… porque hoje é Terça-feira.

© google | 92º minuto
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eles enterram o País, o Povo aguenta,
mas qualquer dia a bolha rebenta.
de boca em boca, nas redes sociais,
ouvem-se verdades que não vêm nos jornais.

boss ac, Sexta-feira.
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caríssim@,

diz que também será hoje, mas eu não acredito. acho que tudo o que havia para denunciar já o foi e em tempo útil, e que o programa desta noite servirá tão-somente para desmentir os gloriosos cartilheiros do costume (aqui, aqui, aqui e também aqui). aliás e sobre este assunto, o Jorge Vassalo já o expôs, de forma brilhante, aqui, numa súmula (mais do que) perfeita. é que, depois do FC Porto (pela voz do seu Director de Comunicação), do Expresso, do JN, parece que agora já é a própria PJ que mente…
infelizmente para alguns (muitos. quase 14 milhões, não é?…), aquelas “mentiras” pendem sempre e invariavelmente em desfavor para um mesmo lado: aquele que ainda não conseguiu desmentir a existência dos famigerados e-mails. curiosamente as mesmíssimas mensagens electrónicas que não foram apagadas e que revelam, acima de tudo, uma intrincada rede de troca de favores, a qual denuncia um ilustre (por que glorioso) tráfico de influências, decisivo para o desfecho de muitos dos títulos “conquistados” no tão ambicionado tetra da treta – e como o enfant terríBel, Miguel Sousa Tavares, aqui denuncia, a páginas 36

portanto, vou repetir e bem devagarinho: tráfico. de. influências *.
sim!, pois que, por muito que se queira fazer passar a ideia de que poderá haver indícios fortes de corrupção – mas muito difícil de se (com)provar – do que não restará muitas dúvidas – porque o teor dos e-mails é por demais evidente – é que há princípios de provas consubstanciadas num crime punível pela legislação desportiva em vigor também com descida de divisão.

assim sendo e mais uma vez:
convém esmorecer. não há que ceder o flanco, sequer desanimar, desalentar, perder o ânimo. desde o começo que sabíamos que iria ser assim: com muita luta e na garra. porque sempre foi (e será!) assim. o «polvo» é imenso, basto tentacular e manobra em muitos sectores da comezinha Sociedade tuga, ainda muito afecta ao (bafiento) #nacionalbenfiquismo.
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* « quem, por si ou por interposta pessoa, com o seu consentimento ou ratificação, solicitar ou aceitar, para si ou para terceiro, vantagem patrimonial ou não patrimonial, ou a sua promessa, para abusar da sua influência, real ou suposta, junto de qualquer entidade pública; quem, por si ou por interposta pessoa, com o seu consentimento ou ratificação, der ou prometer vantagem patrimonial ou não patrimonial às pessoas referidas no número anterior. »

art. 335º (Tráfico de influência), da Secção II (dos crimes contra a realização do Estado de direito), do Capítulo I (dos crimes contra a segurança do Estado), do Título V (dos crimes contra o Estado), do Livro II (parte especial), do Código Penal Português.
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© ojogo | google
(clicar na imagem para ampliar)

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a notícia replicada na imagem acima é elucidativa: o programa “universo Porto – da bancada” é a menina dos olhos da estação, a sua “jóia da coroa” e algo por que os portistas (que não só afectos à bluegosfera, mas também) há muito pugnavam, clamavam, exigiam.
para a próxima época, que se avizinha a passos largos (a sua preparação começa já no próximo dia 03 de Julho) o que peço é que este programa seja melhorado com uma presença que, por um lado, faça “esquecer” a presença Bernardino Barros (que, devido a exigências da tvi, não pode fazer parte do painel) e, por outro, seja tão ou mais interventivo e pungente como aquele.
já agora e se não for pedir demais, seria óptimo que houvesse (pelo menos) mais um programa com o cariz do “universo Porto – da bancada”, porquanto que será necessário que o que se divulgar às Terças-feiras não deverá cair no esquecimento até esse dia da semana seguinte. e, com o devido respeito pelos intervenientes, não é o “universo Porto” das Sextas-feiras que o consegue, antes pelo contrário…
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© Bruno Sousa
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por último, os “baluartes” encetaram uma demanda contra o menosfutebol.
trata-se de uma iniciativa louvável e que se incentiva, porque demonstra a força que efectiva e comprovadamente existe no universo portista: em menos de 24h, aquele reduto do lampião mateus perdeu cinco mil seguidores
tal até pode não ser um grande registo, se quem reparar nesse número for afecto ao carnidense (porque só representa 3,74% num pressuposto falacioso de 14 milhões); mas o mesmo já não se passará se for um potencial patrocinador daquela página muito, demasiado rubra para o meu gosto…

assim sendo, torna-se óbvio que há que continuar com esta campanha: este móbil não se pode esgotar numa disputa somente contra o menosfutebol, porque há muitos mais órgão de… “comunicação social” que nos desejam “muito bem”; a saber (e cito-os de cor e sem qualquer ordem de relevância em particular):
abola, record, correio da manha, dn, i, sol; rtp, rtp3, sic, sic-n, sic-radical, tvi, tvi24, cmtv, sporttv, bola-tv; menosfutebol, zerozero; antena1, antena3, rr, tsf, rfm, rádio comercial.

em todos aqueles agentes dos me(r)dia e do jornalixo tugas, indubitavelmente ao serviço de gloriosos interesses, sobretudo ao longo destes últimos quatro anos, nunca lhes senti tanto asco, tanto nojo, tanto repúdio, pela sua verdadeira falta de Isenção, de Rigor, de Brio, de Profissionalismo;
nunca, como nestes últimos quatro anos, em todos eles se (pres)sentiu uma gloriosa jactância, assente num tetra da treta, forjado pelo que os e-mails da discórdia vêm revelando;
nunca, como nestas últimas quatro semanas, em todos eles, lhes antecipo um friozinho no estômago sempre que surge uma Terça-feira pela frente. e hoje é dia!

em suma:
que também se siga igual conduta para aqueles lixos referidos ali em cima. Ontem já era tarde…
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agora apague tudo!
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chupa-chups! [editado]

futuro© google
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caríssim@,

um misto de emoções invade-me desde há mais de (quase) três horas, pelo que prevejo que só Amanhã (talvez) é que farei a minha análise à partida desta noite. 

posto isto, antes de tudo, primeiro do que tudo, e com o pouco de racional que consigo manter num estado de espírito em permanente ebulição, quero desejar esta vitória aos indefectíveis portistas – àqueles que não vacilam, aos de todas as horas e que marcam presença em todos os momentos (sobretudo nos negativos, “quando tudo arde à sua volta”), que não se dão como derrotados antes do tempo, que se recusam a enveredar por um negativismo crónico.
a estrondosa vitória desta noite é sobretudo para eles. e para aquele meio milhar de adeptos que, no mítico ‘stadio olímpico di Roma’ emudeceram perto de quarenta mil ‘tiffosi giallorossi’ e fizeram com que os nossos heróis se sentissem em casa, desde o primeiro minuto de uma partida épica. e obviamente para Nuno Espírito Santo e para o grupo de trabalho que lidera – os verdadeiros artífices de uma proeza [obrigado pela pertinente correcção, “mestre”] que, mais do que «do futebol português» (e como é prazenteiramente costume afirmar-se nestas ocasiões), é antes inteiramente pintada em tons azuis-e-brancos – pois que se trata de uma efeméride do portismo, e do Futebol Clube do Porto, e das suas gentes, e de mais ninguém (sim!, sou egoísta a este ponto, porquê? há azar?).
e quem diria que esse mesmo grupo, tão contestado nos últimos dias (semanas) onde se duvidou de tudo e de todos se questionou, conseguiria o “tal” milagre a que aludi na semana passada?… fica aqui o registo de que só se é derrotado quando se desiste de lutar; e como dos fracos não reza a História…

por último, concede-me este (breve) desabafo que está aqui, “entaladinho”:
certamente que a vitória desta noite não é dirigida aos Sousa Tavares desta vida – os tais que, ainda antes do início do encontro desta noite, e inebriados no negrume do seu derrotismo, já se davam por vencidos (© dragão até à morte), outra vez, (in)tentando arrastar os outros, os indefectíveis, para o seu abismo sem fim.
confesso que não consegui ler mais do que o ponto nr. 1 daquela que, para mim, foi a última NORTADA que me permiti ler. para mim, chega! não estou mais para ler alguém que se diz “portista” e que se comporta pior do que o pior do ‘chouriço’ – o mesmo que nos desejou uma cabazada (vídeo “para a posteridade” aqui) e que, neste momento, volta a ter que ir dormir para a garagem lá do barraco onde habita, tal é o tamanho do melão (e como amanhã é dia de labuta, e ele levanta-se cedo, e demora a desinchar…). mas, ao menos este último não disfarça o seu “desportivismo”, travestido de um asco e de um anti-portismo básico e primário (por que doentiamente crónico), ao contrário do ‘enfant terríBel’, que é um lobo da pior espécie em pele de cordeiro.

assim sendo, para os tristes dos Sousa Tavares desta vida, e para todos os outros comentadores do jornalixo e dos me(r)dia tugas que ainda fazem contas aos minutos que a nossa equipa do coração jogou em superioridade numérica (e que não passam desse facto para justificar a nossa vitória desta noite, ao mesmo tempo que demonstram toda a sua “gloriosa” azia) e que em relação aos seus comentários, a dez minutos do fim da partida, fizeram com que pensasse, de mim para alguns de vós, que já assisti a discursos fúnebres mais alegres e dinâmicos do que, por exemplo, aos do duo de abéculas plantadas no estúdio da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, olhem:

chupa-chups®! CHUPA: chups!

 

disse!

do dia em que Portugal apagou a ‘ville lumière’…

© google | Tomo III
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caríssima(o),

múltiplos factores, diversos entre si e bastante diversificados no geral, têm impedido este nosso contacto regular. mesmo tendo-o previsto e avisado-te atempadamente desta inevitável “fatalidade”, mais uma vez, penitencio-me por tal, apelando às tuas boa-vontade, bondade e benevolência. e, claro está, agradecendo, sempre!, essa tua regularidade nas visitas (quase) diárias, e mesmo quando o que encontras já é Passado. 😉

desde o nosso último contacto muito se passou, sobretudo com a “equipa que (decididamente não) é de tod@s nós”: consta que se sagrou campeã europeia de futebol, em séniores. e é sobre este feito inédito que desejo tecer alguns considerandos, se me permites.

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i) #euqueromaisequeaseleccaosafuod
@.

desde que começou o Euro2016, ou até um pouco antes (já nem sei bem ao certo)… vou reformular: desde que o sOcolari resolveu “brincar” (mas de uma forma muito séria) com a dignidade, o brio, o profissionalismo e a idoneidade dos profissionais do FC Porto, estávamos em 2004, que deixei de ligar, com muito afinco, ao quotidiano que envolve aquela que, para mim, é uma equipa na qual jogam múltiplos interesses, em diferentes “tabuleiros” e onde o nosso clube do coração sempre foi menosprezado, desprezado e mal-tratado, desde o início. neste Europeu, os exemplos paradigmáticos e convém recordá-los para memória futura, foram André² e Danilo Pereira: o primeiro ajudou a equipa das quinas, ainda na fase de apuramento e até ter-se “esbardalhado” em dois jogos amigáveis e onde foi o único seleccionável a participar em «ambos os dois» (!!); Danilo Pereira viu sempre um wc, com cláusula de rescisão de 45M€, passar-lhe à frente nas preferências do seleccionador, mesmo quando foi visível que aquele tem melhor posicionamento, jogo aéreo e saída de bola do que este último. ah!, e que, ao invés deste, não quadra o adversário com os olhinhos e/ou espera que um colega de sector faça o trabalho que lhe compete, antes pelo contrário…
aqui chegados, é para mim perfeitamente plausível que a selecção “não me aqueça, nem me arrefeça”: tal não significa que não veja os jogos e/ou que lhe deseje qualquer mal; mas e ao invés do que acontece com o nosso clube do coração, não perco noites de sono com as derrotas, nem vou para a Baixa celebrar as vitórias – pois que foi assim com o #Euro2004, com um inqualificável amargo de boca, e agora com este #Euro2016, de muito boa memória para tod@s nós.
e, assim sendo, acho que está explicado o porquê do sub-título ali em cima e da ‘hashtag‘ que utilizei nalgumas publicações nas redes sociais em que o Tomo III está presente.

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ii) #aminhaseleccaotrajadeazulebranco.

mesmo assim, é óbvio que fiquei muito feliz pela conquista deste Europeu, sobretudo pelos nossos Emigrantes, dispersos “nesse enorme país que é o Estrangeiro”®, mormente por todos aqueles que residem em França. acredito seriamente que a manhã de 11 de Julho terá sido o pináculo da Portugalidade por terras gaulesas, em que o que pôde e/ou certamente que terá sido confundido com altivez, por parte de muitos ‘baguettes‘, mais não foi do que o eclodir daquela que, até então, se assumia como uma silenciosa revolução por parte da gente tuga – aquela que diariamente tem que suportar, intrépida, o chauvinismo, a ignomínia, a infâmia e algum xenofobismo à mistura, por parte dos gálicos. como alguém o referiu – já não sei quem, mas foi no faceboKas – para estes últimos o meu desejo é só um e depois do enorme melão que ainda têm (e terão) que suportar: comam croissants que isso passa!
e é por isso que subscrevo as palavras de Miguel Sousa Tavares, na sua mais recente NORTADA, sob o título “os emigrantes” (aqui e aqui em jpeg, aqui em pdf), publicada na edição de ontem, Terça-feira, do pravda da Travessa da Queimada.

só que, depois, há o outro lado, o daquele reverso da medalha que torna toda a minha alegria quase que efémera: o do jornalixo e o da imediata mediatização da generalidade dos me(r)dia tugas, sempre prontos a salientar tudo o que gravite em torno da centralizada capital de um “Império” que, por isso e apesar disso, não deixa de ser serôdio e a tresandar a bafio e a mofo.
e, então, como que acordado de um sonho que entretanto virou pesadelo, sobretudo por quem tanto quer “dourar” o que não corresponde à Realidade, não posso deixar de concordar com o que é expresso e/ou denunciado aquiaqui, aqui e aqui, solidarizando-me mormente nas suas indignação e raiva. e, como que instintivamente, busco a minha zona de conforto predilecta, a qual traja de azul-e-branco.

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iii) #orgulho.

mais do que a suprema humilhação de terem antecipado uma derrota lusitana, não concebendo qualquer outro resultado que não fosse uma vitória tricolor e como se demonstra aqui e aqui, o que me deixa muito, mas mesmo muito orgulhoso, é a expressão de enorme felicidade de um homem que já representou a nossa cor e que nunca deixará de ser um de nós, como se encontra patente neste vídeo aqui, depois de ter visto o que a imagem abaixo documenta para a posteridade (e com mais resolução aqui e aqui, e vídeo da jogada aqui):
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© google | Tomo III
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e, sim!, Éder, eu vou comer croissants até já não poder andar mais, antes rebolar… 😀

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disse!
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nort@da do dia…

© pravda
(clicar na imagem para ampliar)

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caríssima(o),

muito telegraficamente, ali em cima tens acesso à mais recente NORTADA, pela pena do “nosso” ‘enfant terríBel‘, Miguel Sousa Tavares, sob o título “estão a matar o futebol e à nossa vista” (aqui e aqui em jpg, aqui em pdf), e com a qual não deixo de concordar: de facto, alguns dos jogos deste Europeu (quase todos?) têm sido de um aborrecimento total, com o «pragmatismo» da(s) táctica(s) a sobrepor-se à espectacularidade do jogo em si, que se pretendia sem aqueles “espartilhos” – por exemplo, com a posse pela posse, sem qualquer objectividade final (entenda-se: mais do que um golito); ou com a intenção, pura e dura, de não se deixar jogar o adversário só porque sim. comprova-se, portanto, que até um relógio parado está certo duas vezes por dia, certo?… 😀

e, para já, é só. para. já.

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disse!
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hoje, é o primeiro dia…

© Nuno Espírito Santo
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… do resto das nossas vidas*
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adenda:

disponibiliza-se a mais recente NORTADA, do ‘enfant terríBel‘ Miguel Sousa Tavares, aqui e aqui (jpeg) e aqui (pdf), sob esse título (bem? mal? assim-assim?) conseguido “bem… sim… talvez, melhor do que nada.
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* título inspirado neste clássico de Sérgio Gordinho.

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disse!
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#outroniBel

© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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caríssima(o),

a imagem acima é a mais recente NORTADA, pela pela do inefável ‘enfant terríBel‘, Miguel Sousa Tavares, a qual se encontra presente na edição impressa do pravda da Travessa da Queimada, desta Terça-feira (aqui).
porque não me vou dar a esse trabalho, alguém faça a gentileza de informar o escriba que o seu (hoje) tão idolatrado Jesús Corona, naquela fase de “pré-época”, que antecedeu a final da Taça de Portugal, num total de seis jogos, só não alinhou frente ao Rio Ave. e que a forma física que evidenciou, naqueles pouco mais de 335′ de utilização, foi (no mínimo) deplorável. é certo que, na Taça de Portugal, o Silvestre, esse alter-ego do Varela, pouco ou nada fez; mas sempre foi preferível este, mesmo derreado, do que o tecatito, que terminou a época “de rastos”, sem qualquer rasgo de inspiração em todo aquele tempo de jogo. portanto, para mim, foi compreensível que José Peseiro, ao não o fazer alinhar na partida da Taça, em detrimento do Silvestre, tenha optado por um valente “puxão de orelhas”, em forma de castigo, pelo facto de o mexicano não ter agarrado, com unhas e dentes, as várias oportunidades que teve para o fazer e condignamente. é também sobre estes aspectos que me permito citar Edo Bosch, na sua última entrevista enquanto hoquista do Clube, com os destaques a serem da minha responsabilidade:
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« Não consigo “jogar a feijões”! Para mim, o Desporto tem de ser sempre para ganhar e para dar o máximo, e isso faz parte do emblema do FC Porto. Não se lê isso, mas qualquer jogador do Clube tem de o saber, e os que entendem são os que perduram. Chegar ao FC Porto não pode ser uma meta, antes um princípio. »

fonte: FC Porto, 21-06-2016.
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de facto, (ter o prazer de) jogar no FC Porto é #outronível. talvez, um dia, Corona o venha a perceber, pois ainda vai (muito) a tempo. se não o fizer e já for tarde demais, um outro dia certamente que concederá uma entrevista a lamentar-se, como tantos outros antes dele. e, nesse dia, se ainda formos todos vivos, lá estará o incansável do Andresen a “malhar” naquele que outrora fora um dos seus (muitos) “protegidos”…
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© FC Porto | Tomo III
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e pronto! é mesmo #outronível! indubitavelmente!
considero que e ao contrário de épocas anteriores, os equipamentos com que vamos “atacar” 2016/2017 são um ‘must (have them)’! (e para não “adjectivar” com aquele que é o da moda actual). «ambos os três», que fique bem ciente.
aliás: tenho, de mim para mim mesmo e para e próprio, que, este ano, o Clube terá (secretamente) auscultado as redes sociais – essas malandras do camandro, sempre a congeminar e coiso e tal, como se sabe e é do conhecimento geral – e que, vai daí, resolveu “dar ouvidos” à maralha que há muito pedia o que irá ter na próxima época. e que tudo foi pensado – ao mais ínfimo pormenor, senhores! – não tendo nada sido deixado ao Acaso, antes pelo contrário.
assim sendo, acho que não era sem tempo, sinceramente! e que já éramos merecedores. e que as novas “armaduras” são, de facto, muito bonitas, inclusive o amarelo, patente na imagem acima. bem sei que, onde está o brasão abençoado bordado, todo o manto sagrado é belo; mas estes… estes, confesso que me surpreenderam (e muito!) pela positiva.
e tenho ainda mais noção de que, este ano, vamos “arrasar” e de que estamos no bom caminhho, quando se lê o que a imagem abaixo documenta, para memória futura, com os sabujos e/ou pés-de-microfone, do prostíbulo habitual, a tecerem o seguinte textinho, repleto de inveja e maledicência:
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© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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pese embora a «opção um pouco arriscada» e mesmo com as «características fora do comum», acho que vai ser este o ano em que irei cometer uma loucura… 😀

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disse!
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dia de Portugal (será?)…

© google | Tomo III
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caríssima(o),

no seguimento da “posta de pescada”® anterior:

… parece que houve a apresentação do novo equipamento alternativo do Clube, para a próxima temporada, e somente pela via das redes sociais – curiosamente (ou talvez não…) aquelas que a Presidência referiu desconhecer, em absoluto.
para mim, foi uma muito agradável surpresa e na senda do que se traduziu, na última temporada, em que aquele equipamento branco fez-me abrir os cordões à bolsa. este ano prevejo que não será diferente. por outro lado, respeito quem se insurja contra o esbatimento cromático do emblema do Clube, sustentando as suas razões num desrespeito aos Estatutos do Clube; já a minha opinião, sobre este facto, não mudou desde Agosto de 2015 até hoje.
quanto àqueles “outros” adeptos que já associam a nova cor a funerais, tormentas e outros quejandos, mormente e predominantemente negativos, e ainda em pleno período de férias (!), essas “opiniões” têm, em mim, um efeito em tudo idêntico à associação da cor chocolate/cacau, do equipamento alternativo da época transacta, a outro tipo de matérias, ditas mais fecais: provocam-me uma forte flatulência, ie, gases com um odor nauseabundo (tal e qual como o “respeito” que não tenho por aquelas). ainda nem sequer começou e já dão como certo o Incerto… porr@ lá para as aves de mau agoiro…
quanto ao que se aventa, com alguma propriedade, que venha a ser a cor do terceiro equipamento – mais dado para o amarelo, num regresso a 2010/2011 -, também nada tenho a objectar, e na senda do que sustentei, em Agosto de 2015: haja a capacidade para se perceber que o ‘Merchandising‘ e as receitas que consegue gerar, são importantes para o Clube, para os Orçamentos e para a internacionalização da marca “Futebol Clube do Porto”.

… parece que o «estadista» de Carnide concedeu uma extensa entrevista ao lixo tóxico do grupo cofina (aqui a primeira parte e aqui a segunda).
(muito) para lá da conversa da treta, dos lugares comuns, dos elogios cínicos aos rivais e das guerrinhas que vai alimentando com o seu ex, houve algo que retive em dezoito páginas (!) de pura propaganda: o grande Lebowski do estado lampiânico continuará a lançar os paus-mandados dos seus peões de brega para condicionar o que houver e/ou o que tiver que ser influenciado, resgardando o indivíduo que «trabalha na sombra» de todo e qualquer atrito. é só um lembrete à atenção da direcção do FC Porto, por forma a que não se repitam os ensurdecedores silêncios sepulcrais que vão persistindo há mais de três anos.

… parece que, na última edição impressa do ‘pravda‘ da Travessa da Queimada (aqui) e para lá do que escreveu o ‘enfant terríBel‘ do Miguel Sousa Tavares, na sua mais recente NORTADA, sob o título “será agora, Portugal?” (aqui), o ‘sinhôre’ fernando, na sua última guerrinha, a páginas 45, não gostou das críticas que Vieirinha teceu para com paulo bento.
percebe-se, porquanto que o primeiro sempre foi um acérrimo defensor deste último, e que, enquanto obstinado anti-portista militante, Vieirinha lhe cause uma espécie de “urticária” e não consiga compreender da mais recente preocupação dos me(r)dia tugas em torno da lesão de Ricardo Quaresma. .

… tendo em linha de conta a forma como foi anunciado, à saciedade, o grupo dos vinte e três seleccionáveis para o Europeu de França, «acardito» que, logo mais, pelas 20h, será este o onze titular escalado por Fernando Santos:
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© google | Tomo III
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num tom um pouco mais sério, aposto na titularidade do moço das tranças. é que, de outra forma, a agremiação de Carnide não terá “ar” para pagar as comi$$õe$ ao Jorge (e não!, não me refiro ao ‘chiclas‘, mas ao Mendes).

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disse!
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guerras do alecrim e da manjerona…

© google | Tomo III
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« 2. Soube, pela crónica do Pedro Marques Lopes, meu amigo e correligionário, que o “Dragões Diário” me tinha desferido um ataque infame, em resposta à minha discordância expressa sobre a contratação de NES. Não a li e nem sequer me dou ao trabalho de a ir ler. Tenho coisas muitos mais interessantes e urgentes para fazer na vida, do que ler os textos pestilentos que alguns cobardes anónimos publicam na net e, neste caso, a mando de outrem.
Uma das decisões mais acertadas e saudáveis da minha vida foi a de nunca pertencer ou frequentar redes sociais, blogues e coisas afins: poupo tempo, poupo paz de espírito e poupo-me ao nojo de conhecer, mais de perto, o rosto da insídia, da calúnia, da inveja, da absoluta miséria moral dessa gentinha que substitui o debate de opinião pela facilidade do insulto e da calúnia anónima. No mundo em que fui educado, as pessoas têm a sua opinião, justificam-na e assinam por baixo; o resto é esgoto. E o mínimo que posso fazer é dar-lhes a saber que nem sequer perco tempo a lê-los.
»

Miguel Sousa Tavares, in ‘pravda’ (aqui).
deduz-se que depois de ter ido caçar perdizes (sóbrio).

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caríssima(o),

as linhas (#notmadeinporta18forsure), ali em cima, são um excerto da mais recente NORTADA, pela pena do “nosso” ‘enfant terríBel’, Miguel Sousa Tavares, sob o título “a hora do Espírito Santo” (aqui). são palavras duras, pejadas de raiva e carregadas de muita indignação, que se compreeendem, e que, apesar de terem um destinatário (muito) concreto – quem assina a ‘e-letter’ do Clube – provocaram-me mal-estar e um certo desconforto emocional.
acima de tudo, recuso-me a ser apelidado de «esgoto» só porque administro um blogue. não me refugio no covarde anonimato (que abomino), sequer numa qualquer alcunha (vulgo ‘nickname’), pois tenho nome próprio e dou a cara por ele, com muita honra e orgulho, assinando todas as declarações que teço. mais: o blogue que administro é um espaço de discussão pública em torno de um Amor comum a muitas(os) de nós, o qual, ao longo das suas três edições, nunca serviu para caluniar e/ou insultar os seus pares “só porque sim”, antes pelo contrário. aqui, desde Sempre e porque assim fui ensinado, preza-se o Respeito e prima-se pelo bom-nome dessa instituição centenária que é o Futebol Clube do Porto. e, tal como o autor da prosa em causa, também nada se pretende receber em troca, a não ser (por vezes) o grato reconhecimento de quem tem a pachorra para me ler – pelo que me recuso a entrar nessas guerrinhas de medidor de portismo, o qual, como se sabe, não é maior (nem menor) do que o teu, tão-somente diferente.

assim sendo, é por “isto” tudo que me senti ofendido com aquelas palavras. e que (ainda) não consegui calar a minha revolta interior. e que, por saber que quem as escreveu, (cobardemente?) recusa-se a receber correio dos seus leitores, mesmo que lhe seja dirigido via CTT, em carta registada com aviso de recepção, redigi este texto para também expressar publicamente o que me vai na alma: que é de uma injustiça tal que o Miguel Sousa Tavares inclua, no que apelida de «gentinha» e de «esgoto» muitos de nós, ‘bloggers’ desse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera que, em prol do Clube e ao contrário de muitos opinadores, como o Andersen, que recebem consideráveis avenças, são tudo menos «o rosto da insídia, da calúnia, da inveja, da absoluta miséria moral».
e, para comprovar que assim não o são, fica desde já lançado o repto à figura em causa para, já no próximo dia 11 de Junho, um Sábado, bem pela fresquinha, comparecer no Dia do Clube, o qual terá lugar em Rio Tinto (mais informação aqui). constatará, com os seus próprios olhos, que está muito equivocado e pejado de ideias-feitas e de lugares-comuns, sobre as redes sociais – ou sobre alguns dos “segmentos” destas últimas.
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por último, num comprimento de onda bem diferente mas que, mesmo assim, não deixa de ser igualmente importante, algo completamente surreal (ou talvez não).
consta que a juíza Anabela Gomes Marques, a propósito daquela acção que o 5lb intentou contra o ‘chiclas’, e que lhe atribuiu o (irrisório? risível? ridículo? anedótico? patético?) valor de 14 milhões de euros de indemnização – «um euro por cada adepto», afirmou-se, na altura – considerou «ineptas» as “provas” apresentadas, pelo 5lb, naquela petição judicial contra jorge jeBus. e afirmo «consta que», porquanto que tem sido uma não-notícia para os me(r)dia tugas, que tudo têm feito para a remeter para uma nota de rodapé. e, por «ineptas» entenda-se, em linguagem leiga, que o Tribunal considerou que «faltam elementos que clarifiquem aquela acção» apresentada contra um seu antigo funcionário. e que, agora, os advogados da agremiação de Carnide «têm 10 dias úteis para reformular a petição judicial inicial». e que, caso a nova argumentação seja aceite pelo Tribunal, então avançar-se-á para julgamento (cuja primeira sessão está já marcada para o dia 5 de Janeiro de 2017).
por outro lado, caso a juíza considere que a «ineptidão da petição se mantém», então ela será declarada nula e o caso nem sequer irá a julgamento, com o 5lb a não poder a voltar a apresentar uma outra acção pelos mesmos factos. esta segunda hipótese é a mais plausível, o que seria uma derrota, em toda a linha, mesmo as #madeinporta18, contra quem andou a propagandear que o Carnide se sentira «lesado» pela mudança de camisola que o jeBus fez – qual corno, no fundo, que é sempre o último a saber das novidades… e, por «corno», entendam-se (também) todos aqueles «14 milhões de adeptos» do 5lb, mesmo os ilegais, que foram incluídos numa acção judicial em seu nome, e com a “agravante” de verem o seu lampionismo ter o valor (simbólico, ou não) de um mísero euro. adiante.
como aquela segunda hipótese – de tudo ser considerado uma grande falácia, vulgo «inépcia» – é a que “mais pernas tem para andar”, já há quem se movimente para fazer pressão alta sobre a juíza do processo em causa (vídeo elucidativo aqui). fossem aquelas palavras proferidas por um vice-presidente do FC Porto, num processo em que o Clube estivesse visado… já teriam caído o Carmo, a Trindade, os Clérigos, a Sé, a Misericórdia, os Congregados, os Grilos, a de S. Francisco, Cedofeita, e outra tanta mais igrejas da ImBicta

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disse!
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demasiado verde…

jpeseiro© bruno sousa
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caríssima(o),

é oficial: num lacónico comunicado à CMVM, a $AD portista informa que, desde ontem, Segunda-feira, deixa de suportar qualquer encargo mensal com José Peseiro. assim e para já, tem “só” aquele outro, para com Julen Lopetegui, o qual, ao que consta, parece que está próximo de migrar para a gverreira cidade dos asteriscos…
em suma: tudo se vai começando a compor, em seu devido tempo. ou então, não, como veremos a seguir.

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sobre José Peseiro.
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« […] sei também da minha competência, do meu profissionalismo e da minha capacidade. sei também que estou num clube estruturado e sei que vamos lutar pelos objectivos traçados no início da época, à excepção naturalmente da Taça da Liga. tal como disse aos jogadores, na apresentação, queremos ser campeões, queremos ganhar a Liga Europa e queremos vencer a Taça de Portugal. não faz sentido estar neste clube e não pensar assim. agora, temos que pensar jogo a jogo. […] »
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foi com esta ambição que, em Janeiro último, se apresentou aos sócios, adeptos e massa assoBiativa, José Peseiro, novel treinador do nosso Clube do coração. claudicou, com estrondo e em todas as frentes que se propôs almejar o Sucesso – sobretudo no último daqueles propósitos, e para o qual teve uma (espécie de) “pré-época”, inclusive com chancela presidencial.
a ele, José Peseiro, o meu agradecimento por ter (in)tentado colar os cacos de um(a espécie de) plantel, estraçalhado em todos os seus vectores – desportivo, anímico, emocional. sei que fez o melhor que sabe e sempre em prol do Colectivo; não bastou para a exigência que este Clube impõe, pelo que sai, de consciência tranquila, é verdade, mas por uma porta bastante pequena para o que foi esta sua aventura pela ImBicta.
estaria demasiado “verde” para a assumir? nunca se saberá ao certo. estou em crer que, face a todas as contingências que (des)nortearam a sua contratação, José Peseiro acabou por ser uma espécie de “mal menor” para todas as partes envolvidas num processo em que (reafirmo-o) nós, enquanto adeptos, também tivemos a nossa quota-parte de culpa.
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mst© público
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sobre o ‘enfant terríBel.
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« espero que não se confirma a notícia da contratação de Nuno Espírito Santo. julgo que está um vasto leque de portistas comigo, que achará que, mais uma vez, Pinto da Costa vai cometer um erro na escolha do treinador. e ela é decisiva. isto porque, um clube que foi duas vezes campeão da Europa e do Mundo, não se pode dar “ao luxo” de contratar um treinador que não tem experiência suficiente, que só treinou dois clubes, e nunca ganhou nada e que não tem carisma para o FC Porto. 
eu, como a grande maioria dos adeptos, queríamos era Marco Silva: já tem provas dadas, já ganhou alguma coisa, e tem outro prestígio e outro carisma, que o Nuno Espírito Santo não tem. são ambos treinadores jovens; só que um já deu provas e outro não. Marco Silva está no activo e Nuno Espírito Santo está no desemprego há alguns meses, e por alguma razão…
isto representa a vitória da “facção Alexandre Pinto da Costa” contra a “facção Antero Henriques”, que queria Marco Silva. […] eu não concebo que haja uma facção do filho do presidente, que não tem nenhum cargo estatutário no Clube, nem nenhuma legitimidade para se intrometer nestes assuntos. segundo, porque se Nuno Espírito Santo é contratado e se é representado pelo filho do presidente do FC Porto, é preciso apurar se o FC Porto paga alguma comissão. é que não tem que pagar! é um treinador desempregado! se, de facto, pagou alguma coisa a Alexandre Pinto da Costa, resta uma dúvida legítima: se o pai contrata o treinador por achar que é o melhor para o clube ou por achar que é o melhor para o filho.
há uma “guerra” que tem que ver com Poder, Influência e Dinheiro, e que tem sido a principal razão, à frente de qualquer outra, para o descalabro em que o Clube tem vivido nos últimos anos. eu creio que esta contratação prolongará a “guerra” e a agonia de uma travessia do deserto em que nós estamos mergulhados. »
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o que Miguel Sousa Tavares proferiu, ontem, aos microfones da estação de Carnaxide, no seu espaço de comentário (principalmente) político, repetiu-o hoje, na edição impressa do pravda da Travessa da Queimada (aqui), num artigo entitulado “o velho e sempre útilinimigo externo” (aqui, em formato jpeg e aqui em formato pdf). confesso que não me revejo minimamente nesta perspectiva, sobretudo e mormente na escolha de Marco Silva. por mim e se tivesse esse poder, já teria cativado Leonardo Jardim para ocupar uma cadeira que se encontra vaga, pelas mesmas razões que se encontram explanadas aqui.
a estima e a gratidão, que nutro pelo nosso querido líder, não me tolhem o pensamento, sendo crítico quando considero que devo ser, e enquanto adepto de futebol e indefectível pelo Futebol Clube do Porto. nesta situação de mudança de treinador (mais uma…), considero que é prematuro tecer-se seja o que for sobre o assunto em causa, porquanto que, à data e hora destas linhas (#notmadeinporta18forsure), o que é certo é que não há confirmação oficial de qualquer nome para substituir José Peseiro, a não ser suposições, conjecturas, hipóteses (mais ou menos) plausíveis – e independentemente da convicção de José Guilherme Aguiar e do aviso de Vítor Baía. portanto, a minha postura é a de aguardar tranquila e serenamente intranquilo, por uma notícia que confirme o sucessor de José Peseiro, porque nada do que faça e/ou diga e/ou comente e/ou escreva, alterará o rumo do que (quero acreditar nisso!) já está previamente traçado pela Direcção da $AD/Clube, independentemente de «guerras de facções» e de eventuais «comissões». e é por isso mesmo que não poderia concordar mais com as seguintes palavras, pejadas de ironia fina, do João, e que foram retiradas daqui:
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« o Nuno Espírito Santo é fraca escolha: não ganhou a ‘chempes’. bom, bom, era o Guardiola. quer dizer… nem era bem: não ganhou a ‘chempes’. o Pellegrini! o Pellegrini é que era! quer dizer… não é bem: depois nunca se saberia se o nome é com um ou dois eles… O van Gaal! o van Gaal é que era! ah!, mas não ganhou a ‘chempes’. Eu, se fosse à $AD, escolhia o Paulo Sousa! quer dizer: não ganhou nada, em Itália… já sei! o Marco Silva! oh!, mas o campeonato grego não presta para nada… o Leonardo Jardim! o Leonardo é que era! mas o Mónaco nem tem campeonato: os gajos jogam na França… então o Ranieri! não, esse nunca ganhou nada! só este ano, mas deixou fugir a ‘chempes’ quando estava no Chelsky… talvez o coiso, o outro…
conclusão: há portistas que fazem lembrar alguns putos. “de que clube és? sou do que ganha! treinador? nenhum presta! dirigentes? nenhum presta! e eu é que sou o presidente da junta, sou o maior da minha aldeia e não me comem as papas na cabeça! »
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já agora: quem, aos microfones de uma estação de televisão, com uma visibilidade muito superior ao que escreve às Terças-feiras, no pravda, afirma o que ali em cima se transcreve para memória futura, já deveria estar a contar com uma resposta do Clube. esta surgiu pela e-letter (aqui), no segmento «miguéis». o que não posso deixar de lamentar é que, essa mesma resposta, com autorização superior, tenha divulgado dados de um (ex-)sócio que deveriam permanecer no foro privado do Clube.
considero que, para lá desse excesso, que se lamenta e que se repudia – já para não referir que só ganha visibilidade pela notoriedade do visado -, há motivos para que, com a devida antecedência, se repense toda a estratégia comunicacional do Clube para a próxima época. com tantos outros assuntos em que o silêncio dos responsáveis do Clube não é de ouro (de todo!), a forma buliçosa com que rapidamente se atacam adeptos portistas, e por mais razões que assistam a esse “ataque”, deveria fazer travar essas intenções iniciais. já basta desta imagem de quezílias internas, de divisões entre adeptos de um mesmo Clube, quando o sentimento que deveria subsistir é o de U-N-I-Ã-O.
mentalizemo-nos que o “inimigo”, que existe, reside de facto no Exterior às paredes daquele que deveria (também e sobretudo!) ser o nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos. já não deveríamos ser “verdes” nesse sentimento..
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duplasv© google | Tomo III
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« antigo vice-presidente do spórtém condenado por dois crimes de peculato, por uso indevido de dinheiro e bens do clube, e por denúncia caluniosa agravada do árbitro auxiliar José Cardinal

paulo pereira cristóvão foi hoje condenado a quatro anos e meio de prisão, com pena suspensa, por dois crimes de peculato, por uso indevido do dinheiro e bens do spórtém, tendo sido absolvido dos crimes de burla e branqueamento de capitais. à pena vão ser descontados os 15 meses já cumpridos em prisão preventiva.
o antigo vice-presidente do clube de Alvalade e ex-inspector da Polícia Judiciária, foi ainda condenado por denúncia caluniosa agravada do árbitro auxiliar José Cardinal, ao qual terá de pagar 40 mil euros por danos patrimoniais.
o antigo vice-presidente do spórtém foi ainda condenado ao pagamento de indemnizações de 500 euros a cada um dos 35 árbitros que se constituíram assistentes no processo, o que perfaz um total de 17.500 euros.
o antigo dirigente do spórtém, na direcção de Godinho Lopes, fica ainda impedido de exercer a actividade de “dirigente desportivo” durante três anos.

no âmbito do processo conhecido por “Caso Cardinal”, paulo pereira cristóvão era acusado de um crime de burla qualificada, outro de branqueamento de capitais, dois de peculato, mais um de devassa por meio informático, um de acesso ilegítimo e, por fim, um de denúncia caluniosa agravada.
nas alegações finais, a 25 de Janeiro, Paulo Farinha Alves, o advogado do antigo vice-presidente do spórtém, pediu a absolvição de todos os crimes. na parte do processo, que dá nome ao caso e que se relaciona com um depósito de 2.000 euros na conta do árbitro assistente José Cardinal, para posteriormente o acusar de suborno, o advogado Paulo Farinha Alves entendia que o seu cliente deveria ser ilibado.
de acordo com a acusação, paulo pereira cristóvão teria pedido ao seu colaborador, Rui Martins, para ir ao Funchal efectuar um depósito de 2.000 euros na conta de José Cardinal, para posteriormente o acusar de ter sido subornado antes de um jogo entre o spórtém e o Marítimo, a contar para a Taça de Portugal. paulo pereira cristóvão era também acusado de ter criado uma lista com dados pessoais de árbitros, 33 dos quais reclamavam o pagamento de indemnizações cíveis, por se sentirem intimidados com a divulgação da mesma. o Tribunal decidiu que o antigo dirigente leonino terá de pagar a cada um deles 500 euros.

o processo, que começou a ser julgado a 8 de Abril de 2015, tinha também como arguido Vítor Viegas – acusado de crimes de burla, branqueamento de capitais e devassa por meio informático -, que foi absolvido.

num outro processo, paulo pereira cristóvão está acusado de acusado da autoria moral de dois dos sete assaltos que o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) imputa a um grupo criminoso.
a acusação envolve 18 arguidos, entre eles o antigo dirigente leonino e o líder da Juve Leo, Nuno Vieira Mendes. 
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reproduzo esta notícia aqui, da autoria do DN, sobretudo para memória futura, não vá ela desaparecer por artes mágicas (ou outras)…
fosse esta merd@ connosco… ou o caso dos ‘vouchers‘ a apitadores, delegados ao jogo e observadores de árbitros… ou a #porta18… ui! nem seria bom imaginar! como é lá para os lados da Capital do Império, está tudo bem, na paz do(s) senhor(es), pelo que ‘no pasa nada’

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disse!
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curt@s (e grossas)…

basquetebol© google | Tomo III
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caríssima(o),

o descalabro desportivo, do passado Domingo, em Oeiras, (como que) “cegou-me”, só que numa escala bem menor do que ao “nosso” ‘enfant terríBel‘, como se comprova na sua mais recente NORTADA, sob o “auspicioso” título “quando se faz tudo para se perder… consegue-se!” (aqui e também aqui), presente na edição impressa, do pravda da Travessa da Queimada, desta Terça-feira (também aqui) – e cuja qualidade, para uma leitura fácil e acessível, não é, de facto, a melhor, motivo pelo qual e desde já, te apresento as minhas desculpas.
mas, do quotidiano azul-e-branco, felizmente que aquele não foi o único evento desportivo onde o brasão abençoado participou. assim sendo, é da maior e da mais elementar justiça, que se destaquem as vitórias: do hóquei em patins, no sempre e tradicionalmente difícil pavilhão de Paço de Arcos, avançando para a ‘final four‘ da Taça de Portugal; dos Sub-19, na recepção ao Paços de Ferreira e que permite manter a liderança isolada, rumo ao tão ambicionado bicampeonato; do basquetebol, no primeiro jogo da final dos ‘play-off‘ e do brio patenteado na segunda partida, num encontro onde, sempre em desvantagem nos três primeiros períodos (18-23, 32-42 e 62-68), o 5lb logrou a reviravolta no quarto e último parcial.

já agora e a propósito dessas duas partidas de basquetebol:
mais uma vez, a (basta e muito «gloriosa») edição ‘online‘ do pravda da Travessa da Queimada, patenteou a sua falta de brio e de profissionalismo, em se ser jornalista desportivo [tosse], não conseguindo disfarçar a azia, essa sua «gloriosa» bílis, sempre que a agremiação, para a qual são um órgão de comunicação (mais do que) oficioso, e para cujo «glorioso» pagode (agora dizem que são «catorze milhões»…) ridiculamente se transformam em meros comerciantes de papel jornal, os desilude.
mais uma vez, verificou-se uma estúpida diferença de tratamento editorial (ia escrever jornalístico…), onde foi gritante o destaque que mereceu a derrota que o 5lb nos infligiu, em relação à vitória que lhes impusemos no Sábado: aquela teve «gloriosas» honras na página principal, quando esta última foi remetida para lá de meio da página do separador “modalidades”, e muito depois de outras notícias (porventura, bem mais) importantes para o estado lampiânico – inclusive antes daquela outra que referia que o ABC acabara de se sagrar vencedor da última edição da ‘Taça Challenge’, em andebol, ante o… 5lb, pois então!
são uma cambada de tristes, é o que é… e, apesar de todos os convites para galas dos Dragões de Ouro que tiverem, sempre que puder, cá estarei para denunciar estas filhas-da-putice.
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basquetebol© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)
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nota prévia e muito pertinente:
que fique bem claro que não foi pela arbitragem do ‘shôr‘ artur soares (e que já teve melhores) dias que o FC Porto perdeu aquela final da Taça de Portugal, antes por erros próprios (e inadmissíveis em alta competição).

a imagem acima é uma súmula desta outra aqui, onde se comprova que não houve erros de grande monta e que a partida em causa foi mesmo tranquila para o sexteto de árbitros que nela estiveram envolvidos. mesmo assim, não há como escamotear esse facto evidente de que houve um(a) matrafona que, em todas as grandes penalidades, lá deu os dois passos em frente da praxe – sim!, lampiões, tal e qual como o Beto, ou até o artur, em 2014.
agora, mais do que carpir por essa “mágoa”, pergunto-me onde estarão os mesmos que tanto atacaram o Beto, a 15 de Maio de 2014 e que, dois anos volvidos (!!!), ficaram emudecidos, caladinhos que nem ratos (que são), no mesmíssimo pasquim onde vomitam todo o seu anti-portismo básico (por que primário)?… ah!, já sei! consciente e deliberadamente optaram por parabenizar o 5lb do Minho, pelo «brilhante jogo» que realizaram: todos ao ataque, bem fechadinhos atrás da linha do meio campo.

neste entretanto, jorge coroado, no artigo “há muito a mudar“, na edição impressa, desta Terça-feira, do pasquim editado pelo ‘quim oliveirinha (aqui), escreve que (e cito) «não consegui entender como nenhum dos elementos da equipa de arbitragem, colocados sobre a linha de baliza, descortinou que matrafona se adiantou sempre antes da execução dos atacantes!», legitimamente questionando «para onde olhavam os juízes de baliza?». eu acho que sei a resposta (aqui)…
ah! e mais do que «bom senso», acho que as recomendações do International Board vão mais no sentido de que se cumpram as leis do jogo, mormente o disposto na Lei #14.
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basquetebol© el mundo
(clicar na imagem para ampliar)
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o quê?! comissões?! transferências inflacionadas?! esquema muito próximo de uma escandalosa («gloriosa»?) lavagem de dinheiro?! a envolver o 5lb?! não pode ser! a reportagem do jornal espanhol ‘El Mundo‘ (aqui e aqui) com toda a certeza que está equivocada, tal e qual aquela outra, do ‘L’Equipe‘, em Julho de 2015 (aqui), a propósito das transferências para o AS Mónaco! isso de comi$$õe$ é só a Norte do Mondego, pá!

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disse!
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