moralismos da treta.

futuro© google
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[…] o problema está em nós: nós enquanto Povo, nós como matéria-prima de um País. e porque pertenço a um país onde a “esperteza”, a “chico-espertice portuguesa” congénita – essa falta de qualidade humana, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui, até se converter em casos escandalosos em diferentes áreas da Sociedade, como, por exemplo, na Política – é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o Euro.

[…] é muito bom ser-se Português. mas, quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda…
não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam “um messias”. nós é que temos que mudar! um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.

está, portanto, muito claro: somos nós, Portugueses – O Povo de Portugal, de um País e de um Estado de direito – que temos que mudar!
sim!, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: por exemplo, desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos enquanto somos demasiado tolerantes com o Fracasso. é a indústria da Desculpa e da Estupidez…

agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável por tudo “isto”, por toda esta “esperteza saloia”, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir!) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido, de sonso.
sim, decidi procurar o responsável e estou seguro de que o encontrarei assim que me olhar num espelho. aí o encontrarei, ele que estará diante dos meus olhos.
aí está! e não precisarei de procurá-lo noutro lado...

Eduardo Prado Coelho, “construir um País: precisa-se de matéria prima para construir um País”, Público (2007?).

in “palavras soltas.
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caríssim@,

para lá dos “chicos-espertos” e da sua bacoca saloiice, e onde me incluo (na prática de algumas acções do meu dia-a-dia, confesso), também não tolero lá muito bem os falsos moralistas da treta, sobretudo esses sabujos que labutam no jornalixo tuga (precariamente ou não, que isso não interessa para o caso em apreço). foi o que me aconteceu, hoje, quando resolvi adquirir a edição impressa do pravda da Travessa da Queimada, e por forma a ter acesso ao mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes (já lá vamos), e que inclui um artigo “simpático” sobre o ‘tikinho’ Soares, pela pena (trémula?) de paulo pinto.
depois de contribuir monetariamente com um euro para o lucro da ‘Sociedade Vicra Desportiva, SA’, que é quem gere os destinos do pasquim em causa, tive acesso à leitura de quatro artigos basto moralistas, pretendendo parecer isentos, rigorosos, íntegros, correctos, honrados, plenos de Decência e de Justiça, quando não passam de escritos «gloriosamente» desonestos, falsos, imorais, dissimulados e suficientemente hipócritas. e que, após a sua leitura – para quem tiver essa vontade e/ou um estômago forte – entroncam no teor do escrito que serve de intróito a esta “posta”, da autoria de Eduardo Prado Coelho, que desconhecia, em absoluto, e tive acesso pelo comentário do “kostadinov”, no blogue do caríssimo Vila Pouca.

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resumidamente:

» os artigos em causa, que podem ser lidos aqui, referem-se ao (muito risível) editorial do “intestino” (do) delgado “os inocentes, os outros e o silêncio”; ao nojo do ricardo quaresma (que não é o ‘mustang’) “não assobiem para o lado” e ao destilar de bílis do “senador pateta” (do) cervan “clássico é (quase) decisivo”. todos eles abordam hipocritamente a questão da nossa tentativa de “invasão” do antro de Carnide, cujo objectivo declarado são o de se ter dez mil portistas a torcer pela nossa Equipa do coração, mormente o apelo feito por Fernando Madureira para que se encontrem «vias alternativas»* na obtenção de mais do que os 3250 ingressos a que os adeptos do FC Porto têm por Lei.
todos eles, mais a cambada de lampiões que gravita nos me(r)dia e no restante jornalixo da tugalândia, particularmente preocupados com o «incentivo a comportamentos potencialmente explosivos». [longo suspiro]
tenho pena que não manifestem esses mesmos receios (também) quando os i-le-gais afectos ao 5lb e que beneficiam de apoio da “instituição”, se deslocam à ImBicta, “esquecendo-se” (como sempre…) de que, por serem i-le-gais e “sobreviverem” à margem da Lei, podem prevaricar com ainda mais gozo e que, isso sim!, é uma questão de efectiva (in)Segurança Pública, porquanto que todos temos conhecimento dos «comportamentos (literalmente) explosivos» dos i-le-gais afectos ao 5lb.
mas, pronto… como também são «gloriosos», deixá-los lá, na sua (triste) vidinha, que até são “bons moços“, de “boas famílias” e não fazem mal a ninguém; os outros, os do Norte, é que são uns maus, uns pulhas, uns bandidos soezes, que só sabem fazer visitas a Fafe e ‘graffitar‘ paredes e coisas que tais…
(* a propósito da questão dos bilhetes para o Clássico em Carnide, recomendo a leitura desta notícia aqui, publicada no pravda, logo bastante pertinente por que muito próxima das fontes oficiais do 5lb.)

» no rol daqueles artigos, também merece destaque (pela negativa) o abjecto “quem é o DDT?”, da autoria de josé couceiro – esse mesmo, ex-treinador do FC Porto na época 2004/2005 (de muito má memória) e o ardil principal do anti-jogo praticado pelo vitória fc, no passado Domingo.
acima de tudo, comprovadamente e nas suas próprias palavras, este Zé é «um PBS» da pior espécie, pois que se trata de um gajo que «puxa bem o saco» à sua sardinha, mesmo quando esta tresanda a podr
e.
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© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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BRASÃO ABENÇOADO do dia (aqui e aqui, em ficheiro jpg, e também aqui e aqui, mas em pdf), presente na edição impressa, desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, a qual não está (e nem estará) disponível na “papelaria” (aqui), devido ao encerramento compulsivo desta última, em Setembro de 2016.
obviamente que estou de acordo com tudo – mas mesmo tudo!, ouBistes, ó Silva? 😀 – o que o cronista teceu, inclusive naquela parte do «desespero» lampiónico.

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disse!
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de um «cretino», que não passa(rá) de um «vintém» [com adenda e editado]

© google | 92º minuto
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o Soares chegou “em bruto”: corria para trás quando os outros corriam para a frente. houve um quadro técnico que o ajudou muito, num ano e meio e não vi, em nenhum momento, neste período em que ele foi para o FC Porto, uma referência ao quadro técnico do Nacional, que o detectou lá num “Candal” ou num “Rio Tinto” qualquer do Brasil, que o trouxe e que lhe permitiu ser, hoje, o que ele é. até parece que não passou pelo Nacional…

como ser humano, espero que vá o mais longe possível, desejo-lhe a maior sorte. mas há duas coisas, na Humanidade, que, a mim, me incomodam: uma é a ingratidão e a outra é a ganância. quando as pessoas, por omissão, que é o caso, denunciam alguma ingratidão… então, não lhe terei grande coisa a dizer em relação a esse jogador… por isso, sobre esse jogador, poucas referências tenho a fazer. mas desejo-lhe a maior sorte como profissional.
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manuel machado, treinador do fc arouca, 09 de Março de 2017.
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foi muito importante para mim. acho que foi um enorme passo para mim ter feito esses 14 golos e ter ajudado o Nacional.
o treinador manuel machado ajudou bastante, nesse aspecto. ele  [manuel machado, na altura treinador do Nacional da Madeira] falava-me sobre o que eu tinha que fazer, o que tinha que melhorar. eu acho que… sou muito grato a ele, também. e deu tudo certo, no Nacional. e… bola para a frente.
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‘tiquinho’ Soares, jogador do FC Porto, 16 de Fevereiro de 2017.
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caríssim@,

não há nada mais para afirmar sobre este não-assunto, a não ser que, se não o é, até parece que está em marcha uma (espécie de) campanha para se tentar descredibilizar a melhor contratação do último defeso – primeiro, acusá-lo de ser “piscineiro”, agora “isto”…
e, já agora, que seria bom que o «cretino» em causa, se não quiser passar por «um vintém», como acusou o outro, em 2009, se retratasse antes do início da partida, junto de quem de direito – o mesmo jogador que, em devido tempo, afirmou estar-lhe «muito grato».
é que, «na Vida, por muito que a gente pinte de amarelo, de vermelho, de azul, para encher jornais, ele há coisas que não mudam, que são valores absolutos, valores profissionais». o reconhecer (d)o Erro, a assumpção da culpa e de que julgámos muito mal o carácter do Outro, é só um deles.
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adenda pertinente, em 11-03-2017:
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neste entretanto, o manuel já pediu desculpas públicas ao Soares e ao FC Porto, por um episódio que tem tanto de lamentável como de «surreal», e para o qual ele foi o único (por que principal) instigador.
mesmo assim e apesar da postura do jogador (que lhe ofereceu a camisola do jogo) e do Clube, eu não o desculpo. e não o desculpo sobretudo porque, ao invés de assumir as suas próprias culpas, distribuiu-as pelo jornalixo tuga e pelos sabujos e pelos pés-de-microfone, que se limitaram a difundir as suas alarvidades. para além de que mentiu, com todos os dentes que tem na sua boca, quando afirmou que não leu nada da entrevista do Soares na Imprensa: certamente que não lhe fizeram chegar a edição do pasquim do ‘quim oliveirinha, no dia seguinte àquela (aqui).
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© google | 92º minuto
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neste entretanto e como a imagem acima o comprova, já há quem esteja a aproveitar aquelas declarações infelizes, de alguém que nunca tive em boa conta, confesso, e que, na altura em que as proferiu, até dava a entender que estava com três ou quatro copitos a mais no bucho: a capa do ‘pravda‘ omite «gloriosa» e descaradamente o devido contraditório, por parte do jogador do FC Porto, dando a entender que o actual treinador do fc arouca tem toda a Razão do seu lado; a capa do pasquim do ‘quim oliveirinha remete a estória toda para uma singela nota de rodapé.
e esta “situação” é bem pior nas tvwc‘s da tugalândia, com o devido contraditório a ser sonegado de uma forma soez, torpe, vil, indigna dos princípios que deveriam nortear quem se afirma “jornalista”. mas, como quem trabalha nos me(r)dia e no jornalixo tugas, fá-lo a Sul e a soldo de bastos interesses capitais, estamos conversados…
curiosamente (ou talvez não), são os mesmíssimos me(r)dia e jornalixo tugas que já não têm qualquer decoro em assumir a sua «gloriosa» cor, como se demonstra aqui
... «perdemos», disse ele. e na primeira pessoa do plural (!!!)…

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a propósito da capa do ‘pravda‘:

» assinale-se esse «glorioso» maquilhar de mais uma «gloriosa» derrota do 5lb na Europa – a segunda, esta época, por números superiores a 03 golos encaixados. no fundo, trata-se de uma alteração superficial de algo que efectivamente aconteceu – uma goleada -, de se inverter o rumo dos acontecimentos para algo que já é mais do que um desígnio nacional – o tetra da treta – e de se “massajar o ego” ao Estado Lampiânico, por forma a que este não esmoreça (ainda mais?).
e, já agora, se dúvidas houver do que afirmo, compare-se aquela capa com estas aqui, datadas de Abril de 2015, logo a seguir ao nosso descalabro em Munique.

» num cantinho, está uma espécie de “aviso amarelo” para os 4 atletas do FC Porto que “estão à bica” para acumularem cinco cartões amarelos no campeonato e antes da nossa visita ao antro de Carnide – Victorio Páez, André², Ruben Neves e Corona. “isto” surge, mais uma vez, quando o Clássico jogar-se-á daqui a duas jornadas… acho que não há necessidade de dizer seja o que for sobre algumas manobras de coação que vão persistindo por aí…
já agora e só por curiosidade, vou estar atento aos amarelos que o apitador Luís Ferreira irá mostrar aos atletas do Paços de Ferreira – o adversário do 5lb na jornada 26. é que Mateus, Gegé, Whelton, Ivo Rodrigues, Barnes e Pedrinho, titulares dos ‘castores’, estão todos “à bica”…
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por último e antes da nossa entrada em campo, quero afirmar que, para um portista dos quatro costados, é absolutamente imperdível a grande, enorme entrevista ao “bicho”, ontem, aos microfones do Porto Canal – aqui (parte 1) e aqui (parte 2), para quem a quiser (re)ver. provavelmente e na minha opinião, a melhor dos últimos tempos a um jogador do FC Porto.
e também que aqui e aqui (em ficheiros jpg) e igualmente aqui (mas em formato pdf), com a devida cortesia do caríssimo Vila Pouca, tens acesso ao mais recente BRASÃO ABENÇOADO, presente na edição impressa, desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, a qual não está (e nem estará) disponível na “papelaria” (aqui), devido ao encerramento compulsivo desta última, em Setembro de 2016.

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disse!
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‘br@são abençoado’ do dia e mais umas coisitas…

© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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BRASÃO ABENÇOADO do dia (aqui, aqui e aqui, em ficheiro jpg, e também aqui e aqui, mas em pdf), presente na edição impressa, desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, a qual não está (e nem estará) disponível na “papelaria” (aqui), devido ao encerramento compulsivo desta última, em Setembro de 2016.
obviamente que estou de acordo com o cronista acerca do ataque cerrado ao «polvo», que ainda persiste em “fazer das suas” – com o exemplo fulcral a ser o do reaparecimento desse «glorioso» centro-avante, o ‘nomeações’; aliás, as que constam da ementa para este final-de-semana são muito “simpáticas” e sintomáticas do que os «vermes» do «polvo» pretendem que aconteça antes da nossa visita àquele antro onde, em tempos, a Luz apagou (com estrondo) e até choveu do chão: a perda de preciosos pontos, permitindo o nosso afastamento para o líder da treta.
o mesmo já não posso afirmar acerca do que tece sobre a prestação do Nuno, o qual, para mim, esteve tudo menos «impecável», no encontro da última Quarta-feira – e sustento essa minha percepção com o muito que é descrito, sobre ele, aqui, aqui, aqui, aqui (!!) e aqui.

já agora e acerca do nosso treinador:
há já algum tempo que considero que ele, o Nuno, escala e prepara a Equipa em função do adversário que vai defrontar no jogo mais imediato, não utilizando um mesmo sistema táctico para todos os jogos.
também já não é de agora e sobretudo quando vou ao estádio, que tenho a percepção que é o treinador-adjunto, Rui Pedro Silva, quem se assume mais como treinador de campo e o Nuno como uma espécie de ‘manager’ – como que uma espécie de revisitação da importância que o bitó tinha para o £ibras-Boas, numa versão 2.0 (mas mais para o fraquinho, confesso e desde já peço desculpa se estou a ofender alguém, mas não é essa, sequer!, a minha intenção com este meu desabafo).
e também não é dos últimos jogos que me parece que o futebol (ou a espécie deste…) que o Nuno vem sustentando assenta numa teoria mais dada a equipinhas de con@s do que a um plantel que ostenta o Brasão Abençoado. tenho para mim que se privilegia em demasia o «pragmatismo» e o resultadismo mais imediato que marca o placard, do que a exibição ‘per se‘ – algo como: o que importa é vencer e temos que o conseguir, nem que seja com bolas despejadas para o atacante (vulgo: nas costa da defesa contrária) e/ou crença no Espírito Santo. é óbvio que há muito mérito, esta época, de factos como a solidez defensiva e a União que se vai granjeando no grupo de trabalho ao seu dispor; mas e mais uma vez peço desculpa se estou a ofender alguém, não me consigo rever neste futebol de cueiros, pelo que partilho da mais recente opinião de Jorge Massada (aqui).
ah! e o facto de estar a partilhar este meu pensamento contigo não significa que esteja descrente para o que resta da presente temporada, antes pelo contrário: continuo firme na minha convicção de que seremos campeões nacionais e de que, em Maio próximo, estaremos a comemorar o nosso vigésimo oitavo título de campeão do escalão máximo do nosso comezinho futebolzinho

#contratudocontratod@scontraostolosecontraocolinhoecontraopolvoecontraosvermeseoraioqueospartaatod@s.
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© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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neste entretanto, a edição desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, é toda ela um «glorioso» maná de massagem ao ego de todo o Estado Lampiânico, sobretudo e mormente com a entrevista de 08 páginas ao “deus” renato das sandes – esse enorme “activo” actualmente efectivo-ao-banco do todo-poderoso bayern münchen [valente escarro], numa espécie de recordar aos demais que ele, o “golden boy” existe, é vivo mas como não anda por aqui, no burgo, há menos visibilidade do que (não) faz por lá… adiante.

sendo concreto:
depois de lido o dossier dedicado ao nosso FC Porto, com singelas 04 páginas – aqui, aqui e aqui, no formato gif, e também aqui e aqui mas pdf;
depois de lidas as opiniões dos pasquineiros lampiões de serviço do joão (nada, mesmo nada) bonzinho e do senador pateta cervan – aqui, aqui e aqui, no formato gif, e também aqui e aqui mas pdf, e para quem tiver estômago;
e depois de “analisada” a capa ali em cima, da edição de ontem do mesmíssimo pravda da Travessa da Queimada, comprova-se:

a mensagem que a propaganda do Estado Lampiânico difunde em massa para o «glorioso» rebanho é a de estabelecer um inenarrável (por que absurdo) paralelismo entre a arbitragem do alemão felix brych [escarro], na passada Quarta-feira, com a do imberbe luís ferreira, na Sexta, frente ao tondela.
mais uma vez remeto o meu comentário a este inefável esforço das forças de bloqueio do «polvo» e dos seus «vermes», para a adenda pertinente da minha prosa de ontem: não há um portista que justifique a derrota do FC Porto, aos pés da rubentus, exclusivamente com uma arbitragem tipo prokop 2.0, em absoluto.
mais: o que o Nuno afirmou foi (e cito) «sem querer melindrar o trabalho do árbitro, o árbitro podia ter contemporizado e ter tomado outra decisão, porque a falta não é agressiva nem pôs em causa a integridade física do adversário». só que onde os pasquineiros, os pés-de-microfone e os autênticos sabujos dos me(r)dia e jornalixo tugas rebuscam, é na expressão «o árbitro podia ter contemporizado» – algo que, na sua opinião, luís ferreira deveria ter transigido para o tondela e não fez. temos pena (mas não muita)…

em suma: as duas arbitragens não são comparáveis, de todo!, porquanto que o apitador alemão sempre deu a entender um exacerbado proteccionismo para com os ‘gobbi‘, ao contrário da aplicação do apitador tuga em manter uma coerência com o jogo que estava a ser praticado por “ambas as duas” equipas lusas – e, mesmo assim, com evidentes erros e em nosso prejuízo.
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por último e para finalizar, ainda houve tempo para perceber que foi melhor para tod@s nós, portistas, que o santinho do assis tivesse migrado para outras paragens, ditas mais gverreiras – e como se pode ler – aqui, aqui e aqui, no formato jpg, e também aqui e aqui em pdf, e para quem não for muito sensível do estômago...

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disse!
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concertação externa

© google
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caríssim@,

aviso, desde já e porque o interregno dura quase há uma semana, que esta “posta de pescada”® será um tanto ou quanto extensa – vulgo testament… texto longo – pelo que não descurará aquela que é a imagem de marca deste espaço da bluegosfera. portanto e se assim o entenderes, não te esqueças de ir ao frigorífico buscar um chá de cevada, para acompanhares ao longo desta leitura (que será igualmente longa). e não!, não se trata de um eufemismo, pelo que não precisas de ir à rua, que está muito frio e tal; é mesmo ali à cozinha, onde guardas as geladinhas

também informo que a mesma vem no seguimento das denúncias que surgiram no último “Universo Porto – da bancada” (vídeo aqui) e destas outras aqui e aqui (da autoria do caríssimo Vila Pouca), e destoutras aquiaqui, aqui e aqui (da autoria do caríssimo Jorge Vassalo), cujos seus teor e finalidade subscrevo e na íntegra*.
(*e é para que se possa afirmar, à boca cheia, que, de facto, «isto dos blogues portistas está tudo concuminado» [sic], que efectivamente «somos todos uma cambada, uma seita do pior», e que «só publicamos as opiniões que a $AD nos impinge»… diz que, por vezes, também pensamos pela nossa própria cabeça, mas tem dias, porque é muito raro (para além de proibido)… <modo de ironia ‘off’>).

vamos lá, então, que se faz tarde e eu tenho os chouriços a curar…
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© google | Tomo III
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sim!, as duas capas que o pravda da Travessa da Queimada trouxe à estampa, no passado final-de-semana, são basto (© Silva) risíveis. basicamente, aos sabujos e pés-de-microfone, a soldo no jornalixo e nos me(r)dia tugas, saiu-lhes um «autocarro» pelo «mal menor» – a tod@s eles, sem excepção. temos pena (mas não muita)…

sim!, é verdade que o «professor» rui [pausa para sonora gargalhada] armou-se num finório velhaco dissimulado, quando afirmou (e cito, também para memória futura, com os negritos a serem da minha responsabilidade):

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« foi um início atípico, a todos os níveis, nós a falhar algumas bolas e o Boavista a marcar nas três ocasiões que criou.
há um conjunto de irregularidades, mas não vou ser eu que vou estar a discutir isso.
há um conjunto de situações menos positivas, mas quero é falar de Futebol.
»
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ele sabe, tal&qual como tod@s nós, que não precisa de abrir a boca.
ele sabe que há muito “boa gente” que se presta (preza?) a fazer o “trabalho de sapa” (ou será no Sapo, em Penafiel?…).
ele sabe que basta imitar o “parsidente”, e deixar que sejam os peões de brega a passar a “gloriosa” mensagem (cassete? propaganda?), muitas vezes previamente concertada e tantas e tantas vezes estudada, por forma a não falhar rigorosamente nada.
assim como ele sabe que só pode gozar deste beneplácito porque se encontra por Carnide. aliás, se dúvidas houver (que não há!), tome-se como exemplo o do «catedrático» da Segunda Circular que, só por ter atravessado a rua, já não tem o estatuto de que beneficiava há meros dois anos…
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© google
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a imagem gif acima data de um jogo, em em Setembro de 2015, a contar para a Champions. ainda hoje estou convencido de que foi pelo seu resultado final e pelo seu significado, que aí, em Kiev, começou o princípio do fim para «o basco», no nosso Clube.
ela está exposta para aqueles que julgam que o terceiro golo da agremiação portuense com nome de rotunda, em pleno galinheiro, foi «ilegal». é que, também ainda hoje, não esqueço o enxovalho público a que tod@s nós fomos sujeit@s, não só pelos lampiões, mas sobretudo por aqueles mesmos pasquineiros referidos ali em cima, que então atestaram da sua legalidade. efectiva e comprovadamente não têm coluna vertebral. nem dignidade. nem brio profissional. nem rigor. nem isenção. são uma cambada cheia de truques jornalísticos da treta, é o que é…
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© pravda
(clicar na imagem para ampliar)

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a imagem acima refere-se ao mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes, patente na edição impressa do pravda de hoje, e que também pode ser lido aqui, aqui e aqui (em jpg) e aqui (em pdf), e com o qual concordo. em. absoluto. (ouBistes, ó Silva? 😉 ).

dessa edição impressa fazem parte duas entrevistas: uma ao bitó pereira (aqui) e outra ao burgesso do sousa cintra (aqui). duas breves notas, sobre “ambas as duas”:

» da entrevista ao bitó ressalta a ideia de alguém muito ressabiado para com o FC Porto – não só nas pessoas que o dirigem, mas também para com os seus adeptos (massa assoBiativa em particular).
dessa entrevista, ressalvo aquela passagem em que afirma «vamos ver quando é que o FC Porto volta a ganhar». por mim, até podemos demorar mais dezanove anos que manterei, não só o meu Amor indefectível para com o Clube, como a mesma opinião sobre o bitó: bom moço, que já foi mais humilde do que o que é (ou então enganou bem…), mas que pôs a equipa a praticar um futebol que me deu sono. e por mais do que uma vez. e inclusive no estádio. e não fosse o Kelvin, em dois momentos, no Estádio do Dragão, ante os gverreiros lampiões do Minho, e não teria havido o “tal” ‘special K’.
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» a entrevista ao burgesso tem honras de chamada de capa, no pasquim em causa, destacando-se um «no meu tempo era tudo viciado». lá dentro, a páginas 08, em grandes parangonas, lá vem o (estafado) «era Pinto da Costa a comandar as arbitragens» [longo suspiro].
a minha pergunta é só uma e sobre um «notável» da agremiação que ficou com a fama de depositar dois mil euros, a mando de um seu vice-presidente no activo, na conta de um árbitro assistente nas vésperas de uma partida para a Taça de Portugal: haverá responsabilidade criminal para este “cavalheiro”? é que o que ele afirma é grave, e punível na Justiça cível por crime de difamação, calúnia e injúria.

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disse!
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‘br@são abençoado’ do dia (e algo mais)…

© pravda
(clicar na imagem para ampliar)
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BRASÃO ABENÇOADO do dia (aqui e aqui, em ficheiro jpg, e também aqui e aqui, mas em pdf), presente na edição impressa, desta Sexta-feira, do pravda da Travessa da Queimada, a qual não está (nem estará) disponível na “papelaria” (aqui).
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© bbc
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ganhas 5-0, na Liga dos Campeões, mas nem sequer és a história principal numa primeira página do dia seguinte.

tal foi o que aconteceu com o FC Porto, que derrotou copiosamente [«trashed»] o campeão inglês Leicester, só que a história é contada numa barra lateral, na primeira página do [pasquim] desportivo português “ABola”.

o [pasquim] preferiu noticiar, com largo destaque, a derrota por 1-0 do Sporting Lisbon ante o Legia de Varsóvia – um resultado que viu o [spórtém] terminar no fundo de seu grupo da Liga dos Campeões e perder um lugar na Europa League…
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entretanto, a vergonha do jornalixo tuga já extravasa fronteiras (que não regionais, entenda-se)...

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disse!
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então, em que ficamos?!

© Tomo III
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caríssim@,

parece que as minhas palavras de ontem foram mal interpretadas, mormente na questão das mais recentes declarações presidenciais, as quais invariavelmente e para não fugir à regra (?) dos últimos (digamos…) quatro últimos anos, aconteceram após uma vitória da Equipa. é o que acontece quando não se tem Tempo nem para mandar cantar um cego e por inermédio de outrém, e tecem-se uns (brevíssimos) considerandos naquela que deveria servir para uma pausa para almoço… adiante.
para que conste, nada mais tenho a acrescentar ao que os meus ‘compagnons de route‘ Jorge Vassalo e Vila Pouca escreveram aqui e aqui respectivamente. nos tempos que correm, fica cada vez mais difícil concordar com as declarações de Jorge Nuno – o (pres)suposto alter ego de Pinto da Costa, o qual, se este último “fosse vivo”, já teria sido corrido e ao pontapé (provavelmente pelo guarda Abel!), dos corredores do P(h)oder do Estádio do Dragão. mas consta que a energia de Pinto da Costa terá “esmorecido” com a demolição do Estádio das Antas [pausa para suspirar (de saudades)]…

aquela breve pausa também poderá servir para um momento de reflexão e  poderá ir neste sentido: o Presidente enérgico e pujante (exemplos aqui, aqui, aqui e também aqui), deu lugar a um outro alguém que, num mesmo corpo, se apresenta amorfo, apático, indolente, manso. explico.
tomemos como exemplo todos aqueles vídeos: neles há um denominador comum e que é a forma como Pinto da Costa consegue colocar em sentido os sabujos e/ou pés-de-microfone do jornalixo tuga (não só) de então, fossem eles monizes, escarros, catarros ou outro qualquer. actualmente duvido que o actual Jorge Nuno fosse capaz (sequer!) de tecer um considerando, mesmo que breve, daquela forma – e já dou de barato a questão da idade, que aumenta para tod@s nós, de ano para ano, de mês para mês, de dia para dia.
mais: seria impensável (sequer inconcebível) que o Pinto da Costa de então e ao contrário do actual Jorge Nuno, perdesse a oportunidade de criticar veementemente, com todo o propósito e com toda a Razão que lhe assiste, a postura dúbia, parcial e nada isenta, da Justiça tuga – tão célere a cercar tudo o que seja pintado em tons azuis-e-brancos e tão parcimoniosa a apertar o que envolva as cores das agremiações da Segunda Circular *… e é por isso mesmo que compreendo o pedido de desculpas expresso aqui, mesmo que irónico, solidarizando-me com a(s) “dor(es)” do(s) seu(s) autor(es)…

* por exemplos: quem é que sabia que isto aqui aconteceu na assembleia-geral dos calimeros, de 02 de Outubro último? «ninguém, ninguém», certo? ou então, muito pouc@s de nós…
mas, tivessem sido outros os protagonistas – um Clube mais a Norte, com mais Super ou menos Colectivo (e vice-versa) presentes na reunião – e, no próprio dia, encheríamos os noticiários da noite. assim, olha… passou pelos pingos da chuva que alguns membros das claques do spórtém se insurgiram naquela reunião magna, da agremiação em causa, liderada por um burro do Carvalho, ao bom estilo maoísta – em tempos idos, dito que era apanágio de um certo e determinado Clube, lá está!, mais a Norte da Capital do Império (de) Tung…

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mesmo assim, não posso deixar passar em claro o que a imagem acima reflecte: essa tendência inata para os pasquins sediados na Capital do Império lançarem “poeira” para os olhos dos nossos adeptos mais incautos – que os há, a começar (e a terminar) neste que te escreve.
para lá da diferença de tratamento “jornalístico” na chamada de capa, o que lá dentro se pode ler é de uma desconformidade atroz! ao que (consta que) o jogador belga terá proferido a alguns órgão de Comunicação daquele país, após o encontro para a «xampes», o pravda da Travessa da Queimada, pela pena do sr. com apelido de marca de bacalhau, lá resolveu dar a sua versão daquelas declarações (vide aqui e aqui, em jpg e aqui em pdf, para quem tiver essa ousadia).
invariavelmente aquela sua visão, como a dos demais sabujos que vão labutando pelo jornalixo tuga, qual marmotinha-de-rabo-na-boca (c’a nojo!) tende para distorcer o que foi proferido – «Joguei sempre por onde passei. Para mim é uma primeira vez, mas é assim mesmo. Tenho de trabalhar e esperar que a oportunidade chegue. Gostava de ter um pouco mais de tempo de jogo, como é evidente, mas sinto-me bem no FC Porto. A adaptação está a ser boa. Há concorrência, como já esperava, e então cabe-me fazer a minha parte» -, sonegando o que de positivo foi dito pelo jogador belga e que destaquei a negrito
tivesse o nosso clube do coração um Departamento de Comunicação à altura das suas responsabilidades e já se teria “decretado” que os nossos jogadores, em território nacional, só prestariam declarações ao canal oficial do Clube e que, a outros órgãos estrangeiros, só na presença de um elemento destacado por aquele mesmo departamento… como ainda não há, lá têm que ser os adeptos a dar conta destas disparidades…
tivesse o nosso Clube um canal de televisão dedicado ao seu quotidiano, e já teriam surgido desmentidos sobre esta filha-da-putice (só mais uma e tendo em linha de conta a presente temporada)… como ainda não há e aquele é voltado para generalidades e para transmitir resumos dos jogos dos nossos arqui-rivais (!!!), têm que ser os mesmos adeptos a engolir estes autênticos mamutes. e a fazer aqueles mesmos desmentidos, também…

mas, por Amor tudo se faz. e nada custa!
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futuro© pravda | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)
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(também disponível para leitura aqui, aqui, aqui e aqui)
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post scriptum:

Xebeu, amanhã lá estaremos!. 😀
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disse!
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communiqué (comuni… quê?)

futuro© google | Tomo III
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caríssim@,

então, tudo bem contigo? há quanto tempo, pá! sim, estou mais gordinho, mais baixinho, com menos cabelinho, com mais branquinhas (ainda que poucas) e mais velhinho. e tu, como te encontras? espero que bem, dentro do possível.
e porquê dentro do possível? porque sim. e porque, como é do conhecimento geral, as últimas notícias sobre o quotidiano do nosso clube do coração foram tudo menos boas, antes pelo contrário: foram bem más (pelo menos, no meu modesto entendimento).
e será sobre estas e mais algumas, que, nas próximas linhas (obviamente que #notmadeinporta18), me irei debruçar, e na esperança de não cair num qualquer «buraco azul» (já lá vamos, já lá vamos).

assim sendo, porque já se passaram… quê?… ah!, quinze dias desde a minha última “posta de pescada”® – as saudades são (mais do que) muitas! – e porque hoje é Sexta-feira (yeahh!), reclina-te bem na cadeira e/ou estica bem as pernas no sofá (olá, Felisberto! 😀 ), pede à patroa que te prepare um snack como aqueles da Tasca (olá, Silva! 😉 ) e que te faça o favor de te trazer uma jola à maneira, e prepara-te para (mais) um testament… para (mais) um texto de opinião que não consegue contradizer a imagem de marca deste espaço.
vamos lá, então.
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futuro© pravda
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toda a bluegosfera já teceu considerandos sobre o descalabro financeiro que a $AD azul-e-branca apresentou no último Relatório&Contas: um prejuízo efectivo, por que bem real, de quase 60 milhões de euros, e com muitas consequências. assim de repente, ainda está por apurar o que irá decidir a UEFA, tendo em linha de conta que estamos em incumprimento das regras do ‘fair-play‘ financeiro por si estipuladas. felizmente que aquela já não é “a” do sr. michel; mesmo assim, o consolo é pouco e inversamente proporcional à preocupação que (nos) causa…

para lá de todo o histerismo que (também) se verifica nalguma daquela mesma bluegosfera, e do gáudio inaudito, inusitado e insuspeito, dos nossos “estimados” (por que sempre “queridos”) detractores, confesso que não contava que o “rombo” (roubo?) fosse tão… como classificar?… tão desmesurado.
mas e num assomo de uma (espécie de) arrogância que «não me assiste» (de todo!), afirmo que os sinais estavam aí, sobretudo estes dois: o não se ter vendido os direitos desportivos e económicos das poucas (parcas?) “trutas” que ainda subsistem no plantel azul-e-branco, resultado sobretudo de uma péssima época desportiva, como foi a de 2015/2016; o péssimo planeamento da presente temporada, e por muito que a $AD a (in)tente “dourar” quando a sua cor é idêntica à do segundo equipamento alternativo de 2015/2016 – dito ser «cacau», mas que sempre foi associada a outras cenas…

mesmo perante um cenário negro (dantesco?) e no meio de uma verdadeira borasca, há sempre alguém que, para mim, é como um “farol” e com cujo portismo me identifico total e plenamente.
e é por isso mesmo que replico um seu comentário, com o qual estou de acordo, e porque me revejo nessa forma de pensar, mas sobretudo de sentir, de “respirar” o FC Porto, principalmente quando os ventos dos tempos correntes são (muito) desfavoráveis:
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Quem tem memória lembra-se bem que não tínhamos dinheiro para “mandar cantar um cego” e, mesmo assim, fomos buscar o Fernando Gomes ao Gijon por 25 mil contos [cerca de 125 mil euros] – muita “pasta” para a altura [“verão quente” de 1982]. Por exemplo, o então responsável pelas finanças do Clube, o dr. Pôncio Monteiro, quis bater com a porta…
Trago este exemplo à colação para dizer que, com esta Direcção, nós sempre assumimos riscos, sempre vivemos acima das nossas possibilidades. Só que ultimamente e mesmo com os sinais à frente dos olhos, descurámos o que nos distinguia em relação aos outros, começámos a perder critério, deixámos de ser coerentes em algumas opções (treinadores e jogadores), perdemos força, poder, e também não conseguimos resultados
[desportivos e financeiros], pelo que chegamos aqui… Quem tem responsabilidades e em particular o líder, tem de dizer como vamos sair daqui.
Por mim, se me disserem que teremos que dar três passos atrás, OK!; mas também têm que me explicar muito bem como o farão. E os primeiros a sofrer as consequências deverão ser aqueles que nos colocaram nesta situação. Se os custos com pessoal, particularmente com jogadores, têm de baixar, uma Administração que apresenta estes resultados financeiros também tem que perder mordomias, para dar o exemplo (que deve sempre vir de cima). Idem para aquelas empresas do Grupo FC Porto que estejam aquém do pretendido. Há demasiada cagança para tão poucos resultados.

Acerca do Porto Canal:
não sou especialista na matéria, mas pergunto: vale assim tanto a pena um investimento elevado num canal
[supostamente] generalista, para ser “mais do mesmo”, fazer o que os outros fazem e salvo poucas excepções, bem pior? Um “canal de clube” não ficaria muito mais barato?

dragão Vila Pouca | Outubro de 2016
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futuro© pravda
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no seguimento do «inconseguimento» anterior e tendo por base de sustentação (argumentação?) a capa do pravda, daquela edição de Abril de 2016, convém que o nosso querido líder tenha a noção de que:

» os adeptos e sobretudo os sócios do FC Porto, na sua generalidade, merecem respeito e tudo têm feito para merecer o devido respeito pela parte de quem tem gerido os destinos do Clube (bem mais do que a $AD);

» a massa adepta do Clube (a indefectível, a associativa, a geral e até a assoBiativa) não vai – porque nunca foi! – “em grupos”, nem “come gelados com a testa” porque recusa-se a ser morcona, pelo que chega de atirar “areia para os olhos” com argumentações da treta para justificar o que só a Verdade poderia apaziguar os ânimos que começam a se exaltar, de tão evidentes que são os factos;

» há uma (cada vez mais ténue) linha a separar a gratidão que muitos ainda nutrem pela figura (certamente que) ímpar de Pinto da Costa, da arrogância que o Jorge Nuno demonstra para com aqueles mesmos que, em tempos idos, teve “na mão” e que o seguiam indefectível e cegamente, para todo o lado – eu incluído;

» a margem para se errar é cada vez menor – já bastam estes três últimos anos de equívocos – e a (in)tolerância do mundo azul-e-branco é proporcional a essa mesma margem;

» a legitimidade do último acto eleitoral assim como a cobardia que “tomou de assalto” a Oposição à actual Direcção, não faz com que aquela esteja à espera do “último suspiro” desta última para se assumir e confrontar quem lidera, antes pelo contrário. e basta “ler nas entrelinhas” o muito que se vai escrevendo por aí, nas mesmíssimas redes sociais e nos blogues que o líder afirma desconhecer, em absoluto. e em concreto, também.

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© pravdaTomo III
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eu sei que foi contra uma congénere que actualmente ocupa a 111ª posição do ranking da FIFA, ao contrário da 7ª da selecção da FPF.
mesmo assim, naquela que foi a sua segunda internacionalização pelos AA, fez um hat-trick.
tivesse o André Silva um punhado de tranças, por exemplo, como o “deus” renato (das sandes), e para lá de orgasmos triplos e quádruplos, pela parte daqueles que tiveram que engolir o seu feito, ainda hoje, passadas somente 96 horas do final de uma partida sem estória(s), certamente que ainda haveria reportagens especiais e aberturas de telejornais a rodos…
mas, quando nem o próprio “canal de televisão” do qual o FC Porto é o seu legítimo proprietário o consegue fazer (!!!), pergunta-se: fazer o quê?… talvez rezar para que o puto maravilha continue nesta senda de golos, agora a envergar a camisola do Clube, e que não apareçam as tão indesejadas mazelas físicas (vulgo: aquilo que todos nós sabemos o que é, mas que não queremos que aconteça, longe vá o agoiro).

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futuro© google | Tomo III
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é claro e é mais do que óbvio, por de tão evidente que parece, que não há alinhamento, não há planeamento prévio, que não há qualquer tecer de estratégias da propaganda que se pretende difundir. assim como o que a imagem acima reproduz não passa de mera especulação e de uma manipulação barata. tudo não terá passado de uma amena cavaqueira entre os lampiões pedro guerra, joão gobern, josé nuno martins, josé calado, luís bernardo, e hugo gil. e precisamente no mesmo local onde os delegados da liga, os observadores dos árbitros e os próprios apitadores tugas, deverão trocar os seus voucherzitos, depois de terem feito o servicinho exemplar para as duas equipas do 5lb (a principal e a B) e num máximo de quatro refeições por voucher

ai se esta pouca-vergonha, esta verdadeira filha-da-putice acontecesse com alguém afecto à cor azul-e-branca… imagino o que já não se teria escrito, dito, comentado – assim como quantas vestes aqueles mesmos lampiões já não teriam rasgado só por saber tal (ui! que imagem mental tão foleira!)…

mas, como a toda esta desfaçatez sem carácter o Departamento de Comunicação do meu clube do coração respondeu com… exacto: (mais) um profundo s-i-l-ê-n-c-i-o, então é porque tudo está bem e não há motivos para preocupações. e podemos, tod@s, dormir descansad@s e afastar a ideia insólita de haver “esqueletos no armário”*, «e que assim»…
espera-se é que e ao contrário do ano passado, desta feita os directores dos mais ordinários pasquins desportivos tugas, não marquem presença na gala dos Dragões de Ouro, por mais «insistências» que possam haver. mas, depois de ontem o mesmo “canal de televisão” do qual o FC Porto é o seu legítimo proprietário ter feito a promoção à mais recente película de um ordinário de um botelho, já não digo mais nada… aliás: acho mesmo que já esteve mais longe a presença de um qualquer orelhas nos estúdios da Senhora da Hora (será que o Júlio Magalhães já estará a tratar de proceder ao aumento da largura das portas e do estúdio-mor?…).

* o que não pode – nem deve! – haver são virgens nesse mesmo armário, o filho da puta do lampião do taxista do máximo vai lá para as violar, tal como gosta de fazer com as leis (ou será o seu inverso? não sei. só sei que, depois de o ouvir** fiquei, para lá de uma vontade louca de lhe partir o focinho, ainda mais adepto da Uber©. e da Cabify©. e da partilha de carros).

** tratam-se de declarações que qualquer portista que se preze não pode estranhar, pois que vêm na senda das deste camelo aqui. ou das deste (também um) filho da puta aqui – e para não recuar muito no Tempo.
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futuro© pravdaTomo III
(clicar na imagem para ampliar)

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o mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes, também pode ser lido aqui, aqui e aqui (em jpg) e aqui (em pdf).
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futuro© google | Tomo III
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por último, permite-me uma breve “massagem ao ego”:

na passada Quarta-feira houve a estreia (nacional? mundial? universal?) do que a imagem acima pretende transmitir.
e assim se justifica o parágrafo inicial deste testament… deste texto de opinião que não conseguiu (de todo!) contradizer a imagem de marca deste espaço – e o qual também deveria ter sido consumido ao som deste álbum inolvidável (cujas cópias possuo em vinil e cd), de uma banda mí(s)tica.

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disse!
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‘br@são abençoado’ do dia

futuro© pravda | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar)
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(também disponível para leitura aqui, aqui, aqui e aqui)
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uma imagem que também Amo (muito!):
(inspirada neste clássico aqui)

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futuro© FC Porto | Tomo III
(clicar na imagem para ampliar
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disse!
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dessas capitais diferenças (II) [actualizado com ‘brasão abençoado’]

futuro© google | Tomo III
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caríssim@,

as linhas que se seguem (#notmadeinporta18) surgem depois do Jorge já se ter antecipado (e bem!), sobre um mesmíssimo assunto, acerca da Comunição Oficial do Clube. é só para que se perceba como “isto” está tudo concubinado entre nós tod@s, ‘bloggers‘ «avençad@s da $AD», para que nada falhe e para que a mensagem passe e de forma efectiva [modo de ironia ‘off‘]…

de regresso a um tom (bem) mais sério, ontem o Presidente falou (vídeo oficial do discurso aqui). fê-lo no Marco de Canaveses, a propósito da inauguração, naquele concelho, de nova Casa do FC Porto. (ou)vi-o, com toda a atenção, mas em diferido. e confesso que me senti completamente indiferente ao seu discurso principalmente porque, não estando à espera do lançamento de “uma bomba” (não seria o momento, sequer o local, mais oportuno para tal, no meu entendimento), legitimamente criei a expectativa (estapafúrdia?) de que houvesse “algo” mais do que os requentados recados aos abjectos jornalixo e me(r)dia tugas, e para lá do estafado remoque ao Centralismo que é tão característico neste “rectângulo à beira-mar (im)plantado”®. por exemplo: para lá daqueles recados, gostaria bem mais, muito mais!, que se tivessem indicado novas formas de agir perante os mesmíssimos sabujos e/ou pés-de-microfone que diariamente nos achincalham, a começar já na conferência de Imprensa de hoje (vídeo oficial aqui), de antevisão do embate ante o Vitória SC. mas, nada disso aconteceu e esta tarde, lá estiveram «os mentirosos e os aldrabões que querem formar a opinião de que há contestação e divisões dentro do FC Porto», alegres, impávidos e serenos, depois de proferidas aquelas palavras. e com direito a colocar questões, e a registar as respostas (que não foram monossilábicas, antes pelo contrário), e tudo!…
só faço votos para que «esses jornais da Capital, os que escrevem a vermelho e com veneno, e que são intrinsecamente centralistas, e que não podem ver o sucesso do Norte e do FC Porto» não venham a ser convidados para a próxima gala dos Dragões de Ouro – é que seria o fim da picada!…

e o que dizer das capas dos pasquins desportivos de hoje (aqui e aqui)? que efectiva, comprovada e factualmente, definitivamente “não contamos para o totobola”, de todo! ontem, houve duas intervenções presidenciais; hoje, só o «glorioso» ‘parzidente‘ [propositado] da agremiação de Carnide é que teve direito a destaque (vulgo, chamada de capa). acho que tal “diz” muito e revela bastante, da nossa condição: a de incapacitados – pois que revoltados, sim!, mas incapacitados, no Presente, para fazer frente a este estado de coisas
“ah! estás equivocado, pá! e a de OJOGO? não é mais para o azul? ou queres ver que és daltónico, ou «cego»?!” (como o outro – e já lá vamos)… pois… parece que houve divulgação da intervenção do nosso “papa” no pasquim do ‘quim oliveirinha, mas a Norte; abaixo do Rio Douro, a edição foi outra, noutros tons, e com o que consta no canto superior direito a ser merecedor de todo o destaque – ou seja: não “os” houve para que a edição do pasquim em causa fosse uma, e só a uma cor, porventura menos rubra… valor€$ mais altos se ergueram certamente… e talvez seja (bem) melhor assim, afirmo eu…
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futuro© google | Tomo III
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e é neste momento que faço a correlação para o vómito «cego» que um otário Ribeiro escarrapachou no lixo tóxico do grupo cofina, no decurso do dia de ontem – e cujo editorial pode ser lido aqui, aqui, aqui e aqui, para quem tiver esse interesse (mórbido).

o energúmeno do otário em causa é tão-somente director do lixo tóxico com maior tiragem do grupo em causa – o mesmo grupo que não deixa indiferente o nosso querido líder, mas cujo director do pasquim desportivo daquele foi convidado a comparecer na gala dos Dragões de Ouro, da época transacta.
o mesmo grupo que impinge imensos, bastos, “grupos”, em modos de “fardos de palha”, diariamente a quem o consome e sobre o nosso quotidiano, e ao mesmo tempo que sonega a pura e dura da Realidade das agremiações afectas à Segunda Circular.
o mesmo grupo que nos insulta – a tod@s nós, portistas indefectíveis – diariamente, e cujo editorial acima é só o último exemplo, e que mesmo assim não é impedido de colocar questões nas conferências de Imprensa em que o Clube está envolvido. pior: os elementos do Clube respondem, sem restrições, àquelas perguntas (!!!).

portanto, era (também) nestas alturas que convinha ter um Departamento de Comunicação que funcionasse em pleno e (passe o pleonasmo) de forma funcional, prática, activa. infelizmente não é isso que transparece para o Exterior, mormente para a massa adepta do Clube, onde me incluo. explico.
fosse eu a mandar, e imporia duas regras:

i) a antevisão dos encontros onde participassem as equipas do FC Porto e independentemente da modalidade em questão, seriam exclusivamente aos microfones do Porto Canal.
(esta situação já aconteceu num Passado recente, aquando da passagem do Prof. Luís Castro pela equipa principal de futebol, em 2013/2014);

ii) porque os regulamentos não o permitem, não seria vedado o acesso aos sabujos e/ou pés-de-microfone, dos me(r)dia tugas. nem lhes seria sonegado o “direito” de colocarem questões, antes pelo contrário. mas como adoraria ver respostas deste estilo aqui ou aqui, por parte dos nossos elementos… isso é que era, car@go!
(e refiro aqueles dois exemplos, porque são os que me assaltam sempre a memória nestas ocasiões, e porque partem de duas pessoas pelas quais “gosto” bastante e nutro muito “carinho”, como se sabe.)
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e o que se vê actualmente? que nos gozam indecentemente, porque (ainda) somos os novos «bons rapazes», quando, em tempos (idos?) fomos os «feios, porcos e maus» do Norte…
mais: tudo com a “conivência” dos órgãos de comunicação oficial do Clube, com o Porto Canal à cabeça. e nem me refiram as “bocas” na e-letter, que essas, na minha perspectiva, ficam muito aquém das minhas (legítimas) expectativas.
pior: somos (somos?) uma estação de televisão, cujos elementos do Conselho de Administração são coincidentes com os do Clube, que “não é carne, nem é peixe”: nem se assume como um canal dedicado ao em exclusivo ao quotidiano do FC Porto, com múltiplos segmentos sobre este – os actuais representarão, quê?! 10% do seu tempo de transmissão diário? talvez… e talvez até esteja a ser generoso – nem consegue rivalizar convenientemente com os canais de informação, seus concorrentes no cabo (porquanto que não é generalista o suficiente para que seja visto a Sul do Mondego).
o exemplo mais recente do que afirmo no ponto acima é este aqui: voltaremos a transmitir jogos de um rival nosso, no Andebol (ABC), desta feita a contar para a Champions da modalidade. mais: vamos emprestar, ao ABC, o piso para os dois primeiros jogos que disputarão em Braga, e que não será no Pavilhão Flávio Sá Leite. agravante disto tudo: voltamos a ser os «bons rapazes» (papalvos?) desta estória, uma vez que (literalmente) não estou a ver que, numa situação idêntica, mas com a inversão dos seus protagonistas, haja reciprocidade para novo «acordo de princípio», antes pelo contrário…
bem sei que “fica bem na fotografia” toda esta cordialidade, à qual a figura incontornável de Carlos Resende não será alheia (por ter sido brilhante atleta nos dois clubes), mas convenhamos que há limites… e até estou para ver (#not) se a gala deste ano, dos gverreiros do Minho, voltará a ter honras de destaque na programação do Porto canal – e depois de tudo o que (des)Norteou a contratação daquele rafeiro… isso sim!, também seria o fim da picada!…
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futuro© pravda
(clicar na imagem para ampliar)

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disponibiliza-se à saciedade, o mais recente BRASÃO ABENÇOADO, da autoria de Pedro Marques Lopes, o “amigo” indefectível do Silva, sob o título de “rumos” (aqui em formato pdf, e aqui, aqui e aqui em formato jpeg), presente na edição impressa do pravda da Travessa da Queimada desta Sexta-feira (aqui).

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disse!
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não sei!

futuro© fotos da curva | Tomo III
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Como adepto também cheguei ao final da paciência.
A mim não me interessa o que já ganhei. O que o FC Porto ganhou é Passado, e está no Museu. É a história que ninguém pode mudar.
Candidato-me porque as coisas estão mal e é preciso voltar colocá-las como eram. E como me sinto com capacidade para isso, tenho a certeza de que eu e a equipa que me acompanha vamos dar a volta ao que não está bem.
Não me candidato nem quero que defendam ou que votem na minha candidatura por aquilo que eu ganhei; candidato-me para que o FC Porto volte a ser o que foi, durante décadas, durante a minha presidência.
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Pinto da Costa dixit | Abril de 2016.
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caríssim@,

por certo que nada mais haverá a acrescentar ao que já foi escrito (e muito e comentado) aquiaqui, aqui, aqui, aquiaqui, aqui, aqui, aqui e aqui,* cada qual ao seu estilo [* ordenados alfabeticamente, tendo em linha de conta o nome do blogue]. mesmo assim, eu quero dizer umas coisitas, porquanto que, aos poucos, e com imensa dor na Alma, se vão dizendo “as verdades” (incómodas? certamente que sim…), porque não há como escamotear a Verdade – e esta, em relação ao quotidiano do nosso clube do coração, não é a melhor: está mal. muito mal. e, se não está, pelo menos aparenta estar – um pouco como a imagem ali em cima: turva apesar do sentimento que está sempre presente.
explico (sucintamente? nããã… não é esse o meu estilo).

de facto, não sei o que se terá passado, o que se passa e o que se passará, lá pelos meandros dos corredores do P(h)oder, em pleno Dragão – não possuo qualquer ‘inside information‘, pois que nem sequer tenho acesso àqueles tipos de “amizades” tão típicas e tão tugas, de um amigo que é vizinho da prima de uma funcionária, que curiosamente trabalha no Dragão, e que ouviu que [incluir boato e/ou rumor]… tudo o que (não) sei é graças a conversas entre Amigos portistas de berço, ao que entretanto vai sendo comentado nesse maraBilhoso mundo que é a bluegosfera e ao que é aventado nalgum do jornalixo tuga – e exactamente por esta ordem de preferências. por vezes, também consulto os órgãos de comunicação oficiais do Clube, mas é raro…
agora e não dá para fazer como a avestruz, algo vai (muito) mal dentro do reino do Dragão. e a mensagem que “espirra” para o Exterior, mormente para a massa associativa, adepta e assoBiativa, é má, confundindo-se com algum desnorte, com muito amadorismo e com bastante desorganização. e a ironia da coisa reside de tudo se passar numa estrutura – a famosa “Estrutura” – em tempos (não muito idos) tida como exemplo, sobretudo a nível Europeu, pois que já sabemos “o que a casa gasta”, e de como há «gloriosas» invejas difíceis de se ultrapassar, congénitas à sua natureza (mesquinha e basta pequenina)…
pelo menos para mim, a mensagem que a escandaleira em Alvaláxia, o fecho de mercado, toda a (in)definição do actual plantel, e a posterior (e muito abrupta) ruptura de Antero Henrique com tudo “isto”, revela é só uma: ausência de orientação. e de que não há um rumo definido. e a de que este, a existir, não é perceptível para o adepto, porquanto que não é devidamente comunicado. e de que, assim, nestes moldes e que já perduram há mais de três anos, tempos muito difíceis se avizinham no horizonte do Clube. espero estar enganado, mas todo o silêncio em torno destes temas, envoltos num manto de insuportável secretismo e de inusitado (desas)sossego, só provocam ainda mais ansiedade ao meu (actualmente) muito inquieto estado de alma.
e eu bem que gostaria de poder analisar esta sucessão de acontecimentos por um prisma mais positivo – a “tal” visão do copo meio-cheio -, mas não consigo, porque não vislumbro o que de bom possa surgir daqui – um novo “ano zero”? e depois de três anos a penar? ainda haverá paciência numa massa adepta impaciente há mais de três anos? não creio… assim sendo, publicamente reconheço que começo a ficar agastado com as mentiras que, enquanto adepto (o que sentirão os sócios?), me têm sido impingidas por quem ainda vou nutrindo respeito e consideração. e é exactamente por isso mesmo que recupero a citação acima, datada de Abril do corrente ano civil – cinco meses depois, portanto. não sei quanto a ti, mas eu acho que muito pouco foi feito desde aquele momento – e, nalguns casos, mal feito (como a questão do “pinheiro”, por exemplo). e sinto que me ludibriaram (mais uma vez…) com um discurso cativante (mas sem ser deslumbrante). mais. uma. vez
. mas eu sou só um adepto; seria bom que a Estrutura repensasse a sua forma de comunicar sobretudo e mormente com os sócios, pois confesso que a esmagadora maioria destes possa estar a ficar com o “pavio curto” – e basta dar uma vista de olhos nas redes sociais (aquelas que o líder reconhece que não as consulta) para se perceber de um imenso desconforto, inclusive junto daqueles sócios de há muitos anos, indefectíveis e que “estão sempre lá” (principalmente nos momentos maus).
não quero, com estas palavras, indiciar que estou a mobilizar seja o que for, seja com quem for, para o que quer que seja (ou que venha a ser); antes pretendo lançar uma espécie de alerta para o que por aí poderá advir, e que não será agradável para ninguém. por exemplo: o que estarão a sentir os jogadores que ingressaram, esta época, no Clube? qual será o estado de ansiedade do Willy? e o do Marcano? e o que estará a pensar alguém com o prestígio internacional do Casillas? e quem considerar que os jogadores são “imunes” e insensíveis” a estas questões é porque nunca jogou futebol, seja no Gervide (olá, Felisberto! 😀 ), seja no Damaiense, seja em jogos de solteiros contra casados…
e, já agora e a talho de foice, que não se considere que a massa adepta é estúpida, morcona e que adora comer geladinhos com a testa. temo que, se este estado de sítio se perpetua e nada de relevante seja feito – nem que seja em termos de comunicação, sobretudo mais assertiva e mormente mais rápida, proferida no momento próprio e a antecipar todos os cenários (inclusive todos aqueles que nos querem derrubar, julgando-nos «mansos e bons rapazes») -, a imagem do nosso querido líder seja a de alguém que se perpetuou no Poder e que não soube sair em devido tempo. e de que, a sair, o faça pela porta mais pequena do Estádio que projectou e que levou a bom porto, quando todo o seu curriculum seria mais do que suficiente para que desse nome àquele – e só para exemplificar o meu ponto de vista, pois que é do conhecimento geral a sua intolerância para com este último “desígnio”.

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portanto e assim concluo esta temática:

os próximos tempos serão de resiliência e de novo teste ao portismo de tod@s nós, a começar já no próximo encontro, ante o Vitória SC, onde conto lá estar e com um dos novos mantos sagrados entretanto adquiridos e que são l-i-n-d-o-s (obrigado, Zé Pedro! 😀 ).
e será muito positivo que haja união em torno dos verdadeiros artífices das “batalhas” que vêm por aí, para que a “guerra” seja levada de vencida por nós e para nosso gáudio.
e, se não for pedir muito, e repisando um sentimento comum a muit@s de nós, que os assobios sejam dirigidos a outros que não àqueles com quem temos que efectiva e comprovadamente ir à luta, pois não há outros a não ser os da imagem que se segue
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futuro© tribunal do dragão
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post scriptum pertinente:

aqui tens acesso ao que se publicou somente sobre o nosso clube de Sempre, na edição impressa desta Sexta-feira, no pravda da Travessa da Queimada.
porque a “papelaria” que costumo frequentar tem sido (muito) irregular na disponibilização das versões pdf do pravda, as quais também têm uma “qualidade” que deixa muito a desejar, e para quem me visita somente para esse efeito, o meu conselho é só um: vão ter que começar a bater a outra porta. ou, então, a abrir os cordões à bolsa. das duas, três…

naquele ficheiro pdf (aqui), também vem incluso o mais recente BRASÃO ABENÇOADO, sob o título “viva o futebol português regenerado“, o qual também pode ser lido aqui e aqui (em ficheiros jpeg) e com cujo teor concordo em absoluto (desculpa lá, Silva! mas, desta feita, o homem tem razão 😀 ).

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disse!
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