o que se passa a Sul de Leiria?

© lixo tóxico do grupo cofina
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a “operação Petardo” – visando membros de claques de futebol, devido à utilização de explosivos e de um ataque a tiro contra um autocarro, com vigilantes da empresa de segurança “2045”, em 22 de Janeiro deste ano, na cidade de Braga – fez oito detidos, de acordo com as últimas informações policiais.
o Director da Polícia Judiciária (PJ) de Braga, Gil Carvalho, confirmou, ao JN, a existência dos oito detidos, mas não adiantou mais pormenores porque a operação da PJ de Braga e que conta com o apoio da congénere do Porto e da Polícia de Segurança Pública (PSP) da Invicta, ainda não terminou.
os detidos foram transportados para as instalações da PJ de Braga. durante a operação foram apreendidos explosivos que se suspeitam pertencer a um fornecedor das claques do FC Porto e do Vitória de Guimarães.

em comunicado, a PJ confirma que, através do Departamento de Investigação Criminal de Braga, com a colaboração da Directoria do Norte, efectuou uma operação, em conjunto com a PSP, visando o cumprimento de 06 mandados de detenção e de 34 buscas a residências e oficinas de pirotecnia. eis o seu teor:
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« a PJ, através do Departamento de Investigação Criminal de Braga, com a colaboração da Directoria do Norte, efectuou uma operação, em conjunto com a PSP, visando o cumprimento de 06 mandados de detenção e de 34 buscas a residências e a oficinas de pirotecnia.
no âmbito da investigação foram identificadas actividades ilícitas relativas ao fabrico e à venda de artigos pirotécnicos, ao tráfico de armas e à comercialização e utilização de petardos e de tochas de fumo, em recintos desportivos.
estão ainda em investigação os incidentes ocorridos em Braga, após o jogo de futebol entre o SC Braga e o Vitória SC de Guimarães, no dia 22.01.2017, em que foi atingido, com disparo de arma de fogo, o autocarro que transportava funcionários da empresa de segurança que presta serviço no Estádio do SC Braga.
foram ainda detidos, em flagrante delito, 02 outros suspeitos, no decurso da operação em causa, pelo crime de detenção de armas proibidas – nomeadamente de rastilho e de engenho para lançamento de artigos pirotécnicos.
os detidos, com idades compreendidas entre os 27 e os 53 anos de idade, vão ser presentes a primeiro interrogatório judicial, para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas. »

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in JN (aqui)
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caríssim@,

interrompo as férias para dar conta desta autêntica filha-da-putice, com a tentativa de (mais) uma colagem, a propósito de (mais) uma operação policial ao mundo do futebol, com supostamente elementos afectos ao nosso clube do coração.
pelo teor do texto da notícia acima não há nenhum indício de que a maior claque do Clube, os Super Dragões, esteja a ser visada do que quer que seja. mais: a “colagem” parte do facto de se tratar de «um fornecedor» de material pirotécnico também para as claques do clube.
pois o lixo tóxico do grupo cofina, ávido destas “bombas”, aproveitou logo para tecer as suposições que aquela manchete encerra, à boa maneira dos laranjos que por lá gravitam… como se só as claques afectas a clubes do Norte e do Centro promovessem rebentamento de petardos… como se os ilegais e assassiииos de carnide fossem uns santinhos (também) nesse capítulo… é pá, não me lixem com um F bem maiúsculo..

visar esta e outras denúncias no jornalixo tuga, como esta aqui, é um dever de qualquer portista. assim se justificam estas linhas (#notmadeinporta18 obviamente).
prometo voltar à carga sobre esta temática aquando do meu regresso.

até esse reencontro, o meu desejo é somente um e o mesmo de sempre:

faz o favor de ser feliz!

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ah! e apesar de toda a contra-informação e de todos os ‘soundbytes’ que gloriosamente vão sendo difundidos nos costumeiros me(r)dia e no jornalixo da tugalândia, convém esmorecer. não há que ceder o flanco, sequer desanimar, desalentar, perder o ânimo.
esta cena dos e-mails e do #benfixer até poderá não dar em nada em termos de Justiça Desportiva, sequer Cível (e porque, da Criminal, estamos “conversados”…); mas há algo que já se conseguiu: que muit@s d@s que nos acusavam de «fruteiros» (não) tivessem perdido a vergonha e se lhes conseguisse “descobrir a careca” dos seus (balofos) Desportivismo e Isenção (da treta, pois claro).

por último, mais uma vez*, e para os “alguéns” que, apesar de todos os avisos, ainda assim persistem em visitar este espaço, mesmo não sendo bem-vindos (de todo!) e que me apelidam de «fruteiro», para a História ficará o registo daquelas trocas de mensagens electrónicas que, por não terem sido apagadas como se exigia por um dos seus intervenientes, entretanto têm sido muito abafadas pelas prostiputas do jornalixo tuga, a soldo do carnidense – as mesmas que fazem tudo por relevar esta posterior revelação, acerca dos “impolutos:
(* já deu para se perceber que nunca me irei cansar de repetir este episódio de autêntica, comprovada #frutavermelhaparadormir. e só será ‘ad nauseam‘ para quem se sentir incomodado com a sua revelação – o que não é o meu caso, de todo.)
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álbum indispensável para férias:

air, moon safari (1998).
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leitura indispensável para férias:

revista dragões #368 (aqui, em pdf).
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podcast indispensável para férias:

a culpa é do cavani, jornada #2 (aqui).

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agora apague tudo!
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«quem sentiu na pele fui eu!»

© alamy
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« […] esse episódio do túnel foi decisivo.
não, não foi justa
[a decisão]. a forma como os meus jogadores foram tratados, como o FC Porto foi tratado, a forma como as coisas aconteceram… não foi verdade. e digo isto cara a cara, quer as pessoas gostem ou não gostem. quem sentiu na pele fui eu: estive lá e vi.
e também senti, durante um ano, como as coisas aconteceram: à 14ª jornada, quando jogámos na Luz, dizia a Imprensa que o 5lb estava a fazer «um campeonato tremendo», quando levava apenas mais um ponto do que nós e tinha os mesmos pontos que o SC Braga…
e ninguém aqui é mais esperto do que os outros, nem mais estúpido. a mim e aos meus jogadores, marcou-nos muito e tirou-nos a possibilidade de ganharmos o quinto campeonato, o que seria um feito notável
[o FC Porto teria feito o seu segundo Penta] e, para mim, seria o tetra – um feito perfeitamente impossível de alguém conseguir, em algum momento. »

fonte: zerozero
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caríssim@,

o dia, hoje, começou com esta excelente notícia aqui. bem, pelo menos para mim, trata-se de uma excelente notícia e que alegrou (e muito!) um dia cinzento. tão excelente que a sua divulgação contrasta com a ânsia em que os mesmos pasquins de Sempre o tentaram colocar em todo o lado menos no clube mais representativo da ImBicta…
acontece que e como pude ler por aí, há “muito boa gente” super-hiper-mega “preocupada” com o custo desta operação e com o ‘fair play‘ financeiro da UEFA e a «falta de contratações»…
para essa gloriosa gente, que amiúde navega pela bluegosfera somente para semear a discórdia, convém recordar que sim!, foram cometidos erros crassos num Passado recente e não há como os desmentir. acontece que, no Dragão, a Ambição sempre foi comedida e nunca se aventou “tomar de assalto” um clube da Premier League quando se é igualmente notável, na UEFA, por se deter a segunda maior dívida de clubes na Europa…
assim sendo e porque estou convencido de que, no Dragão, quem por lá se encontra actualmente não anda a “comer geladinhos com a testa”, é óbvio que esta operação de manutenção de Iker Casillas, no seio de um plantel ainda jovem, mas que já possui a tarimba de uma época em que foi vítima, não só de erros próprios, mas também de muito #polvo, terá sido muito bem ponderada. estou em crer que não se cometeram loucuras desmesuradas. mais: caros são mesmo os depoitres desta vida, que custaram um balúrdio para tão-somente aquecerem os bancos de suplentes do nosso comezinho campeonato; campeões irrepreensíveis como o Iker, galácticos também (sobretudo?) na sua forma de Ser e de Estar, que conferem (muitos) pontos num campeonato – e como ficou demonstrado na época transacta – são “baratos”. olha, se bem aproveitados e em termos de Merchandising (como refiro aqui), pagam-se a eles próprios. salvaguardando as devidas distâncias, se o Real o faz, por que raio é que nós também não o fazemos? Ontem já era tarde, que diabo!…
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noutro diapasão, as palavras que se reproduzem ali em cima, também para memória futura, são pertença de Jesualdo Ferreira. quem me conhece, sabe que nutro um inestimável carinho pelo Professor. considero-o um dos melhores e mais capazes treinadores tugas que já passaram pelo FC Porto, e o reconhecimento de muitos jogadores que com ele trabalharam é disso prova mais do que suficiente para o confirmar.
aquelas fazem parte de uma extensa entrevista ao pravda da Travessa da Queimada e que o caríssimo Vila Pouca fez o favor de disponibilizar aqui, sendo que a parte referente à sua passagem pelo FC Porto pode ser lida aqui (e aqui), e que, depois de lida, me recordou este Clássico aqui
no fundo, mais não é do que o “repisar”, do que um anterior “lavar de Alma” que aconteceu em Maio de 2008 (aqui) e onde se desmascara o embuste que foi o #campeonatodostuneis – ele que não é um reconhecido Portista, mas que se tornou num enorme Dragão enquanto cá esteve e nas várias vezes que nos visitou como adversário, sempre demonstrando um enorme respeito (carinho? sim, acho que sim!) por nós tod@s. um Senhor, portanto. como poucos (o que é pena).

em suma:
fica o registo de alguém que também sofreu agruras com o Brasão Abençoado ao peito. como ele, todos os que o precederam e os que lhe sucederam. tal e qual como também acontecerá com Sérgio Conceição, o qual será tudo menos um «cepo», bem pelo contrário. muito pelo contrário.
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por último, mais uma vez*, e para os “alguéns” que, apesar de todos os avisos, ainda assim persistem em visitar este espaço, mesmo não sendo bem-vindos (de todo!) e que me apelidam de «fruteiro», para a História ficará o registo daquelas trocas de mensagens electrónicas que, por não terem sido apagadas como se exigia por um dos seus intervenientes, entretanto têm sido muito abafadas pelas prostiputas do jornalixo tuga, a soldo do carnidense – as mesmas que fazem tudo por relevar esta posterior revelação, acerca dos “impolutos:
(* já deu para se perceber que nunca me irei cansar de repetir este episódio de autêntica, comprovada #frutavermelhaparadormir. e só será ‘ad nauseam‘ para quem se sentir incomodado com a sua revelação – o que não é o meu caso, de todo.)
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agora apague tudo!
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recadinho aos ‘recadeiros’.

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« […] das contas da SAD falida não falas tu. das cartilhas do peido-mestre de Contumil não falas tu. dos negócios mal geridos não falas tu. não paças [sic] de um recadeiro cheio de tretas […] »
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caríssim@,

hoje, começou oficialmente a época 2017/2018 para o FC Porto – «o primeiro dia do resto {das nossas vidas}», como (en)canta o poeta. é certo que ainda foi o primeiro treino da pré-temporada, mas, mesmo assim, já há azul-e-branco no nosso quotidiano. e ainda bem, qu’isto estava uma pasmaceira; ou então, nem por isso. explico.

um “alguém” brindou-me com o que se cita ali em cima, mas só em parte – porque os restantes ¾ da sua arrozada “prosa” fariam corar de vergonha os progenitores daquele. dado que, agora, há a obrigatoriedade de um registo para se comentar, neste espaço, aquele “alguém” fê-lo via e-mail – e muito em voga, nos tempos que correm. modernices, acho eu «e que assim»…
por uma questão de princípio, não costumo responder aos insultos que me dirigem (o que não significa que esteja predisposto a dar a outra face); mesmo assim e ultrapassada essa questão, cingir-me-ei somente às “questões” que muitos dos cartilheiros têm feito passar, qual propaganda goëbbeliana, e que os “alguéns”, quais carneirinhos, a deglutem como palha fresca para estes últimos.

nos princípios do mês de Junho, a SAD azul-e-branca anunciou um acordo com a UEFA, por forma a que sejam cumpridos os requisitos do ‘fair play’ financeiro. a UEFA também o fez, na página da instituição, referindo que «o FC Porto não cumpriu o requisito de equilíbrio financeiro e aceitou concluir um acordo de liquidação para as temporadas desportivas de 2017/18, 2018/19, 2019/20 e 2020/21».
ou seja: o quotidiano do FC Porto, durante as próximas quatro temporadas, (con)viverá (n)uma espécie de ‘troiKa’, dentro do seu reduto*. tudo porque se comportou muito mal e gastou mais do que o que vendeu**. bem mais, até. e, agora, há que pôr pés ao caminho e vender os anéis***, se necessário for, para que se volte a uma situação estável – e dentro da estabilidade possível no altamente instável mundo do Futebol, sobretudo no nosso comezinho futebolzinho.

* sim, o FC Porto teve a UEFA “à perna” por causa do ‘fair play’ financeiro. olha, tal como o 5lb teve receitas da UEFA penhorados por causa da Doyen (conferir aqui e aqui). a principal diferença: não ocultámos essa informação da massa adepta, ao contrário daqueles.

** para onde que é que foi esse dinheiro? não sei! mas quem tiver assim tanto interesse, sempre pode proceder a uma análise cuidada das contas da SAD azul-e-branca. está tudo lá, preto no branco – inclusive o valor das comi$$õe$ e a distribuição destas pelos seus variados agentes, ao contrário de Relatórios&Contas pretensamente “consolidados” de outras SAD’s…

*** o motivo da discórdia entre muitos portistas, tal como o Silva explanou (e muito bem) aqui, na sua tasca.
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acima de tudo, acho curioso que os adeptos da agremiação com a segunda maior dívida da UEFA, em 2015 – «dívida líquida que ascende aos 336 M€, que cresceu 3% em 2015, que é 3.3 vezes superior ao valor das receitas anuais e equivale a 130% do valor dos seus activos» – nos considerem «falidos». é certo que não estamos (nada) bem em termos de finanças, mas convenhamos que há quem esteja bem pior. ao menos já somos os donos do nosso estádio, o qual se encontra totalmente amortizado e é uma mais-valia em termos de Activos sólidos – algo que mais ninguém o pode afirmar…

depois, também acho deveras curioso que quem tem comprovadamente cartilheiros efectivos ao seu serviço, também as tente imputar para o nosso lado… é que os «padres», para as «missas que celebram», são de outra “paróquia” que não a das Antas… ai!, espera. estamos a falar de “cartilhas” e não de tráfico de influências…
[modo de ironia ‘off’].

também acho assaz interessante que se insurjam aos nossos negócios como «mal geridos». a ver se nos (des)entendemos:
estamos mal de finanças por erros crassos cometidos num Passado recente. ao abrigo daquele acordo com a UEFA, até 30 de Junho de 2017 temos que apresentar contas que batam certinho com o acordado (passe o pleonasmo), as quais deverão apresentar mais-valias financeiras de 30M€. de entre o plantel da época transacta e tendo em linha de conta o que “espirra” para a praça pública, quais são os mais vendáveis e que conseguem maior retorno financeiro? pois…
em suma: podemos não concordar com a partida dos nossos meninos e até com as suas escolhas – e sabendo-se que o agente que os representa também tem voto na matéria. agora, passar a mensagem de que os seus interesses económicos e desportivos foram «muito mal vendidos», quando nem na sua “casa” conseguem arranjar solução para os mais de 45 jogadores sob contrato e persistem em contratar outros tantos, como se não houvesse Amanhã… enfim…
mas, o que me custa mais é haver, na bluegosfera, quem alinhe nessa cartilha e teça lembretes de muito mau gosto, sem se dar ao trabalho de ver o quadro todo, somente o que interessa passar, numa atitude que em muito alegra os “alguéns” que também os lêem: dividir a massa adepta portista para que a ilegal continue a reinar (inclusive com aquela outra). se tal faz de mim um «recadeiro», então que seja; o que não farei é criticar publicamente e de uma forma injusta, a gestão de quem legitimamente está nos destinos do Clube – primeiro, porque não gosto de me arvorar em arauto da desgraça só para ser diferente e obter visibilidade com essa atitude (que não notoriedade ou outra espécie de reconhecimento qualquer); depois, porque há sítios muito próprios para se discutirem essas questões e entre os da nossa cor, e para lá das Assembeleias-gerais; terceiro, porque Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa foi o único concorrente às últimas eleições.
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por último e para os “alguéns” que persistem em visitar este espaço, mesmo não sendo bem-vindos (de todo!) e que me apelidam de «fruteiro», para a História ficará o registo daquelas trocas de mensagens electrónicas que, por não terem sido apagadas como se exigia por um dos seus intervenientes, entretanto têm sido muito abafadas pelas prostiputas do jornalixo tuga, a soldo do carnidense – as mesmas que fazem tudo por relevar esta posterior revelação, acerca dos “impolutos“:
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agora apague tudo!
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reificação*.

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* transformação de algo abstracto em algo concreto.
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caríssim@,

gostei. muito. aliás, não estava à espera de tanto com tão pouco, e num curtíssimo espaço de tempo. explico.
ontem, depois do jantar e deitado o cachopo, resolvi assistir, em diferido (mas em directo para mim), à cerimónia de apresentação de Sérgio Conceição como o mais novel treinador do Futebol Clube do Porto – «o funcionário mais importante do Clube», como cheguei a ouvir de um alto responsável daquele.
sem quaisquer panaceias, apresentou-se com a humildade de alguém que chega ao seu lugar de sonho, afirmando que prezará sempre a Qualidade tendo em consideração a Exigência que o cargo implica, e com os olhos postos no Futuro (inclusive no mais imediato).
mais do que promessas vãs, registei a desmedida alegria que se (pres)sentiu em todos os momentos em que interveio, tal e qual como um de nós. e sobretudo o seu discurso assertivo, directo, sem rodeios, sem obedecer a chavões e/ou frases feitas e/ou bordões inócuos, afirmando(-se), para quem o quis escutar, «não vou ter problemas em dizer o que penso».
e também me caiu no goto saber (dentro do que nos é possível saber ao certo a Verdade) que quis muito vir para o nosso clube do coração, prescindindo também de uma considerável parte monetária – pelo que não encara esta oportunidade como um “trampolim” para voos mais altos (mesmo que num qualquer clube do Championship britânico), e nem será pelo dinheiro que assume esta (enorme) responsabilidade. e é igualmente por esta razão que secundo as palavras de Pedro Marques Lopes quando, hoje, na edição impressa do pravda da Travessa da Queimada (aqui), escreve, na sua mais recente crónica, sob o título “o nosso treinador** que «vai ser ele que terá que nos mostrar que é o homem certo». eu acredito que Sérgio Conceição será esse homem pelo que pode contar com o meu apoio incondicional – tal e qual como o fiz com todos os treinadores do FC Porto que o antecederam.
de todas as razões que há para ficar agradado com esta escolha, aquelas foram as que me agradaram mais e as que me deixa(ra)m mais animado – e ao contrário dos meus receios conformados que expressei aqui, há uma semana atrás…

** o BRASÃO ABENÇOADO do dia pode ser lido aqui, e aqui, em formato jpg, e também aqui e aqui, mas em pdf.

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confesso que há muito, muito tempo, não encontrava alegria na apresentação de um treinador. e esse, para mim, é um óptimo sinal, porque me enche de Esperança, mormente quando se responde assim à “rasteira” armadilha que, de forma ardilosa, os sabujos e os pés-de-microfone do costume, lhe prepararam (e cujo contexto pode ser lido aqui):
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© ojogo | 92º minuto
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acredito que, com Sérgio Conceição ao leme, poucos serão os que “farão farinha” connosco, com a nossa cor, com o Brasão Abençoado.
e confesso que não deixei de esboçar um sorriso (sarcástico obviamente) quando li, no editorial do intestino (do) delgado (aqui), expressões como «largos dias têm quatro anos de jejum», «o ambiente em torno dom Clube não é propriamente de confiança», «nem se prevê que os meios que lhe sejam colocados à disposição [do Sérgio] sejam entusiasmantes», «é uma estratégia de fuga para a frente, feita de cortinas de fumo». e porquê? porque, nessa estratégia vil e soez, de se pretender dividir a massa adepta portista para que os outros continuem a reinar (inclusive connosco), (pres)sente-se o receio destes escribas de sarjeta, em que, desta feita, a escolha do treinador terá sido a acertada. também, neste aspecto, acredito que não estarei equivocado
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* [Filosofia] redução do Ser Humano a valores meramente materialistas.
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o pasquim da Travessa da Queimada persiste em olvidar o que foi denunciado na noite da passada Terça-feira. é a sua estratégia editorial, perfilada em consonância com o ‘diktat’ imposto por aqueles a quem serão sempre servis e a quem estarão sempre de cócoras – ou ajoelhados, prontos para “rezar” a qualquer momento…

mesmo assim, eu não pretendo que se esqueça o que de grave foi deletado por Francisco J. Marques e que outros não conseguiram (ou não puderam) deletar a tempo. e assim se justifica a imagem gif acima, referente a um encontro de futebol que ocorreu em Novembro de 2015 e cujo teor a que o jeBus alude remete-nos para a época?… exactamente: 2013/2014.
e, se àquelas insinuações juntarmos o que se afirma na imagem que se segue?
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não há coincidências, car@go!
haja é vontade em se investigar a fundo esta pouca-vergonha, este glorioso regabofe, esta filha-da-putice travestida em tons demasiado rubros para o meu gosto!

ai se tudo “isto” fosse pintado a tons mais azuis… ui! já não haveria stock de túnicas para os cartilhados puristas do Estado Lampiânico...

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disse!
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Esperança.

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caríssim@,

certamente que, tal como tu, também eu ando apreensivo. e conformado. e desanimado. e triste. explico.

encontro-me apreensivo sobretudo com toda esta (in)definição a propósito da nova época desportiva, a qual se avizinha a passos largos – pois que 03 de Julho é já ali, ao virar da esquina.
se, por um lado, compreendo e respeito, que haja recato na escolha do futuro treinador, com tudo o que uma negociação destas envolve – e não me refiro só aos “humores” presidenciais – pelo outro o inevitável protelar do seu anúncio oficial angustia-me. muito. e não me sossega menos a escolha de qualquer um dos nomes que já foram aventados para suceder ao Espírito Santo do Nuno, bem pelo contrário. aliás, se aquela recair em Sérgio Conceição, o bom que extraio é a sua mais firme convicção e um irredutível Querer em vir treinar o seu clube do coração a seguir à Briosa, e esse será um aspecto que irei ressalvar sempre (se não mesmo o único) – porquanto que desconheço o seu trabalho enquanto treinador.
desse seu percurso nos bancos de futebol, destaco obviamente o facto de ter subido o FC Nantes do 19º e penúltimo lugar da Ligue 1, quando lá chegou, para um honroso 7º classificado, a somente 08 pontos do último lugar com acesso às provas europeias – sendo que, em 22 jogos para o principal campeonato francês, almejou 11 vitórias, 05 empates, 06 derrotas, com 31 golos marcados e 28 sofridos, e a prorrogação do contrato até Junho de 2020…

no Presente, também me encontro conformado, porque é este o ‘modus operandi‘ do querido líder e não há como fugir a ele: apostas de alto risco em perfeitos desconhecidos, conferindo-lhes todas as condições para singrar num Clube vencedor.
acontece que, neste mesmo Presente, o (outrora?) melhor Clube do nosso comezinho campeonato está há quatro anos sem conquistar um único troféu ‘and still counting‘. e este é outro facto, nada despiciendo, de uma equação em que Sérgio Conceição, ou qualquer outro treinador que venha a ocupar o cargo do funcionário mais importante do Clube, será sempre o elo mais fraco. é por essa razão que preferia que se aplicasse um investimento próximo da aquisição de direitos económicos e desportivos de um Depoitre ou de um Boly, num treinador com alguns créditos firmados, os quais deveriam incluir títulos conquistados – no sentido em que estão habituados a sentir uma (espécie de) “pressão positiva” naquela prossecução. e quem é que poderia reunir tais requisitos? por exemplo, este senhor aqui. ou estoutro. e ainda este aqui – três opções para gostos diferentes e completamente díspares, mas que cumprem com aquela condição.

já o meu desânimo explica-se, mais do que por palavras, com esse sentimento basto cinzento de não conseguir vislumbrar um qualquer raio-de-sol no futuro mais imediato. ao invés, só “vislumbro” espessas nuvens cinzentas, à espera de descarregar sobre os comuns mortais que terão a infelicidade de se encontrar à hora e no momento errados.
uma dessas “nuvens” prende-se com a (mais do que) provável partida de Iker Casillas para outros destinos – fala-se na França (!!). apesar de perceber muito bem as razões financeiras por detrás dessa inevitável opção, só tenho a lamentar essa procura por uma Felicidade que não encontrou na cidade do Porto – entenda-se: títulos. confesso que, bem aproveitada e convenientemente rentabilizada, a permanência de Iker entre nós poderia “atenuar” o rombo financeiro de 10M€ anuais num já de si limitadíssimo orçamento. é que e não há como negar essa evidência, tão cedo não teremos, entre nós, no nosso seio, um jogador com a visibilidade galáctica de Casillas. e só lastimo que, nestes dois anos, não se tenha retirado qualquer proveito da sua muito mediática imagem – e não me refiro só à venda de merchandising, mas também. saber-se que houve centenas de excursões de fãs, do icónico portero espanhol, para o ver jogar com as nossas cores, e nada de relevante se ter feito para rentabilizar tais visitas, é algo que efectivamente “me ultrapassa”. e não seria muito difícil de ficarmos com um quinhão dessas digressões; bastaria, por exemplo, a FC Porto/Dragon Tour, em consonância com outras subsidiárias do grupo FC Porto, ter apresentado publicamente e de forma massiva, sobretudo em Espanha, pacotes promocionais de viagens à ImBicta, com passagem obrigatória pelo Museu do Clube e com a possibilidade de adquirir uma camisola oficial a um preço reduzido. acredito que tal não teria nada difícil de se ter articulado… mas, agora já é tarde demais para este tipo de aventuras, certo? pois… fica o malogrado registo de uma experiência que necessita de evidentes melhoras na sua orgânica.

e, é claro, que tudo isto me deixa triste. e amargurado. e muito descrente na inversão de um rumo cujo fim não se vislumbra no Horizonte.
mas, e porque a Esperança é a última a falecer, pode ser que, não é?… pode ser que, para o ano… olha: tal e qual como com os calimeros (já vai para quinze anos ininterruptos)

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disse!
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do dia do (fervor do) Clube.

© dia do clube | fotos da curva
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[no passado Sábado] decorreu a sexta edição do “Dia do Clube“. eu nem era para ir, mas depois vieram com o choradinho habitual: “ah e tal, se tu não fores, nem vale a pena a malta organizar aquilo, desiste-se, pronto, ficapróano, cumócampeonato”…
já se sabe que sou um coração de manteiga e lá fiz o favor de comparecer. e não é que, maijuma vez, valeu muito a pena?

sobre o que por lá se passou, saberão o que vierem a saber mas, por aqui, não será. apareçam na próxima edição e já não precisam de se fazerem passar por alcoviteiras.

o importante mesmo é dar os parabéns! […]
assim, trato mesmo eu disso: muitos parabéns! à Organização, por tudo ter sido impecável, mas sobretudo pelo trajecto (ascendente) – aquele que eu acompanhei, desde uma salinha na Biblioteca de Espinho ao Estádio do Dragão [passando pelo Auditório José Maria Pedroto, aquando da primeira edição]. caraças, parecem o [Fernando Gomes]!

ainda mais: parabéns ao FCP! principalmente por ter sabido devolver à casa a que pertence este encontro de Portistas e por ter, enfim, acarinhado e endossado, da forma correta, o evento; pelo espaço e pela presença nos painéis; mas, acima de tudo, pelo reconhecimento do esforço dos dedicados organizadores, culminando na presença inesperada, mas bem-vinda, do Presidente.
[portanto e sem ironias] parabéns FC Porto! demorou, mas foi! este é o caminho, sem receio dos nossos, sem trelas e mordaças e cartilhas. e, lá está: sempre que os Portistas se sentem bem-vindos em sua casa, retribuem com a gratidão e com o carinho que nos merece quem dá a vida pelo Clube. […]

perfeito!

in a tasca do Silva | Maio de 2017.
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caríssim@,

faço minhas as palavras do Silva: não será aqui que se irá saber o muito que foi (bem) debatido sobre a actualidade do quotidiano azul-e-branco. também eu lanço o convite (desafio?) a que quem quiser e puder, na próxima edição marque presença e o testemunhe com os seus próprios olhos. estou certo de que não dará por mal empregue o seu precioso tempo.

mesmo assim, não resisto a partilhar contigo este momento aqui (em vídeo), da autoria do Paulo Bizarro – um dos organizadores de um evento que começou tímido, em Julho de 2012 e que actualmente é a demonstração de que o Portismo entre os adeptos está bem vivo e recomenda-se.
aliás, aquele vídeo é só um (bom) exemplo da veracidade do que afirmo e só por manifesta maledicência se pode inferir que nele se procede a um qualquer tipo de «lavagem gratuita» – seja isso lá o que for. adiante.

o áudio, que também se disponibiliza aqui (em formato mp3) é da da autoria do guitarrista clássico João Dias. e foi assim que se procedeu à abertura dos trabalho da parte da tarde: com um momento arrepiante e que me emocionou bastante (e que ainda o consegue fazer).

por último, mas não menos importante, quero afirmar que foi mesmo muito bom rever alguns de vós, que também resolveram despender algum do seu precioso tempo num conBíBio salutar e que já deixou saudades.
a ver se nos reencontramos em 2018, se Deus quiser! 😉

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disse!
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despeito (meu).

futuro© porto canal
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caríssim@,

vou ser siso, conciso, preciso, curto e grosso.
vem este intróito a propósito do “Universo Porto – da bancada” de ontem (vídeo aqui), em que participaram o tridente habitual – o moderador do programa, Tiago Girão, o Director de Comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques e o comentador e antigo jornalista da rtp, José Cruz), secundados pelo duo dinâmico da novel página “Baluarte Dragão“, Pedro Bragança e Diogo Faria. explico.

primeiro, confesso a minha estupefacção pelo “desaparecimento” de Bernardino Barros do painel de comentadores residentes do programa em causa.
sem qualquer efectiva ‘inside information‘, deduzo que possa ser pela sua participação no programa de Domingo, na estação de televisão de Queluz (não, obrigado; não fumo), a qual se poderá revelar incompatível com o programa transmitido no Porto Canal – o qual habitualmente “casca” forte e feio naquela outra, e apesar da sua moderação (da do Bernardino Barros, entenda-se)…

depois, também confesso a minha incredulidade por, nos últimos três programas, termos assistido a uma autêntica propaganda, sem qualquer precedente nos alinhamentos anteriores daquele, a uma página na rede social Facebook®, editada por jovens adeptos portistas na defesa intransigente dos interesses do Futebol Clube do Porto.
não está em causa (nem estará!) a Qualidade efectiva daquele espaço no faceboKas, que possui efectiva e comprovadamente, assim como nunca estará a identidade e a idoneidade e a seriedade dos seus autores – os quais desconheço, em absoluto.
agora, o motivo do meu reparo é somente este: houvesse uma rubrica em que se promoviam outras páginas afectas ao Clube, para além de blogues de referência desse mundo que é a bluegosfera – alguns deles, com (bem) mais de dois meses de existência – e tal não seria mal interpretado por mim; como tal não se verifica, apesar de já ter feito chegar tal sugestão a quem de direito e bem antes daquela “promoção” (descarada?), eis-me aqui…

assim, de igual modo confesso publicamente o início da minha descrença num programa que tinha como um verdadeiro baluarte na programação do Porto Canal, a qual até parecia endireitar-se em termos comunicacionais, e em nada comparáveis a um Passado recentíssimo.
pois que tinha o programa “Universo Porto – da bancada” como “um oásis”, um esteio naquela defesa dos interesses do Clube, totalmente desinteressada e muito apaixonada, por quem o produz; a partir de ontem, estou com essa estranha sensação de que aquele mais não é do que uma (espécie de) “coutada”, onde uns são filhos e outros enteados (ou menos, até) – à semelhança de outros tantos “programas” no mesmo canal, apresentados por alguma da prole de alguns dos mais proeminentes quadros da $AD portista…

em suma:
já tinha achado estranha a promoção inicial à referida página, há três semanas atrás, num momento nada próprio e bastante desadequado no alinhamento do programa; como outros quantos, inclusive nossos detractores, fiquei com a sensação de que a página em causa era (é?) “algo” oficioso em nome do Clube, tal a informação que divulgava, sobretudo algum teor que não se encontra disponível publicamente numa rápida pesquisa no Google® (e depois de desmascarados os célebres, por que muito «gloriosos», cartilheiros); desde ontem, considero que aquele duo é oficialmente um instrumento do e ao serviço, do Clube.

e, chegados a este ponto, é óbvio que estou triste e amargurado, sentindo-me até um pouco despeitado (que não com ciúmes só por si, mas também).
“falando” só por mim, que aqui ando a bitaitar desde 2008 (no “falecido” Tomo I), e enquanto administrador de um blogue afecto à causa portista, é óbvio que gostava de ver algum reconhecimento público pela parte do meu clube do coração. não é esse o fito que me move, conforme escrevi no meu manifesto, em Novembro de 2013, porquanto que esta luta desabrida é completamente desinteressada e muito altruísta; mas, se uns têm aquele reconhecimento por parte da casa-mãe, porque é que eu também não o poderei ter?!*
[* a pergunta é meramente retórica, pois que sei bem qual é a sua resposta.]

no fundo, é tão-somente isto o que motivou a redacção (agreste) destas linhas (#notmadeinporta18): o sentimento de um certo ressentimento, por uma mágoa causada pela parte de quem sincera e honestamente não esperava que (também) me magoasse desta forma.
mas, não será por estas razões que deixarei de simpatizar quem sempre Amei indefectivelmente, que muito já me deu e, estou certo, ainda terá muito mais para nos oferecer.
e, dia 27 de Maio, se Deus quiser, lá estarei, para o encontro anual com alguns de vós, naquela que será já a sua sexta edição, e que nasceu da carolice (e do forte empenho. e do enorme brio profissional. e do basto altruísmo.) de outr@s tant@s portistas dos quatro costados, e que demonstram que há Qualidade noutros baluartes, que não se esgota só naquela página
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disse!
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tretas (ou balelas), em imagens várias.

© getty images | 92º minuto
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caríssim@,

diz que vencemos a prestigiada ‘premier league international cup (sub-23)’, que vai na sua terceira edição.
diz que vencemos categoricamente e por goleada, num Stadium of the Light (Estádio da luz…), mas desta feita em Sunderland (no Nordeste britânico, bem lá nos confins).
e, mas agora dizemo-lo nós, portistas de alma e de coração (embora ainda muito tretamente amargurado), que se tratou indelével e indubitavelmente de um «feito histórico» – e depois de, na sua primeira edição, em 2014/2015, também termos atingido a final, mas capitulado aos pés de um Manchester City “dos” Angus Gunn (terceiro guarda-redes do actual plantel principal dos citizens), Aleix García e Kelechi Ihanacho (ambos com 727 minutos974 minutos e 08 golos na equipa A “de” Pep Guardiola respectivamente).
e diz que, mais uma vez, tal proeza do futebol de formação luso, mas ao nível dos clubes, passou muito ao largo da Informação, mas só cá pela tugalândia, que a internacional soube dar o devido destaque, inclusive pelo clube vencido [«crushed by a FCPorto masterclass»].
e diz também que as (gloriosas?) vozes dissonantes “argumentam” com o sempre estafado “ah! e tal, que foi contra [o Sunderland], que ninguém conhece. nem devem saber jogar futebol!”. pois… exacto… é só o mesmo Sunderland que figura entre as doze melhores academias de futebol em Inglaterra, certo? o mesmo Sunderland que, nos quiartos-de-final daquela competição, despachou a equipa de formação do Athletic de Bilbao – uma das melhores dos nossos “vizinhos” – sem qualquer apelo, nem nenhum agravo, certo? e curiosamente (ou talvez não…) o mesmíssimo Sunderland que venceu o grupo A, onde figurava o outro representante português, certo? pooooois… ok!… contem-me estórias…

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© google | 92º minuto
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para a História, para o nosso historial e para o palmarés do Clube, figura o segundo título internacional dos (ainda) campeões em título da nossa comezinha Segunda Liga. e as palmas dos espectadores britânicos à nossa portentosa exibição.
e obviamente, e como não poderia deixar de ser nestas alturas, essa confrangedora (por que basto «gloriosa») azia e que se documenta, não só na imagem acima – então a capa do lixo tóxico do grupo cofina é um “espanto”: «a Europa é nossa» certamente que sim, sobretudo em tons azuis-e-brancos! – mas igualmente nas duas imagens abaixo, a propósito de uma precocemente propalada conquista da (igualmente prestigiante) UEFA Youth League, perante um «frágil» Cazino Salzburg, o qual nem precisou de ingerir muitos ‘red bulls’ para relembrar, a quem de direito, a «gloriosa» profecia de Béla Guttmann:
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© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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© google | 92º minuto
(clicar na imagem para ampliar)

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disse!
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tretas (muito nossas).

© fotos da curva
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quero agradecer a grande lição de vida que o NES me deu hoje: um dia, quando for na rua e me assaltarem, devo parabenizar o gatuno.
sempre a aprender…

quanto ao resto…
dois penaltis?! e ainda gozam descaradamente connosco! é triste… ao longo desta época, vimos situações muito mais flagrantes a não serem assinaladas, e hoje é isto. ou é puro gozo ou então é para, no final do campeonato, aparecermos com 9 ou 10 penaltis a favor e dar a impressão de que não temos qualquer razão de queixa.
ainda sobre gozo: parece que os corruptos, ontem, no galinheiro, distribuíram cartolinas onde se podia ler que essa é que é a “cartilha” deles. tão espirituosos que eles são, ao nível da infame campanha do #colinho… nada como desvirtuar a Realidade…

sobre a censura à faixa, uma nota só:
devemos muito ao presidente, mas, antes dele, já existia o FC Porto, tal como continuará a existir depois dele. não queira o sr. presidente fazer figura de Robert Mugabe que, aos 93 anos, ainda (des)governa o Zimbabwe.
das qualidades de um verdadeiro líder fazem parte o saber ouvir os seus e o saber quando sair. não é censurando quem sempre apoiou e que quer o melhor para o Clube, que se vai a lado algum. e, repito, o FC Porto não é propriedade privada de ninguém, mesmo daqueles que lhe deram imenso, porque também foi o Clube que lhes deu a visibilidade de que, Hoje, ainda gozam.

termino ainda com uma referência a África (e não só):
a Costa do Marfim, a Nigéria, o Brasil, ou mesmo a Birmânia, construíram novas capitais em locais remotos desses países a fim de lhes conferir mais desenvolvimento e que este também fosse sustentado (está certo… ao mesmo tempo também foi para encher os bolsos a “alguns”…); neste momento, o Egipto prepara uma nova capital administrativa e económica para descongestionar o sobre-lotado Cairo; o Canadá, a Austrália, os próprios EUA, não têm a capital na sua maior cidade. já aqui, no país dos broncos, insiste-se e persiste-se em levar tudo para a região de Lisboa e Vale do Tejo: mais estações de Metro, mais aeroportos, mais portos para cargas e descargas, mais, mais… para os outros – a suposta «paisagem», o grunho e parolo «resto» – ficam as sobras.
desde (pelo menos) o séc. XVI que vivemos (n)uma macrocefalia, que levou a um crescimento desproporcionado da Capital do Império em relação ao resto do País. e, mesmo assim, continuamos a ver as gentes a sair às ruas em Castelo Branco, em Beja, em Portalegre, em Bragança, na Guarda – em regiões preferencialmente do Interior, totalmente menosprezadas e desprezadas pelo Poder Central, do qual o clube corrupto (ainda) é o seu símbolo maior.
e se me custa ver gente a festejar na minha terra natal (Castelo Branco), então na cidade do Porto… enfim… e lamento que não haja um benfiquista que reconheça o óbvio: que este (treta-)campeonato foi ganho graças a factores extra-futebol.

se vale tudo para ganhar? parece que sim. e é também por isso que o País está como está: com uma dívida pública que nem nos nossos piores dias.
c
onclusão a tirar? somos um País de gente desonesta porque, se não se importam de ganhar dessa forma no Futebol, também não se importam de o fazer em tudo o resto, em todos os outros sectores da actividade económica. e tal é triste, muito triste.

saúde. João.
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caríssim@,

não poderia estar mais de acordo com este (muito) pertinente comentário do João, no espaço de discussão do caríssimo Vila Pouca – um dos meus blogues de referência. aliás, considero ser difícil discordar do mesmo, com argumentos válidos e sustentados, sobretudo pela parte de quem é conhecedor do que nele se aventa, mormente naquelas regiões mais desfavorecidas do País…

mesmo assim, permite-me apenas três singelas notas:

1.)
aguardei pelo “universo Porto – da bancada” de ontem (vídeo aqui) para perceber melhor a situação da censura das tarjas. acima de tudo, apraz-me saber que «tudo está bem», nas palavras do Director de Comunicação do Clube – o que poderá significar que houve entendimento entre as partes envolvidas, com o devido (e desejado) “enterrar do machado de guerra” e posterior “fumar no cachimbo da paz”.
mesmo assim, tal não significa que quem, como eu, se deslocou, no passado Domingo, ao nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, de lá tenha saído com uma imagem muito triste, basto cinzenta, com todo um episódio que em nada dignificou aquelas mesmas partes – na altura, em contenda. pelo menos, foi assim que abandonei o estádio, enquanto ouvia as palavras de ordem dos elementos da claque: com o coração apertado, o Espírito sombrio e o olhar perdido num Futuro incerto…
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2.)
numa singela frase, por certo nada inocente – «é a realidade dos resultados. parabéns ao campeão. nós continuamos o nosso caminho – o de formar uma equipa que possa conseguir títulos.» – Nuno conseguiu desbaratar todo o meu trabalho de uma época a desmascarar o «polvo» que subsiste no nosso comezinho futebolzinho tuga. o meu, o de tod@s @s ‘bloggers’ afectos à bluegosfera (e não só), e também o daquele programa referido no ponto anterior.
e foi mesmo, mas mesmo “muito agradável” ouvir todos os «gloriosos» cartilheiros, logo no próprio dia e na Segunda-feira seguinte, a citarem o ainda treinador da equipa principal de futebol do Clube, e a insurgirem-se contra a sua (mais do que) provável rescisão contratual.
e, por muito que ele invoque «a grande confiança num contrato que existe», não haverá Espírito Santo que o mantenha no reino do Dragão, na próxima época*.
[* não!, não tenho bases sólidas (por que oficiais) para sustentar esta minha forte convicção, só um ‘feeling’.]
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3.)
que fique expresso, desde já, o meu mais firme desejo para que o FC Porto, e como se prevê, não seja beneficiado, no próximo Domingo, em Moreira de Cónegos.
e que fique bem claro que nunca desejarei a derrota do meu Clube do coração, seja em que circunstância for.
mas – e há sempre um “mas”… – confesso que, no caso em apreço, não me importarei que se percam os pontos suficientes para que o Moreirense permaneça na Primeira Liga e consequentemente a agremiação (curiosamente muito lampiã) de Tondela desça à divisão mais condizente com a sua categoria (ou a falta desta)
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disse!
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o Futuro é agora, porra!

© google
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«
como adepto também cheguei ao final da paciência.
a mim não me interessa o que já ganhei. o que o FC Porto ganhou é Passado, e está no Museu. é a história que ninguém pode mudar.
candidato-me porque as coisas estão mal e é preciso voltar colocá-las como eram. e como me sinto com capacidade para isso, tenho a certeza de que eu e a Equipa que me acompanha, iremos dar a volta ao que não está bem.
não me candidato, nem quero que defendam, ou que votem na minha candidatura, por aquilo que eu ganhei; candidato-me para que o FC Porto volte a ser o que foi, durante décadas, durante a minha presidência
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»

Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa | Abril de 2016.
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caríssim@,

aquelas palavras, proferidas pelo nosso querido líder aquando da sua campanha para nova reeleição presidencial e que viria a vencer (porquanto que foi candidato único nas últimas eleições para Presidente do Clube…), um ano e um mês depois permanecem extremamente actuais. demasiado actuais, até.
acontece que, neste entretanto e pese embora ainda ser matematicamente possível o título nacional, esta será mais uma época “a seco”. a quarta consecutiva*, num inédito (inusitado?) recorde negativo em 35 primaveras de sucessos retumbantes.
* bem sei que, a 10 de Agosto de 2013, conquistámos a vigésima Supertaça Cândido de Oliveira do Clube, com o “palminhas” fonseca ao comando dos destinos da equipa azul-e-branca. mesmo assim, há quatro épocas que deixamos fugir o troféu maior a nível nacional. e esse, para mim, é o que conta.

não há como escamoteá-lo: no que ao futebol sénior diz respeito, este foi novamente um ano desportivo ‘muit’amau’. e não há por que escondê-lo, antes encarar esse facto insofismável de frente, por forma a nos precavermos no Futuro – o qual (espero) já deverá ter começado a ser definido e delineado no regresso ao continente, depois do descalabro na “pérola do Atlântico”.

sem pretender ser exaustivo, de positivo (sim!, porque, nesta época prestes a findar, também houve situações que nos fizeram sorrir), retenho o “milagre” da eliminatória de acesso à fase de grupos da Champions, ante a toda-poderosa AS Roma e numa altura de basta descrença, entre a turpe azul-e-branca, nas efectivas capacidades da Equipa; as nove vitórias consecutivas para o nosso comezinho campeonato (entre meados de Janeiro e a primeira quinzena de Março), com exibições que chegaram a ser categóricas (Estoril, Guimarães, Tondela, Nacional…); o reforço de um espírito de grupo como há muito não se via num plantel azul-e-branco, a indiciar que todos “remam”  efectivamente para o mesmo lado, em prol de objectivos comuns e de grupo, e não individuais.
foram tempos que nos permitiram sonhar e considerar que seria possível ir festejar um tão ambicionado título para os Aliados. e eu – tal como tu e tod@s no Clube (dos dirigentes, passando pelos treinadores e jogadores) – senti-me acreditar nessa forte probabilidade. curiosamente (ou talvez não…), foi o período em que o Dragão finalmente acordou de uma inerte e indolente letargia, resolvendo apostar forte no combate ao «polvo», com o aparecimento do programa “Universo Porto – da bancada“. e, sim!, é impossível fugir a este (mais do que previsível) tetra da treta sem referir o basto #colinho, com imenso #mantoprotector e fartas #cartilhas; mas também houve (ainda há!) erros próprios, os quais são da nossa exclusiva responsabilidade, e é sobre esses que importa reflectir – porque são aqueles que conseguimos controlar.

de (muito) negativo, refiro os cinco empates obtidos nos últimos sete jogos e que nos custaram a efectiva aproximação a esse líder com pés de barro e futebol muit’a pobrezinho; uma errática política de “rotação” de jogadores, com alguns #lesadosdoNES (João Carlos Teixeira e Depoitre à cabeça); um imperceptível modelo de jogo (ou algo parecido com tal), mormente depois daquele empate com sabor a derrota ante o Setúbal “de” couceiro, e em nada condizente com os pergaminhos do Clube e que indicia sobretudo que se prefere não sofrer golos ao invés de os procurarmos desde o primeiro segundo das partidas.
são os tempos presentes, que levam a que se duvide de tudo e de tod@s, e se dispare indiscriminadamente, com tudo o que de injusto tal acarreta.

ou seja: é impossível não dissociar aquelas afirmações do Presidente com estes factos desportivos. portanto, sim!, não estamos na mesma: estamos pior. e, como tal, há responsáveis por este mau ano desportivo. e há nomes que têm (devem!) que ser mencionados, porque no FC Porto “a culpa não morre solteira”. à cabeça, Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa – porque tudo no Clube principia e acaba na sua figura – e os seus ‘compagnons de route‘ de sempre e para Sempre, actuais membros directivos da $AD azul-e-branca. depois destes, o do actual Director-geral, eng. Luís Gonçalves – e apesar de ter recebido “a criança em braços” já com a época em curso. depois, a equipa técnica escolhida pelo Presidente. e então, só depois, tod@s nós, adept@s indefectíveis do FC Porto. em suma: tod@s temos culpas no cartório, com maior ou menor responsabilidade. o meu enfoque centra-se nas primeiras.

acho que estamos de acordo que se avizinham tempos difíceis para os lados do Dragão. e não adianta tapar o Sol com uma peneira: tod@s iremos sofrer, de uma maneira ou de outra, apesar daquela mesma responsabilidade. e não!, não estou a ser catastrofista e/ou pessimista, antes realista.
aliás, arrisco-me a tecer o seguinte cenário: a $AD, na figura do seu responsável máximo, mais uma vez tudo fará para inverter este rumo em direcção a um Abismo que parece não ter um fim e que se iniciou com a debandada do £ibras-Boas, a duas semanas de se iniciar a época 2011/2012 – e é bom recordá-lo. e, sim!, ainda não esqueci, sequer perdoei!
para que se inverta esta (espécie precoce de) hegemonia pintada em tons mais rubros, espero bem que não se hipotequem os desígnios financeiros a que estamos obrigados pelas normas da UEFA – muito rígidas, inflexíveis e nada meigas para com clubes da nossa dimensão e periféricos ao centro do P(h)oder futebolístico europeu.
ao contrário da recente e muito bem-vinda “onda azul”, temo que o próximo treinador da equipa sénior de futebol profissional não terá umas condescendência e indulgência tão benévolas por parte daquela – seja ele o Nuno ou qualquer outro Espírito Santo, com agravo para o primeiro caso permaneça para a próxima época (o que desconfio que não venha a acontecer).
assim, aos primeiros desaires que surgirem (que inevitavelmente irão surgir, não haja dúvidas. espera-se e deseja-se é que sejam em menor número do que a época em curso – 01 derrota e 10 comprometedores empates…), prevejo que regressará (em número e em peso) a “homérica” massa assoBiativa, com tudo o que de pernicioso tal poderá acarretar para uma equipa em construção – e sim!, iremos assistir a um novo defeso movimentado para os nossos lados, quanto mais não seja porque está orçamentada a necessidade de «proveitos com transações de passes de jogadores no valor de 115,781M€» (aqui, a páginas 05).

concluindo: este é um cenário plausível e que não se deseja, sequer que se repita, de todo! para tal, já bastam os últimos quatro anos. mas, se vier a acontecer, que se tenha a plena consciência de que há a forte probabilidade de que aqueles quatro anos perdurarão (pelo menos) por mais um. e, sim!, estou muito descrente na capacidade de inversão deste rumo, porque as promessas feitas há um ano não se concretizaram e retumbaram num fiasco. mais um…
é certo que houve melhorias no plano comunicacional do Clube, no qual estamos mais “agressivos” (por que basto incómodos) para com o “glorioso” ‘establishment‘ que (ainda) reina no nosso comezinho futebolzinho tuga;
sim!, a aquisição dos direitos desportivos e económicos de ‘tiKinho’ Soares indicia (mesmo que de forma precoce e/ou pírrica) uma inversão no modelo de contratação, porventura mais voltado para o que de bom existe em território nacional;
sim!, há potencial no actual plantel, apesar de todas as suas limitações, igualmente próprias de muita juventude;
sim!, poderemos, com ponderação, vender alguns dos nossos “anéis” (Danilo, Rúben, Brahimi, André Silva) que o Futuro permanece de certa forma risonho, pois que há muita “matéria prima” de Qualidade nos escalões da formação azul-e-branca,

mas “isto” só, não chega para satisfazer as altas expectativas de um adepto portista. para mim, não bastam. quero e desejo mais, nem que tenhamos que ficar “a seco” outros dezanove anos (e longe de nós vá tal agouro!).
quero é perceber que efectiva e comprovadamente está a haver uma inflexão neste rumo. e, Hoje, e como ali em cima o afirmei, ainda não consigo acreditar, porque os “sinais” dados por quem decide ainda não são satisfatórios e indiciam que as práticas serão as mesmas esperando-se por resultados diferentes – os mesmos que, nestes últimos quatro anos redundaram num enorme z-e-r-o títulos. e é bom que se perceba que são estes últimos quatro anos que estarão sempre presentes no cutelo, ao invés dos anteriores trinta e um de muito Sucesso (talvez porque a memória dos homens seja fraca, talvez porque a Gratidão também tem um fim)…
espero mesmo estar redondamente enganado nestes meus vaticínios e que, de hoje a um ano e se não for antes, possa estar a emendá-los e a pedir-te e a quem de direito, sinceras desculpas pelo sucedido.

finalizando:
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«
permanecendo (‘ad aeternum‘?) nos destinos do nosso Clube do coração, vai desgastando a sua imagem, bem como aquela aura de líder incontestado e incontestável, que tanto trabalho, esforço, dedicação e empenho lhe levou a construir – os últimos quatro anos são disso exemplo.
[…]
lastimo que, no nosso Clube, não haja quem, sendo frontalmente contra a actual Direcção, não elabore um projecto convincente e o submeta ao escrutínio dos sócios, e mesmo tendo sempre presente a verdadeira abada que poderá levar nas urnas. estou certo da minha mais forte convicção de que, mesmo assim, conquistaria o Respeito de muitos – inclusive dos que contra si teriam votado.
»
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a toda esta (extensa) prosa e àquelas minhas palavras datadas de Dezembro de 2016, em Março desse mesmo ano expressei publicamente o desejo íntimo de que «quero acreditar em querer acreditar!».
nunca pensei que, mais de um ano volvido, aquelas permanecessem tão actuais e que essas vontades estivessem tão vivas, infelizmente – porque tal significa que voltamos a claudicar e que o Fracasso persiste em se sobrepor ao Sucesso.
e, com todo este relambório, que não se infira que estou a afirmar que não se está a trabalhar, de todo! acho é que esse deve ser melhor direccionado e já no planeamento da próxima época – a começar pela assertividade na escolha do treinador, como sempre.

e, já agora…

… qual é o teu prognóstico, o teu grau de confiança?
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peço-te esse favor de despenderes (e no máximo!) mais um minuto, do teu precioso e valiosíssimo tempo, a responder àquele inquérito, cuja votação termina às 19h30m de amanhã, Quinta-feira, dia 11 de Maio de 2017.

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disse!
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