dos vendilhões do templo.

futuro© Bruno Sousa
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três breves notas introdutórias:

1)
infelizmente “não é quando se quer, é quando se pode…”, pelo que motivos de ordem diversa, sobretudo profissionais, impediram-me de comunicar contigo mais cedo.
assim sendo e porque há vários assuntos que pretendo abordar (apesar do meu “atraso”), e como já vem sendo hábito, e como não poderia deixar de o ser, esta prosa será uma espécie de novo testament… de um texto extensiva e sensivelmente looongo, com numerosas hiperligações e bastas imagens, que não só para memória futura mas também.
e, claro está!, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral.

2)
não irei aprofundar a partida do passado Sábado, onde fiz questão de marcar presença e tive esse grato privilégio e essa enorme honra, de o poder ter visto na companhia do Afonso (agora um jovem de 17 sólidos anos) e do ‘shôr’ Silva (esse mesmo!). foram bons momentos, que espero que se repitam em breve!
sobre aquela, partilho do que entretanto já foi (muito bem) analisado e comentado aqui, aqui, aquiaqui, aquiaqui e também aqui, mas sobretudo aqui (de uma forma hilariante!).
sobre as temáticas que se seguem, a minha visão particular também foi consubstanciada no que já se argumentou aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aquiaqui e aqui, cujas leituras recomendo vivamente, porque delas subscrevo. na íntegra – qual “cartilha da bluegosfera”.

3)
para quem visita este espaço apenas e só com esse intuito de “abafar” o que por aqui se divulga, seja em formato mp4, seja em gif e/ou jpeg, sobretudo se for o carnidense a agremiação visada:

coisinhos,
ide “abafar a palhinha” de quem vos fez as orelhas, sim?
podeis fazer todas as denúncias gloriosamente anónimas que vos der na real mona (na lisa, ou na outra, ‘i don’t care‘): par
a vossa azia, possuo os ficheiros originais do que denuncio neste espaço público de discussão, em vários suportes, em diversas contas e em múltiplos canais. os serviços da Google são só um deles e não são o principal.
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futuro© google | 92º minuto
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caríssim@,

obviamente que o tema da cartilha do estado lampiânico (aqui e aqui) foi o que dominou o quotidiano azul-e-branco desde a passada Quinta-feira, não tendo ficado espantado pela visibilidade da últimaposta” do mês de Março – a mais lida dos últimos dois meses, pelo que nela se difunde à saciedade.
já se sabia que havia uma espécie de concertação: era por demais evidente a “afinação” nos discursos dos interlocutores, e o reporte constante de almoçaradas e/ou jantaradas (aqui, aqui e aqui), ao mesmo tempo dos ridículos desmentidos por parte da “estrutura; agora que “a bomba” explodiu, é para mim um gozo assistir a autênticos números de «glorioso» contorcionismo, desdizendo-se o que anteriormente era tido como uma verdade indesmentível e se negava a pés juntos, tal e qual uma entrada do ilusão (já lá vamos).

e obviamente que estou muito curioso pelas cenas dos próximos capítulos, a divulgar no “Universo Porto – da bancada” desta noite – programa onde espero que se denuncie a «gloriosa» filha-da-putice que a imagem abaixo retrata:
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futuro© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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e que filha-da-putice é essa? tão-somente o facto de, nos pasquins manhosamente elaborados na Capital do Império, se (in)tentar conotar o incidente no último Fátima vs. Torreense com o FC Porto, colocando, em chamada de capa e de uma forma estratégica, tal notícia no parco espaço destinado ao quotidiano azul-e-branco.

também espero que se analise o que se pode ouver aqui, a propósito do Clássico no verdadeiro antro* do carnidense: uma cambada de energúmenos a perturbar o trabalho dos pés-de-microfone, com a complacência dos ‘stewards’ e sem que, à data destas linhas (#notmadeinporta18), o Sindicato daqueles se tivesse insurgido pelo facto e ao contrário de um Passado bem recente
curiosamente (ou talvez não) tratou-se de um facto lamentável que os me(r)dia e o jornalixo tugas não difundiram profusamente à saciedade, antes pelo contrário. ou seja: “aquilo” aconteceu; mas como é comprometedor para os visados, convém abafar porque, se não passou nas têbês e/ou nos pasquins, é porque nunca viu a luz do dia (salvo seja!).

* sim!, a-n-t-r-o. é que eu não tenho memória de passarinho e recordo-me muito bem do que um radialista afecto ao 5lb e por quem tinha em (muito) boa conta, até então, escreveu, em Maio de 2012, sobre este incidente aqui.
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futuro© FCPorto para sempre | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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por “falar” em «gloriosos» impedimentos de divulgação de factos susceptíveis de incomodar quem se encontra afecto ao 5lb – o verdadeiro clube do Regime (e seja ele qual for, porque é indistinto de qualquer conotação política, porquanto que é transversal a tudo quanto gravite nos corredores do P(h)oder centralista da tugalândia) – do passado final-de-semana ressaltam dois factos insofismáveis (por que indesmentíveis):
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(i) apesar da vitória, o FC Porto foi sonegado em mais duas grandes penalidades flagrantes, uma delas logo aos 20′ da partida e que, se viesse a ser assinalada e posteriormente concretizada, mudaria toda a estória do jogo em causa.
(já vamos em quantos penaltys por assinalar?… vinte? trinta? trinta e um?… e só numa época, certo?… estivesse “isto” a acontecer mais para os lados da Segunda Circular, e não haveria paciência para as costumeiras (por que «gloriosas» e/ou «calimeras») «queixinhas»…)

e para quem considere que não houve qualquer motivo para se assinalar grande penalidade e/ou ache que o pasquim do ‘quim oliveirinha é todo ele um mar azul (!!!), eis a análise do lance em causa pelo insuspeito do roubarte gomes, no pravda do último Domingo (aqui):
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futuro© pravda | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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(ii) o 5lb foi «gloriosamente» beneficiado em Moreira de Cónegos. mais uma vez. e só esta época. não está a jogar um carvalho da Silva, mas há sempre um “alguém” que lhe ampara a queda, num «glorioso» afã sem precedentes. e tudo porque convém impedi-la a todo o custo, não vá esse desígnio nacional – o do tetra da treta – ficar em águas de bacalhau.
e, ao contrário dos costumeiros papagaios que costumam debitar a cartilha, e da própria “opinião” de ribeiro cristóvão (aqui), eu acho que o ilusão deveria ter sido expulso aos 30′, assim como o grego do samurris (© bLuE bOy) no final da partida. é que as imagens, tal como os vídeos (aqui e aqui e aqui) não oferecem quaisquer dúvidas:
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futuro© google | 92º minuto
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futuro© google | 92º minuto
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ai se isto” tivesse ocorrido com um (ou mais do que um…) jogador afecto ao FC Porto!… ui! nem é bom considerar… certamente que não haveria prontas entrevistas a tentar ilibar tais acções – como esta aqui, ao abel silva, pelo lixo tóxico do grupo cofina, no dia imediatamente a seguir ao rebentamento do escândalo do processo “Jogo Duplo”

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disse!
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resquícios.

futuro© fotos da curva | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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nota introdutória:

só hoje, Quarta-feira, (quase) 84h depois, é que “a telha” (vulgo neura, e que, sim!, pode-se confundir com azia…) está a dar indícios de desaparecer. mas ainda não foi à sua vidinha, não!, que o mau humor rezingão e irascível, esse está para durar – pelo menos até ao início do próximo encontro, já este Sábado, frente ao Belém, onde se espera que sejam estes a comer “pastéis”, ouvistes ó Nuno? nem que tenha que ser por obra e graça do Espírito Santo, ouvistes ó Nuno? bem!… adiante.

assim sendo e porque já estou basto atrasado (© ‘shôr’ Silva), esta “posta de pescada”® vai ser um pouco para o compridota. é que há alguns aspectos, sobre o Clássico, que também quero esmiuçar e dar o meu lamiré.
ou seja e como não poderia deixar de o ser, esta prosa honrará com os pergaminhos e com aquela que é a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as numerosas hiperligações e as diversas imagens, que não só para memória futura mas também.
e, claro está!, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
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caríssim@,

sobre a partida em Carnide, subscrevo o que, neste entretanto, foi sendo trazido à colação (e muito bem aventado) aqui, aquiaqui, aqui, aquiaqui, aqui, e também aqui, na bluegosfera.
acima de tudo, recordo esse facto insofismável: depois do empate que se trouxe de Carnide, já não dependemos exclusivamente de nós para nos sagrarmos campeões. ou seja: teremos que esperar que sejam Outros a fazer o trabalho onde, mais uma vez, nos revelámos incompetentes, e que passava pelo assalto efectivo ao primeiro lugar do campeonato.
e entenda-se também que, para sermos muito felizes, em Maio, (i) teremos obrigatoriamente que vencer as sete finais que se avizinham (com deslocações complicadas a Braga, Chaves e Madeira) e que (ii) não poderemos “depositar as fichas todas” no ‘derby‘ da Segunda Circular (o qual, entrementes e por antecipação de duas semanas, já está a ser arduamente disputado, sobretudo fora das quatro linhas).

acima de tudo, o que resta do empate ante o carnidense é que este revelou-se uma espécie de “mal menor” – e daí o meu tremendo desconsolo no final da partida, pois que fiquei com a estranha sensação de que deveríamos e poderíamos, ter feito (bem) mais e (muito) melhor, mesmo com (e contra) o “xistrema” (já lá vamos). mais do que teorizações sobre qual o onze titular e/ou que substituições efectuar, considero que faltou um pouco mais à Equipa, mormente na segunda parte, para se dar a “estocada final” no rival; acho que faltou dar seguimento ao lance do Soares, que os colocou em sentido e que os fez abanar, só que momentaneamente – e quando o que se pedia e toda a massa adepta “exigia”, era que ocasiões de golo como aquela tivessem continuidade no Tempo e não se esvaíssem nos restantes 30 minutos do encontro, e mesmo com (e contra) o “xistrema” (já lá vamos).
mas, como tal não veio a acontecer, e por erros também próprios da Equipa, vamos ter que aguardar pelo que os outros farão nos seus «gloriosos» embates, rumo a esse desígnio já supra-nacional, e que é a treta de um tetra ardentemente desejado por tod@s os quadrantes, inclusive o Político (e já lá vamos, também).
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futuro© google | 92º minuto
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sincera e honestamente nem sei como abordar a próxima temática depois das declarações do espírito santinho do Nuno e do presidente Jorge Nuno… o primeiro disse peremptoriamente «é penalty!»; o segundo, à revelia do então Pinto da Costa, afirmou que «foi um grande jogo de futebol, entre duas grandes equipas, com um bom árbitro»… acontece que, na minha perspectiva, para sermos sérios, rigorosos e honestos quanto às incidências da partida, não há como fugir ao #xistrema. e este também esteve presente (e à solta) no antro onde os i-le-gais, mais uma vez, marcaram presença quando não o deveriam, porque… lá está!, não estão conformes à legislação vigente.
para lá do que se afirma aqui e, neste entretanto, também aqui, e do que ontem se denunciou aqui, no programa “Universo Porto – da bancada“, houve uma gritante dualidade de critérios de arbitragem, mormente na segunda parte, sobretudo depois de termos conseguido o empate na partida.
como se comprova aqui e aqui e também aqui, o 5lb foi (literalmente) empurrado, pelo apitador de serviço, na procura de um segundo golo que felizmente não veio a acontecer, fruto de mais uma enorme exibição da mesmíssima Equipa que, ali em cima, fui crítico, e da qual faz parte Iker Casillas. e não há aqui qualquer incoerência: é verdade que e como é apanágio do grupo de trabalho à disposição de Nuno Espírito Santo, ante o 5lb houve mais uma demonstração de Entrega e de Querer, assim como também é verdade que essa abnegação não foi suficiente para se vencer o jogo – uma partida onde, para mim, era fundamental conquistar os três pontos…
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futuro© google | 92º minuto
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a par da agressão a Alex Telles e do fora-de-jogo (escandaloso) que foi (muito mal) assinalado ao Jota, o lance que a imagem gif acima retrata é capital para o desenlace da partida, por que (muito) “bem cavado” – sendo que o mesmo é perpetuado em vídeo aqui e em imagens gif aqui e aqui, para quem quiser.
deixo-a para memória futura, sobretudo porque, tal como Bernardino Barros, também eu estou cansado de ouvir, há (pelo menos) três semanas ininterruptas, os avençados do clube do regime bramirem com a «gloriosa» costumeira cartilha, da autoria de carlos janela, de que o André Silva e o Soares e o Jota e o Brahimi e o Corona e o (nome de um atleta do FC Porto) e o (outro nome de um atleta do FC Porto), são “piscineiros”… essas torpes afirmações, vindas de quem vêm, principalmente de aventesmas afectas à agremiação onde este aqui deu muitas provas e até “fez escola” (de que o jon-ass é só mais um), só poderão ser encarados como elogios aos visados por aquelas. de facto, nunca faltaram, nem faltarão especialistas na arte do mergulho pelos lados de Carnide. ah!, e este lance aqui ficará, para Sempre, na memória do Ridículo em que aquelas “piscinas” se tornaram por aquelas bandas, sempre com as complacência, benevolência e cumplicidade, dos apitadores ao serviço do 5lb. sempre!
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futuro© ojogo | FCPorto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)
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um facto sobre a imagem acima, com a análise aos lances mais “problemáticos” da partida: curiosamente não vislumbro nenhuma referência em relação a um lance sobre o Corona (aqui), aos 58’…
certamente que o “argumento” para tal «glorioso» esquecimento seja o mesmo que a estação de televisão de Queluz (não!, obrigado. não fumo.) utilizou nos seus programas de Domingo e de Segunda-feira, à noite, para não abordarem o tal fora-de-jogo mal assinalado ao Jota: não se podem analisar todos os lances (principalmente e sobretudo aqueles em que o 5lb foi «gloriosamente» beneficiado pelos do costume)…
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futuro© google | 92º minuto
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da ‘porca vendetta‘ perpetrada pelo jon-ass, ficam o vídeo (aqui) e a imagem gif (aqui) para memória futura do seu «glorioso» Absurdo.
acima de tudo (principalmente do perpetrador em causa) e sobretudo, lamento muito que tenha sido o spórtém a tomar a iniciativa (mais uma vez…) por algo que, antes de tudo, competiria ao FC Porto e ao seu Departamento Jurídico exigir junto de quem de Direito. desconheço se este silêncio institucional terá algo de estratégico, mas não quero acreditar que se fechou a volta de 360º e que se regressou a um Passado de má memória no plano Comunicacional do Clube.
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futuro© google | 92º minuto
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esta é, para mim, A imagem do Clássico e que, num Todo, resume a resposta a toda uma época de anti-jogo, para quem nos acusa de #joguemmazeabola e junto dos que, na primeira volta, o fizeram logo desde o primeiro minuto – mas que emmentes já se esqueceram de tal.
fica a dita eternizada em vídeo (aqui) e em gif (aqui).
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futuro© fotosdacurva
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a propósito dos incidentes que aconteceram antes, durante e após o jogo, nada mais acrescento ao que já foi comentado (muito a propósito) pelo “lápis” aqui.
apenas refiro que, mesmo sendo um Agente da Autoridade e no cumprimento do Dever, o indivíduo que pontapeou, na cabeça, um cidadão que se encontrava deitado, na via pública, depois de ter sido vítima de um outro pontapé, mas este desferido nas suas costas, não passa de um c-o-b-a-r-d-e de merda. e de um autêntico filho da puta.
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futuro© google | 92º minuto
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por último, sim!, todos têm o direito a assistir a uma partida de futebol, mesmo que por convite, e mesmo sendo altas figuras do Estado. mas, não!, “isto” não acontece no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos com a mesma regularidade que se verifica por Carnide.
e duvido que aquelas mesmas individualidades, qual capital triunvirato, o fizessem sabendo, de antemão, que o dirigente máximo do Clube era um caloteiro de primeira – a não ser que fossem para penhorar uma nova retrete

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disse!
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desconsolo.

© google | 92º minuto
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nota introdutória:

esta “posta de pescada”® vai ser para o compridota. ou seja e como não poderia deixar de o ser, honrará com os pergaminhos e com aquela que é a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as bastas (© Silva) hiperligações e as diversas imagens, que não só para memória futura mas também.
e, claro está!, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
e porque esta já vem um pouco em atraso, que ontem não me apeteceu escrever, como consequência de tal acto surge no efectivo conseguimento destas outras aqui e aqui (do caríssimo Silva) e desta aqui (do caríssimo Vila Pouca), cuja leitura se recomenda (e muito).
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sinteticamente, sobre o jogo de Domingo, e sem quaisquer “paninhos quentes”, que os meninos são jobens, sim senhor, mas já têm idade e arcaboiço suficientes para levar uns calduços à maneira:
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» perdemos o jogo* por pura incompetência nossa, ponto final, parágrafo.
de nada nos adianta estarmos a clamar por (mais) três penáltes sonegados e mesmo que com a razão unânime dos ex-apitadores tugas (aqui) – sendo que, confesso, só vejo “matéria de facto” no atropelamento ao Brahimi; os outros, que existiram, são (efectivamente) «de televisão». tínhamos mais é que marcar golos em número superior aos dos meninos do Sado. só que, o que nos foi permitido verificar, sobretudo aquando do regresso das cabines, foi um amorfo reinício de jogo e a verdadeira antítese do que o público no Dragão exigia (e lhes deveria ter sido concedido pela Equipa) – pois que o que se pedia, no mínimo, era partir para cima daqueles, sem dó nem piedade, na procura incessante do segundo e, se possível, do terceiro (e do quarto) golos.
e o vergonhoso anti-jogo (aqui), que também é denunciado pela e-letter do Clube, já deveria ter sido antecipado na preparação do mesmo – porque, mesmo que o Dragão seja uma «fortaleza», é certo sabido que, quem nos defronta, vem (no mínimo) com um “autocarro de dois andares” e com a artimanha do anti-jogo grosseiro desde o primeiro segundo. e tal é independente da cor das camisolas, porquanto que até o 5lb o fez, esta época.
(* perdemos, sim senhor, porque o empate, em si mesmo, teve o mesmíssimo travo amargo a uma derrota copiosa.)

» também eu não compreendi o porquê de uma mudança no figurino táctico, para o Campeonato, depois de uma série de (pelo menos) quatro exibições muito convincentes – tondela, clube da rotunda, Nacional e arouca -, onde se marcaram 16 (dezasseis) golos e não se sofreu um único (!). o regresso do duplo-pivôt, aquele “chuveirinho” final, com o ‘plus‘ do reaparecimento do “pinheiro” Depoitre, intranquilizaram-me. e muito!
depois de um exigente jogo, na passada Terça-feira, sobretudo em termos físicos, onde se jogou mais de 60’ minutos em inferioridade numérica, não percebi por que razão se sujeitaram o Danilo e o Óliver a trabalhos forçados, num meio-campo sempre, mas invariavelmente sempre em inferioridade numérica, ante os sabujos do Sado. assim como não entendi a titularidade de Corona que, apesar do golão que marcou e do toque maldoso que sofreu, a meio-campo, logo nos instantes iniciais da partida, nunca me pareceu “fresco” para os requisitos que este jogo impunham.
mas, “isto” sou eu, que não pesco nada de futebol ao mais alto níBel; o Nuno é que é o treinador e deveria ser ele a explicar as razões por detrás das suas escolhas – quanto mais não seja para sossego dos quase cinquenta mil adeptos que se deslocaram ao Dragão (muito) confiantes e que de lá saíram com um melão maior do que as orelhas do Dumbo de Carnide, a par das do Guedes (que entretanto está em Paris, por #quinzemilhoesvezesdois). como não o fez e deu a impressão de estar à espera de uma qualquer intervenção do Espírito Santo, mormente nos instantes finais da partida, “contentei-me” com o que foi aventado no ‘pós-match’, no Porto Canal, sobretudo pelo Rui Cerqueira…

» o que mais me custa, do empate de Domingo e para lá de algum “esvaziamento” do ânimo da massa adepta portista, é saber e ter a nítida percepção daquele que, na minha opinião, é o principal factor que o mesmo encerra: o termos concedido “gasolina” ao nosso próximo adversário – uma inesperada “gasolina” (aqui), depois do empate que obtiveram em Paços de Ferreira.
um exemplo paradigmático, mas elucidativo: se, a partir das 22h30m de Sábado, reinou um basto silêncio fúnebre em todos os me(r)dia da tugalândia – com sorrisos amarelos e «gloriosas» desconfianças no Futuro (mesmo no mais próximo) – desde Domingo, sensivelmente pelas 20h30m, renasceu-lhes a Esperança e, com ela, regressaram os sorrisos rasgados, e os alarves considerandos às nossas incapacidades (que as temos), e as omissões às arbitragens (que no dia anterior eram pior do que «vergonhosas»), e as cínicas referências à nossa inaptidão que já (per)dura há 445 dias (‘and still counting‘…).
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© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)
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o escrito acima é da autoria do “intestino” (do) Delgado, (mais) um sabujo avençado, a soldo de uma «gloriosa» causa, desta feita no pravda da Travessa da Queimada.
aquele n-o-j-o, repleto de muito cinismo e basta hipocrisia, data de Dezembro de 2016, logo após a derrota do 5lb na Pérola do Atlântico, ante o marít’mo, e vem em complemento ao que entretanto o caríssimo Vila Pouca já denunciou:
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« […] estes e outros vendilhões do templo que andam por aí, estão muito preocupados e enchem a boca com o facto do Futebol Português perder representatividade nas provas da UEFA, e apontam vários problemas.
mas, por que não aproveitaram e «carregaram» sobre o vergonhoso anti-jogo dos setubalenses, e condenaram veementemente o comportamento anti-desportivo da equipa de José Couceiro? Seria pedir muito, sobre isso? Talvez…
mas, a verdade é que, sobre o que aconteceu no Dragão, nada!, zero!, nicles!, «bola!». e porquê? porque deu um jeitaço ao 5lb e isso sobrepõe-se a tudo o resto
. »
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também convém reavivar a memória, inclusive a alguns “iluminados” que por aqui persistem gravitar. é que, àquela derrota e às palavras duras do sonsoo marít’mo parou-nos de várias formas, umas melhores outras piores. deixo essa análise para os comentadores. eu quero é focar-me na minha equipa.»] e do ilusãofomos parados de várias maneiras. mas vamos lutar pelo tetra até à última gota de suor. não quero falar do árbitro, mas fomos parados de várias maneiras.»], acerca da arbitragem de vasco santos, o Conselho de Arbitragem da FPF, liderado pelo salmonelas (© Silva) do fontelas gomes, em menos de 48h, veio logo a terreiro defender a sua “dama”, enviando uma carta a pugnar para que que treinadores e jogadores contribuam para o aumento do tempo útil de jogo. eis alguns excertos daquela:
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« esta temporada, temos detectado, com muita preocupação, o aumento do número de paragens de jogo e a crescente duração das mesmas. o Conselho de Arbitragem da FPF quer combater o antijogo, porque entende ser uma atitude que viola o espírito do jogo e de respeito pelo espectador.
vem, deste modo o CA/FPF alertar para este problema, comunicar as instruções dadas aos árbitros, mas, mais do que isso, solicitar que todos os actores se empenhem em transformar positivamente o espectáculo.

[das referidas recomendações aos árbitros] apela-se à sensatez e à coragem na atribuição dos tempos de compensação, mesmo que tal implique durações “anormais”.
foi recordado aos árbitros que, sempre que se deparem com uma situação de reiterada conduta para gastar tempo, devem ser interventivos, avisando publicamente e agindo disciplinarmente se necessário
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portanto e tendo bem presentes as palavras de Bernardino Barros, para os avençados afectos ao 5lb – e que, neste entretanto, já puxaram da cassete e da propaganda goëbbelianas, e começaram a massacrar-nos os ouvidos com as “piscinas” do André Silva e com o «exagero» dos dois tempos de descontos [5′ na primeira parte, 7′ na segunda] – sendo curto, grosso, preciso, conciso e descendo ao nível daqueles:

fodei-vos, pá!, mais à vossa azia!
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por último e não menos importante:

quem «exige Respeito» tem que se dar ao respeito, o que não é o caso do 5lb. de todo e como se comprova aqui, aqui e aqui, por exemplo.

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disse!
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desmascarar o que já foi feito…

© google | 92º minuto
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nota introdutória:

esta “posta de pescada”® é a segunda de duas, vem no seguimento do que escrevi aqui, e no que entretanto já foi sendo (e muito bem) denunciado aqui (e-letter Dragões Diário), aqui e aqui (no imperdível “Universo Porto – da bancada“) e aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aquiaqui, aqui, aqui, aqui e aqui (na sempre inefável bluegosfera).
como não poderia deixar de ser, também vai honrar os pergaminhos e a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as bastas (© Silva) hiperligações e as diversas imagens (inclusive em gif), que não só para memória futura mas também.
e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral...
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caríssim@,

eu sou do tempo das diatribes entre o Paulinho Santos e o joão vieira pinto, o primeiro “piscineiro” de que tenho memória e muito anterior ao lima (aqui), ao jon-ass (aqui), ou ao guedes (aqui). num desses “bons momentos” (aqui), o primeiro “menino de ouro” (anterior ao deus renato das sandes, portanto) teve que ser operado ao maxilar porque e de acordo com a lenda, foi ao encontro do cotovelo do caxineiro. para a história, fica o registo da suspensão de três meses para o jogador portista enquanto o “menino” esteve de molho.
esta estória entronca no que a imagem acima regista e cujo lance pode ser (re)visto aqui: se a lesão que o Corona sofreu fosse mais grave do que as imagens documentam, é minha opinião que o jogador/lenhador que cometeu aquela ‘talochada’ deveria ficar o mesmo tempo que o internacional mexicano tivesse para recuperar. afinal, o precedente foi instituído em Março de 1998 (e, a meu ver, muito bem); desde então, não mais foi aplicado (e, a meu ver, mal, como se comprova).
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© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)

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de tudo o que pude ‘ouler’ sobre o que aconteceu no Domingo, no Bessa, mormente sobre a “arbitragem” do vermelhíssimo veríssimo, há dois lances que não mereceram qualquer destaque me(r)diático, mas que aconteceram de facto:

» um fora-de-jogo muito mal assinalado a Soares, sensivelmente aos 50′, em que este seguia isolado para a área do clube da rotunda, e depois de uma excelente desmarcação de André²;

» uma dupla falta, a meio-campo, cometida pelo mesmo lenhador (carraça), sensivelmente aos 92′, “ambas as duas” merecedoras (no mínimo) de cartão amarelo – o que, no caso, seria o segundo para aquele. então a entrada sobre o Alex Telles, até arrepia…
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em suma:
o que fica do ‘derby‘ é (também) o cheiro a uma “encomenda” que só não foi avante porque fomos bravos, valentes, valorosos – tod@s nós, da Equipa, ‘staff’ técnico e dirigentes, aos adeptos obviamente.
e que houve uma gritante («gloriosa»?) dualidade de critérios na aplicação das Leis do Jogo.
e que, no meio do sururu, ao intervalo, gostei muito de ver o Nuno a defender os seus, sem esperar pelo divino Espírito Santo.
e que o Victorio Páez foi expulso, por acumulação de amarelos por “isto” aqui:
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© google | 92º minuto
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neste entretanto, o 5lb realizou dois jogos, ambos decididos por lances duvidosos (no mínimo e para ser gentil) e em encontros em que se estavam a ver gregos para levar de vencida o chaves (em casa, para o campeonato) e o estoril (na Amoreira, na primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal).
eis duas imagens que, na minha óptica, resumem o que se passou nesses encontros:
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© google | 92º minuto
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© google | 92º minuto
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parece que, apesar de alguma unanimidade entre ex-apitadores (aqui), estes lances não foram merecedores de constar no rol das queixinhas que o Orelhas apresentou aos salmonelas do Conselho de Arbitragem da FPF.
e diz que o sonso não se quis pronunciar sobre o primeiro lance (também aqui, com forte expressão corporal) e que, no segundo, afirmou (e cito) «os pés estão em jogo, o corpo não» (!!!), quando o grego, antes do passe, estava plantado na grande área. é certo que este sonso só fala «quando tiver que falar», mas quando o faz, mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo. ai!, espera lá… ups…
e que o Orelhas concedeu uma entrevista ao lixo tóxico do grupo cofina, para debitar a habitual propaganda e sossegar as hostes acerca do tão propalado tetra da treta, o novo desígnio nacional.
e que houve uma revisitação “muito fixe” de Christian Fischer, mas sem qualquer punição para o luís grande – talvez porque tenha sido (mais) uma ilusão, talvez em homenagem aos 400 jogos, talvez porque seja (novamente) um elemento integrante do clube do regime, talvez…
e que, perante este desvirtuar da (tão propalada) verdade desportiva – com a validação irregular de um lance capital e que decidiu os primeiros 90′ de uma partida de (pelo menos) 180′ – e depois de todo o frenesim em torno do jogo ante o tondela, consta que não houve quaisquer rasgar das vestes pela parte dos pés-de-microfone e dos sabujos habituais do jornalixo tuga, e que estas foram as capas dos pasquins de hoje:
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© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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em tudo “isto”, uma certeza: aconteceu em período carnavalesco e para não ser levado a mal pelos demais. pois eu não gostei nem um bocadinho…
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© google | 92º minuto
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bem sei que a “posta” já vai longa, mas este último capítulo vem ao encontro de tudo o que então afirmei, com epicentro na foto em cima.
aqui, aqui e também aqui, temos acesso a umas «gloriosas» escutas que envolvem habituais comentadores afectos à agremiação de carnide. o seu teor é muito interessante, sobretudo se o (cor)relacionarmos com estas imagens aqui, aqui e aqui. ou seja: os três porquinhos, presentes naquela imagem ali em cima, e que negam sempre que não há concertação sobre a propaganda a difundir nos programas de “debate televisivo” sobre o nosso comezinho futebolzinho, foram caços “com a boca na botija”. mais uma vez. e as justificações que entretanto apresentaram – aqui e aqui em texto; aqui em vídeo e por puro divertimento no que se alega em defesa do indefensável – são (no mínimo) muito risíveis e muito pouco convincentes.
é que toda a gente que gasta um pouco do seu tempo a ‘ouver’ tais programas [olá, Jorge! 😉 ] já lhes destapou a careca, há muito: é óbvio que há concertação, tal é a similaridade dos temas que abordam, bem como das expressões que empregam. as últimas e a propósito da nossa cor, são «a escola de mergulhos do Dragão» – visando o André Silva e o Soares – e a «invasão do Centro de Treinos do Polo Profissional dos Árbitros na cidade da Maia por parte de elementos afectos à claque do FCP» – cuja falácia é muito bem desmentida aqui.

em conclusão:
é conveniente estarmos atentos ao que a propaganda nos (in)tenta impingir, mas igualmente e sobretudo unidos* em torno da nossa Equipa do coração, tendo presente que o “inimigo”, esse «polvo» assente em muito #colinho e sempre envolto num #mantoprotector, reside fora de portas e não vacila perante aquele que é o desígnio nacional: o tetracampeonato da treta.
(* sendo que União não significa que sejamos acríticos; estas, a existir – e existem, porque o Clube não é perfeito – têm é que ser justas e tecidas com sentido de responsabilidade porque desengane-se quem considera que a bluegosfera é exclusiva dos portistas…)
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disse!
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ganhámos (o direito a sonhar)

© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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caríssim@,

antes de tudo, duas advertênciasum pedido e um ‘off-reco(rd):

» advertências:
esta “posta de pescada” vai ser um tanto ou quanto para o looong… para o comprid… vai ser um testament… vai honrar com a imagem de marca deste espaço de discussão pública.
esta “posta” vai ter muitas imagens (e não são dessas).

» pedido:
como já deves ter reparado, ultimamente a frequência com que comunico contigo não é tão regular quanto o desejável. comparando com um Passado recentíssimo, deixou de ser (quase) diária para se cingir uma intermitência pior do que as hesitações de passe do Herrera em zonas nevrálgicas do meio-campo.
tal deve-se (sobretudo) a motivos profissionais, os quais me impedem desse contacto harmoniosamente contínuo que tanto prezo e estimo, e que, no Presente, não é possível (de todo!).
assim sendo e mais uma vez, os meus sinceros pedidos de desculpas por quaisquer eventuais transtornos que te possa causar.

» ‘off-reco(rd)‘:
senhoras e senhores da tap, e do turismo de lisbo… de “portugal”, e da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, e das demais entidades públicas e/ou privadas que ficaram “muito contentes” com o facto da cidade do Porto, pela terceira vez e, desta feita, por total unanimidade (forasteira), ter conseguido o honroso galardão de “Destino Turístico Europeu de 2017“:
a vossa azia é (também) a “gasolina” que faz mover esta Região e o motivo principal pelo qual a reivindicação de mais e melhor descentralização, é muito premente, nos tempos que correm. não compreender que, com aquele prémio, quem vence é igualmente todo um País com pouco mais de 92000 km², é ser demasiado atávico, mesquinho, desditoso, para com toda a restante «paisagem» daquele e que é tudo menos subserviente (servil?) àquela outra e a quem diariamente (in)tenta que se lhe deve prestar vassalagem – ou não fosse a capital do Império… -, mas que, invejosa, não tolera os sucessos da primeira – o tal «resto» que (dizem) não passa de «paisagem».
pelos vistos, é a esta diversidade de «paisagens», com total primazia para a cidade do Porto, que os forasteiros que nos visitam preferem e que quem reside na dita capital do Império persiste em apelidar de «bacoco» por, por exemplo, não compreender o bairrismo intrínseco às suas gentes (algo que faz parte do seu ADN e que não se consegue explicar por palavras) – e já para não referir essa evidência de não perceber as multiplicidades geográfica e demográfica, que a expressão «o Norte» encerra nela própria (como se a região do Alto Douro fosse em tudo idêntica à do Minho, e o Vale do Sousa fosse similar à Ria de Aveiro)…
resumidamente e para não ser (ainda mais) fastidioso:
«que la chupen y que la sigan chupando. y sigan mamando.» ¡y olé, carago!
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neste entretanto, parece que ganhámos em Guimarães e conquistámos o castelo – um feito que, para o campeonato, já não era conseguido desde Fevereiro de 2013. e refiro «parece» porque, depois do muito que pude ler por essa bluegosfera fora e nalgumas redes sociais, o desânimo por não ter havido “ópera” superou o facto de termos levado de vencida dois obstáculos muito difíceis: o spórtém (na nossa fortaleza) e o Vitória (no seu reduto).
p
ara lá do que entrementes (brilhantes) escreveu o Silva e da muito bem observada questão da competência, da autofagia à Porto assertivamente abordada pelo Jorge e da pertinente crítica construtiva aos críticos daquela partida pela parte do caríssimo Vila Pouca, permite-me só esta observação (pertinente?):

é certo que, no jogo em causa e depois da exibição frente aos calimeros, durante muito tempo (deu a impressão que) não jogámos um caralho, tal a forma como se preferiu a solidez da defesa em detrimento dos méritos de um ataque (continuado?) e da famigerada «posse de bola» (mesmo que inócua) – e, no meu entendimento, há uma explicação para que tal tenha sucedido (e já lá vamos).
e é correcto afirmar-se que, em grande parte da partida, houve um permanente sobressalto em cada portista, sempre com a pergunta pendente de “quando é que este gajo [o Nuno] faz alguma coisa? está à espera que chova, só pode… ou então, da intervenção do divino Espírito Santo (nem que seja o de orelha)”…
e, sim!, só após a entrada do Diogo Jota é que soubemos controlar a partida e desferir o “golpe de misericórdia” na mesma e nas aspirações do Vitória SC (e não só) em relação a um hipotético empate.
mas, mesmo assim, ganhámos, porra! outros anos houve e até muito recentes, em que jogámos bem melhor do que no Sábado e perdemos (ou empatámos, o que vai dar ao mesmo em termos de “sabor” e de amargura), para gáudio dos mesmos que, em tempos (não muito) idos, se agarravam ao «pragmatismo» nas vitórias e, agora, (in)tentam-nos lançar poeira (#madeinporta18 ?) com estatísticas que, no cômputo geral, apenas e só referem o que, para mim, é Essencial: marcámos mais golos do que o adversário – com (ou sem) muita posse de bola, com menos cantos do que os outros, com mais remates enquadrados (ou não), quero lá saber! na fase em que estamos no campeonato e com todas as vicissitudes por que já passámos, mais do que “sonatas” e/ou “cantatas“, eu só quero os três pontos em cada um dos jogos que nos faltam disputar; o resto é paisagem (ou «’peaners‘»).

ou seja (e em suma):
é como afirma o “4lusos” e eu corroboro (com os destaques a serem da minha responsabilidade):
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« é evidente que há trabalho feito. É evidente que isto não cai do céu. É claro que o treinador tem a sua responsabilidade e mérito, mesmo que aqui e acolá, eu veja muitas lacunas nas suas decisões (recentes e distantes), em vários jogos e em momentos decisivos de alguns jogos.
sou (e fui!) muito crítico, não raras vezes, em relação a Nuno Espírito Santo [NES]; mas e se for motivo para elogiar, também sei dar-lhe mérito e reconhecer-lhe qualidades, e fá-lo-ei sem qualquer tipo de hesitação.
não sou apologista de NES, nem da forma como dirige e gere a equipa durante os jogos; mas tenho a forte esperança de que possa levar esta equipa a bom porto, dando (e acho que ainda esta época) uma alegria a todos os sócios e adeptos portistas. »
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e, também, como afirma o sr. Remígio Costa:
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« na hora de aproveitar um belo (e útil) triunfo há (ainda) quem insista em ver o “copo meio vazio”. facilitam a vida aos que fazem o trabalho sujo dos nossos adversários, tentando desprestigiar e desvalorizar os nossos sucessos… »
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e, de certa forma, não deixam de ter a sua razão. e tomemos por exemplo o jogo de ontem, a contar para a Champions, em que o Borussia visitou a agremiação de Carnide. rezam as famigeradas estatísticas da partida em causa que o 5lb levou um banho de bola e que, não fosse o seu guarda-redes, a humilhação seria inevitável. porém e para quem (como eu) não viu o jogo, o que as capas dos pasquins lá do burgo transmitem são autênticos orgasmos punheteiros (aqui), com números em tudo idênticos aos que apresentámos ante o todo-poderoso actual terceiro classificado da Liga…
ou seja: o que sobra, para contar à maralha lampiónica, é a vitória ante um super-Dortmund (mesmo que em crise) e o facto de estarem em vantagem para a segunda mão desta eliminatória; ao contrário de muitos de nós e de José Manuel Ribeiro, hoje no seu editorial “memento mori” (aqui), e por mais Razão que lhes assista, ninguém se preocupou em transmitir a ideia de um 5lb recolhido e acantonado no seu meio-campo, à espera de um milagre (que curiosamente viria a acontecer)…
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© google | Tomo III
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a propósito da partida de Guimarães, há algo que, para mim, dela não se pode dissociar: a vergonhosa arbitragem do xistrema.
sem querer ser muito enfadonho, tenho, para mim, que a “encomenda” esteve lá, bem presente no D. Afonso Henriques, e que tudo (in)tentou mas…. não teve a Sorte pelo seu lado. é que muito do (nosso) jogo pastoso da primeira parte também se deveu (e muito!) às inúmeras apitadelas do ‘shôr‘ carlos, sempre muito solícito a interromper o seu normal desenvolvimento, assinalando (de pronto!) todas as faltas, faltinhas e faltecas, a favor do Vitória, e num fulgor inversamente proporcional ao “pau” que permitiu (sempre!) aos jogadores da equipa visitada. e, se dúvidas houver do que afirmo, a imagem que se segue é basta elucidativa:
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“ah! mas houve um ‘penálte’ a favor do Guimarães, aos 38′. foi descarado o benefício em vosso favor! não fosse o árbitro e o Victorio Páez não teria terminado o jogo! tem vergonha na cara!”
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com mais ou menos insultos à mistura, este foi um comentário (dos vários) que recebi nos últimos dias. percebe-se o teor e o alcance da “indignação” lampiónica, muito pouco dada a ser afrontada com a “tal” verdade desportiva por que tanto pugna(va).
convém recordar que, aos 38′, estava 0-1, a favor do FC Porto e que o Victorio viu um amarelo aos 40′. se eventualmente tivesse visto amarelo aos 38′, tal significaria que, a partir desse momento, e num jogo hipotético que não veio a acontecer, teria o mesmo recato que demonstrou no que restou da partida.
mesmo assim e para os lampiões que por aqui passam, eis duas imagens que (também) ajudarão a elucidar as suas mentes (torpes):
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© google | Tomo III
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© google | Tomo III
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[diz que este não conta como ‘penálte’. que o vesgo do piç… que o vesgo do pizzi também fez falta igual, contra o spórtém e que não contou… pois, ’tá bem abelha… tivesse este lance ocorrido na nossa grande área, e com muita certeza que teria sido assinalada grande penalidade (com posterior expulsão do Danilo, bem entendido).]

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ah! e sobre a questão da «vergonha na cara»:

(não) ter «vergonha na cara» é andar a apregoar, aos quatro ventos, que há «ameaças a árbitros» mas só a Norte, e mesmo que perpetradas por dois indivíduos que vestiam artefactos identificáveis com uma das claques legalizadas do FC Porto e que qualquer um de nós pode comprar, independentemente do clube do coração…, “esquecendo-se”, de uma forma «gloriosa», de também abordar estas ameaças aqui e que (pasme-se!) foram devidamente comprovadas em Tribunal.
(não) ter «vergonha na cara» é fazer alarde de «muita coação» “esquecendo-se”, de uma assaz «gloriosa», que “a tal” coacção já remonta à década de ’90 (pelo menos) e também para os lados de Carnide.
(não) ter «vergonha na cara» é fazer um banzé com os «buracos azuis» sonegando (mas de forma «gloriosa»!) que a actual direcção da $AD do 5lb deve a este mundo e ao outro também – (pelo menos) ao BPN e ao BES.

(não) ter «vergonha na cara» é um pouco de tudo isto, “esquecendo-se” que a agremiação por que sofrem do coração tem muitos (bastos!) “telhados de vidro” que convém ocultar da mesmíssima maralha para quem diariamente se fazem capas jactantes (vulgo fardos de palha) como estas aqui.
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© Tomo III
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por último e em relação à imagem acima, a qual não encontrei em nenhum lado e sobre um lance – aqui, a partir dos 01:32:38 – que não aparece descrito em nenhum “relato” dos pasquins que o fizeram ‘online‘.

este lance passou em claro ao apitador de serviço. se tivesse sido julgado e conforme o refere o tribunal de ex-apitadores (aqui), muito provavelmente o adrien [valente escarro] não teria terminado a partida em Moreira de Cónegos e (espanto!) muito provavelmente não teria a oportunidade de marcar o terceiro golo dos calimeros. mas, mais do que esse hipotético “se”, a visualização daquele lance, no imediato, recordou-me aquele outro, o da expulsão do imbula, no Bessa, no ano passado, para a Taça de Portugal (aqui).
ou seja: mais uma vez questiono sobre quais são os critérios para este tipo de lances? é que, se os há, são muito “difusos” e propensos às mais diversificadas interpretações (opiniões)… ‘oh, wait!‘…

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disse!
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de duas (meras) preocupações…

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caríssim@,

como já o referi ontem, e no seguimento do que entretanto já foi (muito bem) denunciado aqui, aqui, aqui e aqui, contra todas as expectativas geradas no início do campeonato – mormente as que foram criadas (gloriosamente aventadas?) pelos me(r)dia em geral e pelo jornalixo desportivo em particular, aqui na tugalândia – estamos nos lugares cimeiros do campeonato, a um singelo pontinho da liderança.
desconheço se quem (ainda) é líder está todo borradinho e/ou tem insónias e/ou sonha com o bicho papão e/ou sofre de uma angústia sem fim; essas questões não me/nos dizem respeito, porque não nos são transversais, apesar de eventualmente podermos estar a contribuir para que aconteçam. e como é que o (não) sei? simples: é só constatar que, em momentos de um eventual (evidente?) aperto, surge sempre, mas invariavelmente sempre em socorro da «gloriosa» instituição, o seu maior reforço, o “Nomeações”.
esta jornada não será excepção, com a curiosidade daquele reforço jogar em três tabuleiros, em três jogos-chave: o desta noite, em Carnide, na recepção ao Arouca; o de amanhã, em Guimarães, quando defrontarmos o Vitória SC; o de Domingo, no Bessa, entre o clube da rotunda e os gverreiros lampiões do Minho. e atente-se bem nestas “coincidências”: teremos o rubro do Mota para talhar, a seu bel-prazer, o que houver que fender esta noite; amanhã haverá xistrema; no Domingo teremos uma imensa Paixão no jogo em causa e tendo em vista a jornada seguinte… ainda bem que eu não acredito em coincidências, pelo que (quase que) aposto que nos estão a tentar “fazer a cama”…
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© google | Tomo III
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até vou mais longe e tendo em linha de conta o que a imagem acima revela:
à presente data, em 21 jogos oficiais, o moço só apitou 10 da Primeira Liga; destes, só 5 envolveram os actuais primeiros 5 classificados; destes, 2 envolveram o Vitória e 1 o nosso Clube do coração (aquele, ante os gverreiros).
ou seja: a época em curso, para o ‘shôr’ carlos, está a ser mediana (para o baixo…), tal e qual o nível das suas apitadelas. então, qual o motivo da sua nomeação para um jogo de alto risco? não haveria ninguém melhor classificado para o fazer? vai-se a ver e se calhar não. ou então, não convinha nada, mas mesmo nada, que houvesse… acho que estou mais inclinado para esta última (hipotética) hipótese.

no fundamental e o que realmente me preocupa:
que a Equipa consiga trazer de Guimarães o que mais nos interessa e que são os três pontos – com ou sem xistrema.
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© google | Tomo III
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como muitos de nós já o referiram e conforme a imagem acima o revela, parece que algum do jornalixo tuga só agora acordou para a Realidade. em concreto e colocando os nomes nos (literalmente) bois, só depois de Terça-feira – com a revelação no último “Universo Porto – da bancada“, por parte do actual Director de Comunicação do Clube, Francisco J. Marques – é que na redacção do pravda da Travessa da Queimada se descobriu que, no contrato de empréstimo de Óliver Torres, há uma cláusula obrigatória de aquisição dos seus direitos desportivos…

para os mais esquecidos, convém recordar o que foi oficialmente declarado à CMVM, em dois comunicados distintos (um em Agosto de 2016, o outro no decurso do dia de ontem):
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© google | Tomo III
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e se, ontem, para os sabujos do pravda, éramos «obrigados a pagar 20 M€» pelo nosso “maestrinho” [© Vassalo], hoje já somos «obrigados a vender» para garantirmos que por cá continua e sem ferir os regulamentos da UEFA [longo suspiro]…

bem sei que «a língua portuguesa é muito traiçoeira» e tal, mas dava jeito que, no pravda da Travessa da Queimada (e não só), houvesse alguém que conseguisse interpretar correctamente o Português. é que e de acordo com aqueles comunicados:

» o empréstimo do Óliver «contempla a opção de compra definitiva» dos direitos desportivos do jogador por 20 M€ (vinte milhões de euros);

» a $AD do Clube exerceu essa opção a 09 de Fevereiro de 2017;

» «após o término do contrato de empréstimo em vigor» iniciar-se-á um novo contrato de trabalho com o jogador; 

» o término do presente empréstimo acontecerá a 31 de Dezembro de 2017.
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ou seja: aqueles vinte milhões de euros só entrarão na contabilidade do Relatório&Contas afecto ao primeiro semestre da temporada de 2017/2018, o qual certamente incluirá, entre outras rubricas, vendas de “activos” do Clube e (bem mais importante) um novo valor referente aos “Activos Tangíveis”, onde consta o Estádio do Dragão, totalmente amortizado a 01 de Fevereiro de 2017 e com naturais reflexos ao nível dos Capitais Próprios da $AD portista (por via da Sociedade Porto Estádio).

em suma e assim concluo:
os sabujos “preocupam-se muito” porque há que “lançar poeira para o ar” e (in)tentar desunir a massa adepta portista, por forma a que os outros, ditos «gloriosos», possam continuar a reinar.
faço votos sinceros para não haja muitos de nós a cair neste conto do vigário, porque um portista que se preze não “come gelados com a testa”, nem é visto por lorpa e/ou morcão.

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disse!
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tónico suplementar [editado]

© google | Tomo III
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caríssim@,

em primeiro lugar: bom dia/boa tarde/boa noite! (dependendo do hemisfério e do fuso horário onde te encontras).
em segundo lugar: o FC Porto, à distância de um singelo pontinho «do lugar onde queremos estar»*.
[* bem sei que estamos classificados naquele que é tido como o primeiro lugar dos últimos; mas, há sensivelmente quinze dias, não dependíamos exclusivamente de nós para almejarmos o topo da tabela classificativa.]

apesar das nuvens e do cinzento deste dia, o Sol brilha por cima daquelas, radioso. há esperança, car@go!
por outro lado, “cautelas e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém”. ou seja: ainda há muito campeonato pela frente, ainda há muitos pontos em disputa, ainda nada foi ganho.
mas, confesso, o resultado de ontem – a vitória do Vitória FC ante o 5lb, num jogo que considerei improvável destes serem lavados de vencida por aqueles, tal a afinidade do seu presidente com o Orelhas – é, para mim e no meu entendimento, o tónico necessário – aquele ‘plus‘ – para superarmos o desafio do próximo Sábado. era algo que aguardava já há algum tempo. e, como já o referi, agora depende só de nós, do nosso trabalho, da nossa tenacidade, da nossa entrega, da nossa raça, do nosso esforço, do nosso brio, do nosso orgulho enquanto Portistas.
e acho que a Equipa também o saberá, pelo que, a partir deste momento, veremos a fibra de que é feita e, mais importante, se tem a estaleca necessária para voos mais altos – curiosamente voos que não lhe destinaram no início da presente temporada desportiva, sobretudo e mormente pelos mesmos que, agora, se encontram nos hiper a comprar fraldas anatómicas, tal é o fedor que se (pres)sente dos receios que emanam, e que, veja-se a ironia!, naquela altura, até aventaram que o FC Porto teria como máximo de ambição a disputa pelo terceiro lugar com os gverreiros lampiões do Minho (e, por inerência, a vaga de acesso ao ‘play-off‘ de acesso à fase de grupos da Champions), tal era a “gloriosa” convicção que os dois primeiros lugares estariam destinados («reserBados»?) às agremiações afectas à Segunda Circular… nem chegávamos (sequer!) a contar para o totobola, quanto mais para os lugares cimeiros…
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© google | FC Porto para sempre
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por último e tendo em consideração o que se explana nas duas imagens que “embelezam” estas linhas (#notmadeinporta18):

é fodid… [ahaam] é tramado com um F bem maiúsculo sofrer uma falta para grande penalidade e o apitador tuga de serviço não a assinalar, não é? é mesmo fodid… [humm] chato com esse F bem maiúsculo… pois é… nós já vamos a experimentar essa sensação há (pelo menos) vinte grandes penalidades a esta data… portanto e para os garnisés que por aqui passam e amiúde deixam os seus “gloriosos” bitaites, os quais invariavelmente têm como destino o arquivo geral, a minha resposta para vocês é só uma (e cito-vos de cor):
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«jogainde mazé à bola, pá! [sic] chorões do car@lho!
pensava que os calimeros só vestiam de verde, afinal…»
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ah! e pensava que este tipo de recepção era apanágio só de um clube mais a Norte do Rio Mondego; afinal, não é um exclusivo nosso, e até parece que os “meninos de coro” até a tiro tiveram que ser dispersados…

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post scriptum pertinente:
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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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« reconhecemos oficialmente a Taça Intercontinental como um torneio intercontinental e não mundial, uma vez que era disputada entre representantes de apenas dois continentes.
desta forma, os dois troféus conquistados, em 1987 e 2004, são reconhecidos pela FIFA, mas não como títulos mundiais
»
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portanto, para que não restem dúvidas e ao contrário das taças lat(r)inas, a FIFA reconhece oficialmente as Taças Intercontinentais que o FC Porto disputou e conquistou, por duas vezes, e que outros (ditos “gloriosos”) só as disputaram (e delas saíram goleados).
aliás, os Portistas, qualquer um de nós, sempre se referiram àqueles troféus como Taça Intercontinental e nunca como Mundial de Clubes – e apesar dos esforços que alguns me(r)dia tugas e todo o jornalixo da tugalândia fizeram (e ainda fazem…), só para posteriormente poderem ter o (“glorioso”?) prazer de escarrapachar nojos “jornalísticos” como este aqui.

[esta é uma resposta com destinatário definido e que veio para cá arvorar-se em mais-maior-grande, mas só se for da rua dele.]

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disse!
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«ganhámos (apesar do treinador)»

© zerozero
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caríssim@,

antes de tudo, uma pertinente advertência:

com o texto que se segue, o qual será ligeiramente para o looongo, aos olhos de alguns (muitos?) talvez vá parecer que sou o tolinho que se encontra na auto-estrada, em contra-mão, e que julga os outros condutores – todos eles! – por considerar que são os que estão errados, e não ele… aliás: não é «talvez», é mesmo! mas não me importo, pois estou consciente do “erro” que estou a cometer, qual ovelha choné a remar contra a maré [rima propositada]…
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(re)vi a partida deste último Sábado, ontem, em diferido e na tranquilidade do lar, e depois do muito desassossego que pude ler na bluegosfera. aqui chegados, confesso publicamente, não só a minha douta ignorância sobre essa sapiência que é o Futebol, assim como a minha incredulidade perante tanta crítica – acérrima, feroz, tenaz, acre e, com certeza, que igualmente válida (e não me compete julgá-la, antes pelo contrário, e nem sequer é essa a razão de ser desta prosa) – e logo numa vitória…

acusem-me de resultadista; sincera e honestamente quero lá saber! de há uns seis anos a esta parte (pelo menos), aquando da passagem do bitó Pereira, pelo nosso clube do coração, que coloco o pragmatismo do resultado final à frente de outras questões – em tempos, tidas como «de ópera» que, como é do conhecimento geral, é mais lá para os lados do S. Carlos, na capital do império (da ‘piovra‘). por exemplo: desde aquela altura, quando me desloco ao nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, (supostamente aquela que deveria ser «a nossa fortaleza»), existem três resultados possíveis com que poderemos ser brindados, no final das partidas, quando e num Passado (já nada) recente, quando ia às Antas, só considerava a vitória como o único plausível.
talvez esteja a ser exacerbadamente altivo e sobranceiro, ao afirmá-lo, mas será sempre para o lado que dormirei melhor, porque é o que sinto actualmente. esta minha atitude é também uma forma de me defender das expectativas (sempre altas) que tenho quando joga o meu clube de Sempre. pode parecer incongruente, mas desde aquela altura, a do bitó – em que cheguei a assistir a jogos ao vivo e a cores que (literalmente) me fizeram adormecer, tal era o soporífero do “futebol” praticado, assente numa estéril posse de bola e no «o Hulk resolve» – que me sinto assim: espero que se consiga a vitória, nem que seja com um golo em fora-de-jogo, nos instantes finais da partida (‘oh! wait!‘…). e é por demais evidente e óbvio que continuo a perder noites de sono com os nossos desaires, tal&qual como tu, mas isso, agora, não vem (nada) para o caso…

estas recordações assaltaram-me ontem, enquanto revia o jogo de Sábado, o qual, pelos vistos e depois daquelas críticas todas, é ligeiramente diferente daquele visionado pel@s demais portistas da bluegosfera (e não só). explico.
do que me foi dado ver, mais uma vez o nosso treinador adoptou uma espécie de sistema táctico em função do adversário que a equipa defrontava a seguir à última partida. desta feita, fê-lo utilizando um esquema de 4 médios o zona nevrálgica do meio-campo, prescindindo de extremos “puros” – algo que, por exemplo, em tempos idos, José Mourinho fez em todos os desafios que o FC Porto disputou para as competições europeias, nas épocas 2002/2003 e seguinte. e diz que o Prof. Jesualdo Ferreira também o fez e por mais do que uma vez, e com relativo sucesso… e já sei que os plantéis são todos diferentes, e que as qualidades futebolísticas dos médios de agora e de então não podem ser comparáveis (há quem advogue perda de Qualidade…), e que qualquer coincidência de esquemas tácticos entre esses tempos e os de Hoje é pura especulação e uma total perda de Tempo… mas, não foi o Nuno, e não um qualquer Espírito Santo de vão-de-escada, que afirmou que (e cito): «não há um sistema táctico, há uma ideia: os laterais estão constantemente projectados; os médios que envolvem, que rompem; e os avançados que estão sempre perto da grande área adversária. assim, em 60 metros, não há um sistema que se possa identificar, não há 4-4-2, nem 4-3-3. há uma ideia!»? e não foi o mesmo Nuno que afirmou (e cito): «a minha mensagem é única e coerente. acredito fielmente na Comunicação. acho que os jogadores ouvem o que dizemos, sentem o que dizemos e tentam reproduzir isso nos 90 minutos. nem sempre foi assim, mas na maioria das vezes sim. não vejo necessidade de mudar a linha de Comunicação de, como ouço, “dar murros na mesa”. o importante é passar uma mensagem coerente e clara para os jogadores»? então, qual a surpresa de, na Amoreira, termos jogado com quatro médios?! pelo que afirma e em Absurdo, até poderemos jogar sem avançados frente ao spórtém…
o importante a reter, pelo menos para mim e considerando aquele pragmatismo que expus ali atrás, é que houve a assumpção de um erro na explanação daquele sistema de 4 médios. é que e pela primeira vez, Nuno resolveu mexer na Equipa e corrigir um sistema que não estava a resultar (de todo!) ainda na primeira parte do encontro. eu acho que esteve bem em emendar a sua decisão primeira, mas e pelo que pude ler na bluegosfera, até parece que foi cometido um qualquer sacrilégio… aliás, recordo-me de outras partidas “deste” FC Porto, “do” Espírito Santo, na primeira volta, em que nem chegámos a esgotar as três substituições a que temos direito por Lei e quando o jogo “pedia” algo (substancialmente) mais* (melhor?)…
[* dá para compreender um pouco mais (melhor?) a minha actual condição de “resignação”, aquele afirmar de um certo pragmatismo?…]

na partida na Amoreira também deu-se o caso de os primeiros 45′ terem sido amorfos, sem muita chama, sempre a dar a sensação de que estávamos a disputar a partida, mais do que para a vencer, antes para não sairmos de lá sem qualquer ponto conquistado. (infelizmente) já não é a primiera vez que o sinto e a gota de água, para mim, foram aqueles inexplicáveis vinte minutos finais da partida ante o 5lb, no Dragão – em que conscientemente se optou por resguardar o 1-0, qual equipinha pequenina e ante um adversário que, desde o primeiro minuto, se preocupou em não perder (aliás, aqueles festejos efusivos por se ter conseguido um empate, ao minuto 92′, assim o indiciam…).
por outro lado, também vi, ao longo dos 90′, que esta Equipa tem fibra, tem raça, tem carácter, tem garra e não se dá por vencida antes do apito final – e numa clara antítese, por exemplo, para a época transacta. nota-se, sente-se o Espírito de Grupo – e só assim se poderão justificar as reacções de Casillas e de Marcano, ao golo sofrido na Amoreira (num lance fortuito do Estoril, é certo, mas num remate perfeito e só defensável com os olhinhos). e, acho eu, esse deverá ser um mérito que, com toda a Justiça, se deverá imputar ao actual treinador do FC Porto**, ou não será assim?
[** curiosamente o mesmíssimo treinador cujos seus festejos, aquando do nosso segundo golo, foram postos em causa/severamente criticados/alvo de censura (!!!) – como se tivesse que haver um qualquer código de posturana altura de um momento orgásmico, como é o de um golo a favor do FC Porto…]
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em suma e como bem afirma o RCBC, na sua mais recente prosa:

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« a pergunta que me coloco a mim próprio é: será razoável “pedir lagosta com champanhe”, até ao final do campeonato, em vez de “um bom bitoque com batata frita e coca-cola”?
para mim, a focalização até ao final da época deverá centrar-se sobretudo em termos um nível de eficácia e de competência, que nos permita arrecadar o máximo de pontos possível, com maior ou menor fulgor exibicional. […] sinceramente já estou preparado para assistir a “concertos de bombo” (e não «de ópera») e a “comer bitoque com batata frita” até ao final do campeonato. não se trata de falta de ambição ou de exigência, trata-se de realismo. »
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© google | superporto
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também me foi dado ver e dentro do possível que a (fraca, péssima) realização da transmissão televisiva o permitiu, que e mais uma vez nesta época (que ainda não terminou), e tal&qual como as anteriores duas, que tivemos que lutar contra tudo, contra todos e contra os tolos do costume – i.e., e não há como o sonegar, contra uma equipa de apitadores que souberam (muito) bem ao que foram e desde o seu início (desde a sua nomeação). tenho para mim que o “servicinho” estava muito bem encomendado…

façamos um exercício simples de “supônhamos que” [brincadeira].
imaginemos que aquele fora-de-jogo, muito mal assinalado pelo mesmo bandeirinha que foi incessantemente pressionado pelo “illusionista” igualmente natural do País Basco, mas que comanda o Estoril, e que aconteceu aos 6′ do encontro, e que a imagem acima documenta o que a realização da transmissão televisiva não repetiu e o tribunal do pasquim do ‘quim oliveirinha não analisou, sonegando esse facto de forma despudorada, não o era. imaginemos que o lance decorria com a normalidade que deveria ter acontecido, e que faríamos o golo – algo muito provável de poder ter acontecido, não fosse esse lance indevidamente invalidado.
aos 7′ minutos, a vencer por 0-1, num campo tradicionalmente difícil e ante um opositor que, contra nós, não cede e tudo faz para (pelo menos) empatar o resultado – e ao invés do que acontece quando os outros, ditos “gloriosos”, lá vão passear – o jogo seria outro, certo? porventura não teria havido aquela sofreguidão final, aquela ânsia na procura de um golo que tardava em acontecer. e, se calhar, muitas das críticas que se teceram (e que ainda se tecem…), não teriam visto a luz do dia, correcto? pois…
mas, não foi nada disso que aconteceu e os 2 golos que marcámos também o foram contra a “encomenda” (do) oliveira, o apitador que nos sonegou duas grandes penalidades, não concedeu a lei da vantagem aos 18’, num lance em que optou por assinalar a falta (que existiu!) sobre Diogo Jota, quando Herrera e André² seguiam isolados para um golo certo, e que foi basto permissivo com a distribuição de “lenha”, de “cacete”, de “pau”, de porrada velha, por parte dos canarinhos – e que não os de Terras de Vera Cruz, que esses também sabem jogar à bola. os da Amoreira é mais às pernas dos jogadores…

já agora, um parêntesis para afirmar que a autêntica roubalheira, em termos de arbitragens, esta época, também atinge os jogos da Segunda Liga, mormente aqueles em que intervém o campeão nacional em título.
a imagem que se segue é só mais um exemplo, e refere-se à partida de 14 de Janeiro último, ante o Aves, num empate muito amargo…

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© google | Tomo III
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é por demais evidente o adiantamento do guardião do Desportivo local, no momento em que Fede Varela remata – algo que escapou ao apitador de serviço, certamente que por dificuldades de visão total desse lance, do ponto (nada) privilegiado em que se encontrava [modo de ironia ‘off‘]…
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© fotos da curva | Tomo III
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por último, uma palavrinha para quem se diverte com o rebentamento de petardos em jogos de futebol e considera que (e cito) «’no pyro, no party, no fun‘»:

o vosso lugar não é no Futebol.
aliás: o vosso lugar é bem longe de recintos desportivos, estádios de futebol incluídos.
o que vocês fizeram, este Sábado, só dá razão a tod@s os que nos querem “muito bem” e que gloriosamente aguardam por momentos como esses para nos entalarem bem entaladinhos – por exemplo, no recolher de dados e/ou de factos em que as nossas claques estejam envolvidas e independentemente dos seus membros que prevaricaram, para imporem ao Clube (pelo menos) um jogo à porta fechada por «comportamento incorrecto do público» e «arremesso perigoso de objectos» – uma sanção prevista no art. 178º do Regulamento Disciplinar da Liga.

(e, note-se bem, que prezo muito o trabalho meritório das claques portistas, mas ele há momentos em que a crítica também deve ser tecida, de uma forma justa e objectiva, para o Bem de tod@s quant@s amam o Clube e independentemente da forma como o sentem.)
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e, chegados aqui, com a interrupção da partida por duas vezes – uma delas quando estávamos a massacrar a defesa estorilista e dentro do que a adjectivação daquele verbo (massacrar) comporta na partida em causa – estou certo de que a multa que será dirigida à $AD portista, esta semana, será muito avultada* – porventura num total de 300 UCs (ponto 2., do art. 186º), sendo que cada UC tem o valor de 78 euros… «é só fazer as contas», parafraseando o outro… e também estou certo de que, apenso àquela multa, estará um aviso de que não haverá contemplações, numa próxima vez, porque… não haverá lugar a uma próxima vez.
[* a multa teve um total de 9028 euros (aqui, a pág. 7 e 8)].
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disse!
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(des)igualdades…

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caríssim@,

tempos muito agitados, estes, que se vivem actualmente no nosso comezinho futebolzinho tuga, com anúncios de «reuniões de emergência», denúncias de «ameaças», desmentidos avulsos e o diabo a sete… e ainda bem que assim é, pois que, no meu entendimento, significa que o «forrobodó» tem os dias contados. e igualmente que muito “boa gente” terá que sossegar a periquita com a treta do tetra que gloriosamente se deseja que aconteça, nem que seja por decreto…

com estas linhas (#notmadeinporta18) não pretendo repetir o que entretanto já se afirmou peremptoriamente aqui, aqui, aqui, aquiaqui, aqui, aqui, aqui, aqui e também aqui, porque secundo cada uma daquelas fortes convicções de correlegionários desta nobre causa, e que é a defesa intransigente dos direitos do nosso clube do coração e de Sempre: essa instituição centenária que dá pelo nome de Futebol Clube do Porto e que deveria merecer igual respeito que outras, sediadas lá para os lados da Segunda Circular (já lá vamos).
mesmo assim e apesar de todo o escarcéu, não deixa de ser assaz curioso que só depois do descalabro calimero em Setúbal, e para uma competição da treta como é esta taça da liga, é que as instâncias superiores que controlam o sector da arbitragem tuga resolveram sair a terreiro. só depois do alvoroço criado pela agremiação do Lumiar é que se fizeram manchetes com o que, até então, era olhado de soslaio por aquelas mesmas instâncias – e conforme se confirma na imagem acima. só depois das denúncias de «factos», pela parte de um «catedrático» do nosso comezinho futebolzinho, é que essas mesmas instâncias resolveram “agir”, agendando «reuniões de emergência» (certamente que da treta, porquanto que darão em nada). atente-se que só depois, não antes, quando denunciámos, via Porto Canal (aqui) e e-letter Dragões Diário (aqui e aqui), factos igualmente graves, lesivos da Verdade Desportiva nas várias competições internas em que o Clube participou, e que deveriam suscitar, não só muito incómodo e basta preocupação, mas também uma motivação suplementar para se averiguar da sua veracidade, por parte daquelas mesmíssimas instâncias. ao invés, o que até então se constatou foi a uma série de episódios avulsos e sem qualquer cariz de inquietação, por mais pequena que fosse – principalmente num artigo de opinião onde, para lá de se sossegar a maralha com o chavão (gasto, estafado) da «importância do diálogo com todos os agentes desportivos», exige-se a «responsabilização [sempre que] a dignidade e a honra dos árbitros seja colocada em causa, na defesa dos árbitros, da arbitragem e do futebol português» – vulgo “lei da rolha”, porque «2016 foi um ano fantástico para o futebol português. 2017 tem tudo para voltar a sê-lo»…

em suma:
(com)prova-se que perdemos demasiado tempo quando, vilipendiados na nossa Honra, na nossa Dignidade, no nosso bom-nome, no Respeito que merecemos, optámos por um (in)consciente silêncio sepulcral.
(com)prova-se que, apesar de ainda irmos a tempo de reverter aquela situação – e por mais antagónico que seja e/ou que pareça – a nossa voz não possui o mesmo (i)mediatismo que as das agremiações afectas à Segunda Circular, #notsportemlisbon incluído (!!!) (mais uma vez atente-se para a imagem acima e tirem-se as devidas ilações).
(com)prova-se que é este o caminho que se deve seguir: o da denúncia pública de factos que comprovadamente lesam a (em tempos, tão propalada mas entretanto sonegada) Verdade Desportiva, e que atentam à seriedade das competições. e que esse caminho é sinuoso. e basto extenso (olá, Silva!). e com muitos “espinhos” (ou serão «polvos»? ou «monstros»?). e que trará mais dores de cabeça e indisposições do que agrados. mas que é efectivamente este o caminho a trilhar.
(com)prova-se que, mais do que «um canal com clube», a (in)tentar uma via generalista que dificilmente há-de almejar, o Porto Canal deverá ser a via privilegiada para se denunciarem os «polvos» que mais ordenam no nosso futebolzinho da treta. sim!, a e-letter tem mérito, as contas oficiais nas redes sociais também são válidas, mas o impacto do canal de televisão é muito superior àquelas e apesar de ter um ‘share‘ residual se comparado com outros canais de informação.
(com)prova-se que seria benéfico que, nos programas televisivos de “debate” daquele mesmo futebolzinho, os comentadores afectos ao FC Porto e porque estão em sua representação, no mínimo, dever-se-iam inspirar no saudoso Pôncio Monteiro para evitarem silêncios cúmplices (allô, Manuel Serrão!) e/ou abanos de cabeça coniventes (hello, Guilherme Aguiar!). não tenham medo de serem maus rapazes, de se exporem e eventualmente de se “queimarem”, e sejam mais acutilantes e incisivos, na defesa da nossa dama. ouçam aqui como se deve fazer, chamando (literalmente) os “bois” pelos seus nomes de baptismo, e por muito incómodo que cause ao moderador do programa. Ontem já era demasiado tarde…
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© google | Tomo III
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«joguem mazé à bola e deixem-se de tretas!»

sei que o testament… que este textinho já vai longo, mas não quero terminá-lo sem expor o seguinte ponto de vista:

invariavelmente aquele sido este o “argumento” com que tenho sido brindado desde que o escândalo do «polvo» rebentou – seja na caixa de comentários do blogue, seja no local de trabalho.
a quem assim “pensa” e normalmente também sustenta a sua verborreia com a falácia «dos anos 90» e do «controlo do Sistema», e para lá do ‘pito dourado e do pífio final, aconselho a que atentem na imagem acima *, e façam esse enorme esforço de inverterem a cor da camisola dos apitadores em causa. o que já não se teria dito e/ou escrito e/ou comentado se aqueles fossem adeptos confessos de um clube mais a Norte do Rio Mondego? é que eu não tenho memória de passarinho e recordo-me bem do que, em tempos, na “tal” década de ’90, muito “boa gente”, afecta à agremiação de Carnide, com o zarolho à cabeça, zurziu em torno da confissão de Martins dos Santos ser adepto do FC Porto. e, sem querer recuar muito no Tempo, do que se aventa sobre o «super dragão» roubar… duarte gomes…
ah! e para que conste: o que se “pede” não são benefícios e que, a partir de agora, os campos comecem a se inclinar a nosso favor, e que se subvertam as leis do jogo em nosso benefício; o que se pretende é que essas mesmas regras sejam respeitadas independentemente da cor das camisolas e que, de uma vez por todas, haja uniformidade nos critérios com que as mesmas são aplicadas – algo que está em falta há (pelo menos) uma década, com total descalabro na que se encontra em curso.
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(* e naquela imagem falta o famigerado rufiola de Guimarães…)
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disse!
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para memória futura (parte V)…

© zerozero | Tomo III
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esta arbitragem desvirtua completamente esta competição! o encontro fica decidido por um lance. era um jogo muito importante para nós, que valia a passagem à meia-final da Taça da Liga – uma competição que queríamos muito ganhar. mas nomearam árbitros sem experiência e com pouca capacidade para os jogos dos três grandes. isto demonstra que não devem ter muito interesse nesta competição…
durante o jogo poderíamos ter feito o segundo golo, em várias ocasiões. o
spórtém está a ser prejudicado com muita facilidade: a favor do spórtém dificilmente se marca; em lances contra, é muito fácil marcar. é uma falta de respeito para com o spórtém, que é um grande clube, assim como para com os seus adeptos e para com os seus profissionais.
em tantos anos de futebol nunca vivi uma coisa destas! fizemos o que tínhamos que fazer mas, mais uma vez, passaram-se coisas que não conseguimos controlar.
estamos a chegar à final da competição e nomearam árbitros com pouca experiência e com pouco nome… a Equipa “sentiu o golpe” de ser eliminada e da maneira como foi! isto deixa sequelas. já temos outro jogo Domingo mas ficámos afectados emocionalmente. não há motivos para isto acontecer! todos os que estiveram no estádio perceberam que é muito fácil prejudicar o
spórtém… queríamos estar nas meias-finais e não vamos estar; queríamos vencer a competição e já não podemos. foi uma injustiça! saímos da competição devido a erros de terceiros…
o
spórtém poderia ter feito o segundo golo por diversas vezes, mas não conseguiu. no entanto, o nosso trabalho estava feito. não é por aqui que se pode falar. o spórtém fez uma grande segunda parte e fez tudo para ganhar, mas não podemos alterar a realidade. não são desculpas, são factos!

mais uma… já começam a ser constantes, estas falhas. a Equipa está revoltada perante tantas decisões erradas. são demasiadas decisões erradas!
tenho dificuldades em encontrar as palavras para estas atitudes. vejo a mentalidade e o esforço desta equipa a treinar e nos jogos e, depois constantemente surgem estes erros… o ânimo da Equipa não é bom…
estes erros começam a ser muito frequentes e isso provoca uma frustração muito grande. trabalhámos bem, com muito sacrifício de todos e, depois, derrubam os nossos objectivos com outros factores…
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Setúbal, Janeiro de 2017.
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caríssim@,

sim!, as citações acima (e que se reproduzem para memória futura) poderiam ser de um qualquer elemento afecto à nossa equipa do coração e na presente época desportiva 2016/2017, mas… não: ao invés, são declarações exclusivas do treinador e do capitão da agremiação calimera do Lumiar, depois de uma derrota e consequente eliminação da fase final da ex-taça da bjeKa (ou taça da carica, ou da crica, ou do do raio que a parta!). e não deixa de ser extremamente curioso que o que se destaca a negrito naquelas, é coincidentemente idêntico ao que muito nós temos denunciado, esta temporada.
“a’tão, onde reside a (principal) diferença entre as queixas?”, estarás a perguntar (ou então, não). simples: os roubos de Catedral que denunciamos e que atentam à tão propalada Verdade Desportiva, são relegados para meras notas de rodapé nos pasquins do burgo e/ou não conferem aberturas de telejornais (e aqui não incluo o destaque que se confere às nossas derrotas desportivas) e/ou são tidos como meras calimerices; já os «factos» delatados pelos viscondes falidos do reino de Alvaláxia são (mais) uma oportunidade para tempo de antena gratuito ao burro do Carvalho – e para lá da antítese do destaque que os me(r)dia tugas (não) nos concedem, como se comprova aqui e aqui.

é (também!) por estas razões, de autêntica dualidade de critérios – arbitrais, editoriais, comunicacionais, de respeito (ou da falta dele), outros quaisquer – que saúdo o que foi (muito bem) dito no programa “Universo Porto – da bancada” de ontem (vídeo aqui), no Porto Canal. durante quase noventa minutos de emissão, mais do que um blá-blá-blá inconsequente, começámos a dar (literalmente) nomes aos bois do (outrora) «sistema» – actualmente parece que é mais «monstro», ou «polvo» (que é quem mais ordena, como se sabe) – e que até já ultrapassou as fronteiras do nosso comezinho futebolzinho de pacotilha…
aliás, neste caos em que se encontra o mundo dos apitadores tugas, só poderá haver um glorioso gáudio e um tremendo júbilo, por toda uma situação a tresandar ao que o burro do Carvalho exala de todas as vezes que se cruza com o seu congénere de Arouca, pela parte de quem é imensamente pequeno e de quem é tacanho o suficiente para menosprezar todo um esquema ardiloso, (muito) próprio dos que conscientemente opta(ra)m por «fazer isto por outro lado» e que consideram que «são mais importantes os lugares na Liga do que contratar bons jogadores»…

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disse!
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