então, é assim:

© Tomo III
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caríssim@,

brevíssimas (por que telegráficas) not@s soltas, sobre o encontro de ontem, ante o “todo-poderoso” Club Brugge, sendo que, por imperativos “técnico-logístico-lógicos”, só tive acesso à partida, via “inácio”, a partir do golo do André Silva:

» tivesse conseguido aquela conexão mais cedo, e provavelmente aquele já poderia ter sido o segundo (ou o terceiro) da Equipa. e, assim, teríamos evitado aquela segunda parte fraquinha, paupérrima, com “futebol” desgarrado e desregrado, em que mais parecemos o Setúbal do passado Sábado do que o grande FC Porto das noites europeias [momento para suspirar de saudade]…
(também se poderia ter dado o caso inverso e que é este: tivesse eu não me conectado, de todo!, e o Preud’homme teria levado muito mais para contar, lá para a Bélgica. mas, não quero ir por aí, por esses caminhos ínvios, de “pés frios” e outros quejandos…)
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» .

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Herrera esteve noutro lado porque o 16, que até perdeu a moeda ao ar, não esteve em campo – ou pelo menos não pareceu estar. Otávio, do outro lado, idem quase aspas-aspas. Ou seja: sobraram oito homens que tiveram de fazer o trabalho de dez, com a agravante de jogarem contra uma equipa que usou as armas que tinha e que abriu o jogo pelas alas, para poder aproveitar a pouca cobertura que é natural na táctica de Nuno.
O 4-1-3-2 pode funcionar muito bem contra equipas fortes e usando as transições rápidas e as desmarcações na frente; é até muito interessante e dá-nos alguma agilidade ofensiva, mas todos têm de trabalhar. Explica-se: jogar sem extremos implica colocar o ónus de criatividade no meio-campo e obriga a que os dois avançados recuem bastante no terreno em trabalho ofensivo e que também pressionem o centro em tarefas defensivas, cansando-se ainda mais. Obriga, também, a que os laterais tenham setas “à Football Manager”, a começarem na zona recuada e a subirem até à área contrária, cansando-se muito mais. Obriga a que o médio, que até joga no centro do terreno
[o ponto G do meio-campo], procure espaços para receber a bola e a passar rapidamente poir aqueles que conseguir vislumbrar, libertando-se da pressão defensiva. E tudo isto envolve um jogo apoiado, em que cada jogador tem de fazer o seu papel. Quando dois deles não o fazem, marimbando-se, o resto da equipa desmorona-se e rebenta fisicamente; daí que as entradas de Ruben e de Corona tenham sido muito importantes, mas pecaram por tardias – porque, por aquela altura, já a equipa estava a cuspir sangue e a respirar pela boca…

[…] não sabia que iríamos ser tão pequenos a pensar no jogo. É isto que vamos ter até ao fim da época, em jogos mais complicados?
Para lá do aparente paradoxo de um jogo contra o Brugge ser um jogo complicado (sim, é Champions! Mas, até aí, há níveis de cinzento e bem visíveis), é este jogo de receber a esférico no meio-campo, ver as desmarcações dos dois avançados e enviar-lhes a ‘chichinha’ em profundidade, pelo ar ou pela relva, para bem longe dos nossos defesas, que até foram “puxados” mais para a frente, e à procura de um desequilíbrio que permita ultrapassar o adversário em lances-chave rápidos e directos?! Parece-me muito pouco francamente…
Até compreendo que a escolha de Nuno tenha tentado romper com o futebol de “posse pela posse” de Lopetegui; mas aquela, a  de Nuno, parece uma aula de Gestão de Recursos Humanos usando tudo menos os testículos. Estocadas rápidas e recuo imediato?! Estrutura defensiva com permissividade assustadora e permeabilidade constante?! Má cobertura dos espaços, distracção na saída de bola e passes falhados que a minha filha, de três anos, se soubesse, abanaria de imediato a cabeça e diria “eu faço miór, papá!”, e sem pestanejar?!
É é “nisto” em que estamos transformados?! Numa equipa que defende uma vantagem de 1-0 em que, e ao contrário do que acontecia, por exemplo, com Mourinho, a segunda parte do resultado parece estar em permanente perigo de ser alterada?!

É enervante ver tão pouco nos ombros de tanto trabalho. E é desgastante ver os jogadores a cansarem-se (notas altas para o seu esforço, que não está sequer em questão), para correrem mais do que devem, porque não perceberam o que fazer em tantas situações de jogo corrido…
Raios! Em Agosto não podia pedir muito mais, mas, em Novembro, já posso berrar e exigir bem mais do que “isto”!
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cito o Jorge, naquela que considero ser a melhor análise que já li sobre a presente temporada – e sem desprimor para os demais ‘compagnons de route‘ deste mundo da bluegosfera – tão-somente para corroborar aquela parte, da conferência de Imprensa de ontem, em que Nuno afirma que «ainda falta caminho», e bem ao contrário do Espírito Santo que, momentos antes, na frase anterior (e para ser preciso), confidenciava que «estamos mais próximos daquilo a que queremos chegar». certamente que esta última tirada foi para desanuviar o ambiente…
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» no seguimento daquele inconseguimento da Equipa, ontem, e sobretudo no decurso da segunda parte, houve momentos em que não parava de pensar: “se for assim, no próximo Domingo, estamos feitos!”. e, a cada jogada de ataque dos belgas, desfalcadíssimos como se sabe, e que, mesmo com a sua equipa C, conseguiam desbaratar a nossa defesa, aquela minha preocupação aumentava. aliás e para ser honesto: ainda não parei de pensar que, se for como ontem, poderemos passar um mau bocado… e também ainda não parei de me preocupar com este meu pensamento (uno).
(e longe de mim vá o agoiro, porque tudo o que desejo é o Sucesso.)
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» Iker voltou a ser fulcral, ao garantir(-nos) preciosos pontos e os tão necessários contos (ou euros), com uma tremenda defesa, a dez minutos do final da partida, e quando a nossa defesa tremia por todos os lados…
Casillas foi, por isso mesmo, preponderante neste desfecho feliz, tal e qual como André Silva. mas só este último é que é alvo de elogios e encómios, entre os portistas; aquele outro persiste em ser mal-visto, e denegrido, e enxovalhado, entre alguns daqueles que o deveriam defender dos detractores (injustamente, digo eu. e com muita vergonha à mistura, também)…
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» Herrera foi herrível (© Jorge). outra vez. esta época. tal e qual como em muitas outras ocasiões, ao longo das três que já leva entre nós. ‘so, what’s new?‘… mas pior, bem pior!, foram os artolas que o assobiaram indecente e incessantemente, aquando da sua substituição.
por mais desgaste emocional que o jogador mexicano nos provoque – e como provoca! que o diga o antigo sofá do Felisberto! – que diabo!, era o Capitão da nossa Equipa do coração a abandonar o terreno de jogo, e não um adversário a tentar “queimar tempo”, ou um qualquer burgesso afecto ao Carnide.
em suma: foi (mais) um momento horrífico, em pleno Estádio do Dragão (!!!) e que muito me envergonha por saber que o jogador – ou qualquer outro da nossa Equipa – não o merece: não daquela forma e quando deixou tudo o que tem (e o que sabe, mesmo que, aos nossos olhos, pareça pouco) em campo.
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» noutro diapasão e recordando-me das capas que se fizeram no ano passado, nos momentos em que aquela minha preocupação não me assalta o Espírito, questiono-me como teria sido se o Dortmund tivesse perdido, ontem… ou será que não perdeu, mesmo? é que, depois disto aqui, já nem sei…
e como seriam as capas, hoje, se tivéssemos perdido pontos? ui! que forrobodó que não seria! como vencemos (mesmo que a jogar mal), vai por aí uma azia “que nem é bom”… enfim…
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disse!
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‘br@são abençoado’ do dia

futuro© pravda | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)
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(também disponível para leitura aqui, aqui, aqui e aqui)
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uma imagem que também Amo (muito!):
(inspirada neste clássico aqui)

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futuro© FC Porto | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar
)
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disse!
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persistência*

futuro© FC PortoTomo III
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* substantivo feminino
acto de persistir; qualidade de quem é persistente.
perseverança, constância, firmeza.

in dicionário priberam
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… e que a Equipa seja capaz da tão necessária reciprocidade.

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disse!
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pensem nisso, sff. obrigado!

futuro© google | Tomo III
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(breve) adenda pertinente:

as linhas que se seguem, obviamente que #notmadeinporta18, surgem na sequência do que é explanado nestes conseguimentos aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e também aqui., cada qual à sua maneira, feitio, estilo, ‘whatever (you want)‘.

as mesmíssimas linhas suportam-se igualmente em duas declarações e em dois escritos, «ambos os quatro» de portistas e para portistas, e sendo que «ambos os quatro» são genéricos, não visam ninguém em particular e defendem a ideia convicta de que o insucesso destas últimas três temporadas também passa (e muito!) pelo comportamento de alguma massa assoBiativa que assenta arraiais naquele que deveria ser o nosso mais emblemático reduto e que, ao invés de um teatro de sonhos azuis-e-brancos, paulatinamente tem-se vindo a transformar num pesadelo (sobretudo) para os jogadores que envergam o nosso “Brasão Abençoado” ao peito.

respeita-se quem discorde daquela forma de manifestar publicamente o seu Portismo, instintiva e conscientemente optando por, primeiro e acima de tudo e de todos, assobiar os seus, em vez de criar um autêntico inferno aos seus adversários; não se espere é a minha concordância com quem considera que esse é que é o caminho para se apoiar aquela que deveria ser a nossa equipa do coração…
assim de repente, para mim, esses adeptos s
ão piores do que os carismático e muito emblemáticos Statler&Waldorf, n’Os Marretas, sendo que connosco – isto é: massa associativa, massa adepta indefectível (vulgo claques e para que não haja dúvidas), adeptos em geral e massa assoBiativa, em uníssono – o Borussia teria descido de divisão, e será sempre impensável vermos uma homenagem, entre nós, no nosso reduto, como esta aqui.

por último, reafirmo, mais uma vez, que o meu Portismo não é, nem pretende ser, maior (ou menor) do que o teu, porquanto que o manifestamos de forma diferente. não são maneiras, de apoiar o Clube, certas ou erradas: são tão-somente diferentes e, como tal, sujeitas a críticas (porventura construtivas).
acima de tudo, com a divulgação dos textos abaixo, pretende-se alertar para uma premente mudança de mentalidades, se possível a começar já com as novas gerações e independentemente das questões inerentes à $AD, às escolhas do treinador, aos métodos de trabalho deste, às (in)definições do plantel, às arbitragens vergonhosas desta época – certamente que pertinentes mas que, para o caso em apreço, são circunstanciais.
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futuro© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)
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(também disponível para leitura aqui, aqui e aqui)
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futuro© ojogo | FC Porto para sempre
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(também disponível para leitura aqui, aqui e aqui)
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futuro© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)
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(também disponível para leitura aqui, aqui e aqui)
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disse!
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a voz do dono…

futuro© FC Porto | Tomo III
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« Chega a ser confrangedor o desequilíbrio psicológico da maioria dos adeptos portistas…
Não temos dinheiro, apanhámos a pior equipa possível no ‘play-off’ de acesso à fase de grupos da Liga dos campeões (e até a equipa do Villas-Boas penaria para passar esta AS Roma) e desesperamos todos por reforços de 20 milhões chamados Rafa e Óliver – de valor indiscutível, mas de preço muito discutível (o Óliver ganhou “zero” no FC Porto) …

Queríamos uma “limpeza de balneário”: despacha-se Aboubakar, Brahimi e Martins Indi… Agora chora-se porque os despachámos…
Queríamos uma aposta séria na formação e em miúdos a crescer: temos Otávio, André Silva, [Rúben Neves, João Carlos Teixeira, Diego Reyes, Alex Telles,] Corona. Mas que não pode ser, que são “muito verdes” e assim não vamos lá…

Queríamos um treinador “à Porto”: vamos buscar o único possível (Marco Silva é mais benfiquista do que o Eusébio…). Que não, que é inexperiente, que está a construir um plantel curto e que não se compreende aquele meio-campo…

Estamos muito mal, não temos dinheiro, a Direcção falha e continua a falhar gravemente, mas o caminho é olhar para a frente e não pensar que o Mundo vai acabar porque muito provavelmente vamos ser eliminados em Roma e a seguir vamos a Alvalade …
É jogar com o que há, crescer aos poucos e aproveitar aquele sangue e aquelas lágrimas do Ruben Neves para, um dia, irmos ao Dragão e sentirmos que voltamos a ser Porto . Até ao fim da época é apoiar…
»
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caríssim@,

aquele foi dos poucos comentários optimistas que, neste final-de-semana, pude ler por aí, nesse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera.
de facto e sem querer ser muito chato (ainda mais do que já sou…), mas correndo o risco de me repetir, é certamente um caso de “esquizofrenia” pura ler alguns textos e/ou alguns comentários na bluegosfera: não está em causa nem nunca estará, frise-se bem!, o portismo de cada um, o qual é vivido de forma singular (por que única) e era o mais que me faltava estar a julgá-lo (e quem sou eu para o fazer? ninguém!); o que lamento é o que é referido no comentário ali em cima: essa “capacidade” de se querer tudo e o seu contrário, no mais curto espaço de tempo. ainda nem três meses se cumpriram desde a sua apresentação oficial e já é alvo de contestação…

desculpem-me a franqueza mas, e para lá de todas as culpas que também assistem à Direcção (do Clube e/ou da $AD, é indiferente, porquanto que são praticamente as mesmas pessoas), enquanto adeptos (seja de sofá, seja de bancada, seja de superior, seja de café, ‘whatever‘), temos cota-parte no rumo que o nosso Clube do coração está a tomar, e aqueles exemplos “esquizofrénicos” comprovam-no. bem sei que três anos de “jejum” não ajudam, mas, que diabo!, já estivemos* bem mais e continuamos aqui, para mal dos pecados de muitos (mais do que onze milhões, segundo dizem)…

acho que seria interessante pararmos um pouco e reflectirmos se a nossa conduta é a melhor para o Clube e em prol deste último, que é por isso que estamos aqui (é, não é? pelo menos, deveria ser…).
por exemplo, é inadmissível que ainda haja quem prefira instintivamente assobiar um jogador da Equipa, ao invés de o fazer, por exemplo, para os cabrões dos apitadores que se pavoneiam, a seu bel-prazer, no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos – afinal, sempre é preferível tornar aquela que deveria ser a nossa fortaleza num, autêntico Inferno para os nossos, para os que ostentam o brasão abençoado ao peito («esses bandalhos!», como já ouvi), do que fazer tudo por tudo para que aqueles cabrões tivessem que abandonar o recinto de jogo de fraldas… mas, “isto” sou eu a pensar alto e certamente que a desejar o Impossível…

* quer-se dizer e para ser rigorosamente escrupuloso e verdadeiro: estiveram alguns de nós, os (chamados) da velha guarda – aqueles que, por exemplo, têm mais anos de experiência de portismo do que eu de vida… e outros há que sofreram 14+19 anos à míngua, e ainda por aí andam – desanimados com o Presente, mas de olhos postos no Futuro!
se conhecem algum deles, tomem a liberdade de lhe(s) perguntar como é que “sobreviveram”. e, já agora, como ultrapassaram, para lá da chacota alhei(r)a, o descrédito que lhes assolava a alma, ano após ano, após ano, após ano. ou então, se não estão para essa pachorra, perguntem a um amigo fanático pelo spórtém, que vai dar ao mesmo (03 títulos em 33 anos, ‘and still counting‘)…
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futuro© google | Tomo III
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entretanto, consta por aí que foi o fim do Mundo em trusses, lá para os lados de Carnide, e depois de um empate que, antes de o ser, já era tido como uma vitória inequívoca para os fanfarrões do costume… aliás, a imagem acima é só uma reprodução das correspondentes capas dos pasquins em causa, desta Segunda-feira (aqui e aqui).
portanto e com a colaboração dos sabujos de sempre (estrategicamente colocados no jornalixo e nos me(r)dia tugas), e dos avençados nos vários painéis daqueles programas (supostamente) para debate do Futebol (mas que mais não são do que um autêntico lavar de roupa imunda) cá se vai pressionando e condicionando o rumo da próxima jornada – a qual, para lá do clássico a disputar no “reino distante dos viscondes falidos de Alvaláxia”®, também contempla um escaldante Nacional vs. 5lb, a ser disputado na véspera daquele…
assim sendo e na senda do que já foi denunciado aqui, aqui e aqui **, também estou (muito) curioso para saber qual será o castigo a aplicar ao Orelhas por ter proferido «é uma vergonha! como é que nomeiam este tipo?! não queremos mais aqui, este tipo!», ao que terá tido como resposta, por parte do interlocutor «são 24 árbitros e todos podem apitar todos os clubes»… mas vou esperar sentadinho, não só por causa das varizes, mas também porque aquelas declarações terão sido «supostamente» proferidas pelo líder efectivo da #porta18 e do controlador dos #vouchers… e porque o “professor” rui vitória não fala de arbitragens e tal (conferir aqui e aqui e aqui)…
ah! e caladinhos, pela parte de quem efectiva e comprovadamente tem mais responsabilidades do que todos os ‘bloggers‘ juntos, é que se está bem. e é assim que se consegue lutar pelos direitos que assistem ao Clube, como veremos a seguir… como é mesmo?… isso!: «enquanto fomos bons rapazes fomos sempre comidos!»…

** sim, somos todos uma cambada, uma «seita» do pior, andamos todos “concuminados” (que não concubinados), e só publicamos as opiniões que a $AD nos impinge… por vezes também pensamos pela nossa própria cabeça, mas é raro (para além de proibido)…
<modo de ironia ‘off’>
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futuro© FC Porto para sempre | fotos da curva | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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entrementes, parece que houve uma grande penalidade sobre o Silvestre – «de televisão», ou de outra, não interessa, pois que foi evidente que houve falta sobre aquele e dentro da grande área. e, note-se, uma grande penalidade que não foi um ‘fake’, como esta outra aqui, que se tivesse acontecido no Dragão e viesse a ser assinalada… ui! já teriam caído os Clérigos, a Trindade, a Sé, a Igreja dos Grilos, a dos Congregados, a da Misericórdia, a de S. Francisco, etc e tal…
parece que não, mas a outra, a da imagem acima, a ser assinalada e a ser concretizada, a “tal” «salvação nos últimos minutos» poderia redundar num dragão «de ouro» – saber ao que me refiro aqui ou aqui. pois… parece que não, mas facilitaria imenso. e, convenhamos, ajudaria bastante a que não se ouvissem alguns assobios em nossa própria casa – sim!, lá estou eu. outra vez…

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disse!
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hedonismo…

futuro© google | Tomo III
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caríssima(o),

em tempos não muito idos, estávamos em Novembro de 2013, resolvi escrever o (na altura) “Manifesto do Tomo II“. nele constam as seguintes premissas, alguns dos pontos-chave que considero pertinentes na minha conduta e enquanto único administrador deste espaço de discussão pública:
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i)
manifestar o meu Amor incondicional pelo meu clube do coração e de Sempre;

ii)
defender os interesses do FC Porto, inclusive recorrendo à forma mais “violenta” (mas igualmente eficaz) que conheço: a escrita;

iii)
elaborar análises críticas sobre o quotidiano azul-e-branco, enquanto profissional certificado de adepto do sofá lá de casa (e que, por vezes, obtém autorização da esposa para assistir a um jogo, «ao vivo e a cores», na sua cadeira de sonho, no seu teatro de sonhos azuis-e-brancos), privilegiando uma postura crítica pró-activa, positivista e positiva, expressa na imagem de marca deste espaço de discussão pública: os seus testament… a exposição de ideias, de uma forma ligeiramente mais longa do que é habitual em sínteses futebolísticas (e mesmo correndo o risco de o visitante se sentir intimidado), mormente via “not@s soltas (des)portistas“;
[…]
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no início oficial de uma nova temporada desportiva, é com eles em mente que voltarei a pautar o meu comportamento, a minha maneira de ser e a minha maneira de ver um jogo de futebol, expondo-as publicamente nesse “maraBilhoso mundo que é a bluegosfera”®.
aquelas até poderão ser ridículas para alguns de vós, mas são genuínas, verdadeiras e intrínsecas ao portismo que me foi transmitido. e são minhas, num rigoroso exclusivo deste que vos escreve. e é exactamente este o propósito destas linhas (#notmadeinporta18). explico.

eu não tenho a presunção, nem a arrogância, nem a altivez, nem a soberba, nem a desmesurada insolência de me achar o dono da Verdade absoluta e suprema, e de querer encerrar em mim toda a sapiência sobre Futebol e sobre o quotidiano azul-e-branco, antes pelo contrário: eu sou só mais um de vós, comum mortal e “simples” adepto do Futebol Clube do Porto – outrora seu associado e com lugar anual (o chamado cativo) no saudoso Estádio das Antas.
porque gosto bastante do desporto-rei e amo incondicional e desmesuradamente o meu Clube de e para Sempre, resolvi, a 04 de Julho de 2008, criar o (então) Tomo I e dedicar-me a escrever umas “baboseiras” sobre esse mesmíssimo Amor – o qual é comum a tant@s de nós e que, quer se queira quer não, influencia (decisivamente?) muito do nosso humor e do nosso estado de espírito diários.
ao longo destes anos, a “gratificação” surge (sobretudo) pelas várias amizades que entretanto se foram criando (e consolidando) com alguns de vós, que têm a paciência para ler o que escrevo, inclusive além-fronteiras, “nesse imenso país que é o Estrangeiro”®, percebendo que há uma espécie de “missão” na regularidade das minhas “postas de pescada”, assim como nas de todos os outros ‘bloggers’ afectos à causa portista – por exemplo, o de manter informado, mas numa perspectiva intimista e muito pessoal, quem não tem a possibilidade de, a cada quinze dias, visitar o nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos e deseja saber como foi o jogo, mas visto por lentes (demasiado) azuis-e-brancas…
no decurso destes oito anos também fui criando “odiozinhos de estimação” e não só entre adeptos de outras cores que não a nossa… como não agradamos a tod@s, e como felizmente não somos “carneiros” («ovelhas chonés»?) e ao contrário do que se possa considerar, muito do que por aqui escrevo é tido como «puro disparate», fruto de alguém que «não percebe nada disto»… é uma posição que respeito (pouco), mas com a qual discordo frontalmente (muito).

assim sendo e para quem visita este espaço exclusiva e cumulativamente:

» ávido por “facadas nas costas” em quem (ainda) tenho imensa gratidão;

» em (in)tentar perceber “contorcionismos” nas minhas prosas, esquecendo-se que sou, antes e acima de tudo, um mero adepto e não um ‘opinion maker’ profissional (e que não tenho a presunção de o vir a ser!);

» em não compreender, nem aceitar, que eu viva apaixonadamente encantado o meu clube do coração, e mesmo (sobretudo!) quando este está na mó de baixo;

» em preferir sempre o malhar a torto e a direito, disparando sobre tudo o que mexe, ao invés de apoiar aquela que deveria ser a sua Equipa do coração, tão inebriado que está na sua missão de somente denegrir;

» em optar sempre na procura do “mal”, do “rasteirinho” e em todos os sectores da famigerada “Estrutura”, optando conscientemente pela crítica fácil, avulsa e nunca sustentada em factos e/ou argumentos credíveis, antes na maledicência e nesse sempre abjecto “diz-que-disse-que-foi-que-aconteceu-mas-eu-não-vi-porque-não-estava-lá”;

» que, para lá do insulto vil e rasca, e na sua torpe maneira de expressar descontentamento, muita da sua “argumentação” se baseie num portismo assente somente nos anos de associado, nas idas ao estádio e no (parco) acompanhamento de jogos em que a equipa actuou como visitante – desconhecendo-se (mas suspeitando-se) se o faz para marcar presença como alguns (muitos!), na época transacta, contra o arouca, nos dois jogos contra o marít’mo, contra o tondela, ou contra o spórtém, tal e qual como no tempo em que, para lá da massa assoBiativa, também havia a que compulsivamente rasgava os cartões de associado e, quinze dias depois, lá estava, na Sede, a renová-los;

» “vendo-me” como um «zelota», uma «ovelha choné», um «seguidista», um «pau mandado», um «penduras», um «‘je suis’», um «‘wannabe’», um «contorcionista», um «pipoqueiro» (!!!), um «gajo da seita que enaltece o grande trabalho do lorpa [sic]», um «contabilista que percebe demais sobre gestão financeira e de gestão de expectativas», um «mariazinha», entre outros epítetos mais,

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para tod@s vocês, uma
cambada que nunca irei compreender, nem aceitar – mas reconhecendo, sem falsas modéstias nem sobrancerias bacocas, que certamente o defeito está em mim e não em vós – a minha mensagem, para esta época (e seguintes), é a que se segue, expressa numa linguagem que julgo vos ser característica e facilmente perceptível:

desamparem-me a loja e ide c’o car@lho!

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este não é indubitavelmente o vosso espaço, nem vocês são bem-vindos aqui.
os tribunais e as reflexões, tecidas com muito (ou pouco) “amor”, são um pouco mais ao lado, ok?
obrigadinho, “continuação”, “saudinha” e ide pela sombrinha…

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[a ti, que aqui vens por Bem, peço-te desculpa pelo teor desta prosa, e com a promessa de que a “programação habitual” será retomada dentro de momentos.]

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sugestão musical:

Skunk Anansie, “hedonism“.
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disse!
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(breve) resumo do final-de-semana, à Quarta-feira…

simbolo© Cândido Costa | Tomo III
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caríssima(o),

eis (mais) um rescaldo sobre o último final-de-semana desportivo: o meu.
e, sim!, é verdade: pois que, mais uma vez, estaremos na presença de um outro textinho ligeiramente longo (por que “a fugir” para o extenso), vulgo testamento. assim sendo e como já vem sendo habitual, recomendo a sua leitura em boa companhia e, se calhar, em mais do que uma vez. para não gastar, nem te cansares (muito)… 😉
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acerca do último encontro para a Liga, no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos (mas que, na temporada que findou ontem, tendeu mais para os pesadelos…), principio pela polémica que a hora de marcação do dito gerou nalguns de nós: eu não me opus àquela e não me oporei a que, já na próxima época, haja jogos a uma hora um pouco mais para o matinal. considero é que o impacto que a mesma terá, em quem efectivamente consome o nosso comezinho futebolzinho, será (sempre?) inversamente proporcional às receitas que se prevêem gerar com essa possível venda de direitos de transmissão para novos mercados, nomeada e mormente o asiático.
e atenção que não se trata de ser uma espécie de “Belho do Restelo”, numa temática que ainda não saiu de um projecto, de uma intenção; antes, trata-se de ter a consciência de que a visibilidade do que se passa intra-muros é parca no Exterior. e que, salvaguardando as partidas que envolvem os três clubes (ditos) “grandes”, são só alguns (poucos) jogos que cativam interesse “lá fora”, principalmente os que envolvem as equipas candidatas a lugares europeus e que vão participando, com alguma regularidade, naquelas competições.
acima de tudo e a concretizar-se essa hipótese de jogos matinais ao final-de-semana, faço votos para que se assista a alguma equidade na sua distribuição, e que não sejam sempre os mesmos “a sofrer” com essas inovações ‘made in‘ Capital do Império. e, já agora, que o nosso Clube potencie uma verdadeira campanha de angariação de público, mormente jovem, para encher o Dragão nesses jogos – por exemplo, possibilitando que sócios, com lugar anual ou não, adquiram bilhetes a um preço (bem) mais económico do que os cinco euros que “pediram” para a partida ante a agremiação com nome de rotunda, nomeadamente em função da idade do acompanhante. considero que seria uma forma muito interessante de se cativarem as novas gerações a ir ao estádio, lançando-lhes as necessárias “sementes”, sobretudo as desse hábito salutar de irem ao estádio assistir, ao vivo e a cores, a um jogo de futebol.

já em relação à partida que pude assistir, via televisão, enquanto degustava o tão necessário pequeno-almoço antes de ir labutar, concordo com as análises que se encontram aqui, aqui, aqui e aqui, porquanto que vimos o mesmo jogo e, salvo um ou outro pormenor, fizemos as mesmas análises individuais.
mas, ainda sobre aquela, três notas breves, sintéticas, taxativas:

i)
enorme Layún. há jogadores que se destacam dos demais (também) por gestos como este, bem superiores a um qualquer golaço ao ângulo

ii)
obrigado, André, pelo sorriso que me proporcionaste. e também eu chorei contigo, de raiva, por tudo o que passaste – sobretudo nessa angústia de marcar o primeiro golo pelos AA, que tardava, mas que quero acreditar que chegou em boa hora (e num prenúncio do que pode vir por aí…).

iii)
reafirmo que muito do que aconteceu, esta época, também é culpa nossa, enquanto adeptos, e de quem não compreende os momentos de um jogo de futebol. na partida em apreço, foi na (enorme) responsabilidade que depositariam nos pés do André e do muito que poderiam julgar na eventualidade dele falhar a marcação do respectivo penalty – e já para não referir no grau de confiança, por parte do atleta, nessa eventualidade, o qual desceria a pique e bem mais rápido do que uma “piscina” do jon-ass…
amiguinhas(os): “isto” não é a PlayStation®, onde se pode sempre voltar atrás quando as coisas não correm de feição; antes é a dura e crua da Realidade, a qual é pior do que uma p*t@, insensível a qualquer virgem que lhe apreça pela frente (ou por detrás). e é o motivo, quiçá principal, para o facto de haver quem aposte no desestabilizar da nossa equipa do coração, fazendo disso táctica de jogo. e é triste, muito triste, perceber que a nossa equipa do coração joga mais “tranquila” longe do nosso reduto…
assim sendo, uno a minha voz aos descontentes com esta (recorrente e abjecta) situação e àqueles que desejam que a massa assoBiativa meta o respectivo onde melhor lhe aprouver, a começar já na próxima época (e, se calhar, porventura já será tarde). é que e no meu entendimento, dispensa-se bem este tipo de “adeptos”, mais intuitivos e assertivos, a assobiar os seus e a colocar uma desnecessária (por que aberrante) pressão em quem deveriam apoiar, antes e acima de tudo, e de todos os demais, do que aos nossos adversários. e no nosso reduto!!! ou seja: confesso publicamente o esgotar da minha paciência para com esta questão (da massa assoBiativa, entenda-se)…
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casaco© Tomo III
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em três dias sarapintados num tom completamente diferente do meu gosto pessoal, que perduram há tempo mais do que suficiente para um completo fastio meu e dos demais correlegionários, e plenamente alimentado pela totalidade dos me(r)dia tugas – tão, mas tão ávidos pela consumação de um feito desportivo que, para a nossa cor, dista tão-somente de três singelos anos desde a sua última vez (e que até precede o segundo Tetra do Clube) – resolvi ir trabalhar com a indumentária que a foto acima documenta.
tal “apenas e só” pretende realçar que é também nestes momentos que deveremos estar de corpo e alma, com o nosso clube do coração. e, porque labuto numa escola secundária do Grande Porto (é tão graciosamente feliz, esta expressão!), pude constatar que não estive só nesta maneira de manifestar publicamente o Amor indefectível pelo Futebol Clube do Porto, sobretudo nalguns (muitos) alunos que a frequentam, e independentemente do género (algo que me surpreendeu pela positiva). e foi também uma forma de “matar”, à nascença, as (mais do que) previsíveis bocas (foleiras) dos adeptos «do Leixões» (curiosamente, ou talvez não…, nada preocupados com os contornos da investigação “jogo duplo”) e para lá dos poucos, mas muito saborosos, elogios de como estava “bem vestido”.
já agora, uma adenda pertinente: para se saber Vencer é necessário saber Perder (e vice-versa). se esta premissa vale para muitos de nós, portistas dos quatro costados, deveria ser igualmente válida para os adeptos afectos às agremiações da Segunda Circular. infelizmente não é a esse Desportivismo que vamos assistindo, antes a um cenário de autêntico “lavar de roupa suja” pela parte de algumas das “comadres” mais ariscas daquelas, com linguagem própria dos aidos mais reles e mais sórdidos da Capital. mas e como sempre, (também) nesta questão, há quem considere que assim é que se está bem, e que os prevaricadores e os “maus” só residem a Norte do Mondego…
ah! e não deixo de achar muita piada àqueles que só a partir desta época, que ora finda, descobriram o verdadeiro escroque que é o “chiclas”, da sua (fraca) personalidade e da ausência de valores que apresenta, em todas as situações, num convencimento que vai muito para lá de umas (saloias) Arrogância e Soberba. e é por isso mesmo que a capa desta Quarta-feira, do prava da Travessa da Queimada, não é mais do que uma piadola, cuja “veracidade” nela contida é idêntica às autenticidade e verdade desportivas, da permanência da equipa B do Carnide, na Segunda Liga.
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farense© “antas” | Tomo III
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a propósito da questão da permanência da equipa B do Carnide, na Segunda Liga: para lá do que é oportunamente denunciado aqui e aqui, e de um pertinentíssimo vídeo sobre como será designada a edição da temporada que ora finda – uma tal de “liga vouchers” (aqui). ou será “liga de uma mala (chique)”? (aqui) -, eis uma breve descrição sobre a imensa Paixão que aconteceu em Faro, pela pena do (in)suspeito portal de desporto do Sapo, com os destaques a serem da minha responsabilidade:
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«[…] A equipa da casa que, ao intervalo, já vencia por 2-0, adiantou-se no marcador aos 23 minutos, na transformação de uma grande penalidade, a castigar uma falta de Ivan Perez, junto à quina da área do Freamunde. O “árbitro” Bruno Paixão parecia ter assinalado apenas falta fora da área, mas, depois de alguma hesitação e de conferenciar com os árbitros auxiliares, acabou por marcar a grande penalidade, que Gonçalo Guedes converteu. O 5lb-B que, até então, tentava apenas contrariar a supremacia do adversário nos primeiros minutos da partida, chegava à vantagem no marcador num lance discutível que surpreendeu toda a equipa do Freamunde.
A perder, o conjunto nortenho, que precisava de vencer e de beneficiar dos desaires de Feirense e de Portimonense – empataram ambos -, começava a ver fugir-lhe o sonho da subida de divisão, mas ainda tentava, sem êxito, anular a desvantagem: Robson atirou à barra da baliza de Miguel Santos, aos 31 minutos, e, logo a seguir, Ivan Perez apareceu “estatelado” na grande área do 5lb-B. Bruno Paixão nada assinalou e o jogador do Freamunde, já com um cartão amarelo, não protestou…
O jogo ficou praticamente decidido aos 40 minutos, com a segunda grande penalidade assinalada a favor do 5lb-B, a castigar nova falta (clara) de Ivan Perez, agora sobre Dálcio Gomes, dentro da grande área do Freamunde. Ivan Perez viu o segundo cartão amarelo e respectivo vermelho e Gonçalo Guedes fez o seu segundo golo da tarde, na transformação da grande penalidade, colocando o 5lb-B a vencer por 2-0, resultado que se manteve até ao intervalo. […]»
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como já foi aventado noutros lugares, inclusive na bluegosfera, duas grandes penalidades e uma expulsão, num curto espaço de tempo (pouco mais de quinze minutos), são situações que muitos clubes não se podem arvorar de terem sido beneficiados, sobretudo na Segunda Liga, inclusive nesta época. o mesmo já não pode afirmar a agremiação que, em 2011, beneficiou de três grandes penalidades (!!!) naquele mesmo espaço de temporal, era Rui Vitória o treinador adversário – o mesmo que, nessa altura, falou em «justiça relativa» e actualmente que não está para «se preocupar com arbitragens»…
e, sabendo-se desse histórico com muita Paixão, mormente quando joga o Carnide, é perfeitamente natural e normal, que se aventem suposições para os factos descritos ali em cima. e que se questionem as razões que subjazem àquelas tomadas de (in)decisão. e, claro!, que legitimamente se suspeite do porquê de o processo “jogo duplo” não ter conseguido chegar à freguesia de Carnide – à semelhança, por exemplo, do que aconteceu com o Pífio Dourado e com aquela sua limitação geográfica, porquanto que as «gloriosas» investigações da morgadinha da ‘mizé‘ terminaram no distrito de Leiria, precisamente quando se soube que o ‘dumbo‘ escolhia árbitros como qualquer um de nós uma camisa para vestir, logo pela fresquinha da manhã…
e é (também) por todas estas razões que não tenho qualquer pena, por nova descida de divisão, da agremiação mais representativa de Faro, cujos adeptos são mesmo muito “farenses”, e como a imagem ali em cima documenta, com os créditos da dita a serem devidos ao ‘shôr‘ Fred. aliás, não deixa de ser irónico haver uma filial do spórtém a torcer «gloriosamente» pelo Carnide…
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hegemonias© marca
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a imagem acima, de um (in)suspeito jornal espanhol, não merece muitos comentários da minha parte. é só mais uma demonstração exemplar do que se pretende aferir sobre questões de hegemonia.
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roubo© google
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a propósito de hegemonias, mas desta feita, no hóquei em patins:
depois de um decacampeonato, a nossa última vez foi em 2012/2013 – aquela em que perdemos, para o 5lb, a hipótese de voltarmos a ser campeões da Europa da modalidade. curiosamente (ou talvez não) o mesmo 5lb que, este Domingo, o voltou a repetir tal feito, (literalmente) à custa da Oliveirense – assim mesmo, sem quaisquer aspas. e, para lá da memória futura, por forma a que não restem dúvidas sobre as diferenças entre aquelas duas conquistas, eis um vídeo elucidativo (aqui) a denunciar a arbitragem amiga que houve este Domingo e que levou o Tó Neves a proferir estas declarações aqui.
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rrsanches© rr
(clicar na imagem para ampliar)
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por último, um título nada católico e bastante ofensivo, até, sobre uma notícia a propósito do quotidiano da “equipa que (decididamente não) é de todas(os) nós”® – já para não referir insultuoso, por exemplo, para com o CRtriste: o que eu queria abordar sobre aquela já foi escrito pelo Jorge Vassalo aqui, e que eu subscrevo. na íntegra.
e é (também) por estas razões que, cada vez mais e desde 2004, o meu pensamento, em relação àquela, é:

a minha selecção traja de azul-e-branco e mora no Estádio do Dragão!

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disse!
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culpas no cartório

amote© Bruno Sousa
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caríssima(o),

antes de tudo, peço-te desculpa pelo meu silêncio. ainda estou “de luto“. mais uma vez. ainda me custa digerir “isto” tudo, mormente a última derrota, a qual está tão, mas tão atravessada, que ainda não durmo direito (no dia do jogo, só às 05h da matina de Domingo; esta madrugada, eram 02h e ainda estava acordado, com a minha esposa a chamar-me de «maluquinho da bola» e outros quejandos…). como confidenciava um de vós, esta manhã, estas derrotas sucessivas já não nos deveriam causar assim tanta mossa, porque como que nos «anestesiam», colocando-nos num «estado de dormência». a verdade é que, a mim, incomodam-me. muito. de sobremaneira, ao ponto de ainda não a ter esquecido, 72h depois, influenciando (e como!) o meu estado de espírito (amorfo) e o meu humor (de fugir. até o “gosma da selva” parece mais simpático do que eu)…
“certamente que melhores dia virão”, foi a minha frase de despedida. e é sobre este ponto que quero reflectir contigo, o qual se relaciona com o que o caríssimo Amigo Jorge Vassalo (bem a propósito) escreveu aqui e aqui.

acima de tudo e sem querer “escarafunchar” (muito) numa ferida ainda bem aberta, convém puxar o filme atrás e perceber como é que se chegou ao ponto actual. sinteticamente, para mim, foram estes os momentos principais:

» 06 de maio de 2014: Julen Lopetegui é anunciado como treinador da equipa principal, do nosso clube do coração, para um «projecto de três anos».

» Maio de 2015: mais de trinta anos depois, o 5lb celebra um bicampeonato, sustentado num absurdo #colinho. os me(r)dia tugas são unânimes em dar o FC Porto como o «grande perdedor» baseando a sua tese no «forte investimento da SAD», mas que não seria caso único, a nível nacional, como se veio a comprovar aqui. a SAD azul-e-branca segura Julen Lopetegui, apesar de este ter ganho Ø (zero) títulos.

» 24 de Novembro de 2015: o FC Porto falha um objectivo fulcral, para o Clube, sobretudo a nível de recita$: a (sempre necessária) passagem aos oitavos-de-final da Champions, e “cai” para a Liga Europa.

» 02 de Janeiro de 2016: derrota no clássico ante a agremiação do Lumiar, no “reino dos viscondes falidos de Alvaláxia”® (15ª jornada), perdendo-se a liderança do campeonato, conquistada na jornada anterior. àquela data de Janeiro, tratou-se da 4ª derrota do FC Porto nos últimos 10 jogos e em todas as competições, desde a de 24 Novembro, ante o Dínamo de Kiev, para a Liga dos Campeões, e depois de se ter mantido invicto durante mais de 3 meses. sobe de tom a contestação a Julen Lopetegui, depois do “caldo entornado”, com a massa assoBiativa, aquando daquele momento no jogo ante o Rio Ave.

» 21 de Janeiro de 2016: José Peseiro é apresentado como novo treinador do FC Porto, com um «contrato válido até Junho de 2017».

» 30 de Abril de 2016: (nova) derrota ante o spórtém (32ª jornada). em 19 jogos oficiais, com José Peseiro à frente da equipa, apresentamos os seguintes números: 11 vitórias e 08 derrotas; 29 golos marcados, 23 golos sofridos…
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estes são os factos de uma época que nos envergonha a todos – sobretudo a Miguel Sousa Tavares, como escreve aqui, na sua mais recente NORTADA, sob o título “a fase da vergonha“… época essa que ainda não findou, e por muito que (secretamente) se deseje que termine o mais rápido possível. também ia escrever “e de forma indolor”, mas tal não é possível e por mais «anestesiado» que esteja(mos)…
é óbvio que a responsabilidade maior, por este estado de coisas, é da Direcção da $AD azul-e-branca e dos elementos que a compõem, com Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa à cabeça. mas, não nos iludamos: nós todos, enquanto adeptos do Clube, também temos uma quota-parte nesta catástrofe, tornando o quotidiano azul-e-branco quase insustentável, num (quase) “estado de sítio”, onde tudo e todos se contestam, e nada serve para nos acalmar o Ego, tal e qual como o escrevi em finais de Janeiro último (aqui).
e, comungando do que defende o Jorge, nos seus dois últimos escritos, também eu sou da opinião que temos mesmo que mudar atitudes e mentalidades que só nos prejudicam, sobretudo no apoio que (não) damos à nossa Equipa do coração e com a honrosa excepção das nossas claques (porquanto que, não fossem elas e sobretudo elas, haveria velórios bem “mais animados” do que um qualquer jogo naquele que deveria ser o nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos).
acima de tudo, acho inconcebível que se crie um clima de hostilização tal, para com a nossa equipa (!!!) e em nossa própria casa (!!!), ao ponto absurdamente ridículo de haver treinadores adversários que disso já fazem estratégia (!!!).
acima de tudo, acho inacreditável que se assobie mais rápido um passe transviado, de um jogador da nossa equipa (e por mais chateados com um F bem maiúsculo que possamos estar), do que o constante anti-jogo dos adversários, sempre à cata do famigerado pontinho.
acima de tudo, acho extraordinário que todo um estádio, maioritariamente pejado de portistas indefectíveis, não crie um autêntico clima de “agressividade” para com os verdadeiros artistas do apito, aqueles apitadores que persistem e insistem em nos provocar, em todos os jogos, inclusive (e sobretudo?) nesses, no nosso recinto, por exemplo, trajando (quase) sempre naquela cor berrante.

em suma, é como bem questionam o Jorge e outros ‘bloggers‘, igualmente preocupados com o rumo “monstruoso” que a soberba da nossa “exigência” está a atingir: qual o tipo de incentivo e/ou apoio que pretendemos contribuir para com o nosso Clube e que espécie de adeptos queremos ser?
não nos enganemos: muito do nosso futuro também passa por estas questões, transversais a nomes (hipotéticos, ou não) de treinadores e de jogadores, e independentemente da modalidade em causa – sim!, que os projectos desportivos para as de pavilhão já começam a ser desacreditados…
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post scriptum I
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isto” que foi afirmado aqui não é grave? eu acho que é.
e o que têm (ou terão) a dizer as instâncias superiores do nosso comezinho futebolzinho tuga? será que vão agir em conformidade com o que é inusitadamente insinuado ou voltarão a fingir que nada foi dito, varrendo a porcaria para debaixo de um tapete que já não a consegue esconder mais?
é que recordo-me muito bem do que instilou esse «indivíduo», na semana que antecedeu a nossa ida a Guimarães – aqui, a partir da 1:44′:55” – e do escarcéu que promoveu (junto com outros “papagaios” de serviço), qual advogado (do Diabo), a propósito de uma «defesa da honra» do mesmíssimo treinador que agora vilipendeia publicamente, motivando esta reacção do Sérgio Conceição aqui.
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post scriptum II
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diaclube© dia do Clube
(clicar na imagem para ampliar)
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vem aí nova edição dos “Encontros da Bluegosfera“, agora sob novo nome, mas com o mesmo espírito. eu pretendo lá estar! 😉
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disse!
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«metam o assobio no cu!»

assobio© fotos da curva | Tomo III
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« Cambada de imprestáveis

Sim!, vocês, adeptos de merd@. Não valeis nada. Nada. Nada!
Falo dos milhares de imbecis, sempre prontos a desgraçar o ego de um jogador de elite. Até aposto que o “Renalde” sairia daqui a chorar.

Vocês têm a noção do que têm feito ao “vosso” clube? Têm a noção de que estão a tornar-se na desculpa perfeita para a incompetência? Têm a noção de que (também) estão a tornar-se na desculpa óptima para o(s) roubo(s) descarado(s), desviando atenções? E têm a noção do que é ser-se assobiado, logo no primeiro quarto-de-hora (!!!), por errar dois passes seguidos porque pegaram alguém “de ponta”?

[Actualmente] Para o adepto portista é um problema um jogador, seja ele qual for, “não pegar de estaca”. Aqui, no Dragão, “ou pegas logo, ou ‘tás fodido!”. Aqui não há cá lugar (será que nunca mais?) ao crescimento, ou à adaptação. Aqui é “chegar e logo fazer”, como se tivessem sido ensinados à nascença [ou antes desse momento, até!] e, depois, aperta-se com o gajo se não fizer o que deve e imediatamente – nessa forma tão pidesca de actuar, como se fosse uma gaja frustrada com a própria vida, e que a passa a dizer mal do homem, e dos filhos, e do cão, e do gato, e do piriquito (e da piriquita?), mas não às amigas, antes em plena praça pública, [“para toda a gente ouvir e ficar a saber dessa pouca vergonha!”].

Façam-me um favor: vão p’ró car@lho!
Vocês e mais o vosso cartão de sócio, que só serve para entrar no Dragão e meter nojo (mas nunca para votar). Ou então, que só serve como compra ostensiva, de um elemento ornamental, que julgais que vos atribui “esse estatuto” e, por conseguinte, o direito de fazerem o que querem e sem que vos chamem à atenção.
Façam-me (mais) um favor: fiquem em casa!
Comprem camisolas e entradas para visitar o Museu e o Estádio, mas deixem os vossos lugares vazios. A Equipa jogará (bem) melhor, com toda a certeza, assim como os jogadores começarão a ir daqui (dali, do Estádio) com outras recordações que não as de um clube incompreensível e sem lógica, nesse suporte “da pipoca”, e em que ver um jogo, para vós, deve ser como ir ao ginásio mandar umas cacetadas num saco de areia – mas isso aleija as mãozinhas, não é…?

E, no meio disto tudo, safam-se dois tipos de portista que lá vão: os calados e/ou introvertidos (que sofrem por e para dentro, ou com o amigo/ família que têm por companhia), e as claques (sim!, esses tipos tantas vezes conotados com a violência e com actos pouco racionais, mas que estão ali e «em todo o lado», sempre!).

Neste entretanto, o Dragão tornou-se num lugar estranho. Muito estranho. E muito frio, temente para nós e desejado por outros, para expurgar males antigos.
Em noventa minutos, só se ouvem as claques. E, quando se calam, eis que se ergue um silêncio sepulcral, frio, acompanhado por uma ou outra car(v)alhada [e muitos silvos: os dos teus (estúpidos) assobios néscios].

Francamente: estás a mais.
Repensa o teu lugar aqui, do nosso lado, porque, para mim, ser Portista não é, de todo!, o que fazes – desde o primeiro assobio que mandas ao Herrera, ou à tosquice militante do Maicon.
 »
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in imBicto poema
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refletir© +FCPorto
(clicar na imagem para ampliar)
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« Shame On You!

Eu vou tentar explicar uma coisa ao público do Futebol Clube do Porto: quando um músico dá um concerto, se for assobiado – seja porque falhou umas notas, ou porque o solo foi fraco, ou outra razão qualquer -, esse músico, sente-se mal e pode acontecer que o concerto lhe corra cada vez corra pior.

Ora, embora eu seja a favor de se “exigir” o mais possível da Equipa, também não me esqueço das claques inglesas que, quer estejam a perder (por um, ou por mais golos) ou a ganhar, continuam a cantar sempre e a apoiar a equipa sempre! E, no final, se for caso disso, mostram então o seu descontentamento. Mas, até ao final, eles e a Equipa são um só!

Viu-se claramente que, depois do erro do Maicon, os assobios do público à sua actuação, “contaminaram” os outros jogadores, os quais ficaram “inibidos” e passaram a jogar com “cuidado” e extrema “precaução”, com “medo” de errar. E que, ao fazerem isso, passaram a jogar (ainda) pior…

Assim, caro público do Dragão: sejam um pouco mais “positivos” e apoiem a equipa até ao final. Finda a partida, podem assobiar e/ou mostrar os lenços brancos, como tanto gostam de fazer. Mas tenham em atenção o seguinte: vocês estão a prejudicar a equipa! »
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in Vítor Rua
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assjogo© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)
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disse!
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not@s soltas de (mais) uma vergonha…

vergonhabw© zerozero | Tomo III
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1)

antes de tudo e porque é da mais elementar justiça, quero agradecer o gentil convite que o Jorge me endereçou, ao início da tarde de Domingo, para ir à bola. nunca pensei é que, tal como cantam os Manifesto, fosse ficar «marado da tola»…
do que guardo, dos momentos bons, no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, foi ter podido rever e conviver com “a malta”: da Ana e do João, ao Zé Pedro, ao “Z”, ao dragão Vila Pouca, ao Nuno, ao Felisberto – indefectíveis portistas que, como muitos, sofrem bastante pelo nosso Amor comum.

para eles, o meu abr@ço solidário, nestas horas particularmente custosas para todos nós que, enquanto adeptos, “só” temos como missão espinhosa essa difícil arte de apoiar a Equipa. é que não podemos fazer mais nada, no momento…
e, já agora, partilho a informação de que este «pé-frio» vai-se retirar (das idas ao Dragão) subtilmente pela porta dos fundos, e sem fazer muito alarde disso, e com a esperança de nos revermos em breve – mormente nos conBíBios do “bibó FC Porto, car@go!”. pode ser que, assim, com a minha ausência (e supersticiosamente falando), a equipe recupere, em todos os seus níveis – anímica, psicológica, técnica, profissional e fisicamente, e outros (a haver).
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2)

tenho para mim que a principal razão deste enorme descalabro (mais um… e que vai muito além dos resultados desportivos, em campo), e em pleno aniversário, está situado a montante do treinador e do grupo de trabalho ao dispor deste último – em concreto: na cúpula do actual P(h)oder Portista.
e, tal como os administradores da SAD azul-e-branca estão disponíveis para acolher os louros nos sucessos, também eles têm que assumir (sempre!) os fracassos desportivos. e “tê-los” no sítio para dar a cara perante os sócios, os adeptos e simpatizantes, sobretudo nestas alturas e não somente naquelas (bastante breves) em que há “calmaria”, principalmente nas últimas três épocas desportivas.
e, sem pretender ser ingrato, não deixo de me questionar neste aspecto: não deixa de ser uma coincidência que estes momentos negativos, em que tudo se questiona (do “cu”, às “calças”, passando pelo “cinto”), se consumam nas alturas de aproximação entre Pai e Filho. a última vez que “isto” aconteceu foi no triénio desportivo 1999/2000 a 2001/2002… e como eu não acredito em coincidências..
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3)

ontem, ao sair do estádio, também não deixei de recuar à temporada 2001/2002, na passagem de testemunho do otário malvado para o (na altura) #notaspecialone. (infelizmente) recordo-me muito bem daqueles três secos, em Belém, e das posteriores declarações do ‘óssémørinho‘ em que implicitamente assume uma limpeza de balneário para a época seguinte. ontem, em pleno Fevereiro de 2016, recuei a esse (longínquo?) Março de 2001. o paralelismo foi inevitável e em nada evitável, tendo em linha de conta o descalabro a que acabara de assistir.
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4)

o apitador tuga e que, em pleno Domingo de Carnaval, considerando que ninguém o levaria a mal por isso, não deixou de se travestir daquela cor – e não é uma coincidência que todos os apitadores, (pelo menos) esta época, se equipem, nos jogos em nossa casa, somente com aquela cor?! será uma provocação? estou certo de que sim!, de que é provocação (muito barata, mas mesmo assim uma provocação) – fez uma arbitragem igual a si próprio: uma valente merd@, e como se comprova aqui.
sim!, fomos espoliados de (mais) um golo limpo e perfeitamente legal; sim!, o apitador tuga foi conivente, durante toda a partida, com o inexcedível mas igualmente execrável, anti-jogo arouquense (digno da equipa pequenina que é, e que, por isso, não me merece quaisquer parabenizações pela vitória); sim!, houve dualidade de critérios a nível disciplinar. e novidades?!

sinceramente, na minha opinião, não foi pela arbitragem que perdemos este jogo, antes por culpa exclusivamente própria – a começar na atitude com que o encarámos (ou na gritante falta daquela) e desde o primeiro segundo da partida, e a terminar em tudo o que tenho vindo a desabafar nesta “posta de pescada”®.
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5)

toda a equipa esteve num lastimável nível desportivo. a exibição colectiva foi deveras medíocre. mesmo assim, eis a minha análise individual:

» Casillas: duvido que actualmente seja capaz de uma reacção como esta aqui. gostava de estar enganado, mas acho que lhe desapareceu o sorriso que, em Setembro, tinha no seu rosto. pior: (trans)parece que já não terá vontade em permanecer pela ImBicta muito mais tempo. assim sendo e se há desejos em imigrar para a MLS, e se aquela vontade for real, lastimo muito afirmá-lo, mas Ontem já era tarde… e como não nos faltam elementos válidos para aquele posto específico…

» Layún: do quarteto defensivo, foi o que menos errou. e, como se afirmou no Porto Canal, na análise à partida, não foi tão acutilante como costuma ser à esquerda. tentou remar sempre contra o marasmo da equipa, sobretudo na segunda parte, mas como este desporto colectivo envolve mais dez elementos…
já agora, uma pergunta pertinente: bem sei que hoje é Segunda-feira, mas Víctor García não poderia ter sido titular nesta partida porque?… qual a primazia: a equipa B ou a principal?

» Indi: no lance do segundo golo, também não fica isento de culpas. foi sempre o melhor dos centrais, numa dupla cuja Qualidade já conheceu melhores dias. e como a de ontem foi ínfima e infinitamente reles, enquanto adepto, não me satisfaz que ele tenha sido o menos mau do péssimo…

» Maicon: acabou, n’é? acho que, depois daquela pouca-vergonha, não haverá mais margem de manobra para quem, ontem, não dignificou a braçadeira que ostentava no braço – para lá do manto sagrado que envergava e de ter envergonhado a história do brasão abençoado ao peito. por muito menos, em 2001, Jorge Costa rumou a um clube do Sudeste de Londres…
(ainda tenho na retina aquele súbito e literal, virar de costas ao jogo, com este a decorrer, simulando uma lesão que não se encontrava nas pernas, antes muito mais acima dos joelhos…)

» Angél: tem um posicionamento defensivo para lá de deficiente, não sabendo defender o seu marcador directo. não ataca a bola. não sobe a preceito na ala. não sabe cruzar. fod@-se!, prefiro o Rafa manco a este c-e-p-o. (mais um que) não. tem. categoria. para. figurar. nos. nossos. quadros. ponto.

» Danilo: o melhor definitivamente. assumiu (pelo menos) três funções no jogo. e, «em ambas as três», cumpriu. foi o bombeiro de serviço e o ‘box-to-box‘ naqueles desesperos finais (sobretudo desde o segundo golo arouquense). em suma: suou e muito, a camisola que envergou, não a «danificando», bem pelo contrário. por ele, teríamos vencido e de cabazada.

» Herrera: é capaz de inacreditáveis oscilações de forma durante uma época desportiva, sobretudo nesta. mas, pior: também é capaz do melhor e do pior durante uma partida, e no mais curto espaço de tempo. exemplo: segunda parte, logo depois do falhanço do Aboubakar. consegue uma recuperação de bola, passa por dois adversários e faz um passe curto (menos de dois metros) para o espaço onde estava o único jogador do Arouca que restava entre o meio-campo e a defesa, proporcionando (mais) um contra-ataque perigoso… “isto“, em todos os jogos, desespera até o mais calmo dos adeptos.

» André²: enquanto teve fôlego, pernas e discernimento, tentou sempre empregar um ritmo alto ao jogo portista. infelizmente só durou 60’… estou certo de que ainda não estará refeito a 100% da lesão de Dezembro, e que estará a jogar com (muitas) limitações.

» Brahimi: foi dos poucos a tentar desbloquear o duplo bloco defensivo arouquense. sim!, agarra-se em demasia à chichinha, mas quem mais, ontem, é que tentou inventar espaços? pois… e ainda marcou um golo legal, que viria a ser invalidado. e também eu não compreendi a sua substituição…

» Corona: tal como para com o Varela (já lá vamos..), também ontem esteve em campo o alter-ego do mexicano, o Jesús. e, quando este resolve aparecer, é mau, porquanto que o seu futebol torna-se quezilento, amorfo, enfadonho, truculento, sensaborão, monótono e bastante desagradável à vista. em suma: totalmente o oposto de quando é o Corona em campo.

» Aboubakar: não se pode falhar um “golo cantado” como aquele, e logo no reinício da partida. não. se. pode… bem sei que marcou e tudo, mas um ponta-de-lança tem que ser letal. e ontem, mais uma vez, não foi. e que falta que nos fez…

» Rúben Neves: entrou “a quente“, numa altura em que a contestação à equipa e ao jogo que (não) praticava já era muita. o que escrevi em relação ao André², aplica-se na perfeição a este miúdo que, enquanto esteve em campo e no alto dos seus dezoito anos (é sempre bom recordá-lo!), não se atemorizou e (in)tentou empregar (sempre!) aquele ritmo alto de jogo. o que não resultou, então? as apatia e inépcia da equipa portista e o anti-jogo arouquense (sobretudo a primeira razão, em consonância com a segunda. e vice-versa).

» Varela: não apareceu porque esteve em campo o Silvestre, o seu alter-ego (aquele que dá jus às críticas mordazes de Miguel Sousa Tavares). idem bidem para o que referi sobre o Corona (perdão: sobre o Jesús).

» Marega: vinte minutos e uns trocos em campo, dois remates: um para defesa do #semprelesionadobracali, outro na atmosfera e quando tinha tudo para marcar. não foi por ele que perdemos, mas (e sei que estou a ser injusto)não se podem falhar golos cantados… 

» Peseiro: não percebi porque não chamou Víctor García. não percebi a entrada de Varela. não percebi a saída de Brahimi. note-se que não o estou a julgar pela derrota, antes que gostava de ver esclarecidas estas minhas (legítimas) dúvidas. mas, os pés-de-microfone preferiram direccionar o rumo da conferência de Imprensa para o jogo desta Sexta-feira…

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