mea culpa!

© google
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sobre o festejo do golo, na Luz:

« essa vitória foi muito importante e aconteceu num momento importante, pois permitiu-nos recuperar a liderança e a poucas jornadas do fim. foi uma vitória que deu muita confiança à Equipa para os jogos que se seguiram. demonstrámos, dentro do campo, que fomos a melhor equipa do Campeonato!
no jogo anterior, o Alex Telles tinha apontado para o nosso símbolo e pedido “respeito!” pelo FC Porto. penso que não nos respeitaram durante toda a época. quando fiz o golo, ao festejar, nunca me passou pela cabeça mostrar a parte de trás da camisola, que diz “Herrera”, mas sim a parte da frente, que tem o símbolo do FC Porto. não quis mostrar o meu nome, mas sim o nosso escudo! quem ainda não sabia o que é o FC Porto tinha que ficar a saber! nós somos o FC Porto!
»

Héctor Miguel Herrera López, capitão do FC Porto, Maio de 2018.
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caríssim@,

campeões, carago! campeões!

estamos tod@s de Parabéns!
finalmente, depois de uma longa travessia num deserto de títulos, em que as únicas palminhas que ouvimos foram as de uma singela Supertaça Cândido de Oliveira, nesse já muito longínquo Agosto de 2013.
d
esde então, (quase) cinco penosos anos de um jejum que muitos perspectivavam não ter um fim à vista e que, mais uma vez, erraram nos seus prognósticos. novamente fizeram-nos cedo um “funeral” que teimamos em adiar – talvez porque somos sádicos e gostamos de os ver sofrer (que “nem cães” obviamente)… são os mesmos de sempre, portanto; aqueles que, rumo a um hexa que precocemente lhes enchia a alma, ainda carpem mágoas pelo pentamelão que terão que exibir ao longo da época 2018/2019… adiante.

de toda a festa que se tem feito e que ainda não acabou porque este Sábado há mais, dezanove anos depois desde a última vez, há algo que quero partilhar publicamente, por forma a “lavar o meu Espírito” e porque é da sua mais elementar justiça:

Héctor Herrera, desculpa ter sido um asno contigo estes cinco anos!
desculpa não ter acreditado em ti e nas tuas capacidades futebolísticas!
desculpa, Héctor, por nunca ter percebido que eu – esta aventesma! – é que estive sempre errado acerca da tua pessoa e sobretudo do teu Portismo.

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a humildade, patente nas declarações ali em cima e que transcrevo para memória futura, é consubstanciada nestas outras (aqui), no dia da sua consagração e que só tive conhecimento (quase) 24h depois.
efectiva e comprovadamente, enquanto adeptos, só podemos mesmo apoiar a Equipa porque desconhecemos, em Absoluto, tudo o que se passa no seio do balneário. e é que é mesmo t-u-d-o!
esta época, só tivemos acesso ao que os seus lideres quiseram que “transpirasse” para o Exterior e como sempre deverá ser. como tem que ser! o caso de Herrera é só mais um exemplo de como podemos ser injustos nas nossas críticas – e eu fui injusto muitas vezes… – principalmente porque não sabemos como o jogador treina abnegadamente, todos os dias, com afinco, por forma a continuar a merecer a titularidade.

por último, da festa no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos levarei comigo, para Sempre, a estrondosa ovação, de pé, dos mais de 50 mil adeptos que coloriram as bancadas e o entoar, a plenos pulmões, do cântico de homenagem a um jogador cujo seu Portismo desconhecia e que muito me emocionou. e ainda emociona, sempre que revejo as declarações que me humedecem os canais lacrimais. porque não consigo ficar indiferente a elas e sobretudo às minhas injustiças para quem tanto dá de si.

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um Dragão inteiro a gritar por Héctor Herrera

« foi incrível! foi-me muito difícil não chorar quando ouvi todo o Estádio do Dragão a gritar pelo meu nome. sinceramente era algo com que sonhava: ouvir os adeptos a gritar o meu nome, daquela forma.
no fundo, concretizei dois sonhos: levantar a taça [de Campeão Nacional] – algo que me deixou muito nervoso -, e ouvir toda aquela gente a cantar a minha música. foi uma noite inesquecível para mim!
»
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foi uma noite inesquecível para tod@s!
e uma lição de Vida para este que escreve estas linhas
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disse!
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a culpa é da vontade!

© fotos da curva
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caríssim@,

na voz da Manuela Azevedo *, cantando Variações, «a culpa é da Vontade que eu tenho de te abraçar»… explico.

passaram-se longos quatro anos desde a última vez; quase 1460 dias. uma Eternidade, portanto. aliás, há, entre nós, quem não saiba o que é uma festa de arromba nos Aliados ‘in loco’. e ainda falta um ponto para que tudo seja realidade, atenção! um mísero ponto em seis possíveis. e este é um facto que convém ter em conta: ainda não ganhamos N-A-D-A!

portanto, se considero que não tem qualquer mal festejar uma vitória que nos aproxima do ponto final e que os nossos jogadores merecem todo o apoio, todo o carinho, todo o calor azul-e-branco que sentiram, esta amdrugada, ao chegar à ImBicta, por outro lado tenho que lamentar que tenha havido quem, entre os presentes, tenha entoado “Campeão! Campeão! Campeão!” ao invés de “quero o FC Porto campeão!” e como seria expectável.
repito-me: apesar de compreender a Euforia, ainda falta conquistar um ponto. e mesmo confiante numa vitória, no próximo Domingo, começar a lançar foguetes antes da festa tal pode ser considerado um desrespeito para com o Feirense que, na época passada, arrancou um empate no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos. para além de que, em 2013, tivemos o exemplo dos outros que, ao festejarem antes do tempo, com toda a sua Soberba e a sua Arrogância, concederam-nos um flanco importantíssimo para nos sagrarmos campeões duas semanas depois.

no fundo, a culpa é dessa Vontade de nos vermos Campeões e em que Ontem já era tarde. tal pressente-se também na Equipa, ansiosos pela chegada desse momento – com Herrera à cabeça, por ser o elemento mais antigo do plantel e por estar “à seca” há quatro penosos anos. e como foi bonito de o ver, esta madrugada, como um de nós, como mais um adepto portista, extremamente feliz por estar próximo da Felicidade!…
mas, a Realidade diz-nos que tal não pode ser. e, por muito que tenha vestido um dos nossos Mantos Sagrados da época 2014/2015 e o tenha trazido comigo para a labuta, tal não significa nada mais do que a expressão de um capricho, de um desejo íntimo que ainda não se concretizou. ainda. está à distância de um ponto. seja a Equipa capaz de o obter, com juros, no próximo Domingo. sobretudo porque tod@s nós o merecemos. e porque é da mais elementar justiç
a.

[* sugestão musical para acompanhar este monólogo e que imodestamente considero muito apropriada para esta ocasião.]

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disse!
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i’m (not) back! (curto regresso)

© FC Porto
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hello, caríssim@!
tudo ok contigo? sim, estou mais magro. e mais esbelto. e com mais pêlo na venta, é verdade. gosto muito e ela também.
os britânicos têm a expressãolong time, no see” para momentos como este, mas não falemos de fados que nos trazem más recordações, sff. obrigado. e daí… explico.

passaram-se oito meses desde a última vez. é muito tempo, com certeza que sim – apesar de me manter activo na rede social Twitter, na conta oficial da página ⑨②ᙏïηuŧø (@92minutooficial), como, em devido tempo, o referi aqui. e de amiúde ir lançando uns bitaites na Tasca do ‘shôr’ Silva, qual bêbado na mesa do fundo a praguejar contra a sua Sorte (ou o seu Azar).
neste entretanto, toda uma época em curso está prestes do seu epílogo e sem que eu me tivesse pronunciado. e porquê? sobretudo porque não quis ser “pé frio”. sim, sou supersticioso a esse ponto. começámos a vencer e eu senti-me bem assim: confortável, no meu casulo, a torcer “por fora” mas sem estar realmente alheado do quotidiano azul-e-branco, porque há hábitos (vícios) que não se desprendem de nós num instante tão rápido quanto uma ‘revienga’ do Brahimi; quanto muito, são como um passe herrado do… renato sanches. adiante.
conscientemente optei por manter uma espécie de “anonimato” por forma a que o ‘momentum‘ da Equipa permanecesse. é como, nos jogos “a doer”, escolhermos somente “aquele” Manto Sagrado e “aquele” cachecol somente porque sim e nem pensarmos em algo diferente. o quê? sou maluquinho? sou, mas lido bem comigo e com esta minha sina, obrigado pela preocupação.

e estava eu – quem mais? – neste ramerrame songamonga quando, oh sacrilégio!, perdemos no reino dos viscondes falidos de Alvaláxia – desta feita, na segunda mão de uma eliminatória de acesso à final para a Taça de Portugal. em penáltes. mais uma vez. e como já tinha acontecido em Braga, para a ex-taça da bjeKa, em Janeiro último. fomos tremendamente eficazes em acertar nos postes; pena que estes lances não contem como golos válidos…
mais do que tecer considerandos sobre o jogo em si – porque os deixo para os Cavanis e para os meus locais de referência na bluegosfera -, o que me preocupa é esse carrossel de emoções que em menos de 72h invadiu a Nação Portista, om qual a imagem acima ilustra na perfeição.
[e abro aqui um parêntesis para te pedir desculpas pelo violento cromatismo daquela. eu sei que fere as tuas sensíveis vistinhas. a mim também. mas tinha que ser uma imagem que causasse impacto – tal como um corte defeituoso na nossa defesa… acho que compreenderás as razões.]

de volta a esse sentimento tão característico do se ser tuga e que transforma uma equipa bestial num aglomerado de bestas em menos tempo que o Sérgio Oliveira a recuperar a sua posição no meio-campo.
quem me conhece destas andanças sabe bem o que penso nestas alturas: mais do que se apregoar Exigência, é tempo de nos unirmos em torno de uma Equipa que já nos deu mais alegrias do que desconsolos, esta época. uma equipa que, em Agosto último, muitos de nós duvidavam que pudesse ter o desempenho que está a ter, este que redige estas linhas incluído. e que lutou bravamente em todas as frentes das batalhas que se propôs travar. e sempre para Ganhar! s-e-m-p-r-e!, inclusive ontem. 
portanto, não contem comigo para “cavalgar ondas” de pessimismo. eu acredito que iremos ser Felizes, apesar de estar com um melão pior do que qualquer #rabolhorubro depois de Domingo.

sim: no passado Domingo, quem nos lesse nas redes sociais e/ou nos ouvisse em podcasts e/ou programas de tv, éramos os maiores, não só da Cantareira, mas do Universo e tudo estava ao nosso alcance. e era, de facto, uma pena que a eliminatória de acesso aos quartos-de-final já tivesse acontecido – mesmo com a arreliadora lesão do Danilo, a forma física do plantel “presa por arames” e os (supostos) reforços de Inverno a não convencerem sequer um adepto ferrenho de Curling (piadola que pretende fazer uma interligação com “vassouradas” e tal… é aquilo a que se chama de #Limeirinha… às vezes costuma resultar…).
hoje, os mesmíssimos heróis de há 72h atrás são uma valente merda e não valem sequer um caral…ças, a começar pelo Treinador. todos, sem excepção, são piores do que um daqueles passes herrados e muit’estúpidos do nosso Capitão. muito piores do que uma intercepção falhada do Osório. muito mais horríveis do que um (suposto) passe em profundidade do Felipe. acho que já dá para se ter uma ideia.

como já referi, eu não embarco neste tipo de águas agitadas e numa  espécie de bipolaridade que só encontro razões de existir por estarmos há quatro anos “a seco”, numa aparente seca de títulos que parece não ter fim. pois que conheço muit@s portistas que estiveram de-za-no-ve anos só com uma singela Taça de Portugal como orgulho, depois de outros de-zas-seis sem a conquista de qualquer título.
[momento de silêncio para expressar a minha solidariedade para com viveu esses tempos. e numa altura em que as conversas de café se esfumavam assim que os intérpretes abandonavam esses locais privilegiados de tertúlias; agora tudo permanece etéreo e para Sempre nas redes sociais, aos olhos de todos – inclusive dos que adoram quando nos desunimos.]

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acho que este testament… este texto consideravelmente longo já dá para se ter uma ideia da mensagem que resolvi explanar à saciedade:

este não é o momento de deitarmos tudo a perder com descrenças que resultam de um jogo menos conseguido nos instantes finais de uma segunda parte, por uma equipa que já leva 48 partidas numa época desgastante. e que provêm de erros de avaliação eventualmente erróneos do seu treinador – o qual, nesta mesma época, já deu mais do que provas suficientes de que aprende com os ditos. também não afirmo que este esteja imune a críticas, que não está; só não é o momento das mesmas serem tecidas em público e, como já o referi, para que todos quantos nos desejam “muito bem” as saboreiem como um golo nos instantes finais da partida e no nosso reduto.
no meu entendimento, este é o momento em que teremos que estar, de facto, com a Equipa e de sermos um só corpo e uma só Vontade e um só Querer, por forma a almejarmos um tão ambicionado título. se enveredarmos por outro caminho, só estaremos a facilitar o trilho que os outros também têm que percorrer. e, mais do que um #MarAzul, estaremos a ser uma tempestade num copo de água, numa Hysteria* despropositada.
nunca mais chega Segunda-feira…

[* sugestão musical para acompanhar este monólogo e que imodestamente considero muito apropriada para esta ocasião.]

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disse!
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fénix! fónix! coiso!

© google | 92º minuto
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« o procurador do Ministério Público (MP) pediu, esta Quarta-feira de manhã, no Tribunal de Guimarães, a absolvição do presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, no julgamento da Operação Fénix. o mesmo foi pedido para Antero Henrique, antigo vice-presidente portista. […]
o líder portista chegou cedo e ouviu, já na sala de audiências, o representante do MP defender que não fica provada a existência de segurança privada ilegal. para que isso acontecesse era preciso que os serviços feitos pela SPDE a Pinto da Costa e Antero Henrique, «fossem de acompanhamento e defesa; em nenhuma das situações se mostram os crimes, pelo que deverão os arguidos ser absolvidos», alegou o procurador do MP.
 »

fonte: JN
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caríssim@,

tanto afã em noticiar a indiciação como arguido, inclusive com laranjos ao poste e tudo, para, um ano depois e em completo contraste, aquela notícia do JN ir surgindo a conta-gotas nos me(r)dia e jornalixo tugas… é mesmo caso para perguntar «que passou se»?

[custa muito, não custa? pois deve custar… a vontade era mais do que muita, não era? ai não que não era!… temos pena (quase nenhuma, para ser sincero). e continuem a mandar e-mails, que a malta gosta bués disso.]
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© google | 92º minuto
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pergunta inocente:

são tão-somente «40 jogadores» do plantel principal ou serão todos os que estão sob contrato com o 5lb?

[é que parece que eles são bem mais. muitos mais. e, já agora e a talho de foice, depois de definido o plantel, o que é que se faz ao excesso?… ah, já sei! distribui-se o “refugo” pelos clubes amigos… pois, é isso mesmo…]

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neste entretanto, ele há datas que não se esquece, porque nos marcam de forma indelével. ontem, há precisamente nove anos, começava a minha aventura no mundo dos blogues e posteriormente nesse basto particular e que é o da bluegosfera. assim sendo, aqui tens acesso a essa relíquia que foi a minha primeira prosa, numa pueril (por que ainda demasiado imberbe) inocência.

acima de tudo, realço que este espaço existe graças a ti, por ti e para ti, que o visitas de forma regular e por Bem.

um grandebem-haja!para ti, portanto 😉

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por último e para os “alguéns” que, apesar de todos os avisos, ainda assim persistem em visitar este espaço, mesmo não sendo bem-vindos (de todo!) e que me apelidam de «fruteiro», para a História ficará o registo daquelas trocas de mensagens electrónicas que, por não terem sido apagadas como se exigia por um dos seus intervenientes, entretanto têm sido muito abafadas pelas prostiputas do jornalixo tuga, a soldo do carnidense – as mesmas que fazem tudo por relevar esta posterior revelação, acerca dos “impolutos“:
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(clicar na imagem para ampliar)

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agora apague tudo!
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recadinho aos ‘recadeiros’.

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« […] das contas da SAD falida não falas tu. das cartilhas do peido-mestre de Contumil não falas tu. dos negócios mal geridos não falas tu. não paças [sic] de um recadeiro cheio de tretas […] »
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caríssim@,

hoje, começou oficialmente a época 2017/2018 para o FC Porto – «o primeiro dia do resto {das nossas vidas}», como (en)canta o poeta. é certo que ainda foi o primeiro treino da pré-temporada, mas, mesmo assim, já há azul-e-branco no nosso quotidiano. e ainda bem, qu’isto estava uma pasmaceira; ou então, nem por isso. explico.

um “alguém” brindou-me com o que se cita ali em cima, mas só em parte – porque os restantes ¾ da sua arrozada “prosa” fariam corar de vergonha os progenitores daquele. dado que, agora, há a obrigatoriedade de um registo para se comentar, neste espaço, aquele “alguém” fê-lo via e-mail – e muito em voga, nos tempos que correm. modernices, acho eu «e que assim»…
por uma questão de princípio, não costumo responder aos insultos que me dirigem (o que não significa que esteja predisposto a dar a outra face); mesmo assim e ultrapassada essa questão, cingir-me-ei somente às “questões” que muitos dos cartilheiros têm feito passar, qual propaganda goëbbeliana, e que os “alguéns”, quais carneirinhos, a deglutem como palha fresca para estes últimos.

nos princípios do mês de Junho, a SAD azul-e-branca anunciou um acordo com a UEFA, por forma a que sejam cumpridos os requisitos do ‘fair play’ financeiro. a UEFA também o fez, na página da instituição, referindo que «o FC Porto não cumpriu o requisito de equilíbrio financeiro e aceitou concluir um acordo de liquidação para as temporadas desportivas de 2017/18, 2018/19, 2019/20 e 2020/21».
ou seja: o quotidiano do FC Porto, durante as próximas quatro temporadas, (con)viverá (n)uma espécie de ‘troiKa’, dentro do seu reduto*. tudo porque se comportou muito mal e gastou mais do que o que vendeu**. bem mais, até. e, agora, há que pôr pés ao caminho e vender os anéis***, se necessário for, para que se volte a uma situação estável – e dentro da estabilidade possível no altamente instável mundo do Futebol, sobretudo no nosso comezinho futebolzinho.

* sim, o FC Porto teve a UEFA “à perna” por causa do ‘fair play’ financeiro. olha, tal como o 5lb teve receitas da UEFA penhorados por causa da Doyen (conferir aqui e aqui). a principal diferença: não ocultámos essa informação da massa adepta, ao contrário daqueles.

** para onde que é que foi esse dinheiro? não sei! mas quem tiver assim tanto interesse, sempre pode proceder a uma análise cuidada das contas da SAD azul-e-branca. está tudo lá, preto no branco – inclusive o valor das comi$$õe$ e a distribuição destas pelos seus variados agentes, ao contrário de Relatórios&Contas pretensamente “consolidados” de outras SAD’s…

*** o motivo da discórdia entre muitos portistas, tal como o Silva explanou (e muito bem) aqui, na sua tasca.
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acima de tudo, acho curioso que os adeptos da agremiação com a segunda maior dívida da UEFA, em 2015 – «dívida líquida que ascende aos 336 M€, que cresceu 3% em 2015, que é 3.3 vezes superior ao valor das receitas anuais e equivale a 130% do valor dos seus activos» – nos considerem «falidos». é certo que não estamos (nada) bem em termos de finanças, mas convenhamos que há quem esteja bem pior. ao menos já somos os donos do nosso estádio, o qual se encontra totalmente amortizado e é uma mais-valia em termos de Activos sólidos – algo que mais ninguém o pode afirmar…

depois, também acho deveras curioso que quem tem comprovadamente cartilheiros efectivos ao seu serviço, também as tente imputar para o nosso lado… é que os «padres», para as «missas que celebram», são de outra “paróquia” que não a das Antas… ai!, espera. estamos a falar de “cartilhas” e não de tráfico de influências…
[modo de ironia ‘off’].

também acho assaz interessante que se insurjam aos nossos negócios como «mal geridos». a ver se nos (des)entendemos:
estamos mal de finanças por erros crassos cometidos num Passado recente. ao abrigo daquele acordo com a UEFA, até 30 de Junho de 2017 temos que apresentar contas que batam certinho com o acordado (passe o pleonasmo), as quais deverão apresentar mais-valias financeiras de 30M€. de entre o plantel da época transacta e tendo em linha de conta o que “espirra” para a praça pública, quais são os mais vendáveis e que conseguem maior retorno financeiro? pois…
em suma: podemos não concordar com a partida dos nossos meninos e até com as suas escolhas – e sabendo-se que o agente que os representa também tem voto na matéria. agora, passar a mensagem de que os seus interesses económicos e desportivos foram «muito mal vendidos», quando nem na sua “casa” conseguem arranjar solução para os mais de 45 jogadores sob contrato e persistem em contratar outros tantos, como se não houvesse Amanhã… enfim…
mas, o que me custa mais é haver, na bluegosfera, quem alinhe nessa cartilha e teça lembretes de muito mau gosto, sem se dar ao trabalho de ver o quadro todo, somente o que interessa passar, numa atitude que em muito alegra os “alguéns” que também os lêem: dividir a massa adepta portista para que a ilegal continue a reinar (inclusive com aquela outra). se tal faz de mim um «recadeiro», então que seja; o que não farei é criticar publicamente e de uma forma injusta, a gestão de quem legitimamente está nos destinos do Clube – primeiro, porque não gosto de me arvorar em arauto da desgraça só para ser diferente e obter visibilidade com essa atitude (que não notoriedade ou outra espécie de reconhecimento qualquer); depois, porque há sítios muito próprios para se discutirem essas questões e entre os da nossa cor, e para lá das Assembeleias-gerais; terceiro, porque Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa foi o único concorrente às últimas eleições.
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por último e para os “alguéns” que persistem em visitar este espaço, mesmo não sendo bem-vindos (de todo!) e que me apelidam de «fruteiro», para a História ficará o registo daquelas trocas de mensagens electrónicas que, por não terem sido apagadas como se exigia por um dos seus intervenientes, entretanto têm sido muito abafadas pelas prostiputas do jornalixo tuga, a soldo do carnidense – as mesmas que fazem tudo por relevar esta posterior revelação, acerca dos “impolutos“:
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© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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agora apague tudo!
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Esperança.

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caríssim@,

certamente que, tal como tu, também eu ando apreensivo. e conformado. e desanimado. e triste. explico.

encontro-me apreensivo sobretudo com toda esta (in)definição a propósito da nova época desportiva, a qual se avizinha a passos largos – pois que 03 de Julho é já ali, ao virar da esquina.
se, por um lado, compreendo e respeito, que haja recato na escolha do futuro treinador, com tudo o que uma negociação destas envolve – e não me refiro só aos “humores” presidenciais – pelo outro o inevitável protelar do seu anúncio oficial angustia-me. muito. e não me sossega menos a escolha de qualquer um dos nomes que já foram aventados para suceder ao Espírito Santo do Nuno, bem pelo contrário. aliás, se aquela recair em Sérgio Conceição, o bom que extraio é a sua mais firme convicção e um irredutível Querer em vir treinar o seu clube do coração a seguir à Briosa, e esse será um aspecto que irei ressalvar sempre (se não mesmo o único) – porquanto que desconheço o seu trabalho enquanto treinador.
desse seu percurso nos bancos de futebol, destaco obviamente o facto de ter subido o FC Nantes do 19º e penúltimo lugar da Ligue 1, quando lá chegou, para um honroso 7º classificado, a somente 08 pontos do último lugar com acesso às provas europeias – sendo que, em 22 jogos para o principal campeonato francês, almejou 11 vitórias, 05 empates, 06 derrotas, com 31 golos marcados e 28 sofridos, e a prorrogação do contrato até Junho de 2020…

no Presente, também me encontro conformado, porque é este o ‘modus operandi‘ do querido líder e não há como fugir a ele: apostas de alto risco em perfeitos desconhecidos, conferindo-lhes todas as condições para singrar num Clube vencedor.
acontece que, neste mesmo Presente, o (outrora?) melhor Clube do nosso comezinho campeonato está há quatro anos sem conquistar um único troféu ‘and still counting‘. e este é outro facto, nada despiciendo, de uma equação em que Sérgio Conceição, ou qualquer outro treinador que venha a ocupar o cargo do funcionário mais importante do Clube, será sempre o elo mais fraco. é por essa razão que preferia que se aplicasse um investimento próximo da aquisição de direitos económicos e desportivos de um Depoitre ou de um Boly, num treinador com alguns créditos firmados, os quais deveriam incluir títulos conquistados – no sentido em que estão habituados a sentir uma (espécie de) “pressão positiva” naquela prossecução. e quem é que poderia reunir tais requisitos? por exemplo, este senhor aqui. ou estoutro. e ainda este aqui – três opções para gostos diferentes e completamente díspares, mas que cumprem com aquela condição.

já o meu desânimo explica-se, mais do que por palavras, com esse sentimento basto cinzento de não conseguir vislumbrar um qualquer raio-de-sol no futuro mais imediato. ao invés, só “vislumbro” espessas nuvens cinzentas, à espera de descarregar sobre os comuns mortais que terão a infelicidade de se encontrar à hora e no momento errados.
uma dessas “nuvens” prende-se com a (mais do que) provável partida de Iker Casillas para outros destinos – fala-se na França (!!). apesar de perceber muito bem as razões financeiras por detrás dessa inevitável opção, só tenho a lamentar essa procura por uma Felicidade que não encontrou na cidade do Porto – entenda-se: títulos. confesso que, bem aproveitada e convenientemente rentabilizada, a permanência de Iker entre nós poderia “atenuar” o rombo financeiro de 10M€ anuais num já de si limitadíssimo orçamento. é que e não há como negar essa evidência, tão cedo não teremos, entre nós, no nosso seio, um jogador com a visibilidade galáctica de Casillas. e só lastimo que, nestes dois anos, não se tenha retirado qualquer proveito da sua muito mediática imagem – e não me refiro só à venda de merchandising, mas também. saber-se que houve centenas de excursões de fãs, do icónico portero espanhol, para o ver jogar com as nossas cores, e nada de relevante se ter feito para rentabilizar tais visitas, é algo que efectivamente “me ultrapassa”. e não seria muito difícil de ficarmos com um quinhão dessas digressões; bastaria, por exemplo, a FC Porto/Dragon Tour, em consonância com outras subsidiárias do grupo FC Porto, ter apresentado publicamente e de forma massiva, sobretudo em Espanha, pacotes promocionais de viagens à ImBicta, com passagem obrigatória pelo Museu do Clube e com a possibilidade de adquirir uma camisola oficial a um preço reduzido. acredito que tal não teria nada difícil de se ter articulado… mas, agora já é tarde demais para este tipo de aventuras, certo? pois… fica o malogrado registo de uma experiência que necessita de evidentes melhoras na sua orgânica.

e, é claro, que tudo isto me deixa triste. e amargurado. e muito descrente na inversão de um rumo cujo fim não se vislumbra no Horizonte.
mas, e porque a Esperança é a última a falecer, pode ser que, não é?… pode ser que, para o ano… olha: tal e qual como com os calimeros (já vai para quinze anos ininterruptos)

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disse!
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not@s soltas de Moreira de Cónegos.

futuro© getty images
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(pertinente) nota introdutória:

caríssim@,

depois do cobarde e bárbaro atentado de ontem à noite, em Manchester, tudo o que a seguir se escreverá perde algum do seu sentido – inclusive dessa (eventual) Razão que me assiste em partilhar contigo alguns dos meus pensamentos sobre o quotidiano azul-e-branco…
mas, apesar da raiva, e da dor, e da angústia, e da revolta, e do choro interior, e do medo, e do momento pesaroso que sentimos tod@s nestas ocasiões, o Mundo gira e o Tempo avança. no fundo, é como muito bem escreve o Silva: «é neste miserável Mundo de Adeuses que nos obrigam a viver», pelo que ‘the show must go on‘…
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empty spaces (what are we living for).
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a propósito do encontro em Moreira de Cónegos, já tudo foi dito e comentado. estou atrasado, portanto, tal e qual aquele onze, com jogadores que humilharam, não só o manto sagrado e o brasão abençoado, mas sobretudo os indefectíveis que lá se deslocaram: também eles chegaram (muito) atrasados à partida. pelo menos 45′ minutos (outra vez, como em tantas outras ocasiões no campeonato que findou).
como escreveu José Fernando Rio:
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« foi o pior jogo da época: ausência de qualquer grau de intensidade, raras oportunidades de golo, desconcentrações fatais. o Moreirense aproveitou bem essa benesse, oferecendo a posse de bola ao FC Porto. no fundo, fazendo a equipa portista acredita que tinha o controlo do jogo; deixou o FC Porto jogar naquele “ram-ram” habitual neste tipo de jogos para, de repente, recuperar a bola e lançar-se em rápidos contra-ataques mortíferos. foi assim que fez três golos e foi  a equipa que mais oportunidades criou em todo o jogo. »
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eu partilho dessa impressão, subscrevendo-a. na íntegra.
mas, pior – bem pior! – foi esse total desrespeito para com o portismo, o que é algo que, para mim, é inadmissível. como (bem) escreveu o caríssimo Vila Pouca «há limites que nunca podem ser ultrapassados». mais uma vez, em mais um penoso findar de época, esses limites foram excedidos muito para lá do que é aceitavelmente razoável. pior do que aquele resultado final, o laxismo e a absoluta falta de entrega ao jogo, é o que, ainda hoje, me custa a aceitar.
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futuro© google | 92º minuto
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another hero, another mindless crime.
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« o FC Porto terminou a época da pior maneira: derrota (justa), por 3-1 frente ao Moreirense. este resultado deixou a equipa a 06 pontos do primeiro lugar, sem ser o melhor ataque e também sem ser a melhor defesa do campeonato – algo que estava garantido antes do início da partida.
mais: com apenas 22 vitórias para o campeonato, fica com um registo bem pior do que o da (atribulada) temporada passada – em que se conseguiram somente 23 vitórias. “o melhor” que se conseguiu foi tão-somente diminuir o número de derrotas e melhorar o registo do número dos empates…
»,

também escreveu José Fernando Rio.
face a tais números, às razões elencadas pela C. na sua carta aberta ao Espírito Santo (que também subscrevo) e ao pecúlio de uma época em que se «ganhou… bola!» – a quarta consecutiva… – era inevitável este desfecho aqui.

sim!, a corda “partiu” para o (suposto) lado mais frágil, como é recorrente nestas alturas, na «indústria do Futebol». mas e é bom salientá-lo, tal não iliba a Direcção da $AD azul-e-branca e os seus mais altos cargos dirigentes, das responsabilidades de mais um fracasso total, com a figura de Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa à cabeça, antes pelo contrário.
e, ao contrário da época anterior, mais do que uma “entrevista” do Presidente ao Porto Canal (ou a um qualquer outro órgão de intoxicação comunicacional que não seja o Canal do Clube), quero “ver” Acção. chega de palavreado, de falinhas mansas, de tapar o Sol com peneiras múltiplas; o momento é de já se estar a preparar a época 2017/2018 – fundamental para as aspirações do Clube em múltiplos níveis, que não só o Desportivo. basta recordar que só o futuro campeão nacional terá acesso à fase de grupos da edição da Champions de 2018/2019. e sabe-se como é fundamental (preponderante?) a presença do Clube na mais prestigiada competição mundial de clubes…
ah! e considerarei um insulto a tod@s @s portistas se houver nova distribuição de prémios, entre aqueles administradores da mesmíssima $AD que, é certo, já nos proporcionou muitas alegrias num Passado recente. mas esse “juro” já foi pago; ao invés, os quatro últimos anos só nos têm causado prejuízo, e esse não pode ser premiado, bem pelo contrário.

uma palavra para o Nuno, neste momento bastante conturbado:
o facto de ter prescindido «do segundo ano de contrato na totalidade, recebendo apenas os salários referentes até ao próximo dia 30 de junho», como referem alguns pasquins da tugalândia, revela uma lisura invulgar para alguns dos seus antecessores.
também quero salientar que foi uma escolha presidencial que, apesar de ter dado errado, foi a que aceitou um cargo que considero que já foi mais apetecível num Passado recente, do que nos dias de hoje. de facto, quatro treinadores, mais dois interinos, em quatro épocas desportivas, está longe de ser considerado uma espécie de “cemitério de treinadores”, mas também não será a melhor imagem de marca…
e também será bom recordar as condições por que se quedou a última época desportiva, e de como se revelava hercúlea a tarefa do Nuno, a ter que apelar a algum “Espírito Santo” para a levar a bom porto: sucintamente, uma equipa destroçada por um deslustroso terceiro lugar no campeonato (a uns impensáveis 15 pontos (!!!) do líder) e uma final da Taça de Portugal perdida de forma inglória.
mesmo assim, tudo se precipitou depois daquela espécie de derrota ante o Setúbal “de” couceiro, em casa, com o epílogo de 01 derrota e 05 empates nos últimos 09 jogos do campeonato. por mais apoio que tenha tido das (e nas) bancadas, há factos que acabam por fazer “torrar a paciência” do mais calmo dos adeptos – desenhos e silêncios cúmplices, em conferências de Imprensa, à parte..
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futuro© google | 92º minuto
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abandoned places (i guess we know the score).
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fizeram-me chegar a imagem acima através do e-mail do blogue. no texto que a acompanhava, refere-se que aquela circula à velocidade da luz pelas redes sociais afectas à agremiação carnidense.
quero afirmar que desconheço a veracidade, não só daquele último facto (porque não as consulto, sequer sei da sua existência), mas sobretudo do teor daquela troca de mensagens na aplicação ‘whatsapp’®.
mesmo assim, há algo que tenho e que quero registar:

» na “posta de pescada”© da passada Quarta-feira afirmei:

« que fique expresso, desde já, o meu mais firme desejo para que o FC Porto, e como se prevê, não seja beneficiado, no próximo Domingo, em Moreira de Cónegos. […] confesso que, no caso em apreço, não me importarei que se percam os pontos suficientes para que o Moreirense permaneça na Primeira Liga e consequentemente a agremiação (curiosamente muito lampiã) de Tondela desça à divisão mais condizente com a sua categoria (ou a falta desta). »

àquele desejo, fiz a seguinte ressalva:

« e que fique bem claro que nunca desejarei a derrota do meu Clube do coração, seja em que circunstância for. »
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pensei que tal seria um texto perceptível onde, na qualidade de adepto e sem qualquer contacto “ao mais alto níBel” na Estrutura do FC Porto, expressei também o desejo de descida do Tondela. e sobretudo que essa, a acontecer, não fosse à custa de um qualquer benefício arbitral do FC Porto em Moreira de Cónegos, “sacrificando-se” o clube local.
afinal, no fim, quem desceu foi o Arouca, cujo presidente deixará de respirar o mesmo ar dos que o rodeiam lá pelo reino de Alvaláxia…

aferir que eu, por manifestar aquele desejo, estou conivente com aquela eventual partilha pública de um pensamento do líder da principal claque do Clube, vai uma distância tão grande (ou até superior) como a que separa o suposto prejuízo do 5lb, na última edição da Liga Salazar, relativamente ao abjecto esbulho (por que basto «glorioso») de que efectivamente fomos alvo na mesma. para além de que se parte de um pressuposto absolutamente ridículo (por que inócuo).
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futuro© Rui Duarte | 92º minuto
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behind the curtain, in the pantomime.
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ontem deu-me para voltar a ouver o ‘Prolongamento‘. infelizmente fomos o tema principal de conversa, durante mais de uma hora de programa, o qual incidiu na rescisão contratual de Nuno Espírito Santo (NES). e afirmo “infelizmente” porque tal, quando acontece, é sempre sinónimo de que fizemos algo de errado.
do muito que foi (mal) dito sobre aquele assunto, destaquei o que foi aventado aqui pelo precário guerra, um dos meus odiozinhos de estimação; a saber (e cito):
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mandar o NES embora e não pagar um cêntimo é um acto de prepotência digno de um salazar, de facto.

NES deixa obra no FC Porto. […] NES vai vingar como treinador.

os verdadeiros responsáveis não dão a cara. […] é claramente um sinal de incompetência de quem gere o clube.

não deixa de ser difícil de imaginar que o presidente do meu clube abandonasse um jogo 15 minutos antes do jogo acabar, que abandonasse a equipa. o que é que aconteceu? o presidente do FC Porto abandonou o jogo a 15 minutos do fim, veio-se embora!
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sobre o acto (como é mesmo?…) «de prepotência digno de um salazar» recordo-me bem de como se correu com Quique Flores – um treinador que também eu considerei que iria «deixar obra» no 5lb – e se foi contratar o jeBus.
já sobre aquela mentira, que destaquei a negrito, e os respectivos abandonos à sua Sorte de uma equipa de futebol, também me recordo bem das célebres “dores de costas” presidenciais, em momentos-chave da temporada 2012/2013, sobretudo nos jogos fora de Carnide…
pena que o comenta-dor afecto ao FC Porto se tivesse esquecido de contra-“argumentar” com tais evidências… com muita pena minha, nem todos podem ser um Bernardino Barros. ou um (saudoso) Pôncio Monteiro.

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disse!
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tretas (muito nossas).

© fotos da curva
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quero agradecer a grande lição de vida que o NES me deu hoje: um dia, quando for na rua e me assaltarem, devo parabenizar o gatuno.
sempre a aprender…

quanto ao resto…
dois penaltis?! e ainda gozam descaradamente connosco! é triste… ao longo desta época, vimos situações muito mais flagrantes a não serem assinaladas, e hoje é isto. ou é puro gozo ou então é para, no final do campeonato, aparecermos com 9 ou 10 penaltis a favor e dar a impressão de que não temos qualquer razão de queixa.
ainda sobre gozo: parece que os corruptos, ontem, no galinheiro, distribuíram cartolinas onde se podia ler que essa é que é a “cartilha” deles. tão espirituosos que eles são, ao nível da infame campanha do #colinho… nada como desvirtuar a Realidade…

sobre a censura à faixa, uma nota só:
devemos muito ao presidente, mas, antes dele, já existia o FC Porto, tal como continuará a existir depois dele. não queira o sr. presidente fazer figura de Robert Mugabe que, aos 93 anos, ainda (des)governa o Zimbabwe.
das qualidades de um verdadeiro líder fazem parte o saber ouvir os seus e o saber quando sair. não é censurando quem sempre apoiou e que quer o melhor para o Clube, que se vai a lado algum. e, repito, o FC Porto não é propriedade privada de ninguém, mesmo daqueles que lhe deram imenso, porque também foi o Clube que lhes deu a visibilidade de que, Hoje, ainda gozam.

termino ainda com uma referência a África (e não só):
a Costa do Marfim, a Nigéria, o Brasil, ou mesmo a Birmânia, construíram novas capitais em locais remotos desses países a fim de lhes conferir mais desenvolvimento e que este também fosse sustentado (está certo… ao mesmo tempo também foi para encher os bolsos a “alguns”…); neste momento, o Egipto prepara uma nova capital administrativa e económica para descongestionar o sobre-lotado Cairo; o Canadá, a Austrália, os próprios EUA, não têm a capital na sua maior cidade. já aqui, no país dos broncos, insiste-se e persiste-se em levar tudo para a região de Lisboa e Vale do Tejo: mais estações de Metro, mais aeroportos, mais portos para cargas e descargas, mais, mais… para os outros – a suposta «paisagem», o grunho e parolo «resto» – ficam as sobras.
desde (pelo menos) o séc. XVI que vivemos (n)uma macrocefalia, que levou a um crescimento desproporcionado da Capital do Império em relação ao resto do País. e, mesmo assim, continuamos a ver as gentes a sair às ruas em Castelo Branco, em Beja, em Portalegre, em Bragança, na Guarda – em regiões preferencialmente do Interior, totalmente menosprezadas e desprezadas pelo Poder Central, do qual o clube corrupto (ainda) é o seu símbolo maior.
e se me custa ver gente a festejar na minha terra natal (Castelo Branco), então na cidade do Porto… enfim… e lamento que não haja um benfiquista que reconheça o óbvio: que este (treta-)campeonato foi ganho graças a factores extra-futebol.

se vale tudo para ganhar? parece que sim. e é também por isso que o País está como está: com uma dívida pública que nem nos nossos piores dias.
c
onclusão a tirar? somos um País de gente desonesta porque, se não se importam de ganhar dessa forma no Futebol, também não se importam de o fazer em tudo o resto, em todos os outros sectores da actividade económica. e tal é triste, muito triste.

saúde. João.
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caríssim@,

não poderia estar mais de acordo com este (muito) pertinente comentário do João, no espaço de discussão do caríssimo Vila Pouca – um dos meus blogues de referência. aliás, considero ser difícil discordar do mesmo, com argumentos válidos e sustentados, sobretudo pela parte de quem é conhecedor do que nele se aventa, mormente naquelas regiões mais desfavorecidas do País…

mesmo assim, permite-me apenas três singelas notas:

1.)
aguardei pelo “universo Porto – da bancada” de ontem (vídeo aqui) para perceber melhor a situação da censura das tarjas. acima de tudo, apraz-me saber que «tudo está bem», nas palavras do Director de Comunicação do Clube – o que poderá significar que houve entendimento entre as partes envolvidas, com o devido (e desejado) “enterrar do machado de guerra” e posterior “fumar no cachimbo da paz”.
mesmo assim, tal não significa que quem, como eu, se deslocou, no passado Domingo, ao nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, de lá tenha saído com uma imagem muito triste, basto cinzenta, com todo um episódio que em nada dignificou aquelas mesmas partes – na altura, em contenda. pelo menos, foi assim que abandonei o estádio, enquanto ouvia as palavras de ordem dos elementos da claque: com o coração apertado, o Espírito sombrio e o olhar perdido num Futuro incerto…
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2.)
numa singela frase, por certo nada inocente – «é a realidade dos resultados. parabéns ao campeão. nós continuamos o nosso caminho – o de formar uma equipa que possa conseguir títulos.» – Nuno conseguiu desbaratar todo o meu trabalho de uma época a desmascarar o «polvo» que subsiste no nosso comezinho futebolzinho tuga. o meu, o de tod@s @s ‘bloggers’ afectos à bluegosfera (e não só), e também o daquele programa referido no ponto anterior.
e foi mesmo, mas mesmo “muito agradável” ouvir todos os «gloriosos» cartilheiros, logo no próprio dia e na Segunda-feira seguinte, a citarem o ainda treinador da equipa principal de futebol do Clube, e a insurgirem-se contra a sua (mais do que) provável rescisão contratual.
e, por muito que ele invoque «a grande confiança num contrato que existe», não haverá Espírito Santo que o mantenha no reino do Dragão, na próxima época*.
[* não!, não tenho bases sólidas (por que oficiais) para sustentar esta minha forte convicção, só um ‘feeling’.]
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3.)
que fique expresso, desde já, o meu mais firme desejo para que o FC Porto, e como se prevê, não seja beneficiado, no próximo Domingo, em Moreira de Cónegos.
e que fique bem claro que nunca desejarei a derrota do meu Clube do coração, seja em que circunstância for.
mas – e há sempre um “mas”… – confesso que, no caso em apreço, não me importarei que se percam os pontos suficientes para que o Moreirense permaneça na Primeira Liga e consequentemente a agremiação (curiosamente muito lampiã) de Tondela desça à divisão mais condizente com a sua categoria (ou a falta desta)
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disse!
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tretas (“jornalísticas”).

© google | 92º minuto
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caríssim@,

diz que foram tretas… ou tetras da treta, que vai dar ao mesmo.
diz que foi um «feito histórico», e tal e coiso, repetido ‘ad nauseam‘ pelos sabujos e/ou pés-de-microfone e/ou laranjos dos me(r)dia e do jornalixo tugas – os mesmos que já devem ter tido mais orgasmos triplos, nestes últimos dias, do que o piç… o pizz… o estrábico, faltas merecedoras para cartão amarelo (oh! espera lá!…).
tudo “muito bem”, não fora dar-se o caso do que a imagem abaixo documenta, com algumas das capas dos pasquins desportivos (e não só…), em Maio de 2009 – e, claro está e porque é demasiado óbvio, com muito menos impacto do que as jactantes capas da outra imagem desta prosa, ali mais em cima (então as do dia a seguir à nossa conquista do segundo tetra, contrastam com as mui’ festivas daquela):
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© google | 92º minuto
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portanto, parece que já houve outro alguém “em antes” do 5lb que conseguiu o tal «feito histórico» – feito esse que, em 2009, fora a segunda vez na sua história de sucessos desportivos, a esmagadora maioria deles a cores e já em pleno período Democrático.
mas, acredito que possa estar equivocado e que aquele nosso segundo tetra não tenha acontecido, sequer o de 1994-1998 – e que viria a ser, esse sim!, um um (ainda?) histórico PENTA – e muito menos aquele outro, já basto longínquo, do spórtém..
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disse!
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tão amigos que nós fôramos. ‘sêramos’. coiso…

© google | 92º minuto
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caríssim@,

ontem à noite, os lixos tóxicos do grupo cofina [vários vómitos sucessivos] foram lestos a ”””noticiar””” (sim!, múltiplas aspas. explicações são desnecessárias, certo? certo!) uma «cimeira anti-5lb», da qual resultou um vídeo caseirinho e muito exclusivo, aqui.
no entendimento das aventesmas e/ou sabujos e/ou pés-de-microfone e/ou laranjos que por lá labutam – sendo que aquele parte exclusivamente de suposições (com recursos linguísticos múltiplos, mormente a forma condicional com que se conjugam os verbos) – «o encontro, com carácter ultra-secreto e que durou pouco mais de duas horas (entre as 16h e as 18h), terá servido para estreitar as relações entre os rivais e reforçar as estratégias de comunicação para a próxima época com um alvo em comum: o 5lb».

a manhã cinzenta e muito chuvosa de hoje acordou com a replicação daquela ”””notícia””” bombástica, da «ultra-secreta» «cimeira anti-5lb» pelos restantes pasquins afectos às agremiações da Segunda Circular e tal como a imagem acima o refere.
do que pude ler sobre o sucedido, aquela que, para mim, é a versão mais credível daquele encontro, foi plasmada (plantada?) na edição impressa do pasquim do ‘quim oliveirinha (aqui). essa não nega o encontro, e mais do que referir o alinhamento de uma qualquer estratégia «anti-[qualquer coisa]», afere de uma reunião «para discussão de assuntos, com carácter prático, relacionados com a partida de andebol» – a qual é decisiva, por poder consagrar o FC Porto como o próximo campeão nacional daquela modalidade. posteriormente «a conversa incluiu outros temas da actualidade desportiva, nomeadamente do Futebol».

já o início da solarenga, mas muito ventosa tarde, anunciou um comunicado conjunto entre os dois Directores de Comunicação dos clubes visados na suposta «cimeira anti-[whatever]» (aqui e aqui).
naquela reunião foram abordados alguns temas do nosso comezinho futebolzinho onde há efectiva «convergência de posições», sendo que o que há a ressalvar é o seu ponto 5.), que se transcreve:
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«
em face do que consideramos ser a urgência e necessidade de pacificação do Futebol Português; da obrigatoriedade de nele se introduzir uma maior transparência e mais verdade desportiva, e de defender aqueles que são os valores por que devem nortear o Desporto Nacional, entendem os dois clubes estarem reunidas as condições para que seja desencadeado, de imediato, o processo de reatamento das relações institucionais entre o FC Porto e o spórtém.
»
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© google | 92º minuto

aqueles são os factos do que eventualmente se passou – porquanto que se depreende a existência de muita contra-informação, e porque só sabemos o que efectiva e concretamente as partes envolvidas querem que se saiba.

aqui chegados, importa referir que não possuo memória curta, pelo que recuo ao que sucedeu em Junho de 2013 (aqui) e desencadeou o corte de relações institucionais – sobretudo algumas alarves declarações do actual presidente do spórtém para com o nosso Clube, a envolver «fruta» e «bananas». depois daquelas, muitas outras se sucederam, com uma pausa recente porque a mira voltou-se para um alvo mais apetecível (por que mais próximo)…
se, por um lado, apraz-me saber de uma tentativa dessa tão necessária «pacificação do Futebol Português», pelo outro confesso que, tendo em conta o histórico de provocações (abjectas) do burro do Carvalho para connosco, duvido muito que o clima de guerrilha amenize, sobretudo entre os dois Presidentes.

também não posso deixar de afirmar que a forma como tudo “isto” se processou é de amador. repito: de. a-m-a-d-o-r.
depois de exposta a cartilha e de todo o «glorioso» desespero que se seguiu, em (in)tentar encontrar compêndios doutrinais no nosso Clube e no spórtém, e também do Estado Lampiânico vislumbrar uma aproximação entre os dois clubes, a mostra pública da reunião, na forma como aconteceu, mais não é do que um “brincar ao Futebol”. tratou-se, isso sim!, de um valente tiro no pé, e por mais comunicados conjuntos que se emitam.
no meu entendimento não havia necessidade deste tipo de exposição – sobretudo numa altura em que há um desânimo generalizado nas nossas hostes e alguma inquietação (eu, pelo menos, não ando sossegado…). já temos muito com que nos preocupar intra-muros e, se é indesmentível que o «polvo» é quem mais ordena – e esta notícia aqui confirma que ainda há muito para “lagareirar” – não precisávamos de estar, agora, nesta altura, a gramar com as bocas dos lampi… dos candeeiros de serviço a demonstrar à saciedade “aquilo” que, há menos de 24 horas, era negado. é que não precisávamos mesmo nada! f
od@-se, pá!..

mas, pior!, vai ser o pós-final-de-semana, sobretudo na próxima Segunda-feira, tal e qual como a imagem ali em cima o demonstra… nem vai ser bom…

fod@-se!

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disse!
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