medidas diferentes (para os ilegais de sempre).

futuro© fotosdacurva | rui oliveira | 92º minuto
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caríssim@,

ao contrário da prosa de ontem, esta será uma “posta de pescada”® um pouco mais leBezinha, e vem no seguimento do que entretanto foi (muito bem) denunciado no último “Universo Porto – da Bancada” – e que podes (deves!) (re)ver aqui.
a questão que me importa aflorar nas próximas linhas (que não #madeinporta18) é tão-somente o reforço do meu mais profundo desagrado por esse completo desrespeito pelas normas vigentes em relação aos i-le-gais do 5lb, do beneplácito de que estes usufruem perante os demais adeptos dos clubes rivais (e devidamente legalizados), e do perfeito (por que «glorioso») conluio que grassa entre eles e com quem deveria zelar pelo garante da Lei. vamos lá, então!

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do muito que se afirmou nos estúdios da Senhora da Hora, importa referir que também se comprovaram, com dados, factos, datas, nomes e até matrículas de viaturas (!!!), não só a ilegalidade mas igualmente e, por inerência, esse escabroso estado de «gloriosa» impunidade que reina sobre os grupos organizados de “adeptos” afectos ao 5lb.
também foi referido que esse clima contrário à Lei e que esse estado de consentida tolerância para com os efectivamente i-le-gais do 5lb, e como é (ou deveria ser…) do conhecimento geral, têm sobre si o “manto protector” dos me(r)dia e do jornalixo tugas – vulgo “o quarto p(h)oder” – para além das entidades que deveriam primar para que aqueles mesmos estados não acontecessem num (supostamente…) Estado de Direito – a começar na LPFP e FPF, e a terminar nas de Segurança Pública.
mais: provou-se, pela enésima vez, que o “quarto p(h)oder” tem duas formas diametralmente opostas de comunicar/informar factos idênticos quando estão em causa grupos de adeptos afectos a clubes distintos, com prejuízo para os que estão sediados mais a Norte do Mondego, porquanto que os deveres de Rigor e de Isenção se encontram (literalmente) ausentes.
pior: (com)provou-se que as forças de Autoridade e de Segurança públicas «gloriosamente» olvidam tudo o que envolva o 5lb e os seus grupos de “adeptos” i-le-gais, os quais usufruem de apoios e de regalias concedidas pela Direcção da agremiação em causa, e num espírito total e diametralmente contrário à legislação em vigor – a saber: Lei nr. 52/2013, de 30 de Julho, Secção III (“grupos organizados de adeptos”), art. 14º (“apoio a grupos organizados de adeptos”).
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futuro© google | 92º minuto
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posto (tudo) “isto“, a imagem ali em cima é só mais uma prova do que (re)afirmo e uma súmula “perfeita” do que se demonstra à saciedade, no programa em causa – sendo que teve por base os respectivos comunicados, emanados pelo Conselho de Disciplina [CD] da FPF, a reportar os castigos aplicados aos jogos em causa.
assim sendo, atente-se nestes factos, igualmente graves por quem os fez, mas cujos tratamentos disciplinares foram grosseiramente díspares:

» aquando da ida à Amoreira, os adeptos afectos ao FC Porto comportaram-se mal, com arremessos de tochas, rebentamento de petardos e interrupção da partida por uma vez.
o CD, para além da multa pecuniária (já lá vamos), abriu um procedimento disciplinar, com base no disposto no ponto 2.), do art. 181º, do Regulamento Disciplinar da LPFP (“agressão simples com reflexo no jogo por período igual ou inferior a 10 minutos”). deduz-se que seja pela “lesão” provocada no guarda-redes moreira [escarro], que imediatamente se lançou para o relvado aquando do lançamento de uma tocha… para o lado contrário onde se encontrava…
já a multa pecuniária, pela «reincidência» do arremesso das tochas e do rebentamento de petardos, teve o “singelo” valor de 5738,00€.

» aquando da visita a Santa Maria da Feira, os i-le-gais afectos à “instituição” tiveram os comportamentos que se demonstram aqui, aqui e também aqui.
foi, de facto, uma partida atribulada também fora das quatro linhas, de onde resultou inclusive um ferido – um repórter fotográfico, que teve que receber tratamento hospitalar para regressar à sua vidinha.
convém salientar que e de acordo o mesmíssimo Regulamento Disciplinar da LPFP, aquele incidente é punível com o que vem disposto no ponto 1.), do art. 182º (“agressões graves a espectadores e outros intervenientes”). mas, no caso e no partida em apreço, não houve qualquer abertura de procedimento disciplinar, apesar da sua gravidade e… lá está!, inclusive mencionado no comunicado, «reincidência».
e por “falar” em reincidência: a multa pecuniária, por essa «reincidência» do arremesso de tochas e rebentamento de petardos, teve o “singelo” valor de 2525,00€ – bem menos de metade de 5738,00€…

» no Sábado passado, os mesmos i-le-gais afectos ao 5lb fizeram a festa e soltaram a franga, desta feita em Paços de Ferreira. mas e ao contrário de Santa Maria da Feira, não há imagens. nem vídeos. nem bastos relatos dos incidentes (pormenorizados, ou não), seja nos me(r)dia seja no jornalixo tugas. ou seja: como que não aconteceu, apesar do comunicado do Paços de Ferreira e do que vem descrito no relatório dos delegados da FPF ao jogo…
aliás: das longas descrições, no comunicado a reportar os castigos aplicados àquela partida, dá para se perceber que os mesmíssimos i-le-gais afectos ao 5lb fizeram mesmo a macaca e pintaram a manta, naquele concelho do Vale do Sousa. e que, no espaço de meros quinze dias, voltaram a ser… como é que é, mesmo o termo?… isso: «reincidentes».
mas, neste clima de «gloriosa» tolerância para com quem prevarica semana sim, semana também, voltou-se a atropelar o disposto naquele mesmíssimo Regulamento Disciplinar da LPFP, sendo que não houve qualquer abertura de procedimento disciplinar.
ah! e por nova «reincidência» de arremesso de tochas e de rebentamento de petardos, a multa pecuniária teve o “singelo” valor de 5585,00€. – ainda assim, inferior àqueles 5738,00€, portanto…
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em suma e pegando em dois ou três chavões do futebolês:

1)
isto” é brincar ao Futebol, tomando os adeptos portistas por tolos, que comem geladinhos com a testa e que enfardam palha, como os demais “carneiros” afectos ao 5lb.
não somos, não comemos e estas «gloriosas» discrepância, discriminação e idiossincrasia, para lá da revolta que nos causa, só nos torna mais fortes. e resolutos em derrotar quem tanto nos odeia e disso faz o seu modo de vida – mormente nos me(r)dia e no jornalixo da tugalândia.

2)
pelo exposto e parafraseando o burro do Carvalho:
«bardamerda» para todos esses indigentes de Espírito – santo ou não, que não me importa rigorosamente nada a crença de cada um.

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disse!
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dois (breves) apartes.

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em relação ao renato:
todos os jogadores devem competir, mas nunca disse que os jogadores tinham que jogar os 90 minutos e em todos os jogos, isso não é possível!
o que disse é que os jogadores devem estar integrados sempre nos grupos e depois participarem nos jogos.
O renato tem sido chamado, com regularidade, aos habituais 18 convocados, na equipa do bayern münchen
[valente escarro], com uma excepção por um problema de gripe. e tem sido utilizado várias vezes, ao longo dos jogos.
isso, para mim, é suficiente
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Fernando Santos, seleccionador nacional, 16 de Março de 2017.
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caríssim@,

não há nada mais para afirmar sobre este não-assunto, a não ser o que a imagem abaixo (bem) elucida, com números que não podem ser contestados (porquanto que são os oficiais) e tendo por comparação um outro jogador, que não é afecto ao FC Porto, dentro do mesmo escalão Sub-21 [pigarro] e que actua no mesmo sector e desempenha as mesmas funções, dentro de campo, que o ‘deus’ renato das sandes:
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mas eu compreendo o verdadeiro problema (imbróglio?) de Fernando Santos e de outros seleccionadores que entretanto e num Passado recente, têm passado pela #equipaquedecididamentenaoedetod@snos: o agente desportivo de Francisco Geraldes é outro que não o que verdadeiramente controla os destinos das convocatórias da “selecção”.
e «isso, para mim, é suficiente» o bastante para, não só me manter indiferente como até detestar a “selecção”. e cada vez mais. e por mais títulos que conquistem.
é que e para todo o Sempre, #aminhaseleccaotrajadeazulebranco.
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Tribunal Arbitral do Desporto [TAD] negou o pedido do spórtém e decidiu arquivar o ‘caso dos vouchers‘. esta é uma decisão que também já tinha sido tomada pela Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga e pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol [FPF].
o TAD justificou a decisão por considerar que «não houve qualquer ilícito disciplinar» na oferta dos ‘Kits Eusébio’ a árbitros
[e aos delegados ao jogo. e aos observadores dos árbitros.], por parte do 5lb.

estas foram as razões que o Tribunal invocou para arquivar o caso:

» as ofertas do 5lb a árbitros, aos observadores destes e a delegados, eram feitas «após os jogos» – algo que era «prática generalizada dos clubes participantes nas competições nacionais de futebol».

» as ofertas foram sempre realizadas «de forma absolutamente transparente […], na presença dos delegados da FPF e depois de estes, ou de um dos elementos das forças policiais, questionarem os árbitros sobre se os elementos afectos ao 5lb poderiam aceder ao balneário para as concretizarem».

» as ofertas não eram feitas «de molde a colocar em causa a integridade e a credibilidade, dos referidos agentes desportivos, nem tão pouco aptas a afectar a imparcialidade dos mesmos e, com isso, a Verdade Desportiva».

» o TAD considera que «não resulta minimamente provado nos autos nem é crível inferir que as ditas “ofertas” e “presentes” tivessem o significado de uma solicitação ou de um convite, a uma actuação parcial, por parte dos árbitros».

» o TAD também considera que, do ponto de vista do preenchimento do tipo de ilícito [“Corrupção da Equipa de Arbitragem”], afigura-se muito pouco relevante saber qual o custo efectivo da refeição, salientando que «tratam-se de refeições e não mais do que isso!».

» o TAD explica que [com aquelas ofertas] «ficou provado que o 5lb não pretendeu por qualquer meio e/ou forma, directa e/ou indirectamente expressa e/ou tacitamente solicitado e/ou sugerido, a qualquer árbitro principal, a qualquer árbitro assistente, a qualquer observador e a qualquer Delegado da LPFP, uma actuação parcial e atentatória do regular decurso dos jogos […] e de forma a beneficiar as suas equipas principal e B, e/ou a prejudicar as equipas adversárias em algum(ns) jogo(s) concreto(s), por aquelas disputado(s), nas competições nacionais em que participam».

» conclui o acórdão que «a oferta do “kit Eusébio”, nas concretas circunstâncias em que se verificou, não é apta a preencher o tipo de ilícito disciplinar “Corrupção da Equipa de Arbitragem”, previsto e punido pelo nr. 1, do art. 62º, do Regulamento Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, nem qualquer outra infracção disciplinar, ainda que indiciariamente [sic]».

.in sapodesporto, 16 de Março de 2017.
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então, está tudo bem quando tudo acaba bem (para o 5lb), certo? errado!
por exemplo, mais do que se (in)tentar saber o custo efectivo de cada refeição, importa afirmar que comprovadamente o 5lb ofereceu lembranças com valor comercial – algo que é liminarmente proibido e taxativamente referido no documento “Normas e Instruções para Árbitros“, emanado pelo Conselho de Arbitragem da FPF, a páginas 42 (concretamente no capítulo III, referente a situações findo o jogo, no seu ponto 5. “lembranças”).
mas, como se trata da “instituição”, as «concretas circunstâncias em que tudo se verificou» não passam de meras suposições fantasiosas de quem as denunciou, pelo que ‘no pasa nada‘…

ai se tudo isto, mais a célebre questão do #Cardinalcircus tivesse ocorrido mais a Norte do Rio Mondego e os seus protagonistas fossem afectos a um clube da ImBicta e que não o Boavista! já não haveria alfaiates e/ou prontos-a-vestir, em número suficiente, para suprir as (avantajadas) necessidades de todas as «gloriosas» virgens ofendidas que por aí pululam…

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disse!
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dos ilegais…

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SECÇÃO III | grupos organizados de adeptos

art. 14º: apoio a grupos organizados de adeptos.

1) é obrigatório o registo dos grupos organizados de adeptos junto do IPDJ, I.P., tendo para tal que ser constituídos previamente como associações, nos termos da legislação aplicável ou no âmbito do associativismo juvenil.
2) o incumprimento do disposto no número anterior veda liminarmente a atribuição de qualquer apoio, por parte do promotor do espectáculo desportivo, nomeadamente através da concessão de facilidades de utilização ou cedência de instalações, apoio técnico, financeiro ou material.
3) os apoios técnicos, financeiros e materiais, concedidos a grupos organizados de adeptos, são objecto de protocolo com o promotor do espectáculo desportivo, a celebrar em cada época desportiva, o qual é disponibilizado, sempre que solicitado, à força de segurança e ao IPDJ, I. P.
4) o protocolo a que se refere o número anterior identifica, em anexo, os elementos que integram o respectivo grupo organizado.
5) é expressamente proibido o apoio a grupos organizados de adeptos que adoptem sinais, símbolos e expressões que incitem à violência, ao racismo, à xenofobia, à intolerância nos espectáculos desportivos, ou a qualquer outra forma de discriminação, ou que traduzam manifestações de ideologia política.
6) a concessão de facilidades de utilização ou a cedência de instalações a grupos de adeptos constituídos nos termos da presente lei é da responsabilidade do promotor do espectáculo desportivo, cabendo-lhe, nesta medida, a respectiva fiscalização, a fim de assegurar que nestas não sejam depositados quaisquer materiais ou objectos proibidos ou susceptíveis de possibilitar ou de gerar actos de violência, de racismo, de xenofobia, ou de intolerância, nos espectáculos desportivos, ou qualquer outra forma de discriminação, ou ainda que traduzam manifestações de ideologia política.
7) o incumprimento do disposto no presente artigo, pelo promotor do espectáculo desportivo, pode determinar, enquanto as situações indicadas nos números anteriores se mantiverem, a realização de espectáculos desportivos à porta fechada.
8) a sanção prevista no número anterior é aplicada pelo IPDJ, I.P.
9) o disposto nos nrs. 2), 5) e 6) é aplicável, com as devidas adaptações, a qualquer outra entidade que pretenda conceder facilidades ou apoios a qualquer grupo organizado de adeptos.
10) a entidade que pretenda conceder facilidades ou apoios, a qualquer grupo organizado de adeptos, tem de confirmar previamente junto do IPDJ, I.P. a susceptibilidade de aquele grupo poder beneficiar dos mesmos.
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in Lei nr. 52/2013, de 30 de Julho.
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caríssim@,

há que não ter receio e adjectivar os “bois” pelo que efectivamente são: i-le-gais! uma comandita de i-le-gais porquanto que estão contrários à Lei. e, pior!, porque disso fazem um «glorioso» alarde, como nesta entrevista aqui, datada de Junho de 2015 e que permanece tão actual. e não deixa de ser sintomática aquela passagem em que um ilegal afirma taxativamente «a única entidade perante a qual nos devemos identificar é o 5lb e isso já acontece enquanto sócios. é uma “filosofia”: sem nome, sem cara. e é esse o nosso orgulho. e, para os que possam prevaricar, dá mais jeito que assim seja» (!!!).
sempre foi assim, sempre assim será: consideram-se acima da Lei, agem como tal e ainda têm o tácito beneplácito das entidades que supostamente os deveriam controlar, investigar, fiscalizar, punir. portanto, o sub-mundo das suas i-le-gais claques e que ilegalmente suportam, não poderia deixar de ser diferente, não é?… ai se fosse connosco!

o que quero afirmar com estas breves linhas (#notmadeinporta18) é que não há “meninos santinhos” no mundo das claques e independentemente da cor dos clubes que as suportam, muito menos as que estão afectas à agremiação de Carnide.
tal é um facto comprovado e que, se sei o quanto custa perceber junto dos me(r)dia e do jornalixo tugas, já tenho alguma dificuldade em aceitar junto do universo portista. assim sendo, convém que também estejamos alertas para a profusão de uma «gloriosa» propaganda lampiónica que, neste entretanto, o que a imagem ali em cima tão bem retrata.
convém salientar que são só alguns dos «gloriosos» episódios que os i-le-gais têm protagonizado nos últimos tempos – sobretudo na última década. e que, de facto, ostentam e vangloriam uma gloriosa «”filosofia”» que se distingue comprovadamente das demais, pois que tem apenso um rol (infindável?) de actos que efectivamente deve encher de «orgulho» quem a suporta, a começar pela Direcção daquela agremiação… repito: ai se tudo “isto” fosse connosco e com as claques afectas ao FC Porto..
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SUBSECÇÃO II | infracções disciplinares muito graves

art. 174º: invasões e distúrbios colectivos com reflexo grave no jogo.

1) o clube cujos sócios ou simpatizantes invadam o terreno de jogo com o propósito de protestar, agredir ou ameaçar qualquer das pessoas referidas no nr. 1 do artigo anterior*, ou provoquem distúrbios que determinem que justificadamente o árbitro não dê início ou reinício ao jogo, ou o dê por findo antes do tempo regulamentar, é punido com a sanção de realização de jogos à porta fechada a fixar entre o mínimo de um e o máximo de três jogos e acessoriamente com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 100 UC e o máximo de 200 UC.
2) em caso de reincidência o limite mínimo da sanção acessória de multa prevista no número anterior é elevado para 150 UC.

* art. 173º: agressões graves em geral.

1) o clube cujo sócio ou simpatizante agrida fisicamente elementos da equipa de arbitragem, agentes de autoridade em serviço, delegados e observadores da Liga, dirigentes, jogadores e treinadores, coordenador de segurança, assistentes de recinto desportivo e demais agentes desportivos, ou qualquer pessoa autorizada por Lei ou Regulamento, a permanecer no terreno de jogo, de forma a dar causa a que justificadamente o árbitro não dê início ou reinício ao jogo, ou o dê por findo antes do termo regulamentar, é punido com as sanções de derrota, realização de jogos à porta fechada a fixar entre o mínimo de um e o máximo de três jogos, e acessoriamente com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 125 UC e o máximo de 250 UC.

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SUBSECÇÃO III | infracções disciplinares graves

art. 183º: arremesso perigoso de objectos com reflexo no jogo.

1) o clube cujos sócios ou simpatizantes arremessem, para dentro do terreno de jogo, objectos, líquidos ou quaisquer outros materiais que, pela sua própria natureza, sejam idóneos a provocar lesão de especial gravidade aos elementos da equipa de arbitragem, agentes de autoridade em serviço, delegados e observadores da Liga, dirigentes, jogadores e treinadores, e demais agentes desportivos, ou qualquer pessoa autorizada por Lei ou Regulamento, a permanecer no terreno de jogo e que, dessa forma, determinem que o árbitro justificadamente atrase o início ou reinício do jogo, ou levem à sua interrupção não definitiva, é punido com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 50 UC e o máximo de 100 UC.
2) em caso de reincidência, o clube infrator é punido com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 100 UC e o máximo de 200 UC
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in Regulamento Disciplinar da Liga 2016/2017.
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caríssim@,

tendo presente:

» o que a imagem acima retrata e o que os vídeos aqui, aqui e também aqui não deixam margem para dúvidas;

» o disposto no actual Regulamento Disciplinar, aprovado pelos Clubes que compõem a Liga Portuguesa de Futebol (muito pouco) Profissional;

» o que o caríssimo Vila Pouca tão assertivamente já denunciou aqui e aqui;

» essa «gloriosa» dicotomia do tratamento jornalístico (ou da sua ausência, sobretudo em relação ao Rigor e à Isenção) dados a um mesmo tema, transversal a todas as claques de futebol,

convém recordar à saciedade que:

» os graves incidentes verificados em Santa Maria da Feira, no passado Sábado, foram protagonizados tão-somente pelos i-le-gais que suportam a agremiação de Carnide, que são ilegalmente apoiados pela actual Direcção do 5lb, e que (ainda) são tolerados pelas mesmas forças de autoridade que, antes de tudo, deveriam zelar para que os actos perpetrados por aqueles i-le-gais não acontecessem;

» mais de 72h depois daqueles terem ocorrido e até terem tido “honras” de destaque internacional, ainda não houve um décimo do ruído me(r)diático a que estes aqui foram sujeitos, e pelos mesmos sabujos e pés-de-microfone do jornalixo tuga;

» ao contrário dos protagonizados pelos SuperDragões, na Amoreira, as virgens ofendidas – o tal «coro das velhas» que o Bernardino Barros denunciou existir – ainda não vieram a terreiro pugnar por uma qualquer interdição do estádio onde aqueles i-le-gais actuam a preceito, antes pelo contrário: esse “coro” tudo tem feito para que aqueles incidentes passem despercebidos junto das mesmas entidades a quem, em Janeiro último, pediam para punir eficaz e severamente o FC Porto.
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em suma:
não nos tomem por tolos, que o Sol, quando nasce é para tod@s, tal e qual como os Regulamentos que amiúde vêem a luz do dia, apesar de alguma «gloriosa» gabarolice que alguns i-le-gais persistem em alardear.
já é mais do que tempo desses i-le-gays serem punidos no rigor dos mesmos Regulamentos que invocam quando as situações acontecem com clubes mais a Norte.
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post scriptum pertinente:
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ó burro do Carvalho: «bardamerda» para ti também, pá!
(e aproveita o momento e leva contigo tod@s quant@s te veneram, pá!)

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disse!
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desmascarar o que já foi feito…

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nota introdutória:

esta “posta de pescada”® é a segunda de duas, vem no seguimento do que escrevi aqui, e no que entretanto já foi sendo (e muito bem) denunciado aqui (e-letter Dragões Diário), aqui e aqui (no imperdível “Universo Porto – da bancada“) e aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aquiaqui, aqui, aqui, aqui e aqui (na sempre inefável bluegosfera).
como não poderia deixar de ser, também vai honrar os pergaminhos e a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as bastas (© Silva) hiperligações e as diversas imagens (inclusive em gif), que não só para memória futura mas também.
e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral...
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caríssim@,

eu sou do tempo das diatribes entre o Paulinho Santos e o joão vieira pinto, o primeiro “piscineiro” de que tenho memória e muito anterior ao lima (aqui), ao jon-ass (aqui), ou ao guedes (aqui). num desses “bons momentos” (aqui), o primeiro “menino de ouro” (anterior ao deus renato das sandes, portanto) teve que ser operado ao maxilar porque e de acordo com a lenda, foi ao encontro do cotovelo do caxineiro. para a história, fica o registo da suspensão de três meses para o jogador portista enquanto o “menino” esteve de molho.
esta estória entronca no que a imagem acima regista e cujo lance pode ser (re)visto aqui: se a lesão que o Corona sofreu fosse mais grave do que as imagens documentam, é minha opinião que o jogador/lenhador que cometeu aquela ‘talochada’ deveria ficar o mesmo tempo que o internacional mexicano tivesse para recuperar. afinal, o precedente foi instituído em Março de 1998 (e, a meu ver, muito bem); desde então, não mais foi aplicado (e, a meu ver, mal, como se comprova).
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© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)

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de tudo o que pude ‘ouler’ sobre o que aconteceu no Domingo, no Bessa, mormente sobre a “arbitragem” do vermelhíssimo veríssimo, há dois lances que não mereceram qualquer destaque me(r)diático, mas que aconteceram de facto:

» um fora-de-jogo muito mal assinalado a Soares, sensivelmente aos 50′, em que este seguia isolado para a área do clube da rotunda, e depois de uma excelente desmarcação de André²;

» uma dupla falta, a meio-campo, cometida pelo mesmo lenhador (carraça), sensivelmente aos 92′, “ambas as duas” merecedoras (no mínimo) de cartão amarelo – o que, no caso, seria o segundo para aquele. então a entrada sobre o Alex Telles, até arrepia…
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em suma:
o que fica do ‘derby‘ é (também) o cheiro a uma “encomenda” que só não foi avante porque fomos bravos, valentes, valorosos – tod@s nós, da Equipa, ‘staff’ técnico e dirigentes, aos adeptos obviamente.
e que houve uma gritante («gloriosa»?) dualidade de critérios na aplicação das Leis do Jogo.
e que, no meio do sururu, ao intervalo, gostei muito de ver o Nuno a defender os seus, sem esperar pelo divino Espírito Santo.
e que o Victorio Páez foi expulso, por acumulação de amarelos por “isto” aqui:
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neste entretanto, o 5lb realizou dois jogos, ambos decididos por lances duvidosos (no mínimo e para ser gentil) e em encontros em que se estavam a ver gregos para levar de vencida o chaves (em casa, para o campeonato) e o estoril (na Amoreira, na primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal).
eis duas imagens que, na minha óptica, resumem o que se passou nesses encontros:
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parece que, apesar de alguma unanimidade entre ex-apitadores (aqui), estes lances não foram merecedores de constar no rol das queixinhas que o Orelhas apresentou aos salmonelas do Conselho de Arbitragem da FPF.
e diz que o sonso não se quis pronunciar sobre o primeiro lance (também aqui, com forte expressão corporal) e que, no segundo, afirmou (e cito) «os pés estão em jogo, o corpo não» (!!!), quando o grego, antes do passe, estava plantado na grande área. é certo que este sonso só fala «quando tiver que falar», mas quando o faz, mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo. ai!, espera lá… ups…
e que o Orelhas concedeu uma entrevista ao lixo tóxico do grupo cofina, para debitar a habitual propaganda e sossegar as hostes acerca do tão propalado tetra da treta, o novo desígnio nacional.
e que houve uma revisitação “muito fixe” de Christian Fischer, mas sem qualquer punição para o luís grande – talvez porque tenha sido (mais) uma ilusão, talvez em homenagem aos 400 jogos, talvez porque seja (novamente) um elemento integrante do clube do regime, talvez…
e que, perante este desvirtuar da (tão propalada) verdade desportiva – com a validação irregular de um lance capital e que decidiu os primeiros 90′ de uma partida de (pelo menos) 180′ – e depois de todo o frenesim em torno do jogo ante o tondela, consta que não houve quaisquer rasgar das vestes pela parte dos pés-de-microfone e dos sabujos habituais do jornalixo tuga, e que estas foram as capas dos pasquins de hoje:
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em tudo “isto”, uma certeza: aconteceu em período carnavalesco e para não ser levado a mal pelos demais. pois eu não gostei nem um bocadinho…
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bem sei que a “posta” já vai longa, mas este último capítulo vem ao encontro de tudo o que então afirmei, com epicentro na foto em cima.
aqui, aqui e também aqui, temos acesso a umas «gloriosas» escutas que envolvem habituais comentadores afectos à agremiação de carnide. o seu teor é muito interessante, sobretudo se o (cor)relacionarmos com estas imagens aqui, aqui e aqui. ou seja: os três porquinhos, presentes naquela imagem ali em cima, e que negam sempre que não há concertação sobre a propaganda a difundir nos programas de “debate televisivo” sobre o nosso comezinho futebolzinho, foram caços “com a boca na botija”. mais uma vez. e as justificações que entretanto apresentaram – aqui e aqui em texto; aqui em vídeo e por puro divertimento no que se alega em defesa do indefensável – são (no mínimo) muito risíveis e muito pouco convincentes.
é que toda a gente que gasta um pouco do seu tempo a ‘ouver’ tais programas [olá, Jorge! 😉 ] já lhes destapou a careca, há muito: é óbvio que há concertação, tal é a similaridade dos temas que abordam, bem como das expressões que empregam. as últimas e a propósito da nossa cor, são «a escola de mergulhos do Dragão» – visando o André Silva e o Soares – e a «invasão do Centro de Treinos do Polo Profissional dos Árbitros na cidade da Maia por parte de elementos afectos à claque do FCP» – cuja falácia é muito bem desmentida aqui.

em conclusão:
é conveniente estarmos atentos ao que a propaganda nos (in)tenta impingir, mas igualmente e sobretudo unidos* em torno da nossa Equipa do coração, tendo presente que o “inimigo”, esse «polvo» assente em muito #colinho e sempre envolto num #mantoprotector, reside fora de portas e não vacila perante aquele que é o desígnio nacional: o tetracampeonato da treta.
(* sendo que União não significa que sejamos acríticos; estas, a existir – e existem, porque o Clube não é perfeito – têm é que ser justas e tecidas com sentido de responsabilidade porque desengane-se quem considera que a bluegosfera é exclusiva dos portistas…)
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disse!
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ganhámos (o direito a sonhar)

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caríssim@,

antes de tudo, duas advertênciasum pedido e um ‘off-reco(rd):

» advertências:
esta “posta de pescada” vai ser um tanto ou quanto para o looong… para o comprid… vai ser um testament… vai honrar com a imagem de marca deste espaço de discussão pública.
esta “posta” vai ter muitas imagens (e não são dessas).

» pedido:
como já deves ter reparado, ultimamente a frequência com que comunico contigo não é tão regular quanto o desejável. comparando com um Passado recentíssimo, deixou de ser (quase) diária para se cingir uma intermitência pior do que as hesitações de passe do Herrera em zonas nevrálgicas do meio-campo.
tal deve-se (sobretudo) a motivos profissionais, os quais me impedem desse contacto harmoniosamente contínuo que tanto prezo e estimo, e que, no Presente, não é possível (de todo!).
assim sendo e mais uma vez, os meus sinceros pedidos de desculpas por quaisquer eventuais transtornos que te possa causar.

» ‘off-reco(rd)‘:
senhoras e senhores da tap, e do turismo de lisbo… de “portugal”, e da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, e das demais entidades públicas e/ou privadas que ficaram “muito contentes” com o facto da cidade do Porto, pela terceira vez e, desta feita, por total unanimidade (forasteira), ter conseguido o honroso galardão de “Destino Turístico Europeu de 2017“:
a vossa azia é (também) a “gasolina” que faz mover esta Região e o motivo principal pelo qual a reivindicação de mais e melhor descentralização, é muito premente, nos tempos que correm. não compreender que, com aquele prémio, quem vence é igualmente todo um País com pouco mais de 92000 km², é ser demasiado atávico, mesquinho, desditoso, para com toda a restante «paisagem» daquele e que é tudo menos subserviente (servil?) àquela outra e a quem diariamente (in)tenta que se lhe deve prestar vassalagem – ou não fosse a capital do Império… -, mas que, invejosa, não tolera os sucessos da primeira – o tal «resto» que (dizem) não passa de «paisagem».
pelos vistos, é a esta diversidade de «paisagens», com total primazia para a cidade do Porto, que os forasteiros que nos visitam preferem e que quem reside na dita capital do Império persiste em apelidar de «bacoco» por, por exemplo, não compreender o bairrismo intrínseco às suas gentes (algo que faz parte do seu ADN e que não se consegue explicar por palavras) – e já para não referir essa evidência de não perceber as multiplicidades geográfica e demográfica, que a expressão «o Norte» encerra nela própria (como se a região do Alto Douro fosse em tudo idêntica à do Minho, e o Vale do Sousa fosse similar à Ria de Aveiro)…
resumidamente e para não ser (ainda mais) fastidioso:
«que la chupen y que la sigan chupando. y sigan mamando.» ¡y olé, carago!
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neste entretanto, parece que ganhámos em Guimarães e conquistámos o castelo – um feito que, para o campeonato, já não era conseguido desde Fevereiro de 2013. e refiro «parece» porque, depois do muito que pude ler por essa bluegosfera fora e nalgumas redes sociais, o desânimo por não ter havido “ópera” superou o facto de termos levado de vencida dois obstáculos muito difíceis: o spórtém (na nossa fortaleza) e o Vitória (no seu reduto).
p
ara lá do que entrementes (brilhantes) escreveu o Silva e da muito bem observada questão da competência, da autofagia à Porto assertivamente abordada pelo Jorge e da pertinente crítica construtiva aos críticos daquela partida pela parte do caríssimo Vila Pouca, permite-me só esta observação (pertinente?):

é certo que, no jogo em causa e depois da exibição frente aos calimeros, durante muito tempo (deu a impressão que) não jogámos um caralho, tal a forma como se preferiu a solidez da defesa em detrimento dos méritos de um ataque (continuado?) e da famigerada «posse de bola» (mesmo que inócua) – e, no meu entendimento, há uma explicação para que tal tenha sucedido (e já lá vamos).
e é correcto afirmar-se que, em grande parte da partida, houve um permanente sobressalto em cada portista, sempre com a pergunta pendente de “quando é que este gajo [o Nuno] faz alguma coisa? está à espera que chova, só pode… ou então, da intervenção do divino Espírito Santo (nem que seja o de orelha)”…
e, sim!, só após a entrada do Diogo Jota é que soubemos controlar a partida e desferir o “golpe de misericórdia” na mesma e nas aspirações do Vitória SC (e não só) em relação a um hipotético empate.
mas, mesmo assim, ganhámos, porra! outros anos houve e até muito recentes, em que jogámos bem melhor do que no Sábado e perdemos (ou empatámos, o que vai dar ao mesmo em termos de “sabor” e de amargura), para gáudio dos mesmos que, em tempos (não muito) idos, se agarravam ao «pragmatismo» nas vitórias e, agora, (in)tentam-nos lançar poeira (#madeinporta18 ?) com estatísticas que, no cômputo geral, apenas e só referem o que, para mim, é Essencial: marcámos mais golos do que o adversário – com (ou sem) muita posse de bola, com menos cantos do que os outros, com mais remates enquadrados (ou não), quero lá saber! na fase em que estamos no campeonato e com todas as vicissitudes por que já passámos, mais do que “sonatas” e/ou “cantatas“, eu só quero os três pontos em cada um dos jogos que nos faltam disputar; o resto é paisagem (ou «’peaners‘»).

ou seja (e em suma):
é como afirma o “4lusos” e eu corroboro (com os destaques a serem da minha responsabilidade):
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« é evidente que há trabalho feito. É evidente que isto não cai do céu. É claro que o treinador tem a sua responsabilidade e mérito, mesmo que aqui e acolá, eu veja muitas lacunas nas suas decisões (recentes e distantes), em vários jogos e em momentos decisivos de alguns jogos.
sou (e fui!) muito crítico, não raras vezes, em relação a Nuno Espírito Santo [NES]; mas e se for motivo para elogiar, também sei dar-lhe mérito e reconhecer-lhe qualidades, e fá-lo-ei sem qualquer tipo de hesitação.
não sou apologista de NES, nem da forma como dirige e gere a equipa durante os jogos; mas tenho a forte esperança de que possa levar esta equipa a bom porto, dando (e acho que ainda esta época) uma alegria a todos os sócios e adeptos portistas. »
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e, também, como afirma o sr. Remígio Costa:
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« na hora de aproveitar um belo (e útil) triunfo há (ainda) quem insista em ver o “copo meio vazio”. facilitam a vida aos que fazem o trabalho sujo dos nossos adversários, tentando desprestigiar e desvalorizar os nossos sucessos… »
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e, de certa forma, não deixam de ter a sua razão. e tomemos por exemplo o jogo de ontem, a contar para a Champions, em que o Borussia visitou a agremiação de Carnide. rezam as famigeradas estatísticas da partida em causa que o 5lb levou um banho de bola e que, não fosse o seu guarda-redes, a humilhação seria inevitável. porém e para quem (como eu) não viu o jogo, o que as capas dos pasquins lá do burgo transmitem são autênticos orgasmos punheteiros (aqui), com números em tudo idênticos aos que apresentámos ante o todo-poderoso actual terceiro classificado da Liga…
ou seja: o que sobra, para contar à maralha lampiónica, é a vitória ante um super-Dortmund (mesmo que em crise) e o facto de estarem em vantagem para a segunda mão desta eliminatória; ao contrário de muitos de nós e de José Manuel Ribeiro, hoje no seu editorial “memento mori” (aqui), e por mais Razão que lhes assista, ninguém se preocupou em transmitir a ideia de um 5lb recolhido e acantonado no seu meio-campo, à espera de um milagre (que curiosamente viria a acontecer)…
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a propósito da partida de Guimarães, há algo que, para mim, dela não se pode dissociar: a vergonhosa arbitragem do xistrema.
sem querer ser muito enfadonho, tenho, para mim, que a “encomenda” esteve lá, bem presente no D. Afonso Henriques, e que tudo (in)tentou mas…. não teve a Sorte pelo seu lado. é que muito do (nosso) jogo pastoso da primeira parte também se deveu (e muito!) às inúmeras apitadelas do ‘shôr‘ carlos, sempre muito solícito a interromper o seu normal desenvolvimento, assinalando (de pronto!) todas as faltas, faltinhas e faltecas, a favor do Vitória, e num fulgor inversamente proporcional ao “pau” que permitiu (sempre!) aos jogadores da equipa visitada. e, se dúvidas houver do que afirmo, a imagem que se segue é basta elucidativa:
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“ah! mas houve um ‘penálte’ a favor do Guimarães, aos 38′. foi descarado o benefício em vosso favor! não fosse o árbitro e o Victorio Páez não teria terminado o jogo! tem vergonha na cara!”
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com mais ou menos insultos à mistura, este foi um comentário (dos vários) que recebi nos últimos dias. percebe-se o teor e o alcance da “indignação” lampiónica, muito pouco dada a ser afrontada com a “tal” verdade desportiva por que tanto pugna(va).
convém recordar que, aos 38′, estava 0-1, a favor do FC Porto e que o Victorio viu um amarelo aos 40′. se eventualmente tivesse visto amarelo aos 38′, tal significaria que, a partir desse momento, e num jogo hipotético que não veio a acontecer, teria o mesmo recato que demonstrou no que restou da partida.
mesmo assim e para os lampiões que por aqui passam, eis duas imagens que (também) ajudarão a elucidar as suas mentes (torpes):
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[diz que este não conta como ‘penálte’. que o vesgo do piç… que o vesgo do pizzi também fez falta igual, contra o spórtém e que não contou… pois, ‘tá bem abelha… tivesse este lance ocorrido na nossa grande área, e com muita certeza que teria sido assinalada grande penalidade (com posterior expulsão do Danilo, bem entendido).]

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ah! e sobre a questão da «vergonha na cara»:

(não) ter «vergonha na cara» é andar a apregoar, aos quatro ventos, que há «ameaças a árbitros» mas só a Norte, e mesmo que perpetradas por dois indivíduos que vestiam artefactos identificáveis com uma das claques legalizadas do FC Porto e que qualquer um de nós pode comprar, independentemente do clube do coração…, “esquecendo-se”, de uma forma «gloriosa», de também abordar estas ameaças aqui e que (pasme-se!) foram devidamente comprovadas em Tribunal.
(não) ter «vergonha na cara» é fazer alarde de «muita coação» “esquecendo-se”, de uma assaz «gloriosa», que “a tal” coacção já remonta à década de ’90 (pelo menos) e também para os lados de Carnide.
(não) ter «vergonha na cara» é fazer um banzé com os «buracos azuis» sonegando (mas de forma «gloriosa»!) que a actual direcção da $AD do 5lb deve a este mundo e ao outro também – (pelo menos) ao BPN e ao BES.

(não) ter «vergonha na cara» é um pouco de tudo isto, “esquecendo-se” que a agremiação por que sofrem do coração tem muitos (bastos!) “telhados de vidro” que convém ocultar da mesmíssima maralha para quem diariamente se fazem capas jactantes (vulgo fardos de palha) como estas aqui.
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por último e em relação à imagem acima, a qual não encontrei em nenhum lado e sobre um lance – aqui, a partir dos 01:32:38 – que não aparece descrito em nenhum “relato” dos pasquins que o fizeram ‘online‘.

este lance passou em claro ao apitador de serviço. se tivesse sido julgado e conforme o refere o tribunal de ex-apitadores (aqui), muito provavelmente o adrien [valente escarro] não teria terminado a partida em Moreira de Cónegos e (espanto!) muito provavelmente não teria a oportunidade de marcar o terceiro golo dos calimeros. mas, mais do que esse hipotético “se”, a visualização daquele lance, no imediato, recordou-me aquele outro, o da expulsão do imbula, no Bessa, no ano passado, para a Taça de Portugal (aqui).
ou seja: mais uma vez questiono sobre quais são os critérios para este tipo de lances? é que, se os há, são muito “difusos” e propensos às mais diversificadas interpretações (opiniões)… ‘oh, wait!‘…

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disse!
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do Assis, esse santinho…

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caríssim@,

provavelmente já virei tarde com os meus bitaites, mas tenho que o escrever. mesmo. sob pena de explodir (e estou certo de que não será só de raiva acumulada, mas também).

diz que esta Segunda-feira, o nosso querido líder terá contactado o seu homólogo do Desportivo de Chaves «a desobrigá-lo do compromisso que tinha para com o FC Porto, em relação ao jogador rafael assis» – e cujo nome de baptismo escrevi propositadamente em minúsculas, por corresponder ao seu “enorme estatuto” enquanto pessoa, e como se constatará adiante.

nas palavras de Francisco J. Marques, actual Director de Comunicação do FC Porto, no mais recente episódio do programa “Universo Porto – da bancada” (vídeo integral aqui), o Clube desistiu daquela contratação «tendo em conta o comportamento do jogador brasileiro e do seu empresário* – ou melhor: da pessoa com que se fez acompanhar [Marcelo Lipatin**] na reunião que teve lugar no Estádio do Dragão, na passada Sexta-feira».
(* consta que o jogador, até àquela reunião, era representado/agenciado pela MNM Sports Management – uma sociedade, entre outros, dos antigos futebolistas do Vitória SC Pedro Mendes, Nuno Assis e Fernando Meira…)
(** antigo futebolista uruguaio, com passagem por Portugal e actualmente… exacto, agente de jogadores, devidamente credenciado, proprietário da Lipatin Sports…)

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no entanto, também consta por aí
 que, depois daquela reunião, o jogador brasileiro terá ficado «ressentido com o que por lá se passou, principalmente por não ter sido possível tirar uma fotografia com a camisola do clube, ficar com uma cópia do contrato ou até tirar uma fotografia ao contrato». mas, como a fonte dessa “notícia” é o pravda da Travessa da Queimada, estamos conversados acerca da sua fiabilidade e/ou veracidade e/ou verdade…

convém também não esquecer que, até àquela reunião, o médio defensivo brasileiro estava a ser disputado por nós e pelos gverreiros lampiões do Minho, os quais e nas palavras do seu novel treinador (basto azeiteiro), até terão ficado algo (des)agradados pela nossa intromissão naquele negócio, «numa manifestação claríssima de grande respeito do FC Porto pelo sc braga»***.
(*** curiosamente ou talvez não, a mesmíssima agremiação que demonstrou «um grande respeito» pelo FC Porto no negócio (desvio?) do outro rafa para carnide, promovendo um leilão que ultrapassou todas as regras de cordialidade que deveriam imperar sempre e não só agora – ou melhor, na altura em que o chulão do jorge simão, esse azeiteiro!, resolveu invocar a tal «manifestação claríssima de grande respeito»… e é também a mesmíssima agremiação que demonstrou, de forma clara e inequívoca, um «grande respeito» pelo FC Porto com esta nomeação para o galardão de «guerreiro solidário» (!!!), na sua mais recente gala.)
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em suma e nesta amálgama de factos (poucos), aos quais se somam suposições e/ou falácias próprias de ‘mentideros‘, e aos quais se subtraem (sobressaem?) julgamentos de carácter e/ou de personalidade – no caso deste assis, a sua falta:

» à justificação oficial do Clube para que este negócio tenha abortado, e por mais «pífio» que aquele argumento possa parecer aos demais (e conforme pude ler por aí, nas caixas de comentários da bluegosfera), parece que o jogador brasileiro terá optado pelo imediatismo das milenas imediatas com que os despeitosos dos bracarenses lhe acenaram, ao invés de permanecer em terras flavienses, sob contrato do FC Porto, e com a garantia de que, em Julho estaria com um salário bem melhor do que o actual.

» também se torna por demais evidente que, àquela (nada despicienda) questão monetária, o jogador optou por um projecto desportivo que se encontra e estará sempre aquém do do FC Porto, e por mais anos que estivermos sem ganhar um título de campeão nacional, e por mais (patéticas) declarações* de “amor patético” (platónico? placónico?) que se teçam.
(* «disputar títulos»?! no sc braga?! ok… Taça de Portugal e ex-taça da bjeKa… já não é mau, não senhor. quanto ao «tamanho do clube» dos gverreiros, ele é inversamente proporcional ao da nossa dignidade enquanto portistas – e por mais arrogante, sobranceira, soberba, insolente, que possa parecer esta minha afirmação.

» é igualmente perceptível que o Clube recomeçou a valorizar aquele que deverá ser o padrão maior na contratação de um jogador, e para lá dos seus dotes futebolísticos: o Carácter da sua personalidade – e o do assis está muito aquém do exigido para os padrões de um clube como é o Futebol Clube do Porto. e este é um facto que, no meu entendimento, ultrapassa questões (igualmente válidas, com certeza) como sejam as do nosso clube do coração actualmente já não cativar como num Passado recente, ou as das implicações que os constrangimentos financeiros impõem no seu quotidiano.
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por tudo “isto”, não me importo mesmo nada que o “santinho” (de pau oco?) do assis tenha romado a outras sés, porventura mais abastadas do que a nossa; o Futuro também a poderá desmentir, mas estou certo de que este encarregar-se-á de confirmar a firme convicção, de quem comanda os destinos da $AD portista, de que aquele era um mau negócio, que não no seu plano desportivo. é que acho que tod@s nós ainda nos recordamos das lições retiradas com o paulo assunção
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disse!
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concertação externa

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caríssim@,

aviso, desde já e porque o interregno dura quase há uma semana, que esta “posta de pescada”® será um tanto ou quanto extensa – vulgo testament… texto longo – pelo que não descurará aquela que é a imagem de marca deste espaço da bluegosfera. portanto e se assim o entenderes, não te esqueças de ir ao frigorífico buscar um chá de cevada, para acompanhares ao longo desta leitura (que será igualmente longa). e não!, não se trata de um eufemismo, pelo que não precisas de ir à rua, que está muito frio e tal; é mesmo ali à cozinha, onde guardas as geladinhas

também informo que a mesma vem no seguimento das denúncias que surgiram no último “Universo Porto – da bancada” (vídeo aqui) e destas outras aqui e aqui (da autoria do caríssimo Vila Pouca), e destoutras aquiaqui, aqui e aqui (da autoria do caríssimo Jorge Vassalo), cujos seus teor e finalidade subscrevo e na íntegra*.
(*e é para que se possa afirmar, à boca cheia, que, de facto, «isto dos blogues portistas está tudo concuminado» [sic], que efectivamente «somos todos uma cambada, uma seita do pior», e que «só publicamos as opiniões que a $AD nos impinge»… diz que, por vezes, também pensamos pela nossa própria cabeça, mas tem dias, porque é muito raro (para além de proibido)… <modo de ironia ‘off’>).

vamos lá, então, que se faz tarde e eu tenho os chouriços a curar…
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sim!, as duas capas que o pravda da Travessa da Queimada trouxe à estampa, no passado final-de-semana, são basto (© Silva) risíveis. basicamente, aos sabujos e pés-de-microfone, a soldo no jornalixo e nos me(r)dia tugas, saiu-lhes um «autocarro» pelo «mal menor» – a tod@s eles, sem excepção. temos pena (mas não muita)…

sim!, é verdade que o «professor» rui [pausa para sonora gargalhada] armou-se num finório velhaco dissimulado, quando afirmou (e cito, também para memória futura, com os negritos a serem da minha responsabilidade):

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« foi um início atípico, a todos os níveis, nós a falhar algumas bolas e o Boavista a marcar nas três ocasiões que criou.
há um conjunto de irregularidades, mas não vou ser eu que vou estar a discutir isso.
há um conjunto de situações menos positivas, mas quero é falar de Futebol.
»
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ele sabe, tal&qual como tod@s nós, que não precisa de abrir a boca.
ele sabe que há muito “boa gente” que se presta (preza?) a fazer o “trabalho de sapa” (ou será no Sapo, em Penafiel?…).
ele sabe que basta imitar o “parsidente”, e deixar que sejam os peões de brega a passar a “gloriosa” mensagem (cassete? propaganda?), muitas vezes previamente concertada e tantas e tantas vezes estudada, por forma a não falhar rigorosamente nada.
assim como ele sabe que só pode gozar deste beneplácito porque se encontra por Carnide. aliás, se dúvidas houver (que não há!), tome-se como exemplo o do «catedrático» da Segunda Circular que, só por ter atravessado a rua, já não tem o estatuto de que beneficiava há meros dois anos…
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© google
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a imagem gif acima data de um jogo, em em Setembro de 2015, a contar para a Champions. ainda hoje estou convencido de que foi pelo seu resultado final e pelo seu significado, que aí, em Kiev, começou o princípio do fim para «o basco», no nosso Clube.
ela está exposta para aqueles que julgam que o terceiro golo da agremiação portuense com nome de rotunda, em pleno galinheiro, foi «ilegal». é que, também ainda hoje, não esqueço o enxovalho público a que tod@s nós fomos sujeit@s, não só pelos lampiões, mas sobretudo por aqueles mesmos pasquineiros referidos ali em cima, que então atestaram da sua legalidade. efectiva e comprovadamente não têm coluna vertebral. nem dignidade. nem brio profissional. nem rigor. nem isenção. são uma cambada cheia de truques jornalísticos da treta, é o que é…
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© pravda
(clicar na imagem para ampliar)

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a imagem acima refere-se ao mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes, patente na edição impressa do pravda de hoje, e que também pode ser lido aqui, aqui e aqui (em jpg) e aqui (em pdf), e com o qual concordo. em. absoluto. (ouBistes, ó Silva? 😉 ).

dessa edição impressa fazem parte duas entrevistas: uma ao bitó pereira (aqui) e outra ao burgesso do sousa cintra (aqui). duas breves notas, sobre “ambas as duas”:

» da entrevista ao bitó ressalta a ideia de alguém muito ressabiado para com o FC Porto – não só nas pessoas que o dirigem, mas também para com os seus adeptos (massa assoBiativa em particular).
dessa entrevista, ressalvo aquela passagem em que afirma «vamos ver quando é que o FC Porto volta a ganhar». por mim, até podemos demorar mais dezanove anos que manterei, não só o meu Amor indefectível para com o Clube, como a mesma opinião sobre o bitó: bom moço, que já foi mais humilde do que o que é (ou então enganou bem…), mas que pôs a equipa a praticar um futebol que me deu sono. e por mais do que uma vez. e inclusive no estádio. e não fosse o Kelvin, em dois momentos, no Estádio do Dragão, ante os gverreiros lampiões do Minho, e não teria havido o “tal” ‘special K’.
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» a entrevista ao burgesso tem honras de chamada de capa, no pasquim em causa, destacando-se um «no meu tempo era tudo viciado». lá dentro, a páginas 08, em grandes parangonas, lá vem o (estafado) «era Pinto da Costa a comandar as arbitragens» [longo suspiro].
a minha pergunta é só uma e sobre um «notável» da agremiação que ficou com a fama de depositar dois mil euros, a mando de um seu vice-presidente no activo, na conta de um árbitro assistente nas vésperas de uma partida para a Taça de Portugal: haverá responsabilidade criminal para este “cavalheiro”? é que o que ele afirma é grave, e punível na Justiça cível por crime de difamação, calúnia e injúria.

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disse!
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roubos…

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qual é, para mim, o «roubo do dia?»
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no que a mim diz respeito e para já, “só” o de Sábado passado, quando toda uma Equipa roubou, não só a minha dignidade* enquanto portista, mas também (mais) uma réstia da (pouca) Esperança que (ainda) acalento de, em Maio próximo, poder estar a festejar o nosso 28º título de Campeão Nacional português…
a ver vamos o que nos reserva o próximo Domingo. conto lá estar, no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, para ajudar a conquistar três tão importantes pontos. e a minorar toda esta mágoa que ainda sinto dentro de mim…

* é que, depois das denúncias ao longo de toda uma semana como há muito não acontecia, em Portugal, não sou só eu a ouvir estridentes, sibilantes, gloriosas «gargalhadas alarves» dentro da minha cabeça… e isso incomoda-me. muito. basto. bué.

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disse!
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(des)igualdades…

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caríssim@,

tempos muito agitados, estes, que se vivem actualmente no nosso comezinho futebolzinho tuga, com anúncios de «reuniões de emergência», denúncias de «ameaças», desmentidos avulsos e o diabo a sete… e ainda bem que assim é, pois que, no meu entendimento, significa que o «forrobodó» tem os dias contados. e igualmente que muito “boa gente” terá que sossegar a periquita com a treta do tetra que gloriosamente se deseja que aconteça, nem que seja por decreto…

com estas linhas (#notmadeinporta18) não pretendo repetir o que entretanto já se afirmou peremptoriamente aqui, aqui, aqui, aquiaqui, aqui, aqui, aqui, aqui e também aqui, porque secundo cada uma daquelas fortes convicções de correlegionários desta nobre causa, e que é a defesa intransigente dos direitos do nosso clube do coração e de Sempre: essa instituição centenária que dá pelo nome de Futebol Clube do Porto e que deveria merecer igual respeito que outras, sediadas lá para os lados da Segunda Circular (já lá vamos).
mesmo assim e apesar de todo o escarcéu, não deixa de ser assaz curioso que só depois do descalabro calimero em Setúbal, e para uma competição da treta como é esta taça da liga, é que as instâncias superiores que controlam o sector da arbitragem tuga resolveram sair a terreiro. só depois do alvoroço criado pela agremiação do Lumiar é que se fizeram manchetes com o que, até então, era olhado de soslaio por aquelas mesmas instâncias – e conforme se confirma na imagem acima. só depois das denúncias de «factos», pela parte de um «catedrático» do nosso comezinho futebolzinho, é que essas mesmas instâncias resolveram “agir”, agendando «reuniões de emergência» (certamente que da treta, porquanto que darão em nada). atente-se que só depois, não antes, quando denunciámos, via Porto Canal (aqui) e e-letter Dragões Diário (aqui e aqui), factos igualmente graves, lesivos da Verdade Desportiva nas várias competições internas em que o Clube participou, e que deveriam suscitar, não só muito incómodo e basta preocupação, mas também uma motivação suplementar para se averiguar da sua veracidade, por parte daquelas mesmíssimas instâncias. ao invés, o que até então se constatou foi a uma série de episódios avulsos e sem qualquer cariz de inquietação, por mais pequena que fosse – principalmente num artigo de opinião onde, para lá de se sossegar a maralha com o chavão (gasto, estafado) da «importância do diálogo com todos os agentes desportivos», exige-se a «responsabilização [sempre que] a dignidade e a honra dos árbitros seja colocada em causa, na defesa dos árbitros, da arbitragem e do futebol português» – vulgo “lei da rolha”, porque «2016 foi um ano fantástico para o futebol português. 2017 tem tudo para voltar a sê-lo»…

em suma:
(com)prova-se que perdemos demasiado tempo quando, vilipendiados na nossa Honra, na nossa Dignidade, no nosso bom-nome, no Respeito que merecemos, optámos por um (in)consciente silêncio sepulcral.
(com)prova-se que, apesar de ainda irmos a tempo de reverter aquela situação – e por mais antagónico que seja e/ou que pareça – a nossa voz não possui o mesmo (i)mediatismo que as das agremiações afectas à Segunda Circular, #notsportemlisbon incluído (!!!) (mais uma vez atente-se para a imagem acima e tirem-se as devidas ilações).
(com)prova-se que é este o caminho que se deve seguir: o da denúncia pública de factos que comprovadamente lesam a (em tempos, tão propalada mas entretanto sonegada) Verdade Desportiva, e que atentam à seriedade das competições. e que esse caminho é sinuoso. e basto extenso (olá, Silva!). e com muitos “espinhos” (ou serão «polvos»? ou «monstros»?). e que trará mais dores de cabeça e indisposições do que agrados. mas que é efectivamente este o caminho a trilhar.
(com)prova-se que, mais do que «um canal com clube», a (in)tentar uma via generalista que dificilmente há-de almejar, o Porto Canal deverá ser a via privilegiada para se denunciarem os «polvos» que mais ordenam no nosso futebolzinho da treta. sim!, a e-letter tem mérito, as contas oficiais nas redes sociais também são válidas, mas o impacto do canal de televisão é muito superior àquelas e apesar de ter um ‘share‘ residual se comparado com outros canais de informação.
(com)prova-se que seria benéfico que, nos programas televisivos de “debate” daquele mesmo futebolzinho, os comentadores afectos ao FC Porto e porque estão em sua representação, no mínimo, dever-se-iam inspirar no saudoso Pôncio Monteiro para evitarem silêncios cúmplices (allô, Manuel Serrão!) e/ou abanos de cabeça coniventes (hello, Guilherme Aguiar!). não tenham medo de serem maus rapazes, de se exporem e eventualmente de se “queimarem”, e sejam mais acutilantes e incisivos, na defesa da nossa dama. ouçam aqui como se deve fazer, chamando (literalmente) os “bois” pelos seus nomes de baptismo, e por muito incómodo que cause ao moderador do programa. Ontem já era demasiado tarde…
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«joguem mazé à bola e deixem-se de tretas!»

sei que o testament… que este textinho já vai longo, mas não quero terminá-lo sem expor o seguinte ponto de vista:

invariavelmente aquele sido este o “argumento” com que tenho sido brindado desde que o escândalo do «polvo» rebentou – seja na caixa de comentários do blogue, seja no local de trabalho.
a quem assim “pensa” e normalmente também sustenta a sua verborreia com a falácia «dos anos 90» e do «controlo do Sistema», e para lá do ‘pito dourado e do pífio final, aconselho a que atentem na imagem acima *, e façam esse enorme esforço de inverterem a cor da camisola dos apitadores em causa. o que já não se teria dito e/ou escrito e/ou comentado se aqueles fossem adeptos confessos de um clube mais a Norte do Rio Mondego? é que eu não tenho memória de passarinho e recordo-me bem do que, em tempos, na “tal” década de ’90, muito “boa gente”, afecta à agremiação de Carnide, com o zarolho à cabeça, zurziu em torno da confissão de Martins dos Santos ser adepto do FC Porto. e, sem querer recuar muito no Tempo, do que se aventa sobre o «super dragão» roubar… duarte gomes…
ah! e para que conste: o que se “pede” não são benefícios e que, a partir de agora, os campos comecem a se inclinar a nosso favor, e que se subvertam as leis do jogo em nosso benefício; o que se pretende é que essas mesmas regras sejam respeitadas independentemente da cor das camisolas e que, de uma vez por todas, haja uniformidade nos critérios com que as mesmas são aplicadas – algo que está em falta há (pelo menos) uma década, com total descalabro na que se encontra em curso.
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(* e naquela imagem falta o famigerado rufiola de Guimarães…)
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disse!
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para memória futura (parte V)…

© zerozero | Tomo III
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esta arbitragem desvirtua completamente esta competição! o encontro fica decidido por um lance. era um jogo muito importante para nós, que valia a passagem à meia-final da Taça da Liga – uma competição que queríamos muito ganhar. mas nomearam árbitros sem experiência e com pouca capacidade para os jogos dos três grandes. isto demonstra que não devem ter muito interesse nesta competição…
durante o jogo poderíamos ter feito o segundo golo, em várias ocasiões. o
spórtém está a ser prejudicado com muita facilidade: a favor do spórtém dificilmente se marca; em lances contra, é muito fácil marcar. é uma falta de respeito para com o spórtém, que é um grande clube, assim como para com os seus adeptos e para com os seus profissionais.
em tantos anos de futebol nunca vivi uma coisa destas! fizemos o que tínhamos que fazer mas, mais uma vez, passaram-se coisas que não conseguimos controlar.
estamos a chegar à final da competição e nomearam árbitros com pouca experiência e com pouco nome… a Equipa “sentiu o golpe” de ser eliminada e da maneira como foi! isto deixa sequelas. já temos outro jogo Domingo mas ficámos afectados emocionalmente. não há motivos para isto acontecer! todos os que estiveram no estádio perceberam que é muito fácil prejudicar o
spórtém… queríamos estar nas meias-finais e não vamos estar; queríamos vencer a competição e já não podemos. foi uma injustiça! saímos da competição devido a erros de terceiros…
o
spórtém poderia ter feito o segundo golo por diversas vezes, mas não conseguiu. no entanto, o nosso trabalho estava feito. não é por aqui que se pode falar. o spórtém fez uma grande segunda parte e fez tudo para ganhar, mas não podemos alterar a realidade. não são desculpas, são factos!

mais uma… já começam a ser constantes, estas falhas. a Equipa está revoltada perante tantas decisões erradas. são demasiadas decisões erradas!
tenho dificuldades em encontrar as palavras para estas atitudes. vejo a mentalidade e o esforço desta equipa a treinar e nos jogos e, depois constantemente surgem estes erros… o ânimo da Equipa não é bom…
estes erros começam a ser muito frequentes e isso provoca uma frustração muito grande. trabalhámos bem, com muito sacrifício de todos e, depois, derrubam os nossos objectivos com outros factores…
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Setúbal, Janeiro de 2017.
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caríssim@,

sim!, as citações acima (e que se reproduzem para memória futura) poderiam ser de um qualquer elemento afecto à nossa equipa do coração e na presente época desportiva 2016/2017, mas… não: ao invés, são declarações exclusivas do treinador e do capitão da agremiação calimera do Lumiar, depois de uma derrota e consequente eliminação da fase final da ex-taça da bjeKa (ou taça da carica, ou da crica, ou do do raio que a parta!). e não deixa de ser extremamente curioso que o que se destaca a negrito naquelas, é coincidentemente idêntico ao que muito nós temos denunciado, esta temporada.
“a’tão, onde reside a (principal) diferença entre as queixas?”, estarás a perguntar (ou então, não). simples: os roubos de Catedral que denunciamos e que atentam à tão propalada Verdade Desportiva, são relegados para meras notas de rodapé nos pasquins do burgo e/ou não conferem aberturas de telejornais (e aqui não incluo o destaque que se confere às nossas derrotas desportivas) e/ou são tidos como meras calimerices; já os «factos» delatados pelos viscondes falidos do reino de Alvaláxia são (mais) uma oportunidade para tempo de antena gratuito ao burro do Carvalho – e para lá da antítese do destaque que os me(r)dia tugas (não) nos concedem, como se comprova aqui e aqui.

é (também!) por estas razões, de autêntica dualidade de critérios – arbitrais, editoriais, comunicacionais, de respeito (ou da falta dele), outros quaisquer – que saúdo o que foi (muito bem) dito no programa “Universo Porto – da bancada” de ontem (vídeo aqui), no Porto Canal. durante quase noventa minutos de emissão, mais do que um blá-blá-blá inconsequente, começámos a dar (literalmente) nomes aos bois do (outrora) «sistema» – actualmente parece que é mais «monstro», ou «polvo» (que é quem mais ordena, como se sabe) – e que até já ultrapassou as fronteiras do nosso comezinho futebolzinho de pacotilha…
aliás, neste caos em que se encontra o mundo dos apitadores tugas, só poderá haver um glorioso gáudio e um tremendo júbilo, por toda uma situação a tresandar ao que o burro do Carvalho exala de todas as vezes que se cruza com o seu congénere de Arouca, pela parte de quem é imensamente pequeno e de quem é tacanho o suficiente para menosprezar todo um esquema ardiloso, (muito) próprio dos que conscientemente opta(ra)m por «fazer isto por outro lado» e que consideram que «são mais importantes os lugares na Liga do que contratar bons jogadores»…

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disse!
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