dragão de ouro: ‘drax’

dragoes_ourob© google

caríssima(o),

tal como aconteceu com outros espaços, desse “marabilhoso mundo que é a bluegosfera”®, em que só viria a descobri-los muito para lá da sua data de criação, também o recanto que hoje trago à colação não foge a essa “regra”.
o que (não) “sei” é que surgiu, na bluegosfera, de fininho e muito de mansinho, sem querer levantar “muitas ondas”, num “mar” que, pela sua própria natureza, é extremamente “revolto”. aliás e sobre este (não-)assunto, tenho para mim que será mais por uma questão, não de defeito, antes de feitio, e pelo facto do Portista ser um crónico insatisfeito, estando nos seus genes essa vincada característica. adiante.

como estava a partilhar contigo, descobri esse singular local, menos propenso a tertúlias e mais dado a intimistas comunicações do que lhe trespassa a Alma portista, por mera casualidade (a propósito já não sei bem de quê, confesso-o; mas certamente que foi em relação ao nosso Amor comum), num final de manhã, de um dia em pleno Agosto, deste ano da graça de 2015.
e, desde aquele momento, fidelizei a minha paixão pela particularidade única do seu excepcional recanto. e, como também por lá cheguei a afirmar, tal e qual como me aconteceu com “a tasca do Silva“, cada visita surpreendia-me mais e mais. e sempre pela positiva, car@go!, incendiando em mim, uma ânsia sôfrega pelo seu próximo escrito, num espaço pleno de trabalho e de imensa dedicação ‘pro bono‘, mas com uma tremenda Qualidade na arte de (bem) escrever e de se conseguir captar a atenção do leitor até ao fim da(s) prosa(s).

e, se dúvidas houver sobre o que atrás refiro e (re)afirmo publicamente, as linhas que se seguirão – e que são muito diferentes das da #porta18, como se sabe -, confirmam que estamos na presença de alguém com esse ‘plus‘, capaz de transformar (mais) uma entrevista em algo que suplanta o enfadonho do seu próprio termo, pelo imenso “sumo” que dela se pode “beber”, numa essência de portismo única e que muito aprecio – e à semelhança da que foi conseguida com o “imBicto Belho da Constituição“.
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assim sendo e sem mais delongas, na rubrica binte perguntas a… os dragões de ouro deste espaço de discussão pública , o ilustre convidado deste mês de Novembro é o caríssimo drax, legítimo proprietário de um local muito próprio e ‘sui generis‘, nesse “maravilhoso mundo que é a bluegosfera”® e que dá pelo nome “do calcanhar à trivela.
faço votos sinceros para que também desfrutes desta minha alegria em poder partilhar contigo alguns dos seus pensamentos sobre o nosso quotidiano azul-e-branco e que, tal como eu, te deixes surpreender com alguns dos factos contidos na entrevista que se segue – a qual foi realizada no passado mês de Outubro e que, por motivos exclusivamente atribuíveis à minha pessoa, só hoje pôde ver a luz do dia (salvo seja!).
é já a seguir a este (brevíssimo) intróito, na segunda parte desta posta de pescada“®.
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por último e se mo permites, pois que este extenso intróito já vai (demasiado) longo, quero realçar duas notas importantes:

i)

com estas entrevistas, pretendo dar a conhecer o pensamento, o “sentir”, a “alma”, e a opinião sobre temáticas daquele quotidiano, não só de alguns dos administradores de sítios que, (não só) para mim, são muito emblemáticos na bluegosfera em suma, “Aqueles” espaços de tertúlia azul-e-branca que me são queridos, que visito regularmente e onde (por vezes) mando uns bitaites , mas também e sobretudo, homenagear a fiel lealdade dos visitantes regulares do (agora) Tomo III, e a sua enorme paciência em lerem os meus testament… estes textos consideravelmente loooongooos e que ultrapassam (e muito!) os 1400 caracteres (por parágrafo, claro!)…
assim e mais do que um capricho meu ou algo do género, sucintamente trata-se de uma categoria feita por portistas, sobre portismo e dedicada a todos os portistas, pois que, como alguém um dia afirmou e eu subscrevo, «todos somos poucos nesta luta desigual». quem pensa o contrário, engana-se redondamente, e na exacta proporção de quem desconsidera a genialidade patente e (mais do que) evidente na beleza intrínseca do nosso segundo golo, ante o Vitória Futebol Clube (ou Setúbal, para os amigos).

2)

infelizmente, para todos nós, o espaço de discussão que hoje destaco está numa… “pausa para introspecção” (chamemos-lhe assim…), e por tempo indeterminado, até decisão contrária do seu administrador.
e, porque não é mentira nenhuma:

G.,
para lá do meu enormíssimo muito obrigado! por, num momento tão “particular” para ti e para os teus, teres aceite participar nesta brincadeira (um pouco séria) e em aceder responder, com um gosto demasiado eBidente, a uma entrevista que revela publicamente muito do teu portismo, quero manifestar publicamente todo o meu apreço por alguém que, apesar de ainda não conhecer pessoalmente (ainda…), nutro um sentimento de muita admiração e de muita estima – e tu sabes que assim é!  😉
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perdoa-me esta inusitada (in)confidência, mas, com o registo público desta entrevista, e com a esperança de que tudo se resolva pelo melhor, também faço votos sinceros para que o teu regresso a este mundo esteja para breve. aliás: torço para que seja já Amanhã. e que to tenha conseguido espicaçãr (reavivar?), nem que tenha sido só por um milésimo de segundo. já foi bom e valeu bem a pena o tempo despendido
. :D
(e, mais uma vez, desculpa-me a demora na sua publicação)
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abr@ço forte!
Miguel | Tomo III

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dragão de ouro: ‘Velho da Constituição’

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caríssima(o),

surgiu neste “maravilhoso mundo que é a bluegosfera”® de mansinho, sem querer levantar muitas ondas, num mar já de si revolto e por natureza – pois que, tenho para mim, que será mais uma questão, não de defeito, antes de feitio, o portista ser um insatisfeito crónico.
ao início, fê-lo em forma de verso, até que, em Maio de 2015, fez-se uma espécie de click, e enveredou por um estilo mais prosaico; não que a poesia dos seus textos em estrofe fosse má, ou de carácter duvidoso, não! os poemas em verso branco é que lhe conferiam – e felizmente que ainda conferem – mais autenticidade, mais carisma, mais ardor, mais expressão, mais… tudo!

e, se dúvidas houver sobre o que atrás refiro e (re)afirmo publicamente, atente-se na sua capacidade em transformar (mais) uma entrevista numa enorme composição poética, bem ao seu estilo (inconfundível e já de marca registada). e, de facto, é mesmo enorme – não só no seu sentido literal, mas sobretudo no imenso “sumo” que dela se pode beber, numa essência de portismo única e que muito aprecio.

assim sendo e sem mais delongas, na rubrica binte perguntas a… os dragões de ouro deste espaço de discussão pública , o ilustre convidado deste mês é o caríssimo Velho da Constituição, legítimo proprietário de um local muito próprio e ‘sui generis‘ nesse “maravilhoso mundo que é a bluegosfera”® e que dá pelo nome de “imBicto poema

faço votos sinceros para que também desfrutes desta minha alegria em poder partilhar contigo alguns dos seus pensamentos sobre o quotidiano azul-e-branco e que, tal como eu, te deixes surpreender com alguns dos factos contidos na entrevista que se segue.
é já a seguir a este (brevíssimo) intróito, na segunda parte desta posta de pescada“®.
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por último, não menos importante e porque não é mentira nenhuma:

imBicto Belho, muito obrigado! por teres aceite participar nesta brincadeira (um pouco séria), e em aceder responder, com um gosto demasiado eBidente, a uma entrevista que revela publicamente muito do teu portismo!
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abr@ço forte!
Miguel | Tomo III

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dragão de ouro: Silva

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caríssima(o),

a primeira vez que lá entrei foi por interposta pessoa, de Bem, que me falou de um sítio novo, bastante arejado e com uns acepipes e uns pitéus de comer e chorar por mais.
entrei a medo, com infundados receios e apesar da boa companhia, num espaço que não era meu. ainda. a impressão foi de tal forma positiva que fiquei fã incondicional aliás, cliente regular , num local ao qual já posso chamar de casa minha, tais são as familiaridade, cumplicidade e salutar convivência com o legítimo proprietário. e, por vezes, com a sua família.
a (porventura precoce) amizade que se criou (instalou?), mesmo que virtual, possui laços tão fortes de camaradagem e de solidariedade, que, n
uma prosa celebrativa do primeiro ano de existência do espaço em causa, fui surpreendentemente honrado e agraciado com um elogio público que muito me embeveceu. e comoveu. e enlevou, também.

de regresso à casa que considero como minha, apesar de não ser seu proprietário, seu dono.
ela não é antiga e/ou antiquada, porquanto que todos os tons a preto-e-branco que existem têm uma relação, um nexo de causalidade com o Presente, tendo em vista o Futuro. e, apesar de poder ser interpretado como um lar virtualmente animado, os tais pitéus são bastante reais e muito concretos. e deveras saborosos, com molhos que os tornam ainda mais apetecíveis, até para os mais exigentes dos palatos, conduzindo-me ao tempo em que, no (entretanto desaparecido) TOMO I, se abordavam questões para lá do quotidiano do nosso comezinho futebol estávamos em finais da primeira década, deste novo século.
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assim sendo e sem mais delongas, na rubrica binte perguntas a… os dragões de ouro deste espaço de discussão pública , o ilustre convidado deste mês é o caríssimo Silva, legítimo dono de uma tasca muito própria, nesse maravilhoso mundo que é a bluegosfera“® e que dá pelo seu apelido de baptismo: “a tasca do Silva

faço votos sinceros para que também desfrutes desta minha alegria em poder partilhar contigo alguns dos seus pensamentos sobre o quotidiano azul-e-branco e que, tal como eu, te deixes surpreender com alguns dos factos contidos na entrevista que se segue.
é já a seguir a este (brevíssimo) intróito, na segunda parte desta posta de pescada“®.
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por último, não menos importante e porque não é mentira nenhuma:

shôr Silva, muito obrigado! por teres aceite participar nesta brincadeira (um pouco séria), e em aceder responder, com um gosto demasiado eBidente, a uma entrevista que revela muito do teu portismo!
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abr@ço forte!
Miguel | Tomo III

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post scriptum pertinente:

num exclusivo e num acto único nesta rubrica, uma brevíssima troca de impressões entre o entrevistado e o honrado entrevistador, a propósito de um clássico em 1991/1992:

je:
[…] e estivemos juntos na Luz, em 1991/1992. ca jogão!

ele:
Também pensaste (aos 2-2): oxalá acabe assim, senão levo um enxerto de porrada que não lembra a ninguém. E, assim cumassim, o empate está muito bem pra nós“?

je:
recordo-me tão bem desse dia…
estava no 11º ano, numa semana de testes. o meu Avô começou a falar de ir à Luz no início dessa semana. a concentração, está bom de ver, foi difícil. muito difícil. por exemplo, na Segunda-feira, a seguir ao jogo, ao segundo tempo, tinha um teste muito importante de Filosofia (pois que estava a sentir dificuldades à disciplina)…
falei na Escola a saber se seríamos só dois. fomos só (os) dois. ah! e tal, que temos teste. maricas, pá!”, foi a minha resposta. de pronto.

fomos de comboio. regional. saímos de Campanhã às 10h, chegámos já passava bem para lá das 14h… táxi até às imediações da Luz. comprámos os bilhetes, sem bicha e sem almoço. três contos cada um (quinze euros actuais). só pensávamos em entrar.
primeira imagem: na bancada onde ficámos, precisamente aquela onde aconteceram os nossos golos, em frente, no Terceiro Anel, um mar azul-e-branco.
algo que também não esqueço: o conselho para não festejar qualquer golo e para esconder o cachecol. impossível e impossível. então, no terceiro golo, foi a festa total. pensávamos que éramos só dois, onde estávamos, mas acabámos por abraçar uma dúzia de desconhecidos, no golo do Ion Timofte.

respondendo à tua pergunta: sim!, aquando do segundo golo lampião, pensei que não estava mal. mas que também queria mais. só não queria era perder!
no regresso à Invicta, também em Regional, lembro-me bem de ter exposto o cachecol com um orgulho tal, que até o revisor veio ter comigo dar-me os parabéns! ele também detestava o encarnado e os lampiões.
e, ainda hoje, os maricas referidos no segundo parágrafo têm uma imensa inveja de não terem ido connosco. e de eu, sem ter estudado a ponta de um corno, não ter reprovado no teste. e de, no final do ano, até ter tido uma classificação final, nalguns casos idêntica, noutros superior, a alguns deles.
maricas, pá!”

ele:
🙂 Pois eu estava mesmo no meio desse mar azul-e-branco. Que isto de viver na Mouraria leva um tipo a ser inconsciente. E safei-me de levar umas arrochadas valentes porque… os lampiões entraram em batalha campal uns contra os outros, no fim do jogo. Abençoados.
Abraço.

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dragão de ouro: João Santos

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caríssima(o),

a primeira vez que nos encontrámos (*), mais à sua inseparável companheira, a Ana Neves, foi em Novembro de 2014, no pré-match que antecedeu a partida ante o Nacional (aqui), a contar para a jornada 09, do actual campeonato do “colo-colinho”.
àquele, outros mais se sucederam, sempre com “aquele” fervor clubista, que lhe faz brilhar o olhar e o enaltece num orgulho portista desmesurado.
por o perceber, em todas aquelas vezes, quis saber um pouco mais sobre o portismo que o move e que nele reside.

(*) informa-me o próprio que, afinal, aquela primeira vez aconteceu, a propósito do “III Encontro da Bluegosfera”, estávamos em Junho de 2014.
confesso que já não me recordava… esta memória já não é o que era… dizem que deve ser de não ingerir alimentos ricos em ferro «e que assim»… tenho, para mim, que é mais o factor PDI😀

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assim sendo e sem mais delongas, na rubrica binte perguntas a… os dragões de ouro deste espaço de discussão pública , o ilustre convidado deste mês é o caríssimo João Santos, de seu nome de baptismo. 

faço votos sinceros para que também desfrutes desta minha alegria em poder partilhar contigo alguns dos seus pensamentos sobre o quotidiano azul-e-branco e que, como eu, te deixes surpreender com alguns dos factos contidos na entrevista que se segue.
é já a seguir a este (brevíssimo) intróito, na segunda parte desta posta de pescada“®.

por último, não menos importante e não é mentira nenhuma:

João, muito obrigado! por teres aceite participar nesta brincadeira (um pouco séria), e em aceder responder, com gosto, a uma entrevista que revela muito do teu portismo!

abr@ço forte!
Miguel | Tomo III

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