nosso Amor comum, e que dá pelo nome de Futebol Clube do Porto.
desconheço a data do meu regresso, mas sei que, quando ela surgir será para não haver mais interrupções (in)voluntárias como a Presente – a terceira num curtíssimo espaço de um mês.

note-se bem que esta (nova) suspensão num contacto que, até então, era muito regular (quase diário) não significa um definitivo “adeus”, antes um “até já!”. é que infelizmente não está a dar para conciliar os três mundos que preenchem as curtíssimas 24h que compõem um dia: o familiar, o da labuta e o da bluegosfera. e como aqueles se sobrepõe a este último…

também faço votos sinceros para, nesse instante, ainda poder ser merecedor da tua regularidade em visitar este espaço. 😀
até lá, o meu desejo é o de sempre e com a esperança de nos podermos cruzar “por aí”, preferencialmente entre as portas 3 e 4 do nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, ‘¿en dia de partido, sí?’ 😉

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disse!

(com muita amargura no sentimento e angústia no peito)
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ainda (inacessível)…

futuro© google | Tomo III
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caríssim@,

com tanto para ser dito, o Tempo (ainda) permanece (muito, extremamente) curto, devido aos tais deveres profissionais que se sobrepõem (e de que maneira!) à vontade de poder (re)estabelecer o contacto regular contigo e com a cadência, com a normalidade a que me tenho habituado. 

o prometido é que tal ainda aconteça no decurso do corrente mês de Outubro, apesar de desconhecer o dia… estou a fazer tudo para que tal venha a ser possível.

neste entretanto, faço votos (felizes) para que o Clube, no seu Todo (i.e., corpo dirigente, equipa técnica, plantel, adeptos indefectíveis, massa adepta, sócios e massa assoBiativa), permaneça nas vitórias (a “ópera” pode esperar, que actualmente nem “bombo” conseguimos executar na perfeição).
de preferência e se não for pedir muito, poderia ser já no Sábado, em Aveiro, ante o Gafanha, para a Taça de Portugal…

até lá, até esse momento do regresso, fica expresso o meu desejo de sempre e que é:

faz o favor de ser Feliz!

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sugestão musical:

dire straits, “money for nothing“.

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disse!
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inacessível…

futuro© Tomo III
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caríssim@,

nova interrupção (in)voluntária neste nosso contacto, actualmente um pouco irregular. deveres profissionais sobrepõem-se (e de que maneira!) à vontade de poder estabelecê-lo com a cadência, com a normalidade a que me tenho habituado. 

prometo que, ainda no decurso do próximo mês de Outubro, estarei de volta – só (ainda) não sei é o dia… 😀
neste entretanto, faço votos (felizes) para que o Clube, no seu Todo (i.e., corpo dirigente, equipa técnica, plantel, adeptos indefectíveis, massa adepta, sócios e massa assoBiativa), se encontrem no regresso às vitórias (a “ópera” pode esperar, que actualmente nem “bombo” conseguimos executar na perfeição). de preferência e se não fosse pedir muito, poderia ser já amanhã, na Pérola do Atlântico e caso não se levante (muito) nevoeiro à hora do jogo…

até lá, até esse momento do regresso, fica expresso o meu desejo de sempre e que é:

faz o favor de ser Feliz!

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sugestão musical:

peste&sida, “vamos ao trabalho“.

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disse!
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ausência…

futuro© google | Tomo III
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caríssim@,

como provavelmente já terás reparado, tenho estado ausente. e assim permanecerei nos próximos oito dias. motivos alhei(r)os à minha vontade, mormente profissionais, impedem-me desse nosso contacto regular e muito salutar.

assim sendo e se não for antes, espero estar de regresso até à próxima Sexta-feira, dia 23 de Setembro de 2016.
até lá, os meus desejos são dois; a saber e exactamente por esta ordem de preferência:

» Z. e J., saboreiem este momento de muita felicidade, o qual estou certo que se prolongará para o resto das vossa vidas.
e, claro está, que o F. seja sempre, mas sempre!, o vosso farol.

» parafraseando alguém que muito prezo: façam o favor de ser felizes!

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disse!
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