de um «cretino», que não passa(rá) de um «vintém» [com adenda e editado]

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o Soares chegou “em bruto”: corria para trás quando os outros corriam para a frente. houve um quadro técnico que o ajudou muito, num ano e meio e não vi, em nenhum momento, neste período em que ele foi para o FC Porto, uma referência ao quadro técnico do Nacional, que o detectou lá num “Candal” ou num “Rio Tinto” qualquer do Brasil, que o trouxe e que lhe permitiu ser, hoje, o que ele é. até parece que não passou pelo Nacional…

como ser humano, espero que vá o mais longe possível, desejo-lhe a maior sorte. mas há duas coisas, na Humanidade, que, a mim, me incomodam: uma é a ingratidão e a outra é a ganância. quando as pessoas, por omissão, que é o caso, denunciam alguma ingratidão… então, não lhe terei grande coisa a dizer em relação a esse jogador… por isso, sobre esse jogador, poucas referências tenho a fazer. mas desejo-lhe a maior sorte como profissional.
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manuel machado, treinador do fc arouca, 09 de Março de 2017.
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foi muito importante para mim. acho que foi um enorme passo para mim ter feito esses 14 golos e ter ajudado o Nacional.
o treinador manuel machado ajudou bastante, nesse aspecto. ele  [manuel machado, na altura treinador do Nacional da Madeira] falava-me sobre o que eu tinha que fazer, o que tinha que melhorar. eu acho que… sou muito grato a ele, também. e deu tudo certo, no Nacional. e… bola para a frente.
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‘tiquinho’ Soares, jogador do FC Porto, 16 de Fevereiro de 2017.
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caríssim@,

não há nada mais para afirmar sobre este não-assunto, a não ser que, se não o é, até parece que está em marcha uma (espécie de) campanha para se tentar descredibilizar a melhor contratação do último defeso – primeiro, acusá-lo de ser “piscineiro”, agora “isto”…
e, já agora, que seria bom que o «cretino» em causa, se não quiser passar por «um vintém», como acusou o outro, em 2009, se retratasse antes do início da partida, junto de quem de direito – o mesmo jogador que, em devido tempo, afirmou estar-lhe «muito grato».
é que, «na Vida, por muito que a gente pinte de amarelo, de vermelho, de azul, para encher jornais, ele há coisas que não mudam, que são valores absolutos, valores profissionais». o reconhecer (d)o Erro, a assumpção da culpa e de que julgámos muito mal o carácter do Outro, é só um deles.
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adenda pertinente, em 11-03-2017:
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neste entretanto, o manuel já pediu desculpas públicas ao Soares e ao FC Porto, por um episódio que tem tanto de lamentável como de «surreal», e para o qual ele foi o único (por que principal) instigador.
mesmo assim e apesar da postura do jogador (que lhe ofereceu a camisola do jogo) e do Clube, eu não o desculpo. e não o desculpo sobretudo porque, ao invés de assumir as suas próprias culpas, distribuiu-as pelo jornalixo tuga e pelos sabujos e pelos pés-de-microfone, que se limitaram a difundir as suas alarvidades. para além de que mentiu, com todos os dentes que tem na sua boca, quando afirmou que não leu nada da entrevista do Soares na Imprensa: certamente que não lhe fizeram chegar a edição do pasquim do ‘quim oliveirinha, no dia seguinte àquela (aqui).
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(clicar na imagem para ampliar)
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neste entretanto e como a imagem acima o comprova, já há quem esteja a aproveitar aquelas declarações infelizes, de alguém que nunca tive em boa conta, confesso, e que, na altura em que as proferiu, até dava a entender que estava com três ou quatro copitos a mais no bucho: a capa do ‘pravda‘ omite «gloriosa» e descaradamente o devido contraditório, por parte do jogador do FC Porto, dando a entender que o actual treinador do fc arouca tem toda a Razão do seu lado; a capa do pasquim do ‘quim oliveirinha remete a estória toda para uma singela nota de rodapé.
e esta “situação” é bem pior nas tvwc‘s da tugalândia, com o devido contraditório a ser sonegado de uma forma soez, torpe, vil, indigna dos princípios que deveriam nortear quem se afirma “jornalista”. mas, como quem trabalha nos me(r)dia e no jornalixo tugas, fá-lo a Sul e a soldo de bastos interesses capitais, estamos conversados…
curiosamente (ou talvez não), são os mesmíssimos me(r)dia e jornalixo tugas que já não têm qualquer decoro em assumir a sua «gloriosa» cor, como se demonstra aqui
... «perdemos», disse ele. e na primeira pessoa do plural (!!!)…

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a propósito da capa do ‘pravda‘:

» assinale-se esse «glorioso» maquilhar de mais uma «gloriosa» derrota do 5lb na Europa – a segunda, esta época, por números superiores a 03 golos encaixados. no fundo, trata-se de uma alteração superficial de algo que efectivamente aconteceu – uma goleada -, de se inverter o rumo dos acontecimentos para algo que já é mais do que um desígnio nacional – o tetra da treta – e de se “massajar o ego” ao Estado Lampiânico, por forma a que este não esmoreça (ainda mais?).
e, já agora, se dúvidas houver do que afirmo, compare-se aquela capa com estas aqui, datadas de Abril de 2015, logo a seguir ao nosso descalabro em Munique.

» num cantinho, está uma espécie de “aviso amarelo” para os 4 atletas do FC Porto que “estão à bica” para acumularem cinco cartões amarelos no campeonato e antes da nossa visita ao antro de Carnide – Victorio Páez, André², Ruben Neves e Corona. “isto” surge, mais uma vez, quando o Clássico jogar-se-á daqui a duas jornadas… acho que não há necessidade de dizer seja o que for sobre algumas manobras de coação que vão persistindo por aí…
já agora e só por curiosidade, vou estar atento aos amarelos que o apitador Luís Ferreira irá mostrar aos atletas do Paços de Ferreira – o adversário do 5lb na jornada 26. é que Mateus, Gegé, Whelton, Ivo Rodrigues, Barnes e Pedrinho, titulares dos ‘castores’, estão todos “à bica”…
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por último e antes da nossa entrada em campo, quero afirmar que, para um portista dos quatro costados, é absolutamente imperdível a grande, enorme entrevista ao “bicho”, ontem, aos microfones do Porto Canal – aqui (parte 1) e aqui (parte 2), para quem a quiser (re)ver. provavelmente e na minha opinião, a melhor dos últimos tempos a um jogador do FC Porto.
e também que aqui e aqui (em ficheiros jpg) e igualmente aqui (mas em formato pdf), com a devida cortesia do caríssimo Vila Pouca, tens acesso ao mais recente BRASÃO ABENÇOADO, presente na edição impressa, desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, a qual não está (e nem estará) disponível na “papelaria” (aqui), devido ao encerramento compulsivo desta última, em Setembro de 2016.

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disse!
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concertação externa

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caríssim@,

aviso, desde já e porque o interregno dura quase há uma semana, que esta “posta de pescada”® será um tanto ou quanto extensa – vulgo testament… texto longo – pelo que não descurará aquela que é a imagem de marca deste espaço da bluegosfera. portanto e se assim o entenderes, não te esqueças de ir ao frigorífico buscar um chá de cevada, para acompanhares ao longo desta leitura (que será igualmente longa). e não!, não se trata de um eufemismo, pelo que não precisas de ir à rua, que está muito frio e tal; é mesmo ali à cozinha, onde guardas as geladinhas

também informo que a mesma vem no seguimento das denúncias que surgiram no último “Universo Porto – da bancada” (vídeo aqui) e destas outras aqui e aqui (da autoria do caríssimo Vila Pouca), e destoutras aquiaqui, aqui e aqui (da autoria do caríssimo Jorge Vassalo), cujos seus teor e finalidade subscrevo e na íntegra*.
(*e é para que se possa afirmar, à boca cheia, que, de facto, «isto dos blogues portistas está tudo concuminado» [sic], que efectivamente «somos todos uma cambada, uma seita do pior», e que «só publicamos as opiniões que a $AD nos impinge»… diz que, por vezes, também pensamos pela nossa própria cabeça, mas tem dias, porque é muito raro (para além de proibido)… <modo de ironia ‘off’>).

vamos lá, então, que se faz tarde e eu tenho os chouriços a curar…
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sim!, as duas capas que o pravda da Travessa da Queimada trouxe à estampa, no passado final-de-semana, são basto (© Silva) risíveis. basicamente, aos sabujos e pés-de-microfone, a soldo no jornalixo e nos me(r)dia tugas, saiu-lhes um «autocarro» pelo «mal menor» – a tod@s eles, sem excepção. temos pena (mas não muita)…

sim!, é verdade que o «professor» rui [pausa para sonora gargalhada] armou-se num finório velhaco dissimulado, quando afirmou (e cito, também para memória futura, com os negritos a serem da minha responsabilidade):

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« foi um início atípico, a todos os níveis, nós a falhar algumas bolas e o Boavista a marcar nas três ocasiões que criou.
há um conjunto de irregularidades, mas não vou ser eu que vou estar a discutir isso.
há um conjunto de situações menos positivas, mas quero é falar de Futebol.
»
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ele sabe, tal&qual como tod@s nós, que não precisa de abrir a boca.
ele sabe que há muito “boa gente” que se presta (preza?) a fazer o “trabalho de sapa” (ou será no Sapo, em Penafiel?…).
ele sabe que basta imitar o “parsidente”, e deixar que sejam os peões de brega a passar a “gloriosa” mensagem (cassete? propaganda?), muitas vezes previamente concertada e tantas e tantas vezes estudada, por forma a não falhar rigorosamente nada.
assim como ele sabe que só pode gozar deste beneplácito porque se encontra por Carnide. aliás, se dúvidas houver (que não há!), tome-se como exemplo o do «catedrático» da Segunda Circular que, só por ter atravessado a rua, já não tem o estatuto de que beneficiava há meros dois anos…
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© google
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a imagem gif acima data de um jogo, em em Setembro de 2015, a contar para a Champions. ainda hoje estou convencido de que foi pelo seu resultado final e pelo seu significado, que aí, em Kiev, começou o princípio do fim para «o basco», no nosso Clube.
ela está exposta para aqueles que julgam que o terceiro golo da agremiação portuense com nome de rotunda, em pleno galinheiro, foi «ilegal». é que, também ainda hoje, não esqueço o enxovalho público a que tod@s nós fomos sujeit@s, não só pelos lampiões, mas sobretudo por aqueles mesmos pasquineiros referidos ali em cima, que então atestaram da sua legalidade. efectiva e comprovadamente não têm coluna vertebral. nem dignidade. nem brio profissional. nem rigor. nem isenção. são uma cambada cheia de truques jornalísticos da treta, é o que é…
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© pravda
(clicar na imagem para ampliar)

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a imagem acima refere-se ao mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes, patente na edição impressa do pravda de hoje, e que também pode ser lido aqui, aqui e aqui (em jpg) e aqui (em pdf), e com o qual concordo. em. absoluto. (ouBistes, ó Silva? 😉 ).

dessa edição impressa fazem parte duas entrevistas: uma ao bitó pereira (aqui) e outra ao burgesso do sousa cintra (aqui). duas breves notas, sobre “ambas as duas”:

» da entrevista ao bitó ressalta a ideia de alguém muito ressabiado para com o FC Porto – não só nas pessoas que o dirigem, mas também para com os seus adeptos (massa assoBiativa em particular).
dessa entrevista, ressalvo aquela passagem em que afirma «vamos ver quando é que o FC Porto volta a ganhar». por mim, até podemos demorar mais dezanove anos que manterei, não só o meu Amor indefectível para com o Clube, como a mesma opinião sobre o bitó: bom moço, que já foi mais humilde do que o que é (ou então enganou bem…), mas que pôs a equipa a praticar um futebol que me deu sono. e por mais do que uma vez. e inclusive no estádio. e não fosse o Kelvin, em dois momentos, no Estádio do Dragão, ante os gverreiros lampiões do Minho, e não teria havido o “tal” ‘special K’.
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» a entrevista ao burgesso tem honras de chamada de capa, no pasquim em causa, destacando-se um «no meu tempo era tudo viciado». lá dentro, a páginas 08, em grandes parangonas, lá vem o (estafado) «era Pinto da Costa a comandar as arbitragens» [longo suspiro].
a minha pergunta é só uma e sobre um «notável» da agremiação que ficou com a fama de depositar dois mil euros, a mando de um seu vice-presidente no activo, na conta de um árbitro assistente nas vésperas de uma partida para a Taça de Portugal: haverá responsabilidade criminal para este “cavalheiro”? é que o que ele afirma é grave, e punível na Justiça cível por crime de difamação, calúnia e injúria.

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disse!
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factos (são factos)… [editado]

© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)
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fonte: FC Porto para sempre

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… imagem para memória futura, e no seguimento do último “Universo Porto – da bancada“, transmitido ontem, no Porto Canal, e cujo conteúdo se disponibiliza aqui, pela sua total pertinência.

«os árbitros gostam de ser parte da solução e não do problema», afirmou ontem o líder da corporativista APAF; como se demonstra, para além de não ser o que (trans)parece, desconhecem-se os critérios que norteiam (pouco) os apitadores tugas; ou então, até se percebem, os quais obedecerão a duas regras fundamentais:

» em caso de dúvida, prejudique-se (sempre!) o FC Porto;

» em caso de dúvida maior e seja em que circunstância for, beneficie-se (sempre) a agremiação de carnide.
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© fotosdacurva
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neste entretanto, faz hoje uma semana que o nosso querido líder concedeu uma entreBista a um órgão de comunicação social que já foi mais respeitador da Cidade que sempre o acolheu (note-se que me refiro ao respeito pela Cidade, e não para com o Clube mais emblemático daquela porque, sobre este assunto, estamos conversados).
não vi, porque não me apeteceu observar; não ouvi, porque não tive interesse em escutar; e só li o que se foi escrevendo sobre a dita na bluegosfera. mas, mesmo assim, retive duas notas:

» a parte em que afirma, a propósito da contestação ao treinador antes do jogo contra os gverreiros (lampiões) do Minho: «senti um grande apoio dos verdadeiros portistas, das claques». com ou sem vírgula, senti-me basto incomodado (® Silva) com esta afirmação. explico.
na generalidade, nada me move contra as claques do Clube, antes pelo contrário: se sou crítico, por exemplo da venda paralela de bilhetes em dia de jogo, também sou dos primeiros a reconhecer a sua importância no incentivo indefectível à Equipa, por forma a que, em pleno teatro de sonhos azuis-e-brancos, não haja funerais “mais animados” no que neste último recinto. agora, esta diferenciação, vinda do responsável máximo do Clube, o qual deveria ser o seu principal e primeiro aglutinador, e depois de, no início do corrente mês de Dezembro, aquando das comemorações dos 30 anos dos Super Dragões, implicitamente ter deixado nova diferenciação entre os adeptos, fica(-lhe muito) mal. e era evitável. pois que, “uma coisa” sou eu, enquanto adepto e administrador de um blogue, por exemplo, insurgir-me contra a “famigerada” massa assoBiativa que grassa nas bancadas do Estádio do Dragão; “outra coisa” é o Presidente do FC Porto, de forma explícita, afirmar que há portistas que são mais «verdadeiros» do que outros. como sempre afirmei, o meu Portismo não é, nem pretende ser, maior do que o teu; há é diferentes formas de o manifestar e eu não estou de acordo, nem adopto, todas elas – a começar no assobiar a Equipa.
a ver o que os tempos próximos (nos) reservam.
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» aquela outra parte em que afirma (e cito, destacando a negrito as partes mais relevantes para o meu ponto de vista):

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«a contestação surge em tudo o que não tem rosto. por exemplo, Amanhã posso escrever num blogue que é tempo do Bruno de Carvalho ir embora, ou que o Vieira já deveria ter ido… conheço pessoas que, não sendo sócias sequer, entretêm-se com essas coisas… isso a mim diz-me zero; diz-me [muito mais] é a contestação séria.
nesta Direcção criei a figura do Provedor do Associado. O associado que queira fazer uma crítica pode ir ter com uma pessoa que está ligada ao FC Porto desde pequena e que, uma vez por semana, passa uma tarde no Estádio do Dragão a receber pessoas e a ouvir críticas.
a sucessão não me preocupa nada! o FC Porto tem um presidente eleito pelos sócios. já o disse e muitas vezes, que me deixassem sair e não apareceu ninguém.
o FC Porto tem um presidente que é eleito pelos sócios mas, quando chega à hora de apresentar candidaturas, “hibernam” todos. para mim, isso é cobardia. usar blogues, entrevistas, fontes, isso é cobardia. se acham que é tempo de mudar, assumam-se! 
»
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até me podem apelidar de «Pintista» e/ou «seguidista» e/ou «avençado da $AD», até de «ovelha choné» e/ou de «zelota», que é para o lado que dormirei (sempre!) melhor. assim como não conseguirão calar as minhas convicções, e que são estas: é um facto que, nos últimos tempos, há uma Oposição surda – isto é, manifesta-se nas redes sociais mas, para lá de não dar a cara, não empresta uma voz activa. também é um facto (incontestável) que há (pelo menos) quatro actos eleitorais – isto é: quase quinze anos, grosso modo – que não aparece ninguém, uma alma portista que seja, a insurgir-se contra o actual (e, ao mesmo tempo, o de sempre…) ‘establishment‘. e também é um facto que aquela Oposição não se assume quando o deveria fazer e no(s) momento(s) mais oportuno(s) para tal e que são os actos eleitorais, pelo que tem toda a razão o líder em exercício de a adjectivar, com propriedade e em substância, de «cobarde».

ou seja: também sou, dos adeptos portistas, dos que admite que (sobretudo este) Jorge Nuno já deveria ter dado lugar a “um outro” Pinto da Costa. e que nem precisava de o fazer pela porta grande do Estádio (por onde acho que sempre sairá); por exemplo, poderia ser sempre a figura maior e de maior relevo do Clube, assumindo o cargo de Presidente da Mesa da Assembleia-Geral – o qual é estatutariamente superior ao Presidente daquele, seja ele honorário ou não. ao invés, permanecendo (‘ad aeternum‘?) nos destinos do nosso Clube do coração, vai desgastando a sua imagem, bem como aquela aura de líder incontestado e incontestável, que tanto trabalho, esforço, dedicação e empenho lhe levou a construir – os últimos quatro anos são disso exemplo.
mas e assim concluo, pode-se não gostar da figura – e eu abomino-a, com um asco em tudo idêntico ao que carinhosamente nutro pelo Orelhas – mas o burro do Carvalho granjeou “pontos” junto da massa adepta calimera por, em tempos de eleições, ter dado a cara e assumir-se frontalmente como oposição ao gordinho do Lopes – pontos esses que foram capitalizados aquando da sua eleição. só lastimo que, no nosso Clube, não haja quem, sendo frontalmente contra a actual Direcção, não elabore um projecto convincente e o submeta ao escrutínio dos sócios, e mesmo tendo sempre presente a verdadeira abada que poderá levar nas urnas. estou certo da minha mais forte convicção de que, mesmo assim, conquistaria o Respeito de muitos – inclusive dos que contra si teriam votado.
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por último e ao que consta, à data e hora destas linhas (obviamente que #notmadeinporta18), os sabujos da soraia ferreira (da Agência Lusa) e do nuno martins (da tsf), ainda não se tinham pronunciado * sobre as acusações proferidas pelo nosso nosso querido, ontem – acusações essas que secundo e que, para lá de revelarem o grau de (suposta) “isenção” dentro do jornalixo tuga, também foram (como que) branqueadas por este último, se calhar em “solidariedade” para com quem gere os destinos daquela mesma porta…

* neste entretanto, o sindicato (corporativo) dos “profissionais” do jornalixo tuga emitiu um simpático comunicado. contudo, em nenhum dos seus seis parágrafos, se desmente e/ou refuta o teor acusatório de Pinto da Costa, antes pelo contrário: manifesta-se, nessa característica tão, mas tão tuga, «total solidariedade» com os sabujos visados tão-somente «por se estar a colocar em risco os jornalistas identificados pelo seu nome profissional». acho que não é necessário dizer mais nada **

** eu considerei que não seriam necessárias mais palavras.
salvaguardando as devidas distâncias e sem quaisquer pretenciosismos bacocos da minha parte, este esclarecimento do actual Director de Comunicação do Clube (aqui) só vem corroborar a minha posição (e as minhas legítimas convicções – ie, de que os sabujos do jornalixo tuga são uma “classe” sem Classe).

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disse!
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de «um canal com clube»…

© google
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caríssim@,

em dia de jogo muito importante para o futuro do nosso clube do coração nas provas europeias (preferencialmente na Champions), dou-te conta da mais recente entrevista de Júlio Magalhães a uma revista daquele mundo (dito) “cor-de-rosinha”, datada de 29 de Novembro último – a qual pode ser lida aqui e também aqui, para quem tiver esse interesse.
convém recordar que Júlio Magalhães é tão-somente o Director-Geral de um canal de televisão que tem o FC Porto como seu principal accionista (via FCPorto Media, SA, com 82.4% do capital social). ou seja: presume-se que será o FC Porto, via Conselho de Administração do canal de televisão em causa, a gerir as directrizes deste. acontece, porém, que tal não será exactamente assim, porquanto que, a páginas tantas (re)afirma-se peremptoriamente:
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© tv7dias | grupo impala
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se calhar o defeito estará em mim, que não consegue vislumbrar o positivo daquela resposta, a qual se insere num contexto próprio da entrevista e do rumo (seja ele qual for…) que se vem traçando para o canal de televisão do FC Porto – porquanto que este é o seu verdadeiro “dono”…
é por isso mesmo que não aceito que se afirme que o Porto Canal é (e cito) «um canal [generalista] com clube», pois que a mesma enferma de uma inverdade e infere, por exemplo, que os conteúdos afectos ao FC Porto só “atrapalham” nessa missão de um canal que visa ser generalista, num país demasiado centralista e já com quatro canais generalistas (!!!) mais os seus subsidiários afectos à (des)Informação…

também considero que esta entrevista ajuda a perceber o autêntico desNorte que reina por aquele canal de televisão, o qual, acima de tudo e de uma forma mais incisiva, deveria voltar-se (quase que em exclusivo) para os interesses legítimos do seu proprietário, o FC Porto – mas diferenciando-se de um “vulgar” canal de clube (não admitiria, nunca!, que plagiássemos os “canais” afectos às agremiações da Segunda Circular, por exemplo!). e já para não referir que este deveria ser a “bandeira” de toda uma Região Norte e um dos meios privilegiados (senão mesmo o principal) na luta contra um centralismo balofo e a tresandar a bafio. e ao mofo que lhe deu, também...
mas, a realidade do canal em causa revela, à saciedade, que aquele que é o seu dono, como que não é tido nem achado na condução dos conteúdos que transmite, bem como na sua programação. mais: actualmente sonegam-se conteúdos únicos que privilegiavam a Região Norte em detrimento de entrevistas (pasme-se!) a figurinhas afectas àquelas agremiações mais a Sul e que, em tempos não muito idos, foram as principais instigadoras de fidalgais ódios viscerais e figadais, contra o nosso clube do coração (!!!). mais ainda: não concebo que os principais telejornais do canal também tenham que dar conta de notícias referentes ao quotidiano abaixo do Rio Mondego (quando não se verifica essa reciprocidade nos outros canais generalistas, antes pelo contrário!) e, pior!, se tenha que dar conta dos resultados desportivos daquelas mesmas agremiações (como se os canais das ditas alguma vez o fizessem connosco!).

em suma:
há, de facto, “coisas” que ficam demasiado complicadas de se explicar e inclusive de se aceitar. o que hoje se traz à colação é só uma delas – porventura uma das mais importantes, porquanto que se trata daquele que deveria ser o órgão de comunicação privilegiado do Clube (mas que não o é, de todo!).

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disse!
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¡ moltes gràcies, campió ! (*)

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« Este troféu é especial por ser o último que conquistei no FC Porto, mas acredito que será o primeiro de muitos para esta equipa. Tenho a certeza que vão ganhar muitas coisas, no Futuro.
Dedico esta vitória aos adeptos e ao grupo, para que comece a ganhar a partir daqui e nunca mais pare!
O “segredo” foi a união da equipa e o apoio dos nossos incríveis adeptos.
Assim é sempre muito mais difícil perder.
»
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Edo Bosch, 19-06-2016.
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caríssima(o),

faço minhas as palavras (repletas de amargura) do meu Amigo Jorge Vassalo, acerca das mais recentes declarações de Helton. tal como ele, também eu não gostei n-a-d-a de as ter lido e considero-as como um recado, em forma de pressão, “para dentro” quando, no meu entendimento, todas as mensagens desse teor devem ser ditas “lá dentro” (© ega, todos os direitos pela feliz expressão), longe dos holofotes dos me(r)dia tugas, tão ávidos deste “maná” portista…
com doze anos de casa, o homem do violão já deveria saber “o que a casa gasta”, e não se prestar a este tipo de figurinhas, as quais não são dignas de um campeão (que o foi), sequer de um capitão (que deixou de o ser), muito menos de um portista (que afirma que é e que eu não duvido).

fica o contraste de atitude, com os votos expressos, ontem, pelo nosso Edo Bosch, naquele que foi o seu último desafio com o brasão abençoado ao peito, antes de rumar à Juventude de Viana. que diferença (enorme)!
e é por a saber que a lamento e que legitimamente duvido, enquanto adepto, que o sr. Arruda venha a ter um comportamento em tudo idêntico ao de Edo Bosch, o qual foi demasiado nobre na hora da saída – tal e qual como, por exemplo, o grande Reinaldo Ventura, há um ano, sempre (e até à presente data) sem uma palavra de rancor para com o seu clube do coração, mas que não soube acautelar condignamente a sua saída.
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entretanto e para actualizar as declarações de um figo seco, consta que:

» foi um fim-de-semana muito proveitoso para o Desporto Adaptado do FC Porto. no ténis de mesa, em termos colectivos, a equipa portista venceu tudo o que havia para conquistar, esta temporada (António Macedo e Pedro Cardoso sagraram-se bicampeões nacionais, por equipas, tendo Pedro Cardoso conquistado o título de Campeão Nacional). na natação, a época encerrou com os Campeonatos Nacionais de Verão, que decorreram na Póvoa de Varzim, tendo o FC Porto conquistado um total de 19 medalhas (09 de ouro, 04 de prata e 06 de bronze) e a atleta Ana Barbosa batido 3 recordes nacionais (nos 50 metros livres, nos 100 metros livres e nos 100 metros costas). no boccia, Pedro da Clara e Carla Oliveira disputaram o ‘Bisfed Boccia World Open’, que também se realizou na Póvoa de Varzim, tendo Pedro da Clara alcançado, pela primeira vez, a final de uma prova internacional e conquistado a medalha de prata, após a derrota frente ao eslovaco Samuel Andrejcik no jogo da decisão final.

» vencemos a Taça de Portugal, em hóquei em patins, frente ao actual campeão da Europa da modalidade e tal como a tv do pravda da Travessa da Queimada não se cansou de o referir, na transmissão da partida de ontem (quer nos comentários, quer nas imagens daquela, a cada quinze segundos).
e convém referir que colocámos um ponto final num (longo) jejum que perdurava desde 2012/2013, altura em que conquistámos o nosso último troféu – precisamente a Taça de Portugal da modalidade em causa – daí que tenha sido (bem) porreira a festa, pá!
(e, para quem tiver esse interesse, há uma segunda parte desta “posta de pescada”®, onde se seguem mais cinco imagens, para mim icónicas, deste enorme, grande, saboroso, triunfo.)

» a nossa equipa de ciclismo triunfou, individual e colectivamente, na 8ª edição do “Grande Prémio Memorial Bruno Neves”, a terceira prova da Taça da Portugal de Elite daquela modalidade.

» na secção de bilhar, os dragões sagraram-se campeões nacionais de bilhar às três tabelas, com um feito inédito na modalidade, em Portugal: 24 vitórias em outros tantos jogos (14 na primeira fase e 10 na ‘Final Six‘).
Este fina-de-semana, os dragões também conquistaram a Taça de Portugal de Snooker, naquele que é o primeiro título, da história do clube, nesta variante do bilhar.
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mas e não me canso de o repetir, para os “canelas” que por aqui gravitam a despejar a sua bílis, num Português macarrónico, a conquista de todos estes títulos em nada substitui a inconsolável mágoa de uma época desportiva m-i-s-e-r-á-v-e-l, em termos de futebol profissional, no escalão sénior.
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« primeira fila

Ferreira Nunes foi, nos últimos anos, o todo-poderoso da arbitragem e o responsável pela classificação dos árbitros. Para uns, entre os quais nos incluímos, fez um mandato deplorável; mas, para outros, foi de uma eficácia inquestionável. Entre outras “façanhas”, foi ele que conseguiu despromover um dos melhores árbitros do País [Marco Ferreira], e manter, no primeiro escalão, apesar de ter ficado em lugar de descida, um outro [Bruno Paixão].
Agora, menos de um mês depois da “comissão de serviço”, eis que surge, na primeira fila, em pleno camarote presidencial do Pavilhão da Luz, no jogo de futsal entre o 5lb e o spórtém. Lá diz o ditado: os amigos são para as ocasiões, e nunca trates mal quem te trata tão bem…
»
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in dragões diário, 19-06-2016.
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uma imagem. mil palavras. para memória futura.

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disse!
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(*) título idêntico a esta missiva aqui, datada de Julho de 2012, dirigida a outro enorme campeão e cujo teor se mantém para Edo Bosch.
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Continuar a ler

dia de Portugal (será?)…

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caríssima(o),

no seguimento da “posta de pescada”® anterior:

… parece que houve a apresentação do novo equipamento alternativo do Clube, para a próxima temporada, e somente pela via das redes sociais – curiosamente (ou talvez não…) aquelas que a Presidência referiu desconhecer, em absoluto.
para mim, foi uma muito agradável surpresa e na senda do que se traduziu, na última temporada, em que aquele equipamento branco fez-me abrir os cordões à bolsa. este ano prevejo que não será diferente. por outro lado, respeito quem se insurja contra o esbatimento cromático do emblema do Clube, sustentando as suas razões num desrespeito aos Estatutos do Clube; já a minha opinião, sobre este facto, não mudou desde Agosto de 2015 até hoje.
quanto àqueles “outros” adeptos que já associam a nova cor a funerais, tormentas e outros quejandos, mormente e predominantemente negativos, e ainda em pleno período de férias (!), essas “opiniões” têm, em mim, um efeito em tudo idêntico à associação da cor chocolate/cacau, do equipamento alternativo da época transacta, a outro tipo de matérias, ditas mais fecais: provocam-me uma forte flatulência, ie, gases com um odor nauseabundo (tal e qual como o “respeito” que não tenho por aquelas). ainda nem sequer começou e já dão como certo o Incerto… porr@ lá para as aves de mau agoiro…
quanto ao que se aventa, com alguma propriedade, que venha a ser a cor do terceiro equipamento – mais dado para o amarelo, num regresso a 2010/2011 -, também nada tenho a objectar, e na senda do que sustentei, em Agosto de 2015: haja a capacidade para se perceber que o ‘Merchandising‘ e as receitas que consegue gerar, são importantes para o Clube, para os Orçamentos e para a internacionalização da marca “Futebol Clube do Porto”.

… parece que o «estadista» de Carnide concedeu uma extensa entrevista ao lixo tóxico do grupo cofina (aqui a primeira parte e aqui a segunda).
(muito) para lá da conversa da treta, dos lugares comuns, dos elogios cínicos aos rivais e das guerrinhas que vai alimentando com o seu ex, houve algo que retive em dezoito páginas (!) de pura propaganda: o grande Lebowski do estado lampiânico continuará a lançar os paus-mandados dos seus peões de brega para condicionar o que houver e/ou o que tiver que ser influenciado, resgardando o indivíduo que «trabalha na sombra» de todo e qualquer atrito. é só um lembrete à atenção da direcção do FC Porto, por forma a que não se repitam os ensurdecedores silêncios sepulcrais que vão persistindo há mais de três anos.

… parece que, na última edição impressa do ‘pravda‘ da Travessa da Queimada (aqui) e para lá do que escreveu o ‘enfant terríBel‘ do Miguel Sousa Tavares, na sua mais recente NORTADA, sob o título “será agora, Portugal?” (aqui), o ‘sinhôre’ fernando, na sua última guerrinha, a páginas 45, não gostou das críticas que Vieirinha teceu para com paulo bento.
percebe-se, porquanto que o primeiro sempre foi um acérrimo defensor deste último, e que, enquanto obstinado anti-portista militante, Vieirinha lhe cause uma espécie de “urticária” e não consiga compreender da mais recente preocupação dos me(r)dia tugas em torno da lesão de Ricardo Quaresma. .

… tendo em linha de conta a forma como foi anunciado, à saciedade, o grupo dos vinte e três seleccionáveis para o Europeu de França, «acardito» que, logo mais, pelas 20h, será este o onze titular escalado por Fernando Santos:
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© google | Tomo III
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num tom um pouco mais sério, aposto na titularidade do moço das tranças. é que, de outra forma, a agremiação de Carnide não terá “ar” para pagar as comi$$õe$ ao Jorge (e não!, não me refiro ao ‘chiclas‘, mas ao Mendes).

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disse!
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de uma enorme pena (lamento)…

dragaostadium

© lipinho ferreira
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caríssima(o),

três breves notas:

(sim!, ando em modo sintético. escrevinhar a partir de um telemóvel, mesmo que inteligente, é demasiado complicado para a minha ignorante burrice, porquanto que não possuo todas as ferramentas informáticas convenientes para fazer o que mais gosto e tanto gozo me dá: divulgar com o máximo de Qualidade possível. mesmo assim, vamos operando alguns “milagres”.)
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1) espaço L., de Julen.

não vi a (espécie de) “entrevista” a Julen Lopetegui (vídeo aqui).
até estava para o fazer e em directo, mas optei antes por (re)ver esta outra aqui, ao “nosso” Derlei, o ninja. e, depois, como “bom” «papalvo» que sou, à primeira parte do documentário sobre as 48h que antecederam a eleição do nosso querido líder (vídeo aqui) [com a segunda parte do mesmo a poder ser (re)vista aqui]. só então resolvi fazer novo ‘flash back‘ no Tempo, para escutar o que o ex-treinador já tinha proferido anteriormente ao jornal AS (aqui e aqui).
a sério que não perdi pouco mais do que cinco minutos, do meu (muito) precioso tempo, com “aquilo“. para lá do macarrónico portunhol de uma autêntica pé-de-microfone, completamente impreparada para a “encomenda”, chateou-me que esta não estivesse editada com o mínimo que se lhe exigia: as correspondentes legendas (mormente para se perceber o teor das perguntas). esta situação foi entretanto resolvida, a preceito, para o resumo aqui; porém, já não conseguiu evitar o embaraço (público) de nova tentativa de achincalhamento por parte de uma “estação de televisão”, que também é paga com os meus impostos e que, se pudesse, não o faria. de todo! como bem lembra o “Antas”, trata-se de «um clube de “freteiros” ao serviço da propaganda», exemplificando com o início deste vídeo aqui, momentos antes do nosso FC Porto entrar em campo, em Viena, e com a sempre nojenta (por que abjecta e indecorosa, e que nunca é alvo da devida reciprocidade) referência ao clube do regime. já agora, o ar de “felicidade espontânea” (aqui), por parte da abécula em causa, de seu nome mário rui de castro, pela conquista daquele troféu, é “qualquer coisa”… apetece afirmar que já se viram funerais mais alegres… adiante.

portanto: não vi a entrevista de Lopetegui à “querida rtp”, na qual até deu para elogiar um “querido inimigo”… tudo o que (não) sei sobre a dita devo-o ao que fui lendo pela bluegosfera, e pelos ‘mentideros‘ – os mesmos que, durante dezoito meses, destilaram sobre «o basco» o mesmo ódio visceral que, em tempos, tinham para com José Mourinho, mantiveram com o £ibras-Boas e prosseguiram com Vítor Pereira, e que agora, decorridos meros três meses da sua substituição no cargo, apresentam estes n-o-j-o-s, para gáudio de um «glorioso» pagode:
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pasquins© Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)
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mesmo assim, retenho a seguinte frase, de toda uma tentativa torpe de ridicularização, zombaria e escarnecimento públicos, com o bom-nome e o prestígio de uma instituição centenária, que é o Futebol Clube do Porto: «conheci uma pessoa que agora não reconheço».
e, de facto, eu já não reconheço este Lopetegui. e já não consigo simpatizar com este Lopetegui. não sou ingrato ao ponto de esquecer as alegrias que me proporcionou, e que foram algumas; mas, talvez fosse mesmo eu a «ovelha choné» em teimar em defendê-lo, inclusive da massa assoBiativa do Clube, tal e qual como o fiz com todos os outros treinadores que envergaram o brasão abençoado ao peito, anteriores a ele, só porque ele – ‘helasse‘! – era o treinador da equipa principal de futebol profissional do meu clube de Sempre… e, se calhar, porventura o defeito residia mesmo em mim, que teimava em ver benesses num futebol que os outros afirmavam ser equivalente à simbologia da cor do nosso equipamento alternativo, algo bem diferente de cacau puro… sem querer (re)mexer muito “na ferida”, que ainda continua “aberta”, fomos «ambos os dois» muito teimosos, em muitos aspectos, ao longo da época passada – a qual terminou sem a obtenção de um único título conquistado, e para lá do #colinho que existiu. para mim, haverá sempre dois momentos maus: aquela partida, ante o Nacional, e aquela substituição que deveria ter acontecido… adiante.

posto isto e porque, de todas as zangas das “comadres” deste “divórcio”, só conheceremos o que os intervenientes desejam que se torne massivamente público, o meu desejo também se encontra expresso nas suas palavras, dirigidas a Pinto da Costa: «que siga o seu caminho e que me deixe seguir o meu, porque já lá vai um tempo desde a minha saída».
acima de tudo, lastimo que se tenha chegado a este ponto de ruptura, que leva a Direcção da $AD do Clube a ter que despender verbas para pagar a dois treinadores da equipa principal e quando só um é que está ao activo… espero bem que não seja um ponto sem retorno… com certeza que não o será.
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2) espaço H., de andebol.

não!, ainda não digeri a derrota de anteontem. mas, sobretudo, ainda não consegui encarar o silêncio do Clube em torno de uma autêntica roubalheira, e que não aconteceu só neste último jogo, antes durante todas as quatro partidas, numa gritante dualidade de critérios. e, a meu ver, o problema é exactamente este: ninguém “grita”, ninguém dá o “murro na mesa” que se impunha antes do cair de pé e ante um adversário que, como todos os outros, excepto nós, se borrifou para a fase regular e se preparou para o “mais importante”: o ‘play-off‘.
e quando é que deveria ter ocorrido esse brado? logo depois deste escândalo aqui, preferencialmente no mesmo dia e com “réplica institucional”, que não só na ‘e-letter‘ no dia a seguir… é que ainda me está atravessado aquele derradeiro lance (vídeo aqui), o último da partida, e que ditou a nossa derrota. e ao que é que nós assistimos, entretanto? a mais um incómodo silêncio, com o treinador Ricardo Costa, sozinho, a clamar por Justiça, depois de mais uma «muito infeliz nomeação desta dupla de árbitros, para este jogo»…
agora… agora, é tarde. demasiado tarde. e todos esses foguetes, lançados em homenagem à nossa estrondosa queda, ainda ribombam por esse Portugalzinho fora, centralizado no epicentro onde tudo acontece e é importante (pois que todo o resto «é paisagem»), e para bem da sobrevivência da modalidade em causa – tal e qual como acontece(u) com o hóquei, durante dez fastidiosos anos, mas só para quem não sofre pelo azul-e-branco como nós…
e, se dúvidas houver sobre o que aqui escrevo, desabafando contigo os meus lamentos, Pedro Marques Lopes explica-o melhor do que ninguém aqui, a páginas 36, no seu mais recente artigo de opinião, sob o título “a promissora arbitragem”.
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3) espaço F., de abjecta vassalagem.

sempre detestei o SC Farense. a par do marít’mo, é outro daqueles meus odiozinhos de estimação. portanto, foi com um misto de estupefacção e de desejo para que “tudo de bom” lhes aconteça, que soube do que aqui se denuncia, e bem a propósito.
infelizmente e talvez porque uma das agremiações envolvidas é tão-somente a que «gloriosamente» se arvora em ser «o melhor projecto de formação português», nada do que ali se delata teve eco nos me(r)dia tugas – os mesmos que, estou em crer, algo parecido tivesse acontecido com um clube mais a Norte, e teriam manchetes infindáveis para (pelo menos) uma semana…

mas, este será um tópico para certamente se regressar mais tarde, finda a época desportiva, numa segunda Liga sem qualquer pingo de Honra – sobretudo depois de se saber, em concreto, quem é o campeão, quem sobe ao primeiro escalão e quem desce aos distritais.
acima de tudo, lamento pelo jogador Harramiz, que, devido a um «desconhecimento» pela parte de quem deveria ser profissional, vê o seu nome arrastado para um episódio (no mínimo) caricato – mais um, no nosso comezinho futebolzinho tuga, como o Manaca também o foi. e o Mateus.

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disse!
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carácter.

jnp© ojogo
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Como adepto também cheguei ao final da paciência.
A mim não me interessa o que já ganhei. O que o FC Porto ganhou é Passado, e está no Museu. É a história que ninguém pode mudar.
Candidato-me porque as coisas estão mal e é preciso voltar colocá-las como eram. E como me sinto com capacidade para isso, tenho a certeza de que eu e a equipa que me acompanha vamos dar a volta ao que não está bem.
Não me candidato nem quero que defendam ou que votem na minha candidatura por aquilo que eu ganhei; candidato-me para que o FC Porto volte a ser o que foi, durante décadas, durante a minha presidência.

Vamos fazer uma aposta séria na formação, com a construção de um grande centro de formação, para poder dar condições e a motivação necessárias para que os jovens adiram ao futebol e ao FC Porto. E para que tenham condições para chegar mais cedo à equipa principal e, assim, nos permitam ter uma estabilidade na equipa, sem a necessidade de vender jogadores. E para não ter jogadores que, quando entram, logo perguntam qual é a porta de saída.
Um jogador que entrar tem de perceber que está no top e que precisa de provar que merece estar no FC Porto. Queremos jogadores que estejam de corpo e alma no Clube, que saibam que têm que ter carácter para jogar no FC Porto. Quero ver as equipas do FC Porto “a jogar à Porto”.
É óbvio que ninguém ganha sempre; mas eu quero ganhar sempre, formando uma equipa à imagem do carácter dos jogadores
[veteranos] do FC Porto.

Disse aos jogadores que esta época acabou e que, agora, têm seis jogos, até ao final da época, de “pré-época” para mostrar quem tem carácter e valor para jogar no FC Porto. E quem não mostrar o carácter que todos têm que ter no FC Porto, não ficará, seja quem for.
É nas dificuldades que se vê o carácter das pessoas. Alertei o plantel que estes seis jogos têm que ser preparados com profissionalismo, e que a Taça de Portugal é para ganhar, que tem que ser nossa! E não me digam que a Taça não tem importância, porque outros ganham a Taça da Liga e quase que é feriado.

fontes: FC Porto e Porto Canal.
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nota prévia:

as linhas que se seguem traduzem a minha apreciação à entrevista do nosso querido líder, a qual é muito coincidente com esta aqui (do caríssimo Jorge Vassalo), de esta outra aqui (do caríssimo Vila Pouca) e desta pérola aqui (do caríssimo Silva).
sem desprimor para todas as outras, igualmente válidas, e que entretanto vão surgindo por “esse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera”®, é naquelas que mais me identifico.
tal não significa nada mais do que opiniões coincidentes, nada concertadas e totalmente desprovidas de quaisquer interesses, que não sejam o do recolocar o Clube na senda das vitórias e nada mais do que desejar o seu Sucesso, que será o triunfo de todas(os) nós.
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caríssima(o),

o Presidente falou à nação (vídeo integral da entrevista aqui).
considero que falou muito bem e explicarei porquê. vamos por partes.
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1) timing.

no meu entendimento, esta entrevista não poderia ser mais oportuna e mais conveniente para todas as partes interessadas, sobretudo depois da vergonha ante o Tondela. é certo que também coincide com um período de campanha (?) presidencial, dado que as eleições para a cadeira de sonho são já a 17 deste mês; mas, convenhamos que a campanha assemelha-se mais a um monólogo do que a um qualquer outro tipo de debate interno.
assim sendo, reforço a minha convicção de que, depois da desonra e da desconsideração ante o Tondela, este era “O” momento ideal para se dirigir a uma turba revolta e actualmente muito agitada. e, ontem, foi esse momento! que houve! e ainda bem que aconteceu!
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2) pontos fortes.

ontem, desafiado pelo Silva, referi cinco tópicos sobre os quais gostaria que o Presidente abordasse na entrevista; a saber: linhas-mestras do seu programa; qual a composição do plantel para a próxima época, mormente numa aposta na Formação; qual o rumo, no plano comunicacional, para o Clube; quais as verdadeiras relações empresariais na $AD; assumpção dos erros cometidos. os destaques a negrito, nas citações acima, são a confirmação de que as respostas dadas pelo presidente atenderam a maioria das minhas legítimas expectativas. senão, vejamos:

» candidata-se para recolocar o Clube, como um Todo e que não só no Futebol (mas sobretudo aqui), no patamar que sempre nos habituou: num lugar ímpar a nível nacional, e de muito respeito na Europa do Futebol.
para tal, propõe-se (re)adoptar os padrões de verdadeira exigência que sempre vimos nas nossas equipas e que entretanto (como que) andavam desaparecidos, em combates que em nada dignificam a nossa cor, sobretudo na questão do Carácter.
a meu ver, este foi o ponto-chave da entrevista e, na minha perspectiva, o “tal” murro na mesa que já tardava e que, como era expectável por muitas(os) de nós, teria mesmo que acontecer. a forma como o apresentou, reafirmando-o por três vezes e sempre na condição de um Presidente que não se conforma com o rumo actual, agradou-me muito e faz com que confie que, de facto, a partir de agora, nada será como dantes.

» nas suas palavras, a aposta na Formação é para ser levada a sério, encarada como sustentáculo de um projecto que visa preservar a estabilidade das futuras equipas, e que irá além da construção de um centro físico onde aquela se tornará realidade. fiquei com a ideia que será a centralização, do que se encontra disperso pelo Centro de Estágios do Olival, pelo ‘Vitalis Park’ e pela Casa do Dragão, numa mesma Academia.
aguardo pela confirmação daquelas, já a partir de Julho próximo e independentemente dos nomes de jogadores aventados, mas com os quais estou inteiramente de acordo. a acontecer, como se espera, nada será como dantes.

» a forma como se soube colocar na pele de adepto portista, reconhecendo erros na estratégia delineada para este último mandato, foi, nada mais, nada menos, do que um genuíno pedido de desculpas público à nação portista.
fê-lo sem qualquer pingo de sobranceria bacoca, antes pelo contrário, ao mesmo tempo em que o afirmou com uma convicção como há muito não se lhe via. faço mesmo votos para que nada seja como dantes
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3) pontos fracos.

» não gostei do final da entrevista e da forma como “contornou” a questão da Comunicação no Clube, e das críticas que a ela se tecem de há (pelo menos) três anos a esta data. fiquei com a nítida sensação de que se fez de desentendido para não querer responder, fazendo-o com um não-argumento e que foi o de ter alguém na Vice-presidência da LPFP para “interceder” pelos interesses do Clube . apetecia dizer-lhe, com todo o respeito que me/nos merece, que de nada nos valeu essa figura, por exemplo, no último ano, perante o grosseiro #colinho. mas como foi o Juca a dirigir a entrevista e, em Janeiro, considerava que estava tudo bem em termos de arbitragens…

» é certo que não estava à espera que desvendasse publicamente segredos dos negócios feitos e/ou por fazer, porquanto que aqueles são “a alma” do seu sucesso. mas gostava muito que assumisse que, a partir de agora e sem contrariar os Estatutos, não haverá questões dúbias acerca de quem faz/agencia/comissiona os negócios da $AD, tal como o fez, por exemplo, na assumpção dos erros cometidos na planificação desta temporada. refiro-me obviamente à tal questão pai-filho, e que em nada os credibiliza, antes pelo contrário – e por muita razão que assista ao Presidente quando afirma que o FC Porto tem os seus negócios a ser comentados na praça pública porque é o único que (in)tenta pela sua transparência nos Relatórios&Contas que submete à CMVM, descriminando-os.

» não gostei mesmo nada que o Presidente voltasse a dirigir duras críticas a Julen Lopetegui por tudo o que de mau ocorreu (sobretudo) nesta temporada.
tenho para mim que, se «o basco» (des)mandou como nunca outro treinador o fez no Clube, inclusive ao nível de contratações – um pouco ao estilo de um ‘manager‘ em Inglaterra – foi porque “alguém” lhe concedeu permissões para tal. e sabe-se bem quem foi esse “alguém”… ou seja: ficou-lhe mal esse ataque.
e, neste aspecto,  também partilho do que afirmou Manuel Serrão: como não foram só eles “a pecar”, há personalidades na “Estrutura” que «deverão sair da sombra», chegando-se à frente, “penitenciando-se” publicamente pelos erros que também cometeram, seguindo o exemplo do líder máximo.

» também não gostei das “contas de merceeiro” que apresentou (passe a expressão, e sem qualquer valor pejorativo), “esquecendo-se”, por exemplo, de referir que, no último relatório de contas consolidado, apresentámos valores positivos graças à “passagem administrativa” de parte do valor imobiliário do Estádio do Dragão para a alçada da $AD. e de que o Passivo aumentou também porque houve um aumento substancial da folha de remunerações, inerente àquela política de contratações, a qual teve o aval do Presidente e da Direcção da $AD…
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em suma:
estou muito confiante no Futuro, inclusive no mais imediato, apesar daqueles pontos fracos que apontei. a garra que (pres)senti ao longo da entrevista, entusiasmou-me e como há muuuuuito já não via no Presidente. mas, lá está, ainda estarei com um pé ligeiramente atrás, em relação a tudo “isto” que se vai passando no Clube, esperando por “ver para crer”, tal como o S. Tomé, porque e citando o entrevistado, «no Futebol não se pode garantir nada!».
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por último, o debate que se seguiu à entrevista, para mim foi a cereja no topo do bolo, numa demonstração cabal de que, entre nós, portistas indefectíveis, há mesmo lugar (e respeito) à diferença de opinião, quando esta é expressa de forma ordeira, civilizada, educada. ah! e de que Manuel Serrão é bem mais do que o que se vê e ouve na estação de Queluz (não, obrigado! não fumo), e numa perspectiva muito positiva das suas intervenções.
é tal e qual como afirma Pedro Marques Lopes, na sua última crónica, na sua coluna de opinião habitual, no pasquim da Travessa da Queimada (a qual pode ser lida aqui, e com a gentileza da sua partilha pública por parte do caríssimo Vila Pouca):  «a diversidade de opiniões faz-nos mais fortes [e] é importante perceber que toda a agitação, apesar de compreensível, por ser causada pela paixão para com o Clube e pelos espectáculos lamentáveis a que temos assistido, não nos vai ajudar a sair do buraco».

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disse!
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então, em que é que ficamos? [‘br@são abençoado’ incluído]

serpa© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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caríssima(o),

é certo que quero acreditar!, mas, assim, desta forma, convenhamos que fica um pouco difícil… é que, para mim, não há nada pior do que a mentira. explico.
hoje, ao “adquirir” a edição impressa do pravda da Travessa da Queimada (aqui) e porque “gosto” de o começar a ler da última para a primeira página, fui confrontado com o que se expõe na imagem acima. e, para lá de ter ficado mal disposto, o dia começou logo (muito) pior. depois do que (não) se soube do que (não) terá sido dito, pela voz do Presidente, na última Assembleia Geral Extraordinária, fica a dúvida pertinente: quem é que está a falar verdade? é certo que não estive na reunião, mas como tenho Pedro Marques Lopes em (muito) boa conta…

percebendo que poderei estar a ser (muito, demasiado) precipitado e também tremendamente injusto na minha avaliação, sincera e honestamente considero que o nosso querido líder, neste aspecto, “ficou muito mal na fotografia”. quem me visita, sabe do meu odiozinho de estimação para com o o «belenense» do ‘sinhôre‘ serpa. e o que, em tempo próprio, afirmei sobre aquele abjecto convite: acima de tudo, tratou-se de uma afronta ímpar, por parte do Presidente, para com a massa adepta do Clube, convidando – e, pelos vistos, «com insistência» – para estar presente, em “nossa casa”, uma figura do jornalixo tuga que diariamente edita um pasquim onde as afrontas ao prestígio, à História e sobretudo ao bom-nome do Futebol Clube do Porto são uma constante (para lá de um modo de vida, e de uma fonte de rendimento).
é (também) por esse motivo e por estar liminarmente contra o convite em causa que, desde aquela data de 02 de Dezembro de 2015, me deixei de importunar (muito) com o que os sabujos e/ou pés-de-microfone, que «gloriosamente» gravitam por aquela redacção, escrevem sobre nós e pelo ódio que sobre nós (in)tentam destilar… (mais) um exemplo exemplar: ontem, um verdadeiro cabrão, que se julga o verdadeiro artista do humor em forma de ‘cartoon‘ e que, em Abril de 2015, demonstrou bem o carácter que possui (ou a sua falta) e a fibra de que é feito, desenhou o nojo que se segu
e:
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cart© pravda | ricardo galvão
(clicar na imagem para ampliar)
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eu, que me recordo bem de algumas Assembleias Gerais (recentes), “bem quentes” inclusive para os sabujos e para os pés-de-microfone, lá para os lados da Segunda Circular – aqui, aqui, aqui e aqui – estive quase-quase para lhe endereçar uma “mensagem engraçada”. mas, depois, pensei para comigo: “mas por que raio é que me vou chatear se, quem de direito, não se importa minimamente com ‘isto‘?”. e, então, fiquei na paz do Senhor, e comigo também. e, ainda hoje, acho que foi o que fiz melhor. pode haver quem pense o contrário de mim e considere que se deva intervir, merecendo-me o meu maior respeito por tal. mas, desculpem-me, só que, nesta altura, é mesmo assim: não. estou. para. me aborrecer. ponto final.
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pml180316© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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por último, três breves notas:

» ali em cima disponibilizo o mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes (aqui), presente na edição impressa, desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada (aqui).
escusado será dizer e mais uma vez, que concordo, em absoluto, com o que Pedro Marques Lopes defende. em. absoluto. palavra. por. palavra.
e relembrar que as edições impressas do pravda da Travessa da Queimada, como já é do conhecimento geral, são “armazenadas” no respectivo arquivo (aqui) – desde a presente data até 05 de Dezembro de 2015.

» naquela mesma edição impressa, a páginas 20 e 21, há uma interessante entrevista ao calimero william carvalho. pois eu prefiro esta aqui, a páginas 08 a 11, ao “nosso” Danilo Pereira. tem muito mais “sumo”.

» o “fornecedor” de edições impressas, dos pasquins tugas que amiúde leio, do “supermercado” onde me costumo abastecer, por um qualquer motivo que desconheço, adopta uma marca-de-água bastante… «gloriosa» para o meu/nosso gosto. por também a mim me “importunar” a dita cuja, mas compreender a razão da sua existência, desde já: (i) peço-te sinceras desculpas por tal facto e pelos eventuais transtornos que te possa causar, e (ii) sugiro que não ligues ao “excremento” a que essa mesmíssima marca-de-água alude.

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disse!
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a-le-lui-a!

pdc01© FC Porto
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«

arbitragens e nomeações:

Na semana passada estive no Conselho de Arbitragem. Fui recebido para colocar determinadas questões, porque as queria compreender; não foi para dizer nada, porque eles é que são os responsáveis… Mas soube de uma coisa, que naturalmente também vos surpreenderá, e que a mim me surpreendeu completamente: é que há uma comissão de nomeações composta por três membros – a saber: Vítor Pereira, Luís Guilherme e Lucílio Babtista -, e que, em todas as reuniões, dessa comissão, Luís Guilherme e Lucílio Babtista abstêm-se e põem, na ata da reunião, que se abstiveram das nomeações por não estarem de acordo com a forma como está a ser gerida a arbitragem – nomeadamente por um senhor Ferreira Nunes de Coimbra, que controla as classificações e os observadores.
E, como não estão de acordo – atenção que não sou eu! São eles que não estão de acordo -, estamos num impasse… O Conselho de Arbitragem, que tem três elementos para nomear árbitros, desses, dois deles, por não estarem de acordo com o funcionamento, abstêm-se (!!!). Se acham que isto dá garantias à arbitragem e aos bons árbitros, fico surpreendido…
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“encomenda” de (mais uma) capela:

Está-me a dar uma novidade [da “encomenda capela“]. Acho graça porque, há dias, quando me perguntaram quem é que eu achava que iria ser o árbitro [em Belém], disse que seria um de dois: ou o João Capela ou o Nuno Almeida… Pelos vistos, acertei…
Não vou comentar os comentadores. Registo factos! Palpitava-me que seria um dos dois, e acertei. Os meus palpites, às vezes, dão certo
[risos].
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SuperDragões vs. ferreira de Fafe vs. me(r)dia:

Não sei do que está a falar [tentativa de jantar, de elementos dos Super, no restaurante do pai do apitador de Fafe]. Mas, do senhor Jorge Ferreira, eu demarco-me completamente do seu tipo de arbitragem e do árbitro! Isso demarco-me completamente! A claque não tomou posição nenhuma, senão eu teria conhecimento! Mas as claques não têm nada que ver com arbitragem, que eu saiba. Protestam, como qualquer outro adepto tem direito a protestar. E basta ver alguns programas televisivos, de “pseudocomentadores” de futebol e o que estes dizem sobre os árbitros, para se perceber que eles [“pseudocomentadores”] não ajudam nada ao Futebol.
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caso Maicon:

Toda a gente sentiu que, depois daquele jogo, ele não tinha condições para continuar a vestir a camisola do FC Porto. Portanto, apareceu o São Paulo e entendemos que esta seria a melhor solução para o jogador poder reiniciar a carreira e, também, para o FC Porto.
[o Maicon] Tem contrato por mais dois anos e, se aparecer algum clube interessado, veremos na altura própria. Agora, uma coisa é certa: ficar lá , no Brasil e até ao final [do corrente ano civil de 2016], isso não ficará! O contrato acordado com o São Paulo é só até 30 de Junho; e, nesse dia, o Maicon tem de se apresentar aqui.
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«transportadora aérea da portela»:

Enquanto cidadão portuense, acho que devemos, em primeiro lugar, compreender que os tempos mudam, que as circunstancias são diferentes e que, portanto, os nomes também deveriam mudar. Assim, a primeira coisa que a TAP deveria fazer seria a de mudar o nome para “Transportadora Aérea da Portela”, e aí já compreenderíamos tudo.
Penso que estamos a ter uma óptima reacção e colaboração, por parte das outras transportadoras
[ao cancelamento de rotas da TAP, a partir do aeroporto da cidade ImBicta]. E, desde que seja garantido que o Porto (cidade) não perderá os voos a que tem direito e de que tem necessidade, para mim, o facto de não serem da “Transportadora Aérea da Portela” até é uma garantia de Qualidade.
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»

in FC Porto e ojogo.
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porr@, Presidente! é isto mesmo! assim, sim! falou, e falou bem!

foi assertivo, contundente, mordaz e bastante perspicaz, tal e qual como me/nos habituou (porventura, mal…), ao longo destes (mais de) trinta e dois anos de presidência.
confesso que gostei mais destas declarações, apesar de breves, do que as suas últimas três entrevistas. e, confesso, fiquei bem mais agradado com o teor sumaríssimo daquelas do que tudo o que (não) disse nessas entrevistas.
e confidencio também que, assim, desta forma, é que “dá gosto”: é vê-los espernear, com o facto de pensarem que “comemos gelados com a testa” e que nos têm por morcões, lorpas e/ou cefalópodes. refiro-me ao jornalixo tuga obviamente. por exemplo, a propósito de uma profilática visita de cortesia, a Fafe, por parte de alguns elementos dos SuperDragões, é vê-los a «pedir auxílio» e a afirmar que «há linhas que não podem ser ultrapassadas». só ainda não se sabe é se serão daquelas ‘made in#porta18, não é ó mr. burns?
pois é, pois é… até guincham, car@go! e tudo porque se tentou jantar, não se conseguiu e se teve que chamar (e bem!) a autoridade, por questões legais alheias aos elementos da claque, note-se bem!…

de facto, confesso que é assim mesmo que eu gosto!
desconheço se será para continuar – espero bem que sim! -, mas já tive (mais) um momento de gozo, esta semana.

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por último, peço-te encarecidamente o favor de despenderes (e no máximo!) mais um minuto, do teu precioso e valiosíssimo tempo, a responder ao inquérito que se segue, o qual estará disponível até (sensivelmente…) às 19h30m de amanhã, Quinta-feira:
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sugestão musical:

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« For millions of years, Mankind lived just like the animals.
Then something happened, which unleashed the power of our imagination: we learned to talk. »
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pink floyd, “keep talking“.

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disse!
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