dos vendilhões do templo.

futuro© Bruno Sousa
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três breves notas introdutórias:

1)
infelizmente “não é quando se quer, é quando se pode…”, pelo que motivos de ordem diversa, sobretudo profissionais, impediram-me de comunicar contigo mais cedo.
assim sendo e porque há vários assuntos que pretendo abordar (apesar do meu “atraso”), e como já vem sendo hábito, e como não poderia deixar de o ser, esta prosa será uma espécie de novo testament… de um texto extensiva e sensivelmente looongo, com numerosas hiperligações e bastas imagens, que não só para memória futura mas também.
e, claro está!, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral.

2)
não irei aprofundar a partida do passado Sábado, onde fiz questão de marcar presença e tive esse grato privilégio e essa enorme honra, de o poder ter visto na companhia do Afonso (agora um jovem de 17 sólidos anos) e do ‘shôr’ Silva (esse mesmo!). foram bons momentos, que espero que se repitam em breve!
sobre aquela, partilho do que entretanto já foi (muito bem) analisado e comentado aqui, aqui, aquiaqui, aquiaqui e também aqui, mas sobretudo aqui (de uma forma hilariante!).
sobre as temáticas que se seguem, a minha visão particular também foi consubstanciada no que já se argumentou aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aquiaqui e aqui, cujas leituras recomendo vivamente, porque delas subscrevo. na íntegra – qual “cartilha da bluegosfera”.

3)
para quem visita este espaço apenas e só com esse intuito de “abafar” o que por aqui se divulga, seja em formato mp4, seja em gif e/ou jpeg, sobretudo se for o carnidense a agremiação visada:

coisinhos,
ide “abafar a palhinha” de quem vos fez as orelhas, sim?
podeis fazer todas as denúncias gloriosamente anónimas que vos der na real mona (na lisa, ou na outra, ‘i don’t care‘): par
a vossa azia, possuo os ficheiros originais do que denuncio neste espaço público de discussão, em vários suportes, em diversas contas e em múltiplos canais. os serviços da Google são só um deles e não são o principal.
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futuro© google | 92º minuto
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caríssim@,

obviamente que o tema da cartilha do estado lampiânico (aqui e aqui) foi o que dominou o quotidiano azul-e-branco desde a passada Quinta-feira, não tendo ficado espantado pela visibilidade da últimaposta” do mês de Março – a mais lida dos últimos dois meses, pelo que nela se difunde à saciedade.
já se sabia que havia uma espécie de concertação: era por demais evidente a “afinação” nos discursos dos interlocutores, e o reporte constante de almoçaradas e/ou jantaradas (aqui, aqui e aqui), ao mesmo tempo dos ridículos desmentidos por parte da “estrutura; agora que “a bomba” explodiu, é para mim um gozo assistir a autênticos números de «glorioso» contorcionismo, desdizendo-se o que anteriormente era tido como uma verdade indesmentível e se negava a pés juntos, tal e qual uma entrada do ilusão (já lá vamos).

e obviamente que estou muito curioso pelas cenas dos próximos capítulos, a divulgar no “Universo Porto – da bancada” desta noite – programa onde espero que se denuncie a «gloriosa» filha-da-putice que a imagem abaixo retrata:
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futuro© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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e que filha-da-putice é essa? tão-somente o facto de, nos pasquins manhosamente elaborados na Capital do Império, se (in)tentar conotar o incidente no último Fátima vs. Torreense com o FC Porto, colocando, em chamada de capa e de uma forma estratégica, tal notícia no parco espaço destinado ao quotidiano azul-e-branco.

também espero que se analise o que se pode ouver aqui, a propósito do Clássico no verdadeiro antro* do carnidense: uma cambada de energúmenos a perturbar o trabalho dos pés-de-microfone, com a complacência dos ‘stewards’ e sem que, à data destas linhas (#notmadeinporta18), o Sindicato daqueles se tivesse insurgido pelo facto e ao contrário de um Passado bem recente
curiosamente (ou talvez não) tratou-se de um facto lamentável que os me(r)dia e o jornalixo tugas não difundiram profusamente à saciedade, antes pelo contrário. ou seja: “aquilo” aconteceu; mas como é comprometedor para os visados, convém abafar porque, se não passou nas têbês e/ou nos pasquins, é porque nunca viu a luz do dia (salvo seja!).

* sim!, a-n-t-r-o. é que eu não tenho memória de passarinho e recordo-me muito bem do que um radialista afecto ao 5lb e por quem tinha em (muito) boa conta, até então, escreveu, em Maio de 2012, sobre este incidente aqui.
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futuro© FCPorto para sempre | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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por “falar” em «gloriosos» impedimentos de divulgação de factos susceptíveis de incomodar quem se encontra afecto ao 5lb – o verdadeiro clube do Regime (e seja ele qual for, porque é indistinto de qualquer conotação política, porquanto que é transversal a tudo quanto gravite nos corredores do P(h)oder centralista da tugalândia) – do passado final-de-semana ressaltam dois factos insofismáveis (por que indesmentíveis):
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(i) apesar da vitória, o FC Porto foi sonegado em mais duas grandes penalidades flagrantes, uma delas logo aos 20′ da partida e que, se viesse a ser assinalada e posteriormente concretizada, mudaria toda a estória do jogo em causa.
(já vamos em quantos penaltys por assinalar?… vinte? trinta? trinta e um?… e só numa época, certo?… estivesse “isto” a acontecer mais para os lados da Segunda Circular, e não haveria paciência para as costumeiras (por que «gloriosas» e/ou «calimeras») «queixinhas»…)

e para quem considere que não houve qualquer motivo para se assinalar grande penalidade e/ou ache que o pasquim do ‘quim oliveirinha é todo ele um mar azul (!!!), eis a análise do lance em causa pelo insuspeito do roubarte gomes, no pravda do último Domingo (aqui):
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futuro© pravda | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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(ii) o 5lb foi «gloriosamente» beneficiado em Moreira de Cónegos. mais uma vez. e só esta época. não está a jogar um carvalho da Silva, mas há sempre um “alguém” que lhe ampara a queda, num «glorioso» afã sem precedentes. e tudo porque convém impedi-la a todo o custo, não vá esse desígnio nacional – o do tetra da treta – ficar em águas de bacalhau.
e, ao contrário dos costumeiros papagaios que costumam debitar a cartilha, e da própria “opinião” de ribeiro cristóvão (aqui), eu acho que o ilusão deveria ter sido expulso aos 30′, assim como o grego do samurris (© bLuE bOy) no final da partida. é que as imagens, tal como os vídeos (aqui e aqui e aqui) não oferecem quaisquer dúvidas:
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futuro© google | 92º minuto
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futuro© google | 92º minuto
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ai se isto” tivesse ocorrido com um (ou mais do que um…) jogador afecto ao FC Porto!… ui! nem é bom considerar… certamente que não haveria prontas entrevistas a tentar ilibar tais acções – como esta aqui, ao abel silva, pelo lixo tóxico do grupo cofina, no dia imediatamente a seguir ao rebentamento do escândalo do processo “Jogo Duplo”

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disse!
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resquícios.

futuro© fotos da curva | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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nota introdutória:

só hoje, Quarta-feira, (quase) 84h depois, é que “a telha” (vulgo neura, e que, sim!, pode-se confundir com azia…) está a dar indícios de desaparecer. mas ainda não foi à sua vidinha, não!, que o mau humor rezingão e irascível, esse está para durar – pelo menos até ao início do próximo encontro, já este Sábado, frente ao Belém, onde se espera que sejam estes a comer “pastéis”, ouvistes ó Nuno? nem que tenha que ser por obra e graça do Espírito Santo, ouvistes ó Nuno? bem!… adiante.

assim sendo e porque já estou basto atrasado (© ‘shôr’ Silva), esta “posta de pescada”® vai ser um pouco para o compridota. é que há alguns aspectos, sobre o Clássico, que também quero esmiuçar e dar o meu lamiré.
ou seja e como não poderia deixar de o ser, esta prosa honrará com os pergaminhos e com aquela que é a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as numerosas hiperligações e as diversas imagens, que não só para memória futura mas também.
e, claro está!, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
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caríssim@,

sobre a partida em Carnide, subscrevo o que, neste entretanto, foi sendo trazido à colação (e muito bem aventado) aqui, aquiaqui, aqui, aquiaqui, aqui, e também aqui, na bluegosfera.
acima de tudo, recordo esse facto insofismável: depois do empate que se trouxe de Carnide, já não dependemos exclusivamente de nós para nos sagrarmos campeões. ou seja: teremos que esperar que sejam Outros a fazer o trabalho onde, mais uma vez, nos revelámos incompetentes, e que passava pelo assalto efectivo ao primeiro lugar do campeonato.
e entenda-se também que, para sermos muito felizes, em Maio, (i) teremos obrigatoriamente que vencer as sete finais que se avizinham (com deslocações complicadas a Braga, Chaves e Madeira) e que (ii) não poderemos “depositar as fichas todas” no ‘derby‘ da Segunda Circular (o qual, entrementes e por antecipação de duas semanas, já está a ser arduamente disputado, sobretudo fora das quatro linhas).

acima de tudo, o que resta do empate ante o carnidense é que este revelou-se uma espécie de “mal menor” – e daí o meu tremendo desconsolo no final da partida, pois que fiquei com a estranha sensação de que deveríamos e poderíamos, ter feito (bem) mais e (muito) melhor, mesmo com (e contra) o “xistrema” (já lá vamos). mais do que teorizações sobre qual o onze titular e/ou que substituições efectuar, considero que faltou um pouco mais à Equipa, mormente na segunda parte, para se dar a “estocada final” no rival; acho que faltou dar seguimento ao lance do Soares, que os colocou em sentido e que os fez abanar, só que momentaneamente – e quando o que se pedia e toda a massa adepta “exigia”, era que ocasiões de golo como aquela tivessem continuidade no Tempo e não se esvaíssem nos restantes 30 minutos do encontro, e mesmo com (e contra) o “xistrema” (já lá vamos).
mas, como tal não veio a acontecer, e por erros também próprios da Equipa, vamos ter que aguardar pelo que os outros farão nos seus «gloriosos» embates, rumo a esse desígnio já supra-nacional, e que é a treta de um tetra ardentemente desejado por tod@s os quadrantes, inclusive o Político (e já lá vamos, também).
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futuro© google | 92º minuto
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sincera e honestamente nem sei como abordar a próxima temática depois das declarações do espírito santinho do Nuno e do presidente Jorge Nuno… o primeiro disse peremptoriamente «é penalty!»; o segundo, à revelia do então Pinto da Costa, afirmou que «foi um grande jogo de futebol, entre duas grandes equipas, com um bom árbitro»… acontece que, na minha perspectiva, para sermos sérios, rigorosos e honestos quanto às incidências da partida, não há como fugir ao #xistrema. e este também esteve presente (e à solta) no antro onde os i-le-gais, mais uma vez, marcaram presença quando não o deveriam, porque… lá está!, não estão conformes à legislação vigente.
para lá do que se afirma aqui e, neste entretanto, também aqui, e do que ontem se denunciou aqui, no programa “Universo Porto – da bancada“, houve uma gritante dualidade de critérios de arbitragem, mormente na segunda parte, sobretudo depois de termos conseguido o empate na partida.
como se comprova aqui e aqui e também aqui, o 5lb foi (literalmente) empurrado, pelo apitador de serviço, na procura de um segundo golo que felizmente não veio a acontecer, fruto de mais uma enorme exibição da mesmíssima Equipa que, ali em cima, fui crítico, e da qual faz parte Iker Casillas. e não há aqui qualquer incoerência: é verdade que e como é apanágio do grupo de trabalho à disposição de Nuno Espírito Santo, ante o 5lb houve mais uma demonstração de Entrega e de Querer, assim como também é verdade que essa abnegação não foi suficiente para se vencer o jogo – uma partida onde, para mim, era fundamental conquistar os três pontos…
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futuro© google | 92º minuto
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a par da agressão a Alex Telles e do fora-de-jogo (escandaloso) que foi (muito mal) assinalado ao Jota, o lance que a imagem gif acima retrata é capital para o desenlace da partida, por que (muito) “bem cavado” – sendo que o mesmo é perpetuado em vídeo aqui e em imagens gif aqui e aqui, para quem quiser.
deixo-a para memória futura, sobretudo porque, tal como Bernardino Barros, também eu estou cansado de ouvir, há (pelo menos) três semanas ininterruptas, os avençados do clube do regime bramirem com a «gloriosa» costumeira cartilha, da autoria de carlos janela, de que o André Silva e o Soares e o Jota e o Brahimi e o Corona e o (nome de um atleta do FC Porto) e o (outro nome de um atleta do FC Porto), são “piscineiros”… essas torpes afirmações, vindas de quem vêm, principalmente de aventesmas afectas à agremiação onde este aqui deu muitas provas e até “fez escola” (de que o jon-ass é só mais um), só poderão ser encarados como elogios aos visados por aquelas. de facto, nunca faltaram, nem faltarão especialistas na arte do mergulho pelos lados de Carnide. ah!, e este lance aqui ficará, para Sempre, na memória do Ridículo em que aquelas “piscinas” se tornaram por aquelas bandas, sempre com as complacência, benevolência e cumplicidade, dos apitadores ao serviço do 5lb. sempre!
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futuro© ojogo | FCPorto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)
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um facto sobre a imagem acima, com a análise aos lances mais “problemáticos” da partida: curiosamente não vislumbro nenhuma referência em relação a um lance sobre o Corona (aqui), aos 58’…
certamente que o “argumento” para tal «glorioso» esquecimento seja o mesmo que a estação de televisão de Queluz (não!, obrigado. não fumo.) utilizou nos seus programas de Domingo e de Segunda-feira, à noite, para não abordarem o tal fora-de-jogo mal assinalado ao Jota: não se podem analisar todos os lances (principalmente e sobretudo aqueles em que o 5lb foi «gloriosamente» beneficiado pelos do costume)…
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futuro© google | 92º minuto
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da ‘porca vendetta‘ perpetrada pelo jon-ass, ficam o vídeo (aqui) e a imagem gif (aqui) para memória futura do seu «glorioso» Absurdo.
acima de tudo (principalmente do perpetrador em causa) e sobretudo, lamento muito que tenha sido o spórtém a tomar a iniciativa (mais uma vez…) por algo que, antes de tudo, competiria ao FC Porto e ao seu Departamento Jurídico exigir junto de quem de Direito. desconheço se este silêncio institucional terá algo de estratégico, mas não quero acreditar que se fechou a volta de 360º e que se regressou a um Passado de má memória no plano Comunicacional do Clube.
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futuro© google | 92º minuto
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esta é, para mim, A imagem do Clássico e que, num Todo, resume a resposta a toda uma época de anti-jogo, para quem nos acusa de #joguemmazeabola e junto dos que, na primeira volta, o fizeram logo desde o primeiro minuto – mas que emmentes já se esqueceram de tal.
fica a dita eternizada em vídeo (aqui) e em gif (aqui).
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futuro© fotosdacurva
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a propósito dos incidentes que aconteceram antes, durante e após o jogo, nada mais acrescento ao que já foi comentado (muito a propósito) pelo “lápis” aqui.
apenas refiro que, mesmo sendo um Agente da Autoridade e no cumprimento do Dever, o indivíduo que pontapeou, na cabeça, um cidadão que se encontrava deitado, na via pública, depois de ter sido vítima de um outro pontapé, mas este desferido nas suas costas, não passa de um c-o-b-a-r-d-e de merda. e de um autêntico filho da puta.
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futuro© google | 92º minuto
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por último, sim!, todos têm o direito a assistir a uma partida de futebol, mesmo que por convite, e mesmo sendo altas figuras do Estado. mas, não!, “isto” não acontece no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos com a mesma regularidade que se verifica por Carnide.
e duvido que aquelas mesmas individualidades, qual capital triunvirato, o fizessem sabendo, de antemão, que o dirigente máximo do Clube era um caloteiro de primeira – a não ser que fossem para penhorar uma nova retrete

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disse!
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jogo sujo.

futuro© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)
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duas declarações de interesse:

1)
independentemente de cores clubistas, o que a “operação jogo duplo” está a revelar é extremamente mau para o Futebol Português – o qual, já se sabe e é a minha opinião, é basto comezinho (por que muito pobrezinho, mal jogado pela esmagadora maioria das equipas (supostamente profissionais) que o compõem, sempre à espreita da “matemática do pontinho“).
e, ao contrário do que afirma Joaquim Evangelista, actual presidente do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol, acho que «aquilo que aí vem» (virá mais, por aí?!) não será «assustador», antes terrífico para o mesmíssimo comezinho futebolzinho da tugalândia – onde qualquer «apelo para que haja um dever de cidadania activo» será sempre remetido para o “arquivo geral” do mesmo, i.e., o balde do lixo…

2)
como não me canso de o repetir, considero bastante meritório o trabalho das claques. e independentemente de factores que envolvam a sua (i)legalidade, em todas elas, e para lá das cores que apoiem, há bons e maus elementos, em todos os níveis. tal não é um desígnio exclusivo das claques portistas, como se pretende passar a mensagem e adiante se desmascará
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caríssim@,

as linhas que se seguem – efectiva e comprovadamente, #notmadeinporta18 – vêm no seguimento do que entretanto o Jorge Vassalo já expôs aqui e muito bem.
acima de tudo, o que se constata é que o País, esta manhã, acordou com algumas das capas que se reproduzem na imagem acima. note-se que, para lá da habitual manha do lixo tóxico do grupo cofina [n-o-j-o], em «ambas as três» dos pasquins desportivos da tugalândia, foram feitas chamadas de capa ao «membro dos SuperDragões» que foi detido no âmbito da operação em causa. obviamente que não se nega que há uma tentativa dos me(r)dia e do jornalixo tugas, em “colar” o nome do Futebol Clube do Porto a (mais) este escândalo. sempre foi assim, é sempre assim e infelizmente sempre o será – pelo menos enquanto não houver uma entidade que puna esta gritante dualidade de critérios editoriais, já para não referir a absoluta ausência de Rigor e de Isenção jornalísticos…

mas e como muito bem se comprova aqui, pelos vistos não é só o FC Porto um dos clubes “implicados” – mesmo que, desta feita, por via muito indirecta (daí as pertinentes aspas na suposta implicação).
é que o tal «herói de Riade» mais não é do que o ex-defesa Abel Jorge Pereira da Silva, que fez toda a sua formação no 5lb, chegando a participar em dezoito jogos pelo carnide, na época 1994/1995, e que esteve dois anos no Alverca “do” Orelhas, entre 1998 e 2000…
curiosamente (ou talvez não…) e como refere o blogue leonino, em nenhuma daquelas capas e em nenhuma notícia nos me(r)dia tugas, há uma menção, por mais pequena que seja, ao passado rubro do jogador em causa; não!, o que convém salientar é mais uma detenção de um «membro dos SuperDragões», em mais um alvoroço tuga…
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futuro© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)
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tendo presente aquelas capas, depois de as ver, instintivamente recuei a Agosto de 2015. pelo final da manhã do dia 27 daquele mesmo mês, o JN noticiava “em primeira mão” «buscas da Polícia Judiciária» nas instalações do carnidense e a detenção de um seu «director», facto que levou, de pronto, o papagaio gabriel a proferir «gloriosamente» que aquela investigação «apenas que é um problema da Justiça com o cidadão José Carriço e que nada tem que ver com o 5lb» – declaração que foi replicada ‘ad nauseam‘ pelos mesmíssimos me(r)dia e pasquins do jornalixo tugas, ao contrário, por exemplo, do que aconteceu com as informações acerca da “operação fénix” (onde, mais uma vez, se tentou desprestigiar o bom-nome do Futebol Clube do Porto e dos seus dirigentes)…

já agora e sem querer maçar muito, peço a tua atenção para as duas imagens que se seguem:
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futuro© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)
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futuro© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)
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pois é…
ao contrário das capas de hoje, a 28 e a 29 de Agosto de 2015 – e nos dias que se seguiram àqueles -, em nenhum dos pasquins desportivos da tugalândia houve uma chamada de capa, por mais singela que fosse, à “operação porta18”. mais comentários são desnecessários, certo? certo…

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disse!
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#respeito

futuro© google
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#respect

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caríssim@,

a imagem acima refere-se a um clássico, no antigo Estádio de Alvalade, numa década que está gravada a ouro na minha memória, assim como na de muit@s portistas. nela (re)vêem-se algumas das lendas dessa altura, como o Vítor Baía, o Emerson ou o Drulović. também por lá aparece o Yordanov, ex-internacional búlgaro, confesso sportinguista e “cara lusitana” na luta contra a esclerose múltipla.
o motivo principal por que menciono o jogador búlgaro que, desde o início, me cativou e pelo qual nutro o maior respeito, foi a visualização desta reportagem aqui, da autoria da brasileira Rede Globo.
confesso que também eu me emocionei com aquela. afinal, que caramba!, o Futebol também é muito “isto”: o Respeito pelo Outro, quando este se sabe fazer respeitar e se dá ao devido Respeito. e o Yorda9 sempre foi assim.
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futuro© google
(clicar na imagem para ampliar)
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#σεβασμός

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ao contrário do Yorda9, já os membros que compõem Conselho de Disciplina não me merecem muito respeito. explico a seguir, principalmente e mesmo não sendo jurista, por me “ver grego” para perceber as disparidades e as incongruências, na esmagadora maioria das suas sentenças – basto discriminatórias, mormente em prejuízo de uns e benefício de outros, na minha óptica obviamente.
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sucintamente e a propósito da deliberação da esquerda:
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… e gastam-se dez-páginas-dez a fundamentar sanção para o «coro de teor racista dirigido especificamente ao jogador de raça negra» do
5lb, o (então ‘deus’) renato das sandes. muito bem…
pois então que ainda continuo à espera (sentado) da condenação, também de um (como é?… isso!) «coro de teor racista», mas desta feita dirigido especificamente ao Hulk, no antro do costume, pelos useiros e vezeiros energúmenos do costume, em Março de 2012*.
(* aaaaah! já prescreveu? aaah! pois é… mas, mesmo assim, houve de facto um «coro de teor racista». e ‘aquilo’ não deixa de ser um antro. e as bestas em causa não deixa(ra)m de ser uns energúmenos – «gloriosos» obviamente, mas mesmo assim uns energúmenos).
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sucintamente e a propósito da deliberação da direita:
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fica, para memória futura, a imagem do indeferimento, de qualquer «provimento ao recurso hierárquico impróprio», por «comportamento incorrecto do público», no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, ter entoado o (sempre presente) «e quem não salta é lampião»… [enfado].
é que, por mera coincidência, no próximo Sábado haverá nova invasão ao antro do carnidense, e não me esqueci do que, em tempos não muito idos, nos foi «gloriosamente» dedicado aqui – estávamos em Março de 2015, no antro em causa, com os i-le-gais do costume, num 5lb vs. gverreiros lampiões do Minho (!!!).
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futuro© google
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#尊重

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por último e para os senhores da VSports, que amiúde se manifestam, via email, em nome da Sportinveste – Multimédia, SA, (por serem os «detentores, em regime de exclusividade, dos direitos de comercialização, de exploração, de difusão e de distribuição, inclusive em “contexto digital”, das imagens e dos sons, relativos aos jogos da I Liga Portuguesa, da Taça de Portugal, da Taça da Liga e da Supertaça Cândido de Oliveira»); e que, por mais do que uma vez, já me censuraram vídeos e imagens gif, de jogos daquelas competições, sobretudo onde está presente o 5lb; e cujo lápis azul efectiva e comprovadamente não abrange blogues e/ou páginas das redes sociais afectas ao quotidiano do carnidense, porque as continuam a “disseminar”:
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é preciso terem uma put@ de uma latosa para me enviarem um email a solicitar que, no meu espaço, crie hiperligações para vídeos e/ou as imagens de jogos daquelas competições – o mesmíssimo espaço da bluegosfera que, em tempos, tentaram censurar por um todo!!!
é como refiro no início e já vos fiz saber, em respostas anteriores, às vossas missivas: se vocês não se dão ao Respeito, não esperem que seja eu a fazê-lo por vós. certamente que devo escrever e/ou expressar-me em Chinês, porque vocês definitivamente não entendem (ou não querem entender)…

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disse!
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mente, Pinóquio, mente!

futuro© google
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duas declarações de interesse:

1)
ao contrário de muit@s, confesso que ligo tanto às questões em torno da selecção como a marisco: a este último sou alérgico, desde nascença; àquela, sou completamente indiferente, sobretudo desde que um brasuca, armado ao cagalhão, aterrou na Capital do Império e resolveu entrar em confronto aberto com a Instituição e jogadores (sobretudo os mais emblemáticos!) do Futebol Clube do Porto.
e é principalmente esta a razão principal por que, desde essa altura, para mim, aquela é somente a #equipaquedecididamentenaoedetod@snos (sendo que actualmente é mais uma coutada do empresário jorge mendes…), porquanto que #aminhaseleccaovestedeazulebranco e só de azul-e-branco.
assim sendo, é-me completamente indistinto se Portugal vence, empata ou perde, e seja em que escalão e/ou modalidade for; não lhes desejo nenhum mal, mas também não fico sem horas de sono com os resultados negativos.

2)
como não me canso de o repetir, considero bastante meritório o trabalho das claques portistas. de facto, não fossem os cânticos dos SuperDragões e do Colectivo95, e certamente que 
já teríamos estado em funerais bem mais animados… mesmo assim, este meu reconhecimento público não invalida que seja crítico com algumas das suas actuações “e quando assim deve ser” – a última das quais, a propósito da nossa visita à Amoreira.
e sou ainda (bem) mais crítico com a dualidade de critérios reinante, não só na nossa Sociedade, como nas forças de (in)Seguraça Públicas e sobretudo nos me(r)dia e jornalixo tugas, a propósito da questão da ilegalidade dos “grupos organizados de ‘adeptos‘” afectos ao 5lb. efectiva e comprovadamente, os i-le-gais do Carnide encontram-se à margem da Lei, (sobre)vivem em torno da Lei, sentem-se acima da Lei e comportam-se como autênticos foras-da-Lei, sempre com a «gloriosa» complacência daquelas.
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caríssim@,

feitas as advertências e a propósito da polémica em torno da questão da partida da selecção de jorge mendes, ante a sua congénere húngara, convém salientar que:

» como se pode verificar neste vídeo aqui e ao contrário do que os lixos me(r)diáticos do grupo cofina afirmam, a claque “ultras Portugal” respondeu a provocações vindas do sítio habitual, pelos i-le-gais do costume.
sim!, a claque agiu mal e não se conteve, respondendo com os cânticos habituais, confirmando o adágio popular que reza que “quem não se sente não é filho de boa gente”. e como os i-le-gais não são, de facto, gente boa, nem foram para o viaduto saudar quem ia torcer pela selecção do jorge mendes…;

» é certo e sabido que o actual Presidente da Mesa da Assembleia-geral do spórtém, jaime marta soares, não pugna por uma postura cândida, antes pelo contrário. mesmo assim, não deixa de ser a primeira figura institucional da agremiação do Lumiar, acima da do ‘parsidente’ burro do Carvalho.
como se pode verificar nestoutro vídeo aqui, a recepção de que foi alvo, pelos useiros e vezeiros vândalos do costume, deveria ser motivo, mais do que suficiente, para que o 5lb já tivesse feito um pedido de desculpas públicas. debalde…
por muito menos, foi feito um «glorioso» alarido, do carvalho da Silva, quando o gosma da selva (vulgo, o ‘chouriço’) supostamente levou para contar, numa ida à Foz do Douro, e conforme capa ali em baixo (já lá vamos);
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futuro© ojogo | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)
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» em tempos, ficou tristemente célebre a inusitada (por que inaudita) afirmação de Mourinho comparando a ImBicta com Palermo, cidade da Região da Sicília. a mesma foi utilizada a rodos, mormente pelos lampiões, inclusive por alarves taxistas que tecem grosseiras comparações que vão muito para lá do sexista.
depois dos incidentes do passado Sábado, de todos os comunicados que se teceram, das pressões que se criaram, dos recortes de notícias que a imagem acima alude, e de um célebre Passado recente, não há mesmo dúvidas: o Carnide, como não sabe perder, também não sabe ganhar – com os seus adeptos a terem «gloriosas» condutas próprias de trogloditas. e, por inerência, como não sabe Vencer desportivamente, confirma-se que o 5lb, inclusive ao mais alto níBel, também não sabe receber condignamente os seus rivais – seja nas competições nacionais, seja em jogos da Selecção;
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futuro© ojogo | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)
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» não poderia estar mais de acordo com o editorial de Jorge Maia, hoje, no pasquim do ‘quim oliveirinha, sobretudo na questão dos «pretextos desta semana para que a habitual corja de incendiários profissionais possa começar já a regar o clássico de gasolina»: comprovadamente e depois de ter assistido ao “campeonato nacional” de ontem, na tvi24, e depois de ter ouvido a cassete debitada pelo domingos amaral [escarro], «às vezes, o futebol português é tão previsível que já enjoa por antecipação»… e hoje certamente que haverá novo alambique de alarvidades, pela aventesma costumeira, no “prolongamento”…
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futuro© google | 92º minuto
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por último e sobre enjoos »por antecipação» (matinais, vespertinos ou outros):

como afirmei ali em cima e acerca de tudo “isto“, de toda esta «gloriosa» fantochada, por muito menos foi feito um «glorioso» alarido quando o ‘chouriço’ supostamente levou no focinho, em 2011. e, tal como agora, o pravda da Travessa da Queimada prontificou-se a ser a caixa de ressonância primeira da “propaganda goëbbeliana” do 5lb…
mais do que o chinfrim do carnidense e a que o pravda faz alusão, da capa da esquerda “gosto” particularmente da referência (nada ingénua) a uns 6-0, em 1972, a contar para uma eliminatória da Taça de Portugal, em que o goleador-mor do 5lb, nessa altura, ficou em branco. vou ficar à espera (sentado…) que o pasquim também faça referência em capa àquele outro jogo, já em plena Democracia, a 18 de Setembro de 1992, desta feita para a Supertaça Cândido Oliveira. é que, nessa partida, o Jardel também não marcou…

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disse!
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medidas diferentes (para os ilegais de sempre).

futuro© fotosdacurva | rui oliveira | 92º minuto
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caríssim@,

ao contrário da prosa de ontem, esta será uma “posta de pescada”® um pouco mais leBezinha, e vem no seguimento do que entretanto foi (muito bem) denunciado no último “Universo Porto – da Bancada” – e que podes (deves!) (re)ver aqui.
a questão que me importa aflorar nas próximas linhas (que não #madeinporta18) é tão-somente o reforço do meu mais profundo desagrado por esse completo desrespeito pelas normas vigentes em relação aos i-le-gais do 5lb, do beneplácito de que estes usufruem perante os demais adeptos dos clubes rivais (e devidamente legalizados), e do perfeito (por que «glorioso») conluio que grassa entre eles e com quem deveria zelar pelo garante da Lei. vamos lá, então!

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do muito que se afirmou nos estúdios da Senhora da Hora, importa referir que também se comprovaram, com dados, factos, datas, nomes e até matrículas de viaturas (!!!), não só a ilegalidade mas igualmente e, por inerência, esse escabroso estado de «gloriosa» impunidade que reina sobre os grupos organizados de “adeptos” afectos ao 5lb.
também foi referido que esse clima contrário à Lei e que esse estado de consentida tolerância para com os efectivamente i-le-gais do 5lb, e como é (ou deveria ser…) do conhecimento geral, têm sobre si o “manto protector” dos me(r)dia e do jornalixo tugas – vulgo “o quarto p(h)oder” – para além das entidades que deveriam primar para que aqueles mesmos estados não acontecessem num (supostamente…) Estado de Direito – a começar na LPFP e FPF, e a terminar nas de Segurança Pública.
mais: provou-se, pela enésima vez, que o “quarto p(h)oder” tem duas formas diametralmente opostas de comunicar/informar factos idênticos quando estão em causa grupos de adeptos afectos a clubes distintos, com prejuízo para os que estão sediados mais a Norte do Mondego, porquanto que os deveres de Rigor e de Isenção se encontram (literalmente) ausentes.
pior: (com)provou-se que as forças de Autoridade e de Segurança públicas «gloriosamente» olvidam tudo o que envolva o 5lb e os seus grupos de “adeptos” i-le-gais, os quais usufruem de apoios e de regalias concedidas pela Direcção da agremiação em causa, e num espírito total e diametralmente contrário à legislação em vigor – a saber: Lei nr. 52/2013, de 30 de Julho, Secção III (“grupos organizados de adeptos”), art. 14º (“apoio a grupos organizados de adeptos”).
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futuro© google | 92º minuto
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posto (tudo) “isto“, a imagem ali em cima é só mais uma prova do que (re)afirmo e uma súmula “perfeita” do que se demonstra à saciedade, no programa em causa – sendo que teve por base os respectivos comunicados, emanados pelo Conselho de Disciplina [CD] da FPF, a reportar os castigos aplicados aos jogos em causa.
assim sendo, atente-se nestes factos, igualmente graves por quem os fez, mas cujos tratamentos disciplinares foram grosseiramente díspares:

» aquando da ida à Amoreira, os adeptos afectos ao FC Porto comportaram-se mal, com arremessos de tochas, rebentamento de petardos e interrupção da partida por uma vez.
o CD, para além da multa pecuniária (já lá vamos), abriu um procedimento disciplinar, com base no disposto no ponto 2.), do art. 181º, do Regulamento Disciplinar da LPFP (“agressão simples com reflexo no jogo por período igual ou inferior a 10 minutos”). deduz-se que seja pela “lesão” provocada no guarda-redes moreira [escarro], que imediatamente se lançou para o relvado aquando do lançamento de uma tocha… para o lado contrário onde se encontrava…
já a multa pecuniária, pela «reincidência» do arremesso das tochas e do rebentamento de petardos, teve o “singelo” valor de 5738,00€.

» aquando da visita a Santa Maria da Feira, os i-le-gais afectos à “instituição” tiveram os comportamentos que se demonstram aqui, aqui e também aqui.
foi, de facto, uma partida atribulada também fora das quatro linhas, de onde resultou inclusive um ferido – um repórter fotográfico, que teve que receber tratamento hospitalar para regressar à sua vidinha.
convém salientar que e de acordo o mesmíssimo Regulamento Disciplinar da LPFP, aquele incidente é punível com o que vem disposto no ponto 1.), do art. 182º (“agressões graves a espectadores e outros intervenientes”). mas, no caso e no partida em apreço, não houve qualquer abertura de procedimento disciplinar, apesar da sua gravidade e… lá está!, inclusive mencionado no comunicado, «reincidência».
e por “falar” em reincidência: a multa pecuniária, por essa «reincidência» do arremesso de tochas e rebentamento de petardos, teve o “singelo” valor de 2525,00€ – bem menos de metade de 5738,00€…

» no Sábado passado, os mesmos i-le-gais afectos ao 5lb fizeram a festa e soltaram a franga, desta feita em Paços de Ferreira. mas e ao contrário de Santa Maria da Feira, não há imagens. nem vídeos. nem bastos relatos dos incidentes (pormenorizados, ou não), seja nos me(r)dia seja no jornalixo tugas. ou seja: como que não aconteceu, apesar do comunicado do Paços de Ferreira e do que vem descrito no relatório dos delegados da FPF ao jogo…
aliás: das longas descrições, no comunicado a reportar os castigos aplicados àquela partida, dá para se perceber que os mesmíssimos i-le-gais afectos ao 5lb fizeram mesmo a macaca e pintaram a manta, naquele concelho do Vale do Sousa. e que, no espaço de meros quinze dias, voltaram a ser… como é que é, mesmo o termo?… isso: «reincidentes».
mas, neste clima de «gloriosa» tolerância para com quem prevarica semana sim, semana também, voltou-se a atropelar o disposto naquele mesmíssimo Regulamento Disciplinar da LPFP, sendo que não houve qualquer abertura de procedimento disciplinar.
ah! e por nova «reincidência» de arremesso de tochas e de rebentamento de petardos, a multa pecuniária teve o “singelo” valor de 5585,00€. – ainda assim, inferior àqueles 5738,00€, portanto…
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em suma e pegando em dois ou três chavões do futebolês:

1)
isto” é brincar ao Futebol, tomando os adeptos portistas por tolos, que comem geladinhos com a testa e que enfardam palha, como os demais “carneiros” afectos ao 5lb.
não somos, não comemos e estas «gloriosas» discrepância, discriminação e idiossincrasia, para lá da revolta que nos causa, só nos torna mais fortes. e resolutos em derrotar quem tanto nos odeia e disso faz o seu modo de vida – mormente nos me(r)dia e no jornalixo da tugalândia.

2)
pelo exposto e parafraseando o burro do Carvalho:
«bardamerda» para todos esses indigentes de Espírito – santo ou não, que não me importa rigorosamente nada a crença de cada um.

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disse!
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dois (breves) apartes.

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em relação ao renato:
todos os jogadores devem competir, mas nunca disse que os jogadores tinham que jogar os 90 minutos e em todos os jogos, isso não é possível!
o que disse é que os jogadores devem estar integrados sempre nos grupos e depois participarem nos jogos.
O renato tem sido chamado, com regularidade, aos habituais 18 convocados, na equipa do bayern münchen
[valente escarro], com uma excepção por um problema de gripe. e tem sido utilizado várias vezes, ao longo dos jogos.
isso, para mim, é suficiente
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Fernando Santos, seleccionador nacional, 16 de Março de 2017.
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caríssim@,

não há nada mais para afirmar sobre este não-assunto, a não ser o que a imagem abaixo (bem) elucida, com números que não podem ser contestados (porquanto que são os oficiais) e tendo por comparação um outro jogador, que não é afecto ao FC Porto, dentro do mesmo escalão Sub-21 [pigarro] e que actua no mesmo sector e desempenha as mesmas funções, dentro de campo, que o ‘deus’ renato das sandes:
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© zerozero | 92º minuto
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mas eu compreendo o verdadeiro problema (imbróglio?) de Fernando Santos e de outros seleccionadores que entretanto e num Passado recente, têm passado pela #equipaquedecididamentenaoedetod@snos: o agente desportivo de Francisco Geraldes é outro que não o que verdadeiramente controla os destinos das convocatórias da “selecção”.
e «isso, para mim, é suficiente» o bastante para, não só me manter indiferente como até detestar a “selecção”. e cada vez mais. e por mais títulos que conquistem.
é que e para todo o Sempre, #aminhaseleccaotrajadeazulebranco.
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Tribunal Arbitral do Desporto [TAD] negou o pedido do spórtém e decidiu arquivar o ‘caso dos vouchers‘. esta é uma decisão que também já tinha sido tomada pela Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga e pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol [FPF].
o TAD justificou a decisão por considerar que «não houve qualquer ilícito disciplinar» na oferta dos ‘Kits Eusébio’ a árbitros
[e aos delegados ao jogo. e aos observadores dos árbitros.], por parte do 5lb.

estas foram as razões que o Tribunal invocou para arquivar o caso:

» as ofertas do 5lb a árbitros, aos observadores destes e a delegados, eram feitas «após os jogos» – algo que era «prática generalizada dos clubes participantes nas competições nacionais de futebol».

» as ofertas foram sempre realizadas «de forma absolutamente transparente […], na presença dos delegados da FPF e depois de estes, ou de um dos elementos das forças policiais, questionarem os árbitros sobre se os elementos afectos ao 5lb poderiam aceder ao balneário para as concretizarem».

» as ofertas não eram feitas «de molde a colocar em causa a integridade e a credibilidade, dos referidos agentes desportivos, nem tão pouco aptas a afectar a imparcialidade dos mesmos e, com isso, a Verdade Desportiva».

» o TAD considera que «não resulta minimamente provado nos autos nem é crível inferir que as ditas “ofertas” e “presentes” tivessem o significado de uma solicitação ou de um convite, a uma actuação parcial, por parte dos árbitros».

» o TAD também considera que, do ponto de vista do preenchimento do tipo de ilícito [“Corrupção da Equipa de Arbitragem”], afigura-se muito pouco relevante saber qual o custo efectivo da refeição, salientando que «tratam-se de refeições e não mais do que isso!».

» o TAD explica que [com aquelas ofertas] «ficou provado que o 5lb não pretendeu por qualquer meio e/ou forma, directa e/ou indirectamente expressa e/ou tacitamente solicitado e/ou sugerido, a qualquer árbitro principal, a qualquer árbitro assistente, a qualquer observador e a qualquer Delegado da LPFP, uma actuação parcial e atentatória do regular decurso dos jogos […] e de forma a beneficiar as suas equipas principal e B, e/ou a prejudicar as equipas adversárias em algum(ns) jogo(s) concreto(s), por aquelas disputado(s), nas competições nacionais em que participam».

» conclui o acórdão que «a oferta do “kit Eusébio”, nas concretas circunstâncias em que se verificou, não é apta a preencher o tipo de ilícito disciplinar “Corrupção da Equipa de Arbitragem”, previsto e punido pelo nr. 1, do art. 62º, do Regulamento Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, nem qualquer outra infracção disciplinar, ainda que indiciariamente [sic]».

.in sapodesporto, 16 de Março de 2017.
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então, está tudo bem quando tudo acaba bem (para o 5lb), certo? errado!
por exemplo, mais do que se (in)tentar saber o custo efectivo de cada refeição, importa afirmar que comprovadamente o 5lb ofereceu lembranças com valor comercial – algo que é liminarmente proibido e taxativamente referido no documento “Normas e Instruções para Árbitros“, emanado pelo Conselho de Arbitragem da FPF, a páginas 42 (concretamente no capítulo III, referente a situações findo o jogo, no seu ponto 5. “lembranças”).
mas, como se trata da “instituição”, as «concretas circunstâncias em que tudo se verificou» não passam de meras suposições fantasiosas de quem as denunciou, pelo que ‘no pasa nada‘…

ai se tudo isto, mais a célebre questão do #Cardinalcircus tivesse ocorrido mais a Norte do Rio Mondego e os seus protagonistas fossem afectos a um clube da ImBicta e que não o Boavista! já não haveria alfaiates e/ou prontos-a-vestir, em número suficiente, para suprir as (avantajadas) necessidades de todas as «gloriosas» virgens ofendidas que por aí pululam…

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disse!
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dos ilegais…

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SECÇÃO III | grupos organizados de adeptos

art. 14º: apoio a grupos organizados de adeptos.

1) é obrigatório o registo dos grupos organizados de adeptos junto do IPDJ, I.P., tendo para tal que ser constituídos previamente como associações, nos termos da legislação aplicável ou no âmbito do associativismo juvenil.
2) o incumprimento do disposto no número anterior veda liminarmente a atribuição de qualquer apoio, por parte do promotor do espectáculo desportivo, nomeadamente através da concessão de facilidades de utilização ou cedência de instalações, apoio técnico, financeiro ou material.
3) os apoios técnicos, financeiros e materiais, concedidos a grupos organizados de adeptos, são objecto de protocolo com o promotor do espectáculo desportivo, a celebrar em cada época desportiva, o qual é disponibilizado, sempre que solicitado, à força de segurança e ao IPDJ, I. P.
4) o protocolo a que se refere o número anterior identifica, em anexo, os elementos que integram o respectivo grupo organizado.
5) é expressamente proibido o apoio a grupos organizados de adeptos que adoptem sinais, símbolos e expressões que incitem à violência, ao racismo, à xenofobia, à intolerância nos espectáculos desportivos, ou a qualquer outra forma de discriminação, ou que traduzam manifestações de ideologia política.
6) a concessão de facilidades de utilização ou a cedência de instalações a grupos de adeptos constituídos nos termos da presente lei é da responsabilidade do promotor do espectáculo desportivo, cabendo-lhe, nesta medida, a respectiva fiscalização, a fim de assegurar que nestas não sejam depositados quaisquer materiais ou objectos proibidos ou susceptíveis de possibilitar ou de gerar actos de violência, de racismo, de xenofobia, ou de intolerância, nos espectáculos desportivos, ou qualquer outra forma de discriminação, ou ainda que traduzam manifestações de ideologia política.
7) o incumprimento do disposto no presente artigo, pelo promotor do espectáculo desportivo, pode determinar, enquanto as situações indicadas nos números anteriores se mantiverem, a realização de espectáculos desportivos à porta fechada.
8) a sanção prevista no número anterior é aplicada pelo IPDJ, I.P.
9) o disposto nos nrs. 2), 5) e 6) é aplicável, com as devidas adaptações, a qualquer outra entidade que pretenda conceder facilidades ou apoios a qualquer grupo organizado de adeptos.
10) a entidade que pretenda conceder facilidades ou apoios, a qualquer grupo organizado de adeptos, tem de confirmar previamente junto do IPDJ, I.P. a susceptibilidade de aquele grupo poder beneficiar dos mesmos.
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in Lei nr. 52/2013, de 30 de Julho.
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caríssim@,

há que não ter receio e adjectivar os “bois” pelo que efectivamente são: i-le-gais! uma comandita de i-le-gais porquanto que estão contrários à Lei. e, pior!, porque disso fazem um «glorioso» alarde, como nesta entrevista aqui, datada de Junho de 2015 e que permanece tão actual. e não deixa de ser sintomática aquela passagem em que um ilegal afirma taxativamente «a única entidade perante a qual nos devemos identificar é o 5lb e isso já acontece enquanto sócios. é uma “filosofia”: sem nome, sem cara. e é esse o nosso orgulho. e, para os que possam prevaricar, dá mais jeito que assim seja» (!!!).
sempre foi assim, sempre assim será: consideram-se acima da Lei, agem como tal e ainda têm o tácito beneplácito das entidades que supostamente os deveriam controlar, investigar, fiscalizar, punir. portanto, o sub-mundo das suas i-le-gais claques e que ilegalmente suportam, não poderia deixar de ser diferente, não é?… ai se fosse connosco!

o que quero afirmar com estas breves linhas (#notmadeinporta18) é que não há “meninos santinhos” no mundo das claques e independentemente da cor dos clubes que as suportam, muito menos as que estão afectas à agremiação de Carnide.
tal é um facto comprovado e que, se sei o quanto custa perceber junto dos me(r)dia e do jornalixo tugas, já tenho alguma dificuldade em aceitar junto do universo portista. assim sendo, convém que também estejamos alertas para a profusão de uma «gloriosa» propaganda lampiónica que, neste entretanto, o que a imagem ali em cima tão bem retrata.
convém salientar que são só alguns dos «gloriosos» episódios que os i-le-gais têm protagonizado nos últimos tempos – sobretudo na última década. e que, de facto, ostentam e vangloriam uma gloriosa «”filosofia”» que se distingue comprovadamente das demais, pois que tem apenso um rol (infindável?) de actos que efectivamente deve encher de «orgulho» quem a suporta, a começar pela Direcção daquela agremiação… repito: ai se tudo “isto” fosse connosco e com as claques afectas ao FC Porto..
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SUBSECÇÃO II | infracções disciplinares muito graves

art. 174º: invasões e distúrbios colectivos com reflexo grave no jogo.

1) o clube cujos sócios ou simpatizantes invadam o terreno de jogo com o propósito de protestar, agredir ou ameaçar qualquer das pessoas referidas no nr. 1 do artigo anterior*, ou provoquem distúrbios que determinem que justificadamente o árbitro não dê início ou reinício ao jogo, ou o dê por findo antes do tempo regulamentar, é punido com a sanção de realização de jogos à porta fechada a fixar entre o mínimo de um e o máximo de três jogos e acessoriamente com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 100 UC e o máximo de 200 UC.
2) em caso de reincidência o limite mínimo da sanção acessória de multa prevista no número anterior é elevado para 150 UC.

* art. 173º: agressões graves em geral.

1) o clube cujo sócio ou simpatizante agrida fisicamente elementos da equipa de arbitragem, agentes de autoridade em serviço, delegados e observadores da Liga, dirigentes, jogadores e treinadores, coordenador de segurança, assistentes de recinto desportivo e demais agentes desportivos, ou qualquer pessoa autorizada por Lei ou Regulamento, a permanecer no terreno de jogo, de forma a dar causa a que justificadamente o árbitro não dê início ou reinício ao jogo, ou o dê por findo antes do termo regulamentar, é punido com as sanções de derrota, realização de jogos à porta fechada a fixar entre o mínimo de um e o máximo de três jogos, e acessoriamente com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 125 UC e o máximo de 250 UC.

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SUBSECÇÃO III | infracções disciplinares graves

art. 183º: arremesso perigoso de objectos com reflexo no jogo.

1) o clube cujos sócios ou simpatizantes arremessem, para dentro do terreno de jogo, objectos, líquidos ou quaisquer outros materiais que, pela sua própria natureza, sejam idóneos a provocar lesão de especial gravidade aos elementos da equipa de arbitragem, agentes de autoridade em serviço, delegados e observadores da Liga, dirigentes, jogadores e treinadores, e demais agentes desportivos, ou qualquer pessoa autorizada por Lei ou Regulamento, a permanecer no terreno de jogo e que, dessa forma, determinem que o árbitro justificadamente atrase o início ou reinício do jogo, ou levem à sua interrupção não definitiva, é punido com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 50 UC e o máximo de 100 UC.
2) em caso de reincidência, o clube infrator é punido com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 100 UC e o máximo de 200 UC
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in Regulamento Disciplinar da Liga 2016/2017.
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caríssim@,

tendo presente:

» o que a imagem acima retrata e o que os vídeos aqui, aqui e também aqui não deixam margem para dúvidas;

» o disposto no actual Regulamento Disciplinar, aprovado pelos Clubes que compõem a Liga Portuguesa de Futebol (muito pouco) Profissional;

» o que o caríssimo Vila Pouca tão assertivamente já denunciou aqui e aqui;

» essa «gloriosa» dicotomia do tratamento jornalístico (ou da sua ausência, sobretudo em relação ao Rigor e à Isenção) dados a um mesmo tema, transversal a todas as claques de futebol,

convém recordar à saciedade que:

» os graves incidentes verificados em Santa Maria da Feira, no passado Sábado, foram protagonizados tão-somente pelos i-le-gais que suportam a agremiação de Carnide, que são ilegalmente apoiados pela actual Direcção do 5lb, e que (ainda) são tolerados pelas mesmas forças de autoridade que, antes de tudo, deveriam zelar para que os actos perpetrados por aqueles i-le-gais não acontecessem;

» mais de 72h depois daqueles terem ocorrido e até terem tido “honras” de destaque internacional, ainda não houve um décimo do ruído me(r)diático a que estes aqui foram sujeitos, e pelos mesmos sabujos e pés-de-microfone do jornalixo tuga;

» ao contrário dos protagonizados pelos SuperDragões, na Amoreira, as virgens ofendidas – o tal «coro das velhas» que o Bernardino Barros denunciou existir – ainda não vieram a terreiro pugnar por uma qualquer interdição do estádio onde aqueles i-le-gais actuam a preceito, antes pelo contrário: esse “coro” tudo tem feito para que aqueles incidentes passem despercebidos junto das mesmas entidades a quem, em Janeiro último, pediam para punir eficaz e severamente o FC Porto.
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em suma:
não nos tomem por tolos, que o Sol, quando nasce é para tod@s, tal e qual como os Regulamentos que amiúde vêem a luz do dia, apesar de alguma «gloriosa» gabarolice que alguns i-le-gais persistem em alardear.
já é mais do que tempo desses i-le-gays serem punidos no rigor dos mesmos Regulamentos que invocam quando as situações acontecem com clubes mais a Norte.
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post scriptum pertinente:
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ó burro do Carvalho: «bardamerda» para ti também, pá!
(e aproveita o momento e leva contigo tod@s quant@s te veneram, pá!)

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disse!
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desmascarar o que já foi feito…

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nota introdutória:

esta “posta de pescada”® é a segunda de duas, vem no seguimento do que escrevi aqui, e no que entretanto já foi sendo (e muito bem) denunciado aqui (e-letter Dragões Diário), aqui e aqui (no imperdível “Universo Porto – da bancada“) e aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aquiaqui, aqui, aqui, aqui e aqui (na sempre inefável bluegosfera).
como não poderia deixar de ser, também vai honrar os pergaminhos e a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as bastas (© Silva) hiperligações e as diversas imagens (inclusive em gif), que não só para memória futura mas também.
e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral...
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caríssim@,

eu sou do tempo das diatribes entre o Paulinho Santos e o joão vieira pinto, o primeiro “piscineiro” de que tenho memória e muito anterior ao lima (aqui), ao jon-ass (aqui), ou ao guedes (aqui). num desses “bons momentos” (aqui), o primeiro “menino de ouro” (anterior ao deus renato das sandes, portanto) teve que ser operado ao maxilar porque e de acordo com a lenda, foi ao encontro do cotovelo do caxineiro. para a história, fica o registo da suspensão de três meses para o jogador portista enquanto o “menino” esteve de molho.
esta estória entronca no que a imagem acima regista e cujo lance pode ser (re)visto aqui: se a lesão que o Corona sofreu fosse mais grave do que as imagens documentam, é minha opinião que o jogador/lenhador que cometeu aquela ‘talochada’ deveria ficar o mesmo tempo que o internacional mexicano tivesse para recuperar. afinal, o precedente foi instituído em Março de 1998 (e, a meu ver, muito bem); desde então, não mais foi aplicado (e, a meu ver, mal, como se comprova).
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© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)

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de tudo o que pude ‘ouler’ sobre o que aconteceu no Domingo, no Bessa, mormente sobre a “arbitragem” do vermelhíssimo veríssimo, há dois lances que não mereceram qualquer destaque me(r)diático, mas que aconteceram de facto:

» um fora-de-jogo muito mal assinalado a Soares, sensivelmente aos 50′, em que este seguia isolado para a área do clube da rotunda, e depois de uma excelente desmarcação de André²;

» uma dupla falta, a meio-campo, cometida pelo mesmo lenhador (carraça), sensivelmente aos 92′, “ambas as duas” merecedoras (no mínimo) de cartão amarelo – o que, no caso, seria o segundo para aquele. então a entrada sobre o Alex Telles, até arrepia…
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em suma:
o que fica do ‘derby‘ é (também) o cheiro a uma “encomenda” que só não foi avante porque fomos bravos, valentes, valorosos – tod@s nós, da Equipa, ‘staff’ técnico e dirigentes, aos adeptos obviamente.
e que houve uma gritante («gloriosa»?) dualidade de critérios na aplicação das Leis do Jogo.
e que, no meio do sururu, ao intervalo, gostei muito de ver o Nuno a defender os seus, sem esperar pelo divino Espírito Santo.
e que o Victorio Páez foi expulso, por acumulação de amarelos por “isto” aqui:
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neste entretanto, o 5lb realizou dois jogos, ambos decididos por lances duvidosos (no mínimo e para ser gentil) e em encontros em que se estavam a ver gregos para levar de vencida o chaves (em casa, para o campeonato) e o estoril (na Amoreira, na primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal).
eis duas imagens que, na minha óptica, resumem o que se passou nesses encontros:
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parece que, apesar de alguma unanimidade entre ex-apitadores (aqui), estes lances não foram merecedores de constar no rol das queixinhas que o Orelhas apresentou aos salmonelas do Conselho de Arbitragem da FPF.
e diz que o sonso não se quis pronunciar sobre o primeiro lance (também aqui, com forte expressão corporal) e que, no segundo, afirmou (e cito) «os pés estão em jogo, o corpo não» (!!!), quando o grego, antes do passe, estava plantado na grande área. é certo que este sonso só fala «quando tiver que falar», mas quando o faz, mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo. ai!, espera lá… ups…
e que o Orelhas concedeu uma entrevista ao lixo tóxico do grupo cofina, para debitar a habitual propaganda e sossegar as hostes acerca do tão propalado tetra da treta, o novo desígnio nacional.
e que houve uma revisitação “muito fixe” de Christian Fischer, mas sem qualquer punição para o luís grande – talvez porque tenha sido (mais) uma ilusão, talvez em homenagem aos 400 jogos, talvez porque seja (novamente) um elemento integrante do clube do regime, talvez…
e que, perante este desvirtuar da (tão propalada) verdade desportiva – com a validação irregular de um lance capital e que decidiu os primeiros 90′ de uma partida de (pelo menos) 180′ – e depois de todo o frenesim em torno do jogo ante o tondela, consta que não houve quaisquer rasgar das vestes pela parte dos pés-de-microfone e dos sabujos habituais do jornalixo tuga, e que estas foram as capas dos pasquins de hoje:
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em tudo “isto”, uma certeza: aconteceu em período carnavalesco e para não ser levado a mal pelos demais. pois eu não gostei nem um bocadinho…
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bem sei que a “posta” já vai longa, mas este último capítulo vem ao encontro de tudo o que então afirmei, com epicentro na foto em cima.
aqui, aqui e também aqui, temos acesso a umas «gloriosas» escutas que envolvem habituais comentadores afectos à agremiação de carnide. o seu teor é muito interessante, sobretudo se o (cor)relacionarmos com estas imagens aqui, aqui e aqui. ou seja: os três porquinhos, presentes naquela imagem ali em cima, e que negam sempre que não há concertação sobre a propaganda a difundir nos programas de “debate televisivo” sobre o nosso comezinho futebolzinho, foram caços “com a boca na botija”. mais uma vez. e as justificações que entretanto apresentaram – aqui e aqui em texto; aqui em vídeo e por puro divertimento no que se alega em defesa do indefensável – são (no mínimo) muito risíveis e muito pouco convincentes.
é que toda a gente que gasta um pouco do seu tempo a ‘ouver’ tais programas [olá, Jorge! 😉 ] já lhes destapou a careca, há muito: é óbvio que há concertação, tal é a similaridade dos temas que abordam, bem como das expressões que empregam. as últimas e a propósito da nossa cor, são «a escola de mergulhos do Dragão» – visando o André Silva e o Soares – e a «invasão do Centro de Treinos do Polo Profissional dos Árbitros na cidade da Maia por parte de elementos afectos à claque do FCP» – cuja falácia é muito bem desmentida aqui.

em conclusão:
é conveniente estarmos atentos ao que a propaganda nos (in)tenta impingir, mas igualmente e sobretudo unidos* em torno da nossa Equipa do coração, tendo presente que o “inimigo”, esse «polvo» assente em muito #colinho e sempre envolto num #mantoprotector, reside fora de portas e não vacila perante aquele que é o desígnio nacional: o tetracampeonato da treta.
(* sendo que União não significa que sejamos acríticos; estas, a existir – e existem, porque o Clube não é perfeito – têm é que ser justas e tecidas com sentido de responsabilidade porque desengane-se quem considera que a bluegosfera é exclusiva dos portistas…)
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disse!
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ganhámos (o direito a sonhar)

© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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caríssim@,

antes de tudo, duas advertênciasum pedido e um ‘off-reco(rd):

» advertências:
esta “posta de pescada” vai ser um tanto ou quanto para o looong… para o comprid… vai ser um testament… vai honrar com a imagem de marca deste espaço de discussão pública.
esta “posta” vai ter muitas imagens (e não são dessas).

» pedido:
como já deves ter reparado, ultimamente a frequência com que comunico contigo não é tão regular quanto o desejável. comparando com um Passado recentíssimo, deixou de ser (quase) diária para se cingir uma intermitência pior do que as hesitações de passe do Herrera em zonas nevrálgicas do meio-campo.
tal deve-se (sobretudo) a motivos profissionais, os quais me impedem desse contacto harmoniosamente contínuo que tanto prezo e estimo, e que, no Presente, não é possível (de todo!).
assim sendo e mais uma vez, os meus sinceros pedidos de desculpas por quaisquer eventuais transtornos que te possa causar.

» ‘off-reco(rd)‘:
senhoras e senhores da tap, e do turismo de lisbo… de “portugal”, e da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, e das demais entidades públicas e/ou privadas que ficaram “muito contentes” com o facto da cidade do Porto, pela terceira vez e, desta feita, por total unanimidade (forasteira), ter conseguido o honroso galardão de “Destino Turístico Europeu de 2017“:
a vossa azia é (também) a “gasolina” que faz mover esta Região e o motivo principal pelo qual a reivindicação de mais e melhor descentralização, é muito premente, nos tempos que correm. não compreender que, com aquele prémio, quem vence é igualmente todo um País com pouco mais de 92000 km², é ser demasiado atávico, mesquinho, desditoso, para com toda a restante «paisagem» daquele e que é tudo menos subserviente (servil?) àquela outra e a quem diariamente (in)tenta que se lhe deve prestar vassalagem – ou não fosse a capital do Império… -, mas que, invejosa, não tolera os sucessos da primeira – o tal «resto» que (dizem) não passa de «paisagem».
pelos vistos, é a esta diversidade de «paisagens», com total primazia para a cidade do Porto, que os forasteiros que nos visitam preferem e que quem reside na dita capital do Império persiste em apelidar de «bacoco» por, por exemplo, não compreender o bairrismo intrínseco às suas gentes (algo que faz parte do seu ADN e que não se consegue explicar por palavras) – e já para não referir essa evidência de não perceber as multiplicidades geográfica e demográfica, que a expressão «o Norte» encerra nela própria (como se a região do Alto Douro fosse em tudo idêntica à do Minho, e o Vale do Sousa fosse similar à Ria de Aveiro)…
resumidamente e para não ser (ainda mais) fastidioso:
«que la chupen y que la sigan chupando. y sigan mamando.» ¡y olé, carago!
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neste entretanto, parece que ganhámos em Guimarães e conquistámos o castelo – um feito que, para o campeonato, já não era conseguido desde Fevereiro de 2013. e refiro «parece» porque, depois do muito que pude ler por essa bluegosfera fora e nalgumas redes sociais, o desânimo por não ter havido “ópera” superou o facto de termos levado de vencida dois obstáculos muito difíceis: o spórtém (na nossa fortaleza) e o Vitória (no seu reduto).
p
ara lá do que entrementes (brilhantes) escreveu o Silva e da muito bem observada questão da competência, da autofagia à Porto assertivamente abordada pelo Jorge e da pertinente crítica construtiva aos críticos daquela partida pela parte do caríssimo Vila Pouca, permite-me só esta observação (pertinente?):

é certo que, no jogo em causa e depois da exibição frente aos calimeros, durante muito tempo (deu a impressão que) não jogámos um caralho, tal a forma como se preferiu a solidez da defesa em detrimento dos méritos de um ataque (continuado?) e da famigerada «posse de bola» (mesmo que inócua) – e, no meu entendimento, há uma explicação para que tal tenha sucedido (e já lá vamos).
e é correcto afirmar-se que, em grande parte da partida, houve um permanente sobressalto em cada portista, sempre com a pergunta pendente de “quando é que este gajo [o Nuno] faz alguma coisa? está à espera que chova, só pode… ou então, da intervenção do divino Espírito Santo (nem que seja o de orelha)”…
e, sim!, só após a entrada do Diogo Jota é que soubemos controlar a partida e desferir o “golpe de misericórdia” na mesma e nas aspirações do Vitória SC (e não só) em relação a um hipotético empate.
mas, mesmo assim, ganhámos, porra! outros anos houve e até muito recentes, em que jogámos bem melhor do que no Sábado e perdemos (ou empatámos, o que vai dar ao mesmo em termos de “sabor” e de amargura), para gáudio dos mesmos que, em tempos (não muito) idos, se agarravam ao «pragmatismo» nas vitórias e, agora, (in)tentam-nos lançar poeira (#madeinporta18 ?) com estatísticas que, no cômputo geral, apenas e só referem o que, para mim, é Essencial: marcámos mais golos do que o adversário – com (ou sem) muita posse de bola, com menos cantos do que os outros, com mais remates enquadrados (ou não), quero lá saber! na fase em que estamos no campeonato e com todas as vicissitudes por que já passámos, mais do que “sonatas” e/ou “cantatas“, eu só quero os três pontos em cada um dos jogos que nos faltam disputar; o resto é paisagem (ou «’peaners‘»).

ou seja (e em suma):
é como afirma o “4lusos” e eu corroboro (com os destaques a serem da minha responsabilidade):
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« é evidente que há trabalho feito. É evidente que isto não cai do céu. É claro que o treinador tem a sua responsabilidade e mérito, mesmo que aqui e acolá, eu veja muitas lacunas nas suas decisões (recentes e distantes), em vários jogos e em momentos decisivos de alguns jogos.
sou (e fui!) muito crítico, não raras vezes, em relação a Nuno Espírito Santo [NES]; mas e se for motivo para elogiar, também sei dar-lhe mérito e reconhecer-lhe qualidades, e fá-lo-ei sem qualquer tipo de hesitação.
não sou apologista de NES, nem da forma como dirige e gere a equipa durante os jogos; mas tenho a forte esperança de que possa levar esta equipa a bom porto, dando (e acho que ainda esta época) uma alegria a todos os sócios e adeptos portistas. »
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e, também, como afirma o sr. Remígio Costa:
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« na hora de aproveitar um belo (e útil) triunfo há (ainda) quem insista em ver o “copo meio vazio”. facilitam a vida aos que fazem o trabalho sujo dos nossos adversários, tentando desprestigiar e desvalorizar os nossos sucessos… »
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e, de certa forma, não deixam de ter a sua razão. e tomemos por exemplo o jogo de ontem, a contar para a Champions, em que o Borussia visitou a agremiação de Carnide. rezam as famigeradas estatísticas da partida em causa que o 5lb levou um banho de bola e que, não fosse o seu guarda-redes, a humilhação seria inevitável. porém e para quem (como eu) não viu o jogo, o que as capas dos pasquins lá do burgo transmitem são autênticos orgasmos punheteiros (aqui), com números em tudo idênticos aos que apresentámos ante o todo-poderoso actual terceiro classificado da Liga…
ou seja: o que sobra, para contar à maralha lampiónica, é a vitória ante um super-Dortmund (mesmo que em crise) e o facto de estarem em vantagem para a segunda mão desta eliminatória; ao contrário de muitos de nós e de José Manuel Ribeiro, hoje no seu editorial “memento mori” (aqui), e por mais Razão que lhes assista, ninguém se preocupou em transmitir a ideia de um 5lb recolhido e acantonado no seu meio-campo, à espera de um milagre (que curiosamente viria a acontecer)…
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a propósito da partida de Guimarães, há algo que, para mim, dela não se pode dissociar: a vergonhosa arbitragem do xistrema.
sem querer ser muito enfadonho, tenho, para mim, que a “encomenda” esteve lá, bem presente no D. Afonso Henriques, e que tudo (in)tentou mas…. não teve a Sorte pelo seu lado. é que muito do (nosso) jogo pastoso da primeira parte também se deveu (e muito!) às inúmeras apitadelas do ‘shôr‘ carlos, sempre muito solícito a interromper o seu normal desenvolvimento, assinalando (de pronto!) todas as faltas, faltinhas e faltecas, a favor do Vitória, e num fulgor inversamente proporcional ao “pau” que permitiu (sempre!) aos jogadores da equipa visitada. e, se dúvidas houver do que afirmo, a imagem que se segue é basta elucidativa:
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“ah! mas houve um ‘penálte’ a favor do Guimarães, aos 38′. foi descarado o benefício em vosso favor! não fosse o árbitro e o Victorio Páez não teria terminado o jogo! tem vergonha na cara!”
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com mais ou menos insultos à mistura, este foi um comentário (dos vários) que recebi nos últimos dias. percebe-se o teor e o alcance da “indignação” lampiónica, muito pouco dada a ser afrontada com a “tal” verdade desportiva por que tanto pugna(va).
convém recordar que, aos 38′, estava 0-1, a favor do FC Porto e que o Victorio viu um amarelo aos 40′. se eventualmente tivesse visto amarelo aos 38′, tal significaria que, a partir desse momento, e num jogo hipotético que não veio a acontecer, teria o mesmo recato que demonstrou no que restou da partida.
mesmo assim e para os lampiões que por aqui passam, eis duas imagens que (também) ajudarão a elucidar as suas mentes (torpes):
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© google | Tomo III
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[diz que este não conta como ‘penálte’. que o vesgo do piç… que o vesgo do pizzi também fez falta igual, contra o spórtém e que não contou… pois, ‘tá bem abelha… tivesse este lance ocorrido na nossa grande área, e com muita certeza que teria sido assinalada grande penalidade (com posterior expulsão do Danilo, bem entendido).]

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ah! e sobre a questão da «vergonha na cara»:

(não) ter «vergonha na cara» é andar a apregoar, aos quatro ventos, que há «ameaças a árbitros» mas só a Norte, e mesmo que perpetradas por dois indivíduos que vestiam artefactos identificáveis com uma das claques legalizadas do FC Porto e que qualquer um de nós pode comprar, independentemente do clube do coração…, “esquecendo-se”, de uma forma «gloriosa», de também abordar estas ameaças aqui e que (pasme-se!) foram devidamente comprovadas em Tribunal.
(não) ter «vergonha na cara» é fazer alarde de «muita coação» “esquecendo-se”, de uma assaz «gloriosa», que “a tal” coacção já remonta à década de ’90 (pelo menos) e também para os lados de Carnide.
(não) ter «vergonha na cara» é fazer um banzé com os «buracos azuis» sonegando (mas de forma «gloriosa»!) que a actual direcção da $AD do 5lb deve a este mundo e ao outro também – (pelo menos) ao BPN e ao BES.

(não) ter «vergonha na cara» é um pouco de tudo isto, “esquecendo-se” que a agremiação por que sofrem do coração tem muitos (bastos!) “telhados de vidro” que convém ocultar da mesmíssima maralha para quem diariamente se fazem capas jactantes (vulgo fardos de palha) como estas aqui.
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© Tomo III
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por último e em relação à imagem acima, a qual não encontrei em nenhum lado e sobre um lance – aqui, a partir dos 01:32:38 – que não aparece descrito em nenhum “relato” dos pasquins que o fizeram ‘online‘.

este lance passou em claro ao apitador de serviço. se tivesse sido julgado e conforme o refere o tribunal de ex-apitadores (aqui), muito provavelmente o adrien [valente escarro] não teria terminado a partida em Moreira de Cónegos e (espanto!) muito provavelmente não teria a oportunidade de marcar o terceiro golo dos calimeros. mas, mais do que esse hipotético “se”, a visualização daquele lance, no imediato, recordou-me aquele outro, o da expulsão do imbula, no Bessa, no ano passado, para a Taça de Portugal (aqui).
ou seja: mais uma vez questiono sobre quais são os critérios para este tipo de lances? é que, se os há, são muito “difusos” e propensos às mais diversificadas interpretações (opiniões)… ‘oh, wait!‘…

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disse!
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