do sacudir a água do capote.

© google | 92º minuto
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« havia dois caminhos:
era fácil apresentar resultados positivos: no último dia de mercado, por exemplo, ofereceram-nos 30 milhões de euros [M€] por Herrera, 40M€ por Danilo e quiseram pagar a cláusula de rescisão do André Silva que, na altura, era de 25M€. aí teríamos feito 95M€ e, em vez de apresentarmos um resultado negativo, íamos apresentar um resultado positivo de 40 e tal M€.
mas, a nossa opção foi aguentar os jogadores. tivemos prejuízo, mas os “activos” continuaram cá; o André Silva até renovou contrato…. não é só pelo dinheiro: é também pelo prestígio, porque o FC Porto, a par do Manchester United, é quem tem mais presenças na ‘Champions’. e, depois, porque tínhamos a AS Roma para tentar eliminar, logo a seguir. se perdêssemos esses três jogadores e em cima da pré-eliminatória, as nossas possibilidades de eliminar o adversário iam diminuir muito.
foi uma opção e conseguimos o objectivo de ir para a ‘Champions’ e esse prejuízo já está menor.
»

Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa | Novembro de 2016.
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« se o FC Porto vai ter de vender jogadores? é evidente que sim! qualquer um dos [clubes ditos] grandes tem de fazer mais-valias em transacções de jogadores. nenhum dos orçamentos dos grandes será equilibrado sem mais-valias.
as finanças não são preocupantes, mas obrigam a ter bom senso e a não repetir algumas operações. basta ver as contas: houve um prejuízo considerável. o treinador [Nuno Espírito Santo] não quis vender os que podiam ser vendidos, como Danilo, Herrera e André Silva, o que conduziu a problemas financeiros. 
»

Fernando Manuel dos Santos Gomes | Junho de 2017.
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caríssim@,

meio ano separam estas declarações. em seis “singelos” meses, o que antes tinha sido uma clara aposta no Futuro passou a um clamoroso erro de um Passado recente, cujo atestado de incompetência foi lavrado para o elo mais fraco e que já não faz parte (sequer) do nosso Presente.
confesso que, tal como o Paulo Teixeira aqui, também eu não gostei deste “sacudir de água do capote”, deste passar a responsabilidade de um projecto financeiro cujo fito se desconhece – a não ser que se alicerça no risco (como sempre foi, desde o início, em 1982) e cujo endividamento crescente preocupa (de sobremaneira) o sócio e/ou accionista e/ou adepto portista. mas não gostei mesmo n-a-d-a de se fazerem dos sócios e/ou accionistas uma cambada de burros, que “enfarda palha” com gosto e que se encontram sempre disponíveis para tal.
como afirmou aqui o caríssimo Rui Valente, «a gratidão não é um cheque em branco». e temo que, com atitudes como esta, aquela se esgote mais rapidamente do que o Espírito Santo do Nuno a afirmar «somos Porto». a minha pelo menos está a esvair-se como areia de uma ampulheta, e não é pela (recente) falta de títulos..
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(clicar na imagem para ampliar)

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» aqui há a confirmação de uma «denúncia anónima» na plataforma do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), para além daquela no Porto Canal.

» aqui confirma-se que um pasquim será sempre um pasquim, independentemente de quem nele labute, com mais (ou menos. bem menos, até) responsabilidade editorial. no fundo e como canta o livre pensador Gabriel, se ajoelhou vai ter que rezar; e como os pasquins afectos ao clube do regime adoram “rezar” em prol de causa gloriosas!…
pelo segundo dia consecutivo, o pravda da Travessa da Queimada não faz qualquer chamada de capa a este sério caso de corrupção e como se pode comprovar aqui, numa edição impressa de quarenta páginas, só em duas delas (e, mesmo assim, ao de leve) é que faz referência a este escândalo; pelo segundo dia consecutivo, o lixo tóxico do grupo cofina [escarro] remete aqueles factos para um local “menos visível” na capa…
ai se tudo “isto” fosse pintado a tons mais azuis… ui! já não haveria stock de túnicas para os cartilhados puristas do Estado Lampiânico…

» aqui está uma súmula de todo este processo, que fede pior do que o precário guerra quando acaba de jogar futebol (pelo Damaiense ou outro clube qualquer), e somente através do que vem sendo publicado pelo pasquim editado pelo quim oliveirinha – apesar de tudo, o “menos mal” de «ambos os três» pasquins diários desportivos da tugalândia.

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disse!
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#euponhoemcausaomeritodo5lb

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caríssim@,

pois então que, ontem, no “universo Porto – da bancada“, num programa que entretanto se estava a tornar sensaborão e um pouco sem a graça (e sobretudo a irreverência) de Bernardino Barros, foi lançada uma “bomba informativa” (aqui e aqui): nela é revelada uma troca de e-mails, à época de 2013-2014 – a primeira do «basco» Julen Lopetegui, a famigerada do #colinho – entre o ex-apitador adão mendes (conhecido por «o árbitro vermelho») e o precário guerra, onde efectivamente se (com)prova que o carnidense está «dez anos à frente da demais concorrência», mas pelos piores motivos.
nessa troca de e-mails afirma-se despudoradamente que «hoje, quem nos prejudicar sabe que é punido», num reporte à força do 5lb nos bastidores do comezinho futebolzinho da tugalândia. mais adiante e numa linguagem codificada, a fazer recordar os batidos (por que estafados) “argumentos” lampiânicos da «fruta» e das «meias-de-leite», sustenta-se que (e cito para memória futura):
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« […] temos que “rezar e cantar bem”. quanto às “missas”, temos “bons padres” para todas elas. […] temos, hoje, árbitros que, não sendo internacionais, têm demonstrado excelentes prestações: bruno esteves, manuel mota, jorge ferreira, nuno almeida, vasco santos, hugo pacheco, rui silva e paulo baptista, que está a fazer uma excelente época.
o “primeiro-ministro” é um grande homem e um grande líder, conheço as suas capacidades. 5lb manda mesmo e os outros já não mexem nada
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e, como tão bem se desmonta toda esta trama aqui, não há mesmo como o negar: o «primeiro-ministro» do Estado Lampiânico realmente soube como «fazer isto por outro lado».
agora, não posso deixar de manifestar o meu profundo desagrado com tudo o que o meu clube do coração (ainda) não conseguiu fazer com este manancial de informação:

» não soube promover condignamente o programa (pelo menos) nas 24h que o antecederam, sequer nos canais de informação oficiais do Clube – entenda-se: Porto Canal e redes sociais;

» revelou um amadorismo atroz na hora da apresentação da “bomba”, recorrendo, mais uma vez, à inócua leitura de um documento sem sequer o divulgar também em imagem, para todo um vasto auditório surpreso com o teor daquele;

» não houve uma alma caridosa, de um painel de três elementos mais um ‘rookie blue’, que tivesse sido capaz de correlacionar aquela denúncia com os «árbitros protegidos», os ‘made in’ inatel by antónio rola.
foda-se! a sério que não ocorreu a ninguém que “isto” é só uma ponta de um imenso tentáculo de um monstruoso polvo?! não me lixem com um F bem maiúsculo!….
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mas, o pior de tudo “isto“, foi o Director de Comunicação do Clube, Francisco J. Marques, como que ter depositado em outrém a responsabilidade de denunciar este esquema de corrupção, quando o que se exigia, no momento, era o anúncio de que o Futebol Clube do Porto já o tinha feito, de forma oficial, junto das entidades competentes para o analisar – as mesmas entidades que foram muito céleres a elaborar todo um processo forjado e que culminou no pito dourado. debalde.
assim sendo, foi sem surpresa que hoje, Quarta-feira, aquelas foram as chamadas de capa na tugalândia… e só alguém muito inocente (crente?) é que poderia considerar que o jornalixo tuga iria corroborar uma posição contra o clube do regime.
no final de contas, tudo se resumiu ao destaque no pasquim do ‘quim oliveirinha ( o “tal” que inevitavelmente nos é erroneamente associado…) e a singelas notas de rodapé nos principais telejornais dos me(r)dia tugas; nem o próprio Porto Canal fez destaque principal a tal notícia nos seus telejornais (!!!)…
a sério que não consigo compreender “isto“, por mais boa-vontade que tenha…
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© google | 92º minuto
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[acho que se dispensam comentários para o que a imagem acima demonstra, a não ser referir que o Estado Português somos tod@s nós e não só alguns dos cidadãos que cá habitam (gravitam?).]
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por último e para desanuviar, aqui poderás ler a entrevista de Joana Marques à revista “viva Porto!” do corrente mês de Junho.

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adenda a 08-06-2017:

© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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» aqui há a confirmação de uma «denúncia anónima» na plataforma do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), para além daquela no Porto Canal

» aqui confirma-se que um pasquim será sempre um pasquim, independentemente de quem nele labute, com mais (ou menos. bem menos, até) responsabilidade editorial: pelo segundo dia consecutivo, o pravda da Travessa da Queimada não faz qualquer chamada de capa a este sério caso de corrupção; pelo segundo dia consecutivo, o lixo tóxico do grupo cofina [escarro] remete aqueles factos para um local “menos visível” na capa…
ai se tudo “isto” fosse pintado a tons mais azuis… ui!

» aqui está uma súmula de todo este processo, através do que vem sendo publicado pelo pasquim editado pelo ‘quim oliveirinha – apesar de tudo, o “menos mal” de «ambos os três» pasquins diários desportivos da tugalândia.

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disse!
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despeito (meu).

futuro© porto canal
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caríssim@,

vou ser siso, conciso, preciso, curto e grosso.
vem este intróito a propósito do “Universo Porto – da bancada” de ontem (vídeo aqui), em que participaram o tridente habitual – o moderador do programa, Tiago Girão, o Director de Comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques e o comentador e antigo jornalista da rtp, José Cruz), secundados pelo duo dinâmico da novel página “Baluarte Dragão“, Pedro Bragança e Diogo Faria. explico.

primeiro, confesso a minha estupefacção pelo “desaparecimento” de Bernardino Barros do painel de comentadores residentes do programa em causa.
sem qualquer efectiva ‘inside information‘, deduzo que possa ser pela sua participação no programa de Domingo, na estação de televisão de Queluz (não, obrigado; não fumo), a qual se poderá revelar incompatível com o programa transmitido no Porto Canal – o qual habitualmente “casca” forte e feio naquela outra, e apesar da sua moderação (da do Bernardino Barros, entenda-se)…

depois, também confesso a minha incredulidade por, nos últimos três programas, termos assistido a uma autêntica propaganda, sem qualquer precedente nos alinhamentos anteriores daquele, a uma página na rede social Facebook®, editada por jovens adeptos portistas na defesa intransigente dos interesses do Futebol Clube do Porto.
não está em causa (nem estará!) a Qualidade efectiva daquele espaço no faceboKas, que possui efectiva e comprovadamente, assim como nunca estará a identidade e a idoneidade e a seriedade dos seus autores – os quais desconheço, em absoluto.
agora, o motivo do meu reparo é somente este: houvesse uma rubrica em que se promoviam outras páginas afectas ao Clube, para além de blogues de referência desse mundo que é a bluegosfera – alguns deles, com (bem) mais de dois meses de existência – e tal não seria mal interpretado por mim; como tal não se verifica, apesar de já ter feito chegar tal sugestão a quem de direito e bem antes daquela “promoção” (descarada?), eis-me aqui…

assim, de igual modo confesso publicamente o início da minha descrença num programa que tinha como um verdadeiro baluarte na programação do Porto Canal, a qual até parecia endireitar-se em termos comunicacionais, e em nada comparáveis a um Passado recentíssimo.
pois que tinha o programa “Universo Porto – da bancada” como “um oásis”, um esteio naquela defesa dos interesses do Clube, totalmente desinteressada e muito apaixonada, por quem o produz; a partir de ontem, estou com essa estranha sensação de que aquele mais não é do que uma (espécie de) “coutada”, onde uns são filhos e outros enteados (ou menos, até) – à semelhança de outros tantos “programas” no mesmo canal, apresentados por alguma da prole de alguns dos mais proeminentes quadros da $AD portista…

em suma:
já tinha achado estranha a promoção inicial à referida página, há três semanas atrás, num momento nada próprio e bastante desadequado no alinhamento do programa; como outros quantos, inclusive nossos detractores, fiquei com a sensação de que a página em causa era (é?) “algo” oficioso em nome do Clube, tal a informação que divulgava, sobretudo algum teor que não se encontra disponível publicamente numa rápida pesquisa no Google® (e depois de desmascarados os célebres, por que muito «gloriosos», cartilheiros); desde ontem, considero que aquele duo é oficialmente um instrumento do e ao serviço, do Clube.

e, chegados a este ponto, é óbvio que estou triste e amargurado, sentindo-me até um pouco despeitado (que não com ciúmes só por si, mas também).
“falando” só por mim, que aqui ando a bitaitar desde 2008 (no “falecido” Tomo I), e enquanto administrador de um blogue afecto à causa portista, é óbvio que gostava de ver algum reconhecimento público pela parte do meu clube do coração. não é esse o fito que me move, conforme escrevi no meu manifesto, em Novembro de 2013, porquanto que esta luta desabrida é completamente desinteressada e muito altruísta; mas, se uns têm aquele reconhecimento por parte da casa-mãe, porque é que eu também não o poderei ter?!*
[* a pergunta é meramente retórica, pois que sei bem qual é a sua resposta.]

no fundo, é tão-somente isto o que motivou a redacção (agreste) destas linhas (#notmadeinporta18): o sentimento de um certo ressentimento, por uma mágoa causada pela parte de quem sincera e honestamente não esperava que (também) me magoasse desta forma.
mas, não será por estas razões que deixarei de simpatizar quem sempre Amei indefectivelmente, que muito já me deu e, estou certo, ainda terá muito mais para nos oferecer.
e, dia 27 de Maio, se Deus quiser, lá estarei, para o encontro anual com alguns de vós, naquela que será já a sua sexta edição, e que nasceu da carolice (e do forte empenho. e do enorme brio profissional. e do basto altruísmo.) de outr@s tant@s portistas dos quatro costados, e que demonstram que há Qualidade noutros baluartes, que não se esgota só naquela página
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disse!
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tão amigos que nós fôramos. ‘sêramos’. coiso…

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caríssim@,

ontem à noite, os lixos tóxicos do grupo cofina [vários vómitos sucessivos] foram lestos a ”””noticiar””” (sim!, múltiplas aspas. explicações são desnecessárias, certo? certo!) uma «cimeira anti-5lb», da qual resultou um vídeo caseirinho e muito exclusivo, aqui.
no entendimento das aventesmas e/ou sabujos e/ou pés-de-microfone e/ou laranjos que por lá labutam – sendo que aquele parte exclusivamente de suposições (com recursos linguísticos múltiplos, mormente a forma condicional com que se conjugam os verbos) – «o encontro, com carácter ultra-secreto e que durou pouco mais de duas horas (entre as 16h e as 18h), terá servido para estreitar as relações entre os rivais e reforçar as estratégias de comunicação para a próxima época com um alvo em comum: o 5lb».

a manhã cinzenta e muito chuvosa de hoje acordou com a replicação daquela ”””notícia””” bombástica, da «ultra-secreta» «cimeira anti-5lb» pelos restantes pasquins afectos às agremiações da Segunda Circular e tal como a imagem acima o refere.
do que pude ler sobre o sucedido, aquela que, para mim, é a versão mais credível daquele encontro, foi plasmada (plantada?) na edição impressa do pasquim do ‘quim oliveirinha (aqui). essa não nega o encontro, e mais do que referir o alinhamento de uma qualquer estratégia «anti-[qualquer coisa]», afere de uma reunião «para discussão de assuntos, com carácter prático, relacionados com a partida de andebol» – a qual é decisiva, por poder consagrar o FC Porto como o próximo campeão nacional daquela modalidade. posteriormente «a conversa incluiu outros temas da actualidade desportiva, nomeadamente do Futebol».

já o início da solarenga, mas muito ventosa tarde, anunciou um comunicado conjunto entre os dois Directores de Comunicação dos clubes visados na suposta «cimeira anti-[whatever]» (aqui e aqui).
naquela reunião foram abordados alguns temas do nosso comezinho futebolzinho onde há efectiva «convergência de posições», sendo que o que há a ressalvar é o seu ponto 5.), que se transcreve:
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«
em face do que consideramos ser a urgência e necessidade de pacificação do Futebol Português; da obrigatoriedade de nele se introduzir uma maior transparência e mais verdade desportiva, e de defender aqueles que são os valores por que devem nortear o Desporto Nacional, entendem os dois clubes estarem reunidas as condições para que seja desencadeado, de imediato, o processo de reatamento das relações institucionais entre o FC Porto e o spórtém.
»
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aqueles são os factos do que eventualmente se passou – porquanto que se depreende a existência de muita contra-informação, e porque só sabemos o que efectiva e concretamente as partes envolvidas querem que se saiba.

aqui chegados, importa referir que não possuo memória curta, pelo que recuo ao que sucedeu em Junho de 2013 (aqui) e desencadeou o corte de relações institucionais – sobretudo algumas alarves declarações do actual presidente do spórtém para com o nosso Clube, a envolver «fruta» e «bananas». depois daquelas, muitas outras se sucederam, com uma pausa recente porque a mira voltou-se para um alvo mais apetecível (por que mais próximo)…
se, por um lado, apraz-me saber de uma tentativa dessa tão necessária «pacificação do Futebol Português», pelo outro confesso que, tendo em conta o histórico de provocações (abjectas) do burro do Carvalho para connosco, duvido muito que o clima de guerrilha amenize, sobretudo entre os dois Presidentes.

também não posso deixar de afirmar que a forma como tudo “isto” se processou é de amador. repito: de. a-m-a-d-o-r.
depois de exposta a cartilha e de todo o «glorioso» desespero que se seguiu, em (in)tentar encontrar compêndios doutrinais no nosso Clube e no spórtém, e também do Estado Lampiânico vislumbrar uma aproximação entre os dois clubes, a mostra pública da reunião, na forma como aconteceu, mais não é do que um “brincar ao Futebol”. tratou-se, isso sim!, de um valente tiro no pé, e por mais comunicados conjuntos que se emitam.
no meu entendimento não havia necessidade deste tipo de exposição – sobretudo numa altura em que há um desânimo generalizado nas nossas hostes e alguma inquietação (eu, pelo menos, não ando sossegado…). já temos muito com que nos preocupar intra-muros e, se é indesmentível que o «polvo» é quem mais ordena – e esta notícia aqui confirma que ainda há muito para “lagareirar” – não precisávamos de estar, agora, nesta altura, a gramar com as bocas dos lampi… dos candeeiros de serviço a demonstrar à saciedade “aquilo” que, há menos de 24 horas, era negado. é que não precisávamos mesmo nada! f
od@-se, pá!..

mas, pior!, vai ser o pós-final-de-semana, sobretudo na próxima Segunda-feira, tal e qual como a imagem ali em cima o demonstra… nem vai ser bom…

fod@-se!

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disse!
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do Assis, esse santinho…

© google | Tomo III
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caríssim@,

provavelmente já virei tarde com os meus bitaites, mas tenho que o escrever. mesmo. sob pena de explodir (e estou certo de que não será só de raiva acumulada, mas também).

diz que esta Segunda-feira, o nosso querido líder terá contactado o seu homólogo do Desportivo de Chaves «a desobrigá-lo do compromisso que tinha para com o FC Porto, em relação ao jogador rafael assis» – e cujo nome de baptismo escrevi propositadamente em minúsculas, por corresponder ao seu “enorme estatuto” enquanto pessoa, e como se constatará adiante.

nas palavras de Francisco J. Marques, actual Director de Comunicação do FC Porto, no mais recente episódio do programa “Universo Porto – da bancada” (vídeo integral aqui), o Clube desistiu daquela contratação «tendo em conta o comportamento do jogador brasileiro e do seu empresário* – ou melhor: da pessoa com que se fez acompanhar [Marcelo Lipatin**] na reunião que teve lugar no Estádio do Dragão, na passada Sexta-feira».
(* consta que o jogador, até àquela reunião, era representado/agenciado pela MNM Sports Management – uma sociedade, entre outros, dos antigos futebolistas do Vitória SC Pedro Mendes, Nuno Assis e Fernando Meira…)
(** antigo futebolista uruguaio, com passagem por Portugal e actualmente… exacto, agente de jogadores, devidamente credenciado, proprietário da Lipatin Sports…)

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no entanto, também consta por aí
 que, depois daquela reunião, o jogador brasileiro terá ficado «ressentido com o que por lá se passou, principalmente por não ter sido possível tirar uma fotografia com a camisola do clube, ficar com uma cópia do contrato ou até tirar uma fotografia ao contrato». mas, como a fonte dessa “notícia” é o pravda da Travessa da Queimada, estamos conversados acerca da sua fiabilidade e/ou veracidade e/ou verdade…

convém também não esquecer que, até àquela reunião, o médio defensivo brasileiro estava a ser disputado por nós e pelos gverreiros lampiões do Minho, os quais e nas palavras do seu novel treinador (basto azeiteiro), até terão ficado algo (des)agradados pela nossa intromissão naquele negócio, «numa manifestação claríssima de grande respeito do FC Porto pelo sc braga»***.
(*** curiosamente ou talvez não, a mesmíssima agremiação que demonstrou «um grande respeito» pelo FC Porto no negócio (desvio?) do outro rafa para carnide, promovendo um leilão que ultrapassou todas as regras de cordialidade que deveriam imperar sempre e não só agora – ou melhor, na altura em que o chulão do jorge simão, esse azeiteiro!, resolveu invocar a tal «manifestação claríssima de grande respeito»… e é também a mesmíssima agremiação que demonstrou, de forma clara e inequívoca, um «grande respeito» pelo FC Porto com esta nomeação para o galardão de «guerreiro solidário» (!!!), na sua mais recente gala.)
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em suma e nesta amálgama de factos (poucos), aos quais se somam suposições e/ou falácias próprias de ‘mentideros‘, e aos quais se subtraem (sobressaem?) julgamentos de carácter e/ou de personalidade – no caso deste assis, a sua falta:

» à justificação oficial do Clube para que este negócio tenha abortado, e por mais «pífio» que aquele argumento possa parecer aos demais (e conforme pude ler por aí, nas caixas de comentários da bluegosfera), parece que o jogador brasileiro terá optado pelo imediatismo das milenas imediatas com que os despeitosos dos bracarenses lhe acenaram, ao invés de permanecer em terras flavienses, sob contrato do FC Porto, e com a garantia de que, em Julho estaria com um salário bem melhor do que o actual.

» também se torna por demais evidente que, àquela (nada despicienda) questão monetária, o jogador optou por um projecto desportivo que se encontra e estará sempre aquém do do FC Porto, e por mais anos que estivermos sem ganhar um título de campeão nacional, e por mais (patéticas) declarações* de “amor patético” (platónico? placónico?) que se teçam.
(* «disputar títulos»?! no sc braga?! ok… Taça de Portugal e ex-taça da bjeKa… já não é mau, não senhor. quanto ao «tamanho do clube» dos gverreiros, ele é inversamente proporcional ao da nossa dignidade enquanto portistas – e por mais arrogante, sobranceira, soberba, insolente, que possa parecer esta minha afirmação.

» é igualmente perceptível que o Clube recomeçou a valorizar aquele que deverá ser o padrão maior na contratação de um jogador, e para lá dos seus dotes futebolísticos: o Carácter da sua personalidade – e o do assis está muito aquém do exigido para os padrões de um clube como é o Futebol Clube do Porto. e este é um facto que, no meu entendimento, ultrapassa questões (igualmente válidas, com certeza) como sejam as do nosso clube do coração actualmente já não cativar como num Passado recente, ou as das implicações que os constrangimentos financeiros impõem no seu quotidiano.
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por tudo “isto”, não me importo mesmo nada que o “santinho” (de pau oco?) do assis tenha romado a outras sés, porventura mais abastadas do que a nossa; o Futuro também a poderá desmentir, mas estou certo de que este encarregar-se-á de confirmar a firme convicção, de quem comanda os destinos da $AD portista, de que aquele era um mau negócio, que não no seu plano desportivo. é que acho que tod@s nós ainda nos recordamos das lições retiradas com o paulo assunção
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disse!
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para memória futura (parte V)…

© zerozero | Tomo III
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esta arbitragem desvirtua completamente esta competição! o encontro fica decidido por um lance. era um jogo muito importante para nós, que valia a passagem à meia-final da Taça da Liga – uma competição que queríamos muito ganhar. mas nomearam árbitros sem experiência e com pouca capacidade para os jogos dos três grandes. isto demonstra que não devem ter muito interesse nesta competição…
durante o jogo poderíamos ter feito o segundo golo, em várias ocasiões. o
spórtém está a ser prejudicado com muita facilidade: a favor do spórtém dificilmente se marca; em lances contra, é muito fácil marcar. é uma falta de respeito para com o spórtém, que é um grande clube, assim como para com os seus adeptos e para com os seus profissionais.
em tantos anos de futebol nunca vivi uma coisa destas! fizemos o que tínhamos que fazer mas, mais uma vez, passaram-se coisas que não conseguimos controlar.
estamos a chegar à final da competição e nomearam árbitros com pouca experiência e com pouco nome… a Equipa “sentiu o golpe” de ser eliminada e da maneira como foi! isto deixa sequelas. já temos outro jogo Domingo mas ficámos afectados emocionalmente. não há motivos para isto acontecer! todos os que estiveram no estádio perceberam que é muito fácil prejudicar o
spórtém… queríamos estar nas meias-finais e não vamos estar; queríamos vencer a competição e já não podemos. foi uma injustiça! saímos da competição devido a erros de terceiros…
o
spórtém poderia ter feito o segundo golo por diversas vezes, mas não conseguiu. no entanto, o nosso trabalho estava feito. não é por aqui que se pode falar. o spórtém fez uma grande segunda parte e fez tudo para ganhar, mas não podemos alterar a realidade. não são desculpas, são factos!

mais uma… já começam a ser constantes, estas falhas. a Equipa está revoltada perante tantas decisões erradas. são demasiadas decisões erradas!
tenho dificuldades em encontrar as palavras para estas atitudes. vejo a mentalidade e o esforço desta equipa a treinar e nos jogos e, depois constantemente surgem estes erros… o ânimo da Equipa não é bom…
estes erros começam a ser muito frequentes e isso provoca uma frustração muito grande. trabalhámos bem, com muito sacrifício de todos e, depois, derrubam os nossos objectivos com outros factores…
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Setúbal, Janeiro de 2017.
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caríssim@,

sim!, as citações acima (e que se reproduzem para memória futura) poderiam ser de um qualquer elemento afecto à nossa equipa do coração e na presente época desportiva 2016/2017, mas… não: ao invés, são declarações exclusivas do treinador e do capitão da agremiação calimera do Lumiar, depois de uma derrota e consequente eliminação da fase final da ex-taça da bjeKa (ou taça da carica, ou da crica, ou do do raio que a parta!). e não deixa de ser extremamente curioso que o que se destaca a negrito naquelas, é coincidentemente idêntico ao que muito nós temos denunciado, esta temporada.
“a’tão, onde reside a (principal) diferença entre as queixas?”, estarás a perguntar (ou então, não). simples: os roubos de Catedral que denunciamos e que atentam à tão propalada Verdade Desportiva, são relegados para meras notas de rodapé nos pasquins do burgo e/ou não conferem aberturas de telejornais (e aqui não incluo o destaque que se confere às nossas derrotas desportivas) e/ou são tidos como meras calimerices; já os «factos» delatados pelos viscondes falidos do reino de Alvaláxia são (mais) uma oportunidade para tempo de antena gratuito ao burro do Carvalho – e para lá da antítese do destaque que os me(r)dia tugas (não) nos concedem, como se comprova aqui e aqui.

é (também!) por estas razões, de autêntica dualidade de critérios – arbitrais, editoriais, comunicacionais, de respeito (ou da falta dele), outros quaisquer – que saúdo o que foi (muito bem) dito no programa “Universo Porto – da bancada” de ontem (vídeo aqui), no Porto Canal. durante quase noventa minutos de emissão, mais do que um blá-blá-blá inconsequente, começámos a dar (literalmente) nomes aos bois do (outrora) «sistema» – actualmente parece que é mais «monstro», ou «polvo» (que é quem mais ordena, como se sabe) – e que até já ultrapassou as fronteiras do nosso comezinho futebolzinho de pacotilha…
aliás, neste caos em que se encontra o mundo dos apitadores tugas, só poderá haver um glorioso gáudio e um tremendo júbilo, por toda uma situação a tresandar ao que o burro do Carvalho exala de todas as vezes que se cruza com o seu congénere de Arouca, pela parte de quem é imensamente pequeno e de quem é tacanho o suficiente para menosprezar todo um esquema ardiloso, (muito) próprio dos que conscientemente opta(ra)m por «fazer isto por outro lado» e que consideram que «são mais importantes os lugares na Liga do que contratar bons jogadores»…

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disse!
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#forrobodo | #untaggable

© fotosdacurva
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#bandeira
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por motivos vários, diversos e diversificados, não pude ver o jogo.
tudo o que (não) sei é graças ao que amiúde se vai divulgando nesse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera. e ao Universo Porto de ontem, no Porto Canal (vídeo aqui). e, também e igualmente importante, aos sms de alguns de vós, que muito prezo e estimo, e que me foram dando conta da revolta que (também) grassava no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos.
e é por isso que compreendo (muito bem) as palavras do Jorge, quando considera «fundamental» que a nossa «fortaleza» o seja de facto: num Todo e numa simbiose perfeitas, numa total Comunhão entre Equipa e Público em geral. não se trata de uma divisão entre Indefectíveis (onde incluo as Claques do Clube), massa adepta, massa associativa e massa assoBiativa; trata-se, isso sim!, de percebermos que, durante os 90′, “o(s) Inimigo(s)” e o(s) foco(s) da nossa revolta / fúria / agitação / indignação / whateveryoumention são o(s) outro(s), o(s) que não enverga(m) o nosso manto sagrado. e que é um total disparate, de um inenarrável Absurdo, estarmos a criar ainda mais tensão entre os nossos. aliás, arrisco-me a afirmar que, fosse num Passado recentíssimo e tivesse estado presente “aquele” público, tão solícito e sempre pronto a manifestar o seu desagrado, e ontem não teríamos levado de vencida um Desportivo como há muito não se via…
ah!, e em relação ao Chaves: cá estarei para verificar se aquela garra, de ontem à noite, não terá sido só “fogo de vista”. no mínimo, espero iguais empenho, compromisso e arrebatamento, quando defrontarem os nossos principais rivais – #notsportemlisbon incluído.

no fundamental:
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perceber que já incomodamos e mesmo com o muito que ainda há para fazer na estabilização da Equipa – uma Equipa com muito carácter, diga-se! – leva-me a acreditar que se está num caminho correcto – sinuoso e com imensos altos e baixos, é certo, mas, mesmo assim, com o fito e com o propósito acertados (e ao invés daquele Passado recentíssimo)…

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© google | Tomo III
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#comimensador
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estou certo que, para quem foi ao estádio, este terá sido mais um momento de enorme emoção, comoção e exaltação.
e, para o “nosso” Comendador e para a restante Equipa, foi (mais) um “grito de Ipiranga“, expresso num balázio que só se aninhou nas redes de (mais) uma espécie de ma(t)rafona, dos muitos que ainda pululam no nosso comezinho futebolzinho tuga. confesso que não tenho pachorra nenhuma para aqueles e que o seu ar de desalento, como a imagem ali em cima documenta, é inversamente proporcional aos meus júbilo e regozijo – para além da vontade imensa que me ocorre, nesses momentos, de os mandar para a matrafona, da rameira, que eventualmente os terá parido e que trabalha esporadicamente, à noite, em zonas escusas (® Ana Ferreira).

no fundamental:
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«que la chupen y que la sigan chupando. y sigan mamando

d10s, Maio de 2014.

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© google | Tomo III
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#gloriosaazia
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no seguimento da citação do maior (pelo menos, para mim), as capas dos pasquins desportivos de hoje corroboram a (sentida) pirose do mamute lampião que, ontem, aos microfones dos estúdios da estação de queluz (não, obrigado. não fumo…), no #prolongamento, teve o glorioso desplante de afirmar que o Desportivo de Chaves foi «clara e objectivamente prejudicado» (!!!). se calhar não é só o Pina que precisa de ir a um oculista, tal a dificuldade deste em dar por certo que houve (pelo menos, e mais uma vez…) uma grande penalidade evidente que nos foi (novamente…) sonegada… e aquela tirada de fincar que o golo anulado ao André Silva «foi correctíssima»?… sem comentários…
para esses verdadeiros p-a-l-h-a-ç-o-s – e sem qualquer ofensa para os profissionais de tão nobre arte circense – dedico-lhes as imagens que se seguem, “com muito amor e carinho”, no seguimento do espírito da quadra que entretanto se celebra (vende?):
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© ojogo | FC Porto para sempre
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© fotosdacurva
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© Tomo III | fotosdacurva
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#forrobodo
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« de uma vez para sempre tem de acabar este forrobodó! »
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seja bem-aparecido, sr. Presidente! gostei mesmo muito de o ouvir *, ontem!
esperemos que as suas palavras surtam efeito. ainda deveremos ir a tempo…

* para os “artistas” que se dedicam a bloquear vídeos (in)oportunos para os seus gloriosos interesses, informo, desde já, que possuo o original do vídeo com as declarações em causa. o único trabalho que terei é o de (voltar) a publicar aquelas…

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disse!
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(in)coerências…

© ojogo | FC Porto para sempre
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um mês depois…
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© ojogo | FC Porto para sempre
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não há como não concordar * com as opiniões que se seguem (e que se republicam para memória futura)…

[* dupla negativa propositada]
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© ojogo | FC Porto para sempre
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entretanto, aviso que, devido a afazeres vários e diversos, haverá novo interregno neste nosso contacto (mesmo que virtual), com o regresso previsto para a próxima Segunda-feira, dia 19 de Dezembro – salvo qualquer imprevisto e/ou imponderável que o Acaso teça.

neste (breve) hiato temporal, faço votos para que o nosso Amor comum prossiga na (boa) senda de resultados desportivos que estão nos antípodas de há um mês atrás, a começar já contra o clube do guardanapo, esta Quinta-feira…
ai!, desculpa. agora que, ao que parece, estamos de boas relações, aquele já não pode ser apelidado de «clube do guardanapo»… pois é… mas como, para mim, será sempre, mas sempre um odiozinho de estimação, e apesar do que julgue o nosso querido líder… olha!, assim como o Vitória SC, por não esquecer (sequer perdoar!) aquela desfaçatez de tentar entrar, na Champions, pela porta do cavalo, com as outras aventesmas. e é por isso que, para mim, é totalmente incompreensível o que aconteceu na passada Quinta-feira, no Porto (?) Canal. e, vai daí, até nem estranho (muito), depois do que pude ler (e divulguei à saciedade) aqui

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disse!
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de «um canal com clube»…

© google
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caríssim@,

em dia de jogo muito importante para o futuro do nosso clube do coração nas provas europeias (preferencialmente na Champions), dou-te conta da mais recente entrevista de Júlio Magalhães a uma revista daquele mundo (dito) “cor-de-rosinha”, datada de 29 de Novembro último – a qual pode ser lida aqui e também aqui, para quem tiver esse interesse.
convém recordar que Júlio Magalhães é tão-somente o Director-Geral de um canal de televisão que tem o FC Porto como seu principal accionista (via FCPorto Media, SA, com 82.4% do capital social). ou seja: presume-se que será o FC Porto, via Conselho de Administração do canal de televisão em causa, a gerir as directrizes deste. acontece, porém, que tal não será exactamente assim, porquanto que, a páginas tantas (re)afirma-se peremptoriamente:
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© tv7dias | grupo impala
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se calhar o defeito estará em mim, que não consegue vislumbrar o positivo daquela resposta, a qual se insere num contexto próprio da entrevista e do rumo (seja ele qual for…) que se vem traçando para o canal de televisão do FC Porto – porquanto que este é o seu verdadeiro “dono”…
é por isso mesmo que não aceito que se afirme que o Porto Canal é (e cito) «um canal [generalista] com clube», pois que a mesma enferma de uma inverdade e infere, por exemplo, que os conteúdos afectos ao FC Porto só “atrapalham” nessa missão de um canal que visa ser generalista, num país demasiado centralista e já com quatro canais generalistas (!!!) mais os seus subsidiários afectos à (des)Informação…

também considero que esta entrevista ajuda a perceber o autêntico desNorte que reina por aquele canal de televisão, o qual, acima de tudo e de uma forma mais incisiva, deveria voltar-se (quase que em exclusivo) para os interesses legítimos do seu proprietário, o FC Porto – mas diferenciando-se de um “vulgar” canal de clube (não admitiria, nunca!, que plagiássemos os “canais” afectos às agremiações da Segunda Circular, por exemplo!). e já para não referir que este deveria ser a “bandeira” de toda uma Região Norte e um dos meios privilegiados (senão mesmo o principal) na luta contra um centralismo balofo e a tresandar a bafio. e ao mofo que lhe deu, também...
mas, a realidade do canal em causa revela, à saciedade, que aquele que é o seu dono, como que não é tido nem achado na condução dos conteúdos que transmite, bem como na sua programação. mais: actualmente sonegam-se conteúdos únicos que privilegiavam a Região Norte em detrimento de entrevistas (pasme-se!) a figurinhas afectas àquelas agremiações mais a Sul e que, em tempos não muito idos, foram as principais instigadoras de fidalgais ódios viscerais e figadais, contra o nosso clube do coração (!!!). mais ainda: não concebo que os principais telejornais do canal também tenham que dar conta de notícias referentes ao quotidiano abaixo do Rio Mondego (quando não se verifica essa reciprocidade nos outros canais generalistas, antes pelo contrário!) e, pior!, se tenha que dar conta dos resultados desportivos daquelas mesmas agremiações (como se os canais das ditas alguma vez o fizessem connosco!).

em suma:
há, de facto, “coisas” que ficam demasiado complicadas de se explicar e inclusive de se aceitar. o que hoje se traz à colação é só uma delas – porventura uma das mais importantes, porquanto que se trata daquele que deveria ser o órgão de comunicação privilegiado do Clube (mas que não o é, de todo!).

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disse!
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então, em que ficamos?!

© Tomo III
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caríssim@,

parece que as minhas palavras de ontem foram mal interpretadas, mormente na questão das mais recentes declarações presidenciais, as quais invariavelmente e para não fugir à regra (?) dos últimos (digamos…) quatro últimos anos, aconteceram após uma vitória da Equipa. é o que acontece quando não se tem Tempo nem para mandar cantar um cego e por inermédio de outrém, e tecem-se uns (brevíssimos) considerandos naquela que deveria servir para uma pausa para almoço… adiante.
para que conste, nada mais tenho a acrescentar ao que os meus ‘compagnons de route‘ Jorge Vassalo e Vila Pouca escreveram aqui e aqui respectivamente. nos tempos que correm, fica cada vez mais difícil concordar com as declarações de Jorge Nuno – o (pres)suposto alter ego de Pinto da Costa, o qual, se este último “fosse vivo”, já teria sido corrido e ao pontapé (provavelmente pelo guarda Abel!), dos corredores do P(h)oder do Estádio do Dragão. mas consta que a energia de Pinto da Costa terá “esmorecido” com a demolição do Estádio das Antas [pausa para suspirar (de saudades)]…

aquela breve pausa também poderá servir para um momento de reflexão e  poderá ir neste sentido: o Presidente enérgico e pujante (exemplos aqui, aqui, aqui e também aqui), deu lugar a um outro alguém que, num mesmo corpo, se apresenta amorfo, apático, indolente, manso. explico.
tomemos como exemplo todos aqueles vídeos: neles há um denominador comum e que é a forma como Pinto da Costa consegue colocar em sentido os sabujos e/ou pés-de-microfone do jornalixo tuga (não só) de então, fossem eles monizes, escarros, catarros ou outro qualquer. actualmente duvido que o actual Jorge Nuno fosse capaz (sequer!) de tecer um considerando, mesmo que breve, daquela forma – e já dou de barato a questão da idade, que aumenta para tod@s nós, de ano para ano, de mês para mês, de dia para dia.
mais: seria impensável (sequer inconcebível) que o Pinto da Costa de então e ao contrário do actual Jorge Nuno, perdesse a oportunidade de criticar veementemente, com todo o propósito e com toda a Razão que lhe assiste, a postura dúbia, parcial e nada isenta, da Justiça tuga – tão célere a cercar tudo o que seja pintado em tons azuis-e-brancos e tão parcimoniosa a apertar o que envolva as cores das agremiações da Segunda Circular *… e é por isso mesmo que compreendo o pedido de desculpas expresso aqui, mesmo que irónico, solidarizando-me com a(s) “dor(es)” do(s) seu(s) autor(es)…

* por exemplos: quem é que sabia que isto aqui aconteceu na assembleia-geral dos calimeros, de 02 de Outubro último? «ninguém, ninguém», certo? ou então, muito pouc@s de nós…
mas, tivessem sido outros os protagonistas – um Clube mais a Norte, com mais Super ou menos Colectivo (e vice-versa) presentes na reunião – e, no próprio dia, encheríamos os noticiários da noite. assim, olha… passou pelos pingos da chuva que alguns membros das claques do spórtém se insurgiram naquela reunião magna, da agremiação em causa, liderada por um burro do Carvalho, ao bom estilo maoísta – em tempos idos, dito que era apanágio de um certo e determinado Clube, lá está!, mais a Norte da Capital do Império (de) Tung…

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mesmo assim, não posso deixar passar em claro o que a imagem acima reflecte: essa tendência inata para os pasquins sediados na Capital do Império lançarem “poeira” para os olhos dos nossos adeptos mais incautos – que os há, a começar (e a terminar) neste que te escreve.
para lá da diferença de tratamento “jornalístico” na chamada de capa, o que lá dentro se pode ler é de uma desconformidade atroz! ao que (consta que) o jogador belga terá proferido a alguns órgão de Comunicação daquele país, após o encontro para a «xampes», o pravda da Travessa da Queimada, pela pena do sr. com apelido de marca de bacalhau, lá resolveu dar a sua versão daquelas declarações (vide aqui e aqui, em jpg e aqui em pdf, para quem tiver essa ousadia).
invariavelmente aquela sua visão, como a dos demais sabujos que vão labutando pelo jornalixo tuga, qual marmotinha-de-rabo-na-boca (c’a nojo!) tende para distorcer o que foi proferido – «Joguei sempre por onde passei. Para mim é uma primeira vez, mas é assim mesmo. Tenho de trabalhar e esperar que a oportunidade chegue. Gostava de ter um pouco mais de tempo de jogo, como é evidente, mas sinto-me bem no FC Porto. A adaptação está a ser boa. Há concorrência, como já esperava, e então cabe-me fazer a minha parte» -, sonegando o que de positivo foi dito pelo jogador belga e que destaquei a negrito
tivesse o nosso clube do coração um Departamento de Comunicação à altura das suas responsabilidades e já se teria “decretado” que os nossos jogadores, em território nacional, só prestariam declarações ao canal oficial do Clube e que, a outros órgãos estrangeiros, só na presença de um elemento destacado por aquele mesmo departamento… como ainda não há, lá têm que ser os adeptos a dar conta destas disparidades…
tivesse o nosso Clube um canal de televisão dedicado ao seu quotidiano, e já teriam surgido desmentidos sobre esta filha-da-putice (só mais uma e tendo em linha de conta a presente temporada)… como ainda não há e aquele é voltado para generalidades e para transmitir resumos dos jogos dos nossos arqui-rivais (!!!), têm que ser os mesmos adeptos a engolir estes autênticos mamutes. e a fazer aqueles mesmos desmentidos, também…

mas, por Amor tudo se faz. e nada custa!
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futuro© pravda | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)
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(também disponível para leitura aqui, aqui, aqui e aqui)
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post scriptum:

Xebeu, amanhã lá estaremos!. 😀
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disse!
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