moralismos da treta.

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[…] o problema está em nós: nós enquanto Povo, nós como matéria-prima de um País. e porque pertenço a um país onde a “esperteza”, a “chico-espertice portuguesa” congénita – essa falta de qualidade humana, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui, até se converter em casos escandalosos em diferentes áreas da Sociedade, como, por exemplo, na Política – é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o Euro.

[…] é muito bom ser-se Português. mas, quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda…
não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam “um messias”. nós é que temos que mudar! um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.

está, portanto, muito claro: somos nós, Portugueses – O Povo de Portugal, de um País e de um Estado de direito – que temos que mudar!
sim!, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: por exemplo, desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos enquanto somos demasiado tolerantes com o Fracasso. é a indústria da Desculpa e da Estupidez…

agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável por tudo “isto”, por toda esta “esperteza saloia”, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir!) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido, de sonso.
sim, decidi procurar o responsável e estou seguro de que o encontrarei assim que me olhar num espelho. aí o encontrarei, ele que estará diante dos meus olhos.
aí está! e não precisarei de procurá-lo noutro lado...

Eduardo Prado Coelho, “construir um País: precisa-se de matéria prima para construir um País”, Público (2007?).

in “palavras soltas.
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caríssim@,

para lá dos “chicos-espertos” e da sua bacoca saloiice, e onde me incluo (na prática de algumas acções do meu dia-a-dia, confesso), também não tolero lá muito bem os falsos moralistas da treta, sobretudo esses sabujos que labutam no jornalixo tuga (precariamente ou não, que isso não interessa para o caso em apreço). foi o que me aconteceu, hoje, quando resolvi adquirir a edição impressa do pravda da Travessa da Queimada, e por forma a ter acesso ao mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes (já lá vamos), e que inclui um artigo “simpático” sobre o ‘tikinho’ Soares, pela pena (trémula?) de paulo pinto.
depois de contribuir monetariamente com um euro para o lucro da ‘Sociedade Vicra Desportiva, SA’, que é quem gere os destinos do pasquim em causa, tive acesso à leitura de quatro artigos basto moralistas, pretendendo parecer isentos, rigorosos, íntegros, correctos, honrados, plenos de Decência e de Justiça, quando não passam de escritos «gloriosamente» desonestos, falsos, imorais, dissimulados e suficientemente hipócritas. e que, após a sua leitura – para quem tiver essa vontade e/ou um estômago forte – entroncam no teor do escrito que serve de intróito a esta “posta”, da autoria de Eduardo Prado Coelho, que desconhecia, em absoluto, e tive acesso pelo comentário do “kostadinov”, no blogue do caríssimo Vila Pouca.

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resumidamente:

» os artigos em causa, que podem ser lidos aqui, referem-se ao (muito risível) editorial do “intestino” (do) delgado “os inocentes, os outros e o silêncio”; ao nojo do ricardo quaresma (que não é o ‘mustang’) “não assobiem para o lado” e ao destilar de bílis do “senador pateta” (do) cervan “clássico é (quase) decisivo”. todos eles abordam hipocritamente a questão da nossa tentativa de “invasão” do antro de Carnide, cujo objectivo declarado são o de se ter dez mil portistas a torcer pela nossa Equipa do coração, mormente o apelo feito por Fernando Madureira para que se encontrem «vias alternativas»* na obtenção de mais do que os 3250 ingressos a que os adeptos do FC Porto têm por Lei.
todos eles, mais a cambada de lampiões que gravita nos me(r)dia e no restante jornalixo da tugalândia, particularmente preocupados com o «incentivo a comportamentos potencialmente explosivos». [longo suspiro]
tenho pena que não manifestem esses mesmos receios (também) quando os i-le-gais afectos ao 5lb e que beneficiam de apoio da “instituição”, se deslocam à ImBicta, “esquecendo-se” (como sempre…) de que, por serem i-le-gais e “sobreviverem” à margem da Lei, podem prevaricar com ainda mais gozo e que, isso sim!, é uma questão de efectiva (in)Segurança Pública, porquanto que todos temos conhecimento dos «comportamentos (literalmente) explosivos» dos i-le-gais afectos ao 5lb.
mas, pronto… como também são «gloriosos», deixá-los lá, na sua (triste) vidinha, que até são “bons moços“, de “boas famílias” e não fazem mal a ninguém; os outros, os do Norte, é que são uns maus, uns pulhas, uns bandidos soezes, que só sabem fazer visitas a Fafe e ‘graffitar‘ paredes e coisas que tais…
(* a propósito da questão dos bilhetes para o Clássico em Carnide, recomendo a leitura desta notícia aqui, publicada no pravda, logo bastante pertinente por que muito próxima das fontes oficiais do 5lb.)

» no rol daqueles artigos, também merece destaque (pela negativa) o abjecto “quem é o DDT?”, da autoria de josé couceiro – esse mesmo, ex-treinador do FC Porto na época 2004/2005 (de muito má memória) e o ardil principal do anti-jogo praticado pelo vitória fc, no passado Domingo.
acima de tudo, comprovadamente e nas suas próprias palavras, este Zé é «um PBS» da pior espécie, pois que se trata de um gajo que «puxa bem o saco» à sua sardinha, mesmo quando esta tresanda a podr
e.
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© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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BRASÃO ABENÇOADO do dia (aqui e aqui, em ficheiro jpg, e também aqui e aqui, mas em pdf), presente na edição impressa, desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, a qual não está (e nem estará) disponível na “papelaria” (aqui), devido ao encerramento compulsivo desta última, em Setembro de 2016.
obviamente que estou de acordo com tudo – mas mesmo tudo!, ouBistes, ó Silva? 😀 – o que o cronista teceu, inclusive naquela parte do «desespero» lampiónico.

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disse!
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‘cantares’ de Abril, em Março.

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madraça
(árabe de madrasâ, escola | mɐˈdrasɐ)
substantivo feminino

[religião] escola (não estatal), a cargo de membros da religião islâmica, onde o estudo se concentra no Alcorão – o livro sagrado do Islamismo, que contém as revelações feitas por Alá ao profeta Maomé.

in dicionário priberam e infopedia.
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caríssim@,

há por aí mosquitos por cordas acerca de um ‘cartoon que passou no último “Universo Porto – da Bancada” – um programa que, (re)afirmo-o podes (deves!) (re)ver aqui, porque é tempo bem despendido.
nesse programa, para lá da questão dos i-le-gais afectos ao 5lb, abordou-se (também) a da “tal” concertação que reina no Estado Lampiânico, por forma a elaborarem a propaganda goëbbeliana da semana, e que os mesmos negam com quantos dentes têm nas suas bocas imundas (mesmo aqueles que já caíram de podre).
um dos insurgentes é andré ventura, primo da aventesma pedro guerra e afilhado de casamento do rui, o gosma da selva. presumo e como a imagem o confirma (aqui e aqui e também aqui), que se incomodou com a referência à «madraça da luz»…

como é referido no programa em causa [a partir do minuto 61′], tal não passa de uma graçola e em resposta à torpe afirmação de pedro guerra, que se insurgiu contra o actual Director de Comunicação do FC Porto, apelidando-o «carinhosamente» de «talibã Marques» [aqui, ao minuto 59’15”].
mais: o ‘cartoon‘ em causa unicamente faz menção àquela mesmíssima concertação, correlacionando-a com uma espécie de madraça, tal a “afinação” dos discursos dos galináceos em causa, e tendo por base as escutas que amiúde vêm sendo divulgado aqui, no blogue (calimero? talvez…) “o polvo leaks”.
mas há algum mal “nisto” e apesar da Verdade (e nada mais do que a Verdade) que lá se apresenta, se demonstra com evidências, se comprova com factos? pois que, pelos vistos há, com esse (ainda) imberbe “ponta-de-lança” daquele Estado Lampiânico a ter os «gloriosos» topete, descaramento e desaforo, e as «gloriosas» desfaçatez, petulância e pouca-vergonha, de conseguir relacionar o atentado de ontem, em Londres, com o teor do referido ‘cartoon‘ (!!!).
pior: teve a ousadia de, «em nome da decência», como que exigir um pedido de desculpas formal e oficial, pela parte do FC Porto – o qual, à data e hora destas linhas (que não #madeinporta18), ainda não aconteceu e bem, digo eu!

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como?! «em nome da decência»?! mas está tudo louco?!

é que eu não tenho memória de passarinho e, desde Abril de 2011, que ainda estou à espera do pedido de desculpas formal que o 5lb deve ao Futebol Clube do Porto e à figura do seu Presidente, Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa, por um parvalhão (lampião da pior espécie), de nome sérgio luís bordalo, ter desejado a morte deste último*. em directo. e aos microfones da “estação de televisão” da agremiação em causa.
* vídeo desse momento funesto aqui, com voz da criatura distorcida; enquadramento e transcrição dos factos ocorridos, aqui e aqui.

e, já agora, do pedido de desculpas formal pela forma como o “sr.” pragal do cu lasso se insurgiu contra os adeptos do Futebol Clube do Porto, em Março de 2011 – um ano de muito boa memória para tod@s nós, car@go!
(e já para não referir o asco máximo do taxista aqui, contra o Presidente, e aqui contra os portuenses em geral; e aqui, pela forma como se pressente toda a azia que ainda perpassa a alma «gloriosa» do zarolho em relação ao sucesso desportivo de Jorge Nuno de LIma Pinto da Costa).

todos estes momentos ocorreram efectiva e comprovadamente nos estúdios da “estação de televisão” afecta ao 5lb. são episódios que certamente engrandecem e enobrecem a “instituição”, e que a elevam em Dignidade, em Honra, em Desportivismo, em Glória, porquanto que as desculpas devidas, à data e hora destas linhas (recorde-se que não #madeinporta18), ainda não ocorreram. quase seis anos passados, certamente que ainda estão com dificuldades técnicas, mormente nos disjuntores dos sistemas de iluminação e de rega…
também são incidentes televisivos que não foram alvo de qualquer sanção (severa ou outra) por parte do Regulador do sector, como se demonstra nos seus pareceres 35/2010 (aqui) e 18/2011 (aqui), ao contrário do que tem acontecido com o Porto Canal e que se regista…

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portanto e assim concluo:

pedido de desculpas «em nome da decência»? tende juízo, pá!

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disse!
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desconsolo.

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nota introdutória:

esta “posta de pescada”® vai ser para o compridota. ou seja e como não poderia deixar de o ser, honrará com os pergaminhos e com aquela que é a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as bastas (© Silva) hiperligações e as diversas imagens, que não só para memória futura mas também.
e, claro está!, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
e porque esta já vem um pouco em atraso, que ontem não me apeteceu escrever, como consequência de tal acto surge no efectivo conseguimento destas outras aqui e aqui (do caríssimo Silva) e desta aqui (do caríssimo Vila Pouca), cuja leitura se recomenda (e muito).
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sinteticamente, sobre o jogo de Domingo, e sem quaisquer “paninhos quentes”, que os meninos são jobens, sim senhor, mas já têm idade e arcaboiço suficientes para levar uns calduços à maneira:
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» perdemos o jogo* por pura incompetência nossa, ponto final, parágrafo.
de nada nos adianta estarmos a clamar por (mais) três penáltes sonegados e mesmo que com a razão unânime dos ex-apitadores tugas (aqui) – sendo que, confesso, só vejo “matéria de facto” no atropelamento ao Brahimi; os outros, que existiram, são (efectivamente) «de televisão». tínhamos mais é que marcar golos em número superior aos dos meninos do Sado. só que, o que nos foi permitido verificar, sobretudo aquando do regresso das cabines, foi um amorfo reinício de jogo e a verdadeira antítese do que o público no Dragão exigia (e lhes deveria ter sido concedido pela Equipa) – pois que o que se pedia, no mínimo, era partir para cima daqueles, sem dó nem piedade, na procura incessante do segundo e, se possível, do terceiro (e do quarto) golos.
e o vergonhoso anti-jogo (aqui), que também é denunciado pela e-letter do Clube, já deveria ter sido antecipado na preparação do mesmo – porque, mesmo que o Dragão seja uma «fortaleza», é certo sabido que, quem nos defronta, vem (no mínimo) com um “autocarro de dois andares” e com a artimanha do anti-jogo grosseiro desde o primeiro segundo. e tal é independente da cor das camisolas, porquanto que até o 5lb o fez, esta época.
(* perdemos, sim senhor, porque o empate, em si mesmo, teve o mesmíssimo travo amargo a uma derrota copiosa.)

» também eu não compreendi o porquê de uma mudança no figurino táctico, para o Campeonato, depois de uma série de (pelo menos) quatro exibições muito convincentes – tondela, clube da rotunda, Nacional e arouca -, onde se marcaram 16 (dezasseis) golos e não se sofreu um único (!). o regresso do duplo-pivôt, aquele “chuveirinho” final, com o ‘plus‘ do reaparecimento do “pinheiro” Depoitre, intranquilizaram-me. e muito!
depois de um exigente jogo, na passada Terça-feira, sobretudo em termos físicos, onde se jogou mais de 60’ minutos em inferioridade numérica, não percebi por que razão se sujeitaram o Danilo e o Óliver a trabalhos forçados, num meio-campo sempre, mas invariavelmente sempre em inferioridade numérica, ante os sabujos do Sado. assim como não entendi a titularidade de Corona que, apesar do golão que marcou e do toque maldoso que sofreu, a meio-campo, logo nos instantes iniciais da partida, nunca me pareceu “fresco” para os requisitos que este jogo impunham.
mas, “isto” sou eu, que não pesco nada de futebol ao mais alto níBel; o Nuno é que é o treinador e deveria ser ele a explicar as razões por detrás das suas escolhas – quanto mais não seja para sossego dos quase cinquenta mil adeptos que se deslocaram ao Dragão (muito) confiantes e que de lá saíram com um melão maior do que as orelhas do Dumbo de Carnide, a par das do Guedes (que entretanto está em Paris, por #quinzemilhoesvezesdois). como não o fez e deu a impressão de estar à espera de uma qualquer intervenção do Espírito Santo, mormente nos instantes finais da partida, “contentei-me” com o que foi aventado no ‘pós-match’, no Porto Canal, sobretudo pelo Rui Cerqueira…

» o que mais me custa, do empate de Domingo e para lá de algum “esvaziamento” do ânimo da massa adepta portista, é saber e ter a nítida percepção daquele que, na minha opinião, é o principal factor que o mesmo encerra: o termos concedido “gasolina” ao nosso próximo adversário – uma inesperada “gasolina” (aqui), depois do empate que obtiveram em Paços de Ferreira.
um exemplo paradigmático, mas elucidativo: se, a partir das 22h30m de Sábado, reinou um basto silêncio fúnebre em todos os me(r)dia da tugalândia – com sorrisos amarelos e «gloriosas» desconfianças no Futuro (mesmo no mais próximo) – desde Domingo, sensivelmente pelas 20h30m, renasceu-lhes a Esperança e, com ela, regressaram os sorrisos rasgados, e os alarves considerandos às nossas incapacidades (que as temos), e as omissões às arbitragens (que no dia anterior eram pior do que «vergonhosas»), e as cínicas referências à nossa inaptidão que já (per)dura há 445 dias (‘and still counting‘…).
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o escrito acima é da autoria do “intestino” (do) Delgado, (mais) um sabujo avençado, a soldo de uma «gloriosa» causa, desta feita no pravda da Travessa da Queimada.
aquele n-o-j-o, repleto de muito cinismo e basta hipocrisia, data de Dezembro de 2016, logo após a derrota do 5lb na Pérola do Atlântico, ante o marít’mo, e vem em complemento ao que entretanto o caríssimo Vila Pouca já denunciou:
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« […] estes e outros vendilhões do templo que andam por aí, estão muito preocupados e enchem a boca com o facto do Futebol Português perder representatividade nas provas da UEFA, e apontam vários problemas.
mas, por que não aproveitaram e «carregaram» sobre o vergonhoso anti-jogo dos setubalenses, e condenaram veementemente o comportamento anti-desportivo da equipa de José Couceiro? Seria pedir muito, sobre isso? Talvez…
mas, a verdade é que, sobre o que aconteceu no Dragão, nada!, zero!, nicles!, «bola!». e porquê? porque deu um jeitaço ao 5lb e isso sobrepõe-se a tudo o resto
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também convém reavivar a memória, inclusive a alguns “iluminados” que por aqui persistem gravitar. é que, àquela derrota e às palavras duras do sonsoo marít’mo parou-nos de várias formas, umas melhores outras piores. deixo essa análise para os comentadores. eu quero é focar-me na minha equipa.»] e do ilusãofomos parados de várias maneiras. mas vamos lutar pelo tetra até à última gota de suor. não quero falar do árbitro, mas fomos parados de várias maneiras.»], acerca da arbitragem de vasco santos, o Conselho de Arbitragem da FPF, liderado pelo salmonelas (© Silva) do fontelas gomes, em menos de 48h, veio logo a terreiro defender a sua “dama”, enviando uma carta a pugnar para que que treinadores e jogadores contribuam para o aumento do tempo útil de jogo. eis alguns excertos daquela:
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« esta temporada, temos detectado, com muita preocupação, o aumento do número de paragens de jogo e a crescente duração das mesmas. o Conselho de Arbitragem da FPF quer combater o antijogo, porque entende ser uma atitude que viola o espírito do jogo e de respeito pelo espectador.
vem, deste modo o CA/FPF alertar para este problema, comunicar as instruções dadas aos árbitros, mas, mais do que isso, solicitar que todos os actores se empenhem em transformar positivamente o espectáculo.

[das referidas recomendações aos árbitros] apela-se à sensatez e à coragem na atribuição dos tempos de compensação, mesmo que tal implique durações “anormais”.
foi recordado aos árbitros que, sempre que se deparem com uma situação de reiterada conduta para gastar tempo, devem ser interventivos, avisando publicamente e agindo disciplinarmente se necessário
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portanto e tendo bem presentes as palavras de Bernardino Barros, para os avençados afectos ao 5lb – e que, neste entretanto, já puxaram da cassete e da propaganda goëbbelianas, e começaram a massacrar-nos os ouvidos com as “piscinas” do André Silva e com o «exagero» dos dois tempos de descontos [5′ na primeira parte, 7′ na segunda] – sendo curto, grosso, preciso, conciso e descendo ao nível daqueles:

fodei-vos, pá!, mais à vossa azia!
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por último e não menos importante:

quem «exige Respeito» tem que se dar ao respeito, o que não é o caso do 5lb. de todo e como se comprova aqui, aqui e aqui, por exemplo.

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disse!
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gloriosa jactância nacional.

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caríssim@,

pois então, mais uma “chapa 4” no campeonato, desta feita pelo 5lb, ante os pastéis do Belém… acontece que, aos meus olhos, mesmo que tolhido pela cor azul-e-branca, aquela foi uma goleada fajuta, uma «gloriosa» farsa e a tresandar a frete – mais um, pelos insuspeitos amiguinhos do costume, sempre bem (dis)postos a (literalmente) abrir as perninhas perante quem lhes acerta as conta$, numa depauperada $AD
senão, vejamos e tendo em consideração o resumo da partida (aqui):

» o primeiro golo, obtido logo aos 11′ (conferindo uma tão necessária tranquilidade para o resto do jogo), teve uma «gloriosa» assistência do célebre miguel rosa, com uma intrépida “peitaça” onde se pedia, antes, que, sei lá!, tivesse mais cabecinha «e que assim»…
mas, hey!, isto sou eu a afirmá-lo, pode haver opiniões diferentes e divergentes, sobre um lance que, tivesse como protagonista um qualquer jogador afecto à formação do FC Porto e a labutar numa espécie de clube satélite, tivesse feito um atraso em tudo idêntico ao do rosa saltitante

» o segundo, para lá da espectacular defesa, mas com os olhinhos, do redes cristiano figueiredo, também tem esse ‘plus‘ de demonstrar que este Belém também está pronto para participar no campeonato nacional de ragby, tal foi a forma valorosa que o seu quarteto defensivo protegeu a linha de fundo, não fosse o 5lb marcar um ensaio, «e que assim»…
acontece é que se tratava de uma partida de futebol, e aquele quarteto defensivo ofereceu todo o tempo do Mundo e todo o terreno de jogo, para que o mitra grego facturasse um golo fácil.

» o terceiro golo foi uma frangalhada do cristiano figueiredo, que viu (muito bem) a bola partir, mas esteve (muito mal) a lançar-se tardiamente para a defender.

» o quarto golo não deveria ter contado, porque foi mais um fora-de-jogo descarado.

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em suma: tudo serve, mas mesmo t-u-d-o serve – e como se comprova aqui, em mais uma “engenharia financeira” que, se fosse sediada mais a Norte, ui! ui!, qual já não seria o falatório… – para que a treta do «glorioso» desígnio nacional do tetra cumpra o seu destino e o 5lb consiga, pela primeira vez na sua história (repleta de muiiiitas estórias), o que nós já conseguimos por duas vezes.
e para que os prostitutos dos me(r)dia e do jornalixo tugas prossigam com a sua «gloriosa» jactância, propositadamente olvidando o destaque que os nossos resultados desportivos também deveriam merecer.

mas, como o referi ontem e mesmo percebendo (mas nunca o aceitando, sequer de ânimo leve!) que sempre foi assim este “estado de graça”, (também) é assim que “gosto” deles: jactantes, soberbos, arrogantes, altivos, «gloriosos».
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futuro© papa Pinto da Costa
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para logo mais, as minhas expectativas mantêm-se: mesmo contra todas as probabilidades e contra o que diz a história dos embates ante a ‘rubentus’, acredito que seremos capazes de fazermos um jogo (a) sério, isto é e (re)afirmando o que partilhei ontem: apesar de não contar com a passagem aos quartos-de-final, estou convicto num bom jogo, em que honraremos com os pergaminhos do brasão abençoado, e de que também seremos capazes de marcar (pelo menos) um golito.
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forza FCPorto, vince per noi !!!

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disse!
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porque hoje é Segunda-feira…

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caríssim@,

as capas dos pasquins afectos à Segunda Circular, presentes na imagem acima encerram, em si mesmas, acima de tudo, por tudo e sobretudo, essa «gloriosa» azia por não desarmarmos na disputa pelo primeiro lugar.
em suma: duas goleadas, por números idênticos, mas com destaques (muito) distintos – por que infligidas por clubes de regiões diferentes. e não há como o negar, pois que nem sequer houve lugar a duas capas distintas para as regiões dos clubes em causa.

é mesmo salutar e certamente que muito gratificante, mormente para a “Estrutura” do Futebol Clube do Porto (a principiar na Direcção e terminando no mais comum do adepto, passando por toda a equipe técnica e pelos jogadores que constituem o plantel), perceber que, de repente e num imprevisto intante – inclusive para a esmagadora maioria da massa adepta portista – passamos a “contar para a totobola” e que afinal não estávamos dados como “mortos” e submissos à peleja, no máximo, pelo terceiro lugar do campeonato.
e, confesso, já há muito tempo que não acordava a cantarolar cânticos das nossas claques. e este só pode ser (também) um bom sinal para o futuro que tod@s nós desejamos para o próximo mês de Maio – e que nos é tão querido – mas cujo trajecto ainda comporta nove finais, a começar já no próximo Domingo, ante o Vitória de Setúbal, e depois da nossa ida a Turim.
e, deste último encontro, a contar para a ‘Champions‘, e mesmo com as altas expectativas (soberba?) do dani alves [escarro], espero que a Equipa saia de Itália de cabeça erguida, isto é: apesar de não contar com a passagem aos quartos-de-final (seria, já por si, um feito inédito. mas recordo-me sempre de, em Maio de 2014, o 5lb ter eliminado a ‘rubentus’, nas meias finais da Taça UEFA, com um empate em casa desta última…), estou convicto num bom jogo, em que seremos capazes de honrar com os pergaminhos do brasão abençoado. e acho que também seremos capazes de marcar (pelo menos) um golito…
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por último e antes de ir descomprimir, afirmar que a imagem acima, de um dos avençados da $AD do Estado Lampiânico, serve, não só “de gasolina” para que Maio, seja possível nos Aliados e na varanda do Estádio do Dragão, mas também para memória futura. e para se compreender um pouco mais do asco que sinto pela esmagadora maioria do benfiquismo dos lampiões, que não confundo com alguns prezados benfiquistas – que os há, a começar, por exemplo, em Júlio Machado Vaz, o qual, como figura pública, seria sempre incapaz de publicar um nojo como aquele ali em cima.

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disse!
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de um «cretino», que não passa(rá) de um «vintém» [com adenda e editado]

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o Soares chegou “em bruto”: corria para trás quando os outros corriam para a frente. houve um quadro técnico que o ajudou muito, num ano e meio e não vi, em nenhum momento, neste período em que ele foi para o FC Porto, uma referência ao quadro técnico do Nacional, que o detectou lá num “Candal” ou num “Rio Tinto” qualquer do Brasil, que o trouxe e que lhe permitiu ser, hoje, o que ele é. até parece que não passou pelo Nacional…

como ser humano, espero que vá o mais longe possível, desejo-lhe a maior sorte. mas há duas coisas, na Humanidade, que, a mim, me incomodam: uma é a ingratidão e a outra é a ganância. quando as pessoas, por omissão, que é o caso, denunciam alguma ingratidão… então, não lhe terei grande coisa a dizer em relação a esse jogador… por isso, sobre esse jogador, poucas referências tenho a fazer. mas desejo-lhe a maior sorte como profissional.
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manuel machado, treinador do fc arouca, 09 de Março de 2017.
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foi muito importante para mim. acho que foi um enorme passo para mim ter feito esses 14 golos e ter ajudado o Nacional.
o treinador manuel machado ajudou bastante, nesse aspecto. ele  [manuel machado, na altura treinador do Nacional da Madeira] falava-me sobre o que eu tinha que fazer, o que tinha que melhorar. eu acho que… sou muito grato a ele, também. e deu tudo certo, no Nacional. e… bola para a frente.
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‘tiquinho’ Soares, jogador do FC Porto, 16 de Fevereiro de 2017.
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caríssim@,

não há nada mais para afirmar sobre este não-assunto, a não ser que, se não o é, até parece que está em marcha uma (espécie de) campanha para se tentar descredibilizar a melhor contratação do último defeso – primeiro, acusá-lo de ser “piscineiro”, agora “isto”…
e, já agora, que seria bom que o «cretino» em causa, se não quiser passar por «um vintém», como acusou o outro, em 2009, se retratasse antes do início da partida, junto de quem de direito – o mesmo jogador que, em devido tempo, afirmou estar-lhe «muito grato».
é que, «na Vida, por muito que a gente pinte de amarelo, de vermelho, de azul, para encher jornais, ele há coisas que não mudam, que são valores absolutos, valores profissionais». o reconhecer (d)o Erro, a assumpção da culpa e de que julgámos muito mal o carácter do Outro, é só um deles.
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adenda pertinente, em 11-03-2017:
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neste entretanto, o manuel já pediu desculpas públicas ao Soares e ao FC Porto, por um episódio que tem tanto de lamentável como de «surreal», e para o qual ele foi o único (por que principal) instigador.
mesmo assim e apesar da postura do jogador (que lhe ofereceu a camisola do jogo) e do Clube, eu não o desculpo. e não o desculpo sobretudo porque, ao invés de assumir as suas próprias culpas, distribuiu-as pelo jornalixo tuga e pelos sabujos e pelos pés-de-microfone, que se limitaram a difundir as suas alarvidades. para além de que mentiu, com todos os dentes que tem na sua boca, quando afirmou que não leu nada da entrevista do Soares na Imprensa: certamente que não lhe fizeram chegar a edição do pasquim do ‘quim oliveirinha, no dia seguinte àquela (aqui).
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neste entretanto e como a imagem acima o comprova, já há quem esteja a aproveitar aquelas declarações infelizes, de alguém que nunca tive em boa conta, confesso, e que, na altura em que as proferiu, até dava a entender que estava com três ou quatro copitos a mais no bucho: a capa do ‘pravda‘ omite «gloriosa» e descaradamente o devido contraditório, por parte do jogador do FC Porto, dando a entender que o actual treinador do fc arouca tem toda a Razão do seu lado; a capa do pasquim do ‘quim oliveirinha remete a estória toda para uma singela nota de rodapé.
e esta “situação” é bem pior nas tvwc‘s da tugalândia, com o devido contraditório a ser sonegado de uma forma soez, torpe, vil, indigna dos princípios que deveriam nortear quem se afirma “jornalista”. mas, como quem trabalha nos me(r)dia e no jornalixo tugas, fá-lo a Sul e a soldo de bastos interesses capitais, estamos conversados…
curiosamente (ou talvez não), são os mesmíssimos me(r)dia e jornalixo tugas que já não têm qualquer decoro em assumir a sua «gloriosa» cor, como se demonstra aqui
... «perdemos», disse ele. e na primeira pessoa do plural (!!!)…

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a propósito da capa do ‘pravda‘:

» assinale-se esse «glorioso» maquilhar de mais uma «gloriosa» derrota do 5lb na Europa – a segunda, esta época, por números superiores a 03 golos encaixados. no fundo, trata-se de uma alteração superficial de algo que efectivamente aconteceu – uma goleada -, de se inverter o rumo dos acontecimentos para algo que já é mais do que um desígnio nacional – o tetra da treta – e de se “massajar o ego” ao Estado Lampiânico, por forma a que este não esmoreça (ainda mais?).
e, já agora, se dúvidas houver do que afirmo, compare-se aquela capa com estas aqui, datadas de Abril de 2015, logo a seguir ao nosso descalabro em Munique.

» num cantinho, está uma espécie de “aviso amarelo” para os 4 atletas do FC Porto que “estão à bica” para acumularem cinco cartões amarelos no campeonato e antes da nossa visita ao antro de Carnide – Victorio Páez, André², Ruben Neves e Corona. “isto” surge, mais uma vez, quando o Clássico jogar-se-á daqui a duas jornadas… acho que não há necessidade de dizer seja o que for sobre algumas manobras de coação que vão persistindo por aí…
já agora e só por curiosidade, vou estar atento aos amarelos que o apitador Luís Ferreira irá mostrar aos atletas do Paços de Ferreira – o adversário do 5lb na jornada 26. é que Mateus, Gegé, Whelton, Ivo Rodrigues, Barnes e Pedrinho, titulares dos ‘castores’, estão todos “à bica”…
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por último e antes da nossa entrada em campo, quero afirmar que, para um portista dos quatro costados, é absolutamente imperdível a grande, enorme entrevista ao “bicho”, ontem, aos microfones do Porto Canal – aqui (parte 1) e aqui (parte 2), para quem a quiser (re)ver. provavelmente e na minha opinião, a melhor dos últimos tempos a um jogador do FC Porto.
e também que aqui e aqui (em ficheiros jpg) e igualmente aqui (mas em formato pdf), com a devida cortesia do caríssimo Vila Pouca, tens acesso ao mais recente BRASÃO ABENÇOADO, presente na edição impressa, desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, a qual não está (e nem estará) disponível na “papelaria” (aqui), devido ao encerramento compulsivo desta última, em Setembro de 2016.

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disse!
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imagem do dia.

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caríssim@,

as capas do pravda, presentes na imagem acima (e também aqui, mas sem qualquer edição) são um “regalo” para quem, hoje, não está com um sorriso (muito) amarelo no rosto.
já agora, recordo que, em 2015/2016, numa época de muito má memória para os portistas e depois de uma abrupta mudança de equipa técnica, a eliminatória contra o Borussia Dortmund, no cômputo das duas mãos, ficou num total de 0-3, a favor dos alemães. é só para relembrar os mais esquecidos, que persistem em nos “esfregar” aquela eliminatória contra o bayern [escarro valente]…

aquelas capas também servem, não só para memória futura da chacota a que a do lado esquerdo está a ser alvo, mormente junto de quem não é «lapião» [sic], mas inclusive para demonstrar à saciedade, com exposição pública e pela enésima vez, o ridículo em que se torna essa «gloriosa» diferenciação de tratamento “jornalístico” que o pasquim em causa assume e de uma forma (mais do que) oficiosa, relativamente ao clube do regime (vulgo agremiação de Carnide; 5lb para ser mais preciso) e em relação aos demais adversários àquele…
confesso que não me recordo de uma única capa com igual mensagem destinada aos adeptos do FC Porto, inclusive no pasquim do ‘quim oliveirinha e que os paneleir… paineleir… que os comentadores afectos ao 5lb insistem e persistem em conotar como um órgão de informação oficioso do clube mais representativo da ImBicta…

no meu entendimento, as mesmas capas servem igualmente para fazer um pertinente alerta a quem sofre pelo azul-e-branco, no sentido de não se embandeirar em arco e de não nos arvorarmos em soberbos arrogantes, com a copiosa derrota que o Dortmund infligiu ao 5lb – e por mais saborosa que esta nos tenha sabido.
a mim soube, confesso. e não me importo de o partilhar contigo e por mais «anti-5lb»* que me considerem e por mais «medíocre, pequenino, mesquinho e infausto» possa parecer aos olhos dos «gloriosos» lampiões que por aqui gravitam e na bluegosfera em geral. tal será sempre para o lado que dormirei (bem) melhor, e na exacta proporção das “boas sortes” que aqueles nos desejam. sempre. e seja em que competição for.
mesmo assim, convém recordar que, na próxima Quarta-feira, também temos uma deslocação difícil. e que os ‘gobbi‘ da ‘rubentus‘ terão um reforço de (pelo menos) mais «seis milhões» de fiéis torcedores, não só pela nossa derrota, mas sobretudo por uma verdadeira cabazada das antigas. portanto: contenção nos “festejos“, por causa do karma e o camandro…

* que não sou! primeiro, antes de tudo e sobretudo, sou um fervoroso adepto incondicional do Futebol Clube do Porto. e quero mais é que o 5lb safoda. e que o spórtém vá «bardamerda», também. assim mesmo: com as letras todas.
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já agora e no seguimento de uma pertinente prosa do “tribunal”:

em Fevereiro de 2013, redigi um textinho sobre a cantilena que a imagem acima alude. a minha opinião não mudou, entretanto, antes pelo contrário: apesar de perceber o verdadeiro asco que tod@s os adept@s portistas sentem pelo 5lb, ele há momentos que não consigo compreender porque aquele cântico é entoado – sobretudo quando não o dito cujo não está envolvido. aliás, este é O argumento utilizado pelos lampiões para nos (in)tentarem ferir com o retrucar do dito, acusando-nos de uma suposta «menoridade» e até de alguns «complexos de inferioridade» para com o 5lb (!!!).
a partir de hoje, tal deixará de ser uma razão objectiva, para se tornar numa falácia e em mais um «gloriosos» logro pois, como se comprova aqui e de uma forma bem audível, não estamos sozinhos nessa questão da «menoridade», antes pelo contrário. e é de todo pertinente informar que o que se entoa, de forma insultuosa, no antro em causa e pelos i-le-gais do costume, aconteceu na época 2014/2015, num 5lb vs. gverreiros lampiões do Minho.

ah! e cansa ter que explicar a quem não é da ImBicta e sofre por uma cor que não o azul-e-branco, que a alcunha «tripeiro» abrange todos os cidadãos nascidos na cidade do Porto e independentemente da sua cor clubista…
«tripeiro eu sou / e levo o FCPorto no meu coração»…

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disse!
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dos ilegais…

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SECÇÃO III | grupos organizados de adeptos

art. 14º: apoio a grupos organizados de adeptos.

1) é obrigatório o registo dos grupos organizados de adeptos junto do IPDJ, I.P., tendo para tal que ser constituídos previamente como associações, nos termos da legislação aplicável ou no âmbito do associativismo juvenil.
2) o incumprimento do disposto no número anterior veda liminarmente a atribuição de qualquer apoio, por parte do promotor do espectáculo desportivo, nomeadamente através da concessão de facilidades de utilização ou cedência de instalações, apoio técnico, financeiro ou material.
3) os apoios técnicos, financeiros e materiais, concedidos a grupos organizados de adeptos, são objecto de protocolo com o promotor do espectáculo desportivo, a celebrar em cada época desportiva, o qual é disponibilizado, sempre que solicitado, à força de segurança e ao IPDJ, I. P.
4) o protocolo a que se refere o número anterior identifica, em anexo, os elementos que integram o respectivo grupo organizado.
5) é expressamente proibido o apoio a grupos organizados de adeptos que adoptem sinais, símbolos e expressões que incitem à violência, ao racismo, à xenofobia, à intolerância nos espectáculos desportivos, ou a qualquer outra forma de discriminação, ou que traduzam manifestações de ideologia política.
6) a concessão de facilidades de utilização ou a cedência de instalações a grupos de adeptos constituídos nos termos da presente lei é da responsabilidade do promotor do espectáculo desportivo, cabendo-lhe, nesta medida, a respectiva fiscalização, a fim de assegurar que nestas não sejam depositados quaisquer materiais ou objectos proibidos ou susceptíveis de possibilitar ou de gerar actos de violência, de racismo, de xenofobia, ou de intolerância, nos espectáculos desportivos, ou qualquer outra forma de discriminação, ou ainda que traduzam manifestações de ideologia política.
7) o incumprimento do disposto no presente artigo, pelo promotor do espectáculo desportivo, pode determinar, enquanto as situações indicadas nos números anteriores se mantiverem, a realização de espectáculos desportivos à porta fechada.
8) a sanção prevista no número anterior é aplicada pelo IPDJ, I.P.
9) o disposto nos nrs. 2), 5) e 6) é aplicável, com as devidas adaptações, a qualquer outra entidade que pretenda conceder facilidades ou apoios a qualquer grupo organizado de adeptos.
10) a entidade que pretenda conceder facilidades ou apoios, a qualquer grupo organizado de adeptos, tem de confirmar previamente junto do IPDJ, I.P. a susceptibilidade de aquele grupo poder beneficiar dos mesmos.
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in Lei nr. 52/2013, de 30 de Julho.
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caríssim@,

há que não ter receio e adjectivar os “bois” pelo que efectivamente são: i-le-gais! uma comandita de i-le-gais porquanto que estão contrários à Lei. e, pior!, porque disso fazem um «glorioso» alarde, como nesta entrevista aqui, datada de Junho de 2015 e que permanece tão actual. e não deixa de ser sintomática aquela passagem em que um ilegal afirma taxativamente «a única entidade perante a qual nos devemos identificar é o 5lb e isso já acontece enquanto sócios. é uma “filosofia”: sem nome, sem cara. e é esse o nosso orgulho. e, para os que possam prevaricar, dá mais jeito que assim seja» (!!!).
sempre foi assim, sempre assim será: consideram-se acima da Lei, agem como tal e ainda têm o tácito beneplácito das entidades que supostamente os deveriam controlar, investigar, fiscalizar, punir. portanto, o sub-mundo das suas i-le-gais claques e que ilegalmente suportam, não poderia deixar de ser diferente, não é?… ai se fosse connosco!

o que quero afirmar com estas breves linhas (#notmadeinporta18) é que não há “meninos santinhos” no mundo das claques e independentemente da cor dos clubes que as suportam, muito menos as que estão afectas à agremiação de Carnide.
tal é um facto comprovado e que, se sei o quanto custa perceber junto dos me(r)dia e do jornalixo tugas, já tenho alguma dificuldade em aceitar junto do universo portista. assim sendo, convém que também estejamos alertas para a profusão de uma «gloriosa» propaganda lampiónica que, neste entretanto, o que a imagem ali em cima tão bem retrata.
convém salientar que são só alguns dos «gloriosos» episódios que os i-le-gais têm protagonizado nos últimos tempos – sobretudo na última década. e que, de facto, ostentam e vangloriam uma gloriosa «”filosofia”» que se distingue comprovadamente das demais, pois que tem apenso um rol (infindável?) de actos que efectivamente deve encher de «orgulho» quem a suporta, a começar pela Direcção daquela agremiação… repito: ai se tudo “isto” fosse connosco e com as claques afectas ao FC Porto..
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SUBSECÇÃO II | infracções disciplinares muito graves

art. 174º: invasões e distúrbios colectivos com reflexo grave no jogo.

1) o clube cujos sócios ou simpatizantes invadam o terreno de jogo com o propósito de protestar, agredir ou ameaçar qualquer das pessoas referidas no nr. 1 do artigo anterior*, ou provoquem distúrbios que determinem que justificadamente o árbitro não dê início ou reinício ao jogo, ou o dê por findo antes do tempo regulamentar, é punido com a sanção de realização de jogos à porta fechada a fixar entre o mínimo de um e o máximo de três jogos e acessoriamente com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 100 UC e o máximo de 200 UC.
2) em caso de reincidência o limite mínimo da sanção acessória de multa prevista no número anterior é elevado para 150 UC.

* art. 173º: agressões graves em geral.

1) o clube cujo sócio ou simpatizante agrida fisicamente elementos da equipa de arbitragem, agentes de autoridade em serviço, delegados e observadores da Liga, dirigentes, jogadores e treinadores, coordenador de segurança, assistentes de recinto desportivo e demais agentes desportivos, ou qualquer pessoa autorizada por Lei ou Regulamento, a permanecer no terreno de jogo, de forma a dar causa a que justificadamente o árbitro não dê início ou reinício ao jogo, ou o dê por findo antes do termo regulamentar, é punido com as sanções de derrota, realização de jogos à porta fechada a fixar entre o mínimo de um e o máximo de três jogos, e acessoriamente com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 125 UC e o máximo de 250 UC.

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SUBSECÇÃO III | infracções disciplinares graves

art. 183º: arremesso perigoso de objectos com reflexo no jogo.

1) o clube cujos sócios ou simpatizantes arremessem, para dentro do terreno de jogo, objectos, líquidos ou quaisquer outros materiais que, pela sua própria natureza, sejam idóneos a provocar lesão de especial gravidade aos elementos da equipa de arbitragem, agentes de autoridade em serviço, delegados e observadores da Liga, dirigentes, jogadores e treinadores, e demais agentes desportivos, ou qualquer pessoa autorizada por Lei ou Regulamento, a permanecer no terreno de jogo e que, dessa forma, determinem que o árbitro justificadamente atrase o início ou reinício do jogo, ou levem à sua interrupção não definitiva, é punido com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 50 UC e o máximo de 100 UC.
2) em caso de reincidência, o clube infrator é punido com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 100 UC e o máximo de 200 UC
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in Regulamento Disciplinar da Liga 2016/2017.
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caríssim@,

tendo presente:

» o que a imagem acima retrata e o que os vídeos aqui, aqui e também aqui não deixam margem para dúvidas;

» o disposto no actual Regulamento Disciplinar, aprovado pelos Clubes que compõem a Liga Portuguesa de Futebol (muito pouco) Profissional;

» o que o caríssimo Vila Pouca tão assertivamente já denunciou aqui e aqui;

» essa «gloriosa» dicotomia do tratamento jornalístico (ou da sua ausência, sobretudo em relação ao Rigor e à Isenção) dados a um mesmo tema, transversal a todas as claques de futebol,

convém recordar à saciedade que:

» os graves incidentes verificados em Santa Maria da Feira, no passado Sábado, foram protagonizados tão-somente pelos i-le-gais que suportam a agremiação de Carnide, que são ilegalmente apoiados pela actual Direcção do 5lb, e que (ainda) são tolerados pelas mesmas forças de autoridade que, antes de tudo, deveriam zelar para que os actos perpetrados por aqueles i-le-gais não acontecessem;

» mais de 72h depois daqueles terem ocorrido e até terem tido “honras” de destaque internacional, ainda não houve um décimo do ruído me(r)diático a que estes aqui foram sujeitos, e pelos mesmos sabujos e pés-de-microfone do jornalixo tuga;

» ao contrário dos protagonizados pelos SuperDragões, na Amoreira, as virgens ofendidas – o tal «coro das velhas» que o Bernardino Barros denunciou existir – ainda não vieram a terreiro pugnar por uma qualquer interdição do estádio onde aqueles i-le-gais actuam a preceito, antes pelo contrário: esse “coro” tudo tem feito para que aqueles incidentes passem despercebidos junto das mesmas entidades a quem, em Janeiro último, pediam para punir eficaz e severamente o FC Porto.
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em suma:
não nos tomem por tolos, que o Sol, quando nasce é para tod@s, tal e qual como os Regulamentos que amiúde vêem a luz do dia, apesar de alguma «gloriosa» gabarolice que alguns i-le-gais persistem em alardear.
já é mais do que tempo desses i-le-gays serem punidos no rigor dos mesmos Regulamentos que invocam quando as situações acontecem com clubes mais a Norte.
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post scriptum pertinente:
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ó burro do Carvalho: «bardamerda» para ti também, pá!
(e aproveita o momento e leva contigo tod@s quant@s te veneram, pá!)

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disse!
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três breves not@s…

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caríssim@,

no dia de hoje, ficamos a saber, sobretudo pela Imprensa internacional, que Leandro Bacuna e pelo que as imagens documentam, está suspenso de toda a actividade profissional por seis jogos – tudo porque, no passado Sábado, o médio-centro do Aston Villa (clube inglês a militar no escalão secundário, o ‘Championship’), viu cartão vermelho directo, já em período de descontos, por ter encostado a cabeça ao bandeirinha do encontro ante o Derby County.
por cá, na tugalândia, no nosso comezinho futebolzinho, o sr. luís grande continua, há mais de 400 jogos, a passear uma “girafal” impunidade. ilusões de que nem todos se podem “orgulhar”…
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© google | 92º minuto
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serve a imagem acima para documentar (mais) uma situação de “massagem ao Ego”, não só do sonso, mas sobretudo da «gloriosa» massa adepta lampiã.
convém é não esquecer o que o mesmo pravda trazia à estampa em Junho de 2013, não se vá dar o (A)caso de a história se repetir…
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© Match Worn Shirts FC Porto | 92º minuto
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há precisamente dois anos “nascia” este espaço – a terceira parte de uma aventura que teve o seu início em Julho de 2008.
mais de uma boa vintena de boas (porque sólidas) Amizades construídas, mais de quatrocentas “postas de pescada”® depois e perto de 240 mil visitas efectivas (que não visualizações de página), o espírito de Comunicação e de partilha públicas mantêm-se, apesar da actual inconstância no meu contacto para contigo.

neste entretanto, houve uma (espécie de) “remodelação”, a qual incluiu uma mudança de nome, basicamente porque decidi conferir um pouco mais de “azul” ao espaço. e porque “Tomo III” era uma nomenclatura algo vaga para o quotidiano azul-e-branco – menos para mim e para quem me segue desde aquele primeiro momento, em 2008.
(sobre o nome actual: bem sei que o mesmo sugere um momento muito grato a qualquer portista dos quatro costados que se preze e por tudo que o envolve; acontece que, para mim, aquele minuto recorda-me igualmente este momento aqui, ocorrido na presente temporada, o qual também ainda me faz vibrar, e emocionar, e rejubilar, e com o mesmo vigor, tal e qual como o outro.)

e tal como o referi noutras alturas, todo este esforço e toda esta dedicação, existe graças a ti, por ti e para ti. e este é um sentimento que não se altera(rá).

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disse!
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dessas pinturas (rupestres?)…

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a ‘taberna da esquiça‘, do pai de jorge ferreira (“árbitro” do jogo entre Estoril e 5lb, esta Terça-feira), foi vandalizada, esta madrugada, com referências a inocêncio calabote [n-o-j-o].
«aqui venera-se calabote», com as siglas «SD» e «86», foi a mensagem deixada nas paredes do estabelecimento comercial – isto depois de uma partida onde os encarnados venceram com um golo polémico, visto que o mitra do grego estava em fora-de-jogo.

em declarações à Antena1 [escarro], o próprio jorge ferreira reagiu garantindo não se sentir «intimidado», embora tema pelos seus familiares:

« não tenho medo, não tenho receio. mas temo pela integridade física dos meus mais próximos. sinto-me triste e cansado. lutamos por fazer o melhor… pelos vistos já não podemos fazer o que gostamos, mas nada me vai impedir de fazer o que gosto. nada me move contra ninguém. não é com pequenez que me vão tirar da arbitragem. »

a GNR situa-se perto do local [mesmo em frente à taberna] onde se verificou o incidente, mas, quando chamados a intervir, já não conseguiram identificar qualquer autor do acto.
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in
zerozero | Março de 2017.
(com adulterações ao texto original, da minha responsabilidade
.)
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caríssim@,

obviamente que se condena todo o tipo de violência, seja contra quem for e independentemente das circunstâncias, ou não vivêssemos num Estado de Direito [discurso polido e politicamente correcto].
acontece que, no Futebol e no estado actual do nosso comezinho futebolzinho tuga, eu apoio que se combata o “fogo com fogo”, numa espécie de lex talionis, mas sem tirar olhos (e dado que os dentes ficaram por conta do senhor proença). e é por essa mesma razão que, em Fevereiro de 2016, apoiei a visita de elementos dos Super Dragões àquele estabelecimento comercial, a qual adjectivei de profiláctica e referindo os porquês para tal apoio. hoje continuo a considerar que a mesma foi pró-activa, e num estado de «coacção» muito aquém deste aqui, e que envolveu um dos apitadores tugas “vítimas” da suposta «invasão do Centro de Treinos do Pólo Profissional dos Árbitros, na cidade da Maia, por parte de elementos afectos à claque do FCP».

já agora e sobre o acto de vandalismo puro, ao qual os Super são alheios, cito o ‘blogger‘ “franco baresi” quando este afirma, no estabelecimento do caríssimo Vila Pouca:
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« porque é que eu acho que quem ‘graffitou’ a tasca de Fafe foi a mando do 5lb:
» os SuperDragões [SD], quando quiseram marcar uma posição forte, foram pessoalmente e à vista de todos, à tasca em causa;
» a simbologia dos SD não inclui “ésses” e “dês” com ângulos rectos, à laia da extrema-direita (como era apanágio na simbologia das SS), e, não esquecer, que também está presente na dos “no name” gays [valente escarro] porque os SD são uma claque apolítica;
» o último jogo do árbitro em causa foi numa competição para a qual o FC Porto já não tem quaisquer interesses desportivos e pese embora [o apitador] se tenha “enganado” a favor do 5lb ‘as usual’. pergunta-se: tanta arbitragem revoltante envolvendo a equipa do FC Porto e foi logo “saltar a tampa” ao(s) pintor(es) nesse jogo onde o FC Porto não participou?!;
» esse evento sucede àquela acusação, por parte do 5lb, de que a claque do FC Porto “aterrorizou” os árbitros – um truque que eu já desmontei aqui e que não passa de uma mentira, de uma falácia;
» há antecedentes de incriminação dos SD em “factos alternativos” – por exemplo, o célebre caso da “agressão” ao anão, vulgo chouriço, na Foz, em Março de 2011 – o mesmo que, à data, ainda não apresentou qualquer queixa na PSP;
» e, por último, mas não menos despiciendo, reparem que quem pintou a tasca não conseguiu insultar veementemente, ou pelo menos dizer mal, do 5lb, o arqui-inimigo sempre presente – pelo que a inibição psicológica é por demais evidente [assim como a referência a calabote, muito querido para as bandas de Carnide]»
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mas, mais do que o acto de vandalismo em si e dessa curiosidade de estes epifenómenos ocorrerem somente nos meses de Fevereiro e/ou de Março – provavelmente porque é quando surgem as verdadeiras decisões dos campeonatos, afirmo eu… – há ainda aquela outra «gloriosa» coincidência do avençado do 5lb, no último programa da estação de queluz (não, obrigado. não fumo) – aqui, sensivelmente a partir dos 6′ – no seu monólogo peidalmente visceral, a propósito de exemplificar episódios de «coação», ter trazido à colação precisamente aquela visita dos SuperDragões à taverna dos pais do apitador em causa.
certamente que tal não passou de uma «gloriosa» simultaneidade de acontecimentos diversos que convergiram numa mesma direcção e com um mesmíssimo sentido… acontece que eu não acredito em coincidências, assim como tenho bem presente o que se afirma aqui, aqui e aqui. e que mantenho que há de facto e comprovadamente concertação entre os paneleir… entre os habituais comentadores afectos à agremiação de Carnide, e por mais desmentidos que o façam – risíveis ou não.
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disse!
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