medidas diferentes (para os ilegais de sempre).

futuro© fotosdacurva | rui oliveira | 92º minuto
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caríssim@,

ao contrário da prosa de ontem, esta será uma “posta de pescada”® um pouco mais leBezinha, e vem no seguimento do que entretanto foi (muito bem) denunciado no último “Universo Porto – da Bancada” – e que podes (deves!) (re)ver aqui.
a questão que me importa aflorar nas próximas linhas (que não #madeinporta18) é tão-somente o reforço do meu mais profundo desagrado por esse completo desrespeito pelas normas vigentes em relação aos i-le-gais do 5lb, do beneplácito de que estes usufruem perante os demais adeptos dos clubes rivais (e devidamente legalizados), e do perfeito (por que «glorioso») conluio que grassa entre eles e com quem deveria zelar pelo garante da Lei. vamos lá, então!

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do muito que se afirmou nos estúdios da Senhora da Hora, importa referir que também se comprovaram, com dados, factos, datas, nomes e até matrículas de viaturas (!!!), não só a ilegalidade mas igualmente e, por inerência, esse escabroso estado de «gloriosa» impunidade que reina sobre os grupos organizados de “adeptos” afectos ao 5lb.
também foi referido que esse clima contrário à Lei e que esse estado de consentida tolerância para com os efectivamente i-le-gais do 5lb, e como é (ou deveria ser…) do conhecimento geral, têm sobre si o “manto protector” dos me(r)dia e do jornalixo tugas – vulgo “o quarto p(h)oder” – para além das entidades que deveriam primar para que aqueles mesmos estados não acontecessem num (supostamente…) Estado de Direito – a começar na LPFP e FPF, e a terminar nas de Segurança Pública.
mais: provou-se, pela enésima vez, que o “quarto p(h)oder” tem duas formas diametralmente opostas de comunicar/informar factos idênticos quando estão em causa grupos de adeptos afectos a clubes distintos, com prejuízo para os que estão sediados mais a Norte do Mondego, porquanto que os deveres de Rigor e de Isenção se encontram (literalmente) ausentes.
pior: (com)provou-se que as forças de Autoridade e de Segurança públicas «gloriosamente» olvidam tudo o que envolva o 5lb e os seus grupos de “adeptos” i-le-gais, os quais usufruem de apoios e de regalias concedidas pela Direcção da agremiação em causa, e num espírito total e diametralmente contrário à legislação em vigor – a saber: Lei nr. 52/2013, de 30 de Julho, Secção III (“grupos organizados de adeptos”), art. 14º (“apoio a grupos organizados de adeptos”).
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futuro© google | 92º minuto
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posto (tudo) “isto“, a imagem ali em cima é só mais uma prova do que (re)afirmo e uma súmula “perfeita” do que se demonstra à saciedade, no programa em causa – sendo que teve por base os respectivos comunicados, emanados pelo Conselho de Disciplina [CD] da FPF, a reportar os castigos aplicados aos jogos em causa.
assim sendo, atente-se nestes factos, igualmente graves por quem os fez, mas cujos tratamentos disciplinares foram grosseiramente díspares:

» aquando da ida à Amoreira, os adeptos afectos ao FC Porto comportaram-se mal, com arremessos de tochas, rebentamento de petardos e interrupção da partida por uma vez.
o CD, para além da multa pecuniária (já lá vamos), abriu um procedimento disciplinar, com base no disposto no ponto 2.), do art. 181º, do Regulamento Disciplinar da LPFP (“agressão simples com reflexo no jogo por período igual ou inferior a 10 minutos”). deduz-se que seja pela “lesão” provocada no guarda-redes moreira [escarro], que imediatamente se lançou para o relvado aquando do lançamento de uma tocha… para o lado contrário onde se encontrava…
já a multa pecuniária, pela «reincidência» do arremesso das tochas e do rebentamento de petardos, teve o “singelo” valor de 5738,00€.

» aquando da visita a Santa Maria da Feira, os i-le-gais afectos à “instituição” tiveram os comportamentos que se demonstram aqui, aqui e também aqui.
foi, de facto, uma partida atribulada também fora das quatro linhas, de onde resultou inclusive um ferido – um repórter fotográfico, que teve que receber tratamento hospitalar para regressar à sua vidinha.
convém salientar que e de acordo o mesmíssimo Regulamento Disciplinar da LPFP, aquele incidente é punível com o que vem disposto no ponto 1.), do art. 182º (“agressões graves a espectadores e outros intervenientes”). mas, no caso e no partida em apreço, não houve qualquer abertura de procedimento disciplinar, apesar da sua gravidade e… lá está!, inclusive mencionado no comunicado, «reincidência».
e por “falar” em reincidência: a multa pecuniária, por essa «reincidência» do arremesso de tochas e rebentamento de petardos, teve o “singelo” valor de 2525,00€ – bem menos de metade de 5738,00€…

» no Sábado passado, os mesmos i-le-gais afectos ao 5lb fizeram a festa e soltaram a franga, desta feita em Paços de Ferreira. mas e ao contrário de Santa Maria da Feira, não há imagens. nem vídeos. nem bastos relatos dos incidentes (pormenorizados, ou não), seja nos me(r)dia seja no jornalixo tugas. ou seja: como que não aconteceu, apesar do comunicado do Paços de Ferreira e do que vem descrito no relatório dos delegados da FPF ao jogo…
aliás: das longas descrições, no comunicado a reportar os castigos aplicados àquela partida, dá para se perceber que os mesmíssimos i-le-gais afectos ao 5lb fizeram mesmo a macaca e pintaram a manta, naquele concelho do Vale do Sousa. e que, no espaço de meros quinze dias, voltaram a ser… como é que é, mesmo o termo?… isso: «reincidentes».
mas, neste clima de «gloriosa» tolerância para com quem prevarica semana sim, semana também, voltou-se a atropelar o disposto naquele mesmíssimo Regulamento Disciplinar da LPFP, sendo que não houve qualquer abertura de procedimento disciplinar.
ah! e por nova «reincidência» de arremesso de tochas e de rebentamento de petardos, a multa pecuniária teve o “singelo” valor de 5585,00€. – ainda assim, inferior àqueles 5738,00€, portanto…
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em suma e pegando em dois ou três chavões do futebolês:

1)
isto” é brincar ao Futebol, tomando os adeptos portistas por tolos, que comem geladinhos com a testa e que enfardam palha, como os demais “carneiros” afectos ao 5lb.
não somos, não comemos e estas «gloriosas» discrepância, discriminação e idiossincrasia, para lá da revolta que nos causa, só nos torna mais fortes. e resolutos em derrotar quem tanto nos odeia e disso faz o seu modo de vida – mormente nos me(r)dia e no jornalixo da tugalândia.

2)
pelo exposto e parafraseando o burro do Carvalho:
«bardamerda» para todos esses indigentes de Espírito – santo ou não, que não me importa rigorosamente nada a crença de cada um.

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disse!
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do Assis, esse santinho…

© google | Tomo III
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caríssim@,

provavelmente já virei tarde com os meus bitaites, mas tenho que o escrever. mesmo. sob pena de explodir (e estou certo de que não será só de raiva acumulada, mas também).

diz que esta Segunda-feira, o nosso querido líder terá contactado o seu homólogo do Desportivo de Chaves «a desobrigá-lo do compromisso que tinha para com o FC Porto, em relação ao jogador rafael assis» – e cujo nome de baptismo escrevi propositadamente em minúsculas, por corresponder ao seu “enorme estatuto” enquanto pessoa, e como se constatará adiante.

nas palavras de Francisco J. Marques, actual Director de Comunicação do FC Porto, no mais recente episódio do programa “Universo Porto – da bancada” (vídeo integral aqui), o Clube desistiu daquela contratação «tendo em conta o comportamento do jogador brasileiro e do seu empresário* – ou melhor: da pessoa com que se fez acompanhar [Marcelo Lipatin**] na reunião que teve lugar no Estádio do Dragão, na passada Sexta-feira».
(* consta que o jogador, até àquela reunião, era representado/agenciado pela MNM Sports Management – uma sociedade, entre outros, dos antigos futebolistas do Vitória SC Pedro Mendes, Nuno Assis e Fernando Meira…)
(** antigo futebolista uruguaio, com passagem por Portugal e actualmente… exacto, agente de jogadores, devidamente credenciado, proprietário da Lipatin Sports…)

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no entanto, também consta por aí
 que, depois daquela reunião, o jogador brasileiro terá ficado «ressentido com o que por lá se passou, principalmente por não ter sido possível tirar uma fotografia com a camisola do clube, ficar com uma cópia do contrato ou até tirar uma fotografia ao contrato». mas, como a fonte dessa “notícia” é o pravda da Travessa da Queimada, estamos conversados acerca da sua fiabilidade e/ou veracidade e/ou verdade…

convém também não esquecer que, até àquela reunião, o médio defensivo brasileiro estava a ser disputado por nós e pelos gverreiros lampiões do Minho, os quais e nas palavras do seu novel treinador (basto azeiteiro), até terão ficado algo (des)agradados pela nossa intromissão naquele negócio, «numa manifestação claríssima de grande respeito do FC Porto pelo sc braga»***.
(*** curiosamente ou talvez não, a mesmíssima agremiação que demonstrou «um grande respeito» pelo FC Porto no negócio (desvio?) do outro rafa para carnide, promovendo um leilão que ultrapassou todas as regras de cordialidade que deveriam imperar sempre e não só agora – ou melhor, na altura em que o chulão do jorge simão, esse azeiteiro!, resolveu invocar a tal «manifestação claríssima de grande respeito»… e é também a mesmíssima agremiação que demonstrou, de forma clara e inequívoca, um «grande respeito» pelo FC Porto com esta nomeação para o galardão de «guerreiro solidário» (!!!), na sua mais recente gala.)
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em suma e nesta amálgama de factos (poucos), aos quais se somam suposições e/ou falácias próprias de ‘mentideros‘, e aos quais se subtraem (sobressaem?) julgamentos de carácter e/ou de personalidade – no caso deste assis, a sua falta:

» à justificação oficial do Clube para que este negócio tenha abortado, e por mais «pífio» que aquele argumento possa parecer aos demais (e conforme pude ler por aí, nas caixas de comentários da bluegosfera), parece que o jogador brasileiro terá optado pelo imediatismo das milenas imediatas com que os despeitosos dos bracarenses lhe acenaram, ao invés de permanecer em terras flavienses, sob contrato do FC Porto, e com a garantia de que, em Julho estaria com um salário bem melhor do que o actual.

» também se torna por demais evidente que, àquela (nada despicienda) questão monetária, o jogador optou por um projecto desportivo que se encontra e estará sempre aquém do do FC Porto, e por mais anos que estivermos sem ganhar um título de campeão nacional, e por mais (patéticas) declarações* de “amor patético” (platónico? placónico?) que se teçam.
(* «disputar títulos»?! no sc braga?! ok… Taça de Portugal e ex-taça da bjeKa… já não é mau, não senhor. quanto ao «tamanho do clube» dos gverreiros, ele é inversamente proporcional ao da nossa dignidade enquanto portistas – e por mais arrogante, sobranceira, soberba, insolente, que possa parecer esta minha afirmação.

» é igualmente perceptível que o Clube recomeçou a valorizar aquele que deverá ser o padrão maior na contratação de um jogador, e para lá dos seus dotes futebolísticos: o Carácter da sua personalidade – e o do assis está muito aquém do exigido para os padrões de um clube como é o Futebol Clube do Porto. e este é um facto que, no meu entendimento, ultrapassa questões (igualmente válidas, com certeza) como sejam as do nosso clube do coração actualmente já não cativar como num Passado recente, ou as das implicações que os constrangimentos financeiros impõem no seu quotidiano.
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por tudo “isto”, não me importo mesmo nada que o “santinho” (de pau oco?) do assis tenha romado a outras sés, porventura mais abastadas do que a nossa; o Futuro também a poderá desmentir, mas estou certo de que este encarregar-se-á de confirmar a firme convicção, de quem comanda os destinos da $AD portista, de que aquele era um mau negócio, que não no seu plano desportivo. é que acho que tod@s nós ainda nos recordamos das lições retiradas com o paulo assunção
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disse!
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para memória futura (parte V)…

© zerozero | Tomo III
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esta arbitragem desvirtua completamente esta competição! o encontro fica decidido por um lance. era um jogo muito importante para nós, que valia a passagem à meia-final da Taça da Liga – uma competição que queríamos muito ganhar. mas nomearam árbitros sem experiência e com pouca capacidade para os jogos dos três grandes. isto demonstra que não devem ter muito interesse nesta competição…
durante o jogo poderíamos ter feito o segundo golo, em várias ocasiões. o
spórtém está a ser prejudicado com muita facilidade: a favor do spórtém dificilmente se marca; em lances contra, é muito fácil marcar. é uma falta de respeito para com o spórtém, que é um grande clube, assim como para com os seus adeptos e para com os seus profissionais.
em tantos anos de futebol nunca vivi uma coisa destas! fizemos o que tínhamos que fazer mas, mais uma vez, passaram-se coisas que não conseguimos controlar.
estamos a chegar à final da competição e nomearam árbitros com pouca experiência e com pouco nome… a Equipa “sentiu o golpe” de ser eliminada e da maneira como foi! isto deixa sequelas. já temos outro jogo Domingo mas ficámos afectados emocionalmente. não há motivos para isto acontecer! todos os que estiveram no estádio perceberam que é muito fácil prejudicar o
spórtém… queríamos estar nas meias-finais e não vamos estar; queríamos vencer a competição e já não podemos. foi uma injustiça! saímos da competição devido a erros de terceiros…
o
spórtém poderia ter feito o segundo golo por diversas vezes, mas não conseguiu. no entanto, o nosso trabalho estava feito. não é por aqui que se pode falar. o spórtém fez uma grande segunda parte e fez tudo para ganhar, mas não podemos alterar a realidade. não são desculpas, são factos!

mais uma… já começam a ser constantes, estas falhas. a Equipa está revoltada perante tantas decisões erradas. são demasiadas decisões erradas!
tenho dificuldades em encontrar as palavras para estas atitudes. vejo a mentalidade e o esforço desta equipa a treinar e nos jogos e, depois constantemente surgem estes erros… o ânimo da Equipa não é bom…
estes erros começam a ser muito frequentes e isso provoca uma frustração muito grande. trabalhámos bem, com muito sacrifício de todos e, depois, derrubam os nossos objectivos com outros factores…
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Setúbal, Janeiro de 2017.
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caríssim@,

sim!, as citações acima (e que se reproduzem para memória futura) poderiam ser de um qualquer elemento afecto à nossa equipa do coração e na presente época desportiva 2016/2017, mas… não: ao invés, são declarações exclusivas do treinador e do capitão da agremiação calimera do Lumiar, depois de uma derrota e consequente eliminação da fase final da ex-taça da bjeKa (ou taça da carica, ou da crica, ou do do raio que a parta!). e não deixa de ser extremamente curioso que o que se destaca a negrito naquelas, é coincidentemente idêntico ao que muito nós temos denunciado, esta temporada.
“a’tão, onde reside a (principal) diferença entre as queixas?”, estarás a perguntar (ou então, não). simples: os roubos de Catedral que denunciamos e que atentam à tão propalada Verdade Desportiva, são relegados para meras notas de rodapé nos pasquins do burgo e/ou não conferem aberturas de telejornais (e aqui não incluo o destaque que se confere às nossas derrotas desportivas) e/ou são tidos como meras calimerices; já os «factos» delatados pelos viscondes falidos do reino de Alvaláxia são (mais) uma oportunidade para tempo de antena gratuito ao burro do Carvalho – e para lá da antítese do destaque que os me(r)dia tugas (não) nos concedem, como se comprova aqui e aqui.

é (também!) por estas razões, de autêntica dualidade de critérios – arbitrais, editoriais, comunicacionais, de respeito (ou da falta dele), outros quaisquer – que saúdo o que foi (muito bem) dito no programa “Universo Porto – da bancada” de ontem (vídeo aqui), no Porto Canal. durante quase noventa minutos de emissão, mais do que um blá-blá-blá inconsequente, começámos a dar (literalmente) nomes aos bois do (outrora) «sistema» – actualmente parece que é mais «monstro», ou «polvo» (que é quem mais ordena, como se sabe) – e que até já ultrapassou as fronteiras do nosso comezinho futebolzinho de pacotilha…
aliás, neste caos em que se encontra o mundo dos apitadores tugas, só poderá haver um glorioso gáudio e um tremendo júbilo, por toda uma situação a tresandar ao que o burro do Carvalho exala de todas as vezes que se cruza com o seu congénere de Arouca, pela parte de quem é imensamente pequeno e de quem é tacanho o suficiente para menosprezar todo um esquema ardiloso, (muito) próprio dos que conscientemente opta(ra)m por «fazer isto por outro lado» e que consideram que «são mais importantes os lugares na Liga do que contratar bons jogadores»…

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disse!
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#forrobodo | #untaggable

© fotosdacurva
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#bandeira
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por motivos vários, diversos e diversificados, não pude ver o jogo.
tudo o que (não) sei é graças ao que amiúde se vai divulgando nesse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera. e ao Universo Porto de ontem, no Porto Canal (vídeo aqui). e, também e igualmente importante, aos sms de alguns de vós, que muito prezo e estimo, e que me foram dando conta da revolta que (também) grassava no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos.
e é por isso que compreendo (muito bem) as palavras do Jorge, quando considera «fundamental» que a nossa «fortaleza» o seja de facto: num Todo e numa simbiose perfeitas, numa total Comunhão entre Equipa e Público em geral. não se trata de uma divisão entre Indefectíveis (onde incluo as Claques do Clube), massa adepta, massa associativa e massa assoBiativa; trata-se, isso sim!, de percebermos que, durante os 90′, “o(s) Inimigo(s)” e o(s) foco(s) da nossa revolta / fúria / agitação / indignação / whateveryoumention são o(s) outro(s), o(s) que não enverga(m) o nosso manto sagrado. e que é um total disparate, de um inenarrável Absurdo, estarmos a criar ainda mais tensão entre os nossos. aliás, arrisco-me a afirmar que, fosse num Passado recentíssimo e tivesse estado presente “aquele” público, tão solícito e sempre pronto a manifestar o seu desagrado, e ontem não teríamos levado de vencida um Desportivo como há muito não se via…
ah!, e em relação ao Chaves: cá estarei para verificar se aquela garra, de ontem à noite, não terá sido só “fogo de vista”. no mínimo, espero iguais empenho, compromisso e arrebatamento, quando defrontarem os nossos principais rivais – #notsportemlisbon incluído.

no fundamental:
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perceber que já incomodamos e mesmo com o muito que ainda há para fazer na estabilização da Equipa – uma Equipa com muito carácter, diga-se! – leva-me a acreditar que se está num caminho correcto – sinuoso e com imensos altos e baixos, é certo, mas, mesmo assim, com o fito e com o propósito acertados (e ao invés daquele Passado recentíssimo)…

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© google | Tomo III
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#comimensador
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estou certo que, para quem foi ao estádio, este terá sido mais um momento de enorme emoção, comoção e exaltação.
e, para o “nosso” Comendador e para a restante Equipa, foi (mais) um “grito de Ipiranga“, expresso num balázio que só se aninhou nas redes de (mais) uma espécie de ma(t)rafona, dos muitos que ainda pululam no nosso comezinho futebolzinho tuga. confesso que não tenho pachorra nenhuma para aqueles e que o seu ar de desalento, como a imagem ali em cima documenta, é inversamente proporcional aos meus júbilo e regozijo – para além da vontade imensa que me ocorre, nesses momentos, de os mandar para a matrafona, da rameira, que eventualmente os terá parido e que trabalha esporadicamente, à noite, em zonas escusas (® Ana Ferreira).

no fundamental:
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«que la chupen y que la sigan chupando. y sigan mamando

d10s, Maio de 2014.

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© google | Tomo III
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#gloriosaazia
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no seguimento da citação do maior (pelo menos, para mim), as capas dos pasquins desportivos de hoje corroboram a (sentida) pirose do mamute lampião que, ontem, aos microfones dos estúdios da estação de queluz (não, obrigado. não fumo…), no #prolongamento, teve o glorioso desplante de afirmar que o Desportivo de Chaves foi «clara e objectivamente prejudicado» (!!!). se calhar não é só o Pina que precisa de ir a um oculista, tal a dificuldade deste em dar por certo que houve (pelo menos, e mais uma vez…) uma grande penalidade evidente que nos foi (novamente…) sonegada… e aquela tirada de fincar que o golo anulado ao André Silva «foi correctíssima»?… sem comentários…
para esses verdadeiros p-a-l-h-a-ç-o-s – e sem qualquer ofensa para os profissionais de tão nobre arte circense – dedico-lhes as imagens que se seguem, “com muito amor e carinho”, no seguimento do espírito da quadra que entretanto se celebra (vende?):
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© ojogo | FC Porto para sempre
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© Tomo III | fotosdacurva
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#forrobodo
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« de uma vez para sempre tem de acabar este forrobodó! »
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seja bem-aparecido, sr. Presidente! gostei mesmo muito de o ouvir *, ontem!
esperemos que as suas palavras surtam efeito. ainda deveremos ir a tempo…

* para os “artistas” que se dedicam a bloquear vídeos (in)oportunos para os seus gloriosos interesses, informo, desde já, que possuo o original do vídeo com as declarações em causa. o único trabalho que terei é o de (voltar) a publicar aquelas…

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disse!
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(in)coerências…

© ojogo | FC Porto para sempre
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um mês depois…
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© ojogo | FC Porto para sempre
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não há como não concordar * com as opiniões que se seguem (e que se republicam para memória futura)…

[* dupla negativa propositada]
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© ojogo | FC Porto para sempre
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entretanto, aviso que, devido a afazeres vários e diversos, haverá novo interregno neste nosso contacto (mesmo que virtual), com o regresso previsto para a próxima Segunda-feira, dia 19 de Dezembro – salvo qualquer imprevisto e/ou imponderável que o Acaso teça.

neste (breve) hiato temporal, faço votos para que o nosso Amor comum prossiga na (boa) senda de resultados desportivos que estão nos antípodas de há um mês atrás, a começar já contra o clube do guardanapo, esta Quinta-feira…
ai!, desculpa. agora que, ao que parece, estamos de boas relações, aquele já não pode ser apelidado de «clube do guardanapo»… pois é… mas como, para mim, será sempre, mas sempre um odiozinho de estimação, e apesar do que julgue o nosso querido líder… olha!, assim como o Vitória SC, por não esquecer (sequer perdoar!) aquela desfaçatez de tentar entrar, na Champions, pela porta do cavalo, com as outras aventesmas. e é por isso que, para mim, é totalmente incompreensível o que aconteceu na passada Quinta-feira, no Porto (?) Canal. e, vai daí, até nem estranho (muito), depois do que pude ler (e divulguei à saciedade) aqui

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disse!
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de «um canal com clube»…

© google
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caríssim@,

em dia de jogo muito importante para o futuro do nosso clube do coração nas provas europeias (preferencialmente na Champions), dou-te conta da mais recente entrevista de Júlio Magalhães a uma revista daquele mundo (dito) “cor-de-rosinha”, datada de 29 de Novembro último – a qual pode ser lida aqui e também aqui, para quem tiver esse interesse.
convém recordar que Júlio Magalhães é tão-somente o Director-Geral de um canal de televisão que tem o FC Porto como seu principal accionista (via FCPorto Media, SA, com 82.4% do capital social). ou seja: presume-se que será o FC Porto, via Conselho de Administração do canal de televisão em causa, a gerir as directrizes deste. acontece, porém, que tal não será exactamente assim, porquanto que, a páginas tantas (re)afirma-se peremptoriamente:
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© tv7dias | grupo impala
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se calhar o defeito estará em mim, que não consegue vislumbrar o positivo daquela resposta, a qual se insere num contexto próprio da entrevista e do rumo (seja ele qual for…) que se vem traçando para o canal de televisão do FC Porto – porquanto que este é o seu verdadeiro “dono”…
é por isso mesmo que não aceito que se afirme que o Porto Canal é (e cito) «um canal [generalista] com clube», pois que a mesma enferma de uma inverdade e infere, por exemplo, que os conteúdos afectos ao FC Porto só “atrapalham” nessa missão de um canal que visa ser generalista, num país demasiado centralista e já com quatro canais generalistas (!!!) mais os seus subsidiários afectos à (des)Informação…

também considero que esta entrevista ajuda a perceber o autêntico desNorte que reina por aquele canal de televisão, o qual, acima de tudo e de uma forma mais incisiva, deveria voltar-se (quase que em exclusivo) para os interesses legítimos do seu proprietário, o FC Porto – mas diferenciando-se de um “vulgar” canal de clube (não admitiria, nunca!, que plagiássemos os “canais” afectos às agremiações da Segunda Circular, por exemplo!). e já para não referir que este deveria ser a “bandeira” de toda uma Região Norte e um dos meios privilegiados (senão mesmo o principal) na luta contra um centralismo balofo e a tresandar a bafio. e ao mofo que lhe deu, também...
mas, a realidade do canal em causa revela, à saciedade, que aquele que é o seu dono, como que não é tido nem achado na condução dos conteúdos que transmite, bem como na sua programação. mais: actualmente sonegam-se conteúdos únicos que privilegiavam a Região Norte em detrimento de entrevistas (pasme-se!) a figurinhas afectas àquelas agremiações mais a Sul e que, em tempos não muito idos, foram as principais instigadoras de fidalgais ódios viscerais e figadais, contra o nosso clube do coração (!!!). mais ainda: não concebo que os principais telejornais do canal também tenham que dar conta de notícias referentes ao quotidiano abaixo do Rio Mondego (quando não se verifica essa reciprocidade nos outros canais generalistas, antes pelo contrário!) e, pior!, se tenha que dar conta dos resultados desportivos daquelas mesmas agremiações (como se os canais das ditas alguma vez o fizessem connosco!).

em suma:
há, de facto, “coisas” que ficam demasiado complicadas de se explicar e inclusive de se aceitar. o que hoje se traz à colação é só uma delas – porventura uma das mais importantes, porquanto que se trata daquele que deveria ser o órgão de comunicação privilegiado do Clube (mas que não o é, de todo!).

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disse!
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então, em que ficamos?!

© Tomo III
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caríssim@,

parece que as minhas palavras de ontem foram mal interpretadas, mormente na questão das mais recentes declarações presidenciais, as quais invariavelmente e para não fugir à regra (?) dos últimos (digamos…) quatro últimos anos, aconteceram após uma vitória da Equipa. é o que acontece quando não se tem Tempo nem para mandar cantar um cego e por inermédio de outrém, e tecem-se uns (brevíssimos) considerandos naquela que deveria servir para uma pausa para almoço… adiante.
para que conste, nada mais tenho a acrescentar ao que os meus ‘compagnons de route‘ Jorge Vassalo e Vila Pouca escreveram aqui e aqui respectivamente. nos tempos que correm, fica cada vez mais difícil concordar com as declarações de Jorge Nuno – o (pres)suposto alter ego de Pinto da Costa, o qual, se este último “fosse vivo”, já teria sido corrido e ao pontapé (provavelmente pelo guarda Abel!), dos corredores do P(h)oder do Estádio do Dragão. mas consta que a energia de Pinto da Costa terá “esmorecido” com a demolição do Estádio das Antas [pausa para suspirar (de saudades)]…

aquela breve pausa também poderá servir para um momento de reflexão e  poderá ir neste sentido: o Presidente enérgico e pujante (exemplos aqui, aqui, aqui e também aqui), deu lugar a um outro alguém que, num mesmo corpo, se apresenta amorfo, apático, indolente, manso. explico.
tomemos como exemplo todos aqueles vídeos: neles há um denominador comum e que é a forma como Pinto da Costa consegue colocar em sentido os sabujos e/ou pés-de-microfone do jornalixo tuga (não só) de então, fossem eles monizes, escarros, catarros ou outro qualquer. actualmente duvido que o actual Jorge Nuno fosse capaz (sequer!) de tecer um considerando, mesmo que breve, daquela forma – e já dou de barato a questão da idade, que aumenta para tod@s nós, de ano para ano, de mês para mês, de dia para dia.
mais: seria impensável (sequer inconcebível) que o Pinto da Costa de então e ao contrário do actual Jorge Nuno, perdesse a oportunidade de criticar veementemente, com todo o propósito e com toda a Razão que lhe assiste, a postura dúbia, parcial e nada isenta, da Justiça tuga – tão célere a cercar tudo o que seja pintado em tons azuis-e-brancos e tão parcimoniosa a apertar o que envolva as cores das agremiações da Segunda Circular *… e é por isso mesmo que compreendo o pedido de desculpas expresso aqui, mesmo que irónico, solidarizando-me com a(s) “dor(es)” do(s) seu(s) autor(es)…

* por exemplos: quem é que sabia que isto aqui aconteceu na assembleia-geral dos calimeros, de 02 de Outubro último? «ninguém, ninguém», certo? ou então, muito pouc@s de nós…
mas, tivessem sido outros os protagonistas – um Clube mais a Norte, com mais Super ou menos Colectivo (e vice-versa) presentes na reunião – e, no próprio dia, encheríamos os noticiários da noite. assim, olha… passou pelos pingos da chuva que alguns membros das claques do spórtém se insurgiram naquela reunião magna, da agremiação em causa, liderada por um burro do Carvalho, ao bom estilo maoísta – em tempos idos, dito que era apanágio de um certo e determinado Clube, lá está!, mais a Norte da Capital do Império (de) Tung…

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mesmo assim, não posso deixar passar em claro o que a imagem acima reflecte: essa tendência inata para os pasquins sediados na Capital do Império lançarem “poeira” para os olhos dos nossos adeptos mais incautos – que os há, a começar (e a terminar) neste que te escreve.
para lá da diferença de tratamento “jornalístico” na chamada de capa, o que lá dentro se pode ler é de uma desconformidade atroz! ao que (consta que) o jogador belga terá proferido a alguns órgão de Comunicação daquele país, após o encontro para a «xampes», o pravda da Travessa da Queimada, pela pena do sr. com apelido de marca de bacalhau, lá resolveu dar a sua versão daquelas declarações (vide aqui e aqui, em jpg e aqui em pdf, para quem tiver essa ousadia).
invariavelmente aquela sua visão, como a dos demais sabujos que vão labutando pelo jornalixo tuga, qual marmotinha-de-rabo-na-boca (c’a nojo!) tende para distorcer o que foi proferido – «Joguei sempre por onde passei. Para mim é uma primeira vez, mas é assim mesmo. Tenho de trabalhar e esperar que a oportunidade chegue. Gostava de ter um pouco mais de tempo de jogo, como é evidente, mas sinto-me bem no FC Porto. A adaptação está a ser boa. Há concorrência, como já esperava, e então cabe-me fazer a minha parte» -, sonegando o que de positivo foi dito pelo jogador belga e que destaquei a negrito
tivesse o nosso clube do coração um Departamento de Comunicação à altura das suas responsabilidades e já se teria “decretado” que os nossos jogadores, em território nacional, só prestariam declarações ao canal oficial do Clube e que, a outros órgãos estrangeiros, só na presença de um elemento destacado por aquele mesmo departamento… como ainda não há, lá têm que ser os adeptos a dar conta destas disparidades…
tivesse o nosso Clube um canal de televisão dedicado ao seu quotidiano, e já teriam surgido desmentidos sobre esta filha-da-putice (só mais uma e tendo em linha de conta a presente temporada)… como ainda não há e aquele é voltado para generalidades e para transmitir resumos dos jogos dos nossos arqui-rivais (!!!), têm que ser os mesmos adeptos a engolir estes autênticos mamutes. e a fazer aqueles mesmos desmentidos, também…

mas, por Amor tudo se faz. e nada custa!
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futuro© pravda | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)
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(também disponível para leitura aqui, aqui, aqui e aqui)
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post scriptum:

Xebeu, amanhã lá estaremos!. 😀
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disse!
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communiqué (comuni… quê?)

futuro© google | Tomo III
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caríssim@,

então, tudo bem contigo? há quanto tempo, pá! sim, estou mais gordinho, mais baixinho, com menos cabelinho, com mais branquinhas (ainda que poucas) e mais velhinho. e tu, como te encontras? espero que bem, dentro do possível.
e porquê dentro do possível? porque sim. e porque, como é do conhecimento geral, as últimas notícias sobre o quotidiano do nosso clube do coração foram tudo menos boas, antes pelo contrário: foram bem más (pelo menos, no meu modesto entendimento).
e será sobre estas e mais algumas, que, nas próximas linhas (obviamente que #notmadeinporta18), me irei debruçar, e na esperança de não cair num qualquer «buraco azul» (já lá vamos, já lá vamos).

assim sendo, porque já se passaram… quê?… ah!, quinze dias desde a minha última “posta de pescada”® – as saudades são (mais do que) muitas! – e porque hoje é Sexta-feira (yeahh!), reclina-te bem na cadeira e/ou estica bem as pernas no sofá (olá, Felisberto! 😀 ), pede à patroa que te prepare um snack como aqueles da Tasca (olá, Silva! 😉 ) e que te faça o favor de te trazer uma jola à maneira, e prepara-te para (mais) um testament… para (mais) um texto de opinião que não consegue contradizer a imagem de marca deste espaço.
vamos lá, então.
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futuro© pravda
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toda a bluegosfera já teceu considerandos sobre o descalabro financeiro que a $AD azul-e-branca apresentou no último Relatório&Contas: um prejuízo efectivo, por que bem real, de quase 60 milhões de euros, e com muitas consequências. assim de repente, ainda está por apurar o que irá decidir a UEFA, tendo em linha de conta que estamos em incumprimento das regras do ‘fair-play‘ financeiro por si estipuladas. felizmente que aquela já não é “a” do sr. michel; mesmo assim, o consolo é pouco e inversamente proporcional à preocupação que (nos) causa…

para lá de todo o histerismo que (também) se verifica nalguma daquela mesma bluegosfera, e do gáudio inaudito, inusitado e insuspeito, dos nossos “estimados” (por que sempre “queridos”) detractores, confesso que não contava que o “rombo” (roubo?) fosse tão… como classificar?… tão desmesurado.
mas e num assomo de uma (espécie de) arrogância que «não me assiste» (de todo!), afirmo que os sinais estavam aí, sobretudo estes dois: o não se ter vendido os direitos desportivos e económicos das poucas (parcas?) “trutas” que ainda subsistem no plantel azul-e-branco, resultado sobretudo de uma péssima época desportiva, como foi a de 2015/2016; o péssimo planeamento da presente temporada, e por muito que a $AD a (in)tente “dourar” quando a sua cor é idêntica à do segundo equipamento alternativo de 2015/2016 – dito ser «cacau», mas que sempre foi associada a outras cenas…

mesmo perante um cenário negro (dantesco?) e no meio de uma verdadeira borasca, há sempre alguém que, para mim, é como um “farol” e com cujo portismo me identifico total e plenamente.
e é por isso mesmo que replico um seu comentário, com o qual estou de acordo, e porque me revejo nessa forma de pensar, mas sobretudo de sentir, de “respirar” o FC Porto, principalmente quando os ventos dos tempos correntes são (muito) desfavoráveis:
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Quem tem memória lembra-se bem que não tínhamos dinheiro para “mandar cantar um cego” e, mesmo assim, fomos buscar o Fernando Gomes ao Gijon por 25 mil contos [cerca de 125 mil euros] – muita “pasta” para a altura [“verão quente” de 1982]. Por exemplo, o então responsável pelas finanças do Clube, o dr. Pôncio Monteiro, quis bater com a porta…
Trago este exemplo à colação para dizer que, com esta Direcção, nós sempre assumimos riscos, sempre vivemos acima das nossas possibilidades. Só que ultimamente e mesmo com os sinais à frente dos olhos, descurámos o que nos distinguia em relação aos outros, começámos a perder critério, deixámos de ser coerentes em algumas opções (treinadores e jogadores), perdemos força, poder, e também não conseguimos resultados
[desportivos e financeiros], pelo que chegamos aqui… Quem tem responsabilidades e em particular o líder, tem de dizer como vamos sair daqui.
Por mim, se me disserem que teremos que dar três passos atrás, OK!; mas também têm que me explicar muito bem como o farão. E os primeiros a sofrer as consequências deverão ser aqueles que nos colocaram nesta situação. Se os custos com pessoal, particularmente com jogadores, têm de baixar, uma Administração que apresenta estes resultados financeiros também tem que perder mordomias, para dar o exemplo (que deve sempre vir de cima). Idem para aquelas empresas do Grupo FC Porto que estejam aquém do pretendido. Há demasiada cagança para tão poucos resultados.

Acerca do Porto Canal:
não sou especialista na matéria, mas pergunto: vale assim tanto a pena um investimento elevado num canal
[supostamente] generalista, para ser “mais do mesmo”, fazer o que os outros fazem e salvo poucas excepções, bem pior? Um “canal de clube” não ficaria muito mais barato?

dragão Vila Pouca | Outubro de 2016
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futuro© pravda
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no seguimento do «inconseguimento» anterior e tendo por base de sustentação (argumentação?) a capa do pravda, daquela edição de Abril de 2016, convém que o nosso querido líder tenha a noção de que:

» os adeptos e sobretudo os sócios do FC Porto, na sua generalidade, merecem respeito e tudo têm feito para merecer o devido respeito pela parte de quem tem gerido os destinos do Clube (bem mais do que a $AD);

» a massa adepta do Clube (a indefectível, a associativa, a geral e até a assoBiativa) não vai – porque nunca foi! – “em grupos”, nem “come gelados com a testa” porque recusa-se a ser morcona, pelo que chega de atirar “areia para os olhos” com argumentações da treta para justificar o que só a Verdade poderia apaziguar os ânimos que começam a se exaltar, de tão evidentes que são os factos;

» há uma (cada vez mais ténue) linha a separar a gratidão que muitos ainda nutrem pela figura (certamente que) ímpar de Pinto da Costa, da arrogância que o Jorge Nuno demonstra para com aqueles mesmos que, em tempos idos, teve “na mão” e que o seguiam indefectível e cegamente, para todo o lado – eu incluído;

» a margem para se errar é cada vez menor – já bastam estes três últimos anos de equívocos – e a (in)tolerância do mundo azul-e-branco é proporcional a essa mesma margem;

» a legitimidade do último acto eleitoral assim como a cobardia que “tomou de assalto” a Oposição à actual Direcção, não faz com que aquela esteja à espera do “último suspiro” desta última para se assumir e confrontar quem lidera, antes pelo contrário. e basta “ler nas entrelinhas” o muito que se vai escrevendo por aí, nas mesmíssimas redes sociais e nos blogues que o líder afirma desconhecer, em absoluto. e em concreto, também.

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© pravdaTomo III
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eu sei que foi contra uma congénere que actualmente ocupa a 111ª posição do ranking da FIFA, ao contrário da 7ª da selecção da FPF.
mesmo assim, naquela que foi a sua segunda internacionalização pelos AA, fez um hat-trick.
tivesse o André Silva um punhado de tranças, por exemplo, como o “deus” renato (das sandes), e para lá de orgasmos triplos e quádruplos, pela parte daqueles que tiveram que engolir o seu feito, ainda hoje, passadas somente 96 horas do final de uma partida sem estória(s), certamente que ainda haveria reportagens especiais e aberturas de telejornais a rodos…
mas, quando nem o próprio “canal de televisão” do qual o FC Porto é o seu legítimo proprietário o consegue fazer (!!!), pergunta-se: fazer o quê?… talvez rezar para que o puto maravilha continue nesta senda de golos, agora a envergar a camisola do Clube, e que não apareçam as tão indesejadas mazelas físicas (vulgo: aquilo que todos nós sabemos o que é, mas que não queremos que aconteça, longe vá o agoiro).

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futuro© google | Tomo III
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é claro e é mais do que óbvio, por de tão evidente que parece, que não há alinhamento, não há planeamento prévio, que não há qualquer tecer de estratégias da propaganda que se pretende difundir. assim como o que a imagem acima reproduz não passa de mera especulação e de uma manipulação barata. tudo não terá passado de uma amena cavaqueira entre os lampiões pedro guerra, joão gobern, josé nuno martins, josé calado, luís bernardo, e hugo gil. e precisamente no mesmo local onde os delegados da liga, os observadores dos árbitros e os próprios apitadores tugas, deverão trocar os seus voucherzitos, depois de terem feito o servicinho exemplar para as duas equipas do 5lb (a principal e a B) e num máximo de quatro refeições por voucher

ai se esta pouca-vergonha, esta verdadeira filha-da-putice acontecesse com alguém afecto à cor azul-e-branca… imagino o que já não se teria escrito, dito, comentado – assim como quantas vestes aqueles mesmos lampiões já não teriam rasgado só por saber tal (ui! que imagem mental tão foleira!)…

mas, como a toda esta desfaçatez sem carácter o Departamento de Comunicação do meu clube do coração respondeu com… exacto: (mais) um profundo s-i-l-ê-n-c-i-o, então é porque tudo está bem e não há motivos para preocupações. e podemos, tod@s, dormir descansad@s e afastar a ideia insólita de haver “esqueletos no armário”*, «e que assim»…
espera-se é que e ao contrário do ano passado, desta feita os directores dos mais ordinários pasquins desportivos tugas, não marquem presença na gala dos Dragões de Ouro, por mais «insistências» que possam haver. mas, depois de ontem o mesmo “canal de televisão” do qual o FC Porto é o seu legítimo proprietário ter feito a promoção à mais recente película de um ordinário de um botelho, já não digo mais nada… aliás: acho mesmo que já esteve mais longe a presença de um qualquer orelhas nos estúdios da Senhora da Hora (será que o Júlio Magalhães já estará a tratar de proceder ao aumento da largura das portas e do estúdio-mor?…).

* o que não pode – nem deve! – haver são virgens nesse mesmo armário, o filho da puta do lampião do taxista do máximo vai lá para as violar, tal como gosta de fazer com as leis (ou será o seu inverso? não sei. só sei que, depois de o ouvir** fiquei, para lá de uma vontade louca de lhe partir o focinho, ainda mais adepto da Uber©. e da Cabify©. e da partilha de carros).

** tratam-se de declarações que qualquer portista que se preze não pode estranhar, pois que vêm na senda das deste camelo aqui. ou das deste (também um) filho da puta aqui – e para não recuar muito no Tempo.
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futuro© pravdaTomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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o mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes, também pode ser lido aqui, aqui e aqui (em jpg) e aqui (em pdf).
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futuro© google | Tomo III
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por último, permite-me uma breve “massagem ao ego”:

na passada Quarta-feira houve a estreia (nacional? mundial? universal?) do que a imagem acima pretende transmitir.
e assim se justifica o parágrafo inicial deste testament… deste texto de opinião que não conseguiu (de todo!) contradizer a imagem de marca deste espaço – e o qual também deveria ter sido consumido ao som deste álbum inolvidável (cujas cópias possuo em vinil e cd), de uma banda mí(s)tica.

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disse!
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dessas capitais diferenças (II) [actualizado com ‘brasão abençoado’]

futuro© google | Tomo III
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caríssim@,

as linhas que se seguem (#notmadeinporta18) surgem depois do Jorge já se ter antecipado (e bem!), sobre um mesmíssimo assunto, acerca da Comunição Oficial do Clube. é só para que se perceba como “isto” está tudo concubinado entre nós tod@s, ‘bloggers‘ «avençad@s da $AD», para que nada falhe e para que a mensagem passe e de forma efectiva [modo de ironia ‘off‘]…

de regresso a um tom (bem) mais sério, ontem o Presidente falou (vídeo oficial do discurso aqui). fê-lo no Marco de Canaveses, a propósito da inauguração, naquele concelho, de nova Casa do FC Porto. (ou)vi-o, com toda a atenção, mas em diferido. e confesso que me senti completamente indiferente ao seu discurso principalmente porque, não estando à espera do lançamento de “uma bomba” (não seria o momento, sequer o local, mais oportuno para tal, no meu entendimento), legitimamente criei a expectativa (estapafúrdia?) de que houvesse “algo” mais do que os requentados recados aos abjectos jornalixo e me(r)dia tugas, e para lá do estafado remoque ao Centralismo que é tão característico neste “rectângulo à beira-mar (im)plantado”®. por exemplo: para lá daqueles recados, gostaria bem mais, muito mais!, que se tivessem indicado novas formas de agir perante os mesmíssimos sabujos e/ou pés-de-microfone que diariamente nos achincalham, a começar já na conferência de Imprensa de hoje (vídeo oficial aqui), de antevisão do embate ante o Vitória SC. mas, nada disso aconteceu e esta tarde, lá estiveram «os mentirosos e os aldrabões que querem formar a opinião de que há contestação e divisões dentro do FC Porto», alegres, impávidos e serenos, depois de proferidas aquelas palavras. e com direito a colocar questões, e a registar as respostas (que não foram monossilábicas, antes pelo contrário), e tudo!…
só faço votos para que «esses jornais da Capital, os que escrevem a vermelho e com veneno, e que são intrinsecamente centralistas, e que não podem ver o sucesso do Norte e do FC Porto» não venham a ser convidados para a próxima gala dos Dragões de Ouro – é que seria o fim da picada!…

e o que dizer das capas dos pasquins desportivos de hoje (aqui e aqui)? que efectiva, comprovada e factualmente, definitivamente “não contamos para o totobola”, de todo! ontem, houve duas intervenções presidenciais; hoje, só o «glorioso» ‘parzidente‘ [propositado] da agremiação de Carnide é que teve direito a destaque (vulgo, chamada de capa). acho que tal “diz” muito e revela bastante, da nossa condição: a de incapacitados – pois que revoltados, sim!, mas incapacitados, no Presente, para fazer frente a este estado de coisas
“ah! estás equivocado, pá! e a de OJOGO? não é mais para o azul? ou queres ver que és daltónico, ou «cego»?!” (como o outro – e já lá vamos)… pois… parece que houve divulgação da intervenção do nosso “papa” no pasquim do ‘quim oliveirinha, mas a Norte; abaixo do Rio Douro, a edição foi outra, noutros tons, e com o que consta no canto superior direito a ser merecedor de todo o destaque – ou seja: não “os” houve para que a edição do pasquim em causa fosse uma, e só a uma cor, porventura menos rubra… valor€$ mais altos se ergueram certamente… e talvez seja (bem) melhor assim, afirmo eu…
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futuro© google | Tomo III
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e é neste momento que faço a correlação para o vómito «cego» que um otário Ribeiro escarrapachou no lixo tóxico do grupo cofina, no decurso do dia de ontem – e cujo editorial pode ser lido aqui, aqui, aqui e aqui, para quem tiver esse interesse (mórbido).

o energúmeno do otário em causa é tão-somente director do lixo tóxico com maior tiragem do grupo em causa – o mesmo grupo que não deixa indiferente o nosso querido líder, mas cujo director do pasquim desportivo daquele foi convidado a comparecer na gala dos Dragões de Ouro, da época transacta.
o mesmo grupo que impinge imensos, bastos, “grupos”, em modos de “fardos de palha”, diariamente a quem o consome e sobre o nosso quotidiano, e ao mesmo tempo que sonega a pura e dura da Realidade das agremiações afectas à Segunda Circular.
o mesmo grupo que nos insulta – a tod@s nós, portistas indefectíveis – diariamente, e cujo editorial acima é só o último exemplo, e que mesmo assim não é impedido de colocar questões nas conferências de Imprensa em que o Clube está envolvido. pior: os elementos do Clube respondem, sem restrições, àquelas perguntas (!!!).

portanto, era (também) nestas alturas que convinha ter um Departamento de Comunicação que funcionasse em pleno e (passe o pleonasmo) de forma funcional, prática, activa. infelizmente não é isso que transparece para o Exterior, mormente para a massa adepta do Clube, onde me incluo. explico.
fosse eu a mandar, e imporia duas regras:

i) a antevisão dos encontros onde participassem as equipas do FC Porto e independentemente da modalidade em questão, seriam exclusivamente aos microfones do Porto Canal.
(esta situação já aconteceu num Passado recente, aquando da passagem do Prof. Luís Castro pela equipa principal de futebol, em 2013/2014);

ii) porque os regulamentos não o permitem, não seria vedado o acesso aos sabujos e/ou pés-de-microfone, dos me(r)dia tugas. nem lhes seria sonegado o “direito” de colocarem questões, antes pelo contrário. mas como adoraria ver respostas deste estilo aqui ou aqui, por parte dos nossos elementos… isso é que era, car@go!
(e refiro aqueles dois exemplos, porque são os que me assaltam sempre a memória nestas ocasiões, e porque partem de duas pessoas pelas quais “gosto” bastante e nutro muito “carinho”, como se sabe.)
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e o que se vê actualmente? que nos gozam indecentemente, porque (ainda) somos os novos «bons rapazes», quando, em tempos (idos?) fomos os «feios, porcos e maus» do Norte…
mais: tudo com a “conivência” dos órgãos de comunicação oficial do Clube, com o Porto Canal à cabeça. e nem me refiram as “bocas” na e-letter, que essas, na minha perspectiva, ficam muito aquém das minhas (legítimas) expectativas.
pior: somos (somos?) uma estação de televisão, cujos elementos do Conselho de Administração são coincidentes com os do Clube, que “não é carne, nem é peixe”: nem se assume como um canal dedicado ao em exclusivo ao quotidiano do FC Porto, com múltiplos segmentos sobre este – os actuais representarão, quê?! 10% do seu tempo de transmissão diário? talvez… e talvez até esteja a ser generoso – nem consegue rivalizar convenientemente com os canais de informação, seus concorrentes no cabo (porquanto que não é generalista o suficiente para que seja visto a Sul do Mondego).
o exemplo mais recente do que afirmo no ponto acima é este aqui: voltaremos a transmitir jogos de um rival nosso, no Andebol (ABC), desta feita a contar para a Champions da modalidade. mais: vamos emprestar, ao ABC, o piso para os dois primeiros jogos que disputarão em Braga, e que não será no Pavilhão Flávio Sá Leite. agravante disto tudo: voltamos a ser os «bons rapazes» (papalvos?) desta estória, uma vez que (literalmente) não estou a ver que, numa situação idêntica, mas com a inversão dos seus protagonistas, haja reciprocidade para novo «acordo de princípio», antes pelo contrário…
bem sei que “fica bem na fotografia” toda esta cordialidade, à qual a figura incontornável de Carlos Resende não será alheia (por ter sido brilhante atleta nos dois clubes), mas convenhamos que há limites… e até estou para ver (#not) se a gala deste ano, dos gverreiros do Minho, voltará a ter honras de destaque na programação do Porto canal – e depois de tudo o que (des)Norteou a contratação daquele rafeiro… isso sim!, também seria o fim da picada!…
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futuro© pravda
(clicar na imagem para ampliar)

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disponibiliza-se à saciedade, o mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes, o “amigo” indefectível do Silva, sob o título de “rumos” (aqui em formato pdf, e aqui, aqui e aqui em formato jpeg), presente na edição impressa do pravda da Travessa da Queimada desta Sexta-feira (aqui).

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disse!
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numa só palavra…

© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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muitos parabéns! (a tod@s)
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post scriptum
pertinente:

para quem tiver esse interesse e o puder fazer, recomendo a visualização do programa “nas quatro linhas – euro2016” (página oficial aqui).
o episódio de ontem – que pode ser revisto aqui (na página do Porto Canal) e/ou aqui (vídeo para memória futura ou para quem ainda não tem acesso ao canal de televisão do Clube) – contou com a presença do insuspeito professor Henrique Calisto. confesso que foi um enorme gosto ouvir discutir Futebol, e somente pelo lado positivo.

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disse!
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