para memória futura (parte V)…

© zerozero | Tomo III
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esta arbitragem desvirtua completamente esta competição! o encontro fica decidido por um lance. era um jogo muito importante para nós, que valia a passagem à meia-final da Taça da Liga – uma competição que queríamos muito ganhar. mas nomearam árbitros sem experiência e com pouca capacidade para os jogos dos três grandes. isto demonstra que não devem ter muito interesse nesta competição…
durante o jogo poderíamos ter feito o segundo golo, em várias ocasiões. o
spórtém está a ser prejudicado com muita facilidade: a favor do spórtém dificilmente se marca; em lances contra, é muito fácil marcar. é uma falta de respeito para com o spórtém, que é um grande clube, assim como para com os seus adeptos e para com os seus profissionais.
em tantos anos de futebol nunca vivi uma coisa destas! fizemos o que tínhamos que fazer mas, mais uma vez, passaram-se coisas que não conseguimos controlar.
estamos a chegar à final da competição e nomearam árbitros com pouca experiência e com pouco nome… a Equipa “sentiu o golpe” de ser eliminada e da maneira como foi! isto deixa sequelas. já temos outro jogo Domingo mas ficámos afectados emocionalmente. não há motivos para isto acontecer! todos os que estiveram no estádio perceberam que é muito fácil prejudicar o
spórtém… queríamos estar nas meias-finais e não vamos estar; queríamos vencer a competição e já não podemos. foi uma injustiça! saímos da competição devido a erros de terceiros…
o
spórtém poderia ter feito o segundo golo por diversas vezes, mas não conseguiu. no entanto, o nosso trabalho estava feito. não é por aqui que se pode falar. o spórtém fez uma grande segunda parte e fez tudo para ganhar, mas não podemos alterar a realidade. não são desculpas, são factos!

mais uma… já começam a ser constantes, estas falhas. a Equipa está revoltada perante tantas decisões erradas. são demasiadas decisões erradas!
tenho dificuldades em encontrar as palavras para estas atitudes. vejo a mentalidade e o esforço desta equipa a treinar e nos jogos e, depois constantemente surgem estes erros… o ânimo da Equipa não é bom…
estes erros começam a ser muito frequentes e isso provoca uma frustração muito grande. trabalhámos bem, com muito sacrifício de todos e, depois, derrubam os nossos objectivos com outros factores…
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Setúbal, Janeiro de 2017.
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caríssim@,

sim!, as citações acima (e que se reproduzem para memória futura) poderiam ser de um qualquer elemento afecto à nossa equipa do coração e na presente época desportiva 2016/2017, mas… não: ao invés, são declarações exclusivas do treinador e do capitão da agremiação calimera do Lumiar, depois de uma derrota e consequente eliminação da fase final da ex-taça da bjeKa (ou taça da carica, ou da crica, ou do do raio que a parta!). e não deixa de ser extremamente curioso que o que se destaca a negrito naquelas, é coincidentemente idêntico ao que muito nós temos denunciado, esta temporada.
“a’tão, onde reside a (principal) diferença entre as queixas?”, estarás a perguntar (ou então, não). simples: os roubos de Catedral que denunciamos e que atentam à tão propalada Verdade Desportiva, são relegados para meras notas de rodapé nos pasquins do burgo e/ou não conferem aberturas de telejornais (e aqui não incluo o destaque que se confere às nossas derrotas desportivas) e/ou são tidos como meras calimerices; já os «factos» delatados pelos viscondes falidos do reino de Alvaláxia são (mais) uma oportunidade para tempo de antena gratuito ao burro do Carvalho – e para lá da antítese do destaque que os me(r)dia tugas (não) nos concedem, como se comprova aqui e aqui.

é (também!) por estas razões, de autêntica dualidade de critérios – arbitrais, editoriais, comunicacionais, de respeito (ou da falta dele), outros quaisquer – que saúdo o que foi (muito bem) dito no programa “Universo Porto – da bancada” de ontem (vídeo aqui), no Porto Canal. durante quase noventa minutos de emissão, mais do que um blá-blá-blá inconsequente, começámos a dar (literalmente) nomes aos bois do (outrora) «sistema» – actualmente parece que é mais «monstro», ou «polvo» (que é quem mais ordena, como se sabe) – e que até já ultrapassou as fronteiras do nosso comezinho futebolzinho de pacotilha…
aliás, neste caos em que se encontra o mundo dos apitadores tugas, só poderá haver um glorioso gáudio e um tremendo júbilo, por toda uma situação a tresandar ao que o burro do Carvalho exala de todas as vezes que se cruza com o seu congénere de Arouca, pela parte de quem é imensamente pequeno e de quem é tacanho o suficiente para menosprezar todo um esquema ardiloso, (muito) próprio dos que conscientemente opta(ra)m por «fazer isto por outro lado» e que consideram que «são mais importantes os lugares na Liga do que contratar bons jogadores»…

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disse!
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não vi!

futuro© FC Porto | papa Pinto da Costa | Tomo III
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caríssim@,

por motivos vários, não pude ver o Clássico que se disputou no “antro” do Lumiar, lá para o “reino distante dos viscondes falidos de Alvaláxia”®.
tudo o que (não) vi, “sei-o” graças à benevolência e ao companheirismo de alguns de vós, solidários na minha “reclusão” precisamente nos momentos em que não nos é possível estar em sintonia com o nosso grande Amor, e que gentilmente me foram fazendo um resumo do encontro, em directo, via sms*.
a vós, mais uma vez, mas desta feita publicamente, o meu sentido “muito obrigado!” por não me terem deixado só, num profundo silêncio, e refém da minha extrema ansiedade.

* uma das vantagens de se fazer parte «da seita» – essa espécie de câmara corporativa, com rituais muito próprios, que só “vive” para congeminar, que sobrevive à custa (também) de muita carolice, e bastante selecta nas suas escolhas – logo, onde os ferrazes desta vida não têm lugar.

[modo de ironia ‘off‘]

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assim sendo, foi por interpostas pessoas, mas com julgamento e visões em (quase) tudo idênticas às minhas, que soube da nossa primeira derrota oficial, para a época desportiva em curso e que,  convém recordar esse facto, ainda mal começou. já agora, também é de referir que se trata da mesma temporada que, para a nossa cor, já teve jogos com elevado grau de intensidade, de rigor e de dificuldade, e ao contrário das demais.
portanto, toda e qualquer análise que possa elaborar, sobre a partida em causa, pecará sempre por esse defeito, qual pormaior, e que é o de não ter assistido à partida em directo. e este é um facto que não pode ser considerado despiciendo, porquanto que todos os bitaites que possa tecer não contemplam os lances em jogada corrida e no momento, com todo o roer de unhas, todas as remexidelas na cadeira, todo o retorcer do cachecol em frente à boca, todos os palavrões que se vão soltando da garganta, todas as gotas de suor frio que vão escorrendo espinha abaixo, todo o êxtase que se liberta com um golo. o que sobra são todas essas considerações que se tecem ‘a posteriori‘, mormente com recurso aos ‘frames‘ e/ou aos segmentos de imagens e/ou vídeos, e com os quais se pretendem sustentar os nossos pontos de vista – as mesmíssimas imagens que, semana sim, semana também, ora reflectem a «espuma do dia» [expressão extraída da crónica de hoje, da autoria de joel neto, no pasquim editado pelo ‘quim oliveirinha], ora não passam de ‘fait divers‘. tudo depende da cor clubística de quem as apresenta à saciedade. como a cor das minhas lentes é a mais bonita do Universo, é naturalmente “normal” que tenha optado pela selecção daquelas ali em cima (e que podem ser revistas aqui, aqui e aqui); só não o entenderá quem por aqui não é bem-vindo (de todo!).

em suma:
no meu entendimento, (in)tentar resumir a partida que se disputou no “antro” em causa também terá forçosamente que passar (e muito!) pela péssima arbitragem protagonizada pelo apitador tiago martins – a mesma arbitragem que, para luciano gonçalves, deve encher «de orgulho» o único sector que ainda não é profissional, no nosso comezinho futebolzinho, que permanece imune a críticas, que «tem estado em bom nível nestas três jornadas», e onde tudo continua como dantes e independentemente do nome das “moscas”.
note-se que foi a mesma arbitragem que condicionou todo um jogo, subvertendo a realidade do mesmo, com gritantes dualidades de critérios e que demonstrou não ser imune às calimeras berrarias, recorrentes nas bancadas do “aido” em questão. afirmar-se que «fomos anjinhos» a partir do lance que ditou o golo do empate e até ao final da partida, é escamotear a Verdade. e esta, para mim, também deve ser analisada à luz (salvo seja!) da tenra idade de alguns elementos do plantel que foram a jogo, a quem lhes (ainda) falta “nervo”, experiência e “aquela matreirice” tão características no jogo do jeBus… e, por muito menos, berrou o 5lb na jornada passada…
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futuro© Tomo III
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e por falar em berraria: andamos mansos, pá! aliás, dá-me a impressão que não aprendemos n-a-d-a com um passado recentíssimo. explico.

infelizmente, neste “rectângulo à beira-mar (im)plantado”®, o lema oficioso que subjaz inclusive à sua fundação, é o de que “quem não chora, não mama”. é assim e por demais evidente, que quem considera que, no Futebol, se possa pensar de outra forma, bastante distante daquela e um pouco à semelhança do que acontece, por exemplo, em terras de Sua Majestade, não tem a noção do ridículo e do absurdo em que se coloca. e, já agora e por inerência, do mal que faz ao Clube e às suas gentes. é desconhecer que, ao contrário dos povos nórdicos, somos (muito) latinos, com o sangue a ferver-nos cá dentro sempre que sentimos que somos alvo de injustiças. e que, como poBo do Norte e bastante portuense que se preza, os turpilóquios jorram mais rápido e com (bem) mais intensidade do que um passe do Herrera, porque sim e porque fazem parte da nossa natureza perante aquelas mesmas injustiças. e que, enquanto portistas, haverá sempre (mais do que) uma estória a acrescentar à nossa História, e que é a de que seremos sempre alvo dessas mesmas injustiças (desportivas), por parte dos apitadores tugas a soldo das altas patentes que controlam sistematicamente o nosso comezinho futebol – mormente a partir dos corredores do P(h)oder sediado na capital do império. e é desconhecer que haverá sempre «roubos de catedral», que «enquanto fomos bons rapazes fomos sempre comidos», pelo que há mais é que denunciar esses jogos de bastidores, com a #porta18, os #vouchers e o #Cardinalcircus à mistura; há mas é que fazer barulho, muito, e não só nos canais de informação do Clube; há que compilar dvd’s para serem entregues a quem de direito, num Estado que se presume «de Direito» mas que se comporta mais torto do que um queixo depois de levar uma cotovelada do “sólimáne”; há que pugnar pela comparência do alto responsável do sector em causa, em conferência de Imprensa e sem direito a perguntas (vulgo: monólogo), para explicar as razões de termos sido alvo de «tremendas injustiças e de erros grosseiros». e há que, de uma vez por todas, recusar que seja permitido colocar questões, aos profissionais que ostentam o nosso brasão abençoado, por parte dos sabujos e dos autênticos pés-de-microfone que labutam no jornalixo e nos me(r)dia tugas, e que diariamente nos afrontam, como a imagem acima comprova.

neste entretanto e solidário na dor de uma amiga virtual, mas que também partilha deste nosso estado de alma (bastante amargurado, diga-se), questiono-me das seguintes razões, que cito e para as quais também não tenho resposta (mas que gostaria muito de ter):
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isto é gozar à força toda com a nossa cara. e nós deixamos, uma e outra vez. e damos a outra face, tal como Jesus Cristo – e esse morreu na cruz.
não há palavras para catalogar estas provocações sistemáticas, tal como não as há para catalogar a inacção, a abulia e a total passividade da nossa $AD no cumprimento do seu dever – e que é defender, com unhas, garras, alma e os dentes todos, os interesses e a honra do seu Clube.
o que os faz calar assim? têm MEDO de quê?
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sugestão musical:

trabalhadores do comércio, “chamem a pulíssia“.

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disse!
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demasiado verde…

jpeseiro© bruno sousa
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caríssima(o),

é oficial: num lacónico comunicado à CMVM, a $AD portista informa que, desde ontem, Segunda-feira, deixa de suportar qualquer encargo mensal com José Peseiro. assim e para já, tem “só” aquele outro, para com Julen Lopetegui, o qual, ao que consta, parece que está próximo de migrar para a gverreira cidade dos asteriscos…
em suma: tudo se vai começando a compor, em seu devido tempo. ou então, não, como veremos a seguir.

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sobre José Peseiro.
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« […] sei também da minha competência, do meu profissionalismo e da minha capacidade. sei também que estou num clube estruturado e sei que vamos lutar pelos objectivos traçados no início da época, à excepção naturalmente da Taça da Liga. tal como disse aos jogadores, na apresentação, queremos ser campeões, queremos ganhar a Liga Europa e queremos vencer a Taça de Portugal. não faz sentido estar neste clube e não pensar assim. agora, temos que pensar jogo a jogo. […] »
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foi com esta ambição que, em Janeiro último, se apresentou aos sócios, adeptos e massa assoBiativa, José Peseiro, novel treinador do nosso Clube do coração. claudicou, com estrondo e em todas as frentes que se propôs almejar o Sucesso – sobretudo no último daqueles propósitos, e para o qual teve uma (espécie de) “pré-época”, inclusive com chancela presidencial.
a ele, José Peseiro, o meu agradecimento por ter (in)tentado colar os cacos de um(a espécie de) plantel, estraçalhado em todos os seus vectores – desportivo, anímico, emocional. sei que fez o melhor que sabe e sempre em prol do Colectivo; não bastou para a exigência que este Clube impõe, pelo que sai, de consciência tranquila, é verdade, mas por uma porta bastante pequena para o que foi esta sua aventura pela ImBicta.
estaria demasiado “verde” para a assumir? nunca se saberá ao certo. estou em crer que, face a todas as contingências que (des)nortearam a sua contratação, José Peseiro acabou por ser uma espécie de “mal menor” para todas as partes envolvidas num processo em que (reafirmo-o) nós, enquanto adeptos, também tivemos a nossa quota-parte de culpa.
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mst© público
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sobre o ‘enfant terríBel.
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« espero que não se confirma a notícia da contratação de Nuno Espírito Santo. julgo que está um vasto leque de portistas comigo, que achará que, mais uma vez, Pinto da Costa vai cometer um erro na escolha do treinador. e ela é decisiva. isto porque, um clube que foi duas vezes campeão da Europa e do Mundo, não se pode dar “ao luxo” de contratar um treinador que não tem experiência suficiente, que só treinou dois clubes, e nunca ganhou nada e que não tem carisma para o FC Porto. 
eu, como a grande maioria dos adeptos, queríamos era Marco Silva: já tem provas dadas, já ganhou alguma coisa, e tem outro prestígio e outro carisma, que o Nuno Espírito Santo não tem. são ambos treinadores jovens; só que um já deu provas e outro não. Marco Silva está no activo e Nuno Espírito Santo está no desemprego há alguns meses, e por alguma razão…
isto representa a vitória da “facção Alexandre Pinto da Costa” contra a “facção Antero Henriques”, que queria Marco Silva. […] eu não concebo que haja uma facção do filho do presidente, que não tem nenhum cargo estatutário no Clube, nem nenhuma legitimidade para se intrometer nestes assuntos. segundo, porque se Nuno Espírito Santo é contratado e se é representado pelo filho do presidente do FC Porto, é preciso apurar se o FC Porto paga alguma comissão. é que não tem que pagar! é um treinador desempregado! se, de facto, pagou alguma coisa a Alexandre Pinto da Costa, resta uma dúvida legítima: se o pai contrata o treinador por achar que é o melhor para o clube ou por achar que é o melhor para o filho.
há uma “guerra” que tem que ver com Poder, Influência e Dinheiro, e que tem sido a principal razão, à frente de qualquer outra, para o descalabro em que o Clube tem vivido nos últimos anos. eu creio que esta contratação prolongará a “guerra” e a agonia de uma travessia do deserto em que nós estamos mergulhados. »
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o que Miguel Sousa Tavares proferiu, ontem, aos microfones da estação de Carnaxide, no seu espaço de comentário (principalmente) político, repetiu-o hoje, na edição impressa do pravda da Travessa da Queimada (aqui), num artigo entitulado “o velho e sempre útilinimigo externo” (aqui, em formato jpeg e aqui em formato pdf). confesso que não me revejo minimamente nesta perspectiva, sobretudo e mormente na escolha de Marco Silva. por mim e se tivesse esse poder, já teria cativado Leonardo Jardim para ocupar uma cadeira que se encontra vaga, pelas mesmas razões que se encontram explanadas aqui.
a estima e a gratidão, que nutro pelo nosso querido líder, não me tolhem o pensamento, sendo crítico quando considero que devo ser, e enquanto adepto de futebol e indefectível pelo Futebol Clube do Porto. nesta situação de mudança de treinador (mais uma…), considero que é prematuro tecer-se seja o que for sobre o assunto em causa, porquanto que, à data e hora destas linhas (#notmadeinporta18forsure), o que é certo é que não há confirmação oficial de qualquer nome para substituir José Peseiro, a não ser suposições, conjecturas, hipóteses (mais ou menos) plausíveis – e independentemente da convicção de José Guilherme Aguiar e do aviso de Vítor Baía. portanto, a minha postura é a de aguardar tranquila e serenamente intranquilo, por uma notícia que confirme o sucessor de José Peseiro, porque nada do que faça e/ou diga e/ou comente e/ou escreva, alterará o rumo do que (quero acreditar nisso!) já está previamente traçado pela Direcção da $AD/Clube, independentemente de «guerras de facções» e de eventuais «comissões». e é por isso mesmo que não poderia concordar mais com as seguintes palavras, pejadas de ironia fina, do João, e que foram retiradas daqui:
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« o Nuno Espírito Santo é fraca escolha: não ganhou a ‘chempes’. bom, bom, era o Guardiola. quer dizer… nem era bem: não ganhou a ‘chempes’. o Pellegrini! o Pellegrini é que era! quer dizer… não é bem: depois nunca se saberia se o nome é com um ou dois eles… O van Gaal! o van Gaal é que era! ah!, mas não ganhou a ‘chempes’. Eu, se fosse à $AD, escolhia o Paulo Sousa! quer dizer: não ganhou nada, em Itália… já sei! o Marco Silva! oh!, mas o campeonato grego não presta para nada… o Leonardo Jardim! o Leonardo é que era! mas o Mónaco nem tem campeonato: os gajos jogam na França… então o Ranieri! não, esse nunca ganhou nada! só este ano, mas deixou fugir a ‘chempes’ quando estava no Chelsky… talvez o coiso, o outro…
conclusão: há portistas que fazem lembrar alguns putos. “de que clube és? sou do que ganha! treinador? nenhum presta! dirigentes? nenhum presta! e eu é que sou o presidente da junta, sou o maior da minha aldeia e não me comem as papas na cabeça! »
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já agora: quem, aos microfones de uma estação de televisão, com uma visibilidade muito superior ao que escreve às Terças-feiras, no pravda, afirma o que ali em cima se transcreve para memória futura, já deveria estar a contar com uma resposta do Clube. esta surgiu pela e-letter (aqui), no segmento «miguéis». o que não posso deixar de lamentar é que, essa mesma resposta, com autorização superior, tenha divulgado dados de um (ex-)sócio que deveriam permanecer no foro privado do Clube.
considero que, para lá desse excesso, que se lamenta e que se repudia – já para não referir que só ganha visibilidade pela notoriedade do visado -, há motivos para que, com a devida antecedência, se repense toda a estratégia comunicacional do Clube para a próxima época. com tantos outros assuntos em que o silêncio dos responsáveis do Clube não é de ouro (de todo!), a forma buliçosa com que rapidamente se atacam adeptos portistas, e por mais razões que assistam a esse “ataque”, deveria fazer travar essas intenções iniciais. já basta desta imagem de quezílias internas, de divisões entre adeptos de um mesmo Clube, quando o sentimento que deveria subsistir é o de U-N-I-Ã-O.
mentalizemo-nos que o “inimigo”, que existe, reside de facto no Exterior às paredes daquele que deveria (também e sobretudo!) ser o nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos. já não deveríamos ser “verdes” nesse sentimento..
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duplasv© google | Tomo III
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« antigo vice-presidente do spórtém condenado por dois crimes de peculato, por uso indevido de dinheiro e bens do clube, e por denúncia caluniosa agravada do árbitro auxiliar José Cardinal

paulo pereira cristóvão foi hoje condenado a quatro anos e meio de prisão, com pena suspensa, por dois crimes de peculato, por uso indevido do dinheiro e bens do spórtém, tendo sido absolvido dos crimes de burla e branqueamento de capitais. à pena vão ser descontados os 15 meses já cumpridos em prisão preventiva.
o antigo vice-presidente do clube de Alvalade e ex-inspector da Polícia Judiciária, foi ainda condenado por denúncia caluniosa agravada do árbitro auxiliar José Cardinal, ao qual terá de pagar 40 mil euros por danos patrimoniais.
o antigo vice-presidente do spórtém foi ainda condenado ao pagamento de indemnizações de 500 euros a cada um dos 35 árbitros que se constituíram assistentes no processo, o que perfaz um total de 17.500 euros.
o antigo dirigente do spórtém, na direcção de Godinho Lopes, fica ainda impedido de exercer a actividade de “dirigente desportivo” durante três anos.

no âmbito do processo conhecido por “Caso Cardinal”, paulo pereira cristóvão era acusado de um crime de burla qualificada, outro de branqueamento de capitais, dois de peculato, mais um de devassa por meio informático, um de acesso ilegítimo e, por fim, um de denúncia caluniosa agravada.
nas alegações finais, a 25 de Janeiro, Paulo Farinha Alves, o advogado do antigo vice-presidente do spórtém, pediu a absolvição de todos os crimes. na parte do processo, que dá nome ao caso e que se relaciona com um depósito de 2.000 euros na conta do árbitro assistente José Cardinal, para posteriormente o acusar de suborno, o advogado Paulo Farinha Alves entendia que o seu cliente deveria ser ilibado.
de acordo com a acusação, paulo pereira cristóvão teria pedido ao seu colaborador, Rui Martins, para ir ao Funchal efectuar um depósito de 2.000 euros na conta de José Cardinal, para posteriormente o acusar de ter sido subornado antes de um jogo entre o spórtém e o Marítimo, a contar para a Taça de Portugal. paulo pereira cristóvão era também acusado de ter criado uma lista com dados pessoais de árbitros, 33 dos quais reclamavam o pagamento de indemnizações cíveis, por se sentirem intimidados com a divulgação da mesma. o Tribunal decidiu que o antigo dirigente leonino terá de pagar a cada um deles 500 euros.

o processo, que começou a ser julgado a 8 de Abril de 2015, tinha também como arguido Vítor Viegas – acusado de crimes de burla, branqueamento de capitais e devassa por meio informático -, que foi absolvido.

num outro processo, paulo pereira cristóvão está acusado de acusado da autoria moral de dois dos sete assaltos que o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) imputa a um grupo criminoso.
a acusação envolve 18 arguidos, entre eles o antigo dirigente leonino e o líder da Juve Leo, Nuno Vieira Mendes. 
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reproduzo esta notícia aqui, da autoria do DN, sobretudo para memória futura, não vá ela desaparecer por artes mágicas (ou outras)…
fosse esta merd@ connosco… ou o caso dos ‘vouchers‘ a apitadores, delegados ao jogo e observadores de árbitros… ou a #porta18… ui! nem seria bom imaginar! como é lá para os lados da Capital do Império, está tudo bem, na paz do(s) senhor(es), pelo que ‘no pasa nada’

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disse!
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duas coisitas (in)significantes…

fcp011

© getty images
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caríssima(o),

enquanto, entre nós, nos degladiamos em “guerrilhas urbanas” fratricidas, mormente sobre questões menores, como pormenores de um acto eleitoral que já ocorreu, e em que a Oposição marcou presença noutro local que não o próprio e o mais indicado para se “fazer ouvir”, hoje há a registar que:
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1)

paulo pereira cristóvão foi acusado de «corrupção activa por obtenção de dados sigilosos, nomeadamente de 196 árbitros de futebol, através de funcionários das finanças», em novo processo paralelo ao do #Cardinalcircus.
sim!, já sei que convém salientar que estamos num Estado de Direito, onde vigora (ou assim deveria…) o Princípio máximo de que ‘in dubio pro reo‘ – excepto, claro está, se o constituído arguido for alguém da Direcção do FC Porto (situação em que a condenação é sumária, em praça pública e sem direito a recurso da decisão primeira e primária). mas e à luz dos factos provados pelo Ministério Público, os quais (repito) se relacionam com o #Cardinalcircus, não está nada fácil a defesa do arguido visconde – o qual, também convém recordar, aquando daqueles factos, era um vice-presidente em pleno exercício de funções (infelizmente, para muitos) que não de um qualquer clube a Norte do Rio Lis, antes da agremiação do Lumiar…

portanto, vou aguardar pelos desenvolvimentos (contorcionistas?) dessa mesmíssima Justiça Desportiva que foi tão lesta e tão solícita, a inocentar aquela agremiação, tida como “impoluta”, de factos que, se forem provados na Justiça Cível, deverão ter, entre outras consequências, e de acordo com os regulamentos em vigor, a sua descida de divisão.
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2)

os hep7acampeões nacionais de andebol caíram de pé, em Carnide.
compreende-se a festa (também) na sede da federação daquela modalidade, pois que “aqueles malandros” já estavam a ser (para lá de) incómodos, tal a hegemonia que patenteiam. tudo valeu para a (in)tentar quebrar: desde a continuação, pelo seu segundo ano, de um abjecto ‘play-off‘, passando por um absurdo calendário (com inqualificáveis pausas injustificáveis), terminando em “gloriosas” arbitragens que deveriam fazer corar de vergonha os responsáveis pelo sector, tamanha que foi a dualidade de critérios evidenciada pelas várias duplas que nos calharam na rifa, mas que, creio, não lhes incomodará nem um pouquinho…

para todos eles, uma péssima novidade: para a próxima época desportiva estaremos por cá. outra vez. para mal dos vossos pecados.

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disse!
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para memória futura (parte II)…

porta18© fotos da curva
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caríssima(o),

ele é um “espanto”. ele é omnipotente. ele é omnipresente. ele é o Alfa e o Ómega. e o Beta e o chunga. ele é o Tudo e o Nada. e um estulto, de um alarve, de um néscio. e um inepto de um estúpido. e é uma grand’a besta, também. só não sei se  será o ar que é expelido pelas «nádegas» ou também “algo” mais sólido do que esse fluido que as envolve, e para “pegar” na (literalmente) metáfora de merd@ que, em tempos, utilizou… depois de ontem (aqui, a páginas 02 a 04), cada vez mais me convenço que não passa de alguém muito, mas muito, mas mesmo muito (e extremamente) carente. o Sigmund explica casos como o dele; também não sei é se seria capaz de o tratar com sucesso…
(aliás, tenho para mim, que o pobre austríaco ainda seria vítima de ‘bullying‘ por parte de um presidente-ex-membro-de-claque-e-que-ainda-se-comporta-como-estivesse-nela…)

serve este intróito, em semana de ‘derby‘ da Segunda Circular, para relembrar algumas “pontas” que ainda vão permanecendo “soltas” e que, se tivessem, como protagonistas principais, elementos afectos ao FC Porto, há muito que já estaríamos nos distritais… como não são esses os casos em apreço, “está tudo muito bem”, a “fruta” é de outra cêpa e com outra “qualidade” (menos “bruta” e mais prosaica), ‘no pasa nada‘ e não há que confundir o(s) Indivíduo(s) com a(s) instituição(ções) ao seu serviço; nestas situações, de prevaricações mais a Sul, estas são sempre indistintas daquele(s)…

em termos de #calimerolândia, estou muito curioso para saber o desfecho do #Cardinalcircus. em princípio, a sentença na Justiça Civil será conhecida em Abril próximo – a qual será sempre passível de recurso. mas, mais do que o que irá acontecer ao indivíduo Paulo Pereira Cristóvão, estou mesmo muito interessado em saber o que é que efectivamente foi considerado provado – mormente a questão do depósito de dois mil euros, numa conta bancária de um árbitro assistente, o qual desencadeou todo este processo. e, como se espera, (com)provando-se aquele dolo, como é que a (in)Justiça Desportiva irá “descalçar a bota” de ter inocentado a Instituição #notspórtémlisbon de um acto prevaricado por um seu antigo dirigente, na altura dos acontecimentos, a desempenhar funções efectivas naquela… acredito que vai ser muito giro de se seguir. e que iremos assistir a uma plêiade (diária?) de comunicados, e de ‘posts‘, e de entrevistas, e de ‘twitts‘, e de contra-informação, e de enxovalhos públicos, e não sei mais do quê, sem fim… acho que esta é que será a parte “mais dolorosa” disto tudo… aguardemos.
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pela parte do estado lampiânico, confesso que também estou muito curioso para saber qual será o desenlace do que a seguir de (re)publica, pois que e ao contrário do ‘staff‘ afecto à agremiação do Lumiar, os censores do Carnide são (bem) mais afoitos, interventivos e sagazes nessa evidente «gloriosa» missão de “destruir” e/ou “apagar” tudo o que possa ser “embaraçoso” para essa agremiação.
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p1805.

repito-me: fossem outros os protagonistas, com domicílio mais a Norte, e nada seria como dantes (sequer no Quartel de Abrantes)…

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disse!
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confissões (nada) adolescentes…

stewie© google
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vamos ao circo (do Amor)!
fotografias e aparato,
a galinha e o pato,
aí vem! aí vem o circo!
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invamos ao circo“, Sitiados.
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caríssima(o),

serei (muito) breve. mesmo! (ou então, não…)

antes de tudo e bem mais importante:
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« É preciso ser-se uma espécie muito especial de besta filho da put@ para roubar a camisola e o cachecol, a um menino paraplégico.
Fosse de que clube fosse, seria sempre uma besta. E um autêntico filho da put@! Vindo de um clube que passa a vida a arvorar-se em ser superior aos demais, ainda pior é – e não estou a “confundir a árvore com a floresta”, pois sei que felizmente 99% dos benfiquistas não fazem estas merd@s. E, repito, se fossem adeptos do meu Clube condenaria na mesma!
Mas, ainda mais
[nojento em tudo “isto”]  é a completa protecção, por parte da Imprensa e o «glorioso» abafar deste caso abjecto. [apesar da vitória do FC Porto B, por 1-0, tal] não apaga o susto de um menino impotente para mudar a situação.
Sabem porque temos os cânticos que temos? [também] É por causa de merd@s como esta!
 »
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o Jorge já o escreveu e (muito) bem. eu socorro-me das suas indignadas fúria, ira e revolta interior, reforçando-as, (re)afirmando que os energúmenos ilegais que cometeram aquela barbárie serão sempre uns “valentes” seres mesquinhos, bem pequeninos,
muito desumanos, e sobretudo uns «gloriosos» cobardolas da merd@ (para lá de uns filhos da grande puta – assim mesmo, com as letras todas). e, para mim, não há pior sentimento mesquinho que a covardia…
mas, eles sempre foram assim… para além de que nem entre o seu «glorioso» “rebanho” se entendem… que asco que me metem!…

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depois, e sobre o título da presente posta de pescada®.
aquele refere-se ao seguinte: nos últimos tempos, principalmente desde a saída do ‘cutty sarkdo bOrroso, que sou assíduo espectador do programa #Prolongamento, da estação de Queluz (não, obrigado! mas não fumo…). nem sempre consigo ver os episódios em directo, mas, desde aquele momento, não deixo de os visualizar em diferido.
ontem, “vi” o desta Segunda-feira (vídeo aqui). ele foi um autêntico fartote de “humor” (negro, gordalhufo, careca, berrante, entre outros)… “gostei” sobretudo daquela parte em que o gordo lampião (que já foi arquivista) falou sobre «fruta». explico.
ao final de quase trinta minutos, o gordo foi interpelado pelo careca calimero (que estudou Cinema). este, a propósito do (ignóbil!) arquivamento do caso dos ‘vouchers, alegava que, «por 300 euros», as ofertas poderiam ser de outro cariz, um tanto ou quanto mais sexual. colérico, o gordo (do) lampião afirma peremptoriamente que «‘fruta’ é aí para o outro lado», referindo-se ao néscio do Serrão. e, quando eu esperava tão-somente a contra-argumentação que se impunha – estilo: “está enganado. olhe que o ‘elefante branco’ é mais para Sul” -, o que se viu e (não) se escutou foi uma recíproca solidariedade com o silêncio ensurdecedor da SAD portita…
ah! grande morcão do car@lho, que ficou calado quando não deveria! mas c’a g’anda lorpa!“, foi (só) um dos pensamentos que me atravessou. e o mais “simpático”, até. é que, se há tema que me tira do sério, é o da «fruta» e afins, com os processos ‘pito dourado e ‘pito final. e, porque é sempre bom relembrar, eis sucintamente alguns  factos que a propaganda do jornalixo tuga (re)passa, como se mentiras repetidas ad nauseam se tornassem verdades insofismáveis:

» para o “tal” valor limite de «300 euros», para ofertas «de simpatia» a árbitros de futebol, «é tido como admissível» um ‘kit’ do Pantera Negra porque aquele é «um vulto do Desporto, em Portugal», e porque aquela lembrança «não pode deixar de ser vista como tendo cariz de símbolo, de lembrança, sem outro valor que não o de poder figurar na memória de um agente desportivo (árbitro, no caso), testemunhando o seu passado desportivo e aqueles com quem se relacionou», e como pode ser lido no comunicado da Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga (aqui).
tudo muito bem… então alguém me explique a razão pela qual não foram permitidas as ofertas, (igualmente) «simbólicas», de piquenos apitos dourados, feitos em filigrana, oferecidos pelo Presidente do Gondomar SC (de seu nome, José Luís Oliveira – àquela data de 2004, igualmente vice-presidente daquela autarquia) aos mesmíssimos agentes desportivos – filigrana essa que não é só «memória» e «testemunho» de um «Passado», mas também Presente e Futuro daquele concelho do Grande Porto (já disse que adoro esta expressão Grande Porto?) – e isto sem querer entrar nas questões legais abordadas aqui

» já agora, convém recordar que aquelas “célebres escutas” foram consideradas «ilegais», por mais do que um colectivo de juízes, em mais do que um tribunal, em mais do que uma comarca do País, pelo “simples facto” de que, aquando das escutas (estas sim, validadas por um juiz), a propósito daquelas ofertas do Gondomar – e de outros clubes da (então, assim designada) II Divisão B, do nosso comezinho futebolzinho -, aconteceu “apanhar-se” uma conversa entre o Major Valentim Loureiro e Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa, que os inefáveis auscultadores (ao serviço da ‘misé’ Morgado) consideraram interessante, porque metia «fruta», «cafés com leite» e outros quejandos – expressões que nunca conseguiram correlacionar com temáticas de cariz sexual. e, vai daí, há que ouvi-los também – mas, desta feita, sem o aval de quem de Direito, o que é tido como… (muito) ilegal…

» também convém recordar que a «fruta» não é um exclusivo de «simpatia» e de «bem receber» dos clubes do Norte, e como se comprova aqui. e, assim, torna-se(mais do que) óbvio que aquela atoarda, lançada pelo careca calimero (que estudou Cinema) ao gordo lampião (que já foi arquivista), faz todo – mas mesmo t-o-d-o! – o sentido.

» também gostaria que a diligente Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga, no seu comunicado, explicasse à gente (néscia? que julgam que come gelados com a testa?) como, mais do que a fórmula que utilizaram para chegar ao valor de «trinta euros por pessoa», para as refeições em causa, consideraram “tudo normal” e dentro das regras: (i) a licitude do acto em si e ‘per si‘, (ii) as ofertas aos delegados ao jogo e aos observadores dos árbitros (elementos que não foram visados naquele documento), (iii) ofertas («de cortesia») de 180 euros a (pelo menos) sete elementos, por jogo, em que estejam envolvidas as equipas lampiónicas. pelas minhas contas, “isto” dá 1260 euros por jogo, num total de 50400 euros por época (17 jogos da equipa A e 23 jogos da equipa B)… se acham este valor “normal”, tudo bem, quem sou eu?…

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burron© google | Tomo III
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não irei perder muito tempo com este badocha do Car(v)alho.
as suas últimas declarações revelam muito da sua (fraca) personalidade, certamente que bastante habituada a ter que (con)viver com «chulos que gravitam à volta do futebol» e «rebanhos de cabras».

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jackson© google
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por último e depois da (curtíssima) experiência no “patético” clube de Madrid, Jackson Martínez  vai regressar a um clube grande – desta feita, ao (muito) ‘chinoca‘ Guangzhou Evergrande Taobao Football Club.
pelos valores publicamente revelados, em torno desta transferência («cerca de 42M€») e por um Passado (muito) recente do jogador que não esqueço, só lhe posso desejar “muitas felicidades” desportivas (que as financeiras já lá moram). e, mais uma vez, fica demonstrado que já não há cá o jogar por “amor à camisola” de outrora. bem sei que os tempos são outros, mas (ainda) me dói considerar esta hipótese como a mais plausível, na Actualidade…

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epitáfio:
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foi em Janeiro de 2009, mas parece que foi Ontem. mesmo.

até Sempre, João! serás sempre inolvidável, para mim!

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de alguns ‘fait-divers’…

mona_lisa© google
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«

inércia
(do latim ‘inertia-ae’; substantivo feminino)

1. falta de movimento ou de actividade.
2. preguiça, indolência.
3. [Física] propriedade dos corpos que não podem, de ‘per si’, alterar o seu movimento ou o seu repouso; resistência de um corpo ao movimento ou ao repouso.

palavras relacionadas:
inercial, socórdia, estagnação, inacção, sonolência, molidão, atonia.

»

in Priberam.

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caríssima(o),

serve aquela definição para o presente intróito, o qual se solidariza com este telegrama aqui, da autoria do caríssimo Jorge Vassalo.
um exemplo: ontem estive a ver o “Universo Porto”, no Porto Canal, que, às Terças-feiras, para lá dos comentadores residentes (Bernardino Barros e Paulo Miguel Castro), também conta com a presença do Professor Jorge Araújo. e, com a devida demora de 72h, lá vieram as justas críticas à arbitragem de jorge «sei muita coisa do ano passado» ferreira… a minha crítica é só uma: qual a visibilidade do Porto Canal, no panorama televisivo actual? qual o seu impacto me(r)diático? quem é que, dos nossos detractores, vê o Porto Canal? porque é que, da Direcção, ainda ninguém se revoltou como há um ano atrás? mas estão à espera de quê, para agir (e já não digo em tempo próprio)? por muito menos, fazem os outros comunicados, conferências de Imprensa e afins. e se dúvidas houver do que legitimamente questiono, o último “Prolongamento” dissipa-as, na figura do paquiderme lampião…
é por isso que, Jorge, compreendo perfeitamente a tua revolta quando afirmas que «já não somos só «bons rapazes» a sermos «comidos»; somos, hoje, corpos em desaceleração acentuada, e que em breve ficarão parados, inertes»

já agora e sobre os apitadores tugas, não poderia estar mais de acordo com o seguinte escrito de Jorge Maia, presente na edição impressa do pasquim do ‘quim oliveirinha, desta Quarta-feira, sobretudo na parte em destaque:
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jmaia© ojogo
(clicar na imagem para ampliar)
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e, sobre o pasquim do ‘quim oliveirinha, quem “muito gosta” de nós e da nossa cor, afirma que aquele é tão-somente o “nosso” órgão (para lá de) oficioso de comunicação – vide, naquele episódio do Prolongamento, o que afirma o paquiderme lampião, sensivelmente a meio do dito… tenho para mim que, de «ambos os três» do jornalixo tuga, é o único que trata equitativamente o nosso quotidiano com os demais. se isso é ser pró-FC Porto… seja (e se os faz mais felizes). mesmo assim, por vezes (e ultimamente têm sido muitas), aparecem cenas como esta:
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ikerc© ojogo
(clicar na imagem para ampliar)
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reforço a afirmação do actual seleccionador espanhol – «ninguém tem nada garantido» – em contraponto com o título da “notícia”, mormente da sua mensagem subliminar, e com a continuação daquelas declarações (mas já sem o devido destaque). e assim se “intoxica” a opinião pública, sobretudo alguns portistas (mais influenciáveis)…
e, se dúvidas houver de que há dualidade de critérios editoriais, no tratamento (muito pouco) “jornalístico” de uma mesma situação – o qual é tremendamente gritante e sufocantemente revoltante, quando há que se proteger as agremiações da Segunda Circular, custe o que custar -, eis (mais) um exemplo:
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ppc© Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)
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deste #Cardinalcircus, o que “gosto” mais é do afastar de culpas de qualquer conivência e/ou ingerência e/ou interferência com a Direcção do «impoluto» spórtém – isto quando os factos ilícitos ocorreram com um vice-presidente daquela agremiação em funções… ai! se “isto” fosse connosco… já estaríamos dizimados (jurídica e desportivamente falando)…
já agora, não deixa de ser curioso que os sabujos e os pés-de-microfone, que estão a ser tão lestos a encontrar «faltas de honra, de carácter e de se desvirtuar a verdade desportiva», a propósito das transferências de José Sá e de Marega – sobretudo deste último (questionando a sua “lesão”, aos 30′ de jogo, sendo que as aspas são por eles colocadas) -, são os mesmíssimos que cobardemente se calaram com a transferência de jardel (e para não ser fastidioso, enumerando todas as «gloriosas» filhas-da-putice que ocorreram neste séc. XXI…
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por último e bem mais importante, é, para mim, de todo impossível discordar desta convocatória para o jogo de logo à noite, para aquela competição da treta. numa situação inédita neste espaço, eis o onze titular (em 1-4-4-2) que gostaria de ver alinhar, em Santa Maria da Feira:

Gudiño; Víctor García, Maurício, Chidozie, José Angel; Rúben Neves, Pité, Francisco Ramos, Sérgio Oliveira; André Silva, Suk.

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disse!
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mas por onde andam?! [actualizado]

handmouth© google
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… esses autênticos vendilhões de um templo profano que, em tempos idos – aqueles dos apitos dourados, das frutas, dos quinhentinhos, das meia-de-leite e afins -, rasgavam as vestes e se insurgiam pelos autênticos atentados à verdade desportiva – mas só e em exclusivo àquela que mais lhes convém, não à que pugna pela verdadeira e justa Equidade do e no Desporto?

… os bandalhos do Ministério Público que, naqueles tempos, indecentemente usuraram dos cofres do Estado – que somos todos nós, recorde-se! -, numa campanha justiceira sem precedentes, com esse fito único de, apenas e só, mitigar o «sistema» que impunemente (ainda) grassa pelos corredores do P(h)oder, lá pela capital do Império?

… os sabujos do jornalixo tuga que, a soldo dos colarinhos brancos que se propagam naqueles mesmos meandros capitais, por decreto das bafientas direcções das agremiações da Segunda Circular (pois que o tempo de influência do Belém acabou com o desaparecimento do Matateu), urdiram teses de cabalas sem fim, pelejando pela capitulação do hegemónico triunfo desportivo sitiado mais a Norte daquela capital?

… os editoriais, as manchetes bombásticas, as aberturas me(r)diáticas de telejornais, as sensacionalistas declarações de políticos tidos por «isentos», os pareceres encomendados, as queixas junto de quem de Direito e nas instâncias que superintendem o Futebol (europeu e mundial)?

pois… pois… pois!
tal como para com a campanha do #colinho e para com o #Cardinal circus, tudo é remetido para debaixo do tapete e assobia-se para o ar, enquanto se vira a cabeça para outro lado…
acontece, porém, que o lixo é mais do que muito e o tapete está prestes a parir uma montanha; o assobio desafina uma melodia mais triste que um desgraçado fado desgraçadinho, a tresandar a mofo e a bafio; a cabeça, de tanto inchar com a Realidade que lhe se depara pela frente, encontra-se abruptamente dorida com mais hematomas do que os adversários que enfrentaram o javali garcía.

bem sei que a fonte não é muito fidedigna, sequer «impoluta», mas, depois da palhaçada de Segunda-feira (mais uma…), a imagem abaixo comprova todo o meu desagrado, tal o despudoradamente desplante de não se tratar um assunto, merecedor de seriedade e de isenção jornalística, tal e qual como há dez anos atrás:
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capazv© google | bibó FC Porto car@go!
(clicar na imagem para ampliar)
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[capa do pravda com mais detalhe aqui, capa do pasquim do ‘quim oliveirinha com mais detalhe aqui, e capa do lixo tóxico do grupo cofina com mais detalhe aqui]
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adenda importante (com gajas boas ‘vintage’ incluídas):

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«Árbitros contactados pelo lixo tóxico do grupo cofina, esse autêntico esgoto noticioso a céu aberto, confirmaram, ontem (Terça-feira), que o 5lb efectivamente faz as ofertas referidas pelo burro do Carvalho, no programa da TVI 24 “Prolongamento”: uma camisola do clube (‘pack premium‘) e convites para o Museu Cosme Damião com quatro jantares incluídos.

Fonte não identificada do 5lb terá revelado, ao lixo tóxico do grupo cofina, que «o ‘plafond’ estabelecido para o jantar é de 35 euros por pessoa, limitado a pratos do dia [e com direito a selfie‘, no fim]».

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disse!
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da tangência de um paradoxo…

pipas© google | Tomo III
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caríssima(o),

o nosso queridinho pipa da água (extremamente) choca voltou a atacar. e em força. foi hoje, na edição impressa do pravda da Travessa da Queimada (aqui), num vómito que tem como título do paradoxo do ‘nadaplete” (aqui).
a propósito da próxima final da «xampiónes», onde qualquer um dos intervenientes pode almejar um tão ambicionado e tão prestigiado triplete, o tonel do pipa não enjeitou a oportunidade para atacar o percurso do FC Porto, nesta última temporada, a qual toda a nação portista já reconheceu que não foi brilhante, antes pelo contrário.

dou de barato o seu «glorioso» desconhecimento a propósito da terminologia futeboleira “triplete, bem como a «gloriosa» azia que (ainda) lhe provoca o último triple corona almejado pelo FC Porto, de um total de Q-U-A-T-R-O, estávamos em 2010/2011.
também não o quero melindrar (massacrar?) com essa minudência de o FC Porto já ter dois ‘pokers no seu curriculum desportivo, e de, em «ambos os dois», estarem incluídos títulos internacionais.

agora, o que não posso deixar passar em claro, é o facto de o balofo do pipinha «gloriosamente» se ter esquecido da lampiónica realidade factual afecta à agremiação de Carnide. e esta revela, de uma forma «limpinha, limpinha, limpinha» que e só tendo em linha de conta este séc. XXI, o 5lb andor já ficou à míngua nas seguintes temporadas: 2000/2001, 2001/2002, 2002/2003, 2005/2006, 2006/2007, 2007/2008 e 2012/2013.
ora, pelas minhas contas, são sete-vezes-S-E-T-E (!!!), portanto. e, repito, só neste séc. XXI. quanto a nós, até deitam foguetes e todos os dias, só porque, desde 1988/1989, que desconhecíamos o amargo sabor de não vencer um único título nacional…

«’nadaplete‘», afirmou ele… «’nadaplete‘»
se fosse mazé (in)tentar procurar receber contribuições inusitadas na sua «’nadaplete‘» cavidade rectal o quanto antes, isso é que era!… isto para não lhe desejar que vá apanhar nos entrefolhos com os nadapletes desta vida… ou que lhe cresça um «’nadaplete‘» naquela mesma cavidade. atravessado, claro está… e, se calhar, é melhor não, não se vá dar o caso de ele vir a gostar (muito) de «’nadapletes‘» e a sua esposa ter que procurar novo parceiro…
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entretanto, também anda tudo doido por causa de uma questão que envolve apostas, jogos das ligas profissionais tugas e o 5lb andor  a mesmíssima agremiação que foi bicampeã nacional trinta e e um anos depois (!!!), num campeonato onde o #colinho foi bastante generoso e que, só neste séc. XXI, já teve direito a sete «’nadapletes‘».
pois a mim, preocupa-me sobretudo todo o silêncio cúmplice em torno do #circo Cardinal, e de esta notícia aqui, publicada na edição impressa do pravda da Travessa da Queimada, do passado dia 28 de Maio (aqui), a páginas 12 e 13, e sobre a qual esperei, até hoje, que fosse amplamente comentada…
debalde. anda tudo entretido com as festarolas da Taça que esteve para não ser conquistada, até aos últimos dez minutos do tempo regulamentar, como se pode ler na edição impressa do pravda de ontem (aqui), a qual traz inclusa a última NORTADA do nosso enfant terríBel, Miguel Sousa Tavares, sob o título a derrota que o SC Braga nunca esquecerá” (aqui)

repito-me, reafirmando o que escrevi no início daquele mês: tivesse tudo como protagonistas indivíduos relacionados com um «certo e determinado» clube mais a Norte da Segunda Circular… e que por muito menos, desceu o Boavista de divisão!
acontece, porém, que os intervenientes são conectados com o «impoluto» do spórtém, e que um deles, aquando da data dos factos, era vice-presidente daquela agremiação. e encontrava-se no activo. e na posse plena das suas faculdades mentais, apesar de limitadas (ninguém, no seu pleno juízo, é do spórtém. ponto final.)
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rq07© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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por último, aquilo não é digno de alguém que ficou muito magoado por ter deixado de ser Capitão da equipa profissional de futebol sénior do Futebol Clube do Porto.
aquilo não pode ser considerado senão vulgar, popularucho, ínfimo, baixo, ordinário, e digno de um qualquer josé cid de trazer por casa, quando se despiu de preconceitos «em nome da música nacional».
aquilo, comigo, dava azo a que não fizesse parte do plantel da próxima época, pelo bonito exemplo que deu e pela vergonha que consigo arrastou ao bom-nome do clube que (ainda) representa.

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disse!
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«corrupção activa»

corruptos© pravda
(clicar na imagem para ampliar)

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caríssima(o),

eis uma notícia, publicada na edição impressa do pravda de hoje, Quinta-feira (aqui, para memória futura) e que, estou tão certo do que vou afirmar que desejava (não) estar errado, se tivesse ocorrido mais a Norte da Segunda Circular, teria honras de primeira página em todos os pasquins do jornalixo tuga (desportivos e generalistas) e de abertura de telejornais (nos canais generalistas e nos via cabo).
como se trata de mais um desenvolvimento do #circo Cardinal, envolvendo a «impoluta» agremiação do reino calimero dos viscondes falidos de Alvaláxia“®, está tudo muito bem e siga a rusga para bingo, rumo a um circo com muitos palhaços com tiques de ricos, mas sem cheta para mandar cantar um cego, e sem piada alguma…

mesmo assim e exactamente por esse tratamento diferenciado, não posso calar a minha revolta. como não me canso de o (re)afirmar e perante a luz (?) dos factos que amiúde têm surgido, mesmo que a conta-gotas e sonegados para chamadas de rodapé e sem direito a grandes parangonas, por muito menos desceu o Boavista de divisão!

não me irei pronunciar muito mais, pois os mesmos factos, de tão evidentes que são e por casarem tão certinho e direitinho com o teor das notícias, revelam toda a trama que se urdiu. e, relembre-se, que envolveu, à altura dos mesmos, um vice-presidente de um clube em exercício, na posse plena das suas faculdades mentais e consciente de tudo o que estava a tramar.
de facto e por muito menos, desceu o Boavista de divisão!

também não posso deixar de estranhar a morosidade da Justiça Desportiva em julgar este caso, sempre tão célere e tão solícita a demonstrar dedicado empenho com um (repito-me…) «certo e determinado» clube mais a Norte da Segunda Circular… e, vai daí, nem estranho; o que se passa é tão-somente aquela (por vezes, espécie de) “justiça à espera que seja a outra, a dos Tribunais Civis, a julgar e a condenar o que a primeira não consegue, não só por incúria, mas sobretudo por um escandaloso comprometimento para com o establishment da Capital do Império…
por muito menos, desceu o Boavista de divisão!

por último, enquanto espero (sentado…) por uma comunicação do burro do Carvalho sobre este assunto, sem ser jurista e numa tentativa de elucidação, dado que o que aconteceu envolveu uma competição organizada pela fpf, numa eliminatória da Taça de Portugal, eis o que prevê o Regulamento Disciplinar daquele órgão, para este tipo de situações, o qual é em tudo idêntico ao Regulamento Disciplinar da liga de clubes, e vice-versa:
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legislacao© fpf
(clicar na imagem para ampliar)
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disse!
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