o Futuro é agora, porra!

© google
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como adepto também cheguei ao final da paciência.
a mim não me interessa o que já ganhei. o que o FC Porto ganhou é Passado, e está no Museu. é a história que ninguém pode mudar.
candidato-me porque as coisas estão mal e é preciso voltar colocá-las como eram. e como me sinto com capacidade para isso, tenho a certeza de que eu e a Equipa que me acompanha, iremos dar a volta ao que não está bem.
não me candidato, nem quero que defendam, ou que votem na minha candidatura, por aquilo que eu ganhei; candidato-me para que o FC Porto volte a ser o que foi, durante décadas, durante a minha presidência
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Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa | Abril de 2016.
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caríssim@,

aquelas palavras, proferidas pelo nosso querido líder aquando da sua campanha para nova reeleição presidencial e que viria a vencer (porquanto que foi candidato único nas últimas eleições para Presidente do Clube…), um ano e um mês depois permanecem extremamente actuais. demasiado actuais, até.
acontece que, neste entretanto e pese embora ainda ser matematicamente possível o título nacional, esta será mais uma época “a seco”. a quarta consecutiva*, num inédito (inusitado?) recorde negativo em 35 primaveras de sucessos retumbantes.
* bem sei que, a 10 de Agosto de 2013, conquistámos a vigésima Supertaça Cândido de Oliveira do Clube, com o “palminhas” fonseca ao comando dos destinos da equipa azul-e-branca. mesmo assim, há quatro épocas que deixamos fugir o troféu maior a nível nacional. e esse, para mim, é o que conta.

não há como escamoteá-lo: no que ao futebol sénior diz respeito, este foi novamente um ano desportivo ‘muit’amau’. e não há por que escondê-lo, antes encarar esse facto insofismável de frente, por forma a nos precavermos no Futuro – o qual (espero) já deverá ter começado a ser definido e delineado no regresso ao continente, depois do descalabro na “pérola do Atlântico”.

sem pretender ser exaustivo, de positivo (sim!, porque, nesta época prestes a findar, também houve situações que nos fizeram sorrir), retenho o “milagre” da eliminatória de acesso à fase de grupos da Champions, ante a toda-poderosa AS Roma e numa altura de basta descrença, entre a turpe azul-e-branca, nas efectivas capacidades da Equipa; as nove vitórias consecutivas para o nosso comezinho campeonato (entre meados de Janeiro e a primeira quinzena de Março), com exibições que chegaram a ser categóricas (Estoril, Guimarães, Tondela, Nacional…); o reforço de um espírito de grupo como há muito não se via num plantel azul-e-branco, a indiciar que todos “remam”  efectivamente para o mesmo lado, em prol de objectivos comuns e de grupo, e não individuais.
foram tempos que nos permitiram sonhar e considerar que seria possível ir festejar um tão ambicionado título para os Aliados. e eu – tal como tu e tod@s no Clube (dos dirigentes, passando pelos treinadores e jogadores) – senti-me acreditar nessa forte probabilidade. curiosamente (ou talvez não…), foi o período em que o Dragão finalmente acordou de uma inerte e indolente letargia, resolvendo apostar forte no combate ao «polvo», com o aparecimento do programa “Universo Porto – da bancada“. e, sim!, é impossível fugir a este (mais do que previsível) tetra da treta sem referir o basto #colinho, com imenso #mantoprotector e fartas #cartilhas; mas também houve (ainda há!) erros próprios, os quais são da nossa exclusiva responsabilidade, e é sobre esses que importa reflectir – porque são aqueles que conseguimos controlar.

de (muito) negativo, refiro os cinco empates obtidos nos últimos sete jogos e que nos custaram a efectiva aproximação a esse líder com pés de barro e futebol muit’a pobrezinho; uma errática política de “rotação” de jogadores, com alguns #lesadosdoNES (João Carlos Teixeira e Depoitre à cabeça); um imperceptível modelo de jogo (ou algo parecido com tal), mormente depois daquele empate com sabor a derrota ante o Setúbal “de” couceiro, e em nada condizente com os pergaminhos do Clube e que indicia sobretudo que se prefere não sofrer golos ao invés de os procurarmos desde o primeiro segundo das partidas.
são os tempos presentes, que levam a que se duvide de tudo e de tod@s, e se dispare indiscriminadamente, com tudo o que de injusto tal acarreta.

ou seja: é impossível não dissociar aquelas afirmações do Presidente com estes factos desportivos. portanto, sim!, não estamos na mesma: estamos pior. e, como tal, há responsáveis por este mau ano desportivo. e há nomes que têm (devem!) que ser mencionados, porque no FC Porto “a culpa não morre solteira”. à cabeça, Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa – porque tudo no Clube principia e acaba na sua figura – e os seus ‘compagnons de route‘ de sempre e para Sempre, actuais membros directivos da $AD azul-e-branca. depois destes, o do actual Director-geral, eng. Luís Gonçalves – e apesar de ter recebido “a criança em braços” já com a época em curso. depois, a equipa técnica escolhida pelo Presidente. e então, só depois, tod@s nós, adept@s indefectíveis do FC Porto. em suma: tod@s temos culpas no cartório, com maior ou menor responsabilidade. o meu enfoque centra-se nas primeiras.

acho que estamos de acordo que se avizinham tempos difíceis para os lados do Dragão. e não adianta tapar o Sol com uma peneira: tod@s iremos sofrer, de uma maneira ou de outra, apesar daquela mesma responsabilidade. e não!, não estou a ser catastrofista e/ou pessimista, antes realista.
aliás, arrisco-me a tecer o seguinte cenário: a $AD, na figura do seu responsável máximo, mais uma vez tudo fará para inverter este rumo em direcção a um Abismo que parece não ter um fim e que se iniciou com a debandada do £ibras-Boas, a duas semanas de se iniciar a época 2011/2012 – e é bom recordá-lo. e, sim!, ainda não esqueci, sequer perdoei!
para que se inverta esta (espécie precoce de) hegemonia pintada em tons mais rubros, espero bem que não se hipotequem os desígnios financeiros a que estamos obrigados pelas normas da UEFA – muito rígidas, inflexíveis e nada meigas para com clubes da nossa dimensão e periféricos ao centro do P(h)oder futebolístico europeu.
ao contrário da recente e muito bem-vinda “onda azul”, temo que o próximo treinador da equipa sénior de futebol profissional não terá umas condescendência e indulgência tão benévolas por parte daquela – seja ele o Nuno ou qualquer outro Espírito Santo, com agravo para o primeiro caso permaneça para a próxima época (o que desconfio que não venha a acontecer).
assim, aos primeiros desaires que surgirem (que inevitavelmente irão surgir, não haja dúvidas. espera-se e deseja-se é que sejam em menor número do que a época em curso – 01 derrota e 10 comprometedores empates…), prevejo que regressará (em número e em peso) a “homérica” massa assoBiativa, com tudo o que de pernicioso tal poderá acarretar para uma equipa em construção – e sim!, iremos assistir a um novo defeso movimentado para os nossos lados, quanto mais não seja porque está orçamentada a necessidade de «proveitos com transações de passes de jogadores no valor de 115,781M€» (aqui, a páginas 05).

concluindo: este é um cenário plausível e que não se deseja, sequer que se repita, de todo! para tal, já bastam os últimos quatro anos. mas, se vier a acontecer, que se tenha a plena consciência de que há a forte probabilidade de que aqueles quatro anos perdurarão (pelo menos) por mais um. e, sim!, estou muito descrente na capacidade de inversão deste rumo, porque as promessas feitas há um ano não se concretizaram e retumbaram num fiasco. mais um…
é certo que houve melhorias no plano comunicacional do Clube, no qual estamos mais “agressivos” (por que basto incómodos) para com o “glorioso” ‘establishment‘ que (ainda) reina no nosso comezinho futebolzinho tuga;
sim!, a aquisição dos direitos desportivos e económicos de ‘tiKinho’ Soares indicia (mesmo que de forma precoce e/ou pírrica) uma inversão no modelo de contratação, porventura mais voltado para o que de bom existe em território nacional;
sim!, há potencial no actual plantel, apesar de todas as suas limitações, igualmente próprias de muita juventude;
sim!, poderemos, com ponderação, vender alguns dos nossos “anéis” (Danilo, Rúben, Brahimi, André Silva) que o Futuro permanece de certa forma risonho, pois que há muita “matéria prima” de Qualidade nos escalões da formação azul-e-branca,

mas “isto” só, não chega para satisfazer as altas expectativas de um adepto portista. para mim, não bastam. quero e desejo mais, nem que tenhamos que ficar “a seco” outros dezanove anos (e longe de nós vá tal agouro!).
quero é perceber que efectiva e comprovadamente está a haver uma inflexão neste rumo. e, Hoje, e como ali em cima o afirmei, ainda não consigo acreditar, porque os “sinais” dados por quem decide ainda não são satisfatórios e indiciam que as práticas serão as mesmas esperando-se por resultados diferentes – os mesmos que, nestes últimos quatro anos redundaram num enorme z-e-r-o títulos. e é bom que se perceba que são estes últimos quatro anos que estarão sempre presentes no cutelo, ao invés dos anteriores trinta e um de muito Sucesso (talvez porque a memória dos homens seja fraca, talvez porque a Gratidão também tem um fim)…
espero mesmo estar redondamente enganado nestes meus vaticínios e que, de hoje a um ano e se não for antes, possa estar a emendá-los e a pedir-te e a quem de direito, sinceras desculpas pelo sucedido.

finalizando:
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permanecendo (‘ad aeternum‘?) nos destinos do nosso Clube do coração, vai desgastando a sua imagem, bem como aquela aura de líder incontestado e incontestável, que tanto trabalho, esforço, dedicação e empenho lhe levou a construir – os últimos quatro anos são disso exemplo.
[…]
lastimo que, no nosso Clube, não haja quem, sendo frontalmente contra a actual Direcção, não elabore um projecto convincente e o submeta ao escrutínio dos sócios, e mesmo tendo sempre presente a verdadeira abada que poderá levar nas urnas. estou certo da minha mais forte convicção de que, mesmo assim, conquistaria o Respeito de muitos – inclusive dos que contra si teriam votado.
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a toda esta (extensa) prosa e àquelas minhas palavras datadas de Dezembro de 2016, em Março desse mesmo ano expressei publicamente o desejo íntimo de que «quero acreditar em querer acreditar!».
nunca pensei que, mais de um ano volvido, aquelas permanecessem tão actuais e que essas vontades estivessem tão vivas, infelizmente – porque tal significa que voltamos a claudicar e que o Fracasso persiste em se sobrepor ao Sucesso.
e, com todo este relambório, que não se infira que estou a afirmar que não se está a trabalhar, de todo! acho é que esse deve ser melhor direccionado e já no planeamento da próxima época – a começar pela assertividade na escolha do treinador, como sempre.

e, já agora…

… qual é o teu prognóstico, o teu grau de confiança?
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peço-te esse favor de despenderes (e no máximo!) mais um minuto, do teu precioso e valiosíssimo tempo, a responder àquele inquérito, cuja votação termina às 19h30m de amanhã, Quinta-feira, dia 11 de Maio de 2017.

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disse!
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resquícios.

futuro© fotos da curva | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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nota introdutória:

só hoje, Quarta-feira, (quase) 84h depois, é que “a telha” (vulgo neura, e que, sim!, pode-se confundir com azia…) está a dar indícios de desaparecer. mas ainda não foi à sua vidinha, não!, que o mau humor rezingão e irascível, esse está para durar – pelo menos até ao início do próximo encontro, já este Sábado, frente ao Belém, onde se espera que sejam estes a comer “pastéis”, ouvistes ó Nuno? nem que tenha que ser por obra e graça do Espírito Santo, ouvistes ó Nuno? bem!… adiante.

assim sendo e porque já estou basto atrasado (© ‘shôr’ Silva), esta “posta de pescada”® vai ser um pouco para o compridota. é que há alguns aspectos, sobre o Clássico, que também quero esmiuçar e dar o meu lamiré.
ou seja e como não poderia deixar de o ser, esta prosa honrará com os pergaminhos e com aquela que é a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as numerosas hiperligações e as diversas imagens, que não só para memória futura mas também.
e, claro está!, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
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caríssim@,

sobre a partida em Carnide, subscrevo o que, neste entretanto, foi sendo trazido à colação (e muito bem aventado) aqui, aquiaqui, aqui, aquiaqui, aqui, e também aqui, na bluegosfera.
acima de tudo, recordo esse facto insofismável: depois do empate que se trouxe de Carnide, já não dependemos exclusivamente de nós para nos sagrarmos campeões. ou seja: teremos que esperar que sejam Outros a fazer o trabalho onde, mais uma vez, nos revelámos incompetentes, e que passava pelo assalto efectivo ao primeiro lugar do campeonato.
e entenda-se também que, para sermos muito felizes, em Maio, (i) teremos obrigatoriamente que vencer as sete finais que se avizinham (com deslocações complicadas a Braga, Chaves e Madeira) e que (ii) não poderemos “depositar as fichas todas” no ‘derby‘ da Segunda Circular (o qual, entrementes e por antecipação de duas semanas, já está a ser arduamente disputado, sobretudo fora das quatro linhas).

acima de tudo, o que resta do empate ante o carnidense é que este revelou-se uma espécie de “mal menor” – e daí o meu tremendo desconsolo no final da partida, pois que fiquei com a estranha sensação de que deveríamos e poderíamos, ter feito (bem) mais e (muito) melhor, mesmo com (e contra) o “xistrema” (já lá vamos). mais do que teorizações sobre qual o onze titular e/ou que substituições efectuar, considero que faltou um pouco mais à Equipa, mormente na segunda parte, para se dar a “estocada final” no rival; acho que faltou dar seguimento ao lance do Soares, que os colocou em sentido e que os fez abanar, só que momentaneamente – e quando o que se pedia e toda a massa adepta “exigia”, era que ocasiões de golo como aquela tivessem continuidade no Tempo e não se esvaíssem nos restantes 30 minutos do encontro, e mesmo com (e contra) o “xistrema” (já lá vamos).
mas, como tal não veio a acontecer, e por erros também próprios da Equipa, vamos ter que aguardar pelo que os outros farão nos seus «gloriosos» embates, rumo a esse desígnio já supra-nacional, e que é a treta de um tetra ardentemente desejado por tod@s os quadrantes, inclusive o Político (e já lá vamos, também).
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futuro© google | 92º minuto
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sincera e honestamente nem sei como abordar a próxima temática depois das declarações do espírito santinho do Nuno e do presidente Jorge Nuno… o primeiro disse peremptoriamente «é penalty!»; o segundo, à revelia do então Pinto da Costa, afirmou que «foi um grande jogo de futebol, entre duas grandes equipas, com um bom árbitro»… acontece que, na minha perspectiva, para sermos sérios, rigorosos e honestos quanto às incidências da partida, não há como fugir ao #xistrema. e este também esteve presente (e à solta) no antro onde os i-le-gais, mais uma vez, marcaram presença quando não o deveriam, porque… lá está!, não estão conformes à legislação vigente.
para lá do que se afirma aqui e, neste entretanto, também aqui, e do que ontem se denunciou aqui, no programa “Universo Porto – da bancada“, houve uma gritante dualidade de critérios de arbitragem, mormente na segunda parte, sobretudo depois de termos conseguido o empate na partida.
como se comprova aqui e aqui e também aqui, o 5lb foi (literalmente) empurrado, pelo apitador de serviço, na procura de um segundo golo que felizmente não veio a acontecer, fruto de mais uma enorme exibição da mesmíssima Equipa que, ali em cima, fui crítico, e da qual faz parte Iker Casillas. e não há aqui qualquer incoerência: é verdade que e como é apanágio do grupo de trabalho à disposição de Nuno Espírito Santo, ante o 5lb houve mais uma demonstração de Entrega e de Querer, assim como também é verdade que essa abnegação não foi suficiente para se vencer o jogo – uma partida onde, para mim, era fundamental conquistar os três pontos…
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futuro© google | 92º minuto
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a par da agressão a Alex Telles e do fora-de-jogo (escandaloso) que foi (muito mal) assinalado ao Jota, o lance que a imagem gif acima retrata é capital para o desenlace da partida, por que (muito) “bem cavado” – sendo que o mesmo é perpetuado em vídeo aqui e em imagens gif aqui e aqui, para quem quiser.
deixo-a para memória futura, sobretudo porque, tal como Bernardino Barros, também eu estou cansado de ouvir, há (pelo menos) três semanas ininterruptas, os avençados do clube do regime bramirem com a «gloriosa» costumeira cartilha, da autoria de carlos janela, de que o André Silva e o Soares e o Jota e o Brahimi e o Corona e o (nome de um atleta do FC Porto) e o (outro nome de um atleta do FC Porto), são “piscineiros”… essas torpes afirmações, vindas de quem vêm, principalmente de aventesmas afectas à agremiação onde este aqui deu muitas provas e até “fez escola” (de que o jon-ass é só mais um), só poderão ser encarados como elogios aos visados por aquelas. de facto, nunca faltaram, nem faltarão especialistas na arte do mergulho pelos lados de Carnide. ah!, e este lance aqui ficará, para Sempre, na memória do Ridículo em que aquelas “piscinas” se tornaram por aquelas bandas, sempre com as complacência, benevolência e cumplicidade, dos apitadores ao serviço do 5lb. sempre!
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futuro© ojogo | FCPorto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)
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um facto sobre a imagem acima, com a análise aos lances mais “problemáticos” da partida: curiosamente não vislumbro nenhuma referência em relação a um lance sobre o Corona (aqui), aos 58’…
certamente que o “argumento” para tal «glorioso» esquecimento seja o mesmo que a estação de televisão de Queluz (não!, obrigado. não fumo.) utilizou nos seus programas de Domingo e de Segunda-feira, à noite, para não abordarem o tal fora-de-jogo mal assinalado ao Jota: não se podem analisar todos os lances (principalmente e sobretudo aqueles em que o 5lb foi «gloriosamente» beneficiado pelos do costume)…
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futuro© google | 92º minuto
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da ‘porca vendetta‘ perpetrada pelo jon-ass, ficam o vídeo (aqui) e a imagem gif (aqui) para memória futura do seu «glorioso» Absurdo.
acima de tudo (principalmente do perpetrador em causa) e sobretudo, lamento muito que tenha sido o spórtém a tomar a iniciativa (mais uma vez…) por algo que, antes de tudo, competiria ao FC Porto e ao seu Departamento Jurídico exigir junto de quem de Direito. desconheço se este silêncio institucional terá algo de estratégico, mas não quero acreditar que se fechou a volta de 360º e que se regressou a um Passado de má memória no plano Comunicacional do Clube.
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futuro© google | 92º minuto
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esta é, para mim, A imagem do Clássico e que, num Todo, resume a resposta a toda uma época de anti-jogo, para quem nos acusa de #joguemmazeabola e junto dos que, na primeira volta, o fizeram logo desde o primeiro minuto – mas que emmentes já se esqueceram de tal.
fica a dita eternizada em vídeo (aqui) e em gif (aqui).
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futuro© fotosdacurva
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a propósito dos incidentes que aconteceram antes, durante e após o jogo, nada mais acrescento ao que já foi comentado (muito a propósito) pelo “lápis” aqui.
apenas refiro que, mesmo sendo um Agente da Autoridade e no cumprimento do Dever, o indivíduo que pontapeou, na cabeça, um cidadão que se encontrava deitado, na via pública, depois de ter sido vítima de um outro pontapé, mas este desferido nas suas costas, não passa de um c-o-b-a-r-d-e de merda. e de um autêntico filho da puta.
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futuro© google | 92º minuto
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por último, sim!, todos têm o direito a assistir a uma partida de futebol, mesmo que por convite, e mesmo sendo altas figuras do Estado. mas, não!, “isto” não acontece no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos com a mesma regularidade que se verifica por Carnide.
e duvido que aquelas mesmas individualidades, qual capital triunvirato, o fizessem sabendo, de antemão, que o dirigente máximo do Clube era um caloteiro de primeira – a não ser que fossem para penhorar uma nova retrete

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disse!
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desconsolo.

© google | 92º minuto
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nota introdutória:

esta “posta de pescada”® vai ser para o compridota. ou seja e como não poderia deixar de o ser, honrará com os pergaminhos e com aquela que é a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as bastas (© Silva) hiperligações e as diversas imagens, que não só para memória futura mas também.
e, claro está!, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
e porque esta já vem um pouco em atraso, que ontem não me apeteceu escrever, como consequência de tal acto surge no efectivo conseguimento destas outras aqui e aqui (do caríssimo Silva) e desta aqui (do caríssimo Vila Pouca), cuja leitura se recomenda (e muito).
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sinteticamente, sobre o jogo de Domingo, e sem quaisquer “paninhos quentes”, que os meninos são jobens, sim senhor, mas já têm idade e arcaboiço suficientes para levar uns calduços à maneira:
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» perdemos o jogo* por pura incompetência nossa, ponto final, parágrafo.
de nada nos adianta estarmos a clamar por (mais) três penáltes sonegados e mesmo que com a razão unânime dos ex-apitadores tugas (aqui) – sendo que, confesso, só vejo “matéria de facto” no atropelamento ao Brahimi; os outros, que existiram, são (efectivamente) «de televisão». tínhamos mais é que marcar golos em número superior aos dos meninos do Sado. só que, o que nos foi permitido verificar, sobretudo aquando do regresso das cabines, foi um amorfo reinício de jogo e a verdadeira antítese do que o público no Dragão exigia (e lhes deveria ter sido concedido pela Equipa) – pois que o que se pedia, no mínimo, era partir para cima daqueles, sem dó nem piedade, na procura incessante do segundo e, se possível, do terceiro (e do quarto) golos.
e o vergonhoso anti-jogo (aqui), que também é denunciado pela e-letter do Clube, já deveria ter sido antecipado na preparação do mesmo – porque, mesmo que o Dragão seja uma «fortaleza», é certo sabido que, quem nos defronta, vem (no mínimo) com um “autocarro de dois andares” e com a artimanha do anti-jogo grosseiro desde o primeiro segundo. e tal é independente da cor das camisolas, porquanto que até o 5lb o fez, esta época.
(* perdemos, sim senhor, porque o empate, em si mesmo, teve o mesmíssimo travo amargo a uma derrota copiosa.)

» também eu não compreendi o porquê de uma mudança no figurino táctico, para o Campeonato, depois de uma série de (pelo menos) quatro exibições muito convincentes – tondela, clube da rotunda, Nacional e arouca -, onde se marcaram 16 (dezasseis) golos e não se sofreu um único (!). o regresso do duplo-pivôt, aquele “chuveirinho” final, com o ‘plus‘ do reaparecimento do “pinheiro” Depoitre, intranquilizaram-me. e muito!
depois de um exigente jogo, na passada Terça-feira, sobretudo em termos físicos, onde se jogou mais de 60’ minutos em inferioridade numérica, não percebi por que razão se sujeitaram o Danilo e o Óliver a trabalhos forçados, num meio-campo sempre, mas invariavelmente sempre em inferioridade numérica, ante os sabujos do Sado. assim como não entendi a titularidade de Corona que, apesar do golão que marcou e do toque maldoso que sofreu, a meio-campo, logo nos instantes iniciais da partida, nunca me pareceu “fresco” para os requisitos que este jogo impunham.
mas, “isto” sou eu, que não pesco nada de futebol ao mais alto níBel; o Nuno é que é o treinador e deveria ser ele a explicar as razões por detrás das suas escolhas – quanto mais não seja para sossego dos quase cinquenta mil adeptos que se deslocaram ao Dragão (muito) confiantes e que de lá saíram com um melão maior do que as orelhas do Dumbo de Carnide, a par das do Guedes (que entretanto está em Paris, por #quinzemilhoesvezesdois). como não o fez e deu a impressão de estar à espera de uma qualquer intervenção do Espírito Santo, mormente nos instantes finais da partida, “contentei-me” com o que foi aventado no ‘pós-match’, no Porto Canal, sobretudo pelo Rui Cerqueira…

» o que mais me custa, do empate de Domingo e para lá de algum “esvaziamento” do ânimo da massa adepta portista, é saber e ter a nítida percepção daquele que, na minha opinião, é o principal factor que o mesmo encerra: o termos concedido “gasolina” ao nosso próximo adversário – uma inesperada “gasolina” (aqui), depois do empate que obtiveram em Paços de Ferreira.
um exemplo paradigmático, mas elucidativo: se, a partir das 22h30m de Sábado, reinou um basto silêncio fúnebre em todos os me(r)dia da tugalândia – com sorrisos amarelos e «gloriosas» desconfianças no Futuro (mesmo no mais próximo) – desde Domingo, sensivelmente pelas 20h30m, renasceu-lhes a Esperança e, com ela, regressaram os sorrisos rasgados, e os alarves considerandos às nossas incapacidades (que as temos), e as omissões às arbitragens (que no dia anterior eram pior do que «vergonhosas»), e as cínicas referências à nossa inaptidão que já (per)dura há 445 dias (‘and still counting‘…).
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(clicar na imagem para ampliar)
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o escrito acima é da autoria do “intestino” (do) Delgado, (mais) um sabujo avençado, a soldo de uma «gloriosa» causa, desta feita no pravda da Travessa da Queimada.
aquele n-o-j-o, repleto de muito cinismo e basta hipocrisia, data de Dezembro de 2016, logo após a derrota do 5lb na Pérola do Atlântico, ante o marít’mo, e vem em complemento ao que entretanto o caríssimo Vila Pouca já denunciou:
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« […] estes e outros vendilhões do templo que andam por aí, estão muito preocupados e enchem a boca com o facto do Futebol Português perder representatividade nas provas da UEFA, e apontam vários problemas.
mas, por que não aproveitaram e «carregaram» sobre o vergonhoso anti-jogo dos setubalenses, e condenaram veementemente o comportamento anti-desportivo da equipa de José Couceiro? Seria pedir muito, sobre isso? Talvez…
mas, a verdade é que, sobre o que aconteceu no Dragão, nada!, zero!, nicles!, «bola!». e porquê? porque deu um jeitaço ao 5lb e isso sobrepõe-se a tudo o resto
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também convém reavivar a memória, inclusive a alguns “iluminados” que por aqui persistem gravitar. é que, àquela derrota e às palavras duras do sonsoo marít’mo parou-nos de várias formas, umas melhores outras piores. deixo essa análise para os comentadores. eu quero é focar-me na minha equipa.»] e do ilusãofomos parados de várias maneiras. mas vamos lutar pelo tetra até à última gota de suor. não quero falar do árbitro, mas fomos parados de várias maneiras.»], acerca da arbitragem de vasco santos, o Conselho de Arbitragem da FPF, liderado pelo salmonelas (© Silva) do fontelas gomes, em menos de 48h, veio logo a terreiro defender a sua “dama”, enviando uma carta a pugnar para que que treinadores e jogadores contribuam para o aumento do tempo útil de jogo. eis alguns excertos daquela:
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« esta temporada, temos detectado, com muita preocupação, o aumento do número de paragens de jogo e a crescente duração das mesmas. o Conselho de Arbitragem da FPF quer combater o antijogo, porque entende ser uma atitude que viola o espírito do jogo e de respeito pelo espectador.
vem, deste modo o CA/FPF alertar para este problema, comunicar as instruções dadas aos árbitros, mas, mais do que isso, solicitar que todos os actores se empenhem em transformar positivamente o espectáculo.

[das referidas recomendações aos árbitros] apela-se à sensatez e à coragem na atribuição dos tempos de compensação, mesmo que tal implique durações “anormais”.
foi recordado aos árbitros que, sempre que se deparem com uma situação de reiterada conduta para gastar tempo, devem ser interventivos, avisando publicamente e agindo disciplinarmente se necessário
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portanto e tendo bem presentes as palavras de Bernardino Barros, para os avençados afectos ao 5lb – e que, neste entretanto, já puxaram da cassete e da propaganda goëbbelianas, e começaram a massacrar-nos os ouvidos com as “piscinas” do André Silva e com o «exagero» dos dois tempos de descontos [5′ na primeira parte, 7′ na segunda] – sendo curto, grosso, preciso, conciso e descendo ao nível daqueles:

fodei-vos, pá!, mais à vossa azia!
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por último e não menos importante:

quem «exige Respeito» tem que se dar ao respeito, o que não é o caso do 5lb. de todo e como se comprova aqui, aqui e aqui, por exemplo.

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disse!
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escreve tu (que ainda estou chateado).

© google
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#escrevetuquehojeestoufodidocomumCbemmaiusculo (demuitoChateado).

parte I

de regresso a José Maria Pedroto.

« a Experiência diz-me que, entre equipas do mesmo nível, não é fácil recuperar de uma desvantagem. mas, atingida essa situação, não tenho qualquer dúvida de que é muito mais difícil dar o passo necessário para se alcançar a liderança. e, aqui chegados, define-se a Qualidade da Equipa, a sua capacidade de decisão: ou se arranca definitivamente para a vitória ou se demonstra insegurança e indecisão, acabando-se, muitas vezes, por se fortalecer o adversário fragilizado. »

estas palavras, proferidas, em 1979, por José Maria Pedroto, em conversa com Georges Seidler – editor do jornal francês ‘L’Équipe’ – ganharam um significado pungente, terminado o jogo contra o Vitória Futebol Clube.
com a partida controlada, o FC Porto foi incapaz de cimentar a vantagem, entrando num jogo lento, de passe e repasse, o que permitiu aos vitorianos respirar com maior fulgor, arriscar no ataque e chegar ao empate, num lance de belo recorte técnico.
podem queixar-se os portistas de azar, das bolas nos ferros, do “autocarro colocado à frente da baliza” do Vitória, do anti-jogo, ou das defesas do guarda-redes: na minha opinião, estamos perante elementos do próprio jogo cuja maior ou menor eficácia, depende sempre da qualidade de quem assume o domínio da partida.
a pergunta que se coloca, agora, aos adeptos azuis-e-brancos é a de saber se a Equipa disporá dos níveis de inteligência emocional necessários para vencer na Luz – tarefa que exige muito do seu líder
[Nuno Espírito Santo], que terá que ser muito competente para erradicar o sentimento de frustração, que entretanto se apossou dos jogadores ao seu comando, e reforçar os objectivos do grupo.

estará Nuno Espírito Santo à altura deste desafio?
não tenho, neste momento, a resposta. no entanto, não deixo de sublinhar o seguinte: ontem, Nuno Espírito Santo falou em «frustração», «decepção» e «tristeza»; há quase 40 anos (em Setembro de 1979), depois de derrotado pelo Estoril, por duas bolas a zero, José Maria Pedroto afirmava: «Nunca mais perderemos um jogo assim!». E não perdeu, sagrando-se campeão nacional nessa mesma época.

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Alcino Pedrosa | Março de 2017.
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© Filipe Ferreira
(clicar na imagem para ampliar)
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#escrevetuquehojeestoufodidocomumCbemmaiusculo (demuitoChateado).

parte II

daquele miserável início de segunda parte.

vá-se lá entender este FC Porto! marcou o golo quase a terminar a primeira parte e, quando se esperava que iniciasse a segunda à procura de mais um tento, para “matar o desafio”, resolveu ficar à espera (mas de quê?!) no seu meio campo e com o velho pecado de trocar a bola para trás e para o lado. tanto trocou que se lixou (com F)!

é verdade que, nos primeiros 45 minutos, a Equipa teve variadíssimas oportunidades de golo e que os de Setúbal trouxeram o “deus das balizas”, que trabalhou que se fartou (pelo menos duas vezes). e também trouxeram uma espécie de guarda-redes (julgo que emprestado pelo 5lb) que, de cada vez que tocava na bola, “lesionava-se” e ficava deitado, no chão, a pedir assistência. fê-lo pelo menos quatro vezes, as três primeiras no decorrer dos 30′ iniciais da partida. aliás: o anti-jogo do Vitória foi do mais nojento que vi nos mais de 60 anos que levo a ver Futebol. até chegaram a cair aos pares, e em pontos diferentes do campo!

falta, contudo, qualquer coisa a este FC Porto que, hoje, Domingo, nos deu um profundo desgosto e que, por inerência do empate, conferiu um inusitado alento a um 5lb que já andava moribundo e sem convicção.
e a pergunta é: saberá Nuno ir ganhar à Luz
?
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Jorge Massada | Março de 2017.
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© Bruno Sousa | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)
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#escrevetuquehojeestoufodidocomumCbemmaiusculo (demuitoChateado).

parte III

as 5 conclusões que importa retirar da 26ª jornada (ante o Vitória FC).

1.
o FC Porto empatou a uma bola, com o Setúbal, em casa, e falhou a primeira tentativa para chegar ao primeiro lugar. na próxima jornada e por mérito próprio, haverá nova oportunidade.
a equipa que ontem empatou foi a mesma que foi capaz de somar nove vitórias consecutivas no campeonato e que permanece imbatível há 23 jogos – para além de ter o ataque mais concretizador e a defesa menos batida da prova.

2.
ontem, o que sobrou em vontade, faltou em lucidez.
na primeira parte, o FC Porto fez mais do que o suficiente para selar, desde logo, a vitória; mas, alguma ansiedade, misturada com algum azar, impediram a concretização de inúmeras e flagrantes oportunidades de golo.
na segunda parte e depois do golo do empate, a equipa foi traída pela vontade de resolver tudo depressa e de chegar rapidamente ao segundo golo – o que acabou por toldar um pouco o discernimento dos jogadores, impedindo a construção de mais e de melhores ataques, e a concretização das oportunidades de que dispôs, e em menor número do que na primeira parte.

3.
no fundo, ontem assistimos às chamadas “dores de crescimento”.
a equipa é jovem, tem crescido a olhos vistos e tem sedimentado esse crescimento; mas, ontem, pagou o preço dessa Juventude e também de alguma falta de maturidade. a pressão do jogo de ontem não tolheu a equipa, mas toldou-lhe um pouco o raciocínio. para complicar ainda mais, alguns jogadores acusaram o esforço da partida a meio da semana, e não jogou no sistema em que, para mim, se sente mais confortável. quem veio do banco
[Diogo Jota, Otávio e Depoitre] também não foi capaz de alterar o rumo do jogo.

4.
cada um usa as armas que tem ao seu dispor, mas e na minha opinião, o anti-jogo é a “arma” dos mais fracos e revela uma mentalidade perdedora – não só de quem a usa mas sobretudo de quem o permite.
O Futebol Português tem vindo a perder competitividade internacional muito por culpa dessa mentalidade tacanha. é que ela não se deve só à menor competitividade dos (chamados) “clubes grandes”; ela deve-se, acima de tudo, ao total desaparecimento das “equipas médias” – que ou ficam à porta, ou saem pela do cavalo.

não basta compensar o anti-jogo com o tempo de desconto porque não é a mesma coisa. os dois tempos de desconto que ontem foram dados foram justos [5′ na primeira parte, 7′ na segunda] mas não chegaram para compensar as paragens constantes na partida e que quebraram os ritmos de jogo, e o transformam numa arte circense.
não pode ser permitido que um jogador comece a fazer anti-jogo logo aos 5 minutos, que aos 10 já esteja a simular a primeira lesão, aos 20 a segunda e por aí fora… a equipa médica do Setúbal entrou perto de dez vezes em campo! pergunto: é razoável? deve ser permitido? eu acho que não!

5.
n
os comentários que fiz no fim do jogo, aos microfones do Porto Canal, referi que ficaram por marcar dois penaltis a favor do FC Porto.
Afinal e depois de ver as imagens do jogo, verifico que ficaram por assinalar não um, não dois, mas três penaltis contra o Vitória de Setúbal – o que já é “habitual” antes das deslocações à Luz.
é a verdade desportiva a que temos direito!

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José Fernando Rio | Março de 2017.
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caríssim@,

que não se infira qualquer crítica desestabilizadora à Equipa, no seu todo, porque negativa e tremendamente injusta e nada assertiva, com a citação dos três textos acima, antes pelo contrário. não há nada de mais naqueles, a não ser esse tremendo desgosto que nos assola e o explanar de algumas dúvidas, as quais (ainda) considero pertinentes 24 horas depois – e com os devidos destaques, que são exclusivamente da minha autoria.

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disse!
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três breves not@s…

© google | 92º minuto
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caríssim@,

no dia de hoje, ficamos a saber, sobretudo pela Imprensa internacional, que Leandro Bacuna e pelo que as imagens documentam, está suspenso de toda a actividade profissional por seis jogos – tudo porque, no passado Sábado, o médio-centro do Aston Villa (clube inglês a militar no escalão secundário, o ‘Championship’), viu cartão vermelho directo, já em período de descontos, por ter encostado a cabeça ao bandeirinha do encontro ante o Derby County.
por cá, na tugalândia, no nosso comezinho futebolzinho, o sr. luís grande continua, há mais de 400 jogos, a passear uma “girafal” impunidade. ilusões de que nem todos se podem “orgulhar”…
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© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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serve a imagem acima para documentar (mais) uma situação de “massagem ao Ego”, não só do sonso, mas sobretudo da «gloriosa» massa adepta lampiã.
convém é não esquecer o que o mesmo pravda trazia à estampa em Junho de 2013, não se vá dar o (A)caso de a história se repetir…
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© Match Worn Shirts FC Porto | 92º minuto
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há precisamente dois anos “nascia” este espaço – a terceira parte de uma aventura que teve o seu início em Julho de 2008.
mais de uma boa vintena de boas (porque sólidas) Amizades construídas, mais de quatrocentas “postas de pescada”® depois e perto de 240 mil visitas efectivas (que não visualizações de página), o espírito de Comunicação e de partilha públicas mantêm-se, apesar da actual inconstância no meu contacto para contigo.

neste entretanto, houve uma (espécie de) “remodelação”, a qual incluiu uma mudança de nome, basicamente porque decidi conferir um pouco mais de “azul” ao espaço. e porque “Tomo III” era uma nomenclatura algo vaga para o quotidiano azul-e-branco – menos para mim e para quem me segue desde aquele primeiro momento, em 2008.
(sobre o nome actual: bem sei que o mesmo sugere um momento muito grato a qualquer portista dos quatro costados que se preze e por tudo que o envolve; acontece que, para mim, aquele minuto recorda-me igualmente este momento aqui, ocorrido na presente temporada, o qual também ainda me faz vibrar, e emocionar, e rejubilar, e com o mesmo vigor, tal e qual como o outro.)

e tal como o referi noutras alturas, todo este esforço e toda esta dedicação, existe graças a ti, por ti e para ti. e este é um sentimento que não se altera(rá).

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disse!
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not@s soltas do Bessa…

© Tomo III
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nota introdutória:
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esta “posta de pescada”® é a primeira de duas, as quais vão continuar a honrar os pergaminhos e a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensivamente looongos e as bastas (© Silva) hiperligações. aguente-se à(s) bomboKa(s) quem vier por Bem, portanto.
e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
neste entretanto, faço votos para que o ‘lifting‘ que sofreu este espaço de discussão pública também seja do teu agrado.
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not@s soltas do derby da ImBicta:
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i)

a última vez que tinha ido ao Bessa fora em Fevereiro de 1996. vinte e um anos depois, invadiu-me um misto de sentimentos nostálgicos, daqueles tempos pueris e adolescentes, em que um bando de Amigos seguia o FC Porto (literalmente) para todo o lado, mormente dentro do distrito da cidade que lhe confere o nome, que não havia “tempo” ($) para mais.
foi, portanto, uma grande alegria regressar a um local onde, naquela altura, confrontos houve que foram bem “quentinhos” e não só dentro do terreno de jogo. indubitavelmente outros tempos e que dificilmente regressarão com aquela “envolvência”.
porém e para quem conheceu o antigo Estádio do Bessa, aquela alegria desapareceu assim que entrei numa espécie de estádio que julgava do séc. XXI: em todos os corredores de acesso às bancadas, não falhava o cheiro a merd@ de pássaro, assim como a dita cuja. em suma: já vi pombais bem mais limpos e efectiva e comprovadamente não há como a nossa casa – a mais bonita, mais arejada e mais funcional de todos os estádios que foram construídos para o Euro2004.

abro aqui um parêntesis muito pertinente para e mais uma vez, parabenizar os adeptos portistas que têm acompanhado a Equipa do nosso coração, na figura das claques do Clube, Colectivo95 e SuperDragões:
ontem, tal como ao longo de toda esta época, fomos o primeiro jogador e para citar o mestre Pedroto. demos show do início ao fim, não deixando, nunca!, esmorecer o ânimo, mesmo com a «surreal» roubalheira do vermelhíssimo veríssimo (já lá vamos) e tornando o “pombal”, por 90′, na nossa fortaleza.
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ii)

do jogo em si, houve duas partes distintas as quais não podem ser analisadas sem se referir a figura do apitador tuga de serviço e ao serviço desse «glorioso» desígnio nacional: o tretacampeonato do 5lb.
na primeira, dominámos, fomos terrificamente eficazes nos primeiros quinze minutos e só não fomos (ainda) mais letais por manifesto azar – de memória, recordo-me do cabeceamento do Boly, da “bomba” do Soares e da confusão que se lhe seguiu, da incrível perdida do mesmo Soares (naquele que seria o seu segundo golo na partida) e no desvio do Brahimi a rasar o poste. o clube da rotunda viu-se perto da meia-hora de jogo, para uma excelente defesa de Iker Casillas (daquelas que ajudam, não só a vencer jogos, mas também a ganhar campeonatos), e já perto do final da primeira parte, por causa disto aqui e aqui – em vídeos que não deixam dúvidas sobre quem prevaricou.
a segunda parte ficou marcada pela forma gloriosamente reiterada com que o apitador veríssimo (in)tentou inclinar o campo para que o clube da rotunda conseguisse (pelo menos) o empate, em vários lances dignos de “compêndio” e para mais tarde recordar o nojo que está a ser esta #ligabranca. debalde. mesmo com a ridícula expulsão do Victorio Páez, não nos vergaram; mas, reafirmo, bem que tentaram – e as nomeações já o indiciavam.
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iii)

Óliver Torres. e é só.
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iv)

gostei muito da prestação do Boly, não tendo acusado os nervos que uma partida desta índole acarreta – e o jogo de ontem não foi excepção.
Marcano continuou a senda de um terrível Iván para os avançados contrários.
Alex Telles foi muito regular e tendo em consideração o que aconteceu na passada Quarta-feira. na minha retina estão as lágrimas que secou na camisola, enquanto se dirigia ao topo onde estávamos concentrados, para a oferecer. foram sentidas e apreciadas (também) por este que te escreve.
Danilo foi o “muro” a que já nos habituou, com um André² a recuperar a sua “velha” forma, depois de mais de um ano “lesionado”
Brahimi e Corona (este, enquanto não foi ceifado por uma besta remendada) foram autênticos quebra-cabeças para os defesas do clube da rotunda e (d)os principais municiadores de Soares.
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v)

quem teve a oportunidade de assistir à partida de ontem, no Bessa, regressou (por breves instantes) ao período de festas do Natal, tanta e tão vasta foi a “lenha” com que os caceteiros do clube da rotunda brindaram os nossos rapazes.
a todo este “pau”, houve um veríssimo que meteu nojo, tal a complacência que teve para com aqueles, em detrimento dos jogadores do FC Porto. mas esta será uma análise a aprofundar na próxima prosa, porque é para mim de todo impossível escamotear a autêntica filha-da-putice a que assisti ontem e que já se está a transformar na imagem de marca desta época.

e desengane-se quem considera que a batalha acabou no Bessa; não!, esta luta persistirá até ao final do campeonato e com muita intensidade até à nossa ida a Carnide.
a imagem que se segue é só uma parte daquela inclinação de campo:
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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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#contratudocontratodoscontraostolosecontraoraioqueospartaatodos
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disse!
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ganhámos (o direito a sonhar)

© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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caríssim@,

antes de tudo, duas advertênciasum pedido e um ‘off-reco(rd):

» advertências:
esta “posta de pescada” vai ser um tanto ou quanto para o looong… para o comprid… vai ser um testament… vai honrar com a imagem de marca deste espaço de discussão pública.
esta “posta” vai ter muitas imagens (e não são dessas).

» pedido:
como já deves ter reparado, ultimamente a frequência com que comunico contigo não é tão regular quanto o desejável. comparando com um Passado recentíssimo, deixou de ser (quase) diária para se cingir uma intermitência pior do que as hesitações de passe do Herrera em zonas nevrálgicas do meio-campo.
tal deve-se (sobretudo) a motivos profissionais, os quais me impedem desse contacto harmoniosamente contínuo que tanto prezo e estimo, e que, no Presente, não é possível (de todo!).
assim sendo e mais uma vez, os meus sinceros pedidos de desculpas por quaisquer eventuais transtornos que te possa causar.

» ‘off-reco(rd)‘:
senhoras e senhores da tap, e do turismo de lisbo… de “portugal”, e da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, e das demais entidades públicas e/ou privadas que ficaram “muito contentes” com o facto da cidade do Porto, pela terceira vez e, desta feita, por total unanimidade (forasteira), ter conseguido o honroso galardão de “Destino Turístico Europeu de 2017“:
a vossa azia é (também) a “gasolina” que faz mover esta Região e o motivo principal pelo qual a reivindicação de mais e melhor descentralização, é muito premente, nos tempos que correm. não compreender que, com aquele prémio, quem vence é igualmente todo um País com pouco mais de 92000 km², é ser demasiado atávico, mesquinho, desditoso, para com toda a restante «paisagem» daquele e que é tudo menos subserviente (servil?) àquela outra e a quem diariamente (in)tenta que se lhe deve prestar vassalagem – ou não fosse a capital do Império… -, mas que, invejosa, não tolera os sucessos da primeira – o tal «resto» que (dizem) não passa de «paisagem».
pelos vistos, é a esta diversidade de «paisagens», com total primazia para a cidade do Porto, que os forasteiros que nos visitam preferem e que quem reside na dita capital do Império persiste em apelidar de «bacoco» por, por exemplo, não compreender o bairrismo intrínseco às suas gentes (algo que faz parte do seu ADN e que não se consegue explicar por palavras) – e já para não referir essa evidência de não perceber as multiplicidades geográfica e demográfica, que a expressão «o Norte» encerra nela própria (como se a região do Alto Douro fosse em tudo idêntica à do Minho, e o Vale do Sousa fosse similar à Ria de Aveiro)…
resumidamente e para não ser (ainda mais) fastidioso:
«que la chupen y que la sigan chupando. y sigan mamando.» ¡y olé, carago!
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neste entretanto, parece que ganhámos em Guimarães e conquistámos o castelo – um feito que, para o campeonato, já não era conseguido desde Fevereiro de 2013. e refiro «parece» porque, depois do muito que pude ler por essa bluegosfera fora e nalgumas redes sociais, o desânimo por não ter havido “ópera” superou o facto de termos levado de vencida dois obstáculos muito difíceis: o spórtém (na nossa fortaleza) e o Vitória (no seu reduto).
p
ara lá do que entrementes (brilhantes) escreveu o Silva e da muito bem observada questão da competência, da autofagia à Porto assertivamente abordada pelo Jorge e da pertinente crítica construtiva aos críticos daquela partida pela parte do caríssimo Vila Pouca, permite-me só esta observação (pertinente?):

é certo que, no jogo em causa e depois da exibição frente aos calimeros, durante muito tempo (deu a impressão que) não jogámos um caralho, tal a forma como se preferiu a solidez da defesa em detrimento dos méritos de um ataque (continuado?) e da famigerada «posse de bola» (mesmo que inócua) – e, no meu entendimento, há uma explicação para que tal tenha sucedido (e já lá vamos).
e é correcto afirmar-se que, em grande parte da partida, houve um permanente sobressalto em cada portista, sempre com a pergunta pendente de “quando é que este gajo [o Nuno] faz alguma coisa? está à espera que chova, só pode… ou então, da intervenção do divino Espírito Santo (nem que seja o de orelha)”…
e, sim!, só após a entrada do Diogo Jota é que soubemos controlar a partida e desferir o “golpe de misericórdia” na mesma e nas aspirações do Vitória SC (e não só) em relação a um hipotético empate.
mas, mesmo assim, ganhámos, porra! outros anos houve e até muito recentes, em que jogámos bem melhor do que no Sábado e perdemos (ou empatámos, o que vai dar ao mesmo em termos de “sabor” e de amargura), para gáudio dos mesmos que, em tempos (não muito) idos, se agarravam ao «pragmatismo» nas vitórias e, agora, (in)tentam-nos lançar poeira (#madeinporta18 ?) com estatísticas que, no cômputo geral, apenas e só referem o que, para mim, é Essencial: marcámos mais golos do que o adversário – com (ou sem) muita posse de bola, com menos cantos do que os outros, com mais remates enquadrados (ou não), quero lá saber! na fase em que estamos no campeonato e com todas as vicissitudes por que já passámos, mais do que “sonatas” e/ou “cantatas“, eu só quero os três pontos em cada um dos jogos que nos faltam disputar; o resto é paisagem (ou «’peaners‘»).

ou seja (e em suma):
é como afirma o “4lusos” e eu corroboro (com os destaques a serem da minha responsabilidade):
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« é evidente que há trabalho feito. É evidente que isto não cai do céu. É claro que o treinador tem a sua responsabilidade e mérito, mesmo que aqui e acolá, eu veja muitas lacunas nas suas decisões (recentes e distantes), em vários jogos e em momentos decisivos de alguns jogos.
sou (e fui!) muito crítico, não raras vezes, em relação a Nuno Espírito Santo [NES]; mas e se for motivo para elogiar, também sei dar-lhe mérito e reconhecer-lhe qualidades, e fá-lo-ei sem qualquer tipo de hesitação.
não sou apologista de NES, nem da forma como dirige e gere a equipa durante os jogos; mas tenho a forte esperança de que possa levar esta equipa a bom porto, dando (e acho que ainda esta época) uma alegria a todos os sócios e adeptos portistas. »
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e, também, como afirma o sr. Remígio Costa:
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« na hora de aproveitar um belo (e útil) triunfo há (ainda) quem insista em ver o “copo meio vazio”. facilitam a vida aos que fazem o trabalho sujo dos nossos adversários, tentando desprestigiar e desvalorizar os nossos sucessos… »
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e, de certa forma, não deixam de ter a sua razão. e tomemos por exemplo o jogo de ontem, a contar para a Champions, em que o Borussia visitou a agremiação de Carnide. rezam as famigeradas estatísticas da partida em causa que o 5lb levou um banho de bola e que, não fosse o seu guarda-redes, a humilhação seria inevitável. porém e para quem (como eu) não viu o jogo, o que as capas dos pasquins lá do burgo transmitem são autênticos orgasmos punheteiros (aqui), com números em tudo idênticos aos que apresentámos ante o todo-poderoso actual terceiro classificado da Liga…
ou seja: o que sobra, para contar à maralha lampiónica, é a vitória ante um super-Dortmund (mesmo que em crise) e o facto de estarem em vantagem para a segunda mão desta eliminatória; ao contrário de muitos de nós e de José Manuel Ribeiro, hoje no seu editorial “memento mori” (aqui), e por mais Razão que lhes assista, ninguém se preocupou em transmitir a ideia de um 5lb recolhido e acantonado no seu meio-campo, à espera de um milagre (que curiosamente viria a acontecer)…
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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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a propósito da partida de Guimarães, há algo que, para mim, dela não se pode dissociar: a vergonhosa arbitragem do xistrema.
sem querer ser muito enfadonho, tenho, para mim, que a “encomenda” esteve lá, bem presente no D. Afonso Henriques, e que tudo (in)tentou mas…. não teve a Sorte pelo seu lado. é que muito do (nosso) jogo pastoso da primeira parte também se deveu (e muito!) às inúmeras apitadelas do ‘shôr‘ carlos, sempre muito solícito a interromper o seu normal desenvolvimento, assinalando (de pronto!) todas as faltas, faltinhas e faltecas, a favor do Vitória, e num fulgor inversamente proporcional ao “pau” que permitiu (sempre!) aos jogadores da equipa visitada. e, se dúvidas houver do que afirmo, a imagem que se segue é basta elucidativa:
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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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“ah! mas houve um ‘penálte’ a favor do Guimarães, aos 38′. foi descarado o benefício em vosso favor! não fosse o árbitro e o Victorio Páez não teria terminado o jogo! tem vergonha na cara!”
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com mais ou menos insultos à mistura, este foi um comentário (dos vários) que recebi nos últimos dias. percebe-se o teor e o alcance da “indignação” lampiónica, muito pouco dada a ser afrontada com a “tal” verdade desportiva por que tanto pugna(va).
convém recordar que, aos 38′, estava 0-1, a favor do FC Porto e que o Victorio viu um amarelo aos 40′. se eventualmente tivesse visto amarelo aos 38′, tal significaria que, a partir desse momento, e num jogo hipotético que não veio a acontecer, teria o mesmo recato que demonstrou no que restou da partida.
mesmo assim e para os lampiões que por aqui passam, eis duas imagens que (também) ajudarão a elucidar as suas mentes (torpes):
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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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[diz que este não conta como ‘penálte’. que o vesgo do piç… que o vesgo do pizzi também fez falta igual, contra o spórtém e que não contou… pois, ’tá bem abelha… tivesse este lance ocorrido na nossa grande área, e com muita certeza que teria sido assinalada grande penalidade (com posterior expulsão do Danilo, bem entendido).]

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ah! e sobre a questão da «vergonha na cara»:

(não) ter «vergonha na cara» é andar a apregoar, aos quatro ventos, que há «ameaças a árbitros» mas só a Norte, e mesmo que perpetradas por dois indivíduos que vestiam artefactos identificáveis com uma das claques legalizadas do FC Porto e que qualquer um de nós pode comprar, independentemente do clube do coração…, “esquecendo-se”, de uma forma «gloriosa», de também abordar estas ameaças aqui e que (pasme-se!) foram devidamente comprovadas em Tribunal.
(não) ter «vergonha na cara» é fazer alarde de «muita coação» “esquecendo-se”, de uma assaz «gloriosa», que “a tal” coacção já remonta à década de ’90 (pelo menos) e também para os lados de Carnide.
(não) ter «vergonha na cara» é fazer um banzé com os «buracos azuis» sonegando (mas de forma «gloriosa»!) que a actual direcção da $AD do 5lb deve a este mundo e ao outro também – (pelo menos) ao BPN e ao BES.

(não) ter «vergonha na cara» é um pouco de tudo isto, “esquecendo-se” que a agremiação por que sofrem do coração tem muitos (bastos!) “telhados de vidro” que convém ocultar da mesmíssima maralha para quem diariamente se fazem capas jactantes (vulgo fardos de palha) como estas aqui.
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© Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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por último e em relação à imagem acima, a qual não encontrei em nenhum lado e sobre um lance – aqui, a partir dos 01:32:38 – que não aparece descrito em nenhum “relato” dos pasquins que o fizeram ‘online‘.

este lance passou em claro ao apitador de serviço. se tivesse sido julgado e conforme o refere o tribunal de ex-apitadores (aqui), muito provavelmente o adrien [valente escarro] não teria terminado a partida em Moreira de Cónegos e (espanto!) muito provavelmente não teria a oportunidade de marcar o terceiro golo dos calimeros. mas, mais do que esse hipotético “se”, a visualização daquele lance, no imediato, recordou-me aquele outro, o da expulsão do imbula, no Bessa, no ano passado, para a Taça de Portugal (aqui).
ou seja: mais uma vez questiono sobre quais são os critérios para este tipo de lances? é que, se os há, são muito “difusos” e propensos às mais diversificadas interpretações (opiniões)… ‘oh, wait!‘…

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disse!
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#forrobodo | #untaggable

© fotosdacurva
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#bandeira
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por motivos vários, diversos e diversificados, não pude ver o jogo.
tudo o que (não) sei é graças ao que amiúde se vai divulgando nesse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera. e ao Universo Porto de ontem, no Porto Canal (vídeo aqui). e, também e igualmente importante, aos sms de alguns de vós, que muito prezo e estimo, e que me foram dando conta da revolta que (também) grassava no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos.
e é por isso que compreendo (muito bem) as palavras do Jorge, quando considera «fundamental» que a nossa «fortaleza» o seja de facto: num Todo e numa simbiose perfeitas, numa total Comunhão entre Equipa e Público em geral. não se trata de uma divisão entre Indefectíveis (onde incluo as Claques do Clube), massa adepta, massa associativa e massa assoBiativa; trata-se, isso sim!, de percebermos que, durante os 90′, “o(s) Inimigo(s)” e o(s) foco(s) da nossa revolta / fúria / agitação / indignação / whateveryoumention são o(s) outro(s), o(s) que não enverga(m) o nosso manto sagrado. e que é um total disparate, de um inenarrável Absurdo, estarmos a criar ainda mais tensão entre os nossos. aliás, arrisco-me a afirmar que, fosse num Passado recentíssimo e tivesse estado presente “aquele” público, tão solícito e sempre pronto a manifestar o seu desagrado, e ontem não teríamos levado de vencida um Desportivo como há muito não se via…
ah!, e em relação ao Chaves: cá estarei para verificar se aquela garra, de ontem à noite, não terá sido só “fogo de vista”. no mínimo, espero iguais empenho, compromisso e arrebatamento, quando defrontarem os nossos principais rivais – #notsportemlisbon incluído.

no fundamental:
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perceber que já incomodamos e mesmo com o muito que ainda há para fazer na estabilização da Equipa – uma Equipa com muito carácter, diga-se! – leva-me a acreditar que se está num caminho correcto – sinuoso e com imensos altos e baixos, é certo, mas, mesmo assim, com o fito e com o propósito acertados (e ao invés daquele Passado recentíssimo)…

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© google | Tomo III
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#comimensador
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estou certo que, para quem foi ao estádio, este terá sido mais um momento de enorme emoção, comoção e exaltação.
e, para o “nosso” Comendador e para a restante Equipa, foi (mais) um “grito de Ipiranga“, expresso num balázio que só se aninhou nas redes de (mais) uma espécie de ma(t)rafona, dos muitos que ainda pululam no nosso comezinho futebolzinho tuga. confesso que não tenho pachorra nenhuma para aqueles e que o seu ar de desalento, como a imagem ali em cima documenta, é inversamente proporcional aos meus júbilo e regozijo – para além da vontade imensa que me ocorre, nesses momentos, de os mandar para a matrafona, da rameira, que eventualmente os terá parido e que trabalha esporadicamente, à noite, em zonas escusas (® Ana Ferreira).

no fundamental:
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«que la chupen y que la sigan chupando. y sigan mamando

d10s, Maio de 2014.

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© google | Tomo III
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#gloriosaazia
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no seguimento da citação do maior (pelo menos, para mim), as capas dos pasquins desportivos de hoje corroboram a (sentida) pirose do mamute lampião que, ontem, aos microfones dos estúdios da estação de queluz (não, obrigado. não fumo…), no #prolongamento, teve o glorioso desplante de afirmar que o Desportivo de Chaves foi «clara e objectivamente prejudicado» (!!!). se calhar não é só o Pina que precisa de ir a um oculista, tal a dificuldade deste em dar por certo que houve (pelo menos, e mais uma vez…) uma grande penalidade evidente que nos foi (novamente…) sonegada… e aquela tirada de fincar que o golo anulado ao André Silva «foi correctíssima»?… sem comentários…
para esses verdadeiros p-a-l-h-a-ç-o-s – e sem qualquer ofensa para os profissionais de tão nobre arte circense – dedico-lhes as imagens que se seguem, “com muito amor e carinho”, no seguimento do espírito da quadra que entretanto se celebra (vende?):
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© ojogo | FC Porto para sempre
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© fotosdacurva
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© Tomo III | fotosdacurva
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#forrobodo
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« de uma vez para sempre tem de acabar este forrobodó! »
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seja bem-aparecido, sr. Presidente! gostei mesmo muito de o ouvir *, ontem!
esperemos que as suas palavras surtam efeito. ainda deveremos ir a tempo…

* para os “artistas” que se dedicam a bloquear vídeos (in)oportunos para os seus gloriosos interesses, informo, desde já, que possuo o original do vídeo com as declarações em causa. o único trabalho que terei é o de (voltar) a publicar aquelas…

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disse!
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#cincazeroSilva

© UEFA | getty images
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caríssim@,

“não há fome que não traga fartura”, “não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe um dia”, lá diz o PoBão.
já o Jorge gosta de citar o CR(jánãotão)Triste, optando por aquele lúdico, que lhe disseram um dia, algures em 2010: «os golos é como o ketchup: quando aparece, aparece tudo de uma vez [sic]».
já o Silva é mais prático (pragmático?): para todos os jogos em que o nosso Grande Amor está envolvido, o prognóstico habitual é o que “empresta” o título a esta prosa e que, de certa forma, até lhe confere algum brilho, algum ‘glamour‘ (ao título desta “posta de pescada”®, bem entendido – que o Silva é moço rude do campo e não liga a estas paneleirices. 😉 estou a reinar contigo, meu velho. sabes bem que já não és um moço, que essas tuas brancas não enganam. 😀 ).

hoje foram cinco golos, naquela que, para mim, foi a exibição da época até à presente data. tudo correu bem, a todos os intervenientes: Nuno não inventou e escalou o onze que se previa; considero que não houve um jogador abaixo do rendimento geral da Equipa (vulgo “patinho feio”); André Silva regressou aos golos e ao acerto na marcação das grandes penalidades (basta que o guarda-redes cumpra as leis do jogo e o juiz da partida as faça respeitar…); o público puxou pela Equipa do primeiro ao último minuto e esta correspondeu, numa simbiose e numa sintonia perfeitas (fosse sempre assim!).
é certo que marcar cedo ajudou, e muito! (quanto mais não seja, a descomprimir). mas e ao invés de um Passado recente, fomos à procura do golo seguinte, pelo que o 3-0 ao intervalo é um reflexo de uma superioridade que não merece contestação. e nem o regresso mais afoito dos ingleses, após o descando, perturbou a concentração da Equipa, a qual soube reagir da melhor forma: procurando o 4-0 – o qual viria a acontecer fruto de uma arbitragem isenta (mas já lá vamos).
de facto, fosse sempre assim e o carrossel de emoções que se está a viver, nesta época, não teria tido tantos sobressaltos…

vencemos uma partida fundamental para as aspirações da Equipa, na presente temporada e ganhámos mais uns cobres para uns cofres que se julgam depauperados e sôfregos de preciosos euros – uma partida em que só dependíamos de nós para levar de vencida este desafio. e aqui permite-me três notas:

1) os nossos detractores afirmam que o grupo que nos calhou em Sorte era «demasiado fácil». confesso que, em Teoria, este até possa ser considerado acessível. mas convém recordar que (i) nós viemos dos ‘play off’ (mesmo tendo eliminado a toda-poderosa AS Roma) e que (ii) não fomos considerados os favoritos a vencer este grupo, antes uma das equipas a poder passar à fase seguinte (a par dos campeões inglês e belga em título).
(ah! e se o Leicester jogou «desfalcado», esta noite – porventura mais preocupado com o jogo do próximo Domingo – também não é menos verdade que o København defrontou uma espécie de Brugge B…)

2) não deixa de ser curioso que esses mesmos detractores, quando defrontam adversários que já nos calharam “na rifa”, normal e mormente capitalizam resultados desportivos diferentes dos nossos, tendencial e preferencialmente negativos.
exemplos: em 2013/2014, para a Liga Europa, defrontámos um Nápoles não muito diferente do actual, sendo que vencemos a primeira mão, em nossa casa, e empatámos, em Itália, a dois golos; a última vez que defrontámos o Beşiktaş, também para aquela competição, foi na época 2010/2011, e vencemos na Turquia por 3-1 e empatámos no Dragão a uma bola; na época transacta, de muito má memória e com todas as vicissitudes a ela inerentes, ante o Dortmund, perdemos os dois jogos da eliminatória, num ‘score‘ total de 3-0 (sendo que o spórtém não fez muito melhor).

3) o resultado desta noite não teria sido possível com uma “arbitragem à portuguesa”. para começar, o segundo canto, do qual resultou o nosso primeiro golo, não teria sido assinalado (considerar-se-ia que o redes não transpôs o terreno de jogo com a bola na sua posse); o golo do Corona teria sido anulado porque se invocaria que, aquando do cruzamento do Alex Telles, a bola teria saído do terreno de jogo; no golo do Brahimi ter-se-ia marcado fora-de-jogo a este último aquando do remate de calcanhar; nem por sombras seria grande penalidade sobre André Silva; no do Diogo Jota teria sido assinalado pé alto na disputa de bola com o defesa esquerdo da formação britânica.

em suma:
foi uma grande jogatana, ante o campeão inglês em título e que, tal como uma equipa algures em 2010, igualmente campeã em título e que também jogou de encarnado no nosso reduto, foi brindado com uma manita à maneira. e, esta noite, tal como naquela, também houve uma exibição de gala e golos a rodos e para todos os gostos. os meus predilectos seguem já abaixo, e pela minha ordem de preferência, em formato gif para perpetuação futura.
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© google | Tomo III
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Madjer foi, mais uma vez, revisitado no Estádio do Dragão.
desta feita, o toque de calcanhar aonteceu pelo seu compatriota Brahimi, o qual, diga-se em abono da Verdade, fez um jogão. e que, com o aproximar de Janeiro, e da concentração da selecção argelina para a CAN, certamente que já está a deixar saudades nalguns sectores das mesmíssimas bancadas que sempre o invectivaram, em tempos não muito idos e que nada têm em comum com o seu primeiro ano entre nós. mas mesmo nada de n-a-d-a. basta dizer que actualmente este Brahimi ajuda na defesa, quando antes só o fazia com os olhinhos, e mal…

mais do que a finalização (sublime) presente na imagem acima, convido-te a (re)ver a jogada completa deste golo e a atentares nas movimentações do dito jogador, e na forma como “fez jogar” a equipa em todo aquele lance. poderás fazê-lo no vídeo aqui e/ou nas imagens gif aqui e aqui (jogada corrida) e aqui e aqui (repetições).
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© google | Tomo III
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portanto: uma finalização irrepreensível de Corona (outro mal-amado da época passada e que, na presente, está claramente transfigurado e para melhor). e “sem espinhas”. e sem deixar cair a chichinha no chão. um golo de bandeira, pois ’tá claro!
ah! e dizem que o Alex Telles não sabe cruzar… ya, ok…!

convido-te a (re)ver a jogada completa deste golão no vídeo que disponibilizo aqui e/ou nas imagens gif aqui e aqui (jogada corrida) e aqui e aqui (repetições). não tens nada que agradecer; eu sei que sou um querido!. 😉

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por último e antes de me recolher para os meus aposentos, afirmar que tudo “isto” só terá sido possível porque, no passado Sábado, um puto de 18 anos acabou com uma malapata que durava há cinco jogos, devolveu Alma, Garra e Crença à Equipa, e muita Confiança à massa adepta portista (inclusive à assoBiativa). tal não significa que já somos “os maiores da nossa rua”, antes que estamos cientes de que o valor desta Equipa não é assim tão mau quanto o pintam – e apesar dos desenhos triple marfel® do Espírito Santo.

ah! e citando o Ribas, «depois de tanta crítica e de tanto gozo, no final-de-semana, à conta de festejos efusivos por um triunfo para o campeonato, fica a certeza que festejámos tanto uma goleada hoje como outros uma derrota, ontem. curiosidades. apenas isso».

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disse!
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então, é assim:

© Tomo III
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caríssim@,

brevíssimas (por que telegráficas) not@s soltas, sobre o encontro de ontem, ante o “todo-poderoso” Club Brugge, sendo que, por imperativos “técnico-logístico-lógicos”, só tive acesso à partida, via “inácio”, a partir do golo do André Silva:

» tivesse conseguido aquela conexão mais cedo, e provavelmente aquele já poderia ter sido o segundo (ou o terceiro) da Equipa. e, assim, teríamos evitado aquela segunda parte fraquinha, paupérrima, com “futebol” desgarrado e desregrado, em que mais parecemos o Setúbal do passado Sábado do que o grande FC Porto das noites europeias [momento para suspirar de saudade]…
(também se poderia ter dado o caso inverso e que é este: tivesse eu não me conectado, de todo!, e o Preud’homme teria levado muito mais para contar, lá para a Bélgica. mas, não quero ir por aí, por esses caminhos ínvios, de “pés frios” e outros quejandos…)
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» .

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Herrera esteve noutro lado porque o 16, que até perdeu a moeda ao ar, não esteve em campo – ou pelo menos não pareceu estar. Otávio, do outro lado, idem quase aspas-aspas. Ou seja: sobraram oito homens que tiveram de fazer o trabalho de dez, com a agravante de jogarem contra uma equipa que usou as armas que tinha e que abriu o jogo pelas alas, para poder aproveitar a pouca cobertura que é natural na táctica de Nuno.
O 4-1-3-2 pode funcionar muito bem contra equipas fortes e usando as transições rápidas e as desmarcações na frente; é até muito interessante e dá-nos alguma agilidade ofensiva, mas todos têm de trabalhar. Explica-se: jogar sem extremos implica colocar o ónus de criatividade no meio-campo e obriga a que os dois avançados recuem bastante no terreno em trabalho ofensivo e que também pressionem o centro em tarefas defensivas, cansando-se ainda mais. Obriga, também, a que os laterais tenham setas “à Football Manager”, a começarem na zona recuada e a subirem até à área contrária, cansando-se muito mais. Obriga a que o médio, que até joga no centro do terreno
[o ponto G do meio-campo], procure espaços para receber a bola e a passar rapidamente poir aqueles que conseguir vislumbrar, libertando-se da pressão defensiva. E tudo isto envolve um jogo apoiado, em que cada jogador tem de fazer o seu papel. Quando dois deles não o fazem, marimbando-se, o resto da equipa desmorona-se e rebenta fisicamente; daí que as entradas de Ruben e de Corona tenham sido muito importantes, mas pecaram por tardias – porque, por aquela altura, já a equipa estava a cuspir sangue e a respirar pela boca…

[…] não sabia que iríamos ser tão pequenos a pensar no jogo. É isto que vamos ter até ao fim da época, em jogos mais complicados?
Para lá do aparente paradoxo de um jogo contra o Brugge ser um jogo complicado (sim, é Champions! Mas, até aí, há níveis de cinzento e bem visíveis), é este jogo de receber a esférico no meio-campo, ver as desmarcações dos dois avançados e enviar-lhes a ‘chichinha’ em profundidade, pelo ar ou pela relva, para bem longe dos nossos defesas, que até foram “puxados” mais para a frente, e à procura de um desequilíbrio que permita ultrapassar o adversário em lances-chave rápidos e directos?! Parece-me muito pouco francamente…
Até compreendo que a escolha de Nuno tenha tentado romper com o futebol de “posse pela posse” de Lopetegui; mas aquela, a  de Nuno, parece uma aula de Gestão de Recursos Humanos usando tudo menos os testículos. Estocadas rápidas e recuo imediato?! Estrutura defensiva com permissividade assustadora e permeabilidade constante?! Má cobertura dos espaços, distracção na saída de bola e passes falhados que a minha filha, de três anos, se soubesse, abanaria de imediato a cabeça e diria “eu faço miór, papá!”, e sem pestanejar?!
É é “nisto” em que estamos transformados?! Numa equipa que defende uma vantagem de 1-0 em que, e ao contrário do que acontecia, por exemplo, com Mourinho, a segunda parte do resultado parece estar em permanente perigo de ser alterada?!

É enervante ver tão pouco nos ombros de tanto trabalho. E é desgastante ver os jogadores a cansarem-se (notas altas para o seu esforço, que não está sequer em questão), para correrem mais do que devem, porque não perceberam o que fazer em tantas situações de jogo corrido…
Raios! Em Agosto não podia pedir muito mais, mas, em Novembro, já posso berrar e exigir bem mais do que “isto”!
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cito o Jorge, naquela que considero ser a melhor análise que já li sobre a presente temporada – e sem desprimor para os demais ‘compagnons de route‘ deste mundo da bluegosfera – tão-somente para corroborar aquela parte, da conferência de Imprensa de ontem, em que Nuno afirma que «ainda falta caminho», e bem ao contrário do Espírito Santo que, momentos antes, na frase anterior (e para ser preciso), confidenciava que «estamos mais próximos daquilo a que queremos chegar». certamente que esta última tirada foi para desanuviar o ambiente…
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» no seguimento daquele inconseguimento da Equipa, ontem, e sobretudo no decurso da segunda parte, houve momentos em que não parava de pensar: “se for assim, no próximo Domingo, estamos feitos!”. e, a cada jogada de ataque dos belgas, desfalcadíssimos como se sabe, e que, mesmo com a sua equipa C, conseguiam desbaratar a nossa defesa, aquela minha preocupação aumentava. aliás e para ser honesto: ainda não parei de pensar que, se for como ontem, poderemos passar um mau bocado… e também ainda não parei de me preocupar com este meu pensamento (uno).
(e longe de mim vá o agoiro, porque tudo o que desejo é o Sucesso.)
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» Iker voltou a ser fulcral, ao garantir(-nos) preciosos pontos e os tão necessários contos (ou euros), com uma tremenda defesa, a dez minutos do final da partida, e quando a nossa defesa tremia por todos os lados…
Casillas foi, por isso mesmo, preponderante neste desfecho feliz, tal e qual como André Silva. mas só este último é que é alvo de elogios e encómios, entre os portistas; aquele outro persiste em ser mal-visto, e denegrido, e enxovalhado, entre alguns daqueles que o deveriam defender dos detractores (injustamente, digo eu. e com muita vergonha à mistura, também)…
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» Herrera foi herrível (© Jorge). outra vez. esta época. tal e qual como em muitas outras ocasiões, ao longo das três que já leva entre nós. ‘so, what’s new?‘… mas pior, bem pior!, foram os artolas que o assobiaram indecente e incessantemente, aquando da sua substituição.
por mais desgaste emocional que o jogador mexicano nos provoque – e como provoca! que o diga o antigo sofá do Felisberto! – que diabo!, era o Capitão da nossa Equipa do coração a abandonar o terreno de jogo, e não um adversário a tentar “queimar tempo”, ou um qualquer burgesso afecto ao Carnide.
em suma: foi (mais) um momento horrífico, em pleno Estádio do Dragão (!!!) e que muito me envergonha por saber que o jogador – ou qualquer outro da nossa Equipa – não o merece: não daquela forma e quando deixou tudo o que tem (e o que sabe, mesmo que, aos nossos olhos, pareça pouco) em campo.
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» noutro diapasão e recordando-me das capas que se fizeram no ano passado, nos momentos em que aquela minha preocupação não me assalta o Espírito, questiono-me como teria sido se o Dortmund tivesse perdido, ontem… ou será que não perdeu, mesmo? é que, depois disto aqui, já nem sei…
e como seriam as capas, hoje, se tivéssemos perdido pontos? ui! que forrobodó que não seria! como vencemos (mesmo que a jogar mal), vai por aí uma azia “que nem é bom”… enfim…
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disse!
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