desconsolo.

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nota introdutória:

esta “posta de pescada”® vai ser para o compridota. ou seja e como não poderia deixar de o ser, honrará com os pergaminhos e com aquela que é a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensiva e sensivelmente looongos, as bastas (© Silva) hiperligações e as diversas imagens, que não só para memória futura mas também.
e, claro está!, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
e porque esta já vem um pouco em atraso, que ontem não me apeteceu escrever, como consequência de tal acto surge no efectivo conseguimento destas outras aqui e aqui (do caríssimo Silva) e desta aqui (do caríssimo Vila Pouca), cuja leitura se recomenda (e muito).
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sinteticamente, sobre o jogo de Domingo, e sem quaisquer “paninhos quentes”, que os meninos são jobens, sim senhor, mas já têm idade e arcaboiço suficientes para levar uns calduços à maneira:
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» perdemos o jogo* por pura incompetência nossa, ponto final, parágrafo.
de nada nos adianta estarmos a clamar por (mais) três penáltes sonegados e mesmo que com a razão unânime dos ex-apitadores tugas (aqui) – sendo que, confesso, só vejo “matéria de facto” no atropelamento ao Brahimi; os outros, que existiram, são (efectivamente) «de televisão». tínhamos mais é que marcar golos em número superior aos dos meninos do Sado. só que, o que nos foi permitido verificar, sobretudo aquando do regresso das cabines, foi um amorfo reinício de jogo e a verdadeira antítese do que o público no Dragão exigia (e lhes deveria ter sido concedido pela Equipa) – pois que o que se pedia, no mínimo, era partir para cima daqueles, sem dó nem piedade, na procura incessante do segundo e, se possível, do terceiro (e do quarto) golos.
e o vergonhoso anti-jogo (aqui), que também é denunciado pela e-letter do Clube, já deveria ter sido antecipado na preparação do mesmo – porque, mesmo que o Dragão seja uma «fortaleza», é certo sabido que, quem nos defronta, vem (no mínimo) com um “autocarro de dois andares” e com a artimanha do anti-jogo grosseiro desde o primeiro segundo. e tal é independente da cor das camisolas, porquanto que até o 5lb o fez, esta época.
(* perdemos, sim senhor, porque o empate, em si mesmo, teve o mesmíssimo travo amargo a uma derrota copiosa.)

» também eu não compreendi o porquê de uma mudança no figurino táctico, para o Campeonato, depois de uma série de (pelo menos) quatro exibições muito convincentes – tondela, clube da rotunda, Nacional e arouca -, onde se marcaram 16 (dezasseis) golos e não se sofreu um único (!). o regresso do duplo-pivôt, aquele “chuveirinho” final, com o ‘plus‘ do reaparecimento do “pinheiro” Depoitre, intranquilizaram-me. e muito!
depois de um exigente jogo, na passada Terça-feira, sobretudo em termos físicos, onde se jogou mais de 60’ minutos em inferioridade numérica, não percebi por que razão se sujeitaram o Danilo e o Óliver a trabalhos forçados, num meio-campo sempre, mas invariavelmente sempre em inferioridade numérica, ante os sabujos do Sado. assim como não entendi a titularidade de Corona que, apesar do golão que marcou e do toque maldoso que sofreu, a meio-campo, logo nos instantes iniciais da partida, nunca me pareceu “fresco” para os requisitos que este jogo impunham.
mas, “isto” sou eu, que não pesco nada de futebol ao mais alto níBel; o Nuno é que é o treinador e deveria ser ele a explicar as razões por detrás das suas escolhas – quanto mais não seja para sossego dos quase cinquenta mil adeptos que se deslocaram ao Dragão (muito) confiantes e que de lá saíram com um melão maior do que as orelhas do Dumbo de Carnide, a par das do Guedes (que entretanto está em Paris, por #quinzemilhoesvezesdois). como não o fez e deu a impressão de estar à espera de uma qualquer intervenção do Espírito Santo, mormente nos instantes finais da partida, “contentei-me” com o que foi aventado no ‘pós-match’, no Porto Canal, sobretudo pelo Rui Cerqueira…

» o que mais me custa, do empate de Domingo e para lá de algum “esvaziamento” do ânimo da massa adepta portista, é saber e ter a nítida percepção daquele que, na minha opinião, é o principal factor que o mesmo encerra: o termos concedido “gasolina” ao nosso próximo adversário – uma inesperada “gasolina” (aqui), depois do empate que obtiveram em Paços de Ferreira.
um exemplo paradigmático, mas elucidativo: se, a partir das 22h30m de Sábado, reinou um basto silêncio fúnebre em todos os me(r)dia da tugalândia – com sorrisos amarelos e «gloriosas» desconfianças no Futuro (mesmo no mais próximo) – desde Domingo, sensivelmente pelas 20h30m, renasceu-lhes a Esperança e, com ela, regressaram os sorrisos rasgados, e os alarves considerandos às nossas incapacidades (que as temos), e as omissões às arbitragens (que no dia anterior eram pior do que «vergonhosas»), e as cínicas referências à nossa inaptidão que já (per)dura há 445 dias (‘and still counting‘…).
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(clicar na imagem para ampliar)
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o escrito acima é da autoria do “intestino” (do) Delgado, (mais) um sabujo avençado, a soldo de uma «gloriosa» causa, desta feita no pravda da Travessa da Queimada.
aquele n-o-j-o, repleto de muito cinismo e basta hipocrisia, data de Dezembro de 2016, logo após a derrota do 5lb na Pérola do Atlântico, ante o marít’mo, e vem em complemento ao que entretanto o caríssimo Vila Pouca já denunciou:
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« […] estes e outros vendilhões do templo que andam por aí, estão muito preocupados e enchem a boca com o facto do Futebol Português perder representatividade nas provas da UEFA, e apontam vários problemas.
mas, por que não aproveitaram e «carregaram» sobre o vergonhoso anti-jogo dos setubalenses, e condenaram veementemente o comportamento anti-desportivo da equipa de José Couceiro? Seria pedir muito, sobre isso? Talvez…
mas, a verdade é que, sobre o que aconteceu no Dragão, nada!, zero!, nicles!, «bola!». e porquê? porque deu um jeitaço ao 5lb e isso sobrepõe-se a tudo o resto
. »
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também convém reavivar a memória, inclusive a alguns “iluminados” que por aqui persistem gravitar. é que, àquela derrota e às palavras duras do sonsoo marít’mo parou-nos de várias formas, umas melhores outras piores. deixo essa análise para os comentadores. eu quero é focar-me na minha equipa.»] e do ilusãofomos parados de várias maneiras. mas vamos lutar pelo tetra até à última gota de suor. não quero falar do árbitro, mas fomos parados de várias maneiras.»], acerca da arbitragem de vasco santos, o Conselho de Arbitragem da FPF, liderado pelo salmonelas (© Silva) do fontelas gomes, em menos de 48h, veio logo a terreiro defender a sua “dama”, enviando uma carta a pugnar para que que treinadores e jogadores contribuam para o aumento do tempo útil de jogo. eis alguns excertos daquela:
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« esta temporada, temos detectado, com muita preocupação, o aumento do número de paragens de jogo e a crescente duração das mesmas. o Conselho de Arbitragem da FPF quer combater o antijogo, porque entende ser uma atitude que viola o espírito do jogo e de respeito pelo espectador.
vem, deste modo o CA/FPF alertar para este problema, comunicar as instruções dadas aos árbitros, mas, mais do que isso, solicitar que todos os actores se empenhem em transformar positivamente o espectáculo.

[das referidas recomendações aos árbitros] apela-se à sensatez e à coragem na atribuição dos tempos de compensação, mesmo que tal implique durações “anormais”.
foi recordado aos árbitros que, sempre que se deparem com uma situação de reiterada conduta para gastar tempo, devem ser interventivos, avisando publicamente e agindo disciplinarmente se necessário
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portanto e tendo bem presentes as palavras de Bernardino Barros, para os avençados afectos ao 5lb – e que, neste entretanto, já puxaram da cassete e da propaganda goëbbelianas, e começaram a massacrar-nos os ouvidos com as “piscinas” do André Silva e com o «exagero» dos dois tempos de descontos [5′ na primeira parte, 7′ na segunda] – sendo curto, grosso, preciso, conciso e descendo ao nível daqueles:

fodei-vos, pá!, mais à vossa azia!
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por último e não menos importante:

quem «exige Respeito» tem que se dar ao respeito, o que não é o caso do 5lb. de todo e como se comprova aqui, aqui e aqui, por exemplo.

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disse!
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escreve tu (que ainda estou chateado).

© google
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#escrevetuquehojeestoufodidocomumCbemmaiusculo (demuitoChateado).

parte I

de regresso a José Maria Pedroto.

« a Experiência diz-me que, entre equipas do mesmo nível, não é fácil recuperar de uma desvantagem. mas, atingida essa situação, não tenho qualquer dúvida de que é muito mais difícil dar o passo necessário para se alcançar a liderança. e, aqui chegados, define-se a Qualidade da Equipa, a sua capacidade de decisão: ou se arranca definitivamente para a vitória ou se demonstra insegurança e indecisão, acabando-se, muitas vezes, por se fortalecer o adversário fragilizado. »

estas palavras, proferidas, em 1979, por José Maria Pedroto, em conversa com Georges Seidler – editor do jornal francês ‘L’Équipe’ – ganharam um significado pungente, terminado o jogo contra o Vitória Futebol Clube.
com a partida controlada, o FC Porto foi incapaz de cimentar a vantagem, entrando num jogo lento, de passe e repasse, o que permitiu aos vitorianos respirar com maior fulgor, arriscar no ataque e chegar ao empate, num lance de belo recorte técnico.
podem queixar-se os portistas de azar, das bolas nos ferros, do “autocarro colocado à frente da baliza” do Vitória, do anti-jogo, ou das defesas do guarda-redes: na minha opinião, estamos perante elementos do próprio jogo cuja maior ou menor eficácia, depende sempre da qualidade de quem assume o domínio da partida.
a pergunta que se coloca, agora, aos adeptos azuis-e-brancos é a de saber se a Equipa disporá dos níveis de inteligência emocional necessários para vencer na Luz – tarefa que exige muito do seu líder
[Nuno Espírito Santo], que terá que ser muito competente para erradicar o sentimento de frustração, que entretanto se apossou dos jogadores ao seu comando, e reforçar os objectivos do grupo.

estará Nuno Espírito Santo à altura deste desafio?
não tenho, neste momento, a resposta. no entanto, não deixo de sublinhar o seguinte: ontem, Nuno Espírito Santo falou em «frustração», «decepção» e «tristeza»; há quase 40 anos (em Setembro de 1979), depois de derrotado pelo Estoril, por duas bolas a zero, José Maria Pedroto afirmava: «Nunca mais perderemos um jogo assim!». E não perdeu, sagrando-se campeão nacional nessa mesma época.

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Alcino Pedrosa | Março de 2017.
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© Filipe Ferreira
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#escrevetuquehojeestoufodidocomumCbemmaiusculo (demuitoChateado).

parte II

daquele miserável início de segunda parte.

vá-se lá entender este FC Porto! marcou o golo quase a terminar a primeira parte e, quando se esperava que iniciasse a segunda à procura de mais um tento, para “matar o desafio”, resolveu ficar à espera (mas de quê?!) no seu meio campo e com o velho pecado de trocar a bola para trás e para o lado. tanto trocou que se lixou (com F)!

é verdade que, nos primeiros 45 minutos, a Equipa teve variadíssimas oportunidades de golo e que os de Setúbal trouxeram o “deus das balizas”, que trabalhou que se fartou (pelo menos duas vezes). e também trouxeram uma espécie de guarda-redes (julgo que emprestado pelo 5lb) que, de cada vez que tocava na bola, “lesionava-se” e ficava deitado, no chão, a pedir assistência. fê-lo pelo menos quatro vezes, as três primeiras no decorrer dos 30′ iniciais da partida. aliás: o anti-jogo do Vitória foi do mais nojento que vi nos mais de 60 anos que levo a ver Futebol. até chegaram a cair aos pares, e em pontos diferentes do campo!

falta, contudo, qualquer coisa a este FC Porto que, hoje, Domingo, nos deu um profundo desgosto e que, por inerência do empate, conferiu um inusitado alento a um 5lb que já andava moribundo e sem convicção.
e a pergunta é: saberá Nuno ir ganhar à Luz
?
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Jorge Massada | Março de 2017.
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© Bruno Sousa | 92º minuto
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#escrevetuquehojeestoufodidocomumCbemmaiusculo (demuitoChateado).

parte III

as 5 conclusões que importa retirar da 26ª jornada (ante o Vitória FC).

1.
o FC Porto empatou a uma bola, com o Setúbal, em casa, e falhou a primeira tentativa para chegar ao primeiro lugar. na próxima jornada e por mérito próprio, haverá nova oportunidade.
a equipa que ontem empatou foi a mesma que foi capaz de somar nove vitórias consecutivas no campeonato e que permanece imbatível há 23 jogos – para além de ter o ataque mais concretizador e a defesa menos batida da prova.

2.
ontem, o que sobrou em vontade, faltou em lucidez.
na primeira parte, o FC Porto fez mais do que o suficiente para selar, desde logo, a vitória; mas, alguma ansiedade, misturada com algum azar, impediram a concretização de inúmeras e flagrantes oportunidades de golo.
na segunda parte e depois do golo do empate, a equipa foi traída pela vontade de resolver tudo depressa e de chegar rapidamente ao segundo golo – o que acabou por toldar um pouco o discernimento dos jogadores, impedindo a construção de mais e de melhores ataques, e a concretização das oportunidades de que dispôs, e em menor número do que na primeira parte.

3.
no fundo, ontem assistimos às chamadas “dores de crescimento”.
a equipa é jovem, tem crescido a olhos vistos e tem sedimentado esse crescimento; mas, ontem, pagou o preço dessa Juventude e também de alguma falta de maturidade. a pressão do jogo de ontem não tolheu a equipa, mas toldou-lhe um pouco o raciocínio. para complicar ainda mais, alguns jogadores acusaram o esforço da partida a meio da semana, e não jogou no sistema em que, para mim, se sente mais confortável. quem veio do banco
[Diogo Jota, Otávio e Depoitre] também não foi capaz de alterar o rumo do jogo.

4.
cada um usa as armas que tem ao seu dispor, mas e na minha opinião, o anti-jogo é a “arma” dos mais fracos e revela uma mentalidade perdedora – não só de quem a usa mas sobretudo de quem o permite.
O Futebol Português tem vindo a perder competitividade internacional muito por culpa dessa mentalidade tacanha. é que ela não se deve só à menor competitividade dos (chamados) “clubes grandes”; ela deve-se, acima de tudo, ao total desaparecimento das “equipas médias” – que ou ficam à porta, ou saem pela do cavalo.

não basta compensar o anti-jogo com o tempo de desconto porque não é a mesma coisa. os dois tempos de desconto que ontem foram dados foram justos [5′ na primeira parte, 7′ na segunda] mas não chegaram para compensar as paragens constantes na partida e que quebraram os ritmos de jogo, e o transformam numa arte circense.
não pode ser permitido que um jogador comece a fazer anti-jogo logo aos 5 minutos, que aos 10 já esteja a simular a primeira lesão, aos 20 a segunda e por aí fora… a equipa médica do Setúbal entrou perto de dez vezes em campo! pergunto: é razoável? deve ser permitido? eu acho que não!

5.
n
os comentários que fiz no fim do jogo, aos microfones do Porto Canal, referi que ficaram por marcar dois penaltis a favor do FC Porto.
Afinal e depois de ver as imagens do jogo, verifico que ficaram por assinalar não um, não dois, mas três penaltis contra o Vitória de Setúbal – o que já é “habitual” antes das deslocações à Luz.
é a verdade desportiva a que temos direito!

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José Fernando Rio | Março de 2017.
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caríssim@,

que não se infira qualquer crítica desestabilizadora à Equipa, no seu todo, porque negativa e tremendamente injusta e nada assertiva, com a citação dos três textos acima, antes pelo contrário. não há nada de mais naqueles, a não ser esse tremendo desgosto que nos assola e o explanar de algumas dúvidas, as quais (ainda) considero pertinentes 24 horas depois – e com os devidos destaques, que são exclusivamente da minha autoria.

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disse!
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not@s soltas do Bessa…

© Tomo III
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nota introdutória:
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esta “posta de pescada”® é a primeira de duas, as quais vão continuar a honrar os pergaminhos e a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensivamente looongos e as bastas (© Silva) hiperligações. aguente-se à(s) bomboKa(s) quem vier por Bem, portanto.
e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
neste entretanto, faço votos para que o ‘lifting‘ que sofreu este espaço de discussão pública também seja do teu agrado.
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not@s soltas do derby da ImBicta:
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i)

a última vez que tinha ido ao Bessa fora em Fevereiro de 1996. vinte e um anos depois, invadiu-me um misto de sentimentos nostálgicos, daqueles tempos pueris e adolescentes, em que um bando de Amigos seguia o FC Porto (literalmente) para todo o lado, mormente dentro do distrito da cidade que lhe confere o nome, que não havia “tempo” ($) para mais.
foi, portanto, uma grande alegria regressar a um local onde, naquela altura, confrontos houve que foram bem “quentinhos” e não só dentro do terreno de jogo. indubitavelmente outros tempos e que dificilmente regressarão com aquela “envolvência”.
porém e para quem conheceu o antigo Estádio do Bessa, aquela alegria desapareceu assim que entrei numa espécie de estádio que julgava do séc. XXI: em todos os corredores de acesso às bancadas, não falhava o cheiro a merd@ de pássaro, assim como a dita cuja. em suma: já vi pombais bem mais limpos e efectiva e comprovadamente não há como a nossa casa – a mais bonita, mais arejada e mais funcional de todos os estádios que foram construídos para o Euro2004.

abro aqui um parêntesis muito pertinente para e mais uma vez, parabenizar os adeptos portistas que têm acompanhado a Equipa do nosso coração, na figura das claques do Clube, Colectivo95 e SuperDragões:
ontem, tal como ao longo de toda esta época, fomos o primeiro jogador e para citar o mestre Pedroto. demos show do início ao fim, não deixando, nunca!, esmorecer o ânimo, mesmo com a «surreal» roubalheira do vermelhíssimo veríssimo (já lá vamos) e tornando o “pombal”, por 90′, na nossa fortaleza.
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ii)

do jogo em si, houve duas partes distintas as quais não podem ser analisadas sem se referir a figura do apitador tuga de serviço e ao serviço desse «glorioso» desígnio nacional: o tretacampeonato do 5lb.
na primeira, dominámos, fomos terrificamente eficazes nos primeiros quinze minutos e só não fomos (ainda) mais letais por manifesto azar – de memória, recordo-me do cabeceamento do Boly, da “bomba” do Soares e da confusão que se lhe seguiu, da incrível perdida do mesmo Soares (naquele que seria o seu segundo golo na partida) e no desvio do Brahimi a rasar o poste. o clube da rotunda viu-se perto da meia-hora de jogo, para uma excelente defesa de Iker Casillas (daquelas que ajudam, não só a vencer jogos, mas também a ganhar campeonatos), e já perto do final da primeira parte, por causa disto aqui e aqui – em vídeos que não deixam dúvidas sobre quem prevaricou.
a segunda parte ficou marcada pela forma gloriosamente reiterada com que o apitador veríssimo (in)tentou inclinar o campo para que o clube da rotunda conseguisse (pelo menos) o empate, em vários lances dignos de “compêndio” e para mais tarde recordar o nojo que está a ser esta #ligabranca. debalde. mesmo com a ridícula expulsão do Victorio Páez, não nos vergaram; mas, reafirmo, bem que tentaram – e as nomeações já o indiciavam.
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iii)

Óliver Torres. e é só.
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iv)

gostei muito da prestação do Boly, não tendo acusado os nervos que uma partida desta índole acarreta – e o jogo de ontem não foi excepção.
Marcano continuou a senda de um terrível Iván para os avançados contrários.
Alex Telles foi muito regular e tendo em consideração o que aconteceu na passada Quarta-feira. na minha retina estão as lágrimas que secou na camisola, enquanto se dirigia ao topo onde estávamos concentrados, para a oferecer. foram sentidas e apreciadas (também) por este que te escreve.
Danilo foi o “muro” a que já nos habituou, com um André² a recuperar a sua “velha” forma, depois de mais de um ano “lesionado”
Brahimi e Corona (este, enquanto não foi ceifado por uma besta remendada) foram autênticos quebra-cabeças para os defesas do clube da rotunda e (d)os principais municiadores de Soares.
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v)

quem teve a oportunidade de assistir à partida de ontem, no Bessa, regressou (por breves instantes) ao período de festas do Natal, tanta e tão vasta foi a “lenha” com que os caceteiros do clube da rotunda brindaram os nossos rapazes.
a todo este “pau”, houve um veríssimo que meteu nojo, tal a complacência que teve para com aqueles, em detrimento dos jogadores do FC Porto. mas esta será uma análise a aprofundar na próxima prosa, porque é para mim de todo impossível escamotear a autêntica filha-da-putice a que assisti ontem e que já se está a transformar na imagem de marca desta época.

e desengane-se quem considera que a batalha acabou no Bessa; não!, esta luta persistirá até ao final do campeonato e com muita intensidade até à nossa ida a Carnide.
a imagem que se segue é só uma parte daquela inclinação de campo:
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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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#contratudocontratodoscontraostolosecontraoraioqueospartaatodos
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disse!
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#forrobodo | #untaggable

© fotosdacurva
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#bandeira
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por motivos vários, diversos e diversificados, não pude ver o jogo.
tudo o que (não) sei é graças ao que amiúde se vai divulgando nesse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera. e ao Universo Porto de ontem, no Porto Canal (vídeo aqui). e, também e igualmente importante, aos sms de alguns de vós, que muito prezo e estimo, e que me foram dando conta da revolta que (também) grassava no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos.
e é por isso que compreendo (muito bem) as palavras do Jorge, quando considera «fundamental» que a nossa «fortaleza» o seja de facto: num Todo e numa simbiose perfeitas, numa total Comunhão entre Equipa e Público em geral. não se trata de uma divisão entre Indefectíveis (onde incluo as Claques do Clube), massa adepta, massa associativa e massa assoBiativa; trata-se, isso sim!, de percebermos que, durante os 90′, “o(s) Inimigo(s)” e o(s) foco(s) da nossa revolta / fúria / agitação / indignação / whateveryoumention são o(s) outro(s), o(s) que não enverga(m) o nosso manto sagrado. e que é um total disparate, de um inenarrável Absurdo, estarmos a criar ainda mais tensão entre os nossos. aliás, arrisco-me a afirmar que, fosse num Passado recentíssimo e tivesse estado presente “aquele” público, tão solícito e sempre pronto a manifestar o seu desagrado, e ontem não teríamos levado de vencida um Desportivo como há muito não se via…
ah!, e em relação ao Chaves: cá estarei para verificar se aquela garra, de ontem à noite, não terá sido só “fogo de vista”. no mínimo, espero iguais empenho, compromisso e arrebatamento, quando defrontarem os nossos principais rivais – #notsportemlisbon incluído.

no fundamental:
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perceber que já incomodamos e mesmo com o muito que ainda há para fazer na estabilização da Equipa – uma Equipa com muito carácter, diga-se! – leva-me a acreditar que se está num caminho correcto – sinuoso e com imensos altos e baixos, é certo, mas, mesmo assim, com o fito e com o propósito acertados (e ao invés daquele Passado recentíssimo)…

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© google | Tomo III
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#comimensador
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estou certo que, para quem foi ao estádio, este terá sido mais um momento de enorme emoção, comoção e exaltação.
e, para o “nosso” Comendador e para a restante Equipa, foi (mais) um “grito de Ipiranga“, expresso num balázio que só se aninhou nas redes de (mais) uma espécie de ma(t)rafona, dos muitos que ainda pululam no nosso comezinho futebolzinho tuga. confesso que não tenho pachorra nenhuma para aqueles e que o seu ar de desalento, como a imagem ali em cima documenta, é inversamente proporcional aos meus júbilo e regozijo – para além da vontade imensa que me ocorre, nesses momentos, de os mandar para a matrafona, da rameira, que eventualmente os terá parido e que trabalha esporadicamente, à noite, em zonas escusas (® Ana Ferreira).

no fundamental:
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«que la chupen y que la sigan chupando. y sigan mamando

d10s, Maio de 2014.

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© google | Tomo III
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#gloriosaazia
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no seguimento da citação do maior (pelo menos, para mim), as capas dos pasquins desportivos de hoje corroboram a (sentida) pirose do mamute lampião que, ontem, aos microfones dos estúdios da estação de queluz (não, obrigado. não fumo…), no #prolongamento, teve o glorioso desplante de afirmar que o Desportivo de Chaves foi «clara e objectivamente prejudicado» (!!!). se calhar não é só o Pina que precisa de ir a um oculista, tal a dificuldade deste em dar por certo que houve (pelo menos, e mais uma vez…) uma grande penalidade evidente que nos foi (novamente…) sonegada… e aquela tirada de fincar que o golo anulado ao André Silva «foi correctíssima»?… sem comentários…
para esses verdadeiros p-a-l-h-a-ç-o-s – e sem qualquer ofensa para os profissionais de tão nobre arte circense – dedico-lhes as imagens que se seguem, “com muito amor e carinho”, no seguimento do espírito da quadra que entretanto se celebra (vende?):
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© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)
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© fotosdacurva
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© Tomo III | fotosdacurva
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#forrobodo
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« de uma vez para sempre tem de acabar este forrobodó! »
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seja bem-aparecido, sr. Presidente! gostei mesmo muito de o ouvir *, ontem!
esperemos que as suas palavras surtam efeito. ainda deveremos ir a tempo…

* para os “artistas” que se dedicam a bloquear vídeos (in)oportunos para os seus gloriosos interesses, informo, desde já, que possuo o original do vídeo com as declarações em causa. o único trabalho que terei é o de (voltar) a publicar aquelas…

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disse!
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#cincazeroSilva

© UEFA | getty images
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caríssim@,

“não há fome que não traga fartura”, “não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe um dia”, lá diz o PoBão.
já o Jorge gosta de citar o CR(jánãotão)Triste, optando por aquele lúdico, que lhe disseram um dia, algures em 2010: «os golos é como o ketchup: quando aparece, aparece tudo de uma vez [sic]».
já o Silva é mais prático (pragmático?): para todos os jogos em que o nosso Grande Amor está envolvido, o prognóstico habitual é o que “empresta” o título a esta prosa e que, de certa forma, até lhe confere algum brilho, algum ‘glamour‘ (ao título desta “posta de pescada”®, bem entendido – que o Silva é moço rude do campo e não liga a estas paneleirices. 😉 estou a reinar contigo, meu velho. sabes bem que já não és um moço, que essas tuas brancas não enganam. 😀 ).

hoje foram cinco golos, naquela que, para mim, foi a exibição da época até à presente data. tudo correu bem, a todos os intervenientes: Nuno não inventou e escalou o onze que se previa; considero que não houve um jogador abaixo do rendimento geral da Equipa (vulgo “patinho feio”); André Silva regressou aos golos e ao acerto na marcação das grandes penalidades (basta que o guarda-redes cumpra as leis do jogo e o juiz da partida as faça respeitar…); o público puxou pela Equipa do primeiro ao último minuto e esta correspondeu, numa simbiose e numa sintonia perfeitas (fosse sempre assim!).
é certo que marcar cedo ajudou, e muito! (quanto mais não seja, a descomprimir). mas e ao invés de um Passado recente, fomos à procura do golo seguinte, pelo que o 3-0 ao intervalo é um reflexo de uma superioridade que não merece contestação. e nem o regresso mais afoito dos ingleses, após o descando, perturbou a concentração da Equipa, a qual soube reagir da melhor forma: procurando o 4-0 – o qual viria a acontecer fruto de uma arbitragem isenta (mas já lá vamos).
de facto, fosse sempre assim e o carrossel de emoções que se está a viver, nesta época, não teria tido tantos sobressaltos…

vencemos uma partida fundamental para as aspirações da Equipa, na presente temporada e ganhámos mais uns cobres para uns cofres que se julgam depauperados e sôfregos de preciosos euros – uma partida em que só dependíamos de nós para levar de vencida este desafio. e aqui permite-me três notas:

1) os nossos detractores afirmam que o grupo que nos calhou em Sorte era «demasiado fácil». confesso que, em Teoria, este até possa ser considerado acessível. mas convém recordar que (i) nós viemos dos ‘play off’ (mesmo tendo eliminado a toda-poderosa AS Roma) e que (ii) não fomos considerados os favoritos a vencer este grupo, antes uma das equipas a poder passar à fase seguinte (a par dos campeões inglês e belga em título).
(ah! e se o Leicester jogou «desfalcado», esta noite – porventura mais preocupado com o jogo do próximo Domingo – também não é menos verdade que o København defrontou uma espécie de Brugge B…)

2) não deixa de ser curioso que esses mesmos detractores, quando defrontam adversários que já nos calharam “na rifa”, normal e mormente capitalizam resultados desportivos diferentes dos nossos, tendencial e preferencialmente negativos.
exemplos: em 2013/2014, para a Liga Europa, defrontámos um Nápoles não muito diferente do actual, sendo que vencemos a primeira mão, em nossa casa, e empatámos, em Itália, a dois golos; a última vez que defrontámos o Beşiktaş, também para aquela competição, foi na época 2010/2011, e vencemos na Turquia por 3-1 e empatámos no Dragão a uma bola; na época transacta, de muito má memória e com todas as vicissitudes a ela inerentes, ante o Dortmund, perdemos os dois jogos da eliminatória, num ‘score‘ total de 3-0 (sendo que o spórtém não fez muito melhor).

3) o resultado desta noite não teria sido possível com uma “arbitragem à portuguesa”. para começar, o segundo canto, do qual resultou o nosso primeiro golo, não teria sido assinalado (considerar-se-ia que o redes não transpôs o terreno de jogo com a bola na sua posse); o golo do Corona teria sido anulado porque se invocaria que, aquando do cruzamento do Alex Telles, a bola teria saído do terreno de jogo; no golo do Brahimi ter-se-ia marcado fora-de-jogo a este último aquando do remate de calcanhar; nem por sombras seria grande penalidade sobre André Silva; no do Diogo Jota teria sido assinalado pé alto na disputa de bola com o defesa esquerdo da formação britânica.

em suma:
foi uma grande jogatana, ante o campeão inglês em título e que, tal como uma equipa algures em 2010, igualmente campeã em título e que também jogou de encarnado no nosso reduto, foi brindado com uma manita à maneira. e, esta noite, tal como naquela, também houve uma exibição de gala e golos a rodos e para todos os gostos. os meus predilectos seguem já abaixo, e pela minha ordem de preferência, em formato gif para perpetuação futura.
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© google | Tomo III
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Madjer foi, mais uma vez, revisitado no Estádio do Dragão.
desta feita, o toque de calcanhar aonteceu pelo seu compatriota Brahimi, o qual, diga-se em abono da Verdade, fez um jogão. e que, com o aproximar de Janeiro, e da concentração da selecção argelina para a CAN, certamente que já está a deixar saudades nalguns sectores das mesmíssimas bancadas que sempre o invectivaram, em tempos não muito idos e que nada têm em comum com o seu primeiro ano entre nós. mas mesmo nada de n-a-d-a. basta dizer que actualmente este Brahimi ajuda na defesa, quando antes só o fazia com os olhinhos, e mal…

mais do que a finalização (sublime) presente na imagem acima, convido-te a (re)ver a jogada completa deste golo e a atentares nas movimentações do dito jogador, e na forma como “fez jogar” a equipa em todo aquele lance. poderás fazê-lo no vídeo aqui e/ou nas imagens gif aqui e aqui (jogada corrida) e aqui e aqui (repetições).
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© google | Tomo III
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portanto: uma finalização irrepreensível de Corona (outro mal-amado da época passada e que, na presente, está claramente transfigurado e para melhor). e “sem espinhas”. e sem deixar cair a chichinha no chão. um golo de bandeira, pois ‘tá claro!
ah! e dizem que o Alex Telles não sabe cruzar… ya, ok…!

convido-te a (re)ver a jogada completa deste golão no vídeo que disponibilizo aqui e/ou nas imagens gif aqui e aqui (jogada corrida) e aqui e aqui (repetições). não tens nada que agradecer; eu sei que sou um querido!. 😉

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por último e antes de me recolher para os meus aposentos, afirmar que tudo “isto” só terá sido possível porque, no passado Sábado, um puto de 18 anos acabou com uma malapata que durava há cinco jogos, devolveu Alma, Garra e Crença à Equipa, e muita Confiança à massa adepta portista (inclusive à assoBiativa). tal não significa que já somos “os maiores da nossa rua”, antes que estamos cientes de que o valor desta Equipa não é assim tão mau quanto o pintam – e apesar dos desenhos triple marfel® do Espírito Santo.

ah! e citando o Ribas, «depois de tanta crítica e de tanto gozo, no final-de-semana, à conta de festejos efusivos por um triunfo para o campeonato, fica a certeza que festejámos tanto uma goleada hoje como outros uma derrota, ontem. curiosidades. apenas isso».

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disse!
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então, é assim:

© Tomo III
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caríssim@,

brevíssimas (por que telegráficas) not@s soltas, sobre o encontro de ontem, ante o “todo-poderoso” Club Brugge, sendo que, por imperativos “técnico-logístico-lógicos”, só tive acesso à partida, via “inácio”, a partir do golo do André Silva:

» tivesse conseguido aquela conexão mais cedo, e provavelmente aquele já poderia ter sido o segundo (ou o terceiro) da Equipa. e, assim, teríamos evitado aquela segunda parte fraquinha, paupérrima, com “futebol” desgarrado e desregrado, em que mais parecemos o Setúbal do passado Sábado do que o grande FC Porto das noites europeias [momento para suspirar de saudade]…
(também se poderia ter dado o caso inverso e que é este: tivesse eu não me conectado, de todo!, e o Preud’homme teria levado muito mais para contar, lá para a Bélgica. mas, não quero ir por aí, por esses caminhos ínvios, de “pés frios” e outros quejandos…)
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» .

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Herrera esteve noutro lado porque o 16, que até perdeu a moeda ao ar, não esteve em campo – ou pelo menos não pareceu estar. Otávio, do outro lado, idem quase aspas-aspas. Ou seja: sobraram oito homens que tiveram de fazer o trabalho de dez, com a agravante de jogarem contra uma equipa que usou as armas que tinha e que abriu o jogo pelas alas, para poder aproveitar a pouca cobertura que é natural na táctica de Nuno.
O 4-1-3-2 pode funcionar muito bem contra equipas fortes e usando as transições rápidas e as desmarcações na frente; é até muito interessante e dá-nos alguma agilidade ofensiva, mas todos têm de trabalhar. Explica-se: jogar sem extremos implica colocar o ónus de criatividade no meio-campo e obriga a que os dois avançados recuem bastante no terreno em trabalho ofensivo e que também pressionem o centro em tarefas defensivas, cansando-se ainda mais. Obriga, também, a que os laterais tenham setas “à Football Manager”, a começarem na zona recuada e a subirem até à área contrária, cansando-se muito mais. Obriga a que o médio, que até joga no centro do terreno
[o ponto G do meio-campo], procure espaços para receber a bola e a passar rapidamente poir aqueles que conseguir vislumbrar, libertando-se da pressão defensiva. E tudo isto envolve um jogo apoiado, em que cada jogador tem de fazer o seu papel. Quando dois deles não o fazem, marimbando-se, o resto da equipa desmorona-se e rebenta fisicamente; daí que as entradas de Ruben e de Corona tenham sido muito importantes, mas pecaram por tardias – porque, por aquela altura, já a equipa estava a cuspir sangue e a respirar pela boca…

[…] não sabia que iríamos ser tão pequenos a pensar no jogo. É isto que vamos ter até ao fim da época, em jogos mais complicados?
Para lá do aparente paradoxo de um jogo contra o Brugge ser um jogo complicado (sim, é Champions! Mas, até aí, há níveis de cinzento e bem visíveis), é este jogo de receber a esférico no meio-campo, ver as desmarcações dos dois avançados e enviar-lhes a ‘chichinha’ em profundidade, pelo ar ou pela relva, para bem longe dos nossos defesas, que até foram “puxados” mais para a frente, e à procura de um desequilíbrio que permita ultrapassar o adversário em lances-chave rápidos e directos?! Parece-me muito pouco francamente…
Até compreendo que a escolha de Nuno tenha tentado romper com o futebol de “posse pela posse” de Lopetegui; mas aquela, a  de Nuno, parece uma aula de Gestão de Recursos Humanos usando tudo menos os testículos. Estocadas rápidas e recuo imediato?! Estrutura defensiva com permissividade assustadora e permeabilidade constante?! Má cobertura dos espaços, distracção na saída de bola e passes falhados que a minha filha, de três anos, se soubesse, abanaria de imediato a cabeça e diria “eu faço miór, papá!”, e sem pestanejar?!
É é “nisto” em que estamos transformados?! Numa equipa que defende uma vantagem de 1-0 em que, e ao contrário do que acontecia, por exemplo, com Mourinho, a segunda parte do resultado parece estar em permanente perigo de ser alterada?!

É enervante ver tão pouco nos ombros de tanto trabalho. E é desgastante ver os jogadores a cansarem-se (notas altas para o seu esforço, que não está sequer em questão), para correrem mais do que devem, porque não perceberam o que fazer em tantas situações de jogo corrido…
Raios! Em Agosto não podia pedir muito mais, mas, em Novembro, já posso berrar e exigir bem mais do que “isto”!
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cito o Jorge, naquela que considero ser a melhor análise que já li sobre a presente temporada – e sem desprimor para os demais ‘compagnons de route‘ deste mundo da bluegosfera – tão-somente para corroborar aquela parte, da conferência de Imprensa de ontem, em que Nuno afirma que «ainda falta caminho», e bem ao contrário do Espírito Santo que, momentos antes, na frase anterior (e para ser preciso), confidenciava que «estamos mais próximos daquilo a que queremos chegar». certamente que esta última tirada foi para desanuviar o ambiente…
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» no seguimento daquele inconseguimento da Equipa, ontem, e sobretudo no decurso da segunda parte, houve momentos em que não parava de pensar: “se for assim, no próximo Domingo, estamos feitos!”. e, a cada jogada de ataque dos belgas, desfalcadíssimos como se sabe, e que, mesmo com a sua equipa C, conseguiam desbaratar a nossa defesa, aquela minha preocupação aumentava. aliás e para ser honesto: ainda não parei de pensar que, se for como ontem, poderemos passar um mau bocado… e também ainda não parei de me preocupar com este meu pensamento (uno).
(e longe de mim vá o agoiro, porque tudo o que desejo é o Sucesso.)
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» Iker voltou a ser fulcral, ao garantir(-nos) preciosos pontos e os tão necessários contos (ou euros), com uma tremenda defesa, a dez minutos do final da partida, e quando a nossa defesa tremia por todos os lados…
Casillas foi, por isso mesmo, preponderante neste desfecho feliz, tal e qual como André Silva. mas só este último é que é alvo de elogios e encómios, entre os portistas; aquele outro persiste em ser mal-visto, e denegrido, e enxovalhado, entre alguns daqueles que o deveriam defender dos detractores (injustamente, digo eu. e com muita vergonha à mistura, também)…
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» Herrera foi herrível (© Jorge). outra vez. esta época. tal e qual como em muitas outras ocasiões, ao longo das três que já leva entre nós. ‘so, what’s new?‘… mas pior, bem pior!, foram os artolas que o assobiaram indecente e incessantemente, aquando da sua substituição.
por mais desgaste emocional que o jogador mexicano nos provoque – e como provoca! que o diga o antigo sofá do Felisberto! – que diabo!, era o Capitão da nossa Equipa do coração a abandonar o terreno de jogo, e não um adversário a tentar “queimar tempo”, ou um qualquer burgesso afecto ao Carnide.
em suma: foi (mais) um momento horrífico, em pleno Estádio do Dragão (!!!) e que muito me envergonha por saber que o jogador – ou qualquer outro da nossa Equipa – não o merece: não daquela forma e quando deixou tudo o que tem (e o que sabe, mesmo que, aos nossos olhos, pareça pouco) em campo.
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» noutro diapasão e recordando-me das capas que se fizeram no ano passado, nos momentos em que aquela minha preocupação não me assalta o Espírito, questiono-me como teria sido se o Dortmund tivesse perdido, ontem… ou será que não perdeu, mesmo? é que, depois disto aqui, já nem sei…
e como seriam as capas, hoje, se tivéssemos perdido pontos? ui! que forrobodó que não seria! como vencemos (mesmo que a jogar mal), vai por aí uma azia “que nem é bom”… enfim…
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disse!
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not@s soltas sobre ontem (rotunda)

futuro© zerozero
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i) (re)encontro.
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primeiro jogo, da presente época, ao vivo e a cores, no meu teatro de sonhos azuis-e-brancos. a ansiedade crescia desde essa altura – mais precisamente aquela em que adquiri o rectângulo mágico, há quase uma semana -, tendo atingido o seu zénite ao longo do dia de ontem: nada mais interessava a não ser a chegada do momento de bazar dali rumo ao Dragão, para estar com “os meus” e para rever alguns destes, que tanto prezo e estimo. foi, portanto, com natural e incontida alegria, que pude regressar ao convívio dos caríssimos Afonso, João “el comandante“, Jorge, Nuno, Vila Pouca e, desde ontem, Filipe Ferreira.
da malta habitual (e já um ‘habitué‘), bastos faltaram à chamada, tal e qual este que vos escreve o fez nos encontros passados. mais do que uma espécie de “reciprocidade”, há que apontar o dedo a quem designou, como hora oficial de jogo, as 19h de uma Sexta-feira, depois de uma jornada de trabalho e em período de início de aulas, mas também a quem, dos nossos e com muitas responsabilidades directivas, autorizou que assim acontecesse, concedendo o respectivo aval… assim sendo, não foi de estranhar que, chegados ao teatro de sonhos, sensivelmente pelas 18h45m, o cenário fosse terrificamente desolador, com um enorme e vasto azul de plástico vazio a contrastar com as pouco mais do que cinco mil (?) almas que por lá já se encontravam. apetece escrever e afirmar peremptoriamente a quem tem a seu cargo os destinos do nosso comezinho futebolzinho, para continuarem assim, a menosprezar aqueles que efectiva e comprovadamente são o suporte da “indústria” (quando antes, esta deveria ser um espectáculo), que vão no bom caminho.
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futuro© zerozero
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ii) do encontro.
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entrámos mal. a perder. num golo “a frio”, e em mais um lance de bola parada (mesmo que ilegal, por que em fora-de-jogo, num lance parecido com aquele do morcão do maicon, em Carnide). não quebrámos, apesar do “soco no estômago”, fomos à luta, #paracimadelescar@go e, nem quinze minutos volvidos, empatávamos a partida, por intermédio do puto maravilha, numa jogada de insistência após escandaloso perdão de uma grande penalidade na área boavisteira, por puxão ao Marcano. continuámos por cima, à procura da reviravolta, encostámos às cordas o Boavista, e viríamos a saborear aquela desejada ‘remontada‘ muito perto do intervalo, para desespero de um atarantado “treinador” boliviano, pela via da conversão de um castigo máximo, novamente pelo homónimo do Silva, a castigar derrube grosseiro do gajo (henrique?) que provocatoriamente fez questão de mostrar aos associados do FC Porto, aos 4’, que tem umas proeminências idênticas ao do seu congénere, lá por Carnide.
ao intervalo conversava-se que seria necessário continuar com aquela dinâmica que nos catapultou para a reviravolta, em busca de um (ou mais do que um) golo tranquilizador e só depois e eventualmente, a acontecer, é que se deveria considerar a hipótese de “relaxar” (preferencialmente com a bola em nosso poder), a pensar no encontro da próxima Terça-feira, em Leicester. nada disso se passou, e assistimos, tod@s, a 30 minutos pavorosos de n-a-d-a, de z-e-r-o em termos de futebol jogado, e com Nuno Espírito Santo a ter numa inusitada (inata?) inacção, a acção menos desejável para esse(s) momento(s) – pelo menos, no meu entendimento. e não foram poucas as vezes que se ouviu que, «assim, em Inglaterra, vai ser do bom e do bonito!». felizmente que, depois, algo ou alguém “fez clique” e, a dez minutos do término da partida, resolveu continuar a jogar como tinha terminado a primeira parte. e foi assim que chegámos ao terceiro e até poderíamos ter feito o quarto, numa bomba de Alex Telles, não fosse o redes dos “remendados” ter-se redimido do perú que lhe oferecera minutos antes.

em suma: ainda bem que o Nuno Espírito Santo considera que «há aspectos para melhorar», porque efectiva e comprovadamente os há. e não assim tão poucos, a começar pela atitude dentro de campo, a qual, nos últimos três jogos, tem vindo a contrastar, para pior, com a evidenciada desde o início de época.
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futuro© fotos da curva | Tomo III
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iii) recontros.
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ao invés das minhas últimas “análises” e para não tornar os textos ainda mais maçudos, regressarei a pontuais destaques individuais, ao invés de particularizar cada uma delas.
assim sendo, gostei muito da actuação do Alex Telles (muito assertivo a defender, e um foguete a atacar), do Felipe (o bombeiro de serviço naquela defesa), do Óliver (em novas missões, em contra-ponto aquando da sua primeira passagem entre nós, mas com a bola a sair sempre “com olhinhos” e muito redondinha, para o colega que a vai receber) e do Otávio (aquela entrega ao jogo e aquela paixão, não enganam).
por oposição, não gostei do desempenho do Layún (sobretudo a defender e do espaço que concedeu, bastas vezes, ao pequeno bukia, valendo-lhe noutras tantas ocasiões a prontidão do Felipe), do Danilo (esteve irreconhecível, amiúde a defender com os olhinhos os adversários em quem deveria “encostar” para não progredirem no terreno de jogo), do André² (pareceu-me sempre uma barata tonta naquele meio-campo), e do Herrera (conseguiu tirar-me do sério, pouco depois de ter entrado, num lance em que, podendo progredir em direcção à área axadrezada, sem ninguém por perto para perturbar a sua acção, pára o jogo e instintivamente olha para trás à procura de alguém que não estava lá, antes já (exacto!) na cara do golo. foda-se!).

uma nota muito particular para a actuação das nossas claques:
foram inexcedíveis no apoio à Equipa desde o primeiro ao último segundo da partida, e como assim sempre deverá ser. é portanto mais do que justo o elogio de Nuno, reconhecendo que «sentir a emoção do Dragão ajuda a equipa». eu digo que não pode ser de outra forma, mas desde que do outro lado, de quem está a envergar o nosso manto sagrado, também haja a tão necessária reciprocidade, e não se envergonhe quem tem o brasão abençoado tatuado no coração. ontem, “a coisa” correu bem, mas momentos houve em que parecia que poderia descambar num filme imensamente visto ao longo da época transacta, com sabor a um amargo ‘déjà vu‘.
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futuro© zerozero
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iv) encontrão.
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Infelizmente há um padrão nos nossos jogos que não pode continuar e que está para além do que a Equipa pode controlar, e que tem a ver com os constantes erros de arbitragem sempre em prejuízo do FC Porto.
Ontem voltou a ser assim, com a equipa de arbitragem chefiada pelo “senhor” nuno almeida a enganar-se muitas vezes em prejuízo da nossa equipa (veja os lances aqui).
Estas coisas não têm a ver com jogar bem ou mal, ganhar ou perder; os lances são para apitar de acordo com as regras, jogue-se bem ou mal, ganha-se ou não. Ontem os erros acabaram por não ter influência no resultado, porque a equipa marcou três golos.
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a citação acima consta da mais recente publicação da e-letter do Clube. acredito que causará tanta mossa, junto de quem de direito, no sector da arbitragem, quanto o tutucar de uma formiga no anus de um elefante.
ou seja, no próximo encontro, em nossa casa, lá teremos que gramar com a “actuação” de um autêntico filho da puta, a pavonear-se com um apito na boca, gozando indecentemente com tod@s nós.

eu só pergunto: até quando * é que a Direcção do Clube que Amo irá permitir este estado de total silêncio cúmplice com autênticos «roubos de catedral»?!
é que eles, lá na Tribuna, também vêem o mesmo que tod@s nós, só que não reagem!

* já não pergunto, por exemplo, o que será necessário fazer para se agir, porque a Reacção parece ser o apanágio actual a um ‘modus operandi‘ que já não deixa dúvidas a ninguém: em dúvida, não se pode beneficiar o FC Porto; pela certa, prejudicar sempre o FC Porto.
“pena” é que as reacções sejam sempre a destempo, exclusivamente pela via vitual, e sempre e invariavelmente sem uma viva voz a denunciar e a condenar o que é por demais evidente.

confesso publicamente, mais do que a minha incredulidade, o meu desgaste em (in)tentar reverter este conjunto de circunstâncias, inclusive junto de quem de direito no Clube… não está (nada) fácil, bem antes pelo contrário; mas ainda não atirei a toalha ao chão! e estou muito longe de ter que “levantar a cabeça” porque ainda não perdi a “guerra”…

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disse!
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not@s soltas depois da olímpica vitória em Roma…

futuro© FC Porto | Tomo III
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caríssim@,

muito se passou, desde a última Terça-feira. 
assim sendo, as linhas que se seguem, obviamente que #notmadeinporta18, pretendem ser uma súmula do que considero ter sido mais pertinente (o que não significa mais impactante), desde então.

principio por aquela que, para mim, é a boa notícia do dia: o ingresso de Óliver Torres no nosso plantel. quem me conhece, sabe que nutro uma especial admiração e um particular carinho por este jogador, o qual me “caiu no goto” desde o início, e que sou um apreciador nato do “perfume” do seu futebol, pois considero que, dos pés dele, a chichinha sai sempre redonda e com olhinhos. assim sendo, sou dos que acha que a sua contratação se trata efectivamente de uma mais-valia para um plantel que se mostra deficitário também no meio-campo, e ao contrário do que tenho lido na bluegosfera – que já temos soluções qb no sector nevrálgico de qualquer equipa.
e foi com um particular agrado, ao qual se juntou um sorriso de orelha-a-orelha, que o ouvi afirmar que «estou muito contente e muito feliz, por voltar a uma casa que considero como minha» e que «não tinha dúvidas de que queria voltar, porque me sinto um “jogador à FC Porto” e que vai dar tudo pelo FC Porto». até se podem julgar aquelas declarações como palavras de circunstância, o que respeito e aceito (de forma relutante); mas e a ser assim (que julgo não ser), legitimamente pergunto: quem é que, nos últimos tempos, principalmente nas últimas três temporadas, ao chegar ao Clube, manifestou publicamente tanto carinho (afecto, mesmo) e uma gratidão assim – tão viva, tão genuína, tão verdadeiramente autêntica, a brotar do coração?… já sei que houve o Quaresma; mas e antes e/ou depois dele?…

da partida de Roma, já tudo foi dissecado (sobretudo e sem qualquer ordem em particular, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui), em diferentes visões mas com um único sentimento: o de uma alegria imensa por se ter almejado um feito inédito e que muitos outros consideravam como que uma causa perdida (já lá vamos). mesmo assim, quero afirmar que:

» gostei imenso do passe açucarado de Herrera para Layún marcar o nosso segundo golo, o qual me fez esquecer que o primeiro, “em antes”, dispôs de duas excelentes ocasiões para rematar (“fuzilar”) à baliza dos italianos e (ingenuamente?), em “ambas as duas”, optou pelo diabo, da filha da puta, da porra de mais uma (desnecessária)  lateralização;

» ainda hoje me pergunto se o grego do manolas ainda anda à procura dos rins, no Olímpico e/ou se já consultou um oftalmologista, depois do autêntico “nó cego” que o Corona lhe proporcionou (vídeo aqui);

» a actuação (decisiva) de Iker Casillas demonstrou à saciedade que ele ainda é (muito) válido e que ajuda a ganhar jogos, apesar da (muita) maledicência que ainda subsiste em relação às suas capacidades.
o mesmo se aplica a Felipe que, depois da infelicidade daquele auto-golo no Dragão, foi alvo de comentários que deveriam envergonhar quem os proferiu – certamente os mesmos que passados sete dias, já lhe estavam a cravar ‘selfies‘ no aeroporto, aquando da chegada da Equipa.

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mas, do que gostei mesmo, mesmo, foi de perceber que efectiva e comprovadamente se ganhou uma forte injecção de moral para a época desportiva em curso, e para as “batalhas” que se avizinham, a começar já no próximo Domingo, no embate ante os calimeros. afirmo-o com a consciência plena de que não se ganhou rigorosamente n-a-d-a com a vitória ante a AS Roma, cuja partida já pertence ao Passado. mas, da mesma forma, não me conseguirão convencer do contrário, isto é: de que seria “igual” e de que haveria uma vontade (em tudo) idêntica, se fôssemos defrontar os viscondes falidos depois de uma derrota no bucho, para a Champions e com tudo o que tal poderia significar (mormente na questão financeira, a qual, na minha perspectiva, condiciona(rá) todo o Futuro da presente época).

em suma:
felizmente para tod@s nós que tudo correu pelo melhor, excepto para o Victorio Páez, que vai estar dois meses no estaleiro, depois de ter sido vítíma de uma “entrada assassina” (vídeo aqui)*
felizmente que a outra, que também aconteceu na partida em causa (vídeo aqui), da autoria de um caceteiro que merecia e no meu entimento, um forte e severo castigo por parte da UEFA (porque aquela “roçou” o anti-desportivismo puro, numa agressão bárbara), não trouxe consequências de maior para o nosso Tecatito. e, isso sim, é que foi «nojento»; e a dobrar.

* a lesão do Victorio pôs a nu uma evidência, e que há muito também está identificada pela massa adepta do Clube: a de que também há fortes lacunas nas laterais da nossa defesa. mas, como o mercado de transferências ainda está em aberto e certamente que o plantel não está “fechado”, aguardarei pelos desenvolvimentos que certamente ocorrerão até 02 de Setembro para me pronunciar sobre o grupo de trabalho que Nuno Espírito Santo terá à sua disposição.
até esse momento, considero prematura toda e qualquer consideração que possa tecer, porquanto que será sempre “incompleta”.
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futuro© Colectivo’95
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mais uma vez, quero elogiar o comportamento das nossas claques, em mais uma demonstração de um indefectível portismo.
tal como o afirmei a seu tempo e no momento próprio, conseguiram emudecer perto de quarenta mil ‘tiffosi giallorossi’ e fizeram com que os nossos heróis se sentissem em casa, desde o primeiro minuto de uma partida que (ainda hoje, adjectivo de) épica. e repito-o porque e ao contrário do que muitos outros afirmam, fizeram-no sem o artifício ilusório e artificial de microfones estrategicamente colocados pelos órgãos de comunicação social tugas que cobrem as transmissões das partidas em causa.
felizmente que as nossas claques não necessitam desses subterfúgios e desses expedientes, tão característicos lá para os lados dos ilegais da Segunda Circular; tudo o que se ouve na tv, quando os Super e o Colectivo são chamados a intervir, provém da sua força interior e das gargantas dos muitos que os apoiam.
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futuro© google | Tomo III
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mais do que a (nova) “indirecta” que a e-letter do Clube dedica a Miguel Sousa Tavares, ou do que o “substrato” da imagem acima transmite – ou seja e com todas as letras: a consciente e premeditada troca de resultados, sempre que a dura Realidade troca a volta aos desejos de alguns sabujos, que gravitam no jornalixo e nos me(r)dia tugas – quero voltar, por breves momentos, à questão do «imbecil»: depois do que desejou aos microfones da estação de Carnachique (vídeo aqui), como verdadeiro cara-de-pau que é, teve o desplante de escrever este vómito aqui, aludindo à «hipocrisia» que “gloriosamente” reina entre os adeptos do nosso comezinho futebolzinho. até aqui, nada demais… dá-se é esse facto curioso de aquele «imbecil» ser “mais adepto” do que qualquer um de nós.
numa rápida pesquisa, constata-se que a abécula desempenha um cargo nos órgãos sociais da agremiação de Carnide: é vice-presidente com o pelouro das Relações Institucionais, «representando o 5lb junto das Associações, Clubes, Federações, Ligas e Instituições Políticas». e é tão-somente por esse facto que, na minha opinião, ele não pode afirmar que «não posso dizer o que dizem os adeptos dos outros clubes», e sobretudo como dizem esses adeptos. não!, a abécula não pode comportar-se como um qualquer adepto principalmente porque o protocolo do cargo que ocupa assim o exige. mas como ele não passa de um «imbecil», não o consegue descortinar por ele próprio e consegue comportar-se pior do que um qualquer membro dos grupos ilegais afectos à agremiação em causa, quando nos visita e/ou quando nos recebe lá no “antro”…
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futuro© UEFA | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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» grupo teoricamente acessível para nós;

» Guardiola regressa a Barcelona;

» grupo C quase, quase uma espécie de “grupo da morte”;

» lampiões vão ter a oportunidade de (com)provar como «é fácil» defrontar o Nápoles, o Kyiv e o Beşiktaş;

» calimeros têm a possibilidade de fazer mais receita do que os outros tugas envolvidos juntos (não sei se me faço entender…).


por último, uma aviso para os “ferrazes” que persistem em visitar este espaço:
compromissos que tenho que cumprir, este final-de-semana, para manter a minha palavra dada e a minha honra, impedir-me-ão de tecer quaisquer not@s soltas a propósito do embate ante os calimeros.
essas, a acontecer, terão lugar na próxima Segunda-feira, dia 29 de Agosto.

até lá, os meus votos de que consigamos levar de vencida essa árdua tarefa.
e de que sejas muito feliz, também!. 😀

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disse!
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not@s soltas de um ‘milagre’ pequeno…

futuro© FC Porto | UEFA
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i) not@ de abertura.

no meu entendimento, antes de tudo, convém referir que:

» estamos a disputar uma eliminatória de 180′ ante o terceiro classificado, do campeonato italiano, da época transacta e no qual foi a equipa mais concretizadora, com mais de 80 golos marcados (nós “só” marcámos 67…);

» este poderoso adversário, e considerando só as aquisições de direitos desportivos e económicos de jogadores, para a presente época, e à data e hora destas linhas, já investiu perto de 110M€ – tanto quanto o nosso orçamento global;

» como o referi anteriormente e se não é mesmo assim, tudo leva a crer que a formulação e que a (in)definição do nosso plantel, para esta época, está “dependente” da passagem à fase de grupos da Champions. e deve ser por esta razão que se vão cometendo algumas argoladas que não lembram ao Menino Jesus (e não!, não me refiro ao «catedrático»)…
(e não adianta estar agora a clamar por “e ses…” e por “se fosse eu…”, que já não adianta para nada: é com o plantel actual que vamos (in)tentar um milagre.)

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podem parecer três aspectos despiciendos, sem qualquer significância por aí além, mas acho que ajudam a perceber um pouco mais da valia do opositor que temos pela frente – e que, em bom Português, foi tão-somente a “fava” do sorteio deste ‘play-off‘, no sentido em que ninguém o desejava defrontar.

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ii) do jogo em si (e per si).

tal como tu, ao final da primeira meia hora de jogo estava a ver a nossa vidinha a andar (muito, bastante) para trás, e a considerar que tudo ficaria decidido já neste encontro, e que não seria a nosso favor, e ao contrário das expectativas criadas…
tudo estava desligado, desconectado, amorfo, “não casava” nada com ninguém. os jogadores da equipa italiana recreavam-se no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos a seu bel-prazer, principalmente porque o nosso meio-campo como que os “convidava” a atacar, sem clemência, a nossa área e para estupefacção daqueles. não irei aqui particularizar acções individuais no sentido em que, como Equipa, todos, sem excepção, estiveram muito mal (equipa técnica incluída).
nesse período e (muito) para lá da «discrição» a que aludiu Nuno, ficaram expostas as limitações do actual plantel, sobretudo para o que por aí virá em termos de competições europeias. até pode ser que este dê para “consumo interno”, mas para aquelas será um autêntico milagre a passagem ao objectivo (primeiro?) mais imediato e que é o pote de ouro – e acho que não há como o negar. mais: trinta minutos depois do início da partida e vasculhando num passado (muito) recente (e muito presente, também)
, só me recordo de uma equipa ter tido tanta posse de bola com sentido e com objectividade: chama-se Dínamo de Kyiv, e foi a responsável por aquele traumatismo ucraniano que viria a afectar a nossa época transacta…
portanto, foi um pouco “natural” que lá surgisse o que se vinha a evitar mais com o coração do que com a cabeça (e com os pés do Alex): o inevitável golo forasteiro, no seguimento de (mais) uma bola parada [suspiro], e de mais uma tentativa frustrada de corte ao primeiro poste, com a chichinha a respingar nas pernas de Felipe e a trair o Iker
a seguir… bem, a seguir como que terá dado um “clique” a toda a gente e, num assomo de brio e de raça, tentámos reverter essa situação (muito, deveras) desfavorável para nós. ainda levámos com mias um ou outro susto da equipa giallorossi, mas conseguimos uma espécie de “milagre” nos restantes sessenta minutos da partida – é certo que foi um “milagre” pequenito (devido ao resultado final, ao “intervalo” desta partida de 180′), mas mesmo assim um “milagre” (porque não chegámos a levar a abada que temia à meia hora de jogo).

acima de tudo e socorrendo-me a uma data de clichés futeboleiros, fica-me na retina o brio de todos os jogadores que envergaram o brasão abençoado ao peito, não havendo, no meu entendimento, quem o tivesse desrespeitado.
acho que todos suaram a camisola, “comeram a relva” e deram o melhor de si num jogo em que efectiva e comprovadamente não fomos (nem somos, nem seremos) os favoritos. e é por isso mesmo que, de certa forma, “estou satisfeito” com o que se passou ontem, no Dragão: mais do que o desconforto de um empate – e que pode vir a ser comprometedor, porquanto que estamos obrigados a marcar (pelo menos) um golo no Olímpico de Roma – gostei da entrega e da atitude pela parte de um grupo de jogadores a que se pode apelidar efectivamente de Equipa, pois que souberam colocar os interesses daquele à frente dos seus próprios interesses. por exemplo e tendo presente o jogo de ontem, não me recordo de haver quem tivesse invariavelmente rodado sobre o seu próprio eixo a fim de descobrir espaços que só existem no seu sub-consciente, e quando o que invariavelmente se pede é o toque curto para a desmarcação rápida (aquilo a que vulgarmente se apelida de “2×1”)…

ah! e para quem acha que «já estamos “fora da carroça”», e que os restantes noventa minutos que faltam disputar «serão só um pró-forma», recordo que há sempre um Nápoles para cada uma dessas descrenças.
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futuro© FC Porto | UEFA
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iii) análise individual.

Iker – há quem só retenha a fífia (ou, como lhe apelidou o Cândido Costa, «erro técnico») aos 12′ e nada mais do que aquela; pois eu recordo bem da forma como evitou o segundo golo da AS Roma, aos 25′, em três remates sucessivos, sendo que um deles foi mesmo à queima-roupa. mais “isto” sou eu que gosto bastante do nosso ‘portero‘, sendo seu admirador confesso…

Victorio Páez – jogo de rotação máxima, onde (mais uma vez) ficaram bem patentes (i) a sua entrega e determinação ao jogo, (ii) a idade que começa a pesar nas pernas e que lhe impede de fazer as “piscinas” que o jogo exige e que ele quer fazer, (iii) as limitações que possui a nível defensivo, recorrendo bastas vezes à “ratice” (a mesma que, em tempos idos, lhe abominava e que agora convenientemente reconheço que é útil).

Alex Telles – só ele acreditou que era possível evitar o golo de Džeko, aos 12′, salvando a pele de Iker. já a deste foguete brasileiro foi deixada em campo, onde esteve particularmente bem melhor a atacar do que a defender (pois que foram algumas as vezes que Salah lhe disse “adeus”).

Felipe – não se deixou afectar pelo auto-golo e foi igual a si próprio: abnegado, lutador, viril. quando souber “dosear” o seu ímpeto ante um adversário mais matreiro e mais propenso para a “queda artística”, estou certo que será caso sério.

Marcano – foi “certinho”, assertivo e regular, e bastante providencial nas dobras a Alex, a Danilo e até a Max… ao Victorio Páez. tendo em linha de conta que, desde a sua exibição, na final da Taça de Portugal, não era bem visto no seio de alguma massa adepta (onde me incluo), foi bem bom o que conseguiu produzir, ontem.

Danilo – tal como o resto da equipa, “andou aos papéis” e muito perdido no campo, naqueles 30′ iniciais. depois, conseguiu concentrar-se e encontrar-se com o futebol que sabe que consegue jogar, tendo ajudado (e muito!) a estancar aquela sangria de ataques viperinos italianos.
(confesso que gostava mais de o ver jogar a central, libertando outros jogadores do plantel para uma tarefa para a qual ainda apresenta limitações: sair a jogar com a bola redondinha. ontem, no decurso daqueles nefastos 30′, também foi isso que pensei…).

Herrera – tal como com os seus companheiros de sector, depois daquele pesadelo inicial, encontrou-se e passou a atinar e a assentar o seu futebol – actualmente feito de passes curtos e verticais, no sentido da procura de espaços mais próximos da área adversária. apareceu amiúde na grande área romana, liberto de marcação e com probabilidades fortes de ser feliz e de nos deixar muito contentes, mas a redondinha nunca lhe chegou aos pés nessas ocasiões.

André² – pode ser impressão minha, mas acho que não está em boa forma física. e que tal dura desde o final do ano civil de 2015, depois da lesão contraída ao serviço da “equipa que (decididamente não) é de tod@s nós”®, depois de dois jogos “amigáveis”. o futebol que tem nos pés, para dar e vender, também não se coaduna com as actuais funções que lhe pedem para desempenhar – sobretudo mais defensivas e no centro do terreno, numa espécie de “duplo pivot” que não chega bem a sê-lo. pode ser que…, não é? pois é, pois é...

Adrián López – os comentadeiros da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão admiraram-se com o seu rendimento. porventura estavam à espera que fosse a versão 2.0 do taarabt ou 3.1 do labyad… correu-lhes mal, ao contrário da exibição deste jogador espanhol que “deu o litro” e, tal como Herrera, apareceu sempre em zonas de finalização. por exemplo, o penalti que nos foi assinalado resulta de um cabeceamento do espanhol. outro: não fora o corte providencial com a mão, por parte de Palmieri, e Adrián estava em boa posição para poder concretizar. e marcou um golo de belo efeito, mas não contou.
ah!, quase que me esquecia deste facto relevante: desde que chegou ao Dragão e já lá vão três anos, pela primeira vez foi brindado com palmas pela parte da mesma plateia que lhe é (muito) hostil. já não era sem tempo, digo eu…

Otávio – quem foi ao Dragão, ontem, não pode ter saído desagradado com o perfume do futebol deste enorme talento. na minha retina e para lá de todos os lances ofensivos que criou, fica-me aquele sprint, rumo à nossa área, pelos 70′, para desarmar o sioux Nainggolan. e conseguiu-o.

André Silva – mais um golo, num penalty muito bem marcado (e no qual depositava confiança, mas com o cachecol que tinha na mão a ser bem torcido, tantos eram os meus nervos). foi esforçado, lutando sozinho contra duas torres que não lhe deram descanso e que o deixaram muito mal-tratado – aliás, tendo sido vítima de uma agressão, aos 69′, aquando da marcação de um livre, num lance que o vesgo do holandês viu mas não quis punir adequadamente o infractor.
teve várias oportunidades para juntar mais um à sua conta pessoal, mas falhou-as todas. se acho isso bem? é pá, não me fodam! é um puto com 20 anos! já muito faz ele e tendo em consideração a responsabilidade que tem em ombros (e nos pés. e na cabeça, também).

Layún – entrou para render o André², mas com a missão de ajudar o Victorio Páez nas tarefas defensivas. e para a marcação das bolas paradas. e para fazer um remate perigoso mas que embateu nas pernas de um defensor italiano.

Corona – entrou para um futebol mais vertical, rumo à área adversária. conseguiu-o a espaços, pois não foi capaz de decidir assertivamente nos (poucos) duelos individuais que travou (sobretudo com Florenzi).

Evandro – só compreendo a sua entrada em campo e em detrimento da do Ruben, numa perspectiva de poder “estancar” a luta no meio-campo e numa altura em que, apesar do cansaço evidente (por estar a jogar com 10), os romanos conseguiam equilibrar a contenda. e de conscientemente se optar pela experiência do médio brasileiro para o que restava da partida e ao menos se conseguir o empate ( o resultado “menos mau” dos três possíveis). se assim foi, o objectivo foi conseguido, porque não comprometeu.

a propósito daquela substituição, abro uma excepção para fazer a minha análise ao que “vi” dessa situação:
acima de tudo, não embarco nas críticas à opção de Nuno Espírito Santo, por este ter feito entrar o Evandro e consequentemente “ter promovido” o choro compulsivo do Ruben. tratou-se de uma opção técnica e ele está lá para as tomar e arcar com a suas consequências. pois logo se especulou (e muito!) com esse episódio – até se aventou que teria sido o último jogo do Ruben (!!!)… – tentando-se criar um caso onde não houve razões para tal, mormente pela parte do jornalixo tuga, tão ávido em fazer esquecer as quezílias que fazem com que o luís grande “vá de carrillo“… não sei porquê, nesse momento recordei-me do célebre episódio da substituição falhada do André Silva.
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futuro© UEFA | Tomo III
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obviamente que é impossível não abordar uma pequena análise à “arbitragem” de björn kuipers [escarro] e ‘sus muchachos‘.
a boa notícia é que esta equipa, esta comandita, esta cambada, não marcará presença no Olímpico de Roma, na próxima Terça-feira; a má notícia é que, de facto, dá a impressão que há, na UEFA, quem faça tudo por tudo para que o favoritismo da equipa romana prevaleça acima de tudo, de tod@s e em honra dos intre$$es que estão inerentes…

neste entretanto:

» perdoou o vermelho directo ao parvalhão belga que agrediu o André Silva, quando este se isolava rumo a um golo (mais do que) provável, e conforme a imagem acima documenta;

» recordou-nos Basileia, em novo momento caricato, por ter voltado atrás na decisão de validar um golo cujas dúvidas de um hipotético fora-de-jogo só são dissipadas via televisão;

» ao contrário daquele lance, não consultou o árbitro de baliza, aquando do autêntico lance de andebol que Palmieri protagonizou na área da formação romana (aqui, aos 01’02”), mesmo a fechar a primeira parte – numa grande penalidade tão evidente que, se não fosse assinalada numa hipotética situação contrária, até faria ruir o Coliseu de Roma;

» viu a agressão sobre André Silva, aos 70′, mas não a quis punir convenientemente, optando por chamar os jogadores à ilharga e conferir-lhes o respectivo “puxão de orelhas”;

» foi sempre (muito) lesto a apitar contra nós, sobranceiro para com os nossos, e parcimonioso para com os arruaceiros romanos.
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bem… Terça-feira há mais, com certeza. antes, há um Estoril para levar de vencida.

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disse!
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not@s soltas de uns Arcos vencidos…

futuro© google | Tomo III
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i) do jogo em si.

entrámos benzinho, numa partida onde estávamos obrigados a vencer, por todas as razões sobejamente conhecidas e por todas as outras que só quem de direito é que sabe. mas notavam-se, não só a ansiedade da estreia, como a vontade em mostrar serviço e a premência (sobretudo) em não errar – aliás, era evidente que, em ambas as equipas, o desejo era o de não cometer erros (ou claudicar o menos possível, pronto!).
e assim, depois de uma boa entrada portista, em que até aos 10′ tivemos duas boas oportunidades de golo, assistiu-se a um jogo em que o futebol praticado, de parte-a-parte, era mais para o pastelão e para o sensaborão. estávamos neste ramerrame insosso, num chove-não-molha insípido, quando o Rio Ave conquista mais um canto e Marcelo – um central poderoso e que dava jeito para a nossa defesa, digo eu… – aparece solto ao primeiro poste, inaugura o marcador, marca o primeiro golo deste campeonato e devolve muito portista como eu à Terra: “foda-se! que caralho! mas tu queres ver que o filme vai ser igual à época anterior?! puta que pariu esta merda!…”, foi só um dos pensamentos que tive, nessa altura, sendo que os outros derivavam nas cambiantes do vernáculo usado. tratou-se de um lance em que (i) faltou um danoninho (© allô, Silva!) ao André Silva para chegar à bola e (ii) Felipe estava a marcar o seu compatriota com o olhar. em suma: (novo) golo sofrido num lance de bola parada e de forma infantil… e novidades? pois…
mas, ao contrário do que seria expectável, o tento vilacondense como que espevitou os nossos e, nem 5 minutos volvidos, Corona repunha o empate no marcador, numa jogada de insistência de Alex Telles, que foi à linha cruzar para a área, onde André Silva, desta feita, venceu de cabeça, assistindo o ala mexicano para um portentoso remate à meia volta – o mesmo jogador que, nem outros 5 minutos, e já rematava ao poste esquerdo da baliza defendida por um Cássio na curva descendente da carreira (e da forma e da frescura físicas). ou seja: íamos para as cabines em alta e por cima da partida. (in)justo? depende da perspectiva; como a minha tende mais para o azul-e-branco, confesso que estava bem mais animado do que há cerca de 15 minutos antes do início do intervalo…
o recomeço da partida trouxe um meio-campo mais dinâmico e estável, onde Herrera, André² e Otávio harmonizavam um fio-de-jogo que, no decurso da primeira parte, pareceu sempre “amorfo” e desregrado. e foi dos pés destes três artistas que se urdiu a reviravolta no marcador, com o primeiro a assinar um golaço de bandeira (gif aqui), após uma triangulação perfeita com os outros dois.
a confirmação de que os três pontos já não nos fugiriam surgiu na recarga de uma grande penalidade – já lá vamos -, pelos pés de André Silva, a 30 minutos do término da partida. daí até final deu para tudo, inclusive para a estreia do Laurent (quem?! o “pinheiro”. ah!, ‘tá bem!), para o regresso do Adrián (quem?! o gajo que custou 11M€. ah!, ‘tá bem!) e para nova desatenção defensiva, na nossa área, tendo valido a fraca pontaria do gajo do Rio Ave (e cujo nome já não m’alembra, agora).

conclusão: entrámos a perder (no marcador), mas saímos vencedores (no resultado final). foi uma boa ‘remontada‘, mas ainda há aspectos a melhorar, sobretudo defensivos. e se é certo que ainda tudo é muito insípido, também não é menos verdade que o futebol praticado apresenta-se ligeiramente (bastante?) aquém para as exigências do próximo desafio. mesmo assim, #euacredito!
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futuro© zerozero
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ii) destaques individuais.

bem sei que o Nuno usa o discurso da Equipa acima das individualidades, mas é inevitável não proceder a análises particulares aos jogadores do FC Porto, as quais não serão exaustivas, prometo.

Iker – sem culpas no golo, correspondeu sempre bem quando foi chamado a intervir. e até saiu a dois cruzamentos e tudo!

Alex Telles – grande estreia em jogos oficiais, num estádio que, apesar de arejado e tal, não é propício a grandes aventuras e muitas desventuras para a nossa parte. “tímido” a defender, foi sempre mais afoito no ataque, tendo partido de uma sua insistência que aconteceu o golo que nos deu o empate no marcador. esteve sempre regular, até àquele momento em que conheceu (i) as ardilosas manigâncias de alguns “artistas” da nossa praça (heldon é um escarro) e (ii) o que significa ostentar o nosso brasão abençoado ao peito para os apitadores tugas.

Felipe – no meu entendimento, a sua única pecha esteve no lance do golo do Rio Ave. em todos os outros lances, foi dono, rei e senhor na nossa grande área, “limpando” o que havia para ser limpo, e sempre sem fazer grandes cerimónias e/ou tentar jogar “de salto alto” quando o que se impõe é nada mais do que “tocar bombo”. gostei. muito.

Danilo – diz que só teve duas semanas de férias. a sério? a mim, parece que nunca chegou a terminar a época anterior, aparecendo numa forma física soberba. cobriu os espaços à frente da defesa, ajudou-a quando foi necessário e ainda se aventurou por duas vezes no ataque (na segunda parte).

André² – foi mais assertivo na segunda do que na primeira parte, onde surgiu sempre a destempo e fora do lugar. teve uma actuação irregular, não conferindo a segurança que dele se espera. tem (ainda) muitos aspectos a melhorar no jogo defensivo, sobretudo o deixar de marcar/quadrar os adversários com os olhinhos. se falar com o seu pai, ele explica-lhe como o evitar, e já para o próximo jogo.

Otávio – e é só.

André Silva – a responsabilidade pesa-lhe nos ombros, mas ele encara-a como um (bom) desafio e com um sorriso nos lábios. não vira (nunca!) a cara à luta, executa movimentos ofensivos muito interessantes e que mais nenhum dos nossos atacantes “copia/imita” (também só temos, quê? mais dois, não é?, e sendo que um deles já é carta fora do baralho), e está sempre no sítio certo. quando aprender a controlar a ansiedade, os golos surgirão em catadupa.
só um reparo: é um bom executante de grandes penalidades, mas já todos percebemos que prefere o remate rasteiro e para o lado esquerdo do guarda-redes…

Herrera – mais do que palavras, uma imagem de puro deleite:
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futuro© google | Tomo III
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futuro© zerozero
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iii) o primeiro jogador.

obviamente que quero deixar uma palavra de agradecimento aos adeptos que se deslocaram a Vila do Conde: foram indubitavelmente o primeiro jogador da Equipa, como referia o “mestre”, apoiando-a e incentivando-a, mesmo na “tormenta”. um grande bem-haja a tod@s vós!
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futuro© zerozero
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iv) quem és tu, Veríssimo?

ao invés da época transacta, hoje optei por assistir à partida num café perto da minha residência. estava bem composto, com alguns (vários. bastos, até) lampiões encapotados – nada que não aconteça por esse “rectângulo à beira-mar (im)plantado”© fora, pois que afinal eles são mais do que as mães (dizem que agora já são «onze milhões»…). adiante, que se faz tarde.
a imagem acima é inequívoca e não deixa margem para dúvidas, a não ser para duas ou três mentes mais tacanhas que, ainda agora e estou certo disso, persistem e insistem que o lance em causa não era merecedor de grande penalidade, sequer de amostragem de cartão vermelho directo. confesso: depois de ter gritado «penalty!», também eu fiquei estupefacto com o assinalar da dita penalidade e (pasme-se!) com a expulsão do Marcelo (já disse que é um central poderoso? e que poderia ingressar no FC Porto, no imediato, que seria bem-vindo? já?… ok…). de facto, os regulamentos mudaram: para lá dos oficiais, parece que agora já se aboliu a norma que estipula(va) que, em caso de dúvida, deve-se sempre prejudicar a equipa mais emblemática da cidade ImBicta (mas deixa-me ficar caladinho, que isto ainda pode mudar. afinal, sobram outras 33 finais…).

o que não muda, nem mudará, é a “qualidade” da arbitragem do Veríssimo, ou a falta daquela. nunca hesitou em assinalar faltas contra nós; já o inverso, tá qu’eto!… esteve sempre distante dos lances, evidenciando fraca forma física (ou então, uma enorme vontade em ficar ao longe, para não perturbar e tal)… impôs “respeito” somente pela amostragem de cartões, demonstrando uma típica insegurança de quem ainda é muito imberbe nestas andanças… ah! e foi muito mal auxiliado, ajuizando bastante mal o lance que ditou a expulsão do Alex, pois quem deveria ter visto amarelo era o gajo que simulou ter sido vítima de uma agressão quando efectiva e comprovadamente não foi – era de quem lhe arrebentasse a boca, de preferência com uma enxada que antes fora utilizada para acartar estrume, car@go!
mas, também, esperar o quê, se a “qualidade” da maralha da arbitragem tuga é medianamente pobre e nivelada muito por baixo?… não há cá milagres, certo? (a não ser que se trate de uma agremiação a pender um pouco mais para o «glorioso»; aí, vê-se sempre o que se pode arranjar)…

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disse!
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