da espuma dos dias.

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caríssim@,

efectivamente ‘life goes on‘…
a Vida continua, tal como o ‘show‘ tem obrigatoriamente que prosseguir, e por muito que nos custe aceitar a (crueldade da) Realidade… sempre foi (e sempre será) assim, porque é essa a Essência da espuma dos dias que correm…
portanto e no «inconseguimento» das palavras de ontem, as de hoje pretendem continuar a dar conta, mas sobretudo denunciar, alguma da filha-da-putice que persiste em subsistir no jornalixo tuga. explico (sucintamente e com recurso a imagens).

a imagem acima reflecte as capas dos pasquins desportivos da tugalândia de ontem – «ambos os três», bem entendido. peço-te o favor de atentares bem para a mesma. obrigado.
certamente que te terás dado conta de que, entre as múltiplas notícias, houve uma, no âmbito da “operação Ajuste Secreto”, que só foi reportada por dois daqueles (e, mesmo assim, de forma muito tímida) e que passou convenientemente despercebida para o pravda da Treavessa da Queimada.
é óbvio que se tratam de critérios editoriais, mas ele há coisas que me são muito difíceis de aceitar, e a desonestidade intelectual é uma delas: fosse outro o protagonista, o visado, o «detido» e o «constituído arguido», assim para uma cor mais azul, e as parangonas seriam mais vivas (vivaças?), tal e qual como num Passado recentíssimo. e é esta gritante (gloriosa?) dualidade de critérios, esta barbaridade em termos de completa ausência de Rigor e de Isenção jornalísticos, que me corrói as entranhas. porque quem faz “isto”, de forma consciente, deliberada, propositada, e quem colabora com estes “esqueminhas”, mais não passa de um sabujo e/ou pé-de-microfone, sem qualquer espinha vertical em termos de Idoneidade, mais não sendo do que uma mera prostiputa ao serviço de outrem, quiçá lá para os lados de Carnide. um «ninho de hipócritas», é o que eles efectiva e comprovadamente são.

e, como alguma bluegosfera bem relembrou, tratam-se dos mesmos vendidos, dos mesmos vendilhões, dos mesmos aduladores, dos mesmos capachos, que, em Junho de 2008, fizeram estas capas, no auge da reclamação do carnidense e do vitória de Guimarães, junto da UEFA, por forma a que o FC Porto «pagasse em todas as frentes»:
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curiosamente (ou talvez não), a figura do ex-presidente da LPFP e da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, foi figura central naquela reclamação do carnidense junto da UEFA, porque se predispôs a apresentar prova contrária à de um parecer, encomendado pelo FC Porto e assinado por um jurista da mesmíssima instituição a que presidia, na altura (LPFP), «não seria vinculativo».
infelizmente para os intervenientes nessa tomada de intenções e que não afectos ao Clube da ImBicta, estas foram as capas do dia seguinte àquele:

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[permite-me continuar a esboçar o meu sorriso mais largo (que não vertical), sempre que me recordo desta gloriosa azia – a mesma que noticiava «novela da Champions longe do fim» e, passado um ano, teve que engolir esta manada de mamutes aqui. consta que, oito anos depois daquela decisão, ainda há quem a esteja a deglutir com extrema dificuldade, e como sinteticamente se explicam nestes dois minutinhos aqui]
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quem não tem muitos motivos para sorrir, nos últimos tempos, é o “dono” daquela equipa que decididamente não é de tod@s nós (vulgo selecção).
nada me move contra o senhor em questão (porque não nos conhecemos, sequer), assim como não nutro qualquer simpatia e/ou apreço pelo personagem. agora, não posso deixar de registar o afinco diametralmente oposto com que se noticiam os «fortes indícios de fuga ao fisco», nos dois lados da Península Ibérica: enquanto que, por cá, os seus amigalhaços dos me(r)dia e do jornalixo tugas vão varrendo as informações contantes para debaixo de um tapete que ameaça romper a qualquer instante, do lado de lá é como se não houvesse Amanhã, a começar pelo periódico ‘el mundo‘ (aqui).

de facto, a imagem acima é só uma gota num vasto oceano de tráfico (também) de… fortes, poderosas, influências (!!!), e cuja “lavandaria” é resumida neste vídezinho aqui.
pelos vistos, do outro lado da fronteira, há interesses (legítimos) em que se investiguem essas relações promíscuas, dúbias, prenhes em “cortinas de fumo” assumptíveis como legítimas. já pelos meandros do Terreiro do Paço, parece que é melhor #abafartudo, talvez porque haja gloriosos interesses em que não se descubram muitos mais podres. a ver se não houve muitas trocas de e-mails comprometedoras entre as partes envolvidas, como aquelas outras
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agora apague tudo!
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resquícios.

futuro© fotos da curva | 92º minuto
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nota introdutória:

só hoje, Quarta-feira, (quase) 84h depois, é que “a telha” (vulgo neura, e que, sim!, pode-se confundir com azia…) está a dar indícios de desaparecer. mas ainda não foi à sua vidinha, não!, que o mau humor rezingão e irascível, esse está para durar – pelo menos até ao início do próximo encontro, já este Sábado, frente ao Belém, onde se espera que sejam estes a comer “pastéis”, ouvistes ó Nuno? nem que tenha que ser por obra e graça do Espírito Santo, ouvistes ó Nuno? bem!… adiante.

assim sendo e porque já estou basto atrasado (© ‘shôr’ Silva), esta “posta de pescada”® vai ser um pouco para o compridota. é que há alguns aspectos, sobre o Clássico, que também quero esmiuçar e dar o meu lamiré.
ou seja e como não poderia deixar de o ser, esta prosa honrará com os pergaminhos e com aquela que é a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as numerosas hiperligações e as diversas imagens, que não só para memória futura mas também.
e, claro está!, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
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caríssim@,

sobre a partida em Carnide, subscrevo o que, neste entretanto, foi sendo trazido à colação (e muito bem aventado) aqui, aquiaqui, aqui, aquiaqui, aqui, e também aqui, na bluegosfera.
acima de tudo, recordo esse facto insofismável: depois do empate que se trouxe de Carnide, já não dependemos exclusivamente de nós para nos sagrarmos campeões. ou seja: teremos que esperar que sejam Outros a fazer o trabalho onde, mais uma vez, nos revelámos incompetentes, e que passava pelo assalto efectivo ao primeiro lugar do campeonato.
e entenda-se também que, para sermos muito felizes, em Maio, (i) teremos obrigatoriamente que vencer as sete finais que se avizinham (com deslocações complicadas a Braga, Chaves e Madeira) e que (ii) não poderemos “depositar as fichas todas” no ‘derby‘ da Segunda Circular (o qual, entrementes e por antecipação de duas semanas, já está a ser arduamente disputado, sobretudo fora das quatro linhas).

acima de tudo, o que resta do empate ante o carnidense é que este revelou-se uma espécie de “mal menor” – e daí o meu tremendo desconsolo no final da partida, pois que fiquei com a estranha sensação de que deveríamos e poderíamos, ter feito (bem) mais e (muito) melhor, mesmo com (e contra) o “xistrema” (já lá vamos). mais do que teorizações sobre qual o onze titular e/ou que substituições efectuar, considero que faltou um pouco mais à Equipa, mormente na segunda parte, para se dar a “estocada final” no rival; acho que faltou dar seguimento ao lance do Soares, que os colocou em sentido e que os fez abanar, só que momentaneamente – e quando o que se pedia e toda a massa adepta “exigia”, era que ocasiões de golo como aquela tivessem continuidade no Tempo e não se esvaíssem nos restantes 30 minutos do encontro, e mesmo com (e contra) o “xistrema” (já lá vamos).
mas, como tal não veio a acontecer, e por erros também próprios da Equipa, vamos ter que aguardar pelo que os outros farão nos seus «gloriosos» embates, rumo a esse desígnio já supra-nacional, e que é a treta de um tetra ardentemente desejado por tod@s os quadrantes, inclusive o Político (e já lá vamos, também).
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sincera e honestamente nem sei como abordar a próxima temática depois das declarações do espírito santinho do Nuno e do presidente Jorge Nuno… o primeiro disse peremptoriamente «é penalty!»; o segundo, à revelia do então Pinto da Costa, afirmou que «foi um grande jogo de futebol, entre duas grandes equipas, com um bom árbitro»… acontece que, na minha perspectiva, para sermos sérios, rigorosos e honestos quanto às incidências da partida, não há como fugir ao #xistrema. e este também esteve presente (e à solta) no antro onde os i-le-gais, mais uma vez, marcaram presença quando não o deveriam, porque… lá está!, não estão conformes à legislação vigente.
para lá do que se afirma aqui e, neste entretanto, também aqui, e do que ontem se denunciou aqui, no programa “Universo Porto – da bancada“, houve uma gritante dualidade de critérios de arbitragem, mormente na segunda parte, sobretudo depois de termos conseguido o empate na partida.
como se comprova aqui e aqui e também aqui, o 5lb foi (literalmente) empurrado, pelo apitador de serviço, na procura de um segundo golo que felizmente não veio a acontecer, fruto de mais uma enorme exibição da mesmíssima Equipa que, ali em cima, fui crítico, e da qual faz parte Iker Casillas. e não há aqui qualquer incoerência: é verdade que e como é apanágio do grupo de trabalho à disposição de Nuno Espírito Santo, ante o 5lb houve mais uma demonstração de Entrega e de Querer, assim como também é verdade que essa abnegação não foi suficiente para se vencer o jogo – uma partida onde, para mim, era fundamental conquistar os três pontos…
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a par da agressão a Alex Telles e do fora-de-jogo (escandaloso) que foi (muito mal) assinalado ao Jota, o lance que a imagem gif acima retrata é capital para o desenlace da partida, por que (muito) “bem cavado” – sendo que o mesmo é perpetuado em vídeo aqui e em imagens gif aqui e aqui, para quem quiser.
deixo-a para memória futura, sobretudo porque, tal como Bernardino Barros, também eu estou cansado de ouvir, há (pelo menos) três semanas ininterruptas, os avençados do clube do regime bramirem com a «gloriosa» costumeira cartilha, da autoria de carlos janela, de que o André Silva e o Soares e o Jota e o Brahimi e o Corona e o (nome de um atleta do FC Porto) e o (outro nome de um atleta do FC Porto), são “piscineiros”… essas torpes afirmações, vindas de quem vêm, principalmente de aventesmas afectas à agremiação onde este aqui deu muitas provas e até “fez escola” (de que o jon-ass é só mais um), só poderão ser encarados como elogios aos visados por aquelas. de facto, nunca faltaram, nem faltarão especialistas na arte do mergulho pelos lados de Carnide. ah!, e este lance aqui ficará, para Sempre, na memória do Ridículo em que aquelas “piscinas” se tornaram por aquelas bandas, sempre com as complacência, benevolência e cumplicidade, dos apitadores ao serviço do 5lb. sempre!
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futuro© ojogo | FCPorto para sempre
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um facto sobre a imagem acima, com a análise aos lances mais “problemáticos” da partida: curiosamente não vislumbro nenhuma referência em relação a um lance sobre o Corona (aqui), aos 58’…
certamente que o “argumento” para tal «glorioso» esquecimento seja o mesmo que a estação de televisão de Queluz (não!, obrigado. não fumo.) utilizou nos seus programas de Domingo e de Segunda-feira, à noite, para não abordarem o tal fora-de-jogo mal assinalado ao Jota: não se podem analisar todos os lances (principalmente e sobretudo aqueles em que o 5lb foi «gloriosamente» beneficiado pelos do costume)…
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da ‘porca vendetta‘ perpetrada pelo jon-ass, ficam o vídeo (aqui) e a imagem gif (aqui) para memória futura do seu «glorioso» Absurdo.
acima de tudo (principalmente do perpetrador em causa) e sobretudo, lamento muito que tenha sido o spórtém a tomar a iniciativa (mais uma vez…) por algo que, antes de tudo, competiria ao FC Porto e ao seu Departamento Jurídico exigir junto de quem de Direito. desconheço se este silêncio institucional terá algo de estratégico, mas não quero acreditar que se fechou a volta de 360º e que se regressou a um Passado de má memória no plano Comunicacional do Clube.
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esta é, para mim, A imagem do Clássico e que, num Todo, resume a resposta a toda uma época de anti-jogo, para quem nos acusa de #joguemmazeabola e junto dos que, na primeira volta, o fizeram logo desde o primeiro minuto – mas que emmentes já se esqueceram de tal.
fica a dita eternizada em vídeo (aqui) e em gif (aqui).
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futuro© fotosdacurva
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a propósito dos incidentes que aconteceram antes, durante e após o jogo, nada mais acrescento ao que já foi comentado (muito a propósito) pelo “lápis” aqui.
apenas refiro que, mesmo sendo um Agente da Autoridade e no cumprimento do Dever, o indivíduo que pontapeou, na cabeça, um cidadão que se encontrava deitado, na via pública, depois de ter sido vítima de um outro pontapé, mas este desferido nas suas costas, não passa de um c-o-b-a-r-d-e de merda. e de um autêntico filho da puta.
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por último, sim!, todos têm o direito a assistir a uma partida de futebol, mesmo que por convite, e mesmo sendo altas figuras do Estado. mas, não!, “isto” não acontece no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos com a mesma regularidade que se verifica por Carnide.
e duvido que aquelas mesmas individualidades, qual capital triunvirato, o fizessem sabendo, de antemão, que o dirigente máximo do Clube era um caloteiro de primeira – a não ser que fossem para penhorar uma nova retrete

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disse!
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desconsolo.

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nota introdutória:

esta “posta de pescada”® vai ser para o compridota. ou seja e como não poderia deixar de o ser, honrará com os pergaminhos e com aquela que é a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as bastas (© Silva) hiperligações e as diversas imagens, que não só para memória futura mas também.
e, claro está!, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
e porque esta já vem um pouco em atraso, que ontem não me apeteceu escrever, como consequência de tal acto surge no efectivo conseguimento destas outras aqui e aqui (do caríssimo Silva) e desta aqui (do caríssimo Vila Pouca), cuja leitura se recomenda (e muito).
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sinteticamente, sobre o jogo de Domingo, e sem quaisquer “paninhos quentes”, que os meninos são jobens, sim senhor, mas já têm idade e arcaboiço suficientes para levar uns calduços à maneira:
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» perdemos o jogo* por pura incompetência nossa, ponto final, parágrafo.
de nada nos adianta estarmos a clamar por (mais) três penáltes sonegados e mesmo que com a razão unânime dos ex-apitadores tugas (aqui) – sendo que, confesso, só vejo “matéria de facto” no atropelamento ao Brahimi; os outros, que existiram, são (efectivamente) «de televisão». tínhamos mais é que marcar golos em número superior aos dos meninos do Sado. só que, o que nos foi permitido verificar, sobretudo aquando do regresso das cabines, foi um amorfo reinício de jogo e a verdadeira antítese do que o público no Dragão exigia (e lhes deveria ter sido concedido pela Equipa) – pois que o que se pedia, no mínimo, era partir para cima daqueles, sem dó nem piedade, na procura incessante do segundo e, se possível, do terceiro (e do quarto) golos.
e o vergonhoso anti-jogo (aqui), que também é denunciado pela e-letter do Clube, já deveria ter sido antecipado na preparação do mesmo – porque, mesmo que o Dragão seja uma «fortaleza», é certo sabido que, quem nos defronta, vem (no mínimo) com um “autocarro de dois andares” e com a artimanha do anti-jogo grosseiro desde o primeiro segundo. e tal é independente da cor das camisolas, porquanto que até o 5lb o fez, esta época.
(* perdemos, sim senhor, porque o empate, em si mesmo, teve o mesmíssimo travo amargo a uma derrota copiosa.)

» também eu não compreendi o porquê de uma mudança no figurino táctico, para o Campeonato, depois de uma série de (pelo menos) quatro exibições muito convincentes – tondela, clube da rotunda, Nacional e arouca -, onde se marcaram 16 (dezasseis) golos e não se sofreu um único (!). o regresso do duplo-pivôt, aquele “chuveirinho” final, com o ‘plus‘ do reaparecimento do “pinheiro” Depoitre, intranquilizaram-me. e muito!
depois de um exigente jogo, na passada Terça-feira, sobretudo em termos físicos, onde se jogou mais de 60’ minutos em inferioridade numérica, não percebi por que razão se sujeitaram o Danilo e o Óliver a trabalhos forçados, num meio-campo sempre, mas invariavelmente sempre em inferioridade numérica, ante os sabujos do Sado. assim como não entendi a titularidade de Corona que, apesar do golão que marcou e do toque maldoso que sofreu, a meio-campo, logo nos instantes iniciais da partida, nunca me pareceu “fresco” para os requisitos que este jogo impunham.
mas, “isto” sou eu, que não pesco nada de futebol ao mais alto níBel; o Nuno é que é o treinador e deveria ser ele a explicar as razões por detrás das suas escolhas – quanto mais não seja para sossego dos quase cinquenta mil adeptos que se deslocaram ao Dragão (muito) confiantes e que de lá saíram com um melão maior do que as orelhas do Dumbo de Carnide, a par das do Guedes (que entretanto está em Paris, por #quinzemilhoesvezesdois). como não o fez e deu a impressão de estar à espera de uma qualquer intervenção do Espírito Santo, mormente nos instantes finais da partida, “contentei-me” com o que foi aventado no ‘pós-match’, no Porto Canal, sobretudo pelo Rui Cerqueira…

» o que mais me custa, do empate de Domingo e para lá de algum “esvaziamento” do ânimo da massa adepta portista, é saber e ter a nítida percepção daquele que, na minha opinião, é o principal factor que o mesmo encerra: o termos concedido “gasolina” ao nosso próximo adversário – uma inesperada “gasolina” (aqui), depois do empate que obtiveram em Paços de Ferreira.
um exemplo paradigmático, mas elucidativo: se, a partir das 22h30m de Sábado, reinou um basto silêncio fúnebre em todos os me(r)dia da tugalândia – com sorrisos amarelos e «gloriosas» desconfianças no Futuro (mesmo no mais próximo) – desde Domingo, sensivelmente pelas 20h30m, renasceu-lhes a Esperança e, com ela, regressaram os sorrisos rasgados, e os alarves considerandos às nossas incapacidades (que as temos), e as omissões às arbitragens (que no dia anterior eram pior do que «vergonhosas»), e as cínicas referências à nossa inaptidão que já (per)dura há 445 dias (‘and still counting‘…).
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o escrito acima é da autoria do “intestino” (do) Delgado, (mais) um sabujo avençado, a soldo de uma «gloriosa» causa, desta feita no pravda da Travessa da Queimada.
aquele n-o-j-o, repleto de muito cinismo e basta hipocrisia, data de Dezembro de 2016, logo após a derrota do 5lb na Pérola do Atlântico, ante o marít’mo, e vem em complemento ao que entretanto o caríssimo Vila Pouca já denunciou:
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« […] estes e outros vendilhões do templo que andam por aí, estão muito preocupados e enchem a boca com o facto do Futebol Português perder representatividade nas provas da UEFA, e apontam vários problemas.
mas, por que não aproveitaram e «carregaram» sobre o vergonhoso anti-jogo dos setubalenses, e condenaram veementemente o comportamento anti-desportivo da equipa de José Couceiro? Seria pedir muito, sobre isso? Talvez…
mas, a verdade é que, sobre o que aconteceu no Dragão, nada!, zero!, nicles!, «bola!». e porquê? porque deu um jeitaço ao 5lb e isso sobrepõe-se a tudo o resto
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também convém reavivar a memória, inclusive a alguns “iluminados” que por aqui persistem gravitar. é que, àquela derrota e às palavras duras do sonsoo marít’mo parou-nos de várias formas, umas melhores outras piores. deixo essa análise para os comentadores. eu quero é focar-me na minha equipa.»] e do ilusãofomos parados de várias maneiras. mas vamos lutar pelo tetra até à última gota de suor. não quero falar do árbitro, mas fomos parados de várias maneiras.»], acerca da arbitragem de vasco santos, o Conselho de Arbitragem da FPF, liderado pelo salmonelas (© Silva) do fontelas gomes, em menos de 48h, veio logo a terreiro defender a sua “dama”, enviando uma carta a pugnar para que que treinadores e jogadores contribuam para o aumento do tempo útil de jogo. eis alguns excertos daquela:
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« esta temporada, temos detectado, com muita preocupação, o aumento do número de paragens de jogo e a crescente duração das mesmas. o Conselho de Arbitragem da FPF quer combater o antijogo, porque entende ser uma atitude que viola o espírito do jogo e de respeito pelo espectador.
vem, deste modo o CA/FPF alertar para este problema, comunicar as instruções dadas aos árbitros, mas, mais do que isso, solicitar que todos os actores se empenhem em transformar positivamente o espectáculo.

[das referidas recomendações aos árbitros] apela-se à sensatez e à coragem na atribuição dos tempos de compensação, mesmo que tal implique durações “anormais”.
foi recordado aos árbitros que, sempre que se deparem com uma situação de reiterada conduta para gastar tempo, devem ser interventivos, avisando publicamente e agindo disciplinarmente se necessário
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portanto e tendo bem presentes as palavras de Bernardino Barros, para os avençados afectos ao 5lb – e que, neste entretanto, já puxaram da cassete e da propaganda goëbbelianas, e começaram a massacrar-nos os ouvidos com as “piscinas” do André Silva e com o «exagero» dos dois tempos de descontos [5′ na primeira parte, 7′ na segunda] – sendo curto, grosso, preciso, conciso e descendo ao nível daqueles:

fodei-vos, pá!, mais à vossa azia!
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por último e não menos importante:

quem «exige Respeito» tem que se dar ao respeito, o que não é o caso do 5lb. de todo e como se comprova aqui, aqui e aqui, por exemplo.

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disse!
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escreve tu (que ainda estou chateado).

© google
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#escrevetuquehojeestoufodidocomumCbemmaiusculo (demuitoChateado).

parte I

de regresso a José Maria Pedroto.

« a Experiência diz-me que, entre equipas do mesmo nível, não é fácil recuperar de uma desvantagem. mas, atingida essa situação, não tenho qualquer dúvida de que é muito mais difícil dar o passo necessário para se alcançar a liderança. e, aqui chegados, define-se a Qualidade da Equipa, a sua capacidade de decisão: ou se arranca definitivamente para a vitória ou se demonstra insegurança e indecisão, acabando-se, muitas vezes, por se fortalecer o adversário fragilizado. »

estas palavras, proferidas, em 1979, por José Maria Pedroto, em conversa com Georges Seidler – editor do jornal francês ‘L’Équipe’ – ganharam um significado pungente, terminado o jogo contra o Vitória Futebol Clube.
com a partida controlada, o FC Porto foi incapaz de cimentar a vantagem, entrando num jogo lento, de passe e repasse, o que permitiu aos vitorianos respirar com maior fulgor, arriscar no ataque e chegar ao empate, num lance de belo recorte técnico.
podem queixar-se os portistas de azar, das bolas nos ferros, do “autocarro colocado à frente da baliza” do Vitória, do anti-jogo, ou das defesas do guarda-redes: na minha opinião, estamos perante elementos do próprio jogo cuja maior ou menor eficácia, depende sempre da qualidade de quem assume o domínio da partida.
a pergunta que se coloca, agora, aos adeptos azuis-e-brancos é a de saber se a Equipa disporá dos níveis de inteligência emocional necessários para vencer na Luz – tarefa que exige muito do seu líder
[Nuno Espírito Santo], que terá que ser muito competente para erradicar o sentimento de frustração, que entretanto se apossou dos jogadores ao seu comando, e reforçar os objectivos do grupo.

estará Nuno Espírito Santo à altura deste desafio?
não tenho, neste momento, a resposta. no entanto, não deixo de sublinhar o seguinte: ontem, Nuno Espírito Santo falou em «frustração», «decepção» e «tristeza»; há quase 40 anos (em Setembro de 1979), depois de derrotado pelo Estoril, por duas bolas a zero, José Maria Pedroto afirmava: «Nunca mais perderemos um jogo assim!». E não perdeu, sagrando-se campeão nacional nessa mesma época.

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Alcino Pedrosa | Março de 2017.
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© Filipe Ferreira
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#escrevetuquehojeestoufodidocomumCbemmaiusculo (demuitoChateado).

parte II

daquele miserável início de segunda parte.

vá-se lá entender este FC Porto! marcou o golo quase a terminar a primeira parte e, quando se esperava que iniciasse a segunda à procura de mais um tento, para “matar o desafio”, resolveu ficar à espera (mas de quê?!) no seu meio campo e com o velho pecado de trocar a bola para trás e para o lado. tanto trocou que se lixou (com F)!

é verdade que, nos primeiros 45 minutos, a Equipa teve variadíssimas oportunidades de golo e que os de Setúbal trouxeram o “deus das balizas”, que trabalhou que se fartou (pelo menos duas vezes). e também trouxeram uma espécie de guarda-redes (julgo que emprestado pelo 5lb) que, de cada vez que tocava na bola, “lesionava-se” e ficava deitado, no chão, a pedir assistência. fê-lo pelo menos quatro vezes, as três primeiras no decorrer dos 30′ iniciais da partida. aliás: o anti-jogo do Vitória foi do mais nojento que vi nos mais de 60 anos que levo a ver Futebol. até chegaram a cair aos pares, e em pontos diferentes do campo!

falta, contudo, qualquer coisa a este FC Porto que, hoje, Domingo, nos deu um profundo desgosto e que, por inerência do empate, conferiu um inusitado alento a um 5lb que já andava moribundo e sem convicção.
e a pergunta é: saberá Nuno ir ganhar à Luz
?
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Jorge Massada | Março de 2017.
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© Bruno Sousa | 92º minuto
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#escrevetuquehojeestoufodidocomumCbemmaiusculo (demuitoChateado).

parte III

as 5 conclusões que importa retirar da 26ª jornada (ante o Vitória FC).

1.
o FC Porto empatou a uma bola, com o Setúbal, em casa, e falhou a primeira tentativa para chegar ao primeiro lugar. na próxima jornada e por mérito próprio, haverá nova oportunidade.
a equipa que ontem empatou foi a mesma que foi capaz de somar nove vitórias consecutivas no campeonato e que permanece imbatível há 23 jogos – para além de ter o ataque mais concretizador e a defesa menos batida da prova.

2.
ontem, o que sobrou em vontade, faltou em lucidez.
na primeira parte, o FC Porto fez mais do que o suficiente para selar, desde logo, a vitória; mas, alguma ansiedade, misturada com algum azar, impediram a concretização de inúmeras e flagrantes oportunidades de golo.
na segunda parte e depois do golo do empate, a equipa foi traída pela vontade de resolver tudo depressa e de chegar rapidamente ao segundo golo – o que acabou por toldar um pouco o discernimento dos jogadores, impedindo a construção de mais e de melhores ataques, e a concretização das oportunidades de que dispôs, e em menor número do que na primeira parte.

3.
no fundo, ontem assistimos às chamadas “dores de crescimento”.
a equipa é jovem, tem crescido a olhos vistos e tem sedimentado esse crescimento; mas, ontem, pagou o preço dessa Juventude e também de alguma falta de maturidade. a pressão do jogo de ontem não tolheu a equipa, mas toldou-lhe um pouco o raciocínio. para complicar ainda mais, alguns jogadores acusaram o esforço da partida a meio da semana, e não jogou no sistema em que, para mim, se sente mais confortável. quem veio do banco
[Diogo Jota, Otávio e Depoitre] também não foi capaz de alterar o rumo do jogo.

4.
cada um usa as armas que tem ao seu dispor, mas e na minha opinião, o anti-jogo é a “arma” dos mais fracos e revela uma mentalidade perdedora – não só de quem a usa mas sobretudo de quem o permite.
O Futebol Português tem vindo a perder competitividade internacional muito por culpa dessa mentalidade tacanha. é que ela não se deve só à menor competitividade dos (chamados) “clubes grandes”; ela deve-se, acima de tudo, ao total desaparecimento das “equipas médias” – que ou ficam à porta, ou saem pela do cavalo.

não basta compensar o anti-jogo com o tempo de desconto porque não é a mesma coisa. os dois tempos de desconto que ontem foram dados foram justos [5′ na primeira parte, 7′ na segunda] mas não chegaram para compensar as paragens constantes na partida e que quebraram os ritmos de jogo, e o transformam numa arte circense.
não pode ser permitido que um jogador comece a fazer anti-jogo logo aos 5 minutos, que aos 10 já esteja a simular a primeira lesão, aos 20 a segunda e por aí fora… a equipa médica do Setúbal entrou perto de dez vezes em campo! pergunto: é razoável? deve ser permitido? eu acho que não!

5.
n
os comentários que fiz no fim do jogo, aos microfones do Porto Canal, referi que ficaram por marcar dois penaltis a favor do FC Porto.
Afinal e depois de ver as imagens do jogo, verifico que ficaram por assinalar não um, não dois, mas três penaltis contra o Vitória de Setúbal – o que já é “habitual” antes das deslocações à Luz.
é a verdade desportiva a que temos direito!

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José Fernando Rio | Março de 2017.
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caríssim@,

que não se infira qualquer crítica desestabilizadora à Equipa, no seu todo, porque negativa e tremendamente injusta e nada assertiva, com a citação dos três textos acima, antes pelo contrário. não há nada de mais naqueles, a não ser esse tremendo desgosto que nos assola e o explanar de algumas dúvidas, as quais (ainda) considero pertinentes 24 horas depois – e com os devidos destaques, que são exclusivamente da minha autoria.

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disse!
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not@s soltas do Bessa…

© Tomo III
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nota introdutória:
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esta “posta de pescada”® é a primeira de duas, as quais vão continuar a honrar os pergaminhos e a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensivamente looongos e as bastas (© Silva) hiperligações. aguente-se à(s) bomboKa(s) quem vier por Bem, portanto.
e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
neste entretanto, faço votos para que o ‘lifting‘ que sofreu este espaço de discussão pública também seja do teu agrado.
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not@s soltas do derby da ImBicta:
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i)

a última vez que tinha ido ao Bessa fora em Fevereiro de 1996. vinte e um anos depois, invadiu-me um misto de sentimentos nostálgicos, daqueles tempos pueris e adolescentes, em que um bando de Amigos seguia o FC Porto (literalmente) para todo o lado, mormente dentro do distrito da cidade que lhe confere o nome, que não havia “tempo” ($) para mais.
foi, portanto, uma grande alegria regressar a um local onde, naquela altura, confrontos houve que foram bem “quentinhos” e não só dentro do terreno de jogo. indubitavelmente outros tempos e que dificilmente regressarão com aquela “envolvência”.
porém e para quem conheceu o antigo Estádio do Bessa, aquela alegria desapareceu assim que entrei numa espécie de estádio que julgava do séc. XXI: em todos os corredores de acesso às bancadas, não falhava o cheiro a merd@ de pássaro, assim como a dita cuja. em suma: já vi pombais bem mais limpos e efectiva e comprovadamente não há como a nossa casa – a mais bonita, mais arejada e mais funcional de todos os estádios que foram construídos para o Euro2004.

abro aqui um parêntesis muito pertinente para e mais uma vez, parabenizar os adeptos portistas que têm acompanhado a Equipa do nosso coração, na figura das claques do Clube, Colectivo95 e SuperDragões:
ontem, tal como ao longo de toda esta época, fomos o primeiro jogador e para citar o mestre Pedroto. demos show do início ao fim, não deixando, nunca!, esmorecer o ânimo, mesmo com a «surreal» roubalheira do vermelhíssimo veríssimo (já lá vamos) e tornando o “pombal”, por 90′, na nossa fortaleza.
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ii)

do jogo em si, houve duas partes distintas as quais não podem ser analisadas sem se referir a figura do apitador tuga de serviço e ao serviço desse «glorioso» desígnio nacional: o tretacampeonato do 5lb.
na primeira, dominámos, fomos terrificamente eficazes nos primeiros quinze minutos e só não fomos (ainda) mais letais por manifesto azar – de memória, recordo-me do cabeceamento do Boly, da “bomba” do Soares e da confusão que se lhe seguiu, da incrível perdida do mesmo Soares (naquele que seria o seu segundo golo na partida) e no desvio do Brahimi a rasar o poste. o clube da rotunda viu-se perto da meia-hora de jogo, para uma excelente defesa de Iker Casillas (daquelas que ajudam, não só a vencer jogos, mas também a ganhar campeonatos), e já perto do final da primeira parte, por causa disto aqui e aqui – em vídeos que não deixam dúvidas sobre quem prevaricou.
a segunda parte ficou marcada pela forma gloriosamente reiterada com que o apitador veríssimo (in)tentou inclinar o campo para que o clube da rotunda conseguisse (pelo menos) o empate, em vários lances dignos de “compêndio” e para mais tarde recordar o nojo que está a ser esta #ligabranca. debalde. mesmo com a ridícula expulsão do Victorio Páez, não nos vergaram; mas, reafirmo, bem que tentaram – e as nomeações já o indiciavam.
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iii)

Óliver Torres. e é só.
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iv)

gostei muito da prestação do Boly, não tendo acusado os nervos que uma partida desta índole acarreta – e o jogo de ontem não foi excepção.
Marcano continuou a senda de um terrível Iván para os avançados contrários.
Alex Telles foi muito regular e tendo em consideração o que aconteceu na passada Quarta-feira. na minha retina estão as lágrimas que secou na camisola, enquanto se dirigia ao topo onde estávamos concentrados, para a oferecer. foram sentidas e apreciadas (também) por este que te escreve.
Danilo foi o “muro” a que já nos habituou, com um André² a recuperar a sua “velha” forma, depois de mais de um ano “lesionado”
Brahimi e Corona (este, enquanto não foi ceifado por uma besta remendada) foram autênticos quebra-cabeças para os defesas do clube da rotunda e (d)os principais municiadores de Soares.
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v)

quem teve a oportunidade de assistir à partida de ontem, no Bessa, regressou (por breves instantes) ao período de festas do Natal, tanta e tão vasta foi a “lenha” com que os caceteiros do clube da rotunda brindaram os nossos rapazes.
a todo este “pau”, houve um veríssimo que meteu nojo, tal a complacência que teve para com aqueles, em detrimento dos jogadores do FC Porto. mas esta será uma análise a aprofundar na próxima prosa, porque é para mim de todo impossível escamotear a autêntica filha-da-putice a que assisti ontem e que já se está a transformar na imagem de marca desta época.

e desengane-se quem considera que a batalha acabou no Bessa; não!, esta luta persistirá até ao final do campeonato e com muita intensidade até à nossa ida a Carnide.
a imagem que se segue é só uma parte daquela inclinação de campo:
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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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#contratudocontratodoscontraostolosecontraoraioqueospartaatodos
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disse!
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#forrobodo | #untaggable

© fotosdacurva
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#bandeira
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por motivos vários, diversos e diversificados, não pude ver o jogo.
tudo o que (não) sei é graças ao que amiúde se vai divulgando nesse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera. e ao Universo Porto de ontem, no Porto Canal (vídeo aqui). e, também e igualmente importante, aos sms de alguns de vós, que muito prezo e estimo, e que me foram dando conta da revolta que (também) grassava no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos.
e é por isso que compreendo (muito bem) as palavras do Jorge, quando considera «fundamental» que a nossa «fortaleza» o seja de facto: num Todo e numa simbiose perfeitas, numa total Comunhão entre Equipa e Público em geral. não se trata de uma divisão entre Indefectíveis (onde incluo as Claques do Clube), massa adepta, massa associativa e massa assoBiativa; trata-se, isso sim!, de percebermos que, durante os 90′, “o(s) Inimigo(s)” e o(s) foco(s) da nossa revolta / fúria / agitação / indignação / whateveryoumention são o(s) outro(s), o(s) que não enverga(m) o nosso manto sagrado. e que é um total disparate, de um inenarrável Absurdo, estarmos a criar ainda mais tensão entre os nossos. aliás, arrisco-me a afirmar que, fosse num Passado recentíssimo e tivesse estado presente “aquele” público, tão solícito e sempre pronto a manifestar o seu desagrado, e ontem não teríamos levado de vencida um Desportivo como há muito não se via…
ah!, e em relação ao Chaves: cá estarei para verificar se aquela garra, de ontem à noite, não terá sido só “fogo de vista”. no mínimo, espero iguais empenho, compromisso e arrebatamento, quando defrontarem os nossos principais rivais – #notsportemlisbon incluído.

no fundamental:
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perceber que já incomodamos e mesmo com o muito que ainda há para fazer na estabilização da Equipa – uma Equipa com muito carácter, diga-se! – leva-me a acreditar que se está num caminho correcto – sinuoso e com imensos altos e baixos, é certo, mas, mesmo assim, com o fito e com o propósito acertados (e ao invés daquele Passado recentíssimo)…

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© google | Tomo III
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#comimensador
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estou certo que, para quem foi ao estádio, este terá sido mais um momento de enorme emoção, comoção e exaltação.
e, para o “nosso” Comendador e para a restante Equipa, foi (mais) um “grito de Ipiranga“, expresso num balázio que só se aninhou nas redes de (mais) uma espécie de ma(t)rafona, dos muitos que ainda pululam no nosso comezinho futebolzinho tuga. confesso que não tenho pachorra nenhuma para aqueles e que o seu ar de desalento, como a imagem ali em cima documenta, é inversamente proporcional aos meus júbilo e regozijo – para além da vontade imensa que me ocorre, nesses momentos, de os mandar para a matrafona, da rameira, que eventualmente os terá parido e que trabalha esporadicamente, à noite, em zonas escusas (® Ana Ferreira).

no fundamental:
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«que la chupen y que la sigan chupando. y sigan mamando

d10s, Maio de 2014.

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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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#gloriosaazia
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no seguimento da citação do maior (pelo menos, para mim), as capas dos pasquins desportivos de hoje corroboram a (sentida) pirose do mamute lampião que, ontem, aos microfones dos estúdios da estação de queluz (não, obrigado. não fumo…), no #prolongamento, teve o glorioso desplante de afirmar que o Desportivo de Chaves foi «clara e objectivamente prejudicado» (!!!). se calhar não é só o Pina que precisa de ir a um oculista, tal a dificuldade deste em dar por certo que houve (pelo menos, e mais uma vez…) uma grande penalidade evidente que nos foi (novamente…) sonegada… e aquela tirada de fincar que o golo anulado ao André Silva «foi correctíssima»?… sem comentários…
para esses verdadeiros p-a-l-h-a-ç-o-s – e sem qualquer ofensa para os profissionais de tão nobre arte circense – dedico-lhes as imagens que se seguem, “com muito amor e carinho”, no seguimento do espírito da quadra que entretanto se celebra (vende?):
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© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)
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© fotosdacurva
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© Tomo III | fotosdacurva
(clicar na imagem para ampliar)
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#forrobodo
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« de uma vez para sempre tem de acabar este forrobodó! »
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seja bem-aparecido, sr. Presidente! gostei mesmo muito de o ouvir *, ontem!
esperemos que as suas palavras surtam efeito. ainda deveremos ir a tempo…

* para os “artistas” que se dedicam a bloquear vídeos (in)oportunos para os seus gloriosos interesses, informo, desde já, que possuo o original do vídeo com as declarações em causa. o único trabalho que terei é o de (voltar) a publicar aquelas…

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disse!
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#cincazeroSilva

© UEFA | getty images
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caríssim@,

“não há fome que não traga fartura”, “não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe um dia”, lá diz o PoBão.
já o Jorge gosta de citar o CR(jánãotão)Triste, optando por aquele lúdico, que lhe disseram um dia, algures em 2010: «os golos é como o ketchup: quando aparece, aparece tudo de uma vez [sic]».
já o Silva é mais prático (pragmático?): para todos os jogos em que o nosso Grande Amor está envolvido, o prognóstico habitual é o que “empresta” o título a esta prosa e que, de certa forma, até lhe confere algum brilho, algum ‘glamour‘ (ao título desta “posta de pescada”®, bem entendido – que o Silva é moço rude do campo e não liga a estas paneleirices. 😉 estou a reinar contigo, meu velho. sabes bem que já não és um moço, que essas tuas brancas não enganam. 😀 ).

hoje foram cinco golos, naquela que, para mim, foi a exibição da época até à presente data. tudo correu bem, a todos os intervenientes: Nuno não inventou e escalou o onze que se previa; considero que não houve um jogador abaixo do rendimento geral da Equipa (vulgo “patinho feio”); André Silva regressou aos golos e ao acerto na marcação das grandes penalidades (basta que o guarda-redes cumpra as leis do jogo e o juiz da partida as faça respeitar…); o público puxou pela Equipa do primeiro ao último minuto e esta correspondeu, numa simbiose e numa sintonia perfeitas (fosse sempre assim!).
é certo que marcar cedo ajudou, e muito! (quanto mais não seja, a descomprimir). mas e ao invés de um Passado recente, fomos à procura do golo seguinte, pelo que o 3-0 ao intervalo é um reflexo de uma superioridade que não merece contestação. e nem o regresso mais afoito dos ingleses, após o descando, perturbou a concentração da Equipa, a qual soube reagir da melhor forma: procurando o 4-0 – o qual viria a acontecer fruto de uma arbitragem isenta (mas já lá vamos).
de facto, fosse sempre assim e o carrossel de emoções que se está a viver, nesta época, não teria tido tantos sobressaltos…

vencemos uma partida fundamental para as aspirações da Equipa, na presente temporada e ganhámos mais uns cobres para uns cofres que se julgam depauperados e sôfregos de preciosos euros – uma partida em que só dependíamos de nós para levar de vencida este desafio. e aqui permite-me três notas:

1) os nossos detractores afirmam que o grupo que nos calhou em Sorte era «demasiado fácil». confesso que, em Teoria, este até possa ser considerado acessível. mas convém recordar que (i) nós viemos dos ‘play off’ (mesmo tendo eliminado a toda-poderosa AS Roma) e que (ii) não fomos considerados os favoritos a vencer este grupo, antes uma das equipas a poder passar à fase seguinte (a par dos campeões inglês e belga em título).
(ah! e se o Leicester jogou «desfalcado», esta noite – porventura mais preocupado com o jogo do próximo Domingo – também não é menos verdade que o København defrontou uma espécie de Brugge B…)

2) não deixa de ser curioso que esses mesmos detractores, quando defrontam adversários que já nos calharam “na rifa”, normal e mormente capitalizam resultados desportivos diferentes dos nossos, tendencial e preferencialmente negativos.
exemplos: em 2013/2014, para a Liga Europa, defrontámos um Nápoles não muito diferente do actual, sendo que vencemos a primeira mão, em nossa casa, e empatámos, em Itália, a dois golos; a última vez que defrontámos o Beşiktaş, também para aquela competição, foi na época 2010/2011, e vencemos na Turquia por 3-1 e empatámos no Dragão a uma bola; na época transacta, de muito má memória e com todas as vicissitudes a ela inerentes, ante o Dortmund, perdemos os dois jogos da eliminatória, num ‘score‘ total de 3-0 (sendo que o spórtém não fez muito melhor).

3) o resultado desta noite não teria sido possível com uma “arbitragem à portuguesa”. para começar, o segundo canto, do qual resultou o nosso primeiro golo, não teria sido assinalado (considerar-se-ia que o redes não transpôs o terreno de jogo com a bola na sua posse); o golo do Corona teria sido anulado porque se invocaria que, aquando do cruzamento do Alex Telles, a bola teria saído do terreno de jogo; no golo do Brahimi ter-se-ia marcado fora-de-jogo a este último aquando do remate de calcanhar; nem por sombras seria grande penalidade sobre André Silva; no do Diogo Jota teria sido assinalado pé alto na disputa de bola com o defesa esquerdo da formação britânica.

em suma:
foi uma grande jogatana, ante o campeão inglês em título e que, tal como uma equipa algures em 2010, igualmente campeã em título e que também jogou de encarnado no nosso reduto, foi brindado com uma manita à maneira. e, esta noite, tal como naquela, também houve uma exibição de gala e golos a rodos e para todos os gostos. os meus predilectos seguem já abaixo, e pela minha ordem de preferência, em formato gif para perpetuação futura.
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© google | Tomo III
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Madjer foi, mais uma vez, revisitado no Estádio do Dragão.
desta feita, o toque de calcanhar aonteceu pelo seu compatriota Brahimi, o qual, diga-se em abono da Verdade, fez um jogão. e que, com o aproximar de Janeiro, e da concentração da selecção argelina para a CAN, certamente que já está a deixar saudades nalguns sectores das mesmíssimas bancadas que sempre o invectivaram, em tempos não muito idos e que nada têm em comum com o seu primeiro ano entre nós. mas mesmo nada de n-a-d-a. basta dizer que actualmente este Brahimi ajuda na defesa, quando antes só o fazia com os olhinhos, e mal…

mais do que a finalização (sublime) presente na imagem acima, convido-te a (re)ver a jogada completa deste golo e a atentares nas movimentações do dito jogador, e na forma como “fez jogar” a equipa em todo aquele lance. poderás fazê-lo no vídeo aqui e/ou nas imagens gif aqui e aqui (jogada corrida) e aqui e aqui (repetições).
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© google | Tomo III
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portanto: uma finalização irrepreensível de Corona (outro mal-amado da época passada e que, na presente, está claramente transfigurado e para melhor). e “sem espinhas”. e sem deixar cair a chichinha no chão. um golo de bandeira, pois ’tá claro!
ah! e dizem que o Alex Telles não sabe cruzar… ya, ok…!

convido-te a (re)ver a jogada completa deste golão no vídeo que disponibilizo aqui e/ou nas imagens gif aqui e aqui (jogada corrida) e aqui e aqui (repetições). não tens nada que agradecer; eu sei que sou um querido!. 😉

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por último e antes de me recolher para os meus aposentos, afirmar que tudo “isto” só terá sido possível porque, no passado Sábado, um puto de 18 anos acabou com uma malapata que durava há cinco jogos, devolveu Alma, Garra e Crença à Equipa, e muita Confiança à massa adepta portista (inclusive à assoBiativa). tal não significa que já somos “os maiores da nossa rua”, antes que estamos cientes de que o valor desta Equipa não é assim tão mau quanto o pintam – e apesar dos desenhos triple marfel® do Espírito Santo.

ah! e citando o Ribas, «depois de tanta crítica e de tanto gozo, no final-de-semana, à conta de festejos efusivos por um triunfo para o campeonato, fica a certeza que festejámos tanto uma goleada hoje como outros uma derrota, ontem. curiosidades. apenas isso».

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disse!
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então, é assim:

© Tomo III
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caríssim@,

brevíssimas (por que telegráficas) not@s soltas, sobre o encontro de ontem, ante o “todo-poderoso” Club Brugge, sendo que, por imperativos “técnico-logístico-lógicos”, só tive acesso à partida, via “inácio”, a partir do golo do André Silva:

» tivesse conseguido aquela conexão mais cedo, e provavelmente aquele já poderia ter sido o segundo (ou o terceiro) da Equipa. e, assim, teríamos evitado aquela segunda parte fraquinha, paupérrima, com “futebol” desgarrado e desregrado, em que mais parecemos o Setúbal do passado Sábado do que o grande FC Porto das noites europeias [momento para suspirar de saudade]…
(também se poderia ter dado o caso inverso e que é este: tivesse eu não me conectado, de todo!, e o Preud’homme teria levado muito mais para contar, lá para a Bélgica. mas, não quero ir por aí, por esses caminhos ínvios, de “pés frios” e outros quejandos…)
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» .

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Herrera esteve noutro lado porque o 16, que até perdeu a moeda ao ar, não esteve em campo – ou pelo menos não pareceu estar. Otávio, do outro lado, idem quase aspas-aspas. Ou seja: sobraram oito homens que tiveram de fazer o trabalho de dez, com a agravante de jogarem contra uma equipa que usou as armas que tinha e que abriu o jogo pelas alas, para poder aproveitar a pouca cobertura que é natural na táctica de Nuno.
O 4-1-3-2 pode funcionar muito bem contra equipas fortes e usando as transições rápidas e as desmarcações na frente; é até muito interessante e dá-nos alguma agilidade ofensiva, mas todos têm de trabalhar. Explica-se: jogar sem extremos implica colocar o ónus de criatividade no meio-campo e obriga a que os dois avançados recuem bastante no terreno em trabalho ofensivo e que também pressionem o centro em tarefas defensivas, cansando-se ainda mais. Obriga, também, a que os laterais tenham setas “à Football Manager”, a começarem na zona recuada e a subirem até à área contrária, cansando-se muito mais. Obriga a que o médio, que até joga no centro do terreno
[o ponto G do meio-campo], procure espaços para receber a bola e a passar rapidamente poir aqueles que conseguir vislumbrar, libertando-se da pressão defensiva. E tudo isto envolve um jogo apoiado, em que cada jogador tem de fazer o seu papel. Quando dois deles não o fazem, marimbando-se, o resto da equipa desmorona-se e rebenta fisicamente; daí que as entradas de Ruben e de Corona tenham sido muito importantes, mas pecaram por tardias – porque, por aquela altura, já a equipa estava a cuspir sangue e a respirar pela boca…

[…] não sabia que iríamos ser tão pequenos a pensar no jogo. É isto que vamos ter até ao fim da época, em jogos mais complicados?
Para lá do aparente paradoxo de um jogo contra o Brugge ser um jogo complicado (sim, é Champions! Mas, até aí, há níveis de cinzento e bem visíveis), é este jogo de receber a esférico no meio-campo, ver as desmarcações dos dois avançados e enviar-lhes a ‘chichinha’ em profundidade, pelo ar ou pela relva, para bem longe dos nossos defesas, que até foram “puxados” mais para a frente, e à procura de um desequilíbrio que permita ultrapassar o adversário em lances-chave rápidos e directos?! Parece-me muito pouco francamente…
Até compreendo que a escolha de Nuno tenha tentado romper com o futebol de “posse pela posse” de Lopetegui; mas aquela, a  de Nuno, parece uma aula de Gestão de Recursos Humanos usando tudo menos os testículos. Estocadas rápidas e recuo imediato?! Estrutura defensiva com permissividade assustadora e permeabilidade constante?! Má cobertura dos espaços, distracção na saída de bola e passes falhados que a minha filha, de três anos, se soubesse, abanaria de imediato a cabeça e diria “eu faço miór, papá!”, e sem pestanejar?!
É é “nisto” em que estamos transformados?! Numa equipa que defende uma vantagem de 1-0 em que, e ao contrário do que acontecia, por exemplo, com Mourinho, a segunda parte do resultado parece estar em permanente perigo de ser alterada?!

É enervante ver tão pouco nos ombros de tanto trabalho. E é desgastante ver os jogadores a cansarem-se (notas altas para o seu esforço, que não está sequer em questão), para correrem mais do que devem, porque não perceberam o que fazer em tantas situações de jogo corrido…
Raios! Em Agosto não podia pedir muito mais, mas, em Novembro, já posso berrar e exigir bem mais do que “isto”!
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cito o Jorge, naquela que considero ser a melhor análise que já li sobre a presente temporada – e sem desprimor para os demais ‘compagnons de route‘ deste mundo da bluegosfera – tão-somente para corroborar aquela parte, da conferência de Imprensa de ontem, em que Nuno afirma que «ainda falta caminho», e bem ao contrário do Espírito Santo que, momentos antes, na frase anterior (e para ser preciso), confidenciava que «estamos mais próximos daquilo a que queremos chegar». certamente que esta última tirada foi para desanuviar o ambiente…
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» no seguimento daquele inconseguimento da Equipa, ontem, e sobretudo no decurso da segunda parte, houve momentos em que não parava de pensar: “se for assim, no próximo Domingo, estamos feitos!”. e, a cada jogada de ataque dos belgas, desfalcadíssimos como se sabe, e que, mesmo com a sua equipa C, conseguiam desbaratar a nossa defesa, aquela minha preocupação aumentava. aliás e para ser honesto: ainda não parei de pensar que, se for como ontem, poderemos passar um mau bocado… e também ainda não parei de me preocupar com este meu pensamento (uno).
(e longe de mim vá o agoiro, porque tudo o que desejo é o Sucesso.)
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» Iker voltou a ser fulcral, ao garantir(-nos) preciosos pontos e os tão necessários contos (ou euros), com uma tremenda defesa, a dez minutos do final da partida, e quando a nossa defesa tremia por todos os lados…
Casillas foi, por isso mesmo, preponderante neste desfecho feliz, tal e qual como André Silva. mas só este último é que é alvo de elogios e encómios, entre os portistas; aquele outro persiste em ser mal-visto, e denegrido, e enxovalhado, entre alguns daqueles que o deveriam defender dos detractores (injustamente, digo eu. e com muita vergonha à mistura, também)…
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» Herrera foi herrível (© Jorge). outra vez. esta época. tal e qual como em muitas outras ocasiões, ao longo das três que já leva entre nós. ‘so, what’s new?‘… mas pior, bem pior!, foram os artolas que o assobiaram indecente e incessantemente, aquando da sua substituição.
por mais desgaste emocional que o jogador mexicano nos provoque – e como provoca! que o diga o antigo sofá do Felisberto! – que diabo!, era o Capitão da nossa Equipa do coração a abandonar o terreno de jogo, e não um adversário a tentar “queimar tempo”, ou um qualquer burgesso afecto ao Carnide.
em suma: foi (mais) um momento horrífico, em pleno Estádio do Dragão (!!!) e que muito me envergonha por saber que o jogador – ou qualquer outro da nossa Equipa – não o merece: não daquela forma e quando deixou tudo o que tem (e o que sabe, mesmo que, aos nossos olhos, pareça pouco) em campo.
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» noutro diapasão e recordando-me das capas que se fizeram no ano passado, nos momentos em que aquela minha preocupação não me assalta o Espírito, questiono-me como teria sido se o Dortmund tivesse perdido, ontem… ou será que não perdeu, mesmo? é que, depois disto aqui, já nem sei…
e como seriam as capas, hoje, se tivéssemos perdido pontos? ui! que forrobodó que não seria! como vencemos (mesmo que a jogar mal), vai por aí uma azia “que nem é bom”… enfim…
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disse!
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not@s soltas sobre ontem (rotunda)

futuro© zerozero
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i) (re)encontro.
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primeiro jogo, da presente época, ao vivo e a cores, no meu teatro de sonhos azuis-e-brancos. a ansiedade crescia desde essa altura – mais precisamente aquela em que adquiri o rectângulo mágico, há quase uma semana -, tendo atingido o seu zénite ao longo do dia de ontem: nada mais interessava a não ser a chegada do momento de bazar dali rumo ao Dragão, para estar com “os meus” e para rever alguns destes, que tanto prezo e estimo. foi, portanto, com natural e incontida alegria, que pude regressar ao convívio dos caríssimos Afonso, João “el comandante“, Jorge, Nuno, Vila Pouca e, desde ontem, Filipe Ferreira.
da malta habitual (e já um ‘habitué‘), bastos faltaram à chamada, tal e qual este que vos escreve o fez nos encontros passados. mais do que uma espécie de “reciprocidade”, há que apontar o dedo a quem designou, como hora oficial de jogo, as 19h de uma Sexta-feira, depois de uma jornada de trabalho e em período de início de aulas, mas também a quem, dos nossos e com muitas responsabilidades directivas, autorizou que assim acontecesse, concedendo o respectivo aval… assim sendo, não foi de estranhar que, chegados ao teatro de sonhos, sensivelmente pelas 18h45m, o cenário fosse terrificamente desolador, com um enorme e vasto azul de plástico vazio a contrastar com as pouco mais do que cinco mil (?) almas que por lá já se encontravam. apetece escrever e afirmar peremptoriamente a quem tem a seu cargo os destinos do nosso comezinho futebolzinho, para continuarem assim, a menosprezar aqueles que efectiva e comprovadamente são o suporte da “indústria” (quando antes, esta deveria ser um espectáculo), que vão no bom caminho.
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futuro© zerozero
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ii) do encontro.
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entrámos mal. a perder. num golo “a frio”, e em mais um lance de bola parada (mesmo que ilegal, por que em fora-de-jogo, num lance parecido com aquele do morcão do maicon, em Carnide). não quebrámos, apesar do “soco no estômago”, fomos à luta, #paracimadelescar@go e, nem quinze minutos volvidos, empatávamos a partida, por intermédio do puto maravilha, numa jogada de insistência após escandaloso perdão de uma grande penalidade na área boavisteira, por puxão ao Marcano. continuámos por cima, à procura da reviravolta, encostámos às cordas o Boavista, e viríamos a saborear aquela desejada ‘remontada‘ muito perto do intervalo, para desespero de um atarantado “treinador” boliviano, pela via da conversão de um castigo máximo, novamente pelo homónimo do Silva, a castigar derrube grosseiro do gajo (henrique?) que provocatoriamente fez questão de mostrar aos associados do FC Porto, aos 4’, que tem umas proeminências idênticas ao do seu congénere, lá por Carnide.
ao intervalo conversava-se que seria necessário continuar com aquela dinâmica que nos catapultou para a reviravolta, em busca de um (ou mais do que um) golo tranquilizador e só depois e eventualmente, a acontecer, é que se deveria considerar a hipótese de “relaxar” (preferencialmente com a bola em nosso poder), a pensar no encontro da próxima Terça-feira, em Leicester. nada disso se passou, e assistimos, tod@s, a 30 minutos pavorosos de n-a-d-a, de z-e-r-o em termos de futebol jogado, e com Nuno Espírito Santo a ter numa inusitada (inata?) inacção, a acção menos desejável para esse(s) momento(s) – pelo menos, no meu entendimento. e não foram poucas as vezes que se ouviu que, «assim, em Inglaterra, vai ser do bom e do bonito!». felizmente que, depois, algo ou alguém “fez clique” e, a dez minutos do término da partida, resolveu continuar a jogar como tinha terminado a primeira parte. e foi assim que chegámos ao terceiro e até poderíamos ter feito o quarto, numa bomba de Alex Telles, não fosse o redes dos “remendados” ter-se redimido do perú que lhe oferecera minutos antes.

em suma: ainda bem que o Nuno Espírito Santo considera que «há aspectos para melhorar», porque efectiva e comprovadamente os há. e não assim tão poucos, a começar pela atitude dentro de campo, a qual, nos últimos três jogos, tem vindo a contrastar, para pior, com a evidenciada desde o início de época.
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futuro© fotos da curva | Tomo III
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iii) recontros.
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ao invés das minhas últimas “análises” e para não tornar os textos ainda mais maçudos, regressarei a pontuais destaques individuais, ao invés de particularizar cada uma delas.
assim sendo, gostei muito da actuação do Alex Telles (muito assertivo a defender, e um foguete a atacar), do Felipe (o bombeiro de serviço naquela defesa), do Óliver (em novas missões, em contra-ponto aquando da sua primeira passagem entre nós, mas com a bola a sair sempre “com olhinhos” e muito redondinha, para o colega que a vai receber) e do Otávio (aquela entrega ao jogo e aquela paixão, não enganam).
por oposição, não gostei do desempenho do Layún (sobretudo a defender e do espaço que concedeu, bastas vezes, ao pequeno bukia, valendo-lhe noutras tantas ocasiões a prontidão do Felipe), do Danilo (esteve irreconhecível, amiúde a defender com os olhinhos os adversários em quem deveria “encostar” para não progredirem no terreno de jogo), do André² (pareceu-me sempre uma barata tonta naquele meio-campo), e do Herrera (conseguiu tirar-me do sério, pouco depois de ter entrado, num lance em que, podendo progredir em direcção à área axadrezada, sem ninguém por perto para perturbar a sua acção, pára o jogo e instintivamente olha para trás à procura de alguém que não estava lá, antes já (exacto!) na cara do golo. foda-se!).

uma nota muito particular para a actuação das nossas claques:
foram inexcedíveis no apoio à Equipa desde o primeiro ao último segundo da partida, e como assim sempre deverá ser. é portanto mais do que justo o elogio de Nuno, reconhecendo que «sentir a emoção do Dragão ajuda a equipa». eu digo que não pode ser de outra forma, mas desde que do outro lado, de quem está a envergar o nosso manto sagrado, também haja a tão necessária reciprocidade, e não se envergonhe quem tem o brasão abençoado tatuado no coração. ontem, “a coisa” correu bem, mas momentos houve em que parecia que poderia descambar num filme imensamente visto ao longo da época transacta, com sabor a um amargo ‘déjà vu‘.
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futuro© zerozero
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iv) encontrão.
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Infelizmente há um padrão nos nossos jogos que não pode continuar e que está para além do que a Equipa pode controlar, e que tem a ver com os constantes erros de arbitragem sempre em prejuízo do FC Porto.
Ontem voltou a ser assim, com a equipa de arbitragem chefiada pelo “senhor” nuno almeida a enganar-se muitas vezes em prejuízo da nossa equipa (veja os lances aqui).
Estas coisas não têm a ver com jogar bem ou mal, ganhar ou perder; os lances são para apitar de acordo com as regras, jogue-se bem ou mal, ganha-se ou não. Ontem os erros acabaram por não ter influência no resultado, porque a equipa marcou três golos.
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a citação acima consta da mais recente publicação da e-letter do Clube. acredito que causará tanta mossa, junto de quem de direito, no sector da arbitragem, quanto o tutucar de uma formiga no anus de um elefante.
ou seja, no próximo encontro, em nossa casa, lá teremos que gramar com a “actuação” de um autêntico filho da puta, a pavonear-se com um apito na boca, gozando indecentemente com tod@s nós.

eu só pergunto: até quando * é que a Direcção do Clube que Amo irá permitir este estado de total silêncio cúmplice com autênticos «roubos de catedral»?!
é que eles, lá na Tribuna, também vêem o mesmo que tod@s nós, só que não reagem!

* já não pergunto, por exemplo, o que será necessário fazer para se agir, porque a Reacção parece ser o apanágio actual a um ‘modus operandi‘ que já não deixa dúvidas a ninguém: em dúvida, não se pode beneficiar o FC Porto; pela certa, prejudicar sempre o FC Porto.
“pena” é que as reacções sejam sempre a destempo, exclusivamente pela via vitual, e sempre e invariavelmente sem uma viva voz a denunciar e a condenar o que é por demais evidente.

confesso publicamente, mais do que a minha incredulidade, o meu desgaste em (in)tentar reverter este conjunto de circunstâncias, inclusive junto de quem de direito no Clube… não está (nada) fácil, bem antes pelo contrário; mas ainda não atirei a toalha ao chão! e estou muito longe de ter que “levantar a cabeça” porque ainda não perdi a “guerra”…

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disse!
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not@s soltas depois da olímpica vitória em Roma…

futuro© FC Porto | Tomo III
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caríssim@,

muito se passou, desde a última Terça-feira. 
assim sendo, as linhas que se seguem, obviamente que #notmadeinporta18, pretendem ser uma súmula do que considero ter sido mais pertinente (o que não significa mais impactante), desde então.

principio por aquela que, para mim, é a boa notícia do dia: o ingresso de Óliver Torres no nosso plantel. quem me conhece, sabe que nutro uma especial admiração e um particular carinho por este jogador, o qual me “caiu no goto” desde o início, e que sou um apreciador nato do “perfume” do seu futebol, pois considero que, dos pés dele, a chichinha sai sempre redonda e com olhinhos. assim sendo, sou dos que acha que a sua contratação se trata efectivamente de uma mais-valia para um plantel que se mostra deficitário também no meio-campo, e ao contrário do que tenho lido na bluegosfera – que já temos soluções qb no sector nevrálgico de qualquer equipa.
e foi com um particular agrado, ao qual se juntou um sorriso de orelha-a-orelha, que o ouvi afirmar que «estou muito contente e muito feliz, por voltar a uma casa que considero como minha» e que «não tinha dúvidas de que queria voltar, porque me sinto um “jogador à FC Porto” e que vai dar tudo pelo FC Porto». até se podem julgar aquelas declarações como palavras de circunstância, o que respeito e aceito (de forma relutante); mas e a ser assim (que julgo não ser), legitimamente pergunto: quem é que, nos últimos tempos, principalmente nas últimas três temporadas, ao chegar ao Clube, manifestou publicamente tanto carinho (afecto, mesmo) e uma gratidão assim – tão viva, tão genuína, tão verdadeiramente autêntica, a brotar do coração?… já sei que houve o Quaresma; mas e antes e/ou depois dele?…

da partida de Roma, já tudo foi dissecado (sobretudo e sem qualquer ordem em particular, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui), em diferentes visões mas com um único sentimento: o de uma alegria imensa por se ter almejado um feito inédito e que muitos outros consideravam como que uma causa perdida (já lá vamos). mesmo assim, quero afirmar que:

» gostei imenso do passe açucarado de Herrera para Layún marcar o nosso segundo golo, o qual me fez esquecer que o primeiro, “em antes”, dispôs de duas excelentes ocasiões para rematar (“fuzilar”) à baliza dos italianos e (ingenuamente?), em “ambas as duas”, optou pelo diabo, da filha da puta, da porra de mais uma (desnecessária)  lateralização;

» ainda hoje me pergunto se o grego do manolas ainda anda à procura dos rins, no Olímpico e/ou se já consultou um oftalmologista, depois do autêntico “nó cego” que o Corona lhe proporcionou (vídeo aqui);

» a actuação (decisiva) de Iker Casillas demonstrou à saciedade que ele ainda é (muito) válido e que ajuda a ganhar jogos, apesar da (muita) maledicência que ainda subsiste em relação às suas capacidades.
o mesmo se aplica a Felipe que, depois da infelicidade daquele auto-golo no Dragão, foi alvo de comentários que deveriam envergonhar quem os proferiu – certamente os mesmos que passados sete dias, já lhe estavam a cravar ‘selfies‘ no aeroporto, aquando da chegada da Equipa.

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mas, do que gostei mesmo, mesmo, foi de perceber que efectiva e comprovadamente se ganhou uma forte injecção de moral para a época desportiva em curso, e para as “batalhas” que se avizinham, a começar já no próximo Domingo, no embate ante os calimeros. afirmo-o com a consciência plena de que não se ganhou rigorosamente n-a-d-a com a vitória ante a AS Roma, cuja partida já pertence ao Passado. mas, da mesma forma, não me conseguirão convencer do contrário, isto é: de que seria “igual” e de que haveria uma vontade (em tudo) idêntica, se fôssemos defrontar os viscondes falidos depois de uma derrota no bucho, para a Champions e com tudo o que tal poderia significar (mormente na questão financeira, a qual, na minha perspectiva, condiciona(rá) todo o Futuro da presente época).

em suma:
felizmente para tod@s nós que tudo correu pelo melhor, excepto para o Victorio Páez, que vai estar dois meses no estaleiro, depois de ter sido vítíma de uma “entrada assassina” (vídeo aqui)*
felizmente que a outra, que também aconteceu na partida em causa (vídeo aqui), da autoria de um caceteiro que merecia e no meu entimento, um forte e severo castigo por parte da UEFA (porque aquela “roçou” o anti-desportivismo puro, numa agressão bárbara), não trouxe consequências de maior para o nosso Tecatito. e, isso sim, é que foi «nojento»; e a dobrar.

* a lesão do Victorio pôs a nu uma evidência, e que há muito também está identificada pela massa adepta do Clube: a de que também há fortes lacunas nas laterais da nossa defesa. mas, como o mercado de transferências ainda está em aberto e certamente que o plantel não está “fechado”, aguardarei pelos desenvolvimentos que certamente ocorrerão até 02 de Setembro para me pronunciar sobre o grupo de trabalho que Nuno Espírito Santo terá à sua disposição.
até esse momento, considero prematura toda e qualquer consideração que possa tecer, porquanto que será sempre “incompleta”.
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futuro© Colectivo’95
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mais uma vez, quero elogiar o comportamento das nossas claques, em mais uma demonstração de um indefectível portismo.
tal como o afirmei a seu tempo e no momento próprio, conseguiram emudecer perto de quarenta mil ‘tiffosi giallorossi’ e fizeram com que os nossos heróis se sentissem em casa, desde o primeiro minuto de uma partida que (ainda hoje, adjectivo de) épica. e repito-o porque e ao contrário do que muitos outros afirmam, fizeram-no sem o artifício ilusório e artificial de microfones estrategicamente colocados pelos órgãos de comunicação social tugas que cobrem as transmissões das partidas em causa.
felizmente que as nossas claques não necessitam desses subterfúgios e desses expedientes, tão característicos lá para os lados dos ilegais da Segunda Circular; tudo o que se ouve na tv, quando os Super e o Colectivo são chamados a intervir, provém da sua força interior e das gargantas dos muitos que os apoiam.
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futuro© google | Tomo III
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mais do que a (nova) “indirecta” que a e-letter do Clube dedica a Miguel Sousa Tavares, ou do que o “substrato” da imagem acima transmite – ou seja e com todas as letras: a consciente e premeditada troca de resultados, sempre que a dura Realidade troca a volta aos desejos de alguns sabujos, que gravitam no jornalixo e nos me(r)dia tugas – quero voltar, por breves momentos, à questão do «imbecil»: depois do que desejou aos microfones da estação de Carnachique (vídeo aqui), como verdadeiro cara-de-pau que é, teve o desplante de escrever este vómito aqui, aludindo à «hipocrisia» que “gloriosamente” reina entre os adeptos do nosso comezinho futebolzinho. até aqui, nada demais… dá-se é esse facto curioso de aquele «imbecil» ser “mais adepto” do que qualquer um de nós.
numa rápida pesquisa, constata-se que a abécula desempenha um cargo nos órgãos sociais da agremiação de Carnide: é vice-presidente com o pelouro das Relações Institucionais, «representando o 5lb junto das Associações, Clubes, Federações, Ligas e Instituições Políticas». e é tão-somente por esse facto que, na minha opinião, ele não pode afirmar que «não posso dizer o que dizem os adeptos dos outros clubes», e sobretudo como dizem esses adeptos. não!, a abécula não pode comportar-se como um qualquer adepto principalmente porque o protocolo do cargo que ocupa assim o exige. mas como ele não passa de um «imbecil», não o consegue descortinar por ele próprio e consegue comportar-se pior do que um qualquer membro dos grupos ilegais afectos à agremiação em causa, quando nos visita e/ou quando nos recebe lá no “antro”…
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futuro© UEFA | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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» grupo teoricamente acessível para nós;

» Guardiola regressa a Barcelona;

» grupo C quase, quase uma espécie de “grupo da morte”;

» lampiões vão ter a oportunidade de (com)provar como «é fácil» defrontar o Nápoles, o Kyiv e o Beşiktaş;

» calimeros têm a possibilidade de fazer mais receita do que os outros tugas envolvidos juntos (não sei se me faço entender…).


por último, uma aviso para os “ferrazes” que persistem em visitar este espaço:
compromissos que tenho que cumprir, este final-de-semana, para manter a minha palavra dada e a minha honra, impedir-me-ão de tecer quaisquer not@s soltas a propósito do embate ante os calimeros.
essas, a acontecer, terão lugar na próxima Segunda-feira, dia 29 de Agosto.

até lá, os meus votos de que consigamos levar de vencida essa árdua tarefa.
e de que sejas muito feliz, também!. 😀

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disse!
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