tretas (muito nossas).

© fotos da curva
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quero agradecer a grande lição de vida que o NES me deu hoje: um dia, quando for na rua e me assaltarem, devo parabenizar o gatuno.
sempre a aprender…

quanto ao resto…
dois penaltis?! e ainda gozam descaradamente connosco! é triste… ao longo desta época, vimos situações muito mais flagrantes a não serem assinaladas, e hoje é isto. ou é puro gozo ou então é para, no final do campeonato, aparecermos com 9 ou 10 penaltis a favor e dar a impressão de que não temos qualquer razão de queixa.
ainda sobre gozo: parece que os corruptos, ontem, no galinheiro, distribuíram cartolinas onde se podia ler que essa é que é a “cartilha” deles. tão espirituosos que eles são, ao nível da infame campanha do #colinho… nada como desvirtuar a Realidade…

sobre a censura à faixa, uma nota só:
devemos muito ao presidente, mas, antes dele, já existia o FC Porto, tal como continuará a existir depois dele. não queira o sr. presidente fazer figura de Robert Mugabe que, aos 93 anos, ainda (des)governa o Zimbabwe.
das qualidades de um verdadeiro líder fazem parte o saber ouvir os seus e o saber quando sair. não é censurando quem sempre apoiou e que quer o melhor para o Clube, que se vai a lado algum. e, repito, o FC Porto não é propriedade privada de ninguém, mesmo daqueles que lhe deram imenso, porque também foi o Clube que lhes deu a visibilidade de que, Hoje, ainda gozam.

termino ainda com uma referência a África (e não só):
a Costa do Marfim, a Nigéria, o Brasil, ou mesmo a Birmânia, construíram novas capitais em locais remotos desses países a fim de lhes conferir mais desenvolvimento e que este também fosse sustentado (está certo… ao mesmo tempo também foi para encher os bolsos a “alguns”…); neste momento, o Egipto prepara uma nova capital administrativa e económica para descongestionar o sobre-lotado Cairo; o Canadá, a Austrália, os próprios EUA, não têm a capital na sua maior cidade. já aqui, no país dos broncos, insiste-se e persiste-se em levar tudo para a região de Lisboa e Vale do Tejo: mais estações de Metro, mais aeroportos, mais portos para cargas e descargas, mais, mais… para os outros – a suposta «paisagem», o grunho e parolo «resto» – ficam as sobras.
desde (pelo menos) o séc. XVI que vivemos (n)uma macrocefalia, que levou a um crescimento desproporcionado da Capital do Império em relação ao resto do País. e, mesmo assim, continuamos a ver as gentes a sair às ruas em Castelo Branco, em Beja, em Portalegre, em Bragança, na Guarda – em regiões preferencialmente do Interior, totalmente menosprezadas e desprezadas pelo Poder Central, do qual o clube corrupto (ainda) é o seu símbolo maior.
e se me custa ver gente a festejar na minha terra natal (Castelo Branco), então na cidade do Porto… enfim… e lamento que não haja um benfiquista que reconheça o óbvio: que este (treta-)campeonato foi ganho graças a factores extra-futebol.

se vale tudo para ganhar? parece que sim. e é também por isso que o País está como está: com uma dívida pública que nem nos nossos piores dias.
c
onclusão a tirar? somos um País de gente desonesta porque, se não se importam de ganhar dessa forma no Futebol, também não se importam de o fazer em tudo o resto, em todos os outros sectores da actividade económica. e tal é triste, muito triste.

saúde. João.
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caríssim@,

não poderia estar mais de acordo com este (muito) pertinente comentário do João, no espaço de discussão do caríssimo Vila Pouca – um dos meus blogues de referência. aliás, considero ser difícil discordar do mesmo, com argumentos válidos e sustentados, sobretudo pela parte de quem é conhecedor do que nele se aventa, mormente naquelas regiões mais desfavorecidas do País…

mesmo assim, permite-me apenas três singelas notas:

1.)
aguardei pelo “universo Porto – da bancada” de ontem (vídeo aqui) para perceber melhor a situação da censura das tarjas. acima de tudo, apraz-me saber que «tudo está bem», nas palavras do Director de Comunicação do Clube – o que poderá significar que houve entendimento entre as partes envolvidas, com o devido (e desejado) “enterrar do machado de guerra” e posterior “fumar no cachimbo da paz”.
mesmo assim, tal não significa que quem, como eu, se deslocou, no passado Domingo, ao nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, de lá tenha saído com uma imagem muito triste, basto cinzenta, com todo um episódio que em nada dignificou aquelas mesmas partes – na altura, em contenda. pelo menos, foi assim que abandonei o estádio, enquanto ouvia as palavras de ordem dos elementos da claque: com o coração apertado, o Espírito sombrio e o olhar perdido num Futuro incerto…
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2.)
numa singela frase, por certo nada inocente – «é a realidade dos resultados. parabéns ao campeão. nós continuamos o nosso caminho – o de formar uma equipa que possa conseguir títulos.» – Nuno conseguiu desbaratar todo o meu trabalho de uma época a desmascarar o «polvo» que subsiste no nosso comezinho futebolzinho tuga. o meu, o de tod@s @s ‘bloggers’ afectos à bluegosfera (e não só), e também o daquele programa referido no ponto anterior.
e foi mesmo, mas mesmo “muito agradável” ouvir todos os «gloriosos» cartilheiros, logo no próprio dia e na Segunda-feira seguinte, a citarem o ainda treinador da equipa principal de futebol do Clube, e a insurgirem-se contra a sua (mais do que) provável rescisão contratual.
e, por muito que ele invoque «a grande confiança num contrato que existe», não haverá Espírito Santo que o mantenha no reino do Dragão, na próxima época*.
[* não!, não tenho bases sólidas (por que oficiais) para sustentar esta minha forte convicção, só um ‘feeling’.]
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3.)
que fique expresso, desde já, o meu mais firme desejo para que o FC Porto, e como se prevê, não seja beneficiado, no próximo Domingo, em Moreira de Cónegos.
e que fique bem claro que nunca desejarei a derrota do meu Clube do coração, seja em que circunstância for.
mas – e há sempre um “mas”… – confesso que, no caso em apreço, não me importarei que se percam os pontos suficientes para que o Moreirense permaneça na Primeira Liga e consequentemente a agremiação (curiosamente muito lampiã) de Tondela desça à divisão mais condizente com a sua categoria (ou a falta desta)
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disse!
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tretas (“jornalísticas”).

© google | 92º minuto
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caríssim@,

diz que foram tretas… ou tetras da treta, que vai dar ao mesmo.
diz que foi um «feito histórico», e tal e coiso, repetido ‘ad nauseam‘ pelos sabujos e/ou pés-de-microfone e/ou laranjos dos me(r)dia e do jornalixo tugas – os mesmos que já devem ter tido mais orgasmos triplos, nestes últimos dias, do que o piç… o pizz… o estrábico, faltas merecedoras para cartão amarelo (oh! espera lá!…).
tudo “muito bem”, não fora dar-se o caso do que a imagem abaixo documenta, com algumas das capas dos pasquins desportivos (e não só…), em Maio de 2009 – e, claro está e porque é demasiado óbvio, com muito menos impacto do que as jactantes capas da outra imagem desta prosa, ali mais em cima (então as do dia a seguir à nossa conquista do segundo tetra, contrastam com as mui’ festivas daquela):
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© google | 92º minuto
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portanto, parece que já houve outro alguém “em antes” do 5lb que conseguiu o tal «feito histórico» – feito esse que, em 2009, fora a segunda vez na sua história de sucessos desportivos, a esmagadora maioria deles a cores e já em pleno período Democrático.
mas, acredito que possa estar equivocado e que aquele nosso segundo tetra não tenha acontecido, sequer o de 1994-1998 – e que viria a ser, esse sim!, um um (ainda?) histórico PENTA – e muito menos aquele outro, já basto longínquo, do spórtém..
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disse!
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tão amigos que nós fôramos. ‘sêramos’. coiso…

© google | 92º minuto
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caríssim@,

ontem à noite, os lixos tóxicos do grupo cofina [vários vómitos sucessivos] foram lestos a ”””noticiar””” (sim!, múltiplas aspas. explicações são desnecessárias, certo? certo!) uma «cimeira anti-5lb», da qual resultou um vídeo caseirinho e muito exclusivo, aqui.
no entendimento das aventesmas e/ou sabujos e/ou pés-de-microfone e/ou laranjos que por lá labutam – sendo que aquele parte exclusivamente de suposições (com recursos linguísticos múltiplos, mormente a forma condicional com que se conjugam os verbos) – «o encontro, com carácter ultra-secreto e que durou pouco mais de duas horas (entre as 16h e as 18h), terá servido para estreitar as relações entre os rivais e reforçar as estratégias de comunicação para a próxima época com um alvo em comum: o 5lb».

a manhã cinzenta e muito chuvosa de hoje acordou com a replicação daquela ”””notícia””” bombástica, da «ultra-secreta» «cimeira anti-5lb» pelos restantes pasquins afectos às agremiações da Segunda Circular e tal como a imagem acima o refere.
do que pude ler sobre o sucedido, aquela que, para mim, é a versão mais credível daquele encontro, foi plasmada (plantada?) na edição impressa do pasquim do ‘quim oliveirinha (aqui). essa não nega o encontro, e mais do que referir o alinhamento de uma qualquer estratégia «anti-[qualquer coisa]», afere de uma reunião «para discussão de assuntos, com carácter prático, relacionados com a partida de andebol» – a qual é decisiva, por poder consagrar o FC Porto como o próximo campeão nacional daquela modalidade. posteriormente «a conversa incluiu outros temas da actualidade desportiva, nomeadamente do Futebol».

já o início da solarenga, mas muito ventosa tarde, anunciou um comunicado conjunto entre os dois Directores de Comunicação dos clubes visados na suposta «cimeira anti-[whatever]» (aqui e aqui).
naquela reunião foram abordados alguns temas do nosso comezinho futebolzinho onde há efectiva «convergência de posições», sendo que o que há a ressalvar é o seu ponto 5.), que se transcreve:
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«
em face do que consideramos ser a urgência e necessidade de pacificação do Futebol Português; da obrigatoriedade de nele se introduzir uma maior transparência e mais verdade desportiva, e de defender aqueles que são os valores por que devem nortear o Desporto Nacional, entendem os dois clubes estarem reunidas as condições para que seja desencadeado, de imediato, o processo de reatamento das relações institucionais entre o FC Porto e o spórtém.
»
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© google | 92º minuto

aqueles são os factos do que eventualmente se passou – porquanto que se depreende a existência de muita contra-informação, e porque só sabemos o que efectiva e concretamente as partes envolvidas querem que se saiba.

aqui chegados, importa referir que não possuo memória curta, pelo que recuo ao que sucedeu em Junho de 2013 (aqui) e desencadeou o corte de relações institucionais – sobretudo algumas alarves declarações do actual presidente do spórtém para com o nosso Clube, a envolver «fruta» e «bananas». depois daquelas, muitas outras se sucederam, com uma pausa recente porque a mira voltou-se para um alvo mais apetecível (por que mais próximo)…
se, por um lado, apraz-me saber de uma tentativa dessa tão necessária «pacificação do Futebol Português», pelo outro confesso que, tendo em conta o histórico de provocações (abjectas) do burro do Carvalho para connosco, duvido muito que o clima de guerrilha amenize, sobretudo entre os dois Presidentes.

também não posso deixar de afirmar que a forma como tudo “isto” se processou é de amador. repito: de. a-m-a-d-o-r.
depois de exposta a cartilha e de todo o «glorioso» desespero que se seguiu, em (in)tentar encontrar compêndios doutrinais no nosso Clube e no spórtém, e também do Estado Lampiânico vislumbrar uma aproximação entre os dois clubes, a mostra pública da reunião, na forma como aconteceu, mais não é do que um “brincar ao Futebol”. tratou-se, isso sim!, de um valente tiro no pé, e por mais comunicados conjuntos que se emitam.
no meu entendimento não havia necessidade deste tipo de exposição – sobretudo numa altura em que há um desânimo generalizado nas nossas hostes e alguma inquietação (eu, pelo menos, não ando sossegado…). já temos muito com que nos preocupar intra-muros e, se é indesmentível que o «polvo» é quem mais ordena – e esta notícia aqui confirma que ainda há muito para “lagareirar” – não precisávamos de estar, agora, nesta altura, a gramar com as bocas dos lampi… dos candeeiros de serviço a demonstrar à saciedade “aquilo” que, há menos de 24 horas, era negado. é que não precisávamos mesmo nada! f
od@-se, pá!..

mas, pior!, vai ser o pós-final-de-semana, sobretudo na próxima Segunda-feira, tal e qual como a imagem ali em cima o demonstra… nem vai ser bom…

fod@-se!

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disse!
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dessa “gloriosa” idiossincrasia.

futuro© fotosdacurva | zerozero | 92º minuto
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duas breves notas introdutórias:

1)
como o tenho vindo a afirmar e (bem) mais vezes do que gostaria, infelizmente “não é quando se quer, é quando se pode”…
motivos de índole diversa, mormente profissionais, têm obstado e de que maneira!, a este acto de comunicar contigo com mais regularidade. por este motivo e pelos (eventuais) transtornos que te possa ter causado, mais uma vez reitero os meus sinceros pedidos de desculpas.
aquelas desculpas lamentavelmente estendem-se também a esse facto concreto e verificável, e que é o destas interrupções persistirem num tempo que previra curto, mas que se têm estendido para lá do razoável – olha, assim a modos que tal e qual esse hiato que tem me(r)diado a amostragem do quinto amarelo ao pizza… ao piç… ao estrábico lampião.

2)
assim sendo e porque há vários assuntos que pretendo abordar (apesar do meu “atraso”), e como já vem sendo hábito, e como não poderia deixar de o ser, esta prosa será uma espécie de novo testament… de um texto extensiva e sensivelmente looongo, com numerosas hiperligações e bastas imagens, que não só para memória futura mas também.
e, claro está!, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral.
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futuro© fpf | 92º minuto
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caríssim@,

a imagem acima é a reprodução fiel do comunicado com o mapa dos castigos aplicados ao FC Porto, em 18 de Abril último, pelo Conselho de Disciplina da FPF (aqui) – em rigor, da Disciplina que o sr. meirim quer impor ao nosso comezinho futebolzinho tuga.
ob
viamente que, daqueles castigos vários, destaquei o que foi aplicado a Yacine Brahimi, bem como da “douta” justificação para a pena aplicada ao jogador argelino.
dessa “justificação” ressalta essa parte em que se afirma peremptoriamente que 
«tendo encostado a sua face» à do apitador antunes – a desempenhar a função de quarto árbitro no jogo que ocorreu ante os gverreiros lampiões do Minho. mais: decidiu-se uma punição exclusivamente no testemunho (mentiroso) daquele, não tendo sido admitido qualquer contraditório, como veio a revelar o Comunicado de 28 de Abril último, que laconicamente considerou o recurso hierárquico daquelas decisões «impróprio». mais ainda: tal é totalmente contrário num Estado de Direito e está à revelia da lei fundamental da tugalândia, a Constituição da República Portuguesa – a qual, no seu art. 32º (“garantias de processo criminal”), consagra os princípios do Recurso e do direito ao Contraditório.
ainda só mais uma achega (mesmo que “requentada”): à data e hora destas linhas (#notmadeinporta18forsure), estas são as imagens publicamente conhecidas do incidente de que Brahimi é vítima e não réu (as quais disponibilizo em gif aqui e em mp4 aqui, e das quais possuo múltiplas cópias, pelo que censurá-las é pura perda de tempo para todas as partes envolvidas):
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futuro© google | 92º minuto
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só me questiono do que, neste entretanto, todos os encartilhados (leonor pinhão incluído), a mando de um «polvo» que tem como glorioso desígnio nacional esse tetra da treta, já não teriam dito, escrito, aventado se este tipo de “castigo” tivesse sido aplicado a um jogador afecto ao 5lb?… assim de repente, recordo-me do muito que se reivindicou aquando da expulsão do Ederson… mas… aaaah! espera! ao contrário do que vai acontecendo por aqui, no Norte, por Carnide há muito que reina (e prolifera. e prospera.) a impunidade…
e basta atentar nas capas de «ambos os três» pasquins desportivos da tugalândia, a seguir ao dia em que se conheceu o castigo aplicado ao jogador internacional argelino, para se perceber o quão discriminatórios são os sabujos e os pés-de-microfone que neles labutam, e o quão discriminados nós somos comparativamente para com o 5lb:
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futuro© google | 92º minuto
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#contratudocontratodosecontraostolos certo? certo!
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futuro© revista dragões | 92º minuto
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* sobre a revista ‘Dragões’:

talvez ainda não seja do conhecimento geral, mas o FC Porto disponibiliza gratuitamente e de forma digital, as edições da revista do Clube.
para tal, basta aceder aqui e preencher um formulário muito simples, com dados que não lesam a identidade de ninguém – como sejam o nome e um email válidos. depois de feito esse passo fundamental, temos acesso a todas as edições da revista (repito), em formato digital, e com o ‘plus‘ de que se pode fazer o ‘download’ das mesmas.
quem tiver esse interesse, pode ler aqui a última edição da revista (#366), cujo meu destaque é o da imagem acima (aqui a versão “compacta”).

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disse!
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material de leitura.

futuro© visao | 92º minuto
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caríssim@,

encontro-me numa espécie de “retiro espiritual”, até sensivelmente as 20h30m de amanhã, Sábado. e, de facto, como muit@s de vós, partilho desse sentimento de que “nunca mais é Sábado”, para que termine «este estado de ansiedade» e que rapidamente comece o outro, o de pura adrenalina com A partida de futebol de toda uma época…

até lá, deixo-te com duas sugestões de leitura, por forma a que o malfadado Tempo passe um pouco mais depressa, sei lá!…:

» a enorme entrevista de Iker Casillas ao jornal ‘Marca’ (aqui), com a cortesia do Jorge Vassalo.
Iker que é tão-somente uma lenda viva do Futebol Mundial e que, por curiosidade, até joga no nosso clube do coração. jogasse ele num outro, de cor mais rubra, e estas entrevistas suceder-se-iam a um ritmo alucinante – maior até do que as capas do ‘pravda‘ em “homenagem” ao ilusão…

» o artigo “clube de combate”, sobre os comentadores mais conhecidos das têbês da tugalândia (aqui), e que faz parte integrante da última edição da revista ‘Visão’ (aqui).
nele ficamos a saber alguns factos curiosos. eu identifiquei estes: o pagamento, por programa, varia entre os 250€ e os 750€; a média de audiências do programa “prolongamento” (tvi24) é de 124 mil, a de “o dia seguinte” (sic-n) é de 118 mil e a do “trio de ataque” (rtp3) é de 97 mil espectadores. já os programas da sic-n onde intervém o santinho, com os seus looooongos monólogos (da vagina? talvez. é que aquele cabelinho para o gelatinoso nunca enganou…), variam entre uma audiência média de 84 mil (“tempo extra”) e de 121 mil espectadores (“play-off”). é, de facto, muita gente a absorver propaganda goëbbeliana, semana sim, semana também…
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futuro© fcporto
(clicar na imagem para ampliar)
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esta capa, da “nossa” revista ‘Dragões’* faz-me acreditar que, amanhã, é possível! o discurso (também) do Soares, tal como o de todos os jogadores da Equipa, leva-me a crer que pode mesmo acontecer o tão desejado acesso ao lugar cimeiro do Campeonato, não sei quantas centenas de dias depois desde a nossa última vez – mesmo com o “xistrema” que o «polvo» engendrou.
#contratudocontratodosecontraostolos certo? certo! e é claro que não poderia deixar de ser de outra forma, sobretudo na partida em causa, contra quem é e onde terá lugar!

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em suma:

aquela é A mensagem para amanhã!
que o que tão ardentemente desejamos se concretize!

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 sobre a revista ‘Dragões’:

talvez ainda não seja do conhecimento geral, mas o FC Porto disponibiliza gratuitamente e de forma digital, as edições da revista do Clube.
para tal, basta aceder aqui e preencher um formulário muito simples, com dados que não lesam a identidade de ninguém – como sejam o nome e um email válidos. depois de feito esse passo fundamental, temos acesso a todas as edições da revista (repito), em formato digital, e com o ‘plus‘ de que se pode fazer o ‘download’ das mesmas.
quem tiver esse interesse, pode ler aqui a última edição da revista, cuja capa é a da imagem acima.

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disse!
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#respeito

futuro© google
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#respect

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caríssim@,

a imagem acima refere-se a um clássico, no antigo Estádio de Alvalade, numa década que está gravada a ouro na minha memória, assim como na de muit@s portistas. nela (re)vêem-se algumas das lendas dessa altura, como o Vítor Baía, o Emerson ou o Drulović. também por lá aparece o Yordanov, ex-internacional búlgaro, confesso sportinguista e “cara lusitana” na luta contra a esclerose múltipla.
o motivo principal por que menciono o jogador búlgaro que, desde o início, me cativou e pelo qual nutro o maior respeito, foi a visualização desta reportagem aqui, da autoria da brasileira Rede Globo.
confesso que também eu me emocionei com aquela. afinal, que caramba!, o Futebol também é muito “isto”: o Respeito pelo Outro, quando este se sabe fazer respeitar e se dá ao devido Respeito. e o Yorda9 sempre foi assim.
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futuro© google
(clicar na imagem para ampliar)
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#σεβασμός

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ao contrário do Yorda9, já os membros que compõem Conselho de Disciplina não me merecem muito respeito. explico a seguir, principalmente e mesmo não sendo jurista, por me “ver grego” para perceber as disparidades e as incongruências, na esmagadora maioria das suas sentenças – basto discriminatórias, mormente em prejuízo de uns e benefício de outros, na minha óptica obviamente.
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sucintamente e a propósito da deliberação da esquerda:
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… e gastam-se dez-páginas-dez a fundamentar sanção para o «coro de teor racista dirigido especificamente ao jogador de raça negra» do
5lb, o (então ‘deus’) renato das sandes. muito bem…
pois então que ainda continuo à espera (sentado) da condenação, também de um (como é?… isso!) «coro de teor racista», mas desta feita dirigido especificamente ao Hulk, no antro do costume, pelos useiros e vezeiros energúmenos do costume, em Março de 2012*.
(* aaaaah! já prescreveu? aaah! pois é… mas, mesmo assim, houve de facto um «coro de teor racista». e ‘aquilo’ não deixa de ser um antro. e as bestas em causa não deixa(ra)m de ser uns energúmenos – «gloriosos» obviamente, mas mesmo assim uns energúmenos).
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sucintamente e a propósito da deliberação da direita:
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fica, para memória futura, a imagem do indeferimento, de qualquer «provimento ao recurso hierárquico impróprio», por «comportamento incorrecto do público», no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, ter entoado o (sempre presente) «e quem não salta é lampião»… [enfado].
é que, por mera coincidência, no próximo Sábado haverá nova invasão ao antro do carnidense, e não me esqueci do que, em tempos não muito idos, nos foi «gloriosamente» dedicado aqui – estávamos em Março de 2015, no antro em causa, com os i-le-gais do costume, num 5lb vs. gverreiros lampiões do Minho (!!!).
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futuro© google
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#尊重

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por último e para os senhores da VSports, que amiúde se manifestam, via email, em nome da Sportinveste – Multimédia, SA, (por serem os «detentores, em regime de exclusividade, dos direitos de comercialização, de exploração, de difusão e de distribuição, inclusive em “contexto digital”, das imagens e dos sons, relativos aos jogos da I Liga Portuguesa, da Taça de Portugal, da Taça da Liga e da Supertaça Cândido de Oliveira»); e que, por mais do que uma vez, já me censuraram vídeos e imagens gif, de jogos daquelas competições, sobretudo onde está presente o 5lb; e cujo lápis azul efectiva e comprovadamente não abrange blogues e/ou páginas das redes sociais afectas ao quotidiano do carnidense, porque as continuam a “disseminar”:
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é preciso terem uma put@ de uma latosa para me enviarem um email a solicitar que, no meu espaço, crie hiperligações para vídeos e/ou as imagens de jogos daquelas competições – o mesmíssimo espaço da bluegosfera que, em tempos, tentaram censurar por um todo!!!
é como refiro no início e já vos fiz saber, em respostas anteriores, às vossas missivas: se vocês não se dão ao Respeito, não esperem que seja eu a fazê-lo por vós. certamente que devo escrever e/ou expressar-me em Chinês, porque vocês definitivamente não entendem (ou não querem entender)…

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disse!
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mente, Pinóquio, mente!

futuro© google
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duas declarações de interesse:

1)
ao contrário de muit@s, confesso que ligo tanto às questões em torno da selecção como a marisco: a este último sou alérgico, desde nascença; àquela, sou completamente indiferente, sobretudo desde que um brasuca, armado ao cagalhão, aterrou na Capital do Império e resolveu entrar em confronto aberto com a Instituição e jogadores (sobretudo os mais emblemáticos!) do Futebol Clube do Porto.
e é principalmente esta a razão principal por que, desde essa altura, para mim, aquela é somente a #equipaquedecididamentenaoedetod@snos (sendo que actualmente é mais uma coutada do empresário jorge mendes…), porquanto que #aminhaseleccaovestedeazulebranco e só de azul-e-branco.
assim sendo, é-me completamente indistinto se Portugal vence, empata ou perde, e seja em que escalão e/ou modalidade for; não lhes desejo nenhum mal, mas também não fico sem horas de sono com os resultados negativos.

2)
como não me canso de o repetir, considero bastante meritório o trabalho das claques portistas. de facto, não fossem os cânticos dos SuperDragões e do Colectivo95, e certamente que 
já teríamos estado em funerais bem mais animados… mesmo assim, este meu reconhecimento público não invalida que seja crítico com algumas das suas actuações “e quando assim deve ser” – a última das quais, a propósito da nossa visita à Amoreira.
e sou ainda (bem) mais crítico com a dualidade de critérios reinante, não só na nossa Sociedade, como nas forças de (in)Seguraça Públicas e sobretudo nos me(r)dia e jornalixo tugas, a propósito da questão da ilegalidade dos “grupos organizados de ‘adeptos‘” afectos ao 5lb. efectiva e comprovadamente, os i-le-gais do Carnide encontram-se à margem da Lei, (sobre)vivem em torno da Lei, sentem-se acima da Lei e comportam-se como autênticos foras-da-Lei, sempre com a «gloriosa» complacência daquelas.
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caríssim@,

feitas as advertências e a propósito da polémica em torno da questão da partida da selecção de jorge mendes, ante a sua congénere húngara, convém salientar que:

» como se pode verificar neste vídeo aqui e ao contrário do que os lixos me(r)diáticos do grupo cofina afirmam, a claque “ultras Portugal” respondeu a provocações vindas do sítio habitual, pelos i-le-gais do costume.
sim!, a claque agiu mal e não se conteve, respondendo com os cânticos habituais, confirmando o adágio popular que reza que “quem não se sente não é filho de boa gente”. e como os i-le-gais não são, de facto, gente boa, nem foram para o viaduto saudar quem ia torcer pela selecção do jorge mendes…;

» é certo e sabido que o actual Presidente da Mesa da Assembleia-geral do spórtém, jaime marta soares, não pugna por uma postura cândida, antes pelo contrário. mesmo assim, não deixa de ser a primeira figura institucional da agremiação do Lumiar, acima da do ‘parsidente’ burro do Carvalho.
como se pode verificar nestoutro vídeo aqui, a recepção de que foi alvo, pelos useiros e vezeiros vândalos do costume, deveria ser motivo, mais do que suficiente, para que o 5lb já tivesse feito um pedido de desculpas públicas. debalde…
por muito menos, foi feito um «glorioso» alarido, do carvalho da Silva, quando o gosma da selva (vulgo, o ‘chouriço’) supostamente levou para contar, numa ida à Foz do Douro, e conforme capa ali em baixo (já lá vamos);
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futuro© ojogo | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)
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» em tempos, ficou tristemente célebre a inusitada (por que inaudita) afirmação de Mourinho comparando a ImBicta com Palermo, cidade da Região da Sicília. a mesma foi utilizada a rodos, mormente pelos lampiões, inclusive por alarves taxistas que tecem grosseiras comparações que vão muito para lá do sexista.
depois dos incidentes do passado Sábado, de todos os comunicados que se teceram, das pressões que se criaram, dos recortes de notícias que a imagem acima alude, e de um célebre Passado recente, não há mesmo dúvidas: o Carnide, como não sabe perder, também não sabe ganhar – com os seus adeptos a terem «gloriosas» condutas próprias de trogloditas. e, por inerência, como não sabe Vencer desportivamente, confirma-se que o 5lb, inclusive ao mais alto níBel, também não sabe receber condignamente os seus rivais – seja nas competições nacionais, seja em jogos da Selecção;
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futuro© ojogo | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)
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» não poderia estar mais de acordo com o editorial de Jorge Maia, hoje, no pasquim do ‘quim oliveirinha, sobretudo na questão dos «pretextos desta semana para que a habitual corja de incendiários profissionais possa começar já a regar o clássico de gasolina»: comprovadamente e depois de ter assistido ao “campeonato nacional” de ontem, na tvi24, e depois de ter ouvido a cassete debitada pelo domingos amaral [escarro], «às vezes, o futebol português é tão previsível que já enjoa por antecipação»… e hoje certamente que haverá novo alambique de alarvidades, pela aventesma costumeira, no “prolongamento”…
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futuro© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)
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por último e sobre enjoos »por antecipação» (matinais, vespertinos ou outros):

como afirmei ali em cima e acerca de tudo “isto“, de toda esta «gloriosa» fantochada, por muito menos foi feito um «glorioso» alarido quando o ‘chouriço’ supostamente levou no focinho, em 2011. e, tal como agora, o pravda da Travessa da Queimada prontificou-se a ser a caixa de ressonância primeira da “propaganda goëbbeliana” do 5lb…
mais do que o chinfrim do carnidense e a que o pravda faz alusão, da capa da esquerda “gosto” particularmente da referência (nada ingénua) a uns 6-0, em 1972, a contar para uma eliminatória da Taça de Portugal, em que o goleador-mor do 5lb, nessa altura, ficou em branco. vou ficar à espera (sentado…) que o pasquim também faça referência em capa àquele outro jogo, já em plena Democracia, a 18 de Setembro de 1992, desta feita para a Supertaça Cândido Oliveira. é que, nessa partida, o Jardel também não marcou…

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disse!
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a nossa primeira vez.

futuro© 92º minuto
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«Pai! da próxima vez quero ir a um jogo a sério!»

o ano de 2017 estava fresquinho, acabadinho de chegar. e a promessa, feita em Maio de 2016, depois de um jogo de hóquei em patins, no Dragãozinho, mantinha-se; aliás, desde essa altura que era reavivada, principalmente quando se assistia a uma partida de futebol: «quando é que vou ver o FC Porto?», perguntava, ansioso. e muito impaciente, também.
a resolução já estava tomada desde a semana anterior, em conversa com quem igualmente “veste calças”, lá em casa: no dia a seguir ao seu aniversário ia ao treino aberto do FC Porto. «vai ser uma bela prenda de anos!», pensou o Pai assim que teve essa brilhante ideia. e, desde esse momento, não mais sossegou.
até que o dia chegou, prazenteiro, com o friozinho tão característico de um mês de Janeiro na ImBicta. mas o Pai era todo ele um vulcão de emoção, na ânsia de perceber quão feliz ira ficar o seu rebento, um cachopo já com cinco anos de idade – tantos quantos os títulos seguidos de que se recorda de ter visto, ‘in loco‘, o “seu” FC Porto ganhar. de uma assentada. e agora seria o “nosso” FC Porto, para desgosto do sogro e do cunhado, rubros de tristeza pelo facto do «glorioso» não ser o seu fervor primeiro.
estava “em pulgas”, portanto. e com múltiplos pensamentos, todos eles em sintonia com uma só cor, quando se abarcam das imediações daquele que se espera que também venha a ser o seu teatro de sonhos azuis-e-brancos. ele permanecia sobretudo calado, fazendo algumas perguntas de circunstância sobre onde iam e para fazer o quê. mesmo na fila para entrar no Estádio, não transparecia muito do que o Pai testemunharia a seguir, sensivelmente pelas 16h08m, de 01 de Janeiro de 2017: aquele «U-A-U!» tão próprio de um miúdo que entra pela primeira vez num estádio de futebol. e que belo que lhe pareceu o nosso Dragão, mesmo num treino aberto aos adeptos!

sem querer ser muito maçudo, findo o treino, no alto dos seus já cinco anitos, acabados de fazer de véspera, afirma convictamente que «da próxima vez, quero ir a um jogo a sério!».
foi feita nova promessa, quando houvesse oportunidade, sobretudo em termos de horário, que pelas 21h30m o cachopo já tem que estar na caminha.
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«Pai! compras-me uma bandeira?»

em pleno Dia do Pai “teve um vibe“: «vou levá-lo ao Dragão, no próximo Domingo! jogo às 18h, acaba pelas 20h30m. janta-se com a malta, mas não se demora (muito). pelas 22h30m estamos em casa. perfeito!», foi o que pensou.
meu dito, meu feito: no dia a seguir lá estava, numa Loja Azul a aproveitar a promoção do seu dia e para que o puto pudesse conhecer, de facto, o ambiente do Dragão. e seria especial, porque previa-se casa cheia – o que veio efectivamente a acontecer.
a surpresa do cumprimento da promessa de Janeiro só aconteceu depois do almoço de Domingo, quando ele perguntou por que é que estava a vestir aquela que também deseja ardentemente que venha a ser a sua “segunda pele”. «vou ao Dragão! e tu vais comigo. queres ir com o Pai ao Dragão?». «não! quero ir ao parque, antes». o seu mundo desabou e nada mais existia. um catraio de cinco anos acabara de lhe puxar o tapete, com tudo o que de inesperado encerra aquele «não». «fod@-se!».
depois do valente soco no estômago que sofrera, recomposto do baque no coração e apanhados os cacos do seu desgosto, perguntou-lhe, com toda a calma que o momento impunha (e que lá conseguiu arranjar): «queres mesmo ir ao parque? olha que não dá tempo para ires ao parque e depois ao Dragão! ou vais a um ou vais a outro! aos dois não é possível!». «é claro que quero ir ao Dragão! estava a brincar contigo, Pai!», disse um garoto de cinco anos de idade. e lá fomos, rumo ao nosso teatro de sonhos, para contentamento do petiz e gáudio do Pai.

ao contrário do que aconteceu no treino aberto, desta feita era ele quem demonstrava (muita) impaciência em chegar. e rápido, mas tal não era possível: a enchente que se previra, dificultava o acesso ao Estádio e as suas imediações eram uma massa humana vestida de azul-e-branco, da cabeça aos pés. milhares de portistas já vagueavam junto “à sua fé”, que a partida começaria dali a duas horas. já quem permanecia calado era o Pai, mais preocupado em não largar a mão do seu filho.
«Pai! compras-me uma bandeira?», perguntou ao passar por uma banca que também vendia cachecóis, enquanto subíamos a Alameda, junto ao Centro Comercial com o mesmo nome. «depois, quando o jogo acabar. agora não pode ser». voltou a insistir e a resposta foi igualmente negativa, com a explicação suplementar de que não se pode entrar com bandeiras no Estádio.
dali, partimos em direcção ao sítio habitual onde se concentram os indefectíveis do costume, sempre que há jogo em casa. foi o seu primeiro contacto com a malta dos blogues (e não só), e a empatia foi recíproca. ainda hoje fala deles, pelo que terá forçosamente que haver uma próxima vez.
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«Pai! quero ir fazer xixi!»

sim!, não vi o golaço do Corona. e estava no Estádio, mais concretamente num dos wc a ajudar o ‘piKachu’ a “fazer nr. 1”. depois do jogo que a Equipa (não) estava a fazer naquela primeira parte, desejei que ele tivesse vontade (pelo menos) mais quatro vezes, para felicidade e contentamente de um tasqueiro de quem ele gostou basto de conhecer. mas tal não veio a acontecer, ao contrário do balde de água fria com que tod@s nós fomos “brindados”…
tod@s? não! ao contrário de muit@s, ele não se importou com a derrota que acarretou aquele empate. na sua inocência e na sua pueril infância, finda a partida, também desgastado com a felicidade (genuína!) de ter estado no Estádio do Dragão, e já com a sua bandeira na mão – a que ele escolheu, sem ajuda de ninguém! – lá ia, pela rua fora, a agitá-la com a alegria inata de uma criança que viveu um dia em cheio por ter ido à bola com o Pai
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e a bandeira lá está, no seu quarto, «azul, branca, indomável, imortal», na Esperança de que também seja dele o Futuro do Futebol Clube do Porto.
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futuro© 92º minuto
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disse!
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medidas diferentes (para os ilegais de sempre).

futuro© fotosdacurva | rui oliveira | 92º minuto
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caríssim@,

ao contrário da prosa de ontem, esta será uma “posta de pescada”® um pouco mais leBezinha, e vem no seguimento do que entretanto foi (muito bem) denunciado no último “Universo Porto – da Bancada” – e que podes (deves!) (re)ver aqui.
a questão que me importa aflorar nas próximas linhas (que não #madeinporta18) é tão-somente o reforço do meu mais profundo desagrado por esse completo desrespeito pelas normas vigentes em relação aos i-le-gais do 5lb, do beneplácito de que estes usufruem perante os demais adeptos dos clubes rivais (e devidamente legalizados), e do perfeito (por que «glorioso») conluio que grassa entre eles e com quem deveria zelar pelo garante da Lei. vamos lá, então!

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do muito que se afirmou nos estúdios da Senhora da Hora, importa referir que também se comprovaram, com dados, factos, datas, nomes e até matrículas de viaturas (!!!), não só a ilegalidade mas igualmente e, por inerência, esse escabroso estado de «gloriosa» impunidade que reina sobre os grupos organizados de “adeptos” afectos ao 5lb.
também foi referido que esse clima contrário à Lei e que esse estado de consentida tolerância para com os efectivamente i-le-gais do 5lb, e como é (ou deveria ser…) do conhecimento geral, têm sobre si o “manto protector” dos me(r)dia e do jornalixo tugas – vulgo “o quarto p(h)oder” – para além das entidades que deveriam primar para que aqueles mesmos estados não acontecessem num (supostamente…) Estado de Direito – a começar na LPFP e FPF, e a terminar nas de Segurança Pública.
mais: provou-se, pela enésima vez, que o “quarto p(h)oder” tem duas formas diametralmente opostas de comunicar/informar factos idênticos quando estão em causa grupos de adeptos afectos a clubes distintos, com prejuízo para os que estão sediados mais a Norte do Mondego, porquanto que os deveres de Rigor e de Isenção se encontram (literalmente) ausentes.
pior: (com)provou-se que as forças de Autoridade e de Segurança públicas «gloriosamente» olvidam tudo o que envolva o 5lb e os seus grupos de “adeptos” i-le-gais, os quais usufruem de apoios e de regalias concedidas pela Direcção da agremiação em causa, e num espírito total e diametralmente contrário à legislação em vigor – a saber: Lei nr. 52/2013, de 30 de Julho, Secção III (“grupos organizados de adeptos”), art. 14º (“apoio a grupos organizados de adeptos”).
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futuro© google | 92º minuto
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posto (tudo) “isto“, a imagem ali em cima é só mais uma prova do que (re)afirmo e uma súmula “perfeita” do que se demonstra à saciedade, no programa em causa – sendo que teve por base os respectivos comunicados, emanados pelo Conselho de Disciplina [CD] da FPF, a reportar os castigos aplicados aos jogos em causa.
assim sendo, atente-se nestes factos, igualmente graves por quem os fez, mas cujos tratamentos disciplinares foram grosseiramente díspares:

» aquando da ida à Amoreira, os adeptos afectos ao FC Porto comportaram-se mal, com arremessos de tochas, rebentamento de petardos e interrupção da partida por uma vez.
o CD, para além da multa pecuniária (já lá vamos), abriu um procedimento disciplinar, com base no disposto no ponto 2.), do art. 181º, do Regulamento Disciplinar da LPFP (“agressão simples com reflexo no jogo por período igual ou inferior a 10 minutos”). deduz-se que seja pela “lesão” provocada no guarda-redes moreira [escarro], que imediatamente se lançou para o relvado aquando do lançamento de uma tocha… para o lado contrário onde se encontrava…
já a multa pecuniária, pela «reincidência» do arremesso das tochas e do rebentamento de petardos, teve o “singelo” valor de 5738,00€.

» aquando da visita a Santa Maria da Feira, os i-le-gais afectos à “instituição” tiveram os comportamentos que se demonstram aqui, aqui e também aqui.
foi, de facto, uma partida atribulada também fora das quatro linhas, de onde resultou inclusive um ferido – um repórter fotográfico, que teve que receber tratamento hospitalar para regressar à sua vidinha.
convém salientar que e de acordo o mesmíssimo Regulamento Disciplinar da LPFP, aquele incidente é punível com o que vem disposto no ponto 1.), do art. 182º (“agressões graves a espectadores e outros intervenientes”). mas, no caso e no partida em apreço, não houve qualquer abertura de procedimento disciplinar, apesar da sua gravidade e… lá está!, inclusive mencionado no comunicado, «reincidência».
e por “falar” em reincidência: a multa pecuniária, por essa «reincidência» do arremesso de tochas e rebentamento de petardos, teve o “singelo” valor de 2525,00€ – bem menos de metade de 5738,00€…

» no Sábado passado, os mesmos i-le-gais afectos ao 5lb fizeram a festa e soltaram a franga, desta feita em Paços de Ferreira. mas e ao contrário de Santa Maria da Feira, não há imagens. nem vídeos. nem bastos relatos dos incidentes (pormenorizados, ou não), seja nos me(r)dia seja no jornalixo tugas. ou seja: como que não aconteceu, apesar do comunicado do Paços de Ferreira e do que vem descrito no relatório dos delegados da FPF ao jogo…
aliás: das longas descrições, no comunicado a reportar os castigos aplicados àquela partida, dá para se perceber que os mesmíssimos i-le-gais afectos ao 5lb fizeram mesmo a macaca e pintaram a manta, naquele concelho do Vale do Sousa. e que, no espaço de meros quinze dias, voltaram a ser… como é que é, mesmo o termo?… isso: «reincidentes».
mas, neste clima de «gloriosa» tolerância para com quem prevarica semana sim, semana também, voltou-se a atropelar o disposto naquele mesmíssimo Regulamento Disciplinar da LPFP, sendo que não houve qualquer abertura de procedimento disciplinar.
ah! e por nova «reincidência» de arremesso de tochas e de rebentamento de petardos, a multa pecuniária teve o “singelo” valor de 5585,00€. – ainda assim, inferior àqueles 5738,00€, portanto…
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em suma e pegando em dois ou três chavões do futebolês:

1)
isto” é brincar ao Futebol, tomando os adeptos portistas por tolos, que comem geladinhos com a testa e que enfardam palha, como os demais “carneiros” afectos ao 5lb.
não somos, não comemos e estas «gloriosas» discrepância, discriminação e idiossincrasia, para lá da revolta que nos causa, só nos torna mais fortes. e resolutos em derrotar quem tanto nos odeia e disso faz o seu modo de vida – mormente nos me(r)dia e no jornalixo da tugalândia.

2)
pelo exposto e parafraseando o burro do Carvalho:
«bardamerda» para todos esses indigentes de Espírito – santo ou não, que não me importa rigorosamente nada a crença de cada um.

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disse!
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escreve tu (que ainda estou chateado).

© google
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#escrevetuquehojeestoufodidocomumCbemmaiusculo (demuitoChateado).

parte I

de regresso a José Maria Pedroto.

« a Experiência diz-me que, entre equipas do mesmo nível, não é fácil recuperar de uma desvantagem. mas, atingida essa situação, não tenho qualquer dúvida de que é muito mais difícil dar o passo necessário para se alcançar a liderança. e, aqui chegados, define-se a Qualidade da Equipa, a sua capacidade de decisão: ou se arranca definitivamente para a vitória ou se demonstra insegurança e indecisão, acabando-se, muitas vezes, por se fortalecer o adversário fragilizado. »

estas palavras, proferidas, em 1979, por José Maria Pedroto, em conversa com Georges Seidler – editor do jornal francês ‘L’Équipe’ – ganharam um significado pungente, terminado o jogo contra o Vitória Futebol Clube.
com a partida controlada, o FC Porto foi incapaz de cimentar a vantagem, entrando num jogo lento, de passe e repasse, o que permitiu aos vitorianos respirar com maior fulgor, arriscar no ataque e chegar ao empate, num lance de belo recorte técnico.
podem queixar-se os portistas de azar, das bolas nos ferros, do “autocarro colocado à frente da baliza” do Vitória, do anti-jogo, ou das defesas do guarda-redes: na minha opinião, estamos perante elementos do próprio jogo cuja maior ou menor eficácia, depende sempre da qualidade de quem assume o domínio da partida.
a pergunta que se coloca, agora, aos adeptos azuis-e-brancos é a de saber se a Equipa disporá dos níveis de inteligência emocional necessários para vencer na Luz – tarefa que exige muito do seu líder
[Nuno Espírito Santo], que terá que ser muito competente para erradicar o sentimento de frustração, que entretanto se apossou dos jogadores ao seu comando, e reforçar os objectivos do grupo.

estará Nuno Espírito Santo à altura deste desafio?
não tenho, neste momento, a resposta. no entanto, não deixo de sublinhar o seguinte: ontem, Nuno Espírito Santo falou em «frustração», «decepção» e «tristeza»; há quase 40 anos (em Setembro de 1979), depois de derrotado pelo Estoril, por duas bolas a zero, José Maria Pedroto afirmava: «Nunca mais perderemos um jogo assim!». E não perdeu, sagrando-se campeão nacional nessa mesma época.

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Alcino Pedrosa | Março de 2017.
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© Filipe Ferreira
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#escrevetuquehojeestoufodidocomumCbemmaiusculo (demuitoChateado).

parte II

daquele miserável início de segunda parte.

vá-se lá entender este FC Porto! marcou o golo quase a terminar a primeira parte e, quando se esperava que iniciasse a segunda à procura de mais um tento, para “matar o desafio”, resolveu ficar à espera (mas de quê?!) no seu meio campo e com o velho pecado de trocar a bola para trás e para o lado. tanto trocou que se lixou (com F)!

é verdade que, nos primeiros 45 minutos, a Equipa teve variadíssimas oportunidades de golo e que os de Setúbal trouxeram o “deus das balizas”, que trabalhou que se fartou (pelo menos duas vezes). e também trouxeram uma espécie de guarda-redes (julgo que emprestado pelo 5lb) que, de cada vez que tocava na bola, “lesionava-se” e ficava deitado, no chão, a pedir assistência. fê-lo pelo menos quatro vezes, as três primeiras no decorrer dos 30′ iniciais da partida. aliás: o anti-jogo do Vitória foi do mais nojento que vi nos mais de 60 anos que levo a ver Futebol. até chegaram a cair aos pares, e em pontos diferentes do campo!

falta, contudo, qualquer coisa a este FC Porto que, hoje, Domingo, nos deu um profundo desgosto e que, por inerência do empate, conferiu um inusitado alento a um 5lb que já andava moribundo e sem convicção.
e a pergunta é: saberá Nuno ir ganhar à Luz
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Jorge Massada | Março de 2017.
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© Bruno Sousa | 92º minuto
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#escrevetuquehojeestoufodidocomumCbemmaiusculo (demuitoChateado).

parte III

as 5 conclusões que importa retirar da 26ª jornada (ante o Vitória FC).

1.
o FC Porto empatou a uma bola, com o Setúbal, em casa, e falhou a primeira tentativa para chegar ao primeiro lugar. na próxima jornada e por mérito próprio, haverá nova oportunidade.
a equipa que ontem empatou foi a mesma que foi capaz de somar nove vitórias consecutivas no campeonato e que permanece imbatível há 23 jogos – para além de ter o ataque mais concretizador e a defesa menos batida da prova.

2.
ontem, o que sobrou em vontade, faltou em lucidez.
na primeira parte, o FC Porto fez mais do que o suficiente para selar, desde logo, a vitória; mas, alguma ansiedade, misturada com algum azar, impediram a concretização de inúmeras e flagrantes oportunidades de golo.
na segunda parte e depois do golo do empate, a equipa foi traída pela vontade de resolver tudo depressa e de chegar rapidamente ao segundo golo – o que acabou por toldar um pouco o discernimento dos jogadores, impedindo a construção de mais e de melhores ataques, e a concretização das oportunidades de que dispôs, e em menor número do que na primeira parte.

3.
no fundo, ontem assistimos às chamadas “dores de crescimento”.
a equipa é jovem, tem crescido a olhos vistos e tem sedimentado esse crescimento; mas, ontem, pagou o preço dessa Juventude e também de alguma falta de maturidade. a pressão do jogo de ontem não tolheu a equipa, mas toldou-lhe um pouco o raciocínio. para complicar ainda mais, alguns jogadores acusaram o esforço da partida a meio da semana, e não jogou no sistema em que, para mim, se sente mais confortável. quem veio do banco
[Diogo Jota, Otávio e Depoitre] também não foi capaz de alterar o rumo do jogo.

4.
cada um usa as armas que tem ao seu dispor, mas e na minha opinião, o anti-jogo é a “arma” dos mais fracos e revela uma mentalidade perdedora – não só de quem a usa mas sobretudo de quem o permite.
O Futebol Português tem vindo a perder competitividade internacional muito por culpa dessa mentalidade tacanha. é que ela não se deve só à menor competitividade dos (chamados) “clubes grandes”; ela deve-se, acima de tudo, ao total desaparecimento das “equipas médias” – que ou ficam à porta, ou saem pela do cavalo.

não basta compensar o anti-jogo com o tempo de desconto porque não é a mesma coisa. os dois tempos de desconto que ontem foram dados foram justos [5′ na primeira parte, 7′ na segunda] mas não chegaram para compensar as paragens constantes na partida e que quebraram os ritmos de jogo, e o transformam numa arte circense.
não pode ser permitido que um jogador comece a fazer anti-jogo logo aos 5 minutos, que aos 10 já esteja a simular a primeira lesão, aos 20 a segunda e por aí fora… a equipa médica do Setúbal entrou perto de dez vezes em campo! pergunto: é razoável? deve ser permitido? eu acho que não!

5.
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os comentários que fiz no fim do jogo, aos microfones do Porto Canal, referi que ficaram por marcar dois penaltis a favor do FC Porto.
Afinal e depois de ver as imagens do jogo, verifico que ficaram por assinalar não um, não dois, mas três penaltis contra o Vitória de Setúbal – o que já é “habitual” antes das deslocações à Luz.
é a verdade desportiva a que temos direito!

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José Fernando Rio | Março de 2017.
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caríssim@,

que não se infira qualquer crítica desestabilizadora à Equipa, no seu todo, porque negativa e tremendamente injusta e nada assertiva, com a citação dos três textos acima, antes pelo contrário. não há nada de mais naqueles, a não ser esse tremendo desgosto que nos assola e o explanar de algumas dúvidas, as quais (ainda) considero pertinentes 24 horas depois – e com os devidos destaques, que são exclusivamente da minha autoria.

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disse!
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