medidas diferentes (para os ilegais de sempre).

futuro© fotosdacurva | rui oliveira | 92º minuto
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caríssim@,

ao contrário da prosa de ontem, esta será uma “posta de pescada”® um pouco mais leBezinha, e vem no seguimento do que entretanto foi (muito bem) denunciado no último “Universo Porto – da Bancada” – e que podes (deves!) (re)ver aqui.
a questão que me importa aflorar nas próximas linhas (que não #madeinporta18) é tão-somente o reforço do meu mais profundo desagrado por esse completo desrespeito pelas normas vigentes em relação aos i-le-gais do 5lb, do beneplácito de que estes usufruem perante os demais adeptos dos clubes rivais (e devidamente legalizados), e do perfeito (por que «glorioso») conluio que grassa entre eles e com quem deveria zelar pelo garante da Lei. vamos lá, então!

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do muito que se afirmou nos estúdios da Senhora da Hora, importa referir que também se comprovaram, com dados, factos, datas, nomes e até matrículas de viaturas (!!!), não só a ilegalidade mas igualmente e, por inerência, esse escabroso estado de «gloriosa» impunidade que reina sobre os grupos organizados de “adeptos” afectos ao 5lb.
também foi referido que esse clima contrário à Lei e que esse estado de consentida tolerância para com os efectivamente i-le-gais do 5lb, e como é (ou deveria ser…) do conhecimento geral, têm sobre si o “manto protector” dos me(r)dia e do jornalixo tugas – vulgo “o quarto p(h)oder” – para além das entidades que deveriam primar para que aqueles mesmos estados não acontecessem num (supostamente…) Estado de Direito – a começar na LPFP e FPF, e a terminar nas de Segurança Pública.
mais: provou-se, pela enésima vez, que o “quarto p(h)oder” tem duas formas diametralmente opostas de comunicar/informar factos idênticos quando estão em causa grupos de adeptos afectos a clubes distintos, com prejuízo para os que estão sediados mais a Norte do Mondego, porquanto que os deveres de Rigor e de Isenção se encontram (literalmente) ausentes.
pior: (com)provou-se que as forças de Autoridade e de Segurança públicas «gloriosamente» olvidam tudo o que envolva o 5lb e os seus grupos de “adeptos” i-le-gais, os quais usufruem de apoios e de regalias concedidas pela Direcção da agremiação em causa, e num espírito total e diametralmente contrário à legislação em vigor – a saber: Lei nr. 52/2013, de 30 de Julho, Secção III (“grupos organizados de adeptos”), art. 14º (“apoio a grupos organizados de adeptos”).
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futuro© google | 92º minuto
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posto (tudo) “isto“, a imagem ali em cima é só mais uma prova do que (re)afirmo e uma súmula “perfeita” do que se demonstra à saciedade, no programa em causa – sendo que teve por base os respectivos comunicados, emanados pelo Conselho de Disciplina [CD] da FPF, a reportar os castigos aplicados aos jogos em causa.
assim sendo, atente-se nestes factos, igualmente graves por quem os fez, mas cujos tratamentos disciplinares foram grosseiramente díspares:

» aquando da ida à Amoreira, os adeptos afectos ao FC Porto comportaram-se mal, com arremessos de tochas, rebentamento de petardos e interrupção da partida por uma vez.
o CD, para além da multa pecuniária (já lá vamos), abriu um procedimento disciplinar, com base no disposto no ponto 2.), do art. 181º, do Regulamento Disciplinar da LPFP (“agressão simples com reflexo no jogo por período igual ou inferior a 10 minutos”). deduz-se que seja pela “lesão” provocada no guarda-redes moreira [escarro], que imediatamente se lançou para o relvado aquando do lançamento de uma tocha… para o lado contrário onde se encontrava…
já a multa pecuniária, pela «reincidência» do arremesso das tochas e do rebentamento de petardos, teve o “singelo” valor de 5738,00€.

» aquando da visita a Santa Maria da Feira, os i-le-gais afectos à “instituição” tiveram os comportamentos que se demonstram aqui, aqui e também aqui.
foi, de facto, uma partida atribulada também fora das quatro linhas, de onde resultou inclusive um ferido – um repórter fotográfico, que teve que receber tratamento hospitalar para regressar à sua vidinha.
convém salientar que e de acordo o mesmíssimo Regulamento Disciplinar da LPFP, aquele incidente é punível com o que vem disposto no ponto 1.), do art. 182º (“agressões graves a espectadores e outros intervenientes”). mas, no caso e no partida em apreço, não houve qualquer abertura de procedimento disciplinar, apesar da sua gravidade e… lá está!, inclusive mencionado no comunicado, «reincidência».
e por “falar” em reincidência: a multa pecuniária, por essa «reincidência» do arremesso de tochas e rebentamento de petardos, teve o “singelo” valor de 2525,00€ – bem menos de metade de 5738,00€…

» no Sábado passado, os mesmos i-le-gais afectos ao 5lb fizeram a festa e soltaram a franga, desta feita em Paços de Ferreira. mas e ao contrário de Santa Maria da Feira, não há imagens. nem vídeos. nem bastos relatos dos incidentes (pormenorizados, ou não), seja nos me(r)dia seja no jornalixo tugas. ou seja: como que não aconteceu, apesar do comunicado do Paços de Ferreira e do que vem descrito no relatório dos delegados da FPF ao jogo…
aliás: das longas descrições, no comunicado a reportar os castigos aplicados àquela partida, dá para se perceber que os mesmíssimos i-le-gais afectos ao 5lb fizeram mesmo a macaca e pintaram a manta, naquele concelho do Vale do Sousa. e que, no espaço de meros quinze dias, voltaram a ser… como é que é, mesmo o termo?… isso: «reincidentes».
mas, neste clima de «gloriosa» tolerância para com quem prevarica semana sim, semana também, voltou-se a atropelar o disposto naquele mesmíssimo Regulamento Disciplinar da LPFP, sendo que não houve qualquer abertura de procedimento disciplinar.
ah! e por nova «reincidência» de arremesso de tochas e de rebentamento de petardos, a multa pecuniária teve o “singelo” valor de 5585,00€. – ainda assim, inferior àqueles 5738,00€, portanto…
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em suma e pegando em dois ou três chavões do futebolês:

1)
isto” é brincar ao Futebol, tomando os adeptos portistas por tolos, que comem geladinhos com a testa e que enfardam palha, como os demais “carneiros” afectos ao 5lb.
não somos, não comemos e estas «gloriosas» discrepância, discriminação e idiossincrasia, para lá da revolta que nos causa, só nos torna mais fortes. e resolutos em derrotar quem tanto nos odeia e disso faz o seu modo de vida – mormente nos me(r)dia e no jornalixo da tugalândia.

2)
pelo exposto e parafraseando o burro do Carvalho:
«bardamerda» para todos esses indigentes de Espírito – santo ou não, que não me importa rigorosamente nada a crença de cada um.

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disse!
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Porto final.

futuro© fotos da curva
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caríssim@,

acima de tudo, o jogo de ontem, em Turim, teve um resultado final e foi o corolário de uma exibição que não envergonham ninguém, sobretudo (e muito principalmente) de quem é portista. e não foi exclusivamente por nossa causa que, em 2018/2019, o futebol tuga só terá um representante com entrada directa na ‘Champions; nessa demanda «gloriosa» pela procura de “bodes respiratórios“, principie-se pela mentalidade de alguns (muitos?) “catedráticos” que pululam nosso comezinho futebolzinho, a começar pelo supra-sumo da agremiação do Lumiar.

numa curtíssima análise, plena de clichês, frases-feitas, chavões futeboleiros e lugares-comuns: caímos de pé, ante um opositor que gastou, num só reforço, 80% do orçamento do FC Porto para esta época, e que, pelo investimento concretizado, assume-se como um fortíssimo candidato a vencer a ‘Champions‘. e tal não se trata de uma qualquer desculpa, pela derrota final de 0-3 (no cômputo das duas mãos) e/ou de um qualquer assomo de uma vitória moral; antes da constatação do que aconteceu dentro das quatro linhas, numa partida de 180’.

por outro lado e numa vertente (bem) mais positiva, ainda bem que o Clube está muito grato à sua massa adepta. foram indubitavelmente uns adeptos do outro mundo, tod@s aqueles que, ontem, abafaram todo um estádio ‘gobbi‘.
e de nada serve a alguns pasquineiros abordar tal questão pelo facto de estar a decorrer um «protesto»; o agradecimento de toda a Equipa, no final, e o reconhecimento dos ‘tiffosi’ da ‘rubentus’ é quanto me basta, depois do show nas bancadas – e para lá do gesto do Fernando Madureira e da calorosa recepção no Aeroporto Francisco Sá Carneiro.
de facto, ele há coisas que nenhum «lapião» conseguirá compreender. nunca!
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futuro© getty images | fotos da curva | 92º minuto
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a imagem acima refere-se a uma entrada “a varrer”, protagonizada por um jogador ‘rubentino’ e que quase deixava o Layún feito num… quadrado.
aquela aconteceu ao minuto 11′ e passou «gloriosamente» “despercebida” em tudo o que foi resumo à partida, excepto neste aqui, de uma estação de televisão… russa.
talvez a dureza (rudeza?) daquela entrada não esteja bem explícita, pelo que a imagem que se segue “falará” (bem) melhor do que eu:

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futuro© google | 92º minuto
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em suma:
fossem aplicados os critérios de arbitragem (basto rigorosos) da primeira mão e provavelmente haveria mais estórias para contar sobre a partida de ontem.
e este é um facto que nenhum pasquim do jornalixo tuga, muito menos canal de televisão dos me(r)dia cá do burgo, resolveu apontar, mas que aconteceu, de facto. e que, mais uma vez e porque tal é conveniente para se passar a mensagem* foi «gloriosamente» sonegado.

* a mensagem de que fomos eliminados, curiosamente tal e qual como o 5lb (mas com menos golos sofridos e com menos humilhação, e mesmo que se alegue que a juBe esteve «em modo de treino» (!!!) contra nós e tal e coiso), e olvidando-se esse facto de que, em 180′, jogámos 115′ em inferioridade numérica – curiosamente (ou talvez não…), o argumento utilizado pelos mesmos sabujos, aquando da nossa eliminatória ante a AS Roma, para justificar a «facilidade» da nossa passagem à fase de grupos.
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já a imagem acima serve só de memória futura, expondo-se o Antes e o Depois de Dortmund: isto é, da jactante bazófia seguiu-se uma inversão da Realidade, apontando-se O caminho que afinal sempre esteve presente, mesmo depois da ca-ba-za-da que sofreram.
a capa da direita é só a primeira desse contraste e a primeira que mereceu honras de destaque – curiosa e coincidentemente a aludir à nossa eliminação. e como não acredito em coincidências…
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futuro© google | 92º minuto
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por último, a imagem acima é só um exemplo do porquê desta notícia aqui ser um «glorioso» logro.
fosse o pizza… o piç… o estrábico punido convenientemente e quando efectiva e comprovadamente prevaricou para amarelo (pelo menos), e o coxo do sonso não afirmaria «não estar preocupado» com esse assunto
como o pizz… o piç… como o estrábico não o foi nem é!, continua a reinar com a gente e a grassar a impunidade, para alegria geral da maralha do Estado Lampiânico e para que o desígnio nacional se cumpra.

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disse!
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gloriosa jactância nacional.

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caríssim@,

pois então, mais uma “chapa 4” no campeonato, desta feita pelo 5lb, ante os pastéis do Belém… acontece que, aos meus olhos, mesmo que tolhido pela cor azul-e-branca, aquela foi uma goleada fajuta, uma «gloriosa» farsa e a tresandar a frete – mais um, pelos insuspeitos amiguinhos do costume, sempre bem (dis)postos a (literalmente) abrir as perninhas perante quem lhes acerta as conta$, numa depauperada $AD
senão, vejamos e tendo em consideração o resumo da partida (aqui):

» o primeiro golo, obtido logo aos 11′ (conferindo uma tão necessária tranquilidade para o resto do jogo), teve uma «gloriosa» assistência do célebre miguel rosa, com uma intrépida “peitaça” onde se pedia, antes, que, sei lá!, tivesse mais cabecinha «e que assim»…
mas, hey!, isto sou eu a afirmá-lo, pode haver opiniões diferentes e divergentes, sobre um lance que, tivesse como protagonista um qualquer jogador afecto à formação do FC Porto e a labutar numa espécie de clube satélite, tivesse feito um atraso em tudo idêntico ao do rosa saltitante

» o segundo, para lá da espectacular defesa, mas com os olhinhos, do redes cristiano figueiredo, também tem esse ‘plus‘ de demonstrar que este Belém também está pronto para participar no campeonato nacional de ragby, tal foi a forma valorosa que o seu quarteto defensivo protegeu a linha de fundo, não fosse o 5lb marcar um ensaio, «e que assim»…
acontece é que se tratava de uma partida de futebol, e aquele quarteto defensivo ofereceu todo o tempo do Mundo e todo o terreno de jogo, para que o mitra grego facturasse um golo fácil.

» o terceiro golo foi uma frangalhada do cristiano figueiredo, que viu (muito bem) a bola partir, mas esteve (muito mal) a lançar-se tardiamente para a defender.

» o quarto golo não deveria ter contado, porque foi mais um fora-de-jogo descarado.

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em suma: tudo serve, mas mesmo t-u-d-o serve – e como se comprova aqui, em mais uma “engenharia financeira” que, se fosse sediada mais a Norte, ui! ui!, qual já não seria o falatório… – para que a treta do «glorioso» desígnio nacional do tetra cumpra o seu destino e o 5lb consiga, pela primeira vez na sua história (repleta de muiiiitas estórias), o que nós já conseguimos por duas vezes.
e para que os prostitutos dos me(r)dia e do jornalixo tugas prossigam com a sua «gloriosa» jactância, propositadamente olvidando o destaque que os nossos resultados desportivos também deveriam merecer.

mas, como o referi ontem e mesmo percebendo (mas nunca o aceitando, sequer de ânimo leve!) que sempre foi assim este “estado de graça”, (também) é assim que “gosto” deles: jactantes, soberbos, arrogantes, altivos, «gloriosos».
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futuro© papa Pinto da Costa
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para logo mais, as minhas expectativas mantêm-se: mesmo contra todas as probabilidades e contra o que diz a história dos embates ante a ‘rubentus’, acredito que seremos capazes de fazermos um jogo (a) sério, isto é e (re)afirmando o que partilhei ontem: apesar de não contar com a passagem aos quartos-de-final, estou convicto num bom jogo, em que honraremos com os pergaminhos do brasão abençoado, e de que também seremos capazes de marcar (pelo menos) um golito.
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forza FCPorto, vince per noi !!!

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disse!
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três breves not@s…

© google | 92º minuto
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caríssim@,

no dia de hoje, ficamos a saber, sobretudo pela Imprensa internacional, que Leandro Bacuna e pelo que as imagens documentam, está suspenso de toda a actividade profissional por seis jogos – tudo porque, no passado Sábado, o médio-centro do Aston Villa (clube inglês a militar no escalão secundário, o ‘Championship’), viu cartão vermelho directo, já em período de descontos, por ter encostado a cabeça ao bandeirinha do encontro ante o Derby County.
por cá, na tugalândia, no nosso comezinho futebolzinho, o sr. luís grande continua, há mais de 400 jogos, a passear uma “girafal” impunidade. ilusões de que nem todos se podem “orgulhar”…
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© google | 92º minuto
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serve a imagem acima para documentar (mais) uma situação de “massagem ao Ego”, não só do sonso, mas sobretudo da «gloriosa» massa adepta lampiã.
convém é não esquecer o que o mesmo pravda trazia à estampa em Junho de 2013, não se vá dar o (A)caso de a história se repetir…
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© Match Worn Shirts FC Porto | 92º minuto
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há precisamente dois anos “nascia” este espaço – a terceira parte de uma aventura que teve o seu início em Julho de 2008.
mais de uma boa vintena de boas (porque sólidas) Amizades construídas, mais de quatrocentas “postas de pescada”® depois e perto de 240 mil visitas efectivas (que não visualizações de página), o espírito de Comunicação e de partilha públicas mantêm-se, apesar da actual inconstância no meu contacto para contigo.

neste entretanto, houve uma (espécie de) “remodelação”, a qual incluiu uma mudança de nome, basicamente porque decidi conferir um pouco mais de “azul” ao espaço. e porque “Tomo III” era uma nomenclatura algo vaga para o quotidiano azul-e-branco – menos para mim e para quem me segue desde aquele primeiro momento, em 2008.
(sobre o nome actual: bem sei que o mesmo sugere um momento muito grato a qualquer portista dos quatro costados que se preze e por tudo que o envolve; acontece que, para mim, aquele minuto recorda-me igualmente este momento aqui, ocorrido na presente temporada, o qual também ainda me faz vibrar, e emocionar, e rejubilar, e com o mesmo vigor, tal e qual como o outro.)

e tal como o referi noutras alturas, todo este esforço e toda esta dedicação, existe graças a ti, por ti e para ti. e este é um sentimento que não se altera(rá).

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disse!
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dessas pinturas (rupestres?)…

© google | 92º minuto
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a ‘taberna da esquiça‘, do pai de jorge ferreira (“árbitro” do jogo entre Estoril e 5lb, esta Terça-feira), foi vandalizada, esta madrugada, com referências a inocêncio calabote [n-o-j-o].
«aqui venera-se calabote», com as siglas «SD» e «86», foi a mensagem deixada nas paredes do estabelecimento comercial – isto depois de uma partida onde os encarnados venceram com um golo polémico, visto que o mitra do grego estava em fora-de-jogo.

em declarações à Antena1 [escarro], o próprio jorge ferreira reagiu garantindo não se sentir «intimidado», embora tema pelos seus familiares:

« não tenho medo, não tenho receio. mas temo pela integridade física dos meus mais próximos. sinto-me triste e cansado. lutamos por fazer o melhor… pelos vistos já não podemos fazer o que gostamos, mas nada me vai impedir de fazer o que gosto. nada me move contra ninguém. não é com pequenez que me vão tirar da arbitragem. »

a GNR situa-se perto do local [mesmo em frente à taberna] onde se verificou o incidente, mas, quando chamados a intervir, já não conseguiram identificar qualquer autor do acto.
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in
zerozero | Março de 2017.
(com adulterações ao texto original, da minha responsabilidade
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caríssim@,

obviamente que se condena todo o tipo de violência, seja contra quem for e independentemente das circunstâncias, ou não vivêssemos num Estado de Direito [discurso polido e politicamente correcto].
acontece que, no Futebol e no estado actual do nosso comezinho futebolzinho tuga, eu apoio que se combata o “fogo com fogo”, numa espécie de lex talionis, mas sem tirar olhos (e dado que os dentes ficaram por conta do senhor proença). e é por essa mesma razão que, em Fevereiro de 2016, apoiei a visita de elementos dos Super Dragões àquele estabelecimento comercial, a qual adjectivei de profiláctica e referindo os porquês para tal apoio. hoje continuo a considerar que a mesma foi pró-activa, e num estado de «coacção» muito aquém deste aqui, e que envolveu um dos apitadores tugas “vítimas” da suposta «invasão do Centro de Treinos do Pólo Profissional dos Árbitros, na cidade da Maia, por parte de elementos afectos à claque do FCP».

já agora e sobre o acto de vandalismo puro, ao qual os Super são alheios, cito o ‘blogger‘ “franco baresi” quando este afirma, no estabelecimento do caríssimo Vila Pouca:
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« porque é que eu acho que quem ‘graffitou’ a tasca de Fafe foi a mando do 5lb:
» os SuperDragões [SD], quando quiseram marcar uma posição forte, foram pessoalmente e à vista de todos, à tasca em causa;
» a simbologia dos SD não inclui “ésses” e “dês” com ângulos rectos, à laia da extrema-direita (como era apanágio na simbologia das SS), e, não esquecer, que também está presente na dos “no name” gays [valente escarro] porque os SD são uma claque apolítica;
» o último jogo do árbitro em causa foi numa competição para a qual o FC Porto já não tem quaisquer interesses desportivos e pese embora [o apitador] se tenha “enganado” a favor do 5lb ‘as usual’. pergunta-se: tanta arbitragem revoltante envolvendo a equipa do FC Porto e foi logo “saltar a tampa” ao(s) pintor(es) nesse jogo onde o FC Porto não participou?!;
» esse evento sucede àquela acusação, por parte do 5lb, de que a claque do FC Porto “aterrorizou” os árbitros – um truque que eu já desmontei aqui e que não passa de uma mentira, de uma falácia;
» há antecedentes de incriminação dos SD em “factos alternativos” – por exemplo, o célebre caso da “agressão” ao anão, vulgo chouriço, na Foz, em Março de 2011 – o mesmo que, à data, ainda não apresentou qualquer queixa na PSP;
» e, por último, mas não menos despiciendo, reparem que quem pintou a tasca não conseguiu insultar veementemente, ou pelo menos dizer mal, do 5lb, o arqui-inimigo sempre presente – pelo que a inibição psicológica é por demais evidente [assim como a referência a calabote, muito querido para as bandas de Carnide]»
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mas, mais do que o acto de vandalismo em si e dessa curiosidade de estes epifenómenos ocorrerem somente nos meses de Fevereiro e/ou de Março – provavelmente porque é quando surgem as verdadeiras decisões dos campeonatos, afirmo eu… – há ainda aquela outra «gloriosa» coincidência do avençado do 5lb, no último programa da estação de queluz (não, obrigado. não fumo) – aqui, sensivelmente a partir dos 6′ – no seu monólogo peidalmente visceral, a propósito de exemplificar episódios de «coação», ter trazido à colação precisamente aquela visita dos SuperDragões à taverna dos pais do apitador em causa.
certamente que tal não passou de uma «gloriosa» simultaneidade de acontecimentos diversos que convergiram numa mesma direcção e com um mesmíssimo sentido… acontece que eu não acredito em coincidências, assim como tenho bem presente o que se afirma aqui, aqui e aqui. e que mantenho que há de facto e comprovadamente concertação entre os paneleir… entre os habituais comentadores afectos à agremiação de Carnide, e por mais desmentidos que o façam – risíveis ou não.
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disse!
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desmascarar o que já foi feito…

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nota introdutória:

esta “posta de pescada”® é a segunda de duas, vem no seguimento do que escrevi aqui, e no que entretanto já foi sendo (e muito bem) denunciado aqui (e-letter Dragões Diário), aqui e aqui (no imperdível “Universo Porto – da bancada“) e aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aquiaqui, aqui, aqui, aqui e aqui (na sempre inefável bluegosfera).
como não poderia deixar de ser, também vai honrar os pergaminhos e a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as bastas (© Silva) hiperligações e as diversas imagens (inclusive em gif), que não só para memória futura mas também.
e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral...
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caríssim@,

eu sou do tempo das diatribes entre o Paulinho Santos e o joão vieira pinto, o primeiro “piscineiro” de que tenho memória e muito anterior ao lima (aqui), ao jon-ass (aqui), ou ao guedes (aqui). num desses “bons momentos” (aqui), o primeiro “menino de ouro” (anterior ao deus renato das sandes, portanto) teve que ser operado ao maxilar porque e de acordo com a lenda, foi ao encontro do cotovelo do caxineiro. para a história, fica o registo da suspensão de três meses para o jogador portista enquanto o “menino” esteve de molho.
esta estória entronca no que a imagem acima regista e cujo lance pode ser (re)visto aqui: se a lesão que o Corona sofreu fosse mais grave do que as imagens documentam, é minha opinião que o jogador/lenhador que cometeu aquela ‘talochada’ deveria ficar o mesmo tempo que o internacional mexicano tivesse para recuperar. afinal, o precedente foi instituído em Março de 1998 (e, a meu ver, muito bem); desde então, não mais foi aplicado (e, a meu ver, mal, como se comprova).
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© ojogo | FC Porto para sempre
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de tudo o que pude ‘ouler’ sobre o que aconteceu no Domingo, no Bessa, mormente sobre a “arbitragem” do vermelhíssimo veríssimo, há dois lances que não mereceram qualquer destaque me(r)diático, mas que aconteceram de facto:

» um fora-de-jogo muito mal assinalado a Soares, sensivelmente aos 50′, em que este seguia isolado para a área do clube da rotunda, e depois de uma excelente desmarcação de André²;

» uma dupla falta, a meio-campo, cometida pelo mesmo lenhador (carraça), sensivelmente aos 92′, “ambas as duas” merecedoras (no mínimo) de cartão amarelo – o que, no caso, seria o segundo para aquele. então a entrada sobre o Alex Telles, até arrepia…
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em suma:
o que fica do ‘derby‘ é (também) o cheiro a uma “encomenda” que só não foi avante porque fomos bravos, valentes, valorosos – tod@s nós, da Equipa, ‘staff’ técnico e dirigentes, aos adeptos obviamente.
e que houve uma gritante («gloriosa»?) dualidade de critérios na aplicação das Leis do Jogo.
e que, no meio do sururu, ao intervalo, gostei muito de ver o Nuno a defender os seus, sem esperar pelo divino Espírito Santo.
e que o Victorio Páez foi expulso, por acumulação de amarelos por “isto” aqui:
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© google | 92º minuto
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neste entretanto, o 5lb realizou dois jogos, ambos decididos por lances duvidosos (no mínimo e para ser gentil) e em encontros em que se estavam a ver gregos para levar de vencida o chaves (em casa, para o campeonato) e o estoril (na Amoreira, na primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal).
eis duas imagens que, na minha óptica, resumem o que se passou nesses encontros:
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© google | 92º minuto
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© google | 92º minuto
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parece que, apesar de alguma unanimidade entre ex-apitadores (aqui), estes lances não foram merecedores de constar no rol das queixinhas que o Orelhas apresentou aos salmonelas do Conselho de Arbitragem da FPF.
e diz que o sonso não se quis pronunciar sobre o primeiro lance (também aqui, com forte expressão corporal) e que, no segundo, afirmou (e cito) «os pés estão em jogo, o corpo não» (!!!), quando o grego, antes do passe, estava plantado na grande área. é certo que este sonso só fala «quando tiver que falar», mas quando o faz, mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo. ai!, espera lá… ups…
e que o Orelhas concedeu uma entrevista ao lixo tóxico do grupo cofina, para debitar a habitual propaganda e sossegar as hostes acerca do tão propalado tetra da treta, o novo desígnio nacional.
e que houve uma revisitação “muito fixe” de Christian Fischer, mas sem qualquer punição para o luís grande – talvez porque tenha sido (mais) uma ilusão, talvez em homenagem aos 400 jogos, talvez porque seja (novamente) um elemento integrante do clube do regime, talvez…
e que, perante este desvirtuar da (tão propalada) verdade desportiva – com a validação irregular de um lance capital e que decidiu os primeiros 90′ de uma partida de (pelo menos) 180′ – e depois de todo o frenesim em torno do jogo ante o tondela, consta que não houve quaisquer rasgar das vestes pela parte dos pés-de-microfone e dos sabujos habituais do jornalixo tuga, e que estas foram as capas dos pasquins de hoje:
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em tudo “isto”, uma certeza: aconteceu em período carnavalesco e para não ser levado a mal pelos demais. pois eu não gostei nem um bocadinho…
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© google | 92º minuto
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bem sei que a “posta” já vai longa, mas este último capítulo vem ao encontro de tudo o que então afirmei, com epicentro na foto em cima.
aqui, aqui e também aqui, temos acesso a umas «gloriosas» escutas que envolvem habituais comentadores afectos à agremiação de carnide. o seu teor é muito interessante, sobretudo se o (cor)relacionarmos com estas imagens aqui, aqui e aqui. ou seja: os três porquinhos, presentes naquela imagem ali em cima, e que negam sempre que não há concertação sobre a propaganda a difundir nos programas de “debate televisivo” sobre o nosso comezinho futebolzinho, foram caços “com a boca na botija”. mais uma vez. e as justificações que entretanto apresentaram – aqui e aqui em texto; aqui em vídeo e por puro divertimento no que se alega em defesa do indefensável – são (no mínimo) muito risíveis e muito pouco convincentes.
é que toda a gente que gasta um pouco do seu tempo a ‘ouver’ tais programas [olá, Jorge! 😉 ] já lhes destapou a careca, há muito: é óbvio que há concertação, tal é a similaridade dos temas que abordam, bem como das expressões que empregam. as últimas e a propósito da nossa cor, são «a escola de mergulhos do Dragão» – visando o André Silva e o Soares – e a «invasão do Centro de Treinos do Polo Profissional dos Árbitros na cidade da Maia por parte de elementos afectos à claque do FCP» – cuja falácia é muito bem desmentida aqui.

em conclusão:
é conveniente estarmos atentos ao que a propaganda nos (in)tenta impingir, mas igualmente e sobretudo unidos* em torno da nossa Equipa do coração, tendo presente que o “inimigo”, esse «polvo» assente em muito #colinho e sempre envolto num #mantoprotector, reside fora de portas e não vacila perante aquele que é o desígnio nacional: o tetracampeonato da treta.
(* sendo que União não significa que sejamos acríticos; estas, a existir – e existem, porque o Clube não é perfeito – têm é que ser justas e tecidas com sentido de responsabilidade porque desengane-se quem considera que a bluegosfera é exclusiva dos portistas…)
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disse!
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not@s soltas do Bessa…

© Tomo III
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nota introdutória:
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esta “posta de pescada”® é a primeira de duas, as quais vão continuar a honrar os pergaminhos e a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensivamente looongos e as bastas (© Silva) hiperligações. aguente-se à(s) bomboKa(s) quem vier por Bem, portanto.
e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
neste entretanto, faço votos para que o ‘lifting‘ que sofreu este espaço de discussão pública também seja do teu agrado.
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not@s soltas do derby da ImBicta:
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i)

a última vez que tinha ido ao Bessa fora em Fevereiro de 1996. vinte e um anos depois, invadiu-me um misto de sentimentos nostálgicos, daqueles tempos pueris e adolescentes, em que um bando de Amigos seguia o FC Porto (literalmente) para todo o lado, mormente dentro do distrito da cidade que lhe confere o nome, que não havia “tempo” ($) para mais.
foi, portanto, uma grande alegria regressar a um local onde, naquela altura, confrontos houve que foram bem “quentinhos” e não só dentro do terreno de jogo. indubitavelmente outros tempos e que dificilmente regressarão com aquela “envolvência”.
porém e para quem conheceu o antigo Estádio do Bessa, aquela alegria desapareceu assim que entrei numa espécie de estádio que julgava do séc. XXI: em todos os corredores de acesso às bancadas, não falhava o cheiro a merd@ de pássaro, assim como a dita cuja. em suma: já vi pombais bem mais limpos e efectiva e comprovadamente não há como a nossa casa – a mais bonita, mais arejada e mais funcional de todos os estádios que foram construídos para o Euro2004.

abro aqui um parêntesis muito pertinente para e mais uma vez, parabenizar os adeptos portistas que têm acompanhado a Equipa do nosso coração, na figura das claques do Clube, Colectivo95 e SuperDragões:
ontem, tal como ao longo de toda esta época, fomos o primeiro jogador e para citar o mestre Pedroto. demos show do início ao fim, não deixando, nunca!, esmorecer o ânimo, mesmo com a «surreal» roubalheira do vermelhíssimo veríssimo (já lá vamos) e tornando o “pombal”, por 90′, na nossa fortaleza.
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ii)

do jogo em si, houve duas partes distintas as quais não podem ser analisadas sem se referir a figura do apitador tuga de serviço e ao serviço desse «glorioso» desígnio nacional: o tretacampeonato do 5lb.
na primeira, dominámos, fomos terrificamente eficazes nos primeiros quinze minutos e só não fomos (ainda) mais letais por manifesto azar – de memória, recordo-me do cabeceamento do Boly, da “bomba” do Soares e da confusão que se lhe seguiu, da incrível perdida do mesmo Soares (naquele que seria o seu segundo golo na partida) e no desvio do Brahimi a rasar o poste. o clube da rotunda viu-se perto da meia-hora de jogo, para uma excelente defesa de Iker Casillas (daquelas que ajudam, não só a vencer jogos, mas também a ganhar campeonatos), e já perto do final da primeira parte, por causa disto aqui e aqui – em vídeos que não deixam dúvidas sobre quem prevaricou.
a segunda parte ficou marcada pela forma gloriosamente reiterada com que o apitador veríssimo (in)tentou inclinar o campo para que o clube da rotunda conseguisse (pelo menos) o empate, em vários lances dignos de “compêndio” e para mais tarde recordar o nojo que está a ser esta #ligabranca. debalde. mesmo com a ridícula expulsão do Victorio Páez, não nos vergaram; mas, reafirmo, bem que tentaram – e as nomeações já o indiciavam.
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iii)

Óliver Torres. e é só.
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iv)

gostei muito da prestação do Boly, não tendo acusado os nervos que uma partida desta índole acarreta – e o jogo de ontem não foi excepção.
Marcano continuou a senda de um terrível Iván para os avançados contrários.
Alex Telles foi muito regular e tendo em consideração o que aconteceu na passada Quarta-feira. na minha retina estão as lágrimas que secou na camisola, enquanto se dirigia ao topo onde estávamos concentrados, para a oferecer. foram sentidas e apreciadas (também) por este que te escreve.
Danilo foi o “muro” a que já nos habituou, com um André² a recuperar a sua “velha” forma, depois de mais de um ano “lesionado”
Brahimi e Corona (este, enquanto não foi ceifado por uma besta remendada) foram autênticos quebra-cabeças para os defesas do clube da rotunda e (d)os principais municiadores de Soares.
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v)

quem teve a oportunidade de assistir à partida de ontem, no Bessa, regressou (por breves instantes) ao período de festas do Natal, tanta e tão vasta foi a “lenha” com que os caceteiros do clube da rotunda brindaram os nossos rapazes.
a todo este “pau”, houve um veríssimo que meteu nojo, tal a complacência que teve para com aqueles, em detrimento dos jogadores do FC Porto. mas esta será uma análise a aprofundar na próxima prosa, porque é para mim de todo impossível escamotear a autêntica filha-da-putice a que assisti ontem e que já se está a transformar na imagem de marca desta época.

e desengane-se quem considera que a batalha acabou no Bessa; não!, esta luta persistirá até ao final do campeonato e com muita intensidade até à nossa ida a Carnide.
a imagem que se segue é só uma parte daquela inclinação de campo:
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#contratudocontratodoscontraostolosecontraoraioqueospartaatodos
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disse!
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de duas (meras) preocupações…

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caríssim@,

como já o referi ontem, e no seguimento do que entretanto já foi (muito bem) denunciado aqui, aqui, aqui e aqui, contra todas as expectativas geradas no início do campeonato – mormente as que foram criadas (gloriosamente aventadas?) pelos me(r)dia em geral e pelo jornalixo desportivo em particular, aqui na tugalândia – estamos nos lugares cimeiros do campeonato, a um singelo pontinho da liderança.
desconheço se quem (ainda) é líder está todo borradinho e/ou tem insónias e/ou sonha com o bicho papão e/ou sofre de uma angústia sem fim; essas questões não me/nos dizem respeito, porque não nos são transversais, apesar de eventualmente podermos estar a contribuir para que aconteçam. e como é que o (não) sei? simples: é só constatar que, em momentos de um eventual (evidente?) aperto, surge sempre, mas invariavelmente sempre em socorro da «gloriosa» instituição, o seu maior reforço, o “Nomeações”.
esta jornada não será excepção, com a curiosidade daquele reforço jogar em três tabuleiros, em três jogos-chave: o desta noite, em Carnide, na recepção ao Arouca; o de amanhã, em Guimarães, quando defrontarmos o Vitória SC; o de Domingo, no Bessa, entre o clube da rotunda e os gverreiros lampiões do Minho. e atente-se bem nestas “coincidências”: teremos o rubro do Mota para talhar, a seu bel-prazer, o que houver que fender esta noite; amanhã haverá xistrema; no Domingo teremos uma imensa Paixão no jogo em causa e tendo em vista a jornada seguinte… ainda bem que eu não acredito em coincidências, pelo que (quase que) aposto que nos estão a tentar “fazer a cama”…
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até vou mais longe e tendo em linha de conta o que a imagem acima revela:
à presente data, em 21 jogos oficiais, o moço só apitou 10 da Primeira Liga; destes, só 5 envolveram os actuais primeiros 5 classificados; destes, 2 envolveram o Vitória e 1 o nosso Clube do coração (aquele, ante os gverreiros).
ou seja: a época em curso, para o ‘shôr’ carlos, está a ser mediana (para o baixo…), tal e qual o nível das suas apitadelas. então, qual o motivo da sua nomeação para um jogo de alto risco? não haveria ninguém melhor classificado para o fazer? vai-se a ver e se calhar não. ou então, não convinha nada, mas mesmo nada, que houvesse… acho que estou mais inclinado para esta última (hipotética) hipótese.

no fundamental e o que realmente me preocupa:
que a Equipa consiga trazer de Guimarães o que mais nos interessa e que são os três pontos – com ou sem xistrema.
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como muitos de nós já o referiram e conforme a imagem acima o revela, parece que algum do jornalixo tuga só agora acordou para a Realidade. em concreto e colocando os nomes nos (literalmente) bois, só depois de Terça-feira – com a revelação no último “Universo Porto – da bancada“, por parte do actual Director de Comunicação do Clube, Francisco J. Marques – é que na redacção do pravda da Travessa da Queimada se descobriu que, no contrato de empréstimo de Óliver Torres, há uma cláusula obrigatória de aquisição dos seus direitos desportivos…

para os mais esquecidos, convém recordar o que foi oficialmente declarado à CMVM, em dois comunicados distintos (um em Agosto de 2016, o outro no decurso do dia de ontem):
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e se, ontem, para os sabujos do pravda, éramos «obrigados a pagar 20 M€» pelo nosso “maestrinho” [© Vassalo], hoje já somos «obrigados a vender» para garantirmos que por cá continua e sem ferir os regulamentos da UEFA [longo suspiro]…

bem sei que «a língua portuguesa é muito traiçoeira» e tal, mas dava jeito que, no pravda da Travessa da Queimada (e não só), houvesse alguém que conseguisse interpretar correctamente o Português. é que e de acordo com aqueles comunicados:

» o empréstimo do Óliver «contempla a opção de compra definitiva» dos direitos desportivos do jogador por 20 M€ (vinte milhões de euros);

» a $AD do Clube exerceu essa opção a 09 de Fevereiro de 2017;

» «após o término do contrato de empréstimo em vigor» iniciar-se-á um novo contrato de trabalho com o jogador; 

» o término do presente empréstimo acontecerá a 31 de Dezembro de 2017.
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ou seja: aqueles vinte milhões de euros só entrarão na contabilidade do Relatório&Contas afecto ao primeiro semestre da temporada de 2017/2018, o qual certamente incluirá, entre outras rubricas, vendas de “activos” do Clube e (bem mais importante) um novo valor referente aos “Activos Tangíveis”, onde consta o Estádio do Dragão, totalmente amortizado a 01 de Fevereiro de 2017 e com naturais reflexos ao nível dos Capitais Próprios da $AD portista (por via da Sociedade Porto Estádio).

em suma e assim concluo:
os sabujos “preocupam-se muito” porque há que “lançar poeira para o ar” e (in)tentar desunir a massa adepta portista, por forma a que os outros, ditos «gloriosos», possam continuar a reinar.
faço votos sinceros para não haja muitos de nós a cair neste conto do vigário, porque um portista que se preze não “come gelados com a testa”, nem é visto por lorpa e/ou morcão.

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disse!
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(breve) resumo de nove dias

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telegráfica nota informativa (como intróito):
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sim!, é verdade: esta “posta” vai honrar a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera. aguente-se à bomboKa quem vier por Bem. e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
ah! e a disposição dos acontecimentos, sobre os quais me pronunciarei adiante, obedece à sua inversa ordenação cronológica, bem entendido.
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caríssim@,

obviamente que principio sobre o feito épico, de ontem, no andebol e em pleno antro calimero, no (dito) Casal Vistoso (que não o outro, o outrora muito “ventoso“). pude assistir a toda a segunda parte da partida em causa e resumidamente afirmo que soube muito bem – não só o triunfo em causa (alicerçado numa recuperação fantasticamente extraordinária de oito golos sem resposta a doze minutos do seu término), mas sobretudo o ter emudecido todo um pavilhão e todo um estúdio de uma “televisão de marquise“, que rejubilavam com uma derrota que veio a acontecer para o lado que menos contava com a dita… afinal, não são só os lampiões que têm por hábito festejar antes do tempo… ah!, e tudo contra uma dupla de árbitros que, enfim… mais do que “de orelha”, foi de encomenda – um facto que, a acrescentar à paupérrima exibição dos muito vermelhos e basto rubros, tiago monteiro e antónio trinca, no passado Sábado, ante o actual campeão da modalidade, só vem confirmar a minha suspeição de que, os próximos catorze encontros que faltam disputar (quatro da fase regular mais os dez da fase final), trarão muitas “surpresas” destas pelo caminho… nada a que já não se esteja (infelizmente) habituado, dado que, (também) no andebol tuga, somos efectiva e comprovadamente o alvo a abater há (pelo menos) uma década.
e é por tudo “isto” somado que a euforia da Equipa, nos balneários, é muito justificada. bastante justificada. basto justificada. justificadíssima, aliás. mas, convém recordá-lo e sempre com a (má) lembrança do que aconteceu na pretérita temporada, «ainda não ganhamos nada».
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© google | Tomo III
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já tudo foi (re)dito, muito dissecado, bem (ou mal) argumentado, inclusive refutado, sobre o Clássico do passado Sábado. alegrando-me com o resultado final, com a vitória, com as exibições de todos (mormente de Marcano, de Felipe, de Danilo, de Óliver, de Brahimi e de Corona), congratulando-me com a portentosa estreia de Soares (bué da fixe, tás a bêre?) e concordando com a crítica generalizada àquela sofrível (e muito sofrida) segunda parte (a antítese da equipa que, nos primeiros 45′, foi aguerrida, combativa e muito digna),  confesso-te que ainda fico agastado com o estafado “argumento” do «ganhámos (apesar do treinador)» – como se tudo fosse possível acontecer sem um líder no comando….
bem sei que o Nuno não cativa e não motiva as massas – associativa, adepta e sobretudo a assoBiativa (curiosamente mais calada do que quando «o Basco» por aqui estava…) – e bastas vezes parece não encarnar o significado do chavão “somos Porto!” – por exemplo, quando encorna que não deve expor os verdadeiros “roubos de catedral” a que temos assistido, na presente temporada, optando por leves críticas “sem sal” e algumas vezes em nosso prejuízo. mas, que diabo!, a quem se deve a mudança de atitude de Brahimi e de Corona, esta época, (bem) mais afoitos nas tarefas defensivas? a quem se deve a solidez defensiva (em completo antagonismo para a pretérita)? a quem se deve a aposta (certamente que de risco) em jovens jogadores, mormente portugueses? e, bem mais importante (pelo menos para mim), a quem se devem as (muito) visíveis União e Espírito de Grupo, numa Equipa que, há uma época, mais parecia uma manta de retalhos, com cada elemento a “remar para seu lado” e longe dos objectivos colectivos a que se propunham? com (muita) certeza que não é ao divino Espírito Santo…
também sei que o futebol praticado, por esta mesma Equipa, muitas vezes não entusiasma por aí além e que, nalgumas delas (a sua esmagadora maioria?), assemelha-se ao de uma equipinha pequenina, refugiada no “pontapé para a quinta” e/ou no “chutão para o avançado”; mas e a bem da Verdade, quem de nós esperaria que, mesmo com todos os defeitos que a Equipa e o treinador possuem, a esta altura, à vigésima jornada, estivéssemos a um singelo ponto de distância do líder (e basto proclamado treta-campeão) e com nove a separa-nos do terceiro lugar? quem é que, de nós e para lá do sempre optimista do Silva [hello! hello! 😀 ], no início da presente época desportiva, acreditava mesmo que esta Equipa seria capaz de lutar pela conquista de um campeonato que, para os me(r)dia em geral e para o jornalixo tuga em particular, só seria discutido entre as agremiações afectas à Segunda Circular? pois…

em suma e sobre este capítulo:
seria muito bom, muito positivo, que houvesse mais união entre os portistas em torno desta Equipa, que tanto merece, e obviamente do seu treinador (o qual tem muitos pecadilhos, com certeza que sim!, mas também e como já o referi, algumas virtudes) – união essa que não deve ser encarada como uma espécie de acrisia, antes pelo contrário. o que não desejo é que sejamos “mais papistas do que o próprio Papa”, pelo menos para o Exterior, oferecendo trunfos a quem nos deseja “todo o bem” deste mundo e do outro, e dando a imagem de uma reinante discórdia, entre uma massa que deveria estar mais sólida do que betão, para que os outros possam perpetuar a sua (dita) «gloriosa» hegemonia de três anos de basto #colinho…
mas, hey!, esta é tão-somente a minha opinião; tal não significa que (i) haja outras, com (muita) certeza que discordantes e que (ii) aquela seja a única verdadeiramente insofismável e inquestionável (que não é, nem sequer tem essa pretensão, antes pelo contrário!).
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ganhou tudo o que havia para se conquistar no Futebol praticado ao mais alto nível. e já viu de tudo e de tudo um pouco já vivenciou, na primeira pessoa, naquele mesmo mundo, muito restrito e basto restritivo ao comum mortal.
mesmo assim, resolveu dar um novo rumo (sobretudo) à sua vida pessoal e escolheu-nos em detrimento de todos os outros clubes e de todas as outras latitudes que (ainda) sonham com ele – como não se cansa de o referir nas mais variadas entrevistas que já concedeu, inclusive ao canal do nosso Clube do coração (aqui e aqui).

temos, no nosso seio, um galáctico e um jogador como poucos tiveram. assim de repente e salvaguardando as devidas distâncias, talvez só Preud’homme, na década de ’90, quando esteve por Carnide – e obviamente que tido como um «santo», mas com muito melhor Imprensa do que o ‘portero‘ natural de Móstoles (nos arrabaldes de Madrid).
temos, na nossa cidade, em plena ImBicta, um dos seus melhores embaixadores, o qual não se cansa de a promover, quase diariamente e de forma gratuita e muito altruísta, nas suas contas pessoais, nas mais diversas redes sociais.

portanto:
somos uns privilegiados por o podermos ver, inclusive ao vivo e a cores, a comemorar, como a imagem acima documenta, uma vitória sobre os calimeros depois de uma defesa soberba, daquelas que garantem campeonatos. e eu, ao invés de o questionar e/ou duvidar, já sinto é saudades do dia em que ele já não estará por cá…
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«é importante os nossos adversários começarem a dar um pouco mais de luta», afirmou, ufano, em Dezembro de 2013, um inchado burro do Carvalho.

«ganhar lá não é novidade para nós, mesmo sabendo que vamos ter algumas complicações», afirmou, soberbo, na véspera do encontro, um execrável (em tempos, tido como) «catedrático».

são só dois exemplos, para memória futura e que não esqueço, do asco que tenho em relação, não só às abéculas em causa, mas também à agremiação calimero-viscondessa – a qual e ao contrário do que muitos apregoam, em nada difere da lampiã, a não ser na cor que ostenta, assim mais para o verde-pijaminha (verde-musgo?).
foi também por essa razão que comemorei (e comemorarei) efusivamente as nossas vitórias sobre eles: a de Sábado, no futebol e a de ontem, no andebol.
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© google | Tomo III
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a imagem acima é só (mais) um exemplo do incómodo que entretanto começamos a causar junto do ‘establishment‘ que gravita em redor do comezinho futebolzinho da tugalândia – entenda-se: os me(r)dia e todo um jornalixo tugas.
o outro, que retenho na memória e que partilho contigo, é o de, por dois dias consecutivos, nos serviços noticiosos da estação (cada vez mais, menos) pública de televisão, a vitória da agremiação de Carnide sobre o actual último classificado do campeonato ter sido merecedora de honras de abertura (!!!). u-a-u! somos mesmo inconvenientes para o P(h)oder que grassa naquele mesmíssimo futebolzinho da tugalândia…
aliás, a sede de “vingança” pela nossa vitória ante os calimeros e o desejo em regressar ao poleiro era tanta que, antes de jogarem e depois do nosso triunfo estar consumado, ainda permaneciam no lugar cimeiro de uma classificação gloriosamente desvirtuada e como se confirma aqui
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© google | Tomo III
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num Passado recente, fui lesto a criticar tudo o que envolvia o (então) “torto” Canal, da sua programação à evidente e então (muito) visível degradação dos seus cenários e mobiliário. actualmente e apesar de ainda não ser um mundo perfeito, longe disso!, tenho que ser ainda mais rápido do que o Hulk a ultrapassar o badocha do rochemback (vídeo aqui), em 2008, (resumo da partida em causa aqui), e parabenizar a novel estrutura do FC Porto com o pelouro da Comunicação do Clube.

está portanto de parabéns! essa estrutura pela evidente aposta em mais FC Porto na programação – com o programa “Universo Porto – da bancada” à cabeça, pela assertividade que patenteia – e, também, no novo cenário que indubitavelmente o embeleza e que a imagem acima tão bem documenta.
com aquele fundo, indelevelmente jogamos sempre em casa!
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© google | Tomo III
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e por “falar” em jogar em casa, não poderia manifestar publicamente o meu regozijo pela divulgação daquela notícia oficial que deu conta de que o Estádio do Dragão, o nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, desde 01 de Fevereiro de 2017 que se encontra «pago na totalidade».
indiscutivelmente somos mesmo diferentes, e para melhor. e trata-se de uma operação que irá enriquecer (literalmente) e de que forma!, o património do Clube. e adorei o facto dessa mesmíssima operação ter sido processada no segredo dos deuses e sem alaridos bacocos.

podemos não ser o mais-maior-grande da tugalândia, mas e de forma indelével, “contra tudo, contra todos e contra os tolos”, somos comprovadamente o melhor Clube português. actos como este só reforçam esta minha forte convicção.
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disse!
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tónico suplementar [editado]

© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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caríssim@,

em primeiro lugar: bom dia/boa tarde/boa noite! (dependendo do hemisfério e do fuso horário onde te encontras).
em segundo lugar: o FC Porto, à distância de um singelo pontinho «do lugar onde queremos estar»*.
[* bem sei que estamos classificados naquele que é tido como o primeiro lugar dos últimos; mas, há sensivelmente quinze dias, não dependíamos exclusivamente de nós para almejarmos o topo da tabela classificativa.]

apesar das nuvens e do cinzento deste dia, o Sol brilha por cima daquelas, radioso. há esperança, car@go!
por outro lado, “cautelas e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém”. ou seja: ainda há muito campeonato pela frente, ainda há muitos pontos em disputa, ainda nada foi ganho.
mas, confesso, o resultado de ontem – a vitória do Vitória FC ante o 5lb, num jogo que considerei improvável destes serem lavados de vencida por aqueles, tal a afinidade do seu presidente com o Orelhas – é, para mim e no meu entendimento, o tónico necessário – aquele ‘plus‘ – para superarmos o desafio do próximo Sábado. era algo que aguardava já há algum tempo. e, como já o referi, agora depende só de nós, do nosso trabalho, da nossa tenacidade, da nossa entrega, da nossa raça, do nosso esforço, do nosso brio, do nosso orgulho enquanto Portistas.
e acho que a Equipa também o saberá, pelo que, a partir deste momento, veremos a fibra de que é feita e, mais importante, se tem a estaleca necessária para voos mais altos – curiosamente voos que não lhe destinaram no início da presente temporada desportiva, sobretudo e mormente pelos mesmos que, agora, se encontram nos hiper a comprar fraldas anatómicas, tal é o fedor que se (pres)sente dos receios que emanam, e que, veja-se a ironia!, naquela altura, até aventaram que o FC Porto teria como máximo de ambição a disputa pelo terceiro lugar com os gverreiros lampiões do Minho (e, por inerência, a vaga de acesso ao ‘play-off‘ de acesso à fase de grupos da Champions), tal era a “gloriosa” convicção que os dois primeiros lugares estariam destinados («reserBados»?) às agremiações afectas à Segunda Circular… nem chegávamos (sequer!) a contar para o totobola, quanto mais para os lugares cimeiros…
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© google | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)

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por último e tendo em consideração o que se explana nas duas imagens que “embelezam” estas linhas (#notmadeinporta18):

é fodid… [ahaam] é tramado com um F bem maiúsculo sofrer uma falta para grande penalidade e o apitador tuga de serviço não a assinalar, não é? é mesmo fodid… [humm] chato com esse F bem maiúsculo… pois é… nós já vamos a experimentar essa sensação há (pelo menos) vinte grandes penalidades a esta data… portanto e para os garnisés que por aqui passam e amiúde deixam os seus “gloriosos” bitaites, os quais invariavelmente têm como destino o arquivo geral, a minha resposta para vocês é só uma (e cito-vos de cor):
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«jogainde mazé à bola, pá! [sic] chorões do car@lho!
pensava que os calimeros só vestiam de verde, afinal…»
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ah! e pensava que este tipo de recepção era apanágio só de um clube mais a Norte do Rio Mondego; afinal, não é um exclusivo nosso, e até parece que os “meninos de coro” até a tiro tiveram que ser dispersados…

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post scriptum pertinente:
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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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« reconhecemos oficialmente a Taça Intercontinental como um torneio intercontinental e não mundial, uma vez que era disputada entre representantes de apenas dois continentes.
desta forma, os dois troféus conquistados, em 1987 e 2004, são reconhecidos pela FIFA, mas não como títulos mundiais
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portanto, para que não restem dúvidas e ao contrário das taças lat(r)inas, a FIFA reconhece oficialmente as Taças Intercontinentais que o FC Porto disputou e conquistou, por duas vezes, e que outros (ditos “gloriosos”) só as disputaram (e delas saíram goleados).
aliás, os Portistas, qualquer um de nós, sempre se referiram àqueles troféus como Taça Intercontinental e nunca como Mundial de Clubes – e apesar dos esforços que alguns me(r)dia tugas e todo o jornalixo da tugalândia fizeram (e ainda fazem…), só para posteriormente poderem ter o (“glorioso”?) prazer de escarrapachar nojos “jornalísticos” como este aqui.

[esta é uma resposta com destinatário definido e que veio para cá arvorar-se em mais-maior-grande, mas só se for da rua dele.]

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disse!
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