«imagens inéditas»…

© google | Tomo III
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caríssim@,

em complemento ao que entretanto já foi (muito bem) escrito aqui, aqui, aqui, aqui e aqui, e que subscrevo, na íntegra, permite-me tecer só uns breves considerandos. atão, é assim (e situações pessoais à parte, tais como: dificuldade em adormecer e de uma forma calma, relaxada, tranquila; manter o bom humor, inclusive em família; ser cordato com os adversários):
depois do problemático empate com (imenso) sabor a derrota, em Paços de Ferreira, é por demais evidente que está muito difícil o assalto ao primeiro lugar do campeonato e, por inerência, o fim apotropaico do glorioso tetra da treta… no segundo lugar, (actualmente) a seis pontos de distância do que mais almejamos, num comezinho campeonatozinho fundamentado na estratégia do pontinho (e desde que seja ante o FC Porto e nunca, mas nunca!, contra o 5lb), é mesmo muita fruta*
também foi por demais evidente que, depois de uma semana como há muito não se via no Departamento de Comunicação do Clube, aquela “derrota” foi muito além de um tiro no pé: foi, por exemplo, o suficiente para um “pardal” arvorar-se em mais-maior-grande, num jogo em que foi muito pequenino. foi também o motivo principal para o «professor rui» conferir-nos uma certeira alfinetada, e que ainda me causa “urticária”. e foi o mote perfeito para os sabujos do costume, a soldo no jornalixo tuga, saírem a terreiro em defesa da sua mui gloriosa dama**, atacada (vilipendiada?) pelo mauzão do “bicho papão” do Norte. mau. muito mau. basto, até.

* o «polvo» que grassa pelo nosso comezinho futebolzinho é assaz curioso. por exemplo, não se impede de manifestar um glorioso exacerbamento clubístico, com um fervor incomum e, inclusive, incomparável – sequer nos idos anos ’90 (aqueles que os lampiões e o bêbado da Cunha, vulgarmente associam ao famigerado «sistema»).
para lá dos nomes que comummente se conotam com o 5lb – e que não é o da sua filial em Castelo Branco (bela localidade que permite mais uma rápida associação, em relação ao quotidiano da agremiação de Carnide, desta feita sobre a famigerada #porta18) – ele é o rui oliveira, ele é o valter rufo, ele é o luís godinho, ele é o fábio veríssimo e mais recentemente o «primo» bruno vieira
acho eu que são demasiados nomes de apitadores que estão no activo. acho eu que assim se explicam os campos inclinados sempre em nosso prejuízo e sempre a favor daquela agremiação. acho eu que, se aqueles nomes manifestassem publicamente uma devoção ardente pelo azul-e-branco, já teriam caído a Sé, o Carmo, a Trindade, os Clérigos, a Misericórdia, os Grilos, a de S. Francisco, os Congregados e demais igrejas do Grande Porto – assim como muitos alfaiates não teriam mãos a medir, tantas seriam as vestes rasgadas por aqueles mesmíssimos sabujos dos me(r)dia nacionais e do jornalixo tuga…

** eis só (mais) um exemplo do muito que esses crápulas, esses jornaleiros da treta, fazem em prol da “instituição”.
Segunda-feira de manhã, bem pela fresquinha, o lixo tóxico do grupo cofina – esse esgoto a céu aberto do jornalixo tuga – divulgou um vídeo onde alegava «imagens inéditas da expulsão de Danilo», em Moreira de Cónegos (e que também se divulga aqui, para se evitarem cliques em sítios muito pouco recomendáveis na Internet).
a legenda que acompanha esse vídeo refere que (e cito):

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« a expulsão de Danilo em casa do Moreirense, numa partida que ditou o afastamento do FC Porto da Taça CTT, causou muita polémica, pois os dragões e o próprio médio, dizem que o choque com o árbitro Luís Godinho foi acidental.
o Rascord teve acesso a novas imagens do lance, onde se percebe o que aconteceu nos momentos imediatamente anteriores, e que ajudam a perceber os motivos da expulsão do internacional português.
»
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de «imagens inéditas», de facto só se aquelas se referirem aos fios que são visíveis no lado esquerdo e que causam demasiado “ruído” na sua visualização. dos «motivos da expulsão», nem o próprio apitador os saberá, a qual foi ridicularizada em todo o planeta Terra. da «muita polémica», essa ainda dá que falar, porquanto que ninguém da FPF desmentiu o que a e-letter do Clube refere, com veemência, aqui
o que eu gostava de saber é como é que esses vendilhões de uma classe por demais subserviente e servil aos interesses do Carnide, tiveram a verdadeira desfaçatez, a autêntica filha-da-putice de publicar um vídeo cujo original é pertença do porco do hugo gil – uma página (mais do que) oficiosa do 5lb no faceboKas (!!!). e depois admiram-se de que sejam apelidados de prostitutos e de outros epítetos tais, porque, com estes actos conscientes, efectivamente demonstram à saciedade que o são!

já agora e sobre o lance do vídeo em questão:
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© google | Tomo III
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nesta imagem gif (não vá o vídeo ser gloriosamente denunciado…), logo no seu início, percebe-se o atraso deliberado do jogador do moreirense para o seu guarda-redes e que seria motivo para se assinalar um livre indirecto dentro daquela grande área, e a favor do FC Porto – lance sonegado pelo go(r)dinho e muito criticado pelos jogadores portistas, Danilo inclusive.
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© google | Tomo III
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nesta imagem gif percebe-se que o que o ‘rascord’ explicitamente alega ser «nada acidental», mais não é do que o Danilo a ganhar posição no terreno de jogo por forma a evitar um contra-ataque da equipa de Moreira de Cónegos.
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por último e bem mais importante:

muitos parabéns!, Jorge, pela honrosa menção do teu nome e do teu blogue no “Universo Porto” de Segunda-feira*.

vídeo integral do programa aqui. a parte mais importante do programa aqui.
(e para memória futura – porque comprova-se que “eles” lêem a bluegosfera)

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disse!
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então, está bem…

© Tomo III
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– agora não, que me dói a barriga…
– agora não, que dizem que vai chover…
– agora não, que joga o 5lb,
e eu tenho mais que fazer…

agora sim, cantamos com vontade!
agora sim, eu sinto a União!
agora sim, já ouço a Liberdade!
vamos em frente, é esta a direcção!

os deolinda | movimento perpétuo associativo.
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caríssim@,

permite-me uma sugestão, depois de ter sabido que os “senhores” ali em cima, ontem, marcaram presença na gala “Dragões de Ouro 2016”: para o ano convidem-se os uhf, mais a lena d’água, mais o joão pedro pais.

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disse!
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communiqué (comuni… quê?)

futuro© google | Tomo III
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caríssim@,

então, tudo bem contigo? há quanto tempo, pá! sim, estou mais gordinho, mais baixinho, com menos cabelinho, com mais branquinhas (ainda que poucas) e mais velhinho. e tu, como te encontras? espero que bem, dentro do possível.
e porquê dentro do possível? porque sim. e porque, como é do conhecimento geral, as últimas notícias sobre o quotidiano do nosso clube do coração foram tudo menos boas, antes pelo contrário: foram bem más (pelo menos, no meu modesto entendimento).
e será sobre estas e mais algumas, que, nas próximas linhas (obviamente que #notmadeinporta18), me irei debruçar, e na esperança de não cair num qualquer «buraco azul» (já lá vamos, já lá vamos).

assim sendo, porque já se passaram… quê?… ah!, quinze dias desde a minha última “posta de pescada”® – as saudades são (mais do que) muitas! – e porque hoje é Sexta-feira (yeahh!), reclina-te bem na cadeira e/ou estica bem as pernas no sofá (olá, Felisberto! 😀 ), pede à patroa que te prepare um snack como aqueles da Tasca (olá, Silva! 😉 ) e que te faça o favor de te trazer uma jola à maneira, e prepara-te para (mais) um testament… para (mais) um texto de opinião que não consegue contradizer a imagem de marca deste espaço.
vamos lá, então.
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futuro© pravda
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toda a bluegosfera já teceu considerandos sobre o descalabro financeiro que a $AD azul-e-branca apresentou no último Relatório&Contas: um prejuízo efectivo, por que bem real, de quase 60 milhões de euros, e com muitas consequências. assim de repente, ainda está por apurar o que irá decidir a UEFA, tendo em linha de conta que estamos em incumprimento das regras do ‘fair-play‘ financeiro por si estipuladas. felizmente que aquela já não é “a” do sr. michel; mesmo assim, o consolo é pouco e inversamente proporcional à preocupação que (nos) causa…

para lá de todo o histerismo que (também) se verifica nalguma daquela mesma bluegosfera, e do gáudio inaudito, inusitado e insuspeito, dos nossos “estimados” (por que sempre “queridos”) detractores, confesso que não contava que o “rombo” (roubo?) fosse tão… como classificar?… tão desmesurado.
mas e num assomo de uma (espécie de) arrogância que «não me assiste» (de todo!), afirmo que os sinais estavam aí, sobretudo estes dois: o não se ter vendido os direitos desportivos e económicos das poucas (parcas?) “trutas” que ainda subsistem no plantel azul-e-branco, resultado sobretudo de uma péssima época desportiva, como foi a de 2015/2016; o péssimo planeamento da presente temporada, e por muito que a $AD a (in)tente “dourar” quando a sua cor é idêntica à do segundo equipamento alternativo de 2015/2016 – dito ser «cacau», mas que sempre foi associada a outras cenas…

mesmo perante um cenário negro (dantesco?) e no meio de uma verdadeira borasca, há sempre alguém que, para mim, é como um “farol” e com cujo portismo me identifico total e plenamente.
e é por isso mesmo que replico um seu comentário, com o qual estou de acordo, e porque me revejo nessa forma de pensar, mas sobretudo de sentir, de “respirar” o FC Porto, principalmente quando os ventos dos tempos correntes são (muito) desfavoráveis:
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Quem tem memória lembra-se bem que não tínhamos dinheiro para “mandar cantar um cego” e, mesmo assim, fomos buscar o Fernando Gomes ao Gijon por 25 mil contos [cerca de 125 mil euros] – muita “pasta” para a altura [“verão quente” de 1982]. Por exemplo, o então responsável pelas finanças do Clube, o dr. Pôncio Monteiro, quis bater com a porta…
Trago este exemplo à colação para dizer que, com esta Direcção, nós sempre assumimos riscos, sempre vivemos acima das nossas possibilidades. Só que ultimamente e mesmo com os sinais à frente dos olhos, descurámos o que nos distinguia em relação aos outros, começámos a perder critério, deixámos de ser coerentes em algumas opções (treinadores e jogadores), perdemos força, poder, e também não conseguimos resultados
[desportivos e financeiros], pelo que chegamos aqui… Quem tem responsabilidades e em particular o líder, tem de dizer como vamos sair daqui.
Por mim, se me disserem que teremos que dar três passos atrás, OK!; mas também têm que me explicar muito bem como o farão. E os primeiros a sofrer as consequências deverão ser aqueles que nos colocaram nesta situação. Se os custos com pessoal, particularmente com jogadores, têm de baixar, uma Administração que apresenta estes resultados financeiros também tem que perder mordomias, para dar o exemplo (que deve sempre vir de cima). Idem para aquelas empresas do Grupo FC Porto que estejam aquém do pretendido. Há demasiada cagança para tão poucos resultados.

Acerca do Porto Canal:
não sou especialista na matéria, mas pergunto: vale assim tanto a pena um investimento elevado num canal
[supostamente] generalista, para ser “mais do mesmo”, fazer o que os outros fazem e salvo poucas excepções, bem pior? Um “canal de clube” não ficaria muito mais barato?

dragão Vila Pouca | Outubro de 2016
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futuro© pravda
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no seguimento do «inconseguimento» anterior e tendo por base de sustentação (argumentação?) a capa do pravda, daquela edição de Abril de 2016, convém que o nosso querido líder tenha a noção de que:

» os adeptos e sobretudo os sócios do FC Porto, na sua generalidade, merecem respeito e tudo têm feito para merecer o devido respeito pela parte de quem tem gerido os destinos do Clube (bem mais do que a $AD);

» a massa adepta do Clube (a indefectível, a associativa, a geral e até a assoBiativa) não vai – porque nunca foi! – “em grupos”, nem “come gelados com a testa” porque recusa-se a ser morcona, pelo que chega de atirar “areia para os olhos” com argumentações da treta para justificar o que só a Verdade poderia apaziguar os ânimos que começam a se exaltar, de tão evidentes que são os factos;

» há uma (cada vez mais ténue) linha a separar a gratidão que muitos ainda nutrem pela figura (certamente que) ímpar de Pinto da Costa, da arrogância que o Jorge Nuno demonstra para com aqueles mesmos que, em tempos idos, teve “na mão” e que o seguiam indefectível e cegamente, para todo o lado – eu incluído;

» a margem para se errar é cada vez menor – já bastam estes três últimos anos de equívocos – e a (in)tolerância do mundo azul-e-branco é proporcional a essa mesma margem;

» a legitimidade do último acto eleitoral assim como a cobardia que “tomou de assalto” a Oposição à actual Direcção, não faz com que aquela esteja à espera do “último suspiro” desta última para se assumir e confrontar quem lidera, antes pelo contrário. e basta “ler nas entrelinhas” o muito que se vai escrevendo por aí, nas mesmíssimas redes sociais e nos blogues que o líder afirma desconhecer, em absoluto. e em concreto, também.

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© pravdaTomo III
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eu sei que foi contra uma congénere que actualmente ocupa a 111ª posição do ranking da FIFA, ao contrário da 7ª da selecção da FPF.
mesmo assim, naquela que foi a sua segunda internacionalização pelos AA, fez um hat-trick.
tivesse o André Silva um punhado de tranças, por exemplo, como o “deus” renato (das sandes), e para lá de orgasmos triplos e quádruplos, pela parte daqueles que tiveram que engolir o seu feito, ainda hoje, passadas somente 96 horas do final de uma partida sem estória(s), certamente que ainda haveria reportagens especiais e aberturas de telejornais a rodos…
mas, quando nem o próprio “canal de televisão” do qual o FC Porto é o seu legítimo proprietário o consegue fazer (!!!), pergunta-se: fazer o quê?… talvez rezar para que o puto maravilha continue nesta senda de golos, agora a envergar a camisola do Clube, e que não apareçam as tão indesejadas mazelas físicas (vulgo: aquilo que todos nós sabemos o que é, mas que não queremos que aconteça, longe vá o agoiro).

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futuro© google | Tomo III
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é claro e é mais do que óbvio, por de tão evidente que parece, que não há alinhamento, não há planeamento prévio, que não há qualquer tecer de estratégias da propaganda que se pretende difundir. assim como o que a imagem acima reproduz não passa de mera especulação e de uma manipulação barata. tudo não terá passado de uma amena cavaqueira entre os lampiões pedro guerra, joão gobern, josé nuno martins, josé calado, luís bernardo, e hugo gil. e precisamente no mesmo local onde os delegados da liga, os observadores dos árbitros e os próprios apitadores tugas, deverão trocar os seus voucherzitos, depois de terem feito o servicinho exemplar para as duas equipas do 5lb (a principal e a B) e num máximo de quatro refeições por voucher

ai se esta pouca-vergonha, esta verdadeira filha-da-putice acontecesse com alguém afecto à cor azul-e-branca… imagino o que já não se teria escrito, dito, comentado – assim como quantas vestes aqueles mesmos lampiões já não teriam rasgado só por saber tal (ui! que imagem mental tão foleira!)…

mas, como a toda esta desfaçatez sem carácter o Departamento de Comunicação do meu clube do coração respondeu com… exacto: (mais) um profundo s-i-l-ê-n-c-i-o, então é porque tudo está bem e não há motivos para preocupações. e podemos, tod@s, dormir descansad@s e afastar a ideia insólita de haver “esqueletos no armário”*, «e que assim»…
espera-se é que e ao contrário do ano passado, desta feita os directores dos mais ordinários pasquins desportivos tugas, não marquem presença na gala dos Dragões de Ouro, por mais «insistências» que possam haver. mas, depois de ontem o mesmo “canal de televisão” do qual o FC Porto é o seu legítimo proprietário ter feito a promoção à mais recente película de um ordinário de um botelho, já não digo mais nada… aliás: acho mesmo que já esteve mais longe a presença de um qualquer orelhas nos estúdios da Senhora da Hora (será que o Júlio Magalhães já estará a tratar de proceder ao aumento da largura das portas e do estúdio-mor?…).

* o que não pode – nem deve! – haver são virgens nesse mesmo armário, o filho da puta do lampião do taxista do máximo vai lá para as violar, tal como gosta de fazer com as leis (ou será o seu inverso? não sei. só sei que, depois de o ouvir** fiquei, para lá de uma vontade louca de lhe partir o focinho, ainda mais adepto da Uber©. e da Cabify©. e da partilha de carros).

** tratam-se de declarações que qualquer portista que se preze não pode estranhar, pois que vêm na senda das deste camelo aqui. ou das deste (também um) filho da puta aqui – e para não recuar muito no Tempo.
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futuro© pravdaTomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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o mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes, também pode ser lido aqui, aqui e aqui (em jpg) e aqui (em pdf).
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futuro© google | Tomo III
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por último, permite-me uma breve “massagem ao ego”:

na passada Quarta-feira houve a estreia (nacional? mundial? universal?) do que a imagem acima pretende transmitir.
e assim se justifica o parágrafo inicial deste testament… deste texto de opinião que não conseguiu (de todo!) contradizer a imagem de marca deste espaço – e o qual também deveria ter sido consumido ao som deste álbum inolvidável (cujas cópias possuo em vinil e cd), de uma banda mí(s)tica.

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disse!
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ainda (inacessível)…

futuro© google | Tomo III
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caríssim@,

com tanto para ser dito, o Tempo (ainda) permanece (muito, extremamente) curto, devido aos tais deveres profissionais que se sobrepõem (e de que maneira!) à vontade de poder (re)estabelecer o contacto regular contigo e com a cadência, com a normalidade a que me tenho habituado. 

o prometido é que tal ainda aconteça no decurso do corrente mês de Outubro, apesar de desconhecer o dia… estou a fazer tudo para que tal venha a ser possível.

neste entretanto, faço votos (felizes) para que o Clube, no seu Todo (i.e., corpo dirigente, equipa técnica, plantel, adeptos indefectíveis, massa adepta, sócios e massa assoBiativa), permaneça nas vitórias (a “ópera” pode esperar, que actualmente nem “bombo” conseguimos executar na perfeição).
de preferência e se não for pedir muito, poderia ser já no Sábado, em Aveiro, ante o Gafanha, para a Taça de Portugal…

até lá, até esse momento do regresso, fica expresso o meu desejo de sempre e que é:

faz o favor de ser Feliz!

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sugestão musical:

dire straits, “money for nothing“.

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disse!
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inacessível…

futuro© Tomo III
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caríssim@,

nova interrupção (in)voluntária neste nosso contacto, actualmente um pouco irregular. deveres profissionais sobrepõem-se (e de que maneira!) à vontade de poder estabelecê-lo com a cadência, com a normalidade a que me tenho habituado. 

prometo que, ainda no decurso do próximo mês de Outubro, estarei de volta – só (ainda) não sei é o dia… 😀
neste entretanto, faço votos (felizes) para que o Clube, no seu Todo (i.e., corpo dirigente, equipa técnica, plantel, adeptos indefectíveis, massa adepta, sócios e massa assoBiativa), se encontrem no regresso às vitórias (a “ópera” pode esperar, que actualmente nem “bombo” conseguimos executar na perfeição). de preferência e se não fosse pedir muito, poderia ser já amanhã, na Pérola do Atlântico e caso não se levante (muito) nevoeiro à hora do jogo…

até lá, até esse momento do regresso, fica expresso o meu desejo de sempre e que é:

faz o favor de ser Feliz!

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sugestão musical:

peste&sida, “vamos ao trabalho“.

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disse!
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a minha estreia no Dragão *

futuro© FC Porto
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Dia: 23 de Setembro de 2016.
Saí cedo, de minha casa, para aquele que viria ser um dia “histórico” na minha vida, O dia que já ansiava há muito tempo: a primeira vez que entraria no Estádio do Dragão!

Chegado ao Estádio era difícil conter o entusiasmo. Estava à espera que as portas se abrissem quando, a certo momento, ouvi o som estridente das sirenes de uma escolta policial. O que viria ali? Foi “só” o autocarro com os nossos jogadores! Aí já era bem real que iria haver jogo e que tudo o que estava a sentir não era um sonho. O jogo era o ‘derby’ da Invicta e era um motivo de acréscimo de entusiasmo.

Enquanto esperava pelo jogo, um grupo de pessoas veio ter ao meu encontro, um grupo de grandes e apaixonados Portistas. Um grupo em que eu me identificava, também, pela paixão que nos une.

Chegada a hora de entrar no Estádio, aquele momento em que passava pelos torniquetes foi algo de mágico; e, a cada passo que dava e quanto mais adentro entrava, a alegria era maior.
Estando sentado no que realmente é A cadeira de sonho e a observar o ambiente em redor, o Estádio era maior do que eu pensava, e as expectativas que eu guardava saíram furadas porque tudo era melhor ao que eu expectava.
Começando o jogo, os cânticos iniciaram-se e aí era outra vida que o Estádio ganhava; e com as bandeiras azuis e brancas ao sabor do vento ainda melhor se tornava.

Não começámos da melhor forma, até porque sofremos um golo; mas isso não abana um Portista – não pode! – e seguimos cantando, até que André Silva mete a bola lá dentro e aí ocorreu a primeira explosão de alegria da noite.
A entoação dos nossos cânticos tornou-se mais forte, mais efectiva, mais “agressiva”, até que há grande penalidade a nosso favor: havia alguns portistas que não queriam ver e eu estava ali, na ânsia, como que “ela vai entrar”. E entrou! Aí surge mais uma explosão de alegria.

O intervalo chegava e aí dava para saborear ainda mais um pouco do momento que estava a viver, para o jogo esperava mais golos.
A segunda parte começara e não foi o que se esperou: a equipa não jogou como nós gostamos e não foi muito bonito de se ver. Até que o nosso treinador trata de mudar as coisas e, a partir daí, surgiu mais bom futebol e sentenciámos o jogo, com mais um golo, num frango de todo o tamanho, e outra explosão de alegria azul-e-branca.

O jogo terminava e haveria melhor forma de me estrear no Estádio do que logo com uma vitória? Também saí com a sensação de que todo aquele tempo tinha passado muito depressa, mas é o que acontece com as coisas boas da Vida.
Despedi-me do pessoal que assistiu o jogo comigo e indo de volta para casa pensava eu: “Esta foi a primeira de muitas!” – e que também disse a quem estava comigo. De facto, é para repetir! E aquele dia irá perdurar na memória.
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* por Filipe Ferreira | Setembro de 2016

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post scriptum pertinente:

no início do corrente mês, fui (agradavelmente) surpreendido com um e-mail a dar conta de um desejo: «estou sempre a matutar-me sobre quando é que irá ser a primeira vez que irei ao Dragão». o seu remetente foi o Filipe, visitante e (sobretudo) comentador assíduo deste espaço.
a intenção inicial era que a sua primeira vez fosse no jogo ante o Vitória SC; por imperativos de final-de-semana, ficou adiada para a recepção ao Boavista. aconteceu, portanto, na passada Sexta-feira, com a alegria (in)contida que o texto reflecte, mas cujo brilhozinho nos seus olhos, durante todo o tempo em que vimos os jogo juntos, e também na companhia do Afonso, não enganou.
fico extremamente satisfeito para que tudo tenha corrido pelo melhor, e mais embevecido fico por saber que escolheu este “pé frio” para seu “padrinho”. 😀
e não menos importante, também expresso publicamente o meu ‘muito obrigado!’ ao Filipe por ter aceite o desafio de escrever umas linhas (obviamente que #notmadeinporta18) sobre o que sentiu naquele dia tão especial para si. 

em suma: foi portanto, uma honra e um orgulho, ter sido o seu cicerone num dia inolvidável, pelo que o seu é também o meu desejo: que tenha sido o primeiro de muitos!

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sugestão musical:

american authors, “the best day of my life“.

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disse!
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‘br@são abençoado’ do dia

futuro© pravda | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)
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(também disponível para leitura aqui, aqui, aqui e aqui)
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uma imagem que também Amo (muito!):
(inspirada neste clássico aqui)

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futuro© FC Porto | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar
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disse!
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dessas diferenças capitais…

futuro© google | Tomo III
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caríssim@,

pois então, que nós é que somos o diabo (salvo seja!), que nós é que vamos penar no Inferno (livra!), que não há salvação para nós (‘you whish, motherfucker‘), que já estamos condenados antes mesmo de nos pronunciarmos sobre os nossos pecadilhos (que também os temos), que a nossa sentença já está traçada desde o início (‘hell, yeah‘).
em suma: para os nossos “arqui-inimigos”, secundados pelo jornalixo e pelos me(r)dia tugas (e vice-versa), defenitivamente “não contamos para o totobola”, e a actual disputa do campeonato resumir-se-á a essa luta titânica entre as agremiações da Segunda Circular e eventualmente com os gverreiros do Minho a (in)tentarem meter a colher (e caso o José não invente largueiro e tenha bem menos pé frio do que na época transacta). já em relação a nós, talvez consigamos permanecer na Primeira Divisão do nosso comezinho futebolzinho. seremos algo bem pior e muito aquém de um ‘outsider‘…
e baseio esta minha (forte) convicção tendo em linha de conta os alinhamentos da secção de Desporto, dos principais telejornais, dos canais dedicados à (des)Informação, neste rectângulo à beira-mar (im)plantado, sobretudo na última semana. e os dois últimos episódios do “prolongamento” (29 de Agosto e 05 de Setembro). e alguns artigos avulso que amiúde (ainda) vou lendo nos pasquins tugas, mas, cada vez mais, com menos interesse.
e, afirmo-o convictamente, ainda bem que assim é: ainda bem que não somos tidos nem achados para este campeonato, que não chegamos a patamares ímpares de favoritismo como o do potencial treta-campeão, ou o do ‘wanna be‘ do Lumiar… é melhor assim, a correr por fora e sem a pressão-extra que o jornalixo tuga invariavelmente nos conferiu, nos últimos três anos, à já inerente de não se poder claudicar, de todo!, e mais uma época… é óbvio que esta mesmíssima pressão existe, e é real – basta sentir alguma da turba no Estádio do Dragão para percebermos da sua “efervescência” – mas sem aquele ‘plus‘ do jornalixo tuga, torna-se mais “fácil” conviver com ela (digo eu…).
seguem-se alguns exemplos de como tudo vale para não se perturbar aquele favoritismo das agremiações da capital, inclusive com recurso a imagens (que valem mais do que mil palavras, certo? e como este texto já vai para o longo…).
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principio pelo teor da imagem acima, a qual diferencia todo o tratamento “jornalístico”, toda a isenção, todo o rigor e todo o profissionalismo empregue pelos sabujos do pravda quando estão em causa jovens valores nacionais, mas com domicílio fiscal longe da capital do Império.
a reprodução da esquerda refere-se a uma capa de Maio deste ano e é toda ela uma «gloriosa» jactância com a venda dos direitos desportivos e económicos, do “deus” renato das sandes ao todo-poderoso Bayern [escarro], o qual viria a ser a «revelação» da época transacta para a UEFA. já na capa da direita deveria constar uma singela nota de rodapé em relação àquela notícia que dá conta que o “nosso” André Silva foi considerado, para a mesmíssima UEFA, o «jovem talento» das semanas que envolveram os jogos do ‘play off‘ de acesso à Champions, mas nem isso… lá está: fosse mais a Sul do Mondego, e certamente que aquela teria outra disposição e outra cor (mais) dominante. mas, de que reclamo? se nem a e-letter do
Clube destacou aquele facto, por que me queixo?! e cá estarei para ver se, este ano, a gala dos Dragões de Ouro não terá convites “estranhos”, endereçados a quem efectiva e comprovadamente nos quer muito “bem”…

já em relação àquele último período e a quem nos quer mesmo “muito bem”, não posso deixar de aludir à notícia que dá conta do desconforto de Antero Henrique em relação à última guerrinha do sr. fernando (aqui, a páginas 37, ou então uma súmula aqui ou aqui ou também aqui), adjectivando as palavras daquele indivíduo de «venenosas» e de «insultuosas».
no meu entendimento, há que destacar esta sua postura, num momento “singular” do Clube, com basta perturbação, e quando ser-lhe-ia muito fácil (e vantajoso?) deixar passar em claro aqueles elogios (obviamente que gratuitos) à sua pessoa, por parte de um reles, de um faccioso e bafiento anti-portista primário (por que básico).
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futuro© google | Tomo III
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antes do jajão que impingiram ao (ainda?) capitão do spórtém, duas rápidas palavrinhas sobre a mais recente entrevista do ‘chiclas‘ ao lixo tóxico do grupo cofina (cujas duas partes podem ser lidas numa só e aqui):

(i) sim!, eu li a entrevista – a qual está disponível ‘on line‘ na “papelaria” que costumo frequentar;

(ii) no meu entendimento, aquela deverá ser complementada com esta outra aqui, ao badocha, concedida ao espesso, estávamos em Junho de 2016.
através do cruzamento do muito que (não) é dito naquelas, facilmente se percebe que, pelos lados do Lumiar, “nem tudo o que reluz é ouro”, que “nem tudo são rosas” (antes, bastos cardos), e que invariavelmente a Mentira tem a perna (muito, demasiado) curta. com que então, «ao fim de um mês» já lhe apetecia bater com a porta?! então, está bem…
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quanto ao Silva, não esse mas o perruchet das imagens acima, e sem querer recuar muito no Tempo, lembras-te da forma como o Bruno Alves saiu do Clube? e do muito que se escreveu, comentou, falou, dissertou, aventou, mentiu, insinuou, e se voltou a escrever, e a comentar, e a dissertar, …? pois nem um décimo daquele “barulho me(r)diático” foi feito em relação ao luso-franciù, e mesmo depois deste ter dado uma entrevista a exigir uma saída para Inglaterra, à qual se seguiu um comunicado do spórtém a recusá-la, e posteriores desideratos…
fosse connosco, e esta “novela” ainda encheria parangonas nos pasquins cá do burgo… e, sim!, em «ambos os três» – porque e ao contrário do que se julga, OJOGO não é menos pasquim do que os outros dois (“apenas” não nos maltrata tanto como aqueles, por exemplo, na equidade em termos de número de páginas destinadas a cada clube (dito) “grande”).
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futuro© google
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e o que dizer sobre a forma como o 5lb, mais uma vez, (in)tentou despachar o girafa do luís grande, desta feita para o novo ‘el dorado‘ mendeiro e que dá pelo nome de Wolverhampton? bem melhor do que as minhas suposições, só mesmo o que afirmou o seu empresário – «parecia que o queriam empurrar, despachar, para fora do clube» -, ao que acrescem as palavras “elogiosas” de Talisca – «nunca quis sair do 5lb». acho que se detecta uma espécie de padrão… pois, mas o Helton e a forma como foi “despachado”, isso é que ainda é assunto, certo? pois é, pois é…

e o que dizer desta peça jornalística aqui, acerca de (já se sabe, “hipotéticos”) negócios obscuros em torno do “jogador” Francisco Vera? ah e tal, que o puto até jogou e depois de o terem dado como “reformado” para o Futebol… pois claro que sim!, que já se sabe que quem se comporta mal é o FC Porto nas suas negociatas com o Portimonense. felizmente que o Real Madrid “não vai em grupos”, e já pediu formalmente, a quem de Direito, para que se apure a Verdade na venda dos respectivos direitos desportivos e económicos, do Ezequiel… afinal, trata-se de uma negociata (patranha?) difícil de engolir pelos madridistas, que redundou num voltar de costas à Capital para se rumar mais a Norte, e cujos contornos ainda não têm assim tanto pó – a não ser que envolvam a #porta18. ou #vouchers. ou o #elefantebranco. ou «ambos os três» (‘you name it‘).

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sugestão musical:

master jake ft. eddy flow, “jajão“.
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disse!
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concordo! (e uma nota de rodapé)

futuro© FC Porto | SuperDragões | Tomo III
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Senhor Presidente e restante Administração do Clube e da $AD,

Independentemente dos resultados desportivos (e financeiros) que venham a acontecer, nesta época de 2016/2017, o que se está a passar no Clube não pode ser apenas e só incompetência. Vejamos:

» depois de três miseráveis épocas a nível de gestão e de resultados desportivos;

» depois de duas delas terem os maiores gastos de toda a nossa história;

» depois de dois terceiros lugares, com uma cada vez maior distância para o primeiro;

» depois de até um garoto insolente, bronco e aprendiz [o burro do Carvalho], nos conseguir superar a todos os níveis;

» depois de duas dessas épocas terem sido dadas como perdidas a meio do seu percurso desportivo;

» depois de trocas sucessivas de treinadores e de sinais passados, para o Exterior, pelo Senhor Presidente, de absoluta irresponsabilidade, desresponsabilização, desleixo, indiferença, ausência de verdadeira motivação, ambição e paixão;

» depois de 41M€ de prejuízo na primeira dessas três épocas [2013/2014] e dos mais de 40M€ que se adivinham para esta última de 2015/2016, e que serão apresentados publicamente em Novembro – e sendo que os de 2016/2017 já se iniciaram sem qualquer venda e só serão resolvidos favoravelmente com várias vendas de valores substanciais;

» depois da Assembleia-geral de associados, de Março último, em que todos acreditámos que o Senhor Presidente e restante Administração, estivessem de boa-fé realmente já tivessem tomado verdadeira consciência da Realidade e assumido, de facto, as suas responsabilidades;

» depois de uma época abruptamente terminada em Março/Abril, por si mesmo afirmado e publicitado, e de cinco longos meses, no sentido de preparar a época seguinte – esta mesma, de 2016/17 –, novamente por si afirmado e publicitado, com verdadeiro afinco, responsabilidade, ambição, devida dedicação, entrega, seriedade, a favor do Clube e da sua respectiva equipa de futebol;

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foi – aliás: é! – absolutamente inenarrável a gestão feita por si e pela restante Administração, no que toca à equipa de futebol e aos recursos financeiros da $AD; a saber:

» contratações demoradas, fora de tempo, como terceiras, quartas ou quintas opções;

» jogadores colocados de lado, humilhados, renegados, posteriormente alguns reintegrados e restantes nem sequer vendidos;

» “novelas” constantes, com sucessivos avanços, recuos, jogadores que estiveram, mas afinal não vieram ou não ficaram; jogadores que não quiseram, mas afinal, por desespero da $AD, acabaram mesmo por, à última hora, entrar no Clube;

» mais de 70M€ investidos em cerca de 30 jogadores emprestados, em que a maior parte deles não terão qualquer retorno substancial (nem financeiro, nem desportivo);

» algumas contratações e accionar de cláusulas/renovações recorrentes, absolutamente incompreensíveis, “surreais”, absurdas, e face à duvidosa “qualidade” do jogador, aos valores envolvidos ou à nenhuma necessidade do mesmo para os nossos quadros;

» nenhuma venda consumada neste defeso, o que é praticamente inédito. E incompreensível. E igualmente surreal.

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Meus Senhores, parem, por favor, de destruir, de “matar” o Clube, a $AD, e tudo o que foi construído, erguido, ganho e consolidado, ao longo de décadas, em nome de interesses paralelos e pessoais, que gravitam onde não deveriam sequer existir.

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E, como afirmado meses atrás:

Até quando o Senhor Presidente vai continuar a fazer crer, junto dos adeptos e dos associados mais incautos, estar de facto a zelar e a defender incondicionalmente os interesses do Clube e da $AD?

Até quando o Senhor Presidente vai continuar a participar, a promover e a permitir que o interesse puro, único e total do Clube (e da $AD) não esteja, sempre e exclusivamente em primeiro e único lugar?

Até quando vai continuar a permitir, a propiciar e a contribuir para todo este (quase) constante enxovalho desportivo diário, e a este recorrente gozo mediático dos nossos adversários e dos nossos inimigos, para com o nosso Clube, e que se vai intensificando época após época?

Até quando a inconstância nas suas aparições – apenas aquando de algum resultado desportivo mais positivo, [ao que invariavelmente se segue] O silêncio ensurdecedor, reduzido a aparições semestrais ou anuais no canal do clube, depois do “leite derramado”, inconsistentes, vazias, inócuas?

Até quando essa forma despreocupada, com um humor mais do que gasto, e que só demonstra e confessa incompetência nos mais diversos actos de gestão, no sentido do seu constante aligeirar e/ou esquivar de responsabilidades no que toca à equipa de futebol e da $AD (como se estas não lhes dissessem directamente respeito) e os sucessivos e constantes erros apenas fossem e/ou sejam fruto de circunstâncias momentâneas, impossíveis de dominar e/ou de prever, chegando ao ponto, outrora impensável, de ter a coragem de faltar à verdade aos próprios associados e adeptos do Clube, mesmo olhando-os nos olhos?

Até quando essas mesmas aparições, sem qualquer assertividade, em relação à defesa externa do Clube, nomeadamente (mas não só) ao que se vai passando, jornada após jornada, no que toca à arbitragem, aos seus poderes, ao que se passa nos seus corredores (em que uns dominam de forma completa e integral, e outros se aprestam a terem (se é que já não a têm) também a sua quota-parte)?

Até quando iremos ver o Senhor Presidente e a restante Administração, com menor vontade de ganhar e menor ambição do que os presidentes e administrações dos clubes rivais?

Até quando o Senhor Presidente vai continuar a usar em vão e apenas como palavras ocas e inócuas, os por si tão propalados quatro pilares do que é “Ser Porto” [a saber: competência, paixão, ambição, rigor], quando é o próprio Senhor Presidente, que os deixou de seguir de forma incondicional, constante e consistente, há já bastante tempo?

Até quando o Senhor Presidente vai continuar a inspirar cada vez menos liderança, força, confiança e respeito perante os seus pares de Direcção, perante os próprios adeptos e associados, perante os poderes que regem o futebol e o desporto em Portugal e perante os rivais que, hoje em dia, não mais o respeitam, e se deleitam e gozam connosco, diariamente, com tudo o que se vai passando no FC Porto?

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O Senhor Presidente e a restante Administração, estão a arriscar – a arriscar muito!, até – com esta gestão ausente, indiferente, errática, dúbia, incompreensível, incompetente, mais preocupada com os interesses pessoais, com as lutas internas pelo poder, do que verdadeiramente com o Clube e com a $AD.
Os resultados desportivos e financeiros estão aí. São já um padrão. Não são circunstanciais. Tudo está a mudar. Os adeptos estão saturados. Cada vez mais. Os mais atentos, pelo menos. O Clube e a $AD não são vossos! 

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Senhor Presidente, a sua ironia, a sua graça, já não bastam para conseguir esquivar-se constantemente de tudo e fingir que tudo está bem.
De Clube temido, respeitado, orgulhoso, vencedor, forte, intratável… a Clube desrespeitado, a definhar, como que ao abandono, com cada vez menos identidade, com cada vez menor imagem de força, alvo de chacota, perdedor.
A não haver mudança de atitude da sua parte e dos administradores que o acompanham, será, infelizmente para todos os que amam o Clube e aprenderam a amá-lo também muito por si; mas será sempre uma questão de tempo até que o Senhor Presidente acabe por sair dele e da $AD da forma que não mereceria. De uma forma que, até há bem pouco tempo, ninguém imaginaria ser possível acontecer: de uma forma, no mínimo, inglória.

Mudem de atitude.
Honrem o Clube.
Ganhem vergonha.

(Texto escrito na manhã do dia 01 de Setembro de 2016. Tendo em conta os posteriores desenvolvimentos do referido dia, urge e tem ainda mais a palavra, mas sobretudo a acção, o comprometimento, a responsabilidade, o dever e o respeito perante os associados e adeptos do FC Porto, o Senhor Presidente, por tudo o que se vai sucedendo de inconcebível, inadmissível e inaceitável na $AD do FC Porto, de há um largo tempo para cá.)

Rogério Paulo Almeida
(Associado há 27 anos)
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caríssim@,

não poderia estar mais de acordo com o texto acima, da autoria do meu correlegionário “de armas”, Rogério Almeida.
é como ele bem explana: mais do que palavras (ocas?) urge Acção. chega desta inércia! e Ontem já era tarde demais!

e o que se pode fazer, neste entretanto? como é do conhecimento geral, eu já não sou associado; mas, se o fosse, leria com ainda mais atenção os Estatutos do Clube, faria uma correlação entre o disposto no ponto 4., do art. 42º, e o que é explanado no art. 59º e não esperaria por novos Amanhãs (que, como se prevê, nunca mais se erguerão). e Ontem já é tarde demais para esta acção!
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futuro© google
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quem me acompanha, desde o meu início nesta aventura na bluegosfera e que data de Julho de 2008, sabe que sempre prim(ar)ei pela defesa intransigente dos interesses, da honra, do prestígio e do bom-nome do Futebol Clube do Porto.
tent(ar)ei sempre aplicar, na prática, o portismo que me foi transmitido e por quem será sempre superior aos demais, e sem qualquer desprimor para os que se lhe seguiram: os ensinamentos do meu Avô, que foi quem primeiro me “iniciou” no que, de facto, é o Futebol Clube do Porto. é ele o meu farol, e a ele devo tudo o que (não) sei.

quem me segue, desde esse início, sabe que nutro muito carinho, muita gratidão pela figura de Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa – ou não fosse uma figura ímpar na História do Clube e incontornável no Desporto tuga, e apesar de todas as Inveja, Maledicência e autêntica dor-de-coto (ou será de corno?) que por aí grassa desde (sobretudo) 1978.

agora: eu sou só mais um adepto do Futebol Clube do Porto, nunca do FC [inserir nome]! é assim “natural” que, tal como tu, me sinta agastado com toda esta situação que o Clube vive, no Presente. muito agastado, até. e bastante chateado, com um F bem maiúsculo, principalmente porque sinto que me mentiram em Abril último. e eu detesto a Mentira.

portanto, só por manifesta má-fé é que “alguém”, intelectualmente desonesto, poderá considerar que eu sou um «contorcionista» – mais um epíteto a juntar ao rol («ovelha choné», «zelota», «pintista», «avençado da $AD», ‘you name it‘) – por, neste momento, desejar o que qualquer um de nós anseia: que haja uma efectiva inversão numa (espécie de) “estratégia desportiva” (?) cujo fito, cujo rumo, cuja objectividade se desconhece(m) – e que o Rogério tão bem retratou, naquela mensagem reproduzida ali em cima e que eu subscrevo.

acima de tudo sou um adepto. e não julgo o Outro só porque tem um pensamento diferente do meu. nem estou aqui para medir “pilinhas” – i.e., se o meu portismo é maior (ou menor) do que o teu, porque não é disso que se trata nem é esse o propósito maior que norteia este espaço de discussão pública.
o que eu quero – sempre! – é que o Futebol Clube do Porto vença! não a todo o custo (não pactuo com “sistemas”), não com “nota artística” em todas as partidas (porque é idílico considerá-lo), não de forma perfeita e isenta de erros (porque tal é de todo impossível), mas que Vença.
e porque é esse o meu fito, cá estarei para defender quem ostente o Brasão Abençoado ao peito e sinta que o faz com abnegado empenho – chame-se ele Paulo, Vítor, André, Luís, Nuno, José, Rui ou mesmo Julen.
assim sendo, mais uma vez reafirmo que, aqui, não há cá lugar a insultos gratuitos, nem à crítica fácil (meramente destrutiva), aos profissionais que envergam o nosso Manto Sagrado, sequer sem se apontar uma alternativa (igualmente) válida; para esse tipo de “comentários”, há espaços mais dados à reflexão, com ou sem tribunais e muito “amor” à mistura
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e porque é que volto a (re)incidir nesta temática? simples:

porque ainda há, dos que não me visitam por Bem, quem me julgue (no Carácter, na Honra, na Personalidade, no Portismo) só porque, depois de também ser alvo de insultos gratuitos, reaja como qualquer um de nós (não sou Jesus Cristo para dar a outra face), e mande essas abéculas para onde efectivamente desejo que elas partam: para o caralho que as foda e que me desamparem a loja!
(mas, ao que consta, parece que essas abéculas são masoquistas. ou então, não sabem interpretar um texto redigido em Português estreito, evidenciando, à saciedade, todo o seu analfabetismo funcional. ou então andam carentes e à procura de miminhos, mas “batem” à porta errada, porquanto que não são bem-vindas aqui…)

e, assim concluo, é com inusitado “gosto” quando que leio, por aí, que esses mesmíssimos néscios se arvoram com comentários onde se incluem “pérolas”, para lá do inefável «consome-te lá no teu fel. eu sei onde te dói», o invariável «durante muito tempo, tu e outros como tu, que se acham mais portistas do que os outros, excomungavam todo aquele que, no seu normal exercício de opinião, criticasse a gestão desportiva e financeira do clube».

“amiguinh@s”, convençam-se de duas coisas:
(i) quem manda neste estaminé sou eu. não gostam do que por aqui lêem? têm bom remédio: como a porta da rua é serventia da casa, “andar, violeta!”.
no fundo, bem lá no fundo, é similar a quem foi a um restaurante e não gostou do que comeu: tão cedo não volta lá para repetir a experiência. persistir nesse desiderato não é (só) burrice, é insanidade.
(ii) quando a maioria daqueles «exercícios de opinião» se baseiam (quase que exclusivamente) em contos&ditos, invariavelmente sustentados em obscuras teorias da conspiração e/ou em mer(d)a boataria – e já para não referir que, e ao contrário de quem por aqui opina, não conseguem indicar uma única alternativa à sua crítica destrutiva – o destino inequívoco dos mesmos é só um: o “arquivo geral”. e escusam de mencionar o cliché (estafado) «sei que não vais publicar, mas ao menos lestes [sic]», porque não é essa a realidade.

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sugestão musical:

Volbeat, “still counting“.

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disse!
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não vi!

futuro© FC Porto | papa Pinto da Costa | Tomo III
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caríssim@,

por motivos vários, não pude ver o Clássico que se disputou no “antro” do Lumiar, lá para o “reino distante dos viscondes falidos de Alvaláxia”®.
tudo o que (não) vi, “sei-o” graças à benevolência e ao companheirismo de alguns de vós, solidários na minha “reclusão” precisamente nos momentos em que não nos é possível estar em sintonia com o nosso grande Amor, e que gentilmente me foram fazendo um resumo do encontro, em directo, via sms*.
a vós, mais uma vez, mas desta feita publicamente, o meu sentido “muito obrigado!” por não me terem deixado só, num profundo silêncio, e refém da minha extrema ansiedade.

* uma das vantagens de se fazer parte «da seita» – essa espécie de câmara corporativa, com rituais muito próprios, que só “vive” para congeminar, que sobrevive à custa (também) de muita carolice, e bastante selecta nas suas escolhas – logo, onde os ferrazes desta vida não têm lugar.

[modo de ironia ‘off‘]

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assim sendo, foi por interpostas pessoas, mas com julgamento e visões em (quase) tudo idênticas às minhas, que soube da nossa primeira derrota oficial, para a época desportiva em curso e que,  convém recordar esse facto, ainda mal começou. já agora, também é de referir que se trata da mesma temporada que, para a nossa cor, já teve jogos com elevado grau de intensidade, de rigor e de dificuldade, e ao contrário das demais.
portanto, toda e qualquer análise que possa elaborar, sobre a partida em causa, pecará sempre por esse defeito, qual pormaior, e que é o de não ter assistido à partida em directo. e este é um facto que não pode ser considerado despiciendo, porquanto que todos os bitaites que possa tecer não contemplam os lances em jogada corrida e no momento, com todo o roer de unhas, todas as remexidelas na cadeira, todo o retorcer do cachecol em frente à boca, todos os palavrões que se vão soltando da garganta, todas as gotas de suor frio que vão escorrendo espinha abaixo, todo o êxtase que se liberta com um golo. o que sobra são todas essas considerações que se tecem ‘a posteriori‘, mormente com recurso aos ‘frames‘ e/ou aos segmentos de imagens e/ou vídeos, e com os quais se pretendem sustentar os nossos pontos de vista – as mesmíssimas imagens que, semana sim, semana também, ora reflectem a «espuma do dia» [expressão extraída da crónica de hoje, da autoria de joel neto, no pasquim editado pelo ‘quim oliveirinha], ora não passam de ‘fait divers‘. tudo depende da cor clubística de quem as apresenta à saciedade. como a cor das minhas lentes é a mais bonita do Universo, é naturalmente “normal” que tenha optado pela selecção daquelas ali em cima (e que podem ser revistas aqui, aqui e aqui); só não o entenderá quem por aqui não é bem-vindo (de todo!).

em suma:
no meu entendimento, (in)tentar resumir a partida que se disputou no “antro” em causa também terá forçosamente que passar (e muito!) pela péssima arbitragem protagonizada pelo apitador tiago martins – a mesma arbitragem que, para luciano gonçalves, deve encher «de orgulho» o único sector que ainda não é profissional, no nosso comezinho futebolzinho, que permanece imune a críticas, que «tem estado em bom nível nestas três jornadas», e onde tudo continua como dantes e independentemente do nome das “moscas”.
note-se que foi a mesma arbitragem que condicionou todo um jogo, subvertendo a realidade do mesmo, com gritantes dualidades de critérios e que demonstrou não ser imune às calimeras berrarias, recorrentes nas bancadas do “aido” em questão. afirmar-se que «fomos anjinhos» a partir do lance que ditou o golo do empate e até ao final da partida, é escamotear a Verdade. e esta, para mim, também deve ser analisada à luz (salvo seja!) da tenra idade de alguns elementos do plantel que foram a jogo, a quem lhes (ainda) falta “nervo”, experiência e “aquela matreirice” tão características no jogo do jeBus… e, por muito menos, berrou o 5lb na jornada passada…
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futuro© Tomo III
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e por falar em berraria: andamos mansos, pá! aliás, dá-me a impressão que não aprendemos n-a-d-a com um passado recentíssimo. explico.

infelizmente, neste “rectângulo à beira-mar (im)plantado”®, o lema oficioso que subjaz inclusive à sua fundação, é o de que “quem não chora, não mama”. é assim e por demais evidente, que quem considera que, no Futebol, se possa pensar de outra forma, bastante distante daquela e um pouco à semelhança do que acontece, por exemplo, em terras de Sua Majestade, não tem a noção do ridículo e do absurdo em que se coloca. e, já agora e por inerência, do mal que faz ao Clube e às suas gentes. é desconhecer que, ao contrário dos povos nórdicos, somos (muito) latinos, com o sangue a ferver-nos cá dentro sempre que sentimos que somos alvo de injustiças. e que, como poBo do Norte e bastante portuense que se preza, os turpilóquios jorram mais rápido e com (bem) mais intensidade do que um passe do Herrera, porque sim e porque fazem parte da nossa natureza perante aquelas mesmas injustiças. e que, enquanto portistas, haverá sempre (mais do que) uma estória a acrescentar à nossa História, e que é a de que seremos sempre alvo dessas mesmas injustiças (desportivas), por parte dos apitadores tugas a soldo das altas patentes que controlam sistematicamente o nosso comezinho futebol – mormente a partir dos corredores do P(h)oder sediado na capital do império. e é desconhecer que haverá sempre «roubos de catedral», que «enquanto fomos bons rapazes fomos sempre comidos», pelo que há mais é que denunciar esses jogos de bastidores, com a #porta18, os #vouchers e o #Cardinalcircus à mistura; há mas é que fazer barulho, muito, e não só nos canais de informação do Clube; há que compilar dvd’s para serem entregues a quem de direito, num Estado que se presume «de Direito» mas que se comporta mais torto do que um queixo depois de levar uma cotovelada do “sólimáne”; há que pugnar pela comparência do alto responsável do sector em causa, em conferência de Imprensa e sem direito a perguntas (vulgo: monólogo), para explicar as razões de termos sido alvo de «tremendas injustiças e de erros grosseiros». e há que, de uma vez por todas, recusar que seja permitido colocar questões, aos profissionais que ostentam o nosso brasão abençoado, por parte dos sabujos e dos autênticos pés-de-microfone que labutam no jornalixo e nos me(r)dia tugas, e que diariamente nos afrontam, como a imagem acima comprova.

neste entretanto e solidário na dor de uma amiga virtual, mas que também partilha deste nosso estado de alma (bastante amargurado, diga-se), questiono-me das seguintes razões, que cito e para as quais também não tenho resposta (mas que gostaria muito de ter):
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isto é gozar à força toda com a nossa cara. e nós deixamos, uma e outra vez. e damos a outra face, tal como Jesus Cristo – e esse morreu na cruz.
não há palavras para catalogar estas provocações sistemáticas, tal como não as há para catalogar a inacção, a abulia e a total passividade da nossa $AD no cumprimento do seu dever – e que é defender, com unhas, garras, alma e os dentes todos, os interesses e a honra do seu Clube.
o que os faz calar assim? têm MEDO de quê?
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sugestão musical:

trabalhadores do comércio, “chamem a pulíssia“.

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disse!
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