«imagens inéditas»…

© google | Tomo III
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caríssim@,

em complemento ao que entretanto já foi (muito bem) escrito aqui, aqui, aqui, aqui e aqui, e que subscrevo, na íntegra, permite-me tecer só uns breves considerandos. atão, é assim (e situações pessoais à parte, tais como: dificuldade em adormecer e de uma forma calma, relaxada, tranquila; manter o bom humor, inclusive em família; ser cordato com os adversários):
depois do problemático empate com (imenso) sabor a derrota, em Paços de Ferreira, é por demais evidente que está muito difícil o assalto ao primeiro lugar do campeonato e, por inerência, o fim apotropaico do glorioso tetra da treta… no segundo lugar, (actualmente) a seis pontos de distância do que mais almejamos, num comezinho campeonatozinho fundamentado na estratégia do pontinho (e desde que seja ante o FC Porto e nunca, mas nunca!, contra o 5lb), é mesmo muita fruta*
também foi por demais evidente que, depois de uma semana como há muito não se via no Departamento de Comunicação do Clube, aquela “derrota” foi muito além de um tiro no pé: foi, por exemplo, o suficiente para um “pardal” arvorar-se em mais-maior-grande, num jogo em que foi muito pequenino. foi também o motivo principal para o «professor rui» conferir-nos uma certeira alfinetada, e que ainda me causa “urticária”. e foi o mote perfeito para os sabujos do costume, a soldo no jornalixo tuga, saírem a terreiro em defesa da sua mui gloriosa dama**, atacada (vilipendiada?) pelo mauzão do “bicho papão” do Norte. mau. muito mau. basto, até.

* o «polvo» que grassa pelo nosso comezinho futebolzinho é assaz curioso. por exemplo, não se impede de manifestar um glorioso exacerbamento clubístico, com um fervor incomum e, inclusive, incomparável – sequer nos idos anos ’90 (aqueles que os lampiões e o bêbado da Cunha, vulgarmente associam ao famigerado «sistema»).
para lá dos nomes que comummente se conotam com o 5lb – e que não é o da sua filial em Castelo Branco (bela localidade que permite mais uma rápida associação, em relação ao quotidiano da agremiação de Carnide, desta feita sobre a famigerada #porta18) – ele é o rui oliveira, ele é o valter rufo, ele é o luís godinho, ele é o fábio veríssimo e mais recentemente o «primo» bruno vieira
acho eu que são demasiados nomes de apitadores que estão no activo. acho eu que assim se explicam os campos inclinados sempre em nosso prejuízo e sempre a favor daquela agremiação. acho eu que, se aqueles nomes manifestassem publicamente uma devoção ardente pelo azul-e-branco, já teriam caído a Sé, o Carmo, a Trindade, os Clérigos, a Misericórdia, os Grilos, a de S. Francisco, os Congregados e demais igrejas do Grande Porto – assim como muitos alfaiates não teriam mãos a medir, tantas seriam as vestes rasgadas por aqueles mesmíssimos sabujos dos me(r)dia nacionais e do jornalixo tuga…

** eis só (mais) um exemplo do muito que esses crápulas, esses jornaleiros da treta, fazem em prol da “instituição”.
Segunda-feira de manhã, bem pela fresquinha, o lixo tóxico do grupo cofina – esse esgoto a céu aberto do jornalixo tuga – divulgou um vídeo onde alegava «imagens inéditas da expulsão de Danilo», em Moreira de Cónegos (e que também se divulga aqui, para se evitarem cliques em sítios muito pouco recomendáveis na Internet).
a legenda que acompanha esse vídeo refere que (e cito):

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« a expulsão de Danilo em casa do Moreirense, numa partida que ditou o afastamento do FC Porto da Taça CTT, causou muita polémica, pois os dragões e o próprio médio, dizem que o choque com o árbitro Luís Godinho foi acidental.
o Rascord teve acesso a novas imagens do lance, onde se percebe o que aconteceu nos momentos imediatamente anteriores, e que ajudam a perceber os motivos da expulsão do internacional português.
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de «imagens inéditas», de facto só se aquelas se referirem aos fios que são visíveis no lado esquerdo e que causam demasiado “ruído” na sua visualização. dos «motivos da expulsão», nem o próprio apitador os saberá, a qual foi ridicularizada em todo o planeta Terra. da «muita polémica», essa ainda dá que falar, porquanto que ninguém da FPF desmentiu o que a e-letter do Clube refere, com veemência, aqui
o que eu gostava de saber é como é que esses vendilhões de uma classe por demais subserviente e servil aos interesses do Carnide, tiveram a verdadeira desfaçatez, a autêntica filha-da-putice de publicar um vídeo cujo original é pertença do porco do hugo gil – uma página (mais do que) oficiosa do 5lb no faceboKas (!!!). e depois admiram-se de que sejam apelidados de prostitutos e de outros epítetos tais, porque, com estes actos conscientes, efectivamente demonstram à saciedade que o são!

já agora e sobre o lance do vídeo em questão:
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nesta imagem gif (não vá o vídeo ser gloriosamente denunciado…), logo no seu início, percebe-se o atraso deliberado do jogador do moreirense para o seu guarda-redes e que seria motivo para se assinalar um livre indirecto dentro daquela grande área, e a favor do FC Porto – lance sonegado pelo go(r)dinho e muito criticado pelos jogadores portistas, Danilo inclusive.
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© google | Tomo III
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nesta imagem gif percebe-se que o que o ‘rascord’ explicitamente alega ser «nada acidental», mais não é do que o Danilo a ganhar posição no terreno de jogo por forma a evitar um contra-ataque da equipa de Moreira de Cónegos.
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por último e bem mais importante:

muitos parabéns!, Jorge, pela honrosa menção do teu nome e do teu blogue no “Universo Porto” de Segunda-feira*.

vídeo integral do programa aqui. a parte mais importante do programa aqui.
(e para memória futura – porque comprova-se que “eles” lêem a bluegosfera)

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disse!
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roubos…

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qual é, para mim, o «roubo do dia?»
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no que a mim diz respeito e para já, “só” o de Sábado passado, quando toda uma Equipa roubou, não só a minha dignidade* enquanto portista, mas também (mais) uma réstia da (pouca) Esperança que (ainda) acalento de, em Maio próximo, poder estar a festejar o nosso 28º título de Campeão Nacional português…
a ver vamos o que nos reserva o próximo Domingo. conto lá estar, no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, para ajudar a conquistar três tão importantes pontos. e a minorar toda esta mágoa que ainda sinto dentro de mim…

* é que, depois das denúncias ao longo de toda uma semana como há muito não acontecia, em Portugal, não sou só eu a ouvir estridentes, sibilantes, gloriosas «gargalhadas alarves» dentro da minha cabeça… e isso incomoda-me. muito. basto. bué.

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disse!
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(des)igualdades…

© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)
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caríssim@,

tempos muito agitados, estes, que se vivem actualmente no nosso comezinho futebolzinho tuga, com anúncios de «reuniões de emergência», denúncias de «ameaças», desmentidos avulsos e o diabo a sete… e ainda bem que assim é, pois que, no meu entendimento, significa que o «forrobodó» tem os dias contados. e igualmente que muito “boa gente” terá que sossegar a periquita com a treta do tetra que gloriosamente se deseja que aconteça, nem que seja por decreto…

com estas linhas (#notmadeinporta18) não pretendo repetir o que entretanto já se afirmou peremptoriamente aqui, aqui, aqui, aquiaqui, aqui, aqui, aqui, aqui e também aqui, porque secundo cada uma daquelas fortes convicções de correlegionários desta nobre causa, e que é a defesa intransigente dos direitos do nosso clube do coração e de Sempre: essa instituição centenária que dá pelo nome de Futebol Clube do Porto e que deveria merecer igual respeito que outras, sediadas lá para os lados da Segunda Circular (já lá vamos).
mesmo assim e apesar de todo o escarcéu, não deixa de ser assaz curioso que só depois do descalabro calimero em Setúbal, e para uma competição da treta como é esta taça da liga, é que as instâncias superiores que controlam o sector da arbitragem tuga resolveram sair a terreiro. só depois do alvoroço criado pela agremiação do Lumiar é que se fizeram manchetes com o que, até então, era olhado de soslaio por aquelas mesmas instâncias – e conforme se confirma na imagem acima. só depois das denúncias de «factos», pela parte de um «catedrático» do nosso comezinho futebolzinho, é que essas mesmas instâncias resolveram “agir”, agendando «reuniões de emergência» (certamente que da treta, porquanto que darão em nada). atente-se que só depois, não antes, quando denunciámos, via Porto Canal (aqui) e e-letter Dragões Diário (aqui e aqui), factos igualmente graves, lesivos da Verdade Desportiva nas várias competições internas em que o Clube participou, e que deveriam suscitar, não só muito incómodo e basta preocupação, mas também uma motivação suplementar para se averiguar da sua veracidade, por parte daquelas mesmíssimas instâncias. ao invés, o que até então se constatou foi a uma série de episódios avulsos e sem qualquer cariz de inquietação, por mais pequena que fosse – principalmente num artigo de opinião onde, para lá de se sossegar a maralha com o chavão (gasto, estafado) da «importância do diálogo com todos os agentes desportivos», exige-se a «responsabilização [sempre que] a dignidade e a honra dos árbitros seja colocada em causa, na defesa dos árbitros, da arbitragem e do futebol português» – vulgo “lei da rolha”, porque «2016 foi um ano fantástico para o futebol português. 2017 tem tudo para voltar a sê-lo»…

em suma:
(com)prova-se que perdemos demasiado tempo quando, vilipendiados na nossa Honra, na nossa Dignidade, no nosso bom-nome, no Respeito que merecemos, optámos por um (in)consciente silêncio sepulcral.
(com)prova-se que, apesar de ainda irmos a tempo de reverter aquela situação – e por mais antagónico que seja e/ou que pareça – a nossa voz não possui o mesmo (i)mediatismo que as das agremiações afectas à Segunda Circular, #notsportemlisbon incluído (!!!) (mais uma vez atente-se para a imagem acima e tirem-se as devidas ilações).
(com)prova-se que é este o caminho que se deve seguir: o da denúncia pública de factos que comprovadamente lesam a (em tempos, tão propalada mas entretanto sonegada) Verdade Desportiva, e que atentam à seriedade das competições. e que esse caminho é sinuoso. e basto extenso (olá, Silva!). e com muitos “espinhos” (ou serão «polvos»? ou «monstros»?). e que trará mais dores de cabeça e indisposições do que agrados. mas que é efectivamente este o caminho a trilhar.
(com)prova-se que, mais do que «um canal com clube», a (in)tentar uma via generalista que dificilmente há-de almejar, o Porto Canal deverá ser a via privilegiada para se denunciarem os «polvos» que mais ordenam no nosso futebolzinho da treta. sim!, a e-letter tem mérito, as contas oficiais nas redes sociais também são válidas, mas o impacto do canal de televisão é muito superior àquelas e apesar de ter um ‘share‘ residual se comparado com outros canais de informação.
(com)prova-se que seria benéfico que, nos programas televisivos de “debate” daquele mesmo futebolzinho, os comentadores afectos ao FC Porto e porque estão em sua representação, no mínimo, dever-se-iam inspirar no saudoso Pôncio Monteiro para evitarem silêncios cúmplices (allô, Manuel Serrão!) e/ou abanos de cabeça coniventes (hello, Guilherme Aguiar!). não tenham medo de serem maus rapazes, de se exporem e eventualmente de se “queimarem”, e sejam mais acutilantes e incisivos, na defesa da nossa dama. ouçam aqui como se deve fazer, chamando (literalmente) os “bois” pelos seus nomes de baptismo, e por muito incómodo que cause ao moderador do programa. Ontem já era demasiado tarde…
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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)
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«joguem mazé à bola e deixem-se de tretas!»

sei que o testament… que este textinho já vai longo, mas não quero terminá-lo sem expor o seguinte ponto de vista:

invariavelmente aquele sido este o “argumento” com que tenho sido brindado desde que o escândalo do «polvo» rebentou – seja na caixa de comentários do blogue, seja no local de trabalho.
a quem assim “pensa” e normalmente também sustenta a sua verborreia com a falácia «dos anos 90» e do «controlo do Sistema», e para lá do ‘pito dourado e do pífio final, aconselho a que atentem na imagem acima *, e façam esse enorme esforço de inverterem a cor da camisola dos apitadores em causa. o que já não se teria dito e/ou escrito e/ou comentado se aqueles fossem adeptos confessos de um clube mais a Norte do Rio Mondego? é que eu não tenho memória de passarinho e recordo-me bem do que, em tempos, na “tal” década de ’90, muito “boa gente”, afecta à agremiação de Carnide, com o zarolho à cabeça, zurziu em torno da confissão de Martins dos Santos ser adepto do FC Porto. e, sem querer recuar muito no Tempo, do que se aventa sobre o «super dragão» roubar… duarte gomes…
ah! e para que conste: o que se “pede” não são benefícios e que, a partir de agora, os campos comecem a se inclinar a nosso favor, e que se subvertam as leis do jogo em nosso benefício; o que se pretende é que essas mesmas regras sejam respeitadas independentemente da cor das camisolas e que, de uma vez por todas, haja uniformidade nos critérios com que as mesmas são aplicadas – algo que está em falta há (pelo menos) uma década, com total descalabro na que se encontra em curso.
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(* e naquela imagem falta o famigerado rufiola de Guimarães…)
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disse!
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para memória futura (parte V)…

© zerozero | Tomo III
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esta arbitragem desvirtua completamente esta competição! o encontro fica decidido por um lance. era um jogo muito importante para nós, que valia a passagem à meia-final da Taça da Liga – uma competição que queríamos muito ganhar. mas nomearam árbitros sem experiência e com pouca capacidade para os jogos dos três grandes. isto demonstra que não devem ter muito interesse nesta competição…
durante o jogo poderíamos ter feito o segundo golo, em várias ocasiões. o
spórtém está a ser prejudicado com muita facilidade: a favor do spórtém dificilmente se marca; em lances contra, é muito fácil marcar. é uma falta de respeito para com o spórtém, que é um grande clube, assim como para com os seus adeptos e para com os seus profissionais.
em tantos anos de futebol nunca vivi uma coisa destas! fizemos o que tínhamos que fazer mas, mais uma vez, passaram-se coisas que não conseguimos controlar.
estamos a chegar à final da competição e nomearam árbitros com pouca experiência e com pouco nome… a Equipa “sentiu o golpe” de ser eliminada e da maneira como foi! isto deixa sequelas. já temos outro jogo Domingo mas ficámos afectados emocionalmente. não há motivos para isto acontecer! todos os que estiveram no estádio perceberam que é muito fácil prejudicar o
spórtém… queríamos estar nas meias-finais e não vamos estar; queríamos vencer a competição e já não podemos. foi uma injustiça! saímos da competição devido a erros de terceiros…
o
spórtém poderia ter feito o segundo golo por diversas vezes, mas não conseguiu. no entanto, o nosso trabalho estava feito. não é por aqui que se pode falar. o spórtém fez uma grande segunda parte e fez tudo para ganhar, mas não podemos alterar a realidade. não são desculpas, são factos!

mais uma… já começam a ser constantes, estas falhas. a Equipa está revoltada perante tantas decisões erradas. são demasiadas decisões erradas!
tenho dificuldades em encontrar as palavras para estas atitudes. vejo a mentalidade e o esforço desta equipa a treinar e nos jogos e, depois constantemente surgem estes erros… o ânimo da Equipa não é bom…
estes erros começam a ser muito frequentes e isso provoca uma frustração muito grande. trabalhámos bem, com muito sacrifício de todos e, depois, derrubam os nossos objectivos com outros factores…
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Setúbal, Janeiro de 2017.
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caríssim@,

sim!, as citações acima (e que se reproduzem para memória futura) poderiam ser de um qualquer elemento afecto à nossa equipa do coração e na presente época desportiva 2016/2017, mas… não: ao invés, são declarações exclusivas do treinador e do capitão da agremiação calimera do Lumiar, depois de uma derrota e consequente eliminação da fase final da ex-taça da bjeKa (ou taça da carica, ou da crica, ou do do raio que a parta!). e não deixa de ser extremamente curioso que o que se destaca a negrito naquelas, é coincidentemente idêntico ao que muito nós temos denunciado, esta temporada.
“a’tão, onde reside a (principal) diferença entre as queixas?”, estarás a perguntar (ou então, não). simples: os roubos de Catedral que denunciamos e que atentam à tão propalada Verdade Desportiva, são relegados para meras notas de rodapé nos pasquins do burgo e/ou não conferem aberturas de telejornais (e aqui não incluo o destaque que se confere às nossas derrotas desportivas) e/ou são tidos como meras calimerices; já os «factos» delatados pelos viscondes falidos do reino de Alvaláxia são (mais) uma oportunidade para tempo de antena gratuito ao burro do Carvalho – e para lá da antítese do destaque que os me(r)dia tugas (não) nos concedem, como se comprova aqui e aqui.

é (também!) por estas razões, de autêntica dualidade de critérios – arbitrais, editoriais, comunicacionais, de respeito (ou da falta dele), outros quaisquer – que saúdo o que foi (muito bem) dito no programa “Universo Porto – da bancada” de ontem (vídeo aqui), no Porto Canal. durante quase noventa minutos de emissão, mais do que um blá-blá-blá inconsequente, começámos a dar (literalmente) nomes aos bois do (outrora) «sistema» – actualmente parece que é mais «monstro», ou «polvo» (que é quem mais ordena, como se sabe) – e que até já ultrapassou as fronteiras do nosso comezinho futebolzinho de pacotilha…
aliás, neste caos em que se encontra o mundo dos apitadores tugas, só poderá haver um glorioso gáudio e um tremendo júbilo, por toda uma situação a tresandar ao que o burro do Carvalho exala de todas as vezes que se cruza com o seu congénere de Arouca, pela parte de quem é imensamente pequeno e de quem é tacanho o suficiente para menosprezar todo um esquema ardiloso, (muito) próprio dos que conscientemente opta(ra)m por «fazer isto por outro lado» e que consideram que «são mais importantes os lugares na Liga do que contratar bons jogadores»…

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disse!
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para memória futura (parte IV)…

© google | Tomo III
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… não!, as arbitragens não explicam a nossa péssima prestação na corrente edição da ex-taça da bjeKa (ou taça da carica, ou da crica, ou do do raio que a parta!), nem o nosso descalabro exibicional nos três jogos da fase de grupos da mesma, sobretudo porque houve muitos erros da nossa parte – alguns deles “de palmatória”, inclusive a partir das ordens emanadas do banco de suplentes, via Espírito Santo. por exemplo, a jogada do lance do golo dos cónegos principia numa precipitação do Boly, que não soube o que fazer com a chichinha numa condição defensiva: ao invés de um alívio “para as couves”, optou por endossar a dita, pelo solo (!!!), para o médio mais próximo; deu raia, um dos de xadrez verde antecipou-se e precipitou a queda de todo um instável caralho de bartas (dislexia propositada, pois o que queria escrever era caralho de bestas)…

mais: o apoio incansável, indefectível e incondicional, daqueles que marcam sempre presença e em todos os jogos, mesmo nesta competição da treta, merecia mais respeito. ou seja: não concebo aquela entrada em falso na segunda parte, depois de uma primeira mais para o sensaborona. a partir do momento em que o onze que iniciou a partida indiciava que estávamos na luta por uma ida ao reinos dos Algarves, o reinício do jogo deveria mostrar à saciedade essa mesma luta; ao invés, viu-se uma equipa à espera da Sorte dos acontecimentos, a qual viria a revelar-se madrasta. mais uma vez…

em suma (e dentro do que a minha aparente calma permite expressar):
só espero que este retrocesso, em dois “singelos jogos” e depois do bom que se conseguiu no mês de Dezembro, não nos devolva a uma realidade que se pensava estar ultrapassada: a de se ter que ouvir, com inusitada regularidade, os (sempre abjectos) «temos que levantar a cabeça» e «enquanto for matematicamente possível…» – não sei se me faço entender…
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© google | Tomo III
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… não!, não há premeditação. não!, não há condicionamento. não!, não há proteccionismo. não!, não há nada de anormal, só «erros humanos». e muito calimerismo da nossa parte. e a visualização de fantasmas onde eles não existem, sequer em armários esconsos. e o fantástico tecer de inventivas fantasias fantasiosas… nós é que «estamos mal habituados» e não sei mais o quê…
o problema (entre vários), é que aquele atropelamento à rectaguarda, o qual certamente será salvaguardado (aclamado?) ‘a posteriori‘ pelo actual vice-presidente do Conselho de Arbitragem – “o tal” cujo nome surge numas escutas onde Pinto da Costa não é interveniente, e que, em 2010, foi capaz disto aqui – priva-nos de um jogador influente para o desafio que Paços de Ferreira confere. e esse prejuízo efectivo não terá forma de ser “reparado”, sequer de nos ser ressarcido (antes ganham as galinhas dentes)…

mas aquele gaguejar do bruno prata, nos “comentários” ao jogo, na estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, não dando a entender o que a Realidade tornava (mais do que, bem para lá do) evidente, entrando pelos nossos olhos adentro… aquele gaguejar, seguido de um incómodo silêncio de três a quatro segundos, em directo (!!!), “diz-me” que estamos a ser r-o-u-b-a-d-o-s à descarada! e que já não há vergonha em gozarem connosco e com o prestígio, o bom-nome e o reconhecimento, que uma instituição centenária como o Futebol Clube do Porto – que o é, de facto! – merece. e, também e se calhar mais importante, que se lastima que quem deveria e em primeiro lugar, zelar por aqueles interesses, que são os de tod@s @s portistas, só agora “tenha acordado para a Vida”, mas já com quase quatro anos de atraso… certamente que não foi por falta de aviso, inclusive pela parte daqueles que tanto critica

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disse!
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