de um «cretino», que não passa(rá) de um «vintém» [com adenda e editado]

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o Soares chegou “em bruto”: corria para trás quando os outros corriam para a frente. houve um quadro técnico que o ajudou muito, num ano e meio e não vi, em nenhum momento, neste período em que ele foi para o FC Porto, uma referência ao quadro técnico do Nacional, que o detectou lá num “Candal” ou num “Rio Tinto” qualquer do Brasil, que o trouxe e que lhe permitiu ser, hoje, o que ele é. até parece que não passou pelo Nacional…

como ser humano, espero que vá o mais longe possível, desejo-lhe a maior sorte. mas há duas coisas, na Humanidade, que, a mim, me incomodam: uma é a ingratidão e a outra é a ganância. quando as pessoas, por omissão, que é o caso, denunciam alguma ingratidão… então, não lhe terei grande coisa a dizer em relação a esse jogador… por isso, sobre esse jogador, poucas referências tenho a fazer. mas desejo-lhe a maior sorte como profissional.
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manuel machado, treinador do fc arouca, 09 de Março de 2017.
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foi muito importante para mim. acho que foi um enorme passo para mim ter feito esses 14 golos e ter ajudado o Nacional.
o treinador manuel machado ajudou bastante, nesse aspecto. ele  [manuel machado, na altura treinador do Nacional da Madeira] falava-me sobre o que eu tinha que fazer, o que tinha que melhorar. eu acho que… sou muito grato a ele, também. e deu tudo certo, no Nacional. e… bola para a frente.
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‘tiquinho’ Soares, jogador do FC Porto, 16 de Fevereiro de 2017.
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caríssim@,

não há nada mais para afirmar sobre este não-assunto, a não ser que, se não o é, até parece que está em marcha uma (espécie de) campanha para se tentar descredibilizar a melhor contratação do último defeso – primeiro, acusá-lo de ser “piscineiro”, agora “isto”…
e, já agora, que seria bom que o «cretino» em causa, se não quiser passar por «um vintém», como acusou o outro, em 2009, se retratasse antes do início da partida, junto de quem de direito – o mesmo jogador que, em devido tempo, afirmou estar-lhe «muito grato».
é que, «na Vida, por muito que a gente pinte de amarelo, de vermelho, de azul, para encher jornais, ele há coisas que não mudam, que são valores absolutos, valores profissionais». o reconhecer (d)o Erro, a assumpção da culpa e de que julgámos muito mal o carácter do Outro, é só um deles.
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adenda pertinente, em 11-03-2017:
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neste entretanto, o manuel já pediu desculpas públicas ao Soares e ao FC Porto, por um episódio que tem tanto de lamentável como de «surreal», e para o qual ele foi o único (por que principal) instigador.
mesmo assim e apesar da postura do jogador (que lhe ofereceu a camisola do jogo) e do Clube, eu não o desculpo. e não o desculpo sobretudo porque, ao invés de assumir as suas próprias culpas, distribuiu-as pelo jornalixo tuga e pelos sabujos e pelos pés-de-microfone, que se limitaram a difundir as suas alarvidades. para além de que mentiu, com todos os dentes que tem na sua boca, quando afirmou que não leu nada da entrevista do Soares na Imprensa: certamente que não lhe fizeram chegar a edição do pasquim do ‘quim oliveirinha, no dia seguinte àquela (aqui).
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neste entretanto e como a imagem acima o comprova, já há quem esteja a aproveitar aquelas declarações infelizes, de alguém que nunca tive em boa conta, confesso, e que, na altura em que as proferiu, até dava a entender que estava com três ou quatro copitos a mais no bucho: a capa do ‘pravda‘ omite «gloriosa» e descaradamente o devido contraditório, por parte do jogador do FC Porto, dando a entender que o actual treinador do fc arouca tem toda a Razão do seu lado; a capa do pasquim do ‘quim oliveirinha remete a estória toda para uma singela nota de rodapé.
e esta “situação” é bem pior nas tvwc‘s da tugalândia, com o devido contraditório a ser sonegado de uma forma soez, torpe, vil, indigna dos princípios que deveriam nortear quem se afirma “jornalista”. mas, como quem trabalha nos me(r)dia e no jornalixo tugas, fá-lo a Sul e a soldo de bastos interesses capitais, estamos conversados…
curiosamente (ou talvez não), são os mesmíssimos me(r)dia e jornalixo tugas que já não têm qualquer decoro em assumir a sua «gloriosa» cor, como se demonstra aqui
... «perdemos», disse ele. e na primeira pessoa do plural (!!!)…

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a propósito da capa do ‘pravda‘:

» assinale-se esse «glorioso» maquilhar de mais uma «gloriosa» derrota do 5lb na Europa – a segunda, esta época, por números superiores a 03 golos encaixados. no fundo, trata-se de uma alteração superficial de algo que efectivamente aconteceu – uma goleada -, de se inverter o rumo dos acontecimentos para algo que já é mais do que um desígnio nacional – o tetra da treta – e de se “massajar o ego” ao Estado Lampiânico, por forma a que este não esmoreça (ainda mais?).
e, já agora, se dúvidas houver do que afirmo, compare-se aquela capa com estas aqui, datadas de Abril de 2015, logo a seguir ao nosso descalabro em Munique.

» num cantinho, está uma espécie de “aviso amarelo” para os 4 atletas do FC Porto que “estão à bica” para acumularem cinco cartões amarelos no campeonato e antes da nossa visita ao antro de Carnide – Victorio Páez, André², Ruben Neves e Corona. “isto” surge, mais uma vez, quando o Clássico jogar-se-á daqui a duas jornadas… acho que não há necessidade de dizer seja o que for sobre algumas manobras de coação que vão persistindo por aí…
já agora e só por curiosidade, vou estar atento aos amarelos que o apitador Luís Ferreira irá mostrar aos atletas do Paços de Ferreira – o adversário do 5lb na jornada 26. é que Mateus, Gegé, Whelton, Ivo Rodrigues, Barnes e Pedrinho, titulares dos ‘castores’, estão todos “à bica”…
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por último e antes da nossa entrada em campo, quero afirmar que, para um portista dos quatro costados, é absolutamente imperdível a grande, enorme entrevista ao “bicho”, ontem, aos microfones do Porto Canal – aqui (parte 1) e aqui (parte 2), para quem a quiser (re)ver. provavelmente e na minha opinião, a melhor dos últimos tempos a um jogador do FC Porto.
e também que aqui e aqui (em ficheiros jpg) e igualmente aqui (mas em formato pdf), com a devida cortesia do caríssimo Vila Pouca, tens acesso ao mais recente BRASÃO ABENÇOADO, presente na edição impressa, desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, a qual não está (e nem estará) disponível na “papelaria” (aqui), devido ao encerramento compulsivo desta última, em Setembro de 2016.

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disse!
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imagem do dia.

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caríssim@,

as capas do pravda, presentes na imagem acima (e também aqui, mas sem qualquer edição) são um “regalo” para quem, hoje, não está com um sorriso (muito) amarelo no rosto.
já agora, recordo que, em 2015/2016, numa época de muito má memória para os portistas e depois de uma abrupta mudança de equipa técnica, a eliminatória contra o Borussia Dortmund, no cômputo das duas mãos, ficou num total de 0-3, a favor dos alemães. é só para relembrar os mais esquecidos, que persistem em nos “esfregar” aquela eliminatória contra o bayern [escarro valente]…

aquelas capas também servem, não só para memória futura da chacota a que a do lado esquerdo está a ser alvo, mormente junto de quem não é «lapião» [sic], mas inclusive para demonstrar à saciedade, com exposição pública e pela enésima vez, o ridículo em que se torna essa «gloriosa» diferenciação de tratamento “jornalístico” que o pasquim em causa assume e de uma forma (mais do que) oficiosa, relativamente ao clube do regime (vulgo agremiação de Carnide; 5lb para ser mais preciso) e em relação aos demais adversários àquele…
confesso que não me recordo de uma única capa com igual mensagem destinada aos adeptos do FC Porto, inclusive no pasquim do ‘quim oliveirinha e que os paneleir… paineleir… que os comentadores afectos ao 5lb insistem e persistem em conotar como um órgão de informação oficioso do clube mais representativo da ImBicta…

no meu entendimento, as mesmas capas servem igualmente para fazer um pertinente alerta a quem sofre pelo azul-e-branco, no sentido de não se embandeirar em arco e de não nos arvorarmos em soberbos arrogantes, com a copiosa derrota que o Dortmund infligiu ao 5lb – e por mais saborosa que esta nos tenha sabido.
a mim soube, confesso. e não me importo de o partilhar contigo e por mais «anti-5lb»* que me considerem e por mais «medíocre, pequenino, mesquinho e infausto» possa parecer aos olhos dos «gloriosos» lampiões que por aqui gravitam e na bluegosfera em geral. tal será sempre para o lado que dormirei (bem) melhor, e na exacta proporção das “boas sortes” que aqueles nos desejam. sempre. e seja em que competição for.
mesmo assim, convém recordar que, na próxima Quarta-feira, também temos uma deslocação difícil. e que os ‘gobbi‘ da ‘rubentus‘ terão um reforço de (pelo menos) mais «seis milhões» de fiéis torcedores, não só pela nossa derrota, mas sobretudo por uma verdadeira cabazada das antigas. portanto: contenção nos “festejos“, por causa do karma e o camandro…

* que não sou! primeiro, antes de tudo e sobretudo, sou um fervoroso adepto incondicional do Futebol Clube do Porto. e quero mais é que o 5lb safoda. e que o spórtém vá «bardamerda», também. assim mesmo: com as letras todas.
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já agora e no seguimento de uma pertinente prosa do “tribunal”:

em Fevereiro de 2013, redigi um textinho sobre a cantilena que a imagem acima alude. a minha opinião não mudou, entretanto, antes pelo contrário: apesar de perceber o verdadeiro asco que tod@s os adept@s portistas sentem pelo 5lb, ele há momentos que não consigo compreender porque aquele cântico é entoado – sobretudo quando não o dito cujo não está envolvido. aliás, este é O argumento utilizado pelos lampiões para nos (in)tentarem ferir com o retrucar do dito, acusando-nos de uma suposta «menoridade» e até de alguns «complexos de inferioridade» para com o 5lb (!!!).
a partir de hoje, tal deixará de ser uma razão objectiva, para se tornar numa falácia e em mais um «gloriosos» logro pois, como se comprova aqui e de uma forma bem audível, não estamos sozinhos nessa questão da «menoridade», antes pelo contrário. e é de todo pertinente informar que o que se entoa, de forma insultuosa, no antro em causa e pelos i-le-gais do costume, aconteceu na época 2014/2015, num 5lb vs. gverreiros lampiões do Minho.

ah! e cansa ter que explicar a quem não é da ImBicta e sofre por uma cor que não o azul-e-branco, que a alcunha «tripeiro» abrange todos os cidadãos nascidos na cidade do Porto e independentemente da sua cor clubista…
«tripeiro eu sou / e levo o FCPorto no meu coração»…

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disse!
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dos ilegais…

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SECÇÃO III | grupos organizados de adeptos

art. 14º: apoio a grupos organizados de adeptos.

1) é obrigatório o registo dos grupos organizados de adeptos junto do IPDJ, I.P., tendo para tal que ser constituídos previamente como associações, nos termos da legislação aplicável ou no âmbito do associativismo juvenil.
2) o incumprimento do disposto no número anterior veda liminarmente a atribuição de qualquer apoio, por parte do promotor do espectáculo desportivo, nomeadamente através da concessão de facilidades de utilização ou cedência de instalações, apoio técnico, financeiro ou material.
3) os apoios técnicos, financeiros e materiais, concedidos a grupos organizados de adeptos, são objecto de protocolo com o promotor do espectáculo desportivo, a celebrar em cada época desportiva, o qual é disponibilizado, sempre que solicitado, à força de segurança e ao IPDJ, I. P.
4) o protocolo a que se refere o número anterior identifica, em anexo, os elementos que integram o respectivo grupo organizado.
5) é expressamente proibido o apoio a grupos organizados de adeptos que adoptem sinais, símbolos e expressões que incitem à violência, ao racismo, à xenofobia, à intolerância nos espectáculos desportivos, ou a qualquer outra forma de discriminação, ou que traduzam manifestações de ideologia política.
6) a concessão de facilidades de utilização ou a cedência de instalações a grupos de adeptos constituídos nos termos da presente lei é da responsabilidade do promotor do espectáculo desportivo, cabendo-lhe, nesta medida, a respectiva fiscalização, a fim de assegurar que nestas não sejam depositados quaisquer materiais ou objectos proibidos ou susceptíveis de possibilitar ou de gerar actos de violência, de racismo, de xenofobia, ou de intolerância, nos espectáculos desportivos, ou qualquer outra forma de discriminação, ou ainda que traduzam manifestações de ideologia política.
7) o incumprimento do disposto no presente artigo, pelo promotor do espectáculo desportivo, pode determinar, enquanto as situações indicadas nos números anteriores se mantiverem, a realização de espectáculos desportivos à porta fechada.
8) a sanção prevista no número anterior é aplicada pelo IPDJ, I.P.
9) o disposto nos nrs. 2), 5) e 6) é aplicável, com as devidas adaptações, a qualquer outra entidade que pretenda conceder facilidades ou apoios a qualquer grupo organizado de adeptos.
10) a entidade que pretenda conceder facilidades ou apoios, a qualquer grupo organizado de adeptos, tem de confirmar previamente junto do IPDJ, I.P. a susceptibilidade de aquele grupo poder beneficiar dos mesmos.
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in Lei nr. 52/2013, de 30 de Julho.
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caríssim@,

há que não ter receio e adjectivar os “bois” pelo que efectivamente são: i-le-gais! uma comandita de i-le-gais porquanto que estão contrários à Lei. e, pior!, porque disso fazem um «glorioso» alarde, como nesta entrevista aqui, datada de Junho de 2015 e que permanece tão actual. e não deixa de ser sintomática aquela passagem em que um ilegal afirma taxativamente «a única entidade perante a qual nos devemos identificar é o 5lb e isso já acontece enquanto sócios. é uma “filosofia”: sem nome, sem cara. e é esse o nosso orgulho. e, para os que possam prevaricar, dá mais jeito que assim seja» (!!!).
sempre foi assim, sempre assim será: consideram-se acima da Lei, agem como tal e ainda têm o tácito beneplácito das entidades que supostamente os deveriam controlar, investigar, fiscalizar, punir. portanto, o sub-mundo das suas i-le-gais claques e que ilegalmente suportam, não poderia deixar de ser diferente, não é?… ai se fosse connosco!

o que quero afirmar com estas breves linhas (#notmadeinporta18) é que não há “meninos santinhos” no mundo das claques e independentemente da cor dos clubes que as suportam, muito menos as que estão afectas à agremiação de Carnide.
tal é um facto comprovado e que, se sei o quanto custa perceber junto dos me(r)dia e do jornalixo tugas, já tenho alguma dificuldade em aceitar junto do universo portista. assim sendo, convém que também estejamos alertas para a profusão de uma «gloriosa» propaganda lampiónica que, neste entretanto, o que a imagem ali em cima tão bem retrata.
convém salientar que são só alguns dos «gloriosos» episódios que os i-le-gais têm protagonizado nos últimos tempos – sobretudo na última década. e que, de facto, ostentam e vangloriam uma gloriosa «”filosofia”» que se distingue comprovadamente das demais, pois que tem apenso um rol (infindável?) de actos que efectivamente deve encher de «orgulho» quem a suporta, a começar pela Direcção daquela agremiação… repito: ai se tudo “isto” fosse connosco e com as claques afectas ao FC Porto..
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SUBSECÇÃO II | infracções disciplinares muito graves

art. 174º: invasões e distúrbios colectivos com reflexo grave no jogo.

1) o clube cujos sócios ou simpatizantes invadam o terreno de jogo com o propósito de protestar, agredir ou ameaçar qualquer das pessoas referidas no nr. 1 do artigo anterior*, ou provoquem distúrbios que determinem que justificadamente o árbitro não dê início ou reinício ao jogo, ou o dê por findo antes do tempo regulamentar, é punido com a sanção de realização de jogos à porta fechada a fixar entre o mínimo de um e o máximo de três jogos e acessoriamente com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 100 UC e o máximo de 200 UC.
2) em caso de reincidência o limite mínimo da sanção acessória de multa prevista no número anterior é elevado para 150 UC.

* art. 173º: agressões graves em geral.

1) o clube cujo sócio ou simpatizante agrida fisicamente elementos da equipa de arbitragem, agentes de autoridade em serviço, delegados e observadores da Liga, dirigentes, jogadores e treinadores, coordenador de segurança, assistentes de recinto desportivo e demais agentes desportivos, ou qualquer pessoa autorizada por Lei ou Regulamento, a permanecer no terreno de jogo, de forma a dar causa a que justificadamente o árbitro não dê início ou reinício ao jogo, ou o dê por findo antes do termo regulamentar, é punido com as sanções de derrota, realização de jogos à porta fechada a fixar entre o mínimo de um e o máximo de três jogos, e acessoriamente com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 125 UC e o máximo de 250 UC.

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SUBSECÇÃO III | infracções disciplinares graves

art. 183º: arremesso perigoso de objectos com reflexo no jogo.

1) o clube cujos sócios ou simpatizantes arremessem, para dentro do terreno de jogo, objectos, líquidos ou quaisquer outros materiais que, pela sua própria natureza, sejam idóneos a provocar lesão de especial gravidade aos elementos da equipa de arbitragem, agentes de autoridade em serviço, delegados e observadores da Liga, dirigentes, jogadores e treinadores, e demais agentes desportivos, ou qualquer pessoa autorizada por Lei ou Regulamento, a permanecer no terreno de jogo e que, dessa forma, determinem que o árbitro justificadamente atrase o início ou reinício do jogo, ou levem à sua interrupção não definitiva, é punido com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 50 UC e o máximo de 100 UC.
2) em caso de reincidência, o clube infrator é punido com a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 100 UC e o máximo de 200 UC
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in Regulamento Disciplinar da Liga 2016/2017.
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caríssim@,

tendo presente:

» o que a imagem acima retrata e o que os vídeos aqui, aqui e também aqui não deixam margem para dúvidas;

» o disposto no actual Regulamento Disciplinar, aprovado pelos Clubes que compõem a Liga Portuguesa de Futebol (muito pouco) Profissional;

» o que o caríssimo Vila Pouca tão assertivamente já denunciou aqui e aqui;

» essa «gloriosa» dicotomia do tratamento jornalístico (ou da sua ausência, sobretudo em relação ao Rigor e à Isenção) dados a um mesmo tema, transversal a todas as claques de futebol,

convém recordar à saciedade que:

» os graves incidentes verificados em Santa Maria da Feira, no passado Sábado, foram protagonizados tão-somente pelos i-le-gais que suportam a agremiação de Carnide, que são ilegalmente apoiados pela actual Direcção do 5lb, e que (ainda) são tolerados pelas mesmas forças de autoridade que, antes de tudo, deveriam zelar para que os actos perpetrados por aqueles i-le-gais não acontecessem;

» mais de 72h depois daqueles terem ocorrido e até terem tido “honras” de destaque internacional, ainda não houve um décimo do ruído me(r)diático a que estes aqui foram sujeitos, e pelos mesmos sabujos e pés-de-microfone do jornalixo tuga;

» ao contrário dos protagonizados pelos SuperDragões, na Amoreira, as virgens ofendidas – o tal «coro das velhas» que o Bernardino Barros denunciou existir – ainda não vieram a terreiro pugnar por uma qualquer interdição do estádio onde aqueles i-le-gais actuam a preceito, antes pelo contrário: esse “coro” tudo tem feito para que aqueles incidentes passem despercebidos junto das mesmas entidades a quem, em Janeiro último, pediam para punir eficaz e severamente o FC Porto.
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em suma:
não nos tomem por tolos, que o Sol, quando nasce é para tod@s, tal e qual como os Regulamentos que amiúde vêem a luz do dia, apesar de alguma «gloriosa» gabarolice que alguns i-le-gais persistem em alardear.
já é mais do que tempo desses i-le-gays serem punidos no rigor dos mesmos Regulamentos que invocam quando as situações acontecem com clubes mais a Norte.
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post scriptum pertinente:
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ó burro do Carvalho: «bardamerda» para ti também, pá!
(e aproveita o momento e leva contigo tod@s quant@s te veneram, pá!)

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disse!
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três breves not@s…

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caríssim@,

no dia de hoje, ficamos a saber, sobretudo pela Imprensa internacional, que Leandro Bacuna e pelo que as imagens documentam, está suspenso de toda a actividade profissional por seis jogos – tudo porque, no passado Sábado, o médio-centro do Aston Villa (clube inglês a militar no escalão secundário, o ‘Championship’), viu cartão vermelho directo, já em período de descontos, por ter encostado a cabeça ao bandeirinha do encontro ante o Derby County.
por cá, na tugalândia, no nosso comezinho futebolzinho, o sr. luís grande continua, há mais de 400 jogos, a passear uma “girafal” impunidade. ilusões de que nem todos se podem “orgulhar”…
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serve a imagem acima para documentar (mais) uma situação de “massagem ao Ego”, não só do sonso, mas sobretudo da «gloriosa» massa adepta lampiã.
convém é não esquecer o que o mesmo pravda trazia à estampa em Junho de 2013, não se vá dar o (A)caso de a história se repetir…
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© Match Worn Shirts FC Porto | 92º minuto
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há precisamente dois anos “nascia” este espaço – a terceira parte de uma aventura que teve o seu início em Julho de 2008.
mais de uma boa vintena de boas (porque sólidas) Amizades construídas, mais de quatrocentas “postas de pescada”® depois e perto de 240 mil visitas efectivas (que não visualizações de página), o espírito de Comunicação e de partilha públicas mantêm-se, apesar da actual inconstância no meu contacto para contigo.

neste entretanto, houve uma (espécie de) “remodelação”, a qual incluiu uma mudança de nome, basicamente porque decidi conferir um pouco mais de “azul” ao espaço. e porque “Tomo III” era uma nomenclatura algo vaga para o quotidiano azul-e-branco – menos para mim e para quem me segue desde aquele primeiro momento, em 2008.
(sobre o nome actual: bem sei que o mesmo sugere um momento muito grato a qualquer portista dos quatro costados que se preze e por tudo que o envolve; acontece que, para mim, aquele minuto recorda-me igualmente este momento aqui, ocorrido na presente temporada, o qual também ainda me faz vibrar, e emocionar, e rejubilar, e com o mesmo vigor, tal e qual como o outro.)

e tal como o referi noutras alturas, todo este esforço e toda esta dedicação, existe graças a ti, por ti e para ti. e este é um sentimento que não se altera(rá).

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disse!
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dessas pinturas (rupestres?)…

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a ‘taberna da esquiça‘, do pai de jorge ferreira (“árbitro” do jogo entre Estoril e 5lb, esta Terça-feira), foi vandalizada, esta madrugada, com referências a inocêncio calabote [n-o-j-o].
«aqui venera-se calabote», com as siglas «SD» e «86», foi a mensagem deixada nas paredes do estabelecimento comercial – isto depois de uma partida onde os encarnados venceram com um golo polémico, visto que o mitra do grego estava em fora-de-jogo.

em declarações à Antena1 [escarro], o próprio jorge ferreira reagiu garantindo não se sentir «intimidado», embora tema pelos seus familiares:

« não tenho medo, não tenho receio. mas temo pela integridade física dos meus mais próximos. sinto-me triste e cansado. lutamos por fazer o melhor… pelos vistos já não podemos fazer o que gostamos, mas nada me vai impedir de fazer o que gosto. nada me move contra ninguém. não é com pequenez que me vão tirar da arbitragem. »

a GNR situa-se perto do local [mesmo em frente à taberna] onde se verificou o incidente, mas, quando chamados a intervir, já não conseguiram identificar qualquer autor do acto.
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in
zerozero | Março de 2017.
(com adulterações ao texto original, da minha responsabilidade
.)
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caríssim@,

obviamente que se condena todo o tipo de violência, seja contra quem for e independentemente das circunstâncias, ou não vivêssemos num Estado de Direito [discurso polido e politicamente correcto].
acontece que, no Futebol e no estado actual do nosso comezinho futebolzinho tuga, eu apoio que se combata o “fogo com fogo”, numa espécie de lex talionis, mas sem tirar olhos (e dado que os dentes ficaram por conta do senhor proença). e é por essa mesma razão que, em Fevereiro de 2016, apoiei a visita de elementos dos Super Dragões àquele estabelecimento comercial, a qual adjectivei de profiláctica e referindo os porquês para tal apoio. hoje continuo a considerar que a mesma foi pró-activa, e num estado de «coacção» muito aquém deste aqui, e que envolveu um dos apitadores tugas “vítimas” da suposta «invasão do Centro de Treinos do Pólo Profissional dos Árbitros, na cidade da Maia, por parte de elementos afectos à claque do FCP».

já agora e sobre o acto de vandalismo puro, ao qual os Super são alheios, cito o ‘blogger‘ “franco baresi” quando este afirma, no estabelecimento do caríssimo Vila Pouca:
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« porque é que eu acho que quem ‘graffitou’ a tasca de Fafe foi a mando do 5lb:
» os SuperDragões [SD], quando quiseram marcar uma posição forte, foram pessoalmente e à vista de todos, à tasca em causa;
» a simbologia dos SD não inclui “ésses” e “dês” com ângulos rectos, à laia da extrema-direita (como era apanágio na simbologia das SS), e, não esquecer, que também está presente na dos “no name” gays [valente escarro] porque os SD são uma claque apolítica;
» o último jogo do árbitro em causa foi numa competição para a qual o FC Porto já não tem quaisquer interesses desportivos e pese embora [o apitador] se tenha “enganado” a favor do 5lb ‘as usual’. pergunta-se: tanta arbitragem revoltante envolvendo a equipa do FC Porto e foi logo “saltar a tampa” ao(s) pintor(es) nesse jogo onde o FC Porto não participou?!;
» esse evento sucede àquela acusação, por parte do 5lb, de que a claque do FC Porto “aterrorizou” os árbitros – um truque que eu já desmontei aqui e que não passa de uma mentira, de uma falácia;
» há antecedentes de incriminação dos SD em “factos alternativos” – por exemplo, o célebre caso da “agressão” ao anão, vulgo chouriço, na Foz, em Março de 2011 – o mesmo que, à data, ainda não apresentou qualquer queixa na PSP;
» e, por último, mas não menos despiciendo, reparem que quem pintou a tasca não conseguiu insultar veementemente, ou pelo menos dizer mal, do 5lb, o arqui-inimigo sempre presente – pelo que a inibição psicológica é por demais evidente [assim como a referência a calabote, muito querido para as bandas de Carnide]»
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mas, mais do que o acto de vandalismo em si e dessa curiosidade de estes epifenómenos ocorrerem somente nos meses de Fevereiro e/ou de Março – provavelmente porque é quando surgem as verdadeiras decisões dos campeonatos, afirmo eu… – há ainda aquela outra «gloriosa» coincidência do avençado do 5lb, no último programa da estação de queluz (não, obrigado. não fumo) – aqui, sensivelmente a partir dos 6′ – no seu monólogo peidalmente visceral, a propósito de exemplificar episódios de «coação», ter trazido à colação precisamente aquela visita dos SuperDragões à taverna dos pais do apitador em causa.
certamente que tal não passou de uma «gloriosa» simultaneidade de acontecimentos diversos que convergiram numa mesma direcção e com um mesmíssimo sentido… acontece que eu não acredito em coincidências, assim como tenho bem presente o que se afirma aqui, aqui e aqui. e que mantenho que há de facto e comprovadamente concertação entre os paneleir… entre os habituais comentadores afectos à agremiação de Carnide, e por mais desmentidos que o façam – risíveis ou não.
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disse!
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desmascarar o que já foi feito…

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nota introdutória:

esta “posta de pescada”® é a segunda de duas, vem no seguimento do que escrevi aqui, e no que entretanto já foi sendo (e muito bem) denunciado aqui (e-letter Dragões Diário), aqui e aqui (no imperdível “Universo Porto – da bancada“) e aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aquiaqui, aqui, aqui, aqui e aqui (na sempre inefável bluegosfera).
como não poderia deixar de ser, também vai honrar os pergaminhos e a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as bastas (© Silva) hiperligações e as diversas imagens (inclusive em gif), que não só para memória futura mas também.
e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral...
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caríssim@,

eu sou do tempo das diatribes entre o Paulinho Santos e o joão vieira pinto, o primeiro “piscineiro” de que tenho memória e muito anterior ao lima (aqui), ao jon-ass (aqui), ou ao guedes (aqui). num desses “bons momentos” (aqui), o primeiro “menino de ouro” (anterior ao deus renato das sandes, portanto) teve que ser operado ao maxilar porque e de acordo com a lenda, foi ao encontro do cotovelo do caxineiro. para a história, fica o registo da suspensão de três meses para o jogador portista enquanto o “menino” esteve de molho.
esta estória entronca no que a imagem acima regista e cujo lance pode ser (re)visto aqui: se a lesão que o Corona sofreu fosse mais grave do que as imagens documentam, é minha opinião que o jogador/lenhador que cometeu aquela ‘talochada’ deveria ficar o mesmo tempo que o internacional mexicano tivesse para recuperar. afinal, o precedente foi instituído em Março de 1998 (e, a meu ver, muito bem); desde então, não mais foi aplicado (e, a meu ver, mal, como se comprova).
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© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)

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de tudo o que pude ‘ouler’ sobre o que aconteceu no Domingo, no Bessa, mormente sobre a “arbitragem” do vermelhíssimo veríssimo, há dois lances que não mereceram qualquer destaque me(r)diático, mas que aconteceram de facto:

» um fora-de-jogo muito mal assinalado a Soares, sensivelmente aos 50′, em que este seguia isolado para a área do clube da rotunda, e depois de uma excelente desmarcação de André²;

» uma dupla falta, a meio-campo, cometida pelo mesmo lenhador (carraça), sensivelmente aos 92′, “ambas as duas” merecedoras (no mínimo) de cartão amarelo – o que, no caso, seria o segundo para aquele. então a entrada sobre o Alex Telles, até arrepia…
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em suma:
o que fica do ‘derby‘ é (também) o cheiro a uma “encomenda” que só não foi avante porque fomos bravos, valentes, valorosos – tod@s nós, da Equipa, ‘staff’ técnico e dirigentes, aos adeptos obviamente.
e que houve uma gritante («gloriosa»?) dualidade de critérios na aplicação das Leis do Jogo.
e que, no meio do sururu, ao intervalo, gostei muito de ver o Nuno a defender os seus, sem esperar pelo divino Espírito Santo.
e que o Victorio Páez foi expulso, por acumulação de amarelos por “isto” aqui:
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© google | 92º minuto
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neste entretanto, o 5lb realizou dois jogos, ambos decididos por lances duvidosos (no mínimo e para ser gentil) e em encontros em que se estavam a ver gregos para levar de vencida o chaves (em casa, para o campeonato) e o estoril (na Amoreira, na primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal).
eis duas imagens que, na minha óptica, resumem o que se passou nesses encontros:
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© google | 92º minuto
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© google | 92º minuto
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parece que, apesar de alguma unanimidade entre ex-apitadores (aqui), estes lances não foram merecedores de constar no rol das queixinhas que o Orelhas apresentou aos salmonelas do Conselho de Arbitragem da FPF.
e diz que o sonso não se quis pronunciar sobre o primeiro lance (também aqui, com forte expressão corporal) e que, no segundo, afirmou (e cito) «os pés estão em jogo, o corpo não» (!!!), quando o grego, antes do passe, estava plantado na grande área. é certo que este sonso só fala «quando tiver que falar», mas quando o faz, mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo. ai!, espera lá… ups…
e que o Orelhas concedeu uma entrevista ao lixo tóxico do grupo cofina, para debitar a habitual propaganda e sossegar as hostes acerca do tão propalado tetra da treta, o novo desígnio nacional.
e que houve uma revisitação “muito fixe” de Christian Fischer, mas sem qualquer punição para o luís grande – talvez porque tenha sido (mais) uma ilusão, talvez em homenagem aos 400 jogos, talvez porque seja (novamente) um elemento integrante do clube do regime, talvez…
e que, perante este desvirtuar da (tão propalada) verdade desportiva – com a validação irregular de um lance capital e que decidiu os primeiros 90′ de uma partida de (pelo menos) 180′ – e depois de todo o frenesim em torno do jogo ante o tondela, consta que não houve quaisquer rasgar das vestes pela parte dos pés-de-microfone e dos sabujos habituais do jornalixo tuga, e que estas foram as capas dos pasquins de hoje:
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© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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em tudo “isto”, uma certeza: aconteceu em período carnavalesco e para não ser levado a mal pelos demais. pois eu não gostei nem um bocadinho…
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© google | 92º minuto
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bem sei que a “posta” já vai longa, mas este último capítulo vem ao encontro de tudo o que então afirmei, com epicentro na foto em cima.
aqui, aqui e também aqui, temos acesso a umas «gloriosas» escutas que envolvem habituais comentadores afectos à agremiação de carnide. o seu teor é muito interessante, sobretudo se o (cor)relacionarmos com estas imagens aqui, aqui e aqui. ou seja: os três porquinhos, presentes naquela imagem ali em cima, e que negam sempre que não há concertação sobre a propaganda a difundir nos programas de “debate televisivo” sobre o nosso comezinho futebolzinho, foram caços “com a boca na botija”. mais uma vez. e as justificações que entretanto apresentaram – aqui e aqui em texto; aqui em vídeo e por puro divertimento no que se alega em defesa do indefensável – são (no mínimo) muito risíveis e muito pouco convincentes.
é que toda a gente que gasta um pouco do seu tempo a ‘ouver’ tais programas [olá, Jorge! 😉 ] já lhes destapou a careca, há muito: é óbvio que há concertação, tal é a similaridade dos temas que abordam, bem como das expressões que empregam. as últimas e a propósito da nossa cor, são «a escola de mergulhos do Dragão» – visando o André Silva e o Soares – e a «invasão do Centro de Treinos do Polo Profissional dos Árbitros na cidade da Maia por parte de elementos afectos à claque do FCP» – cuja falácia é muito bem desmentida aqui.

em conclusão:
é conveniente estarmos atentos ao que a propaganda nos (in)tenta impingir, mas igualmente e sobretudo unidos* em torno da nossa Equipa do coração, tendo presente que o “inimigo”, esse «polvo» assente em muito #colinho e sempre envolto num #mantoprotector, reside fora de portas e não vacila perante aquele que é o desígnio nacional: o tetracampeonato da treta.
(* sendo que União não significa que sejamos acríticos; estas, a existir – e existem, porque o Clube não é perfeito – têm é que ser justas e tecidas com sentido de responsabilidade porque desengane-se quem considera que a bluegosfera é exclusiva dos portistas…)
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disse!
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not@s soltas do Bessa…

© Tomo III
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nota introdutória:
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esta “posta de pescada”® é a primeira de duas, as quais vão continuar a honrar os pergaminhos e a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensivamente looongos e as bastas (© Silva) hiperligações. aguente-se à(s) bomboKa(s) quem vier por Bem, portanto.
e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
neste entretanto, faço votos para que o ‘lifting‘ que sofreu este espaço de discussão pública também seja do teu agrado.
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not@s soltas do derby da ImBicta:
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i)

a última vez que tinha ido ao Bessa fora em Fevereiro de 1996. vinte e um anos depois, invadiu-me um misto de sentimentos nostálgicos, daqueles tempos pueris e adolescentes, em que um bando de Amigos seguia o FC Porto (literalmente) para todo o lado, mormente dentro do distrito da cidade que lhe confere o nome, que não havia “tempo” ($) para mais.
foi, portanto, uma grande alegria regressar a um local onde, naquela altura, confrontos houve que foram bem “quentinhos” e não só dentro do terreno de jogo. indubitavelmente outros tempos e que dificilmente regressarão com aquela “envolvência”.
porém e para quem conheceu o antigo Estádio do Bessa, aquela alegria desapareceu assim que entrei numa espécie de estádio que julgava do séc. XXI: em todos os corredores de acesso às bancadas, não falhava o cheiro a merd@ de pássaro, assim como a dita cuja. em suma: já vi pombais bem mais limpos e efectiva e comprovadamente não há como a nossa casa – a mais bonita, mais arejada e mais funcional de todos os estádios que foram construídos para o Euro2004.

abro aqui um parêntesis muito pertinente para e mais uma vez, parabenizar os adeptos portistas que têm acompanhado a Equipa do nosso coração, na figura das claques do Clube, Colectivo95 e SuperDragões:
ontem, tal como ao longo de toda esta época, fomos o primeiro jogador e para citar o mestre Pedroto. demos show do início ao fim, não deixando, nunca!, esmorecer o ânimo, mesmo com a «surreal» roubalheira do vermelhíssimo veríssimo (já lá vamos) e tornando o “pombal”, por 90′, na nossa fortaleza.
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ii)

do jogo em si, houve duas partes distintas as quais não podem ser analisadas sem se referir a figura do apitador tuga de serviço e ao serviço desse «glorioso» desígnio nacional: o tretacampeonato do 5lb.
na primeira, dominámos, fomos terrificamente eficazes nos primeiros quinze minutos e só não fomos (ainda) mais letais por manifesto azar – de memória, recordo-me do cabeceamento do Boly, da “bomba” do Soares e da confusão que se lhe seguiu, da incrível perdida do mesmo Soares (naquele que seria o seu segundo golo na partida) e no desvio do Brahimi a rasar o poste. o clube da rotunda viu-se perto da meia-hora de jogo, para uma excelente defesa de Iker Casillas (daquelas que ajudam, não só a vencer jogos, mas também a ganhar campeonatos), e já perto do final da primeira parte, por causa disto aqui e aqui – em vídeos que não deixam dúvidas sobre quem prevaricou.
a segunda parte ficou marcada pela forma gloriosamente reiterada com que o apitador veríssimo (in)tentou inclinar o campo para que o clube da rotunda conseguisse (pelo menos) o empate, em vários lances dignos de “compêndio” e para mais tarde recordar o nojo que está a ser esta #ligabranca. debalde. mesmo com a ridícula expulsão do Victorio Páez, não nos vergaram; mas, reafirmo, bem que tentaram – e as nomeações já o indiciavam.
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iii)

Óliver Torres. e é só.
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iv)

gostei muito da prestação do Boly, não tendo acusado os nervos que uma partida desta índole acarreta – e o jogo de ontem não foi excepção.
Marcano continuou a senda de um terrível Iván para os avançados contrários.
Alex Telles foi muito regular e tendo em consideração o que aconteceu na passada Quarta-feira. na minha retina estão as lágrimas que secou na camisola, enquanto se dirigia ao topo onde estávamos concentrados, para a oferecer. foram sentidas e apreciadas (também) por este que te escreve.
Danilo foi o “muro” a que já nos habituou, com um André² a recuperar a sua “velha” forma, depois de mais de um ano “lesionado”
Brahimi e Corona (este, enquanto não foi ceifado por uma besta remendada) foram autênticos quebra-cabeças para os defesas do clube da rotunda e (d)os principais municiadores de Soares.
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v)

quem teve a oportunidade de assistir à partida de ontem, no Bessa, regressou (por breves instantes) ao período de festas do Natal, tanta e tão vasta foi a “lenha” com que os caceteiros do clube da rotunda brindaram os nossos rapazes.
a todo este “pau”, houve um veríssimo que meteu nojo, tal a complacência que teve para com aqueles, em detrimento dos jogadores do FC Porto. mas esta será uma análise a aprofundar na próxima prosa, porque é para mim de todo impossível escamotear a autêntica filha-da-putice a que assisti ontem e que já se está a transformar na imagem de marca desta época.

e desengane-se quem considera que a batalha acabou no Bessa; não!, esta luta persistirá até ao final do campeonato e com muita intensidade até à nossa ida a Carnide.
a imagem que se segue é só uma parte daquela inclinação de campo:
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© google | Tomo III
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#contratudocontratodoscontraostolosecontraoraioqueospartaatodos
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disse!
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‘br@são abençoado’ do dia e mais umas coisitas…

© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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BRASÃO ABENÇOADO do dia (aqui, aqui e aqui, em ficheiro jpg, e também aqui e aqui, mas em pdf), presente na edição impressa, desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, a qual não está (e nem estará) disponível na “papelaria” (aqui), devido ao encerramento compulsivo desta última, em Setembro de 2016.
obviamente que estou de acordo com o cronista acerca do ataque cerrado ao «polvo», que ainda persiste em “fazer das suas” – com o exemplo fulcral a ser o do reaparecimento desse «glorioso» centro-avante, o ‘nomeações’; aliás, as que constam da ementa para este final-de-semana são muito “simpáticas” e sintomáticas do que os «vermes» do «polvo» pretendem que aconteça antes da nossa visita àquele antro onde, em tempos, a Luz apagou (com estrondo) e até choveu do chão: a perda de preciosos pontos, permitindo o nosso afastamento para o líder da treta.
o mesmo já não posso afirmar acerca do que tece sobre a prestação do Nuno, o qual, para mim, esteve tudo menos «impecável», no encontro da última Quarta-feira – e sustento essa minha percepção com o muito que é descrito, sobre ele, aqui, aqui, aqui, aqui (!!) e aqui.

já agora e acerca do nosso treinador:
há já algum tempo que considero que ele, o Nuno, escala e prepara a Equipa em função do adversário que vai defrontar no jogo mais imediato, não utilizando um mesmo sistema táctico para todos os jogos.
também já não é de agora e sobretudo quando vou ao estádio, que tenho a percepção que é o treinador-adjunto, Rui Pedro Silva, quem se assume mais como treinador de campo e o Nuno como uma espécie de ‘manager’ – como que uma espécie de revisitação da importância que o bitó tinha para o £ibras-Boas, numa versão 2.0 (mas mais para o fraquinho, confesso e desde já peço desculpa se estou a ofender alguém, mas não é essa, sequer!, a minha intenção com este meu desabafo).
e também não é dos últimos jogos que me parece que o futebol (ou a espécie deste…) que o Nuno vem sustentando assenta numa teoria mais dada a equipinhas de con@s do que a um plantel que ostenta o Brasão Abençoado. tenho para mim que se privilegia em demasia o «pragmatismo» e o resultadismo mais imediato que marca o placard, do que a exibição ‘per se‘ – algo como: o que importa é vencer e temos que o conseguir, nem que seja com bolas despejadas para o atacante (vulgo: nas costa da defesa contrária) e/ou crença no Espírito Santo. é óbvio que há muito mérito, esta época, de factos como a solidez defensiva e a União que se vai granjeando no grupo de trabalho ao seu dispor; mas e mais uma vez peço desculpa se estou a ofender alguém, não me consigo rever neste futebol de cueiros, pelo que partilho da mais recente opinião de Jorge Massada (aqui).
ah! e o facto de estar a partilhar este meu pensamento contigo não significa que esteja descrente para o que resta da presente temporada, antes pelo contrário: continuo firme na minha convicção de que seremos campeões nacionais e de que, em Maio próximo, estaremos a comemorar o nosso vigésimo oitavo título de campeão do escalão máximo do nosso comezinho futebolzinho

#contratudocontratod@scontraostolosecontraocolinhoecontraopolvoecontraosvermeseoraioqueospartaatod@s.
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© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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neste entretanto, a edição desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, é toda ela um «glorioso» maná de massagem ao ego de todo o Estado Lampiânico, sobretudo e mormente com a entrevista de 08 páginas ao “deus” renato das sandes – esse enorme “activo” actualmente efectivo-ao-banco do todo-poderoso bayern münchen [valente escarro], numa espécie de recordar aos demais que ele, o “golden boy” existe, é vivo mas como não anda por aqui, no burgo, há menos visibilidade do que (não) faz por lá… adiante.

sendo concreto:
depois de lido o dossier dedicado ao nosso FC Porto, com singelas 04 páginas – aqui, aqui e aqui, no formato gif, e também aqui e aqui mas pdf;
depois de lidas as opiniões dos pasquineiros lampiões de serviço do joão (nada, mesmo nada) bonzinho e do senador pateta cervan – aqui, aqui e aqui, no formato gif, e também aqui e aqui mas pdf, e para quem tiver estômago;
e depois de “analisada” a capa ali em cima, da edição de ontem do mesmíssimo pravda da Travessa da Queimada, comprova-se:

a mensagem que a propaganda do Estado Lampiânico difunde em massa para o «glorioso» rebanho é a de estabelecer um inenarrável (por que absurdo) paralelismo entre a arbitragem do alemão felix brych [escarro], na passada Quarta-feira, com a do imberbe luís ferreira, na Sexta, frente ao tondela.
mais uma vez remeto o meu comentário a este inefável esforço das forças de bloqueio do «polvo» e dos seus «vermes», para a adenda pertinente da minha prosa de ontem: não há um portista que justifique a derrota do FC Porto, aos pés da rubentus, exclusivamente com uma arbitragem tipo prokop 2.0, em absoluto.
mais: o que o Nuno afirmou foi (e cito) «sem querer melindrar o trabalho do árbitro, o árbitro podia ter contemporizado e ter tomado outra decisão, porque a falta não é agressiva nem pôs em causa a integridade física do adversário». só que onde os pasquineiros, os pés-de-microfone e os autênticos sabujos dos me(r)dia e jornalixo tugas rebuscam, é na expressão «o árbitro podia ter contemporizado» – algo que, na sua opinião, luís ferreira deveria ter transigido para o tondela e não fez. temos pena (mas não muita)…

em suma: as duas arbitragens não são comparáveis, de todo!, porquanto que o apitador alemão sempre deu a entender um exacerbado proteccionismo para com os ‘gobbi‘, ao contrário da aplicação do apitador tuga em manter uma coerência com o jogo que estava a ser praticado por “ambas as duas” equipas lusas – e, mesmo assim, com evidentes erros e em nosso prejuízo.
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por último e para finalizar, ainda houve tempo para perceber que foi melhor para tod@s nós, portistas, que o santinho do assis tivesse migrado para outras paragens, ditas mais gverreiras – e como se pode ler – aqui, aqui e aqui, no formato jpg, e também aqui e aqui em pdf, e para quem não for muito sensível do estômago...

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disse!
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dos «vermes» (e do seu desprezo)…

© google | Tomo III
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caríssim@,

ainda em convalescença, recupero um excerto de um discurso presidencial, datado de Abril de 2008, (também) por causa disto aqui.
e faço-o porque, enquanto adepto portista que me prezo, tenho para aí seis milhões de razões (ou já serão catorze milhões?…) para não conseguir menosprezar o que o «verme» em causa escreveu e porque o fez (e continuará a fazê-lo, mas sempre de forma «gloriosa»).

sim!, também eu me regozijo com os «gloriosos» desaires do arqui-inimigo e mentiria se afirmasse o contrário. mas e ao contrário do «verme», eu não sou uma figura pública que, mais do que um ex-alto dirigente da agremiação de Carnide e infelizmente para tod@s nós (e pese embora a sua quase total ausência de Moral, falta de Carácter e comprovada estatura baixa) até já ocupou altos cargos governamentais, num Passado recente. eu sou o que se considera um «adepto anónimo», não obstante o nome de baptismo que me acompanha desde o nascimento. e, ao contrário do «verme» e sem embargo de alguns dos constrangimentos a que me imponho quando comunico contigo – e porque sei que tem sempre que existir Educação – eu não estou sujeito ao decoro que aquelas (altas) posições merecem de quem já as ocupou.
acontece que o «verme» comporta-se bem pior do que o mais reles do adepto lampião (ilegal ou não), fazendo jus ao que, em tempos, escrevi sobre o fenómeno do benfiquismo vs. lampionismo – e atente-se nalguns comentários ao ódio que o «verme» destilou para o comprovar.

assim sendo, porque tal como muit@s de nós, labuto num local com muitos adeptos que (também) sofrem por um clube o qual invariavelmente surge sempre atrás de um outro, dito «glorioso» e sobretudo porque nada lhes desculpo e porque (ainda) possuo memória:
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» por cada “quinhentinho” e por cada “fruta” que os «vermes» invocarem, convém recordar que há sempre um Howard King e um Elefante Branco para os desmentir da sua mácula impoluta;

» por cada processo “Apito Dourado” que nos apontarem, há sempre um #estorilgate para lhes avivar;

» por cada escuta no ‘youtubiu’®, é de elementar justiça lembrar aquela outra que gloriosamente escapou às malhas de uma “justiça” assente na sede de vingança de uns quantos «gloriosos» justiceiros – e para lá de todas as outras escutas que não foram merecedoras de uma partilha naquele mesmo ‘youtubiu’®;

» por cada eventual favorecimento arbitral que tenha acontecido a nosso favor, ante o tondela, há sempre aquele outro jogo, contra o mesmo tondela “do” porquinho pepa e do lampião que o preside, em Janeiro último;

» por cada referência aos encontros imediatos no Centro da Maia, perpetrados por dois indivíduos (!!!) com adereços identificáveis a uma das claques organizadas e legais do Clube, há sempre um Centro Comercial Colombo para dar o alvitre a uma qualquer dentição, bem como estas ameaças aqui, devidamente comprovadas em Tribunal;

» por cada invocação à grande penalidade assinalada por Luís Ferreira, é das mais elementares decência e coerência intelectuais, suscitar a lembrança desta outra aqui, bastante risível até e que também ajudou a desbloquear um jogo um pouco para o complicadito, lá para as bandas de Carnide.
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infelizmente todos os clubes têm os seus “telhados de vidro”, inclusive (e sobretudo) as agremiações afectas à Segunda Circular, as quais não são mais impolutas do que os demais, antes pelo contrário. e convém recordar este facto sempre que esses «vermes» nos tentarem achincalhar, inclusive ao bom-nome e ao prestígio do Futebol Clube do Porto.
agora, mais do que nunca, é tempo de União e de percebermos que o “Inimigo” – esse «polvo», com imensos «vermes» e bastos “tentácul
os”, sempre em prol de uma «gloriosa» causa (mesmo que da treta) – reside fora das nossas portas e está perfeitamente identificado.

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adenda pertinente:
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pronto… nem 60 minutos se passaram e já começou o chorrilho de disparates lampiónicos, por parte de alguns dos «vermes» a que o texto faz referência e que persistem em passar por aqui para destilar o seu ódio visceral…

a ver se nos (des)entendemos:
o jogo de ontem, para a Champions, foi «um banho de bola» só para quem o viu sem perceber que jogámos, contra os ‘gobbi‘ da rubentus, com menos um jogador desde os 27 minutos. até essa altura, a da expulsão de Alex Telles, o «massacre» só existiu na cabecinha (oca) de quem ainda tem bem presente a imensa “vaca” que assistiu na semana passada.
o que eu também vi, da partida em causa, está muito bem descrito aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. em nenhum daqueles textos se justifica a derrota exclusivamente com uma arbitragem tipo prokop 2.0, apesar de, desde cedo, se ter percebido que a tendência do alemão felix brych [escarro] era a de abrir brechas na nossa equipa e “facilitar” o acesso da pentacampeã jubentus à fase seguinte, numa lancinante dualidade de critérios – o pé do Herrera que o diga.
mas, “prontos“… há quem fique contentinho da vida (mesmo que esta lhe seja miserável…) com esta espécie de “argumento”: se vocês dizem que levámos um olé do Borussia (que foi por demais evidente!), então os ‘gobbi’ «deram-vos uma abada que só não foi mais porque os postes não deixaram»… pázinhos, fiquem lá com a bicicleta, se isso vos deixa (in)felizes. actualmente o que mais desejo é ser campeão nacional; na Champions, as minhas expectativas foram superadas logo em Agosto de 2016, no que (então) apelidei de «milagre» e o Tempo não o desmentiu.
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disse!
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interregno (parte II)

© google | Tomo III
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caríssim@,

foi como referi “em antes”:

ultimamente a frequência com que comunico contigo não é tão regular quanto o desejável. e, se comparando com um Passado recentíssimo, deixou de ser (quase) diária para se cingir uma intermitência pior do que as hesitações de passe do Herrera em zonas nevrálgicas do meio-campo.
tal deve-se (sobretudo) a motivos profissionais e, nos últimos dias, a motivos de saúde, os quais me impedem daquele contacto harmoniosamente contínuo que tanto prezo e estimo, e que, no Presente, não é possível (de todo!).

assim sendo e mais uma vez, os meus sinceros pedidos de desculpas por quaisquer eventuais transtornos que este “interregno” te possa (estar a) causar.

até esse reencontro, ao qual não coloco qualquer data, por não conseguir prever quando poderá ocorrer, o meu desejo é somente um e o mesmo de sempre:

faz o favor de ser feliz!

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até breve!

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Miguel Lima | penta1975
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disse!
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