mente, Pinóquio, mente!

futuro© google
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duas declarações de interesse:

1)
ao contrário de muit@s, confesso que ligo tanto às questões em torno da selecção como a marisco: a este último sou alérgico, desde nascença; àquela, sou completamente indiferente, sobretudo desde que um brasuca, armado ao cagalhão, aterrou na Capital do Império e resolveu entrar em confronto aberto com a Instituição e jogadores (sobretudo os mais emblemáticos!) do Futebol Clube do Porto.
e é principalmente esta a razão principal por que, desde essa altura, para mim, aquela é somente a #equipaquedecididamentenaoedetod@snos (sendo que actualmente é mais uma coutada do empresário jorge mendes…), porquanto que #aminhaseleccaovestedeazulebranco e só de azul-e-branco.
assim sendo, é-me completamente indistinto se Portugal vence, empata ou perde, e seja em que escalão e/ou modalidade for; não lhes desejo nenhum mal, mas também não fico sem horas de sono com os resultados negativos.

2)
como não me canso de o repetir, considero bastante meritório o trabalho das claques portistas. de facto, não fossem os cânticos dos SuperDragões e do Colectivo95, e certamente que 
já teríamos estado em funerais bem mais animados… mesmo assim, este meu reconhecimento público não invalida que seja crítico com algumas das suas actuações “e quando assim deve ser” – a última das quais, a propósito da nossa visita à Amoreira.
e sou ainda (bem) mais crítico com a dualidade de critérios reinante, não só na nossa Sociedade, como nas forças de (in)Seguraça Públicas e sobretudo nos me(r)dia e jornalixo tugas, a propósito da questão da ilegalidade dos “grupos organizados de ‘adeptos‘” afectos ao 5lb. efectiva e comprovadamente, os i-le-gais do Carnide encontram-se à margem da Lei, (sobre)vivem em torno da Lei, sentem-se acima da Lei e comportam-se como autênticos foras-da-Lei, sempre com a «gloriosa» complacência daquelas.
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caríssim@,

feitas as advertências e a propósito da polémica em torno da questão da partida da selecção de jorge mendes, ante a sua congénere húngara, convém salientar que:

» como se pode verificar neste vídeo aqui e ao contrário do que os lixos me(r)diáticos do grupo cofina afirmam, a claque “ultras Portugal” respondeu a provocações vindas do sítio habitual, pelos i-le-gais do costume.
sim!, a claque agiu mal e não se conteve, respondendo com os cânticos habituais, confirmando o adágio popular que reza que “quem não se sente não é filho de boa gente”. e como os i-le-gais não são, de facto, gente boa, nem foram para o viaduto saudar quem ia torcer pela selecção do jorge mendes…;

» é certo e sabido que o actual Presidente da Mesa da Assembleia-geral do spórtém, jaime marta soares, não pugna por uma postura cândida, antes pelo contrário. mesmo assim, não deixa de ser a primeira figura institucional da agremiação do Lumiar, acima da do ‘parsidente’ burro do Carvalho.
como se pode verificar nestoutro vídeo aqui, a recepção de que foi alvo, pelos useiros e vezeiros vândalos do costume, deveria ser motivo, mais do que suficiente, para que o 5lb já tivesse feito um pedido de desculpas públicas. debalde…
por muito menos, foi feito um «glorioso» alarido, do carvalho da Silva, quando o gosma da selva (vulgo, o ‘chouriço’) supostamente levou para contar, numa ida à Foz do Douro, e conforme capa ali em baixo (já lá vamos);
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futuro© ojogo | 92º minuto
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» em tempos, ficou tristemente célebre a inusitada (por que inaudita) afirmação de Mourinho comparando a ImBicta com Palermo, cidade da Região da Sicília. a mesma foi utilizada a rodos, mormente pelos lampiões, inclusive por alarves taxistas que tecem grosseiras comparações que vão muito para lá do sexista.
depois dos incidentes do passado Sábado, de todos os comunicados que se teceram, das pressões que se criaram, dos recortes de notícias que a imagem acima alude, e de um célebre Passado recente, não há mesmo dúvidas: o Carnide, como não sabe perder, também não sabe ganhar – com os seus adeptos a terem «gloriosas» condutas próprias de trogloditas. e, por inerência, como não sabe Vencer desportivamente, confirma-se que o 5lb, inclusive ao mais alto níBel, também não sabe receber condignamente os seus rivais – seja nas competições nacionais, seja em jogos da Selecção;
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futuro© ojogo | 92º minuto
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» não poderia estar mais de acordo com o editorial de Jorge Maia, hoje, no pasquim do ‘quim oliveirinha, sobretudo na questão dos «pretextos desta semana para que a habitual corja de incendiários profissionais possa começar já a regar o clássico de gasolina»: comprovadamente e depois de ter assistido ao “campeonato nacional” de ontem, na tvi24, e depois de ter ouvido a cassete debitada pelo domingos amaral [escarro], «às vezes, o futebol português é tão previsível que já enjoa por antecipação»… e hoje certamente que haverá novo alambique de alarvidades, pela aventesma costumeira, no “prolongamento”…
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futuro© google | 92º minuto
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por último e sobre enjoos »por antecipação» (matinais, vespertinos ou outros):

como afirmei ali em cima e acerca de tudo “isto“, de toda esta «gloriosa» fantochada, por muito menos foi feito um «glorioso» alarido quando o ‘chouriço’ supostamente levou no focinho, em 2011. e, tal como agora, o pravda da Travessa da Queimada prontificou-se a ser a caixa de ressonância primeira da “propaganda goëbbeliana” do 5lb…
mais do que o chinfrim do carnidense e a que o pravda faz alusão, da capa da esquerda “gosto” particularmente da referência (nada ingénua) a uns 6-0, em 1972, a contar para uma eliminatória da Taça de Portugal, em que o goleador-mor do 5lb, nessa altura, ficou em branco. vou ficar à espera (sentado…) que o pasquim também faça referência em capa àquele outro jogo, já em plena Democracia, a 18 de Setembro de 1992, desta feita para a Supertaça Cândido Oliveira. é que, nessa partida, o Jardel também não marcou…

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disse!
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dessas pinturas (rupestres?)…

© google | 92º minuto
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a ‘taberna da esquiça‘, do pai de jorge ferreira (“árbitro” do jogo entre Estoril e 5lb, esta Terça-feira), foi vandalizada, esta madrugada, com referências a inocêncio calabote [n-o-j-o].
«aqui venera-se calabote», com as siglas «SD» e «86», foi a mensagem deixada nas paredes do estabelecimento comercial – isto depois de uma partida onde os encarnados venceram com um golo polémico, visto que o mitra do grego estava em fora-de-jogo.

em declarações à Antena1 [escarro], o próprio jorge ferreira reagiu garantindo não se sentir «intimidado», embora tema pelos seus familiares:

« não tenho medo, não tenho receio. mas temo pela integridade física dos meus mais próximos. sinto-me triste e cansado. lutamos por fazer o melhor… pelos vistos já não podemos fazer o que gostamos, mas nada me vai impedir de fazer o que gosto. nada me move contra ninguém. não é com pequenez que me vão tirar da arbitragem. »

a GNR situa-se perto do local [mesmo em frente à taberna] onde se verificou o incidente, mas, quando chamados a intervir, já não conseguiram identificar qualquer autor do acto.
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in
zerozero | Março de 2017.
(com adulterações ao texto original, da minha responsabilidade
.)
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caríssim@,

obviamente que se condena todo o tipo de violência, seja contra quem for e independentemente das circunstâncias, ou não vivêssemos num Estado de Direito [discurso polido e politicamente correcto].
acontece que, no Futebol e no estado actual do nosso comezinho futebolzinho tuga, eu apoio que se combata o “fogo com fogo”, numa espécie de lex talionis, mas sem tirar olhos (e dado que os dentes ficaram por conta do senhor proença). e é por essa mesma razão que, em Fevereiro de 2016, apoiei a visita de elementos dos Super Dragões àquele estabelecimento comercial, a qual adjectivei de profiláctica e referindo os porquês para tal apoio. hoje continuo a considerar que a mesma foi pró-activa, e num estado de «coacção» muito aquém deste aqui, e que envolveu um dos apitadores tugas “vítimas” da suposta «invasão do Centro de Treinos do Pólo Profissional dos Árbitros, na cidade da Maia, por parte de elementos afectos à claque do FCP».

já agora e sobre o acto de vandalismo puro, ao qual os Super são alheios, cito o ‘blogger‘ “franco baresi” quando este afirma, no estabelecimento do caríssimo Vila Pouca:
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« porque é que eu acho que quem ‘graffitou’ a tasca de Fafe foi a mando do 5lb:
» os SuperDragões [SD], quando quiseram marcar uma posição forte, foram pessoalmente e à vista de todos, à tasca em causa;
» a simbologia dos SD não inclui “ésses” e “dês” com ângulos rectos, à laia da extrema-direita (como era apanágio na simbologia das SS), e, não esquecer, que também está presente na dos “no name” gays [valente escarro] porque os SD são uma claque apolítica;
» o último jogo do árbitro em causa foi numa competição para a qual o FC Porto já não tem quaisquer interesses desportivos e pese embora [o apitador] se tenha “enganado” a favor do 5lb ‘as usual’. pergunta-se: tanta arbitragem revoltante envolvendo a equipa do FC Porto e foi logo “saltar a tampa” ao(s) pintor(es) nesse jogo onde o FC Porto não participou?!;
» esse evento sucede àquela acusação, por parte do 5lb, de que a claque do FC Porto “aterrorizou” os árbitros – um truque que eu já desmontei aqui e que não passa de uma mentira, de uma falácia;
» há antecedentes de incriminação dos SD em “factos alternativos” – por exemplo, o célebre caso da “agressão” ao anão, vulgo chouriço, na Foz, em Março de 2011 – o mesmo que, à data, ainda não apresentou qualquer queixa na PSP;
» e, por último, mas não menos despiciendo, reparem que quem pintou a tasca não conseguiu insultar veementemente, ou pelo menos dizer mal, do 5lb, o arqui-inimigo sempre presente – pelo que a inibição psicológica é por demais evidente [assim como a referência a calabote, muito querido para as bandas de Carnide]»
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mas, mais do que o acto de vandalismo em si e dessa curiosidade de estes epifenómenos ocorrerem somente nos meses de Fevereiro e/ou de Março – provavelmente porque é quando surgem as verdadeiras decisões dos campeonatos, afirmo eu… – há ainda aquela outra «gloriosa» coincidência do avençado do 5lb, no último programa da estação de queluz (não, obrigado. não fumo) – aqui, sensivelmente a partir dos 6′ – no seu monólogo peidalmente visceral, a propósito de exemplificar episódios de «coação», ter trazido à colação precisamente aquela visita dos SuperDragões à taverna dos pais do apitador em causa.
certamente que tal não passou de uma «gloriosa» simultaneidade de acontecimentos diversos que convergiram numa mesma direcção e com um mesmíssimo sentido… acontece que eu não acredito em coincidências, assim como tenho bem presente o que se afirma aqui, aqui e aqui. e que mantenho que há de facto e comprovadamente concertação entre os paneleir… entre os habituais comentadores afectos à agremiação de Carnide, e por mais desmentidos que o façam – risíveis ou não.
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disse!
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not@s soltas do Bessa…

© Tomo III
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nota introdutória:
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esta “posta de pescada”® é a primeira de duas, as quais vão continuar a honrar os pergaminhos e a imagem de marca deste espaço singular, na bluegosfera: os testament… os textos extensivamente looongos e as bastas (© Silva) hiperligações. aguente-se à(s) bomboKa(s) quem vier por Bem, portanto.
e, claro está, que a minha sugestão, para estes momentos, é sempre a mesma, e como já deve ser do conhecimento geral…
neste entretanto, faço votos para que o ‘lifting‘ que sofreu este espaço de discussão pública também seja do teu agrado.
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not@s soltas do derby da ImBicta:
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i)

a última vez que tinha ido ao Bessa fora em Fevereiro de 1996. vinte e um anos depois, invadiu-me um misto de sentimentos nostálgicos, daqueles tempos pueris e adolescentes, em que um bando de Amigos seguia o FC Porto (literalmente) para todo o lado, mormente dentro do distrito da cidade que lhe confere o nome, que não havia “tempo” ($) para mais.
foi, portanto, uma grande alegria regressar a um local onde, naquela altura, confrontos houve que foram bem “quentinhos” e não só dentro do terreno de jogo. indubitavelmente outros tempos e que dificilmente regressarão com aquela “envolvência”.
porém e para quem conheceu o antigo Estádio do Bessa, aquela alegria desapareceu assim que entrei numa espécie de estádio que julgava do séc. XXI: em todos os corredores de acesso às bancadas, não falhava o cheiro a merd@ de pássaro, assim como a dita cuja. em suma: já vi pombais bem mais limpos e efectiva e comprovadamente não há como a nossa casa – a mais bonita, mais arejada e mais funcional de todos os estádios que foram construídos para o Euro2004.

abro aqui um parêntesis muito pertinente para e mais uma vez, parabenizar os adeptos portistas que têm acompanhado a Equipa do nosso coração, na figura das claques do Clube, Colectivo95 e SuperDragões:
ontem, tal como ao longo de toda esta época, fomos o primeiro jogador e para citar o mestre Pedroto. demos show do início ao fim, não deixando, nunca!, esmorecer o ânimo, mesmo com a «surreal» roubalheira do vermelhíssimo veríssimo (já lá vamos) e tornando o “pombal”, por 90′, na nossa fortaleza.
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ii)

do jogo em si, houve duas partes distintas as quais não podem ser analisadas sem se referir a figura do apitador tuga de serviço e ao serviço desse «glorioso» desígnio nacional: o tretacampeonato do 5lb.
na primeira, dominámos, fomos terrificamente eficazes nos primeiros quinze minutos e só não fomos (ainda) mais letais por manifesto azar – de memória, recordo-me do cabeceamento do Boly, da “bomba” do Soares e da confusão que se lhe seguiu, da incrível perdida do mesmo Soares (naquele que seria o seu segundo golo na partida) e no desvio do Brahimi a rasar o poste. o clube da rotunda viu-se perto da meia-hora de jogo, para uma excelente defesa de Iker Casillas (daquelas que ajudam, não só a vencer jogos, mas também a ganhar campeonatos), e já perto do final da primeira parte, por causa disto aqui e aqui – em vídeos que não deixam dúvidas sobre quem prevaricou.
a segunda parte ficou marcada pela forma gloriosamente reiterada com que o apitador veríssimo (in)tentou inclinar o campo para que o clube da rotunda conseguisse (pelo menos) o empate, em vários lances dignos de “compêndio” e para mais tarde recordar o nojo que está a ser esta #ligabranca. debalde. mesmo com a ridícula expulsão do Victorio Páez, não nos vergaram; mas, reafirmo, bem que tentaram – e as nomeações já o indiciavam.
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iii)

Óliver Torres. e é só.
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iv)

gostei muito da prestação do Boly, não tendo acusado os nervos que uma partida desta índole acarreta – e o jogo de ontem não foi excepção.
Marcano continuou a senda de um terrível Iván para os avançados contrários.
Alex Telles foi muito regular e tendo em consideração o que aconteceu na passada Quarta-feira. na minha retina estão as lágrimas que secou na camisola, enquanto se dirigia ao topo onde estávamos concentrados, para a oferecer. foram sentidas e apreciadas (também) por este que te escreve.
Danilo foi o “muro” a que já nos habituou, com um André² a recuperar a sua “velha” forma, depois de mais de um ano “lesionado”
Brahimi e Corona (este, enquanto não foi ceifado por uma besta remendada) foram autênticos quebra-cabeças para os defesas do clube da rotunda e (d)os principais municiadores de Soares.
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v)

quem teve a oportunidade de assistir à partida de ontem, no Bessa, regressou (por breves instantes) ao período de festas do Natal, tanta e tão vasta foi a “lenha” com que os caceteiros do clube da rotunda brindaram os nossos rapazes.
a todo este “pau”, houve um veríssimo que meteu nojo, tal a complacência que teve para com aqueles, em detrimento dos jogadores do FC Porto. mas esta será uma análise a aprofundar na próxima prosa, porque é para mim de todo impossível escamotear a autêntica filha-da-putice a que assisti ontem e que já se está a transformar na imagem de marca desta época.

e desengane-se quem considera que a batalha acabou no Bessa; não!, esta luta persistirá até ao final do campeonato e com muita intensidade até à nossa ida a Carnide.
a imagem que se segue é só uma parte daquela inclinação de campo:
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© google | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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#contratudocontratodoscontraostolosecontraoraioqueospartaatodos
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disse!
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«ganhámos (apesar do treinador)»

© zerozero
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caríssim@,

antes de tudo, uma pertinente advertência:

com o texto que se segue, o qual será ligeiramente para o looongo, aos olhos de alguns (muitos?) talvez vá parecer que sou o tolinho que se encontra na auto-estrada, em contra-mão, e que julga os outros condutores – todos eles! – por considerar que são os que estão errados, e não ele… aliás: não é «talvez», é mesmo! mas não me importo, pois estou consciente do “erro” que estou a cometer, qual ovelha choné a remar contra a maré [rima propositada]…
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(re)vi a partida deste último Sábado, ontem, em diferido e na tranquilidade do lar, e depois do muito desassossego que pude ler na bluegosfera. aqui chegados, confesso publicamente, não só a minha douta ignorância sobre essa sapiência que é o Futebol, assim como a minha incredulidade perante tanta crítica – acérrima, feroz, tenaz, acre e, com certeza, que igualmente válida (e não me compete julgá-la, antes pelo contrário, e nem sequer é essa a razão de ser desta prosa) – e logo numa vitória…

acusem-me de resultadista; sincera e honestamente quero lá saber! de há uns seis anos a esta parte (pelo menos), aquando da passagem do bitó Pereira, pelo nosso clube do coração, que coloco o pragmatismo do resultado final à frente de outras questões – em tempos, tidas como «de ópera» que, como é do conhecimento geral, é mais lá para os lados do S. Carlos, na capital do império (da ‘piovra‘). por exemplo: desde aquela altura, quando me desloco ao nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, (supostamente aquela que deveria ser «a nossa fortaleza»), existem três resultados possíveis com que poderemos ser brindados, no final das partidas, quando e num Passado (já nada) recente, quando ia às Antas, só considerava a vitória como o único plausível.
talvez esteja a ser exacerbadamente altivo e sobranceiro, ao afirmá-lo, mas será sempre para o lado que dormirei melhor, porque é o que sinto actualmente. esta minha atitude é também uma forma de me defender das expectativas (sempre altas) que tenho quando joga o meu clube de Sempre. pode parecer incongruente, mas desde aquela altura, a do bitó – em que cheguei a assistir a jogos ao vivo e a cores que (literalmente) me fizeram adormecer, tal era o soporífero do “futebol” praticado, assente numa estéril posse de bola e no «o Hulk resolve» – que me sinto assim: espero que se consiga a vitória, nem que seja com um golo em fora-de-jogo, nos instantes finais da partida (‘oh! wait!‘…). e é por demais evidente e óbvio que continuo a perder noites de sono com os nossos desaires, tal&qual como tu, mas isso, agora, não vem (nada) para o caso…

estas recordações assaltaram-me ontem, enquanto revia o jogo de Sábado, o qual, pelos vistos e depois daquelas críticas todas, é ligeiramente diferente daquele visionado pel@s demais portistas da bluegosfera (e não só). explico.
do que me foi dado ver, mais uma vez o nosso treinador adoptou uma espécie de sistema táctico em função do adversário que a equipa defrontava a seguir à última partida. desta feita, fê-lo utilizando um esquema de 4 médios o zona nevrálgica do meio-campo, prescindindo de extremos “puros” – algo que, por exemplo, em tempos idos, José Mourinho fez em todos os desafios que o FC Porto disputou para as competições europeias, nas épocas 2002/2003 e seguinte. e diz que o Prof. Jesualdo Ferreira também o fez e por mais do que uma vez, e com relativo sucesso… e já sei que os plantéis são todos diferentes, e que as qualidades futebolísticas dos médios de agora e de então não podem ser comparáveis (há quem advogue perda de Qualidade…), e que qualquer coincidência de esquemas tácticos entre esses tempos e os de Hoje é pura especulação e uma total perda de Tempo… mas, não foi o Nuno, e não um qualquer Espírito Santo de vão-de-escada, que afirmou que (e cito): «não há um sistema táctico, há uma ideia: os laterais estão constantemente projectados; os médios que envolvem, que rompem; e os avançados que estão sempre perto da grande área adversária. assim, em 60 metros, não há um sistema que se possa identificar, não há 4-4-2, nem 4-3-3. há uma ideia!»? e não foi o mesmo Nuno que afirmou (e cito): «a minha mensagem é única e coerente. acredito fielmente na Comunicação. acho que os jogadores ouvem o que dizemos, sentem o que dizemos e tentam reproduzir isso nos 90 minutos. nem sempre foi assim, mas na maioria das vezes sim. não vejo necessidade de mudar a linha de Comunicação de, como ouço, “dar murros na mesa”. o importante é passar uma mensagem coerente e clara para os jogadores»? então, qual a surpresa de, na Amoreira, termos jogado com quatro médios?! pelo que afirma e em Absurdo, até poderemos jogar sem avançados frente ao spórtém…
o importante a reter, pelo menos para mim e considerando aquele pragmatismo que expus ali atrás, é que houve a assumpção de um erro na explanação daquele sistema de 4 médios. é que e pela primeira vez, Nuno resolveu mexer na Equipa e corrigir um sistema que não estava a resultar (de todo!) ainda na primeira parte do encontro. eu acho que esteve bem em emendar a sua decisão primeira, mas e pelo que pude ler na bluegosfera, até parece que foi cometido um qualquer sacrilégio… aliás, recordo-me de outras partidas “deste” FC Porto, “do” Espírito Santo, na primeira volta, em que nem chegámos a esgotar as três substituições a que temos direito por Lei e quando o jogo “pedia” algo (substancialmente) mais* (melhor?)…
[* dá para compreender um pouco mais (melhor?) a minha actual condição de “resignação”, aquele afirmar de um certo pragmatismo?…]

na partida na Amoreira também deu-se o caso de os primeiros 45′ terem sido amorfos, sem muita chama, sempre a dar a sensação de que estávamos a disputar a partida, mais do que para a vencer, antes para não sairmos de lá sem qualquer ponto conquistado. (infelizmente) já não é a primiera vez que o sinto e a gota de água, para mim, foram aqueles inexplicáveis vinte minutos finais da partida ante o 5lb, no Dragão – em que conscientemente se optou por resguardar o 1-0, qual equipinha pequenina e ante um adversário que, desde o primeiro minuto, se preocupou em não perder (aliás, aqueles festejos efusivos por se ter conseguido um empate, ao minuto 92′, assim o indiciam…).
por outro lado, também vi, ao longo dos 90′, que esta Equipa tem fibra, tem raça, tem carácter, tem garra e não se dá por vencida antes do apito final – e numa clara antítese, por exemplo, para a época transacta. nota-se, sente-se o Espírito de Grupo – e só assim se poderão justificar as reacções de Casillas e de Marcano, ao golo sofrido na Amoreira (num lance fortuito do Estoril, é certo, mas num remate perfeito e só defensável com os olhinhos). e, acho eu, esse deverá ser um mérito que, com toda a Justiça, se deverá imputar ao actual treinador do FC Porto**, ou não será assim?
[** curiosamente o mesmíssimo treinador cujos seus festejos, aquando do nosso segundo golo, foram postos em causa/severamente criticados/alvo de censura (!!!) – como se tivesse que haver um qualquer código de posturana altura de um momento orgásmico, como é o de um golo a favor do FC Porto…]
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em suma e como bem afirma o RCBC, na sua mais recente prosa:

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« a pergunta que me coloco a mim próprio é: será razoável “pedir lagosta com champanhe”, até ao final do campeonato, em vez de “um bom bitoque com batata frita e coca-cola”?
para mim, a focalização até ao final da época deverá centrar-se sobretudo em termos um nível de eficácia e de competência, que nos permita arrecadar o máximo de pontos possível, com maior ou menor fulgor exibicional. […] sinceramente já estou preparado para assistir a “concertos de bombo” (e não «de ópera») e a “comer bitoque com batata frita” até ao final do campeonato. não se trata de falta de ambição ou de exigência, trata-se de realismo. »
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© google | superporto
(clicar na imagem para ampliar)

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também me foi dado ver e dentro do possível que a (fraca, péssima) realização da transmissão televisiva o permitiu, que e mais uma vez nesta época (que ainda não terminou), e tal&qual como as anteriores duas, que tivemos que lutar contra tudo, contra todos e contra os tolos do costume – i.e., e não há como o sonegar, contra uma equipa de apitadores que souberam (muito) bem ao que foram e desde o seu início (desde a sua nomeação). tenho para mim que o “servicinho” estava muito bem encomendado…

façamos um exercício simples de “supônhamos que” [brincadeira].
imaginemos que aquele fora-de-jogo, muito mal assinalado pelo mesmo bandeirinha que foi incessantemente pressionado pelo “illusionista” igualmente natural do País Basco, mas que comanda o Estoril, e que aconteceu aos 6′ do encontro, e que a imagem acima documenta o que a realização da transmissão televisiva não repetiu e o tribunal do pasquim do ‘quim oliveirinha não analisou, sonegando esse facto de forma despudorada, não o era. imaginemos que o lance decorria com a normalidade que deveria ter acontecido, e que faríamos o golo – algo muito provável de poder ter acontecido, não fosse esse lance indevidamente invalidado.
aos 7′ minutos, a vencer por 0-1, num campo tradicionalmente difícil e ante um opositor que, contra nós, não cede e tudo faz para (pelo menos) empatar o resultado – e ao invés do que acontece quando os outros, ditos “gloriosos”, lá vão passear – o jogo seria outro, certo? porventura não teria havido aquela sofreguidão final, aquela ânsia na procura de um golo que tardava em acontecer. e, se calhar, muitas das críticas que se teceram (e que ainda se tecem…), não teriam visto a luz do dia, correcto? pois…
mas, não foi nada disso que aconteceu e os 2 golos que marcámos também o foram contra a “encomenda” (do) oliveira, o apitador que nos sonegou duas grandes penalidades, não concedeu a lei da vantagem aos 18’, num lance em que optou por assinalar a falta (que existiu!) sobre Diogo Jota, quando Herrera e André² seguiam isolados para um golo certo, e que foi basto permissivo com a distribuição de “lenha”, de “cacete”, de “pau”, de porrada velha, por parte dos canarinhos – e que não os de Terras de Vera Cruz, que esses também sabem jogar à bola. os da Amoreira é mais às pernas dos jogadores…

já agora, um parêntesis para afirmar que a autêntica roubalheira, em termos de arbitragens, esta época, também atinge os jogos da Segunda Liga, mormente aqueles em que intervém o campeão nacional em título.
a imagem que se segue é só mais um exemplo, e refere-se à partida de 14 de Janeiro último, ante o Aves, num empate muito amargo…

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© google | Tomo III
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é por demais evidente o adiantamento do guardião do Desportivo local, no momento em que Fede Varela remata – algo que escapou ao apitador de serviço, certamente que por dificuldades de visão total desse lance, do ponto (nada) privilegiado em que se encontrava [modo de ironia ‘off‘]…
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© fotos da curva | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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por último, uma palavrinha para quem se diverte com o rebentamento de petardos em jogos de futebol e considera que (e cito) «’no pyro, no party, no fun‘»:

o vosso lugar não é no Futebol.
aliás: o vosso lugar é bem longe de recintos desportivos, estádios de futebol incluídos.
o que vocês fizeram, este Sábado, só dá razão a tod@s os que nos querem “muito bem” e que gloriosamente aguardam por momentos como esses para nos entalarem bem entaladinhos – por exemplo, no recolher de dados e/ou de factos em que as nossas claques estejam envolvidas e independentemente dos seus membros que prevaricaram, para imporem ao Clube (pelo menos) um jogo à porta fechada por «comportamento incorrecto do público» e «arremesso perigoso de objectos» – uma sanção prevista no art. 178º do Regulamento Disciplinar da Liga.

(e, note-se bem, que prezo muito o trabalho meritório das claques portistas, mas ele há momentos em que a crítica também deve ser tecida, de uma forma justa e objectiva, para o Bem de tod@s quant@s amam o Clube e independentemente da forma como o sentem.)
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e, chegados aqui, com a interrupção da partida por duas vezes – uma delas quando estávamos a massacrar a defesa estorilista e dentro do que a adjectivação daquele verbo (massacrar) comporta na partida em causa – estou certo de que a multa que será dirigida à $AD portista, esta semana, será muito avultada* – porventura num total de 300 UCs (ponto 2., do art. 186º), sendo que cada UC tem o valor de 78 euros… «é só fazer as contas», parafraseando o outro… e também estou certo de que, apenso àquela multa, estará um aviso de que não haverá contemplações, numa próxima vez, porque… não haverá lugar a uma próxima vez.
[* a multa teve um total de 9028 euros (aqui, a pág. 7 e 8)].
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disse!
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roubos…

© google | Tomo III
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qual é, para mim, o «roubo do dia?»
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no que a mim diz respeito e para já, “só” o de Sábado passado, quando toda uma Equipa roubou, não só a minha dignidade* enquanto portista, mas também (mais) uma réstia da (pouca) Esperança que (ainda) acalento de, em Maio próximo, poder estar a festejar o nosso 28º título de Campeão Nacional português…
a ver vamos o que nos reserva o próximo Domingo. conto lá estar, no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, para ajudar a conquistar três tão importantes pontos. e a minorar toda esta mágoa que ainda sinto dentro de mim…

* é que, depois das denúncias ao longo de toda uma semana como há muito não acontecia, em Portugal, não sou só eu a ouvir estridentes, sibilantes, gloriosas «gargalhadas alarves» dentro da minha cabeça… e isso incomoda-me. muito. basto. bué.

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disse!
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para memória futura (parte IV)…

© google | Tomo III
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… não!, as arbitragens não explicam a nossa péssima prestação na corrente edição da ex-taça da bjeKa (ou taça da carica, ou da crica, ou do do raio que a parta!), nem o nosso descalabro exibicional nos três jogos da fase de grupos da mesma, sobretudo porque houve muitos erros da nossa parte – alguns deles “de palmatória”, inclusive a partir das ordens emanadas do banco de suplentes, via Espírito Santo. por exemplo, a jogada do lance do golo dos cónegos principia numa precipitação do Boly, que não soube o que fazer com a chichinha numa condição defensiva: ao invés de um alívio “para as couves”, optou por endossar a dita, pelo solo (!!!), para o médio mais próximo; deu raia, um dos de xadrez verde antecipou-se e precipitou a queda de todo um instável caralho de bartas (dislexia propositada, pois o que queria escrever era caralho de bestas)…

mais: o apoio incansável, indefectível e incondicional, daqueles que marcam sempre presença e em todos os jogos, mesmo nesta competição da treta, merecia mais respeito. ou seja: não concebo aquela entrada em falso na segunda parte, depois de uma primeira mais para o sensaborona. a partir do momento em que o onze que iniciou a partida indiciava que estávamos na luta por uma ida ao reinos dos Algarves, o reinício do jogo deveria mostrar à saciedade essa mesma luta; ao invés, viu-se uma equipa à espera da Sorte dos acontecimentos, a qual viria a revelar-se madrasta. mais uma vez…

em suma (e dentro do que a minha aparente calma permite expressar):
só espero que este retrocesso, em dois “singelos jogos” e depois do bom que se conseguiu no mês de Dezembro, não nos devolva a uma realidade que se pensava estar ultrapassada: a de se ter que ouvir, com inusitada regularidade, os (sempre abjectos) «temos que levantar a cabeça» e «enquanto for matematicamente possível…» – não sei se me faço entender…
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© google | Tomo III
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… não!, não há premeditação. não!, não há condicionamento. não!, não há proteccionismo. não!, não há nada de anormal, só «erros humanos». e muito calimerismo da nossa parte. e a visualização de fantasmas onde eles não existem, sequer em armários esconsos. e o fantástico tecer de inventivas fantasias fantasiosas… nós é que «estamos mal habituados» e não sei mais o quê…
o problema (entre vários), é que aquele atropelamento à rectaguarda, o qual certamente será salvaguardado (aclamado?) ‘a posteriori‘ pelo actual vice-presidente do Conselho de Arbitragem – “o tal” cujo nome surge numas escutas onde Pinto da Costa não é interveniente, e que, em 2010, foi capaz disto aqui – priva-nos de um jogador influente para o desafio que Paços de Ferreira confere. e esse prejuízo efectivo não terá forma de ser “reparado”, sequer de nos ser ressarcido (antes ganham as galinhas dentes)…

mas aquele gaguejar do bruno prata, nos “comentários” ao jogo, na estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, não dando a entender o que a Realidade tornava (mais do que, bem para lá do) evidente, entrando pelos nossos olhos adentro… aquele gaguejar, seguido de um incómodo silêncio de três a quatro segundos, em directo (!!!), “diz-me” que estamos a ser r-o-u-b-a-d-o-s à descarada! e que já não há vergonha em gozarem connosco e com o prestígio, o bom-nome e o reconhecimento, que uma instituição centenária como o Futebol Clube do Porto – que o é, de facto! – merece. e, também e se calhar mais importante, que se lastima que quem deveria e em primeiro lugar, zelar por aqueles interesses, que são os de tod@s @s portistas, só agora “tenha acordado para a Vida”, mas já com quase quatro anos de atraso… certamente que não foi por falta de aviso, inclusive pela parte daqueles que tanto critica

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disse!
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not@s soltas sobre ontem (rotunda)

futuro© zerozero
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i) (re)encontro.
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primeiro jogo, da presente época, ao vivo e a cores, no meu teatro de sonhos azuis-e-brancos. a ansiedade crescia desde essa altura – mais precisamente aquela em que adquiri o rectângulo mágico, há quase uma semana -, tendo atingido o seu zénite ao longo do dia de ontem: nada mais interessava a não ser a chegada do momento de bazar dali rumo ao Dragão, para estar com “os meus” e para rever alguns destes, que tanto prezo e estimo. foi, portanto, com natural e incontida alegria, que pude regressar ao convívio dos caríssimos Afonso, João “el comandante“, Jorge, Nuno, Vila Pouca e, desde ontem, Filipe Ferreira.
da malta habitual (e já um ‘habitué‘), bastos faltaram à chamada, tal e qual este que vos escreve o fez nos encontros passados. mais do que uma espécie de “reciprocidade”, há que apontar o dedo a quem designou, como hora oficial de jogo, as 19h de uma Sexta-feira, depois de uma jornada de trabalho e em período de início de aulas, mas também a quem, dos nossos e com muitas responsabilidades directivas, autorizou que assim acontecesse, concedendo o respectivo aval… assim sendo, não foi de estranhar que, chegados ao teatro de sonhos, sensivelmente pelas 18h45m, o cenário fosse terrificamente desolador, com um enorme e vasto azul de plástico vazio a contrastar com as pouco mais do que cinco mil (?) almas que por lá já se encontravam. apetece escrever e afirmar peremptoriamente a quem tem a seu cargo os destinos do nosso comezinho futebolzinho, para continuarem assim, a menosprezar aqueles que efectiva e comprovadamente são o suporte da “indústria” (quando antes, esta deveria ser um espectáculo), que vão no bom caminho.
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futuro© zerozero
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ii) do encontro.
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entrámos mal. a perder. num golo “a frio”, e em mais um lance de bola parada (mesmo que ilegal, por que em fora-de-jogo, num lance parecido com aquele do morcão do maicon, em Carnide). não quebrámos, apesar do “soco no estômago”, fomos à luta, #paracimadelescar@go e, nem quinze minutos volvidos, empatávamos a partida, por intermédio do puto maravilha, numa jogada de insistência após escandaloso perdão de uma grande penalidade na área boavisteira, por puxão ao Marcano. continuámos por cima, à procura da reviravolta, encostámos às cordas o Boavista, e viríamos a saborear aquela desejada ‘remontada‘ muito perto do intervalo, para desespero de um atarantado “treinador” boliviano, pela via da conversão de um castigo máximo, novamente pelo homónimo do Silva, a castigar derrube grosseiro do gajo (henrique?) que provocatoriamente fez questão de mostrar aos associados do FC Porto, aos 4’, que tem umas proeminências idênticas ao do seu congénere, lá por Carnide.
ao intervalo conversava-se que seria necessário continuar com aquela dinâmica que nos catapultou para a reviravolta, em busca de um (ou mais do que um) golo tranquilizador e só depois e eventualmente, a acontecer, é que se deveria considerar a hipótese de “relaxar” (preferencialmente com a bola em nosso poder), a pensar no encontro da próxima Terça-feira, em Leicester. nada disso se passou, e assistimos, tod@s, a 30 minutos pavorosos de n-a-d-a, de z-e-r-o em termos de futebol jogado, e com Nuno Espírito Santo a ter numa inusitada (inata?) inacção, a acção menos desejável para esse(s) momento(s) – pelo menos, no meu entendimento. e não foram poucas as vezes que se ouviu que, «assim, em Inglaterra, vai ser do bom e do bonito!». felizmente que, depois, algo ou alguém “fez clique” e, a dez minutos do término da partida, resolveu continuar a jogar como tinha terminado a primeira parte. e foi assim que chegámos ao terceiro e até poderíamos ter feito o quarto, numa bomba de Alex Telles, não fosse o redes dos “remendados” ter-se redimido do perú que lhe oferecera minutos antes.

em suma: ainda bem que o Nuno Espírito Santo considera que «há aspectos para melhorar», porque efectiva e comprovadamente os há. e não assim tão poucos, a começar pela atitude dentro de campo, a qual, nos últimos três jogos, tem vindo a contrastar, para pior, com a evidenciada desde o início de época.
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futuro© fotos da curva | Tomo III
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iii) recontros.
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ao invés das minhas últimas “análises” e para não tornar os textos ainda mais maçudos, regressarei a pontuais destaques individuais, ao invés de particularizar cada uma delas.
assim sendo, gostei muito da actuação do Alex Telles (muito assertivo a defender, e um foguete a atacar), do Felipe (o bombeiro de serviço naquela defesa), do Óliver (em novas missões, em contra-ponto aquando da sua primeira passagem entre nós, mas com a bola a sair sempre “com olhinhos” e muito redondinha, para o colega que a vai receber) e do Otávio (aquela entrega ao jogo e aquela paixão, não enganam).
por oposição, não gostei do desempenho do Layún (sobretudo a defender e do espaço que concedeu, bastas vezes, ao pequeno bukia, valendo-lhe noutras tantas ocasiões a prontidão do Felipe), do Danilo (esteve irreconhecível, amiúde a defender com os olhinhos os adversários em quem deveria “encostar” para não progredirem no terreno de jogo), do André² (pareceu-me sempre uma barata tonta naquele meio-campo), e do Herrera (conseguiu tirar-me do sério, pouco depois de ter entrado, num lance em que, podendo progredir em direcção à área axadrezada, sem ninguém por perto para perturbar a sua acção, pára o jogo e instintivamente olha para trás à procura de alguém que não estava lá, antes já (exacto!) na cara do golo. foda-se!).

uma nota muito particular para a actuação das nossas claques:
foram inexcedíveis no apoio à Equipa desde o primeiro ao último segundo da partida, e como assim sempre deverá ser. é portanto mais do que justo o elogio de Nuno, reconhecendo que «sentir a emoção do Dragão ajuda a equipa». eu digo que não pode ser de outra forma, mas desde que do outro lado, de quem está a envergar o nosso manto sagrado, também haja a tão necessária reciprocidade, e não se envergonhe quem tem o brasão abençoado tatuado no coração. ontem, “a coisa” correu bem, mas momentos houve em que parecia que poderia descambar num filme imensamente visto ao longo da época transacta, com sabor a um amargo ‘déjà vu‘.
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futuro© zerozero
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iv) encontrão.
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Infelizmente há um padrão nos nossos jogos que não pode continuar e que está para além do que a Equipa pode controlar, e que tem a ver com os constantes erros de arbitragem sempre em prejuízo do FC Porto.
Ontem voltou a ser assim, com a equipa de arbitragem chefiada pelo “senhor” nuno almeida a enganar-se muitas vezes em prejuízo da nossa equipa (veja os lances aqui).
Estas coisas não têm a ver com jogar bem ou mal, ganhar ou perder; os lances são para apitar de acordo com as regras, jogue-se bem ou mal, ganha-se ou não. Ontem os erros acabaram por não ter influência no resultado, porque a equipa marcou três golos.
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a citação acima consta da mais recente publicação da e-letter do Clube. acredito que causará tanta mossa, junto de quem de direito, no sector da arbitragem, quanto o tutucar de uma formiga no anus de um elefante.
ou seja, no próximo encontro, em nossa casa, lá teremos que gramar com a “actuação” de um autêntico filho da puta, a pavonear-se com um apito na boca, gozando indecentemente com tod@s nós.

eu só pergunto: até quando * é que a Direcção do Clube que Amo irá permitir este estado de total silêncio cúmplice com autênticos «roubos de catedral»?!
é que eles, lá na Tribuna, também vêem o mesmo que tod@s nós, só que não reagem!

* já não pergunto, por exemplo, o que será necessário fazer para se agir, porque a Reacção parece ser o apanágio actual a um ‘modus operandi‘ que já não deixa dúvidas a ninguém: em dúvida, não se pode beneficiar o FC Porto; pela certa, prejudicar sempre o FC Porto.
“pena” é que as reacções sejam sempre a destempo, exclusivamente pela via vitual, e sempre e invariavelmente sem uma viva voz a denunciar e a condenar o que é por demais evidente.

confesso publicamente, mais do que a minha incredulidade, o meu desgaste em (in)tentar reverter este conjunto de circunstâncias, inclusive junto de quem de direito no Clube… não está (nada) fácil, bem antes pelo contrário; mas ainda não atirei a toalha ao chão! e estou muito longe de ter que “levantar a cabeça” porque ainda não perdi a “guerra”…

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disse!
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pensem nisso, sff. obrigado!

futuro© google | Tomo III
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(breve) adenda pertinente:

as linhas que se seguem, obviamente que #notmadeinporta18, surgem na sequência do que é explanado nestes conseguimentos aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e também aqui., cada qual à sua maneira, feitio, estilo, ‘whatever (you want)‘.

as mesmíssimas linhas suportam-se igualmente em duas declarações e em dois escritos, «ambos os quatro» de portistas e para portistas, e sendo que «ambos os quatro» são genéricos, não visam ninguém em particular e defendem a ideia convicta de que o insucesso destas últimas três temporadas também passa (e muito!) pelo comportamento de alguma massa assoBiativa que assenta arraiais naquele que deveria ser o nosso mais emblemático reduto e que, ao invés de um teatro de sonhos azuis-e-brancos, paulatinamente tem-se vindo a transformar num pesadelo (sobretudo) para os jogadores que envergam o nosso “Brasão Abençoado” ao peito.

respeita-se quem discorde daquela forma de manifestar publicamente o seu Portismo, instintiva e conscientemente optando por, primeiro e acima de tudo e de todos, assobiar os seus, em vez de criar um autêntico inferno aos seus adversários; não se espere é a minha concordância com quem considera que esse é que é o caminho para se apoiar aquela que deveria ser a nossa equipa do coração…
assim de repente, para mim, esses adeptos s
ão piores do que os carismático e muito emblemáticos Statler&Waldorf, n’Os Marretas, sendo que connosco – isto é: massa associativa, massa adepta indefectível (vulgo claques e para que não haja dúvidas), adeptos em geral e massa assoBiativa, em uníssono – o Borussia teria descido de divisão, e será sempre impensável vermos uma homenagem, entre nós, no nosso reduto, como esta aqui.

por último, reafirmo, mais uma vez, que o meu Portismo não é, nem pretende ser, maior (ou menor) do que o teu, porquanto que o manifestamos de forma diferente. não são maneiras, de apoiar o Clube, certas ou erradas: são tão-somente diferentes e, como tal, sujeitas a críticas (porventura construtivas).
acima de tudo, com a divulgação dos textos abaixo, pretende-se alertar para uma premente mudança de mentalidades, se possível a começar já com as novas gerações e independentemente das questões inerentes à $AD, às escolhas do treinador, aos métodos de trabalho deste, às (in)definições do plantel, às arbitragens vergonhosas desta época – certamente que pertinentes mas que, para o caso em apreço, são circunstanciais.
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futuro© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)
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(também disponível para leitura aqui, aqui e aqui)
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futuro© ojogo | FC Porto para sempre
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(também disponível para leitura aqui, aqui e aqui)
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futuro© ojogo | FC Porto para sempre
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(também disponível para leitura aqui, aqui e aqui)
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disse!
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not@s soltas depois da olímpica vitória em Roma…

futuro© FC Porto | Tomo III
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caríssim@,

muito se passou, desde a última Terça-feira. 
assim sendo, as linhas que se seguem, obviamente que #notmadeinporta18, pretendem ser uma súmula do que considero ter sido mais pertinente (o que não significa mais impactante), desde então.

principio por aquela que, para mim, é a boa notícia do dia: o ingresso de Óliver Torres no nosso plantel. quem me conhece, sabe que nutro uma especial admiração e um particular carinho por este jogador, o qual me “caiu no goto” desde o início, e que sou um apreciador nato do “perfume” do seu futebol, pois considero que, dos pés dele, a chichinha sai sempre redonda e com olhinhos. assim sendo, sou dos que acha que a sua contratação se trata efectivamente de uma mais-valia para um plantel que se mostra deficitário também no meio-campo, e ao contrário do que tenho lido na bluegosfera – que já temos soluções qb no sector nevrálgico de qualquer equipa.
e foi com um particular agrado, ao qual se juntou um sorriso de orelha-a-orelha, que o ouvi afirmar que «estou muito contente e muito feliz, por voltar a uma casa que considero como minha» e que «não tinha dúvidas de que queria voltar, porque me sinto um “jogador à FC Porto” e que vai dar tudo pelo FC Porto». até se podem julgar aquelas declarações como palavras de circunstância, o que respeito e aceito (de forma relutante); mas e a ser assim (que julgo não ser), legitimamente pergunto: quem é que, nos últimos tempos, principalmente nas últimas três temporadas, ao chegar ao Clube, manifestou publicamente tanto carinho (afecto, mesmo) e uma gratidão assim – tão viva, tão genuína, tão verdadeiramente autêntica, a brotar do coração?… já sei que houve o Quaresma; mas e antes e/ou depois dele?…

da partida de Roma, já tudo foi dissecado (sobretudo e sem qualquer ordem em particular, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui), em diferentes visões mas com um único sentimento: o de uma alegria imensa por se ter almejado um feito inédito e que muitos outros consideravam como que uma causa perdida (já lá vamos). mesmo assim, quero afirmar que:

» gostei imenso do passe açucarado de Herrera para Layún marcar o nosso segundo golo, o qual me fez esquecer que o primeiro, “em antes”, dispôs de duas excelentes ocasiões para rematar (“fuzilar”) à baliza dos italianos e (ingenuamente?), em “ambas as duas”, optou pelo diabo, da filha da puta, da porra de mais uma (desnecessária)  lateralização;

» ainda hoje me pergunto se o grego do manolas ainda anda à procura dos rins, no Olímpico e/ou se já consultou um oftalmologista, depois do autêntico “nó cego” que o Corona lhe proporcionou (vídeo aqui);

» a actuação (decisiva) de Iker Casillas demonstrou à saciedade que ele ainda é (muito) válido e que ajuda a ganhar jogos, apesar da (muita) maledicência que ainda subsiste em relação às suas capacidades.
o mesmo se aplica a Felipe que, depois da infelicidade daquele auto-golo no Dragão, foi alvo de comentários que deveriam envergonhar quem os proferiu – certamente os mesmos que passados sete dias, já lhe estavam a cravar ‘selfies‘ no aeroporto, aquando da chegada da Equipa.

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mas, do que gostei mesmo, mesmo, foi de perceber que efectiva e comprovadamente se ganhou uma forte injecção de moral para a época desportiva em curso, e para as “batalhas” que se avizinham, a começar já no próximo Domingo, no embate ante os calimeros. afirmo-o com a consciência plena de que não se ganhou rigorosamente n-a-d-a com a vitória ante a AS Roma, cuja partida já pertence ao Passado. mas, da mesma forma, não me conseguirão convencer do contrário, isto é: de que seria “igual” e de que haveria uma vontade (em tudo) idêntica, se fôssemos defrontar os viscondes falidos depois de uma derrota no bucho, para a Champions e com tudo o que tal poderia significar (mormente na questão financeira, a qual, na minha perspectiva, condiciona(rá) todo o Futuro da presente época).

em suma:
felizmente para tod@s nós que tudo correu pelo melhor, excepto para o Victorio Páez, que vai estar dois meses no estaleiro, depois de ter sido vítíma de uma “entrada assassina” (vídeo aqui)*
felizmente que a outra, que também aconteceu na partida em causa (vídeo aqui), da autoria de um caceteiro que merecia e no meu entimento, um forte e severo castigo por parte da UEFA (porque aquela “roçou” o anti-desportivismo puro, numa agressão bárbara), não trouxe consequências de maior para o nosso Tecatito. e, isso sim, é que foi «nojento»; e a dobrar.

* a lesão do Victorio pôs a nu uma evidência, e que há muito também está identificada pela massa adepta do Clube: a de que também há fortes lacunas nas laterais da nossa defesa. mas, como o mercado de transferências ainda está em aberto e certamente que o plantel não está “fechado”, aguardarei pelos desenvolvimentos que certamente ocorrerão até 02 de Setembro para me pronunciar sobre o grupo de trabalho que Nuno Espírito Santo terá à sua disposição.
até esse momento, considero prematura toda e qualquer consideração que possa tecer, porquanto que será sempre “incompleta”.
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futuro© Colectivo’95
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mais uma vez, quero elogiar o comportamento das nossas claques, em mais uma demonstração de um indefectível portismo.
tal como o afirmei a seu tempo e no momento próprio, conseguiram emudecer perto de quarenta mil ‘tiffosi giallorossi’ e fizeram com que os nossos heróis se sentissem em casa, desde o primeiro minuto de uma partida que (ainda hoje, adjectivo de) épica. e repito-o porque e ao contrário do que muitos outros afirmam, fizeram-no sem o artifício ilusório e artificial de microfones estrategicamente colocados pelos órgãos de comunicação social tugas que cobrem as transmissões das partidas em causa.
felizmente que as nossas claques não necessitam desses subterfúgios e desses expedientes, tão característicos lá para os lados dos ilegais da Segunda Circular; tudo o que se ouve na tv, quando os Super e o Colectivo são chamados a intervir, provém da sua força interior e das gargantas dos muitos que os apoiam.
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futuro© google | Tomo III
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mais do que a (nova) “indirecta” que a e-letter do Clube dedica a Miguel Sousa Tavares, ou do que o “substrato” da imagem acima transmite – ou seja e com todas as letras: a consciente e premeditada troca de resultados, sempre que a dura Realidade troca a volta aos desejos de alguns sabujos, que gravitam no jornalixo e nos me(r)dia tugas – quero voltar, por breves momentos, à questão do «imbecil»: depois do que desejou aos microfones da estação de Carnachique (vídeo aqui), como verdadeiro cara-de-pau que é, teve o desplante de escrever este vómito aqui, aludindo à «hipocrisia» que “gloriosamente” reina entre os adeptos do nosso comezinho futebolzinho. até aqui, nada demais… dá-se é esse facto curioso de aquele «imbecil» ser “mais adepto” do que qualquer um de nós.
numa rápida pesquisa, constata-se que a abécula desempenha um cargo nos órgãos sociais da agremiação de Carnide: é vice-presidente com o pelouro das Relações Institucionais, «representando o 5lb junto das Associações, Clubes, Federações, Ligas e Instituições Políticas». e é tão-somente por esse facto que, na minha opinião, ele não pode afirmar que «não posso dizer o que dizem os adeptos dos outros clubes», e sobretudo como dizem esses adeptos. não!, a abécula não pode comportar-se como um qualquer adepto principalmente porque o protocolo do cargo que ocupa assim o exige. mas como ele não passa de um «imbecil», não o consegue descortinar por ele próprio e consegue comportar-se pior do que um qualquer membro dos grupos ilegais afectos à agremiação em causa, quando nos visita e/ou quando nos recebe lá no “antro”…
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futuro© UEFA | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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» grupo teoricamente acessível para nós;

» Guardiola regressa a Barcelona;

» grupo C quase, quase uma espécie de “grupo da morte”;

» lampiões vão ter a oportunidade de (com)provar como «é fácil» defrontar o Nápoles, o Kyiv e o Beşiktaş;

» calimeros têm a possibilidade de fazer mais receita do que os outros tugas envolvidos juntos (não sei se me faço entender…).


por último, uma aviso para os “ferrazes” que persistem em visitar este espaço:
compromissos que tenho que cumprir, este final-de-semana, para manter a minha palavra dada e a minha honra, impedir-me-ão de tecer quaisquer not@s soltas a propósito do embate ante os calimeros.
essas, a acontecer, terão lugar na próxima Segunda-feira, dia 29 de Agosto.

até lá, os meus votos de que consigamos levar de vencida essa árdua tarefa.
e de que sejas muito feliz, também!. 😀

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disse!
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chupa-chups! [editado]

futuro© google
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caríssim@,

um misto de emoções invade-me desde há mais de (quase) três horas, pelo que prevejo que só Amanhã (talvez) é que farei a minha análise à partida desta noite. 

posto isto, antes de tudo, primeiro do que tudo, e com o pouco de racional que consigo manter num estado de espírito em permanente ebulição, quero desejar esta vitória aos indefectíveis portistas – àqueles que não vacilam, aos de todas as horas e que marcam presença em todos os momentos (sobretudo nos negativos, “quando tudo arde à sua volta”), que não se dão como derrotados antes do tempo, que se recusam a enveredar por um negativismo crónico.
a estrondosa vitória desta noite é sobretudo para eles. e para aquele meio milhar de adeptos que, no mítico ‘stadio olímpico di Roma’ emudeceram perto de quarenta mil ‘tiffosi giallorossi’ e fizeram com que os nossos heróis se sentissem em casa, desde o primeiro minuto de uma partida épica. e obviamente para Nuno Espírito Santo e para o grupo de trabalho que lidera – os verdadeiros artífices de uma proeza [obrigado pela pertinente correcção, “mestre”] que, mais do que «do futebol português» (e como é prazenteiramente costume afirmar-se nestas ocasiões), é antes inteiramente pintada em tons azuis-e-brancos – pois que se trata de uma efeméride do portismo, e do Futebol Clube do Porto, e das suas gentes, e de mais ninguém (sim!, sou egoísta a este ponto, porquê? há azar?).
e quem diria que esse mesmo grupo, tão contestado nos últimos dias (semanas) onde se duvidou de tudo e de todos se questionou, conseguiria o “tal” milagre a que aludi na semana passada?… fica aqui o registo de que só se é derrotado quando se desiste de lutar; e como dos fracos não reza a História…

por último, concede-me este (breve) desabafo que está aqui, “entaladinho”:
certamente que a vitória desta noite não é dirigida aos Sousa Tavares desta vida – os tais que, ainda antes do início do encontro desta noite, e inebriados no negrume do seu derrotismo, já se davam por vencidos (© dragão até à morte), outra vez, (in)tentando arrastar os outros, os indefectíveis, para o seu abismo sem fim.
confesso que não consegui ler mais do que o ponto nr. 1 daquela que, para mim, foi a última NORTADA que me permiti ler. para mim, chega! não estou mais para ler alguém que se diz “portista” e que se comporta pior do que o pior do ‘chouriço’ – o mesmo que nos desejou uma cabazada (vídeo “para a posteridade” aqui) e que, neste momento, volta a ter que ir dormir para a garagem lá do barraco onde habita, tal é o tamanho do melão (e como amanhã é dia de labuta, e ele levanta-se cedo, e demora a desinchar…). mas, ao menos este último não disfarça o seu “desportivismo”, travestido de um asco e de um anti-portismo básico e primário (por que doentiamente crónico), ao contrário do ‘enfant terríBel’, que é um lobo da pior espécie em pele de cordeiro.

assim sendo, para os tristes dos Sousa Tavares desta vida, e para todos os outros comentadores do jornalixo e dos me(r)dia tugas que ainda fazem contas aos minutos que a nossa equipa do coração jogou em superioridade numérica (e que não passam desse facto para justificar a nossa vitória desta noite, ao mesmo tempo que demonstram toda a sua “gloriosa” azia) e que em relação aos seus comentários, a dez minutos do fim da partida, fizeram com que pensasse, de mim para alguns de vós, que já assisti a discursos fúnebres mais alegres e dinâmicos do que, por exemplo, aos do duo de abéculas plantadas no estúdio da estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, olhem:

chupa-chups®! CHUPA: chups!

 

disse!