da indignação.

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o grupo sportivo carnidense informa que não comparecerá, este Sábado, em Gondomar, na ‘final four’ da Taça de Portugal de Hóquei em Patins.
esta decisão da Direcção do 5lb justifica-se pelas necessidade e urgência, de se tomar uma posição clara que demonstre o estado de degradação que atingiu, este ano, a cúpula da modalidade, e o total desacordo com alguns critérios – ou com a falta deles… – da parte da Direcção da Federação Portuguesa de Patinagem (FPP), e dos órgãos que a compõem – Conselho de Arbitragem, Conselho de Disciplina e Conselho de Justiça.

importa realçar que esta decisão nada tem a ver com as outras três equipas que, de forma meritória, conquistaram o direito legítimo de competir, nesta fase final da prova, pela conquista da Taça de Portugal 2016/17.

ao longo de toda a época, a equipa de Hóquei em Patins do 5lb foi sentindo que muito dificilmente poderia jogar em igualdade de circunstâncias com outros competidores no Campeonato Nacional, por circunstâncias alheias à mera e sã competição desportiva.
perante evidentes sinais de dualidade de critérios nos bastidores (!!!), de decisões erradas em pista e de sucessivas nomeações de árbitros difíceis de compreender, jogadores e equipa técnica levaram a definição do campeão até à última jornada, com assinalável resiliência e espírito competitivo. mas infelizmente o pior estava para acontecer: no decorrer do ‘derby’ de Alverca [sic] – intenso, competitivo, uma autêntica final –, ficou clara a inexistência de imparcialidade em algumas decisões – quer para quem o viu no pavilhão, quer para os muitos milhares que acompanharam as incidências da emotiva partida pela televisão.
(algo que ficou bem expresso, pela forma como foi anulado de forma inexplicável, a poucos segundos do apito final, o golo que daria o 6-5 e muito provavelmente a conquista do 24º Campeonato para o 5lb.) 

[…]

no final de tudo isto, parece que os únicos a quem foi “tirado o sono” foi aos atletas, técnicos, dirigentes e adeptos do carnidense, como o comprovam declarações públicas de alguns responsáveis de órgãos pertencentes à FPP, ou até a nomeação para o jogo da meia-final da Taça de Portugal.

nas últimas cinco temporadas, o 5lb sagrou-se duas vezes Campeão Europeu, conquistou muitas provas do calendário nacional com as suas equipas seniores masculina e feminina (que também venceu uma Liga Europeia), colaborou para o desenvolvimento do hóquei em patins jovem, organizou eventos e participou em iniciativas de promoção à modalidade e, em conjunto com os outros clubes, contribuiu para as grandes audiências televisivas do hóquei em patins.
acabou, contudo, por ser ignorado e perseguido durante toda esta temporada. a anulação de um campeonato a 23 segundos do final, sem qualquer motivo para tal, é apenas o espelho de uma época em que nunca houve igualdade de circunstâncias.

o carnidense toma esta inédita decisão na sua história, não apenas por interesse próprio, mas acima de tudo pelo bem da modalidade.
é impossível que o profissionalismo, dedicação, empenho e paixão de clubes como o 5lb continue a conviver e a estar dependente do amadorismo e de “velhos hábitos” que vigoram no hóquei nacional – desde a primeira divisão às divisões inferiores, dos seniores à formação, do masculino ao feminino.

que fique claro: tudo isto nada tem que ver com o FC Porto e a UD Oliveirense, cujas equipas lutaram arduamente pelo título nacional e que beneficiarão, também, em igual medida ao 5lb, das evoluções positivas que se verifiquem nas estruturas que organizam as competições em Portugal.

[…] 

capital do império, 23-06-2017.
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caríssim@,

na véspera da noite de S. João, mais uma “martelada” na credibilidade de uma agremiação gerida por meninos mimalhos, com um péssimo perder (por que também não se sabem comportar quando ganham) e desprovidos de qualquer Desportivismo.

em suma:
ainda não digeriram o empate do (e cito) «derby de Alverca» e consequente perda do campeonato para o eterno rival, tão-somente porque o palhacito que começou a comemorar efusivamente o suposto golo da vitória, para gáudio de bruno ferreira (o sabujo da tvi24 que exultou como se não houvesse Amanhã), o fez com o corpo – o que contraria o disposto no subponto 1.2., do nr. 1, do art. 17 (“jogando a bola: normas específicas”), das Regras da modalidade

portanto, mais do que uma pífia indignação lampiã, fruto de uma organização que se julga e, pior!, que efectiva e comprovadamente se comporta como um Estado (mesmo que lampiânico) dentro do próprio Estado (o de Direito), sinto vergonha por este tipo de comportamentos estéreis, que visam tão-somente condicionar os responsáveis da modalidade para o Futuro, que não só o mais imediato.
estou certo que os dirigentes do FC Porto já estarão avisados para o que daqui poderá advir para o nosso clube do coração. e que não se espere algo de bom, antes pelo contrário..
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agora apague tudo!
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#frutavermelhaparadormir

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a “fruta” que não era fruta.

o Tribunal de Instrução Criminal do Porto decidiu não levar a julgamento o presidente do FC Porto, Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa, no processo do “Apito Dourado”, relativo a um jogo que os ‘dragões’ disputaram, na época 2003/2004, com o Estrela da Amadora.
o que estava em causa? suspeitas de corrupção denunciadas por Carolina Salgado, ex-companheira de Pinto da Costa.

“enrolado” como está aquele processo, este seria apenas mais um episódio da saga que entretém – e há-de continuar a entreter… – os portugueses, que tendem a ver em Pinto da Costa a “encarnação do Mal”.
a verdade é que este foi um dos casos em que a equipa liderada por Maria José Morgado – a nova salvadora do País – mais investiu. porquê? Por conter em si elementos suficientes para entreter o Povo.
não seria “delicioso” apanhar o presidente do FC Porto num processo (que até já fora arquivado por falta de provas) em que o Ministério Público sustentava que teriam sido fornecidas prostitutas à equipa de arbitragem daquele jogo, em 2003/2004, e que lhe teria sido propiciado um jantar como contrapartida por violação das regras de jogo? seria muito “delicioso”. porque estava lá tudo: o submundo da prostituição, ligado à troca de favores; fartos jantares para, no meio de gozosas risadas, comemorar as tropelias; árbitros ansiosos por passar uma noite de arromba com companhia… enfim: a prova provada de como Pinto da Costa e o FC Porto “driblavam” as regras para alcançar o sucesso.

o que entendeu o juiz que, ontem, decidiu arquivar o processo? tão-somente “isto”: «só ficcionando ou conjecturando [seria possível encontrar] um nexo de causalidade entre os factos» relatados naquele, isto é: entre o resultado obtido pelo FC Porto, na partida contra o Estrela e a «fruta», não há relação possível.
mais: mesmo do ponto de vista técnico, o juiz entendeu que não houve violação de regras no jogo FC Porto vs. Estrela da Amadora, e de acordo com as perícias, designadamente em lances capitais.
e mais ainda: o magistrado afirmou que as escutas realizadas no âmbito do processo “Apito Dourado” «não poderiam ser consideradas» para este processo específico [ponto 4., do artigo 88º, do Código de Processo Penal].

as críticas à equipa liderada por Maria José Morgado são severas.
se um juiz entende que não há qualquer «nexo de causalidade» entre os factos, isso só pode significar uma de duas coisas: ou a investigação foi mal feita (ao ponto de não fornecer matéria de facto para a acusação), ou a acusação estava previamente determinada independentemente dos factos que viessem a apurar-se.
aeja como for, quando um magistrado dá uma “pancada” deste tamanho num processo tão mediático, a última coisa que podemos fazer é ficar descansados com a Justiça que temos.
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Paulo Ferreira (JN) | Julho de 2008.
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caríssim@,

anos. muitos anos. demasiados. mais de uma década. quase uma Eternidade. pelo que, mais uma vez e tal como tu, confesso publicamente o meu cansaço, a minha exaustão na sua audição, qual ladainha monocórdica, normal e invariavelmente pelos mesmos, os (afirmado pelos próprios) “impolutos” (!!!).
falo do quê? da «fruta», do «chocalate», das «meias-de-leite»,  e do diabo a sete, com que os adeptos das agremiações afectas à Segunda Circular nos foram brindando desde o “rebentamento” do escandaloso processo ‘pito dourado – e assim adjectivado porque resultou num gasto incomensurável de dinheiros públicos para tão pífia vitória final (e se é que houve alguma).
e assim também se justifica a introdução a este meu desabafo, nas palavras de um sub-director do JN, à data de 2008, numa súmula do que resultou aquele mesmo processo.

ontem, com as revelações bem terrenas de mais um capítulo do #apitodivino, no programa “universo Porto – da bancada”* (vídeo aqui), acho que começou o fim daquela enfadonha lengalenga. certamente que não cessará a partir do dia de hoje, mas acredito piamente que doravante será repetida menos vezes (‘ad aeternum‘ e ‘ad nauseam‘)…

* para quem tiver esse interesse e de uma forma sintética:

» aqui tem acesso a um novo desmascarar da “seriedade” muito precária do assalariado também ele precário, mas que ocupa um cargo de relevo na estrutura comunicacional do 5lb;
» 
aqui tem acesso uma troca de e-mails entre pessoas ligadas ao carnidense, sobre como fazer pressão sobre o Conselho de Disciplina para interditar os estádios do Dragão e Pedreira (em Braga, onde o 5lb ainda iria jogar);
» aqui
tem acesso a um nexo de causalidade entre o e-mail divulgado pelo ‘expresso’ e o que aconteceu ao apitador tuga em questão;
» aqui tem acesso à gravidade do que é exposto num e-mail de um anterior Presidente da Mesa da Assembleia-geral da LPFP;
» aqui tem acesso à (para mim) revelação da noite: a existência de “fruta” muito rubra para dormir – para além de que se (com)prova que o 5lb, num afã de glorioso P(h)oder, também controla a vida íntima e paralela de alguns apitadores, com a nefasta (lá está!) influência de poder coagir as pessoas em causa a fazer tudo aquilo que aquela agremiação precisa.
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pelo exposto, é por demais evidente que começa a ser demasiado complicado para o «polvo» controlar os seus «tentáculos».
e, como a imagem acima o revela, também se verifica uma missão basto espinhosa para os artífices da propaganda do Estado Lampiânico conseguirem “abafar” tantos factos que, correlacionados entre si, tramam o carnidense “ao mais alto níBel” – apesar de ainda o tentarem, remetendo para notas laterais e/ou de rodapé algo que, numa cor mais para o azul, seria honra de destaque de capa inteira (e referindo-me somente ao exemplo dos pasquins desportivos. é que as capas de hoje, dos periódicos generalistas, metem muito nojo, tal a gloriosa irrelevância que concederam à denúncia de tão graves ocorrências).
e é manifestamente incontestável que está a ser muito difícil perceber e/ou entender (sequer aceitar!) a complacência, a parcimónia, o comedimento, o silêncio, a aparente inacção das entidades – públicas e desportivas – perante tanto escândalo, o qual será tudo menos «um completo desespero de uma figura sinistra» e nas palavras de alguém que tem o seu rabo tão trilhado que deveria estar mais moderado (mais sóbrio?) nas suas declarações…
é muito por “isto” tudo – e que não é pouco! – que subscrevo o texto que se segue, da autoria do Director do pasquim do ‘quim oliveirinha:
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em suma:
veremos o que se seguirá, numa estratégia de divulgação que subscrevo: aos bochechos, e para os fazer sofrer (arder?) lentamente, em lume (aparentemente) muito brando, mas que “queima”, que “chamusca”, que causa dor e desconforto, e também alguma ansiedade. aliás, basta ouvi-los nas últimas horas: caladinhos que nem ratos, como cães com o rabo enfiado entre as pernas.
para memória futura ficam aquelas declarações, reproduzidas não só na imagem lá em cima, mas também aqui (num vídeo engraçado do Fábio Silva), por parte de um outro alguém que deve ter mesmo agenda muito cheia (de “fruta” vermelha para dormir?…) para ainda não ter conseguido encontrar um buraquinho onde encaixar uma entrevista à estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão.
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agora apague tudo!
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#lifegoeson

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« […] aos adeptos do FC Porto, o meu único conselho é estarem calados. de cada vez que falam põem em causa as suas próprias conquistas aldrabonas. trocam os 4 títulos do 5lb pelos 20 que alcançaram com a mesma batotice? então, aguentem-se! reajam: arranjem melhor fruta. »
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caríssim@,

apesar da Dor, do Luto, do Vazio, a Vida continua, certo? certo..
assim sendo e porque não consigo permanecer mais calado, eis-me aqui – e com todo o Respeito pelo que os funestos acontecimentos deste último final-de-semana me merecem.

as palavras acima pertencem a um quintela basto fedorento – um odiozinho de estimação, assim para o verde calimero, e que remonta aos primórdios do (precocemente desaparecido) ‘Tomo I‘.
aquelas foram-me dadas a conhecer por um de vós, via e-mail (!!!) e foram retiradas deste lixo tóxico aqui – num manual de autêntica filha-da-putice, redigido por um certificada e comprovadamente filho daquela meretriz, afilhada de profissão mais do que duvidosa (no sentido em que ninguém duvida para o que “trabalha”).
também eu fiquei como tu, quando as li: com uma vontade louca de partir para cima dele como se não houvesse Amanhã. mas, depois, recordei-me que temos (devemos!) que ser muito superiores a este tipo de gentalha, que só vive em chafurdar na lama a que apelidam de “vida” e que certamente é bem mais niquenta do que a pintam para o Exterior… e tenho para aí duas mil razões para o considerar, estejam elas pela ImBicta, ou pela capital do império, ou até na Pérola do Atlântico (sendo que aposto mais nesta última hipótese).

assim sendo e para os quintelas desta vida:
para lá de lhes recordar os nomes de mário luís, ‘o chinês‘ e de howard king, (d)o ‘elefante branco, e de lhes avivar a memória com estórias como a do manaca, questiono-me se saberão como conquistaram o campeonato nacional de futebol sénior, na (já longínqua) época de 2001/2002?… eu respondo, de pronto: 17 grandes penalidades assinaladas. outra vez e mais devagar: dezassete. penáltes. de-zas-se-te. é que nem nos tempos do ‘pito dourado..
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© google | 92º minuto
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neste entretanto e a propósito de um outro apito, bem mais «glorioso» (por que muito mais, imensamente #divino), no último programa do “seu” espaço de verdadeiro monólogo escatológico, o precário (do) guerra, entre os bastos ‘soundbytes que por lá debitou, houve um que registei com particular “agrado”: aquele em que aponta este #processodivino como uma hipótese de «corrupção» a nível desportivo. nada mais errado; é, isso sim, de um caso de tráfico de influências e ao mais alto nível, do nosso comezinho futebolzinho, e punível por Lei.
e também foi curioso como, mais uma vez, não se discutiu o teor dos e-mails da discórdia (mormente dentro do Estado Lampiânico). é como se aqueles nunca tivessem existido, a não ser na fértil imaginação dos adeptos portistas. pena que a Realidade seja assim mesmo: cruel.
já quanto à forma como aqueles terão sido obtidos, considero que as pessoas que administram o Clube não são ingénuas ao ponto de os divulgarem pública e massivamente, sem qualquer protecção jurídica…

e, já agora, numa altura em que tanto se apela à Memória e se desenterram as trapaças do ‘pito dourado, convém recordar o que está disposto no Código do Processo Penal acerca da divulgação pública de escutas:
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« não é permitida, sob pena de desobediência simples, a publicação, por qualquer meio, de conversações ou comunicações interceptadas no âmbito de um processo, salvo se não estiverem sujeitas a segredo de justiça e os intervenientes expressamente consentirem na publicação. »
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ponto 4., do artigo 88º, do Código do Processo Penal.
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foi o disposto no malandro daquele artigo que inviabilizou que as ditas escutas do ‘pito dourado fossem aceites pelos Tribunais competentes – que não por aquela espécie de “tribunal”, presidido pelo justiceiro do ricardo costa [escarro nojento], e que desencadeou o processo do ‘pífio final’. um artigo tão, mas tão infame que, veja-se lá!, não foi ao encontro das vontades daquele, sequer das dos milhões de lampiões e de alguns milhares de calimeros.
no fundo e como pude ler por aí, uma «uma tecnicalidade que tornou inúteis as escutas». maldita «tecnicalidade» [a que vulgarmente se apelida de Lei]..
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por último, três breves notas sobre a conquista do campeonato nacional de hóquei em patins:

1)
a fé era tanta e tão gloriosa, que a Federação da modalidade optou por deixar o troféu daquela conquista em Almada. correu-lhes mal.
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2)
resumir toda uma época a um lance polémico é de uma desonestidade intelectual atroz. por exemplo e neste mesmo jogo, o livre directo que dá o 4° golo do 5lb é precedido de um penalty não assinalado na outra área – e que, a ser concretizado, daria o 6° golo para o spórtém.
(e não irei esquecer a autêntica escandaleira que foi o jogo anterior do 5lb, contra a Oliveirense – idêntica àquela outra partida, ante o Juventude de Viana. ou como foi obtida a vitória, ante o spórtém, na primeira volta deste campeonato. ele houve para todos os gostos e como denuncia a página ‘guerreiros da invicta’.)

em suma e nas palavras de um dos nossos:
« é normal que, no meio de tanto cartão azul, de grandes penalidades e de livres directos, sempre a favorecerem-vos [5lb], se sintam ofendidos quando vos assinalam alguma coisa contra. com as crianças é exactamente igual. »
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3)
porque, na entrada para a última e decisiva jornada, não dependíamos exclusivamente de nós e porque é justo reconhecê-lo, agradecer a preciosa ajuda do Sporting na conquista de um campeonato com muita emoção até ao (literalmente) seu final.
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agora apague tudo!
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se há «padres», também há “sacristãos”.

© mister do café
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caríssim@,

isto” tem sido um fartote. sincera e honestamente não me recordo de um período assim; nem sequer nos bons tempos do sacristão do presídio da Carregueira.
acima de tudo, estou a adorar esses gloriosos ‘spin-offs’ de gentinha (gentalha?) que, em 2004, após a segunda conquista europeia consecutiva do FC Porto “de” Mourinho, não teve qualquer pejo em se socorrer, de forma enviesada, muito torpe e bastante soez, de um processo que se iniciou com o envio de uma carta de um «padre», em moldes muito próximos do que a troca de e-mails evidencia – i.e., um inequívoco tráfico de influências (nefasto para o apuro da “tal” Verdade Desportiva das competições, mesmo que comezinhas, da tugalândia) – para atacar todo o prestígio, reputação e bom-nome do (então) novel Campeão Europeu de Clubes. agora, que é outro o protagonista de actos igualmente condenáveis e moralmente criticáveis, é assistir (de camarote) à defesa da sua prática (!!!) com recurso a desculpas, algumas delas bem pior do que esfarrapadas…
de referir que muitos daqueles actos de puro contorcionismo, próprios de quem não possui qualquer espinha dorsal, sequer coerência na defesa dos seus argumentos (por muitos deles serem intelectualmente desonestos), são protagonizados por comentadores profissionais (por que avençados para o fazer, ao contrário de um mero adepto) e tidos invariavelmente por “independentes”. acontece que, bastam dois minutos de escuta atenta das suas alegações e um pouco de pesquisa cibernáutica, para se perceber que mais não são do que lobos travestidos com pele de cordeiro, inevitavelmente afectos a uma cor que não a nossa. assim de repente e acerca desta matéria, recordo-me sempre deste episódio aqui, não sei lá porquê…
pois que, desde que rebentou este escândalo do teor dos e-mails, têm surgido bastos daqueles comentadores, armados ao inteligente, com um patoá escorreito, com especial destaque para dois deles: rui pedro braz e luís aguilar. eis uma imagem interessante para se perceber um pouco melhor de quem falamos
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é óbvio que, daquela imagem, a parte que consubstancia o que ali atrás afirmo, é a da direita; já a parte da esquerda é uma espécie de “bónus traque”, porque se correlaciona (e muito!) com o que a imagem a seguir nos transmite:
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portanto: a 14 do corrente mês de Junho, com publicação impressa no dia seguinte, ficámos a saber, via DN, que o DIAP da capital do império possui mais e-mails do que aqueles que entretanto têm vindo a ser divulgados pelo Departamento de Comunicação do FC Porto. mais: que eles estão na sua posse «há quase duas semanas» – bem anterior àquela divulgação. pior: que nada tem sido feito, em termos de investigação, porque «a utilização dos e-mails, que têm sido revelados no próprio processo, não é pacífica: há quem defenda que, uma vez obtidos de forma ilícita, não podem ser utilizados como prova, e quem considere o contrário, desde que encontradas novas provas que lhes dêem suporte». e quem é que garante ao pessoal do DCIAP que os e-mails foram «obtidos de forma ilícita»?! é que, se «nenhuma diligência foi solicitada, nem foi agendada alguma reunião para se definir uma estratégia de investigação», aquela conclusão está errada e parte-se de um pressuposto que só se comprovará (ou não) com a devida… exacto: investigação. neste entretanto, debate-se o sexo dos anjos, com uma (mais do que provável) perda de tempo que seria muito precioso para… correcto: o bom rumo da investigação.
já no dia de hoje e numa autêntica manobra de diversão, o lixo manhoso do grupo cofina [valente escarro] faz manchete com o que só pode ser encarado como uma anedota… é este o “jornalismo” de um pasquim que, entre outras “virtudes”, só serve para ser mais um dos que se coloca gloriosa e subservientemente de cócoras perante os “donos disto tudo”. e é este o estado do jornalixo tuga: um mar de laranjos – quais “sacristãos” devotos dos «padres» e das «missas» que se «rezam» lá para os lados de Carnide – e com tudo o que de pernicioso tal cenário encerra

ou seja: temo que tudo “isto” vá dar em nada. que, mais uma vez, o facto de haver fortes indícios contra o carnidense só por si não é o bastante para que haja sequer uma mera investigação por parte de quem de direito e com responsabilidades públicas para tal. e que inevitavelmente, como é com “a instituição” que se estão a meças, não se vai passar nada de nada, porque aquela é intocável e inimputável.
e é antecipando este cenário e sabê-lo por experiências passadas, que a inha Alma encontra-se totalmente parida com um F bem maiúsculo. fosse esta merda tingida em tons azuis-e-brancos e já teriam caído os Clérigos, o Carmo, a Trindade, os Congregados, e demais igrejas da Diocese da ImBicta. e há mais de dez dias que o nosso clube do coração seria diariamente o foco principal de abertura de todos os programas de informação, em todos os canais de difusão (também) da propaganda do Estado Lampiânico e à boa maneira goëbbeliana… assim de repente e sem recuar muito no Tempo, recordo-me deste episódio aqui. e deste (não-)assunto aqui

por último, uma brevíssima dose de humor, acerca dos cartilheiros e/ou sacristãos do clube do regime:
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© pravda | 92º minuto

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disse!
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«apenas quero ser um menino querido para vocês e fazer o meu trabalho»

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artigo 65º
exercício e abuso de influência

1. o clube que directa ou indirectamente exerça ou abuse, da sua influência, real ou suposta, junto de qualquer agente desportivo, representante, agente ou funcionário da Federação (FPF) ou da Liga (LPFP), com o fim de obter comportamento ou decisão, destinados a modificar ou a falsear a veracidade e a autenticidade de documentos, procedimentos e deliberações, assim como o resultado ou o desenvolvimento regular dos jogos das competições desportivas, será punido com a sanção de descida de divisão e acessoriamente com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 250 UC e o máximo de 1000 UC.

2. se o ilícito for cometido na forma de tentativa, o clube será punido com a sanção de subtracção de pontos na classificação geral, a fixar entre o mínimo de cinco e o máximo de oito pontos e acessoriamente com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 100 UC e o máximo de 500 UC.

3. se a prova em que os factos forem praticados for disputada por eliminatórias, o clube, para além das sanções previstas nos números anteriores, será punido:
a) no caso do nr. 1, com a sanção de desclassificação da prova em curso e a sanção de exclusão da prova por um período a fixar entre o mínimo de uma e o máximo de três épocas desportivas;
b) no caso do nr. 2, com a sanção de desclassificação da prova em curso.

4. os clubes são considerados responsáveis, nos termos dos números anteriores, pelos factos cometidos directa ou indirectamente por qualquer dos seus dirigentes ou representantes (ainda que de facto) e funcionários, e bem assim pelos demais agentes desportivos a si vinculados.
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in Regulamento Disciplinar da LPFP, a páginas 26.
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artigo 61º
exercício e abuso de influência

1. o clube que, de forma directa ou indirecta, exerça ou abuse, da sua influência, real ou suposta, junto de qualquer agente desportivo, funcionário ou representante da FPF, ou de qualquer sócio ordinário desta [LPFP], com o propósito ou o intuito de obter comportamento ou decisão, destinados a modificar ou a falsear a veracidade e a autenticidade de documentos, procedimentos ou deliberações, ou ainda o regular desenvolvimento dos jogos, é sancionado com multa a fixar entre 50 a 250 UC, e ainda com exclusão da competição a fixar entre 1 e 3 épocas desportivas.

2. quando cometida na forma de tentativa, a infracção é sancionada com multa 25 a 125 UC e ainda:
a) nas provas por pontos, com a sanção de derrota e subtracção entre 3 e 5 pontos na classificação geral, por cada jogo tentado viciar;
b) nas provas por eliminatórias, com a exclusão da competição por período a determinar entre 1 e 3 épocas desportivas.

3. o clube é responsável pela actuação dos seus dirigentes, representantes e colaboradores, bem como por qualquer funcionário a si vinculado.
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in Regulamento Disciplinar da FPF, a páginas .
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caríssim@,

transcrevo a legislação desportiva em vigor para que não subsistam quaisquer dúvidas relativamente ao que está em causa com o que foi bombasticamente divulgado, ontem, no programa “universo Porto – da bancada” (aqui).

não vou acrescentar muito mais ao que, neste entretanto, já tem vindo a ser amplamente comentado sobretudo na bluegosfera e nalguma comunidade calimera, e basto abafadinho naquelas afectas ao carnidense (e como não poderia deixar de o ser).
acima de tudo, destaco o que o Miguel Guedes escreveu aqui, para o JN e subscrevo, na íntegra, o que o nosso Silva defende aqui, na sua “tasca”, para este caso em que se demonstra à saciedade um claro, evidente e nada «irrelevante», abuso/tráfico de influência no mundo do nosso comezinho futebolzinho tuga – e com uma consequência séria para a Verdade Desportiva do campeonato de 2014/2015 (e seguintes).
também acrescento que, por muito menos, desceu o Boavista de divisão (em 2008), assim como a rubentus, Lazio e Fiorentina, em 2006. mas e apesar do que o ‘ex-special one’ afirmou em tempos, não se compara a “grandeza” dos respectivos em se fazer Justiça, quando estão em causa os sistemas judiciários Português e Italiano.
assim sendo, haja coragem em, pelo menos, investigar-se a fundo o que se denunciou e com um mínimo de Rigor, Isenção e Profissionalismo. e, se não for pedir muito, preferencialmente sem quaisquer evidências de gloriosas clubites – sabendo-se dos quadros da PJ que fazem (ou fizeram) parte da Comissão de Honra das várias candidaturas do Orelhas, o «Primeiro-ministro», à presidência do carnidense. é que parece que há mesmo alguma veracidade na existência dos e-mails...
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por último, repito o que afirmei ontem:

« entrementes e com muitos mentirosos a (in)tentarem abafar tudo o que conseguirem, o pravda da Travessa da Queimada vai trilhando um caminho editorial que desfaz todas as suspeitas que poderiam existir sobre a cor mais do que o que oficiosa que por lá se defende, e cuja compilação das capas desde a passada Quarta-feira é só (mais) uma prova do que afirmo. »

faço votos sinceros para que (i) nunca mais se convidem direcções de pasquins para as galas “Dragões de Ouro” e para que (ii) já esta época, as conferências de Imprensa não sejam tão “mansas” para com os sabujos e/ou pés-de-microfone afectos ao jornalixo tuga – uma vez que, por Lei, não se pode vedar o acesso destes àquelas.
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* sobre a revista ‘Dragões’:

talvez ainda não seja do conhecimento geral, mas o FC Porto disponibiliza gratuitamente e de forma digital, as edições da revista do Clube.
para tal, basta aceder aqui e preencher um formulário muito simples, com dados que não lesam a identidade de ninguém – como sejam o nome e um email válidos. depois de feito esse passo fundamental, temos acesso a todas as edições da revista (repito), em formato digital, e com o ‘plus‘ de que se pode fazer o ‘download’ das mesmas.
quem tiver esse interesse, pode ler aqui a última edição da revista (#367).

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agora apague tudo!
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#abafatudo

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caríssim@,

não gostei. nada. mesmo n-a-d-a. aliás, dei por muito mal empregue o meu precioso tempo. explico.
anteontem, o precário guerra teve direito a um programa só para si, depois de estalada a polémica (da) troca de-mails entre “sacristãos” a soldo do «Primeiro-ministro» – uma situação ímpar na televisão portuguesa (pelo menos, desde que me lembre). nesse programa teve o direito ao contraditório e uma oportunidade singular (por que única) de expor o seu ponto de vista, numa altura em que começa(va) a ser basto contestado entre as “ovelhas” de tão glorioso “rebanho” (algo a que já deverá estar habituado).
para memória futura fica devidamente registado aqui,
aqui e principalmente aqui o que a avestesma proferiu – e não vá o Acaso dar um ar da sua graça e o original de tais declarações perder-se numa qualquer cripta escura, de uma obscura catedral… sobretudo registei o facto de ter uma memória selectiva assaz interessante, capaz de se recordar de lances polémicos de um jogo à época de 2007/2008 e de “ter uma branca” por causa de uma troca de e-mails em Dezembro de 2013… ele há coisas que nem o memofante® explica…
mas, a parte que “gostei” mais foi aquela em que interveio o ex-apitador tuga, madeirense convicto, e cujo áudio pode ser escutado aqui, e que assumiu, com a humildade de alguém que se sente injustiçado, acossado e muito incomodado com um processo “inquinado”, que, aquando da sua «despromoção», chegou inclusive a marcar uma “audiência” com o «Primeiro-ministro» para esclarecer a sua situação. note-se que não foi confrontar vítor pereiral, o então supremo presidente do Conselho de Arbitragem da Liga, ou o figurinha menor desse sector, o salmonelas (do) gomes; não senhor!, foi directamente à fonte de quem poderia intervir por ele – aquele que, «pelo outro lado», tudo fez para que «este espaço fosse conquistado com muito trabalho» porque «quem os prejudicar sabe que é punido», qual “dono disto tudo”… de facto, se dúvidas houver (que não há!) onde actualmente reside o “tal” Sistema, Marco Ferreira não as teve; certamente que terá sido só uma coincidência (e como eu não acredito em coincidências)…

daquele programa também ressaltou uma evidência: “compreende-se” que, com um guerra tão melindrado e tão vulnerável na crítica, não tão pronto para uma batalha cujas probabilidades pendiam para uma derrota copiosa (e como viria a acontecer), e tendo em linha de conta a indisponibilidade de Manuel Serrão, a Direcção de Programas da estação de Queluz optasse por convidar uma espécie de comentador (qual “boneco insuflável”) para estas andanças, o actor António Pedro Cerqueira, ao invés de alguém com alguma tarimba para estas andanças (como Bernardino Barros, Diogo Feyo, Pedro Marques Lopes ou até Pedro Baptista). mas, convenhamos que fica um pouco difícil de aceitar essa opção, porque, no inverso e se houvesse a remota possibilidade de haver um programa dedicado a um contraditório azul-e-branco, aquela mesma Direcção seria tudo menos benevolente para connosco…
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© google | 92º minuto
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neste entretanto, o apitador hugo miguel – tristemente célebre (também) por este momento aqui e que lhe valeu o sexto lugar na classificação final dos apitadores tugas (aqui) – na sua página no faceboKas, durante a emissão daquele programa onde se debatia a alegada rede de corrupção montada pelo 5lb na arbitragem e no exacto momento em que o actor afecto à cor do FC do Porto se queixava desse mesmo esquema de corrupção, escreveu o que a imagem acima perpetua e que foi posteriormente apagado. aliás, a própria conta foi encerrada e posteriormente reaberta com esta mensagem:
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© google | 92º minuto
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quem quiser que tire as suas próprias conclusões; eu estou à espera de um cabal “murro na mesa”, da nossa parte, contra toda esta estrumeira, contra todo este “regabofe”, contra todo este glorioso despudor, de uma classe que efectiva e comprovadamente não a possui e que, por se considerar impune, julga que pode “fazer farinha” connosco, com a nossa cor, com o Brasão Abençoado, com os pergaminhos de uma instituição igualmente centenária e que merece o mesmo respeito que os demais.
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entrementes e com muitos mentirosos a (in)tentarem abafar tudo o que conseguirem, o pravda da Travessa da Queimada vai trilhando um caminho editorial que desfaz todas as suspeitas que poderiam existir sobre a cor mais do que o que oficiosa que por lá se defende, e cuja compilação das capas desde a passada Quarta-feira é só (mais) uma prova do que afirmo.
para lá do que a imagem acima retrata, do c-o-b-a-r-d-e e ardiloso revisitar do caso calheiros (entrevista a Carlos Calheiros aqui), é evidente que reitero o teor do pertinente artigo do (muito calimero) “mister do café” (aqui), sobre a temática em apreço. e é (mais do que) óbvio que discordo frontalmente do artigo de opinião que se segue, da autoria de um hipócrita vítor serpa que, enquanto Director do pravda, permite que tudo se faça em prol do clube do regime e nada contra os interesses do carnidense:

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disse!
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do sacudir a água do capote.

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« havia dois caminhos:
era fácil apresentar resultados positivos: no último dia de mercado, por exemplo, ofereceram-nos 30 milhões de euros [M€] por Herrera, 40M€ por Danilo e quiseram pagar a cláusula de rescisão do André Silva que, na altura, era de 25M€. aí teríamos feito 95M€ e, em vez de apresentarmos um resultado negativo, íamos apresentar um resultado positivo de 40 e tal M€.
mas, a nossa opção foi aguentar os jogadores. tivemos prejuízo, mas os “activos” continuaram cá; o André Silva até renovou contrato…. não é só pelo dinheiro: é também pelo prestígio, porque o FC Porto, a par do Manchester United, é quem tem mais presenças na ‘Champions’. e, depois, porque tínhamos a AS Roma para tentar eliminar, logo a seguir. se perdêssemos esses três jogadores e em cima da pré-eliminatória, as nossas possibilidades de eliminar o adversário iam diminuir muito.
foi uma opção e conseguimos o objectivo de ir para a ‘Champions’ e esse prejuízo já está menor.
»

Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa | Novembro de 2016.
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« se o FC Porto vai ter de vender jogadores? é evidente que sim! qualquer um dos [clubes ditos] grandes tem de fazer mais-valias em transacções de jogadores. nenhum dos orçamentos dos grandes será equilibrado sem mais-valias.
as finanças não são preocupantes, mas obrigam a ter bom senso e a não repetir algumas operações. basta ver as contas: houve um prejuízo considerável. o treinador [Nuno Espírito Santo] não quis vender os que podiam ser vendidos, como Danilo, Herrera e André Silva, o que conduziu a problemas financeiros. 
»

Fernando Manuel dos Santos Gomes | Junho de 2017.
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caríssim@,

meio ano separam estas declarações. em seis “singelos” meses, o que antes tinha sido uma clara aposta no Futuro passou a um clamoroso erro de um Passado recente, cujo atestado de incompetência foi lavrado para o elo mais fraco e que já não faz parte (sequer) do nosso Presente.
confesso que, tal como o Paulo Teixeira aqui, também eu não gostei deste “sacudir de água do capote”, deste passar a responsabilidade de um projecto financeiro cujo fito se desconhece – a não ser que se alicerça no risco (como sempre foi, desde o início, em 1982) e cujo endividamento crescente preocupa (de sobremaneira) o sócio e/ou accionista e/ou adepto portista. mas não gostei mesmo n-a-d-a de se fazerem dos sócios e/ou accionistas uma cambada de burros, que “enfarda palha” com gosto e que se encontram sempre disponíveis para tal.
como afirmou aqui o caríssimo Rui Valente, «a gratidão não é um cheque em branco». e temo que, com atitudes como esta, aquela se esgote mais rapidamente do que o Espírito Santo do Nuno a afirmar «somos Porto». a minha pelo menos está a esvair-se como areia de uma ampulheta, e não é pela (recente) falta de títulos..
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» aqui há a confirmação de uma «denúncia anónima» na plataforma do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), para além daquela no Porto Canal.

» aqui confirma-se que um pasquim será sempre um pasquim, independentemente de quem nele labute, com mais (ou menos. bem menos, até) responsabilidade editorial. no fundo e como canta o livre pensador Gabriel, se ajoelhou vai ter que rezar; e como os pasquins afectos ao clube do regime adoram “rezar” em prol de causa gloriosas!…
pelo segundo dia consecutivo, o pravda da Travessa da Queimada não faz qualquer chamada de capa a este sério caso de corrupção e como se pode comprovar aqui, numa edição impressa de quarenta páginas, só em duas delas (e, mesmo assim, ao de leve) é que faz referência a este escândalo; pelo segundo dia consecutivo, o lixo tóxico do grupo cofina [escarro] remete aqueles factos para um local “menos visível” na capa…
ai se tudo “isto” fosse pintado a tons mais azuis… ui! já não haveria stock de túnicas para os cartilhados puristas do Estado Lampiânico…

» aqui está uma súmula de todo este processo, que fede pior do que o precário guerra quando acaba de jogar futebol (pelo Damaiense ou outro clube qualquer), e somente através do que vem sendo publicado pelo pasquim editado pelo quim oliveirinha – apesar de tudo, o “menos mal” de «ambos os três» pasquins diários desportivos da tugalândia.

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disse!
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#euponhoemcausaomeritodo5lb

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caríssim@,

pois então que, ontem, no “universo Porto – da bancada“, num programa que entretanto se estava a tornar sensaborão e um pouco sem a graça (e sobretudo a irreverência) de Bernardino Barros, foi lançada uma “bomba informativa” (aqui e aqui): nela é revelada uma troca de e-mails, à época de 2013-2014 – a primeira do «basco» Julen Lopetegui, a famigerada do #colinho – entre o ex-apitador adão mendes (conhecido por «o árbitro vermelho») e o precário guerra, onde efectivamente se (com)prova que o carnidense está «dez anos à frente da demais concorrência», mas pelos piores motivos.
nessa troca de e-mails afirma-se despudoradamente que «hoje, quem nos prejudicar sabe que é punido», num reporte à força do 5lb nos bastidores do comezinho futebolzinho da tugalândia. mais adiante e numa linguagem codificada, a fazer recordar os batidos (por que estafados) “argumentos” lampiânicos da «fruta» e das «meias-de-leite», sustenta-se que (e cito para memória futura):
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« […] temos que “rezar e cantar bem”. quanto às “missas”, temos “bons padres” para todas elas. […] temos, hoje, árbitros que, não sendo internacionais, têm demonstrado excelentes prestações: bruno esteves, manuel mota, jorge ferreira, nuno almeida, vasco santos, hugo pacheco, rui silva e paulo baptista, que está a fazer uma excelente época.
o “primeiro-ministro” é um grande homem e um grande líder, conheço as suas capacidades. 5lb manda mesmo e os outros já não mexem nada
. »
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e, como tão bem se desmonta toda esta trama aqui, não há mesmo como o negar: o «primeiro-ministro» do Estado Lampiânico realmente soube como «fazer isto por outro lado».
agora, não posso deixar de manifestar o meu profundo desagrado com tudo o que o meu clube do coração (ainda) não conseguiu fazer com este manancial de informação:

» não soube promover condignamente o programa (pelo menos) nas 24h que o antecederam, sequer nos canais de informação oficiais do Clube – entenda-se: Porto Canal e redes sociais;

» revelou um amadorismo atroz na hora da apresentação da “bomba”, recorrendo, mais uma vez, à inócua leitura de um documento sem sequer o divulgar também em imagem, para todo um vasto auditório surpreso com o teor daquele;

» não houve uma alma caridosa, de um painel de três elementos mais um ‘rookie blue’, que tivesse sido capaz de correlacionar aquela denúncia com os «árbitros protegidos», os ‘made in’ inatel by antónio rola.
foda-se! a sério que não ocorreu a ninguém que “isto” é só uma ponta de um imenso tentáculo de um monstruoso polvo?! não me lixem com um F bem maiúsculo!….
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mas, o pior de tudo “isto“, foi o Director de Comunicação do Clube, Francisco J. Marques, como que ter depositado em outrém a responsabilidade de denunciar este esquema de corrupção, quando o que se exigia, no momento, era o anúncio de que o Futebol Clube do Porto já o tinha feito, de forma oficial, junto das entidades competentes para o analisar – as mesmas entidades que foram muito céleres a elaborar todo um processo forjado e que culminou no pito dourado. debalde.
assim sendo, foi sem surpresa que hoje, Quarta-feira, aquelas foram as chamadas de capa na tugalândia… e só alguém muito inocente (crente?) é que poderia considerar que o jornalixo tuga iria corroborar uma posição contra o clube do regime.
no final de contas, tudo se resumiu ao destaque no pasquim do ‘quim oliveirinha ( o “tal” que inevitavelmente nos é erroneamente associado…) e a singelas notas de rodapé nos principais telejornais dos me(r)dia tugas; nem o próprio Porto Canal fez destaque principal a tal notícia nos seus telejornais (!!!)…
a sério que não consigo compreender “isto“, por mais boa-vontade que tenha…
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[acho que se dispensam comentários para o que a imagem acima demonstra, a não ser referir que o Estado Português somos tod@s nós e não só alguns dos cidadãos que cá habitam (gravitam?).]
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por último e para desanuviar, aqui poderás ler a entrevista de Joana Marques à revista “viva Porto!” do corrente mês de Junho.

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adenda a 08-06-2017:

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(clicar na imagem para ampliar)

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» aqui há a confirmação de uma «denúncia anónima» na plataforma do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), para além daquela no Porto Canal

» aqui confirma-se que um pasquim será sempre um pasquim, independentemente de quem nele labute, com mais (ou menos. bem menos, até) responsabilidade editorial: pelo segundo dia consecutivo, o pravda da Travessa da Queimada não faz qualquer chamada de capa a este sério caso de corrupção; pelo segundo dia consecutivo, o lixo tóxico do grupo cofina [escarro] remete aqueles factos para um local “menos visível” na capa…
ai se tudo “isto” fosse pintado a tons mais azuis… ui!

» aqui está uma súmula de todo este processo, através do que vem sendo publicado pelo pasquim editado pelo ‘quim oliveirinha – apesar de tudo, o “menos mal” de «ambos os três» pasquins diários desportivos da tugalândia.

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disse!
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tão amigos que nós fôramos. ‘sêramos’. coiso…

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caríssim@,

ontem à noite, os lixos tóxicos do grupo cofina [vários vómitos sucessivos] foram lestos a ”””noticiar””” (sim!, múltiplas aspas. explicações são desnecessárias, certo? certo!) uma «cimeira anti-5lb», da qual resultou um vídeo caseirinho e muito exclusivo, aqui.
no entendimento das aventesmas e/ou sabujos e/ou pés-de-microfone e/ou laranjos que por lá labutam – sendo que aquele parte exclusivamente de suposições (com recursos linguísticos múltiplos, mormente a forma condicional com que se conjugam os verbos) – «o encontro, com carácter ultra-secreto e que durou pouco mais de duas horas (entre as 16h e as 18h), terá servido para estreitar as relações entre os rivais e reforçar as estratégias de comunicação para a próxima época com um alvo em comum: o 5lb».

a manhã cinzenta e muito chuvosa de hoje acordou com a replicação daquela ”””notícia””” bombástica, da «ultra-secreta» «cimeira anti-5lb» pelos restantes pasquins afectos às agremiações da Segunda Circular e tal como a imagem acima o refere.
do que pude ler sobre o sucedido, aquela que, para mim, é a versão mais credível daquele encontro, foi plasmada (plantada?) na edição impressa do pasquim do ‘quim oliveirinha (aqui). essa não nega o encontro, e mais do que referir o alinhamento de uma qualquer estratégia «anti-[qualquer coisa]», afere de uma reunião «para discussão de assuntos, com carácter prático, relacionados com a partida de andebol» – a qual é decisiva, por poder consagrar o FC Porto como o próximo campeão nacional daquela modalidade. posteriormente «a conversa incluiu outros temas da actualidade desportiva, nomeadamente do Futebol».

já o início da solarenga, mas muito ventosa tarde, anunciou um comunicado conjunto entre os dois Directores de Comunicação dos clubes visados na suposta «cimeira anti-[whatever]» (aqui e aqui).
naquela reunião foram abordados alguns temas do nosso comezinho futebolzinho onde há efectiva «convergência de posições», sendo que o que há a ressalvar é o seu ponto 5.), que se transcreve:
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«
em face do que consideramos ser a urgência e necessidade de pacificação do Futebol Português; da obrigatoriedade de nele se introduzir uma maior transparência e mais verdade desportiva, e de defender aqueles que são os valores por que devem nortear o Desporto Nacional, entendem os dois clubes estarem reunidas as condições para que seja desencadeado, de imediato, o processo de reatamento das relações institucionais entre o FC Porto e o spórtém.
»
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aqueles são os factos do que eventualmente se passou – porquanto que se depreende a existência de muita contra-informação, e porque só sabemos o que efectiva e concretamente as partes envolvidas querem que se saiba.

aqui chegados, importa referir que não possuo memória curta, pelo que recuo ao que sucedeu em Junho de 2013 (aqui) e desencadeou o corte de relações institucionais – sobretudo algumas alarves declarações do actual presidente do spórtém para com o nosso Clube, a envolver «fruta» e «bananas». depois daquelas, muitas outras se sucederam, com uma pausa recente porque a mira voltou-se para um alvo mais apetecível (por que mais próximo)…
se, por um lado, apraz-me saber de uma tentativa dessa tão necessária «pacificação do Futebol Português», pelo outro confesso que, tendo em conta o histórico de provocações (abjectas) do burro do Carvalho para connosco, duvido muito que o clima de guerrilha amenize, sobretudo entre os dois Presidentes.

também não posso deixar de afirmar que a forma como tudo “isto” se processou é de amador. repito: de. a-m-a-d-o-r.
depois de exposta a cartilha e de todo o «glorioso» desespero que se seguiu, em (in)tentar encontrar compêndios doutrinais no nosso Clube e no spórtém, e também do Estado Lampiânico vislumbrar uma aproximação entre os dois clubes, a mostra pública da reunião, na forma como aconteceu, mais não é do que um “brincar ao Futebol”. tratou-se, isso sim!, de um valente tiro no pé, e por mais comunicados conjuntos que se emitam.
no meu entendimento não havia necessidade deste tipo de exposição – sobretudo numa altura em que há um desânimo generalizado nas nossas hostes e alguma inquietação (eu, pelo menos, não ando sossegado…). já temos muito com que nos preocupar intra-muros e, se é indesmentível que o «polvo» é quem mais ordena – e esta notícia aqui confirma que ainda há muito para “lagareirar” – não precisávamos de estar, agora, nesta altura, a gramar com as bocas dos lampi… dos candeeiros de serviço a demonstrar à saciedade “aquilo” que, há menos de 24 horas, era negado. é que não precisávamos mesmo nada! f
od@-se, pá!..

mas, pior!, vai ser o pós-final-de-semana, sobretudo na próxima Segunda-feira, tal e qual como a imagem ali em cima o demonstra… nem vai ser bom…

fod@-se!

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disse!
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o Futuro é agora, porra!

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«
como adepto também cheguei ao final da paciência.
a mim não me interessa o que já ganhei. o que o FC Porto ganhou é Passado, e está no Museu. é a história que ninguém pode mudar.
candidato-me porque as coisas estão mal e é preciso voltar colocá-las como eram. e como me sinto com capacidade para isso, tenho a certeza de que eu e a Equipa que me acompanha, iremos dar a volta ao que não está bem.
não me candidato, nem quero que defendam, ou que votem na minha candidatura, por aquilo que eu ganhei; candidato-me para que o FC Porto volte a ser o que foi, durante décadas, durante a minha presidência
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»

Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa | Abril de 2016.
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caríssim@,

aquelas palavras, proferidas pelo nosso querido líder aquando da sua campanha para nova reeleição presidencial e que viria a vencer (porquanto que foi candidato único nas últimas eleições para Presidente do Clube…), um ano e um mês depois permanecem extremamente actuais. demasiado actuais, até.
acontece que, neste entretanto e pese embora ainda ser matematicamente possível o título nacional, esta será mais uma época “a seco”. a quarta consecutiva*, num inédito (inusitado?) recorde negativo em 35 primaveras de sucessos retumbantes.
* bem sei que, a 10 de Agosto de 2013, conquistámos a vigésima Supertaça Cândido de Oliveira do Clube, com o “palminhas” fonseca ao comando dos destinos da equipa azul-e-branca. mesmo assim, há quatro épocas que deixamos fugir o troféu maior a nível nacional. e esse, para mim, é o que conta.

não há como escamoteá-lo: no que ao futebol sénior diz respeito, este foi novamente um ano desportivo ‘muit’amau’. e não há por que escondê-lo, antes encarar esse facto insofismável de frente, por forma a nos precavermos no Futuro – o qual (espero) já deverá ter começado a ser definido e delineado no regresso ao continente, depois do descalabro na “pérola do Atlântico”.

sem pretender ser exaustivo, de positivo (sim!, porque, nesta época prestes a findar, também houve situações que nos fizeram sorrir), retenho o “milagre” da eliminatória de acesso à fase de grupos da Champions, ante a toda-poderosa AS Roma e numa altura de basta descrença, entre a turpe azul-e-branca, nas efectivas capacidades da Equipa; as nove vitórias consecutivas para o nosso comezinho campeonato (entre meados de Janeiro e a primeira quinzena de Março), com exibições que chegaram a ser categóricas (Estoril, Guimarães, Tondela, Nacional…); o reforço de um espírito de grupo como há muito não se via num plantel azul-e-branco, a indiciar que todos “remam”  efectivamente para o mesmo lado, em prol de objectivos comuns e de grupo, e não individuais.
foram tempos que nos permitiram sonhar e considerar que seria possível ir festejar um tão ambicionado título para os Aliados. e eu – tal como tu e tod@s no Clube (dos dirigentes, passando pelos treinadores e jogadores) – senti-me acreditar nessa forte probabilidade. curiosamente (ou talvez não…), foi o período em que o Dragão finalmente acordou de uma inerte e indolente letargia, resolvendo apostar forte no combate ao «polvo», com o aparecimento do programa “Universo Porto – da bancada“. e, sim!, é impossível fugir a este (mais do que previsível) tetra da treta sem referir o basto #colinho, com imenso #mantoprotector e fartas #cartilhas; mas também houve (ainda há!) erros próprios, os quais são da nossa exclusiva responsabilidade, e é sobre esses que importa reflectir – porque são aqueles que conseguimos controlar.

de (muito) negativo, refiro os cinco empates obtidos nos últimos sete jogos e que nos custaram a efectiva aproximação a esse líder com pés de barro e futebol muit’a pobrezinho; uma errática política de “rotação” de jogadores, com alguns #lesadosdoNES (João Carlos Teixeira e Depoitre à cabeça); um imperceptível modelo de jogo (ou algo parecido com tal), mormente depois daquele empate com sabor a derrota ante o Setúbal “de” couceiro, e em nada condizente com os pergaminhos do Clube e que indicia sobretudo que se prefere não sofrer golos ao invés de os procurarmos desde o primeiro segundo das partidas.
são os tempos presentes, que levam a que se duvide de tudo e de tod@s, e se dispare indiscriminadamente, com tudo o que de injusto tal acarreta.

ou seja: é impossível não dissociar aquelas afirmações do Presidente com estes factos desportivos. portanto, sim!, não estamos na mesma: estamos pior. e, como tal, há responsáveis por este mau ano desportivo. e há nomes que têm (devem!) que ser mencionados, porque no FC Porto “a culpa não morre solteira”. à cabeça, Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa – porque tudo no Clube principia e acaba na sua figura – e os seus ‘compagnons de route‘ de sempre e para Sempre, actuais membros directivos da $AD azul-e-branca. depois destes, o do actual Director-geral, eng. Luís Gonçalves – e apesar de ter recebido “a criança em braços” já com a época em curso. depois, a equipa técnica escolhida pelo Presidente. e então, só depois, tod@s nós, adept@s indefectíveis do FC Porto. em suma: tod@s temos culpas no cartório, com maior ou menor responsabilidade. o meu enfoque centra-se nas primeiras.

acho que estamos de acordo que se avizinham tempos difíceis para os lados do Dragão. e não adianta tapar o Sol com uma peneira: tod@s iremos sofrer, de uma maneira ou de outra, apesar daquela mesma responsabilidade. e não!, não estou a ser catastrofista e/ou pessimista, antes realista.
aliás, arrisco-me a tecer o seguinte cenário: a $AD, na figura do seu responsável máximo, mais uma vez tudo fará para inverter este rumo em direcção a um Abismo que parece não ter um fim e que se iniciou com a debandada do £ibras-Boas, a duas semanas de se iniciar a época 2011/2012 – e é bom recordá-lo. e, sim!, ainda não esqueci, sequer perdoei!
para que se inverta esta (espécie precoce de) hegemonia pintada em tons mais rubros, espero bem que não se hipotequem os desígnios financeiros a que estamos obrigados pelas normas da UEFA – muito rígidas, inflexíveis e nada meigas para com clubes da nossa dimensão e periféricos ao centro do P(h)oder futebolístico europeu.
ao contrário da recente e muito bem-vinda “onda azul”, temo que o próximo treinador da equipa sénior de futebol profissional não terá umas condescendência e indulgência tão benévolas por parte daquela – seja ele o Nuno ou qualquer outro Espírito Santo, com agravo para o primeiro caso permaneça para a próxima época (o que desconfio que não venha a acontecer).
assim, aos primeiros desaires que surgirem (que inevitavelmente irão surgir, não haja dúvidas. espera-se e deseja-se é que sejam em menor número do que a época em curso – 01 derrota e 10 comprometedores empates…), prevejo que regressará (em número e em peso) a “homérica” massa assoBiativa, com tudo o que de pernicioso tal poderá acarretar para uma equipa em construção – e sim!, iremos assistir a um novo defeso movimentado para os nossos lados, quanto mais não seja porque está orçamentada a necessidade de «proveitos com transações de passes de jogadores no valor de 115,781M€» (aqui, a páginas 05).

concluindo: este é um cenário plausível e que não se deseja, sequer que se repita, de todo! para tal, já bastam os últimos quatro anos. mas, se vier a acontecer, que se tenha a plena consciência de que há a forte probabilidade de que aqueles quatro anos perdurarão (pelo menos) por mais um. e, sim!, estou muito descrente na capacidade de inversão deste rumo, porque as promessas feitas há um ano não se concretizaram e retumbaram num fiasco. mais um…
é certo que houve melhorias no plano comunicacional do Clube, no qual estamos mais “agressivos” (por que basto incómodos) para com o “glorioso” ‘establishment‘ que (ainda) reina no nosso comezinho futebolzinho tuga;
sim!, a aquisição dos direitos desportivos e económicos de ‘tiKinho’ Soares indicia (mesmo que de forma precoce e/ou pírrica) uma inversão no modelo de contratação, porventura mais voltado para o que de bom existe em território nacional;
sim!, há potencial no actual plantel, apesar de todas as suas limitações, igualmente próprias de muita juventude;
sim!, poderemos, com ponderação, vender alguns dos nossos “anéis” (Danilo, Rúben, Brahimi, André Silva) que o Futuro permanece de certa forma risonho, pois que há muita “matéria prima” de Qualidade nos escalões da formação azul-e-branca,

mas “isto” só, não chega para satisfazer as altas expectativas de um adepto portista. para mim, não bastam. quero e desejo mais, nem que tenhamos que ficar “a seco” outros dezanove anos (e longe de nós vá tal agouro!).
quero é perceber que efectiva e comprovadamente está a haver uma inflexão neste rumo. e, Hoje, e como ali em cima o afirmei, ainda não consigo acreditar, porque os “sinais” dados por quem decide ainda não são satisfatórios e indiciam que as práticas serão as mesmas esperando-se por resultados diferentes – os mesmos que, nestes últimos quatro anos redundaram num enorme z-e-r-o títulos. e é bom que se perceba que são estes últimos quatro anos que estarão sempre presentes no cutelo, ao invés dos anteriores trinta e um de muito Sucesso (talvez porque a memória dos homens seja fraca, talvez porque a Gratidão também tem um fim)…
espero mesmo estar redondamente enganado nestes meus vaticínios e que, de hoje a um ano e se não for antes, possa estar a emendá-los e a pedir-te e a quem de direito, sinceras desculpas pelo sucedido.

finalizando:
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«
permanecendo (‘ad aeternum‘?) nos destinos do nosso Clube do coração, vai desgastando a sua imagem, bem como aquela aura de líder incontestado e incontestável, que tanto trabalho, esforço, dedicação e empenho lhe levou a construir – os últimos quatro anos são disso exemplo.
[…]
lastimo que, no nosso Clube, não haja quem, sendo frontalmente contra a actual Direcção, não elabore um projecto convincente e o submeta ao escrutínio dos sócios, e mesmo tendo sempre presente a verdadeira abada que poderá levar nas urnas. estou certo da minha mais forte convicção de que, mesmo assim, conquistaria o Respeito de muitos – inclusive dos que contra si teriam votado.
»
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a toda esta (extensa) prosa e àquelas minhas palavras datadas de Dezembro de 2016, em Março desse mesmo ano expressei publicamente o desejo íntimo de que «quero acreditar em querer acreditar!».
nunca pensei que, mais de um ano volvido, aquelas permanecessem tão actuais e que essas vontades estivessem tão vivas, infelizmente – porque tal significa que voltamos a claudicar e que o Fracasso persiste em se sobrepor ao Sucesso.
e, com todo este relambório, que não se infira que estou a afirmar que não se está a trabalhar, de todo! acho é que esse deve ser melhor direccionado e já no planeamento da próxima época – a começar pela assertividade na escolha do treinador, como sempre.

e, já agora…

… qual é o teu prognóstico, o teu grau de confiança?
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peço-te esse favor de despenderes (e no máximo!) mais um minuto, do teu precioso e valiosíssimo tempo, a responder àquele inquérito, cuja votação termina às 19h30m de amanhã, Quinta-feira, dia 11 de Maio de 2017.

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disse!
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