para memória futura (parte IV)…

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… não!, as arbitragens não explicam a nossa péssima prestação na corrente edição da ex-taça da bjeKa (ou taça da carica, ou da crica, ou do do raio que a parta!), nem o nosso descalabro exibicional nos três jogos da fase de grupos da mesma, sobretudo porque houve muitos erros da nossa parte – alguns deles “de palmatória”, inclusive a partir das ordens emanadas do banco de suplentes, via Espírito Santo. por exemplo, a jogada do lance do golo dos cónegos principia numa precipitação do Boly, que não soube o que fazer com a chichinha numa condição defensiva: ao invés de um alívio “para as couves”, optou por endossar a dita, pelo solo (!!!), para o médio mais próximo; deu raia, um dos de xadrez verde antecipou-se e precipitou a queda de todo um instável caralho de bartas (dislexia propositada, pois o que queria escrever era caralho de bestas)…

mais: o apoio incansável, indefectível e incondicional, daqueles que marcam sempre presença e em todos os jogos, mesmo nesta competição da treta, merecia mais respeito. ou seja: não concebo aquela entrada em falso na segunda parte, depois de uma primeira mais para o sensaborona. a partir do momento em que o onze que iniciou a partida indiciava que estávamos na luta por uma ida ao reinos dos Algarves, o reinício do jogo deveria mostrar à saciedade essa mesma luta; ao invés, viu-se uma equipa à espera da Sorte dos acontecimentos, a qual viria a revelar-se madrasta. mais uma vez…

em suma (e dentro do que a minha aparente calma permite expressar):
só espero que este retrocesso, em dois “singelos jogos” e depois do bom que se conseguiu no mês de Dezembro, não nos devolva a uma realidade que se pensava estar ultrapassada: a de se ter que ouvir, com inusitada regularidade, os (sempre abjectos) «temos que levantar a cabeça» e «enquanto for matematicamente possível…» – não sei se me faço entender…
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… não!, não há premeditação. não!, não há condicionamento. não!, não há proteccionismo. não!, não há nada de anormal, só «erros humanos». e muito calimerismo da nossa parte. e a visualização de fantasmas onde eles não existem, sequer em armários esconsos. e o fantástico tecer de inventivas fantasias fantasiosas… nós é que «estamos mal habituados» e não sei mais o quê…
o problema (entre vários), é que aquele atropelamento à rectaguarda, o qual certamente será salvaguardado (aclamado?) ‘a posteriori‘ pelo actual vice-presidente do Conselho de Arbitragem – “o tal” cujo nome surge numas escutas onde Pinto da Costa não é interveniente, e que, em 2010, foi capaz disto aqui – priva-nos de um jogador influente para o desafio que Paços de Ferreira confere. e esse prejuízo efectivo não terá forma de ser “reparado”, sequer de nos ser ressarcido (antes ganham as galinhas dentes)…

mas aquele gaguejar do bruno prata, nos “comentários” ao jogo, na estação (cada vez mais, muito pouco) pública de televisão, não dando a entender o que a Realidade tornava (mais do que, bem para lá do) evidente, entrando pelos nossos olhos adentro… aquele gaguejar, seguido de um incómodo silêncio de três a quatro segundos, em directo (!!!), “diz-me” que estamos a ser r-o-u-b-a-d-o-s à descarada! e que já não há vergonha em gozarem connosco e com o prestígio, o bom-nome e o reconhecimento, que uma instituição centenária como o Futebol Clube do Porto – que o é, de facto! – merece. e, também e se calhar mais importante, que se lastima que quem deveria e em primeiro lugar, zelar por aqueles interesses, que são os de tod@s @s portistas, só agora “tenha acordado para a Vida”, mas já com quase quatro anos de atraso… certamente que não foi por falta de aviso, inclusive pela parte daqueles que tanto critica

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disse!
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2 thoughts on “para memória futura (parte IV)…

  1. Tens toda a razão no que escreves, meu amigo, mas o que sempre nos fez sermos respeitados foi a voz do nosso Presidente.
    Quando ele falava o País tremia, os árbitros tinham medo de nos prejudicar. Agora, ou porque já não tem forças para tal, ou porque tem o “rabo preso”, pouco ou nada fala; e, quando fala, é para o canal do Clube onde a projecção do que diz é muito limitada.
    A única vez que falou fora disso foi após a vitória com o Chaves; mas, aí, ele tinha mesmo de falar ou corria o risco de perder o cada vez menos o capital de confiança que ainda tem perante alguns adeptos.
    Quer seja por falta de saúde ou por ter o “rabo preso”, se não consegue ser o Presidente de antigamente, deveria dar a vez a outro. Poderia ser que, com ele, o Alexandre também fosse, e só teríamos a ganhar com isso.

    Grande abraço!

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    1. @ Pedro

      compreendo o teu desgaste emocional para com quem tanto nos deu – daí perceber e até concordar, quando escreves «ou corria o risco de perder o cada vez menos o capital de confiança que ainda tem perante alguns adeptos», porque eu faço parte destes últimos.
      e também compreendo e concordo quando afirmas que «poderia ser que, com ele, o Alexandre também fosse, e só teríamos a ganhar com isso» – pois que eu há muito que defendo que o filho pródigo não deveria fazer qualquer percurso nos corredores do P(h)oder, lá para o Dragão.
      também percebo que o actual Jorge Nuno “é preso por ter cão, e preso por não ter”, em termos comunicacionais – e tudo porque claudicou para o outrora Pinto da Costa.

      pode ser que este ano nos traga aquele Pinto da Costa de volta – ou parte dele… não acredito no Pai Natal, mas pode ser que surja algum ovo de Páscoa, deixado pelo famigerado coelhinho…

      abr@ço forte
      Miguel | Tomo III

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