not@s soltas depois da olímpica vitória em Roma…

futuro© FC Porto | Tomo III
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caríssim@,

muito se passou, desde a última Terça-feira. 
assim sendo, as linhas que se seguem, obviamente que #notmadeinporta18, pretendem ser uma súmula do que considero ter sido mais pertinente (o que não significa mais impactante), desde então.

principio por aquela que, para mim, é a boa notícia do dia: o ingresso de Óliver Torres no nosso plantel. quem me conhece, sabe que nutro uma especial admiração e um particular carinho por este jogador, o qual me “caiu no goto” desde o início, e que sou um apreciador nato do “perfume” do seu futebol, pois considero que, dos pés dele, a chichinha sai sempre redonda e com olhinhos. assim sendo, sou dos que acha que a sua contratação se trata efectivamente de uma mais-valia para um plantel que se mostra deficitário também no meio-campo, e ao contrário do que tenho lido na bluegosfera – que já temos soluções qb no sector nevrálgico de qualquer equipa.
e foi com um particular agrado, ao qual se juntou um sorriso de orelha-a-orelha, que o ouvi afirmar que «estou muito contente e muito feliz, por voltar a uma casa que considero como minha» e que «não tinha dúvidas de que queria voltar, porque me sinto um “jogador à FC Porto” e que vai dar tudo pelo FC Porto». até se podem julgar aquelas declarações como palavras de circunstância, o que respeito e aceito (de forma relutante); mas e a ser assim (que julgo não ser), legitimamente pergunto: quem é que, nos últimos tempos, principalmente nas últimas três temporadas, ao chegar ao Clube, manifestou publicamente tanto carinho (afecto, mesmo) e uma gratidão assim – tão viva, tão genuína, tão verdadeiramente autêntica, a brotar do coração?… já sei que houve o Quaresma; mas e antes e/ou depois dele?…

da partida de Roma, já tudo foi dissecado (sobretudo e sem qualquer ordem em particular, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui), em diferentes visões mas com um único sentimento: o de uma alegria imensa por se ter almejado um feito inédito e que muitos outros consideravam como que uma causa perdida (já lá vamos). mesmo assim, quero afirmar que:

» gostei imenso do passe açucarado de Herrera para Layún marcar o nosso segundo golo, o qual me fez esquecer que o primeiro, “em antes”, dispôs de duas excelentes ocasiões para rematar (“fuzilar”) à baliza dos italianos e (ingenuamente?), em “ambas as duas”, optou pelo diabo, da filha da puta, da porra de mais uma (desnecessária)  lateralização;

» ainda hoje me pergunto se o grego do manolas ainda anda à procura dos rins, no Olímpico e/ou se já consultou um oftalmologista, depois do autêntico “nó cego” que o Corona lhe proporcionou (vídeo aqui);

» a actuação (decisiva) de Iker Casillas demonstrou à saciedade que ele ainda é (muito) válido e que ajuda a ganhar jogos, apesar da (muita) maledicência que ainda subsiste em relação às suas capacidades.
o mesmo se aplica a Felipe que, depois da infelicidade daquele auto-golo no Dragão, foi alvo de comentários que deveriam envergonhar quem os proferiu – certamente os mesmos que passados sete dias, já lhe estavam a cravar ‘selfies‘ no aeroporto, aquando da chegada da Equipa.

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mas, do que gostei mesmo, mesmo, foi de perceber que efectiva e comprovadamente se ganhou uma forte injecção de moral para a época desportiva em curso, e para as “batalhas” que se avizinham, a começar já no próximo Domingo, no embate ante os calimeros. afirmo-o com a consciência plena de que não se ganhou rigorosamente n-a-d-a com a vitória ante a AS Roma, cuja partida já pertence ao Passado. mas, da mesma forma, não me conseguirão convencer do contrário, isto é: de que seria “igual” e de que haveria uma vontade (em tudo) idêntica, se fôssemos defrontar os viscondes falidos depois de uma derrota no bucho, para a Champions e com tudo o que tal poderia significar (mormente na questão financeira, a qual, na minha perspectiva, condiciona(rá) todo o Futuro da presente época).

em suma:
felizmente para tod@s nós que tudo correu pelo melhor, excepto para o Victorio Páez, que vai estar dois meses no estaleiro, depois de ter sido vítíma de uma “entrada assassina” (vídeo aqui)*
felizmente que a outra, que também aconteceu na partida em causa (vídeo aqui), da autoria de um caceteiro que merecia e no meu entimento, um forte e severo castigo por parte da UEFA (porque aquela “roçou” o anti-desportivismo puro, numa agressão bárbara), não trouxe consequências de maior para o nosso Tecatito. e, isso sim, é que foi «nojento»; e a dobrar.

* a lesão do Victorio pôs a nu uma evidência, e que há muito também está identificada pela massa adepta do Clube: a de que também há fortes lacunas nas laterais da nossa defesa. mas, como o mercado de transferências ainda está em aberto e certamente que o plantel não está “fechado”, aguardarei pelos desenvolvimentos que certamente ocorrerão até 02 de Setembro para me pronunciar sobre o grupo de trabalho que Nuno Espírito Santo terá à sua disposição.
até esse momento, considero prematura toda e qualquer consideração que possa tecer, porquanto que será sempre “incompleta”.
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futuro© Colectivo’95
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mais uma vez, quero elogiar o comportamento das nossas claques, em mais uma demonstração de um indefectível portismo.
tal como o afirmei a seu tempo e no momento próprio, conseguiram emudecer perto de quarenta mil ‘tiffosi giallorossi’ e fizeram com que os nossos heróis se sentissem em casa, desde o primeiro minuto de uma partida que (ainda hoje, adjectivo de) épica. e repito-o porque e ao contrário do que muitos outros afirmam, fizeram-no sem o artifício ilusório e artificial de microfones estrategicamente colocados pelos órgãos de comunicação social tugas que cobrem as transmissões das partidas em causa.
felizmente que as nossas claques não necessitam desses subterfúgios e desses expedientes, tão característicos lá para os lados dos ilegais da Segunda Circular; tudo o que se ouve na tv, quando os Super e o Colectivo são chamados a intervir, provém da sua força interior e das gargantas dos muitos que os apoiam.
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futuro© google | Tomo III
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mais do que a (nova) “indirecta” que a e-letter do Clube dedica a Miguel Sousa Tavares, ou do que o “substrato” da imagem acima transmite – ou seja e com todas as letras: a consciente e premiditada troca de resultados, sempre que a dura Realidade troca a volta aos desejos de alguns sabujos, que gravitam no jornalixo e nos me(r)dia tugas – quero voltar, por breves momentos, à questão do «imbecil»: depois do que desejou aos microfones da estação de Carnachique (vídeo aqui), como verdadeiro cara-de-pau que é, teve o desplante de escrever este vómito aqui, aludindo à «hipocrisia» que “gloriosamente” reina entre os adeptos do nosso comezinho futebolzinho. até aqui, nada demais… dá-se é esse facto curioso de aquele «imbecil» ser “mais adepto” do que qualquer um de nós.
numa rápida pesquisa, constata-se que a abécula desempenha um cargo nos órgãos sociais da agremiação de Carnide: é vice-presidente com o pelouro das Relações Institucionais, «representando o 5lb junto das Associações, Clubes, Federações, Ligas e Instituições Políticas». e é tão-somente por esse facto que, na minha opinião, ele não pode afirmar que «não posso dizer o que dizem os adeptos dos outros clubes», e sobretudo como dizem esses adeptos. não!, a abécula não pode comportar-se como um qualquer adepto principalmente porque o protocolo do cargo que ocupa assim o exige. mas como ele não passa de um «imbecil», não o consegue descortinar por ele próprio e consegue comportar-se pior do que um qualquer membro dos grupos ilegais afectos à agremiação em causa, quando nos visita e/ou quando nos recebe lá no “antro”…
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futuro© UEFA | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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» grupo teoricamente acessível para nós;

» Guardiola regressa a Barcelona;

» grupo C quase, quase uma espécie de “grupo da morte”;

» lampiões vão ter a oportunidade de (com)provar como «é fácil» defrontar o Nápoles, o Kyiv e o Beşiktaş;

» calimeros têm a possibilidade de fazer mais receita do que os outros tugas envolvidos juntos (não sei se me faço entender…).


por último, uma aviso para os “ferrazes” que persistem em visitar este espaço:
compromissos que tenho que cumprir, este final-de-semana, para manter a minha palavra dada e a minha honra, impedir-me-ão de tecer quaisquer not@s soltas a propósito do embate ante os calimeros.
essas, a acontecer, terão lugar na próxima Segunda-feira, dia 29 de Agosto.

até lá, os meus votos de que consigamos levar de vencida essa árdua tarefa.
e de que sejas muito feliz, também!.😀

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disse!
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chupa-chups! [editado]

futuro© google
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caríssim@,

um misto de emoções invade-me desde há mais de (quase) três horas, pelo que prevejo que só Amanhã (talvez) é que farei a minha análise à partida desta noite. 

posto isto, antes de tudo, primeiro do que tudo, e com o pouco de racional que consigo manter num estado de espírito em permanente ebulição, quero desejar esta vitória aos indefectíveis portistas – àqueles que não vacilam, aos de todas as horas e que marcam presença em todos os momentos (sobretudo nos negativos, “quando tudo arde à sua volta”), que não se dão como derrotados antes do tempo, que se recusam a enveredar por um negativismo crónico.
a estrondosa vitória desta noite é sobretudo para eles. e para aquele meio milhar de adeptos que, no mítico ‘stadio olímpico di Roma’ emudeceram perto de quarenta mil ‘tiffosi giallorossi’ e fizeram com que os nossos heróis se sentissem em casa, desde o primeiro minuto de uma partida épica. e obviamente para Nuno Espírito Santo e para o grupo de trabalho que lidera – os verdadeiros artífices de uma proeza [obrigado pela pertinente correcção, “mestre”] que, mais do que «do futebol português» (e como é prazenteiramente costume afirmar-se nestas ocasiões), é antes inteiramente pintada em tons azuis-e-brancos – pois que se trata de uma efeméride do portismo, e do Futebol Clube do Porto, e das suas gentes, e de mais ninguém (sim!, sou egoísta a este ponto, porquê? há azar?).
e quem diria que esse mesmo grupo, tão contestado nos últimos dias (semanas) onde se duvidou de tudo e de todos se questionou, conseguiria o “tal” milagre a que aludi na semana passada?… fica aqui o registo de que só se é derrotado quando se desiste de lutar; e como dos fracos não reza a História…

por último, concede-me este (breve) desabafo que está aqui, “entaladinho”:
certamente que a vitória desta noite não é dirigida aos Sousa Tavares desta vida – os tais que, ainda antes do início do encontro desta noite, e inebriados no negrume do seu derrotismo, já se davam por vencidos (© dragão até à morte), outra vez, (in)tentando arrastar os outros, os indefectíveis, para o seu abismo sem fim.
confesso que não consegui ler mais do que o ponto nr. 1 daquela que, para mim, foi a última NORTADA que me permiti ler. para mim, chega! não estou mais para ler alguém que se diz “portista” e que se comporta pior do que o pior do ‘chouriço’ – o mesmo que nos desejou uma cabazada (vídeo “para a posteridade” aqui) e que, neste momento, volta a ter que ir dormir para a garagem lá do barraco onde habita, tal é o tamanho do melão (e como amanhã é dia de labuta, e ele levanta-se cedo, e demora a desinchar…). mas, ao menos este último não disfarça o seu “desportivismo”, travestido de um asco e de um anti-portismo básico e primário (por que doentiamente crónico), ao contrário do ‘enfant terríBel’, que é um lobo da pior espécie em pele de cordeiro.

assim sendo, para os tristes dos Sousa Tavares desta vida, e para todos os outros comentadores do jornalixo e dos me(r)dia tugas que ainda fazem contas aos minutos que a nossa equipa do coração jogou em superioridade numérica (e que não passam desse facto para justificar a nossa vitória desta noite, ao mesmo tempo que demonstram toda a sua “gloriosa” azia) e que em relação aos seus comentários, a dez minutos do fim da partida, fizeram com que pensasse, de mim para alguns de vós, que já assisti a discursos fúnebres mais alegres e dinâmicos do que, por exemplo, aos do duo de abéculas plantadas no estúdio da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, olhem:

chupa-chups®! CHUPA: chups!

 

disse!

a voz do dono…

futuro© FC Porto | Tomo III
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« Chega a ser confrangedor o desequilíbrio psicológico da maioria dos adeptos portistas…
Não temos dinheiro, apanhámos a pior equipa possível no ‘play-off’ de acesso à fase de grupos da Liga dos campeões (e até a equipa do Villas-Boas penaria para passar esta AS Roma) e desesperamos todos por reforços de 20 milhões chamados Rafa e Óliver – de valor indiscutível, mas de preço muito discutível (o Óliver ganhou “zero” no FC Porto) …

Queríamos uma “limpeza de balneário”: despacha-se Aboubakar, Brahimi e Martins Indi… Agora chora-se porque os despachámos…
Queríamos uma aposta séria na formação e em miúdos a crescer: temos Otávio, André Silva, [Rúben Neves, João Carlos Teixeira, Diego Reyes, Alex Telles,] Corona. Mas que não pode ser, que são “muito verdes” e assim não vamos lá…

Queríamos um treinador “à Porto”: vamos buscar o único possível (Marco Silva é mais benfiquista do que o Eusébio…). Que não, que é inexperiente, que está a construir um plantel curto e que não se compreende aquele meio-campo…

Estamos muito mal, não temos dinheiro, a Direcção falha e continua a falhar gravemente, mas o caminho é olhar para a frente e não pensar que o Mundo vai acabar porque muito provavelmente vamos ser eliminados em Roma e a seguir vamos a Alvalade …
É jogar com o que há, crescer aos poucos e aproveitar aquele sangue e aquelas lágrimas do Ruben Neves para, um dia, irmos ao Dragão e sentirmos que voltamos a ser Porto . Até ao fim da época é apoiar…
»
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caríssim@,

aquele foi dos poucos comentários optimistas que, neste final-de-semana, pude ler por aí, nesse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera.
de facto e sem querer ser muito chato (ainda mais do que já sou…), mas correndo o risco de me repetir, é certamente um caso de “esquizofrenia” pura ler alguns textos e/ou alguns comentários na bluegosfera: não está em causa nem nunca estará, frise-se bem!, o portismo de cada um, o qual é vivido de forma singular (por que única) e era o mais que me faltava estar a julgá-lo (e quem sou eu para o fazer? ninguém!); o que lamento é o que é referido no comentário ali em cima: essa “capacidade” de se querer tudo e o seu contrário, no mais curto espaço de tempo. ainda nem três meses se cumpriram desde a sua apresentação oficial e já é alvo de contestação…

desculpem-me a franqueza mas, e para lá de todas as culpas que também assistem à Direcção (do Clube e/ou da $AD, é indiferente, porquanto que são praticamente as mesmas pessoas), enquanto adeptos (seja de sofá, seja de bancada, seja de superior, seja de café, ‘whatever‘), temos cota-parte no rumo que o nosso Clube do coração está a tomar, e aqueles exemplos “esquizofrénicos” comprovam-no. bem sei que três anos de “jejum” não ajudam, mas, que diabo!, já estivemos* bem mais e continuamos aqui, para mal dos pecados de muitos (mais do que onze milhões, segundo dizem)…

acho que seria interessante pararmos um pouco e reflectirmos se a nossa conduta é a melhor para o Clube e em prol deste último, que é por isso que estamos aqui (é, não é? pelo menos, deveria ser…).
por exemplo, é inadmissível que ainda haja quem prefira instintivamente assobiar um jogador da Equipa, ao invés de o fazer, por exemplo, para os cabrões dos apitadores que se pavoneiam, a seu bel-prazer, no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos – afinal, sempre é preferível tornar aquela que deveria ser a nossa fortaleza num, autêntico Inferno para os nossos, para os que ostentam o brasão abençoado ao peito («esses bandalhos!», como já ouvi), do que fazer tudo por tudo para que aqueles cabrões tivessem que abandonar o recinto de jogo de fraldas… mas, “isto” sou eu a pensar alto e certamente que a desejar o Impossível…

* quer-se dizer e para ser rigorosamente escrupuloso e verdadeiro: estiveram alguns de nós, os (chamados) da velha guarda – aqueles que, por exemplo, têm mais anos de experiência de portismo do que eu de vida… e outros há que sofreram 14+19 anos à míngua, e ainda por aí andam – desanimados com o Presente, mas de olhos postos no Futuro!
se conhecem algum deles, tomem a liberdade de lhe(s) perguntar como é que “sobreviveram”. e, já agora, como ultrapassaram, para lá da chacota alhei(r)a, o descrédito que lhes assolava a alma, ano após ano, após ano, após ano. ou então, se não estão para essa pachorra, perguntem a um amigo fanático pelo spórtém, que vai dar ao mesmo (03 títulos em 33 anos, ‘and still counting‘)…
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futuro© google | Tomo III
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entretanto, consta por aí que foi o fim do Mundo em trusses, lá para os lados de Carnide, e depois de um empate que, antes de o ser, já era tido como uma vitória inequívoca para os fanfarrões do costume… aliás, a imagem acima é só uma reprodução das correspondentes capas dos pasquins em causa, desta Segunda-feira (aqui e aqui).
portanto e com a colaboração dos sabujos de sempre (estrategicamente colocados no jornalixo e nos me(r)dia tugas), e dos avençados nos vários painéis daqueles programas (supostamente) para debate do Futebol (mas que mais não são do que um autêntico lavar de roupa imunda) cá se vai pressionando e condicionando o rumo da próxima jornada – a qual, para lá do clássico a disputar no “reino distante dos viscondes falidos de Alvaláxia”®, também contempla um escaldante Nacional vs. 5lb, a ser disputado na véspera daquele…
assim sendo e na senda do que já foi denunciado aqui, aqui e aqui **, também estou (muito) curioso para saber qual será o castigo a aplicar ao Orelhas por ter proferido «é uma vergonha! como é que nomeiam este tipo?! não queremos mais aqui, este tipo!», ao que terá tido como resposta, por parte do interlocutor «são 24 árbitros e todos podem apitar todos os clubes»… mas vou esperar sentadinho, não só por causa das varizes, mas também porque aquelas declarações terão sido «supostamente» proferidas pelo líder efectivo da #porta18 e do controlador dos #vouchers… e porque o “professor” rui vitória não fala de arbitragens e tal (conferir aqui e aqui e aqui)…
ah! e caladinhos, pela parte de quem efectiva e comprovadamente tem mais responsabilidades do que todos os ‘bloggers‘ juntos, é que se está bem. e é assim que se consegue lutar pelos direitos que assistem ao Clube, como veremos a seguir… como é mesmo?… isso!: «enquanto fomos bons rapazes fomos sempre comidos!»…

** sim, somos todos uma cambada, uma «seita» do pior, andamos todos “concuminados” (que não concubinados), e só publicamos as opiniões que a $AD nos impinge… por vezes também pensamos pela nossa própria cabeça, mas é raro (para além de proibido)…
<modo de ironia ‘off’>
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futuro© FC Porto para sempre | fotos da curva | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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entrementes, parece que houve uma grande penalidade sobre o Silvestre – «de televisão», ou de outra, não interessa, pois que foi evidente que houve falta sobre aquele e dentro da grande área. e, note-se, uma grande penalidade que não foi um ‘fake’, como esta outra aqui, que se tivesse acontecido no Dragão e viesse a ser assinalada… ui! já teriam caído os Clérigos, a Trindade, a Sé, a Igreja dos Grilos, a dos Congregados, a da Misericórdia, a de S. Francisco, etc e tal…
parece que não, mas a outra, a da imagem acima, a ser assinalada e a ser concretizada, a “tal” «salvação nos últimos minutos» poderia redundar num dragão «de ouro» – saber ao que me refiro aqui ou aqui. pois… parece que não, mas facilitaria imenso. e, convenhamos, ajudaria bastante a que não se ouvissem alguns assobios em nossa própria casa – sim!, lá estou eu. outra vez…

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disse!
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insistências e persistências [actualizado]…

futuro© google | Tomo III
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curioso: o dono do blog ainda não veio comentar o jogo de ontem. provavelmente está à espera do rascunho da SAD.
adoro blogues do sistema. Força Porto ou, no caso deste blogue, Força SAD (encham-se bem enquanto dura).

sim, já sei, posso ir para o caralho… mas tu já lá estás há muito, com a atitude carneiresca.
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caríssim@,

reproduzo o “comentário” acima por diversas razões:

» é com este tipo de abéculas que um administrador de um blogue (também) tem que conviver. diariamente. e aquele (tipo de) “comentário” até foi o mais brando, nos últimos tempos; outros há que são cópia fiel da personalidade de quem os redige e que, se viessem a ver a luz do dia (salvo seja!), fariam corar, não só as pedras de uma qualquer calçada lá pelos lados de Guimarães, como os progenitores dos próprios.

» é com as teorizações dos ferrazes desta vida que tenho que aprendido a levar uma vida mais zen, dentro do espírito singular (por que único) deste “maraBilhoso mundo que é a bluegosfera”®.
a última, portanto, é a de que serei um avençado da SAD portista e uma espécie de “pau mandado” da mesma, pois que faço parte de um qualquer «sistema» que só existirá na cabecinha dessa gentinha (gentalha?). e tudo porque às 14h38m – a hora em que o ferraz vomitou a sua bílis – eu ainda não tinha escrito uma única linha sobre o encontro da passada Quarta-feira à noite (fi-lo somente pelas 18h desta Quinta-feira, dia 18 de Agosto).
esquecem-se os ferrazes que por aqui gravitam que (i) eu tenho vida própria e compromissos para lá do blogue, que (ii) escrevo à minha maneira, sobre o que melhor me convém e quando quero e/ou tenho possibilidade para o fazer, e que (iii) não sou pago por ninguém para tal (nem quero!), pois que o faço por carolice
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» parece que causa muito incómodo, aos ferrazes desta vida que, por haver um conjunto mais vasto de blogues que partilham das mesmas ideias e das mesmas convicções, os seus administradores (‘bloggers‘), não possam estabelecer quaisquer laços de amizade, que será um sacrilégio que possam conviver juntos em momentos diversos ao longo de uma época, que nem sequer seja admissível uma singela troca de mensagens acerca de “coisas” do quotidiano azul-e-branco.
é que, quando tudo “isto” acontece, e porque existe mesmo, somos logo brindados com os epítetos de «blogues do sistema» e de «carneiro»… e como apelidar quem só se deixa levar pelas emoções, com muito (ou pouco) “amor” à mistura, de reflexões sem fim nos diversos tribunais (sem rosto) que existem por esse mesmíssimo mundo da bluegosfera? fica a pergunta…

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em suma:
nunca irei compreender os ferrazes, sequer aceitar a forma como vivem o seu portismo (sempre mais «sério» e «inteligente» do que os demais, os «outros», os «do sistema», os «da seita» ou da «carneirada»).
se este espaço existisse, de forma física, numa qualquer realidade que não a virtual (e pese embora abordar assuntos bem… reais), os ferrazes seriam aquele cliente de botequim, sempre com o seu copo de três a transbordar de vinho carrascão, e invariavelmente a conspirar e/ou a dizer mal da sua vidinha (insignificante?) só porque sim, num desgosto que parece perdurar para lá da sua amargura – uma espécie de Velhos do Restelo dos tempos modernos, em que nada, nem ninguém, os consegue demover de um negativismo crónico.
acredito que viver assim seja mesmo muito triste – sempre à procura do “mal” e sem a perspectiva do “copo meio cheio” (que também existe e para lá de desconhecer o porquê de não entenderem as mensagens explícitas que amiúde lhes vou dedicando, comprovando que, de facto, este Portugal tem um sério problema de analfabetismo funcional…).
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ah!, já agora e (bem) a propósito:
amanhã, Sábado, é dia de jogo, no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos. eu já tenho o bilhete para o encontro, adquirido antecipadamente. acontece que, ontem e por causa dos compromissos que tenho que honrar, provavelmente dar-se-á o caso de não poder comparecer à partida em causa (apesar de tudo fazer para ver se ainda dará). e mesmo que não vá, não irei pedir a restituição do valor que despendi na sua aquisição.
onde quero chegar com esta prosa? exactamente aqui: assim sendo e pelo exposto, ó ferraz, há a probabilidade forte de não poder escrever a minha crónica a essa partida, e sem ajudas de outrem (mormente da $AD). portanto, vê lá se te acalmas, se não começas a “fazer filmes” onde eles não existem, se me desamparas a loja e se continuas a ir para o caralhinho (e pela sombrinha, também).
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futuro© pravda
(clicar na imagem para ampliar)

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desta feita, não concordo plenamente (allô, Silva! :D) com o mais recente BRASÃO ABENÇOADO de Pedro Marques Lopes, sob o título “a garra terá que fazer a diferença” (aqui e aqui em jpeg, e aqui em formato pdf).
estou de acordo com a sua análise ao jogo da passada Quarta-feira e partilho do que apelida por «erros evitáveis»; já não estamos em sintonia em relação à questão do episódio com o Rúben e com a sua visão sobre as capacidades de Iker. explico (sucintamente).
sobre o Rúben, acho que, mais do que uma dissertação minha, as palavras do próprio ajudam a perceber que se (in)tentou fazer uma tempestade num copo de água. e nem por sombras corroboro essa visão (dantesca?) de uma «tentativa de se destruir psicologicamente» um jogador que (e é bom lembrá-lo!) ainda tem idade de júnior, com todas as “dores de crescimento” que tal acarreta.
sobre o Iker, para lá do optimismo que mantenho aquando da sua contratação e apesar de saber das suas “limitações”, discordo quando afirma que «por um décimo do dinheiro que gastamos com o espanhol, arranjávamos um guarda-redes melhor, mais motivado e com futuro. […] um grande clube exige um guarda-redes que garanta estabilidade e dê confiança». sem desprimor para os demais, considero que este guarda-redes já faz parte do actual plantel e dá pelo nome de José Sá. e ainda há o Gudiño. e o Andorinha. e o Mbaye (à loja, sff). e o (incluir nome, num total de onze guarda-redes sob contrato)…
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post scriptum:
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a versão em pdf do texto de Pedro Marques Lopes (aqui) traz inclusa as duas singelas páginas que a edição impressa do pravda desta Sexta-feira (aqui) dedica ao quotidiano do FC Porto.
fi-lo porque a capa desta edição (vide aqui e aqui) faz uma chamada para uma “notícia” que (e cito) «preocupa os adeptos» – tod@s nós, portanto e enquanto portistas. depois, vai-se ao c(h)erne da questão, e constata-se que toda ela (a “notícia”) não passa de um verbo de encher, conseguida à custa de hipotéticas suposições, e baseada em lugares-comuns e fundamentada e meras hipóteses – para os ferrazes desta vida, um pouco à semelhança deste local, mas com o “bónus” (logo, uma vantagem) de não ter que pagar nada mais por tal. e tudo na senda da de ontem (aqui e aqui) em que, na ânsia de causar alarme e quando, a meio de uma eliminatória, com tudo em aberto para os dois oponentes, afirma-se peremptoriamente «milhões em risco». ou no rumo desta outra, do passado Domingo (aqui e aqui), em que se mascara as paupérrimas exibições dos rivais, com uma parangona de «isto promete!»…

ou seja (e assim concluo):
percebe-se facilmente (ou então não…) o quão perniciosa é, para tod@s nós, portistas de alma e coração, a crítica mal intencionada e má fundamentada, que alguma bluegosfera vai tecendo por aí e para agrado dos ferrazes desta vida. é que “eles andem aí”, também, a fuçar, à procura do que nos possa dividir para que outro alguém possa continuar a reinar de forma «gloriosa». e sim, por “fuçar” refiro-me aos sabujos afectos ao jornalixo e aos me(r)dia tugas.

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disse!
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