o pátio do sonso

© google | Tomo III
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eles [árbitros da partida] sabem aquilo que lhes disse e a que propósito me manifestei, mas não vou tornar público.
o que lhes disse só a nós diz respeito; tudo o que é análise do arbitro não quero falar.

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«professor» rui, o sonso | Janeiro de 2017.
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caríssim@,

fui alertado por um de vós, quando o resultado se avolumou para uns inacreditáveis 1-3, a favor da equipa que não contava para o totobola de ninguém, muito menos para o do lampião rui pedro brás (vídeo elucidativo aqui), e cujos adeptos não tinham a vitória como garantida antes do tempo e não tratavam de arranjar excursões para o próximo Domingo [pausa para interiorizar este conceito basto lampião e recordar (também) este momento aqui. nunca mais aprendem…].
refiro-me à mesma equipa que venceu o grupo onde estivemos inseridos, para esta (espécide de) “competição” (da treta), apesar de ontem e ao contrário do que aconteceu contra nós, não ter alinhado com a sua formação mais forte; da mesmíssima equipa que, pese embora aquelas poupanças, ontem, deu uma lição de Futebol ao todo-poderoso de Portugal continental, arquipélagos e Ultramar incluídos, e por muito que os me(r)dia tugas o soneguem, hoje; da exacta equipa que venceu o jogo em causa «limpinho, limpinho, limpinho», e que por isso mesmo, pelo feito conseguido e pela vitória que alcançou, está de parabéns!; da mesma equipa que, ao invés dos derrotados, não fez capa em nenhum pasquim desportivo tuga de hoje…

até àquela altura – a do telefonema inesperado – a noite apresentava-se tranquila; a partir desse momento, um sorriso largo inundou a minha face.
se fiquei contente? é claro que não! foi um resultado que ficou (muito) aquém do que espero (e desejo) sempre para a agremiação de Carnide: menos de cinco batatas na pá é como se fosse derrota.
se regozijo com as derrotas alheias, mormente das da “instituição”? é óbvio que sim! e as razões para tal já as explanei aqui. e mantêm-se actuais.
se torço primeiro pelas derrotas deles do que pelas nossas vitórias? é evidente que sou e serei sempre Portista antes dos lampiões de serviço me apelidarem de anti-[whatever shitty club you may cheer]. que fique bem claro que, para mim, o Futebol Clube do Porto estará sempre primeiro e é ele o meu orgulho. agora, não esqueço tudo o que aquela “instituição”, com alguns dos seus dirigentes, dos seus atletas (supostamente) profissionais e dos «milhões» de abéculas que a suportam à cabeça, fez, faz e sempre fará para denegrir os nosso feitos desportivos. e não me refiro (só) aos processos ‘pito dourado e pífio final, mas também.

portanto e por tudo o que aquela derrota significa, amanhã não espero nada menos do que uma vitória, num campo tradicionalmente difícil, ante um adversário que, contra nós, é muito valoroso, e com bancadas onde o colorido amarelo serve só para disfarçar a verdadeira paixão dos que dizem que apoiam a formação de Estoril. é um pouco como os boavisteiros, cá no Porto: no fundo, toda a gente sabe a cor que lhes dói na alma… ou seja: só há um resultado possível, depois do positivo que a vitória do Moreirense trouxe para o alimentar do nosso ânimo, e esse passa por trazer os três pontos para a ImBicta – e nem que seja num golo com a mão, em fora-de-jogo, e num lance precedido de falta e que o apitador tuga não assinalou «porque não quis».

por último, refiro que a citação ali em cima serve, não só para memória futura, mas também para demonstrar que, aos poucos, a imagem de «desportista» do insonso sonso que comanda os destinos da agremiação de Carnide é em tudo idêntica à de «grande estadista» que se pretende fazer passar para com o Orelhas (e não me refiro ao Gonçalo Guedes): não passa tudo de uma enorme fachada e, ao primeiro desaire, lá vêm eles, gloriosos, a mostar a sua autêntica Essência, o seu verdadeiro Ser, a sua genuína forma de estar no Desporto.
e, se dúvidas houver, a expulsão do «professor», findo o jogo, só o corrobora. é que já se sabem as razões pelas quais ele foi punido, conforme a imagem abaixo o demonstra:
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© google | Tomo III
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é muito chato quando os nossos desejos não são atendidos…
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post scriptum:
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neste entretanto, já saiu o castigo da expulsão de ontem: quinze dias de suspensão e 3825 euros de multa. ao contrário dos tempos do “catedrático” da chicla, nos actuais a “justiça desportiva” foi célere e mãos largas na hora de cobrar – não se vá dar o caso disto piorar ainda mais, numa fase mais decisiva da prova.
e a nomeação do “mostovoi” do Pinheiro, para o encontro ante o Vitória de Setúbal, só vem confirmar esses receios das “altas patentes” que (ainda) controlam o nosso comezinho futebolzinho…

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disse!
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2 thoughts on “o pátio do sonso

  1. haaaah!, é sempre a mesma estória (de sempre): quando nós somos prejudicados – e que somos! – lá vêm eles com “joguem ‘mazé’ à bola”; quando eles são beneficiados e mesmo assim perdem, os árbitros são o seu ‘enemy number one’.
    Karma is a bitch… E é tramado com um F bem maiúsculo.

    Mas, mesmo assim, temos de continuar esta luta – e lutar sempre, até ao fim. Qualquer dia vem por aí um sopro de verdade, e saberemos que, lá para baixo, um edifício vai cair.

    Abraços.

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